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Por que trabalhar no mesmo coworking que concorrente pode ser boa opção

Há quem prefira manter distância da concorrência, acreditando que quanto menos o concorrente souber sobre o negócio melhor. Mas será que essa é a melhor estratégia para ter sucesso? Pequenas e médias empresas estão notando que estar por dentro do que o outro faz, ou até mesmo atuar em parceria, pode alavancar as duas empresas.

Um exemplo disso são os coworkings especializados em um único mercado. Hoje já é possível encontrar profissionais das mais variadas áreas- como advogados, arquitetos, cabeleireiros, entre outros- que trabalham de forma conjunta e que muitas vezes indicam o concorrente, quando não podem atender a demanda. “Sendo o coworking um espaço compartilhado e aberto ao colaborativismo, muitas empresas sentem-se apoiadas quando conseguem trocar experiências, aprendizado, ou até mesmo compartilhar alguns clientes”, explica a especialista em coworking e CEO da CWK Coworking, Bruna Lofego.

Os coworkings voltados para nichos específicos estão ganhando adeptos em várias cidades do Brasil. Segundo o Censo Coworking Brasil, a parcela desses profissionais chega a 50% dos publicitários e designers, 38% de advogados e 24% de vendedores que são adeptos de espaços de trabalho compartilhados.

Para eles, muitas vantagens podem ser observadas na convivência com profissionais do mesmo setor em um coworking. Conheça as principais:

Networking

Pesquisa realizada pelo Censo Coworking Brasil mostra que 82% dos coworkers acreditam que o ambiente oferece ótimas oportunidades de networking. Em um coworking, além das conexões que os clientes fazem entre si, existe também a oportunidade de conviver com as conexões que outro frequentador do mesmo espaço tem. “Independentemente da área de atuação, ter uma rede de contatos ampla é fundamental para o bom andamento dos negócios. Além das oportunidades abertas no dia a dia, existem ainda os dias mais propícios para um happy hour ou café de negócios”, explica Bruna.

Crescimento

Ainda segundo o Censo, 76% dos adeptos de coworking acreditam que local é o ideal para o crescimento da empresa. “No dia a dia, os clientes presenciam o tempo todo as experiências de outros clientes da mesma área, e com a convivência e o networking feito entre eles, é bastante viável aprender com os erros e acertos de outros do mesmo ramo e evoluir em sua atuação”, explica.

Parcerias

Em uma área profissional pode haver diversas frentes de atuação, por isso nem sempre profissionais de um mesmo setor oferecem exatamente os mesmos serviços. “Além disso, não é garantido que a empresa concorrente oferecerá igual desempenho em uma mesma função. É assim que as parcerias surgem nos ambientes de trabalho compartilhados”, explica a especialista.

“Alguns profissionais muitas vezes utilizam o serviço do concorrente para complementar outro seu que já vendeu, estratégia muito usada por advogados, por exemplo, em busca de agregar valor para todas as partes envolvidas.”

Compartilhamento

O compartilhamento faz parte da essência do coworking, seja em relação aos serviços disponibilizados ou ao espaço em si. Para usufruir ainda mais disso, empresas têm se interessado também por estratégias que tragam benefícios para ambas as partes envolvidas, como compartilhar fornecedores, por exemplo. “Nem sempre uma pequena empresa precisa de muito para funcionar, e, com essa estratégia, é possível conseguir descontos ou um upgrade nos serviços com fornecedores em comum”, finaliza.

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Microduino traz ao Brasil novo kit de entrada com baixo custo para ensino de robótica em escolas

A Microduino, uma das líderes mundiais em kits para o ensino STEM/STEAM (sigla em inglês que abrevia as áreas de Ciências, Tecnologia, Artes e Matemática) com presença em 5 continentes, lança no Brasil e no mundo mais uma solução voltada a instituições de ensino. Pensado para ser a porta de entrada na implementação de práticas relacionadas a robótica e eletrônica, o Ideaboard chega com a missão de trazer maior custo-benefício, aliando possibilidades de criação de projetos básicos em sala de aula via Scratch.

“Trata-se de mais um grande passo para a Microduino pois o Ideaboard já possui alguns sensores que permitem aos professores a introdução de projetos de robótica de maneira intuitiva gradual (aos alunos. Isso significa um grande avanço tanto do ponto de vista operacional, já o que os kits também foram pensados para proporcionarem maior custo-benefício e, portanto, maiores condições de inicialização de iniciativas voltadas à eletrônica nas escolas”. Pesquisas indicam que 85% dos empregos do futuro ainda não existem. E com o avanço da tecnologia saber conversar com uma máquina (programá-la) será tão necessário quanto qualquer língua. Com isso, a marca entende como essencial a popularização do ensino de robótica no país. “O Ideaboard diminui o investimento inicial de uma escola em um fator de 10, chegando a ter um custo equivalente a um livro/apostila pedido por escolas como material obrigatório”, comenta Gustavo Chien, Diretor da Microduino no Brasil.

Um pouco sobre o conceito STEAM aplicado pela Microduino

O conceito STEAM surgiu em 1890 na Universidade de Chicago onde a escola seria como uma comunidade em que os estudandes pudessem se envolver em soluções de problemas reais de forma multidisciplinar. Com isso, a Microduino propõe um modelo de ensino onde se tem o espaço para cada atividade e depois o próprio estudante é quem liga os pontos. Nessa metodologia devem ser disponibilizados recursos para que o aluno desenvolva conceitos de Física, Química, Biologia e suas aplicações tecnológicas de maneira estruturada, todas em torno da Matemática, mas com liberdade para criação.

Microduino descomplica a robótica durante a 25ª Bett Educar

Pensando em trazer seus benefícios de forma prática, assim como todos os kits da Microduino sugerem, o Ideaboard será apresentado a educadores durante a 25ª edição da Bett Educar, Nesse ano, a Microduino traz literalmente o clima de sala de aula em seu stand. Com cadeiras que mais se parecem com as carteiras de uma classe ( em um espaço de 28m2, a marca programa para o maior evento de educação da América Latina e um dos principais do mundo três workshops que mostrarão de maneira muito prática como educadores podem implementar e adaptar o ensino de diversas matérias fazendo uso do novo kit Ideaboard, além dos já presentes mCookie e mPie.

Também serão apresentados exemplos de aplicações focadas em Inteligência Artificial e Internet das Coisas, como forma de introdução dos temas para sala de aula. Outro workshop especial preparado pela Microduino será focado em apresentar a professores em primeira mão no Brasil a versão 3.0 do Stratch, hoje considerado o software mais utilizado para o ensino de programação a crianças no mundo.

