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Banco do Brasil recebe prêmio de inovação no Vale do Silício

O Banco do Brasil recebeu na última quinta, 26, o prêmio de inovação corporativa durante o Fall Summit, realizado pela Plug and Play, uma das principais aceleradoras de startups do planeta, no Vale do Silício, Estados Unidos. O prêmio reconhece o trabalho de intraempreendedorismo e também a integração com todo o ecossistema de inovação realizado no Vale do Silício, onde o Banco possui um laboratório avançado (Labbs).

Desde a sua criação, em junho de 2016, o Laboratório Avançado do BB no Vale experimenta novos formatos, processos e metodologias. Em pouco mais de um ano, cinco projetos foram incubados e 22 funcionários conduziram projetos propostos por equipes com pessoas de diferentes áreas da empresa.

Hoje, o BB é uma referência, no Brasil e no Vale, em programas de intraempreendedorismo. O Labbs é visitado por empresas, instituições e startups de todo o mundo. Foram mais de 250 no Labbs do Vale e de Brasília, este último lançado em janeiro deste ano.

“O Labbs é fruto do trabalho de todo o Banco e do propósito de construirmos experiências digitais cada vez melhores para os nossos clientes”, afirma Vilmar Gruttner, gerente do Laboratório Avançado do BB no Vale do Silício..

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Marcas assinam termo para garantir descontos reais na Black Friday

De modo a garantir que as promoções ofertadas na Black Friday sejam verdadeiros, marcas como Carrefour, Hering, Evino, Submarino Viagens, entre outras, assinaram um termo de compromisso que garante descontos reais na data. A iniciativa faz parte da Ação Black Friday de Verdade, que busca engajar os consumidores, aproximando-os das varejistas.

A tão esperada sexta-feira, que neste ano acontece em 24 de novembro, é considerada uma das principais datas do varejo, atingindo todos os segmentos, clientes e lojistas. À medida que o evento ganha proporção, aumentam também as instituições fraudulentas que surgem na tentativa de enganar o consumidor, seja por meio de um golpe direto, em que o produto vendido não é entregue, ou pela prática conhecida como “metade do dobro”, em que os descontos são ilusórios, servindo como impulso para o público despreparado.

Para contornar esse cenário e fazer com que a data seja transparente e vantajosa para todos, a Proxy Media, empresa de soluções digitais para a geração de negócios, desenvolveu o site Black Friday de Verdade, aproximando os usuários das promoções reais. A campanha fica no ar durante todo o mês de novembro. No último ano, a empresa divulgou que foram realizados mais de 180 mil cadastros de usuários, com mais de 30 mil pedidos. Para esse ano, a estimativa é receber mais de 300 mil registros e 45 mil solicitações.

Os usuários cadastrados recebem um número para concorrer a um sorteio de R$ 10.000 em dinheiro. Além disso, para cada solicitação efetuada nas lojas participantes da promoção, o cliente recebe um número adicional, aumentando suas chances de ganhar. Para a geração do cupom, os pedidos podem ser feitos até o dia 28 de novembro. O sorteio ocorre no dia 29 do mesmo mês, pela loteria federal, e a premiação é auditada e registrada pela SulAmérica Capitalização.

Além do sorteio, os compradores têm acesso a ofertas exclusivas. “Preparamos, juntamente com nossos parceiros, oportunidades de descontos relevantes. Tudo para fazer com que o evento seja idôneo e vantajoso para a clientela. Para isso, nossa equipe será responsável por verificar as ofertas divulgadas pelas lojas participantes, selecionando sempre as que apresentarem as melhores condições”, afirma Francisco Cantão, fundador do site Black Friday de Verdade e sócio-diretor da Proxy Media.

Termos de Compromisso

A fim de fortalecer o vínculo com a verdade, os organizadores da ação elaboraram um termo de compromisso em que os varejistas integrantes prometem oferecer descontos reais e condições transparentes aos compradores em seus produtos e ofertas durante a duração da. Carrefour.com.br, Evino, Grupo Technos, Hering, Hope Lingerie, Submarino Viagens são alguns dos que já assinaram o documento. As assinaturas podem ser conferidas na página oficial do Black Friday de Verdade no Facebook.

Mais informações sobre a iniciativa, os patrocinadores, parceiros e cadastro em: www.blackfridaydeverdade.com.br.

Sobre a Black Friday de Verdade:

O site Black Friday de Verdade foi idealizado pela empresa de marketing digital Proxy Media e surgiu em 2014 para ajudar os consumidores brasileiros a encontrarem as melhores condições de compra na Black Friday (a maior liquidação do ano), verificando se os descontos ofertados pelas empresas são reais e se os preços dos produtos e serviços estão realmente em promoção. Em 3 anos de campanha, mais de 200.000 consumidores online se cadastraram no site para receber as ofertas auditadas e selecionadas pela Equipe Black Friday de Verdade.

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Projeto da Resource gera economia de R$ 1,35 milhão para o governo da Bahia

Nos nove primeiros meses de 2017, o governo do Estado da Bahia economizou R$ 1,35 milhão em sua folha de pagamento graças à entrega da primeira etapa do projeto RH Bahia, desenvolvido e implementado pela Resource, uma das principais e mais bem-sucedidas multinacionais brasileiras de serviços de TI e Integração Digital. O montante representa uma redução mensal de 0,8% no valor bruto médio da folha de pagamento de oito empresas públicas e sociedades de economia do Estado onde o novo sistema foi implementado e que está em uso desde janeiro.

“A implantação é um exemplo claro de como estamos qualificando o gasto com pessoal de modo a viabilizar o investimento em políticas de gestão de pessoal cada vez mais efetivas”, defende Edelvino Góes, Secretário de Administração do Estado, ao explicar que a redução nas despesas com a folha é consequência de um novo padrão de confiabilidade e precisão no processamento dos dados proporcionado pela nova tecnologia.

“O RH Bahia e a automatização dos processos têm nos proporcionado um novo padrão de confiabilidade, pois conseguimos identificar e corrigir muito mais rapidamente eventuais erros e inconsistências”, afirma Adriano Tambone, Superintendente de RH da Secretaria de Administração da Bahia. O executivo cita como exemplo a correção de registros que resultavam em ganhos indevidos de remuneração e falhas relacionadas ao cálculo do adicional por tempo de serviço. “Como cada autarquia tinha a sua própria metodologia, era comum encontrarmos informações equivocadas”, explica Tambone.

“Esse projeto possui diversas particularidades importantes. Para a Resource, significa um grande passo em sua atuação no setor público, para a SAP o pioneirismo da implementação do módulo HCM em um projeto dessa magnitude na área de Recursos Humanos e, para o governo da Bahia, representa o ineditismo da modernização desse setor”, afirma Marcus Piombo, Vice-Presidente de Operações da Resource. Outro diferencial apontado pelo executivo está relacionado às vantagens da automatização dos processos e à centralização na solução, que acaba liberando os servidores para atividades mais estratégicas. “A integração em uma mesma ferramenta gera agilidade e transparência a todas as áreas de atuação da política de Recursos Humanos do Estado, beneficiando diretamente a gestão do gasto público”, diz Piombo.

RH Bahia

O projeto, pioneiro na administração pública brasileira, moderniza a gestão de Recursos Humanos do Estado por meio do módulo Human Capital Management (HCM) do SAP e é uma iniciativa da Secretaria de Administração do Estado da Bahia (Saeb) em parceria com a Companhia de Processamento de Dados do Estado (Prodeb).

A próxima etapa do projeto abrange todos os órgãos da administração pública, autarquias e fundações, com o RH Bahia operando em 417 municípios e em 31 mil locais de trabalho, auxiliando 270 mil servidores de todo o Estado. A estimativa do governo da Bahia é gerar uma redução na folha de pagamento de aproximadamente R$ 7 milhões ao mês – cerca de R$ 90 milhões ao ano. A iniciativa tem como objetivo ainda eliminar o uso do papel em mais de 90% das ações, o que representa uma economia de R$ 4,5 milhões.

Além da qualificação do gasto com pessoal, o RH Bahia trará diversos outros benefícios para a administração pública. Mais de 90% dos processos serão automatizados, o governo baiano contará com mais rapidez para acesso a informações gerenciais, aprimoramento da gestão dos servidores etc. O software permite ainda acesso on-line facilitado a busca e envio de informações, vantagens e benefícios. “A população está cada vez mais exigente em relação aos serviços prestados por órgãos públicos. Investimentos em soluções de tecnologia apresentam-se como excelentes alternativas e é isso que estamos implementando no Governo da Bahia”, completa o Vice-Presidente de Operações da Resource.

