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CargoX está com 60 vagas abertas

A CargoX, empresa de tecnologia para transportes de cargas, atualmente com 250 funcionários, está com 60 vagas abertas para diferentes áreas. As oportunidades são para a cidade de São Paulo e para escritórios que a empresa está abrindo no interior do Mato Grosso, para cargos como Engenheiro de Software, UX/UI, Analista de Logística e Estagiários.

Ao longo deste ano, a CargoX ainda abrirá um programa de trainee e outro de estágio. Reconhecida como uma das startups mais disruptivas do mundo, a CargoX chama atenção pelos salários e benefícios competitivos, ambiente desafiador, de muito aprendizado e com possibilidades de crescimento. No ano passado, por exemplo, seu programa de trainees atraiu 2.000 candidatos para 3 vagas.

“Aqui os profissionais certamente terão um problema para ser solucionado e poderão ver o impacto da sua solução na prática,” afirma o gerente de RH, Daniel Matsumato.

Interessados podem cadastrar currículos em http://bit.ly/trabalhecx

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Fidelização e engajamento de clientes definem o sucesso empresarial

Por Solemar Andrade, VP Executivo da Plusoft

O que faz as empresas terem sucesso? Se você pensou em clientes, está totalmente correto. Independentemente do tamanho das organizações, o relacionamento com o público consumidor é um dos principais alicerces para manter a competitividade em um mercado tão acirrado como o atual.

Diante do conceito omnichannel, que é a convergência de todos os canais utilizados por uma empresa, as companhias precisam, por meio das soluções tecnológicas, explorar todas as possibilidades de interação com seus públicos de forma contínua e personalizada. Além disso, é necessário ampliar o leque de pessoas atingidas, firmando presença nos meios online / offline e, acima de tudo, garantindo que os consumidores satisfaçam suas necessidades onde e quando desejarem, no momento mais confortável para eles, não tendo nenhuma restrição de local, horário ou meio.

Entre as tecnologias disponíveis de apoio ao relacionamento com o cliente, o CRM (Customer Relationship Management) é, sem dúvida, a que mais se destaca no mercado mundial. A solução, dentro do conceito omnichannel, oferece aos executivos e estrategistas informações de forma unificada, que são essenciais para definir a melhor prática comercial a ser adotada para a fidelização de clientes e conquista de prospects. Essa tecnologia auxilia não só no atendimento ao consumidor, mas também nas áreas de vendas, gestão, TI, financeira e, principalmente, marketing a desenvolverem estratégias que preservem a imagem e a integridade das corporações e ajudar as empresas como um todo não só a otimizar os processos, mas também automatizar e tornar cada detalhe mais fácil de ser visualizado e trabalhado com mais assertividade.

As empresas bem-sucedidas são as que estão atentas à cultura do bom relacionamento com clientes. De acordo com uma pesquisa do Gartner, o CRM continua como um dos segmentos de mais rápido crescimento no mundo em relação aos investimentos das corporações em Transformação Digital. Além disso, o mesmo estudo revela que as organizações com bom relacionamento comercial são as que estão investindo em tecnologias digitais para impulsionar os negócios e, principalmente, melhorar a experiência de seus clientes.

É notório que hoje, a interação não é um capricho das organizações, mas uma necessidade vital para os negócios. O antigo bloquinho de papel e os constantes telefonemas realizados após as vendas não são mais requisitos práticos para ampliar os negócios e manter a fidelidade dos clientes. A presença dos profissionais nas empresas também se tornou algo que não é imprescindível, uma vez que é possível gerenciar todo o processo por meio dos smartphones.

Com um CRM omnichannel instalado no aparelho, o vendedor tem tudo que precisa na palma da mão, cuidando integralmente, de maneira remota, de cada cliente uma vez que a tecnologia tem a funcionalidade de unificar o histórico de interações numa mesma página, permitindo manter uma conversa ininterrupta com o cliente – independente do canal e meio de interação.

O CRM traz tudo isso para as empresas de forma automatizada e, acima de tudo, oferece inteligência para a organização dar um salto de excelência. Com isso, a tecnologia garante que a administração das relações entre compradores, funcionários, parceiros e colaboradores seja direcionada para objetivos previamente definidos, sempre com olhar estratégico. O antigo trabalho manual de cadastro deixa de ser preocupação para os gestores e suas equipes porque o sistema garante a automação inteligente dos processos e faz com que as equipes invistam em ações comerciais mais assertivas e, portanto, mais relevantes para os negócios.

Além das vantagens relacionadas a etapas de automação, os sistemas de CRM funcionam em ambientes Cloud (Nuvem), o que garante a possiblidade de acesso a qualquer momento e a partir de qualquer lugar, possibilitando ganhos de mobilidade e, principalmente, de tempo.

Alguém duvida dos ganhos gerados por sistemas CRM? Philip Kotler, o Papa do Marketing, afirma que a conquista de novos clientes custa de 5 a 7 vezes mais do que manter os já existentes. Além desse olhar de custos, clientes satisfeitos chamam outras empresas e funcionam como agentes propagadores da marca, sem cobrar por isso.

Os sistemas digitais de relacionamento garantem uma interação assertiva em todo ecossistema de negócios, funcionando como uma ferramenta dinâmica para gestão de uma base de dados completa e sempre atualizada. Com a tecnologia CRM, é possível ter controle de dados para uso de forma personalizada, respeitando as características e as especificidades de cada cliente, tratando-o de maneira particular.

O CRM traz para as empresas a possibilidade de uma atuação específica para cada tipo de relacionamento e garante que as equipes tenham uma visão 360º dos clientes, com ajuda de ferramentas analíticas. Outra vantagem é a integração de canais, incluindo o atendimento via e-mail, chat, SMS, Assistente Virtual Inteligente e redes sociais. Por isso, o CRM não é apenas uma mera ferramenta de listagem de nomes. É um componente fundamental para apoiar as estratégias comerciais das empresas e gerar vendas.

Segundo pesquisa da Forrester Research, tecnologias como CRM, E-Commerce e Customer Analytics deverão crescer 28% este ano, enquanto as expectativas para o mercado mundial de TI são de um aumento de apenas 4% em 2018. Outra tendência tecnológica é o Assistente Virtual Inteligente, que ultrapassou as barreiras dos sites empresariais e passa a ser também um novo recurso do WhatsApp, onde robôs são capazes de compreender textos de mensagens e realizar atividades úteis.

Se você ainda tem dúvidas sobre as vantagens dos sistemas CRM omnichannel para a gestão dos negócios vale repensar a cultura de relacionamento de sua empresa. Isso porque, os clientes estão cada vez mais exigentes e demandam atendimento rápido, personalizado e principalmente, ininterrupto.

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A explosão das fintechs e como elas vão agitar o mercado em 2018

Por Marcelo Oliveira

As fintechs estão revolucionando a maneira como as pessoas lidam com seu dinheiro. Elas tornaram esse processo mais rápido, transparente e barato. E o público têm gostado disso. As startups que abusam da tecnologia no setor financeiro representam um desafio e tanto para os bancos.

