Page

Author admin

LIDE Brazilian Investment Forum conta com presença de multinacionais como a Rakuten

Realizado anualmente em Nova York, o LIDE Brazilian Investment Forum deve reunir mais de 160 empresários com o propósito de discutir a geração de oportunidades entre Brasil e EUA. A edição 2018 acontece amanhã (16), com palestrantes como: o Juiz Federal Sergio Moro que abordará o “Fortalecimento das Instituições para o Crescimento do Brasil”. Empresas nacionais e multinacionais como é o caso da Rakuten Brasil marcarão presença. “Acreditamos no poder da tecnologia para o desenvolvimento das sociedades em todo o mundo. E participar dos debates e da criação das inovações que fomentarão esse avanço, para nós, é sempre uma prioridade”, afirma René Abe, Presidente e CEO da Rakuten Brasil.

A Rakuten Brasil é uma das mais novas apoiadoras do LIDE, Grupo de Líderes Empresariais que atua em todo o país promovendo as economias locais. A companhia é subsidiária da gigante global Rakuten Inc. no país e integra a unidade do LIDE Ribeirão Preto. “Este é um importante polo de negócios que representa a força da indústria e do varejo do estado de São Paulo. Como a Rakuten em todo o mundo tem como valor número 1 o empoderamento da sociedade por meio da tecnologia, vemos no Brasil um grande potencial econômico para a expansão da nossa atuação global”, afirma o executivo.

LIDE Brazilian Investment Forum

Data: 16/05 (quarta-feira)

Horário: 08h00 às 11h30

Local: Hotel THE PIERRE (2 e 61st St, New York, NY 10065, EUA)

CIAB FEBRABAN promove 2º Hackathon

A segunda edição do Hackathon CIAB FEBRABAN, iniciativa da Federação Brasileira de Bancos para o desenvolvimento de projetos que impactem o mercado bancário no Brasil, será realizada em São Paulo nos dias 9 e 10 de junho, antes da abertura oficial do evento. A maratona de programação tem como objetivo incentivar empreendedores a desenvolverem novas soluções para superar os desafios do mercado bancário brasileiro. As inscrições devem ser feitas pelo site até o dia 26 de maio.

Nesse ano, o tema principal do Hackathon será a “Inclusão Financeira dos Pequenos Negócios” e terá como direção o desenvolvimento de soluções que impactem empresas pertencentes a esse grupo (microempreendedor individual, microempresa e empresa de pequeno porte).

A competição girará em torno de quatro principais desafios: Gestão Financeira, soluções que organizem e facilitem aspectos da vida financeira do pequeno negócio, aprimorando a gestão do seu fluxo de caixa, do seu estoque e de fornecedores; Pagamentos, soluções que facilitem o pagamento realizado pelos clientes dos pequenos negócios, sejam online ou no ponto de venda, utilizando também essas informações de forma estratégica para o negócio; Inteligência de Negócios, soluções que ajudem a empresa na tomada de decisão, acesso à novos mercados, fidelização de clientes e aumento de vendas no mercado online e off-line; e Crédito, soluções que facilitem o entendimento e o acesso às alternativas de crédito por parte dos pequenos negócios.

Nos dois dias de desenvolvimento, os participantes deverão elaborar uma solução do zero, contando com o suporte de experientes mentores de diferentes áreas, e apresentarão seus projetos para um grupo de jurados das principais instituições financeiras do país.

As quatro equipes finalistas apresentarão os seus projetos no dia 12 de junho, dia da abertura do CIAB FEBRABAN 2018, quando serão julgados pelo público no Lounge Fintech do congresso de tecnologia. O grande vencedor ganhará duas reuniões com lideranças de bancos para apresentar o projeto, além de um MacBook Air para cada membro da equipe. Além disso, cada uma das quatro equipes finalistas poderá utilizar um balcão de exposição no Lounge Fintech durante todo o Ciab para expor seus projetos.

Para conferir o regulamento e se inscrever, acesse: http://www.hackathonciab.com.br/

Ciab FEBRABAN: Hackathon
Data: 09 e 10 de junho de 2018
Local: Digital House (Av. Dr. Cardoso de Melo, 90 – Vila Olimpia, São Paulo)
Site: http://www.hackathonciab.com.br/

Tags, , ,

Liv Up é uma das startups selecionadas para o Launchpad Accelerator de São Paulo

A Liv Up, startup de alimentação saudável , comemora mais um momento importante em sua trajetória. Ela foi uma das selecionadas para o Launchpad Accelerator São Paulo, sendo a única do segmento de alimentação. Ao lado de Contentools, Docket, JetBov, Mandaê e Vérios, a empresa deverá implementar as principais tecnologias do Google em seus produtos, como Inteligência Artificial, Machine Learning e Google Cloud Platform.

O programa, que tem duração de três meses, tem como objetivo ajudar as startups do país a desenvolver seus produtos e tecnologias de maneira a deixa-las mais atraentes, escaláveis e impactantes para seus respectivos mercados de atuação.

Victor Santos, um dos fundadores da Liv Up, afirma que “Participar do Launchpad e trabalhar lado a lado com o time do Google será uma grande oportunidade para desenvolvermos novas tecnologias e melhorar ainda mais a experiência dos nossos clientes”.

Nos últimos cinco anos, o Launchpad já ajudou aproximadamente 135 startups dos quatro continentes ao redor do mundo. Dentre esse total, 27 foram brasileiras, incluindo Nubank, QuintoAndar e Love Mondays. Além disso, o país foi um dos três primeiros participantes, depois de Israel (Tel Aviv) e Nigéria (Lagos).

CEO da Kakau Seguros participa de painel sobre inovação no ecossistema de seguros no Fintech View

No próximo dia 16 de maio, o CEO da Kakau Seguros, Henrique Volpi, irá participar de um painel sobre “Como as Fintechs estão Inovando o Modelo de Negócio de Seguros com Ofertas diferenciadas” às 17h10, no Fintech View, principal conferência de Fintechs da América Latina. O evento acontecerá nos dias 15 e 16 de maio, no Transamérica Expo Center, em São Paulo.

