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As vantagens do cloud connect

Por Marcos Siqueira

O data center proprietário foi a base da arquitetura de tecnologia das empresas. Com o passar dos anos e com o avanço do mercado de cloud computing, as operações das companhias se expandiram para além do perímetro físico e a estratégia de manter um data center próprio se tornou econômica e estrategicamente inviável para as operações.

Uma infraestrutura de armazenamento de dados adequada acarreta altos custos e muita dedicação para o gerenciamento. Para se ter uma ideia, cada data center de alto padrão, com todas as certificações de mercado, custa cerca de US$ 60 milhões e demanda uma equipe de suporte 24/7.

Dessa forma, a necessidade de ter um ambiente com alta performance, custos competitivos e disponibilidade fez com que muitas empresas buscassem mesclar a terceirização de data centers com ambientes em cloud, pela facilidade de expansão em momentos específicos, o que gera naturalmente a adoção de uma estratégia de nuvem híbrida e um sistema de nuvens múltiplas (multicloud). Segundo a consultoria Gartner, a multicloud será comum para 70% das empresas até 2019, e em 2020, 90% das organizações vão adotar a opção da nuvem híbrida.

Nesse cenário, a interconexão entre os ambientes de nuvem, conhecida como cloud connect, é um fator crítico para o bom desempenho dos negócios, pois garante a funcionalidade das operações.

O Gartner aponta que, hoje, 95% das conexões entre ambientes de nuvem ocorre via internet. Apesar de bastante comum, esse formato fica sujeito a diversas interferências externas – ameaças físicas e virtuais – prejudicando sua viabilidade.

A alternativa mais segura e eficiente de conectar diversas nuvens é por meio de fibras de conexão direta, que garantem agilidade e segurança no acesso aos dados. Entre os benefícios dessa estratégia, podemos destacar o aumento da capacidade e diferentes opções de conectividade: a rede de fibra óptica permite conectar cloud providers, data centers de terceiros e operadoras de telecomunicação e, até mesmo, o escritório do cliente. Além disso, a conexão direta oferece alta disponibilidade entre o ambiente físico e a nuvem, baixa latência, segurança e resiliência de acessos.

Esse é um movimento que ainda está no início no Brasil e na América Latina, porém, observamos que a migração das empresas para a nuvem está em ritmo de crescimento contínuo e progressivo, o que nos dá segurança em afirmar que os próximos anos ainda serão de grandes oportunidades no mercado de tecnologia e telecomunicações.

Quando falamos em América Latina, por exemplo, a consultoria IDC aponta que o mercado de cloud computing na região crescerá a taxas superiores às verificadas nas demais localidades do mundo. Quanto às estratégias de cloud connect, a previsão é que, em 2019, 70% das conexões com cloud pública serão por meio de redes de fibras por conexão direta (Gartner).

Nesse contexto, o Brasil está em um ponto estratégico, sendo sede das operações de diversas empresas multinacionais que demandam pelos serviços gerenciados de nuvem. Por isso, pensar na interconexão entre clouds é fator essencial para os próximos anos. Conectar de forma segura e rápida os ambientes físicos e os ambientes da nuvem é uma estratégia que dever ser considerada para atender o rápido movimento e expansão das empresas.

Marcos Siqueira, diretor de Serviços da Ascenty

TIVIT inaugura Solution Center

A TIVIT, multinacional brasileira líder em soluções digitais, inaugurou o Solution Center. O novo centro é considerado um espaço complementar ao TIVIT Digital Studio, célula de inovação da empresa que fica dentro do Habitat, em São Paulo.

O objetivo da empresa é conectar os clientes com as novas práticas e tecnologias que estão moldando os negócios. Com visitas periódicas, não apenas de clientes, mas também de parceiros e prospects, a TIVIT vai apresentar, por meio de exemplos, e com o apoio de especialistas da própria TIVIT, soluções direcionadas para os diferentes segmentos, e desenvolvidas com a aplicação de design thinking e metodologia Agile, baseados em tecnologias emergentes como Big Data, Analytics e Inteligência Artificial. A companhia tem capacidades de entrega completa, desde a concepção até o seu desenvolvimento contínuo, ou seja, atuando na exploração e geração de hipóteses e protótipos das soluções.

O Solution Center, localizado na sede da TIVIT, em São Paulo, vai atender às necessidades dos atuais e futuros clientes. “Aqui, atuamos na transformação dos negócios dos clientes com novas experiências e promovendo eficiência e inovação. O Solution Center não tem portas, é um espaço aberto ao novo, disponível para a colaboração, para todos que querem inovar. É um ambiente que pensa na expectativa dos clientes e, principalmente, em garantir que eles ofereçam a melhor experiência para os seus consumidores”, explica Norberto Tomasini, Diretor de Negócios Digitais da TIVIT.

