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Evento debate a transformação da indústria e dos novos modelos de negócios

A Festo, multinacional líder em automação industrial, estará no evento da ABIMAQ Inova – A indústria em transformação – Novos modelos de negócios, no dia 28 de novembro. A ideia da iniciativa é promover uma discussão sobre uso de tecnologias de cloud computing, redes sociais, mobilidade, inteligência artificial e sensores.

A Festo Brasil participará das discussões sobre o desenvolvimento industrial no Brasil, sendo representada pelo Gerente de Customer Solutions, José Folha, que abordará sobre a digitalização da pneumática. Além disso, vai participar de um talk show para debater sobre a transformação da indústria.

O grande objetivo do evento é proporcionar maior gama de conhecimento sobre as transformações que tangem a indústria no Brasil e o que tem movido esse setor, fazendo com que ele se torne mais competitivo e mais presente no mercado. Haverá também discussão sobre os Cases da Cabify e Movida, os mais recentes modelos de negócios potencializados pelo avanço da Tecnologia e Internet das Coisas.

Para se inscrever, acesse: goo.gl/gTZrb6. Veja a programação completa em: goo.gl/yULsP3
Local: Av. Jabaquara, 2925 – Mirandópolis, São Paulo
Data: 28/11/2017
Horário: 13h30 às 17h40
Evento gratuito

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Setor de TI pode perder mais de 83 mil postos de trabalho com o fim da desoneração da folha

Tema volta a ser debatido em Comissão Especial da Câmara dos Deputados, que avalia o Projeto de Lei 8.456/2017, que tem teor semelhante à MP 774

Embora o Governo Federal defenda o fim da desoneração da folha de pagamento como forma de aumentar a receita e reduzir o déficit público, a Brasscom, Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação, está concentrando esforços para tentar esclarecer ao Executivo e ao Legislativo sobre a importância da manutenção de diversos setores – incluindo empresas de software e serviços em TI – na desoneração instituída pela Lei 12.546/11.

Para isto, a associação reuniu dados que mostram que a desoneração foi estruturante para o setor de TI. A Lei 12.546/11 favoreceu o aumento do faturamento das empresas e a arrecadação para o Governo, além de garantir ao profissional de TI uma remuneração média 2,3 vezes maior que a remuneração média nacional.

Segundo Sergio Paulo Gallindo, presidente executivo da Brasscom, o setor cresceu vigorosamente durante a desoneração com a criação de 95 mil postos de trabalho entre 2010 e 2015. “O segmento recuperou a baixa arrecadatória de 2012 no ano seguinte e produziu uma arrecadação cumulativa incremental de R$ 4,2 bilhões até 2016, crescendo 9,9% ao ano, acima, portanto, da inflação medida pelo IPCA”, ressalta.

O assunto, que teve uma grande repercussão com a MP 774/2017 – que terminou sendo revogada – voltou à tona com o envio do Projeto de Lei 8.456/2017, de inciativa do Poder Executivo e teor semelhante ao da medida provisória, que está tramitando na Câmara dos Deputados em Comissão Especial. Se a mudança proposta no Projeto de Lei for aprovada as empresas voltarão a contribuir para Previdência com alíquota de 20% sobre a folha de pagamento, ao invés dos atuais 4,5% sobre a receita bruta. Tal mudança representa um expressivo aumento de carga tributária para as empresas que mais empregam.

A Brasscom estima que a manutenção da tributação nos moldes atuais impulsionará, no período até 2019, o crescimento das empresas e a geração de 21 mil postos de trabalho. Por outro lado, a reoneração da folha deve provocar a redução de 83 mil profissionais de TI, cerca de 15% do total da força de trabalho atual, produzindo uma arrecadação R$ 1,2 bilhão inferior à auferida com a manutenção da desoneração.

