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Michael Page aponta os cinco setores que mais contrataram no primeiro semestre

Vendas, TI, Marketing, Farma/ Saúde e Finanças intensificaram a busca por profissionais no período

Os primeiros sinais da retomada do emprego começam a aparecer. É o que revela levantamento realizado pela Michael Page, empresa líder mundial em recrutamento executivo de média e alta gerência, parte do PageGroup. De acordo com a consultoria, os setores de Vendas, TI, Marketing, Farma/ Saúde e Finanças intensificaram a busca por profissionais no primeiro semestre deste ano.

“Verificamos que alguns segmentos já começam a reagir. Mesmo com o cenário político conturbado, algumas empresas procuraram buscar profissionais de olho numa possível melhora da economia. Alguns indicadores já apontaram essa gradual recuperação econômica, refletindo diretamente nas estratégias das empresas. Com essa sensível melhora, as companhias acabam se preparando para uma eventual retomada do crescimento e esse ajuste passa pela contratação de profissionais que possam dar o suporte necessário”, explica Ricardo Basaglia, diretor executivo da Michael Page.

Confira abaixo os setores e posições mais demandadas no primeiro semestre:

Vendas

Cargo: Head of Sales – Gerente Comercial

Área de atuação: Tecnologia – Cybersecurity

O que faz: Desenvolve relacionamento com os principais canais de distribuição e integradores de soluções

Perfil da vaga: Experiência dentro do segmento de tecnologia, vendas indiretas (por meio de canais) e com sólido relacionamento com alto escalão

Salário: R$ 16 mil a R$ 22 mil

Percentual de aumento no semestre: 21%

Motivo para alta em 2017: Mercado em franca expansão devido a carência no Brasil desse tipo de segurança.

Cargo: Gerente Comercial / Gerente de Novos Negócios / Business Development Manager

Área de atuação: Industria Química

O que faz: Buscar novas frentes de negócio e novas aplicações, principalmente nos mercados que começam a reagir positivamente à crise ou não sofreram impacto como farmacêutico/cosméticos, agronegócios, embalagens e etc.

Perfil da vaga: Atuação consultiva, background técnico essencial e foco em desenvolvimento de mercado

Salário: R$ 12 mil a R$ 18 mil

Percentual de aumento no semestre: 20%

Motivo para alta em 2017: Retomada da indústria e investimento das empresas nas áreas de negócios/frente comercial.

Marketing

Cargo: Gerente de Marketing de Performance

Área de atuação: Tecnologia e Serviços em geral

O que faz: Responsável pela análise da viabilidade dos canais de comunicação da empresa, atuando com ferramentas de marketing digital.

Perfil da vaga: Experiência em SEM (e todas as variáveis digitais)

Salário: R$ 14 mil a R$ 18 mil

Percentual de aumento no semestre: 19%

Motivo para alta em 2017: Mercado de digital em crescimento com abandono do modelo tradicional de marketing.

TI

Cargo: Head de BI e Big Data

O que faz: gestão e análise de dados com o objetivo de garantir mais eficiência e rentabilidade, e também obter insights que contribuam com a expansão do negócios.

Perfil: É uma posição relativamente nova no mercado, os clientes priorizam candidatos com experiência em liderança de projetos de BI e BIG Data.

Salário: R$ 20 mil a R$ 30 mil

Percentual de aumento no semestre: posição nova

Motivo para alta em 2017: esses profissionais cuidam da gestão e análise de dados com o objetivo de garantir eficiência e rentabilidade. Cada vez mais serão imprescindíveis para a competitividade das empresas, e já são requisitados em tomadas de decisões, sobretudo para encontrar informações qualitativas, métricas, indicadores e as variáveis de risco ao negócio.

Cargo: Cientista de dados

O que faz: é dedicado a soluções complexas que envolvem garimpar, analisar e enxergar tendências em dados e tem a curiosidade de explorar quais são os problemas que precisam ser resolvidos.

Perfil: Formação em grande parte ligada à área de exatas: matemática, ciências da computação, análise de sistemas, estatística, física.

Salário: R$12 mil a R$ 15 mil

Percentual de aumento no semestre: posição nova

Motivo em alta 2017: As empresas estão desenvolvendo suas áreas de inteligência de mercado, CRM / DBM, análise de dados estruturados e não estruturados. Isso mostra a consolidação da área digital e tecnologia atuando diretamente no negócio das empresas.

Farma/ Saúde

Cargo: Gerente Comercial – Promoção a Saúde

Área de atuação: Saúde/ Serviços

O que faz: Realiza o relacionamento com empresas para promoção a saúde de seus funcionários, com foco em redução de sinistro e absenteísmo. Além de promover melhora significativa na qualidade de vida do colaborador. Consequentemente, impactando nos resultados operacionais da empresa.

Perfil da vaga: Conhecimento sobre projetos de promoção a saúde e gerenciamento de crônicos, importante ter experiência em análise de risco, formação técnica em saúde é solicitado.

Salário: R$ 12 mil a R$ 25 mil

Percentual de aumento no semestre: 20%

Motivo para alta em 2017: Mercado de saúde em fase de profissionalização, com a entrada de investimento no setor, fundos de investimentos se interessando cada vez mais pelo segmento, e abertura de capital para investimento ou venda possibilita estas mudanças. E a busca de qualidade de vida e redução de custos corporativos, são fatores importantes para esta tomada de decisão.

Cargo: Diretor/ Gerente Geral – Hospital /Clinicas

Área de atuação: Saúde

O que faz: Realiza a gestão geral da unidade de negócios (seja hospital ou clinicas), realizando desde a prospecção de novos clientes posicionamento no mercado até a gestão da operação (revisão de processos assistenciais, segurança do paciente, qualidade de atendimento, certificação e acreditação). Responsável pela parte estratégica do negócio (expansão, perfil de mercado, novos negócios).

Perfil da vaga: Conhecimento sobre o mercado de Serviços em Saúde em geral, especialização em Administração Hospitalar e formação técnica em saúde tem sido um dos grandes diferenciais. Apresentando um bom perfil analítico e de processos.

Salário: R$ 17 mil a R$ 28 mil

Percentual de aumento no semestre: 30%
Motivo para alta em 2017: Oxigenação pós crise e melhoria de qualidade, são os principais motivos. O aumento da profissionalização no setor e da redução de custos no mercado possibilitou aumento de concorrência. O cliente está mais exigente em relação a qualidade.

Cargo: Gerente de Acesso

Área de atuação: Indústria Farmacêutica e Dispositivos Médicos

O que faz: Desenvolve e implementa estratégias de acesso com aos gestores de saúde dos mercados público e privado, com o objetivo de minimizar as barreiras de acesso dos pacientes aos produtos da empresa. Inclusão e padronização de medicamentos nas esferas governamentais; processos licitatórios, pregões diretos e indiretos, pregões presenciais e eletrônicos; padronização e vendas dos produtos no mercado hospitalar e Incorporação de produtos estratégicos nas Operadoras de saúde.

Perfil da vaga: Conhecimento técnico sobre os produtos, domínio de políticas públicas e privadas. Ter um perfil com boa habilidade de relacionamento é fundamental para o perfil.

Salário: R$ 18 mil a R$ 28 mil

Percentual de aumento no semestre: 17%

Motivo para alta em 2017: Interesse das indústrias de penetração e estabelecimento no mercado (tanto o público como também o privado).

Cargo: MSL (Medical Science Liaison)

Área de atuação: Indústria Farmacêutica e Dispositivos Médicos

O que faz: Mapear e dar suporte aos médicos líderes de opinião. Promover o conhecimento científico e viabilizar o elo entre os Médicos e a Indústria trazendo melhorias. Desenvolver e ministrar treinamentos internos e externos além de apoiar a área Vendas.

Perfil da vaga: Profissional com formação na área da Saúde e um conhecimento cientifico muito alto. Habilidade de transitar no mercado corporativo e acadêmico.

Salário: R$ 12 mil a R$ 15,5 mil

Percentual de aumento no semestre: 25%

Motivo para alta em 2017: O profissional tem uma participação grande no desenvolvimento e introdução de novos produtos ao mercado.

Serviços Financeiros

Cargo: Gestor de Marketing Digital

Área de atuação: Serviços Financeiros

O que faz: Elabora, executa, acompanha e apura resultados de plano geral de marketing para plataformas digitais, como internet e mobile.

