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Empresas brasileiras ainda engatinham quando o assunto é Employer Branding

Na última quinta-feira, 22, aconteceu o primeiro meetup da iniciativa Employer Branding Brasil, que abordou as principais tendências do tema de marca empregadora para o próximo ano. No evento, também foi divulgado o resultado da pesquisa sobre o assunto, em que mais de 60% dos respondentes formados por profissionais de RH e marketing de grandes empresas, afirmaram que estão em um estágio inicial ou não têm iniciativas de Employer Branding.

Quando promovidas pelas empresas, as iniciativas que se destacaram: construção ou revisão do Employee Value Proposition (EVP), gestão da jornada do colaborador e ações de inclusão e diversidade. “Todas as ações que visam uma melhora da marca empregadora são bem vistas pelo mercado, porém, antes de tudo, se faz necessário um planejamento e um estudo para entender o que mais traz resultado efetivamente”, explicou Luís Testa, gerente de Employer Branding da Catho e sócio da agência Saber5.com e um dos idealizadores da plataforma Employer Branding Brasil.

Os resultados referentes a Employee Journey, a jornada do colaborador, são um pouco mais otimistas, já que 38% ainda não possuem uma iniciativa para tratar do tema, no entanto, pretendem implementá-la no próximo ano “O Employee Journey não é uma receita de bolo pronta, pois cada colaborador é único e tem sua própria jornada. O que tem que ser feito é perguntar o que está funcionando, as motivações para trabalhar e avaliar o que pode ser feito para melhorar a experiência do colaborador. Enquanto as empresas acharem o que é melhor ao invés de perguntarem às pessoas o que elas realmente querer, esta jornada nunca será perfeita.”, afirmou Caio Infante, general manager Latam da TMP Worldwide e também um dos criadores da iniciativa Employer Branding Brasil.

“Na palestra de Guilherme Franco de Souza, Talent Intelligence Evangelist do LinkedIn, foi apresentado o Talent Insights, nova solução da plataforma na busca por talentos. A ferramenta oferece dados em tempo real para ajudar recrutadores a tomarem decisões mais assertivas em relação a empresas e talentos. Com ela, é possível responder perguntas como, por exemplo, onde estão os talentos geograficamente, quais as competências mais comuns em um cargo ou ainda, onde abrir um escritório.”

Já o vice-presidente de Business Development da TMP Worldwide, Robert Norris, apresentou o case da ESPN e sua mudança da estratégia para vencer o desafio de atrair e reter talentos, desde a construção do EVP até as ações de marca empregadora como conteúdos segmentados e personalização da experiência do candidato.

O encontro foi finalizado com um painel sobre Employee Journey, com o general manager Latam da TMP Worldwide, Caio Infante, a sênior Employer Branding da Creditas, Whiny Fernandes, e a gerente de Employer Branding da UnitedHealth Group, Suzie Clavery, onde debateram o tema.

Segundo Whiny é importante ter uma estratégia para consolidar a jornada do colaborador, pois é o que a empresa quer passar para o mercado como atrair e manter o colaborador engajado para trabalhar na organização. De acordo com Suzie, o mais difícil é passar a mensagem da cultura da empresa para todos os funcionários das grandes corporações e entender como manter cada um engajado no projeto da empresa.

“O Employee Journey começa quando o candidato se interessa em fazer parte da empresa, passa pelo processo seletivo, a entrada dele na empresa até o seu desligamento, pois ele leva o nome da empresa para amigos que gostariam de trabalho no local”, completou Caio.

IBM ajuda empresas a repensarem a gestão de pessoas com IA

A inteligência artificial está mudando significativamente a forma de trabalhar, de estudar e também a maneira como as empresas fazem a gestão de seus funcionários. Recentes estudos da IBM revelam que nos próximos três anos cerca de 120 milhões de trabalhadores nas 10 maiores economias do mundo podem precisar de reciclagem ou novas habilidades para acompanhar as mudanças promovidas pela era digital. Em paralelo, outro estudo conta que dois terços dos presidentes entrevistados acreditam que a inteligência artificial vai promover grandes mudanças na área de Recursos Humanos, mas apenas 11% dos líderes de RH relatam que suas organizações estão preparadas.

