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Google Cloud lança Text-to-Speech, nova solução que permite aos clientes converter texto em mais de 32 vozes

Text-to-Speech chega com base em versão atualizada do WaveNet, executada na infraestrutura Google Cloud TPU, que gera formas de onda brutas 1.000 vezes mais rápidas que o modelo original

Google Cloud expande seu portfólio de produtos em inteligência artificial e lança o Text-to-Speech, nova ferramenta que permite aos clientes a conversão de fala em texto em mais de 32 vozes em 12 idiomas diferentes, inclusive português. É a primeira vez que a empresa disponibiliza o WaveNet, um produto inovador de pesquisa de síntese de voz da DeepMind, para o público.

“Muitos produtos do Google como, por exemplo, o Google Assistant, Search e Maps, vêm com uma síntese de texto para fala incorporada, de alta qualidade, que produz fala com som natural. Os desenvolvedores nos disseram que gostariam de adicionar texto para voz a seus próprios aplicativos. Por isso, hoje estamos trazendo essa tecnologia para o Google Cloud Platform, com o Cloud Text-to-Speech”, declara Dan Aharon, gerente de produto de Google Cloud AI

Além de permitir que os usuários escolham entre 32 vozes diferentes de 12 idiomas, o Cloud Text-to-Speech também traz pronúncias mais assertivas em textos complexos, como nomes, datas, horários e endereços. O produto, já utilizado por empresas como Cisco e Dolphin ONE, permite a personalização do tom, a taxa de fala e o ganho de volume da voz, além de oferecer suporte a diversos formatos de áudio, incluindo MP3 e WAV.

Com o Cloud Text-to-Speech é possível selecionar vozes de alta fidelidade construídas com base no WaveNet, um modelo generativo para áudio bruto criado pela DeepMind. O WaveNet traz uma fala mais natural, fazendo com que os usuários prefiram o seu áudio ao invés de outras tecnologias de conversão de texto em voz que já existem no mercado.

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O que a empresa familiar deve considerar antes de partir para processos de fusão e aquisição? – Por Eduardo Valério

Processos de fusões, aquisições ou vendas são questões relativamente novas para as empresas familiares brasileiras. O próprio mercado nacional é submetido a estes movimentos, de maneira mais enfática, nos últimos dez anos. Frente a este cenário, identificamos vários fatores que “estimulam” o processo, como por exemplo: a necessidade de diminuir o nível de endividamento; a demanda por um crescimento mais acelerado da empresa; a falta de sucessão; dificuldades operacionais, entre outros.

Em 2017, o número de fusões e aquisições no Brasil cresceu 3,6%, movimentando cerca de R$ 138,4 bilhões em transações, de acordo com dados divulgados recentemente pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). Nas empresas familiares, ambos os processos têm sido verificados com bastante frequência e equivalência. Além da própria dinâmica dos setores empresariais, notamos que a maior incidência de fusões e aquisições acontece a partir das segundas e terceiras gerações de sucessores, nas quais há coincidências entre as dinâmicas de mercado e familiar. Além deste fator, é importante lembrar que aqueles relativos ao ambiente de negócio, de finanças e de produção também podem ser considerados influenciadores das operações de fusão, aquisição ou venda.

Mesmo não tendo uma estatística finalizada sobre estes movimentos, estimamos que dos mais de 100 projetos em que estive à frente pela GoNext, entre 15% e 25% das empresas familiares passaram por algum destes procedimentos. O que chama a atenção é que nos últimos cinco anos o número vem crescendo, seja nos movimentos de venda, de aquisição ou de fusão. Inclusive de companhias brasileiras que adquirem empresas fora do país.

E quais são as motivações que levam uma empresa familiar a optar por estas estratégias? São várias: falta de alternativa para um processo sucessório; busca por capital; diminuição de endividamento; substituição de dívida; entre outros. Por isso, recomendamos aos proprietários das empresas familiares que conheçam a fundo como funcionam as metodologias de fusões e aquisição, de forma que estas possibilidades sejam eventualmente incorporadas às suas estratégias empresariais, evitando desgastes desnecessários e garantindo que todos os envolvidos na tomada de decisão estejam cientes das vantagens e/ou desafios.

Na hora de determinar qual é o caminho a ser seguido, cabe ao Conselho de Administração avaliar todos os cenários possíveis para o crescimento saudável da empresa. E cabe ao Conselho de Sócios/Acionistas aprovar determinada alternativa. Uma vez definidas estas instâncias da governança, podem ser considerados como “sinais” para iniciar um processo destes: dificuldade de crescimento orgânico da organização; fadiga das estruturas de capital da empresa; obsolescência tecnológica; aceleração do crescimento; e oportunidade de consolidação de mercado. Normalmente, estes fatores aparecem nas revisões dos planejamentos estratégicos, documentos nos quais são avaliados os riscos, oportunidades e ameaças para o negócio.

Muitas vezes, nas operações de fusões e aquisições, há grande preocupação dos membros da família com o futuro dentro da empresa. O que costumamos orientar é que os familiares possam, primeiramente, preparar-se para serem bons “donos de empresa”, ou seja, entender qual é o papel de um sócio, como ele deve constituir a governança da empresa, e, em algumas situações, saberem como atuar como gestores. Quando há um processo de fusão, aquisição ou venda, dependendo do acordo de sócios a ser formatado, geralmente os familiares deixam a gestão e passam a compor o Conselho de Administração da nova empresa. Por isso, é imprescindível que tenham conhecimento do novo modelo de atuação que irão fazer parte após a finalização dessas operações.

Eduardo Valério é graduado em Administração de Empresas pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), especialista em Estratégia e Marketing pela Kellogg School of Management, especialista em Governança Corporativa para Empresas Familiares pela The Wharton School, Pennsylvania e especialista em Gestão pelo Insead. Eduardo é diretor-presidente da GoNext, especializada em gestão de negócios e implantação da governança corporativa em empresas familiares.

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Pesquisa KPMG: com baixa maturidade digital nas empresas, executivos brasileiros confiam mais em seus recursos de análises de dados

O relatório “Guardiões da confiança” (Guardians of Trust, em inglês) apontou que 85% dos executivos brasileiros confiam nos recursos de análises de dados utilizados por eles. Tais dados se mostram mais relevantes ao compararmos com outras nações, como por exemplo, Estados Unidos e o Reino Unido que apresentam baixa probabilidade de confiar nos recursos de D&A, alcançando 42% e 43%, respectivamente.

“Essa variação é ocasionada pelos diferentes estágios de transformação digital que os países se encontram. Empresas localizadas nos EUA e UK já estão mais orientadas ao uso dos dados na tomada de decisões estratégicas, utilizando informações geradas por algoritmos avançados de redes neurais. Muitos executivos desconhecem o seu funcionamento e sua precisão, criando uma maior desconfiança. Considerando que a maturidade digital da maioria das empresas brasileiras ainda é baixa, com ferramentas apenas apresentando uma descrição dos fatos ocorridos no período, a confiança é maior nos dados”, analisa o sócio da área da análise de dados da KPMG no Brasil, Ricardo Santana.

Uma outra constatação da pesquisa é que a maioria dos entrevistados (62%) afirma que as áreas de tecnologia, e não os executivos de nível de diretoria ou os setores funcionais, são os responsáveis quando há alguma falha em uma máquina ou um algoritmo. “Nossa pesquisa mostra que existe uma tendência de isentar o negócio principal de tomar decisões relacionadas a máquinas, o que é compreensível devido ao legado da tecnologia ser considerado um serviço de suporte e aos chamados “especialistas” em todas as questões técnicas”, comenta o sócio da KPMG.