Perfil da vaga: Conhecimento sobre técnicas de marketing através de mecanismos de buscas, redes sociais, campanhas e branding através das plataformas digitais.

Salário: R$10 mil a R$ 15 mil

Percentual de aumento no semestre: 50%

Motivo para alta em 2017: Mercado de serviços financeiros está se “digitalizando”, o que justifica o crescimento das “Fintechs”. O consumidor está cada vez mais habituado com as ferramentas de tecnologia e com uma experiência de consumo mais inovadora.

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Gartner: remessas mundiais de PCs diminuíram 4,3% no segundo trimestre de 2017

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento imparcial em tecnologia, aponta que as remessas globais de PCs totalizaram 61,1 milhões de unidades no segundo trimestre de 2017, uma queda de 4,3% em relação ao segundo trimestre de 2016. A indústria de computadores está no meio de uma recessão de cinco anos e esse é o 11º trimestre consecutivo de declínio. As remessas do segundo trimestre deste ano foram as menores em volume desde 2007.

“Os preços mais elevados dos PCs devido à escassez de componentes para DRAM (um tipo de memória RAM), unidades de estado sólido (dispositivos para armazenamento não volátil de dados digitais) e telas LCD tiveram um impacto negativo acentuado na demanda por desktops no segundo trimestre de 2017”, diz Mikako Kitagawa, Analista do Gartner. “A abordagem em relação aos maiores custos de componentes variou de fornecedor para fornecedor. Alguns decidiram absorver o aumento dos preços das peças sem elevar o preço final de seus dispositivos, enquanto outros transferiram os custos para o valor para o usuário final.”

No entanto, no segmento de negócios, os fornecedores não aumentaram o preço tão rapidamente, especialmente em grandes empresas em que o valor normalmente é fixado com base em contrato, que muitas vezes é mantido durante o trimestre ou mesmo durante o ano”, afirma Mikako. “No mercado de consumo, a elevação de preços tem um impacto maior à medida que os hábitos de compra são mais sensíveis aos aumentos. Muitos consumidores estão dispostos a adiar suas aquisições até que a pressão sobre os preços diminua.”

A HP Inc. recuperou sua posição frente à Lenovo no mercado mundial de PCs no segundo trimestre de 2017 (tabela 1). A empresa alcançou cinco trimestres consecutivos de crescimento ano a ano. As remessas cresceram na maior parte das regiões, especialmente no mercado norte-americano, no qual o aumento das remessas excedeu a média regional.

As remessas globais da Lenovo diminuíram 8,4% de abril a junho de 2017 após dois trimestres de crescimento. A empresa registrou queda de remessa ano a ano em todas as regiões-chave. Mikako diz que os resultados do trimestre poderiam refletir a mudança estratégica da Lenovo de ganhos por compartilhamento de unidades para proteção de margem. O equilíbrio estratégico entre ganho de participação e rentabilidade é um desafio para todos os fornecedores de PCs.

A Dell alcançou cinco trimestres consecutivos de crescimento anual de remessas, com aumento de 1,4% no segundo trimestre de 2017. A empresa colocou alta prioridade em PCs como negócio estratégico. Entre os três principais fornecedores, a Dell é o único que pode suprir as necessidades integradas de TI para as empresas da Dell Technologies.

Nos EUA, as remessas de PCs totalizaram 14 milhões de unidades no segundo trimestre de 2017, um declínio de 5,7% em relação ao mesmo período de 2016 (tabela 2). O mercado norte-americano diminuiu devido à fraca demanda no consumo de PCs. O segmento de negócios mostrou um crescimento consistente, enquanto os primeiros indicadores sugerem que as despesas no setor público estavam no caminho certo com a normal sazonalidade, já que o segundo trimestre geralmente é a pior temporada de compras dos equipamentos. No entanto, o mercado de educação estava sob pressão de uma forte demanda do Chromebook.

O segmento de Chromebook vem crescendo muito mais rápido do que o mercado geral de PCs. O Gartner não inclui as remessas desse equipamento no número geral, mas ele está afetando razoavelmente o mercado de computadores. As remessas mundiais do Chromebook cresceram 38% em 2016, enquanto o mercado geral de PCs diminuiu 6%.

“O Chromebook não é uma substituição ao PC desde já, mas poderia ser potencialmente transformado em uma troca se algumas poucas condições forem atendidas”, diz Mikako. “Por exemplo, a infraestrutura de conectividade geral precisa melhorar, a conectividade de dados móveis precisa se tornar mais acessível e é necessário ter mais capacidade off-line.”

As remessas de PCs na região EMEA (Europa, Médio Oriente e África) totalizaram 17 milhões de unidades no segundo trimestre de 2017, um declínio de 3,5% ano a ano (tabela 3). Houve resultados variados entre os diversos países. A incerteza em torno das eleições no Reino Unido indicou que algumas empresas britânicas atrasaram as compras, especialmente no setor público. Na França, a confiança dos consumidores aumentou mais do que o esperado depois que Emmanuel Macron foi eleito presidente. No entanto, os gastos com PCs permanecem tímidos. As remessas de computadores aumentaram na Alemanha à medida que as empresas investem em novo hardware com base no Windows 10 e o mercado russo continuou a mostrar melhorias impulsionadas pela estabilização econômica.

Na Ásia/Pacífico, as vendas de PCs superaram 21,5 milhões de unidades no segundo trimestre de 2017, 5,1% abaixo do mesmo período do ano passado. O mercado de computadores nessa região foi afetado principalmente pela dinâmica do mercado na Índia e na China. Na Índia, a demanda reprimida após a desmonetização esfriou depois do primeiro trimestre, juntamente com a ausência de um amplo contrato de compra em comparação com o ano anterior e preços mais elevados dos computadores, o que provocou um fraco crescimento do mercado. A China foi fortemente impactada pelo aumento dos preços dos PCs devido à falta de componentes.

Esses resultados são preliminares. As estatísticas finais estarão disponíveis em breve para clientes do programa Gartner’s PC Quarterly Statistics Worldwide by Region. O relatório oferece uma visão abrangente e oportuna do mercado mundial de PCs, permitindo que o planejamento de produtos, a distribuição, o marketing e as vendas das organizações se mantenham a par das questões-chave e suas implicações futuras em todo o mundo.

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Cisco lança contrato unificado para portfólio de software da empresa

Para incentivar as organizações a simplificarem o gerenciamento de software e aproveitarem ao máximo os investimentos em tecnologia, a Cisco anuncia o Cisco Enterprise Agreement (EA), contrato único para licenças de software que irá mudar a maneira como os clientes compram, implementam e adotam as soluções da companhia.

O Cisco® Enterprise Agreement favorece empresas de diversos segmentos e tamanhos, que estão demandando formas mais simples para comprarem, utilizarem e renovarem as tecnologias de software. Isso porque, atualmente, a maior parte das organizações se esforça para gerenciar várias licenças e contratos que expiram em diferentes prazos, além de terem que lidar com desafios de compliance.

“As companhias precisam de um modelo de negócio que permita fazer compras no momento que desejarem, implementarem soluções quando for necessário e da maneira que melhor se encaixe com suas necessidades – seja na nuvem ou em um ambiente híbrido – e que ainda seja facilmente atualizável”, afirma Rosemary Arakaki, Gerente de Vendas de Software da Cisco do Brasil. “O novo modelo, Cisco Enterprise Agreement (EA), possibilita ainda que os líderes de TI deixem de ocupar seu tempo gerenciando contratos para se ocuparem com soluções que possam ser mais produtivas e que acelerem a digitalização dos negócios da empresa”, completa.

Por meio do EA Workspace, portal que permite ao cliente gerenciar e provisionar todas suas licenças adquiridas no escopo do contrato, o cliente pode gerar a cada um de seus acessos sem precisar mais dos Product Authorization Keys (PAKs) , de forma simples e rápida. Disponível nas modalidades de três e cinco anos de contrato, o Cisco EA abrange os portfólios de infraestrutura de rede, segurança e colaboração.

Crescimento planejado

Dois grandes diferenciais do Cisco Enterprise Agreement é a possibilidade de 20% de crescimento em relação ao número de usuários/dispositivos contratados durante a vigência do contrato, sem cobrança adicional. Além disso, o benefício do “True Forward”, que é um processo de ajuste anual na data de aniversário do contrato, contabiliza o consumo excedente a partir desta data até o final do contrato, considerando os valores pré-acordados na assinatura do mesmo. “Com esta maior previsibilidade, os clientes podem planejar seu consumo de software e os custos associados em um horizonte de médio para longo prazo com maior precisão”, explica Rosemary, da Cisco.