No painel estarão presentes, além do CEO da Kakau Seguros, o moderador da Conexão Fintech, José Prado; e dois executivos de outras insurtechs. A proposta do painel é abordar o que as empresas de seguros estão fazendo para inovar no seu mercado.

“É uma honra participar do principal evento de Fintechs da América Latina e debater a inovação no setor de seguros. Espero poder contribuir e contar o que estamos fazendo”, explica o CEO e Co-fundador da Kakau Seguros, Henrique Volpi.

Fintech View e Fintech Show
Dia: 15 e 16 de maio
Horário do painel: 17h10 no dia 16/05
Local: Transamérica Expo Center
Endereço: Av. Dr. Mário Vilas Boas Rodrigues, 387 – Sto. Amaro
São Paulo – SP
CEP: 04329-100
Inscrição: http://fintechview.com.br/

Venture Capital e startups: os dois lados da moeda

Por Bernardo Srulzon, diretor de negócios do GetNinjas.com.br

Deixar um emprego formal. Ter uma ideia. Encontrar um co-founder. Criar um MVP. Captar uma rodada de investimento com um fundo de Venture Capital. Este é o processo que a maioria dos empreendedores de tecnologia segue quando está começando um novo negócio, mas poucos de fato entendem a dinâmica destes fundos de investimento e como impactam no dia a dia de suas startups.

Tive a incrível oportunidade de conhecer os dois lados da moeda. Trabalhei na Monashees, um dos principais fundos de Venture Capital brasileiros. Lá pude atuar lado a lado com empreendedores para identificar novas oportunidades de investimento, além de prestar auxílio às empresas que já receberam algum fundo, naquilo que fosse necessário. Hoje, faço parte do time do GetNinjas, desenvolvendo equipes com foco em dados, marketing de performance e produto.

Ao longo dos últimos anos, recebi perguntas sobre os dois lados e espero que esse artigo ajude a consolidar esse conhecimento e sirva como referência para outros empreendedores.

Primeiro, para que servem os fundos de Venture Capital (VC)?

Venture Capital pode ser definido como uma “tecnologia de aceleração de crescimento”. Ou seja, os fundos investem em empresas com potencial para serem muito grandes e injetam dinheiro para acelerar esta jornada em troca de ações da empresa. Este é o caso dos unicórnios brasileiros 99 e Nubank, que em menos de 10 anos construíram empresas que valem mais de U$ 1 bilhão.

De onde vem esse dinheiro?

Na maior parte das vezes, os fundos de Venture Capital investem capital de terceiros, principalmente bancos de investimento, famílias com grande patrimônio, hedge funds e outras instituições financeiras – ou seja, os investidores também possuem investidores! Essas instituições são atraídas para o modelo de venture capital na expectativa de retornos maiores do que as aplicações tradicionais: esperam pelo menos 20% ao ano. Essa é uma forma eficiente de diversificar os investimentos e maximizar o retorno da carteira.

Portfólio: reduzindo riscos

Para conseguir entregar essa rentabilidade, os fundos de Venture Capital também buscam diversificar seus investimentos ao investir em startups de diferentes segmentos – assim, reduzem o risco e conseguem fazer apostas mais ousadas sem prejudicar o retorno final do fundo aos seus investidores.

Um portfólio típico tem de 30 a 50 empresas, investidas ao longo de 5 a 10 anos. São investimentos que demoram para “maturar” (nenhuma empresa grande é construída da noite para o dia), e têm baixíssima liquidez (os fundos não podem retirar o dinheiro da startup após ter investido). Considerando um retorno de 20% ao ano, ao final de 7 anos o fundo precisará ter mais do que triplicado de tamanho!

Como são feitas as decisões de investimento?

Apesar do modelo de portfólio suportar a quebra de algumas empresas sem prejudicar o retorno final, a escolha desse portfólio é crítica para o sucesso do fundo. No momento do investimento, todas têm o potencial de ser o “home run” – aquele investimento que supera todas as expectativas e “paga a conta” das demais empresas.

O principal fator para uma decisão de investimento é o time de fundadores. Mesmo que o mercado seja gigante, que o modelo de negócios esteja bem pensado, um time que não tem visão de longo prazo e capacidade de execução terá chances muito menores de sucesso. Por isso, boa parte das conversas são para entender o que motiva os empreendedores, quais são seus skills, que tipo de cultura incentivam na empresa, quais são seus estilos de liderança, como lidam com situações de incerteza, que relacionamento têm com outros empreendedores, etc.

Smart Money: como investidores agregam valor além do dinheiro

Após o investimento, boa parte dos fundos de Venture Capital brasileiros exerce um papel de consultoria para as empresas investidas – é o que chamamos na indústria de “smart money”. Ou seja, além do dinheiro investido, também pode acelerar o crescimento das startups por meio da sua rede de contatos, ajuda nas contratações de diretores, eventos para networking entre empresas do portfólio, contato para outros fundos de VC, etc.

Um ponto importante é que a decisão final sobre o negócio sempre é do time de fundadores – apesar de ter aportado capital e eventualmente possuir a maioria das ações da empresa, os fundos não costumam comprar o controle da empresa (o que é especialmente verdade nos estágios de Seed, Series A e Series B).

Do outro lado da moeda: a experiência numa startup

Quando fiz a mudança da Monashees para o GetNinjas, tive um choque de realidade, percebi que o mindset e a forma de trabalho de um Venture Capital e uma startup são muito diferentes, apesar de estarem inseridos no mesmo contexto.

Em primeiro lugar, é muito importante escolher bem seu investidor. Existem investidores especializados em um modelo de negócios (marketplaces, software-as-a-service, fintechs, big data, e-commerce, etc), outros atuam com uma abordagem generalista; alguns com experiência “mão na massa”, outros mais distantes da gestão; alguns com “bolso fundo” para investir nas rodadas seguintes, outros focados em estágios iniciais; alguns que se propõe a ser “smart money”, outros que só oferecem o dinheiro. Dependendo de quais são os desafios da empresa, diferentes perfis de investidores podem acelerar seu crescimento de forma mais eficiente.