Os grandes grupos do segmento já acreditam que considerável parte dos lucros estará nas mãos de atores diferentes em um futuro próximo. O banco norte-americano Goldman Sachs estima que 20% de seu mercado pode ser abocanhado pelas fintechs.

Um estudo feito pela PwC entrevistou 176 presidentes-executivos de instituições financeiras de todo mundo e mostrou que 81% desses líderes acreditam que a velocidade das mudanças tecnológicas ameaça o crescimento de suas companhias.

Segundo último estudo do Radar FintechLab, realizado em novembro do ano passado, o Brasil abrigava 369 fintechs – crescimento de 36% em relação ao levantamento de fevereiro do mesmo ano. O presidente do Itaú, Roberto Setúbal, já afirmou em evento da Febraban que os bancos “têm de correr”.

Esse número, no entanto, não reflete a capacidade máxima desse setor. Há ainda muito espaço para crescimento e surgimento de novos empreendimentos que melhorem a experiência de acesso, informação e uso dos mecanismos financeiros. As oportunidades são muitas, mas mais importante do que enumerá-las, é definir sua essência: “massificação” de oferta e foco absoluto na experiência centrada no cliente. A rentabilidade do negócio, sem dúvida, será uma consequência da gestão benfeita desses dois pilares.

As oportunidades de avanço e surgimento de novas fintechs são infinitas. Elas reinventaram a experiência, o uso e o acesso de serviços em um mercado que era altamente tradicional. E hoje, grandes conglomerados financeiros deixaram de lado a visão de concorrência e abriram suas portas para incubar e investir nessas iniciativas para reinventar os negócios. Um exemplo é o Cubo e a recente inauguração do Habitat do Bradesco.

Além disso, a queda de juros básicos da economia deve refletir nesse mercado de algumas formas. A vasta oferta de capital em busca de maior rentabilidade deve atingir positivamente a captação de recursos para startups, de plataformas digitais de investimento e crédito ao consumidor. Enfim, 2018 será um ano altamente positivo para o mercado de fintechs brasileiro e podemos esperar para ver grandes avanços no setor.

Marcelo Oliveira é Chief Product Officer do Verity Group, ecossistema de empresas que prestam consultoria para transformação digital e gestão de ponta a ponta – verity@nbpress.com

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Encontre, influencie e aprenda com seus melhores clientes

Por Israel Nacaxe

A ideia pode parecer estranha à primeira vista: para crescer, tenha como foco seus melhores e mais valiosos clientes. Normalmente aquele grupo menor de clientes da sua base. Muitas vezes despriorizado por ações para adquirir ainda mais clientes ou tentar recuperar aqueles clientes inativos, seja mais relevante para quem realmente importa. Essa forma de atuar, que aparentemente limita suas ativações, é, na realidade, a maneira mais poderosa de ampliar seus resultados, com mais vendas e maior rentabilidade.

Na base do conceito de focar os melhores clientes está o conhecido Princípio de Pareto, que atribui causas em uma amostra de resultados de forma não-linear e apresenta sua famosa proporção 80/20: ou seja, 80% das suas vendas se concentram em 20% dos clientes, por exemplo. Dessa forma, existe um desequilíbrio entre causas e efeitos, esforços e resultados. O esforço em aumentar sua presença e preferência de consumo nos 20% de clientes mais importantes é muito diferente do esforço de fazer crescer a rentabilidade dos 20% menos importantes.

Curiosamente, reconhecer a existência do princípio não faz com que as empresas o utilizem a seu favor: em 2006, a Bain & Company já mostrava que um aumento de 5% na taxa de retenção de clientes aumentava os lucros das empresas entre 25% e 95%. Manter clientes é mais lucrativo do que conquistar novos consumidores, mas, ainda assim, a maior parte das empresas está mais focada em ampliar sua base de clientes e recuperar clientes inativos do que em manter e aprofundar seu relacionamento com quem já consome seus produtos e serviços.

Em grande parte, isso acontece por um mindset que valoriza a amplitude em detrimento da profundidade, como se valesse mais a pena ter milhões de clientes ocasionais e incertos do que ser realmente relevante para milhares de clientes fiéis. Há algumas décadas, quando a comunicação de massa era o paradigma e as opções de produtos e serviços eram limitadas, esse raciocínio fazia sentido. Hoje, porém, o consumidor tem muitas opções à sua disposição e muito, mas muito, acesso à informação. Como ouvimos várias vezes durante a NRF Big Show deste ano, no passado os clientes estavam em busca de produtos, mas hoje os produtos estão em busca de clientes. O investimento na aquisição de novos consumidores é elevado e muito menos eficiente que a manutenção dos atuais clientes.

O jogo virou e, para vencer e destacar-se da concorrência, as empresas precisam mudar sua abordagem e se tornar relevantes para seu público. O lado bom é que a tecnologia viabiliza essa mudança de paradigma. A análise das informações transacionais disponíveis nos sistemas CRM, aliada à Inteligência Artificial, torna possível não apenas identificar quem são os melhores clientes, mas também predizer seu comportamento e em quais categorias de produtos existem as melhores oportunidades de aumento de relevância e ganho de share of wallet. Isso permite otimizar investimentos e identificar mais rapidamente categorias que estão se tornando importantes para os consumidores, ativando-os nos canais de maior relevância.

A análise avançada dos dados sobre o comportamento dos clientes abre às empresas um imenso potencial para ampliação de sua relevância junto ao público, fazendo com que se tornem mais valiosas para os consumidores. E, ao ganhar valor para os clientes, as empresas ampliam suas vendas. O uso de Inteligência Analítica dá às empresas a oportunidade de aprofundar seu relacionamento e investir para influenciar o comportamento de quem realmente importa: seus melhores e mais lucrativos clientes.

Israel Nacaxe é COO e co-fundador da Propz – empresa de tecnologia que oferece soluções de inteligência analítica e Big Data para o varejo físico e serviços financeiros.

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Bossa Nova investe na Startup YetGo, líder do segmento de Mobilidade Urbana do Norte do Brasil

A famosa Startup de mobilidade urbana da região Norte do Brasil, a YetGo que foi lançada em 2016, acaba de receber uma rodada de investimento SEED da Bossa Nova Investimentos, a maior micro Venture Capital do Brasil em número de investimentos e empresa referência na América Latina.

Liderada pelos investidores Pierre Schurmann e João Kepler, a Bossa Nova investiu em uma participação proporcional a 15% da YetGo. “O aporte deste capital de uma Venture Capital como a Bossa Nova que é gerida por empreendedores que investem, é um grande marco na história de nossa empresa, pois valida nosso Product Market fit e nos abre portas para o mundo, nos colocando sobre os holofotes do mercado como um todo”, afirma Gervásio Moreno, CEO da YetGo.