Flexibilidade e Visibilidade

O Cisco Enterprise Agreement permite que os clientes unifiquem o gerenciamento e administração das licenças de software de diferentes arquiteturas: Colaboração, Infraestrutura de Rede e Segurança.

Considerando que atualmente as empresas estão passando por um momento em que o número de contratos de software cresce a cada dia, gerando maior complexidade na administração e manutenção das licenças e um gasto adicional indireto correspondente a 25% do orçamento, acreditamos que este novo modelo de negócio irá possibilitar que nossos clientes se beneficiem de mais simplicidade, otimizando processos operacionais e ganhando mais tempo para que se concentrarem no uso da tecnologia a favor do crescimento do seu negócio”, finaliza a Gerente de Vendas de Software da Cisco do Brasil.

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TIM inaugura novo conceito de loja em São Paulo

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Na próxima quarta-feira (09/08), a TIM inaugura sua primeira loja totalmente digital no Brasil. A unidade – localizada no Morumbi Shopping, em São Paulo – traz mudanças importantes no formato de atendimento, estrutura e design, alinhados com o novo posicionamento da marca. Com mais atrativos para os clientes, o espaço oferece experiências e interatividade com os produtos e serviços da operadora e possui módulos específicos para fabricantes de aparelhos, lançamentos e degustação.

“A experiência de São Paulo será um marco. É a primeira de outras lojas que ainda planejamos implementar nesse novo modelo. Foram utilizadas tecnologias que tornam o atendimento mais simples, interativo e digital, alinhado a uma revisão de design, arquitetura e experiência de consumo”, conta Breno Rios Sá, diretor nacional de lojas próprias da TIM Brasil.

Dentro da loja, os clientes poderão experimentar serviços da TIM como o TIM music by Deezer, TIM Banca Virtual e o app de autoatendimento MEU TIM, que estará em um espaço exclusivo para que os consumidores entendam como agilizar suas demandas utilizando a solução. A abertura da primeira loja com esse novo conceito marca também, a entrada de acessórios para celular no portfólio de produtos em pontos de vendas próprios, como fones de ouvido, capas e carregadores. Tudo para que os clientes tenham uma experiência mais completa da marca, líder em cobertura 4G no Brasil.

Dentre as demais inovações, está a degustação interativa em telas touch, o uso de tablets pelos consultores para efetuar vendas e a senha eletrônica (via SMS). Posteriormente, receberá uma ligação automática com uma breve pesquisa para avaliar o atendimento.

Assinado pelo arquiteto André Piva, o novo conceito foi desenvolvido para dar suporte a uma experiência 100% digital e interativa, além de ser funcional e modular já prevendo a aplicação futura em outras lojas pelo Brasil. A cara nova da TIM ganha materiais inovadores, cores sólidas e efeitos de luz. Os uniformes dos funcionários também ganham uma cara nova, assinado pela grife OESTÚDIO.

A abertura da nova unidade será celebrada na própria quarta-feira (09/08), com ações na loja a partir de 12h. O evento contará com uma boom bike do TIM music by Deezer para degustação do serviço e show do DJ e produtor Bruno Martini, cuja música nova – Road – está na atual campanha do plano TIM Controle.

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Concur avança no mercado brasileiro com soluções customizadas

A Concur, uma empresa da SAP e líder mundial em soluções de controle de viagens, despesas e faturas, anuncia que superou sua meta de crescimento no Brasil para o primeiro semestre de 2017. A empresa, que iniciou suas operações no País em março deste ano, oferece serviços e soluções em nuvem e conta com um time local de suporte para auxiliar os clientes, localizado na SAP Labs Latin America.

Com menos de três meses de operação, a empresa já tem estabelecida sua estrutura local, incluindo as áreas de vendas, jurídica, consultoria, suporte e parceiros. “Agora, estamos empenhados em atender e adaptar nossas soluções às particularidades do mercado brasileiro, principalmente no segmento de viagens. Como exemplo, a solução de gestão de viagens já está totalmente adaptada às recentes mudanças relacionadas à tarifação para o despacho de bagagens”, afirma Valeria Soska, diretora geral da Concur no Brasil.

As soluções Concur são utilizadas por mais de 160 companhias multinacionais com atuação no Brasil, que já colhem os benefícios de simplificarem a gestão de despesas de funcionários e viagens corporativas. Entre os diversos clientes conquistados no segundo trimestre de 2017, está a Embraer. A terceira maior empresa de aviação civil do mundo adquiriu a solução Concur Travel & Concur Expenses para melhorar seus processos de conformidade, a experiência dos clientes internos e para reduzir custos.

Outro novo cliente da Concur no Brasil é a Logicalis, empresa global de soluções e serviços de tecnologia da informação e comunicação, que optou pelo Concur Expenses para fazer toda a gestão das despesas corporativas. “Nosso objetivo é simplificar os processos, facilitando a vida dos profissionais que precisam fazer pedidos de reembolso e reduzindo o tempo de pagamento”, explica Marcio Caputo, vice-presidente de operações da Logicalis no Brasil. Segundo o executivo, entre os benefícios esperados a partir do go live – previsto para novembro – estão a otimização dos recursos internos envolvidos no processo, maior visibilidade e uma análise mais estratégica dos gastos. “Além disso, a ferramenta irá suportar a integração e homogeneização dos processos e políticas de reembolso em toda a América Latina”, revela Caputo.

Parceria

Outro destaque no último trimestre foi a parceria com a Avipam, uma das mais tradicionais agências de viagens corporativas do país, confirmando a tendência das empresas do setor de viagens corporativas em investir em automação de processos com novas soluções tecnológicas para reduzir custos e otimizar as reservas.

Com a ferramenta fornecida pela SAP Concur, o cliente da Avipam terá toda a facilidade em sua viagem corporativa, podendo emitir os recibos com um simples toque de seu celular: desde a reserva e emissão dos bilhetes aéreos, até efetuar reservas hoteleiras e pagamento de almoço ou mesmo de um simples cafezinho.

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A segurança corporativa na Era Digital – Por Mário Rachid

Os ciberataques com vírus do tipo ransomware ocorridos recentemente alertam para a vulnerabilidade da segurança digital de muitas empresas nos mais variados segmentos. Milhares de empresas de todo o planeta foram atingidas recentemente por uma espécie de vírus que sequestra e bloqueia o acesso a arquivos — pedindo resgate para liberá-los –, gerando impactos irreparáveis aos negócios.

O ataque massivo revela que a proteção de sistemas e dados é o grande desafio das organizações, que são cada vez mais dependentes de sistemas eletrônicos para a troca de informações sigilosas. Para garantir a proteção desses dados é mandatório investir em estruturas robustas de segurança, com atuação rápida, preventiva e ininterrupta.

Os prejuízos para uma empresa vítima de um ataque massivo de hackers são enormes. Os danos financeiros e operacionais são os primeiros a serem contabilizados. Sistemas são rapidamente desligados para evitar um comprometimento maior da estrutura, paralisando as operações desde o momento no qual a ameaça é percebida até a contenção do ataque. Mas é preciso pensar além. Os prejuízos podem ser ainda mais danosos à reputação das organizações, aos clientes que podem ter dados expostos e às operações.

Está cada vez mais evidente, principalmente após os ciberataques mundiais, que as equipes de TI de muitas empresas ainda não estão preparadas para, sozinhas, gerenciarem as novas ameaças que surgem todos os dias e que exigem uma resposta rápida para minimizar os riscos de perdas financeiras, operacionais e de imagem. Os times internos descobriram que, de forma manual, é impossível mitigar essas invasões e apenas com uso de modernas tecnologias consegue-se dar conta da tríade necessária para que os dados das companhias estejam seguros: prevenção, detecção e mitigação.

Especialistas apontam que 2017 é o ano que marca a mudança de estratégia das organizações em relação ao orçamento de segurança digital. As cifras crescem na mesma proporção que a preocupação dos líderes de TI. Este ano, por exemplo, os gastos nessa área devem aumentar cerca de 10% em relação a 2016, chegando mundialmente a mais de US$ 90 bilhões. Segundo o Gartner, a tendência é passar dos US$ 110 bilhões em menos de três anos.

