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Os desafios de engajar um público cada vez mais exigente

Por Guillermo Bracciaforte, cofundador da Workana

O meio digital vem crescendo exponencialmente, proporcionando novas possibilidades para as empresas enquanto gera uma necessidade de adaptação às mudanças. Para ter sucesso nesse mercado, primeiramente, é importante compreender onde estão os consumidores. A pesquisa Webshoppers 37, realizada pela Ebit, apontou que 27,3% das compras online realizadas em 2017 foram feitas por meio de smartphones, e a expectativa é que esse número chegue a 37% em 2018. A adaptação para o mobile é algo essencial, pode ser um app exclusivo ou um site adaptado, o importante é oferecer uma boa experiência de compra na palma da mão.

Também é essencial criar uma identidade para as empresas; a cultura e o estilo de vida do negócio dependem diretamente da imagem e da filosofia transmitidas pela comunicação. Uma boa estratégia funciona como um ímã que atrai clientes e faz com que eles compreendam o espírito da empresa, gerando desejo pelo produto ou serviço oferecido. Com a adoção de um planejamento de marketing de conteúdo, além de engajar o público, é possível construir a reputação da marca e, consequentemente, levar a empresa a ser referência em sua área de atuação.

Em relação à periodicidade e plataformas, é necessário compreender qual é o público alvo da ação e criar laços, fornecendo informações de qualidade sem viés comercial, apenas informativo. Esse conteúdo precisa ser recorrente e pode estar presente em blogs, mídias sociais e e-mail marketing, por exemplo. É importante lembrar que, quanto mais conteúdos relevantes, maior a possibilidade de engajamento.

Outra consequência da criação de conteúdo é a interação do público. Conquistando a fidelidade, é primordial estabelecer uma relação mútua, ouvindo os clientes tanto em elogios quanto em críticas e buscando oferecer uma solução real e rápida. Um cliente bem atendido, seja qual for seu problema, certamente irá recomendar a marca quando surgir a oportunidade, um fator de extrema importância para a construção da reputação.

Mas e agora, como investir nesse novo mundo sem conhecimento da área? Esse é mais um grande desafio. Uma pesquisa realizada pela Rock Content apontou que dentre os entrevistados, 71% das empresas adotam a estratégia de marketing de conteúdo, enquanto os outros 39% afirmam não investir na área por falta de tempo e de equipe disponível. Com as mudanças que o mercado de trabalho e os negócios vêm sofrendo, é possível enxergar dois lados: uma dificuldade ou uma oportunidade.

De fato, produzir um conteúdo que engaje o público, gere um retorno e ainda assim acompanhe o espírito da empresa não é algo fácil a se fazer, mas que vem abrindo portas para que profissionais mostrem seu valor e empresas encontrem talentos. Na Workana, acompanhamos um crescimento de 70% na atividade freelance em 2017. Dos projetos realizados através da Workana no Brasil, 34% são da área de tradução conteúdo, o que demonstra que a área vem ganhando visibilidade e proporcionando novas possibilidades de negócios.

Por fim, é sempre positivo que a empresa esteja aberta a mudanças, compreenda que o público vem se transformando e, consequentemente, evoluindo sua maneira de consumir. Com uma boa estratégia e profissionais atualizados, é possível se posicionar e criar uma identidade que acompanhe essa virada no mercado.

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Apple, Google, Samsung: o que os novos pays significam para o e-commerce brasileiro?

Por Rogério Signorini, Diretor geral da Braspag

O e-commerce segue crescendo no país. Foram 12% no ano passado, estimativas apontam para 15% em 2018 e agora o setor ganha importantes aliados: os novos pays. Os serviços de pagamento da Apple, Google e Samsung vêm fortalecer ainda mais este mercado, trazendo mais comodidade aos consumidores e mais chances de conversão para lojistas.

Segundo o estudo E-commerce Radar 2017, idealizado pelo Atlas, com o aumento da penetração de smartphones, a parcela de compras por dispositivos móveis cresceu de 22% para 31% entre 2016 e 2017, percentual que só tende a subir ainda mais, visto que, segundo projeções da FGV, o número de smartphones no Brasil deve se igualar em breve ao de habitantes, devendo chegar a 236 milhões em dois anos. Todos esses números só comprovam o enorme potencial de vendas que os novos pays trazem ao e-commerce. Mas em que consiste a tecnologia?

Para os e-commerces, os novos pays funcionam no formato de carteira digital. O usuário deve capturar a frente do cartão com a câmera do aparelho ou adicionar os dados manualmente. A cada transação, o cliente escolhe em sua carteira digital com qual cartão deseja pagar. O lojista recebe, a partir do aparelho, os dados do cartão de forma criptografada. Essa criptografia é transmitida à empresa responsável pelo gateway de pagamento, que decodifica os dados e transmite ao adquirente. Tudo de forma muito segura, tanto para o lojista quanto para o portador do aparelho. Nas transações online e em apps, um toque e o dedo posicionado no Touch ID confirmam a compra.

E falando em compras via aplicativos, de acordo com o Mobile Payment Journey, a nossa familiaridade com os smartphones, e mais ainda, com os apps, é notável: 78% dos brasileiros que possuem os aparelhos preferem comprar via app, número que fica acima dos 71% da média global. O mesmo estudo indica, porém, que ao mesmo tempo em que os brasileiros são atraídos pelos benefícios da velocidade e simplicidade de comprar via app, também abandonam as compras por desconfiar da segurança. Muito provavelmente os novos pays ajudarão a diminuir essa desconfiança. Vale lembrar ainda que os novos sistemas de pagamento também funcionam no varejo físico, por tecnologia de aproximação (NFC – Near Field Communitacion).

E se com todos esses números ainda não ficou clara a força dos novos pays para o comércio, aqui vai mais um dado: o potencial do Apple Pay no Brasil é de, inicialmente, 1,2 milhão de pessoas, segundo estimativas de mercado, pois esta seria a quantidade de clientes que acessam um dos bancos habilitados hoje por meio de um iPhone 6 ou superior (dispositivo compatível com a tecnologia). Imagine isso somado ao Google Pay – que conta com suporte do Bradesco, Banco do Brasil, Neon, Banrisul, Brasil Pré-Pagos, Caixa Econômica Federal e Porto Seguro – e ao Samsung Pay (este já disponível para dezenas de cartões com bandeiras Visa e Mastercard)?

Os novos pays vieram para ficar, ou melhor, para mudar a história dos meios de pagamento no Brasil e projetar ainda mais o crescimento do e-commerce. A tecnologia está aí, disponível para os consumidores e lojistas, basta começar a usar para escrever também suas próprias e bem-sucedidas histórias no comércio digital!

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Novos desafios para o setor de telecomunicação – Por Eduardo Santini

Analisando a evolução tecnológica que estamos vivenciando e que podemos classificar como a “Quarta Revolução Industrial”, nos deparamos com oportunidades e os desafios para as empresas, especialmente, para as do setor de telecomunicações.