Segundo, em uma startup você não tem um portfólio – é tudo ou nada. Os riscos são grandes, assim como a expectativa de retorno. E isso muda o mindset dos empreendedores em uma série de fatores:

Gerenciar bem o caixa torna-se uma obsessão, já que esta é uma das principais métricas da saúde de uma empresa. Sem uma posição confortável de caixa, todo o poder de negociação fica nas mãos dos investidores.

A preocupação com a qualidade do time é constante. Precisamos atrair os melhores talentos em todas as áreas e em todos os níveis, então investimos semanas em processos seletivos rigorosos. Confiamos em quem contratamos e damos autonomia para o time tomar decisões importantes.

Os objetivos e metas precisam estar claros. Utilizamos a metodologia de OKRs, em que definimos objetivos e metas trimestrais para todos os times. Os times ficam mais engajados, propõe soluções melhores e continuam alinhados com os objetivos da empresa.

Decisões não podem ser baseadas em “achismo”, então investimos em uma infraestrutura de dados que nos ajuda a tomar todas as decisões importantes de negócio e de produto.

Qualquer um pode ter boas ideias – o que realmente faz a diferença é a execução. Para cada startup bem sucedida, havia centenas de competidores que foram deixados para trás por um time de melhor qualidade, com maior atenção aos detalhes e entregas mais eficientes.

Por fim, uma das características mais importantes de empreendedores bem-sucedidos é a resiliência. Algumas empresas estão construindo novos mercados, novas tecnologias e novas tendências, que podem levar tempo até se tornarem realidade. Os times que lidam bem com o fracasso, que estão preparados para adaptar sua estratégia e trabalhar incansavelmente, são os que provavelmente conseguirão construir grandes empresas.

Após vivenciar os dois lados da moeda, em Venture Capital e numa startup, avalio que ainda estamos desenvolvendo um ecossistema de tecnologia no Brasil, com maior qualificação dos empreendedores, talentos sendo formados pelas principais universidades, crescimento dos fundos de investimento e alguns casos de vendas e IPOs de empresas brasileiras que valem mais de 1 bilhão de dólares. Por isso, trata-se de um excelente momento para investir ou trabalhar em tecnologia no Brasil e incentivo todo mundo a se arriscar como eu.

Tags, , , , , , ,

T-Systems e microsoft anunciam parceria para cloud pública

A T-Systems, provedora alemã com amplo portfólio digital de soluções e serviços de TI, e a Microsoft acabam de anunciar uma parceria estratégica para a oferta de serviços em nuvem pública com foco em quatro pilares: aplicativos SAP; serviços gerenciados para Microsoft Azure e Microsoft 365; soluções digitais baseadas em inteligência artificial (IA); e realidade aumentada em conjunto com Internet das Coisas (IoT).

Em um primeiro passo, as duas companhias vão intensificar sua cooperação no campo da Internet das Coisas, anunciaram o CEO da T-Systems, Adel Al-Saleh, e o vice-presidente executivo da Microsoft, Jean-Philippe Courtois, durante a Hannover Messe, na última segunda-feira (07/05).

“Um dos blocos centrais do recente realinhamento da T-Systems é nossa estratégia ‘Public Cloud First’. Estou mais do que satisfeito em poder combinar as ofertas em nuvem da Microsoft com nossos serviços e produtos”, afirma Al-Saleh.

“Na Microsoft, oferecemos uma infraestrutura de nuvem com escala global combinada com o poder de dados inteligentes e IA de nossa plataforma Microsoft Azure Cloud. Ela será combinada com a excelência das ofertas da T-Systems em operação de negócios que atendem as demandas dos clientes”, diz Courtois.

IoT como serviço, da plataforma às soluções fim a fim

A primeira área de colaboração entre as duas empresas será IoT: utilizando a Azure como nuvem preferencial, a T-Systems desenvolveu e vai operar a “Cloud of Things – built on Azure”. A solução oferece serviços IoT pré-configurados, como monitoramento remoto para logística, soluções de pós-vendas para o setor automotivo e soluções de rastreamento e monitoramento.

A arquitetura aberta e modular é baseada nos serviços IoT Microsoft Azure, garantindo adaptação eficiente e extensão flexível da plataforma. Todas as funcionalidades necessárias para a construção de uma solução IoT, com gerenciamento de equipamentos e usuários, gerenciamento de eventos, simulações, analytics e dashboards configuráveis estão disponíveis diretamente e podem ser customizados de acordo com as necessidades dos clientes. A arquitetura aberta permite também serviços adicionais e integração entre máquinas e equipamentos, permitindo que as empresas usuárias construam soluções fim a fim completas.

A Microsoft Azure permite aos seus usuários atingir escala global, com as 50 regiões da Azure – mais do que qualquer outro provedor. A Microsoft continua priorizando a expansão geográfica da Azure, respondendo à demanda de algumas das maiores companhias do mundo por desempenho e disponibilidade, atendimento a regras locais e preferências dos clientes sobre a localização de seus dados.

Ao mesmo tempo, os serviços em nuvem vêm se tornando mais importantes para soluções de negócios com foco em grande volume de clientes. Muitas empresas têm movido suas aplicações para a nuvem para tirar vantagem da rápida escalabilidade, eficiência e custos mais baixos. A T-Systems suporta seus clientes com serviços gerenciados de infraestrutura, plataformas e aplicações a partir da nuvem, permitindo que eles se concentrem em seus negócios.

Tags, , , , , , ,

Presidente da Algar Tech é mentora em programa de desenvolvimento da liderança feminina

Tatiane Panato, presidente da Algar Tech, foi escolhida para participar como mentora na segunda edição do programa “As Executivas do Amanhã”. Promovido pela EXEC, o objetivo é estimular o empoderamento da mulher e a liderança feminina nas organizações.