A YetGo é lider de mercado no norte do Brasil: Pará, Amazonas e Amapá e no Nordeste opera no Ceará, Maranhão e Bahia. Com esse aporte, reforça sua participação regional e inicia seu plano de expansão com operações em alguns estados do sul e sudeste, dentre eles: Goiás, Distrito Federal, Minas Gerais, Santa Catarina, Espírito Santo e São Paulo.

“2018 é um ano de crescimento, estamos ultrapassando as fronteiras nacionais e iniciando as operações também em Santiago no Chile e, no próximo mês já preparando nossa entrada na Europa por meio de Portugal” comemora Morgado

“Hoje a YetGo consegue brigar pelo segundo lugar no número de chamadas no Brasil, e com este aporte irá consolidar suas operações atraindo mais serviços e negócios para a startup”, explica João Kepler. “Um dos modelos que serão adotados é atender todas as startup da rede Bossa além de empresas parceiras das startups, ou seja, um grande mercado se encontra a vista através dessa rodada de investimentos”, diz kepler.

No final de 2017, a YetGo alterou seu modelo de negócio para uma cobrança mensal fixa ao motorista, o que de maneira disruptiva gerou um grande impacto positivo no negócio. “Tivemos excelente aceitação por parte de motoristas, devido aos altos valores pagos no modelo de cobrança percentual dos concorrentes, o que nos possibilitou gerar um fluxo financeiro saudável aos nossos parceiros e também a prática de um preço justo para nossos usuários”, comemora Morgado.

Pierre Schurmann, manager partner da Bossa Nova, comenta que a Bossa Nova já investe em startups de mobilidade urbana e no setor autotech em startups como a Vai.Car, a CarGuru, a AutoMobi , a Insta Carro, a Payparking e também a Credere e agora o investimento na YetGo vai ampliar e consolidar a entrada da Bossa Nova neste segmento.

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Workana recebe aporte de R$ 23 milhões e expande para Sudeste Asiático

A Workana, plataforma de trabalho freelance com atuação em toda a América Latina, acaba de anunciar o maior investimento desde sua fundação. Por meio da SEEK, acionista de empresas como Brasil Online Holdings – controladora da Catho – e OCC (Centro Online de Carreiras do México), a empresa recebe o aporte de R$ 23 milhões. Com o valor, a Workana, que já conta com mais de um milhão de freelancers cadastrados, busca manter a liderança na América Latina enquanto expande para o Sudeste Asiático.

Guillermo Bracciaforte, cofundador da Workana, conta que é o maior investimento já recebido pela empresa. “Pela primeira vez, não vamos só continuar com o crescimento forte na América Latina, agora temos planos para expandir a Workana para novas regiões onde achamos que vamos ter uma vantagem competitiva com o que temos aprendido nestes primeiros seis anos. São planos muito ambiciosos e estamos ainda em fase de planejamento, mas temos muita certeza que a oportunidade é grande para uma empresa da América Latina dar certo no resto do mundo no mercado de trabalho online”, conta Bracciaforte.

O executivo aponta que a escolha pelo Sudeste Asiático acompanha o forte crescimento do mercado online da região. De acordo com um relatório do Google e Temasek, a região deve alcançar a posição de líder em uso de internet em 2018: os consumidores locais são os que mais gastam tempo na internet mobile do que qualquer outro país, com 3,6 horas por dia, e o número de usuários ativos por mês alcançou 330 milhões em 2017. Bracciaforte analisa que o crescimento do mercado digital demanda profissionais qualificados e atualizados, o que pode ser uma boa oportunidade para fomentar a atividade freelance local.

Esse é o quarto investimento recebido pela Workana, totalizando mais de R$ 35 milhões desde 2012. De acordo com Bracciaforte, a nova conquista da empresa vem para continuar o investimento para oferecer uma plataforma cada vez melhor para as PMEs e freelancers cadastrados, além de alimentar uma forte expansão internacional da empresa, que atualmente possui 75% de market share na América Latina.

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Marcelo Ramos assume presidência da Infobip no Brasil

A Infobip, empresa croata que opera uma das maiores plataformas próprias de mensageria e comunicação do mundo, anuncia a chegada de Marcelo Ramos para assumir a presidência da companhia no Brasil. A principal missão de Ramos será contribuir para o crescimento do portfólio de produtos e serviços da companhia, que hoje possui uma receita anual de US$ 430 milhões e um volume de 80 bilhões de transações por ano, ou cerca de 7 bilhões por mês, somando SMS, voz e e-mail. “Esperamos crescer 50% este ano no Brasil. Para mim, é uma grande satisfação e um desafio poder gerenciar a companhia e contribuir estrategicamente para o desenvolvimento do negócio”, afirma Marcelo Ramos, presidente da Infobip no Brasil.

Marcelo Ramos é formado em Gestão de Contact Center pela Uninove, com MBA em Gestão de Negócios voltado a Crédito e Cobrança pelo Ibmec. Possui mais de 15 anos de experiência no mercado de contact centers e soluções de TI. Há dez anos passou a atuar na área comercial de empresas como Casas Bahia Contact Center, Intervalor, Spring Mobile e Infobip, onde exerceu as funções de sales manager e gestor comercial. A Infobip tem 270 mil clientes e está conectada a 450 operadoras. É um pouco mais da metade do total de teles no mundo. Além disso, a companhia tem 1,2 mil funcionários espalhados por 56 escritórios em 44 países.

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Plataforma de gestão faz sucesso em setor de eventos do Brasil

Com a necessidade de gerenciar bens de locação aumentando a cada dia, o software de gestão desenvolvido pela B2Rent permite automatizar, controlar e acompanhar as operações das empresas de maneira simples e intuitiva. Projetado para trazer mais eficiência e praticidade, o sistema ainda possibilita soluções específicas para cada necessidade.

Em um mundo cada vez mais modernizado, o uso da tecnologia permite aumentar a produtividade com controle e segurança no envio e recebimento de informações. “O uso de planilhas para atender grandes demandas sempre traz alguns questionamentos. Os mais comuns vão se perguntar se a última versão do documento está atualizado com os custos do aluguel do equipamento e, muitas vezes, até mesmo em qual pasta está arquivada o documento com os clientes. Pensando nas interferências causadas, decidimos englobar essas informações em um único lugar”, explica Luiz Eduardo Lopes, CEO da B2Rent.

Para o setor de eventos que trabalha com uma grande demanda de locação, por exemplo, o sistema oferece uma visão ampla dos locatários, dos produtos listados e ainda um atendimento personalizado para os clientes. Por trabalhar com armazenamento em nuvem, ele possibilita salvar uma quantidade ilimitada de arquivos e acessá-los em qualquer lugar sempre que necessário, bastando apenas uma conexão com a internet.

“Não é necessário instalar um software pesado no computador ou ter dezenas de pastas, o que torna os processos internos mais eficientes, rápidos e com mais flexibilidade nas operações”, pontua Luiz. Entenda a relação das tarefas realizadas e o tempo gasto: https://goo.gl/nggtbC

Cadastro de clientes, contrato, calendário de locação e histórico de atendimento são algumas das funcionalidades acopladas para economia de tempo e redução de custos. Para entender mais sobre os benefícios de uma ferramenta com armazenamento em nuvem, acesse: https://goo.gl/KmcnJn

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Risco cibernético será tema obrigatório na agenda de Conselhos de Administração em 2018

Os Conselhos de Administração não estão preparados para direcionar adequadamente as maiores companhias do Brasil sobre os riscos cibernéticos.

