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Transações online entre empresas devem superar R$ 1,8 trilhão neste ano

As transações digitais entre empresas devem movimentar R$ 1,81 trilhão em 2017. A projeção é da consultoria E-Consulting, que elabora e divulga o índice Business-to-Business online (B2BOL) há 15 anos. O levantamento mede a previsão dos volumes que serão transacionados digitalmente empresas tanto em marketplaces abertos quanto em transações realizadas em sistemas integrados entre as companhias e seus fornecedores. O total previsto até dezembro aponta um crescimento de 4,68% sobre o montante de R$ 1,69 trilhão arrecadado no mesmo período do ano passado.

O B2BOL Companies, praticado entre as trinta maiores empresas do País, que representam em torno de 76% de toda a movimentação brasileira entre companhias e suas cadeias de valor, deve alcançar R$ 1,39 trilhão neste ano, contra R$ 1,37 trilhão de 2016. Os segmentos mais compradores no período serão: bens de consumo (11,4%), governo e agências públicas (10,2%), varejo (10,7%), química e petroquímica (9,6%) e telecomunicações, TI e internet, entretenimento e mídia (8,8%).

Já o B2BOL realizado entre e-marketplaces independentes – os chamados mercados digitais intermediários – atingirá o volume de R$ 420 bilhões. Em 2016, este valor foi de R$ 359 bilhões. Nesta categoria, bens de consumo duráveis e não duráveis responderam por 14,1% do total transacionado. A categoria foi seguida por atacado e varejo (8,3%), química e petroquímica (12,3%), telecomunicações, TI e internet, entretenimento e mídia (9,2%) e Utilities (7,7%).

A E-Consulting avalia que o avanço das transações B2B por meio da web ocorre atualmente por fatores como o aumento dos investimentos em plataformas e-commerce e ferramentas de gestão de conteúdo, como catálogos online, por exemplos, pelas empresas. Acresce ainda a continuidade dos investimentos em integração end to end, leia-se pedidos de gestão, ERP, ferramentas financeiras, além de multicanalidade.

“Outros pontos de destaque que contribuem para a expansão do B2B são a continuidade da tendência por transparência, governança e controle nas relações e transações comerciais entre empresas e fornecedores”, explica Daniel Domeneghetti, porta-voz do levantamento e CEO da E-Consulting, boutique de estratégia e projetos líder em criação, desenvolvimento e implementação de serviços profissionais em Web, TI, Telecom, Contact Center, Multicanais e Novas Mídias para 47 das 100 maiores empresas do Brasil.

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Resource abre vagas para profissionais de TI em São Paulo

A Resource, uma das principais e mais bem-sucedidas multinacionais brasileiras de serviços de TI e Integração Digital, anuncia que está com três vagas abertas para profissionais de TI em sua sede, localizada no CENESP (Centro Empresarial de São Paulo). As oportunidades são para atuar como Consultor Especializado em Salesforce.

Para concorrer ao cargo, é preciso ter no mínimo três anos de experiência em desenvolvimento de Software como Serviço (SaaS) para plataformas Sales Cloud, Service Cloud e Marketing Cloud. Serão consideradas diferenciais as certificações Salesforce Certified Administrator, Certified Platform App Builder e Certified Platform Developer I.

A Resource oferece todos os benefícios compatíveis com o mercado, além de proporcionar ao profissional selecionado a viabilidade de crescimento e experiência dentro de uma das maiores empresas de TI do Brasil. Os candidatos interessados devem cadastrar o currículo no site da companhia (http://www.resourceit.com/pt/vagas-ti/) ou enviar o documento diretamente para o e-mail recrutamentoeselecao@resource.com.br.

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A condenação de Lula é a redenção do Brasil?

Por Rodrigo Valverde, sócio do Schroeder&Valverde

Com a recente condenação do ex-presidente Lula, discussões foram travadas, algumas sob ponto de vista ideológico, outras sob o olhar socioeconômico, mas, afinal, o que esta decisão traz como mensagem principal?

Poderíamos apenas replicar partes da sentença do juiz, em especial aquela que diz que “ninguém está acima da lei”. Mas o objetivo deste artigo não é entrar nos pormenores jurídicos da decisão, nem nos efeitos políticos da sentença condenatória. Queremos abordar o que entendemos que esta decisão pode trazer de mensagem para o Brasil e para aqueles que acreditam e investem no País.

O boom econômico vivido na época do governo Lula e parte do governo Dilma conseguiu abafar medidas de cunho ideológico-partidário que afetaram o País e que, agora mais do que nunca, obriga toda a população a pagar uma dívida nunca vista antes na história do Brasil. Só para dar um exemplo, as várias decisões da ex-presidente Dilma no setor elétrico trouxeram uma instabilidade sem precedentes e, como é sabido hoje, uma conta bilionária de, ao menos, R$ 62,2 bilhões – valor que deverá ser paga pelos consumidores em suas faturas nas contas de luz até 2025.

Quando não temos mais um cenário em que um cartel de construtoras domina todas as obras públicas, temos empresas estrangeiras dispostas e aptas para operar as obras de infraestrutura. Quando ideologias e benesses aos amigos do rei estão sendo objeto de ações penais, condenações e prisões, aliado a um movimento de discussão e aprovação de reformas – trabalhistas e previdenciárias, por exemplo -, os investimentos poderão ser destravados.

Em janeiro, US$ 11,5 bilhões ingressaram no País direcionados para o setor produtivo, um recorde para o mês. Comparado com janeiro do ano passado, o volume de investimentos estrangeiros mais que dobrou, cresceu 111,3%. Estes indicadores motivam o País a trabalhar em agendas que permitam o aumento do Índice de Confiança do Investimento Externo Direto e a reconquistar o grau de investimento, adquirido em 2008 e perdido em 2015. Se tudo isso acontecer, o mercado de ações no Brasil pode voltar a crescer.

Em 2016, tivemos dez operações no mercado de ações que movimentaram R$ 10,6 bilhões, mas somente delas foi um IPO de fato – a abertura do capital da Alliar, da área de saúde. Vale lembrar que este IPO foi o primeiro em 15 meses.

Para 2017, estimativas apontam para um número entre 15 a 40 ofertas, as quais dependem muito do capital dos investidores estrangeiros – a oferta da Azul, por exemplo, 80% das ações foram compradas por estrangeiros.Também por isso, a agenda de reformas e uma nova postura do Brasil para com empresas, empresários e gestão da economia precisa ser diferente – e melhor.

O Brasil continua sendo um mar de oportunidades a serem exploradas. Há muito espaço para investimentos nos mais diversos setores, como infraestrutura, saúde e educação. Acho que falta pouco para virarmos por completo uma história de uma economia de compadres para uma economia competitiva e de livre mercado. Quando tudo isso acontece, o nível de emissão de títulos, públicos e privados, aumentará de forma significativa e apenas um dos indicadores do retrato do País que merecemos. Neste dia, lembraremos da sentença do juiz Sérgio Moro como um marco da redenção do Brasil.

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Laboratórios de Varejo – Um incentivo à inovação do segmento

Por Mauricio Andrade de Paula

Os laboratórios de varejo, livre tradução para o termo em inglês retail labs, vêm ganhando espaço nos últimos tempos. Esta expressão tem sido usada para designar iniciativas e espaços que buscam a inovação nas operações do varejo, como unidades pensantes e idealizadoras de ações “fora da caixa”.

Apesar de o termo trazer um ar de novidade e modernidade, esta prática não é tão nova assim no setor varejista. Quem está por dentro dos negócios do segmento sabe que as palavras transformação e inovação são consideradas seus principais pilares, sempre buscando novas alternativas para melhorar a experiência dos consumidores e criando níveis de excelência operacional.