Dez estudantes do último e penúltimo ano da graduação de todo o país serão escolhidas para se conectarem com executivas que se destacam em sua área de atuação. Serão três encontros em que cada mentora orientará uma universitária. Haverá, ainda, um encontro geral para discutir o tema diversidade de gêneros. As inscrições estão abertas por meio do site: https://bit.ly/2IgVvjF

O índice de mulheres que ocupam cargos de CEO no Brasil é de apenas 16%, segundo pesquisa da Women in Business, da Grant Thornton. Embora esse número tenha aumentado nos últimos anos, ainda é muito baixo. “O fato de ser possível formatar um programa como este já é um grande avanço”, afirma Panato. “Porém, ainda temos um longo caminho a percorrer”.

A executiva iniciou sua carreia na área financeira e está no grupo Algar há 19 anos. Após adquirir ampla experiência em atividades administrativas de Finanças e Negócios no segmento TIC (Telecom e TI), em 2013 assumiu a função de diretora Financeira e de Relações com Investidores na Algar Telecom. Na Algar Tech, atuou como vice-presidente de Operações, respondendo pelas áreas de operações, marketing, vendas e negócios internacionais. No início deste ano se tornou a primeira mulher a ocupar o cargo de presidente em uma das empresas do grupo Algar.

Graduada em Ciências Contábeis pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU), é especializada em Finanças e Planejamento Empresarial também pela UFU, com MBA em Gestão Avançada de Negócios pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e em Finanças e Relações com Investidores pela Fipecafi. Tem ainda participações em treinamentos internacionais nas instituições Insead e IMD.

“A Algar Tech é uma empresa que valoriza a diversidade e igualdade de gênero dos seus 12 mil associados e possui as mulheres em sua maioria, sendo que 54% dos colaboradores são mulheres e 52% dos cargos de liderança da organização são ocupados por mulheres. Quando faço uma reflexão sobre toda minha trajetória até aqui, vejo quanta coisa aprendi. E agora tenho a oportunidade de passar para frente esses ensinamentos que poderão, quem sabe, fazer a diferença na carreira de uma jovem mulher. É gratificante fazer parte deste programa”, ressalta Tatiane Panato.

Tags, , , , , ,

Cigam abre 18 vagas de trabalho

A Cigam, fornecedora de software de gestão empresarial (ERP, CRM, RH, PDV, BPM, Mobile e BI), abre novas vagas para alocação na sua base tecnológica em Novo Hamburgo (RS). As contratações fazem parte do planejamento estratégico de expansão da companhia, bem como da evolução da sua solução para clientes.

Estão em processo de seleção profissionais que atuam no setor de Tecnologia da Informação, nos cargos de Programador de Sistemas WEB (Pleno e Sênior) e analista de Suporte. São 18 vagas: 16 para programador e 2 analistas de suporte.

A empresa oferece salário fixo, treinamentos, plano de saúde, seguro de vida, PPR, auxílio alimentação, vale-transporte e um ambiente propício à inovação, com as boas práticas utilizadas pela metodologia ágil (framework SCRUM) e a possibilidade de trabalhar em projetos de médio e grande porte.

Para candidatar-se às vagas, o interessado deverá enviar seu currículo para: gp@cigam.com.br ou se cadastrar em nosso site através do link http://www.cigam.com.br/trabalhe-conosco

95% dos internautas brasileiros assistem TV enquanto usam internet

Uma pesquisa do IBOPE Conecta sobre o comportamento do internauta brasileiro revela que em três anos sobe para 95% a quantidade de internautas que assistem TV e navegam na internet ao mesmo tempo. Em 2015, esse era o hábito de 88% dos usuários de internet do país.

O smartphone, dispositivo que já liderava a pesquisa passada (65%), amplia sua vantagem: 81% usam o celular para navegar na internet na frente da TV. Na sequência, estão o computador (16% em 2018 X 28% em 2015) e o tablet (3% X 8%).

Ao navegarem na internet enquanto assistem TV, 53% acessam as redes sociais, 44% recorrem à internet para passar o tempo durante os comerciais, 34% resolvem outras coisas e 22% dizem que a TV não é interessante o suficiente para ter toda a sua atenção. Há também 9% que assistem TV e navegam na internet simultaneamente para interagir com o que está acontecendo na transmissão, mesmo percentual dos que discutem com amigos sobre o programa que estão assistindo e 8% que buscam mais informações sobre um comercial que assistiram.

Sobre a pesquisa
A pesquisa foi realizada de 11 a 15 de abril, com 2.000 internautas das classes A, B, C e D, de todas as regiões do Brasil.

Startup brasileira desenvolve tecnologia que converte ressonâncias e tomografias em clones virtuais

A startup brasileira Csanmek, especializada em sistemas e soluções para o mercado educacional, desenvolveu uma plataforma educacional que converte ressonâncias magnéticas e tomografias em clones virtuais de três dimensões.

Trata-se da Plataforma Multidisciplinar 3D da Csanmek, utilizada atualmente em 50 cursos de medicina (humana e veterinária) no Brasil, Estados Unidos, México e Peru nas aulas de anatomia.

O simulador 3D, que pode custar entre R$ 200 mil e R$ 400 mil, funciona como uma mesa que exibe modelos tridimensionais altamente detalhados e anatomicamente corretos de todos os sistemas do corpo humano para treinamento de cirurgias e dissecações virtuais.

A plataforma possui um sistema de integração entre hospitais e salas de aula e oferece aos alunos a possibilidade de estudar casos clínicos e exames reais de pacientes. Também utiliza algumas linhas de atlas anatômicos e fisiológicos, com mais de 5 mil estruturas anatômicas identificas, incluindo todos os órgãos e sistemas do corpo masculino e feminino, e pode ser usada em cursos de medicina, veterinária e demais áreas da saúde.

Entre as instituições brasileiras que possuem a tecnologia estão Faculdade das Américas (FAM), a Universidade de de São Caetano do Sul (USCS), A Uninove (5 unidades em SP), a São Leopoldo Mandic (RJ), uma das principais faculdades de medicina do Brasil, a Universidade Guanambi, na Bahia, e a Faculdade Claretiano, entre outras.