O Brasil é um dos países mais vulneráveis a ataques do tipo ransomware, com milhares de tentativas de invasão registradas diariamente. O País também está no alvo de outro tipo de ameaça. Os ataques de “negação de serviços”, chamados de DDoS (Distributed Denial of Services), serão os maiores responsáveis pela paralisação de operações por indisponibilidade de sites, redes digitais e aplicações corporativas, como e-mails e sistemas de faturamento.

A proteção contra esse tipo de ataque passa pela adoção de soluções do tipo Anti-DDoS, que detectam e mitigam ataques com eficiência antes que a rede corporativa seja atingida. A proteção garante disponibilidade de rede, evitando a saturação da banda de Internet diante de ataques. Instituições bancárias e empresas de e-commerce, que necessitam de ambientes seguros e estáveis para os clientes, são exemplos de organizações que já usam sistemas de Anti-DDoS. Porém, a tendência é que essa proteção passe a ser usada por empresas de todos os tamanhos e segmentos, uma vez que é inimaginável nos dias de hoje trabalhar sem o apoio das tecnologias de segurança.

No campo de detecção prévia de movimentos suspeitos, a inteligência cibernética ganha cada vez mais espaço no mercado. O monitoramento de redes abertas, Deep Web, Dark Web e de dispositivos de Internet das Coisas possibilita a identificação e antecipação a possíveis ameaças, contribuindo para a adoção de novas estratégias para proteção de estruturas, dados e informações.

Os tipos de ameaças continuarão evoluindo à medida que a tecnologia avança e aumenta o número de dispositivos conectados à rede que trocam e geram um volume gigantesco de informações. Nesse cenário, o planejamento de segurança da informação precisa incluir ferramentas de backup para recuperação rápida de arquivos e dados em caso de ataques. Os recentes ciberataques ligaram o alerta vermelho de executivos do mundo inteiro. Todos aprenderam a lição que basta um ataque para acabar com toda a trajetória de uma empresa.

O ambiente corporativo está cada vez mais conectado e dependente de tecnologias. Sem soluções preditivas de segurança digital, o futuro das organizações estará em risco. Como temos visto recentemente, o mundo pode mudar completamente em apenas algumas horas. Será que alguém ainda duvida disso?

Mário Rachid, Diretor Executivo de Soluções Digitais da Embratel

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Campinas recebe programa global de Cidadania Corporativa da IBM

Campinas (SP) é a cidade escolhida para sediar a 22ª edição do Corporate Service Corps (CSC), programa global de cidadania corporativa da IBM que seleciona funcionários da empresa em todo o mundo para atuar na resolução de desafios sociais, econômicos e ambientais em projetos que integram planos de crescimento econômico, gestão de processos e tecnologia em organizações. Ao todo, serão 12 voluntários vindos de 11 países (Alemanha, Canadá, China, Cingapura, Coreia do Sul, Eslováquia, Estados Unidos, Irlanda, Japão, Paquistão, Vietnã) que realizarão, durante o período de um mês, consultorias gratuitas em quatro instituições localizadas em Campinas. O objetivo é oferecer o conhecimento da IBM para a sociedade, além de dar oportunidade de crescimento para os funcionários e organizações participantes.

As atividades terão início com um evento que irá discutir “O poder da tecnologia da informação para a mobilização social”, no Teatro IMA Cultural, em Campinas. Além disso, também serão apresentadas as instituições que participarão da iniciativa. São elas: Secretaria Municipal do Verde, Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, CEASA, IMA (Informática de Municípios Associados) e CAMPC (Centro de Aprendizagem e Mobilização pela Cidadania).

2017 é um ano de celebração para o Corporate Service Corps, pois além da realização de sua 22ª edição, comemora-se também o 10º aniversário do programa. Por isso, para o gerente de Cidadania Corporativa da IBM Brasil, Jonathan Colombo, a realização das atividades representa um importante marco para a história do projeto. “Há dez anos, mobilizamos equipes multidisciplinares para realizarem projetos que já impactaram positivamente 41 milhões de pessoas em 37 países. Só no Brasil, já recebemos 283 funcionários da IBM de 38 países que colaboraram com 84 organizações em 15 cidades. É um importante movimento mundial que representa a força do engajamento coletivo”, informa.

No fim do programa, as equipes da IBM devem apresentar um relatório que aponte transformações factíveis para uma atuação mais eficiente das organizações participantes, dentro dos desafios propostos por cada uma delas.

Escopo dos projetos selecionados:

•Secretaria Municipal do Verde, Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Cidade de Campinas

Projeto piloto para extensão da eficácia e impacto social da Lei de Compensação Ambiental, com o objetivo de evitar atos de destruição dos reflorestamentos executados e disseminar informação sobre benefícios diretos e indiretos de manutenção e uso adequado desses espaços pela população.
Consultores IBM: Alan Cherubini (Irlanda), Eva Kovacova (Eslováquia) e Seul Un (Sue) Sung (Coreia do Sul)

•IMA – Informática de Municípios Associados

Diagnóstico e recomendações de melhorias do APP Portal do Cidadão para criação de um portal móvel de cidades inteligentes e acesso aos serviços públicos, visando aumentar a qualidade, velocidade e transparência dos serviços prestados à comunidade. Agregação de valor à experiência do usuário utilizando tecnologias de inteligência artificial para mapeamento do perfil individual de cada cidadão para oferecer serviços personalizados com acessibilidade, segurança e comodidade, garantindo a satisfação dos cidadãos.
Consultores IBM: Akiyo Takashima (Japão), Anton McConville (Canadá) e Rabia Rafiq (Paquistão)

•CEASA – Centrais de Abastecimento de Campinas

Recomendações para aprimoramento do processo de logística e mapeamento de doadores e beneficiados. Além da elaboração de plano estratégico para que o Banco Municipal de Alimentos de Campinas torne-se afiliado ao Banco Mundial de Alimentos (The Global Foodbanking Network – GFN), alinhando-se aos princípios que regem o Programa de Segurança Alimentar e Nutricional da ONU / Unicef.
Consultores IBM: Karen Go Kue (Cingapura), Steven M. Chamberlin (Estados Unidos) Yu Xuan (Popeye) Liu (China).

•CAMPC – Centro de Aprendizagem e Mobilização pela Cidadania

Roteiro para um sistema de gerenciamento integrado de baixo custo para otimizar os processos internos da organização e, assim, aprimorar a qualidade sobre serviços prestados anualmente para 3.000 usuários (jovens e suas famílias) e 90 empresas parceiras.
Consultores IBM: Kristine J. Berry (Estados Unidos), Nguyen Thi Thuy (Vietnã), Pascal Wagner (Alemanha)

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Park Place Technologies adquire NCE Group Limited

A Park Place Technologies anunciou hoje que concluiu a maior aquisição da história da empresa, adquirindo o NCE Group Limited (NCE), fornecedora global de reparo e manutenção de centrais de dados terceirizada. Embora os termos da transação não tenham sido divulgados, essa aquisição aumenta substancialmente o portfólio de clientes globais da Park Place e sua presença na Europa. As empresas planejam iniciar imediatamente a integração de operações, parceiros de canal, clientes e funcionários, acrescentando mais de 280 pessoas à equipe atual da Park Place Technologies.

“A NCE tem proporcionado serviços excepcionais, profundo conhecimento de produtos e expertise do setor por mais de 35 anos”, declarou Ed Kenty, presidente e CEO da Park Place Technologies. “Com design e entrega centrais à identidade da NCE, estamos empolgados por alavancar sua experiência exclusiva e liderança exemplar à medida que ampliamos ainda mais nossa capacidade e atendimento, além das funções de suporte para nossos clientes.”

Desde 1981, a NCE atende clientes em todo os EUA e Reino Unido, tendo crescido a ponto de prestar serviços a empresas Fortune 100, além de clientes TI de pequeno e médio porte em uma vasta gama de setores. Com sede em Wiltshire, Reino Unido, a NCE há muito atua como líder proeminente no setor de manutenção terceirizada de hardware empresarial pós-garantia. Ao integrar-se com a Park Place, os clientes da NCE podem esperar beneficiar-se de maiores eficácias e serviços com melhor relação custo/benefício. A expertise adicional de hardware de central de dados da NCE também ampliará a capacidade de a Park Place fornecer para seus clientes.