Os investimentos no espaço fazem parte do processo da companhia para suportar seus clientes na jornada da transformação digital e no desenvolvimento de negócios. “A TIVIT tem encontrado na criação de um novo ecossistema digital a possibilidade de vencer as barreiras da inovação, de transformar os desafios dos diferentes segmentos e conectar à nossa capacidade de execução e implementação. Esta é a inovação eficiente da TIVIT à serviço de seus clientes”, finaliza Tomasini.

Em 2019, profissionais que combinam tradição e tecnologia terão destaque

A cada ano, a leva de pessoas que entra no mercado de trabalho se depara com algo diferente. Novas tecnologias, modelos de negócio e até a condição econômica do país criam grandes desafios para os profissionais. Quem está se formando ou escolhendo uma faculdade deve ficar atento ao futuro, para saber como planejar sua formação da melhor forma possível.

Uma das principais tendências de 2019 é que a automatização de atividades repetitivas continue acontecendo. Trabalhos manuais ou que envolvam muitos cálculos – como os de analistas de créditos – serão substituídos mais rapidamente por máquinas e algoritmos. Por outro lado, isso gera uma valorização das carreiras que dependem mais de interações humanas.

“Em muitas profissões, você precisa interagir com outros indivíduos para projetar e produzir coisas”, disse Marcelo Minutti, coordenador do MBA em Marketing e Comunicação Digital e do MBA em Inovação e Negócios Digitais do Centro Universitário IESB. “Um exemplo que a gente pode citar é a psicologia, que será um mercado com bastante demanda nos próximos anos. Essas carreiras envolvem coisas que as máquinas não sabem e não vão saber fazer por um bom tempo”, continua.

Segundo o professor, serviços que ofereçam um atendimento personalizado ao cliente também terão um bom mercado no futuro próximo. Além disso, o papel dos próprios professores deve crescer, não no sentido de número de alunos, mas na profundidade do ensino que pode ser oferecido. O uso de tecnologias como a realidade virtual na educação pode colocar os discentes bem preparados à frente do resto.

“As atividades relacionadas a essas novas tecnologias tendem a ganhar muito espaço. Publicitários, designers, jornalistas e profissionais do marketing que saibam utilizá-las para produzir conteúdo para mídias digitais e dispositivos móveis sairão na frente”, conta Minutti. “O que vai diferenciar um profissional em 2019 é saber combinar os conhecimentos clássicos da sua carreira com o que há de novo em tecnologia”, completa.

As empresas buscam ainda pessoas com uma formação mais abrangente, que tenham experiência em várias áreas. Para Marcelo, os problemas atuais não se resolvem com conhecimentos específicos, mas precisam de abordagens multidisciplinares.

“A dica que eu dou para quem está entrando agora é: aprenda o máximo de coisas possíveis, não só por livros, mas pela experiência também”. Conta o coordenador. “Você vê muitas pessoas querendo entrar no mercado, mas que não são contratadas por falta de experiência. Hoje em dia, porém, você cria sua própria experiência. Monte seu portfólio, aprenda o máximo que puder e aplique esses conhecimentos. Se você quer trabalhar com mídias sociais, por exemplo, crie uma página temática e ganhe seguidores e curtidas. Exercite o seu conhecimento e ganhe experiência”, conclui.

3 em cada 4 profissionais de RH não estão totalmente preparados para o uso de novas tecnologias, revela pesquisa

Três em cada quatro profissionais de Recursos Humanos não estão totalmente preparados para o uso de novas tecnologias. É o que aponta levantamento inédito da VAGAS.com, pioneira no desenvolvimento de software de recrutamento e seleção. De acordo com a pesquisa, 76% dos respondentes afirmaram que estão parcialmente preparados para lidar com novas soluções tecnológicas. Aqueles que não estão preparados somaram 16% enquanto apenas 8% estão totalmente preparados.

O levantamento também revela quanto tempo levaria para que a área de RH tenha as ferramentas ideais de tecnologia para o seu dia a dia. Mais da metade (58%) informa que levaria de um a três anos. Para 24%, em menos de um ano enquanto 12% disseram que seria em mais de três anos. Somente 6% têm todas as ferramentas necessárias atualmente.