Confira a programação e horários dos workshops durante a Bett Educar 2018:

Dia 08/05

13:00 – 13:45 – Introdução ao Scratch 3.0 + Ideaboard

16:00 – 17:30 – Scratch 3.0 + mCookie – programação física para educadores

Dia 09/05 a 11/05

09:00 – 10:00 – Programando com as mãos – Oficina de mPie

13:00 – 13:45 – Introdução ao Scratch 3.0 + Ideaboard

16:00 – 17:30 – Scratch 3.0 + mCookie – programação física para educadores

Foco em escolas para crescer no Brasil

Fundada em 2012 por quatro amigos que se conheceram no Makerspace Beijing, o primeiro makerspace da China, hoje a empresa é uma gigante na China com uma base de mais de mais de 5 milhões de usuários dos kits entre crianças e jovens. Desde 2013 criou base em Los Angeles, nos Estados Unidos. Em agosto de 2013, anunciou seu primeiro projeto no Kickstarter, a menor placa baseada no Arduino do mundo na época, e alcançou sua meta de 20 mil dólares em menos de 3 dias, levantando mais de 130 mil dólares ao final da campanha.

Na prática, os kits da Microduino fazem o que muitos até adultos sonhavam até então: dar vida a blocos de LEGO. A “mágica” ocorre por meio do uso de módulos eletrônicos que modificam o comportamento de um carrinho ou boneco quando são empilhados magneticamente sobre uma pequena placa Arduino.

A empresa tem como foco o setor de educação no Brasil, por isso direciona as atenções a linha MCookie (mCookie), versão programável voltada ao ensino em escolas formado por peças de LEGO e componentes como Bluetooth, Wi-Fi, e GPS.

Lançado em 2015 após a terceira campanha de captação realizada via Kickstarter, tendo recebido mais US$ 160 mil em investimento é programável através de diferentes softwares e a solução perfeita para o ensino de programação e robótica para crianças a partir de 9 anos.

“O MCookie traduz muito bem o potencial da metodologia STEM/STEAM que pode ser aplicado de maneira prática e interativa em sala de aula e em diversas áreas do conhecimento – da matemática à biologia – com exemplos práticos aos alunos”, afirma Chien. Os kits MIX Education são compostos pelos módulos, sensores e atuadores do mCookie, software para programação (Scratch, Mixly e IDE do Arduino) e por cards do educador com diversos projetos interessantes para serem aplicados em sala de aula.

Blocos de montar e aprender eletrônica para todas as idades

Para completar o pool de kits já desenvolvidos pela Microduino, estão – em ordem a linha mPuzzle, para crianças até 5 anos, voltada para o ensino de circuitos e eletrônica, é a porta de entrada para o mundo make; a linha mPie, recomendada para crianças acima de 7 anos que ainda estão dando o primeiro passo no aprendizado de ciências traz conceitos de eletrônica e programação de forma lúdica.

De acordo com Gustavo, “o mPuzzle não tem programação envolvida, mas traz conexões magnéticas e componentes eletrônicos básicos. Já, o mPie tem botões, LEDs e sensores e permite ligações magnéticas na horizontal para apresentar noções de programação e eletrônica”, conta. Para completar, a linha Microduino, que leva o nome da marca, é ideal para o Maker ao oferecer módulos mais avançados para prototipagem de produtos e soluções de IOT.

“O que mais nos motiva é grande desafio na mesma medida que é melhorar o nível da educação das crianças e jovens por aqui. Enxergamos que o futuro passa, inevitavelmente, pelo entendimento cada vez maior da tecnologia. Queremos ajuda-los a ser preparar para o momento onde todos deverão compreender sobre programação assim como português e matemática, por exemplo”, finaliza Gustavo.

Concentrix Brasil incentiva arte de rua com painel do grafiteiro Binho Ribeiro

Concentrix Brasil incentiva arte de rua com painel do grafiteiro Binho Ribeiro

Criar um ambiente de trabalho acolhedor e descontraído é ideal para aumentar a produtividade e fazer com que todos os colaboradores se sintam à vontade e criem vínculos afetivos com a companhia. Quanto mais prazeroso o local da empresa for, melhor será a realização profissional de seus funcionários.

A Concentrix Brasil, companhia global de serviços, está posicionada como uma empresa disruptiva e acredita que criar um espaço criativo e único para seus profissionais é fundamental para o desenvolvimento da equipe.

Por isso, a companhia abriu espaço para incentivar a arte de rua e acaba de finalizar na sua unidade da Barra Funda um grande painel feito pelo grafiteiro Binho Ribeiro, um dos artistas de rua mais reconhecidos do país.

“Temos a alegria de compartilhar um espaço descontraído com nossos colaboradores, no qual é possível relaxar e tornar o trabalho mais harmonioso. Isso certamente faz a diferença e melhora o relacionamento entre a equipe, estimulando a criatividade e o rendimento”, comenta Daniel Moretto, country manager da Concentrix no Brasil.

Com 30 X 15 metros, o novo painel de Binho Ribeiro representa o momento que a empresa está passando. Em 2017, a Concentrix cresceu e o pássaro significa exatamente esse voo, em que o céu é o limite! Além disso, a obra traz elementos como o farol, que está relacionado ao foco da empresa em manter seus valores e seu direcionamento em liderar as inovações no mercado, e um foguete, referência direta ao aporte tecnológico que é um dos principais diferenciais da companhia.

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Senior oferece mais de 70 vagas em 13 cidades

A Senior, uma das maiores desenvolvedoras de tecnologia para gestão empresarial do Brasil, anuncia mais de 70 vagas para a contratação de colaboradores e parceiros comerciais. As oportunidades disponíveis são para trabalhar na sede da empresa, em Blumenau (SC), e filiais de São Paulo, Indaiatuba (SP), Umuarama (PR), Cuiabá (MT), Porto Alegre (RS), Brasília (DF), Campo Grande (MS), Curitiba (PR), Joinville (SC), Mogi das Cruzes (SP), Ribeirão Preto (SP) e Uberlândia (MG).

Podem se candidatar profissionais graduados que buscam ambiente colaborativo, evolução na carreira, e desenvolvimento pessoal e profissional, que tenham interesse em atuar em projetos de desenvolvimento de sistemas nas áreas de PMO, Sistemas, Gestão Empresarial, Gestão de Pessoas, Acesso e Segurança, Serviços, Mercado e Tecnologia.

Os interessados devem cadastrar seu currículo na área de Carreiras no site da empresa, que oferece mais informações sobre o perfil de cada oportunidade.

“Vamos completar 30 anos em maio e estamos sempre trabalhando para ampliar nossa presença de mercado, expandindo nossos negócios. Atualmente, a empresa conta com 1,3 mil colaboradores e buscamos profissionais de perfis arrojados, estratégicos e analíticos”, afirma Georgette Heineck, Coordenadora de Talent Acquisition & Performance da Senior.