“Com o passar dos anos, a NCE ajudou a milhares de empresas com suas necessidades de TI”, declarou Andrew Genever, ex-CEO da NCE e recém-nomeado vice-presidente de operações de depósito na Park Place Technologies. “Ao nos unirmos à Park Place, continuaremos prestando um atendimento excepcional a nossos clientes em todo o mundo utilizando, ao mesmo tempo, a ampla expertise da Park Place. Nossos clientes se beneficiarão de maior acesso a capacidades de engenharia, melhores tempos de resposta e uma melhor experiência de atendimento. Essa aquisição aprimorará ainda mais o modo como trabalhamos com nossos parceiros de canais, solidificando nossa capacidade de satisfazer as necessidades de TI em constante mudança de nossos clientes.”

“Durante as últimas semanas, a Park Place Technologies anunciou diversas aquisições”, declarou Chris Adams, presidente e diretor de operações da Park Place Technologies. “Hoje, nós recebemos a NCE na família Park Place Por meio dessa aquisição, estamos solidificando a posição de mercado da Park Place como maior prestadora global totalmente dedicada à manutenção de centrais de dados. Estamos expandindo nossa pegada em mercados europeus adicionais e acrescentando talento aos locais mais remotos no setor a fim de apoiar nossa crescente base de clientes e enriquecer sua experiência.”

Essa transação marca a sexta aquisição da Park Place Technologies neste último ano, bem como o esforço mais recente da empresa em demonstrar seu comprometimento global de pavimentar o futuro para manutenção de hardware pós-garantia e armazenamento do legado empresarial.

Em novembro de 2016, a Park Place Technologies abriu um local na Ásia-Pacífico (APAC) em Cingapura. Mais recentemente, a Park Place Technologies adquiriu a Prestige Data Center Solutions, com sede no Reino Unido, a Performance Data, com sede em Cingapura e a Allen Myland, Inc., com sede nos EUA, expandindo ainda mais seu alcance global e ofertas de serviço.

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Cientistas de dados criam solução para o varejo global

A TARGIT, multinacional dinamarquesa de Business Intelligence, anuncia globalmente a solução para o varejo chamada Retail Pro Decisions. O lançamento foi resultado de um trabalho totalmente brasileiro, exercido por cientistas de dados da TARGIT Brasil, em parceria com a Retail Pro, empresa líder em gestão de varejo – presente em mais de 100 países e em mais de 150 mil PDV’s no mundo.

“A proposta é levar para o segmento varejista o poder da decisão baseada em dados”, revela Allan Pires, CEO da TARGIT para a América Latina & Texas. “Estes dados podem revelar muito sobre as operações como padrões de consumo, eficiência operacional, sensibilidade a preço e campanhas de marketing, performance de vendas, otimização do supply chain, etc. Quando o executivo possui o insight em tempo real de onde há oportunidade de aprimoramento, a ação é muito mais rápida e torna a empresa mais competitiva”.

A solução atenderá os mercados da América Latina, América do Norte e Oriente Médio. Dubai é o primeiro local, onde o primeiro projeto está em fase de desenvolvimento. O executivo ainda explica que o Brasil possui um grande mercado para os cientistas de dados, sinal positivo com a chegada da digitalização da economia. “A TARGIT Brasil está de olho nesta nova geração de especialistas analíticos, pois são jovens com alta capacidade de resolver problemas complexos e que, também, são antenados com as novas tecnologias. Isso permite um manejo do Big Data de forma quase que espontânea”, afirma.

A equipe de cientistas entendeu quais eram as principais necessidades do mercado varejista. Desta forma, a solução foi construída baseada em dados relevantes para o segmento, com alertas e notificações para qualquer imprevisto e painéis de análise em tempo real. A solução é personalizada, com base na metodologia TARGIT de BI e Analytics. Para ambas as empresas, a expectativa nos próximos meses de operação é atingir 100 clientes.

O Retail Pro Decision está integrado nativamente com as soluções da Retail Pro e com soluções de mercado como Enterprise Resource Planning (ERP) ou sistemas de gestão de venda PDV, tanto nacionais quando internacionais. Em outras palavras, o investimento em implantação é mínimo. “Os clientes podem conectar qualquer sistema em sua cadeia de suprimentos a fim de receber dados e ter uma visão 360 graus de seus negócios”. Os dados integrados são exibidos em painéis facilmente manuseáveis. Portanto, os varejistas estarão sempre habilitados a descobrir padrões em vendas, localização, desempenho e margens de lucro.

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WatchGuard Technologies adquire a Datablink e adiciona autenticação avançada ao portfólio de segurança

A WatchGuard® Technologies, líder em soluções para segurança wireless e segurança avançada de redes, anunciou hoje que fechou a aquisição da Datablink, uma fornecedora líder de soluções de autenticação avançada e de soluções de eBanking para instituições financeiras brasileiras. Esta aquisição estende o portfólio de segurança da WatchGuard para além da segurança wireless e de rede, permitindo que a empresa forneça autenticação avançada para qualquer empresa, independentemente do tamanho ou da especialidade técnica.

Segundo o Relatório de Investigações de Violação de Dados de 2016, 63% das violações de dados confirmadas envolveram vulnerabilidades causadas por senhas fracas ou roubadas, provando que autenticação forte é um componente essencial para se abordar na segurança de dados de qualquer empresa. Com esta transação, a WatchGuard procura prosseguir com o sucesso da Datablink em proteger as transações financeiras no Brasil, além de avançar com a plataforma de autenticação corporativa da empresa para torná-la mais acessível ao mercado SMB, além de empresas multinacionais.

“O mercado de eBanking no Brasil é e continuará sendo uma área de investimento estratégico da WatchGuard”, declarou Prakash Panjwani, CEO da WatchGuard. “Reconhecemos a natureza especializada das relações com clientes já existentes da Datablink, e estamos 100% comprometidos em mantê-las com investimento contínuo em soluções de eBanking para o mercado brasileiro. Estamos ansiosos para investir na continuidade das fortes relações que a Datablink estabeleceu no decorrer dos anos com várias empresas de serviços financeiros no Brasil.”

“A grande reputação da Datablink de proteger o setor bancário brasileiro, foi parte do motivo do interesse criado pela WatchGuard em nossa empresa e nossas tecnologias”, disse Alexandre Cagnoni, CEO e CTO da Datablink. “Fazendo parte da WatchGuard, nossos valiosos clientes no setor bancário brasileiro aproveitarão de um crescimento nos investimentos e benefícios de suporte ao fazermos parte de uma empresa maior. Estamos ansiosos para continuar crescendo com esses clientes nos anos que estão por vir.”

Com esta transação, a WatchGuard também poderá adicionar autenticação avançada ao portfólio da empresa, para soluções de segurança projetadas especificamente para revendas através do premiado ecossistema de canais, visando ambientes SMB, distribuídos e de multinacionais.

“Nosso objetivo com esta transação foi de adicionar um novo elemento essencial ao nosso arsenal em soluções de segurança para Wi-Fi e rede, além de criar uma parceria com um fornecedor de autenticação avançada cujas soluções se alinham e apoiam diretamente nossa missão de tornar a segurança de nível corporativo acessível para empresas de todos os tamanhos”, disse Panjwani. “Não poderíamos estar mais felizes com o novo capítulo que esta aquisição representa.”

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Tracksale promove a 4ª edição do CX Summit em São Paulo

A Tracksale, empresa que oferece uma solução tecnológica para melhorar a experiência de compra, promove a quarta edição do CX Summit, maior evento sobre experiência do cliente do Brasil, no dia 28 de setembro, das 7h30 às 19h, no Theatro Net São Paulo.

Os participantes terão um dia de imersão com troca de conhecimento sobre as melhores técnicas para aprimorar o relacionamento entre as empresas e consumidores. De acordo com Tomás Duarte, idealizador do evento, o objetivo é que elas possam se inspirar nos cases de sucesso e que se conectem com outros profissionais e corporações que estão inovando com os seus clientes.

“O conceito de customer experience já faz parte do DNA de grandes companhias nos países europeus e nos Estados Unidos, mas o Brasil ainda é muito carente de práticas que melhorem efetivamente a relação marca e consumidor. Quem nunca teve que fazer uma reclamação no Procon ou Reclame Aqui? Por este motivo, realizamos o CX Summit para mostrar a importância e o retorno que as corporações têm ao investir em estratégias de relacionamento com o consumidor. Queremos aproximar as empresas que oferecem soluções para as companhias que necessitam dessas inovações”, afirma Duarte.