“Essa informação converge com o momento atual do RH, onde poucas iniciativas relacionadas à tecnologia estão em desenvolvimento. Esse dado é relevante ao pensarmos que um dos requisitos para um RH de alto impacto é exatamente assumir esse pioneirismo, implementando e utilizando tecnologias para transformar a experiência do funcionário. No mundo todo, como resultado da ampliação das prioridades e do aumento da pressão, altos executivos de RH, os chamados CHRO (Chief Human Resources Officer), estão utilizando tecnologia para fazer mais com menos. Prova disto é que 77% dos participantes dessa pesquisa disseram que não tem desenvolvido projetos de inteligência artificial”, declara Rafael Urbano, da área de Inteligência de Negócios da VAGAS.com

Também foi questionado no estudo quais projetos são desenvolvidos. A liderança é ocupada por Indicadores/ BI/People Analytics, com 21%, seguido por “na área de recrutamento e seleção” (18%), novas soluções para recrutamento e seleção (14%) e treinamento e capacitação de colaboradores (13%). “Está na prioridade dessa área projetos relacionados à vida dos colaboradores e indicadores-chave para o negócio como, turn-over, custo de aquisição, ciclo de vida do funcionário, além novos softwares e sistemas para recrutamento e seleção, visando a eficiência de processos e assertividade de perfis”, explica Rafael Urbano.

O estudo “Quais são os impactos dos novos caminhos do RH” foi realizado por e-mail, de 2 a 18 de julho deste ano, para profissionais de Recursos Humanos. O principal objetivo da pesquisa foi o de identificar o atual cenário dos profissionais de RH em quatro frentes: tecnologia, metodologia de trabalho, recrutamento e talentos, cultura e propósito. Os 318 respondentes são, em sua maioria, mulheres (82%), com idade média de 35 anos, ocupam cargos de analistas e pós-graduadas.

Por onde anda o RH?

A pesquisa da VAGAS perguntou aos entrevistados em que momento a área de Recursos Humanos está em relação a três quesitos: tecnologia, análise e processos.

Os resultados, novamente, indicam que a adoção de novas tecnologias ainda não faz parte da realidade dos RHs – ainda que esteja nos planos da maioria.

Prova disso é que 43% dos respondentes afirmaram que o uso da tecnologia está aumentando na área de RH. Grande parte, 48%, no entanto, só pretende realizar algo nesse sentido no futuro. Apenas 9% não estão fazendo e não pretendem fazer isso.

Em relação ao planejamento para adoção de novas tecnologias, 39% disseram que isso está em desenvolvimento na área. Mais uma vez, a maioria (51%) apenas pretende fazer isso no futuro. E 10% disseram que simplesmente não farão.

Entre os respondentes, 39% afirmaram que estão capacitando a equipe para a utilização da tecnologia atualmente enquanto 48% planejam fazer isso no futuro e 13% não pretendem dar esse passo.

No quesito análise de dados, 39% estão capacitando a equipe e 47% têm essa capacitação nos planos. Apenas 18% estão construindo um time para atuar em people analytics atualmente, mas a iniciativa está nos planos de 54%. Outros 28% dizem que não têm planos para isso.

No item processos, o benchmark de práticas de RH com outras empresas já é realidade para 51% dos respondentes e está nos planos de 36%. Incentivar a troca de profissionais (job rotation) é realidade para 30%, está nos planos de 34% e não está nos planos de 36%.

Maioria do RH não é ágil

Outra vertente do levantamento, que trata da metodologia de trabalho do RH, apontou que falta rapidez na área. De acordo com 55% dos respondentes, o time de Recursos Humanos não trabalha de forma ágil e precisa ser mais rápido para responder à mesma velocidade do negócio. Quase que a totalidade (92%) dos participantes dessa pesquisa afirmou que métodos ágeis podem ser empregados na área.

Em contrapartida, foi verificado se a área de RH possui métodos ágeis no gerenciamento das tarefas e dos projetos da equipe e quais. Prevaleceram nas respostas PDCA (19%), gestão de projetos baseada em processos (14%), gestão da qualidade (11%), kanban (7%), scrum (7%), entre outros.

Falta de qualificação técnica + comportamental = escassez de talentos

Na era do pleno emprego a justificativa para a escassez de talentos era de que todos os bons profissionais estavam empregados e que eram necessárias boas propostas salariais acompanhadas de um bom pacote de atração e retenção. Com o desemprego em alta, o RH ainda nota falta de profissionais qualificados.

De acordo com a pesquisa, 65% das empresas apontam a falta de pessoas qualificadas tecnicamente como o principal motivo para a escassez de talentos. Em segundo lugar, apontada por 63% dos entrevistados, está a falta de pessoas que tenham habilidades comportamentais. Por outro lado, baixa escolaridade foi um fator apontado apenas por 19% dos entrevistados. Alta competitividade entre as empresas foi citada por 18%. E, altos salários, apenas por 11%.