Para contextualizar, vale lembrar que, se na primeira Revolução Industrial, iniciada na Inglaterra na segunda metade do século XV, houve a transição dos processos de manufatura impulsionados pela utilização da água, carvão e vapor. Já na segunda etapa, o foco foi o uso do aço, metalurgia, eletricidade, eletromecânica, e ainda sistemas de trabalho baseados nos modelos fordista e taylorista, impulsionadores da fabricação em massa. A Terceira Revolução Industrial deu início ao uso intensivo de computadores e os avanços da tecnologia da informação e da produção de automação. Podemos considerar que o momento em que vivenciamos hoje, a quarta etapa, baseia-se e será conduzida pela transformação digital, internet das coisas, robotização, inteligência artificial e pelos adventos derivados de dispositivos tecnológicos nos diversos setores estratégicos para o país, como por exemplo, o setor de saúde, energia e transporte.

Vivemos em um período de “fusão de tecnologias que transcendem as esferas física, digital e biológica”, conforme definido pelo fundador e presidente executivo do Fórum Econômico Mundial, Klaus Schwab, em um discurso recente.

Evidentemente que essa nova etapa gerará um impacto importante na sociedade e na economia. Diante disso, como acontece em todo momento disruptivo importante, dada a dependência de conectividade entre bilhões de dispositivos e pessoas, ela aparece como uma oportunidade imensa para a as empresas de telecomunicações, e de maneira mais radical, permitirá que aconteça.

Entretanto, para que essa promessa se torne realidade, os provedores de serviços e as operadoras de telecomunicações, principais atores desse novo cenário, precisam se transformar digitalmente. Dessa forma, devem oferecer uma nova gama de serviços para os clientes suportados por redes eficientes, automatizadas e com capacidade de transmissão de dados que permitam que vários parceiros se unam para criar novos modelos de negócios.

Para se ter uma ideia, o novo ecossistema móvel (com maior escalabilidade), que se aventa, representará uma contribuição de 4,6 trilhões de dólares no PIB global em 2022, segundo a pesquisa da GSMA (The Mobile Economy 2018), impulsionados principalmente por conexões entre máquinas e internet das coisas.

Por outro lado, ainda não se sabe exatamente quais novas demandas serão geradas com essa receita, estando ainda o caminho muito nebuloso o que de fato posiciona o tema como maior desafio da indústria para os próximos cinco anos. Mas sem dúvida alguma, o tema englobará uma mistura de produtos e serviços, como saúde, conteúdo e mídia, veículos autônomos, cidades inteligentes etc. O que se sabe é que maioria dessas novas oportunidades transformará o negócio e a maneira de relacionamento e interação com os clientes de forma jamais vista, demandará a união de diversos parceiros em uma única plataforma de negócios em que o cliente não terá conhecimento tácito de quem está realmente fornecendo qual parte do serviço. No entanto, apesar dessa impessoalidade, as principaispreocupações serão a experiência do consumidor e a entrega de ponta a ponta do serviço pelo qual ele pagou. Trata-se assim de uma oportunidade para a operadora de telecomunicações pensar em prover não apenas transmissão de dados, mas também passar a ofertar produtos complementares, podendo realizar assim uma integração vertical.

Embora haja uma grande centralidade em torno da transmissão de dados, o que vem hoje mantendo e gerando receitas para os operadores em função do declínio das receitas geradas pelos serviços de voz, SMS e roaming – em breve vivenciaremos o mesmo efeito que ocorreu no mercado de energia elétrica, que viu o seu principal produto se torna cada vez mais uma commodity. Nesse sentido, isso deveria representar uma preocupação para operadores de telecomunicações.

Uma coisa é certa: o serviço de dados continuará a ser cada vez mais baratos, viabilizando assim a conectividade. Se as empresas de telecomunicações não quiserem ser apenas um ator coadjuvante da Quarta Revolução Industrial, como as de eletricidade foram no passado, deverão liderar essa mudança, trazendo para si um uma centralidade na cadeia. E, só existe uma forma de fazê-lo que é colocando o cliente no centro de tudo.

Pensar e agir com a obsessão no cliente exige que as operadoras foquem cada vez mais na digitalização de serviços, visando maximizar a experiência do consumidor, tratando-o assim como um diferencial, e também buscar prover a essa experiência através dos diversos canais e pontos de contato, a longa busca pelo almejado omnichannel.

Vale lembrar que os consumidores, de fato, não se preocupam com a complexidade da entrega dos serviços e não se importam em saber quem entrega o que ou que parte do serviço. Na verdade, eles se preocupam em ter uma experiência integrada com um provedor que não só fornece a conectividade, mas também, produtos personalizados, de acordo com seu histórico de compra, utilização, e, a convergência e integração de um ou mais serviços.

Na nova cadeia de valor, as operadoras de telecomunicações não deveriam focar apenas, como outrora, na retenção dos clientes e na redução do churn (taxa de evasão ou rotação de clientes). Elas devem garantir um papel relevante nesse processo, construindo um relacionamento diferente do que existe hoje com oconsumidor, focando na oferta de serviços digitais personalizados.

Eduardo Santini é diretor de Tecnologia, Mídia e Telecomunicação da KPMG

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Gateway de fintechs: a importância nas integrações de soluções de pagamento

Por Thiago Arnese

Com a crescente demanda do mercado de pagamentos, novas fintechs são criadas anualmente. Segundo levantamento do Radar FintechLab, que monitora essas empresas, o setor teve um aumento na abertura das chamadas startups do mundo financeiro de 40% durante 2017, indicando a ampla adesão no mercado. Porém, a grande oferta pode ser também um problema quando as tecnologias não se comunicam entre si.

As companhias que atuam com essas tecnologias, seja para a emissão de boletos, conciliação de caixa, microcrédito, banco digital e muitas outras especificidades, acabam dificultando sua eficácia devido a quantia de informações e ferramentas que devem ser geridas e integradas, transformando essas tarefas, em algo complicado por causa da falta de integração com sua solução de frente de caixa.

Diante de um panorama de retomada econômica, as organizações precisam estar preparadas para atuar de maneira assertiva, de forma a alcançar rapidamente seu potencial mercado. Para isso, é fundamental contar com um bom parceiro que seja capaz de dar escabilidade conectando em uma gama muito maior de clientes e unificar as soluções utilizadas pelas corporações. Ou seja, é essencial para uma fintech escalar sua operação, atuar com um hub/parceiro que conecte diversos players.

Especificamente no ecossistema de pagamentos, há maneiras de criar a própria solução de pagamentos conectada de maneira fácil a fornecedores de hardware, logística, emissores de cartão e instituições de pagamentos.

Ao atuar com esse tipo de tecnologia, além de unificar as interfaces e garantir seu gerenciamento de maneira simples, as empresas também ganham uma receita financeira, dessa forma monetizando com a rede de estabelecimentos já existente.

Ao integrar as opções oferecidas por diversas fintechs, as empresas podem se beneficiar e aproveitar todo o potencial da unificação das ferramentas, resolvendo diversos problemas da gestão de pagamentos e expandindo seu potencial de lucro por meio da redução de custo e avanço da capacidade transacional, beneficiando toda a cadeia.

Thiago Arnese é fundador da Hash lab, empresa de tecnologia para o ecossistema de meios de pagamentos.

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Como eliminar conflitos na empresa

Segundo Aureo Villagra, CEO da Goldratt Consulting Brasil, a Teoria das Restrições (Theory of Constraints – TOC) fornece uma metodologia muito eficiente para lidar com conflitos, tanto técnicos quanto pessoais, entre departamentos ou mesmo empresas.

“Um conflito surge quando duas necessidades diferentes levem a duas ações ou desejos opostos, como por exemplo manter mais estoque em uma loja para evitar rupturas e proteger as vendas ou manter menos estoque para proteger o caixa”, explica Villagra.