Já consolidado como o maior evento sobre o tema, o CX Summit chega a sua 4ª edição, tendo passado por São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte em 2016. Nas últimas edições, estiveram no palco empresas que já se destacam no ramo, como Zendesk, Mercado Livre e Nubank. Este ano serão dois palcos com 16 palestras simultâneas e presenciais, e mais um bônus de 10 entrevistas digitais com conteúdo exclusivo, e todas serão gravadas e divulgadas apenas para os participantes.

Dentre alguns dos confirmados estão Murilo Gun, da Creativity Teacher da Keep Learning School; Gustavo Caetano, CEO da Samba Tech; Tomás Duarte, CEO da Tracksale; Cláudia Vale, CEO da EID Institute e FLWOW!; Tatiana Pezoa, CEO da Trustvox; Lincoln Murphy, Customer Success Consultant; e Renato Camargo, Head de Marketing/Loyalty no Grupo Pão de Açúcar e Manoel Carlos.

Além disso, empresas como Sympla, Max Milhas, Zendesk, Endeavor, Cubo Coworking, Banco do Brasil, Evnts, Hotmart, Seculus, Expedia e outras grandes marcas também serão representadas no evento.

O público será composto majoritariamente por participantes que ocupam cargos como heads, gerentes, diretores e C-levels e eles terão contato com importantes estratégias, ferramentas e soluções que irão ajudar suas empresas a melhorar a satisfação dos seus clientes. Temas como Fidelização, Inovação e Retenção de clientes também serão pautas abordadas pelos palestrantes.

Os ingressos variam de R$ 807,50 (grupo) a R$ 1.150,00 (individual). Os interessados podem acessar o site ou a página do evento na Sympla. Para aqueles que queiram patrocinar o CX Summit, basta entrar em contato com os organizadores da Tracksale por meio do e-mail ou portal.

A programação do Customer Experience Summit e informações sobre inscrições são encontradas no portal: cxsummit.com.br/

Customer Experience Summit (CX Summit)

Data: 28 de setembro
Local: Theatro Net São Paulo – Shopping Vila Olímpia.
Endereço: R. Olimpíadas, 360 – Vila Olímpia, São Paulo – SP
Site: cxsummit.com.br/

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11 dicas para comprar o smartphone certo para o Dia dos Pais

© Fernando Coelho 2015

Por Samir Vani

Quem não gostaria de ganhar um smartphone? Pois o Dia dos Pais está chegando e um celular é o tipo de presente que muitos filhos pensam em comprar. Mas, com tantos modelos e configurações, como fazer a escolha certa? Antes de colocar a mão no bolso, é preciso estar atento a algumas questões importantes, para que a alegria de ganhar um presente assim não se transforme em desilusão na hora de utilizar o equipamento.

Como aconteceu com os carros num passado não muito distante, existia basicamente apenas um modelo de smartphone para todos os usos e gostos. Atualmente, os fabricantes têm colocado à nossa disposição uma variedade incrível de modelos. E qual o motivo? As pessoas têm necessidades diferentes. Para começar, seu pai utilizará o smartphone para o trabalho? Nesse caso, muito provavelmente você terá necessidades como maior tamanho de tela para leitura de emails. Caso passe todo o dia sem poder carregar seu smartphone, a maior necessidade será um modelo com grande autonomia… É um papai recente? É grande a chance de uso intenso de fotografias. Nesse caso, busque um produto com um bom sistema de cêmera, lente, processador… Enfim, aproveite a grande disponibilidade e não deixe isso te confundir…

Identifique o uso principal
O primeiro passo para a escolha correta é escrever uma pequena lista de 3 principais usos de seu smartphone. Seu pai adora fotografar? Gosta de ver filmes e videos no celular? E-mails? Leitura? Priorize o tamanho da tela, hoje existem produtos com telas de até 6 polegadas. Seu pai trabalha muito na rua? Tem uso constante do aparelho? Priorize aparelhos com grande bateria, e voce encontrará modelos que possuem baterias de 4000mAh, e que promotem autonomia de até 2 dias sem carregar. Usa apenas para mandar mensagens em redes sociais, por exemplo? Para apenas troca de mensagens, uso de redes sociais ou mesmo utilizar jogos casuais, por exemplo, é possível utilizar um aparelho menos robusto e mais baratos. Provavelmente, muitos pais utilizarão funções que não demandam muito do equipamento.
Veja alguns pontos importantes para você prestar atenção no momento da sua compra

Memória para armazenamento é essencial
É muito chato ter que ficar apagando com frequência fotos, vídeos e até aplicativos, por conta de falta de espaço no smartphone. Isso sem falar na lentidão no uso de um aparelho sobrecarregado. Vários modelos com Android (o sistema mais popular) têm 4 GB. Mas isso é pouco. Para começar, o sistema operacional vai abocanhar boa parte disso. Com aplicativos que já virão instalados (e muitos deles não podem ser removidos) sobra pouco para as atualizações automáticas e para novos apps. Ou seja, procure aparelhos com mais de 8 GB.

Memória RAM
Como nos computadores, a memória RAM também é um componente importante para o desempenho dos celulares. Mas, ao contrário de um desktop, não é possível “espetar” mais um pente de memória e fazer um upgrade. E esse item na configuração é importante para o desempenho do aparelho. Resumindo, de preferência, escolha um modelo com 1 GB ou mais.

Sistema operacional
O Android, do Google, é disparado o sistema mais utilizado em todo mundo. Cerca de 86% dos aparelhos usam esse software, de acordo com o instituto IDC. Por isso, é grande a possibilidade de que seu pai já esteja familiarizado com sua interface e recursos, seja por conta de já ter um aparelho ou por ver o sistema em um modelo de um amigo ou mesmo parente. Lembrando que a versão mais nova do Android é a 7, também chamada de Android N. Na sequência, aparece o iOS, sistema operacional do iPhone, na casa dos 12%, e o Windows Phone, com menos de 1% do mercado (e menor quantidade de aplicativos disponíveis). Vale lembrar que a versões mais recentes dos sistemas operacionais têm soluções melhores para o gerenciamento dos componentes.

Tamanho de tela
Atualmente é possível encontrar modelos com telas de mais de 5 polegadas. Eles são ótimos para quem quer ver um filme ou mesmo navegar na internet, por exemplo, e traz muito conforto no seu uso pela facilidade na leitura. Mas, às vezes, podem ser desconfortáveis para quem valoriza a portabilidade. Pense qual dessas duas características será mais importante para o seu pai na hora da escolha. Verifique sua lista de prioridades.

Bateria
A duração de bateria é um dos itens mais importantes para quem usa bastante o smartphone. Afinal, não adianta ter um aparelho “poderoso”, mas que rapidamente fica sem energia. Dê preferencia a aparelhos mais econômicos, e que podem durar um dia todo. Para isso, verifique a capacidade da bateria, mas dê atenção também à autonomia. Comparando com um carro, o tamanho do tanque é importante, mas o quanto ele faz por litro, também. Processadores mais modernos, por exemplo, permitem maior tempo de bateria. A medida relacionada às baterias é o mAh, e, para quem busca um número de referência, a princípio, a partir de 2600 mAh a bateria já é adequada.

Processador
O Processador é o motor do seu smartphone, e vem avançando muito a cada ano, valorize processadores mais recentes, pois possuem arquiteturas mais modernas, consomem menos energia e permitem uma melhor experiência de uso. Esses processadores também trazem funções de multimídia aprimoradas, como melhor tratamento de suas fotos, uma das funcionalidades mais pedidas hoje em dia. E têm maior capacidade para lidar com vários aplicativos e usos mais intensos. Faça uma pesquisa na internet sobre isso antes de escolher o modelo, verifique novamente sua lista e julgue se seu pai necessitará de um grande motor ou um mais simples.

Câmera
Quanto mais megapixels, melhor a resolução e a qualidade das imagens. Mas isso não é tudo quando o assunto é foto. Vale estar atento também a questões como a presença de flash (ideal para imagens noturnas). Como já comentado, hoje existem várias funcionalidades para o melhor uso das câmeras. E isso o ajudará bastante a caprichar na selfie.

Conexão de dados
Prefira os modelos com conexão 4G, que oferecem maior velocidade de acesso à internet. Mesmo que não haja essa rede disponível na região, eles também são compatíveis com o 3G.

Um ou dois chips?
Ter um aparelho “dual chip” é uma boa. Pois seu pai pode utilizar mais de uma operadora em um só aparelho, além de ter linhas para finalidades específicas (trabalho e uso pessoal, por exemplo).