Mas, o que muda com esta nova abordagem? O laboratório é onde se aprende errando. A operação dentro do varejo não permite erros: com um cenário tão competitivo, onde o lucro e as oportunidades estão nos pequenos detalhes, qualquer ponto fora da curva pode custar muito caro. No entanto, inovar e achar novas alternativas para uma operação não é tão simples assim.

Muitas vezes, uma novidade precisa de inúmeros ajustes, não sendo um sucesso de imediato. Contudo, com alguns reparos aqui e ali, ela pode gerar novas opções para o varejista. E é justamente esta a principal semelhança de um laboratório de varejo com um centro de pesquisa & desenvolvimento: a orientação para geração de experimentos controlados dentro desse ambiente, permitindo erros e acertos que aumentem o nível de conhecimento.

Vale ressaltar que os resultados serão analisados na prática. Além dessa liberdade, os laboratórios buscam aproximar os “profissionais-cientistas” do cotidiano do varejo, mantendo a blindagem para que eles não sejam sugados pelos desafios operacionais comuns ao dia a dia. Estes profissionais devem ser direcionados para novas descobertas e insights que realmente trarão benefícios quantificáveis ao setor.

Outra característica inerente a estes laboratórios diz respeito ao intercâmbio de profissionais inovadores. Em alguns casos implementados ao redor do mundo, estes espaços podem selecionar pessoas de diversos setores (marketing, operações, logística, comercial, etc.), que já fazem parte do quadro de colaboradores da empresa e têm em comum uma capacidade intraempreendedora aguçada para atuar como temporários em algum experimento em que seus conhecimentos, habilidades e atitude farão a diferença.

Depois de alcançado o objetivo, os especialistas voltam para as suas posições de origem com um novo papel: de embaixadores da mudança e líderes da implantação dessas novas formas de fazer negócios.

Em tempos em que a palavra terceirização está em evidência nos noticiários brasileiros, alguns varejistas nacionais já contam com a opção de terceirizar grande parte de seu laboratório a empresas como a Teradata, que possui especialistas da indústria, arquitetos de solução tecnológica e cientistas de dados que ajudarão nessa busca pela inovação no país.

O processo é praticamente o mesmo do feito em casa, mas, com um parceiro que irá fornecer acesso ao estado da arte em tecnologia, a especialidade em lidar com os dados e o conhecimento de mercado. A principal vantagem desta prática é a flexibilidade, uma vez que um laboratório não irá fabricar inovações diariamente, já que depende de todo um processo de pesquisa, análise e testes.

Além da diminuição do custo, a terceirização de um laboratório de varejo pode ser ainda mais positiva quando somada à experiência do parceiro, que pode usar benchmarks internacionais para direcionar e acelerar os resultados dentro de um novo projeto.

Assim, varejistas que têm processos já em andamento e estão em plena corrida pela inovação – que representa um experimento com escopo definido – conseguem realizá-los em um período de seis a dez semanas, tempo rápido quando comparado às abordagens tradicionais.

Cabe lembrar que as descobertas não representam coisas ligadas à tecnologia, mas sim a detalhes do comportamento do consumidor, da operação das lojas e resultados das iniciativas promocionais, entre outras questões. Os insights encontrados devem ser rapidamente transformados em ações práticas que irão gerar novas informações para novas análises e novos ajustes de rota – é um ciclo contínuo. Acredite naquilo que os seus dados revelarem e transforme essas respostas em missões críticas para o sucesso.

Mauricio Andrade de Paula é diretor vogal do Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo e Mercado de Consumo (IBEVAR) & Consultor de Negócios Sênior em Análise Avançada de Dados e Big Data para a Indústria de Varejo na América Latina da Teradata

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Conheça cinco tendências na gestão de pessoas

Empresa catarinense, a Ahgora Sistemas inova e traz soluções para o setor de Recursos Humanos por meio da Transformação Digital

O mercado de trabalho mudou nos últimos anos e isso impactou também no departamento de Recursos Humanos que está com novos desafios na gestão de pessoas. Dentre eles, fazer a gestão eficiente da frequência e presença dos colaboradores, tanto para aqueles que trabalham na empresa quanto para os que fazem trabalho externo ou em home office.

As empresas que ainda não adotaram o modelo home office precisam pensar urgentemente nesta questão, afinal, este tipo de prestação de serviço é uma tendência e os próprios profissionais buscam cada vez mais empresas que permitem trabalhar de qualquer lugar, seja em casa, em uma cafeteria ou em um escritório de coworking.

Esse novo modelo além de ser prático, contribui para o profissional ter mais qualidade de vida, levando em consideração que ele pode conciliar melhor a agenda fugindo do trânsito das grandes cidades – o que dá até para incluir um esporte na rotina, por exemplo. Com isso, a gestão de pessoas por meio da transformação digital tem ganhado cada vez mais espaço no mercado.

Para facilitar o papel do departamento de Recursos Humanos, a Ahgora criou diversas ferramentas digitais para que a gestão de pessoas feita pelas empresas aconteça de forma transparente e estratégica, baseada em informações em tempo real. Os colaboradores passam a registrar o ponto online e as informações da jornada de trabalho são enviadas em tempo real.

Além disso, os funcionários contam com o Portal do Colaborador, onde podem fazer ajustes online e visualizar o espelho de ponto. Tudo isso de forma clara e prática por meio de um smartphone, notebook, tablet ou qualquer computador que acesse a internet. Esse é o futuro do mercado e deve se tornar realidade para a maioria das empresas nos próximos anos.

Confira as cinco tendências de gestão de pessoas que as empresas devem adotar para atender às novas demandas do mercado.

Informações em tempo real

É imprescindível que o gestor tenha as informações em tempo real e na palma da mão a qualquer momento e lugar. Assim, consegue agir de maneira eficiente, evita custos adicionais devido à falta de informações e possibilita que a companhia tome decisões precisas com base nos dados gerados.

Sempre atualizado

Contar com um sistema no modelo SaaS (software como serviço) e em nuvem (cloud computing) é garantia de que o sistema estará sempre atualizado, sem custo adicional por isso. Sempre que houver uma mudança na legislação, por exemplo, a mesma será atualiza no sistema online, sem ônus. Assim as empresas ganham agilidade no processo de gestão e nas tomadas de decisão, bem como a garantia de que dispõe de um serviço atualizado e que atenda as normas vigentes.

Reduzir custos operacionais

Manter em funcionamento uma estrutura de TI exige investimentos que desviarão o foco de seu verdadeiro negócio. Por isso, contrate uma empresa que fornece toda a estrutura de TI. Assim você passa a contar com uma estrutura sólida e segura sem precisar investir em infraestrutura.

Informações Seguras

Armazenar documentos em pastas e arquivos é coisa do passado! Os servidores em nuvem estão aprimorando as criptografias e certificados de segurança para preservar os dados.

Tudo Online

Fuja das instalações locais. As aplicações que rodam online são mais inteligentes e facilmente escaláveis. Busque pelas que não tenham limites de licença por números de máquinas, o que irá facilitar o dia a dia da sua empresa, pois, você poderá usar de onde quiser e quando quiser!

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PABX tradicional x a Nuvem: a decisão da Rede Marriot

A rede Marriot Inc., maior conglomerado de hotéis luxuosos do mundo, foi confrontada com uma crítica decisão: substituir os sistemas de PABX tradicionais e seus servidores para hardwares mais modernos ou trocar todo sistema pela tecnologia em nuvem. Muitas redes de hotéis vêem soluções avançadas de Comunicações Unificadas em Nuvem (UCaaS)como uma oportunidade para aumentar a colaboração da equipe em uma propriedade (ou propriedades) do hotel, minimizar e agilizar a quantidade de dispositivos que os membros da equipe usam e, em última análise, impactar a experiência geral dos clientes com maior satisfação durante a estadia. Embora os benefícios sejam significativos, os hotéis enfrentam alguns obstáculos ao decidir mudar para a tecnologia em nuvem.