Esta é uma das conclusões da votação interativa da 62ª Mesa de Debates do ACI Institute. O ACI é um instituto da KPMG que tem o objetivo dedisseminar a importância da Governança Corporativa e do compliance. A 62ª Mesa de Debates contou com a participação de 123 executivos, entre conselheiros de administração, conselheiros fiscais e membros dos comitês de auditoria das principais empresas que atuam no Brasil.

Segundo os dados, o direcionamento foi considerado adequado por apenas 20% dos respondentes. Trinta e três por cento avaliaram o direcionamento como regular, 41% como não adequado e 6% não souberam opinar.

“Com base nos dados, 80% dos executivos não estão seguros quanto à qualidade do direcionamento oferecido pelos Conselhos de Administraçãosobre riscos cibernéticos. O índice é bastante elevado e preocupa, sobretudo diante da exposição crescente das empresas a ataques dessa natureza”, afirma o líder do ACI Institute e sócio da KPMG no Brasil, Sidney Ito.

Os executivos consultados também debateram, neste evento do ACI Institute, os principais tópicos que precisam estar na agenda doConselho Administração em 2018. Entre os temas de destaque estão disrupção tecnológica, inovação e resultados a longo prazo, tone at the top e cultura corporativa, ativismo e a relação com os investidores, diversidade e o tempo de mandato dos conselheiros.

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Fluke anuncia novo Diretor Geral América Latina

A Fluke, líder global em tecnologia portátil de teste e medição, anuncia Hector Trabucco como novo Diretor Geral da companhia para a América Latina. O executivo será responsável por toda operação de Tektronics, Fluke Networks e Fluke. Trabucco possui sólida experiência na direção geral de grandes empresas e forte histórico em construção de equipes e em impulsionar crescimento, características que devem agregar positivamente e contribuir para alavancar ainda mais os negócios da companhia no Brasil e na região. Trabucco foi responsável por um crescimento histórico na posição de Presidente da Gilbarco Veeder-Root, que também pertence ao Grupo Fortive.

A Fluke atua em mais de 10 países da América Latina. No Brasil, a companhia conta com uma equipe de 70 distribuidores, mais de 2000 produtos comercializados e 200 pontos de vendas. O mercado brasileiro figura entre os prioritários para a multinacional americana entre os países emergentes, onde a companhia está presente com os seus principais produtos e soluções. A Fluke pertence ao Grupo Fortive, conglomerado independente, de capital aberto, que reúne um grupo de empresas líderes em seus mercados que representam um faturamento global da ordem de US$ 6.2 bilhões.

O principal desafio do novo Diretor Geral será manter crescimento contínuo, reforçando a solidez conquistada pela companhia nos 20 anos de presença na América Latina. Antes de ingressar na Fluke, Hector Trabucco atuava na posição de Presidente da Gilbarco Veeder-Root America Latina. Também acumulou posições de liderança em diversas empresas como ExxonMobil´s Downstream nas Américas. O executivo é argentino, formado em Engenharia Industrial pelo Instituto de Tecnologia de Buenos Aires (ITBA) e tem MBA no Centro de Estudos Macroeconomicos da Argentina (Universidade CEMA).

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CA Technologies promove Eduardo Pedrinha a Vice-Presidente de vendas Latam para o setor público

A CA Technologies, uma das principais empresas no desenvolvimento de tecnologia corporativa do mundo, apresenta Eduardo Pedrinha como o novo Vice-Presidente de vendas Latam para setor público. Atuando de maneira consultiva e colaborativa junto a diversos órgãos do Governo brasileiro, o executivo liderou projetos para a adoção de tecnologias, buscando elevar o nível de produtividade e qualidade dos clientes e melhorar as relações entre governo e cidadãos, focando na transparência e melhores práticas comerciais.

Destaca-se entre as iniciativas lideradas por Pedrinha o projeto Governo na Palma da Mão (GPM), que possibilita integrar diferentes entidades governamentais, como secretarias estaduais, municipais, Cias de Processamentos de Dados federais e estaduais, e criar uma visão única do cidadão, dando agilidade, acessibilidade aos serviços prestados à sociedade e inclusão digital.

“Meu foco continuará sendo em ajudar os clientes e parceiros da CA Technologies a prosperarem na economia das aplicações e na jornada de transformação digital. O desafio aumentou, mas, junto com minha equipe, poderemos desenvolver ainda mais o relacionamento com os governos da América Latina”, comenta Pedrinha, que responderá diretamente para Cláudia Vásquez, Presidente e Diretora-Geral da CA Technologies na América Latina.

“É sempre importante reconhecer o incrível trabalho realizado todos os dias por nossa equipe. Poder promover nossos melhores profissionais transmite uma mensagem clara de que, na CA Technologies, todos podem prosperar e crescer”, comenta Cláudia.

O cargo de Diretor de vendas para o setor público no Brasil, será ocupado por Fabio Mucci, que integra a equipe da CA Technologies desde 2011 e fica baseado em Brasília. Fábio responderá diretamente a Eduardo Pedrinha.

Pedrinha é formado em Processamento de Dados pela Instituição Faculdades Reunidas Professor Nuno Lisboa e possui MBA em Gestão e Vendas pelo IBMEC. Antes de ingressar na CA, o executivo atuou em empresas como Rational Software e IBM.

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Empresas aceleradas pela 500 Startups encontram soluções no Vale do Silício

Com mais de 2000 investimentos realizados em empreendimentos ao redor do globo, a 500 Startups é um dos fundos mais ativos do mundo. O portifólio inclui 42 empresas brasileiras. A maioria delas atua apenas no País, mas algumas descobriram na internacionalização uma estratégia de crescimento e novos negócios. São os casos da Contentools e a Worthix, que escolheram a região do Vale do Silício para desenvolver parcerias que dificilmente seriam formadas no Brasil. “Cerca de 28% do investimento mundial em startups sai do Vale do Silício. O empreendedor brasileiro que vai para lá consegue navegar nesse ecossistema e acessa, além do capital, conhecimento, melhores práticas e relacionamentos valiosos”, afirma o diretor de Operações da 500 Startups no Brasil, Rodolfo Pinotti.

A Contentools é uma plataforma de gestão de conteúdo em que times de marketing trabalham o planejamento, a produção, a distribuição e a análise dos conteúdos online (usados em blogs, redes sociais e outros canais de empresas). Dentro da plataforma, é possível criar e organizar uma estratégia, controlar o calendário editorial, organizar o fluxo de trabalho e ter a autonomia das entregas e datas de publicação.