A TOC ensina que sempre que existir um objetivo comum será possível encontrar uma solução ganha-ganha. Basta para isso analisar cuidadosamente todas as premissas que sustentam o conflito antes de aceitar uma situação não satisfatória. Se existir uma premissa que possa ser desafiada, ela é a chave para resolver o conflito.

No caso dos estoques o objetivo comum é ter uma loja bem administrada e uma das premissas que leva a necessitar mais estoque para proteger a venda é a frequência e confiabilidade do reabastecimento da loja. Se for possível melhorar o reabastecimento, deixar-lo confiável e reagindo às demandas reais será possível trabalhar com menos estoque, proteger as vendas e o caixa simultaneamente.

Para casos em que seu cliente, fornecedor ou colega de trabalho possui uma opinião totalmente diferente da sua, e você realmente acredita que a sua solução para aquele problema é melhor, é preciso ajudar a pessoa a entender o porque pode estar equivocada. E, segundo Aureo, há uma forma simples de resolver sem envolver discussões desconfortáveis.

“Antes de culpar a outra pessoa, antes de pensar que ela está tentando prejudicar você, o primeiro passo é entender suas premissas e o porque atrás de sua opinião”, explica Villagra. Para solucionar o conflito é preciso descobrir a premissa incorreta do outro e ajudar a pessoa a entender essa falha. Assim a pessoa pode mudar sua opinião, sem resistir a sua abordagem.

“Em outras palavras, realmente evite a tendência de culpar as pessoas. A maioria das vezes, as pessoas são boas. Se a ação do outro lado é contraditória, é necessário entender melhor suas razões para solucionar a discussão” finaliza Aureo.

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Nove em cada dez profissionais pretendem trabalhar em uma startup, revela pesquisa

Nove em cada dez profissionais estão dispostos a trocar o tradicional ambiente corporativo por uma startup. É o que revela pesquisa exclusiva realizada pela Michael Page, empresa líder mundial em recrutamento executivo de média e alta gerência, parte do PageGroup. De acordo com o levantamento da consultoria, sete em cada dez executivos estão dispostos a abrir mão de parte do salário para ter mais flexibilidade de horário e por acreditarem em uma maior qualidade de vida para atuarem em novos modelos de negócio.

“As startups estão vindo com propostas inovadoras e isso tem chamado muito a atenção de executivos que atuam no mercado tradicional. Além de modelos disruptivos e dinâmicos, essas empresas oferecem a possibilidade de profissionais se destacarem e crescerem junto com elas. É um tipo de desafio que tem despertado o interesse de muitos executivos, de olho não apenas em remuneração, mas em outros aspectos, como flexibilidade de horários e em estruturas mais enxutas e menos hierarquizadas. Tem sido um diferencial na hora de atrair grandes talentos do mercado”, analisa Genis Fidelis, gerente da Michael Page.

A pesquisa foi realizada em março deste ano contando com a participação de cerca de 1000 executivos de alta e média gerência para entender a relação desse público com as startups.

O levantamento também procurou saber se os profissionais estariam dispostos a responder para um presidente de startup mais novo que eles. De acordo com 96% dos respondentes, eles se sentiriam bem em lidar com essa questão ante 4% contrários à subordinação de um presidente mais jovem.

A pesquisa buscou entender dos executivos se o perfil profissional deles estava adequado para trabalhar em uma startup. Foram 94% os que se julgaram apropriados para embarcar em um novo modelo de negócios enquanto 6% informaram que não possuem as características ideais para vagas desse gênero.

Outros aspectos foram identificados no levantamento. Oito em cada dez respondentes julgaram-se aptos tecnicamente a liderar um projeto de startup. Há um grupo de 63% apostando que ainda há muito o que acontecer no mercado de startups. E, ainda, 54% creditam que há preconceito dos executivos de startups com profissionais de idade mais avançada.

“Essa pesquisa traz revelações importantes sobre a disposição dos profissionais em atuar num modelo de startup e como eles imaginam que são percebidos pelos líderes dessas empresas. São informações reveladoras e que podem apontar novas tendências no recrutamento e seleção de candidatos”, destaca Genis Fidelis.

Contratação de executivos em startups cresce 50%

As startups não têm poupado esforços para atrair profissionais qualificados. De acordo com dados da Michael Page, a procura por analistas, especialistas, coordenadores e gerentes cresceu 50% até março deste ano frente o mesmo período do ano anterior. Ainda de acordo com a consultoria, os cargos mais demandados foram Customer Hapiness, Marketing de Performance, Marketing de Transformação Digital e User Experience.

“As startups querem profissionais orientados ao desafio e à inovação. Buscam pessoas dedicadas ao negócio e orientadas ao resultado. Os executivos com boa formação técnica, de bons relacionamentos e perfil analítico, são os mais desejados por essas empresas”, explica o consultor. O salário médio para executivos de porte gerencial desses níveis está em torno de R$ 18 mil.

O consultor explica ainda que, para aqueles que ainda pretendem migrar para esse universo, há alguns cargos que devem ser mais demandados nos próximos anos. “Há expectativa de alta demanda para posições mais sêniores como gerentes sêniores de canais digitais, gerentes sêniores de UX e Customer Success Managers”, conclui.

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Atos apresenta oito tecnologias inovadoras para 2018

A Atos, empresa líder global em transformação digital, anunciou o lançamento de oito novas ofertas para 2018. São soluções em diferentes áreas da tecnologia, desde comunicação e colaboração para digital workplace, passando pela utilização de blockchain para novas formas de pagamento, até soluções disruptivas para telefonia e cibersegurança.

Entre as novidades estão o Hoox K31 for Business, um novo modelo de smartphone com alta segurança contra ciberataques, a Worldline Coffe Machine, uma máquina de café conectada e o TOTAL eWallet, um sistema de pagamento para carros conectados. Algumas destas novidades já foram apresentadas no Mobile World Congress, evento realizado em fevereiro em Barcelona, outras devem ser levadas pela Atos a outros eventos durante o ano, tanto na Europa como no Brasil.

Telefonia ultra segura

O Hoox K31 é o novo modelo de smartphone ultra-seguro da linha Hoox for Business. Baseado em Android, o smartphone garante comunicações seguras em toda a cadeia de comunicação: aplicativos e infra-estrutura. Além disso, possui funções adicionais adaptadas para uso colaborativo como conferência de voz de múltiplos usuários, mensagens instantâneas de grupo com compartilhamento de arquivos e correio de voz. Com segurança de dados de ponta a ponta, o Hoox for Business atende às necessidades dos usuários mais exigentes com ampla proteção contra intercepção e intrusão, mesmo que o smartphone seja perdido ou roubado.

Pagamento em veículos conectados

A Worldline, líder europeia em serviços de pagamentos e transações financeiras, em parceria com a TOTAL, anuncia uma solução que permite aos motoristas pagar por bens e serviços sem sair de seu carro. O TOTAL eWallet é uma solução 100% digital e conectada que permite aos consumidores efetivar suas compras, por meio de dispositivos móveis, em apenas alguns clicks. A prova de conceito foi implementada para ilustrar o uso e a conveniência da solução para uma unidade de mercado, mas pode ser aplicada a muitos outros casos de uso como postos de combustíveis, carregadores de carros elétricos, estacionamento, pedágio, entre outros.

