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Parfin, plataforma de gerenciamento unificado de ativos digitais, recebe aporte de US$1,3 milhão

A Parfin, plataforma de ativos digitais que conecta o mercado financeiro tradicional com o digital, fechou sua rodada seed com um aporte de US$1,3 milhão liderado pelo fundo americano Valor Capital Group. A rodada contou também com a participação de Alexia Ventures e Vórtx, além de investidores anjo. Com os recursos, a startup irá investir em expandir a gama de serviços, tanto para ativos digitais, quanto para serviços financeiros, incluindo pagamentos.

Criada em 2019 por Marcos Viriato, Cristian Bohn e Alex Buelau, a Parfin chegou para resolver os principais desafios enfrentados pelos investidores institucionais ao gerenciar e operar ativos digitais. Entre eles, destacam-se o ecossistema fragmentado em múltiplos locais de negociação que dificultam a gestão e aumentam a complexidade dos controles e tornam a operação mais propensa a erro humano e riscos de segurança.

O mercado das criptomoedas, por exemplo, vem em ascensão e tem despertado o interesse de investidores institucionais. “Até recentemente, todo o movimento em cripto tem sido feito por pessoas físicas e alguns early adopters e pouco era feito por instituições financeiras e investidores institucionais. Agora, é possível comprar criptomoedas por aplicativos e bancos começam a ofertar, tornando-se uma classe de ativos mainstream”, comenta Marcos Viriato, co-fundador e CEO da Parfin.

A Parfin opera em um modelo “Crypto as a Service”, conectando as instituições tradicionais a toda a oferta de criptomoeda. “A partir daí, o banco pluga onde comprar e como armazenar, de forma estruturada em uma plataforma única, conectando-se a todo o ecossistema”, diz o executivo. Segundo o CEO, o ecossistema atual de ativos digitais tem um potencial enorme para transformar o mercado financeiro, mas esbarra ainda em ineficiências. “A adesão dos investidores institucionais está ainda no início. A movimentação de cripto moedas e ativos digitais, por ser uma operação irreversível, exige atenção e conhecimento para evitar prejuízos ao operador”, conta.

Para solucionar problemas de erros ou distrações que comprometam a segurança dos investimentos, a plataforma Parfin faz a integração por meio de APIs que unificam todos os participantes, como bolsas de negociação, custodiantes de ativos digitais e/ou bancos tradicionais, em um único lugar. A consolidação de carteira permite que usuários visualizem, gerenciem e façam as transferências de seus ativos. O sistema de transferência de ativos permite que as operações sejam feitas de forma contínua e segura, eliminando processos manuais que levam a erros em plataformas usuais. Os ativos digitais são armazenados em carteiras digitais seguras de última geração que utilizam tecnologia MPC (Multi-party Computing), e os usuários podem acompanhar todos os seus ativos digitais e movimentos em relatórios padronizados e unificados.

Na visão de Michael Nicklas, Managing Partner da Valor Capital Group, a startup preenche um enorme gap do mercado de ativos digitais. “A ineficiência do mercado dava muito abertura à riscos de segurança e falhas. As soluções criadas pela Parfin melhoram a alocação de capital e a eficiência operacional, permitindo uma gestão unificada, com alto nível de segurança para as operações”.

“Estamos trabalhando em novas ferramentas. Hoje, nosso produto é utilizado por empresas na América Latina, muitas delas no Brasil, e na Europa. Esse é um mercado global e planejamos atender clientes no mundo todo. Em breve, disponibilizaremos mais ferramentas para a gestão e execução eficiente de ativos digitais, em especial para suportar os ativos financeiros tokenizados (STOs) e, futuramente, as moedas digitais de bancos centrais (CBDCs)”, complementa Marcos.

Os desafios da liderança feminina nas empresas de tecnologia

Atualmente, muito se fala sobre diversidade como um fator importante para o sucesso das empresas. Segundo uma pesquisa da Mckinsey, o resultado financeiro das empresas com mais diversidade de gênero é 21% maior do que o das empresas com menor grau. Mas, na prática, esta importância não parece ser reconhecida; de acordo com o Crunchbase (plataforma usada para encontrar informações comerciais sobre empresas privadas e públicas), apenas 2,3% do total de aportes de capital de risco em startups no mundo em 2020 foi destinado a empresas fundadas por mulheres.

Com um quadro de 50% de colaboradoras, a Gupy, empresa líder em tecnologia para Recursos Humanos no Brasil, está cada dia mais empenhada em construir um time com mais diversidade e um ambiente mais inclusivo.

Além do desafio de ter uma liderança formada igualmente por homens e mulheres, a Gupy também está olhando para a área de tecnologia, que costuma ter muito mais homens do que mulheres programadoras, tanto dentro das empresas quanto nas salas de aula. Para isso, a Gupy também tem hoje uma parceria com a consultoria de recrutamento de tecnologia com foco em diversidade, a Intera, justamente para promover uma atração maior do público feminino. Atualmente, na área de tecnologia da Gupy há 20% de mulheres programadoras contra 80% de homens, números que a empresa foca em melhorar, introduzindo e apoiando iniciativas de contratação, como o Speed Hiring da Reprograma – iniciativa que foca em ensinar programação para mulheres CIS e Trans, que, muitas vezes, não possuem recursos ou oportunidades para aprender a programar.

Mariana Dias, CEO e cofundadora da Gupy, ressalta a importância de ter inspirações femininas. “Desde o início a empresa teve uma influência feminina muito forte, eu mesma me inspirei muito na minha sócia, a Bruna Guimarães, quando a conheci na época no programa de trainee na Ambev, eu a olhava e imaginava nossa que mulher empoderada, ‘quero ser assim um dia’. Na Gupy, nós incentivamos essa mesma atmosfera de inspiração”.

Este cenário de desigualdade de gênero na área de TI não é apenas no time da Gupy, e com certeza, a empresa liderada por Mariana Dias não é a única a enfrentar dificuldades para encontrar mulheres programadoras ou engenheiras. E esta realidade também se reflete no empreendedorismo na área de tecnologia. A Associação Brasileira de Startups (ABStartups) mapeou mais de 12 mil empreendimentos no país: 84,3% são liderados por homens, enquanto apenas 15,7% têm à frente uma empreendedora. Os motivos desta disparidade são muitos, indo desde o próprio preconceito enraizado até a menor presença feminina em carreiras de tecnologia, engenharia e matemática. Porém, ainda para aquelas mulheres que se dedicam a estas carreiras e ao mundo das startups, há outro abismo: apenas 2,3% dos investimentos em startups no mundo foram para empresas lideradas por mulheres.