Confira a lista completa:

Executivo Técnico de Negócios I – Blumenau (SC)

Técnico de Testes II – Blumenau (SC)

Arquiteto de Soluções I – Blumenau (SC)

Programador de Sistemas II – Blumenau (SC)

Programador de Sistemas III – Blumenau (SC)

Analista de Sistemas I – Blumenau (SC)

Programador de Sistemas III – Blumenau (SC)

Programador de Sistemas II – Blumenau (SC)

Programador de Sistemas II – Blumenau (SC)

Analista de Negócios II – Blumenau (SC)

Programador de Sistemas II – Blumenau (SC)

Projetista I – Blumenau (SC)

Técnico de Testes II – Blumenau (SC)

Programador de Sistemas II – Blumenau (SC)

Arquiteto de Soluções II – Blumenau (SC)

Analista de Sistemas II – Blumenau (SC)

Programador de Sistemas II – Blumenau (SC)

Analista de Suporte I – Blumenau (SC)

Técnico de Testes II – Blumenau (SC)

Coordenador de Desenvolvimento – Blumenau (SC)

Inside Sales Coordinator – Blumenau (SC)

Assistente de Administração de Contratos I – Blumenau (SC)

Assistente de Faturamento II – Blumenau (SC)

Programador de Sistemas II – Blumenau (SC)

Vendedor Interno – Blumenau (SC)

Arquiteto de Soluções I – Blumenau (SC)

Projetista I – Blumenau (SC)

Assistente de Administração de Serviços – Blumenau (SC)

Analista de Negócios II – Blumenau (SC)

Analista de Negócios II – Blumenau (SC)

Coordenador de Compras – Blumenau (SC)

Técnico de Suporte I – Blumenau (SC)

Analista de Negócios III – Blumenau (SC)

Analista de Testes I – Blumenau (SC)

Analista de Educação Corporativa – Blumenau (SC)

Programador de Sistemas III – Blumenau (SC)

Analista de Marketing I – Blumenau (SC)

Programador de Sistemas II – Blumenau (SC)

Assistente Administrativo II – Blumenau (SC)

Assistente de CRM I – Blumenau (SC)

Assistente de CRM I – Blumenau (SC)

Assistente de CRM I – Blumenau (SC)

Assistente de CRM I – Blumenau (SC)

Analista de Sistemas III – Brasília (DF)

Analista de Sistemas II – Brasília (DF)

Executivo de Contas – Novos Negócios I – Campo Grande (MS)

Executivo de Contas – Base Instalação II – Cuiabá (MT)

Gerente de Projetos – Serv. I – Cuiabá (MT)

Executivo de Contas – Novos Negócios II – Curitiba (PR)

Projetista I – Indaiatuba (SP)

Executivo de Contas – Novos Negócios I – Indaiatuba (SP)

Vendedor Interno – Indaiatuba (SP)

Analista de Projetos I – Indaiatuba (SP)

Executivo de Contas – Novos Negócios I – Indaiatuba (SP)

Executivo de Contas – Novos Negócios – Joinville (SC)

Programador de Sistemas II – Joinville (SC)

Analista de Administração Pessoal I – Mogi das Cruzes (SP)

Executivo de Contas – Novos Negócios II – Porto Alegre (RS)

Gerente de Projetos – Serv. I – Porto Alegre (RS)

Coordenador de Vendas – Porto Alegre (RS)

Gerente de Projetos – Serv. II – Porto Alegre (RS)

Executivo de Contas – Base Instal. I – Porto Alegre (RS)

Executivo Técnico de Negócios II – Porto Alegre (RS)

Programador de Sistemas II – Ribeirão Preto (SP)

Analista de Programação de Sistemas II – São Paulo (SP)

Analista de Marketing I – São Paulo (SP)

Coordenador de Vendas – São Paulo (SP)

Arquiteto de Soluções II – São Paulo (SP)

Assistente de Administração de Pessoal – São Paulo (SP)

Executivo de Contas – Novos Negócios I – Uberlândia (MG)

Executivo de Contas – Base Instal. II – Umuarama (PR)

Técnico de Suporte I – Umuarama (PR)

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MEI Fácil participa da Feira do Empreendedor

A MEI Fácil, plataforma completa para quem já é ou quer se tornar um microempreendedor individual, participa da edição 2018 da Feira do Empreendedor – Sebrae, que ocorre de 7 a 10 de abril, no Parque Anhembi, em São Paulo. O estande trará orientações e soluções para autônomos e pequenos empresários, como o cadastro de Microempreendedor Individual, além de serviços disponíveis, mas pouco utilizadas por quem já tem um CNPJ tipo MEI.

O programa do microempreendedor individual (MEI) nasceu em 2010 e, desde então, já são aproximadamente de 7 milhões de CNPJ MEI ativos no País. Ser MEI traz uma série de vantagens, como acesso aos benefícios da previdência, possibilidade de emitir nota fiscal, desconto em compras, além de credibilidade. Tudo isso, por apenas R$50 por mês.

Mesmo com essas possibilidades, na prática, o MEI sofre com falta de conhecimento e muitos acabam fechando precocemente. Lidar com a burocracia faz muitos desistirem ou pagarem caro por serviços. Cerca de 1,4 milhões de MEI foram excluídos do programa recentemente por não cumprirem as obrigações. O acesso a serviços financeiros, outro pilar importante da profissionalização, também fica prejudicado, pela dificuldade de acessar soluções que conversem com a realidade do microempreendedor.

Nesse cenário, nasceu a MEI Fácil, plataforma digital com o objetivo de ser um verdadeiro parceiro do MEI, levando tranquilidade na relação com burocracia e serviços financeiros.

Como funciona

A plataforma acompanha o microempreendedor desde o momento em que ele decide se formalizar. “Ajudamos o empreendedor a obter um CNPJ em apenas 5min, com auxílio de especialistas em tempo real por chat ou Whatsapp. Em nosso aplicativo, ele também resolve todas burocracias gratuitamente, como emissão de guias de imposto, declarações e acesso a documentos”, diz Marcelo Moraes, Fundador e CEO da empresa.

A relação de confiança estabelecida com o microempreendedor faz com que muitos peçam ajuda com outros assuntos, como abrir uma conta em banco ou controlar as finanças. A MEI Fácil facilita então a gestão do negócio do MEI, oferecendo orientação para emissão de nota fiscal e conteúdos educacionais. Como diferencial, ela possibilita ao MEI acesso a meios de pagamentos e recebimento sob demanda, como máquina de cartão e boletos de cobrança. Tudo isso acontece dentro do aplicativo, simplificando a experiência dos usuários, que já passam dos 200 mil em apenas 1 ano de negócio.

“Buscamos fazer da MEI Fácil um porto seguro para esse pequeno empreendedor, com todas as ferramentas necessárias para o dia a dia e crescimento do negócio. Mas não fazemos isso sozinhos: acreditamos no conceito de plataforma aberta e trazemos parceiros que se integram ao APP para levar sempre as melhores condições ao pequeno empresário”.