A CEO da empresa, Emília Chagas, que é formada em jornalismo, teve a ideia de criar a Contentools depois de notar uma dificuldade comum na área de marketing das empresas. “O processo recorrente para criar conteúdo, tão fluído nas salas de redação, pode ser um verdadeiro desafio para equipes de marketing”, afirma Emília. A empresa tem o objetivo de desenvolver e trazer inteligência que permite às empresas planejar, criar e entregar conteúdo útil e personalizado em escala.

Durante o processo de aceleração na 500 Startups, no Vale do Silício, a Contentools lançou a versão global da ferramenta que funciona como um software as a service (SaaS). Desde então, a empresa cresce de forma contínua. “Nossa experiência no vale permitiu aprendermos sobre growth, funding e processos que nos permitem escalar a empresa com um time enxuto e internacional”, diz Emília.

A Contentools tem operação em Florianópolis (SC) e business development em San Francisco (CA). A cidade brasileira é um local diferenciado para o mercado de tecnologia, com vantagens para atração e desenvolvimento de talentos. No entanto, para desenvolvimento de parcerias nos Estados Unidos – que representa a maior parte do mercado da empresa – é imprescindível ter esforços de business development na região próxima do Vale do Silício.

Esta estratégia inovadora foi capaz de trazer inúmeros benefícios a empresa. Hoje, a Contentools tem usuários em cerca de 70 países, mais de mil usuários ativos, além de mais de mil times de marketing usando a ferramenta diretamente ou por meio de suas agências digitais. São mais de 70 mil conteúdos criados na plataforma e o objetivo é triplicar esses números nos próximos anos.

Já a Worthix é a primeira empresa voltada para desenvolver tecnologia de pesquisa de consumidores no mundo todo. Por meio de inteligência artificial, a startup consegue medir com precisão científica quais são as experiências que mais motivam a compra e a lealdade dos clientes.

A ferramenta é inovadora porque as empresas que usam a tecnologia não precisam mais se preocupar em decidir quantas ou quais serão as perguntas do questionário que será enviado aos clientes. “O Worthix decide quais perguntas serão aplicadas e assim consegue explorar com profundidade todas as percepções de custo, de benefícios (emocionais e racionais) e de concorrência que cercam as experiências dos clientes”, explica Guilherme Cerqueira, CEO da Worthix.

A área de relatórios do software também é inovadora. Na medida em que os clientes respondem os questionários, os analistas das empresas têm acesso a um dashboard com inteligência artificial e econometria que apresenta quais dentre todas as experiências percebidas pelos clientes tem a maior probabilidade de aumentar vendas e lealdade. Além disso, o Worthix é capaz de quantificar a experiência dos clientes em uma pontuação (score ou Worth Index) que tem alta correlação com as decisões de consumo dos clientes. Consequentemente, com as variações dos resultados financeiros das empresas, se torna possível incluir em seus modelos preditivos, informações analíticas das empresas.

Segundo Guilherme, os principais aprendizados de montar uma empresa nos EUA é “a obrigatoriedade que você tem de ter um mindset de atuação global, ao invés de local. Você passa a enxergar que o mundo é muito maior do que o eixo Rio-São Paulo e que é possível sim, mesmo sendo Brasileiro, criar um business disruptivo, inovador e capaz de concorrer e vencer gigantes globais”.

Para o CEo da Worthix, empreender nos EUA não é mais fácil do que empreender no Brasil. “São desafios diferentes. Se por um lado a escada rolante do empreendedorismo Brasileiro está contra você, a escada rolante americana é muito mais longa e a quantidade de concorrentes disputando para chegar lá em cima antes de você é muito maior”, pondera Guilherme.

A Worthix tem um escritório no Vale do Silício, porém hoje, a sede da empresa é em Atlanta, cidade que apresenta um PIB quase duas vezes maior do que o da cidade de São Paulo e é considerada o Tech Hub of the South dos EUA. Segundo Guilherme, o motivo da escolha por mudar a base para Atlanta foi a posição geográfica. “Na minha opinião, San Francisco ainda é a capital global da inovação e do empreendedorismo. Porém a Worthix é B2B e ficar em San Francisco significa gastar muito mais e ainda ficar em uma posição muito ruim em relação ao fuso dos clientes da Costa Leste dos EUA, da Europa e da América no Sul, que são as regiões onde concentramos a maior parte dos nossos clientes”, diz.

Os planos de crescimento da empresa ainda se concentram em expandir fortemente no mercado americano, apesar de também já estarem direcionando investimentos para o mercado da América Latina e Europa. Como destaque de alguns clientes entre brasileiros e internacionais, a Worthix tem: HP, Blizzard Entertainment, Loreal, FICO, Praxair, TechCrunch, Sura, Localiza-Hertz, Oi, TIM, Vivo, Nextel, Banco do Brasil entre outros.

Além da necessidade de investir em inovação disruptiva, a busca por soluções no exterior foi fundamental para alcançar um maior crescimento em ambas as empresas. É fato que, apesar da maior concorrência, a proximidade com o Vale do Silício permite muito mais contatos, parceiros, clientes e investidores globais do que no Brasil.

A 500 Startups

Reconhecida pela revista Forbes como uma das melhores aceleradoras do mundo em 2016, a 500 Startups possui dois programas de investimento e mentoria para startups: o Seed Program e o Series A Program.

Com a rápido crescimento da economia da informação, a 500 Startups também é pioneira no desenvolvimento de parcerias corporativas e iniciativas governamentais, visando disseminar a cultura empreendedora do vale do silício em todo mundo. Seguindo a mesma linha, a empresa realiza todos os anos eventos voltados para a comunidade empreendedora, como por exemplo o Geeks on a Plane, 500 Demo Day, entre outros.

Além de investir, a 500 Startups conta com programas de educação executiva voltados para profissionais que já atuam ou pretendem atuar no segmento de venture capital. Conhecidos como “VC Unlocked”, estes cursos, realizados em parceria com UC Berkeley e Stanford University, reúnem profissionais de todo mundo na California em torno dos mais recentes temas relacionados ao segmento, da estrutura jurídica às estratégias de investimento.

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Finep reduz juros de suas linhas de crédito para inovação

A Finep anuncia reduções significativas nas taxas de juros das suas principais linhas de crédito, além de condições mais favoráveis de carência, prazo total e participação. O objetivo central da mudança é aumentar a produtividade das empresas brasileiras por meio da inovação. Cerca de R$ 3,5 bilhões devem ser demandados, de acordo com a expectativa dos analistas da financiadora.

Para inovações consideradas estratégicas para o país e que ainda não estejam disponíveis no mercado nacional, o custo do financiamento se tornou um dos menores do segmento: passou de TJLP para TJLP-0,5% a.a., podendo acumular ainda outras reduções.

Já a taxa da linha mais demandada pelos empresários – Inovação Pioneira – foi reduzida de TJLP+1,5% para TJLP+0,5%, com possibilidade de ainda acumular outros benefícios. Esse crédito deve ser utilizado para o desenvolvimento de produtos, processos e serviços inéditos para o Brasil, com elevado grau de inovação e relevância para o setor econômico beneficiado.