Preço
Existe uma grande variedade de preços também, Mas é possível encontrar ótimos modelos em uma faixa intermediária de preço (abaixo dos R$ 1.000), com recursos que dão conta do recado para a maioria das necessidades dos pais tradicionais, e com propósitos bastante claros de uso.

Samir Vani é country manager no Brasil da MediaTek, empresa multinacional que fabrica processadores para smartphones

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O que é preciso saber sobre contratos societários em startups

Apesar da crise, o ecossistema brasileiro de startups cresce a todo vapor. Segundo dados da levantados pela ABS (Associação Brasileira de Startups), até o final de 2015, o número de empresas em desenvolvimento chegava a 4.151, contabilizando crescimento de 18,6% num período de seis meses. Porém, nem todas se estabilizam. Um estudo realizado pela aceleradora Startup Farm aponta que 74% das startups brasileiras fecham após cinco anos de existência e 18% delas antes mesmo de completar dois anos. Segundo o advogado Rodrigo Valverde, sócio do Schroeder&Valverde, um dos motivos que levam ao fechamento são os conflitos entre os sócios e a desvalorização no mercado.

Algumas medidas, como a discussão e revisão do contrato social, podem ser tomadas entre os fundadores e sócios para garantir a estabilidade da empresa. Abaixo, o especialista listou as dúvidas recorrentes sobre contratos societários e o que eles devem conter para que parte dos problemas sejam previstos em startups. Confira:

– Dedicação dos fundadores e executivos

É preciso estar bem claro no contrato se os fundadores e diretores serão exclusivos ou se trabalharão meio-período até que a empresa atinja um nível capaz de pagar uma remuneração adequada a eles. O desalinhamento de expectativas entre o tempo e disponibilidade que cada sócio vai dedicar ao negócio costuma ser fonte de discussões e problemas.

– Cláusula non-compete

Um ponto importante é deixar claro se após ou durante o término da relação societária/contratual, o sócio poderá atuar no mesmo segmento da empresa criada.

– Cláusula non-solicitation

Aqui fica claro se o fundador poderá convidar pessoas do time para trabalhar em outros projetos, durante ou após o término da relação societária/contratual.

– Afastamento do fundador

Independentemente do motivo, as consequências para esta hipótese precisam estar bem detalhadas. Na maioria das vezes, existe a compra da participação societária, mas não ficam definidos o critério para avaliação da empresa – e da participação do sócio que se retira. Parte dos critérios utilizados em negociações recorrentes, como múltiplo de Ebitda, ou valor patrimonial ou valor contábil, não se aplicam a startups. Também por isso é importante que a discussão sobre a forma de avaliar a participação dos sócios deve ser o mais simples e objetiva possível. O critério também deve ser escolhido antes da briga ou da saída do sócio, nunca no calor da emoção do momento.

– Saída e entrada de sócios

Os critérios para considerar a entrada de um novo sócio, que pode ser fundamental para o negócio, e também para decidir a saída de alguém que não esteja mais alinhado com o projeto, são pontos que devem constar nos contratos societários.

– Aporte de capital

Qual será a forma de diluição e recomposição de participação societária, a partir da entrada de recursos na companhia e das entregas feitas pelos executivos e fundadores.

– Diluição de fundadores por executivos

Na empresa, se existe intenção de premiar ou recompensar executivos com um programa de compra de ações e engaja-los no projeto, deve estar claro quais as medidas, percentual e critérios para a concessão deste benefício.

Rodrigo Valverde é advogado com mais de 11 anos de experiência no setor.

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Conviso fecha parceria com a IBM para fomentar mercado de segurança de aplicações

A Conviso, empresa brasileira focada 100% no mercado de segurança de aplicações, fechou parceria com a IBM, companhia referência mundial em soluções de TI, para fomentar o setor no Brasil. Com o acordo, as duas empresas juntam forças para ajudar o mercado a ter suas aplicações (programas de computador) bem mais protegidas contra ataques cibernéticos. A parceria contempla tanto a prestação de serviços da Conviso para a gestão de vulnerabilidades de aplicações quanto ao fornecimento da ferramenta de análise de segurança IBM Security AppScan.

“Como especialistas que somos, antes de fechar a parceria, nos certificamos que a solução IBM atende muito bem o mercado brasileiro, com alta qualidade e baixo custo, e pode ajudar muito as empresas, inclusive as pequenas e médias. Mas vale ressaltar que ferramentas sem especialistas não trazem os resultados esperados”, explica Wagner Elias, CEO da Conviso.

Esse formato de parceria é muito utilizado pela IBM em diversos mercados pelo mundo. “É um acordo que nos consolida como uma empresa referência neste mercado”, pontua Elias.

“O mercado, tanto mundial quanto o brasileiro, vive um momento de extrema exposição a ataques cibernéticos, vide os recentes ataques em massa WannaCry e Petya. O mundo é cada vez mais digital e, portanto, dependente do bom funcionamento das aplicações, sejam elas corporativas ou pessoais. Sem uma proteção adequada, essas aplicações serão a porta de entrada para fraudes, roubos e diversos tipos de ameaças as pessoas e as corporações. Temos convicção que a parceria IBM e Conviso abre uma nova perspectiva de proteção mais eficiente para todas as empresas!”, afirma André Pinheiro, Executivo de Parcerias de Segurança da IBM América Latina.

Para Elias, as vulnerabilidades podem expor informações confidenciais, causando impactos financeiros sérios nas organizações. “Uma empresa pode perder receita ou ter significativos prejuízo se não estiver atenta à segurança de suas aplicações. Incidentes como fraudes por meios digitais, vazamentos de informações confidenciais e violação da privacidade de dados pessoais de clientes são algumas das intempéries que podem estar sujeitas estas empresas”, explica.

Com sede em Curitiba, a Conviso nasceu devido a uma necessidade de mercado. Na época de sua fundação, o Brasil ainda não contava com consultorias de nicho altamente especializadas em segurança de aplicações. Então, com base em um modelo americano, a empresa surgiu com o objetivo de fornecer suporte e tecnologia necessários para proteção contínua de recursos computacionais essenciais ao negócio dos clientes. A Conviso acompanha os processos desde o início, apontando quais são os caminhos mais seguros para construir um software, plataforma web ou aplicativo. A empresa também realiza diagnóstico de sistemas, apontando vulnerabilidades e oportunidades de melhorias de segurança que podem ser aplicadas.

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Tecnologia disruptiva a favor do consumidor

Por Paulo Ferezin

Novas tecnologias, mudanças constantes no comportamento do consumidor, crises econômicas, novos canais de comunicação e vendas… O setor de varejo e bens de consumo sofreu inúmeras transformações ao longo dos anos, com impactos significativos que que afetaram empresas em todos os segmentos. E tem mais: não há nenhum sinal de desaceleração! Na verdade, o ritmo das mudanças provavelmente aumentará.

Entretanto, isso não é uma má notícia para aqueles que se preparam para as oportunidades. As novas tecnologias, as reformas regulatórias e um ambiente econômico transformado, combinado com a mudança das necessidades, expectativas e dados demográficos dos consumidores, criaram oportunidades incomparáveis para os varejistas com modelos de negócios disruptivos que irão mudar fundamentalmente a maneira de vender e comprar.

Diante desse cenário, os CEOs (Chief Executive Office) do setor de varejo e bens de consumo estão enxergando a necessidade de inovar. De acordo com a pesquisa CEO Outlook 2017, realizada pela KPMG, os presidentes de companhias do setor priorizam as novas tecnologias (16% em comparação com 10% do resultado dos outros setores que fazem parte do estudo) e novos concorrentes/ disruptores (11%) como principais fatores para o impacto do crescimento nos próximos três anos.

Além disso, os participantes concordam que são efetivos na detecção de sinais de mercado (80% em comparação com 64% da amostra geral), entretanto, eles estão preocupados com o fato de a organização não possuir competências e processos inovadores para responder a uma rápida disrupção (80% em comparação com 50%). Outro item de preocupação para o segmento é que apenas 46% dos participantes do setor de varejo e bens de consumo da pesquisa realizada pela KPMG afirmam que a organização que preside está buscando acompanhar a taxa de inovação tecnológica na área.