Nesse contexto, o RH precisa, cada vez mais, estar à frente dessa transformação e proporcionar uma experiência melhor e mais individualizada aos colaboradores e candidatos. Para auxiliar as áreas de Recursos Humanos a se prepararem para a transformação digital, a IBM anuncia hoje uma nova unidade de negócios, a IBM Talent & Transformation. Essa unidade ajudará as empresas a transformar a gestão e a cultura da área de Recursos Humanos e inovar no que diz respeito à retenção de talentos, recrutamento, treinamento e engajamento de funcionários, usando o potencial da inteligência artificial.

“À medida que as organizações lidam com as exigências de realizar a transformação digital e reinventar seus negócios e processos, por meio da aplicação de novas tecnologias, como IA, automação e blockchain, a maior barreira para o progresso está no acesso a talentos com as habilidades certas para essas demandas”, diz Mark Foster, vice-presidente sênior da IBM Global Business Services. “A IBM acredita que formar uma força de trabalho para competir na era da inteligência artificial é uma discussão tanto sobre cultura quanto sobre tecnologia”.

Desenvolvida por especialistas em ciência comportamental, inteligência artificial e psicologia organizacional-industrial, a IBM Watson Talent Suite aproveita a capacidade analítica e preditiva da IA por meio das seguintes ferramentas:

• Watson Recruitment: analisa o histórico de contratação de uma organização e fontes de dados externas para determinar os atributos-chave para o sucesso em qualquer função e, em seguida, usa a IA para apresentar os candidatos mais qualificados, sem viés, ou seja, sem qualquer tipo de julgamento humano.

• Watson Candidate Assistant: analisa o histórico de emprego e educacional dos currículos, entende as habilidades e faz o casamento entre um candidato e as vagas mais adequadas.

• Watson Career Coach: atua como coach virtual e analisa as habilidades, interesses e eminência dos funcionários, além de fornecer aconselhamento personalizado para traçar caminhos para oportunidades de carreira.

• Watson Talent Frameworks: define as competências e habilidades necessárias para uma estratégia bem-sucedida de talentos e prepara as organizações para lidar com a força de trabalho do futuro.

• Adverse Impact Analysis (AIA): aproveita o Watson para analisar e identificar possíveis preconceitos inconscientes (BIAS) relacionados ao gênero, raça, idade, educação por meio do histórico de trabalho de uma organização.

TOTVS anuncia Dennis Herszkowicz como novo diretor-presidente e Laércio Cosentino como chairman


A TOTVS, líder brasileira no desenvolvimento de softwares de gestão, anuncia Dennis Herszkowicz como novo diretor-presidente da companhia. O movimento faz parte do plano de sucessão e vem acompanhado da eleição de Laércio Cosentino como chairman pelos membros do Conselho de administração, em substituição a Pedro Passos, que continua como conselheiro da empresa. A liderança de Pedro Passos, como chairman da companhia, foi fundamental para a conclusão do processo de sucessão.

Como diretor-presidente, Dennis responderá pela condução da estratégia de crescimento, operação, resultados, gestão de pessoas e se reportará ao Conselho de Administração.

Como chairman, Laércio se focará no apoio à transição, na definição e no acompanhamento da estratégia e na proximidade de Clientes e Mercado como representante do Conselho de Administração.

Laércio Cosentino fundou a TOTVS em 1983 (Microsiga à época) com Ernesto Haberkorn e conduziu a empresa em toda sua trajetória de sucesso, que resultou na liderança absoluta da companhia no mercado brasileiro de sistemas de gestão, além de influenciar de maneira relevante a evolução do mercado brasileiro de tecnologia da informação. Sua conduta ética, seu pioneirismo e ímpeto empreendedor estão e continuarão presentes nos valores e na cultura da TOTVS.