Também houve cortes nos juros de mais três linhas da Finep, voltadas para diferenciação de produtos, processos e serviços; redução de custos; e difusão de tecnologias. No caso desses produtos financeiros, as taxas variam de TJLP + 1,5% a TJLP + 6,25%.

Bônus tornam taxas ainda mais atrativas

A Finep ainda vai conceder bônus adicional em duas situações. Empresas que desenvolverem seu projeto em associação com universidades ou institutos de pesquisa vão ser beneficiadas por uma redução de 1 p.p. na taxa do financiamento, independentemente da linha. Para isso, pelo menos 15% do empréstimo precisa ser destinado a esses parceiros.

Trata-se do Programa Finep Conecta, que busca articular e mobilizar os atores do sistema de inovação. No melhor dos cenários, a taxa vai ser de TJLP-1,5%, com carência que pode chegar a seis anos e prazo total de 16 anos, com participação de até 100% da Finep no projeto. Descontada a expectativa de inflação para 2018, segundo o Boletim Focus, os juros reais são de 1,27%.

“O Brasil precisa responder à demanda por inovação, estreitar a relação entre empresas e universidades. Temos um terreno muito fértil para uma nova geração de bons cientistas, pesquisadores e, sobretudo, de bons empresários, que usam essa base tecnológica para introduzir a inovação no processo produtivo”, destaca o economista Marcos Cintra, presidente da Finep.

Com o intuito de reduzir ainda mais o custo total da operação, a Finep também vai baixar os juros caso a empresa apresente garantias financeiras (fiança bancária, seguro garantia ou penhor de aplicações financeiras). O mecanismo não só beneficia o tomador do empréstimo com menores encargos, mas também agiliza os tempos de contratação e desembolso dos recursos. Nessas circunstâncias, o desconto na taxa varia de 0,5 p.p a 2,0 p.p., de acordo com cada linha. Os dois incentivos – Finep Conecta e garantias financeiras – são cumulativos.

“Ninguém inova sozinho: o processo é sistêmico, contínuo e demanda mobilização de diversos agentes. As novas condições de financiamento mostram que a Finep está disposta a compartilhar com as empresas o risco e a incerteza do esforço de inovação. Sem isso, elas não avançarão em produtividade, e a competitividade da nossa economia estará irremediavelmente ameaçada”, comenta Rennys Aguiar, diretor de Inovação da Finep.

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ABB investe 100 milhões de euros em campus global de inovação e treinamento

No novo campus de inovação e treinamento, tecnologias para a fábrica do futuro serão desenvolvidas, baseadas no ABB AbilityTM, com máquinas e robôs inteligentes conectados à nuvem se encarregando da produção de forma autônoma. Com esse investimento, a ABB apresenta os resultados de sua estratégia Next Level, que coloca a inovação como um fator crucial para o crescimento rentável. A empresa investe, anualmente, US$ 1,4 bilhões em Pesquisa & Desenvolvimento (P&D) e conta com uma equipe de cerca de 30 mil engenheiros de aplicação dedicados. A B&R conta com mais de 1 mil colaboradores trabalhando em P&D e desenvolvimento de aplicações.

O novo campus de pesquisa e desenvolvimento ocupará uma área de 35 mil m² e sediará um número significativo de instalações de última geração. Paralelamente aos ultramodernos laboratórios de P&D, em que novas tecnologias de automação serão desenvolvidas e testadas, desde sistemas de controle industrial ao aprendizado de máquinas e inteligência artificial, estará funcionando uma academia de automação para capacitar e treinar nossos clientes, parceiros e colaboradores nessas tecnologias. A cerimônia de lançamento da pedra fundamental está prevista para meados deste ano e é esperado que o novo campus esteja em plena atividade antes do fim de 2020. Uma vez prontas, as instalações de Eggelsberg constituirão um dos maiores centros de pesquisa e desenvolvimento da ABB.

Com seu novo campus, o segundo maior fornecedor de soluções de automação industrial do mundo expandirá ainda mais sua posição de liderança no setor de automação fabril e de máquinas. O desenvolvimento de tecnologias disruptivas permitirá à ABB ser ainda mais útil ao altamente atraente segmento de automação fabril e de máquinas, um mercado que movimenta US$ 20 bilhões.

A ABB adquiriu a B&R em julho de 2017. Na época, tratava-se do maior fornecedor independente de soluções de arquitetura aberta baseada em produtos e software para automação fabril e de máquinas. Hoje, a B&R está plenamente integrada à divisão de Industrial Automation da ABB como sua unidade empresarial global de Automação Fabril e de Máquinas. As duas ofertas combinadas alçaram a ABB à posição de único fornecedor de automação industrial a oferecer, atualmente, a seus clientes uma gama completa de soluções de tecnologia e software abrangendo medições, controle, atuação, robótica, eletrificação e digitalização.

“A B&R teve um excelente começo dentro da ABB e excedeu nossas expectativas. Estamos bem posicionados para atingir, muito em breve, nossa meta de faturamento, superior a US$ 1 bilhão”, declarou, em Linz, Ulrich Spiesshofer, CEO da ABB, durante uma coletiva de imprensa com o chanceler da Áustria, Sebastian Kurz. “Com nosso investimento de € 100 milhões, estamos fortalecendo essa dinâmica e os pilares dessa história de sucesso: pessoas e inovação. Além da recém-adquirida capacidade de pesquisa e desenvolvimento, nosso investimento servirá para expandir a academia de automação da B&R, oferecendo aos nossos clientes, parceiros e colaboradores em âmbito global programas exclusivos de treinamento e capacitação.”

“Com esse firme compromisso representado por suas instalações em Eggelsberg, a ABB acaba de se posicionar como líder do mercado austríaco de automação”, disse o chanceler Sebastian Kurz. “Fiel às suas promessas, a empresa está fazendo um investimento de enorme importância para a Áustria, na forma de uma sede empresarial de nível internacional. Trata-se do pontapé inicial de sua ofensiva de localização nesse segmento crucial do setor digital, um impulso importante para a criação de novos postos de trabalho altamente qualificados e para o posicionamento da Áustria como região produtora de alta tecnologia.”

O novo empreendimento também será benéfico para o panorama educacional do país. “Fortalecer ainda mais nosso bom relacionamento com as universidades, faculdades de ciências aplicadas e instituições de ensino técnico superior faz parte de nossa estratégia de inovação e pesquisa. Dessa forma podemos acelerar mais ainda nosso ritmo de crescimento e inovação, além de expandir nossa liderança tecnológica”, afirmou Hans Wimmer, diretor administrativo da B&R.

“Este é um dia muito importante para a B&R”, disse Josef Rainer, cofundador da Bernecker & Rainer Industrie-Elektronik GmbH. “Essa integração harmoniosa demonstra que a empresa fundada por mim e por Erwin Bernecker, há 39 anos, está em ótimas mãos. Fico feliz em saber que a ABB continua a escrever e a acelerar nossa história de sucesso com esse investimento histórico.”