Rastreabilidade de alimentos via blockchain

O Origin é uma solução baseada em Blockchain que revoluciona o modo de fornecer rastreabilidade completa de produtos alimentares para os consumidores. Por meio deste aplicativo, é possível acessar as informações sobre cada etapa da jornada de um produto, desde a fazenda até a prateleira. Na loja, o consumidor capta as informações de um QR code para ver o histórico daquele produto e tomar decisões de compra. Esta solução foi apresentada, recentemente, durante a Conferência Global de Segurança Alimentar, em Tóquio.

NFV (Network Functions Virtualization)

Fruto de uma parceria entre a Atos, Dell EMC, Intel, Jupter Networks, Red Hat e VMware, esta solução acelera a entrega de valor do NFV (Network Functions Virtualization), conseguindo a flexibilidade para suportar qualquer NFV de qualquer fornecedor e a agilidade necessária para diminuir o custo, respondendo aos desafios de negócios que os operadores de telecomunicações enfrentam hoje para migrar as redes de telecomunicações de um modelo físico tradicional para um ambiente virtual moderno. A aliança nasceu de uma visão compartilhada de como ajudar empresas a obter benefícios comerciais de: Capex Reduzido, Opex Reduzido e maior agilidade do negócio.

Atos Codex para Telco

O Atos Codex é uma solução de análise de ponta a ponta totalmente integrada e cruzada. Disponível para empresas no Brasil, a ferramenta coloca as redes de telecomunicações no mercado com rapidez com análise de dados, computação cognitiva, aprendizado profundo e internet das coisas, alavancando dados de clientes e redes para gerar valor comercial. Os casos de uso incluem marketing contextual em tempo real (para varejo) e gerenciamento de multidões (análise de densidade e movimento) para grandes reuniões.

Blockchain para novos modelos comerciais

Devido ao crescente interesse por criptográficas, especialmente Bitcoin, a tecnologia subjacente Blockchain tornou-se um assunto de interesse. Atos está usando o Blockchain para construir redes privadas, com permissão para fins de rastreabilidade, em uma variedade de setores, como varejo, transporte e cadeia de suprimentos. Os potenciais benefícios do Blockchain, contrariamente ao que se costuma pensar, são mais do que apenas financeiros: eles se estendem a muitos domínios como IOT, governo, saúde, varejo, fabricação, energia, cadeia de suprimentos e educação.

Atos Digital Workplace

As soluções de colaboração da Atos estão transformando o local de trabalho para os ambientes digitais com o Circuit. Esta solução reúne voz, videoconferência HD, bate-papo, compartilhamento e gerenciamento de dados em tempo real em um único aplicativo, permitindo que funcionários em todo o mundo se conectem e compartilhem informações facilmente. A Atos também oferece o OpenScape, ferramenta de gerenciamento de chamadas e soluções de colaboração social VoIP de nível carrier totalmente gerenciado – voz, vídeo, compartilhamento de tela, bate-papo, compartilhamento de arquivos e muito mais.

Máquina de café conectada da Worldline

A máquina de café Proof of Concept (PoV), criada pela Worldline, líder europeia para serviços de pagamentos e transações financeiras, está ligada a um terminal de pagamento baseado em Android e permite pagamentos seguros via Internet das Coisas (IoT). Além disso, fornece novas interações com chatbots e aplicativos Web Progressivos, prometendo revolucionar a indústria de pagamentos. Esta máquina chega para ser a próxima fronteira em pagamentos com soluções de pagamento seguro da IoT.

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Mercado imobiliário e as startups – Por Márcia Taques

O uso crescente de tecnologia aliado ao avanço da economia compartilhada está alterando o comportamento do consumidor do mercado imobiliário. Já temos 3,8 bilhões de pessoas conectadas à internet no mundo, o que equivale a 46% da população mundial.

Esse incremento permite ao consumidor o acesso a todo tipo de informação de qualquer lugar, alterando sua relação com os espaços em que vive. Além disso, é possível, por meio da tecnologia e do compartilhamento, usar, emprestar e dividir todo tipo de ativo, somente acessível anteriormente por meio da propriedade. Daí, a importância de as empresas tradicionais de se envolverem cada vez mais com tecnologia.

O ambiente de trabalho tinha importância elevada, considerando que era o local em que as informações se tornavam acessíveis aos colaboradores de determinada corporação por meio dos equipamentos ali existentes, e onde também era possível se conectar e trabalhar em conjunto com colegas. Embora o contato humano seja insubstituível e desejável, é mesmo necessário se deslocar a um local por causa de informação, equipamentos e contatos, quando tudo isso está disponível no celular?

O que importa de fato na indústria imobiliária sempre foi e será a forma com que nossos consumidores querem e precisam fazer dos espaços. Os imóveis devem permitir que o consumidor exerça suas atividades – seja morar, trabalhar ou comprar – da forma mais confortável, eficiente, produtiva e agradável possível. Ora, se muda o comportamento do consumidor, muda a forma como ele exerce seu trabalho, alteram os hábitos de compra e as necessidades dentro e fora do lar. Esses espaços também devem evoluir.

Os três “cês” pertinentes a todas as gerações anteriores aos Millenials ‘cargo, casa e carro’ não norteiam os indivíduos nascidos após 1990. Esta geração, que é a primeira nativa digital, que nasceu conectada à internet e com conteúdo de interesse disponível como, quando e onde quiser. É este consumidor que visitará algumas dezenas de apartamentos decorados daqui a algum tempo até achar àquele que o atenda. Será que ele esperará 30 meses até a entrega da unidade? Talvez não. Pois, essa geração imediatista, quer um produto feito a partir das suas necessidades, e agora.

Diante deste contexto, ou as empresas tradicionais abraçam estes novos conceitos, ou serão atropeladas por aqueles que a enxergam. Existem exemplos de disrupção em nosso mercado: Airbnb e Quinto Andar são apenas dois exemplos de empresas que pensam tecnologia e economia compartilhada. As proptechs (empresas de tecnologia dedicadas ao mercado imobiliário) receberam investimento de USD 2,67 bilhões em 2016. Em 2011, haviam sido aportadas com apenas USD 186 mil.

As organizações terão de mudar internamente para atender o desafio: a cultura, o modelo de negócios, a forma de trabalhar. É necessário que elas se apoiem em tecnologias e se aproximem das startups, com o objetivo de produzir insights acerca do seu modelo de negócios. Há muitas ferramentas disponíveis e acessíveis, que, aliadas a experiência e quantidade de informação acumulada nas empresas tradicionais do mercado, têm potencial de produzir produtos incríveis.

É preciso que nosso mercado se prepare e conheça as tecnologias que suportarão as necessidades deste novo consumidor. É nesta esteira que surgiu o Movimente, iniciativa dos Novos Empreendedores do Secovi-SP. Por meio de uma chamada de startups, pretendemos estabelecer o intercâmbio entre elas e as empresas tradicionais, de forma que novas tecnologias sejam criadas com base em problemas empresariais conhecidos, propondo soluções tecnológicas existentes. Teremos eventos de aproximação entre empresários e startups, bem como rodadas de negócios, visando extrair o máximo de cada um para a construção de um mercado imobiliário mais conectado às necessidades do consumidor do futuro.

Márcia Taques é empresária e coordenadora de Estratégias Digitais do Secovi-SP (Sindicato da Habitação).