“Hoje em dia, a representatividade feminina no ecossistema empreendedor é muito baixa; há poucas startups fundadas por mulheres crescendo e sendo exemplo para outras mulheres fazerem a mesma coisa. Inclusive, nos bate-papos sobre empreendedorismo, normalmente são homens liderando a discussão e muitas vezes não há mulheres fazendo parte da conversa. Por isso, eu gosto de participar ativamente destes espaços de conversa e buscar ao máximo ser exemplo para outras mulheres empreendedoras, mostrando quais são os desafios, pontuando alguns erros e acertos, mas acima de tudo, mostrando que a jornada do empreendedorismo também é para elas, e que elas devem se apropriar deste espaço”, finaliza Mariana Dias.

A Gupy, que dobrou de tamanho em 2020 – chegando a 250 colaboradores – e é conhecida no mercado por ter uma cultura corporativa forte, atribui o crescimento acelerado nos últimos 5 anos aos gupiers (como se chamam os colaboradores da Gupy): “O nosso propósito é gente realizada, dentro e fora da Gupy. Com muita dedicação, montamos um time de pessoas diversas e realizadas que estão trabalhando pelo mesmo propósito. Ainda temos muito a aprender e evoluir em relação a diversidade, mas entendemos a importância dela para os negócios porque também é muito importante para nós e vemos isso refletido em nosso crescimento todos os dias”, finaliza Mariana.

OTRS Group nomeia Benjamin Müller como vice-presidente executivo da plataforma OTRS

O executivo será responsável por garantir a inovação sustentável da solução

O OTRS Group, fabricante e fornecedor mundial do pacote de gerenciamento de serviços OTRS, anuncia a nomeação de Benjamin Müller para o cargo de Vice-presidente Executivo. Sob sua liderança, a plataforma OTRS será aprimorada para fornecer aos clientes uma solução altamente inovadora. O foco do gerenciamento de soluções é oferecer suporte durante toda a jornada do cliente.

O executivo é especialista na definição e desenvolvimento de soluções em nuvem e irá aplicar sua experiência em projetar arquiteturas de software, assim como lidar com provedores de IaaS, PaaS e SaaS para aprimorar ainda mais a plataforma OTRS. Antes de ingressar no OTRS Group, Müller trabalhou como Chefe de Desenvolvimento na ADAMOS, fornecedor de soluções digitais no setor de engenharia mecânica e de plantas. Isso foi precedido por posições profissionais na Software AG. Benjamin Müller é graduado em Informática de Negócios e foi responsável pelo desenvolvimento de uma plataforma baseada em nuvem no ambiente da indústria 4.0.

“Estou muito animado por poder moldar o gerenciamento de soluções no OTRS Group”, disse Benjamin Müller, vice-presidente executivo de soluções OTRS. “É um momento emocionante, com muitos desafios e reviravoltas, em que vejo muito potencial para o OTRS.”

“Benjamin Müller é exatamente a pessoa certa para o cargo”, disse Christopher Kuhn, COO do OTRS Group. “Ele não apenas traz grande experiência no projeto de arquiteturas de software, mas também possui a liderança e as habilidades necessárias para transformar completamente o gerenciamento de soluções no OTRS Group.”

O OTRS Group oferece um pacote completo para comunicação estruturada em atendimento ao cliente, gerenciamento de serviços de TI e gerenciamento de segurança.

WhatsApp libera chamadas de voz e vídeo, privadas e seguras, no aplicativo para computadores Windows e Mac

Após o início das medidas de distanciamento social no ano passado, o WhatsApp observou um aumento significativo no número de chamadas no aplicativo, frequentemente para ligações de longa duração. No Réveillon de 2021, alcançou o recorde de 1,4 bilhão de chamadas de voz e de vídeo feitas em um só dia.

Para que as conversas no WhatsApp sejam cada vez mais similares às conversas que temos pessoalmente, independentemente de onde as pessoas estão ou do aparelho que usam, esse novo recurso vem para facilitar as conversas com colegas de trabalho e permitir que os usuários vejam suas famílias e entes queridos com mais clareza em uma janela maior.

Para possibilitar mais praticidade, a janela das chamadas de vídeo funciona nos modos paisagem e retrato, pode ser redimensionada de acordo com sua preferência e está configurada para ficar sempre em primeiro plano em relação às outras janelas na tela do seu computador, de modo que os usuários não percam nenhuma ligação.

As ligações de voz e de vídeo no WhatsApp são protegidas com a criptografia de ponta a ponta, o que significa que o WhatsApp não pode ouvir nem ler as chamadas feitas no seu celular ou no seu computador. No momento, esse recurso está disponível apenas para conversas individuais no aplicativo para computador (Windows e Mac) para garantir uma experiência confiável e de alta qualidade. Futuramente, o serviço será estendido também para conversas em grupo.

Para baixar o aplicativo do WhatsApp para Windows e Mac, acesse a página de download.

Saiba mais em https://faq.whatsapp.com/web/voice-and-video-calls/about-desktop-calling?lang=pt_br

É importante lembrar que o WhatsApp anunciou recentemente um a atualização que traz uma camada extra de segurança para vincular sua conta do aplicativo no celular ao seu computador, seja no WhatsApp Web ou no aplicativo para Windows ou Mac. Para isso, foi inserida uma etapa de desbloqueio biométrico (com reconhecimento facial ou impressão digital, caso estejam disponíveis e habilitados no celular), antes da leitura do código QR para vincular seu aparelho.

Divergência entre os sócios é a terceira causa de fechamento das empresas jovens

Programa de formação gratuita ajuda fundadores de startups a lidarem com os riscos das relações entre sócios, tomarem decisões digitais e se adequarem à velocidade empresarial; objetivo é impactar 1 milhão de empresas até 2022

Criar negócios inovadores, que tragam tecnologia aliada a velocidade, sempre foi um desafio para empreendedores brasileiros. Porém, os obstáculos não se resumem a tempo e recursos, mas também envolve uma das maiores razões de falhas em negócios: o desalinhamento entre sócios. Uma pesquisa realizada pelo SEBRAE em parceria com o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços revelou que a divergência entre os sócios é a terceira causa (12%) de fechamento das empresas jovens.

As questões burocráticas que cercam um novo negócio também são razões que desanimam o empreendedor, principalmente quando contradições entre tecnologia e questões éticas ou velocidade competitiva e controle empresarial permeiam o mercado. Com objetivo de ajudar empresas jovens a organizarem seu crescimento em uma economia volátil, a edtech GoNew criou o GonewImpact, iniciativa que quer impactar mais de 1 milhão de empresas até o fim de 2022.