Data centers da Ascenty recebem certificado PCI-DDS em todas as unidades

A Ascenty, empresa líder no mercado de data center com foco na América Latina, foi certificada com o selo internacional PCI-DSS (AoC – Attestation of Compliance) em todos os oito data centers em operação no Brasil. Organizada pela PCI Security Standards Council, essa certificação garante aos clientes o cumprimento dos pré-requisitos de segurança internacionais necessários ao processamento dos dados de cadastros bancários, sistemas de pagamentos e cartões de crédito que passam pelos data centers da Ascenty.

“Ter a certificação PCI-DSS em todos os nossos data centers é um grande diferencial para a Ascenty”, afirma Roberto Rio Branco, diretor institucional e marketing. O reconhecimento das unidades Campinas, Jundiaí, Fortaleza, Hortolândia, São Paulo 1 e São Paulo 2, Sumaré e Rio de Janeiro garante que a infraestrutura está adequada às normas de segurança de dados estabelecidas no Payment Card Industry Data Security Standard (PCI-DSS), o padrão adotado em todo o mundo pela indústria de cartões de crédito. “Empresas do segmento financeiro podem contar com a nossa infraestrutura já certificada e preparada para hospedar as suas transações financeiras”, ressalta Roberto.

Além dessa nova certificação, a Ascenty oferece uma infraestrutura segura e totalmente redundante, certificada pelos principais órgãos internacionais. A empresa conta com os selos TR3 da TÜV Rheinland, Tier III Design e Tier III Facilities do Uptime Institute, que avaliam equipamentos e estrutura das unidades. Em segurança da informação, a certificação ISO 27001 garante aos clientes da Ascenty confiabilidade, integridade e disponibilidade dos Data Centers. Em relação a serviços, a empresa é certificada pelo ISO/IEC 20000, a primeira norma mundial com foco específico em gerenciamento da qualidade de serviços de TI. Além disso, nos aspectos ambientais, a companhia foi a primeira empresa de Data Centers a receber a certificação ISO 14001, que se baseia no padrão da International Organization for Standardization (ISO) para implantação e operação de sistema de gestão ambiental sustentável.

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Ingresso Rápido inova no mercado de tickets e passa a oferecer pagamento via Apple Pay

A partir de 04 de abril, a Ingresso Rápido, maior marketplace de tickets de entretenimento ao vivo da América Latina, passa a oferecer um novo meio de pagamento aos seus mais de 3 milhões de clientes: o Apple Pay, lançado este mês no Brasil.

Além de poder comprar e efetuar o pagamento dos ingressos com um único clique, os usuários da Ingresso Rápido também terão uma vantagem: não será preciso ter cadastro no site para efetuar compra, já que a própria Ingresso Rápido conseguirá criar esse login e senha, enviando posteriormente para o comprador os dados e permitindo que o usuário altere todos o conteúdo cadastrado.

“A Ingresso Rápido tem como grande objetivo se consolidar cada vez mais como uma empresa de tecnologia, e ter parceiros como a Apple é de extrema importância, para conseguirmos oferecer ao consumidor uma experiência única de compra, além de um serviço personalizado e direcionado”, explica Diego Barreto, CFO da Ingresso Rápido.

A Apple Pay está transformando o mercado de pagamentos móveis, com um produto seguro, privado e fácil de ser gerenciado. Além disso, segurança e privacidade são a base do novo lançamento. Quando o usuário utiliza o cartão de crédito ou débito com o Apple Pay, os números reais dos cartões não são armazenados no dispositivo nem nos servidores da Apple. Em vez disso, um número de conta de dispositivo exclusivo é atribuído, criptografado e armazenado de forma segura no elemento seguro no seu dispositivo. Cada transação é autorizada com um código de segurança dinâmico único e único.

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Por que trabalhar no mesmo coworking que concorrente pode ser boa opção

Há quem prefira manter distância da concorrência, acreditando que quanto menos o concorrente souber sobre o negócio melhor. Mas será que essa é a melhor estratégia para ter sucesso? Pequenas e médias empresas estão notando que estar por dentro do que o outro faz, ou até mesmo atuar em parceria, pode alavancar as duas empresas.

Um exemplo disso são os coworkings especializados em um único mercado. Hoje já é possível encontrar profissionais das mais variadas áreas- como advogados, arquitetos, cabeleireiros, entre outros- que trabalham de forma conjunta e que muitas vezes indicam o concorrente, quando não podem atender a demanda. “Sendo o coworking um espaço compartilhado e aberto ao colaborativismo, muitas empresas sentem-se apoiadas quando conseguem trocar experiências, aprendizado, ou até mesmo compartilhar alguns clientes”, explica a especialista em coworking e CEO da CWK Coworking, Bruna Lofego.

Os coworkings voltados para nichos específicos estão ganhando adeptos em várias cidades do Brasil. Segundo o Censo Coworking Brasil, a parcela desses profissionais chega a 50% dos publicitários e designers, 38% de advogados e 24% de vendedores que são adeptos de espaços de trabalho compartilhados.

Para eles, muitas vantagens podem ser observadas na convivência com profissionais do mesmo setor em um coworking. Conheça as principais:

Networking

Pesquisa realizada pelo Censo Coworking Brasil mostra que 82% dos coworkers acreditam que o ambiente oferece ótimas oportunidades de networking. Em um coworking, além das conexões que os clientes fazem entre si, existe também a oportunidade de conviver com as conexões que outro frequentador do mesmo espaço tem. “Independentemente da área de atuação, ter uma rede de contatos ampla é fundamental para o bom andamento dos negócios. Além das oportunidades abertas no dia a dia, existem ainda os dias mais propícios para um happy hour ou café de negócios”, explica Bruna.

Crescimento

Ainda segundo o Censo, 76% dos adeptos de coworking acreditam que local é o ideal para o crescimento da empresa. “No dia a dia, os clientes presenciam o tempo todo as experiências de outros clientes da mesma área, e com a convivência e o networking feito entre eles, é bastante viável aprender com os erros e acertos de outros do mesmo ramo e evoluir em sua atuação”, explica.

Parcerias

Em uma área profissional pode haver diversas frentes de atuação, por isso nem sempre profissionais de um mesmo setor oferecem exatamente os mesmos serviços. “Além disso, não é garantido que a empresa concorrente oferecerá igual desempenho em uma mesma função. É assim que as parcerias surgem nos ambientes de trabalho compartilhados”, explica a especialista.

“Alguns profissionais muitas vezes utilizam o serviço do concorrente para complementar outro seu que já vendeu, estratégia muito usada por advogados, por exemplo, em busca de agregar valor para todas as partes envolvidas.”

Compartilhamento

O compartilhamento faz parte da essência do coworking, seja em relação aos serviços disponibilizados ou ao espaço em si. Para usufruir ainda mais disso, empresas têm se interessado também por estratégias que tragam benefícios para ambas as partes envolvidas, como compartilhar fornecedores, por exemplo. “Nem sempre uma pequena empresa precisa de muito para funcionar, e, com essa estratégia, é possível conseguir descontos ou um upgrade nos serviços com fornecedores em comum”, finaliza.