Dada a importância e magnitude do projeto – para garantir a implantação do sistema em 53 órgãos, autarquias e fundações do Estado –, uma equipe composta por 100 profissionais atua diretamente em seu desenvolvimento e implementação. A rotina envolve desde o esforço em desenhar, configurar e desenvolver os processos de RH do Estado para customização do SAP até mobilizações e treinamentos para os servidores se familiarizarem com a nova tecnologia.

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Brasil precisa alcançar novo patamar na competitividade global, afirmam líderes empresariais em Fórum em São Paulo

Lideranças empresariais dos setores público e privado participaram, na manhã desta quarta-feira (25/10), da primeira edição do FÓRUM NACIONAL DE COMPETITIVIDADE, novo projeto do LIDE – Grupo de Líderes Empresariais, em parceria com a Whirlpool, dona das marcas Brastemp, Consul e KitchenAid. Estiveram presentes na abertura do evento, realizado no Hotel Grand Hyatt, em São Paulo, Paulo Uebel, secretário Municipal de Planejamento e Gestão da Prefeitura de São Paulo; João Carlos Brega, presidente da Whirlpool América Latina; Roberto Giannetti da Fonseca, vice-chairman do LIDE; Paula Bellizia, presidente da Microsoft Brasil; Nicola Calicchio, presidente da Mckinsey & Company; Gustavo Ene, CEO do LIDE; Decio da Silva, presidente do Conselho de Administração da WEG, e Luiz Fernando Figueiredo, CEO da Mauá Capital.

Para o vice-chairman do LIDE, Roberto Giannetti da Fonseca, o evento acontece em um momento extremamente oportuno para o Brasil. Ele destacou que “o crescimento do País dessa vez virá pela competitividade. O Brasil precisa se tornar um parceiro global”.

Paulo Uebel, secretário Municipal de Planejamento e Gestão da Prefeitura de São Paulo, enfatizou que “precisamos reduzir os gastos públicos, que são o principal gargalo para os investimentos no Brasil. Enquanto não fizermos isso, com uma reflexão madura, baseada em dados e evidências, infelizmente não vamos ter um País mais competitivo. Esse evento hoje é fundamental e um trabalho que permitirá uma discussão sólida, e tenho certeza que as conclusões serão muito importantes para nós”.

Em sua apresentação, Paula Bellizia, presidente da Microsoft Brasil, reforçou que a posição do Brasil em relação a competitividade global, por uma série de motivos, vem caindo, ficando à frente apenas da Venezuela e Mongólia. “O momento que vivemos também cria oportunidades e o uso da tecnologia é um caminho possível para reposicionar o País. Precisamos olhar para recursos tecnológicos, como a Inteligência Artificial, para que o Brasil alcance uma posição de competitividade. Ela parece futurista, mas já está presente e vai mudar a forma como pensamos em educação e o mercado de trabalho”.

O FÓRUM NACIONAL DE COMPETITIVIDADE tem patrocínio da BRAGA NASCIMENTO E ZÍLIO ADVOGADOS ASSOCIADOS, D’OR CONSULTORIA, MICROSOFT e SOUZA CRUZ. O apoio é da SORANA / AUDI, AWS INTEL. São fornecedores oficiais GRUPO CDI, PR NEWSWIRE e RODOBENS COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL, SAÚDE A QUALQUER HORA e TRÊS CORAÇÕES. O jornal O ESTADO DE SÃO PAULO, revista LIDE e TV LIDE e PR NEWSWIRE são mídia partners.

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Maior festival de inovação do Brasil reúne gigantes da tecnologia em São Paulo

Entre os dias 5 e 12 de novembro, a capital paulista recebe a terceira edição da São Paulo Tech Week (SPTW). O festival busca reforçar o posicionamento da cidade como hub global de inovação e estimula as organizações a utilizarem a semana como plataforma para negócios, para exposição de produtos e serviços inovadores e para formar novos talentos.

A expectativa é que sejam realizados mais de 200 eventos focados no futuro da tecnologia, envolvendo cerca de 75 mil pessoas e incentivando a geração de negócios e as iniciativas sociais para inclusão digital, desenvolvimento e formação de novos talentos.

O presidente da São Paulo Negócios, agência responsável pela organização do SPTW, Juan Quirós, enfatiza que o objetivo do festival é espalhar pela cidade diversas atrações explorando o que promete ser o futuro, fazendo do município palco para experimentação de tecnologias inovadoras. “O importante é mostrar ao Brasil e ao mundo que São Paulo é o lugar certo para investir e fazer negócios em tecnologia”, destaca Quirós.

Um dos eventos-âncora do festival, o IT Forum Expo acontece nos dias 7 e 8 de novembro, espera 8 mil profissionais da área e trará palestrantes como Lucas Vargas, CEO do Viva Real; Marco Antonio Carvalho, Head de Growth Management Latam do Facebook; Fernando Nogueira Cesar, Gerente de OEM e Soluções IoT da Dell; Marcelo Porto, presidente da IBM Brasil; e Fiamma Zarife, diretora-geral do Twitter no Brasil, entre muitos outros.

Outros destaques da agenda são:

· Startup Weekend Travel Tech
Trata-se de um evento imersivo, no qual os empreendedores devem validar novas ideias, criar o MVP e conseguir clientes em um fim de semana. Participam executivos de turismo, desenvolvedores, designers e empreendedores. A atividade será realizada na Oxigênio Aceleradora (Rua Conselheiro Nébias, 1530 – Campos Elíseos), nos dias 10, 11 e 12 de novembro.

· Casa das Empreendedoras
A segunda edição da Casa das Empreendedoras, evento que visa incentivar o protagonismo das mulheres paulistanas fundadoras de negócios e startups, acontece nos dias 06, 07, 08 e 09 de novembro. O evento é realizado pela Rede Mulher Empreendedora e pela Prefeitura e São Paulo, por meio da Tech Sampa, em parceria com Airbnb e Brasscom e patrocínio da Wayra e da Oracle. Serão oferecidos workshops, palestras, painéis e oficinas mão na massa, todos ligados à temas de empreendedorismo feminino, alguns abertos ao público e outros específicos para universitários, fundadoras de empresas de tecnologia, mães empreendedoras, entre outros. A programação contará com as startups vencedoras da 3ª edição do Prêmio Mulheres Tech em Sampa.

· Next Money
O evento acontecerá no dia 9 de novembro, das 9h às 19h, no auditório da Telefônica Brasil (Rua Martiniano de Carvalho, 851 – Bela Vista), e promoverá discussões sobre o futuro do mercado de wealth management, cases de internacionalização de fintechs nacionais, inclusão financeira, o panorama do ecossistema suíço de inovação para mercado financeiro, o mercado de cryptomoedas e ICOs, dentre outros. Organizado pela Spiralem, tem como público-alvo fintechs, bancos, seguradoras, empresas de pagamento, provedores de tecnologia, fundos de investimentos e demais entusiastas em inovação para o mercado.

· Arena BlackRocks
Tem como objetivo aproximar os temas de inovação, tecnologia e startup ao público, trazendo o diferencial de oferecer o protagonismo à população negra. Haverá painéis durante todo o dia com atividades diversas que oferecerão conhecimento e vivência para os participantes. O evento é gratuito e será realizado na Escola de Negócios Sebrae, no dia 11 de novembro, às 10h.

· WeAr Brasil
O festival WeAr é dedicado ao futuro da moda e, na edição de 2017, receberá a dupla inglesa Cute Circuit, nome mais consagrado na união da Alta Moda e da Tecnologia, que fará palestra, exposição de looks (entre eles os usados por Katy Perry e U2) e uma aula master para 30 interessados. Além de conferências, o WeAr terá workshops Hands On e um café maker. O evento será realizado no dia 9 de novembro, no IED-SP, e entrada é gratuita.

· French Tech Tour
O evento acontecerá no Espaço Coworking CUBO (Rua Casa do Ator, 919 – Vila Olímpia), no dia 8 de novembro, das 15h30 às 19h, e reunirá em um só lugar startups e empresas do Brasil e da França, investidores e especialistas internacionais! Por meio de concursos de pitches, as empresas francesas e brasileiras competirão diante de um júri de peso: Anjos do Brasil, StartupFarm, Ericsson, TIM, Waze, Webedia, French Tech Hub SP. Um dos prêmios recompensará a empresa francesa que se destacou em termos de inovação e adaptação ao mercado brasileiro; o outro prêmio será concedido à startup brasileira com maior potencial no mercado francês. A entrada é gratuita.