“Há alguns anos, quando as empregadoras travavam verdadeiras guerras pelos melhores profissionais do mercado, inflando salários e promovendo disputas declaradas, havia um pensamento geral de que a escassez de talentos era fruto do aquecimento da economia nacional. No entanto, agora, mesmo com a crise e as altas taxas de desemprego que assolam o Brasil, as empresas continuam tendo dificuldades para encontrar os profissionais que precisam para preencher seus quadros”, analisa Rafael Urbano.

Outra parte da pesquisa procurou saber se a área de RH vem presenciando o surgimento de novos cargos no mercado de trabalho.

A enquete identificou que mais da metade (53%) percebe esse movimento, sendo as áreas de Tecnologia e Marketing Digital sendo as mais impactadas. No entanto, 35% dos respondentes não presenciam o surgimento de novos cargos enquanto outros 12% não sabem.

Quem é e como reter seu talento

A maioria dos entrevistados pela pesquisa da VAGAS considera como talento os profissionais que sabem trabalhar em equipe (75%), têm proatividade (74%), conseguem olhar a empresa como um todo (70%), sabem se comunicar (66%), têm comprometimento (62%), são resilientes (60%), têm equilíbrio emocional (60%), ética (56%), senso de dono (59%), responsabilidade (52%) e senso de urgência (53%). Já qualidades como “detalhista, “executor” e “educado” estão em baixa e foram apontados por menos de 20% dos respondentes.

Para os profissionais de RH participantes do levantamento, a melhor forma de reter talento na empresa é cuidando do clima organizacional, item citado por 76% deles. Isso significa que para prolongar a relação com seus profissionais de alto potencial, as companhias devem investir na criação de uma cultura com que eles possam se identificar, além de oferecer um clima de trabalho favorável. Não à toa, o segundo ponto mais citado para retenção de talentos é reconhecimento e valorização dos funcionários. O terceiro é promover o desenvolvimento educacional.

Três em cada dez empresas não têm um propósito claro

É praticamente um consenso que ter um propósito claro faz a diferença para todos os envolvidos com uma empresa. Foi o que disseram 94% dos entrevistados pela pesquisa da VAGAS.com. Mas o dado que realmente chamou a atenção foi de que 31% dos respondentes apontando que a empresa onde trabalham não possui um propósito claro de entrega ao mercado.

“É possível, e bastante provável, que esse assunto também passe a ocupar o topo da agenda de profissionais de RH. Afinal, as pessoas estão cada vez mais procurando empregos que lhes deem uma sensação de realização. E as empresas estão percebendo que um funcionário orientado por um propósito (o chamado purpose-oriented) tende a ser mais produtivo e bem-sucedido em comparação com aqueles que veem o trabalho unicamente como uma fonte de renda ou status”, sugere.

Aprimorar a experiência dos funcionários é um dos principais desafios do RH de alto impacto. Curiosamente, para 45% dos entrevistados pela pesquisa, o RH não é o responsável pela experiência dos funcionários. Pior que isso, 8% nem souberam opinar sobre o assunto. “Esse é mais um indício de que grande parte dos RHs do Brasil está ainda um pouco distante dessa transformação”, aponta Rafael Urbano.

Outro indício dessa distância é que as iniciativas do RH mais citadas para melhorar a experiência dos funcionários são promover “festas de integração” e “flexibilidade de horários”, apontadas cada uma por 41% dos respondentes.

“É preciso lembrar que diversos estudos já mostraram que os funcionários esperam que o local de trabalho se torne mais personalizado e integrado. Esperam também que suas necessidades sejam antecipadas e atendidas, da mesma forma que ocorre com as necessidades dos consumidores das empresas”, finaliza Rafael Urbano.

Atos IT Challenge 2019: estão abertas inscrições para competição universitária com prêmio de 10 mil euros

A Atos, líder internacional em serviços digitais, abre inscrições para mais um IT Challenge, competição universitária voltada para tecnologia e inovação. Para a oitava edição, estudantes de universidades de todo o mundo estão convidados a apresentar seus conceitos inovadores sobre o uso de Machine Learning em prol da sustentabilidade.

O concurso oferece aos estudantes universitários a oportunidade de transformar suas ideias em trabalhos concretos por meio de um prêmio de € 10.000, que será concedido aos membros da equipe vencedora. Equipes de dois a quatro membros podem participar e a inscrição online estará disponível até 30 de novembro, no link http://www.atositchallenge.net/ .