Dennis Herszkowicz foi sócio e diretor da Linx S.A., entre 2003 e 2018, ocupando diferentes vice-presidências, além de ter sido Membro do Conselho de Administração no período de 2011 a 2014. Entre 2012 e 2017, foi Chief Financial Officer e Diretor de RI, sendo responsável pelo IPO, em 2013, e pelo follow-on, em 2016, além de conduzir 20 aquisições no período. Entre 2017 e 2018, foi vice-presidente executivo de Novos Mercados, Unidade de Negócios focada em Fintech. Anteriormente, foi diretor-geral do DeRemate.com no Brasil, fundador e CEO da Gibraltar.com, além de passagens pela Unilever e Credicard S.A. Formado em Propaganda e Marketing pela ESPM.

“Após um ciclo de 16 anos de sucesso no Varejo, vejo esta oportunidade de evolução em minha carreira, assumindo a liderança executiva de uma empresa líder, com soluções em dez segmentos e presença em vários países”, afirma Dennis Herszkowicz, novo diretor-presidente da empresa. “A TOTVS é uma das maiores e mais bem posicionadas em sua área de atuação. Acredito ter muito a contribuir na continuidade da expansão dos negócios e na perpetuação dos valores e da cultura da empresa.”

“É com satisfação que anuncio o início de uma nova fase para a TOTVS. Seguimos com a premissa de continuar ousando e se desafiando com crescimento, fortalecimento de nossa relevância e continuidade do espírito empreendedor. A vinda do Dennis inicia um novo capítulo dessa fantástica história chamada TOTVS”, reforça Laércio Cosentino, agora chairman da TOTVS.

Rakuten registra alta de 59% nas compras da Black Friday e Cyber Monday

A Rakuten Digital Commerce, ecossistema de soluções para e-commerce, registrou um crescimento de 59% nas compras da Black Friday e Cyber Monday de 2018. Os dados da empresa foram compilados entre meia-noite da última quinta-feira (22) e 10h desta terça-feira (27).

Os segmentos que mais venderam nos últimos dias foram os de “Moda e Acessórios” e “Perfumes, Saúde e Beleza”, seguidos de “Eletrônicos e Informática”. Ainda despontam os produtos da categoria de “Malas, Bolsas e Acessórios”, além de “Brinquedos e Bebês”. “Embora os produtos de informática, celular e eletroeletrônicos sejam os mais desejados pelos consumidores, os itens de menor valor e que receberam descontos muito bons, como as categorias de moda, acessórios, saúde e beleza acabaram dominando a participação nas vendas gerais dos varejistas”, explica René Abe, Presidente e CEO da Rakuten Brasil, subsidiária do grupo global de internet e comércio eletrônico Rakuten Inc.

A companhia notou uma maior recorrência dos clientes nas compras, o que revela que a noção de engajamento e relacionamento com o consumidor está cada vez mais presente como parte da estratégia de marketing digital das lojas online. Além disso, um movimento já observado, desde 2016, e que se reforçou este ano é o uso de dispositivos móveis para realizar as compras. No ano passado, 65% das aquisições do período foram através de smartphone ou tablet; na Black Friday de 2018 esse número subiu para 69%.

“Está ficando cada vez mais fácil comprar pelo celular. Antes, o consumidor precisava acessar um desktop conectado à internet para ainda passar por todo um processo complexo e pouco amigável quando o celular era usado na hora das compras”, explica René Abe. “Com a popularização dos smartphones, a pessoa recebe no celular um e-mail marketing, se interessa por um produto e faz a compra em poucos cliques. Essa facilidade acaba incentivando o consumidor a pesquisar mais as melhores ofertas e comprar”, finaliza.

O levantamento aponta ainda uma concentração maior das vendas durante a data nas regiões Sul e Sudeste. Os estados com mais pedidos registrados foram São Paulo, Minas Gerais, Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso do Sul, nesta ordem.