· Norway Fintech Day
A atividade será realizada no dia 10 de novembro, das 10h às 17h, no Campus São Paulo. A ideia é apresentar tecnologias norueguesas e alinhar parcerias entre companhias e profissionais noruegueses e brasileiros. A entrada é gratuita.

· Tecnologia e Educação: a experiência dinamarquesa
O Centro de Inovação da Dinamarca (Innovation Centre Denmark) traz até São Paulo a experiência dinamarquesa em integração de tecnologia na educação através de uma delegação que conta com representante do Município de Vejle, empresas e startups ligadas ao setor de edtech. O Prof. Dr. Mads Bo-Kristensen, consultor-chefe de digitalização de escolas do Município de Vejle, apresentará o panorama de tecnologia educacional na rede pública de ensino da Dinamarca e a nova estratégia curricular. A atividade acontecerá no Campus São Paulo (Rua Coronel Oscar Porto, 70 – Paraíso), no dia 6 de novembro, das 14h às 18h. A entrada é gratuita.

· Roadsec
O Roadsec é o maior festival de cultura hacker da América Latina e promoverá palestras temáticas, atividades de aprendizado interativo e shows que pretendem desmistificar e fomentar a comunidade hacker brasileira. O evento começa no dia 11 de novembro, às 10h, e termina na madruga do dia 12, na Áudio Club – Av. Franciso Matarazzo, 694 – Barra Funda. Serão​ 24h de programação com 5​ trilhas de conteúdo simultâneas​, 10 DJs e diversas oficinas e atividades conduzidas por hackerspaces e comunidades do país inteiro. Para este ano já estão confirmados Raimundos e Matanza.

· Pitch Gov.SP
Evento de apresentação das soluções finalistas do Pitch Gov.SP, programa do Governo do Estado de São Paulo em parceria com ABStartups para buscar soluções inovadoras para desafios da administração pública. Serão 16 startups apresentando soluções nas áreas de Educação, Estatística e Análise de Dados, Finanças Públicas, Habitação, Saneamento e Energia, Saúde, Transparência e Transportes. A atividade será realizada no dia 9 de novembro, das 14h às 19h, no Palácio dos Bandeirantes (Avenida Morumbi, 4500). A entrada é gratuita.

· Google Cloud Summit
O evento será realizado nos dias 8 e 9 de novembro, na Fundação Bienal – Parque do Ibirapuera, das 8h às 19h, e reunirá executivos, clientes, parceiros, desenvolvedores, profissionais de TI e engenheiros do Google para criar o futuro da nuvem.

· Women Dev Summit
O encontro é exclusivo para mulheres e será realizado no SENAI Santa Cecília, no dia 11 de novembro, das 8h30 e 18h. O objetivo é criar um espaço em que todas as mulheres possam questionar, aprender e compartilhar sua história de vida, sem medo. Para isso, será criado um ambiente de imersão no que há de mais interessante na tecnologia, instigando-as a buscar aprender mais e mais, conectando-as à oportunidades e mostrando o quanto a tecnologia pode ser um sonho de carreira real.

As inscrições para as empresas interessadas em promover eventos durante a SPTW podem ser realizadas no site www.saopaulotechweek.com, onde também é possível conferir a agenda completa do festival.

São Paulo Tech Week
Quando: de 05 a 12 de novembro de 2017
Onde: São Paulo/SP
Agenda: www.saopaulotechweek.com/techlovers
Informações: www.saopaulotechweek.com

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Oito, hub de empreendedorismo e inovação da Oi, tem inscrições até o dia 05 de novembro

A Oi prorrogou as inscrições para o Edital do Programa de Incubação de Startups do Oito, seu hub de empreendedorismo e inovação, para o dia 05 de novembro. O programa prevê aporte de até R$ 150 mil para cada projeto selecionado e as startups podem fazer as inscrições pelo site www.oito.net.br. Em parceria com empresas e centros de pesquisa, a Oi lançou no final de agosto o Oito, espaço de referência para a geração de novos negócios, desenvolvimento de soluções tecnológicas e digitais, aceleração de startups e suporte a negócios sociais, que será inaugurado no Rio de Janeiro no final do ano.

Com o objetivo de reforçar o seu relacionamento com o ecossistema de inovação e empreendedorismo, a Oi patrocinará o CASE, maior evento latino-americano voltado para startups que será realizado pelo quarto ano consecutivo pela ABStartups (Associação Brasileira de Startups). Esta edição será realizada entre os dias 26 e 27 de outubro, no Centro de Eventos PRO MAGNO, em São Paulo, e a expectativa é reunir mais de oito mil pessoas. O Oito estará presente com estande no local que permitirá que as startups façam suas inscrições no programa no próprio evento com o apoio de executivos da Oi além de participar em painel na agenda do evento.

“Queremos investir em novas empresas com conexão com o nosso negócio e fomentar esse ecossistema de empreendedorismo e inovação. Acabamos de realizar roadshow nas principais capitais do país que se tornaram polos de startups para apresentar o nosso projeto e estamos muito otimistas com a qualidade dos projetos inscritos até o momento. Vamos prorrogar o edital para dar oportunidade às startups que estarão reunidas no CASE, maior evento do setor na América Latina, para se inscreverem no programa” afirma Alexandre de Castro, gerente de Inovação e Novos Negócios da Oi.

O Oito atuará em três frentes, o que representa um diferencial por tornar a iniciativa completa: o programa de Incubação de startups em estágio inicial; a seleção de startups mais maduras para aceleração, com acesso à área de coworking e aos parceiros do Oito; e o IoT Lab, laboratório para desenvolvimento e teste de soluções de Internet das Coisas em parceria com a Nokia. Essas frentes terão o suporte de um espaço totalmente dedicado ao ecossistema, voltado para eventos e programação cultural, para inspirar ideias e criar conexões entre pessoas e empresas.

Oito inclui parcerias com multinacionais, instituições e centros de pesquisa

A Oi é a fundadora do Oito, mas o projeto prevê implementação a partir de modelo de parceria e construção de rede com outras empresas e instituições. As parcerias estratégicas incluem Nokia, IBM, Oracle, Amazon Web Services, CPqD, Instituto Nacional de Telecomunicações (Inatel), Senai, escritório Montaury Pimenta, Machado & Vieira Mello, Oi Futuro, Yunus Negócios Sociais Brasil, e Instituto Gênesis da PUC-Rio, que fará a coordenação técnica do Programa de Incubação do Oito.

As soluções e produtos desenvolvidos no Oito terão o suporte da área de Inovação da Oi para serem testados e potencialmente adotados pela companhia, tanto para uso interno quanto para se tornarem parte do portfólio de soluções da empresa oferecido ao mercado. A seleção das startups vai priorizar projetos nas áreas de Internet das Coisas, Smart Cities, Serviços de Saúde, Serviços Educacionais, Digital Advertising e Soluções de Eficiência e Produtividade.

Incubação para startups

O Programa de Incubação do Oito é financiado pela Oi e desenvolvido em parceria com o Instituto Gênesis, instituto de empreendedorismo da PUC-Rio, que fará a coordenação técnica do projeto com a consultoria do empreendedor carioca Rafael Duton, sócio e fundador da aceleradora 21212. O modelo é inovador: além de mentorias e de espaço de trabalho, as startups terão apoio nas áreas gerencial, jurídica, financeira e de comunicação para estruturar o crescimento de seus negócios.

O processo seletivo contará com um período de pré-incubação de 30 dias com 18 startups selecionadas por uma banca composta por executivos da Oi e parceiros. As seis que tiverem melhor performance serão selecionadas para iniciarem o processo de incubação, que terá duração de 12 meses.

Aceleração e Coworking

Além dos projetos selecionados através do Programa de Incubação, o Oito também terá espaço para empresas residentes, que dividirão o espaço de coworking com as incubadas. Serão startups mais maduras, que vão se beneficiar da troca de experiências proporcionada pelo Oito e alugarão as posições de trabalho a valores subsidiados, abaixo da média do mercado. Elas também serão selecionadas a partir de propostas enviadas pelo site www.oito.net.br.

A área de coworking do Oito abrigará um andar com 78 posições de trabalho: 68 para empresas incubadas, residentes e negócios sociais e mais dez assentos para convidados, que poderão ser ocupados de forma rotativa. O objetivo é criar um ambiente estimulante para as empresas, com a infraestrutura necessária para as startups.

IoT Lab

O Oito investirá ainda em aceleração tecnológica, por meio do laboratório de testes e soluções de Internet das Coisas, criado pela Oi em parceria com a Nokia. Toda essa estrutura, localizada no Leme, no Rio de Janeiro, poderá ser usada por desenvolvedores das empresas selecionadas além de também estar aberto ao mercado.