“O programa reúne diversas ações voltadas para a alta gestão empresarial com foco em ampliação de repertório e produção de insights, a fim de modular práticas de Governança para uma era de negócios hiperconectados. Queremos ajudá-las na construção de melhores relações societárias, tomar melhores decisões digitais e, claro, construir formatos de controles voltados para o futuro”, explica Anderson Godz, fundador da edtech.

O GonewImpact possui três turmas com enfoque e temas diferentes: Digital Decisions, Some Controls e Governance by Principles. Os profissionais que desejam fazer parte do programa podem se inscrever através do site da instituição e passarão por uma e pré-seleção de perfil, uma vez que a proposta do curso é oferecer um contato mais próximo e personalizado com os participantes, além de ser gratuito e com vagas limitadas. 

O programa

O primeiro grupo do GonewImpact iniciou no dia 10 de fevereiro e, em menos de um mês, cerca de 100 empresários, C-Levels e fundadores de empresas já foram impactados com o programa. Na turma Digital Decisions foram abordados temas como Poder, Governos e Dados; Investimentos e Contabilidade em Inovação; Cultura e Novas Formas de Sucessão; Tecnologias Específicas; Riscos, Estratégias e Reputação; Ambiental e Social; Ética, Compliance e Timing to Legal.

Já na segunda turma, foram discutidos os assuntos relacionados ao tema ‘Some Controls’ como Modelos de Governança Joviais; Controles por Princípios; Líderes messiânicos e compliance baseado em carisma; Governança de Portfólio de Startups; Modelos de Assesment; Governança para Mini e Nano IPOs.

Na turma de Governance by Principles, que encerra o primeiro grupo nesta semana, está sendo abordado os temas: Os 4 fatores essenciais no relacionamento societário; Cases de sucesso e insucesso de relacionamentos societários; Workshop exclusivo do método Board Canvas.

No programa, os participantes também têm a oportunidade de conhecer melhor o trabalho da Gonew.co, comunidade formada por mais de 20 mil pessoas, além de uma edtech embasada na construção coletiva de saberes, voltada à capacitação de profissionais a partir de elementos de inovação e abordagens práticas. As aulas são ministradas pelo fundador da Gonew.co, Anderson Godz, e também por especialistas egressos na Comunidade.

Gonew Impact

Confira as datas das próximas turmas: https://gonew.co/gonewimpact/

Mais informações: (11) 97665-9853

A importância da representatividade feminina no universo corporativo

Por Claudia Gimenez

A frente de uma companhia que emprega mais de 10 mil colaboradores no País e diante de um cenário em constante mudança, no qual o apelo por mais vozes femininas em locais de destaque se faz cada vez mais presente, acredito na extrema importância de falarmos sobre representatividade. Ainda hoje, por exemplo, sou a única mulher na alta liderança entre as 10 maiores empresas do setor de customer experience brasileiro.

A representatividade é definida no dicionário como a qualidade de alguém ou de alguma entidade, cujo embasamento na população faz que ele possa exprimir-se verdadeiramente em seu nome. Em outras palavras, uma pessoa representativa é a voz e a imagem de um setor ou grupo social.

No universo corporativo, a falta de representatividade fez, ao longo dos anos, com que grupos minoritários ou com menos voz, como é o caso das mulheres, não se sentissem pertencentes a determinadas posições. Criou-se um estereótipo de que o sexo feminino só poderia assumir funções pré-estabelecidas pela cultura masculina, como a tradicional “cuidar da casa e dos filhos”.

No entanto, a partir do século XIX, as mulheres finalmente começaram a ingressar no mercado de trabalho, no qual hoje são maioria. Segundo dados do censo demográfico do IBGE, em 1950 apenas 13,6% das mulheres eram ativas profissionalmente, porém, 60 anos depois, esse número mais do que triplicou, passando para 49,9%.

A partir dessa mudança, o cenário nas corporações também começou a se transformar e deu força à luta pela igualdade entre os gêneros, que, hoje, é uma forte bandeira em diversas sociedades. Contudo, mesmo diante dessa evolução vejo que a representatividade ainda é um assunto evitado por alguns e não reconhecido por outros. Por isso, passar a desconstruir culturas patriarcais enraizadas em uma sociedade que ainda perpetua pensamentos antiquados se faz tão necessário.

Nós precisamos ter exemplos de inspiração para termos força e sabermos que não estamos nesta luta sozinhas. Você já parou para pensar em quais mulheres admira, não só em posições de liderança, mas também na vida? Minha mãe foi uma mulher batalhadora e me ensinou a sempre ter confiança em mim mesma. Esta crença me fez acreditar que eu, em uma sala repleta de homens, não poderia ser intimidada, que nós estávamos ali cumprindo o mesmo papel: o de liderar negócios com excelência.

Ter alguém que nos represente e empresas que acreditam e lutam ao nosso lado por esta causa é extremamente importante, e não só porque isso é lucrativo, mas porque é necessário para evoluirmos como pessoas e como sociedade. É papel das corporações e de seus líderes contribuir para um mundo mais igualitário que aproveite o melhor das habilidades femininas e masculinas em novos modelos de negócio. A técnica é sim relevante, mas o olhar diferente é que faz com que criemos cada vez mais soluções inovadoras.

Uma liderança engajada em construir um novo cenário dissemina com muito mais força a necessidade de mudança cultural, além de ser um espelho para as novas gerações. Este ainda pode ser um caminho longo e tortuoso, mas, para o futuro, espero ser uma entre as muitas outras mulheres que chegaram ao topo.

Claudia Gimenez, vice-presidente e gerente geral da Concentrix Brasil, multinacional de soluções de customer experience.

UOL EdTech recebe investimento inédito do SoftBank Latin America Fund

UOL EdTech, maior empresa de tecnologia para educação do Brasil, acaba de receber investimento* inédito do SoftBank Latin America Fund. O fundo é parte do SoftBank Group Corp., um dos maiores investidores em tecnologia do mundo. O aporte irá fomentar o crescimento da Companhia, além de impulsionar a transformação digital do setor de educação no país e América Latina por meio de tecnologia e inovação.

Criado em 2017 com o objetivo de transformar a vida das pessoas através de soluções que proporcionam acesso à educação de qualidade e principalmente adequada ao mundo digital, o UOL EdTech desenvolve plataformas e soluções de aprendizagem para que empresas dos mais variados segmentos e importantes instituições de ensino ampliem sua presença através de uma oferta adequada ao mundo digital.