Parcerias

Nesse sentido, a MEI Fácil foi uma das startups selecionadas pelo programa de inovação do Bradesco, o InovaBRA, onde pilota uma solução com o banco. A instituição financeira oferece os serviços de assessoria da MEI Fácil para seus correntistas e utiliza a MEI Fácil para fazer suas ofertas chegarem a potenciais clientes. A empresa também tem parceria com o Serasa Experian, que direciona para a MEI Fácil os empreendedores que precisam de apoio com burocracia, além de fintechs como a Sumup.

O potencial do MEI é enorme. Ainda há mais de 20 milhões de microempreendedores informais e o número de CNPJ MEI pode crescer outros 25 milhões com as mudanças recentes nas leis trabalhistas. Não à toa, o número de MEIs cresce 1 milhão anualmente. “Nosso objetivo é ser a maior empresa de apoio a autônomos e microempreendedores do Brasil, para democratizar o acesso à informação e reduzir as assimetrias que prejudicam os pequenos”, diz Rodrigo Salem, fundador e responsável por Novos Negócios.

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DogHero está na lista das 100 startups mais atraentes do Brasil

A DogHero, plataforma que conecta mães e pais de cachorro a anfitriões que hospedam os pets em casa, é destaque na categoria serviços do ranking 100 Startups to Watch, que surge como um radar para orientar investidores, aceleradoras e programas de corporate venture. A análise, que durou mais de cinco meses, é resultado de uma parceria entre a revista “Pequenas Empresas & Grandes Negócios” e “Época Negócios”, da editora Globo, e a Corp.vc, braço de corporate venture da consultoria EloGroup.

Em três anos de história, a brasileira construiu uma base de 15.000 anfitriões em 650 cidades de todo o Brasil e mais de 1.100 em 20 cidades da Argentina. Até hoje, a startup levantou cerca de R$ 18 milhões em investimento com os fundos Monashees, com participação da Kaszek Ventures, Global Founders Capital (alemão) e IGNIA Partners (mexicano).

Com três etapas, 1,3 mil empresas foram analisadas por consultores e especialistas da Corp.vc/EloGroup e da Editora Globo. Um grupo de 150 finalistas foi apresentado ao conselho consultivo que, por fim, definiu a lista das 100 que integram o ranking, que conta com 13 categorias: Agronegócio, Educação, Finanças, Gestão, Impacto, Indústria, Lazer e Turismo, Logística, Marketing, Moda e Beleza, Saúde e bem-estar, Serviços, Tecnologia da Informação e Realidade virtual.

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GetNinjas está na lista das 100 startups mais atraentes do Brasil

O GetNinjas, maior plataforma de contratação de serviços do Brasil, foi destaque na categoria serviços do ranking 100 Startups to Watch, que surge como um radar para orientar investidores, aceleradoras e programas de corporate venture. A análise, que durou mais de cinco meses, é resultado de uma parceria entre as revistas “Pequenas Empresas & Grandes Negócios” e “Época Negócios”, da editora Globo, e a Corp.vc, braço de corporate venture da consultoria EloGroup.

Em quase sete anos de história, o GetNinjas recebeu R$ 47 milhões de aporte de fundos como Monashees, Kaszek e Tiger Group e já está presente em mais de 3 mil cidades do Brasil, registrando mais de 2,5 milhões de pedidos de serviços ao ano, para uma base de mais de 350 mil profissionais cadastrados.

Por meio de três etapas, 1,3 mil empresas foram analisadas por consultores e especialistas da Corp.vc/EloGroup e da Editora Globo. Um grupo de 150 finalistas foi apresentado ao conselho consultivo que, por fim, definiu a lista das 100 que integram o ranking, que conta com 13 categorias: Agronegócio, Educação, Finanças, Gestão, Impacto, Indústria, Lazer e Turismo, Logística, Marketing, Moda e Beleza, Saúde e Bem-Estar, Serviços, Tecnologia da Informação e Realidade virtual.

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Bossa Nova Investimentos em parceria com a ACE organiza evento de empreendedorismo, investimento e inovação

Empresas como Braskem, Embraer e Resultados Digitais são presenças confirmadas na 1ª. Edição do Growth Summit BR

A acontece em São Paulo, no dia 10 de abril de 2018 o aguardado evento Growth Summit BR, que reunirá empreendedores, investidores e executivos de grandes empresas em um só lugar para debater o futuro da inovação de alto impacto no Brasil.

“Nossa proposta com o Growth Summit BR é fomentar o ecossistema de negócios desruptivos”, revela Pierre Schurmann, funding partner da Bossa Nova Investimentos.

Organizado em parceria pela ACE, empresa de investimento em startups e inovação corporativa, e pela Bossa Nova, maior fundo de micro venture capital em número de startups investidas no Brasil e na América Latina, o evento terá uma série de palestras e painéis sobre temas como internacionalização, métodos ágeis e relacionamento entre empreendedores e investidores.

“Serão discussões de altíssimo nível, voltadas a pessoas que já vivem a inovação em seu dia a dia e agora querem chegar a um próximo nível”, afirma Pedro Waengertner, CEO da ACE.

Entre os palestrantes já confirmados para a primeira edição do Growth Summit BR estão nomes como André Siqueira, da Resultados Digitais, o investidor-anjo Marco Poli, Camila Farani, do Shark Tank Brasil, Geraldo Rufino, da JR Diesel, Peter Seiffert, da Embraer e Luis Gustavo Ortega, da Braskem.

“A curadoria de nomes foi feita com o cuidado de trazer diferentes visões sobre assuntos que impactam o dia a dia de quem empreende e investe”, diz João Kepler, partner da Bossa Nova Investimentos.

Os ingressos estão sendo vendidos por R$ 249 pelo site www.growthsummitbr.com.br.

Money Loss Prevention: conferência sobre segurança das informações será realizada em sete países da América Latina

De 5 a 26 de abril de 2018, a SearchInform realizará uma série de conferências sobre proteção de negócios contra ameaças digitais e incidentes relacionados ao fator humano – o Road Show SearchInform 2018. Tendo como tema “Money Loss Prevention: a proteção do futuro”, os eventos serão realizados no Brasil, no dia 20 de abril, em São Paulo, das 9h às 12h, no Hotel Mercure Times Square. Também acontecem na Argentina, Chile, Colômbia, Costa Rica, México e Paraguai.

O novo paradigma da segurança da informação é o tema principal do Road Show, que abordará questões desde a proteção contra vazamentos de informações até o combate de riscos relacionados ao fator humano. Entre os palestrantes, destacam-se Serguey Ozhegov – CEO Global da SearchInform e Vladimir Prestes – Diretor Geral da SearchInform no Brasil. O evento reunirá profissionais do setor da segurança da informação, empresários e gestores de empresas de distintos setores da economia.

