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Conheça as startups participantes do Tração, o 6º Ciclo da Oxigênio Aceleradora

A Oxigênio Aceleradora iniciou seu 6º Ciclo de Aceleração, o primeiro no modelo Tração. Foram selecionadas duas startups entre as mais de 620 inscritas para esse programa, que tem como objetivo impulsionar empresas em estágios mais avançados.

As startups receberão um aporte de até R$ 500 mil, com valuation de até R$ 10 milhões, dependendo da próxima rodada de investimento. Para participar do modelo Tração, as empresas devem ter receita mensal acima de R$ 50 mil ou de R$ 600 mil ao ano.

Com duração de 4 meses, podendo se estender por mais 3 meses na Plug and Play no Vale do Silício, o programa oferece, na fase inicial, sessões de mentoria, palestras e workshops com executivos da Porto Seguro, além de outros profissionais renomados, especialistas em diferentes áreas.

Conheça abaixo as startups participantes:

• Amplimed: criada para médicos gerenciarem suas clínicas, possibilita que o agendamento de consultas seja feito por aplicativo. A plataforma já é utilizada por mais de 200 clínicas e 1,2 mil médicos em todo o Brasil.

• Livance: coworking para profissionais da saúde, que permite flexibilidade e redução do custo fixo para se manter um consultório. A ferramenta é ideal para médicos que precisam atender em vários endereços, sendo que permite uma experiência inteiramente digital desde o agendamento até o pagamento da consulta. A empresa já possui duas unidades na cidade de São Paulo.

Além das duas selecionadas para o Tração, será acelerada nesse ciclo uma startup no modelo Ignição, a Electrowave. No caso desse programa da Oxigênio, o investimento é de R$ 200 mil, feito em empresas que estejam em um estágio intermediário de desenvolvimento.

A Electrowave oferece uma solução de monitoramento dos parâmetros da energia elétrica na residência dos segurados, possibilitando que se identifique a origem de eventuais danos elétricos. A startup surgiu da Pré-Aceleração, um programa interno da Porto Seguro que apoia funcionários que tenham interesse em desenvolver projetos.

TIM discute melhores práticas de governança e políticas de Compliance no Italian Business Integrity Day

A TIM apresentará, durante o Italian Business Integrity Day, seu programa de integridade e ações de compliance. O evento, que acontece pela primeira vez no Brasil, é uma iniciativa lançada pela Coordenação de Combate à Corrupção do Ministério das Relações Exteriores da Itália e conta com a participação da Transparency International Italia, uma das mais renomadas organizações de prevenção e combate à corrupção, que o Grupo Telecom Italia integra como membro do Business Integrity Forum.

Ao lado de outras empresas de origem italiana como a ENEL, Terna, Pirelli e Rina, o diretor de Compliance da TIM, Piero Formica, irá integrar uma mesa redonda para discorrer sobre as ações anticorrupção adotadas pela operadora. Implementado em 2014, o programa baseia-se no Código de Ética, nas instruções do Modelo Organizacional da empresa e na Política Anticorrupção. Além disso, inclui processo para avaliações de normas internas, divulgação e treinamento, ações de avaliação de conflito de interesse, partes relacionadas e análise na contração de fornecedores.

“Para termos autonomia no trabalho, nossa área de Compliance reporta-se diretamente ao Conselho de Administração, mas, para nós, independência não significa distância. Ainda que façamos reports ao Conselho, é importantíssimo estar próximo das áreas de negócios e das pessoas e, nesse sentido, conseguimos obter sinergia entre as diversas áreas da companhia para apoiar a gestão na aplicação dos regulamentos relevantes, incluindo o combate à corrupção, identificando os fatores de risco e os instrumentos de prevenção para as não conformidades”, diz Formica.

Uma dessas medidas consiste na participação do diretor nas reuniões da diretoria executiva, levando insumos do programa. Outro exemplo desta sinergia é a criação, dentro da TIM, de um programa com cerca de 50 agentes que apoiam os temas de compliance. Trata-se de funcionários com a missão de divulgar nas áreas as ações para a prevenção de risco.

Debate sobre o futuro do trabalho conta com a participação de diretor da People+Strategy

João Roncati, diretor geral da People+Strategy, é um dos convidados do Seminários Folha, encontro dedicado ao tema “O Futuro do Emprego e o Emprego do Futuro”. O encontro acontecerá no Rooftop 5 & Centro de Convenções, do Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo (SP) dia 30 de novembro, com inscrições gratuitas.