Creditoo recebe aporte de US$ 1.2 milhão para crescimento da operação

A Creditoo – primeira plataforma 100% online de empréstimo consignado para funcionários de empresas privadas – acaba de anunciar uma rodada de investimento de 1.2 milhão de dólares, liderada pelo Global Founders Capital e acompanhada pela Canary, fundo de venture capital focado em investir em startups operando no Brasil. A empresa também captou mais de R$ 100 milhões para a realização dos empréstimos consignados por meio de cotas de fundos de investimento em direitos creditórios (FIDC).

Ramires B. Paiva, co-fundador da Creditoo, explica a importância dessa captação: “Vamos usar os recursos para manutenção do nosso plano de expansão, com investimentos direcionados, principalmente, ao crescimento da nossa equipe (tecnologia, operações, marketing e vendas) e expansão da base de clientes.”

Desde o início do ano, a Creditoo já recebeu mais de R$ 38 milhões em pedidos e planeja conceder cerca de R$ 200 milhões em empréstimos consignados até o final de 2019.

Cinco benefícios da gestão de dados tributários em nuvem

As novas tecnologias e a possibilidade de desenvolver diversos tipos de trabalhos de forma online vieram para facilitar ações antes burocráticas. Atualmente, diversas empresas utilizam inovações que as ajudam na gestão de documentos e diversas outras tarefas, que são compartilhadas por meio do armazenamento em nuvem. Uma pesquisa realizada pela GlobalData indica que até 2020, 94% das empresas brasileiras terão aderido a essa facilidade tecnológica em suas rotinas de trabalho.

Na questão tributária, armazenar e gerir os documentos em nuvem auxiliam, e muito, no dia a dia das empresas. Com a facilidade de acesso aos dados, que estão armazenados online com segurança, é possível extrair relatórios rápidos em ferramentas digitais, como Excel, Google Sheets, entre outros apps, levando em consideração os erros e acertos do período analisado, para uma gestão mais assertiva.

Pensando nisso, a Arquivei, startup que utiliza as soluções em nuvem para ajudar na gestão e armazenamento de documentos fiscais, lista cinco benefícios de aderir à tecnologia para implementar os planejamentos tributários.

1. Segurança no armazenamento de documentos fiscais

Desde 2006, o governo determinou que todas as Notas Fiscais precisam ser salvas em formato digital, o XML, tanto pelo emitente quanto pelo destinatário, ficando armazenadas pelo prazo de cinco anos, mais o ano vigente. Isso beneficiou para que as soluções tecnológicas pudessem ser aplicadas nas empresas, já que os documentos são gerados de forma eletrônica.

Ao utilizar uma solução em nuvem, toda a gestão é facilitada, além de garantir a segurança dos arquivos. Os sistemas que oferecem essa facilidade permitem o controle de acesso aos documentos com senhas e nomes de usuários, fazendo com que seja possível deixar os dados somente nas mãos dos profissionais responsáveis pela gestão.

Outra vantagem de aderir aos sistemas em nuvem é a segurança de não perder os arquivos, no caso de problemas nos hardwares ou nos computadores. Por estarem salvos online, nenhum bug no sistema fará com que os dados sejam perdidos.

A Arquivei, por exemplo, armazena todos os dados no RDS (Relational Database Service, ou Serviço de Banco de Dados Relacional) da Amazon, desta forma é possível assegurar que os documentos fiscais estarão guardados sem qualquer risco de perda.

2. Acesso ao histórico de dados

Os dados em XML são ricos em dados sobre o histórico do produto ou serviço prestado. Com os arquivos salvos em nuvem, é possível ter acesso às informações de todos eles, ajudando para que as empresas tomem decisões mais estratégicas. Estes dados, se organizados em planilhas, podem se converter em indicadores para uma gestão mais assertiva, se tornando numa base de informações para guiar o planejamento tributário.

É possível, por exemplo, usar os dados armazenados para fazer uma análise de diferentes comportamentos, tais como estoque, tributos pagos, crédito de impostos e maior saída de produtos. A gestão na nuvem torna o processo tributário muito mais ágil e inteligente.

3. Atualização constante das informações

Constantemente as obrigações tributárias estão mudando e se atualizando. Isso demanda atenção da equipe contábil, para evitar problemas com o Fisco, por exemplo.