O Projeto de Lei 8.456/2017, ao determinar o fim da tributação substitutiva, levará o setor a retroagir dez anos. “Se o setor de TIC permanecer com a folha desonerada, vislumbra-se um cenário de crescimento, com a expansão de novas tecnologias e serviços. Se houver a reoneração da folha, o Brasil perderá competividade para atrair novos postos de trabalho a serem preenchidos com profissionais especializados nas competências tecnológicas da transformação digital. Seria um contrassenso ante as políticas públicas de inovação, tais como a Estratégia Brasileira de Transformação Digital e o Plano Nacional de Internet das Coisas recém anunciadas pelo Governo Federal, bem como o futuro Plano Nacional de Indústria 4.0, em fase concepção”, pondera Sergio Paulo.

Em audiência pública realizada em Brasília nesta quarta-feira (22/11) para discutir a matéria com setores de serviço, o deputado Odorico Monteiro (PSB-CE) declarou que TI fez o seu dever de casa na política de desoneração e reforçou que o setor é estratégico para o Brasil. “Há a necessidade de entender que TI é impulsionador da economia e suporte para os demais setores”, ressalta.

De acordo com Sérgio Sério, diretor de Relações Institucionais e Oportunidade Social da TOTVS, que também participou da audiência pública, a continuidade da desoneração em TIC representa na manutenção de uma política pública estruturante iniciada em 2011 voltada a potencializar a empregabilidade. Destacou, ainda, que a estabilidade de regras robustece a segurança jurídica, sendo fator importante para o planejamento das empresas, especialmente das que investem pesadamente em pesquisa, desenvolvimento e inovação.

O relator do PL 8456/17, Deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), destacou que tentará encontrar um ponto de equilíbrio nos diversos pontos apresentados. “Nosso desafio é tributar sobre a receita bruta, não sobre a folha de pagamento”, afirmou.

Para a Brasscom e principais empresas brasileiras de TI, a manutenção da contribuição de 4,5% preserva as condições atuais de custos e competitividade, possibilitando um crescimento setorial compatível com a esperada recuperação do mercado de trabalho.

Com a economia ainda em recuperação, o aumento de impostos determinará um choque de custos e repasse nos preços do mercado. Consequentemente, a demanda será impactada, acarretando uma queda da taxa de crescimento a partir de 2018. “Neste cenário, as empresas serão obrigadas a fazer uma reestruturação, reduzindo quadros e a remuneração”, alerta o presidente executivo da Brasscom.

Segundo o fundador e CEO global da Stefanini, Marco Stefanini, o setor de tecnologia é um dos que mais empregam no País. “Não é justo que o segmento seja penalizado, mesmo tendo cumprido toda sua parte na formalização e geração de empregos. Precisamos conscientizar o Executivo e o Legislativo de que qualquer tipo de oneração será prejudicial não apenas ao setor, mas ao crescimento do Brasil como um todo”.

De 2010 a 2015 a remuneração cresceu 14,3% ao ano, e a receita bruta1 experimentou um crescimento anual de 12%. De acordo com a Brasscom a política de desoneração permitiu que muitos trabalhadores contratados como pessoas jurídicas fossem formalizados com carteira assinada.

“É preciso dar continuidade ao que já foi debatido ao longo da tramitação da MP 774. O assunto tem impacto significativo e recebeu contribuição de diversos agentes da sociedade, como empresas, sindicatos, associações e parlamentares. Nossa sugestão é de que esse novo projeto de lei evolua a partir do produtivo diálogo já realizado. Acreditamos também que a discussão sobre a contribuição previdenciária traz uma oportunidade para o Brasil desenvolver uma legislação mais compatível com as tendências globais. O país sairá na frente e tornará o mercado brasileiro de TI mais competitivo e atrativo se entender que tributar sobre o consumo, e não sobre a força de trabalho, é mais benéfico para todos. Dessa forma, garante-se a receita do governo no cenário de robotização e conexão/mecanização das coisas”, defende Laércio Cosentino, CEO da TOTVS.

“Com a oneração da folha, regrediremos os avanços conquistados ao longo destes anos, fazendo o setor voltar para clandestinidade e informalidade, perdendo os investimentos no setor e reduzindo a arrecadação”, enfatiza Benjamin Quadros, CEO e fundador da BRQ.