Na ocasião, serão abordados temas sobre a perspectiva de trabalho nos próximos anos,e o impacto da automação na vida do trabalhador alternativas contra o desemprego.

“Hoje com o advento da tecnologia, passaremos por profundas mudanças nos empregos (em forma e número), no ambiente de trabalho e, provavelmente na relação das pessoas com o trabalho em suas vidas. É fundamental aprofundarmos a reflexão sobre estes temas”, comenta João Roncati.

Debate: “Alternativas para o desemprego e mão de obra subutilizada”.

Data: 30 de novembro
Horário: 11h15 às 12h15
Local: Rooftop5 & Centro de Convenções
Endereço: Rua Coropés,88 – Pinheiros
Informações: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2018/11/folha-promove-seminario-sobre-o-futuro-do-trabalho.shtml

Empresas brasileiras ainda engatinham quando o assunto é Employer Branding

Na última quinta-feira, 22, aconteceu o primeiro meetup da iniciativa Employer Branding Brasil, que abordou as principais tendências do tema de marca empregadora para o próximo ano. No evento, também foi divulgado o resultado da pesquisa sobre o assunto, em que mais de 60% dos respondentes formados por profissionais de RH e marketing de grandes empresas, afirmaram que estão em um estágio inicial ou não têm iniciativas de Employer Branding.

Quando promovidas pelas empresas, as iniciativas que se destacaram: construção ou revisão do Employee Value Proposition (EVP), gestão da jornada do colaborador e ações de inclusão e diversidade. “Todas as ações que visam uma melhora da marca empregadora são bem vistas pelo mercado, porém, antes de tudo, se faz necessário um planejamento e um estudo para entender o que mais traz resultado efetivamente”, explicou Luís Testa, gerente de Employer Branding da Catho e sócio da agência Saber5.com e um dos idealizadores da plataforma Employer Branding Brasil.

Os resultados referentes a Employee Journey, a jornada do colaborador, são um pouco mais otimistas, já que 38% ainda não possuem uma iniciativa para tratar do tema, no entanto, pretendem implementá-la no próximo ano “O Employee Journey não é uma receita de bolo pronta, pois cada colaborador é único e tem sua própria jornada. O que tem que ser feito é perguntar o que está funcionando, as motivações para trabalhar e avaliar o que pode ser feito para melhorar a experiência do colaborador. Enquanto as empresas acharem o que é melhor ao invés de perguntarem às pessoas o que elas realmente querer, esta jornada nunca será perfeita.”, afirmou Caio Infante, general manager Latam da TMP Worldwide e também um dos criadores da iniciativa Employer Branding Brasil.

“Na palestra de Guilherme Franco de Souza, Talent Intelligence Evangelist do LinkedIn, foi apresentado o Talent Insights, nova solução da plataforma na busca por talentos. A ferramenta oferece dados em tempo real para ajudar recrutadores a tomarem decisões mais assertivas em relação a empresas e talentos. Com ela, é possível responder perguntas como, por exemplo, onde estão os talentos geograficamente, quais as competências mais comuns em um cargo ou ainda, onde abrir um escritório.”

Já o vice-presidente de Business Development da TMP Worldwide, Robert Norris, apresentou o case da ESPN e sua mudança da estratégia para vencer o desafio de atrair e reter talentos, desde a construção do EVP até as ações de marca empregadora como conteúdos segmentados e personalização da experiência do candidato.

O encontro foi finalizado com um painel sobre Employee Journey, com o general manager Latam da TMP Worldwide, Caio Infante, a sênior Employer Branding da Creditas, Whiny Fernandes, e a gerente de Employer Branding da UnitedHealth Group, Suzie Clavery, onde debateram o tema.

Segundo Whiny é importante ter uma estratégia para consolidar a jornada do colaborador, pois é o que a empresa quer passar para o mercado como atrair e manter o colaborador engajado para trabalhar na organização. De acordo com Suzie, o mais difícil é passar a mensagem da cultura da empresa para todos os funcionários das grandes corporações e entender como manter cada um engajado no projeto da empresa.

“O Employee Journey começa quando o candidato se interessa em fazer parte da empresa, passa pelo processo seletivo, a entrada dele na empresa até o seu desligamento, pois ele leva o nome da empresa para amigos que gostariam de trabalho no local”, completou Caio.