Segundo o levantamento, a incerteza dos entrevistados acerca de quem é o responsável gera questionamentos sobre que tipo de governança deveria ser estabelecida para garantir e proteger o uso de análise de dados. Com base nas respostas dos participantes, as cinco recomendações para o desenvolvimento da confiança dentro de uma organização são: desenvolver normas visando a elaborar políticas e procedimentos eficazes para as organizações; aprimorar e adaptar as regulamentações para desenvolver a confiança em análise de dados; aumentar a transparência de algoritmos e metodologias; criar códigos profissionais para cientistas de dados; e reforçar os mecanismos de asseguração internos e externos que validam e identificam as áreas onde existem deficiências.

“Assim que a análise de dados e a inteligência artificial se tornarem onipresentes, será extremamente necessário e mais difícil gerenciar os níveis de confiança. Com a rápida retomada da análise preditiva, devemos nos preparar agora para estabelecer a governança apropriada nesse ambiente ainda sem regras dos algoritmos. A governança de máquinas deve passar a ser o elemento central da governança de toda a organização e o objetivo deverá ser casar o poder e o risco de D&A com a sabedoria para usá-los da forma certa”, completa Santana.

Sobre o relatório

A KPMG solicitou à Forrester Consulting que realizasse uma pesquisa com 2.190 executivos seniores localizados em nove países — Austrália, Brasil, China, França, Alemanha, Índia, África do Sul, Reino Unido e Estados Unidos — para coletar opiniões sobre a lacuna de confiança entre as empresas e os processos de análise de dados implantados por elas. A pesquisa identificou dados tanto sobre os executivos de nível de diretoria quanto sobre a responsabilidade em caso de processo de análise de dados falha ou é inexato.

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Edital da Finep busca gestor para fundo de investimento

A Finep vai selecionar um gestor de recursos para seu fundo de investimento em participações, o FIP Inova Empresa. A financiadora lançou edital para o processo. A iniciativa faz parte do Programa de Investimento Direto em Empresas Inovadoras, lançado no âmbito do Plano Inova Empresa, em 2013.

As propostas deverão ser encaminhadas até 20 de abril e a seleção será realizada em duas etapas: a primeira será eliminatória – o resultado sai no fim de abril; já a segunda inclui avaliação pela banca do programa, com resultado previsto para 16 de julho.

O objetivo com a chamada é selecionar um gestor para auxiliar a Finep na seleção e acompanhamento de empresas que desenvolvam tecnologias estratégicas e que estejam incluídas nos setores e áreas de conhecimento prioritários da Política Operacional da financiadora.

FIP Inova Empresa

Atualmente, o FIP Inova Empresa possui três empresas investidas. O fundo tem prazo de dez anos e capital comprometido de R$ 300 milhões, sendo aproximadamente 50% destinados ao setor de Telecomunicações.

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Como o uso de dashboards pode beneficiar o varejo – Por Marcos Abellón

Como você mede o seu sucesso? Pelo número de vendas? Pela agilidade da sua equipe? Ou está mais ligado à satisfação do seu cliente? Independente da resposta é fato que sem um indicador de sucesso, nenhuma empresa consegue crescer.

Cada setor trabalha com um indicador, que reflete qual o principal propósito do seu trabalho. Unindo todos os setores, você tem uma organização que – se bem organizada – funciona como um relógio, com todas as partes contribuindo para um bom resultado.

Para o varejo, isso funciona da mesma maneira. Cada etapa da venda precisa ser bem feita para termos consumidores satisfeitos e uma boa reputação. Mas, independente do tamanho da loja, são muitos detalhes diferentes que precisam ser constantemente analisados. Se um deles sair dos trilhos, todas as outras ações podem ficar prejudicadas.

Uma maneira muito interessante de conseguir acompanhar todos os indicadores necessários para o sucesso da sua empresa é o uso de dashboards. São telas que concentram gráficos e planilhas atualizados em tempo real mostrando a situação da organização ao vivo. Uma loja de roupas, por exemplo, pode analisar quantas peças foram vendidas no dia, como está a situação do seu estoque e qual vendedor está convertendo um número maior de vendas. Basta incluir os dados no sistema e, a cada nova alteração, teremos uma nova visão da loja.

A função primordial do dashboard é facilitar a visualização de dados importantes, permitindo que decisões estratégicas e operacionais sejam tomadas com mais velocidade e segurança. Como resultado, ele traz uma gestão muito mais consciente e atualizada, pois usa a informação como seu princípio norteador. Nada de “achismos” ou “eu faço assim porque sempre fiz dessa maneira”. Cada decisão acontece baseada em dados reais e suas projeções.

Gestores mais apegados às planilhas podem alegar que suas tabelas também são ricas em informação. Mas onde entra a agilidade? A estrutura dos dashboards já foi toda desenvolvida pensando em como economizar tempo. E essa agilidade pode ser determinante para fechar uma venda ou não.

Com todos os dados acumulados com o tempo e o conhecimento do seu negócio sendo ampliado, o empresário pode chegar a um novo patamar na sua gestão: a previsão de tendências baseada em dados. Um dono de restaurante, por exemplo, certamente possui uma noção clara de quais pratos são mais pedidos no seu estabelecimento e, por isso, quais são os alimentos que ele mais precisa comprar. Com o dashboard ele consegue acompanhar em tempo real os pedidos sendo realizados, a efetividade de cada garçom, o tempo médio que o consumidor fica no seu estabelecimento, etc. Com o tempo, ele pode pegar todos esses dados e criar cenários futuros, prevendo o crescimento do seu negócio. Ele pode analisar o comportamento do seu cliente em cada dia da semana ou época do ano, prever suas necessidades de compra e já negociar contratos com fornecedores, conseguindo assim preços melhores.

O dashboard também é essencial para correções rápidas de rota. Com ele, é possível observar com clareza a realização dos processos e seus resultados. Se algum dos indicadores tiver uma mudança súbita, é possível na hora observar quais são seus processos relacionados e já fazer a correção. É agilidade e praticidade à serviço do sucesso empresarial.

O uso da ferramenta permite que lojista, empreendedores e gestores tenham uma visão macro e micro do seu negócio, expandindo sua percepção para novas oportunidades. Mas é óbvio que um profissional experiente e que conheça de verdade o seu negócio conseguirá interpretar de maneira muito mais interessante os dados ali apresentados.

Um bom negócio se faz com muito trabalho e conhecimento. Por isso o uso de dashboards dentro do setor varejista é uma tendência que não para de crescer. Ter o poder da informação imediata sempre ao alcance dos olhos muda completamente a percepção do negócio e coloca a sua empresa entre as grandes líderes do mercado.

Num futuro próximo, os dashboards inteligentes serão construídos dinamicamente para cada usuário seguindo a sua tendência de análise, e mostrando resultados inteligentes que o usuário comum teria dificuldade em descobrir sozinho. Serão os algoritmos matemáticos invadindo os dados para mostrar informação relevante ao usuário final e ajudá-lo na tomada de decisão.

Marcos Abellón, diretor geral da W5 Solutions.

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Rappi recebe investimento de US$185 mi e anuncia expansão no Brasil

Sete meses após chegar ao Brasil, depois ser investida pelos principais fundos do Vale do Silício, a Rappi, startup que disponibiliza assistentes pessoais para compras e entregas 24h por dia, anuncia o recebimento de um aporte de 185 milhões de dólares, que será usado para expandir a operação em quatro novas capitais brasileiras e para ampliar as categorias de serviços. Atualmente, a Rappi está presente em São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte e Curitiba.