“O mercado de TI cresce anualmente em faturamento, número de empregos e empresas, promovendo inovação e transformação digital em todas as verticais da economia. O Brasil precisa que esse setor se mantenha competitivo em relação aos concorrentes de outros países. Dessa forma, é fundamental que os altos impostos sejam revistos para continuar contribuindo com o futuro do País. A desoneração auxilia no crescimento sustentável e, principalmente, na geração de empregos fundamentais para o sucesso do Brasil”, diz Paulo Marcelo, CEO da Resource.

De acordo com Sergio Paulo, da Brasscom, a contribuição de 20% sobre a folha, conforme previsto pelo PL 8.456/2017, reduzirá de maneira significativa o crescimento do setor de TIC e, consequentemente, a arrecadação do Governo com o segmento, além de destruir empregos e aumentar a informalidade. “Deixar TI de fora da desoneração comprometerá o desenvolvimento econômico e a capacidade de o Brasil se tornar um dos protagonistas da Nova Revolução Industrial”, finaliza.

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36% das empresas já perderam um candidato durante a admissão, aponta pesquisa do IBOPE CONECTA

A pesquisa “Contratações Brasileiras: analógicas ou digitais?” realizada pela Acesso Digital, empresa de tecnologia focada em oferecer soluções digitais que desburocratizem as relações entre pessoas e empresas, em parceria com o IBOPE CONECTA revela que 36% das empresas brasileiras já perderam candidatos devido à burocracia na contratação, sendo que para 42% o que mais impacta é o envio de documentos. Para solucionar essa questão, 91% dos entrevistados acreditam que em breve todo o processo de contratação será digital. Para facilitar e encurtar o tempo de envio e checagem de documentos, atualmente, já existem no mercado softwares como o Acesso RH, aplicativo onde o próprio funcionário realiza todo o processo de admissão de maneira 100% digital.

Dados da pesquisa apontam que 50% das empresas solicitam de 6 a 10 documentos para concluir o processo de contratação, sendo que para processar e validar todos os documentos de um novo colaborador são necessárias de 2 a 5 pessoas em 72% dos casos. Com isso, o processo de admissão leva em média de 4 a 7 dias em 43% das empresas consultadas. Com a digitalização de processos, usando o Acesso RH por exemplo, os dias viram horas e a quantidade de pessoas envolvidas cai drasticamente.

“Lançamos o Acesso RH para ajudar a resolver este cenário que vivenciamos todos os dias na área de Recursos Humanos e que a pesquisa mostra ser um grande gargalo. Além disso, percebemos que o Brasil ainda está defasado em comparação a outros países como Estônia, Israel, China, Índia e Estados Unidos, que investem pesado em tecnologia. Na Estônia, por exemplo, já é possível casar ou, até mesmo, se aposentar pela internet”, destaca Diego Martins, CEO e fundador da Acesso Digital e responsável pela pesquisa. O executivo aponta que a substituição do método tradicional de contratação também gera economia para as empresas, sendo que 54% dos entrevistados gastam até R$ 100 por funcionário durante um processo de admissão.

No recorte regional, os entrevistados do Sul do país apresentam um percentual menor de conhecimento de tecnologias para admissão de funcionários, com apenas 29% declarando que conhecem a maioria das soluções digitais disponíveis no mercado. O Sudeste lidera o ranking com 42% dos entrevistados admitindo alto conhecimento com relação a tecnologias voltadas para RH. O Nordeste e Norte/Centro-Oeste apresentam 35% e 37% de conhecimento, respectivamente.

Tendo em vista que as tecnologias digitais aceleram o tempo de contratação de colaboradores, diminuem os custos e ajudam a reduzir o retrabalho na fase de admissão, 78% das empresas planejam modernizar seus processos nos próximos anos. 47% das empresas informam que sentem uma pressão da liderança em prol da modernização da área de Recursos Humanos, com a chegada do eSocial a tendência fica ainda mais forte. “Além de garantir a qualidade das informações o Acesso RH também checa todas as informações para garantir que estejam enquadradas na nova regulamentação do eSocial”, destaca Gabriel Pirajá, head do Acesso RH na Acesso Digital.