Orçamento

Devido ao encolhimento dos orçamentos a cada ano e a crescente demanda por melhorias na tecnologia, o orçamento é uma das questões primordiais a ser questionada. Uma instalação telefônica baseada em PABX tradicionais pode parecer a melhor opção, porém a longo prazo seu custo com atualização de softwares e manutenção de servidores podem superar, e muito, o investimento feito em telefonia na nuvem. Além disso, o PABX em nuvem pode mostrar com antecedência todo o investimento que será feito e não tem custo algum para atualização ou manutenção. A Comunicação Unificada em Nuvem permite que hotéis paguem por usuário, ou por mês. Com a economia, o dinheiro pode ser investido em melhorias na estrutura e atendimento dos hospedes.

O JW Marriott – um resort de luxo em Veneza, Itália – implementou recentemente a sua solução Comunicação Unificada em Nuvem com base no conjunto de recursos da BroadSoft Hospitality, evitando assim, custos de suporte do PABX tradicional, investimento de capital continuo e também eliminou tarifas de ligação de longas distancia (DDD e DDI).

Gerenciando múltiplos sistemas no mesmo lugar

Gerenciar sistemas de comunicação para um hotel pode ser bastante desafiador, porém ao levar em consideração que este é um serviço que todos precisam se comunicar várias vezes ao dia você experimenta outro nível na gestão da integração do sistema de telefone.

Com o sistema de PABX tradicional, os hoteleiros podem ser forçados a lidar com sistemas que não possuem comunicação entre si, diferentes capacidades e até mesmo fornecedores diferentes. Esta desconexão pode criar problemas de interoperabilidade e perda de produtividade devido a uma comunicação ineficiente.

É por essa e outras razões que muitas empresas que gerenciam hotéis preferem soluções de UCaaS que fornecem recursos padronizados, gerenciamento centralizado e interoperabilidade total em todas as instalações do hotel. As soluções PABX em nuvem são gerenciadas e requerem menos recursos para operar, suportar e proporcionar uma maior eficiência de comunicação.

As soluções BroadSoft podem suportar centenas, milhares e até milhões de usuários. A rede Marriott Inc. pode expandir seus serviços em suas carteiras de hotéis sem ter que gerenciar a própria capacidade de tecnologia.

A migração para nuvem não precisa ser cheia de obstáculos nem se tornar um desafio para o cliente. A solução BroadSoft’s Hospitality foi projetada juntamente com os hoteleiros para fornecer uma integração e transição perfeita para sistemas UCaaS e PABX baseado em nuvem.

A solução Hospitality oferecida pela BroadSoft otimiza o retorno sobre o investimento (ROI), simplificando e consolidando a gestão dos serviços de rede baseados em propriedade do cliente da sua indústria hoteleira através de uma única camada central de integração e gerenciamento.

Assista o vídeo a seguir e veja os avanços feitos no JW Marriot em Veneza, Itália com o BroadSoft Hospitality.

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Lucro líquido da Algar Telecom registra um aumento de 57,9% e atinge R$ 65,2 milhões no segundo trimestre

Mantendo sua estratégia para obter mais eficiência operacional, a Algar Telecom encerrou o 2T17 com lucro líquido de R$ 65,2 milhões, um acréscimo de 57,9% em relação ao mesmo período de 2016. A empresa registrou Ebitda consolidado de R$ 206,8 milhões de abril a junho deste ano, incremento de 16,8% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, com destaque para o Ebitda do negócio Telecom que encerrou o trimestre em R$ 174,6 milhões, elevação de 13% em relação ao 2T16, com a margem de 38%, crescimento de 2 p.p.

A Algar Telecom encerrou o 2T17 com 3,6 milhões de unidades geradoras de receita – UGRs em seu negócio Telecom, uma adição líquida de 230 mil em relação ao mesmo período do ano anterior. A evolução de 6,8% foi impulsionada principalmente pelos serviços de banda larga e telefonia fixa, que cresceram 11,7% e 10,6%, respectivamente. A empresa apresentou um crescimento de 34.1% nos acessos de ultra banda larga (acima de 10MB).

“Temos três grandes metas no negócio de Telecom: manutenção e proteção da base de clientes do segmento varejo, expansão do segmento corporativo e a melhoria da eficiência operacional. Os bons resultados comprovam que temos gerado valor para a sociedade por meio de crescimento, lucratividade, satisfação de clientes e de nossos associados”, afirma o presidente da Algar Telecom, Jean Borges.

Destaques do 2T17

Crescimento de 34.1% nos acessos de ultra banda larga (acima de 10MB);
Evolução de 16,8% no Ebitda consolidado, impulsionada pelo Ebitda do negócio de Telecom, com margem de 38%

Desempenho econômico financeiro

– Receita bruta consolidada: cresceu 8,4% no comparativo com o 2T16, alcançando R$ 881,8 milhões. Os destaques foram: um aumento de 11,0% nas receitas de serviços de dados para o mercado corporativo e 40,3% nas de dados móveis; e um crescimento de 8,8% (R$ 19,6 milhões) no negócio Gestão de Clientes e Gestão de Serviços de TIC quando comparado ao

– Receita líquida consolidada: totalizou R$ 670,6 milhões no trimestre, uma evolução de 7,4%, quando comparada com o 2T16.

– EBITDA consolidado de R$ 206,8 milhões no 2T17, incremento de 16,8% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior (R$ 177,1 milhões). A margem EBITDA consolidada atingiu 31%, ante 28% no mesmo período do ano anterior.

– EBITDA do negócio Telecom alcançou R$ 174,6 milhões no 2T17, elevação de 13,0% em relação ao 2T16, a margem cresceu 2 p.p. Essa evolução foi propiciada pelo crescimento da receita, acompanhado de ações da companhia por maior eficiência operacional.

– EBITDA do negócio Gestão de Clientes e Gestão de Serviços de TIC apresentou um aumento de 42,5%, somando R$ 32,2 milhões, com uma margem maior de 4 p.p.

– Lucro líquido: encerrou o trimestre com R$ 65,2 milhões, frente aos R$ 41,3 milhões registrados no 2T16, a margem sobre a receita operacional líquida cresceu 3 p.p. A evolução do lucro líquido, é decorrente do maior resultado operacional (EBIT) da companhia no período, além de um melhor resultado financeiro.

– Investimentos: R$ 97,6 milhões no trimestre, ante R$ 141,4 milhões no mesmo período do ano anterior. O maior volume, no 2T16, se refere a construção do cabo submarino no montante aproximado de R$ 50,0 milhões, que a companhia investe desde o final de 2014. Dentre os destinos dos recursos: 30% foi direcionado à expansão das redes, 49% à continuidade do negócio, 3% para o crescimento dos serviços do negócio Gestão de Clientes e Gestão de Serviços de TIC e 18% para garantir a manutenção e a qualidade das operações.

Desempenho operacional

O negócio Telecom encerrou o 2T17 com 3,6 milhões de unidades geradoras de receita – UGRs, uma adição líquida de 230 mil em relação ao mesmo período do ano anterior. A evolução de 6,8% foi impulsionada principalmente pelos serviços de banda larga e telefonia fixa, que cresceram 11,7% e 10,6%, respectivamente.

– Telefonia fixa: Ao final do 2T17, a companhia apresentava 1,717 milhão de linhas fixas, uma evolução de 10,6% em relação ao mesmo período do ano anterior. Esse desempenho é reflexo, principalmente, do aumento das vendas ao segmento corporativo nas regiões de expansão, no qual o crescimento da receita foi de 11,0%.