A tecnologia é atualmente a principal alternativa ao uso de cadáveres em salas de aulas, além de seguir a tendência mundial de trocar corpos humanos por simuladores digitais de dissecação virtual.

Segundo o fundador da Csanmek, Claudio Santana, as instituições de ensino no Brasil estão mais atentas às novas tecnologias de ensino e aos métodos alternativos ao uso de cadáveres no estudo da anatomia. “Apesar de ser um equipamento para educação, a plataforma 3D também é utilizada por médicos e profissionais da saúde no dia a dia, para melhorar o aprendizado e a compreensão das estruturas anatômicas reais e modeladas”, comenta Santana.

GFT figura no último relatório da Gartner sobre blockchain

Para bancos, seguradoras e provedores de serviços de pagamento, o blockchain oferece agora soluções que não eram possíveis com as tecnologias convencionais de antes. Um exemplo disso é o faturamento avançado (advanced invoicing), que usa uma solução de blockchain para fornecer economias de custo significativas no mundo real e reduzir drasticamente o risco de fraude.

Uma das principais conclusões do relatório da Gartner foi como o pool de experientes fornecedores de serviços de blockchain está expandindo rapidamente, com os serviços de consultoria existentes sendo complementados pela expansão de provedores de serviços especialistas em blockchain. Como o interesse em cases de blockchain aumentou para além das ofertas de serviços financeiros originais, toda a geografia e todo setor vertical agora têm uma infinidade de provedores específicos.

Como mencionado no relatório da Gartner: “A GFT oferece aproveitamento de ponta-a-ponta de soluções de blockchain e de DLT para resolver desafios de negócios e apoiar a criação de ‘provas de conceitos’ (POCs) para testar soluções potenciais, seguido de expansão para aplicações industriais quando apropriado. ”

O relatório também destaca várias fraquezas no mercado atual. “Todavia, há uma escassez de pessoal qualificado que entenda a tecnologia blockchain e que consiga ajudar a alinhar essa solução com potenciais negócios”. Isso, no entanto, é um dos pontos fortes dos serviços de blockchain da GFT, especialmente porque a companhia também tem uma vantagem adicional, com recursos nearshore, para redução ainda maior dos custos.

Em 2015, a GFT Reino Unido criou um modelo para DLTs dentro do setor de commodities. A criação deste aplicativo fazia parte de um programa ainda em curso, chamado “Projeto Júpiter”, cujo objetivo é incubar ideias de negócios disruptivos e de soluções de prototipagem rápida em torno da tecnologia blockchain. Desde então, foram implementados protótipos na Alemanha, Itália, Espanha e Reino Unido para vários cases, incluindo: empréstimos, transações de pagamento, fundos distribuídos e compensação e liquidação transnacionais.

Por exemplo, um aplicativo foi criado para o Royal Bank of Scotland com base no ethereum para testar o conceito de pagamentos interbancários entre uma rede conectada de bancos. A prototipagem flexível dos cases na incubadora GFT e nos Laboratórios de Inovação Digital da companhia permite que os desenvolvedores rejeitem rapidamente abordagens não promissoras e invistam apenas em design eficazes. A GFT tem como objetivo ajudar seus clientes a entender as inúmeras maneiras pelas quais eles podem alavancar o DLT e estabelecer os seus próprios modelos de negócios viáveis.

De acordo com o managing director latam da GFT, Marco Santos, “a inclusão no relatório do Gartner enfatiza que a GFT é vista como um player estratégico para transformação digital baseada em Blockchain e Ledger Distribuído”. Já Richard Miller, chefe de estratégia de tecnologias disruptivas da GFT, afirma que “nós estamos vendo um enorme interesse de clientes que desejam examinar como a tecnologia de Ledger Distribuído pode agregar valor aos seus negócios. As empresas estão reconhecendo que agora é a hora de utilizar DLT e blockchain para cases não críticos que têm potencial para ser verdadeiramente transformadores”.

Tags, , , , , , ,

FGV EAESP faz seminário sobre como lucrar e criar valor no e-commerce

O Centro de Excelência em Varejo (FGVcev) da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV EAESP) irá realizar na quarta-feira (23), a partir das 8h30, um seminário sobre o e-commerce. A ideia é discorrer sobre as táticas para reter clientes, aumentar o ticket médio e os modelos de negócios de empresas startups e tradicionais no contexto da transformação digital.

Grande parte das empresas com e-commerce estão buscando ganhar participação de mercado às custas do lucro. Táticas como oferecer altos descontos, entregas gratuitas e preços menores do que a concorrência contribuem para um cenário de lucros líquidos negativos. Mas precisa ser assim?

Entre os palestrantes: Rafael Untura, Natura; Marco Túlio Kehdi, Raccoon Digital Marketing; Rafael Biselli, eCommerce & GTM Nesté Brasil; Samy Dana (FGV/EAESP e Globo), Marcos Leite, vice-presidente Executivo da OLX; Simon Olson, diretor de Novos Negócios e Investor Relations, Magazine Luiza e Thales Teixeira, Harvard Business School (videoconferência). A moderação será feita pelo professor Leandro Guissoni (FGV EAESP / FGVcev).

O seminário é voltado para profissionais do varejo, gerentes, diretores, fornecedores e demais interessados no tema.

Para se inscrever basta acessar o site do GVcev: www.fgv.br/cev . Informações: apoiocev@fgv.br (11) 3799-7970.

Fintechs comemoram aprovação do Cadastro Positivo e criam manifesto de apoio ao Projeto de Lei

O plenário da Câmara dos Deputados aprovou o texto-base do Projeto de Lei Complementar (PLP) 411/17, que prevê a inclusão automática de consumidores no Cadastro Positivo.

O Cadastro Positivo é uma alternativa aos problemas enfrentados pelo setor de crédito e às altas taxas de juros praticadas na concessão de crédito, com base no Cadastro Negativo – que considera apenas as informações de inadimplência ou atrasos de pagamentos e não as informações positivas, mesmo quando o cliente possui um bom histórico de pagamentos – e aplica taxas de juros mais altas, de acordo com o teor negativo do histórico. Por ser a única fonte de informações utilizada pelas empresas e instituições financeiras, o Cadastro Negativo é uma das razões que contribuem para que o spread bancário seja alto.