Machine Learning é um campo de Inteligência Artificial que usa técnicas estatísticas para dar aos computadores a capacidade de “aprender”. Trata-se de uma tecnologia que já está sendo aplicada em muitas áreas, como videogames, diagnósticos médicos, detecção de fraudes, veículos sem motorista e vigilância de segurança. A Atos acredita que é uma área importante a ser explorada, e, por isso, traz o tema ao Atos IT Challenge, para dar chance a novas soluções em que a exploração dos recursos, direcionamento dos investimentos e a orientação do desenvolvimento tecnológico estejam em harmonia ao serem aplicadas à Sustentabilidade.

Os 15 melhores conceitos apresentados serão anunciados em meados de dezembro. Depois disso, as equipes finalistas começarão a segunda etapa da competição: o desenvolvimento de aplicativos. O vencedor será anunciado em Paris, em julho de 2019.

Na edição de 2015, um grupo de universitários brasileiros do Rio Grande do Sul chegou até a fase final da competição, que teve na época mais de 300 alunos de 34 universidades em 10 países participantes. Dentro do tema “Vidas Conectadas”, o grupo desenvolveu um aplicativo para relatar problemas na cidade, como sinais de trânsito quebrados, esgotos entupidos, árvores caídas e acidentes.

Magazine Luiza vende correspondente a “15 dias comuns” durante a Black Friday

O Magazine Luiza teve uma Black Friday de crescimento, em 2018. A empresa vendeu, durante o evento, o equivalente a 15 dias comuns. Durante o final de semana, as lojas físicas continuam com o “Fim de Semana Black” e, na segunda-feira, o site terá a “Cyber Monday”.

“Nós nos preparamos muito bem para o evento e conseguimos um bom desempenho em todas as categorias”, afirmou Fabrício Garcia, vice-presidente do Magazine Luiza. “Estamos animados para o mês de dezembro, que também é forte em vendas.”

O app do Magazine Luiza foi o aplicativo de vendas mais baixado da Black Friday no Brasil. Do total do tráfego online do Magalu, 80% veio de smartphones.

Reclamações

Na quinta-feira, véspera de Black Friday, e nesta sexta-feira, o Magazine Luiza recebeu cerca de 17 mil interações de clientes, entre pedidos, questões e reclamações. A empresa fez uma força-tarefa com 780 funcionários para atender todas essas demandas. O tempo médio de espera do cliente nas diversas linhas de atendimento foi de um minuto. Das pessoas que entraram em contato com o Magazine, 91% das reclamações foram resolvidas e 86% dos clientes ficaram satisfeitos com a solução oferecida. A empresa manteve, após a Black Friday, o selo de excelência em atendimento do Reclame Aqui, o RA 1000.

Apps de redes sociais são os mais usados em smartphones

As redes sociais são os segmentos de aplicativos mais usados pelos internautas brasileiros em seus smartphones. Pesquisa do IBOPE Conecta mostra que o 75% dos internautas do país usam apps de redes sociais, o que o deixa no topo do ranking dos aplicativos mais utilizados no Brasil. Aplicativos de banco (47%), entretenimento (filmes, séries e programas de tv – 41%), games/jogos (38%) e notícias (36%) completam a lista dos cinco primeiros.

Sobre a pesquisa
A pesquisa foi realizada de 21 a 26 de junho de 2018, com 2.000 internautas das classes A, B, C e D, de todas as regiões do Brasil.

FGV EESP promove o Primeiro Encontro Brasileiro de Data Science

O Núcleo de Estudos de Data Science (NDS) da Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV EESP) realiza nos dias 10 e 11 de dezembro, o Primeiro Encontro Brasileiro de Data Science. O evento, que acontece no auditório da FGV, tem a finalidade de reunir profissionais do mercado e acadêmicos de diferentes especialidades, com interesse nas disciplinas relacionadas à ciência de dados.

O objetivo do evento é disseminar ideias, teorias, aplicações, tecnologias. Haverá painéis de discussões executivas sobre tendências de Data Science, apresentações de tecnologias e suas aplicações para diversos setores, realizados por desenvolvedores e usuários; e minicursos. Mais informações e inscrições através do site: http://eesp.fgv.br/centros-de-estudos/nds.