– Telefonia móvel: a base de clientes móveis somou 1.304 mil, um acréscimo de 1,4% frente ao 2T16. O número de clientes pós-pagos cresceu 4,1% no período e alcançou 359 mil, os pré-pagos por sua vez cresceram 0,4% e atingiram 945 mil. A receita média por usuário (ARPU) do 2T17 foi de R$ 20,39.

– Banda larga: os acessos banda larga fixa evoluíram 11,7% no comparativo anual, atingindo 498 mil acessos no 2T17. Essa evolução é resultado dos contínuos investimentos da companhia na expansão e na modernização da rede. Ao final do trimestre, cerca de 220 mil clientes já usufruíam de planos de ultra banda larga (velocidade acima de 10Mbps), o que representava 44,2% da base total de banda larga fixa e apresentaram velocidade média de 15,51Mbps.

– TV por assinatura: registrou queda de 3,9% no total de usuários do serviço de TV por assinatura se comparado ao 2T16, em razão do momento macroeconômico e a queda do número de usuários em função de substituição do serviço por produtos substitutos (OTT).

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DigitalnetBR deve incrementar em 20% receita em 2017

A DigitalnetBR, integradora líder em soluções customizadas de comunicação e colaboração unificadas, é a primeira brasileira a receber certificação na metodologia SOF (Skype Operations Framework) e ter a sua oferta Easy Cloud O365 publicada no site oficial da Microsoft. Com esse reconhecimento, a empresa passa a integrar o seleto grupo de players de alto nível, entre eles gigantes mundiais, capazes de implantar complexos projetos Cloud PBX e Skype for Business, em total conformidade as melhores práticas da Microsoft. A certificação abre novas perspectivas de negócios para a DigitalnetBR, devendo propiciar um incremento de 20% na receita da companhia, ainda em 2017. Em 2016, o faturamento foi de R$ 31 milhões.

Uma pesquisa conduzida pela Global Market Insights, Inc estima que o mercado de comunicações unificadas movimentará US$ 96 bilhões até 2023, em todo mundo. Esse crescimento do setor será liderado pelas soluções hospedadas em cloud computing, cuja receita deve saltar de US$ 14 bilhões em 2015 para US$ 49 bilhões até 2023. O conceito de Modern Workplace, que vem ganhando cada vez mais espaço no dia a dia corporativo, refere-se ao uso de um conjunto de tecnologias que permitem que o trabalho seja realizado de forma colaborativa, a partir de qualquer lugar, com qualquer dispositivo e em qualquer horário.

“Há uma forte tendência no mercado por projetos que aumentem a produtividade das organizações e, neste contexto, é crescente a demanda por projetos Skype for Business em ambiente seguro, profissional e que proporcione ao usuário uma única interface para comunicação e colaboração. A conquista dessa certificação, aliada a experiência em implementar projetos complexos de UC&C e possuir uma oferta para fornecimento de equipamentos no modelo HaaS, ou seja, hardware como serviço, traz um importante diferencial tornando a proposta da DigitlantBR única no mercado e criando novas oportunidades de negócios”, ressalta José Augusto Mendes Júnior, diretor comercial.

A DigitalnetBR desenvolveu parcerias com os principais fabricantes para oferecer todas as soluções complementares envolvidas no projeto que compõem o amplo ecossistema criado em torno do Skype for Business e que melhoram a experiência de uso da solução, como, por exemplo, telefones, headsets, gateways, contact center, gravação, terminais de vídeo para salas de reuniões e entre outros, inclusive na modalidade de HaaS (hardware como serviço, do inglês hardware as a service). Acompanha todas as etapas do projeto, desde o planejamento, implantação e, posteriormente, suporte no dia a dia da operação.

Desde 2011, a Digitalnetbr trabalha com integrações e serviços Skype for Business. Essa atuação pioneira e precoce permitiu à empresa criar experiência e desenvolver referências, que a tornaram reconhecida em toda América Latina. A empresa realiza investimentos constantes e elevados em capacitação técnica, tendo conquistado certificações de alto nível em tecnologias líderes, como MicroSoft Gold Communications Partner, Polycom Platinum Partner e Audiocodes Gold Partner.

São mais de cinco mil usuários suportados, mais de três mil telefones convertidos para Skype for Business e implementação/migração de 28 clientes, em sua maioria companhias de grande porte. Além de dispor de um time totalmente treinado de acordo com a metodologia SOF, desenvolveu um modelo próprio para orientar os projetos de migração em direção à nuvem. Conhecido como Easy Cloud O365, o mesmo consiste em um conjunto de programas desenvolvido pela DigitalnetBR, aperfeiçoado ao longo do tempo e inteiramente alinhado à estrutura de serviços SOF. Caracteriza-se ainda por um escopo robusto e atestado de serviços profissionais, incluindo consultoria, avaliação de rede, implementação, treinamento, monitoramento e programas de adoção de usuários.

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Dell renova portfólio corporativo de notebooks 2 em 1

A Dell – líder no mercado brasileiro de computadores – anuncia a renovação de seu portfólio de notebooks 2 em 1 para empresas, com o lançamento de equipamentos nas linhas Latitude 5000 e 7000. Entre as novidades está o Latitude 7285, que combina recursos de segurança avançados e um teclado destacável, com as funcionalidades e interatividade de um tablet, e tela de altíssima resolução (QHD). Outro destaque é o modelo Latitude 12 5000, que entrega alta versatilidade a partir de um sistema de rotação da tela em 360º.

Os novos notebooks respondem ao aquecimento na demanda do mercado corporativo global nesse segmento que, de acordo com a consultoria IDC*, registrou crescimento de 46% no volume de unidades comercializadas durante o primeiro trimestre do ano, na comparação com o mesmo período de 2016. Além do formato que combina notebook e tablet, as novidades da Dell incluem recursos de segurança avançada, como: autenticação multifator, criptografia e proteção contra malware. Além disso, as tecnologias de gerenciamento e manutenção embarcadas nos equipamentos permitem uma integração simplificada em qualquer ambiente de rede corporativa.

“Esses lançamentos reconhecem o avanço das necessidades dos executivos modernos que estão aquecendo o mercado de notebooks 2 em 1 com o desejo por equipamentos que tenham todas as capacidades e funcionalidades de um desktop, mas que também ofereçam a praticidade e a autonomia de bateria de um tablet”, descreve Daniel Bretas, gerente de Marketing de Produto de Notebooks Corporativos da Dell Brasil.

Notebook 2 em 1 Latitude 7285

Com medidas compactas e tela de 12,3” com resolução WQHD+ (2880 x 1920), o notebook 2 em 1 Latitude 7285 é a oferta mais completa da Dell para o segmento de ultramobilidade. O equipamento foi desenvolvido para atender aqueles executivos que desejam o dispositivo mais fino e leve possível, sem abrir mão de desempenho e segurança. Para isso, o notebook inclui a 7ª geração de processadores Intel Core e conta, ainda, com versões com a tecnologia Intel vPro – capaz de permitir o gerenciamento remoto do parque de equipamentos.

A produtividade no equipamento é ampliada pelo uso de um teclado destacável que permite longas horas de digitação com conforto e precisão. Além dessa alternativa, a Dell ainda oferece como opcional um teclado adicional (Productivity Keyboard), que combina a melhor experiência de digitação possível com uma bateria extra capaz de impulsionar o dispositivo até 12h03min** de trabalho contínuo a partir de uma única carga. Complementam as configurações do equipamento até 8GB de memória RAM e armazenamentos em SSD de até 512GB.