IBM ajuda empresas a repensarem a gestão de pessoas com IA

A inteligência artificial está mudando significativamente a forma de trabalhar, de estudar e também a maneira como as empresas fazem a gestão de seus funcionários. Recentes estudos da IBM revelam que nos próximos três anos cerca de 120 milhões de trabalhadores nas 10 maiores economias do mundo podem precisar de reciclagem ou novas habilidades para acompanhar as mudanças promovidas pela era digital. Em paralelo, outro estudo conta que dois terços dos presidentes entrevistados acreditam que a inteligência artificial vai promover grandes mudanças na área de Recursos Humanos, mas apenas 11% dos líderes de RH relatam que suas organizações estão preparadas.

Nesse contexto, o RH precisa, cada vez mais, estar à frente dessa transformação e proporcionar uma experiência melhor e mais individualizada aos colaboradores e candidatos. Para auxiliar as áreas de Recursos Humanos a se prepararem para a transformação digital, a IBM anuncia hoje uma nova unidade de negócios, a IBM Talent & Transformation. Essa unidade ajudará as empresas a transformar a gestão e a cultura da área de Recursos Humanos e inovar no que diz respeito à retenção de talentos, recrutamento, treinamento e engajamento de funcionários, usando o potencial da inteligência artificial.

“À medida que as organizações lidam com as exigências de realizar a transformação digital e reinventar seus negócios e processos, por meio da aplicação de novas tecnologias, como IA, automação e blockchain, a maior barreira para o progresso está no acesso a talentos com as habilidades certas para essas demandas”, diz Mark Foster, vice-presidente sênior da IBM Global Business Services. “A IBM acredita que formar uma força de trabalho para competir na era da inteligência artificial é uma discussão tanto sobre cultura quanto sobre tecnologia”.

Desenvolvida por especialistas em ciência comportamental, inteligência artificial e psicologia organizacional-industrial, a IBM Watson Talent Suite aproveita a capacidade analítica e preditiva da IA por meio das seguintes ferramentas:

• Watson Recruitment: analisa o histórico de contratação de uma organização e fontes de dados externas para determinar os atributos-chave para o sucesso em qualquer função e, em seguida, usa a IA para apresentar os candidatos mais qualificados, sem viés, ou seja, sem qualquer tipo de julgamento humano.

• Watson Candidate Assistant: analisa o histórico de emprego e educacional dos currículos, entende as habilidades e faz o casamento entre um candidato e as vagas mais adequadas.

• Watson Career Coach: atua como coach virtual e analisa as habilidades, interesses e eminência dos funcionários, além de fornecer aconselhamento personalizado para traçar caminhos para oportunidades de carreira.

• Watson Talent Frameworks: define as competências e habilidades necessárias para uma estratégia bem-sucedida de talentos e prepara as organizações para lidar com a força de trabalho do futuro.

• Adverse Impact Analysis (AIA): aproveita o Watson para analisar e identificar possíveis preconceitos inconscientes (BIAS) relacionados ao gênero, raça, idade, educação por meio do histórico de trabalho de uma organização.

TOTVS anuncia Dennis Herszkowicz como novo diretor-presidente e Laércio Cosentino como chairman


A TOTVS, líder brasileira no desenvolvimento de softwares de gestão, anuncia Dennis Herszkowicz como novo diretor-presidente da companhia. O movimento faz parte do plano de sucessão e vem acompanhado da eleição de Laércio Cosentino como chairman pelos membros do Conselho de administração, em substituição a Pedro Passos, que continua como conselheiro da empresa. A liderança de Pedro Passos, como chairman da companhia, foi fundamental para a conclusão do processo de sucessão.

Como diretor-presidente, Dennis responderá pela condução da estratégia de crescimento, operação, resultados, gestão de pessoas e se reportará ao Conselho de Administração.

Como chairman, Laércio se focará no apoio à transição, na definição e no acompanhamento da estratégia e na proximidade de Clientes e Mercado como representante do Conselho de Administração.

Laércio Cosentino fundou a TOTVS em 1983 (Microsiga à época) com Ernesto Haberkorn e conduziu a empresa em toda sua trajetória de sucesso, que resultou na liderança absoluta da companhia no mercado brasileiro de sistemas de gestão, além de influenciar de maneira relevante a evolução do mercado brasileiro de tecnologia da informação. Sua conduta ética, seu pioneirismo e ímpeto empreendedor estão e continuarão presentes nos valores e na cultura da TOTVS.