Primeiro Encontro Brasileiro de Data Science

Data: 10/12 e 11/12

Horário: das 8h às 19h

Local: Rua Itapeva, 432 – Térreo – Auditório

3ª geração do BI: a hora e a vez do Business Intelligence

Por Eduardo Kfouri, VP da Qlik para América Latina

Dados sempre foram muito valiosos. Porém, por muitas décadas, não exploramos todo seu potencial e esse valor acabou deixado para trás. Fatores limitantes como complexidade, barreiras técnicas e lacunas de habilidades dos profissionais têm ocultado diversas possibilidades de exploração e compreensão. Mas agora, com a terceira geração de Business Intelligence, este cenário está prestes a mudar.

Durante a primeira geração, as abordagens iniciais de BI usavam camadas de tecnologias que analisavam conjuntos de dados multidimensionais, frequentemente gerenciados por uma equipe central de TI. Na época, o foco era em dados estruturados e armazenados em sistemas tradicionais, gerando relatórios estáticos. Nesse modelo centralizado o processo era lento, complexo e dependente dos poucos profissionais da área, que atendiam apenas cerca de 25% da força de trabalho na empresa.

Já em sua segunda geração, criou-se uma nova categoria: o BI orientado ao usuário, que adicionou novos métodos para preparar e carregar dados de forma mais intuitiva. Essa abordagem disruptiva ampliou os benefícios do BI para diferentes áreas de uma organização e deu ao usuário de negócios o poder de explorar livremente as informações.

3ª geração: democratização e transformação digital no mundo dos dados

Chegamos então à nova geração do BI e, com ela, revela-se um novo cenário. Por meio da democratização dos dados, podemos empoderar cada vez mais os usuários, independente de sua área de atuação. Para isso, devemos ressaltar a importância do Data Literacy – ou alfabetização em dados – que permite que todos possam fazer uso das plataformas, aprendendo a falar a linguagem dos dados e ler toda informação que eles carregam.

Além disso, outro ponto importante dessa nova era é a existência de um poder computacional muito mais evoluído, que nos dá acesso a máquinas mais potentes, capazes de suportar e processar um grande volume de dados, em alta velocidade e na variedade em que são gerados – fator esse que não era possível nas gerações anteriores.

A combinação de todas estas características é a ponte para o futuro: a junção da intuição humana com a inteligência artificial e das máquinas. Nesse cenário, o BI se torna parte de todas as tomadas de decisão, através das análises incorporadas aos fluxos de processos de negócios. Esses são fatores determinantes para que as empresas estejam alinhadas com essa nova geração, alcançando a Transformação Digital orientada por dados e possibilitando que atinjam a liderança em seus setores.

A revolução dos pagamentos: da moeda ao smartphone

Por Tiago Lourenço Cardeal da Costa

Uma geração inteira de pessoas provavelmente não sabe, mas três décadas atrás era necessário deixar uma quantidade considerável de dinheiro em casa para fazer compras e pagar as contas. O talão de cheque era um luxo para uma parcela pequena da população, os cartões ainda davam seus primeiros passos e conceitos como Internet Banking sequer existiam. Hoje, porém, a situação mudou. O avanço da tecnologia revolucionou o sistema financeiro e há diversas opções para realizar pagamentos no varejo. O mundo mudou e essa nova realidade mexeu com a economia brasileira.

Em 2017, por exemplo, foi a primeira vez que o volume de transações por cartão (crédito, débito ou pré-pago) superou o de dinheiro físico. Os cartões movimentaram R$ 1,36 trilhão, contra R$ 1,31 trilhão em saques, de acordo com levantamento da Abecs (Associação Brasileira das Empresas de Cartão de Crédito). Além disso, o pagamento móvel já é uma realidade no país com as entradas da Apple Pay e Samsung Pay e a previsão do IEEE (Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos) é que que as cédulas e moedas serão substituídas por pagamentos no celular até 2030.

A economia brasileira está se tornando cada vez menos dependente do papel-moeda porque a população têm um acesso cada vez maior aos serviços financeiros, seja tornando-se clientes de bancos ou adquirindo serviços de outras instituições, como fintechs e startups que oferecem alternativas para quem não possui conta em banco. É o caso, por exemplo, dos cartões pré-pagos e cartões virtuais, produtos que já são uma realidade para a grande maioria dos cidadãos e garante acesso a diferentes serviços, como assinaturas e compras diversas. Quanto mais transações aconteçam com a rapidez, segurança e simplicidade no meio eletrônico , menor serão as que ocorrem com dinheiro.

Esse movimento de descentralização dos serviços bancários e de pagamentos traz uma série de vantagens para os consumidores e estabelecimentos comerciais. É inegável que a competição estimula o surgimento de novas soluções a preços mais acessíveis. Basta olhar o exemplo do cartão: sinônimo de riqueza nos anos 90, hoje é item essencial para grande parte dos brasileiros. É um caminho sem volta e as empresas do setor precisam estar preparadas para este cenário.