Eventos

Outro andar contará com um auditório e uma área multiuso, prontos para receber atividades diversas tais como cursos, seminários, hackatons, demo days, lançamentos e meetups. Os eventos serão organizados pela Oi e também pelos parceiros.

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As empresas estão preparadas para o novo mundo digital? – Por Siro Canabarro

Enquanto tecnologias digitais entram em todos os aspectos de suas operações, empresas ao redor do mundo antecipam a necessidade de uma mudança massiva nos próximos cinco anos.

Em uma pesquisa feita pela Harvard Business Review com 376 líderes de empresas estadunidenses, quase todos afirmaram que esperam que a pressão para mudanças só irá ficar cada vez mais forte.

Três quartos desses executivos, de empresas grandes atuantes em serviços financeiros, manufatura, tecnologia, saúde, varejo e outras indústrias, dizem que a empresa deles irá necessitar de uma mudança extensa para se tornar ainda mais digital.

Mas, quando indagados sobre o que mais preocupam eles no futuro de suas empresas, a maioria desses executivos focou na falta de habilidade de mudar rápido o suficiente para sobreviver e se destacar nesse mundo cada vez mais digital.

Apenas 7% dos executivos entrevistados disseram que suas empresas são extremamente abertas a mudanças.

Outros 35% falaram que suas empresas são mais ou menos abertas a mudanças. Estamos falando de 42%!

Questionados sobre o quanto suas empresas são “digitais”: 33% responderam que são pouco digitais, 39% moderadamente digitais, 29% muito digitais, com mais da metade de seus produtos, operações e modelos de negócios dependentes de suas habilidades de explorar informações digitais e tecnologias.

O caminho não é fácil: a mudança começa ao se criar e comunicar para toda sua empresa uma estratégia digital atraente e mudar toda a estrutura organizacional, sistemas e processos.

E por conta dessa “digitalização” rápida do mundo, novas habilidades, aptidões e maneiras de se trabalhar são requisitadas, sendo necessários maiores investimentos em suporte aos colaboradores e mudança de cultura.

Departamentos de TI precisam mudar seus papéis para a vanguarda da inovação de uma empresa.

Não há uma “receita de bolo” para se acelerar as mudanças em todas as empresas do mundo, mas o estudo realizado pela Harvard Business Review identificou peças-chave para empresas refletirem enquanto procuram a disrupção.

Comunicar a estratégia

Pessoas não podem mudar o que não podem compreender.

A transformação começa ao se criar um senso de propósito e uma compreensão comum, uma vez definida uma estratégia digital atrativa.

Enquanto mais de três quartos das empresas “muito digitais” da pesquisa já tomaram esse cuidado, apenas 40% das empresas consideradas moderadamente digitais já o fizeram.

Inclusive, 83% dos respondentes disseram que a comunicação vinda da liderança sobre a necessidade de mudanças é uma das três formas mais efetivas de se criar uma cultura que abrace mudanças – mais do que qualquer outro fator.

Construir novas estruturas

89% dos respondentes estão criando novas estruturas organizacionais e novos times para suportar as operações digitais e os novos modelos de negócio.

As organizações consideradas “muito digitais” estão fazendo isso com o dobro de intensidade do que as “moderadamente digitais”.

Times que pensam

Ao lançar esforços de transformação, as empresas consideradas “muito digitais” adotam como tática comum a criação de times multifuncionais. incluindo colaboradores com um grande conhecimento sobre a indústria que atuam, habilidades analíticas, habilidades criativas, conhecimento de leis e políticas, entre outros.

A inovação é acelerada quando as pessoas pensam sobre um problema com abordagens diferentes.

Experimentar e Aprender

Inovação digital significa trabalhar e explorar dados de uma maneira completamente diferente da tradicional.

E organizações digitais devem adotar um mindset de velocidade e experimentação.

Enquanto fazem essas mudanças, empresas estão focando em desenvolver respostas mais rápidas para insights dos consumidores e mudanças de mercado. além de usar em sua plenitude os recursos e a capacidades disponíveis na nuvem, tanto de talentos fora da empresa quanto dentro.

Repensar a TI

Muitos sistemas de TI legados são lentos e rígidos para um negócio digital.

Modernizando suas infraestruturas de TI, as empresas estão procurando ganhar flexibilidade, escalabilidade e, acima de tudo, velocidade.

Isso significa nuvem e infraestrutura baseadas em serviços/API. Mas, além de usar novas tecnologias, as empresas estão repensando o papel da TI.

Com a TI sendo incorporada em novos produtos, serviços e modelos de negócio, não é de se surpreender que quase metade dos respondentes reportaram que a TI e a equipe de desenvolvimento de suas empresas atuam bastante próximas uma da outra.

Essa aproximação inovadora em relação a TI é ainda a exceção ao invés da regra. Apenas 17% dos respondentes disseram que enxergam sua equipe de TI como extremamente capaz de executar a estratégia digital de sua empresa.

A recompensa

68% das empresas consideradas “muito digitais” dizem ter percebido uma mudança positiva significativa em suas finanças a partir de seus esforços digitais.

Apenas 20% das empresas “moderadamente digitais” sentiram o mesmo.

6% das empresas consideradas “não muito digitais” perceberam algum resultado financeiro significativo a partir de seus esforços digitais.

Para resumir, para permanecer e prosperar nesse mundo cada vez mais digital, as empresas precisam determinar qual área irá prover um maior benefício para seu negócio, digitalizar suas operações “core”.

Criar um novo tipo de engajamento de clientes, inovando através de novos produtos digitais e novos modelos de negócios e, então, colocar a faca entre os dentes e perseguir esse objetivo.

Isso irá exigir liderança, investimento, reestruturação na organização, e novos relacionamentos dentro e fora da empresa.

Empresas devem suplantar a inércia e a resistência a mudanças.

Acima de tudo, isso requer flexibilidade. Enquanto a disrupção acelera, a necessidade de adaptação é cada vez mais urgente.

*Siro Canabarro, CMO da Gumga.

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Vendas da Black Friday devem crescer 15% puxadas por eletroeletrônicos, diz presidente da ACSP

Faltam 30 dias para a Black Friday e a expectativa da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) é de que as vendas para esta data cresçam 15% em relação às do ano passado. Todavia, de acordo com o presidente da ACSP, Alencar Burti, embora a Black Friday se incorpore cada vez mais ao varejo físico, ela ainda é uma data ligada ao comércio on-line.

“O varejo como um todo não terá esse desempenho de 15%, porque a Black Friday ainda é muita restrita à internet e a alguns segmentos do mercado, como o de eletroeletrônicos”, observa Burti, que também é presidente da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp).

“Ano passado, vimos lojas físicas aderindo à Black Friday, fazendo promoções não só na sexta, mas ao longo de toda a semana. Isso deve se repetir. Mas ressalto que não deve se espalhar para todo o comércio. Em supermercados, por exemplo, não tem Black Friday. O consumidor não vai deixar de comer hoje para fazer isso depois por causa de um desconto melhor”, detalha Burti.

Ele comenta ainda que, como tem acontecido nos últimos anos, a Black Friday deverá retirar vendas do Natal, uma vez que os consumidores devem aproveitar os grandes descontos para adiantar as compras de fim de ano. Não à toa, diz ele, tem havido um movimento para antecipar a realização da Black Friday, movimento esse, contudo, que não deve se consolidar.

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Booking.com anuncia programas de bolsa de estudos para mulheres na área de tecnologia

Hoje, a Booking.com, uma das maiores empresas de e-commerce de viagens do mundo e líder em tecnologia digital, apresentou as novas Bolsas de Estudos Women in Technology Booking.com, uma iniciativa de 2 anos criada para apoiar as mulheres que buscam uma carreira na área de tecnologia. Em parceria com a Universidade de Oxford do Reino Unido e a Delft University of Technology (TU Delft) nos Países Baixos, essas bolsas de estudos serão oferecidas para mulheres que querem ir além nos estudos e crescer no setor de tecnologia. As bolsas têm valor de €500.000 em ambas as parcerias com as universidades.

Reconhecendo que as mulheres estão sub-representadas em áreas de graduação e estudos avançados das áreas de estudo relacionadas à STEM (ciência, tecnologia, engenharia e matemática), as iniciativas das duas universidades buscam criar mais oportunidades para mulheres talentosas continuarem a se aprimorar, além de realizar cursos de pós-graduação nessas áreas e prepará-las para futuras carreiras no mercado da tecnologia.