Para 61% dos entrevistados, a identidade digital é a principal tecnologia que permitirá contratação seja 100% digital. Na Acesso Digital isso já é uma realidade e os dados de profissionais que migrarem para empresas que também utilizam o Acesso RH só precisarão fazer o envio dos documentos uma única vez, pois as informações ficam salvas no sistema. Com isso, os brasileiros não precisarão mais entregar documentos em papel para serem contratados.

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Banco Original realiza Hackathon com foco em Inteligência Artificial e Open Banking

O Banco Original realiza a 1ª edição do Hackathon Original, uma maratona de programação que tem como objetivo fomentar sua revolucionária plataforma de Open Banking junto à comunidade de desenvolvedores. O evento acontecerá entre os dias 2 e 3 de dezembro, na sede da IMasters (Rua Oscar Freire, 2.379 – Pinheiros – São Paulo, SP).

O Hackathon será realizado pela plataforma Original Devs, iniciativa do Banco Original que oferece diversos tipos de APIs (Interface de Programação de Aplicativos, em inglês) para os desenvolvedores e empresas de qualquer setor da economia. Serviços de conectividade, de crédito e de transferência são algumas das APIs disponíveis para a construção de novas facilidades e produtos para os clientes do Banco Original.

“Desde que abriu suas APIs para o mercado, o banco assumiu o protagonismo na nova tendência de serviços, pois permite que os dados financeiros façam parte do dia a dia das pessoas por meio de experiências exclusivas em qualquer interface, e não apenas em aplicativos desenvolvidos pelo banco”, explica Henrique Jozala, head de Inovação do Original.

Já que agilidade é fundamental para estar na vanguarda tecnológica, as APIs do Original são “developer-friendly”, com documentações simples e métodos fáceis de usar. Isso faz com que os clientes do banco tenham acesso às inovações de maneira mais rápida.

“Fomos o primeiro banco a possibilitar a abertura de conta corrente 100% digital no Brasil. Buscamos levar aos nossos clientes inovações desenvolvidas pela plataforma Open Banking desde seu primeiro ano de operação. O acesso ao banco pelo BOT no Messenger do Facebook e a consulta de saldo e extrato pelo Instagram são alguns dos serviços simples e originais desenvolvidos a partir da abertura das APIs do banco”, reforça Claudia Woods, Diretora do Varejo do Banco Original.

O desafio da maratona, que tem outras empresas parceiras na organização, será a criação de soluções com inteligência artificial utilizando Open Banking. O prêmio para a equipe que desenvolver o projeto mais original durante as mais de 24 horas do Hackathon será o maior prêmio já dado na história de um Hackathon, sendo: 2 Bitcoins – atualmente a moeda virtual Bitcoin vale cerca de R$ 29 mil para a equipe que ficar em primeiro lugar.

Desde o 2º semestre de 2016, o Banco Original vem testando o desenvolvimento de serviços utilizando a inteligência artificial. A Ori, uma simpática robô assistente pessoal e financeira, é um bom exemplo e está sendo utilizada especialmente para fazer com que o cliente mantenha uma relação com o banco de um jeito seguro e inovador, como por exemplo comandar transferências por comando de voz, saber seus gastos em estabelecimentos etc. O aplicativo, que faz uso do sistema Watson da IBM, está sendo testado por mil clientes selecionados pelo banco.

Mais informações sobre a plataforma Open Banking do Banco Original estão no site https://developers.original.com.br/
Os desenvolvedores interessados poderão se inscrever pelo site https://hackathon.original.com.br até 24 de novembro (vagas limitadas).

Hackathon Banco Original
Desafio “Soluções de inteligência artificial usando Open Banking”
Quando 2 e 3 de dezembro de 2017. Abertura no sábado (2) às 9h
Onde Sede da IMasters (Rua Oscar Freire, 2.379)
Inscrições Até 24/11 pelo https://hackathon.original.com.br/
Prêmio A equipe autora do melhor projeto vai ganhar 2 Bitcoins, que hoje valem cerca de R$ 50 mil; o 2º lugar ganhará 1Bitcoin e o 3º lugar ½ Bitcoin.