De acordo com a Nexoos – fintech líder de mercado na modalidade Peer to Peer Lending (P2P) – empréstimo coletivo – que conecta pequenas e médias empresas que necessitam de empréstimos a potenciais investidores, o compartilhamento de informações positivas pode modificar este cenário e beneficiar todos os envolvidos, como já foi comprovado com base nos 120 países que adotam o cadastro positivo e praticam taxas de juros muito inferiores às praticadas no Brasil, como Estados Unidos, Inglaterra e países da América do Sul. “Essas mudanças irão ajudar os consumidores a terem muitos ganhos, como juros mais adequados a seu perfil”, explica Daniel Gomes, CEO da Nexoos.

Em parceria com a Associação Brasileira de Crédito Dgital (ABCD) e as demais fintechs associadas, a Nexoos declarou apoio tanto ao conceito de cadastro positivo quanto ao Projeto de Lei Complementar (PLS 212/2017), por meio de manifesto de apoio publicado em fevereiro deste ano.

Tags, , , , ,

Como criar apps para homens e mulheres: entendendo o mercado mobile

Por Roberto Rodrigues

Quantas vezes você utilizou o WhatsApp hoje? Mesmo quem não entende muito de tecnologia, provavelmente tem um smartphone e utiliza o “zap zap” com certa facilidade. Isso é apenas um exemplo de como o mercado de aplicativos mobile já faz parte das nossas vidas.

De acordo com o relatório divulgado pela App Annie, o Brasil é o terceiro país onde as pessoas passam mais tempo utilizando seus apps por dia, cerca de 190 minutos diários. E o brasileiro gosta de experimentar aplicativos novos: nossos smartphones têm, em média 80 appsinstalados, mas acabamos usando apenas metade deles por mês.

Se compararmos os dados com a pesquisa anterior, temos boas notícias para os novos desenvolvedores, pois houve um aumento de 36% no tempo de uso dos apps pelo público brasileiro.

O mercado de desenvolvimento mobile

Para atender tal demanda, o mercado de desenvolvimento mobile está em franco crescimento. Grandes empresas já entenderam a necessidade de estarem presentes no universo dos smartphones e apostam em apps para cativar seu público. Outros apps optam por resolver problemas do dia a dia das pessoas, conseguindo um expressivo número de downloads.

Existe uma série de possibilidades para se obter rentabilidade com os aplicativos. É possível trabalhar com apps pagos, trabalhar com licençasfreemium ou oferecer pequenas vantagens para o comprador, como vidas extras em jogos ou funcionalidades exclusivas para os usuários pagantes. O modelo ideal depende de cada aplicativo, mas muitos desenvolvedores conseguem resultados interessantes com apps que viralizam.

A maioria dos brasileiros utiliza smartphones com o sistema Android, mas em contrapartida, os melhores salários encontram-se com os desenvolvedores de iOS. A Apple possui uma cultura maior de apps pagos. Além disso, a linguagem Swift é específica para iPhones e iPads, o que torna o trabalho do desenvolvedor algo muito mais especializado.

Segundo dados divulgados por uma pesquisa realizada ano passado pela Quaddro Treinamentos, 81% dos desenvolvedores entrevistados desejam abrir seu próprio negócio. Atualmente, 55% trabalham na área de serviços, 21% em bancos e 19% no setor de educação.

Precisamos de desenvolvedores experts, porém flexíveis

Ainda existe certo preconceito com a figura do programador. Alguns ainda acreditam na figura de um homem jovem, muito centrado no trabalho, mas com poucas habilidades sociais. Esse estereótipo não faz o menor sentido.

Para conseguir um lugar de destaque no mercado, o desenvolvedor precisa ser expert na sua linguagem escolhida, mas também precisa ter muita facilidade de comunicação e relacionamento para conseguir entender seu cliente e trabalhar em equipe. A atual complexidade dos projetos pede por um profissional flexível, que consiga trabalhar em uma equipe multidisciplinar e que, ao mesmo tempo, destaque-se pela sua criatividade e comprometimento. A exigência técnica também é muito alta.

Desenvolvendo apps para homens e mulheres

Destacar seu aplicativo entre os milhares que encontramos na App Store e Google Play não é fácil. Mas é muito importante pensar em um diferencial para o seu app, para que ele não seja “apenas mais um”. Antes de começar a programar, dedique um tempo para pesquisa de mercado, análise de público alvo e construção de personas. Você pode pensar em fazer um aplicativo para homens ou mulheres, mas o ideal é ter um público ainda mais específico, trabalhando com nichos de mercado como “homens, classe A e B, 30 a 35 anos e que gostam de cozinhar” ou “mulheres, classe A e B, 30 a 35 anos que viajam com frequência”.

Você encontra uma série de aplicativos voltados especificamente para o homem ou a mulher nas lojas de apps, mas é preciso tomar muito cuidado com essa questão. Apenas pintar o layout de cor de rosa é mostrar uma visão muito superficial. Hoje homens e mulheres possuem uma rotina muito corrida, com as mulheres trabalhando normalmente em dupla jornada. Por outro lado, os homens começam a se abrir ainda mais para aspectos como a paternidade, ou questões vistas erroneamente como femininas, como cuidados pessoais e dicas de moda.

Produza seu aplicativo estudando a fundo seu público. Conheça sua rotina, seus desejos e o papel que desempenha na sociedade. Não trabalhe apenas com “masculino x feminino”. Encontre lacunas e produza algo novo!

Mesmo com a grande quantidade de apps existentes, a rápida evolução da tecnologia faz surgir novas oportunidades todos os dias. Além disso, as novas gerações estão cada vez mais acostumadas a utilizar o smartphone para resolver problemas corriqueiros de sua vida, o que impulsiona a criação de cada vez mais apps.