Dennis Herszkowicz foi sócio e diretor da Linx S.A., entre 2003 e 2018, ocupando diferentes vice-presidências, além de ter sido Membro do Conselho de Administração no período de 2011 a 2014. Entre 2012 e 2017, foi Chief Financial Officer e Diretor de RI, sendo responsável pelo IPO, em 2013, e pelo follow-on, em 2016, além de conduzir 20 aquisições no período. Entre 2017 e 2018, foi vice-presidente executivo de Novos Mercados, Unidade de Negócios focada em Fintech. Anteriormente, foi diretor-geral do DeRemate.com no Brasil, fundador e CEO da Gibraltar.com, além de passagens pela Unilever e Credicard S.A. Formado em Propaganda e Marketing pela ESPM.

“Após um ciclo de 16 anos de sucesso no Varejo, vejo esta oportunidade de evolução em minha carreira, assumindo a liderança executiva de uma empresa líder, com soluções em dez segmentos e presença em vários países”, afirma Dennis Herszkowicz, novo diretor-presidente da empresa. “A TOTVS é uma das maiores e mais bem posicionadas em sua área de atuação. Acredito ter muito a contribuir na continuidade da expansão dos negócios e na perpetuação dos valores e da cultura da empresa.”

“É com satisfação que anuncio o início de uma nova fase para a TOTVS. Seguimos com a premissa de continuar ousando e se desafiando com crescimento, fortalecimento de nossa relevância e continuidade do espírito empreendedor. A vinda do Dennis inicia um novo capítulo dessa fantástica história chamada TOTVS”, reforça Laércio Cosentino, agora chairman da TOTVS.

Rakuten registra alta de 59% nas compras da Black Friday e Cyber Monday

A Rakuten Digital Commerce, ecossistema de soluções para e-commerce, registrou um crescimento de 59% nas compras da Black Friday e Cyber Monday de 2018. Os dados da empresa foram compilados entre meia-noite da última quinta-feira (22) e 10h desta terça-feira (27).

Os segmentos que mais venderam nos últimos dias foram os de “Moda e Acessórios” e “Perfumes, Saúde e Beleza”, seguidos de “Eletrônicos e Informática”. Ainda despontam os produtos da categoria de “Malas, Bolsas e Acessórios”, além de “Brinquedos e Bebês”. “Embora os produtos de informática, celular e eletroeletrônicos sejam os mais desejados pelos consumidores, os itens de menor valor e que receberam descontos muito bons, como as categorias de moda, acessórios, saúde e beleza acabaram dominando a participação nas vendas gerais dos varejistas”, explica René Abe, Presidente e CEO da Rakuten Brasil, subsidiária do grupo global de internet e comércio eletrônico Rakuten Inc.

A companhia notou uma maior recorrência dos clientes nas compras, o que revela que a noção de engajamento e relacionamento com o consumidor está cada vez mais presente como parte da estratégia de marketing digital das lojas online. Além disso, um movimento já observado, desde 2016, e que se reforçou este ano é o uso de dispositivos móveis para realizar as compras. No ano passado, 65% das aquisições do período foram através de smartphone ou tablet; na Black Friday de 2018 esse número subiu para 69%.

“Está ficando cada vez mais fácil comprar pelo celular. Antes, o consumidor precisava acessar um desktop conectado à internet para ainda passar por todo um processo complexo e pouco amigável quando o celular era usado na hora das compras”, explica René Abe. “Com a popularização dos smartphones, a pessoa recebe no celular um e-mail marketing, se interessa por um produto e faz a compra em poucos cliques. Essa facilidade acaba incentivando o consumidor a pesquisar mais as melhores ofertas e comprar”, finaliza.

O levantamento aponta ainda uma concentração maior das vendas durante a data nas regiões Sul e Sudeste. Os estados com mais pedidos registrados foram São Paulo, Minas Gerais, Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso do Sul, nesta ordem.

Creditoo recebe aporte de US$ 1.2 milhão para crescimento da operação

A Creditoo – primeira plataforma 100% online de empréstimo consignado para funcionários de empresas privadas – acaba de anunciar uma rodada de investimento de 1.2 milhão de dólares, liderada pelo Global Founders Capital e acompanhada pela Canary, fundo de venture capital focado em investir em startups operando no Brasil. A empresa também captou mais de R$ 100 milhões para a realização dos empréstimos consignados por meio de cotas de fundos de investimento em direitos creditórios (FIDC).