“Sabemos que o bem mais precioso das pessoas é o tempo e a Rappi tem a missão de facilitar o dia a dia de qualquer pessoa nas grandes cidades, onde o trânsito é ruim. Esse valor será usado para expandir nossa atuação e oferecer mais serviços de uma forma prática, segura e cômoda”, explica o Sócio Presidente da empresa, Bruno Nardon. Parte do investimento veio dos fundos Sequoia Capital e Andreessen Horowitz e cerca de $105 milhões vieram da Delivery Hero, empresa de delivery de alimentos. O valor será usado para abrir operações em Recife, Fortaleza, Salvador e Brasília.

Atualmente, a Rappi conta com as seguintes categorias: Supermercados, Farmácia, Restaurante – inclusive, aqueles que não oferecem entrega à domicílio -, Bebidas, Pets, Conveniência e Qualquer Coisa – esta última inclui a compra de qualquer produto, pela qual já receberam pedidos inusitados, como colchão de ioga, viagra, balões de gás hélio, camisinha e piscinas de plástico.

Além da operação brasileira, que deve ser abranger cerca de 15 cidades nos próximos meses, a Rappi está presente na Colômbia (Bogotá, Cartagena, Medellín, Barranquilla, Laureles, Cali e Bucaramanga) e no México (Guadalajara, Monterrey, Pedregal e Cidade do México). São cerca de 2 milhões de usuários em todo o mundo. O usuário pode optar por usar a plataforma via web ou por meio do aplicativo, que pode ser baixado gratuitamente nas lojas Google Play e App Store.

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iFood lança plataforma para restaurantes criarem sites próprios

Seguindo seu propósito de revolucionar o universo da alimentação por uma vida mais prática e prazerosa, o iFood anuncia o Meu Site, uma plataforma online criada para ajudar restaurantes a criarem sites e aplicativos próprios.

“Nosso foco agora é entregar as melhores soluções para os restaurantes e, para isso, estamos ampliando os serviços que oferecemos. O iFood tem como um de seus objetivos potencializar o faturamento do negócio do parceiro, oferecendo as melhores ferramentas de gestão e novos canais para gerar ainda mais pedidos, porque para nós nenhum restaurante é pequeno. O Meu Site é apenas mais uma iniciativa que desenvolvemos, assim como o iFood Shop e o iFood Delivery, que ajudam o restaurante a maximizar seu lucro e expandir seu negócio”, explica Gustavo Molina, Diretor de B2B do iFood.

O Meu Site (meusite.ifood.com.br/) é um serviço totalmente gratuito e oferecido para todos os restaurantes, sejam parceiros da plataforma ou não. Nele, o restaurante pode divulgar seu cardápio e informações num site personalizado com a cara do estabelecimento. O site é compatível com todos os formatos de tela, seja desktop, celular ou tablet, independente da marca e modelo. O iFood também oferece uma equipe disponível para atendimento aos restaurantes.

O delivery é uma das áreas de serviços alimentícios que mais cresce no Brasil e o iFood não apenas atua como um consultor na gestão dos restaurantes, como representa um incremento nos negócios de seus parceiros. Os restaurantes cadastrados no iFood crescem, em média, 50% já nos três primeiros meses.

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Microstrategy expande equipe e abre mais de 350 vagas de emprego no mundo

A MicroStrategy (Nasdaq: MSTR), líder mundial no fornecimento de plataformas analíticas e software de mobilidade, está expandindo a sua equipe no Brasil. 13 vagas de emprego estão sendo abertas nas áreas de vendas, consultoria, jurídica, marketing, desenvolvimento de negócios e treinamento, incluindo oportunidades tanto para profissionais graduados como para estagiários. Cada uma das posições dispõe de pré-requisitos específicos. Os detalhes estão disponíveis no site, onde também é possível candidatar-se às vagas.

De acordo com Cynthia Bianco, presidente da MicroStrategy no Brasil, essas novas oportunidades de carreira estão inseridas em um contexto de expansão local. O que reforça a posição e solidez da companhia, que é a empresa do segmento de analytics e business intelligence que está há mais tempo no mercado brasileiro, cerca de 20 anos, em constante crescimento.

“Como somos comprometidos com os resultados e o retorno dos investimentos dos projetos de nossos clientes, sempre nos preocupamos em atendê-los diretamente, sem o intermédio de um distribuidor. Neste sentido, para oferecermos um serviço diferenciado, dispor de uma forte equipe é crucial para suportar nossa estratégia de expansão. Acreditamos que o sucesso dos nossos negócios no país está atrelado a pessoas inteligentes, produtos que fazem a diferença e ideias inovadoras”, enfatiza.

A Microstrategy preza por manter uma infraestrutura robusta e o suporte de um time composto pelos melhores e mais qualificados profissionais do segmento. Em todo o mundo, foram abertas 350 vagas. Nos EUA, US$ 6 milhões estão sendo investidos em contratações e também em melhorias em instalações e espaços de trabalho.

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Braspag aponta nove passos para o sucesso no e-commerce

A Braspag, empresa do grupo Cielo e líder em soluções para e-commerce na América Latina – que chega a processar quase 100 mil transações em um período de uma hora durante eventos importantes do e-commerce como a Black Friday – aponta nove passos que devem ser observados pelos lojistas que desejam crescer no mercado virtual.

A escolha do negócio. É importante que o empreendedor esteja familiarizado com o que vai vender ou busque conhecimento para que seja capaz de responder às dúvidas dos clientes e falar com propriedade sobre o que está comercializando. Cada vez mais o comércio digital está se profissionalizando e os consumidores sabem identificar amadores. A profissionalização é fundamental.

A eficiência do site. O investimento em um site funcional e veloz aumenta as chances de conversão da venda. O ideal é que o cliente chegue até o produto desejado em três cliques. Sites confusos dispersam o internauta, bem como lentidão para carregar imagens. Assim, organização, navegabilidade e velocidade devem ser observados.

A segurança das transações. Uma boa parte dos internautas já sabe reconhecer se um site é protegido e se pode, portanto, inserir seus dados pessoais e efetivar a compra. Há diversas certificações/selos de segurança disponíveis.

Ainda sobre segurança: armazenamento de dados do cartão. Já existem hoje soluções disponíveis para atender lojistas que podem armazenar dados dos cartões dos clientes, bem como aqueles que não podem armazenar nenhum tipo de dado, isto é, soluções para lojistas com diferentes níveis de PCI – PCI Security Standards Council – conjunto de regras que protegem estabelecimentos e consumidores de fraudes de cartão de crédito. A recomendação aqui é conversar com o parceiro de tecnologia para avaliar qual solução se aplica melhor ao seu negócio.

Informação para o cliente. Mantenha-o informado sobre cada fase do processo, como aprovação do pedido, embalagem, entrega, código de rastreio. Trata-se de uma prática simples, mas muitas vezes negligenciada, o que pode causar ansiedade no cliente e até cancelamento da compra. E caso ocorra um problema no decorrer do fluxo, o cliente também deve ser informado imediatamente.

Ainda sobre informação e comunicação. Cada vez mais os consumidores são omnichannel (multicanais) e dificilmente se limitarão a um único ponto de contato com a marca durante o processo de compra e no pós-venda também. Assim, disponibilize mais de um canal de comunicação – e-mails, redes sociais, chat-bots (se o e-commerce comportar) entre outros – e evidentemente, deixe-os sempre ativos e com uma comunicação uniforme (todos devem transmitir as mesmas informações e com o mesmo “tom”).