Especialistas em segurança falarão sobre ameaças externas e internas que podem colocar em risco os negócios, além de compartilhar práticas de proteção mais recentes. Juntamente com os palestrantes, os participantes do Road Show SearchInform analisarão esquemas fraudulentos relevantes, bem como, farão uma análise de riscos perceptíveis e implícitos relacionados aos recursos humanos. A partir de exemplos de investigações reais, serão demonstrados as ferramentas e os métodos de investigação utilizados.

Será dada atenção especial aos aspectos legais sobre o controle do trabalho dos funcionários. Nesta seção, os participantes conhecerão a legislação relacionada à segurança das informações e do controle de dados empresariais, além de explorar as especificidades sobre a documentação de soluções SI para empresas.

“A comunicação entre especialistas de Segurança da Informação, fabricantes de ferramentas de proteção e clientes, desenvolve a comunidade profissional Os participantes das conferências conhecerão as últimas tendências do setor e trocarão experiências, o que é de extrema importância no campo da segurança. Estou certo de que essa interação será o ponto de partida para o aumento do nível da segurança da informação nas empresas da região latino-americana”, afirma Serguei Ozhegov, CEO da SearchInform.

As conferências também tornar-se-ão um espaço para a realização de pesquisas sobre o nível da segurança das informações nas empresas desses países.

Anteriormente, a SearchInform já havia compartilhado sua experiência na América Latina. A primeira conferência de imprensa na região ocorreu em agosto de 2017, na Argentina, e mostrou grande interesse das empresas locais pelo problema da segurança das informações.

A participação no evento é gratuita.

Tecnologia transforma negócios, mas pressiona trabalhadores. Veja como empresas e profissionais devem se comportar

Empresas e profissionais são afetados diretamente pela chamada transformação digital. Há o lado bom da agilidade e da produtividade, mas também é importante saber lidar com a pressão imposta por metas cada vez maiores e prazos cada vez mais curtos. Veja como lidar com essas situações na entrevista do professor e coach Júlio Luchmann ao jornalista Gilberto Campos, do valoragregado.com .

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Tech’s up! Por mais mulheres na área da tecnologia

Por Luciana Carvalho, Diretora de Gente da Movile

Há mais ou menos 2 meses estava junto com algumas amigas assistindo o filme “Estrelas Além do Tempo”. O filme, baseado em um livro de não ficção, conta a história de três mulheres que tiveram importância fundamental no programa espacial americano, em uma época em que as tensões entre os Estados Unidos e a União Soviética atingiram seu ápice.

Inevitavelmente o filme também traz uma reflexão acerca da escassez de mulheres no segmento de ciências e tecnologia. Ainda que tenhamos a oportunidade de ver mais mulheres à frente de grandes empresas e trazendo perspectivas e estilos de liderança diferentes (ainda longe do ideal), quando olhamos para o universo de tecnologia, a representatividade feminina ainda se revela bastante tímida.

Em um rápido retorno ao histórico da primeira turma de Computação do IME (Instituto de Matemática e Estatística da Universidade de São Paulo), me surpreende que 70% dos alunos eram mulheres. Na época, a computação era um desdobramento do curso de matemática, que tradicionalmente já era mais frequentado por mulheres. O que mudou de lá para cá?

Para responder a essa pergunta, faz bastante sentido que olhemos para a história e alguns dados para entendermos como este cenário foi sendo construído.

Em primeiro lugar, a disseminação global transformou a tecnologia em uma questão cultural que passou a ser influenciada ainda na infância, época em que as meninas começam a ser desestimuladas a seguir carreiras técnicas. Segundo o livro Unlocking the Clubhouse: Women in Computing (‘Entrando no Clubinho: Mulheres na Computação’), da pesquisadora Jane Margolis, metade das famílias americanas decide colocar o computador no quarto do filho homem, gerando uma associação precoce que acompanhará as crianças até a fase adulta. Nas próprias escolas é possível perceber essa mesma falta de estímulo à aproximação da tecnologia, bem como o próprio reconhecimento das habilidades matemáticas nas meninas, que, inevitavelmente, passam a preferir outros tipos de carreiras.

Mesmo quando as mulheres decidem ingressar na faculdade em cursos nas áreas de Ciências, Tecnologia, Engenharia e Matemática, apenas 26% delas seguem carreira efetivamente na área, contra 40% dos homens (STEM). Isso significa que a maioria das mulheres qualificadas desistem de trabalhar nessas áreas, mesmo após estarem formadas e com conhecimento adquirido.

Entre as mulheres que finalmente decidem por carreiras técnicas na área de tecnologia, algumas pesquisa revelam que elas imediatamente encontram um ambiente de trabalho bastante desfavorável, com pouca diversidade e um excessivo comportamento machista e competitivo entre os colegas, o que desestimula a permanência nessas empresas.

Essa distorção marca a diferença atual entre as empresas de tecnologia e o resto do mercado de trabalho. No ranking das 100 maiores empresas do mundo, 20% têm, pelo menos, uma diretora. No Vale do Silício, esse número cai para 10% das empresas. De acordo com o Departamento de Trabalho dos Estados Unidos, apenas 11% dos profissionais de Engenharia do país são mulheres. Segundo um estudo da Harvard Business School, apenas 10% dos aportes financeiros na forma de investimentos são feitos em startups comandadas por mulheres. Nos Estados Unidos, as programadoras de código correspondem a 26% do total. No Brasil, a situação é ainda pior: apenas 17% dos programadores brasileiros são mulheres.

Essa matemática precisa mudar radicalmente. As empresas de tecnologia precisam compreender a importância de olhar a diversidade como um fator positivo. Pesquisa do Gallup aponta que corporações que apostam em perfis mais plurais – inclusive com mais mulheres – têm um turnover 22% menor e uma facilidade maior na hora de contratar; times de tecnologia com maior diversidade também tendem a ser mais eficientes e produtivos; empresas com profissionais de background diferentes representam melhor a própria sociedade, passam a compreendê-la melhor e desenvolvem a capacidade de produzir produtos e serviços mais adequados e pertinentes aos dias de hoje.

A verdade é que nós, profissionais em posições de liderança, devemos ajudar os gestores a preparar seus times para a diversidade. Isso deve ocorrer não apenas no momento da contratação, mas também de maneira constante, estimulando um ambiente de trabalho que respeite as individualidades. Mulheres têm o direito e a competência para exercer qualquer cargo em qualquer empresa, seja na área técnica, gerencial ou executiva. Precisamos de pessoas talentosas, homens e mulheres, que estejam prontas para assumir o protagonismo que seus cargos exigem, mas que também possam ajudar a construir um mundo mais aberto. Só depende de nós.