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Sensr.IT lança nova versão de plataforma de gestão e governança em TI

Uma empresa de Tecnologia da Informação que vem chamando a atenção pela flexibilidade e agilidade nas evoluções do seu produto, a Sensr.IT anuncia o lançamento de uma nova versão da plataforma de gestão e governança em TI, denominada SENSR.IT 3.0 ALL-IN-ONE. A novidade promete trazer funcionalidades inovadoras, integradas e com facilidades que darão um upgrade na gestão estratégica de TI dos seus clientes, resultando em novas soluções e agilidade na tomada de decisão.

Fábio Varricchio, CEO da empresa, afirma que a plataforma surge para suprir a demanda de empresas que dependem de sistemas isolados, com informações descentralizadas e, muitas vezes, com dificuldades de interpretações referente à estrutura de tecnologia e organização que suportam o negócio. “Com este desafio, após longas entrevistas com CIO`s, propomos um produto totalmente integrado que possui cinco módulos estratégicos com visão gerencial e que oferece resultados em tempo real”, destaca.

O lançamento da nova plataforma é resultado da estratégia de evolução e crescimento da Sensr.IT para este ano. A empresa, que nasceu em 2014, cumpre o objetivo de facilitar e gerar eficiência em TI, agregando valor e resultado para o negócio. Tal finalidade é possível graças ao time de sócios, que reúne conhecimento e experiência numa bagagem mercadológica que soma duas décadas de trajetória, atributos que culminam na maturidade e evolução da plataforma.

Em 2017 a Sensr.IT deu outro grande passo como parte do plano estratégico de evolução da empresa, arquitetado desde sua origem, quando fez uma joint venture com a Gap Solutions, companhia especializada em estratégia de TI e CIO on demand. Esta ação ajudou a fortalecer e trazer elementos estratégicos para o produto, gerando maior visibilidade no mercado, o que transformou a Sensr.IT.

Pelo potencial reconhecido da solução, a empresa chamou a atenção de incubadoras como o PROIN da Universidade Estadual de Goiás, ACE, a maior aceleradora de Startups da América Latina, foi aprovada no processo de aceleração no Canadá e escolhida para participar da Campus Party Brasil 2018, na seção de Startups & Makers.

A Sensr.IT é congratulada para atuar em todo o Brasil e está fortemente inclinada a expandir seus produtos e serviços para outros países, como Estados Unidos, Canadá, Portugal e Inglaterra, plano que está em desenvolvimento a fim de atender clientes que atuam fora do território nacional, além de sanar os interesses pessoais dos sócios.

Fábio Varricchio salienta que está muito otimista pela evolução e maturidade que o produto conquistou e feliz pelos resultados de crescimento atingidos no primeiro trimestre de 2018, que estão dentro do plano de evolução da empresa.

Atualmente, a Sensr.IT possui três sócios com funções e características complementares que auxiliam na concepção e evolução do produto. São eles: Fábio Varricchio, CEO da empresa, Fabrício Silva, CTO, e Luís Peixoto, CMO.

A SENSR.IT possui uma Plataforma de gestão e governança em TI com cinco módulos estratégicos e totalmente integrados: Gestão de contratos e Fornecedores, Gestão de Infraestrutura, Gestão de Service Desk, Gestão de Riscos e Gestão de projetos. Cada módulo possui diferenciais não encontrados em outras soluções isoladas de mercado.

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Uso do Data Analytics é prioridade para auditores em 2018, aponta pesquisa da Protiviti

Um levantamento da consultoria global Protiviti realizado com auditores do mundo todo aponta, que iniciativas de Transformação Digital farão cada vez mais parte do dia a dia das atividades de auditoria interna das empresas neste ano. De acordo com a pesquisa, 60% dos profissionais entrevistados planejam realizar auditorias de controle interno usando data analysis gerados de sistemas tecnológicos como robótica, digitalização e Machine Learning.

O relatório aponta que as empresas europeias e asiáticas são as organizações que mais se apoiam nos recursos proporcionados pela Transformação Digital como forma de obterem uma visão mais analítica de seus processos internos. Atualmente, 76% das companhias de cada de um destes continentes já utilizam dados de análise como parte do processo de auditoria.

Em relação aos europeus, os auditores asiáticos ainda são os que mais acreditam na qualidade dos dados extraídos por meio da tecnologia, já que 59% destes profissionais dizem que interagem estrategicamente com as capacidades do analytics contra 58% da ala europeia. O levantamento também traz os temas que apresentam maiores riscos para a área de auditoria das empresas neste ano. Fraudes, ameaças de segurança cibernética, risco de terceiros e cultura corporativa lideram a lista de preocupações.

Segundo Alessandro Gratão, sócio das práticas de Auditoria Interna, Forensic e Financial Advisory da Protiviti Brasil, a auditoria interna agrega valor de fato, porém ainda há muito o que se fazer. ” É preciso atuar com uma função mais estratégica estruturando a terceira linha de defesa para combater ofensores da imagem, patrimônio, rentabilidade e perenidade das empresas, que são responsabilidades inerentes as quais a auditoria precisa buscar apoio nas soluções e inovações tecnológicas disponíveis atualmente”, explica Gratão,

O executivo ainda diz que o uso de analytics na auditoria está em estágio inicial no Brasil porque é necessário superar algumas barreiras como limitação orçamentária para aquisição e manutenção de ferramentas de data analysis, baixa maturidade de processos e, consequentemente, problemas de qualidade na origem de dados. “Além disso precisamos investir mais na capacitação de profissionais com aptidão para performar análises avançadas de dados que viabilizem informações consistentes para tomada de decisão”, finaliza.

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Elo7 completa uma década com 90 mil lojistas e crescimento histórico de 80% ao ano

Criado em 2008 como uma solução para unir compradores de produtos autorais e microempreendedores de todo o Brasil, o Elo7 chega aos 10 anos de vida consolidado como a maior plataforma da América Latina de produtos criativos e autorais. Com 90 mil vendedores ativos em mais de 3.8 mil cidades do país, a empresa acaba de divulgar o balanço da sua primeira década, e os números demonstram a expansão da plataforma: desde sua fundação, o Elo7 apresentou um crescimento histórico de 80% ao ano, sendo que apenas em 2017 o volume em vendas foi 100 vezes maior do que no primeiro ano de operação.

“Desde o princípio, o Elo7 teve como objetivo unir vendedores e compradores de todo o Brasil, para que ambos se encontrassem de forma online independentemente das fronteiras geográficas. Essa sempre foi a demanda mais intensa dos lojistas: conseguir chegar aos compradores de diferentes estados e cidades do país. Em 2008, a internet ainda não era utilizada com tanta força para fomentar o empreendedorismo, e quando lançamos a plataforma, conseguimos vencer essa limitação e ajudar o empreendedor brasileiro a expor seu trabalho sem barreiras”, explica o CEO do Elo7, Carlos Curioni.

A evolução da plataforma também manteve um ritmo acelerado em outras vertentes. Desde a criação da empresa, o Elo7 apresenta um crescimento de 45% ao ano em número de lojistas, 50% ao ano em volume de produtos cadastrados e 66% ao ano em quantidade de consumidores. “Hoje, somamos 4,5 milhões de produtos oferecidos pela plataforma, sendo que em 2008 esse número era de 75 mil produtos. Essa expansão reflete todo o investimento feito na plataforma como um todo, no intuito de evoluir a base de vendedores e compradores, além de oferecer um site otimizado e adaptado às necessidades dos dois públicos”, diz Curioni.