O cuidado com a logística. A logística ainda é hoje um gargalo para o comércio eletrônico. A dica é trabalhar com mais de um parceiro (e de confiança) para que um substitua o outro quando necessário. Respeitar prazo de entrega e integridade do produto também são condutas obrigatórias. Reforce a logística em períodos de campanhas promocionais em que um aumento das vendas é esperado para que os novos clientes conquistados voltem a comprar.

A versão mobile da loja virtual. Nem é preciso dizer que cada vez mais os smartphones estão se tornando um importante canal de compras. De acordo com o estudo E-Commerce Radar 2017: Resultados do mercado de e-commerce do Brasil produzido pelo Atlas, a parcela de compras por dispositivos móveis cresceu de 22% para 31% entre 2016 e 2017. Assim, ao montar sua loja virtual, escolha um layout que possa ser adaptado para o celular e tablets, mantendo a identidade.

Os meios de pagamento. Quanto mais formas de pagamentos disponíveis no e-commerce, maiores serão as chances na conversão de venda. O cartão de crédito ainda é o meio preferido do consumidor online, mas, se possível, ofereça também as opções de débito e boleto.

“O e-commerce brasileiro cresceu em torno de 12% em 2017, mostrando sua força em meio a um cenário econômico ainda de adversidade. Mas para que seja um investimento bem-sucedido, é preciso apostar em algumas práticas importantes como essas que listamos”, afirma Rogério Signorini, Diretor Geral da Braspag.

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Mais próxima dos clientes, FH contribui para a transformação digital

Pessoas, máquinas e dispositivos integrados em um sistema de produção apoiado pela robótica, Internet das Coisas e tecnologia da informação, que por meio de banco de dados em nuvem e de outras soluções têm trazido resultados positivos à indústria. O CEO da FH, Ricardo Fachin, afirma que a transformação digital está inserida no DNA da companhia, que oferece soluções estratégicas para empresas dos mais variados segmentos. “Tudo isso contribui para a otimização das operações, além de melhorar o desempenho produtivo e possibilitar o controle total do processo”, acrescenta.

Há 18 anos no mercado, a FH busca estar cada vez mais próxima e alinhada com o cliente, ou seja, vai além das entregas de serviços. “Somos um dos melhores parceiros estratégicos da SAP e, a fim de garantir uma entrega fidedigna à expectativa das empresas que atendemos, buscamos constantemente aprimorar os nossos fluxos de processos”, pontua.

A companhia de tecnologia, que nasceu em Curitiba, possui oito unidades de negócios distribuídas pelo Brasil e Europa. Além da capital paranaense, está presente em São Paulo, Porto Alegre, Joinville, Rio de Janeiro, Brasília, Madri (Espanha) e Stuttgart (Alemanha). “Hoje, ser referência em tecnologia é estar presente no mundo, mas ao mesmo tempo oferecer soluções locais. É assim que a gente cresce aqui e no exterior, com escritórios lá fora e serviços prestados em mais de 30 países”, diz Fachin.

Com 220 clientes ativos e mais de dois mil projetos desenvolvidos, a atuação da companhia – especializada em processos de negócios e software – se estende a clientes dos mais variados segmentos da indústria, como: varejo, manufatura, fashion, utilities, energia, financeiro, farmoquímica, agroindústria e setor público.

Além dos clientes, outra preocupação da FH é estreitar o relacionamento com os colaboradores. “Para isso, alinhamos os objetivos e metas da empresa ao propósito de cada um”, afirma o CEO, que também destaca a importância de um time capacitado e unido, focado em entregas com resultados para o cliente. Ainda de acordo com o sócio-fundador, a companhia une eficiência com espírito jovem. “Buscamos desenvolver as pessoas conforme a essência de cada um”, completa.

Soluções em tempo real

Conforme esclarece Fachin, o gerenciamento de tarefas e o processamento de dados em tempo real estão entre as necessidades da indústria, que cada vez mais tem buscado soluções em nuvem para atender suas demandas. O SAP S/4HANA, por exemplo, oferece suporte à Internet das Coisas, ao Big Data, faz análises em tempo real, além de integrar toda a empresa ao mundo digital.

Reconhecida e premiada, em 2016, a FH conquistou o prêmio de melhor parceira SAP do Brasil – nas categorias SAP S/4HANA e SAP Hybris, o que comprova a expertise e maior capacidade instalada do Brasil para projetos omnichannel. Na área fiscal, o GUEPARDO se destaca como plataforma líder de mercado. Na parte de suporte, por meio da área de Outsourcing (24×7), a empresa consegue aumentar o desempenho das aplicações SAP.

“Essa eficiência na aplicação das soluções só é possível porque atuamos com um tripé, que engloba: competência técnica, habilidade para trabalhar com sistemas e disposição para conhecer a fundo o negócio de cada empresa”, conclui.

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Robótica se inspira nos movimentos do morcego e da aranha

A Festo, multinacional líder em automação industrial, anunciou na última Conferência sobre a participação de Hannover, a maior feira industrial do mundo, os mais novos Bionics, robôs inspirados no movimento dos animais: o BionicFlyingFox e o BionicWheelBot.

As tecnologias fazem parte do projeto interdisciplinar da Festo, o Bionic Learning Network, com o apoio de universidades, institutos e empresas globais de desenvolvimento.

“O objetivo é aplicar o aprendizado biônico em linhas de automação no futuro. Esta é uma das nossas estratégias para desenvolver novas tecnologias para a Indústria, trazendo uma nova abordagem em automação industrial”, revela Flávio Rodrigues, Gerente de Marketing da Festo.

Conheça os novos Bionics:

BionicFlyingFox

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Inspirado no movimento dos morcegos, e em suas características especiais de voo. Para que o robô se mova de forma semi-autônoma em um espaço definido, existe a comunicação com um sistema de rastreamento de movimento. O sistema planeja os caminhos de voo e fornece os comandos de controle necessários para isso. Uma pessoa realiza o início e o pouso manualmente e o piloto automático assume o voo.

BionicWheelBot

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Esse mais novo bionic foi embasado em estudos sobre o comportamento da aranha, que levaram ao desenho de vários robôs que podem se impulsionar em terrenos difíceis. O modelo biológico para o BionicWheelBot é a aranha flic-flac (cebrennus rechenbergi), que vive no deserto de Erg Chebbi, à beira do Saara. Ela também pode se lançar para o ar, no entanto, com uma seqüência combinada de cambalhotas e rolando no chão, e foi exatamente assim que o Bionic foi desenvolvido.

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Samsung anuncia Galaxy S9 e Galaxy S9+ no Brasil

Com câmera com abertura dupla, que ajusta a iluminação automaticamente, Super Câmera Lenta e o My Emoji, para um jeito mais personalizado de se expressar, produtos trazem inovações desenvolvidas especialmente para a nova forma como nos comunicamos

A Samsung apresenta hoje no Brasil os novos modelos Galaxy S9 e Galaxy S9+. Por meio da mais avançada câmera desenvolvida pela companhia, os produtos chegam para reinventar a maneira com que compartilhamos e experimentamos o mundo ao nosso redor. Entre os destaques dos modelos estão a câmera com a lente de abertura dupla1, que possibilita fotos incríveis em locais com pouca ou muita luz, gravações em Super Câmera Lenta e o My Emoji, para explorar uma nova e emocionante maneira de se comunicar.