Ao apostar na gestão dos documentos em nuvem, a promoção dessas mudanças se torna muito mais fácil. Quando um departamento tributário adota um ambiente cloud não só simplifica a gestão, mas também evita custos desnecessários com a manutenção de um software instalado.

4. Atendimento sob demanda

Esqueça os gastos e dores de cabeça com investimentos em diferentes tipos de hardware ou mão de obra sazonal, já que existem obrigações fiscais que somente precisam ser adotadas em determinadas épocas do ano.

À medida que o departamento tributário investe na migração dos sistemas para nuvem, ele contrata a capacidade de processamento e serviços específicos conforme demanda, já que os sistemas oferecem benefícios de escalabilidade e elasticidade.

5. Possibilidade de cruzamento de dados

O Sistema Público de Escrituração Digital (Sped) permite o cruzamento de dados das Notas Fiscais, garantindo uma melhor fiscalização dos contribuintes que estão de acordo ou não com a legislação. Ao utilizar, ainda, o sistema em nuvem, é possível cruzar todas as informações com Sped, para que a empresa tenha um maior controle das notas que estão sendo expedidas em seu nome ou emitidas por ela própria.

Este pente-fino pode significar uma entrega de SPED mais tranquila, sem erros e assim, diminui o risco de autuação da Receita. Pequenas e médias empresas não se preocupavam tanto com este risco, hoje, o cenário é bem diferente e merece atenção por companhias de todos os portes.

Edenred Brasil incentiva o empreendedorismo e a inovação no French Tech Tour Brasil

A Edenred Brasil, líder mundial em soluções transacionais para empresas, comerciantes e empregados, participará, nesta quarta-feira (28), do French Tech Tour Brasil, encontro anual de negócios que reúne empresas francesas no Brasil e seleciona projetos de startups que buscam o desenvolvimento internacional.

O evento, que será realizado durante a São Paulo Tech Week, contará com a presença do presidente da Edenred Brasil, Gilles Coccoli, como jurado e participante de painel de discussão sobre estratégia de inovação nas grandes empresas, além de representantes de corporações do Brasil e da França com o propósito de promover a inovação e a tecnologia entre parceiros e clientes.

“As startups são estratégicas e fundamentais nos setores em que atuam, tanto pela agilidade quanto pela eficiência e inovação que proporcionam. Para a Edenred, como uma empresa digitalizada e intermediadora de 2 bilhões de transações anuais, é essencial conectar-se a esses empreendedores. Investimos na transformação digital constantemente e a inovação permeia os negócios do grupo. Por isso, nosso papel com as startups é apoiá-las e incentivá-las”, destaca Coccoli.

A Edenred apoia e se aproxima das startups por meio do Edenred Connect. Implementado em 2017, o programa faz parte do plano estratégico de aceleração do grupo, que visa alcançar a digitalização de sua oferta em geral e obter a posição de liderança em B2B2C, o que é refletido pelo posicionamento: “We connect, You win”.

Neste ano, cinco startups que têm sinergia com os negócios de suas marcas estão sendo aceleradas: Lady Driver, aplicativo de transporte feminino que conecta passageiras a motoristas mulheres e já é o quarto mais usado no Brasil; Qual Farmácia, plataforma de compra de medicamentos com desconto, que verifica a disponibilidade de preços e lojas físicas; Ewally, que funciona como uma conta digital com foco em quem não tem conta bancária, para que possa pagar contas, transferir dinheiro, receber pagamentos e recarregar por meio de telefone celular; GetMore, que compara preços, benefícios e promoções on-line e utiliza o sistema take back, que devolve uma parte do que foi pago em dinheiro, para que possa ser usado como e onde o usuário quiser; e Parcele.me, especializada em pagamentos parcelados, que permite que a empresa receba o valor à vista e o cliente pague a prazo.