Ao longo do período foram implementadas diversas mudanças e adaptações na plataforma para melhorar a experiência no site para vendedores e compradores. Uma delas foi a criação do Talk7, plataforma de comunicação online para gerenciamento mobile das lojas no Elo7. “A tecnologia agora permite que transações de produtos personalizados sejam feitas de forma natural, como uma conversa, e com todas as etapas transacionais integradas em um único chat. Essa tecnologia aumentou muito a qualidade do atendimento de nossos vendedores, algo vital para o sucesso nas vendas. Tanto que desde o lançamento do Talk7, mais de são 40 mil vendedores que usam o aplicativo todos os meses para otimizar o gerenciamento da própria loja”, conta o CEO.

A próxima década

Com os primeiros 10 anos de vida finalizados, o que esperar para o próximo período? Para Curioni, a próxima década deve reservar uma evolução ainda maior em novas tecnologias, principalmente voltadas para inteligência artificial, e que serão utilizadas para melhorar ainda mais a experiência de compra e venda pelo Elo7, além de trazer gradativamente compradores e vendedores de produtos criativos e autorais para o mundo online.

“Transformar a vida de milhares de vendedores para que eles possam viver do seu talento e espírito empreendedor, tendo o Elo7 como seu parceiro de negócio é nosso grande sonho para os próximos anos. Além disso, do lado dos compradores, queremos participar de forma marcante nos milhões de momentos únicos na vida dessas pessoas. Desde o nascimento do marketplace, foram mais de 30 milhões de produtos fora de série vendidos e que fizeram casamentos, nascimentos, aniversários, casas novas e inúmeros outros momentos serem ainda mais especiais”, finaliza Curioni.

Thomson Reuters abre 12 vagas para Analista de Suporte a Sistemas em sua unidade de Campinas

A Thomson Reuters, provedora líder mundial de informação estratégica e soluções em tecnologia para os principais segmentos da economia, abriu processo seletivo para 12 vagas de Analista de Suporte a Sistemas Júnior para atuar no escritório de Campinas, interior paulista. Os candidatos devem ter formação superior completa em cursos relacionados com TI, conhecimento em SQL, interesse em atuar na área de suporte e conhecimentos avançados em Inglês ou Espanhol para atendimento telefônico a clientes internacionais.

Os profissionais vão atuar no suporte às soluções da família de produtos ONESOURCE (que inclui soluções como Mastersaf e Global Trade) da Thomson Reuters, voltados para gestão fiscal, tributária e de comércio exterior. O escopo de trabalho inclui contato telefônico com clientes internacionais para análise e entendimento detalhado de cada solicitação; esclarecimento de dúvidas funcionais sobre os sistemas; realização de consultas SQL em banco de dados; desenvolvimento de scripts em SQL; e especificação funcional de necessidades de suporte encontrados nos sistemas.

Além do conhecimento técnico, o perfil buscado para a vaga é de pessoas com iniciativa, visão inovadora e vontade de aprender e ajudar o cliente. “A Thomson Reuters está investindo no Brasil como um dos principais centros de tecnologia do mundo, inclusive para suporte ao cliente. Esta equipe está dedicada a sanar eventuais dúvidas de nossos clientes quanto ao uso de nossos sistemas e apoiá-los em eventuais problemas, oferecendo uma alternativa enquanto direcionamos a solução definitiva”, explica Fernando Tochini Aliaga, Diretor de Suporte ao Cliente para Tax & Accounting da Thomson Reuters.

As inscrições estão abertas até o dia 6 de maio e podem ser feitas apenas pela internet, no link: Vaga Analista de Suporte a Sistemas Jr.

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3 Passos para adotar a Inteligência Artificial em sua empresa

Por Martin Seefelder

Inteligência Artificial (IA) é a Buzzword do momento. Empresas fazem planos robustos e startups prometem desenvolver projetos incríveis sobre essa tecnologia. Os níveis de interesse e investimento em Inteligência Artificial têm crescido tanto nos últimos 3 anos que alguns já começam a traçar paralelos com a bolha da internet, que ocorreu nos anos 90. Mas, afinal, o que é IA e como ela realmente pode ajudar a sua empresa a crescer?

Os sistemas de IA são capazes de realizar, de forma muito mais eficiente, tarefas simples e repetitivas do cotidiano de grandes organizações, como emitir e conferir notas fiscais, conferir pedidos de benefícios de empregados, enviar e-mails de cobranças a fornecedores e até tomar decisões complexas como, por exemplo, definir qual cliente tem maior probabilidade de comprar um determinado produto.

Antes de chegar nesse nível, porém, o mais indicado é iniciar esse processo de mudança com pequenos passos, mas com uma visão ampla para o futuro. Nesse ponto entra o Robotic Process Automation (RPA), que nada mais é do que um software que automatiza as ações do usuário. Apesar de simples, o RPA é um primeiro passo na escalada da Inteligência Artificial corporativa. O grande diferencial do RPA é que ele não precisa desenvolver interfaces complexas e consegue ser flexível o suficiente para que sua manutenção seja relativamente simples. Isso reduz muito o seu tempo e custo de implantação.

Após ter implementado alguns processos e colhido os frutos dessa automação, o próximo passo nessa jornada é incluir alguns elementos cognitivos no caminho, como reconhecimento de imagens, chatbots – é um robô (robot) que conversa com as pessoas via chat – ou até alguns algoritmos baseados em aprendizado de máquina (Machine Learning). Por exemplo, é possível automatizar todo o processo de pagamento de uma nota fiscal, com robôs que reconhecem o valor da nota, validam o processo e executam o pagamento.

O terceiro passo nessa jornada é mais complexo, pois quando a empresa começa a desenvolver modelos baseados em Machine Learning para prever resultados futuros com base em seus dados históricos. São projetos de investimento mais elevado, mas que permitem, por exemplo, otimizar o consumo de matérias-primas, aprimorar a manutenção de equipamentos e até melhorar a compreensão sobre seus clientes.

Grandes empresas brasileiras já estão trabalhando fortemente na adoção da Inteligência Artificial em suas operações e colhendo benefícios concretos e impressionantes. Mas a sua empresa não precisa ser uma grande corporação para começar a trabalhar com a Inteligência Artificial. Projetos de RPA, por exemplo, podem ser executados com orçamentos relativamente modestos e até mesmo ser realizados de forma modular, no qual a automação de um processo piloto é capaz de ter resultados expressivos que podem ser utilizados para financiar os próximos passos, criando assim um ciclo virtuoso de automação e eficiência.

Martin Seefelder é gerente sênior da Deloitte Brasil e certificado em Inteligência Artificial para negócios pelo MIT (Massachusetts Institute of Technology).

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Oracle OpenWorld Brasil 2018 leva inovação ao Parque do Ibirapuera

O Oracle OpenWorld Brasil 2018, evento de tecnologia e negócios para clientes, especialistas e líderes da indústria, será realizado no Parque do Ibirapuera, em São Paulo, nos dias 20 e 21 de junho. Com a opção pela área verde e aberta, a empresa traz um novo formato, que incentiva a colaboração e uma maior interação entre os participantes – executivos, especialistas, desenvolvedores, clientes e parceiros Oracle, para discutirem as novidades e ideias que vão impactar a sociedade e as empresas de todos os tamanhos.