Gillian Tans, CEO da Booking.com afirma “Como uma empresa impulsionada pela tecnologia e inovação digital, a Booking.com acredita totalmente em garantir acesso e oportunidades iguais para todos no setor de tecnologia. Reconhecendo que a participação feminina na área de tecnologia é mais baixa do que deveria, nós estamos comprometidos em apoiar o talento das mulheres nessa área, eliminando os obstáculos e desafios que elas enfrentam, e estimulando a diversidade.”

Um total de 15 bolsas de estudo estarão disponíveis no início do ano acadêmico de 2018-19. Dez dessas bolsas serão para os cursos de 1 ano de Mestrado em Ciência (MSc) em 3 departamentos da Universidade de Oxford – Departamento de Estatística, Instituto de Matemática e Departametno de Ciências da Computação -, disponível para estudantes do sexo feminino de toda a União Europeia (UE). Outras 5 bolsas serão de cursos de 2 anos em MSc oferecidos através da TU Delft e disponibilizados para estudantes do sexo feminino de uma série de universidades parceiras na África Subsariana, garantindo acesso a oportunidades na área de tecnologia para estudantes do sexo feminino dessa região, além de impulsionar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU.

Para se inscrever, as candidatas deverão seguir o processo normal de inscrição destas universidades. As candidatas terão de enviar suas documentações para obter vagas em seus respectivos cursos de pós-graduação em cada universidade. Assim que a inscrição for aprovada pela universidade, os departamentos de admissão de cada instituição irão entrar em contato com as candidatas aprovadas para oferecer as bolsas disponíveis. Todas as bolsas de estudo cobrem o valor do curso assim como as as demais despesas relacionadas aos custos de vida.

Em 2015, a Comissão Europeia verificou que havia aproximadamente 1,4 milhão de pessoas estudando Tecnologias de Informação e Comunicação (ICT) na União Europeia (UE). Mulheres eram sem dúvida a minoria, somando apenas 17% de todos os alunos de ICT. A Comissão também constatou que de 1.000 mulheres com bacharelado ou outro diploma, apenas 29 possuem um diploma em Tecnologias de Informação e Comunicação (ICTs) (se comparado a 95 homens), e apenas 4 em 1000 mulheres irão de fato trabalhar no setor de ICT.1

Um relatório para o Fórum Econômico Mundial em maio de 2017, O futuro do trabalho e das habilidades na África: preparando a região para a quarta revolução industrial, afirma que os empregadores da região identificam a mão de obra com habilidades inadequadas como maior restrição a seus negócios, e que essa instabilidade de habilidades normalmente se originam no fato de que muitos empregos na região estão tornando o uso de tecnologias digitais mais intenso.2

Gillian Tans complementou dizendo “As mulheres ainda são muito sub-representadas em uma série de áreas de estudo em pós-graduação que são importantes para construir uma carreira de sucesso em tecnologia. Ao apresentar as Bolsas de Estudo Women in Technology, esperamos impulsionar mudanças, aumentar a diversidade e demonstrar que existem oportunidades empolgantes na área de tecnologia para mulheres talentosas por toda a União Europeia e além.”

A professora Louise Richardson, vice-chanceler da Universidade de Oxford declarou “Estamos felizes com o fato de que a Booking.com escolheu a Universidade de Oxford como sua parceira para este programa inovador de bolsas. Incentivar e apoiar mais jovens mulheres a estudar as áreas de STEM é uma prioridade para Oxford, e as Bolsas de Estudo Women in Technology têm um papel importante em ajudar-nos a conquistar este objetivo. Estamos animados em construir esta parceria de sucesso e de longo prazo com a Booking.com.”

Prof. Tim van der Hagen, Presidente do Conselho Diretivo da TU Delft declarou “Estamos entusiasmados com o fato de que a Booking.com e a TU Delft sejam parceiras para melhorar o acesso à educação de alta qualidade na área de tecnologia. A Booking.com é a primeira empresa doadora das Bolsas de Estudo Delft Global. Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU são um princípio que guiam a TU Delft. As bolsas de estudo nos permitirão estimular a capacidade em partes da região do sul do globo, além de promover a futura liderança com foco no desenvolvimento sustentável. Estamos orgulhosos de que a Booking.com compartilhe nossa crença de que construir uma economia digital precisa de uma circulação de conhecimento mundial.”

A Booking.com também irá se juntar em breve à Coalisão por Empregos e Habilidades Digitais da Comissão Europeia. A parceria e as bolsas de estudo com duas das principais instituições acadêmicas da Europa irão servir, em conjunto, para o compromisso da empresa.

Junto com essa iniciativa, a Booking.com também estará participando e palestrando na Conferência “The European Women in Technology” em Amsterdã nos dias 8 e 9 de novembro de 2017, além de ser parceira da “Web Summit” em Lisboa, entre os dias 6 e 9 de novembro de 2017, para o programa de mentoria “Women in Tech”. A Booking.com anunciou recentemente o primeiro Technology Playmaker Awards em 27 de setembro. Mais informações estão disponíveis em www.techplaymakerawards.com.

Observações:

1. http://ec.europa.eu/eurostat/en/web/products-eurostat-news/-/EDN-20170426-1

2. www.weforum.org/press/2017/05/close-skills-gaps-to-prepare-africa-s-workforce-for-tomorrow-s-jobs/

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Empreendedores, entidades e setor privado apontam falta de incentivo à inovação no Brasil

O Museu do Amanhã foi palco de um debate sobre a inovação no Brasil, fomentado pelo CSEM. O evento “Inovadores do Mundo Real” marcou as comemorações de 10 anos do centro de pesquisa, sediado em Belo Horizonte. “Tal qual foi a inovação, teremos uma próxima onda. Inovar é perceber isso antes de acontecer, é quebrar paradigmas”, avaliou o presidente do CSEM Brasil, Tiago Alves. A colocação serviu como ponto inicial do debate sobre o tema. Entre os convidados estavam David Travesso (Fir Capital), André Barrence (Google Campus), George Kotrotsios (CSEM Suíça), Luiz Alberto (Museu do Amanhã), Professor Carlos Arruda (FDC), Professor Carlos Eduardo Pereira (Embrapii), Professor Marta Pimentel (FDC), Giana Sagazo (CNI), Rodrigo D`Elia (AES), Paulo Rocca (Bosch), Juliano Seabra (Endeavor), Irecê Kauss (BNDES), Arturo Vittori (Nasa, Airbus, Warka Tower).

Para os participantes, é necessário que o Brasil crie um clima propício à inovação, com mais investimentos destinados à educação, ciência e tecnologia, agenda positiva, escolas técnicas e melhor qualidade das universidades públicas e menos burocracia para as empresas. “É evidente que o brasileiro é um povo criativo, que inova todos os dias para lidar com os problemas do país. Precisamos apenas de um ambiente favorável”, avaliou Paulo Rocca, vice-presidente da Bosch.

O executivo relatou que dentro da empresa é difícil conquistar espaço para o Brasil porque há volatilidade econômica e politica, além do problema educacional. “Nossa luta hoje é mostrar para a matriz que somos rápidos e que podemos levar a inovação brasileira para o resto do mundo.”

André Barrence, diretor do Google Campus de São Paulo, afirmou que a empresa tem muita convicção no setor brasileiro. “Não é a toa que nosso campus é o maior do mundo. Poucos países têm um espaço aberto do Google voltado ao empreendedorismo. Mesmo em um cenário educacional pouco favorável, temos ótimas ideias vindas do empreendedor local. Aliás, a primeira empresa adquirida pelo Google, em 2005, é brasileira, a Akwan. Isso mostra como a inovação no Brasil é real.”

O Museu do Amanhã é um exemplo disso. O curador Luiz Alberto Oliveira explicou que o local foi concebido diferentemente dos outros museus, como por exemplo o de História, que se baseia em artigos antigos. “Nós partimos do inusitado, do que ainda não aconteceu.” Essa inovação faz o museu, localizado no Rio de Janeiro, ser o mais visitado do mundo na categoria Ciência. “A inovação faz parte do Brasil”, acrescentou.

No entanto, Carlos Arruda, do Núcleo de Inovação da Fundação Dom Cabral fez um alerta: “77% das empresas que foram citadas no primeiro ranking da Exame de maiores empresas, há 35 anos, não existem mais. Apenas 23% entenderam que precisavam investir em inovação para continuar no mercado”.

Para ele, nos próximos anos, o mundo irá ouvir muito sobre as inovações chinesas, já que o país da Ásia tem feito investimentos constantes no setor. “No Brasil, pouco se investe. A melhor universidade brasileira, que é a Unicamp, está na colocação 182 no ranking mundial de melhores instituições de ensino (segundo QS University Ranking). Isso é muito ruim.”