“Os smartphones são parte integral das nossas vidas e transformaram a maneira como as pessoas se comunicam para uma forma de se expressar, a cada dia, mais visual”, afirma Antonio Quintas, vice-presidente da área de Dispositivos Móveis da Samsung Brasil. “Por isso, os novos Galaxy S9 e S9+ foram desenvolvidos com uma câmera reimaginada, que muito mais que registrar fotos e vídeos, oferece aos usuários novas formas de criar e compartilhar conteúdo”.

Câmera Reimaginada

As pessoas desejam uma câmera de smartphone com tecnologia de ponta para que possam se expressar e contar sua própria história, de forma única. As câmeras dos Galaxy S9 e S9+ foram desenvolvidas tendo essa premissa como prioridade.

Abertura Dupla

Os momentos que gostaríamos de registrar nem sempre acontecem em condições ideais de iluminação. Por isso, com o funcionamento semelhante ao do olho humano, a câmera com abertura dupla1 do Galaxy S9 de foco F1.5 a F2.4, se ajusta automaticamente à iluminação do local, permitindo a entrada de mais luz quando está escuro e menos luz na claridade, possibilitando imagens ainda mais nítidas.

Câmera de Baixa Luminosidade

Pela primeira vez em um smartphone, a câmera de baixa luminosidade com abertura de foco F1.5 garante imagens nítidas mesmo em ambientes escuros. Além disso, a tecnologia de Redução de Ruído de Múltiplos Quadros (Multi Frame Noise Reduction) melhora a qualidade de fotos com pouca luz, capturando e combinando 12 imagens em uma rápida sucessão para criar registros cinematográficos.

Super Câmera Lenta (Super Slow-motion)

Para tornar até mesmo os pequenos momentos do dia muito mais memoráveis, os Galaxy S9 e S9+ conseguem filmar em Super Câmera Lenta, capturando 960 quadros por segundo. Eles também oferecem detecção automática de movimento, que identifica as movimentações no quadro e começa automaticamente a gravar, bastando configurar a câmera para esse modo. Após a captura, é possível escolher entre 35 músicas de fundo pré-definidas ou adicionar uma música que esteja em seu smartphone como trilha sonora. Além disso, o usuário consegue converter facilmente o vídeo em um arquivo .GIF com diferentes efeitos – loop, inverso e balanço – para compartilhar com os amigos.

My Emoji

Os modelos também permitem criar um emoji que fala, age e se parece com o usuário, graças à nova função My Emoji, que analisa uma imagem da pessoa e mapeia mais de 100 expressões faciais para criar um modelo em 3D que imita expressões como piscadelas e acenos. A Samsung, em parceria com a Disney, também deu vida aos famosos personagens, que estão inseridos em um cenário de realidade aumentada para comunicações e mensagens. Os usuários poderão utilizar personagens clássicos, como Mickey e Minnie Mouse, diretamente do aparelho para criar mensagens personalizadas.

Display e som aperfeiçoado

Os smartphones são parte integral de nosso dia a dia e, para muitos, a principal escolha de entretenimento. A experiência de visualização nos novos lançamentos é levada a um nível superior com o inovador Display Infinito e curvo da Samsung. Introduzida no Galaxy S8, a tecnologia proporciona maior imersão em qualquer conteúdo que esteja sendo consumido, . As telas2 de Super AMOLED de 5,8” (S9) e 6,2” (S9+) se integram perfeitamente ao aparelho, agora com ainda menos bordas, e podem ser vistas mesmo com luz do sol direta sobre o aparelho, por conta do aprimoramento do contraste adaptativo.

A Samsung desenvolveu ainda um dispositivo que oferece experiência de som incomparável com alto-falantes estéreo AKG. Seja na hora de ouvir a banda favorita ou assistir a um filme, os sons são ricos em qualidade, com agudos mais nítidos e graves profundos. Os Galaxy S9 e S9+ também proporcionam um efeito de som em 360 graus com a tecnologia Dolby Atmos, que transmite o som ao redor do usuário, passando uma maior sensação de realidade e imersão.

Performance Aprimorada

A Samsung estabeleceu um novo nível de performance para os Galaxy S9 e S9+ com a combinação de um processador octa-core de 2.8GHz, 4GB e 6GB de memória RAM respectivamente e processamento de imagem poderoso. Com 128GB de capacidade de armazenamento e suporte para expansão em até mais 400GB3, o usuário tem espaço suficiente para armazenar todos os episódios da série favorita e ter fácil acesso às fotos e vídeos de momentos marcantes, diretamente no smartphone. Os modelos possuem também a certificação IP684, de resistência à água e poeira, carregamento rápido sem fio e Dual SIM5.

Os consumidores que adquirirem os Galaxy S9 e S9+ receberão gratuitamente 15GB de espaço no Samsung Cloud para armazenar fotos, dados e configurações de forma segura e conveniente. No dia 20 de abril, a Samsung irá lançar ainda duas opções de planos pagos para a plataforma na nuvem, de 50GB, no valor de R$3 por mês e 200GB de espaço, no valor de R$9 por mês.

Os lançamentos vêm com três tipos de autenticação biométrica (leitura de íris, impressão digital e reconhecimento facial) para garantir que somente o usuário tenha acesso aos aplicativos e conteúdos do smartphone.

A nova geração da linha Galaxy S traz ainda a Leitura Inteligente, um modo de verificação baseado em aprendizagem profunda (deep learning) que utiliza a força combinada da leitura de íris e reconhecimento facial para garantir que a autenticação biométrica aconteça com sucesso em qualquer ambiente. Os S9 e S9+ também contam com biometria dedicada, que dá a opção de utilizar uma digital diferente da utilizada para desbloqueio do telefone para acessar a Pasta Segura.

Benefícios para os sempre conectados

Além de oferecer incríveis maneiras de capturar e compartilhar memórias, os Galaxy S9 e S9+ centralizarão o gerenciamento de todos os serviços de IoT da Samsung e dispositivos de terceiros, por meio do aplicativo SmartThings. Pela tela do celular, ficará muito mais fácil regular a temperatura de seu ar condicionado ou transmitir fotos e vídeos diretamente do smartphone para televisão.

Bixby

Já a plataforma de inteligência Bixby vem integrada ao software da câmera e utiliza realidade aumentada e tecnologias de aprendizagem profunda (deep learning) para fornecer informações úteis sobre o que estiver ao redor do usuário. A Bixby também consegue traduzir línguas estrangeiras e converter moedas em tempo real com o Modo Tradutor6.

Conveniências

Os usuários dos novos Galaxy S9 e S9+ poderão usufruir do Samsung Pay7, serviço de pagamento móvel simples e seguro da Samsung, e utilizá-lo em praticamente8 qualquer estabelecimento comercial no País. Equipados com as tecnologias NFC (Near Field Communication) e MST (Magnetic Secure Transmission), esta última de propriedade exclusiva da Samsung, os usuários poderão aproveitar a solução com a certeza de que suas informações estarão seguras, graças a um processo de encriptação capaz de proteger o número dos cartões e qualquer dado do cliente, que é o único que pode liberar o pagamento por meio de autenticação biométrica. Por meio do programa Samsung Rewards9, os consumidores que utilizarem o Samsung Pay acumulam pontos que poderão ser trocados por benefícios exclusivos, como produtos Samsung, cupons de desconto na loja online da empresa, descontos especiais em lojas parceiras, acumular pontos Multiplus, entre outros.