Ramires B. Paiva, co-fundador da Creditoo, explica a importância dessa captação: “Vamos usar os recursos para manutenção do nosso plano de expansão, com investimentos direcionados, principalmente, ao crescimento da nossa equipe (tecnologia, operações, marketing e vendas) e expansão da base de clientes.”

Desde o início do ano, a Creditoo já recebeu mais de R$ 38 milhões em pedidos e planeja conceder cerca de R$ 200 milhões em empréstimos consignados até o final de 2019.

Cinco benefícios da gestão de dados tributários em nuvem

As novas tecnologias e a possibilidade de desenvolver diversos tipos de trabalhos de forma online vieram para facilitar ações antes burocráticas. Atualmente, diversas empresas utilizam inovações que as ajudam na gestão de documentos e diversas outras tarefas, que são compartilhadas por meio do armazenamento em nuvem. Uma pesquisa realizada pela GlobalData indica que até 2020, 94% das empresas brasileiras terão aderido a essa facilidade tecnológica em suas rotinas de trabalho.

Na questão tributária, armazenar e gerir os documentos em nuvem auxiliam, e muito, no dia a dia das empresas. Com a facilidade de acesso aos dados, que estão armazenados online com segurança, é possível extrair relatórios rápidos em ferramentas digitais, como Excel, Google Sheets, entre outros apps, levando em consideração os erros e acertos do período analisado, para uma gestão mais assertiva.

Pensando nisso, a Arquivei, startup que utiliza as soluções em nuvem para ajudar na gestão e armazenamento de documentos fiscais, lista cinco benefícios de aderir à tecnologia para implementar os planejamentos tributários.

1. Segurança no armazenamento de documentos fiscais

Desde 2006, o governo determinou que todas as Notas Fiscais precisam ser salvas em formato digital, o XML, tanto pelo emitente quanto pelo destinatário, ficando armazenadas pelo prazo de cinco anos, mais o ano vigente. Isso beneficiou para que as soluções tecnológicas pudessem ser aplicadas nas empresas, já que os documentos são gerados de forma eletrônica.

Ao utilizar uma solução em nuvem, toda a gestão é facilitada, além de garantir a segurança dos arquivos. Os sistemas que oferecem essa facilidade permitem o controle de acesso aos documentos com senhas e nomes de usuários, fazendo com que seja possível deixar os dados somente nas mãos dos profissionais responsáveis pela gestão.

Outra vantagem de aderir aos sistemas em nuvem é a segurança de não perder os arquivos, no caso de problemas nos hardwares ou nos computadores. Por estarem salvos online, nenhum bug no sistema fará com que os dados sejam perdidos.

A Arquivei, por exemplo, armazena todos os dados no RDS (Relational Database Service, ou Serviço de Banco de Dados Relacional) da Amazon, desta forma é possível assegurar que os documentos fiscais estarão guardados sem qualquer risco de perda.

2. Acesso ao histórico de dados

Os dados em XML são ricos em dados sobre o histórico do produto ou serviço prestado. Com os arquivos salvos em nuvem, é possível ter acesso às informações de todos eles, ajudando para que as empresas tomem decisões mais estratégicas. Estes dados, se organizados em planilhas, podem se converter em indicadores para uma gestão mais assertiva, se tornando numa base de informações para guiar o planejamento tributário.

É possível, por exemplo, usar os dados armazenados para fazer uma análise de diferentes comportamentos, tais como estoque, tributos pagos, crédito de impostos e maior saída de produtos. A gestão na nuvem torna o processo tributário muito mais ágil e inteligente.

3. Atualização constante das informações

Constantemente as obrigações tributárias estão mudando e se atualizando. Isso demanda atenção da equipe contábil, para evitar problemas com o Fisco, por exemplo.

Ao apostar na gestão dos documentos em nuvem, a promoção dessas mudanças se torna muito mais fácil. Quando um departamento tributário adota um ambiente cloud não só simplifica a gestão, mas também evita custos desnecessários com a manutenção de um software instalado.

4. Atendimento sob demanda

Esqueça os gastos e dores de cabeça com investimentos em diferentes tipos de hardware ou mão de obra sazonal, já que existem obrigações fiscais que somente precisam ser adotadas em determinadas épocas do ano.

À medida que o departamento tributário investe na migração dos sistemas para nuvem, ele contrata a capacidade de processamento e serviços específicos conforme demanda, já que os sistemas oferecem benefícios de escalabilidade e elasticidade.