Alex Augusto, CEO do UOL EdTech, destaca a relevância de ter a chancela do fundo de venture capital: “A parceria com o SoftBank é uma validação relevante de que estamos no caminho certo.  A troca de experiências sobre o mercado vai acelerar ainda mais nosso crescimento e nos ajudará a alcançar o objetivo de ser o maior e mais consistente player de tecnologia para educação na América Latina”.

O aporte acontece em meio a uma transformação significativa do mercado de educação. No contexto da pandemia, com aulas sendo ministradas por plataformas digitais e times inteiros trabalhando de maneira remota, a tecnologia aplicada à educação proporcionou que negócios tradicionalmente baseados em espaço físico, presença local e com restrições de oportunidades migrassem completamente para uma operação em rede, sem impedimentos geográficos, e de maneira muito mais democrática.

Neste cenário, o UOL EdTech saiu na frente ao oferecer soluções que proporcionam uma experiência de aprendizagem digital excepcional, que ultrapassa o tradicional “ensino a distância”, e permite que o aluno defina seu ritmo de estudo, podendo aprender quando e de onde quiser.

Com o investimento, o UOL EdTech estimulará o desenvolvimento de novas tecnologias para que mais pessoas tenham acesso à educação de qualidade. O aporte ainda permitirá que a empresa, que tem um ritmo de crescimento consistente e sustentável, rompa barreiras geográficas, oferecendo oportunidades de formação que as pessoas não teriam no modelo presencial. A empresa reforça, dessa maneira, sua posição na vanguarda da transformação digital no Brasil.

O segmento de Edtech é extremamente promissor em diversas regiões ao redor do mundo e tem potencial significativo de crescimento. “Nós acreditamos profundamente na habilidade do UOL EdTech para oferecer soluções disruptivas e eficientes de tecnologia em um mercado tão importante. A empresa tem uma relevância estratégica no setor, e este é apenas o começo”, afirma Paulo Passoni, Managing Partner do SoftBank Latin America Fund. “Sua plataforma permite que instituições de educação de ponta expandam seu alcance a fim de proporcionar um ensino de qualidade inquestionável para estudantes e colaboradores de companhias em diversos setores. É um privilégio imenso fechar esta parceria com o UOL EdTech e todo o time que eles construíram”, completa Passoni.

O UOL EdTech é responsável pelo principal case de Gestão de Programas Educacionais Online (OPM) do Brasil. Por meio de parcerias com algumas das instituições de ensino superior mais tradicionais do país, a empresa desenvolve plataformas digitais integradas, com tecnologia inteiramente brasileira, e beneficia milhares de estudantes de todo o Brasil com cursos de pós-graduação e MBA 100% a distância alinhados às demandas de um mundo cada vez mais digital.

Recentemente, a Companhia também desenvolveu uma parceria inédita para que o conteúdo destes cursos 100% online de algumas de suas instituições parceiras fosse integrado a uma assistente virtual, o que permite que o estudante progrida em seus estudos com um simples comando de voz.

*O valor do investimento não foi revelado pelas partes.

PIB cai 4,1% em 2020 e fecha o ano em R$ 7,4 trilhões

Em 2020, tendo em vista os efeitos adversos da pandemia de Covid-19, o PIB (Produto Interno Bruto) caiu 4,1% frente a 2019, a menor taxa da série histórica, iniciada em 1996.

Período de comparaçãoIndicadores
PIBAGROPINDUSSERVFBCFCONS. FAMCONS. GOV
Trimestre / trimestre imediatamente anterior (com ajuste sazonal)3,2%-0,5%1,9%2,7%20,0%3,4%1,1%
Trimestre / mesmo trimestre do ano anterior (sem ajuste sazonal)-1,1%-0,4%1,2%-2,2%13,5%-3,0%-4,1%
Acumulado em quatro trimestres / mesmo período do ano anterior (sem ajuste sazonal)-4,1%2,0%-3,5%-4,5%-0,8%-5,5%-4,7%
Valores correntes no 4º trimestre (R$)2,0 trilhões82,3 bilhões344,2 bilhões1,3 trilhão366,6 bilhões1,3 trilhão427,7 bilhões
Valores correntes no ano (R$)7,4 trilhões439,8 bilhões1,3 trilhão4,7 trilhões1,2 trilhão4,7 trilhões1,5 trilhão
Taxa de investimento (FBCF/PIB) 2020 = 16,4%
Taxa de poupança (POUP/PIB) 2020 = 15,0%

Houve alta somente na Agropecuária (2,0%) e quedas na Indústria (-3,5%) e nos Serviços (-4,5%). O PIB totalizou R$ 7,4 trilhões em 2020.

O PIB per capita alcançou R$ 35.172 em 2020, com queda de 4,8% em termos reais. Esta também foi a menor taxa da série histórica.

A taxa de investimento em 2020 foi de 16,4% do PIB, acima do observado em 2019 (15,4%). Já a taxa de poupança foi de 15,0% (ante 12,5% em 2019).

Frente ao 3º trimestre, na série com ajuste sazonal, o PIB teve alta de 3,2% no 4º trimestre de 2020. A Indústria e os Serviços cresceram 1,9% e 2,7%, respectivamente, enquanto a Agropecuária recuou (-0,5%).

Em relação ao 4º trimestre de 2019, o PIB caiu 1,1% no último trimestre de 2020. Foram registrados resultados negativos na Agropecuária (-0,4%) e nos Serviços (-2,2%), enquanto a Indústria (1,2%) cresceu.

Principais resultados do PIB a preços de mercado do 4° trimestre de 2019 ao 4° trimestre de 2020
Taxas (%)2019.IV2020.I2020.II2020.III2020.IV
Acumulado ao longo do ano / mesmo período do ano anterior1,4-0,3-5,6-5,0-4,1
Quatro últimos trimestres / quatro trimestres imediatamente anteriores1,41,0-2,1-3,4-4,1
Trimestre / mesmo trimestre do ano anterior1,6-0,3-10,9-3,9-1,1
Trimestre / trimestre imediatamente anterior (com ajuste sazonal)0,4-2,1-9,27,73,2
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Contas Nacionais

PIB tem queda de 4,1% em 2020

Em 2020, o PIB recuou 4,1% em relação ao ano anterior. Houve queda de 3,9% no Valor Adicionado a preços básicos e de 4,9% no volume dos Impostos sobre Produtos Líquidos de Subsídios.