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Microduino traz ao Brasil novo kit de entrada com baixo custo para ensino de robótica em escolas

A Microduino, uma das líderes mundiais em kits para o ensino STEM/STEAM (sigla em inglês que abrevia as áreas de Ciências, Tecnologia, Artes e Matemática) com presença em 5 continentes, lança no Brasil e no mundo mais uma solução voltada a instituições de ensino. Pensado para ser a porta de entrada na implementação de práticas relacionadas a robótica e eletrônica, o Ideaboard chega com a missão de trazer maior custo-benefício, aliando possibilidades de criação de projetos básicos em sala de aula via Scratch.

“Trata-se de mais um grande passo para a Microduino pois o Ideaboard já possui alguns sensores que permitem aos professores a introdução de projetos de robótica de maneira intuitiva gradual (aos alunos. Isso significa um grande avanço tanto do ponto de vista operacional, já o que os kits também foram pensados para proporcionarem maior custo-benefício e, portanto, maiores condições de inicialização de iniciativas voltadas à eletrônica nas escolas”. Pesquisas indicam que 85% dos empregos do futuro ainda não existem. E com o avanço da tecnologia saber conversar com uma máquina (programá-la) será tão necessário quanto qualquer língua. Com isso, a marca entende como essencial a popularização do ensino de robótica no país. “O Ideaboard diminui o investimento inicial de uma escola em um fator de 10, chegando a ter um custo equivalente a um livro/apostila pedido por escolas como material obrigatório”, comenta Gustavo Chien, Diretor da Microduino no Brasil.

Um pouco sobre o conceito STEAM aplicado pela Microduino

O conceito STEAM surgiu em 1890 na Universidade de Chicago onde a escola seria como uma comunidade em que os estudandes pudessem se envolver em soluções de problemas reais de forma multidisciplinar. Com isso, a Microduino propõe um modelo de ensino onde se tem o espaço para cada atividade e depois o próprio estudante é quem liga os pontos. Nessa metodologia devem ser disponibilizados recursos para que o aluno desenvolva conceitos de Física, Química, Biologia e suas aplicações tecnológicas de maneira estruturada, todas em torno da Matemática, mas com liberdade para criação.

Microduino descomplica a robótica durante a 25ª Bett Educar

Pensando em trazer seus benefícios de forma prática, assim como todos os kits da Microduino sugerem, o Ideaboard será apresentado a educadores durante a 25ª edição da Bett Educar, Nesse ano, a Microduino traz literalmente o clima de sala de aula em seu stand. Com cadeiras que mais se parecem com as carteiras de uma classe ( em um espaço de 28m2, a marca programa para o maior evento de educação da América Latina e um dos principais do mundo três workshops que mostrarão de maneira muito prática como educadores podem implementar e adaptar o ensino de diversas matérias fazendo uso do novo kit Ideaboard, além dos já presentes mCookie e mPie.

Também serão apresentados exemplos de aplicações focadas em Inteligência Artificial e Internet das Coisas, como forma de introdução dos temas para sala de aula. Outro workshop especial preparado pela Microduino será focado em apresentar a professores em primeira mão no Brasil a versão 3.0 do Stratch, hoje considerado o software mais utilizado para o ensino de programação a crianças no mundo.

Confira a programação e horários dos workshops durante a Bett Educar 2018:

Dia 08/05

13:00 – 13:45 – Introdução ao Scratch 3.0 + Ideaboard

16:00 – 17:30 – Scratch 3.0 + mCookie – programação física para educadores

Dia 09/05 a 11/05

09:00 – 10:00 – Programando com as mãos – Oficina de mPie

13:00 – 13:45 – Introdução ao Scratch 3.0 + Ideaboard

16:00 – 17:30 – Scratch 3.0 + mCookie – programação física para educadores

Foco em escolas para crescer no Brasil

Fundada em 2012 por quatro amigos que se conheceram no Makerspace Beijing, o primeiro makerspace da China, hoje a empresa é uma gigante na China com uma base de mais de mais de 5 milhões de usuários dos kits entre crianças e jovens. Desde 2013 criou base em Los Angeles, nos Estados Unidos. Em agosto de 2013, anunciou seu primeiro projeto no Kickstarter, a menor placa baseada no Arduino do mundo na época, e alcançou sua meta de 20 mil dólares em menos de 3 dias, levantando mais de 130 mil dólares ao final da campanha.

Na prática, os kits da Microduino fazem o que muitos até adultos sonhavam até então: dar vida a blocos de LEGO. A “mágica” ocorre por meio do uso de módulos eletrônicos que modificam o comportamento de um carrinho ou boneco quando são empilhados magneticamente sobre uma pequena placa Arduino.

A empresa tem como foco o setor de educação no Brasil, por isso direciona as atenções a linha MCookie (mCookie), versão programável voltada ao ensino em escolas formado por peças de LEGO e componentes como Bluetooth, Wi-Fi, e GPS.

Lançado em 2015 após a terceira campanha de captação realizada via Kickstarter, tendo recebido mais US$ 160 mil em investimento é programável através de diferentes softwares e a solução perfeita para o ensino de programação e robótica para crianças a partir de 9 anos.

“O MCookie traduz muito bem o potencial da metodologia STEM/STEAM que pode ser aplicado de maneira prática e interativa em sala de aula e em diversas áreas do conhecimento – da matemática à biologia – com exemplos práticos aos alunos”, afirma Chien. Os kits MIX Education são compostos pelos módulos, sensores e atuadores do mCookie, software para programação (Scratch, Mixly e IDE do Arduino) e por cards do educador com diversos projetos interessantes para serem aplicados em sala de aula.

Blocos de montar e aprender eletrônica para todas as idades

Para completar o pool de kits já desenvolvidos pela Microduino, estão – em ordem a linha mPuzzle, para crianças até 5 anos, voltada para o ensino de circuitos e eletrônica, é a porta de entrada para o mundo make; a linha mPie, recomendada para crianças acima de 7 anos que ainda estão dando o primeiro passo no aprendizado de ciências traz conceitos de eletrônica e programação de forma lúdica.

De acordo com Gustavo, “o mPuzzle não tem programação envolvida, mas traz conexões magnéticas e componentes eletrônicos básicos. Já, o mPie tem botões, LEDs e sensores e permite ligações magnéticas na horizontal para apresentar noções de programação e eletrônica”, conta. Para completar, a linha Microduino, que leva o nome da marca, é ideal para o Maker ao oferecer módulos mais avançados para prototipagem de produtos e soluções de IOT.

“O que mais nos motiva é grande desafio na mesma medida que é melhorar o nível da educação das crianças e jovens por aqui. Enxergamos que o futuro passa, inevitavelmente, pelo entendimento cada vez maior da tecnologia. Queremos ajuda-los a ser preparar para o momento onde todos deverão compreender sobre programação assim como português e matemática, por exemplo”, finaliza Gustavo.