O OpenWorld Brasil destacará a inovação e promoverá o conhecimento com conteúdo inspiracional, bem como apresentações e exposições divididas entre o o Pavilhão da Bienal e o Auditório Ibirapuera. Além disso, os temas específicos sobre os avanços do mundo da tecnologia, como cloud computing (nuvem), inteligência artificial, Internet das Coisas e blockchain, estarão no evento em espaços diferenciados e abertos a fim de incentivar a interação do público no parque com o uso da tecnologia.

“A Oracle vem se transformando nos últimos anos e quer participar ativamente da democratização da tecnologia no Brasil. Nós acreditamos que o OpenWorld será um marco nesse processo”, diz Rodrigo Galvão, presidente da Oracle do Brasil. “Nós sabemos que, para mudar o País, precisamos transformar as pessoas. Por isso estamos abrindo as portas do Parque Ibirapuera ao público, num evento 100% gratuito que vai mostrar o quanto os avanços da tecnologia impulsionam a evolução da sociedade”.

Os registros gratuitos para o OpenWorld Brasil 2018 já estão abertos. Quem tiver interesse em participar poderá se inscrever no site Oracle OpenWorld Brasil 2018 e receber informações relevantes até o dia do evento.

Blockchain: a tecnologia que transforma o setor financeiro

Por Guilherme Mairene Rodrigues

Com um público cada dia mais conectado, os bancos possuem o desafio diário de se reinventar, desenvolver novas plataformas e melhorar os seus processos internos. O blockchain, desenvolvido em meados de 2008, vem se tornando a tecnologia chave do sistema financeiro e promete ser um grande aliado para a modernização do setor durante os próximos anos, especialmente na forma de realizar pagamentos. A ferramenta – também conhecida como encadeamento de blocos – permite o envio de moedas virtuais, como o Bitcoin, e a criação de um registro dessas transações de forma rápida, segura e transparente, diferente dos meios tradicionais.

Além disso, devido ao potencial para redução de custos e aplicabilidade, muitos bancos e startups já começaram a explorar e implementar o sistema. A tecnologia tem sido eficaz porque simplifica a distribuição e descentraliza as informações. Por meio de um livro de registro, dados de todas as operações realizadas são armazenados, com isso, nenhuma transação pode ser manipulada, ou seja, nenhum usuário pode alterar um único byte de informação dos processos já realizados.

Entre suas variadas aplicações, os pagamentos internacionais são os mais visados no momento, pois permitem a transferência de valores para qualquer lugar do mundo, de forma instantânea e sem intermediadores. Esta plataforma poderosa também está aberta para os registros contábeis de empresas em geral, universidades, entre outras entidades. O fato é que a inteligência blockchain será capaz de promover grandes mudanças nos métodos corporativos, com a implantação do mercado das criptomoedas, que vem crescendo a cada dia.

A tendência já é realidade em muitos bancos internacionais com a criação de suas próprias criptomoedas (Ripple, por exemplo). Diversas empresas já aceitam o Bitcoin como pagamento de seus serviços, pois os recursos para administrar a moeda virtual são inúmeros, como a criptografia de dados, a conversão de moedas, a verificação de autenticidade da informação, o backup automático ou manual de suas informações, entre outros. Além de altamente segura e inteligente, a tecnologia do blockchain possibilita o investimento em diferentes áreas de atuação no mercado – sendo este um grande passo para asegurar a competitividade no setor.

Guilherme Mairene Rodrigues é Principal of Technology da FH, empresa de tecnologia especializada em processos de negócios e software.

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Salesforce é escolhida pela Arcos Dorados para personalizar interação com clientes

A Salesforce (NYSE: CRM), líder global em CRM, acaba de anunciar que foi escolhida pela Arcos Dorados (NYSE: ARCO) para criar interações mais personalizadas com clientes de seus mais de 2.100 restaurantes, 2.700 stands de sobremesa e 300 McCafés.

A principal franquia do McDonald’s em 20 países da América Latina e do Caribe vai usar o Salesforce Marketing Cloud para criar jornadas relevantes e personalizadas para seus clientes em diversos canais. A plataforma Salesforce será usada para consolidar informações de clientes em todos esses canais e oferecer uma visão abrangente de cada consumidor do McDonald’s.

A empresa utilizará o Marketing Cloud para entregar comunicações, cupons e ofertas relevantes nos momentos certos e, assim, impulsionar vendas e promover fidelidade à marca. Com suporte da Deloitte Brasil (parceira Salesforce), a implementação deve ser concluída ainda em 2018.

“O foco da Arcos Dorados é oferecer ótimas experiências aos clientes nas lojas e em nosso aplicativo para dispositivos móveis”, diz Dan Gertsacov, Chief Marketing e Digital Officer da companhia. “A Salesforce nos ajudará a aumentar o engajamento de milhões de consumidores e a obter uma visão abrangente da jornada do cliente, além de nos oferecer uma solução eficiente de comunicação para conhecer melhor essas pessoas e, então, criar mensagens de marketing personalizadas”.

“Organizações em toda a América Latina querem muito melhorar as experiências que oferecem aos clientes”, diz Enrique Ortegón, gerente geral da Salesforce para a América Latina. “A automatização do Marketing é essencial para gerar experiências personalizadas e interagir com o público em escala. Temos orgulho de dar suporte à Arcos Dorados em seu objetivo de aprofundar seu relacionamento com cada um de seus clientes”.

“Acreditamos que toda empresa enfrenta o desafio de combinar inovação, tecnologia, dados e software para oferecer experiências atraentes aos usuários e que sejam condizentes com suas estratégias comerciais”, diz Alexandre Arello, parceiro da Deloitte Brasil e líder de prática da Salesforce no Brasil. “Nosso papel é ajudar a Arcos Dorados e elaborar essa estratégia e, com o suporte da Salesforce, desenvolver uma solução integrada que oriente todo o processo de transformação digital”.

Você está preparado para atender as expectativas do cliente em 2018?

Por Paul Whitelam

As organizações de serviços em campo estão sempre pensando em melhorar as expectativas de seus clientes. Os principais impulsionadores dessa evolução incluem mobilidade, novos padrões de serviço estabelecidos por empresas como Uber e Amazon, e outras que cada vez mais medem suas operações por meio de pesquisas de satisfação do cliente, processos aprimorados, softwares mais inteligentes e cloud computing. Desta forma, muitas organizações de serviços em campo conseguiram transformar a maneira como enxergam e fornecem seus serviços. No entanto, esse trabalho nunca está totalmente finalizado e, em 2018, as expectativas dos clientes continuarão subindo, bem como a capacidade de atendê-los.

No Brasil, o uso de tecnologias digitais vem melhorando a qualidade de serviços como transporte público coletivo, gerando comodidade aos usuários em cidades como Rio, Curitiba e Goiânia. Também a qualidade dos serviços de distribuição de energia elétrica melhorou em 2017 na comparação com o ano anterior, de acordo com pesquisa da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Pelo estudo, houve uma redução de 9,23% na quantidade de horas em média em que os consumidores ficaram sem energia e de 7,55% na frequência das interrupções de energia.

Essas tendências provavelmente moldarão o próximo estágio da experiência do cliente e da prestação de serviços. O grande ponto é explorar como a tecnologia pode permitir que uma empresa abrace o futuro e encante seus clientes.