Notebook 2 em 1 Latitude 12 5000

Com um sistema de rotação da tela de 12” em 360º, o Latitude 12 5000 se destaca pela versatilidade e longa autonomia da bateria, capaz de manter o equipamento em operação contínua por até 17h. O notebook 2 em 1 foi desenvolvido para operar nos modos notebooks, tablet, tenda e apresentação, contando com configurações de ponta, como: processadores de 7ª geração Intel Core (vPro opcional), até 256GB de espaço para armazenamento de dados em SSD e memória de 8GB.

Disponibilidade

Os notebooks 2 em 1 Latitude 7285 já podem ser adquiridos no site da Dell no Brasil (www.dell.com.br), com preço inicial de R$ 10.998.

Os modelos Latitude 12 5000 também já estão disponíveis na loja virtual a partir de R$ 8.096

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MZiQ participa do maior evento de Fintechs do Brasil

O MZiQ, plataforma que revoluciona o dia-a-dia do mercado de capitais, tem presença garantida na primeira feira de Fintechs na América Latina – a Fintouch. Com um estande expositor, o time de inteligência do MZiQ mostrará os benefícios e facilidades que a plataforma agrega ao cotidiano dos analistas e mercado financeiro de um modo geral.

O MZiQ centraliza, em uma única plataforma tecnológica, as principais ferramentas que empresas e fundos necessitam para se comunicar e engajar investidores (em ações, cotas ou títulos de dívida). O MZiQ visa oferecer as informações mais relevantes para uma melhor tomada de decisão e criação de valor para a companhia e seus acionistas, para isso conta com ferramentas diferenciadas para interação com o investidores, gestão de contatos e base acionária e análise de mercado.

A Fintouch é primeira feira da América Latina totalmente voltada para o mundo das fintechs. A realização do evento é uma parceria da ABFintechs (Associação Brasileira de Fintechs) com a StartSe, maior ecossistema de startups do Brasil.

Fintouch – A maior conferência de fintechs para o mercado financeiro
Data: 15 de agosto de 2017
Horário: 9h às 20h
Local: Expo Center Norte – São Paulo

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Sociedade Brasileira de Computação lista seis dicas para navegar com segurança nos dispositivos móveis

A utilização de um antivírus atualizado e cuidados com sites desconhecidos são algumas das prevenções básicas que as pessoas que navegam pela internet hoje, por meio de computadores pessoais (notebooks e desktops), sabem que são fundamentais para não terem seus computadores invadidos e seus dados roubados. Porém, segundo pesquisa divulgada recentemente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 92% dos domicílios brasileiros já acessaram a internet por meio do telefone celular.

O diretor de educação da Sociedade Brasileira de Computação (SBC), Avelino Zorzo, explica que a ampliação da capacidade de armazenamento interno dos dispositivos móveis e a melhoria dos processadores destes itens tem possibilitado às pessoas, por comodidade e praticidade, que concentrem as suas interações do dia a dia nos celulares e tablets.

“Atualmente, é impensável imaginar que um portal de notícias ou site de banco não possua um layout responsivo que permita aos internautas navegarem a partir de um smartphone. As empresas já perceberam que as pessoas preferem acessar a sua conta de banco e e-mail por estes dispositivos e têm investido cada vez mais em melhorias que facilitem esta navegação”, comenta Zorzo.

Contudo, segundo o especialista, o que muitos usuários ainda não perceberam é que o acesso por meio dos celulares e tablets funciona da mesma forma de um computador tradicional e, por isso, necessitam dos mesmos cuidados quando o tema é segurança.

“No caso dos smartphones, que armazenam grande quantidade de informação (como mensagens SMS, lista de contatos, fotos, vídeos, números de cartão de crédito e senhas) e possuem aplicativos desenvolvidos por terceiros (que podem conter comando para a execução de atividades maliciosas), a precaução com a proteção deve ser ainda maior”, comenta o diretor.

Para auxiliar os internautas, a SBC lista algumas dicas da Cartilha de Segurança Para Internet, elaborado pelo CERT.br, que podem ajudar as pessoas a navegarem com segurança.

Ao usar seu dispositivo móvel:

? Se disponível, instale um programa antimalware antes de instalar qualquer tipo de aplicação, principalmente aquelas desenvolvidas por terceiros;
? Mantenha o sistema operacional e as aplicações instaladas sempre com a versão mais recente e com todas as atualizações aplicadas;
? Fique atento às notícias veiculadas no site do fabricante, principalmente as relacionadas à segurança;
? Seja cuidadoso ao instalar aplicações desenvolvidas por terceiros, como complementos, extensões e plug-ins. Procure usar aplicações de fontes confiáveis;
? Seja cuidadoso ao usar aplicativos de redes sociais, principalmente os baseados em geolocalização, pois isto pode comprometer a sua privacidade.

Na compra de um novo celular ou tablet:

? Considere os mecanismos de segurança que são disponibilizadas pelos diferentes modelos e fabricantes e escolha aquele que considerar mais seguro;
? Caso opte por adquirir um modelo já usado, procure restaurar as configurações originais, ou “de fábrica”, antes de começar a usá-lo;
? Evite adquirir um dispositivo móvel que tenha sido ilegalmente desbloqueado (jailbreak) ou cujas permissões de acesso tenham sido alteradas. Esta prática, além de ser ilegal, pode violar os termos de garantia e comprometer a segurança e o funcionamento do aparelho.

Ao acessar redes de internet:

? Seja cuidadoso ao usar redes Wi-Fi públicas;
? Mantenha interfaces de comunicação, como bluetooth, infravermelho e Wi-Fi, desabilitadas e somente as habilite quando for necessário;
? Configure a conexão bluetooth para que seu dispositivo não seja identificado (ou “descoberto”) por outros dispositivos (em muitos aparelhos esta opção aparece como “Oculto” ou “Invisível”).

Proteja seu dispositivo móvel e os dados nele armazenados:

? Mantenha as informações sensíveis sempre em formato criptografado;
? Faça backups periódicos dos dados nele gravados;
? Mantenha controle físico sobre ele, principalmente em locais de risco (procure não deixá-lo sobre a mesa e cuidado com bolsos e bolsas quando estiver em ambientes públicos);
? Use conexão segura sempre que a comunicação envolver dados confidenciais;
? Não siga links recebidos por meio de mensagens eletrônicas;
? Cadastre uma senha de acesso que seja bem elaborada e, se possível, configure-o para aceitar senhas complexas (alfanuméricas);
? Configure-o para que seja localizado e bloqueado remotamente, por meio de serviços de geolocalização (isso pode ser bastante útil em casos de perda ou furto);
? Configure-o, quando possível, para que os dados sejam apagados após um determinado número de tentativas de desbloqueio sem sucesso (use esta opção com bastante cautela, principalmente se você tiver filhos e eles gostarem de “brincar” com o seu dispositivo).

Ao se desfazer do seu dispositivo móvel:

? Apague todas as informações nele contidas;
? Restaure a opções de fábrica.

O que fazer em caso de perda ou furto:

? Informe sua operadora e solicite o bloqueio do seu número (chip);
? Altere as senhas que possam estar nele armazenadas (por exemplo, as de acesso ao seu e-mail ou rede social);
? Bloqueie cartões de crédito cujo número esteja armazenado em seu dispositivo móvel;
? Se tiver configurado a localização remota, você pode ativá-la e, se achar necessário, apagar remotamente todos os dados nele armazenados.

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Banco Agiplan e Amcham Porto Alegre promovem concurso de startups

Construir o futuro do Rio Grande do Sul por meio do empreendedorismo se transformou no propósito da Amcham Porto Alegre. Mirando nesse resultado, a Câmara Americana do Comércio para o Brasil, que hoje conta com cerca de 600 empresas associadas, em parceria com o Banco Agiplan, promove em setembro a primeira Amcham Arena do país. Trata-se de um evento que colocará startups frente a frente com grandes empresas. O objetivo é aproximar o universo corporativo do ecossistema de startups e conectar empresários, executivos, empreendedores e investidores. As inscrições começam nesta quinta-feira, 27 de julho, e seguem até o dia 14 de agosto por meio do site www.amcham.com.br.