Carlos Eduardo Pereira, diretor de Operações da Embrapii, afirmou que essa realidade seja provocada pela ausência de uma agenda positiva, muitas vezes adiada ou interrompida pelos processos eleitorais. “Não podemos deixar o calendário político intervir dessa maneira. Precisamos dar continuidade às ações, independentemente de quem seja eleito.”

A mesma opinião foi compartilhada por Marta Pimentel, diretora-adjunta de Mercados da Fundação Dom Cabral. “Falta acreditar que é possível. Estamos numa geografia benéfica, flexível, inteligente. Acho que nosso desafio enquanto educadores é mobilizar, fazer uma agenda que projete futuro. No delta do hoje, viabilizar o amanhã possível.”

Para Rodrigo D’Elia, diretor de desenvolvimento de tecnologias da AES, o que falta é conectar com boas ideias. “A legislação precisaria ser mais flexível. Isso atravanca investimento. Participamos do Kubo, mas não vemos nada oficial, vindo do governo, que podemos acessar.”

Gianna Sagazio, diretora de Inovação da CNI, contou que há um movimento pela inovação na instituição, mas afirma que a situação brasileira não é confortável. “Falta prioridade no país. Ciência, tecnologia e inovação são considerados gastos. Sabemos que nos outros países isso é considerado investimento. Falta política para fortalecer instrumento de inovação. Precisa melhorar a qualidade da educação no Brasil, desde a básica até a graduação.”

Segundo Irecê Kauss, chefe do departamento de tecnologia da informação e comunicação do BNDES, apesar das amarras, é possível apoiar bons projetos e fazer coisas que são realmente importantes no Brasil. “Vamos tentar construir algo que seja possível. Não adianta falar muito, porque, no final, o que vale é a inovação transformada em valor de caixa.”

Sócio da Fir Capital, David Travesso, fez o fechamento do debate falando sobre a importância de não pensar só no investimento na hora de colocar a ideia em prática. “Na Fir Capital e no conceito que adotamos da CSEM Suíça estamos baseados em três eixos: conhecimento, tecnologia e capital.”

George Kotrotsios, presidente do CSEM Suíça resumiu o tema em uma frase: “Manipular a complexidade é a chave para a indústria de amanhã.”

Sobre o CSEM Brasil

Com base na experiência do CSEM S/A (Centro Suíço de Eletrônica e Microtecnologia), que já na década de 80 apostava em inovação para o desenvolvimento do país, a FIR Capital trouxe o modelo para o Brasil. Em 2006, nasceu o CSEM Brasil, com o apoio do parceiro suíço e do Governo de Minas, por meio da FAPEMIG (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais).

O centro cria produtos, aplicações e empresas de alto conteúdo tecnológico, oferecendo meios para o aumento de produtividade, competitividade e novas oportunidades de mercado. Seu papel é desenvolver a ligação entre ciência, tecnologia, mercado e indústria, com a formação de novas empresas e nichos de atuação, estimulando a toda a cadeia de valor.

O CSEM Brasil investe na ciência aplicada em projetos de pesquisa e desenvolvimento, desenvolvendo soluções originais com foco no mercado e nos desafios enfrentados por clientes. Ao fomentar a inovação tecnológica, contribuímos para setores estratégicos da economia e aumentamos a competitividade do Brasil em escala global, buscando sustentabilidade econômica e desenvolvimento social.

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Google Cloud promove treinamento gratuito para desenvolvedores

Bootcamp terá dois dias dedicados a machine learning e kubernetes, que contarão com especialistas do Google e laboratórios práticos

O Google Cloud oferecerá dois dias de treinamentos gratuitos para desenvolvedores em 8 e 9 de novembro, em São Paulo. Machine learning e kubernetes serão os temas de cada dia do Bootcamp, respectivamente, com aulas ministradas por especialistas do Google e laboratórios práticos para colocar em ação os ensinamentos. Podem se inscrever gratuitamente programadores, cientistas de dados, desenvolvedores e profissionais de operações que desejem aprimorar seu conhecimento sobre as ferramentas da plataforma de Google Cloud. É a primeira vez que o Google oferece este tipo de treinamento de maneira gratuita no Brasil.

No primeiro dia do Bootcamp, os profissionais inscritos aprenderão conceitos de Machine Learning, tendo acesso a aulas sobre desenvolvimento, avaliação e produção de modelos de aprendizado de máquinas. O segundo dia será dedicado a noções básicas de kubernetes, sistema de código aberto desenvolvido pelo Google para gerenciamento de aplicativos, mostrando como colocar cargas de trabalho em containers, implementar clusters no Google Container Engine, fazer integração contínua e escalar aplicações para gerenciar aumento de tráfego.

Em paralelo ao Bootcamp para desenvolvedores, acontecerá o Google Cloud Summit, evento gratuito com mais de 20 palestras sobre Google Cloud, G Suite, Maps, dispositivos de nuvem, entre outros. O evento reunirá executivos, clientes, parceiros, desenvolvedores, profissionais de TI e engenheiros para discutir o futuro da nuvem. Na programação, estarão temas atuais e relevantes, como big data, machine learning, desenvolvimento de aplicativos, infraestrutura, operações, colaboração, produtividade e mobilidade. Além disso, haverá a participação de especialistas internacionais do Google e a apresentação de casos de sucesso de grandes empresas e startups, para que o público conheça os benefícios da adoção da nuvem na prática.

Onde se inscrever para os dois eventos:

Developer Bootcamp:
https://goo.gl/tvFXMR

Google Cloud Summit: https://goo.gl/rXx3pV

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Como funcionam os rendimentos do investidor-anjo perante as leis?

Por Beatriz Dainese e Andrea Giugliani, da Giugliani Advogados

A intenção de disciplinar a figura do investidor-anjo surgiu para incentivar as atividades de inovação e os investimentos produtivos. Passam essas sociedades, nos termos da Lei Complementar 155/2016, a ter a opção de admitir o aporte de capital dos denominados investidores-anjos, cujo aporte não integrará o capital social da empresa, bem como esse investidor não fará parte do quadro societário da mesma. De outro lado, a empresa e o investidor-anjo, necessariamente, terão de firmar compromisso – contrato de participação.

A LC 155/2016 trouxe inúmeros benefícios para os pequenos negócios e para os investidores-anjos, pois permitiu que esses investissem nos novos e pequenos negócios sem a responsabilidade de serem efetivamente um sócio, bem como o benefício de não tributarem os rendimentos auferidos através dessa empresa investida.

Ocorre que algumas condições para os investidores-anjos foram alteradas por conta da Instrução Normativa (IN) 1719/2017, da Receita Federal do Brasil (RFB). O ponto de destaque dessa IN refere-se aos rendimentos decorrentes dos aportes de capital do investidor-anjo, que passam a se sujeitar à incidência do Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF), com alíquotas entre 22,5% a 15%, a depender do prazo do contrato.

A partir de agora, quaisquer dos rendimentos que resultarem de aportes estarão sujeitos à incidência do Imposto de Renda retido na fonte. Via de regra incidirá a alíquota mínima de 15%.

Na hipótese do investidor-anjo alienar a titularidade dos direitos do contrato de participação, incidirá Imposto de renda pelas alíquotas regressivas com o tempo calculado entre a data do aporte e a data da alienação dos direitos. Para os fundos de investimentos ficam dispensadas as retenções do Imposto de Renda nas operações do fundo – Todavia, no resgate das cotas aplicam-se as regras estabelecidas para os fundos de investimentos regidos por norma geral ou as regras estabelecidas para os fundos de investimentos constituídos sob a forma de condomínio fechado.

Verifica-se que referida disposição equiparou os rendimentos dos investidores-anjos aos de aplicações financeiras. Conforme a Instrução Normativa 1585/2015, os rendimentos das aplicações financeiras, auferidos por qualquer beneficiário, estão sujeitos à incidência do Imposto de Renda na fonte no momento do seu pagamento, portanto, que há um tratamento tributário mais gravoso conferido à participação nos resultados recebida pelo investidor-anjo, do que aquele dispensado aos dividendos distribuídos aos sócios da empresa investida.