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Inovação e empreendedorismo no agronegócio: crescimento acelerado será refletido em novo censo de startups

O desempenho positivo do agronegócio brasileiro, mesmo durante o período de recessão econômica, está sendo acompanhado pela forte expansão no número e na qualidade de novas empresas de base tecnológica com foco na inovação para o agronegócio. Com a coleta de dados ainda em andamento para o 2o Censo AgTech Startups Brasil, é possível concluir que o crescimento do ecossistema de startups agro é significativo.

Já é possível afirmar que em sua segunda edição, o levantamento inédito no Brasil produzido em parceria pela AgTech Garage e a Escola Superior de Agronomia Luiz de Queiróz, da Universidade de São Paulo, vai apresentar um aumento superior a 150% em menos de 2 anos no número de startups voltadas para o agronegócio. Enquanto o mapeamento de 2016 apontou a existência de 75 dessas empresas no Brasil, somente as startups que participam da rede da Agtech Garage já somam quase 200. Não há dúvidas entre os organizadores: o número final a ser anunciado em junho será ainda maior.

“Vamos mostrar para o mundo a maturidade e a relevância do ecossistema de startups do agro brasileiro,” afirma o diretor da AgTech Garage, José Tomé. Ele destaca que a segunda edição do Censo será mais completa e impactante, reunindo dados vitais para iniciativas de fomento às startups focadas no agronegócio.

A coleta de dados para a segunda edição do Censo começou em abril, por meio de questionários preenchidos online, que serão avaliados e tabulados em maio. Os números finais do mapeamento, que tem abrangência nacional, serão divulgados em junho e incluirão um quadro com o panorama brasileiro das startups distribuidas por área de atuação e um infográfico com base nas respostas obtidas de todos os empreendimentos.

A base já mapeada para a primeira edição do Censo será o ponto de partida, segundo o Professor do Departamento de Genética da ESALQ/USP e um dos coordenadores do levantamento, Mateus Mondin. “O primeiro Censo abriu os olhos de empreendedores, investidores, governo e agências para o mundo. Os dados foram apresentados em diversos eventos pelo Brasil e o mundo, o que fez com que muitas entidades se organizassem para desenvolver formas de incentivo ao empreendedor agtech.”

Para Mondin, o segundo Censo será mais impactante, ampliando a visibilidade internacional para o ecossistema agtech do Brasil e para as startups brasileiras. “O novo relatório terá distribuição global, o que vai atrair ainda mais os olhos do mundo. Não seremos mais vistos apenas como mercado consumidor e sim como protagonistas, dentro do seleto grupo de ofertadores de tecnologias agro,” concluiu.

O novo Censo segue uma tendência mundial de mapeamento da atuação de startups agro. Trata-se de um formato adotado por instituições de grande destaque, como a plataforma de análise de inteligência de mercado na tecnologia CB Insights, sediada em Nova York, a Startup Nation Central em Israel e, mais recentemente, a The Seed Projects, que mapeou startups na África. A expectativa dos organizadores para o Censo é clara: será o quadro mais detalhado e completo sobre o momento e a evolução das startups agro brasileiras.

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IoT, Big Data e BI: as inovações para o Comércio Exterior do Futuro!

Por Alexandre Gera

Os importadores e exportadores brasileiros trabalham para diminuir a burocracia desde a reabertura comercial no começo dos anos 90. O governo também faz a sua parte com programas que beneficiam e facilitam as operações, mas mesmo assim o Brasil ocupa uma das piores posições no ranking mundial de exportação devido aos nossos gargalos logísticos. Em 2016, o Banco Mundial divulgou um relatório no qual nosso país estava na 55ª posição entre 160 países.

Historicamente, o Brasil nunca ultrapassou os 20% de participação na geração do PIB com as compras e vendas internacionais e, em 2017, movimentou 197 bilhões de dólares em exportações e 146 bilhões de dólares em importações, segundo o Ministério da Indústria e Comércio Exterior (MDIC). Esses números demonstram que, mesmo com os problemas, trata-se de um mercado bastante valioso e importante para a economia. E, se pensarmos que em todo ano de eleição este setor sofre influências com as turbulências políticas e sociais, vale a dica aos empreendedores e executivos que atuam no mercado internacional e logístico de que eles precisam inovar constantemente para se manterem competitivos em seus segmentos.

Uma das principais tendências para o futuro do comércio exterior brasileiro é o famoso e esperado “Despacho sobre águas”. Nele as mercadorias são fiscalizadas pelas autoridades brasileiras ainda com o navio em alto mar, diminuindo ainda mais o tempo de negociação, que é uma das métricas mais importantes para esse tipo de business.

Essa novidade virou realidade em 17 de novembro de 2017 com a Portaria nº 85, criada pela Coordenação Geral de Administração Aduaneira, a COANA, da Receita Federal, regulamentando o despacho aduaneiro de importação “sobre as águas OEA”, que é uma modalidade do Programa do Operador Econômico Autorizado, e foi desenvolvido em 2014 para as aduanas concederem para importadores, exportadores e outros players do ecossistema de comércio internacional, o status de empresa segura e confiável exatamente para esse tipo de operação e benefício.

Nesse cenário, o desafio dos empreendedores é prever o futuro e fomentar seus negócios com inovações que façam sentido para a direção em que o mercado global está apontando e, usando o “OEA sobre águas” como exemplo, podemos afirmar que dispositivos de Internet das Coisas (IoT) fazem uma revolução no rastreamento e identificação de cargas. Quando aliados a ferramentas de análises de dados, chamados de Big Data e Business Intelligence, entendemos que esse futuro já está perto e pode se tornar real de maneira mais rápida para as empresas que investem em projetos inovadores.

Muitas companhias que têm operações logísticas ou de comércio exterior planejam inovações em seus cronogramas e budgets, mas enfrentam dificuldades para a execução desses planos estratégicos. Como precisam manter o business ativo e estão focadas nas ações diárias, muitas encontram complexidade para descobrirem novas oportunidades, sem contar a falta de condições para incluírem essas novidades na resolução das dores do dia a dia ou, até mesmo, para agregar mais valor em suas ofertas comerciais.

Empresas que buscam inovação contratam profissionais experientes e mesmo assim não atingem os resultados esperados porque não usam metodologias exatas, cabais e se deparam com os paradigmas e mindset dos seus executivos. Por isso, acredito que trabalhar com um processo de simbiose para criar e, depois, absorver na principal linha de negócio da companhia, assim como buscar uma consultoria externa especializada em projetos inovadores, é fundamental para quem quer, em breve, usar expressões como OEA e IoT (Internet das Coisas) na mesma frase!

Alexandre Gera é sócio-gestor da GERAVALOR, consultoria especializada em Inovação, Estratégias e Assessment para negócios de Comércio Exterior e de Logística.