Concierge

A Samsung oferece ainda à todos os donos do S9 e S9+ os serviços do Samsung Concierge, uma experiência de pós-venda para produtos selecionados da linha de smartphone, televisão e notebooks. Caso deseje, o usuário poderá receber um treinamento para uso do produto, solicitar dicas, tudo com um atendimento personalizado por telefone, consultoria remota ou presencial, com um retorno, para qualquer solicitação, em até 48h. Para utilizar o atendimento ágil do Samsung Concierge basta acessar o site www.samsungconcierge.com.br e registrar seus produtos.

Preço e disponibilidade

Os Galaxy S9 e S9+ estarão disponíveis para pré-venda a partir do dia 28 de março de 2018 até 19 de abril, e chegam às lojas no dia 20 de abril. Durante o período de pré-venda, os clientes que comprarem10 o Galaxy S9 ou S9+ e se cadastrarem no site Samsung Para Você, anexando a nota fiscal do produto e preenchendo os dados solicitados ganharão um DeX e um Carregador sem Fio carga rápida.. Os aparelhos serão oferecidos nas cores preto, cinza titânio e em uma nova tonalidade, o ultravioleta, com o preço sugerido de R$ 4.299,00 para o Galaxy S9 e R$ 4.899,00 para o Galaxy S9+.

Os interessados em adquirir os lançamentos também poderão contar com a opção de Trade-In, que envolve a troca do smartphone antigo por desconto no novo produto, nas principais varejistas do País.

Para mais informações sobre o Galaxy S9 e S9+, visite https://news.samsung.com/br

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Com aporte de R$ 46 milhões, Banco Central autoriza primeira fintech a criar corretora de valores

Após oito anos de existência, a Toro Investimentos, fintech de investimentos e educação financeira, recebeu um aporte de R$ 46 milhões por cerca de 25% de suas ações. Um dos responsáveis pelo investimento é Eugênio Mattar, atual CEO da Localiza. O valor da transação, equivalente na época a U$ 14,7 milhões, foi maior do que os valores recebidos em 2014 pelos atuais “unicórnios” Nubank e Robinhood, que capitalizaram respectivamente U$ 14,3 mi e U$ 13 mi naquele ano.

No primeiro trimestre deste ano, o Banco Central do Brasil e a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) autorizaram a companhia a operar como corretora de valores. Com a autorização, a Toro Investimentos se tornou uma das únicas empresas independentes do país (não ligada a um banco) a abrir uma corretora do zero nos últimos 20 anos e a primeira fintech da história do país a fazer esse movimento.

“Vimos que era necessário transformar as bases sobre as quais o mercado de corretoras foi construído para poder revolucionar a experiência do cliente. Por isso decidimos abrir nossa própria instituição financeira” explica Gabriel Kallas, sócio-fundador da Toro Investimentos.

A Toro Investimentos foi fundada em 2010 por jovens de 18 anos que tinham como objetivo aliar tecnologia e educação para ajudar leigos no mercado financeiro a investir melhor. A empresa também foi uma das primeiras companhias a disponibilizar cursos sobre o tema de forma gratuita na internet. O resultado foram mais de 3 milhões de acessos por mês em seu site, 1 milhão de cadastros e mais de R$100 bilhões em investimentos movimentados por meio da sua plataforma online.

Com o lançamento da corretora planejado para os próximos meses, o objetivo da empresa até o fim do ano é se tornar a segunda corretora no país que mais cresce em abertura de contas e ensinar mais de 5.000.000 de pessoas a investir melhor por meio de seu novo produto.

A partir de hoje, a empresa inicia o pré-lançamento da nova corretora no portal da empresa www.toroinvestimentos.com.br, onde as pessoas poderão solicitar um convite para serem os primeiros a utilizar gratuitamente a nova plataforma.

“Acreditamos que a nossa grande missão é criar mercado, ajudando pessoas que as corretoras ainda não conseguem atingir e democratizando o acesso aos melhores investimentos”, afirma Kallas.

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Singu levanta R$ 10 milhões em investimento de dois líderes do mercado de beleza do País

A Singu, maior marketplace de beleza da América Latina, acaba de levantar R$ 10 milhões em um investimento liderado pelas duas principais famílias do ramo de beleza do País. O aporte vai permitir que a empresa permaneça na liderança do mercado de beleza e bem estar, onde apenas no Brasil movimenta R$ 100 bilhões por ano.

Em um pouco mais de dois anos de história, a brasileira Singu construiu uma base de mais de 200 mil usuários, nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro – que juntas são responsáveis por quase ¼ do mercado de serviços de beleza no País. “A Singu tem o objetivo de facilitar o dia a dia de seus clientes e entregar um serviço de qualidade com muita comodidade, mas com preços de salão de bairro. Ao passo de que os artistas que conosco atendem, ganham, em média, 3x mais do que a média daqueles que trabalham nos melhores salões do Brasil. Por isso, estamos criando uma base fiel, onde quase 90% volta a usar o serviço em até 30 dias; algo praticamente impossível neste modelo de negócios (marketplace de serviços)”, explica Tallis Gomes, fundador e CEO da Singu.

Além disso, a Singu é responsável por triplicar a renda média das profissionais de beleza e bem estar, criando um mecanismo meritocrático de ascensão social para os mais de dois mil profissionais cadastrados em sua base, pelo fato da Singu atender todos os dias das 07 às 22h. A vantagem para os profissionais é que, ao contrário dos salões convencionais que cobram até 70% do serviço prestado, a Singu recolhe apenas 30%, invertendo a lógica tradicional do mercado. Além disso, os profissionais que com a empresa trabalham, podem escolher quando e quanto vão trabalhar, já que a Singu funciona todos os dias.

Pela Singu, seu fundador, Tallis Gomes, foi eleito pelo MIT, em 2017, como um dos 30 empreendedores mais inovadores do mundo pelo seu trabalho à frente da empresa; tratada pela imprensa americana como “Uber for Beauty”.

O marketplace reúne, em um único ambiente, prestadores de serviços que oferecem opções como manicure, pedicure, diferentes tipos de massagens e depilação. Pela Singu, todos os preços dos serviços são tabelados e o atendimento pode ser tanto na casa ou até mesmo no escritório do cliente. Além disso, o pagamento online, feito exclusivamente com cartão de crédito, excluindo o receio da variação de preços, algo muito comum neste setor.

Pipefy levanta US$16 mi em rodada de investimento Série A, liderada por OpenView Partners e Trinity Ventures

A Pipefy, plataforma de gerenciamento de processos eficientes, anunciou hoje o levantamento de US$16 mi em sua rodada de investimentos Série A, encabeçada pela OpenView Partners, firma de venture capital focada em empresas em fase de expansão, e a Trinity Ventures. A Redpoint Ventures e a Valor Capital, que já haviam investido na startup, também participaram da rodada. Outros investidores da companhia são a 500 Startups, o Founders Fund (do fundador do Paypal, Peter Thiel) e os fundadores da Zendesk, Morten Primdahl e Alexander Aghassipour. Os fundos levantados serão utilizados para escalar as operações da empresa à medida que a Pipefy expande suas equipes tanto em São Francisco como no Brasil.

“Nós estamos construindo um novo segmento de mercado”, disse Alessio Alionço, fundador e CEO da Pipefy. “Nossa visão é permitir que cada gestor dentro de uma organização crie seus próprios fluxos de trabalho customizados, sem a necessidade de possuir conhecimento técnico em programação. Ao possibilitar o gerenciamento ágil de processos, nossos clientes podem reagir a um ambiente de mudanças constantes e rápidas, garantindo uma execução de alta qualidade.”