O resultado do Valor Adicionado neste tipo de comparação refletiu o desempenho das três atividades que o compõem: Agropecuária (2,0%), Indústria (-3,5%) e Serviços (-4,5%).

Consequentemente, o PIB per capita recuou (em termos reais) 4,8% em relação ao ano anterior, alcançando R$ 35.172 (em valores correntes) em 2020.

A variação em volume do Valor Adicionado da Agropecuária no ano de 2020 (2,0%) decorreu do crescimento da produção e ganho de produtividade da atividade Agricultura, que suplantou o fraco desempenho das atividades de Pecuária e Pesca, com destaque para soja (7,1%) e o café (24,4%), que alcançaram produções recordes na série histórica.

Na Indústria (-3,5%), o destaque negativo foi o desempenho da atividade Construção (-7,0%) que voltou a cair este ano. A atividade das Indústrias de Transformação também recuou (-4,3%), influenciada, principalmente, pela queda, em volume, do Valor Adicionado da fabricação de veículos automotores; de outros equipamentos de transporte, confecção de vestuário e metalurgia.

A atividade de Eletricidade e gás, água, esgoto e atividades de gestão de resíduos teve variação negativa de 0,4% em relação a 2019. Apesar de as bandeiras tarifárias terem estado mais favoráveis em 2020, o isolamento social e a baixa atividade econômica foram decisivos para o resultado negativo. As Indústrias Extrativas, por sua vez, cresceram 1,3%, devido à alta na produção de petróleo e gás que compensou a queda da extração de minério de ferro.

Nas atividades que compõem os Serviços, as variações negativas foram: Outras atividades de serviços (-12,1%), Transporte, armazenagem e correio (-9,2%), Administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (-4,7%), Comércio (-3,1%), Informação e comunicação (-0,2%). Apresentaram avanço as Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (4,0%) e as Atividades imobiliárias (2,5%).

Vale destacar que tanto serviços prestados às famílias, que pertencem a Outras atividades de serviços, como os transportes foram os mais prejudicados pelo distanciamento social em virtude da pandemia de COVID19.

Na análise da despesa, houve variação negativa de 0,8% da Formação Bruta de Capital Fixo. A Despesa de Consumo das Famílias recuou 5,5% em relação a 2019, principalmente pela piora no mercado de trabalho e o distanciamento social por causa da pandemia de COVID19 em 2020. A Despesa do Consumo do Governo, por sua vez, recuou 4,7%.

No setor externo, as Exportações de Bens e Serviços caíram 1,8%, enquanto as Importações de Bens e Serviços caíram 10,0%.

PIB atinge R$ 7,4 trilhões em 2020

No acumulado do ano, o PIB em valores correntes totalizou R$ 7,4 trilhões, dos quais R$ 6,4 trilhões se referem ao VA a preços básicos e R$ 1,0 trilhão aos Impostos sobre Produtos Líquidos de Subsídios.

A taxa de investimento em 2020 foi de 16,4% do PIB, acima do observado em 2019 (15,4%). Já a taxa de poupança foi de 15,0% (ante 12,5% em 2019).

PIB cresce 3,2% em relação ao 3º tri de 2020

O PIB cresceu 3,2% no 4º trimestre de 2020 na comparação com o trimestre imediatamente anterior (com ajuste sazonal). A Indústria e os Serviços apresentaram variação positiva de 1,9% e 2,7%, respectivamente, enquanto a Agropecuária recuou 0,5%.

Dentre as atividades industriais, a alta se deu apenas nas Indústrias de Transformação (4,9%). As Indústrias Extrativas (-4,7%), a atividade de Eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos (-1,2%) e a Construção (-0,4%) se retraíram no período.

Nos Serviços, as atividades de Outras atividades de serviços (6,8%), Transporte, armazenagem e correio (6,2%), Informação e comunicação (3,8%), Comércio (2,7%), Administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (1,8%) e Atividades imobiliárias (0,8%) apresentam crescimento. Já as Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (-0,3%) tiveram variação negativa.

Pela ótica da despesa, destaque para a Formação Bruta de Capital Fixo com crescimento de 20,0%. Também cresceram a Despesa de Consumo das Famílias e a Despesa de Consumo do Governo, respectivamente, 3,4% e 1,1% em relação ao trimestre imediatamente anterior.

As Exportações de Bens e Serviços caíram 1,4%, enquanto as Importações de Bens e Serviços avançaram 22,0% em relação ao terceiro trimestre de 2020.

Em relação ao 4º tri de 2019, PIB cai 1,1%

Frente ao 4º trimestre de 2019, o PIB recuou 1,1%, o quarto resultado negativo consecutivo, após 12 trimestres de alta nesta comparação. O Valor Adicionado a preços básicos retraiu 1,4% e os Impostos sobre Produtos Líquidos de Subsídios apresentaram variação positiva de 0,2%.

A Agropecuária apresentou variação negativa de 0,4% em relação a igual período do ano anterior, com destaque para produtos cujas safras são significativas no 4° trimestre, como a laranja (-10,6%) e o fumo (-8,4%).

A Indústria avançou 1,2%. O crescimento foi puxado pelas Indústrias de Transformação (5,0%) cujo resultado positivo foi influenciado pela alta de fabricação de máquinas e equipamentos; fabricação de produtos de metal; metalurgia; e fabricação de produtos de borracha.

O volume da atividade de Eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos também cresceu (1,5%). As Indústrias Extrativas, por sua vez, recuaram (-6,7%) puxadas principalmente pela retração da extração de petróleo e gás natural. A Construção (-4,8%) continuou apresentando queda, puxada pelas obras de infraestrutura.

Serviços caiu 2,2% frente ao mesmo período do ano anterior. A queda foi provocada pelos resultados negativos de Outras atividades de serviços (-9,4%), Transporte, armazenagem e correio (-4,3%) e Administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (-3,8%). As demais atividades cresceram: Atividades Imobiliárias (3,5%), Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (3,1%), Comércio (2,5%) e Informação e comunicação (2,4%).

Entre os componentes da demanda interna, a Despesa de Consumo das Famílias (-3,0%) e a Despesa de Consumo do Governo (-4,1%) tiveram retração, enquanto a Formação Bruta de Capital Fixo teve alta (13,5%) em relação a igual período do ano anterior. No setor externo, as Exportações de Bens e Serviços caíram 4,3%, assim como as Importações de Bens e Serviços apresentaram queda de 3,1% no quarto trimestre de 2020.