Para Marcelo Rodrigues, gerente da Amcham Porto Alegre, inovação é um dos pilares da construção do futuro do RS. “As cadeias globais cada vez mais conectadas exigem que as empresas acelerem a construção de novas tecnologias competitivas. Para que o Rio Grande entre na nova economia se faz necessário criar um canal que conecte as startups às grandes empresas, gerando oportunidades de negócios que fomentem novos produtos e serviços, aliando empreendedorismo, inovação, capital e estabilidade”, afirma.

Podem participar do concurso startups em estágio operacional, com produtos já validados no mercado. Os projetos de negócios submetidos devem ser inovadores (no produto, processo ou modelo de negócio) e ser escaláveis.

As startups inscritas serão avaliadas por uma comissão julgadora composta por representantes de empresas do mercado gaúcho. Na primeira etapa classificatória, os inscritos apresentarão seus negócios em pitches de 5 minutos. Para a fase seguinte, serão escolhidas oito startups que farão apresentações de 5 minutos, seguidos por 3 minutos de comentários da banca avaliadora.

Marciano Testa, presidente do Banco Agiplan, principal parceiro e apoiador da iniciativa, reforça a busca incessante da instituição pela inovação. “ As startups chegam com tecnologia e grande potencial de inovação. Enxergamos nesta parceria uma forma de gerar valor e melhorar cada vez mais a experiência dos clientes com o Banco. Estamos desenvolvendo um projeto de mentoria e incubação para startups/fintechs do RS, por isso a parceria com a Amcham é tão importante. Acreditamos que o Banco Agiplan tem papel fundamental no desenvolvimento do empreendedorismo no Estado.”

O primeiro colocado da competição receberá R$ 10 mil em patrocínio de eventos da Amcham Porto Alegre, direito a um pitch de 5 minutos no evento CEO Fórum de outubro deste ano, mentoria com executivos e possibilidade de incubação no Banco Agiplan e consultoria em marketing digital oferecida pela Malb Negócios Disruptivos, assessoria jurídica focada para startups oferecida pelo escritório Silva Lopes. Interessados em participar podem conferir o regulamento completo no site da Amcham ou pelo e-mail rs@amchambrasil.com.br.

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AMD lança processador para desktop de alto desempenho

A AMD (NASDAQ: AMD) lançou dois modelos de seus processadores de desktop Ryzen ™ Threadripper ™, AMD Ryzen ™ Threadripper ™ 1950X e AMD Ryzen ™ Threadripper ™ 1920X. Durante um ano de recordes já estabelecidos para a empresa através do lançamento de vários processadores de desktop Ryzen ™ para a plataforma AM4 premiados, o lançamento de hoje do Ryzen Threadripper marca um grande passo no desempenho e recursos para o mercado de desktop high-end, com o novo processador ultrapassando as expectativas de até mesmo os mais exigentes desenvolvedores, pesquisadores, prosumers, criadores e jogadores multitarefa. Construído em torno da nova arquitetura central “Zen” da AMD x86.

“O nível de suporte global e entusiasmo acumulado em torno dos processadores da AMD Ryzen tem sido incrível de assistir nestes últimos meses, e com o lançamento atual de Ryzen Threadripper, oferecemos um novo nível de poder de computação para os sistemas de desktop ultra-premium mais rápidos do mundo através de uma plataforma inteiramente nova e um conjunto de processadores multi-core “, disse Jim Anderson, vice-presidente sênior e gerente geral da Computing and Graphics Group, AMD. “O Ryzen Threadripper é o golpe de inovação que o cliente de desktop high-end estava aguardando, proporcionando a tão aguardada capacidade de escolher um processador que melhor atenda às suas necessidades de computação a um preço competitivo”.

Desempenho e Disponibilidade

Ambos os novos modelos da Ryzen Threadripper suportam a nova plataforma SocketTR4, trazendo sessenta e quatro lanes PCIe®, memória DDR4 de quad channel e multidimensionamento simultâneo AMD (SMT). Com suporte para 16 cores e 32 threads de processamento, o Ryzen Threadripper 1950X oferece um poder de processamento múltiplo sem precedentes, que nunca esteve disponível para sistemas desktop de consumo antes. O Ryzen Threadripper 1920X fornece 12 cores e 24 threads de processamento e estará disponível na prateleira junto com o Threadripper 1950X à partir de 10 de agosto de 2017. Uma terceira variante, o Ryzen Threadripper 1900X de 16 threads, deverá estar disponível no dia 31 de agosto.

Seja a renderização de cenas 3D complexas, a transmissão de conteúdo em vídeo de alta qualidade de games, a codificação, compilação e criptografia de arquivos em paralelo, o desempenho de classe mundial por clock e eficiência da arquitetura “Zen” da AMD significa que os usuários podem fazê-lo sem sacrificar eficiência ou desempenho. Os processadores Ryzen Threadripper 1950X e 1920X incluem 40MB e 38MB de cache do processador, respectivamente, e todos os processadores Ryzen Threadripper do USD$ 549 Threadripper 1900X ao USD $ 999 Threadripper 1950X possuem a mesma largura de banda de memória DDR4 do Quad-Channel, 64 lanes PCIe® 3.0 e Conectividade SATA / NVMe / USB direta. Além disso, todo o processador Ryzen Threadripper é desbloqueado por multiplicadores para oferecer flexibilidade ao usuário ilimitada. Um ecossistema completo das plataformas SocketTR4 X399, com conectividade USB 3.1 Gen2 10 GB/s nativa, oferece suporte para todos os processadores Ryzen Threadripper no lançamento, com placas-mãe provenientes de grandes fabricantes como ASRock, ASUS, Gigabyte e MSI.

Alienware Area-51 Threadripper ™ Edition

A Alienware lançou também o seu exclusivo sistema pré-construído de 16-cores AMD Ryzen Threadripper ™ Edition para entusiastas de desktop high-end em todo o mundo. O novo Alienware Area-51 Threadripper Edition, chamado “Best of E3” do Tom’s Guide e PC Gamer, possui um design de chassi Triad semelhante ao dos sistemas existentes da Área-51, mas incorpora o poderoso processador Ryzen Threadripper 1950X da AMD.

“Construído no DNA da marca Alienware, estamos de acordo com nosso compromisso de oferecer o melhor desempenho de jogos com design icônico e excelente qualidade, a Alienware tem o prazer de ser o primeiro e único OEM a oferecer o Ryzen Threadripper da AMD aos jogadores e aos novos criadores de conteúdo doméstico e megatasking streamers “, disse Frank Azor, VP e GM, Alienware, Dell Gaming e XPS. “O Alienware Area-51 Threadripper Edition com o primeiro processador de desktop de 16-cores e o resfriamento líquido da CPU permite que você use as aplicações mais exigentes para reproduzir, gravar e criar simultaneamente – levando a sua experiência e criação de jogos para um novo nível.”

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Freelancer.com lança desafio mundial de crowdsourcing, com prêmios que somam US$ 25 mil

O Freelancer.com, maior plataforma do mundo de freelancer e crowdsourcing do mercado em número de usuários e trabalhos publicados, atingiu a marca de 25 milhões de usuários, ultrapassando a população da Austrália, país onde a empresa foi criada. E para comemorar a conquista, o site lança o desafio “Expose the Freelancer.com Logo”, com premios que somam US$ 25 mil.