5. Possibilidade de cruzamento de dados

O Sistema Público de Escrituração Digital (Sped) permite o cruzamento de dados das Notas Fiscais, garantindo uma melhor fiscalização dos contribuintes que estão de acordo ou não com a legislação. Ao utilizar, ainda, o sistema em nuvem, é possível cruzar todas as informações com Sped, para que a empresa tenha um maior controle das notas que estão sendo expedidas em seu nome ou emitidas por ela própria.

Este pente-fino pode significar uma entrega de SPED mais tranquila, sem erros e assim, diminui o risco de autuação da Receita. Pequenas e médias empresas não se preocupavam tanto com este risco, hoje, o cenário é bem diferente e merece atenção por companhias de todos os portes.

Edenred Brasil incentiva o empreendedorismo e a inovação no French Tech Tour Brasil

A Edenred Brasil, líder mundial em soluções transacionais para empresas, comerciantes e empregados, participará, nesta quarta-feira (28), do French Tech Tour Brasil, encontro anual de negócios que reúne empresas francesas no Brasil e seleciona projetos de startups que buscam o desenvolvimento internacional.

O evento, que será realizado durante a São Paulo Tech Week, contará com a presença do presidente da Edenred Brasil, Gilles Coccoli, como jurado e participante de painel de discussão sobre estratégia de inovação nas grandes empresas, além de representantes de corporações do Brasil e da França com o propósito de promover a inovação e a tecnologia entre parceiros e clientes.

“As startups são estratégicas e fundamentais nos setores em que atuam, tanto pela agilidade quanto pela eficiência e inovação que proporcionam. Para a Edenred, como uma empresa digitalizada e intermediadora de 2 bilhões de transações anuais, é essencial conectar-se a esses empreendedores. Investimos na transformação digital constantemente e a inovação permeia os negócios do grupo. Por isso, nosso papel com as startups é apoiá-las e incentivá-las”, destaca Coccoli.

A Edenred apoia e se aproxima das startups por meio do Edenred Connect. Implementado em 2017, o programa faz parte do plano estratégico de aceleração do grupo, que visa alcançar a digitalização de sua oferta em geral e obter a posição de liderança em B2B2C, o que é refletido pelo posicionamento: “We connect, You win”.

Neste ano, cinco startups que têm sinergia com os negócios de suas marcas estão sendo aceleradas: Lady Driver, aplicativo de transporte feminino que conecta passageiras a motoristas mulheres e já é o quarto mais usado no Brasil; Qual Farmácia, plataforma de compra de medicamentos com desconto, que verifica a disponibilidade de preços e lojas físicas; Ewally, que funciona como uma conta digital com foco em quem não tem conta bancária, para que possa pagar contas, transferir dinheiro, receber pagamentos e recarregar por meio de telefone celular; GetMore, que compara preços, benefícios e promoções on-line e utiliza o sistema take back, que devolve uma parte do que foi pago em dinheiro, para que possa ser usado como e onde o usuário quiser; e Parcele.me, especializada em pagamentos parcelados, que permite que a empresa receba o valor à vista e o cliente pague a prazo.

Mundialmente, a Edenred é uma precursora da inovação aberta e conta com um sistema global que antecipa tendências e explora ecossistemas que tenham afinidade com seu core business. O grupo trabalha desde 2011 com o Partech Ventures, um fundo de investimentos que apoia empresas jovens e de crescimento rápido na economia digital.

French Tech Tour Brasil
Data: 28 de novembro de 2018
Horário: 14h às 20h
Local: Cubo – Alameda Vicente Pinzon, 54, Vila Olímpia – São Paulo, SP

Reforma Trabalhista: 50% dos pequenos e médios empresários consideram mudanças positivas

Pesquisa sobre reforma trabalhista conduzida pela Sage, multinacional britânica líder em softwares de gestão na nuvem, revela que 50% dos pequenos e médios empreendedores consideram positivos os impactos da nova legislação no que se refere às relações de trabalho. Trinta e cinco por cento dos respondentes, contudo, a consideram indiferente, enquanto 11% afirmaram ser desfavorável.

Segundo a gerente de conteúdo legal e regulatório da Sage Brasil, Milena Santos, “a reforma veio com o intuito de melhorar a dinâmica das relações de trabalho, mas qualquer mudança exige tempo de adaptação. Por isso, consideramos que estamos num processo onde iremos evoluir com o passar dos anos”.