Isso porque consideram-se isentos do Imposto de Renda – na fonte e na Declaração de Ajuste Anual do beneficiário – os valores efetivamente recebidos a título de lucros distribuídos de sociedades empresárias. Apenas os valores pagos a título de pró-labore, aluguéis ou serviços prestados são normalmente tributados pelo Imposto de Renda na fonte. Dessa forma, em que pese esse investidor-anjo não arcar com o risco do negócio da empresa investida e dos prejuízos que o mesmo venha a sofrer por não pertencer ao quadro societário, passou a ser tributado no que tange aos recebimentos auferidos desse contrato de participação; o que, por si só, constitui um empecilho para que as startups possam se desenvolver. Assim, há entendimento de que a natureza do contrato de participação é de tal risco e tal imprevisibilidade de retorno, não apenas pelo risco de crédito, mas também pela limitação imposta pelo parágrafo 7.º do artigo 61-A da LC 155/2016, que eventual ganho auferido pelo investidor-anjo, seja no resgate, seja na alienação a terceiro, não deveria ser tributado.

Por outro lado, a RFB sustenta que a principal expectativa do aporte do investidor-anjo é que haja um retorno financeiro extraordinário. Diferentemente de investimentos em títulos de renda fixa ou investimentos em empresas consolidadas, o principal objetivo do investidor-anjo é entrar em negócios de altíssimo risco (empresas nascentes no setor de inovação) e que, por sua natureza disruptiva, trazem a possibilidade de um retorno muito maior do que as expectativas gerais de mercado, o que por si só viabiliza a equiparação para fins de tributação.

Da forma com que foi feita através da IN 1719/2017, ao prever a incidência de Imposto de Renda retido na fonte sob as alíquotas progressivas de 15% a 22,5%, houve a criação de um tributo não previsto anteriormente. Vale dizer que quanto a esse ponto, a IN 1719/2017 é questionável uma vez que o meio que a União, os Estados e Municípios possuem para criar os tributos se dá por meio da lei ordinária. No presente caso, não estamos perante nenhuma das hipóteses excepcionais previstas na Constituição Federal – o que, por si só, torna absolutamente questionável a previsão da tributação do investidor-anjo por meio de Instrução Normativa.

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(In) Segurança 4.0 – Por Marcos Villas

Toda vez que (infelizmente) há um desastre aéreo, as autoridades e os órgãos competentes, de qualquer país do mundo comunicam em um primeiro momento que tais acidentes são causados por múltiplos fatores, dentre eles os que estão relacionados a equipamentos, procedimentos e ao comportamento humano. Os problemas e incidentes de segurança digital (ou cibersegurança) que eventualmente são identificados no contexto de indústrias (atenção: nem todos são identificados!) também têm múltiplos fatores, mas podemos destacar dois grupos: questões técnicas e questões organizacionais.

As questões técnicas dizem respeito a como os recursos técnicos (hardware, software e redes) são utilizados no ambiente da “TI industrial” (também chamada de TO: tecnologias operacionais); as questões organizacionais dizem respeito a como responsabilidades, procedimentos (atualização de software, gestão de riscos etc.) e orçamentos são alocados para pôr em prática os recursos técnicos necessários para um ambiente de TO defensável.

Um dos principais motivos do aumento da quantidade e da gravidade de incidentes de segurança em ambientes industriais é, sem dúvida nenhuma, o aumento da conectividade da TO. Na chamada Terceira Revolução Industrial houve a introdução de controles computadorizados e automação na área industrial; com a Quarta Revolução Industrial (Indústria 4.0) busca-se, entre outros benefícios, um alto grau de conectividade entre equipamentos. Mas atenção: a conectividade por si não é o problema. A questão reside no fato de que sistemas (ex: SCADAs) e protocolos de dados (ex: Modbus) de TO foram criados antes da disseminação da Internet e, portanto, não estavam expostos a ações e ataques do mundo exterior. A TO mal planejada e mal configurada em uma empresa expõe as suas instalações industriais a riscos desnecessários e indesejáveis.

Ataques a instalações industriais são relativamente recentes e não dependem exclusivamente da Internet. Uma das primeiras ocorrências que se tem conhecimento aconteceu na Austrália em 2000 (“Maroochy”) onde um sistema SCADA radiocontrolado de uma estação de tratamento de esgotos recebeu comandos via rádio que causaram o derramamento de mais de 800 mil litros de esgoto não tratado em parques, rios e até mesmo na área de um hotel. Um dos ataques mais famosos ocorreu no Irã em 2010 (“Stuxnet”), quando foram afetadas diversas instalações industriais, dentre elas uma usina de enriquecimento de urânio. Mais recentemente, em 2016, subestações de distribuição de energia elétrica na Ucrânia foram atacadas causando a interrupção do fornecimento de energia (“Industroyer”). Houve pelo menos dois ataques relatados nos EUA em 2016: “Kemury” (nome fictício), uma estação de tratamento de água que atendia a 2,5 milhões de consumidores na qual hackers conseguiram alterar configurações relacionadas ao fluxo e à quantidade de produtos químicos utilizados para tratamento da água, e “Rye Brook”, onde hackers iranianos conseguiram acesso a uma pequena barragem de controle de inundação com cerca de 30km de distância do Central Park, em Nova York (EUA).

O impacto mais evidente das tecnologias da Indústria 4.0 no que se refere à segurança dos ambientes industriais está relacionado à IIoT: a chamada “Internet das Coisas Industriais”. Devido às suas características inatas de alta conectividade, tais dispositivos podem ser instalados em ambientes industriais sem o devido cuidado com aspectos de segurança. Em muitos casos os mecanismos tradicionais de segurança colocados em prática a partir do projeto da rede são desconsiderados (bypassados). É o problema do “basta…”: “basta acoplar, ligar e começar a coletar dados”. Sim, para coletar dados é simples, mas é necessário controlar o grau de exposição do ambiente de TO, para que este não fique desnecessariamente vulnerável a ataques.

A(s) rede(s) no ambiente de TO quando mal planejadas, mal configuradas e mal inventariadas convidam os mais diversos tipos de ataque. Há pelo menos duas dimensões a serem consideradas em ataques neste contexto: o grau de penetração na rede e o grau de dano aos dados. Ataques de negação de serviço, distribuídos (DDoS) ou não (DoS), e invasões, caracterizam o grau de penetração na rede; o grau de dano aos dados pode ser caracterizado como roubo (espionagem, que não afeta ou interrompe a produção), sequestro (que interrompe a produção) e adulteração (não interrompe a produção, mas altera o seu comportamento previsto). Há exemplos recentes em todos os casos.

Tal como os aviões, a utilização dos princípios e tecnologias preconizados pela Indústria 4.0 precisam decolar de forma segura e todo e qualquer incidente precisa ser evitado. Os avanços tecnológicos recentes que possibilitam a captura de dados de forma ampla e barata trazem novos desafios para a cibersegurança nos ambientes industriais. Mas não basta apenas ter muitos sensores, muitos equipamentos interconectados. Controlar adequadamente e de forma consciente a menor exposição necessária do ambiente de TO a ataques externos é um dos fatores de sucesso para adoção da IIoT nas indústrias.

Marcos Villas é M.Sc. em Computação, D.Sc. em Administração, sócio-fundador da RSI Redes

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Stefanini lança o programa de Trainee e Estágio – Potenciais 2018

A Stefanini, uma das mais importantes provedoras globais de soluções de negócios baseadas em tecnologia, abriu as inscrições para o programa de Trainee e Estágio – Potenciais Stefanini 2018. Serão disponibilizadas 14 vagas no total para as cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Salvador. Para participar do processo seletivo, os interessados devem fazer as inscrições até o dia 31 de Outubro, no link: https://stefanini.com/potenciais/.

Para as vagas de Trainees, os jovens precisam ter concluído o curso de graduação entre Dezembro de 2015 e Dezembro de 2017 nas seguintes áreas: Administração de Empresas, Engenharias, Tecnologia da Informação, Economia, Marketing, Comunicação, Comércio Exterior, Psicologia, Estatística e Direito. Já para as vagas de Estágios, os estudantes precisam estar cursando o último ou antepenúltimo ano da faculdade em um dos cursos acima . O processo seletivo será composto de seis etapas:

Inscrições: processo de cadastro on-line;

Teste online: prova de raciocínio lógico em inglês;

Game online: realização de teste por meio de um jogo composto por etapas interativas (individual, duplas e grupos) para aderência às competências;

Escape room: realização do game presencial em grupo, em que os candidatos deverão decifrar um desafio enigmático em 30 minutos;

Comitê com gestores: etapa presencial em São Paulo com os gestores do programa e seus respectivos desafios;

Entrevista final: última entrevista presencial em São Paulo para seleção dos aprovados.