Fonte: IBGE

Huawei lidera pedidos de patentes globais pelo quarto ano consecutivo

Com 5.464 pedidos de patentes internacionais, a companhia segue à frente em inovação tecnológica, fruto do investimento massivo em Pesquisa & Desenvolvimento

De acordo com dados divulgados na terça-feira, 2 de março, pela Organização Mundial de Propriedade Intelectual (WIPO), a Huawei foi a companhia que mais solicitou patentes em todo o mundo no ano de 2020. Com um total de 5.464 requerimentos, a líder global em equipamentos de telecomunicações se manteve no topo do ranking, onde está desde 2017.

A Huawei ocupa ainda o primeiro lugar entre as companhias detentoras das patentes 5G globais, com 15,4% dos registros, segundo classificação realizada pela IPlytics / Statista de fevereiro de 2021. A liderança na corrida pelo 5G é fruto dos fortes investimentos da companhia em pesquisa e desenvolvimento.

Líder global em soluções de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), a Huawei investe mais de 10% de suas receitas, anualmente, em Pesquisa e Desenvolvimento. Só em 2019, investimos 19 bilhões de dólares em P&D. Com um portfólio que inclui equipamentos para telecomunicações, datacenters e soluções de energia, a empresa busca estar sempre no topo em inovação. E, dessa forma, obtém continuamente o reconhecimento de instituições internacionais.

A Huawei está no Brasil há 23 anos, trazendo seu portfólio de equipamentos e soluções aos consumidores brasileiros, fruto de seu investimento constante em inovação. “Juntamente com nossos clientes e parceiros, contribuímos para o desenvolvimento de redes móveis e de banda larga que cobrem 95% da população brasileira. Fomos parceiros das operadoras no lançamento das primeiras redes 3G, 4G e 4.5G no País e ajudamos a construir a primeira rede de fibra ótica de alta velocidade na Floresta Amazônica, que conecta 20 cidades e beneficia quase 4 milhões de pessoas. A Huawei faz parte da vida digital brasileira”, afirma Sun Baocheng, CEO da Huawei no Brasil.

Microsoft anuncia plataforma de realidade mista durante o Ignite

Durante anos, o cofundador do Cirque du Soleil, Guy Laliberté, recebeu inúmeras propostas de tecnologias de realidade virtual, mas elas não conseguiam igualar a magia de suas performances ao vivo intensamente visuais e hipnotizantes. Agora, com uma nova plataforma fornecida pela Microsoft, ele está repensando sobre isso.

Na terça-feira, 2 de março, ele apareceu no Microsoft Ignite, conferência digital da Microsoft, via holoportação, que usa tecnologia de captura 3D para transmitir uma imagem real de uma pessoa em uma cena virtual. Na primeira experiência de apresentação da empresa projetada inteiramente para realidade mista, as pessoas que participaram da conferência em salas de estar e escritórios domésticos em todo o mundo puderam experimentar o show como avatares, assistindo os eventos se desenrolar em um mundo holográfico compartilhado.

Foi a primeira oportunidade da empresa de mostrar algumas das experiências possibilitadas pelo Microsoft Mesh, uma nova plataforma de realidade mista disponibilizada pelo Azure, que permite que pessoas em diferentes locais físicos participem de experiências holográficas colaborativas e compartilhadas em muitos tipos de dispositivos.

“Este tem sido o sonho da realidade mista, a ideia desde o início”, disse Alex Kipman, Technical Fellow da Microsoft. “Você realmente sente que está no mesmo lugar com alguém compartilhando conteúdo, ou pode se teletransportar de diferentes dispositivos de realidade mista e estar presente com as pessoas, mesmo quando não estão fisicamente juntas.”

Kipman apareceu no palco virtual do Ignite como uma total holoportação de si mesmo, narrando a experiência de abertura do show em tempo real enquanto raios de luz que simulavam seu corpo físico.

James Cameron, o cineasta e explorador do oceano, e John Hanke, CEO e fundador da empresa líder de realidade aumentada Niantic, Inc., também se juntaram à Kipman remotamente para destacar como o Microsoft Mesh está ajudando a criar experiências compartilhadas nos mundos virtual e físico.

Laliberté conversou com Kipman sobre uma nova colaboração para ajudar a Lune Rouge, outra empresa fundada por Laliberté, a realizar um projeto chamado Hanai World. É uma plataforma de realidade social mista na qual ele pensou por anos – que conectaria experiências de entretenimento ao vivo e digital em eventos únicos – mas só agora tecnologias como o Microsoft Mesh alcançaram essa visão.

Microsoft Mesh também permitirá que equipes distribuídas geograficamente tenham reuniões mais colaborativas, conduzam sessões de design virtual, ajudem outras pessoas, aprendam juntos e hospedem encontros sociais virtuais. As pessoas inicialmente serão capazes de se expressar como avatares nessas experiências virtuais compartilhadas e, com o tempo, usar a holoportação para projetar a si mesmo da forma mais possível, disse a empresa.

A nova plataforma é o resultado de anos de pesquisa e desenvolvimento da Microsoft em áreas que vão desde rastreamento de mãos e olhos e desenvolvimento de HoloLens até a criação de hologramas persistentes e modelos de inteligência artificial que podem criar avatares expressivos.

Construído no Azure, a plataforma de computação em nuvem da Microsoft, o Microsoft Mesh, também se beneficia dos recursos de segurança e privacidade de nível empresarial do Azure, bem como seus vastos recursos computacionais, dados, IA e serviços de realidade mista.

“Cada vez mais estamos agregando valor em nossa nuvem inteligente, que é o Azure”, disse Kipman. “Nessas experiências colaborativas, o conteúdo não está dentro do meu dispositivo ou dentro do meu aplicativo. O conteúdo holográfico está na nuvem e só preciso das lentes especiais que me permitem vê-lo.”

Com os aplicativos habilitados para Microsoft Mesh, designers ou engenheiros que trabalham com modelos físicos 3D – qualquer coisa, de bicicletas a móveis sofisticados, motores a jato e novos estádios esportivos – podem aparecer em um espaço virtual compartilhado para colaborar e iterar em modelos holográficos, independentemente de sua localização física.

Arquitetos e engenheiros podiam percorrer fisicamente um modelo holográfico de um chão de fábrica em construção, vendo como todas as peças do equipamento se encaixam em três dimensões, potencialmente evitando erros caros.