Sempre irá existir espaço no mercado porque as pessoas estão constantemente buscando o novo. Elas querem uma forma mais fácil, prática e até mesmo divertida de realizar suas tarefas. Pense em apps que atendam essa necessidade. Obviamente, não é uma tarefa simples virar o “novo WhatsApp”, mas com muita pesquisa, planejamento e alto conhecimento técnico, você já sai na frente.

Roberto Rodrigues, CEO da Quaddro Treinamentos – maior centro de desenvolvimento de carreiras mobile no Brasil, sendo seus carros-chefe cursos de desenvolvimento de aplicativos em sistemas iOS e Android.

Tags, , , ,

Maior evento de tecnologia para o mercado financeiro da América Latina será realizado de 12 a 14 de junho

O CIAB FEBRABAN – Congresso e Exposição de Tecnologia da Informação das Instituições Financeiras – será realizado entre os dias 12 e 14 de junho, no Transamerica Expo Center, em São Paulo. A 28ª edição do maior evento de tecnologia para o mercado financeiro da América Latina será ainda maior e ocupará sete halls do Centro de Convenções, um a mais do que as edições anteriores, totalizando 36 mil m2, além disso, contará com mais de 140 expositores confirmados, 47 patrocinadores e mais de 270 palestrantes, que apresentarão as mais importantes tecnologias e inovações do setor para um público estimado de mais de 20 mil visitantes.

“O CIAB FEBRABAN é o principal ponto de encontro entre executivos do segmento financeiro. Este ano, temos expectativas de um grande evento e de novo recorde de participações, já que a edição anterior, em 2017, registrou crescimento de 18% de público”, comenta Gustavo Fosse, diretor setorial de Tecnologia Bancária da FEBRABAN.

Estarão presentes empresas multinacionais, startups, companhias internacionais e fornecedores de diferentes soluções tecnológicas para o mercado financeiro. Além da participação de grandes e reconhecidas multinacionais, o Lounge Fintech, integrado à exposição e presente pela terceira vez no evento, reunirá startups em um ambiente propício para o networking com os executivos do setor.

Além disso, o lounge contará com um “Sandbox”, ambiente para demonstração e experiências com novas tecnologias. Em 2018, o campeonato de fintechs e as finais do Hackathon acontecerão dentro do lounge propiciando, assim, uma maior interação com o público da exposição.

Neste ano, Inteligência Exponencial será o tema central que norteará todo o conteúdo do evento, com debates sobre como o desenvolvimento de tecnologias como Inteligência Artificial, Machine Learning, Blockchain, Open Banking e IOT implicam em constantes alterações no comportamento social, e como tais alterações podem rapidamente criar ou destruir negócios.

O assunto será explorado por renomados palestrantes durante o CIAB FEBRABAN. O fórum, dividido em oito auditórios, reunirá palestrantes nacionais e internacionais em debates sobre inovações tecnológicas, transformações digitais e o futuro do sistema financeiro. Especialistas como Ben Pring, diretor do Centro para o Futuro do Trabalho da Cognizant Technology Solutions e Marie Wieck, gerente geral de Blockchain da IBM, já confirmaram presença.

O público participante também poderá acompanhar as discussões que serão lideradas por importantes keynote speakers. O presidente do Itaú Unibanco, Candido Bracher; a engenheira, empreendedora e filósofa futurista, Nell Watson; e o futurista e humanista, CEO da Agência do Futuro, Gerd Leonhard, estão entre as personalidades confirmadas.

O evento promoverá, ainda, o já tradicional CIAB Fintech Day, um dos mais importantes encontros entre instituições financeiras e fintechs do Brasil. Neste ano, o campeonato envolverá fintechs e insurtechs, e, pela primeira vez, terá a participação de startups latino-americanas. O objetivo da competição é identificar startups que tenham sinergia e potencial para colaborar com bancos, seguradoras e instituições financeiras.

Para conferir a programação completa, acesse: www.ciab.org.br.

Tags, , , , , , , , , ,

Startup brasileira lança plataforma de monitoramento de gôndolas na Alemanha utilizando Inteligência Artificial

Com o objetivo de expandir suas operações para a Europa, a startup brasileira Shelfpix está lançando em Berlim, na Alemanha, a sua tecnologia para medição automática de execução de gôndola por meio de inteligência artificial. A empresa ficou entre as cinco primeiras colocadas no programa StartOut Brasil, que será realizado na capital alemã entre os dias 13 e 18 de maio. O programa é realizado com o apoio do Governo Federal.

Com foco em tecnologia para o varejo e para a indústria de alimentos, bebidas, farmacêutica, entre outras, a Shelfpix fornece uma tecnologia para medição automática de execução de gôndola por reconhecimento digital de imagens com uso de inteligência artificial. É destinada para definir o espaço de um produto nas prateleiras de supermercados e a velocidade com que é reposto. Com uma rede neural própria, batizada de YODDA, a tecnologia torna a operação no ponto de venda (supermercados, lojas e farmácias) mais fácil, ágil e competitiva para a indústria.

Por meio de um smartphone com aplicativo da Shelfpix, a indústria captura as imagens das gôndolas, que são reconhecidas por fotos ou vídeos, e transfere as mesmas para os servidores. Em seguida, todas as informações são processadas por avançados algoritmos da rede neural, que realiza milhares de operações em cada imagem, em questão de segundos, para identificar com precisão todos os indicadores mais importantes para o varejo.

Com uma pontuação de 4,15 no StartOut – apenas 0,3 atrás do primeiro colocado –, a Shelfpix terá duas semanas de imersão e prospecção de negócios no principal centro da economia europeia, por meio de reuniões com consultorias especializadas em internacionalização, mentorias com especialistas de mercado global, prospecção de clientes e investidores, para então a implementação da estratégia de internacionalização.

Além disso, a startup participará da CUBE Tech Fair, uma das principais feiras de Tecnologia e Inovação, nos dias 15 e 16 de maio. Na CUBE, a empresa apresenta na prática e em tempo real o potencial de sua tecnologia, com seções interativas demonstrando o funcionamento da Inteligência Artificial através de uma competição entre o homem e a máquina.