Mundialmente, a Edenred é uma precursora da inovação aberta e conta com um sistema global que antecipa tendências e explora ecossistemas que tenham afinidade com seu core business. O grupo trabalha desde 2011 com o Partech Ventures, um fundo de investimentos que apoia empresas jovens e de crescimento rápido na economia digital.

French Tech Tour Brasil
Data: 28 de novembro de 2018
Horário: 14h às 20h
Local: Cubo – Alameda Vicente Pinzon, 54, Vila Olímpia – São Paulo, SP

Reforma Trabalhista: 50% dos pequenos e médios empresários consideram mudanças positivas

Pesquisa sobre reforma trabalhista conduzida pela Sage, multinacional britânica líder em softwares de gestão na nuvem, revela que 50% dos pequenos e médios empreendedores consideram positivos os impactos da nova legislação no que se refere às relações de trabalho. Trinta e cinco por cento dos respondentes, contudo, a consideram indiferente, enquanto 11% afirmaram ser desfavorável.

Segundo a gerente de conteúdo legal e regulatório da Sage Brasil, Milena Santos, “a reforma veio com o intuito de melhorar a dinâmica das relações de trabalho, mas qualquer mudança exige tempo de adaptação. Por isso, consideramos que estamos num processo onde iremos evoluir com o passar dos anos”.

A Sage ouviu mais de mil empreendedores, entre empresas e escritórios de contabilidade. Cinquenta e cinco por cento deles afirmaram já terem adotado as novas regras, ante 35% que usaram parcialmente e 9% que ainda não utilizaram.

Quando questionados se a reforma estimula a formalização do mercado de trabalho no país, 40% dos respondentes julgaram que sim, já 30% afirmaram que parcialmente, enquanto 28% disseram que não. Além disso, 43% dos entrevistados se sentem mais seguros com as novas regras. Quase o mesmo percentual, entretanto, 41%, afirmaram que não, enquanto 16% se disse indiferente.

Mesmo após um ano de vigência, vários pontos das novas regras trabalhistas ainda geram dúvidas entre os donos de pequenos e médios negócios. Quase a metade dos respondentes (45%) alegaram não ter certeza sobre a diferença entre o trabalho intermitente e a atividade autônoma, 39% declaram terem dúvidas sobre a negociação individual com novos empregados e outros 32% não estão seguros em relação aos acordos e planos de demissão voluntária.

Com 53 artigos alterados, 7 revogados totalmente (além de vários revogados parcialmente) e 43 criados, a reforma trabalhista modificou cerca de 10% da legislação vigente até o final de 2017 – que desde a sua criação, em 1943, já sofreu uma série de adaptações.

Projeto inédito visa formar organizadores de Hackathons no Brasil

A Shawee, plataforma criada para democratizar o conceito de hackathon no Brasil e automatizar esses eventos, apresentará um projeto inédito durante a 5ª Conferência Anual de Startups e Empreendedorismo (CASE): o Pulsar Hacker. A meta final é formar 50 novos organizadores de hackathons – maratona de programação que reúne um time de profissionais de diversas áreas, com o objetivo de trazer uma solução para um problema, uma meta, ou ideias inovadoras e utilizáveis – nas empresas que vão integrar o Pulsar Hacker. O primeiro evento da série será realizado durante o CASE e deverá desenvolver uma solução para a ONG Somos Todos Heróis, primeira empresa impactada pelo Pulsar Hacker.

Após organizar mais de 100 eventos para empresas de todos os portes, os sócios da plataforma Rodrigo Terron e Abraão Sena identificaram a necessidade de capacitação e treinamento de potenciais talentos. “A Shawee é protagonista e a única startup brasileira que pode automatizar todo o processo de um hackathon, de sua idealização, organização, realização e até avaliação – de ponta a ponta. Esse projeto visa empoderar e trazer boas práticas para a comunidade hacker”, afirma Rodrigo Terron, sócio fundador da Shawee. De acordo com ele, esse novo projeto pretende tornar essa atividade mais acessível e transformar as comunidades, que estão fora dos grandes centros, em referências para desenvolvimento de soluções para empresas.