Durante o próximo mês, os usuários dos 247 países, regiões e territórios em que o Freelancer.com está presente, serão convidados a participar de uma simples tarefa de crowdsourcing – fazer o download do logotipo da empresa e promovê-lo. O objetivo é mostrar o logo do Freelancer ao maior número possível de pessoas e documentar em vídeo. Os vídeos mais impressionantes terão a chance de ganhar um total de US$ 25 mil, em 10 categorias. Os valores dos prêmios variam de US$ 1mil, a US$ 10 mil. Confira as regras de participação no link.

Em anos anteriores, houve participantes que organizaram seus próprios eventos Freelancer, estamparam o logo em outdoors, ônibus. Outros, realizaram atividades extremas, como saltos de paraquedas e bungee jumping, por exemplo.

A Índia continua a ser a maior nacionalidade presente na plataforma, com 4,8 milhões de usuários cadastrados. Seguida por Estados Unidos, com 3,2 milhões de usuários, Brasil, Reino Unido, Paquistão, Indonésia, Filipinas, Austrália, Bangladesh e Canadá. EUA, Reino Unido, Canadá e Austrália são os principais empregadores no site.

Em um dia típico, o Freelancer.com registra, aproximadamente, 12 mil novos usuários e mais de 8 mil novos projetos. Com 94 ofertas de freelancers e 360 mensagens enviadas, muito acontece em um minuto Freelancer.

O Freelancer, hoje, suporta 34 idiomas, incluindo espanhol, russo, tailandês, húngaro e Bahasa indonésio. Juntamente com 28 moedas do mais comum, como dólar australiano, dólar americano, libra britânica e euro, até curtimentos do dólar de Cingapura, real, coroa dinamarquesa e yen japonês.

Desde a sua criação, em 2009, o Freelancer.com tornou-se a maior plataforma de freelancer e crowdsourcing online do mundo, em número total de usuários e trabalhos publicados. São mais de 12,28 milhões de projetos postados, que vão desde o desenvolvimento de um óculos de realidade virtual até a construção de um novo mercado. Algumas das últimas adições nas habilidades foram nos campos em crescimento de Bitcoin e realidades mistas. (Esclarecimento: Freelancer.com não aceita Bitcoin como método de pagamento).

Não são apenas empreendedores ambiciosos se aproveitando a experiência global no site, já que 70% das empresas da Fortune 500 (lista que classifica as 500 maiores corporações em todo o mundo, medido por sua receita; a lista é compilada e publicada anualmente pela revista Fortune) usam a plataforma para contratar freelancers. Alguns dos desafios de crowdsourcing mais inspiradores vieram da NASA, que tem usado freelancers para resolver problemas complexos enfrentados pelos astronautas durante as missões espaciais, na Estação Espacial Internacional. Para mais informações acesse o link.

“Sabemos que muitas pessoas confiam na plataforma como sua principal fonte de renda ou como ferramenta para impulsionar sua ideia de negócio. E é, por isso, que estamos, constantemente, procurando melhorar essa experiência. Nos motiva ler alguns dos comentários de nossos usuários sobre como o Freelancer mudou as suas vidas, isso deve servir como um lembrete para todos sobre o poder da tecnologia quando conectada à engenhosidade humana “, diz Matt Barrie, CEO do Freelancer.com.

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TP-Link deixará de trabalhar com roteadores de 150Mbps no Brasil

A TP-Link, empresa líder no segmento de conexão wireless home em todo o mundo, acaba de anunciar que deixará de oferecer em seu portfólio roteadores de 150Mbps. Brasil e Rússia eram os únicos países em que esse tipo de aparelho ainda era ofertado pela fabricante. A decisão faz parte da estratégia da empresa de trabalhar sempre com o melhor desempenho ao consumidor final, investindo no desenvolvimento de novas tecnologias baseadas nas tendências de mercado.

“A tendência de consumo dos roteadores de 300Mbps tem aumentado constantemente nos últimos dois anos no País. Desde novembro do ano passado, esse crescimento se tornou mais agressivo, ultrapassando muito as vendas de roteadores de 150Mbps”, explica Marcello Liviero, diretor Comercial da TP-Link no Brasil.

Quem pretende trocar de roteador não precisa se assustar com a mudança. A TP-Link já conta com produtos de 300Mbps com preços bem parecidos aos roteadores de 150Mbps. “Estamos entregando o dobro da performance pelo mesmo preço praticamente”, destaca Liviero.

O processo de retirada do produto do mercado nacional já vem acontecendo desde o início do ano, e terá a sua conclusão no final terceiro trimestre. A ideia é que até o final de 2017 não haja mais roteadores de 150Mbps da TP-Link disponível no varejo.

Apesar do Brasil apresentar um grande terreno para expansão da banda larga, visto que a maioria dos usuários ainda não tem plano ou possuem plano de baixa velocidade, a empresa aposta na tendência de que as velocidades irão aumentar nos próximos anos. Por isso a oferta de roteadores mais eficientes.

“O foco da nossa estratégia hoje é a consolidação da TP-Link como empresa pioneira no desenvolvimento de novas tecnologias. Por isso seremos a primeira empresa no País a adotar um portfólio de produtos orientados a necessidade de performance dos nossos clientes”, finaliza o executivo.

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Pesquisa revela papel das operadoras no ecossistema da Internet das Coisas

A Amdocs firmou uma parceria com a TeleSemana e a Teleco para promover uma pesquisa que busca compreender o papel das operadoras no ecossistema brasileiro de Internet das Coisas (IoT). Com mais de 2000 entrevistados do mercado de telecomunicações, como executivos, consultores, entidades públicas e analistas de mercado, a pesquisa procurou decifrar o papel que as operadoras tendem a adotar para oferecer suas soluções IoT no Brasil e como esses resultados podem ajudar outras operadoras na América Latina.

De acordo com os resultados, 29% dos entrevistados acredita que as Smart Cities são o segmento com o maior potencial de crescimento no país. Em segundo lugar aparece o agronegócio inteligente, com 23% das respostas.

Para quase 30% dos entrevistados, o papel das operadoras será atuar como plataforma neste mercado. Na verdade, a maioria delas já atua dessa maneira e o grande desafio será se concentrar em uma determinada indústria/vertical. “Muitas operadoras ainda estão focadas em compreender e analisar as oportunidades de crescimento e, neste momento, não há rota correta a seguir”, diz Renato Osato, VP e CBE da Amdocs para as regiões América Latina e Caribe.

“A Internet das Coisas tem muitos ângulos (novos processos, tipos de tecnologia, protocolos, etc.) desde a fabricação de chips até monitoramento e infraestrutura, e as operadoras ainda não estão 100% preparadas para participar de todas essas etapas”, continua o executivo. “A Amdocs possui soluções de ponta que englobam sistemas que serão utilizados desde a produção até a entrega ao consumidor, esteja ele em casa, no trabalho ou em movimento”.

Quando perguntados sobre os segmentos com maior potencial para um envolvimento mais ativo das operadoras, as Smart Cities também foram as mencionadas com mais frequência, chegando a 45% das respostas. De acordo com Eduardo Tude, presidente da Teleco, isso se deve ao interesse em investir e desenvolver soluções IoT para a sociedade como um todo. “Nós não só desenvolveremos soluções para o usuário final, mas também soluções focadas em melhorias para a cidade”, diz o executivo.

Em relação à segurança, quase 79% dos entrevistados acreditam que as redes das operadoras ainda não estão preparadas para atender aos requisitos de segurança da IoT.

A pesquisa conclui que as soluções para o IoT têm amplas possibilidades e envolvem vários players no mercado. Neste momento, as operadoras estão buscando um plano de ação que vá além da conectividade neste ecossistema e que as permita se desenvolver como uma plataforma, para isso, a criação de uma rede de parceiros parece ser a fórmula que melhor permite que as operadoras ocupem um lugar de privilégio na cadeia de valores da Internet das Coisas.