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Nasdaq BWise reúne executivos para discutir as tendências da Governança, Risco e Compliance (GRC)

Riscos financeiros, reputacionais e operacionais são alguns dos desafios que os executivos precisam gerir com precisão e tempestividade nas empresas, em especial os riscos de conformidade em que há grande necessidade de cumprimento de uma série de normas e regulamentações. Neste cenário, o modelo de atuação das iniciativas de Governança, Risco e Compliance tem se tornado cada vez mais central na busca por maior segurança sobre o atingimento dos objetivos organizacionais.

Para discutir os novas tendências do setor, a Nasdaq BWise – líder mundial em tecnologia para GRC – promove no dia 10 de abril o Summit “GRC Estratégico: Uma visão além da conformidade”, que contará com a presença de Howard Zev, Vice-presidente da companhia para as Américas.

Durante o evento, Howard dará sua visão sobre o futuro do GRC. Além dele, também estarão presentes líderes de diversos setores, incluindo B3, Porto Seguro, BNP Paribas Cardif, Banco Votorantim e M. Dias Branco, que terão seus casos de sucesso compartilhados.

“Atualmente, para que haja efetividade na gestão de Governança, Risco e Compliance é imprescindível contar com uma tecnologia inteligente para auxiliar as áreas de negócio na identificação dos riscos relevantes das organizações. Por isso, buscando evolução neste tema, queremos discutir sobre os desafios, trocar experiências e refletir sobre as inovações em Risk Analytics, Machine Learning e Inteligência Artificial”, diz Claudinei Elias, Managing Director da Nasdaq BWise no Brasil.

O Summit abordará temas de relevância para o mercado, tais como: casos de sucesso, modelos estruturais e as inovações do GRC Cognitivo, o uso de Data Analytics, sistemas regulatórios, compliance, cibersecurity, além de um painel especial com executivos globais para discutir inovações no setor.

Summit Nasdaq BWise

Data: 10/04/2018

Local: Casa Traffô – Rua Gomes de Carvalho, 560, São Paulo

Horário: 09h às 18h

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Pitch Gov: ABStartups e Governo de São Paulo lançam manual para ajudar estados e prefeituras a implantar programa de parceria com startups

Na tarde desta terça-feira (03/04), a Associação Brasileira de Startups (ABStartups) e o Governo do Estado de São Paulo lançaram um manual para auxiliar órgãos públicos do país a implantar o programa de parcerias com startups.

O anúncio foi feito pelo próprio Governador Geraldo Alckmin no Palácio dos Campos Elíseos, região central da cidade de São Paulo, durante a cerimônia de início das atividades do Centro Nacional de Referência em Empreendedorismo, Tecnologia e Economia Criativa, do Sebrae-SP.

O Pitch Gov é um programa de parcerias entre governo do Estado e startups para desenvolvimento de soluções tecnológicas inovadoras para os desafios da gestão pública. O apoio da ABStartups ao Governo do Estado de São Paulo a surgiu em 2015, e hoje o programa já conta com duas edições de sucesso, com mais de 500 soluções inscritas e resultados com impacto direto na vida da população. O Poupinha, robô de atendimento virtual do Poupatempo que foi desenvolvido no âmbito do programa, já atende, em média, 18 mil pessoas por dia e já trocou cerca de 100 milhões de mensagens com os cidadãos. A novidade, agora, é que agentes públicos de todo o país poderão replicar a iniciativa de São Paulo, tendo a disposição documentos e ferramentas para executar um programa do tipo.

Para saber mais sobre o Pitch Gov – primeiro projeto desse tipo a ser criado no Brasil e um dos primeiros no mundo – clique aqui.

A cartilha explica todos os procedimentos necessários para criar um programa como o Pitch Gov SP. A partir de agora, qualquer gestor público que tiver interesse em desenvolver um projeto semelhante, terá acesso a um passo a passo detalhado de como implementá-lo. O manual reúne, por exemplo, modelos de documentos, fluxo de ação, plano de trabalho, legislação pertinente, dicas para a seleção de startups, entre outros pontos.

Para o diretor superintendente do Sebrae-SP, Bruno Caetano, além de difundir conhecimento, a cartilha é uma ótima oportunidade para outros órgãos públicos aproveitarem a experiência de São Paulo e iniciarem seus programas.

De acordo com o presidente da ABStartups, Amure Pinho o lançamento do manual possibilita gerar um impacto que seja escalável a nível nacional, que é uma das missões da associação. “Um ecossistema maduro tem como base a colaboração e a visão de longo prazo de todos. Faz parte da cultura das startups compartilhar os aprendizados, mas ver essa atitude do governo é incrível. O governo de São Paulo foi pioneiro em acreditar no impacto transformador das startups na sociedade e novamente, mostra um exemplo a ser seguido”, afirma.

Vale ressaltar que existem regras mínimas para que o programa possa usar o nome e a marca “Pitch Gov”, como:

• Possuir um edital de chamamento público que defina, claramente, critérios de avaliação e seleção, assim como os prazos de realização do programa;

• Estar em contato com a organização ou o líder do ecossistema empreendedor local;

• Contar com, ao menos, um parceiro de execução que possa trazer conhecimento sobre o ecossistema empreendedor e auxiliar no desenho e execução do programa.

>> O manual já está disponível para download. Para baixar,clique aqui.

Shopping JK Iguatemi cria vitrine interativa

Convidativo e integrado com a cidade de São Paulo, o Shopping JK Iguatemi lança a ação “Como você está hoje?”.

A partir do dia 4 de abril, o público que transitar próximo à vitrine do JK Iguatemi encontrará quatro balões infláveis em formato de emoji que, na medida em que o público passa e toca o sensor, acende fazendo com que as pessoas expressem suas emoções de acordo com o seu humor do dia.

A ideia é promover uma experiência interativa e sensorial para o público, de forma divertida. Faz parte do DNA do JK Iguatemi ser inspirador e promover experiências diferentes e inéditas para toda a família.

A vitrine ficará exposta até o dia 15 de abril.

How are you feeling today? – Vitrine Interativa

De 04/04/18 a 15/04/2018

Shopping JK Iguatemi

Avenida Presidente Juscelino Kubitchek, 2041 – Itaim Bibi, São Paulo

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Fintech promove empréstimos coletivos mais vantajosos que bancos

Democratizar e tornar mais justas as taxas de investimento e financiamento no mercado brasileiro: esse é o propósito da Kavod Lending, fintech de empréstimos coletivos (peer-to-peer lending). Seu diferencial, especialmente frente aos financiamentos bancários tradicionais, é oferecer taxas mais justas, informações confiáveis e garantias reais aos investidores.