O hackathon para a Somos Todos Heróis será composto por cinco equipes de quatro pessoas previamente selecionadas. A maratona terá 24 horas de duração e tem como objetivo desenvolver soluções que contribuam para revolucionar a forma de doar no Brasil, bem como aplicações para solucionar os problemas do alto custo nos tratamentos de saúde para crianças com condições especiais.

Os participantes selecionados já recebem como premiação um ingresso para o CASE, enquanto a equipe vencedora receberá um ingresso full para a Campus Party 2019.

Abraão Sena, sócio da Shawee, acredita que esse hackathon é só o primeiro passo para uma empresa que deseja respirar inovação. “O que se planta nesse tipo de evento precisa ser cultivado frequentemente através de encontros, conexões com a comunidade, parceria com os projetos que mais atendem às necessidades, entre outras ações”, afirma.

Com uma equipe altamente especializada na organização e realização de hackathons, o objetivo da Shawee é automatizar todos os processos que envolvem os eventos e torná-los mais rápidos, dinâmicos e organizados, com o foco em auxiliar as empresas na mudança de mindset e empoderar jovens empreendedores do Brasil.

A plataforma foi criada em 2017 e já realizou eventos em 10 estados brasileiros para 40 clientes, entre eles Uber, Itaú, SAP, IBM, Stone, Elo Cartões, Banco Original e outros. São mais de 10 mil usuários cadastrados. Em 2018, a startup também montou sua operação na Campus Party e foi destaque em quatro participações ao longo dos cinco dias de evento.

Tech Summit 2018 debate eficiência, competitividade e internacionalização das empresas de tecnologia

A Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro – Softex –, em parceria com a SP Negócios, Apex-Brasil e ABDI (Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial), realizará no dia 28/11 (quarta-feira) o seminário “B2B Tech Summit 2018”, no Rooftop5 & Centro de Convenções (Edifício Tomie Ohtake – Pinheiros). O evento faz parte da São Paulo Tech Week, festival de inovação organizado pela SP Negócios – agência de promoção de investimentos e exportações do município –, e vai debater a eficiência e competitividade das empresas brasileiras de tecnologia no cenário internacional.

A programação do B2B Tech Summit está dividida em diferentes temáticas, entre elas, o desafio para a inovação em rede, a internacionalização – modelos de negócios voltados para plataformas tecnológicas globais e competitividade –, e a expansão por meio da transformação digital.

“As empresas que pretendem atuar internacionalmente precisam acelerar sua transformação digital. Nossos programas de capacitação, tanto os voltados a atração de investimentos, quanto os de promoção de exportação e internacionalização, contemplam fortemente ações para promover a digitalização dos negócios. Isso será imprescindível para que as empresas paulistanas possam competir globalmente”, resume Juan Quirós, presidente da SP Negócios.

O B2B Tech Summit 2018 tem confirmadas as participações de especialistas no setor, como Denis Arcieri (VP Brasil – IDC); Paulo Caputo e Piero Rosatelli (Oria Capital); José Luiz Rossi (CEO – Serasa); Laercio Albuquerque (CEO Brasil – Cisco); Alexandre Veiga (diretor de Inovação – Embraco); Osmar Castellani Junior (Goldman Sachs); Marcelo Ramirez (Michellin); Juliana Glasser (Carambola) e João Bernartt (Chaordic).

B2B Tech Summit 2018 – Embracing Efficiency & Growth from Brazil to the World

Local: Rooftop5 & Centro de Convenções (Edifício Tomie Ohtake – Pinheiros) – Av. Brigadeiro Faria Lima, 201, Pinheiros, São Paulo.
Data: 28 de novembro de 2018.
Horário: 8h às 17h.

Mobly aposta em busca por imagem

O mercado está em constante mudança. Os sites de venda online, por sua vez, precisam se reinventar e apresentar ferramentas que garantam uma melhor navegação para o consumidor e, assim, assegurar mais assertividade na hora da compra. Pensando nisso, a Mobly, maior e-commerce de decoração do Brasil, inova mais uma vez ao lançar a ferramenta busca por imagem.