Até porque as fintechs não irão parar de desenvolver novos produtos e serviços. Quem mantêm o cliente no centro de sua estratégia sai à frente da concorrência. Ferramentas de CRM (gestão de relacionamento com o consumidor) e análises de dados conseguem personalizar a experiência das pessoas – além do próprio feedback dos usuários permitirem a atualização constante. A tecnologia de pagamento instantâneo é exemplo disso e deve impulsionar modalidades como P2P (pessoa à pessoa) e P2B (pessoa à negócio), facilitando transações financeiras diretas sem a necessidade de intermediários.

A popularização da tecnologia no mundo mexeu com todos os setores, evidentemente, mas poucas áreas foram tão afetadas e remodeladas como a de pagamentos. Vivemos um momento único: as fintechs estão revolucionando o mercado e democratizando o acesso a esses serviços inovadores. Se antes era necessário caçar moedas e cédulas para fazer uma compra no supermercado, em um futuro próximo você nem precisará abrir a carteira para isso.

Tiago Lourenço Cardeal da Costa, product manager da Acesso

Evento Blockchain on Tour traz ao Brasil especialistas do Crypto Valley para falar sobre futuro das criptomoedas

Voltado para qualquer pessoa que tenha interesse pelo tema, independentemente do nível técnico, Blockchain on Tour é uma iniciativa inédita promovida no Brasil pela SocialBlocks, Organização Social (OSCIP) focada em formar jovens de comunidades brasileiras como programadores em blockchain e conectá-los à oportunidades de trabalho remoto em empresas globais.

Blockchain on Tour
Com presença confirmada de 11 associados do Crypto Valley na Suíça, a meca da inovação em Criptomoedas, como o bitcoin, e em tecnologias de registro distribuído, como o Ethereum, o evento irá apresentar seis apps que funcionam na rede Ethereum e estão prontas para uso.

Confira a programação completa.

Presenças confirmadas

Gustavo Figueroa – Socialblocks
Mentor no Programa de Incubação da Singularity University e do Programa BCO do MBA da UCLA Anderson School of Management, membro do Crypto Valley Association desde sua fundação e desenvolvedor blockchain, Java, OOP, JavaScript e Python, ex-aluno de ciência da computação da Universidade de Oxford, investidor em inovação social com décadas de experiência em empreendedorismo, gestão de patrimônio e forte experiência em negociação de commodities, fusões e aquisições, na Europa, Ásia, EUA e Brasil.

Pedro Paulo Lins e Silva – Welight
Co-CEO da Welight, cursando MIT MicroMasters em Política de Dados, Economia e Desenvolvimento, ativista de tecnologia e empreendedor serial focado em soluções de impacto social e blockchain, assessor de startups e palestrante em eventos de ecossistema de inovação.

Hamid Benyahia – Dether
Co-fundador da Dether.io, uma empresa peer-to-peer para o aplicativo móvel ether marketplace. Tanto da Argélia quanto da França, Hamid trabalhou anteriormente em soluções de remessa baseadas em blockchain com o objetivo de usar a Ethereum para transferir valor para quem precisava em áreas pobres. Ele também fundou várias empresas e começou a trabalhar com provas de conceito blockchain para empresas do índice de ações CAC40 antes de perceber que uma solução como Dether está faltando.

Bernd Lapp – Swarm.City
Com anos de experiência em gerenciamento em vários setores, no final de 2014, ele se interessou pelo Blockchain Technology e pelas oportunidades de negócios que oferece, vivendo e trabalhando em Cryptovalley, Zug, Suíça. Foi consultor da Ethereum Foundation, é CEO da Old School GmbH, líder de negócios em Swarm City e assessor de alguns projetos de Blockchain.

Uma Hagenguth – Appics
Iniciou sua carreira como empreendedora on-line aos 15 anos de idade, ajudando as empresas a fazerem a transição com sucesso para o digital. Ela foi co-fundadora de uma agência global de marketing digital e combinou sua paixão por comunicação e marketing com sua paixão como filantropa e comerciante de criptografia para a tecnologia blockchain para co-criar o APPICS. Ela também é uma blogueira criptografada e particularmente habilidosa na simplificação de conceitos complexos. Sua missão: apresentar o mundo aos benefícios do Blockchain através das mídias sociais.