Estudantes de engenharia ou medicina aprendendo sobre motores de carros elétricos ou anatomia humana podem se reunir como avatares em torno de um modelo holográfico e remover partes do motor, ou remover músculos para ver o que está por baixo. Os colegas podem simplesmente se reunir e conversar em um espaço virtual compartilhado, ou as empresas podem usar os aplicativos habilitados para Microsoft Mesh para oferecer reuniões virtuais ou treinamentos para funcionários em todo o mundo.

A plataforma Microsoft Mesh oferecerá nos próximos meses aos desenvolvedores um conjunto completo de ferramentas baseadas em IA para avatares, gerenciamento de sessão, renderização espacial, sincronização entre múltiplos usuários e holoportação para construir soluções colaborativas em realidade mista, disse a empresa.

Embora os usuários tenham as experiências mais ricas em realidade mista ou virtual, os padrões abertos do Microsoft Mesh darão aos desenvolvedores a liberdade de criar soluções que funcionem em muitos dispositivos diferentes: HoloLens 2, uma variedade de headsets de realidade virtual, smartphones, tablets e PCs.

No Ignite, a Microsoft anunciou dois aplicativos desenvolvidos na plataforma Microsoft Mesh.

Incluindo uma prévia do aplicativo Microsoft Mesh para HoloLens, que permite aos membros da equipe colaborar remotamente e está disponível para download. Os clientes também podem solicitar acesso a uma nova versão do AltspaceVR habilitado para Mesh, que permitirá às empresas realizar reuniões e encontros de trabalho em realidade virtual com recursos de segurança de nível empresarial, incluindo logins seguros, gerenciamento de sessão e conformidade de privacidade.

Com o tempo, a empresa espera que os clientes possam escolher entre um conjunto crescente de aplicativos habilitados para Microsoft Mesh criados por desenvolvedores e parceiros externos, e também se beneficiar da integração planejada com produtos Microsoft, como Microsoft Teams e Dynamics 365.

“É por isso que somos tão apaixonados pela realidade mista como o próximo grande meio para a computação colaborativa”, disse Kipman. “É mágico quando duas pessoas veem o mesmo holograma.”

Explorando o mundo juntos

A bordo do OceanXplorer, um dos mais avançados navios de pesquisa e exploração de alto mar já construídos, há muito espaço para hospedar todos os cientistas que clamam por aprender com novos dados constantemente coletados por instrumentos e câmeras em seus veículos de alto mar que podem sondar tudo, desde recifes de coral e piscinas de água salgada para a vida marinha, ao redor de fontes hidrotermais profundas, e minerais ao redor de vulcões subaquáticos.

No Ignite, a OceanX, uma organização sem fins lucrativos, que mescla ciência de ponta com narrativa atraente e experiências de produto e tecnologia para apoiar a educação e conscientização oceânica, anunciou uma nova colaboração com a Microsoft para criar um “laboratório holográfico”, habilitado para Mesh, no navio que os cientistas pudessem se reunir – pessoalmente ou virtualmente de laboratórios e escritórios em todo o mundo – para ver hologramas 3D das áreas que os veículos estão explorando.

Os pesquisadores que tentam descobrir por que cachalotes caçam em certas áreas, por exemplo, podem ver uma representação holográfica de um cânion do fundo do mar com dados coletados de etiquetas colocadas nas baleias, sobrepostas com informações sobre salinidade, temperatura e mudanças na química do oceano e integradas com dados de localizadores de peixes, mostrando onde podem estar as lulas e outras presas.

“A ideia é pegar todos esses dados científicos incríveis que estamos coletando e trazê-los para um ambiente holográfico, e usá-los como uma forma de guiar missões científicas em tempo real”, disse Vincent Pieribone, vice-presidente da OceanX.

O objetivo é permitir que qualquer pesquisador com um HoloLens 2 ou outro dispositivo compatível, usando o Microsoft Mesh, apareça ao redor de uma mesa como um avatar e aponte para uma área específica do fundo do mar holográfico, sobre a qual ele possa ter dúvidas e conversar em tempo real com outros cientistas sobre o que estão vendo.

Nas missões de pesquisa da OceanX, muitas vezes há grupos de pessoas amontoadas em torno de feeds de vídeo, fazendo perguntas e tendo conversas paralelas com seus colegas. Os pesquisadores que não estão no barco, mesmo que estejam assistindo às mesmas filmagens em uma tela de seu escritório, nem sempre se beneficiam dessas interações, disse Pieribone.

“Há um componente social que é essencial”, disse ele. “Queremos trazer todos para o mesmo ‘cômodo’ para que tenham trocas entre eles e essa conexão humana.”

Para expandir em um tipo totalmente diferente de exploração, a Niantic demonstrou no Ignite uma experiência de demonstração do Pokémon GO de prova de conceito que é executada no HoloLens 2. Ela foi projetada para mostrar a visão de uma nova colaboração, que se baseará na mistura da Microsoft e da Niantic e recursos de realidade aumentada.

Na demonstração, que não representa um produto de consumo, Hanke e um bando de Pokémon em seu parque favorito se juntaram à Veronica Saron, gerente de marketing de produto do Pokémon GO, para batalhar em uma sessão de realidade mista compartilhada.

A missão da Niantic é criar tecnologias que permitem que as pessoas se socializem e explorem o mundo juntas, disse Hanke, sejam crianças usando Pokémon GO para explorar seus bairros com pais ou amigos, ou milhares de pessoas se reunindo em parques para festivais.

“O Microsoft Mesh oferece uma maneira totalmente nova de fazer isso”, disse ele. “Essa noção de trazer meus amigos virtuais comigo enquanto eu saio, ando e exploro o mundo – adoro esse conceito e estou realmente interessado em ver o que podemos fazer com isso.”

A demonstração mostra o potencial da experiência Pokémon GO construída na plataforma em escala planetária da Niantic, que permitiu que milhões de pessoas tivessem experiências de realidade aumentada no mundo real, aprimoradas com recursos do Microsoft Mesh, permitindo que as pessoas estivessem presentes juntas em experiências compartilhadas no espaço e tempo e rodando no HoloLens.

“Nossa parte nisso é o trabalho de juntar os mundos digital e físico, conectando os bits e átomos para que essas experiências sejam possíveis usando a plataforma Niantic”, disse Hanke. “Mas as conexões sociais estão realmente no centro de tudo o que fazemos, e as inovações do Microsoft Mesh apenas enriquecem isso.”

‘Outra camada de conexão humana’

Lune Rouge, a iniciativa baseada em Quebec fundada por Laliberté do Cirque du Soleil, também está começando a explorar como o Microsoft Mesh pode permitir que as pessoas participem virtualmente de shows, apresentações teatrais, eventos de DJ ou até mesmo celebrações familiares de locais remotos.