A partir de uma foto, é possível localizar itens similares – modelo, cor, material, funcionalidades e tamanho. “Essa ferramenta é mais uma opção para que todos possam escolher o item que desejam de uma forma mais simples e acessível”, comenta Victor Noda, um dos sócios-fundadores.

A ferramenta busca/referência serve como uma pesquisa focada que, a partir de uma imagem selecionada pelo cliente, é possível visualizar todos os itens do site disponíveis dentro dos padrões da imagem. “Queremos ampliar ainda mais as possibilidades para os todos, além de garantir qualidade nos produtos e em todo o processo de navegação”, reforça Noda.

Como funciona?

Antes de tudo, é necessário fazer uma busca de produtos que deseja e se identifica – seja no Pinterest, Google, Instagram ou blogs e sites de sua preferência. É possível, também, utilizar fotos armazenadas no celular. Vale qualquer tipo de referência, desde que seja de um produto de casa ou decoração.

Ao acessar o site da Mobly, ao lado do campo de pesquisa padrão, existe um ícone de câmera fotográfica, basta clicar e uma janela de busca será aberta. Localize a foto que deseja e enquadre o produto. A partir disso, acontecerá um processo automático de reconhecimento e o site reunirá todos os produtos similares ao item da foto. Depois, é só escolher o item que mais se enquadra dentro do seu gosto.

Ebit|Nielsen: e-commerce fatura R$950 milhões no fim de semana pós-black friday

No final de semana pós Black Friday, o e-commerce faturou R$950 milhões, apontam dados da Ebit|Nielsen, referência em informações sobre o comércio eletrônico brasileiro. Na comparação com o mesmo final de semana de 2017, as vendas cresceram 30,4%. O número de pedidos foi de 1,874 milhões, alta de 18,8% ante ao mesmo período do ano passado. O tíquete médio foi de R$507, crescimento de 9,8% na mesma base de comparação.

Com o resultado do final de semana pós-Black Friday, o faturamento no e-commerce ultrapassou R$3,55 bilhões nos últimos quatro dias, alta de 25% na comparação com o mesmo período de 2017. De acordo com Ana Szasz, líder comercial para Ebit|Nielsen, os varejistas tinham planejamento feito também para o final de semana. “Os lojistas tinham produto, tecnologia e pessoas trabalhando para garantir as vendas. Além disso, eles foram criativos e guardaram alguns anúncios de oferta. Também percebemos que houve um acompanhamento detalhado do que estava sendo vendido, e ajustes estratégicos foram realizados para promocionar certos itens”, disse.

Do ponto de vista do consumidor, por sua vez, a melhora da conectividade e a influência dos grupos de redes sociais, como o whatsapp, também impactaram positivamente. “Sabemos o quanto os brasileiros gostam e confiam no ‘boca a boca’. Quem encontrava uma boa promoção, compartilhava com conhecidos, o que acabava gerando interesse de compra”, afirmou.

AINDA SOBRE A BLACK FRIDAY (Quinta e Sexta-feira)

E foi assim que a Black Friday 2018 trouxe 373 mil novos consumidores para o e-commerce, 17% mais do que o ano passado. O evento deste ano teve 2,1 milhões de compradores únicos (que fizeram pelo menos uma compra), alta de 9% em relação ao mesmo período do ano passado.

O mobile commerce (m-commerce) foi destaque novamente. Mais de 1,5 milhões de pedidos foram feitos via dispositivos móveis (celulares e tablets) – 38% a mais do que no ano passado. O faturamento cresceu 48% no período para R$830 milhões, já o gasto médio foi de R$552.

O comportamento de consumo foi diferente durante a Black Friday. Na quinta-feira, a movimentação de vendas foi bem positiva, com reporte de R$608 milhões, entretanto, a tarde e a noite de sexta-feira (23) foram as responsáveis por 52% do faturamento do e-commerce na data. Nos anos anteriores, a madrugada e a manhã da sexta-feira tiveram um peso maior de vendas quando comparado a 2018.