Para acessar a pesquisa complete, acesse o link:
http://solutions.amdocs.com/iot-ecosystem-survey-pt.html

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Como uma startup de fundo de quintal se tornou uma das maiores empresas de marketing digital do País

Tudo começou no quartinho dos fundos da casa do avô de um dos quatros sócios. O ano era 2006. As dificuldades eram tremendas. Faltavam recursos tanto financeiros como tecnológicos. Assim foi o começo da All iN Marketing Cloud. Em uma época que as empresas em estágio inicial (start-ups) não tinham tanta visibilidade como hoje, os desafios eram tremendos.

“O início da All iN foi como o de qualquer startup no Brasil”, relata Victor Popper, um dos fundadores da empresa. “Não sobrava dinheiro para absolutamente nada e toda a receita era revertida para melhoria da plataforma”, conta. Popper e os outros fundadores da então startup – Kadu Pedreira, Cássio Callegaro e Michel Araújo – se viram na difícil missão de alavancar a ideia de criar uma plataforma robusta de disparo de e-mail marketing com as dificuldades que surgiam.

Popper conta que um dos grandes impeditivos na época era a alocação de recursos tecnológicos, como servidores, alocamento de dados, entre outros. “Não existia computação na nuvem, alto provisionamento, nem nenhuma tecnologia semelhante. Então o custo de qualquer expansão de ambiente era muito alto”, relata o empreendedor.

Além disso, o trabalho de divulgação do negócio da empresa foi árduo. Eram somente os quatro sócios. Não havia recursos para investimento em marketing ou qualquer outra forma de propagar a empresa na internet. “O investimento em marketing era praticamente nulo, então o boca-a-boca foi fundamental para o nosso crescimento”, diz Popper.

A proposta da All iN enquanto modelo de negócio também era algo relativamente novo – e até mesmo desconhecido – para as empresas à época. Havia portanto a barreira inicial de explicar o conceito para o mercado. “Quando a All iN começou, o conceito de marketing de relacionamento digital era uma realidade muito distante dos dias atuais”, relata Popper. “A principal preocupação dos nossos clientes na época era o disparo de e-mail marketing para o maior número de pessoas e uma boa taxa de abertura”, conta.

Mesmo com toda a dificuldade inicial, a All iN conseguiu amealhar no seu primeiro ano de atuação 40 clientes, o que gerou uma receita para que a empresa pudesse realizar investimentos necessários para incrementar a sua plataforma. “A All iN sempre sonhou grande”, relembra o fundador. “Iniciamos com um modelo de plataforma tradicional de e-mail marketing que em pouco tempo se transformou em uma ferramenta totalmente disruptiva”, afirma.

Um dos principais ganhos em termos de clientes que a All iN conseguiu conquistar no começo de sua história foi o atendimento do Hotel Urbano, agência digital de viagens. “Lembro que o Hotel Urbano, um dos nossos primeiros clientes, tinha uma base muito pequena”, rememora. “A empresa era composta apenas pelos seus fundadores e hoje veja o tamanho que é [o Hotel Urbano]”, aponta Popper.

Com o passar do tempo, a All iN foi evoluindo e tornando a sua plataforma verdadeiramente robusta. Novos clientes passaram a fazer da sua carteira – entre elas, grandes empresa. Foi nesse momento que os seus fundadores perceberam que a empresa já não poderia mais ser considerada uma empresa em estágio inicial. “Quando uma grande empresa confia em você para um serviço realmente critico você começa a deixar o status de startup”, conta Popper.

O momento de ápice e reconhecimento da All iN enquanto empresa aconteceu em 2013. A Locaweb, empresa líder em serviços de internet no Brasil, anuncia a aquisição de 100% do capital da companhia. Com isso, a All iN passou a utilizar a infraestrutura da Locaweb. Em contrapartida, toda a expertise de e-mail marketing adquirida pela All iN passou a fazer parte da estratégia de crescimento da Locaweb nesse segmento.

A All iN já contava com grandes clientes na sua carteira, como Sephora, FNAC, Ponto Frio, Extra, Casas Bahia, Buscapé, Hotel Urbano, Ricardo Eletro, BrandsClub, Leader, Centauro, Marisa, Giuliana Flores, entre outros. Já era uma referência em plataforma de e-mail marketing para grandes clientes. Mas a evolução da empresa não parava por aí.

Em 2016, All iN reformulou a sua marca e o seu posicionamento. O que antes era e-mail marketing de relacionamento passou a ser marketing cloud. O marketing cloud é um conceito novo no mercado brasileiro. Com ele, os lojistas conseguem acompanhar a jornada de vida dos consumidores, impactando-os com um relacionamento personalizado, independentemente do canal. Para isso, a nova plataforma passou a oferecer recursos integrados de e-mail, social, mobile, web e métricas.

“A nossa trajetória sempre foi pautada pela evolução conjunta com o nosso cliente e o mercado. Hoje, já não basta apenas conhecer o comportamento do usuário. É preciso ir além e oferecer uma experiência única. Não somos mais uma ferramenta de e-mail marketing, mas sim uma plataforma de relacionamento”, afirmou à época Popper.

Após dez anos da sua criação, o que antes era uma startup criada por quatro pessoas no quarto dos fundos da casa do avô de um deles, virou uma das maiores empresas de marketing digital do País. De quatro sócios passou a contar com 60 funcionários. Se no começo, contava com apenas 40 clientes, hoje possui 1.200. De um quartinho, hoje sua sede é o prédio da Locaweb, com 55 mil metros quadrados.

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Equals lança solução de conciliação de vendas com dinheiro

A Equals , empresa especialista em gestão e conciliação de meios de pagamento, anuncia o lançamento de sua solução para conciliação de vendas em dinheiro para o varejo brasileiro. Mesmo com o constante crescimento dos meios eletrônicos, como cartões de crédito e débito, o dinheiro ainda é responsável por mais de 50% das transações do varejo nacional, e deve manter o protagonismo após a recente sanção da lei que permite descontos para pagamentos em espécie.

Atualmente, é possível encontrar dois modelos de gestão de vendas com dinheiro: o primeiro, mais tradicional, em que um funcionário vai diariamente ao banco e efetua um depósito identificado ou o pagamento de um boleto com os valores obtidos a partir do fechamento de caixa. Já no segundo, mais moderno, a empresa utiliza cofres inteligentes, normalmente operados por empresas de transporte de valores, que são responsáveis pela contagem e depósito dos valores de forma automática, diretamente na conta bancária da empresa.

Para Fabricio Costa, CEO da Equals, gerir grandes volumes de dinheiro representa um desafio maior do que em relação às vendas com cartões de crédito. “As grandes redes do varejo investem alto na automatização da coleta de valores em suas lojas com os objetivos de tornar os processos mais seguros e produtivos. A nossa solução é capaz de atender em ambos os cenários, e está pronta para ser integrada com os principais sistemas de automação do país”, afirma.

Segundo o executivo, a empresa mantém um canal de comunicação ativo com seus clientes, visando a receber sugestões de melhorias, funcionalidades e novas soluções. A partir dessas reuniões surgiu a oportunidade de ir além dos meios eletrônicos. “Hoje, já cuidamos de boa parte dos recebíveis de nossos clientes e, junto com eles, entendemos a importância de controlar as vendas com dinheiro mantendo o mesmo padrão das operações eletrônicas. ”

A nova solução foi idealizada e desenvolvida pela Equals em parceria com grandes redes de varejo e supermercados, a fim de atender médios e grandes estabelecimentos, e chega ao mercado sendo utilizada por redes como L’Occitane e Luxóttica.

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