Tudo sob demanda

A entrega rápida, agora, não é apenas para pizza. Os serviços de streaming de vídeo oferecem aos consumidores acesso instantâneo a milhares de filmes e programas de TV em vários dispositivos. Ocupado demais para ir ao supermercado? É possível escolher e receber mercadorias em sua porta, através de aplicativos como Instacart ou Postmates. A Amazon já oferece entrega no mesmo dia para itens selecionados.

Como tem sido o caso há algum tempo, não são os concorrentes diretos que definem as expectativas dos clientes, mas sim as melhorias das experiências que esses clientes tiveram em outros lugares. Hoje, os consumidores podem ter e obter rapidamente o que desejam. O que é um desafio para a maioria das empresas de serviços. Uma organização de serviço em campo realmente ágil utiliza recursos como mobilidade e otimização automatizada de horários, para reduzir o tempo de realização do trabalho.

Ter visibilidade completa do local e da disponibilidade de recursos pode possibilitar a reorganização de agendas de forma dinâmica, fornecer horários de atendimento mais precisos e oferecer aos clientes a capacidade de marcar compromissos em seus celulares, proporcionando essa experiência on demand que eles esperam.

Experiência do Usuário

Há momentos em que chamar um táxi é mais rápido e barato do que escolher o Uber ou o Cabify, e ainda assim, os clientes continuam recorrendo aos aplicativos de compartilhamento de viagens. Isso mostra o quanto eles valorizam a transparência e a visibilidade no processo de serviço. A facilidade de pagamento não consegue ser superada – o preço de uma corrida é mostrado na hora e o cliente é cobrado automaticamente. Esse nível de transparência também pode ser fornecido ao cliente do serviço em campo. A onipresença dos dispositivos móveis significa poder fornecer informações em tempo real aos clientes sobre a localização e o tempo provável de chegada do profissional – aumentando a satisfação com o serviço e atuando como um diferenciador em mercados competitivos.

Os clientes poderão usar uma variedade de canais para se comunicar com o provedor de serviços sobre a visita, fornecendo detalhes de acesso ao local, bem como antes do dia do serviço (com o envio de fotos sobre o assunto que precisa ser tratado para preparar melhor o técnico), por exemplo. E mesmo depois (com o envio de questionários sobre a qualidade do serviço quando a visita ainda está fresca na memória).

O cliente pode ficar assim envolvido no processo de prestação de serviços e, como resultado, sentir-se mais informado e fortalecido, tudo com rapidez e facilidade.

Machine Learning

À medida que mais organizações de serviços em campo migram para soluções baseadas na nuvem para gerenciar suas operações, elas ganham a capacidade de alavancar o poder maciço da computação elástica para processar rapidamente grandes quantias de dados, para decisões automatizadas de agendamento. Não mais dependentes das limitações de infraestrutura, as empresas podem aproveitar ao máximo o machine learning, a mobilidade e o gerenciamento de dados, que se integram para melhorar a eficiência operacional e o atendimento ao cliente.

Assim como a Netflix pode fornecer recomendações de filmes específicos com base nos hábitos dos usuários, o uso de dados históricos sobre a entrega de serviços e os resultados de compromissos anteriores permite que as organizações criem modelos cada vez mais precisos quanto ao tempo que um determinado tipo de trabalho tomará, o técnico mais adequado e as ferramentas ou peças que serão necessárias para o reparo. À medida que as empresas aprimoram sua compreensão dos pré-requisitos de uma tarefa bem sucedida, elas ficam melhores em prever o tempo que a tarefa e a viagem consumirão e, assim, desenvolvem melhores agendamentos.

Combinando isso com modelos de machine learning que incorporam padrões de tráfego, os provedores de serviços estão se tornando mais cada vez precisos na previsão dos horários diários da equipe de serviço em campo e podem fazer promessas mais assertivas a seus clientes – fidelizando-os. Informações com exatidão sobre o tempo e a duração de uma visita – e essa capacidade de entregar – irá aumentar não apenas a satisfação do cliente, mas também a confiança e a lealdade do consumidor.

Prevendo o futuro do serviço em campo

Em 2018 e nos anos seguintes, os clientes esperam velocidade, transparência, precisão e interações sem atritos. Ninguém pode adivinhar qual aplicativo ou modelo de serviço não qualificado irá redefinir suas expectativas, mas aperfeiçoar a capacidade de cumprir o que foi dito acima é uma aposta segura. Entender os fatores que contribuem para uma ótima experiência do cliente facilita a avaliação de quais tecnologias existentes e emergentes podem ajudar a atender, antecipar e superar as expectativas dos serviços.

Paul Whitelam, Vice Presidente de Marketing de Produto da ClickSoftware

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Código de Cultura: veja como essa prática está mudando a rotina do RH de empresas de TI

Uma pesquisa realizada pela Advance Consulting sobre as maiores dificuldades na área de tecnologia indica que 74% das empresas do segmento têm menos de 50 colaboradores e possuem como maior desafio a eficiência de seus profissionais e de seus processos. Para transpor essa dificuldade, muitas delas recorrem a metodologias e processos bem definidos, métricas e indicadores de desempenho que, a cada dia, ganham mais relevância e marcam esse momento novo no mercado de trabalho.

Fomentadora de uma cultura própria, a FCamara, empresa de soluções tecnológicas para empresas de e-commerce, é um dos exemplos nacionais que acreditam que o seu maior patrimônio é o capital intelectual e que todos podem se tornar empreendedores de suas carreiras. Por isso, desenvolveu seu próprio culture code. Nele, os “sangue laranjas”, nome dado aos seus colaboradores, entram em contato com as diretrizes e objetivos da empresa, como o autogerenciamento e auto responsabilização, focando na formação e incentivo ao desenvolvimento de novas ideias que podem vir a se tornar soluções e novos negócios.

“Na FCamara nós acreditamos que o sucesso está relacionado diretamente com a forma de pensar e agir na vida e nos negócios. Para desenvolver soluções inovadoras precisamos “pensar fora da caixa” e ter um pensamento inovador, pensando nisso, desenvolvemos nosso culture code que transmite nossos valores e propostas para uma carreira mais autônoma e focada em resultados”, afirma Fábio Camara, CEO da empresa.

Culture Code FCamara

Modelo Horizontal: não há hierarquia tradicional. Todos trabalham de modo colaborativo e se comunicam no mesmo nível. Não há uniformes, distinção de gênero, dress code ou protocolos formais.

Sem mesa de chefe: o CEO da empresa, Fábio Camara, não tem mesa fixa – ele trabalha de forma livre em mesas ou bancadas da empresa, tendo assim acesso e convivência com todas as áreas e setores da empresa.

WhatsApp Público: o número do celular do CEO e dos gestores são públicos e todos os colaboradores da empresa têm acesso;

Programa de Formação: a empresa promove ao longo do ano algumas edições de seu programa de recrutamento de novos talentos com o objetivo de capacitá-los e formá-los tecnicamente;

Workshops: a FCamara promove debates e palestras técnicas, de liderança e de filosofia, aplicada aos negócios para integrar e formar seus consultores

Sem uniformes: nenhum colaborador da empresa usa uniforme ou identificação relativa à sua ocupação. Todos são vistos e tratados de maneira igualitária, sem distinções.

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