Quando falamos sobre consumidores, 31% dos CEOs do varejo e bens de consumo indicam a incapacidade de identificar os millenials como o principal desafio para relacionamentos com os clientes, seguido da incapacidade de segmentar setores de crescimento/ grupos demográficos nos mercados domésticos (18%). Esses dados se tornam mais expressivos quando comparados com a Top of Mind, outra pesquisa realizada pela KPMG, essa com o apoio da Consumer Goods Forum. De acordo com esse levantamento, que ouviu cerca de 550 executivos do setor de varejo e bens de consumo, 36% dos participantes disseram que a confiança e a fidelidade do cliente são as principais prioridades para próximos dois anos. Além disso, 74% disseram que a confiança e a fidelidade do cliente são de importância “grande a decisiva” para o sucesso a curto prazo. Por outro lado, 39% deles admitem que, com relação à personalização da experiência do cliente, os recursos de suas empresas variam de insatisfatórios a razoáveis.

Esses dados se apresentam como um sinal de alerta para o setor, já que os consumidores de hoje estão exigindo maior conveniência, valor e uma experiência incrível. Essas três tendências-chave estão causando disrupções em uma escala sem precedentes nos mercados e modelos de negócios existentes.

As empresas que respondem a essa nova realidade estão sendo recompensadas – muitas vezes generosamente. Já quem ainda não se adaptou está ficando para trás e correndo sérios riscos.

Paulo Ferezin é sócio da KPMG no Brasil

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T-Commerce – A tecnologia do futuro – Por Anselmo Martini

O mercado de T-Commerce, por sua natureza tecnológica aliada a parte criativa dos conteúdos que incluem filmes, seriados, comerciais e as mais variadas produções independentes, permite abrir um novo espectro de possibilidades que inevitavelmente deve mudar a maneira de pensar e consumir, levando o mercado a um novo patamar.

Com o constante e rápido desenvolvimento de soluções, em específico no mercado de entretenimento, em breve todas as empresas de tecnologia relacionadas a área de e-commerce, conteúdo, plataforma, geração de dados e informação estarão de uma forma ou outra vinculadas ao conceito de T-Commerce, seja por meio de sua própria tecnologia ou por licenciamentos e parcerias.

A capacidade de adequar-se as necessidades das empresas e pessoas é fundamental tanto para a monetização quanto para a popularidade desse recurso, como uma nova opção no mercado. Especificamente no segmento brasileiro de audiovisual essa é uma tecnologia que será uma grande ferramenta para produtores independentes oferecerem as marcas e empresas como uma das principais contrapartidas por patrocínios, indo além do que é entregue hoje, gerando uma oportunidade de monetização até então inexistente. Assim, as empresas passam a ter não apenas a compensação fiscal, mas uma receita efetiva e conforme o produto e plataforma de distribuição disponível atingindo ótimos níveis de retorno.

Por se tratar de um assunto extremamente novo no país para os profissionais de diversas áreas, ainda não existe uma regulamentação específica, portanto é um campo a ser explorado em todos os aspectos e, de certa maneira descoberto, visto as inúmeras possibilidades que oferece.

Existem diversas formas de desenvolver este mercado, seja usando tecnologias já conhecidas, como o chamado 2nd screen, em tradução livre “segunda tela”, trata-se de um aplicativo que reconhece a imagem por som e sinaliza o produto que aparece na TV ou em outro aparelho disparando uma mensagem, por exemplo, em um aplicativo de celular ou tablet; ou por meio de outras alternativas mais interativas e imediatas para o consumidor.

Um dos pontos mais interessantes de uma tecnologia de T-Commerce é o grau de interatividade com o espectador/consumidor e as capacidades oferecidas, como a possibilidade de colocar produtos/serviços em um carrinho, navegar entre as opções de forma interativa e rápida, concluindo a compra ou reservando o produto para adquiri-lo após o programa. Dessa maneira, é possível passar de espectador para consumidor e de volta para espectador, tudo em poucos cliques.

A demanda e exigência cada vez maior do público consumidor obriga que as novas plataformas e tecnologias relacionadas ao T-Commerce sejam altamente flexíveis e polivalentes para atender os interesses e desejos do espectador e dos clientes, seja em plataformas e emissoras de TV ou marcas e empresas que investem para a venda de produtos, serviços e anúncios.

O desenvolvimento de tecnologias que integrem conteúdos, produtos e e-commerce é a tecnologia do futuro e o caminho que o T-Commerce segue. Cada vez mais a melhor solução é aquela que é menos invasiva, disponível imediatamente com cada vez menos cliques e mais precisão e que entregue aquilo que se propõe com a máxima velocidade e qualidade.

Analisando o mercado brasileiro em geral, infelizmente estamos presos a questões burocráticas, tributárias e normativas ficando para trás de outros países em que o empreendedorismo é, em regra geral, mais acessível. Porém, a grande vontade e inabalável persistência dos empresários brasileiros agregado ao potencial latente do mercado é algo que sobressai, sempre atraindo interesse tanto nacional como internacional. O tempo dirá se isto ocorrerá, porém o T-Commerce está se desenvolvendo e se fortalecendo de forma permanente para marcar presença e tornar-se algo comum no mercado brasileiro. Portanto vale ficarmos de olho.

Anselmo Martini é Vice-Presidente de Marketing Global do grupo CinemallTec.

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Engineering compra Infogroup da Intensa Sanpaolo

A Engineering ­­– multinacional italiana fornecedora de soluções e serviços de TI – e a Intensa Sanpalo assinaram um acordo, no qual a Engineering passa a ter 100% do capital da Infogroup. O contrato presume, entre outras coisas, manter o número de colaboradores e criar uma relação comercial entre Intensa Sanpaolo e a Infogroup. A transação está sob aprovação dos órgãos competentes e está prevista para ser concluída até o final deste ano.

A infogroup é uma empresa voltada para serviços de TI para o setor financeiro e o volume total dos negócios da Infogroup nos seus escritórios nas cidades de Florença e Moncalieri, na Itália, chega a aproximadamente 70 milhões de euros.

Cerca de 70% dos negócios da Infogroup vem do mercado financeiro e os outros 30% são oriundos de serviços de banca e seguros, loyalty / e-commerce e serviços de informação financeira. A Intesa Sanpaolo foi aconselhada pela EY e Studio Legale Pedersoli.

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Betalabs espera crescimento de 20% no volume de vendas para Dia dos Pais

A Betalabs, empresa especializada em sistemas de gestão e plataformas de e-commerce, estima crescimento de 15% a 20% no volume de vendas dentro da sua base de clientes para o Dia dos Pais quando comparado com períodos normais. A avaliação é que a data, que ocorre este ano no dia 13 de agosto, deva estimular a procura no comércio eletrônico por produtos como bebidas, vestuário e beleza masculina.

De acordo com Luan Gabellini, sócio-diretor da Betalabs, muitos lojistas devem preparar ações específicas para a data, como promoções, ações de marketing e criação de kits, como cestas de produtos. “Essa preparação deve começar muito antes, de modo que o lojista possa ter claro como ele deve formatar a ação”, conta o especialista.

A Betalabs, que contabiliza na sua carteira de clientes cerca de 300 e-commerces de diversos segmentos, já sentiu a preocupação por parte desses lojistas virtuais para que possam ser otimizadas as vendas para a data. “As dúvidas recorrentes desses lojistas virtuais se dão basicamente na elaboração de ações como construção de cestas de presentes e como criar uma promoção de impacto para os kits”, afirma.

O especialista afirma que uma estratégia interessante que os e-commerces podem optar por fazer é incluir na elaboração desses kits produtos que normalmente não são tão procurados para a data, como itens de beleza ou alimentação. “Essa preparação deve começar muito antes, de modo que o lojista possa ter claro como ele deve formatar a ação”, aconselha.

Outra preocupação que as lojas virtuais estão tendo para a data deste ano é com relação ao prazo de entrega do produto. “Uma tendência que estamos observando com os nossos clientes é a opção por modalidades de frete expressa”, conta o sócio-diretor da Betalabs. “As pessoas optam por frete expresso para ter a garantia que o produto vai chegar a tempo da data comemorativa”, complementa.

Segundo estimativa da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), o Dia dos Pais deve movimentar R$ 2,07 bilhões nas vendas pela internet. Esse valor representa um crescimento de 12% em relação à mesma data de 2016, de acordo com a entidade. No total, a expectativa é que as lojas virtuais brasileiras recebam 5,99 milhões de pedidos, com ticket médio de R$ 346.

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