No Brasil, a tecnologia da Shelfpix já está sendo implementada por grandes players da indústria de bens de consumo. A ideia é levar essa mesma solução para o continente europeu. “Os grandes fabricantes investem milhões em pesquisas de campo no varejo, que são realizados atualmente com muita ineficiência. Nossa proposta é apresentar uma pesquisa de alta qualidade e rápida, que possa auditar todo o investimento realizado no ponto de venda de forma assertiva, todos os dias. A competição pela exibição no ponto de venda é intensa e desafiadora, o processo de digitalização é mandatório para o sucesso”, afirma Hildo Rocha, Managing Director da Shelfpix.

Aplicando conhecimentos de redes neurais, visão computacional e robótica, a tecnologia da Shelfpix é capaz de prover informações completas de uma gôndola do varejo como: Identificação dos produtos, posicionamento dos produtos, qualidade de apresentação dos produtos, planogramas, sortimento, quebra de estoque, e espaços vazios. “Existe uma lei no Varejo que diz: ‘você compra o que você vê’. Estas são informações que geram milhões de dólares por ano em redução de custo e aumento de receita” ressalta o executivo.

“Acreditamos em prover informação confiável e rápida para os gestores de Trade Marketing todos os dias. Por esse motivo, submetemos a nossa plataforma aos mais rigorosos processos de avaliação disponíveis atualmente. “Dessa forma, atingimos o reconhecimento que nos possibilitou participar deste importante processo de internacionalização apoiado pelos programas do Governo Brasileiro”, diz Rocha. “Estamos estruturados de acordo com as práticas globais de organizações exponenciais. A partir de agora, uma de nossas principais metas é escalar os negócios para um novo co-headquarter na Europa, onde encontram-se as principais sedes do mundo da indústria de bens de consumo”.

Mais informações no site: www.shelfpix.com.br

ABBC leva curso gratuito de finanças pessoais a quem quer aprender a gerenciar seu dinheiro

A ABBC – Associação Brasileira de Bancos promove uma palestra e um workshop abertos ao público interessado em aprender como controlar gastos. Os eventos fazem parte da 5ª Semana Nacional de Educação Financeira do Brasil (ENEF), iniciativa que reúne diversas ações educacionais gratuitas em todo o país.

Nesta edição, a ABBC abrigará, em seu auditório em São Paulo, workshop sobre planejamento financeiro para realização de sonhos e palestra do Banco Central sobre gestão de finanças pessoais. A mesma palestra será levada a 130 alunos surdos do Ensino Médio do Instituto SELi, no Tatuapé, zona leste de São Paulo. O objetivo é levar essas orientações a um público que não costuma ter acesso à educação financeira.

As três ações promovidas pela ABBC serão transmitidas ao vivo pelo site da entidade, e as palestras do Banco Central terão interpretação e tradução em Libras. Veja abaixo a programação da ABBC para a 5ª Semana ENEF:

Data: 16/05

Palestra: “Gestão de Finanças Pessoais” (acessível em Libras)

Palestrante: Fabio Lopes, analista do departamento de cidadania financeira do Banco Central

Horário: das 16h às 18h

Local: Auditório ABBC – Av. Paulista, 949 – 6º andar

Público: aberto

Vagas: 90

Inscrições: www.abbc.org.br

Data: 17/05

Palestra: “Gestão de Finanças Pessoais”

Palestrante: Fabio Lopes, analista do departamento de cidadania financeira do Banco Central

Horário: das 10h30 às 12h30

Local: Instituto SELi – Rua Henrique Sertório, 204, Tatuapé

Público-alvo: 130 alunos surdos do ensino médio da instituição

Workshop: “Planeje suas finanças, realize seus sonhos”

Palestrante: Evelin Bonfim, educadora financeira

Horário: das 18h30 às 22h

Local: Auditório ABBC – Av. Paulista, 949 – 6º andar

Público: aberto

Vagas: 90

Inscrições: www.abbc.org.br

Transmissão ao vivo dos eventos: www.abbc.org.br

Tags, , ,

Braspag viabiliza pagamentos pelo Apple Pay

A Braspag, empresa do grupo Cielo, viabiliza pagamentos realizados pelo Apple Pay, serviço que a Apple acaba de lançar no país. Com a solução é possível realizar pagamentos usando os dispositivos da marca – celular ou relógio – por aproximação, substituindo-se, assim, o cartão. Também é viável pagar compras em lojas e aplicativos, semelhante ao funcionamento de uma carteira digital.

Neste segundo formato, a cada transação, o consumidor escolhe em sua carteira digital com qual cartão deseja pagar (ele pode armazenar quantos desejar). O lojista recebe, a partir do aparelho, os dados do cartão de forma criptografada. Essa criptografia é transmitida à Braspag, decodificada pela empresa e transmitida ao adquirente. Neste processo, ninguém tem acesso aos dados abertos do cartão em nenhum momento e somente a Braspag é capaz de decodificar os dados criptografados, proporcionando, assim, mais segurança ao lojista e ao portador.

A Nextel e a Ticket 360 são os primeiros clientes Braspag a oferecer o novo método. O lojista interessado em operar com o Apple Pay deverá ser homologado pela Braspag que entregará a ele uma espécie de chave para cifrar os dados do cartão de crédito do cliente. Tais dados estarão salvos na carteira digital do cliente, ou seja, armazenados no aparelho compatível com a tecnologia: o Apple Pay é compatível com iPhones, iPads e Macs com sensor biométrico – ou reconhecimento facial, no caso do iPhone X.

“Acreditamos muito no potencial do Apple Pay. A Braspag está sempre buscando possibilitar aos lojistas que ofereçam as mais variadas formas de pagamento aos seus clientes, trazendo praticidade para o dia a dia da operação, segurança e ampliando, assim, as chances de conversão de vendas”, afirma Rogério Signorini, diretor geral da Braspag.

Tags, , , , , , ,