A plataforma em nuvem da Pipefy está presente em 8.000 empresas, que vão de pequenos negócios como a Dandelion Chocolates, baseada em São Francisco, a grandes empresas como Accenture, IBM Santander e Wipro, passando por startups que ja receberam investimentos, como a Olist e a Nibo. O Pipefy foi projetado para facilitar o processo lento, caro e muitas vezes incômodo enfrentado por muitos gestores. Com o Pipefy, novos processos operacionais para departamentos como serviço ao consumidor, RH, financeiro, marketing e vendas podem ser postos em prática dentro de horas ou dias, sem entraves de TI.

“A paixão e a visão de produto do CEO e fundador são cativantes,” disse Dan Demmer, Sócio-Gerente da OpenView, que acaba de se juntar ao Conselho de Administração da Pipefy. “Estamos animados para trabalhar com o Alessio e o resto da crescente equipe Pipefy para continuar o trabalho em cima do sucesso obtido até agora com a transição para um modelo de gerenciamento de processos que não envolve programação.”

A Pipefy se dedica a atender ao mercado global de gestão de processos de negócios, que vale mais de US$7 bi e deve chegar a 2024 valendo mais de US$ 23 bi, de acordo com a Grand View Research. Ao se aproximar do consumidor no mercado de operações internas comuns a todos os negócios do mundo, a Pipefy cresceu muito rapidamente e agora já atende clientes em mais de 146 países. Uma vez implementado em uma empresa, o software é rapidamente adotado a uma taxa de crescimento de 10% ao mês.

“É difícil criar uma experiência de produto global nesse mercado, devido à complexidade significativa das operações internas de empresas. A Pipefy conseguiu criar um belo produto, que prioriza o usuário final e vai direto ao ponto dos problemas de negócios que eles estão resolvendo,” disse Dan Scholnick, Sócio-Geral da Trinity Ventures. “Milhares de clientes em todo o mundo validaram a plataforma por meio do tempo e dinheiro que dedicam diariamente ao Pipefy.”

Durante anos, gerentes de empresas e departamentos de TI vêm lutando para priorizar recursos de TI valiosos. A área de negócio das empresas tentava usar tecnologia para ser mais eficiente, mas dependia sempre do auxílio do departamento de TI para implementar e manter essas mudanças.

“O Pipefy revolucionou a forma como vemos e construímos nossos processos nas operações da Accenture”, disse Fabiano Guastela, gerente de transformação digital da empresa líder em serviços profissionais de outsourcing. “Sua flexibilidade e facilidade de uso nos permitiram melhorar nossa produtividade e qualidade de entrega”.

O Pipefy elimina uma batalha de longa data entre os gerentes de operações e os setores de TI, colocando o poder de gerenciar processos de negócios complexos, em que a velocidade da entrega de valor é fundamental, de volta nas mãos dos especialistas. Sua plataforma permite o gerenciamento ágil de processos, permitindo que os negócios controlem os próprios fluxos de trabalho.

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Carros serão data centers sobre rodas

O diretor da divisão de TI da T-Systems, A T-Systems Brasil, provedora alemã com amplo portfólio de soluções digitais e serviços de TI, François Fleutiaux, acredita que os carros estão se tornando data centers sobre rodas. Exatamente por isso, é hora do mercado de preparar para trabalhar com estes dados.

Não por acaso, muitos dos carros fabricados atualmente contam com mais de 100 sensores embarcados, capazes de monitorar permanentemente itens como velocidade, temperatura do motor e funcionamento dos freios, coletando para isso uma série de outras informações. Estes sensores fazem com que estes automóveis produzam cerca de 25 GB de dados por hora. Em se tratando de carros autônomos, a previsão é de que este volume salte para 3.600 GB por hora.

Fleutiaux explica que os dados não são gerados apenas com o veículo em movimento. “Eles são produzidos em toda a cadeia de valor, do design e desenvolvimento, produção, vendas e uso, até as revisões e manutenção”, diz, lembrando haver um consenso entre especialistas de que empresas com capacidade de coletar, integrar e analisar estes dados com inteligência estarão entre os vencedores da revolução digital. “Estas empresas serão capazes de melhorar a eficiência de uma série de processos e de abrir novas possibilidades de vendas com serviços inovadores”, prevê, citando três exemplos de serviços já realizados pela T-Systems neste novo mercado:

Manutenção preditiva em produção automotiva – de acordo com a IFR (International Federation of Robotics), 2,6 milhões de robôs estarão em uso até 2019, muitos deles já em operação. Um carro médio tem cerca de 6 mil pontos de solda. Se um único robô de soldagem tem uma parada inesperada, toda a linha é paralisada, causando prejuízos de cinco a seis dígitos para o fabricante. Há dados de medição e consumo de energia que permitem prever uma parada deste tipo com seis dias de antecedência, permitindo que a manutenção trabalhe de forma programada.

Seguro automotivo pago por uso do carro – poucas seguradoras utilizam tecnologia telemática para monitorar o comportamento dos motoristas, premiando hábitos de direção segura com taxas mais baixas. Uma caixa telemática, ou mesmo o smartphone, pode ser utilizado para gravar estes dados e envia-los para a companhia seguradora. Se o automóvel tiver um SIM card instalado, estes dados podem ser transferidos sem problemas. Seguradoras e fabricantes de automóveis já estão trabalhando para estabelecer um framework legal que permita o fornecimento de dados relevantes para as seguradoras.

Semáforos que reconhecem veículos de emergência – muitos semáforos já estão equipados com câmeras de monitoramento, permitindo sua otimização de acordo com o fluxo. A cidade de Milton Keynes, na Inglaterra, está equipando seus cerca de 2,5 mil semáforos com câmeras inteligentes capazes de reconhecer ambulâncias e mudar as fases para permitir sua passagem.
Lucratividade

Fleutiaux defende que o mercado precisa, para potencializar os dados produzidos por veículos, desenvolver mais conectividade, capacidade de storage e softwares inteligentes. De acordo com o Gartner, um em cada cinco veículos serão equipados com alguma forma de conexão sem fio até 2020, que devem totalizar cerca de 250 milhões de veículos globalmente.

Este desenvolvimento está sendo estimulado pela obrigatoriedade da instalação do sistema de chamadas de emergência eCall em todos os carros da União Europeia até o final de março deste ano, equipando cada um deles com um SIM card.

“Outra tecnologia, chamada NarrowBand IoT, está destinada para o gerenciamento de estacionamentos inteligentes e outras aplicações do tipo”, afirma. Trata-se de uma rede WAN que não apenas estende a vida dos sensores operados por bateria, como funciona em prédios e garagens subterrâneas, sinalizando vagas livres para os motoristas.

Os softwares também estão se tornando incrivelmente avançados, alguns inclusive com funcionalidades de aprendizado. “De acordo com a McKinsey, as soluções de inteligência artificial vão ampliar o ROI da indústria automotiva em 9% até 2025, com maior potencial de crescimento nas áreas de produção e compras”, revela Fleutiaux.

O executivo afirma que, neste momento, a criatividade torna-se o recurso mais importante, permitindo às empresas desenvolverem novos serviços, modelos de negócio e fontes de receita baseadas em dados veiculares. “Na verdade, pode ser o início de uma corrida do ouro moderna, porque no futuro será possível fazer mais dinheiro a partir dos dados veiculares do que da produção em si”, prevê.