Michiel Berende – Etherisc
Começou sua carreira como gerente de processos de uma seguradora holandesa. Nessa função, ele se envolveu com microsseguro quando visitou a Índia em 2004. Ele apoiou uma ONG local em sua busca por tecnologia de seguros. Trabalhar nas bases inspirou Michiel a renunciar seu trabalho corporativo e ir morar e trabalhar na Índia. Lá ele trabalhou na Academia Tata-Dhan, onde estabeleceu um centro de conhecimento para microsseguro. Em 2006, Michiel começou como consultor independente e tornou-se membro do Grupo Consultivo de Assistência ao Grupo de Trabalho sobre Microsseguro dos Pobres, atualmente chamado de Rede de Microsseguros. Ele se concentra em seguros e tecnologia inclusivos e conduziu projetos na Ásia, América Latina e África. Desde 2014, o Michiel pretende melhorar o acesso a serviços financeiros através da tecnologia blockchain, atualmente na posição de Lead de Seguros Inclusivos na Etherisc GmbH.

Andy Tudhope – Status
Gerenciador de comunidades com experiência anterior em consultoria e gestão de projetos web2, despertou interesse pela evolução tecnológica e sua adoção maciça. Apaixonado pela tecnologia Ethereum Blockchain, acredita na possibilidade de melhorar a sociedade global através de uma plataforma descentralizada. Sua empresa, o Status está sendo construída com protocolos que permitem acessar o ecossistema Web3 sem comprometer a descentralização, contribuindo para criar estratégias de engajamento para a comunidade de língua espanhola.

Grif Green – Giveth
Um líder bem relacionado e respeitado dentro da comunidade Ethereum. Gerente de comunidade do TheDAO, liderando o esforço de limpeza do TheDAO Hack de todos os ângulos, co-fundador do White Hat Group, que garantiu os fundos em risco (10% de toda a ETH) do DAO e garantiu US $ 210 milhões de dólares ativos criptográficos no Parity Multisig Hack um ano depois. Em 2016, Griff fundou a Giveth para usar contratos inteligentes para capacitar radicalmente indivíduos e comunidades a promoverem mudanças reais de forma transparente e descentralizada. Atualmente, Griff está liderando a criação da Aragón DAC como uma segunda equipe independente para desenvolver a plataforma Aragon.

BOT – BLOCKCHAIN ON TOUR

CUBO
Alameda Vicente Pinzon, 54 – Vila Olimpia, São Paulo – SP
26 de novembro de 2018, 19h-22h
Inscrições, clique aqui

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Salesforce compartilha melhores práticas para Startups no CASE 2018

Durante os dias 29 e 30 de novembro, a Salesforce, líder global em CRM, participará da Conferência Anual de Startups e Empreendedorismo, o CASE, maior evento latino-americano para startups.

Na quinta-feira (29/11), Robert Lamb, diretor de Customer Evangelism da Salesforce, vai compartilhar aprendizados sobre como fundadores de startups podem ser evangelistas das suas próprias empresas em palestra na Plenária, às 10h. Logo após, às 11h20, Daniel Hoe, diretor de Marketing da Salesforce para América latina, subirá ao palco da Arena HandsON Salesforce para falar sobre as estratégias de alinhamento entre vendas e marketing.

Durante todo o evento, os participantes poderão conhecer melhor as soluções da Salesforce, como o Salesforce Essentials, CRM especialmente desenvolvido para PMEs, startups e empresas em rápido crescimento. As demonstrações ficarão disponíveis no estande da empresa (S12-05). “O Salesforce Essentials possibilita que toda startup e pequeno negócio crie relacionamentos mais fortes com seus clientes”, aponta Daniel. “Tudo isso com uma solução de CRM para vendas e atendimento que é fácil de usar, configurar e manter.”

Maior encontro de startups da América Latina, o CASE é organizado pela Associação Brasileira de Startups (Abstartups) e em sua quarta edição reunirá grandes nomes do empreendedorismo e da inovação.

CASE 2018

DATA: 29 e 30 de novembro de 2018
LOCAL: Centro de Eventos PRO MAGNO – Rua Samaritá, 230 – Casa Verde, SP
AGENDA: https://case.abstartups.com.br/agenda-2018/

Palestras Salesforce

Palco: Plenária
Palestrante: Robert Lamb, Customer Evangelism
Tema: Como se tornar um Evangelista: o que todo cofundador precisa fazer para agir como evangelista da sua própria startup
Data: 29/11, das 10:30 às 11:10

Palco: Arena HandsON Salesforce
Palestrante: Daniel Hoe, diretor de Marketing para América Latina
Tema: Estratégias de Alinhamento entre Vendas e Marketing
Data: 29/11, das 11:20 às 12:00