O projeto Hanai World – inspirado na palavra havaiana que, traduzida livremente, significa escolher alguém como família – visa forjar novas conexões entre experiências de entretenimento digital e físico.

O objetivo é criar representações digitais de locais de entretenimento ao redor do mundo e capturar performances ao vivo com fidelidade 3D suficiente para que as pessoas possam vivenciar o mesmo evento pessoalmente ou de sua sala de estar em realidade mista ou virtual. A plataforma faria a curadoria de uma mistura de Lune Rouge e conteúdo gerado pelo usuário em uma ampla variedade de mídias e gêneros.

“Seria um bom complemento para entretenimento ao vivo”, disse Alexandre Miasnikof, Diretor Executivo de Produção da Lune Rouge. “Ele traz outra camada de conexão humana e traz entretenimento para pessoas que normalmente não seriam capazes de comparecer a um evento, seja por causa da localização ou do acesso”.

Dois amigos que moram em costas opostas podem participar do mesmo show como avatares e vivenciar o show juntos, ou talvez, um dia, uma holoportação da avó de alguém que mora em outro país possa interagir com os membros da família em tempo real em uma reunião.

“O que temos hoje é a promessa, e em quanto tempo poderemos cumprir essa promessa, não sabemos”, disse Miasnikof. “Mas achamos que temos uma boa base com o Microsoft Mesh e vamos construir a partir daí.”

Esse é precisamente o objetivo, Kipman disse: ver quais tipos de soluções que poderiam ter sido anteriormente descartadas como impossíveis ou muito demoradas para serem postas em prática, agora podem ser construídas com muito mais facilidade com a plataforma Microsoft Mesh.

“Quando você pensa sobre o que realmente é necessário para inaugurar um novo meio de computação, você tem que fazer investimentos profundos em todo o ecossistema, que é realmente o que a Microsoft fez”, disse ele.

“Agora, convidamos as pessoas a criarem valor além disso e se beneficiarem dos anos de pesquisa e desenvolvimento realmente difíceis que fizemos para oferecer a eles esses recursos.”

Jennifer Langston escreve sobre pesquisa e inovação da Microsoft.

Stone lança competição que vai distribuir prêmio de R$ 60 mil

A Stone, empresa de serviços financeiros, está com inscrições abertas para o desafio Data Challenge. Trata-se de uma experiência prática na área de Data Science desenhada para conectar profissionais e interessados nas áreas de engenharia de dados, engenharia em plataforma de dados e ciências de dados.

O objetivo é promover uma competição focada em descobertas de soluções para cases baseados em desafios reais do dia a dia dos cientistas e dos engenheiros da Stone, e encontrar os melhores talentos de dados do Brasil. Este é o terceiro desafio da iniciativa Top Minds, voltada à valorização da educação e ao desenvolvimento de pessoas.

O programa, que terá todas as etapas de forma on-line devido à pandemia, é composto por quatro fases: inscrição, testes classificatórios, solução de cases e banca final. Na primeira etapa, o candidato deve selecionar o seu perfil técnico. A próxima fase é composta por testes classificatórios individuais, que medirão o nível de conhecimento técnico de cada perfil, além de ajudar a Stone a conhecer mais profundamente cada participante.

Aqueles que obtiverem as melhores pontuações passarão para a próxima fase na qual receberão um case e terão 10 dias para apresentar a melhor solução à problemática Em seguida, os aprovados enviarão o case para a banca avaliadora, composta por líderes e especialistas de dados da empresa, que escolherá os melhores casos para a etapa de apresentações.

Ao final, essa banca selecionará quatro vencedores, um de cada perfil/case, que receberão 15 mil reais cada para serem revertidos em educação, cursos, conteúdos, materiais, entre outros.

“Acreditamos que a melhor forma de mudar e desenvolver o futuro é investindo em educação, por isso, recomendamos que a premiação do desafio Data Challenge seja investida no futuro do ganhador. Queremos que esses talentos cheguem em sua máxima potência”, Livia Kuga, head de atração e seleção e sócia da Stone.

Além do prêmio em educação, ao longo de todo desafio são oferecidos conteúdos que contribuem para o desenvolvimento do participante e um treinamento de Storytelling para os finalistas, habilidade muito importante para os profissionais de dados.

A competição não exige pré-requisitos e os interessados podem realizar a inscrição no site até o dia 15 de março.

Bionexo abre 100 vagas na área de tecnologia

Oportunidades estão disponíveis para diversos níveis e cargos em todo o Brasil

A Bionexo, healthtech líder em soluções digitais para gestão em saúde, terá 100 vagas de emprego na área de tecnologia ao longo deste ano. As oportunidades abrangem diversos níveis de carreira e especialidades como engenharia de dados, finanças e desenvolvedor, entre outros. Neste momento, 20% das vagas já estão publicadas na central de vagas da companhia; as demais vagas serão publicadas nos próximos meses. As etapas do processo seletivo serão integralmente online, assim como todo o processo de onboarding do colaborador. O cadastro é feito pelo link https://jobs.kenoby.com/sejaumbiolover .

A empresa possui horários flexíveis e, desde o ano passado, adotou o regime de trabalho remoto, que será mantido até o fim do ano. Quando a cidade de São Paulo (sede da empresa) entrar na fase verde, o colaborador poderá frequentar opcionalmente para coworking o novo escritório da companhia. O espaço foi reformado e ficou mais eficiente e seguro, de modo a se adequar às regras de isolamento social e protocolos de prevenção ao coronavírus. Os candidatos de outras localidades poderão atuar à distância mesmo após a pandemia.

“A Bionexo é referência na digitalização do setor de saúde no país e está com um plano de expansão diante dos novos desafios neste ano, o que viabilizou a abertura dessas novas oportunidades. Estamos em busca de profissionais arrojados, curiosos e que atuem de maneira colaborativa com foco em resultados”, afirma Rafael Barbosa, CEO da Bionexo.

A companhia oferece programas de valorização ao desenvolvimento físico, intelectual e emocional dos colaboradores. Entre os benefícios, estão o programa de bônus, auxílio creche, gympass, convênio odontológico e programa de saúde mental, que disponibiliza sessões de terapia individuais e coletivas aos funcionários e seus familiares. O bem-estar dos colaboradores é um dos pilares da Bionexo, que promove a inclusão e diversidade entre os colaboradores. Presente em quatro países, a multinacional conta atualmente com 480 funcionários, sendo 380 no Brasil e o restante na Argentina, Colômbia e México.