A Sage ouviu mais de mil empreendedores, entre empresas e escritórios de contabilidade. Cinquenta e cinco por cento deles afirmaram já terem adotado as novas regras, ante 35% que usaram parcialmente e 9% que ainda não utilizaram.

Quando questionados se a reforma estimula a formalização do mercado de trabalho no país, 40% dos respondentes julgaram que sim, já 30% afirmaram que parcialmente, enquanto 28% disseram que não. Além disso, 43% dos entrevistados se sentem mais seguros com as novas regras. Quase o mesmo percentual, entretanto, 41%, afirmaram que não, enquanto 16% se disse indiferente.

Mesmo após um ano de vigência, vários pontos das novas regras trabalhistas ainda geram dúvidas entre os donos de pequenos e médios negócios. Quase a metade dos respondentes (45%) alegaram não ter certeza sobre a diferença entre o trabalho intermitente e a atividade autônoma, 39% declaram terem dúvidas sobre a negociação individual com novos empregados e outros 32% não estão seguros em relação aos acordos e planos de demissão voluntária.

Com 53 artigos alterados, 7 revogados totalmente (além de vários revogados parcialmente) e 43 criados, a reforma trabalhista modificou cerca de 10% da legislação vigente até o final de 2017 – que desde a sua criação, em 1943, já sofreu uma série de adaptações.

Projeto inédito visa formar organizadores de Hackathons no Brasil

A Shawee, plataforma criada para democratizar o conceito de hackathon no Brasil e automatizar esses eventos, apresentará um projeto inédito durante a 5ª Conferência Anual de Startups e Empreendedorismo (CASE): o Pulsar Hacker. A meta final é formar 50 novos organizadores de hackathons – maratona de programação que reúne um time de profissionais de diversas áreas, com o objetivo de trazer uma solução para um problema, uma meta, ou ideias inovadoras e utilizáveis – nas empresas que vão integrar o Pulsar Hacker. O primeiro evento da série será realizado durante o CASE e deverá desenvolver uma solução para a ONG Somos Todos Heróis, primeira empresa impactada pelo Pulsar Hacker.

Após organizar mais de 100 eventos para empresas de todos os portes, os sócios da plataforma Rodrigo Terron e Abraão Sena identificaram a necessidade de capacitação e treinamento de potenciais talentos. “A Shawee é protagonista e a única startup brasileira que pode automatizar todo o processo de um hackathon, de sua idealização, organização, realização e até avaliação – de ponta a ponta. Esse projeto visa empoderar e trazer boas práticas para a comunidade hacker”, afirma Rodrigo Terron, sócio fundador da Shawee. De acordo com ele, esse novo projeto pretende tornar essa atividade mais acessível e transformar as comunidades, que estão fora dos grandes centros, em referências para desenvolvimento de soluções para empresas.

O hackathon para a Somos Todos Heróis será composto por cinco equipes de quatro pessoas previamente selecionadas. A maratona terá 24 horas de duração e tem como objetivo desenvolver soluções que contribuam para revolucionar a forma de doar no Brasil, bem como aplicações para solucionar os problemas do alto custo nos tratamentos de saúde para crianças com condições especiais.

Os participantes selecionados já recebem como premiação um ingresso para o CASE, enquanto a equipe vencedora receberá um ingresso full para a Campus Party 2019.

Abraão Sena, sócio da Shawee, acredita que esse hackathon é só o primeiro passo para uma empresa que deseja respirar inovação. “O que se planta nesse tipo de evento precisa ser cultivado frequentemente através de encontros, conexões com a comunidade, parceria com os projetos que mais atendem às necessidades, entre outras ações”, afirma.

Com uma equipe altamente especializada na organização e realização de hackathons, o objetivo da Shawee é automatizar todos os processos que envolvem os eventos e torná-los mais rápidos, dinâmicos e organizados, com o foco em auxiliar as empresas na mudança de mindset e empoderar jovens empreendedores do Brasil.

A plataforma foi criada em 2017 e já realizou eventos em 10 estados brasileiros para 40 clientes, entre eles Uber, Itaú, SAP, IBM, Stone, Elo Cartões, Banco Original e outros. São mais de 10 mil usuários cadastrados. Em 2018, a startup também montou sua operação na Campus Party e foi destaque em quatro participações ao longo dos cinco dias de evento.