Pela Kavod, qualquer pessoa física ou jurídica pode financiar diretamente pequenas e médias empresas que buscam capital para expandir seus negócios, gerir capital de giro ou trocar uma dívida mais cara por outra mais barata, por exemplo. “Não trabalhamos com empresas que estejam com problemas financeiros”, esclarece Fábio Neufeld, CEO e cofundador da Kavod Lending. “Para viabilizar o negócio, fazemos uma análise técnica de crédito das empresas: olhamos balanço, faturamento, endividamento, principais clientes e fornecedores, etc.”.

Na campanha online são disponibilizadas informações imprescindíveis para os investidores, como de que forma a empresa usará os recursos, seu saldo em caixa e em aplicações financeiras, por exemplo. Além disso, é dado acesso a um Relatório de Risco do Serasa, considerado um dos mais imparciais no ramo e referência no mercado. O retorno do investimento é em taxas pré-fixadas a partir de 1,10% ao mês.

Outro diferencial é que a Kavod Lending inclui garantias reais em 100% em suas operações. Essas garantias são dadas pelas empresas, que podem ser recebíveis de cartão de crédito, veículos ou imóveis – conforme a disponibilidade e nível de risco da empresa que busca o aporte. “Por isso o risco é mitigado em relação a outras plataformas do mercado. A rentabilidade é mais do que o dobro do que a oferecida pelos bancos, mas o investimento não é duas vezes mais arriscado”, explica Renato Douek, CMO e fundador.

Caso a empresa não pague o empréstimo, a Kavod Lending faz a cobrança em nome dos investidores e não cobra taxas extras por esse serviço. “Esse é nosso compromisso, pois o negócio deve ser bom para todos: a empresa tem que pagar menos pelo empréstimo e o investidor, ganhar mais com o aporte, evitando o prejuízo”, afirma Fábio.

Para as empresas, o negócio é mais vantajoso com a Kavod do que com bancos e corretoras tradicionais. O custo do financiamento é a partir de 1,1% ao mês e o prazo para pagamento é de até 24 meses. Toda a operação é aprovada, conforme as regras de crédito vigentes, tanto pela Kavod, quanto pela instituição financeira que formaliza a operação.

A fintech foi fundada em outubro de 2016 e selecionada pelo programa Startup Farm Ahead Visa de aceleração. Recebeu aporte de um investidor-anjo (CEO de um banco médio) e lançou sua primeira operação em agosto de 2017. Atuando com grande foco em franquias, já transacionou mais de R$ 2,5 milhões até hoje.

“Considerarmos que, com franquias, o risco é mais baixo para o investidor, já que o negócio é validado e estruturado pela franqueadora, cabendo ao franqueado, entre outras responsabilidades, ser um bom operador. Já realizamos captação de empréstimos coletivos para unidades da Subway, KFC, Sterna Café, Bar do Alemão e também para a FAPPES – Faculdade Paulista de Pesquisa e Ensino Superior”, relata Fábio.

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DRONESHOW: veja as novidades da 4ª edição

Segundo a consultoria PwC, o mercado global de drones pode chegar a 127 bilhões de dólares. Para chegar a este valor, a PwC usou como base de cálculo o valor dos serviços demandados pelas empresas e órgãos públicos que poderão ser substituídos, em um futuro muito próximo, pela tecnologia dos drones. Fomentando ainda mais esse mercado no Brasil e apresentando grandes novidades do setor, acontece em São Paulo a quarta edição da DroneShow, de 15 a 17 de maio, no Centro de Convenções Frei Caneca (Rua Frei Caneca, 569 – Consolação). O evento, que contará em sua programação com seminários, cursos teóricos e práticos, painéis, além de exposição de produtos de última geração, já está com inscrições abertas e podem ser feitas no site www.droneshowla.com, pelo e-mail atendimento@mundogeo.com ou pelo WhatsApp (41) 99919-1357.

Os números de drones no Brasil são promissores. De acordo com mapeamento da DroneShow, existem mais de 700 empresas do setor espalhadas por todo o país. A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) já tem registrados, até o início de 2018, mais de 34 mil drones e 1,8 mil empresas. Estimativas é que existam mais de 100 mil drones voando no Brasil, entre usos recreativos e profissionais. Com números tão positivos, a DroneShow, trará grandes novidades e contará com 42 expositores, 70 palestrantes e 30 atividades que devem reunir cerca de 4 mil participantes.

Promovido pela MundoGEO, a DroneShow é um dos maiores eventos de drones do mundo e reúne expositores nacionais e internacionais do segmento, fabricantes, importadores e prestadores de serviço. Em paralelo à feira acontecem cursos, seminários e debates sobre legislação, empreendedorismo, uso de drones na agricultura, inspeção de obras, segurança, filmagens profissionais, topografia e mapeamento. “Os três pilares inseparáveis de conteúdo da DroneShow são qualidade, segurança e rentabilidade. Atendemos no evento toda a cadeia produtiva do setor e os diversos tipos de contratantes de serviços de filmagens, engenharia, meio ambiente, gestão territorial, agronegócios, entre outros. Trata-se de um momento muito rico para o setor”, afirma Emerson Granemann, diretor geral do evento.

Confira alguns destaques da programação deste ano:

– Seminário sobre regulamentação e novos mercados dos drones;

– Curso prático de montagem de drones;

– Curso de agricultura com drones nos níveis básico e avançado;

– Seminário sobre drones para cadastro, mapeamento e topografia;

– Entre muitas outras atividades, como delivery com drones, indústria 4.0, Inteligência Artificial e Smart Cities.

5º Fórum Empresarial de Drones

Em 14 de maio, um dia antes do início da DroneShow, acontece o 5º Fórum Empresarial de Drones. O evento tem por intuito reunir fabricantes, importadores, prestadores de serviços e entidades reguladoras, como a ANAC, DECEA, ANATAL e Ministério da Defesa. Neste ano, o evento girará em torno de discussões sobre formação de pilotos, formulação de preços de serviços e como está o mercado de drones, um ano após a regulamentação no setor.

Alguns temas que serão trabalhados no Fórum:

– Qual é o perfil atualizado da cadeia produtiva do setor de drones no Brasil?

– Avaliação e o que precisa mudar após um ano da regulamentação do setor

– Quais as novidades concretas relacionadas a liberação de missões e do registro de empresas no Ministério da Defesa?

– Validação de dados captados por drones para mapeamento e topografia de precisão

Veja a programação completa da DroneShow em http://www.droneshowla.com/programacao-droneshow-2018/.

Inscrições

As inscrições para o evento já estão abertas. Para participar da DroneShow, basta acessar www.droneshowla.com e escolher os cursos e seminários que deseja. É possível adquirir ingressos somente para os três dias de feira, ou apenas para participação em um seminário, curso ou o 5º Fórum Empresarial de Drones. A compra de qualquer ingresso dá acesso ao espaço da feira.

Mais informações sobre a DroneShow: www.droneshowla.com ou atendimento@mundogeo.com ou (41) 3338-7778

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