“O programa Potenciais da Stefanini é totalmente diferente do que existe no mercado hoje em dia. O candidato recebe um projeto em que desenvolve desde estratégia até sua execução”, diz a diretora de RH da Stefanini Brasil e América Latina, Cíntia Bortotto. De acordo com a executiva, “buscamos jovens que realmente pensem ‘fora da caixa’ e que não tenham medo de arriscar e colocar suas ideias em prática – com muita criatividade e inovação”.

O programa de Estágio tem o ciclo de um ano e o de Trainee de dois anos. Os jovens serão alocados em uma área específica, desenvolvendo projetos diferenciados e inovadores. Também contam com um gestor da sua área de atuação, mentor e um gestor de RH que o acompanharão neste período de aprendizado dentro da Stefanini.

Ao final do processo, conforme a performance, o estagiário terá a possibilidade de ingressar no programa de Trainees. Já a pessoa que atuou como Trainee terá a chance de assumir uma posição estratégica, também baseada em performance. A Stefanini oferece salário compatível com o mercado e benefícios como vale refeição, vale transporte, seguro de vida e assistência médica.

Também há vagas do Programa Potenciais 2018 para a Stefanini no Chile, Peru e Argentina, sendo que os brasileiros podem concorrer. Os interessados pelas vagas internacionais deverão se inscrever no site: https://stefanini.com/potenciais/es.

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Twitter lança terceira edição de seu Programa de Estágio no Brasil

O Twitter Brasil selecionará 9 estudantes para fazer estágio em seu escritório em São Paulo. As vagas são para diversas áreas e cursos. Podem se candidatar estudantes com formação prevista entre junho e dezembro de 2019 com conhecimentos em um segundo idioma e disponibilidade para estagiar em São Paulo. As inscrições vão até 20/11 através do site www.ciadeestagios.com.br/twitter.

O Projeto é conduzido pelo Twitter com apoio da Companhia de Estágios.

Sobre o Twitter

O Twitter mostra o que está acontecendo no mundo agora e o que as pessoas estão falando neste exato momento. De últimas notícias e entretenimento a esportes e interesses cotidianos, incluindo conteúdos ao vivo, é possível encontrar todos os lados de uma mesma história nas conversas em que todos estão convidados a participar. Disponível em mais de 40 idiomas em todo o mundo, o serviço pode ser acessado via twitter.com e dispositivos móveis. Para mais informações, visite about.twitter.com, siga @Twitter e baixe os aplicativos do Twitter e do Periscope via twitter.com/download e periscope.tv.

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Camara-e.net dá dicas em vídeo sobre planejamento para a Black Friday

“Toda promoção, seja ela online, seja ela offline, é uma empreitada empresarial e deve ser planejada”. Assim Jairo Lobo, consultor do Sebrae-SP, inicia o vídeo produzido pela Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) com dicas de planejamento para a Black Friday e outras datas promocionais. “O planejamento é importante para minimizar os riscos e ter mais sucesso na promoção”, alerta ele.

O vídeo faz parte de uma série de minicursos de capacitação que a camara-e.net, com o patrocínio da Braspag, preparou para os lojistas que participam da Black Friday e de outras campanhas em datas especiais do varejo. O consultor do Sebrae-SP mostra como o empresário deve se preparar para atender a um volume de vendas três vezes maior do que o normal nas 24 horas da promoção. “Ele precisa avaliar se o volume adicional de pedidos da Black Friday pede a contratação de mais gente no atendimento, no controle do estoque, no preparo do produto para o envio, no próprio envio e no pós-venda”, ensina.

“O objetivo do lojista não pode ser só vender. Ele tem que proporcionar uma boa experiência de compra para que o cliente volte à sua loja durante o ano todo”, diz ele, que ainda fala sobre gerenciamento de estoque e definição de descontos.

Se as dicas do vídeo pudessem ser resumidas, seriam as seguintes:

Planejar, planejar e planejar;

Inventariar o estoque;

Fazer uma boa política comercial;

Revisar a navegação do site e os meios de pagamento;

Definir uma estratégia de divulgação da sua campanha promocional.

[embedyt] http://www.youtube.com/watch?v=1IVyHH1wKxA[/embedyt]

A série de vídeos inaugurada no ano passado faz parte do programa Black Friday Legal. Para acessar este e os demais vídeos, visite o canal da camara-e.net no YouTube.

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Como U$ 100 mil de capinhas de celular encalhadas viraram um negócios de R$ 24 milhões

Marcelo Castro e Daniel Doho são amigos de infância e sempre pensaram em montar algo juntos que fizesse sucesso. Foi quando importaram 100 mil dólares em capinhas para celulares e abriram quiosques próprios em shoppings do Rio e de São Paulo. Resultado: Tem capinha encalhada até hoje na sede da empresa!

Porém, isso não foi suficiente para fazê-los desistir. Perceberam no decorrer da experiência que as pessoas tinham mais necessidades de cabos e assessórios bons e com preço acessível do que capinhas coloridas. Os quiosques foram fechados (eles tinham um custo imenso!) e o erro deu origem ao que a I2GO é hoje: uma empresa de assessórios para celulares que podem ser encontrados em displays de acrílico em lojas de conveniência, farmácias, livrarias e varejo em geral e também em vending machines e que já ultrapassa os 10 mil pontos de venda, faturamento na casa dos R$24 milhões em menos de 5 anos de existência.

Os produtos, cabos, carregadores, fones, baterias externas são importados da China e possuem Certificação Apple. Tem 3 anos de garantia e custam 50% menos do que um original da marca oficial. O lançamento constante de novos produtos e a busca por novidades também é uma estratégia a ser destacada na trajetória de sucesso da empresa que abriu um novo escritório na China para desenvolver fornecedores e fazer testes de qualidade dos produtos.

Nesse primeiro semestre de 2017 faturaram R$18 milhões com a venda de produtos, chegaram a 10 mil pontos de venda e com as novas parcerias que vem firmando com estabelecimentos tem a meta de chegar ao final do ano com 15 mil pontos de venda e um faturamento de R$ 40milhões ao ano.

“Não existe empreendedorismo sem um bom planejamento de Marketing, o posicionamento de uma marca é essencial quando existem produtos que são percebidos pelos consumidores sem nenhum diferencial, já que a maioria vem da China, como qualquer outro”, explica Marcelo Castro, um dos fundadores da i2GO.

E o pioneirismo no lançamento de novos produtos também vem sendo conquistado: com viagens frequentes à China e Estados Unidos, os empresários planejam trazer acessórios inéditos no Brasil.

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Thomson Reuters é vencedora do Prêmio CONFEB 2017 pela segunda vez consecutiva como melhor fornecedora no segmento de Sistemas de Tributos Indiretos

A Thomson Reuters, provedora líder mundial de informação e tecnologia, anuncia que é a vencedora do Prêmio CONFEB 2017 na categoria Sistemas de Tributos Indiretos como melhor Fornecedor do Ano. Além disso, a companhia se destacou e foi finalista em mais 6 categorias, sendo elas: Sistemas de Gestão Tributária, Sistemas de Nota Fiscal, Sistemas de Tributos Diretos, Sistema de Preço de Transferência, Sistema de Governança/Indicadores e Conteúdo Tributário/Atualização de Legislação.

A premiação faz parte de uma pesquisa com líderes de grandes empresas dos mais variados segmentos do mercado fiscal e tributário para definir quais empresas mais se destacaram nas seguintes categorias: Profissionais do Ano, Melhores Projetos do Ano, Fornecedores do Ano e Profissional Destaque do Ano.

Marcos Bregantim, Diretor Executivo da Área de Negócios de Tax & Accounting Software da Thomson Reuters no Brasil representou a companhia durante a solenidade. “Nos últimos anos, o mercado fiscal e tributário vem ganhando mais força, por conta da sua importância e diferença que ela faz como uma área estratégica dentro das empresas. E para a Thomson Reuters, essa premiação é um estímulo para continuarmos a investir na qualidade dos serviços oferecidos para garantir e atender as necessidades de todos os nossos clientes”, disse o executivo.

Este ano, a banca da premiação contou com 10 avaliadores, quantidade maior comparada ao ano anterior. Entre eles, estavam presentes professores, conselheiros e executivos do corpo executivo do CONFEB. A dinâmica da nomeação, outra novidade do evento, aconteceu durante a votação que definiu os três vencedores de cada categoria.

Essa semana a Thomson Reuters reuniu, em São Paulo, mais de 800 profissionais para debater práticas e tendências tecnológicas do mercado fiscal, tributário e de comércio exterior durante o Synergy 2017. A sexta edição do evento reuniu líderes, reguladores e especialistas que discutiram sobre a importância dessas áreas em se reinventar frente a influência da tecnologia que está cada vez mais presente nas estratégias de negócios das organizações.

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