Para comprovar sua previsão, o executivo lembra que a margem de lucro dos fabricantes de automóveis geralmente gira em torno de 10%. Por outro lado, a margem de empresas especializadas em processamento de dados, é de cerca de 30%. A questão é: quem vai abocanhar este lucro? Para o executivo, já há no mercado uma competição sobre o uso comercial de dados veiculares.

“Fabricantes, fornecedores e startups estão considerando as oportunidades e enfrentando a competição de empresas de outros segmentos, como a Apple e o Google, que já descobriram o potencial deste mercado e têm conhecimento e musculatura financeira para agita-lo. A luta pelos dados automotivos está apenas começando”, conclui.

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Empresas abrem mão de avaliar “comprometimento” e o substituem por “engajamento”

Gestores que ainda avaliam “comprometimento” entre os funcionários podem estar falhando em criar um ambiente em que os seus colaboradores acreditam no que estão fazendo. Essa repetição de comportamento nas avaliações internas teve como consequência um dos maiores problemas nas organizações brasileiras: a crise de propósito. A situação chegou a tal ponto que o “gap” neste mercado foi percebido e já há, inclusive, empresas que se dedicam integralmente para resolver esse problema interno. Este pode comprometer não apenas a motivação da equipe mas também a produtividade e as finanças corporativas. É o caso da Verte.

Multidisciplinaridade – Em 1996 a empresária Sandra Rossi fundou a Traveland que tinha como foco o turismo corporativo. No ano passado, oficializou não apenas a mudança de nome para Verte como anunciou uma ampliação do seu leque de serviços assim que sua equipe percebeu que estava desenvolvendo trabalhos que impactavam diretamente na motivação, produtividade e resultados de outras empresas. “Tudo começou pelo fato de eu não contratar apenas turismólogos quando o foco ainda era turismo. Eu acredito que é fundamental uma equipe multidisciplinar. Foi feita uma construção de um novo propósito aqui dentro, principalmente depois de adotarmos o sistema de gestão compartilhada. E hoje aplicamos esse know-how de como lidar com questões internas nas organizações para gerar maior engajamento entre os funcionários”, relata Sandra.

Comprometimento – Quem trabalha ou é gestor de equipe tem ouvido muito falar em frases como “eu preciso da minha equipe mais motivada” ou “nossa meta está longe de ser batida, precisamos engajar mais meus vendedores para chegarmos lá”. Cobrar o chamado comprometimento, como ainda é usual nos dias de hoje, talvez seja um dos maiores erros. Segundo Alex Born, considerado o “pai do neuromarketing” no Brasil, palavras como “comprometimento” deveriam cair em desuso por não refletir mais com precisão os tempos atuais. “Se um chefe pergunta pra um colaborador ‘posso contar com o seu comprometimento?’, ele não tem outra alternativa que não seja responder ‘sim’, senão a sobrevivência da pessoa fica a perigo e o trabalho é executado como obrigação e não por crença de que se está executando a coisa certa”, explica o neurocientista.

Engajamento – Estudos comprovam que a maneira mais poderosa de se estabelecer relacionamento, ou melhor, engajamento entre nós e outras pessoas, ocorre quando passamos por experiências juntos, inclusive dificuldades. Quando vivemos momentos intensos, registramos tudo de maneira singular e o porquê de tudo se torna muito mais claro. “Lembre-se da sua melhores memórias, por exemplo. Normalmente, as primeiras coisas que surgem são com quem, quando e onde você estava”, explica a CEO da Verte. O que ela explica tem embasamento científico. Segundo o Journal of Personality and Social Psychology, as lembranças daquilo que foi vivido em viagens, eventos e instituições de ensino renomadas tornam-se conhecimento adquirido e vivenciado, portanto, são imbatíveis e ficam melhores com o passar do tempo. Quando essas vivências são compartilhadas, seu envolvimento com essas pessoas é potencializado. Aplicar isso dentro de uma empresa é uma alternativa (veja dicas abaixo).

Com toda crise, há aprendizados. Na chamada “crise de propósito” percebe-se que é impossível se engajar, se motivar ou se envolver com algo pela qual você não se sente inspirado. De acordo com profissionais da Verte, existe uma crença de que a maneira mais simples, empolgante e honesta de se fazer isso é esclarecendo o porquê daquela atividade, seu propósito, seguindo um passo a passo abaixo.

Dicas da Verte sobre como construir engajamento no seu negócio:

Investigue – procure entender a realidade do empreendimento procurando saber qual o seu objetivo, qual impacto que a ação terá e qual o propósito a ser esclarecido.

Mapeie – conclua que tipo de ação motivará mais os seus colaboradores: campanhas de incentivo (recompensas para quem atingir alta performance), capacitação (cursos) ou geração de conhecimento.

Aja – depois de uma análise cuidadosa e mapeamento, é hora de colocar em prática e partir para ação nos seus planos. Pensou em viagens em equipe? Seminários internos? Cada empresa tem sua particularidade a ser respeitada.

Meça – seja com dados numéricos ou por maneiras indireta, sempre é bom mensurar antes e depois dessas ações para saber o que funcionou e o que não é relevante para engajar a equipe e, por consequência, melhorar todos os indicadores.

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6 em cada 10 pedidos de empréstimos online são feitos por smartphones

Hoje em dia quase tudo é feito através do smartphone. Compras de produtos de mercado, corridas de táxi, ingressos de cinema, assinaturas de TV, delivery de restaurante e com o crédito pessoal não seria diferente. Dados da Lendico, fintech especializada em crédito pessoal online, mostram que mais de 60% das solicitações de empréstimo são realizadas por smartphones. Deste total, 89% são feitas por dispositivos que utilizam o sistema operacional Android e 9% por iOS. A empresa projeta um aumento de 10% nos pedidos feitos através de dispositivos móveis até o fim de 2018.

A Lendico conseguiu analisar o comportamento do tomador de crédito, observando horários e dias da semana em que mais acontece a procura por empréstimos, bem como os motivos que levam os clientes a solicitarem propostas. Quarta e quinta-feira correspondem a 36% dos pedidos de empréstimo na semana. Os horários mais solicitados variam entre 11h00 e 15h00.

A plataforma analisou no mês de fevereiro, os motivos de solicitações via mobile (65,68%), desktop (33,60%) e tablet (0,72%). O percentual de pessoas que buscaram o empréstimo pessoal para a compra de eletrodomésticos e eletrônicos subiu 91% e para a aquisição de veículos subiu 43%, em comparação ao mês de fevereiro de 2017. O investimento para abrir novos negócios também continua em forte ascendência. A pesquisa mostrou que houve aumento do percentual de pedidos em 48%.

O setor imobiliário é outro que voltou a crescer. A fintech observou percentual 7% maior do que o registrado em 2017. Além disso, reformas, mudanças e mobília dispararam este ano com percentual 35% maior na solicitação de empréstimos.

“Vemos uma mudança no comportamento do consumidor que busca empréstimo online. Antes o percentual de buscas por crédito para dívidas era maior, mas agora há também mais clientes buscando empréstimos para investir no negócio, no imóvel, ou fazer a aquisição de bens”, explica Marcelo Ciampolini, CEO da Lendico no Brasil.

A Lendico iniciou suas operações em 2015, e desde o início estruturou seu site para ser responsivo, observando a alta demanda de serviços no universo mobile. Hoje já são mais de R$ 200 milhões de reais concedidos, e mais de 30 mil clientes atendidos.

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