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Líder da plataforma Watson da IBM fala sobre os impactos da inteligência artificial na gestão de pessoas em evento gratuito

A Trevisan Escola de Negócios promove no dia 27 de novembro, das 12h às 14h, o Seminário “Impactos da Inteligência Artificial na Gestão de Pessoas”, com a participação de Alexandre Dietrich, líder da plataforma Watson da IBM na América Latina e VanDyck Silveira, CEO da CLA – Corporate Learning Alliance do Financial Times / IE Business School.

Por meio de ferramentas de inteligência artificial, é possível tornar mais assertiva a tomada de decisão, potencializando o aprendizado organizacional e individualizar as interações de forma cada vez mais eficiente. O seminário propõe uma discussão sobre o impacto das novas tecnologias na educação continuada e o futuro do trabalho.

O evento faz parte da programação de inauguração da Arena de Debates da nova sede da Trevisan Escola de Negócios. O espaço tem o propósito de trazer para discussão temas que são relevantes para executivos, empreendedores e estudantes do mundo dos negócios.

O seminário é gratuito e as inscrições devem ser feitas exclusivamente pelo e-mail: comunicacao@trevisan.edu.br ou no telefone (11) 3138-5201.

Seminário Impactos da Inteligência Artificial na Gestão de Pessoas
Data: 27 de novembro de 2017
Horário: das 12h às 14h
Local: Trevisan Escola de Negócios – Unidade Brooklin Novo
Endereço: Avenida Padre Antônio José dos Santos, 1530 – Brooklin Novo – São Paulo – SP (próximo à estação Berrini) Inscrições: comunicacao@trevisan.edu.br ou no telefone (11) 3138-5201

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Braspag lança aplicativo para gestão de pagamentos

A Braspag, empresa do grupo Cielo e líder em soluções de pagamentos para e-commerce na América Latina, está lançando o Braspag App para auxiliar os lojistas na gestão financeira e estratégica do negócio. O app será lançado para esta Black Friday, ainda como piloto, e deve ser disponibilizado no início de 2018.

Destinado a gestores e coordenadores de e-commerce, operações, finanças e produtos, bem como executivos de contas que precisam de um rápido overview da operação do seu cliente, o app funcionará como dashboard simplificado da operação, trazendo indicadores-chave de desempenho das lojas.

Terão acesso ao aplicativo, os clientes que hoje utilizam o Pagador Braspag (plataforma de pagamentos) e o Conciliador Braspag (integrador das soluções Braspag, confronta as vendas online e as do mundo físico com os extratos das processadoras e bancos, dando mais transparência à operação). Os dados dessas soluções serão espelhados no aplicativo, em uma versão mais resumida e adaptada para smartphones e tablets, de acordo com o tipo de tecnologia contratada pelo cliente.

Para os lojistas que hoje têm o Pagador Braspag, o app trará informações como transações recebidas, autorizadas, capturadas, o montante total capturado, quais os meios de pagamento utilizados, o quanto foi vendido e recebido, código de autorização, motivo de não autorização de pagamento, entre outros dados. O app oferece ainda indicadores frente a própria operação: o lojista visualiza o comportamento de vendas do dia, um sábado, por exemplo, comparado aos sábados das últimas quatro semanas. Outra importante funcionalidade é a emissão de alertas ao detectar comportamentos diferentes dos usuais, como negativas diante de número de cartão inválido. Assim, o lojista poderá checar rapidamente se está com problemas no site ou mesmo na adquirente e resolver a situação. Já os que têm o Conciliador Braspag poderão visualizar ainda no app as operações do mês, entradas, antecipações, fluxos de caixa, entre outros dados.

“A Braspag sempre trabalha com o objetivo de simplificar a rotina dos lojistas e, consequentemente, a experiência de compra também. Com o app, o empreendedor terá acesso a uma série de informações de forma rápida e prática na palma da sua mão, visualizando como está performando frente a sua própria operação. Assim, ele poderá tomar decisões rápidas quando necessário, como por exemplo, colocar uma promoção no ar quando perceber baixa movimentação para aquele dia ou corrigir alguma falha de segurança ao detectar um comportamento muito diferente do usual”, explica Gastão Mattos, CEO da Braspag.

O aplicativo foi desenvolvido no formato Progressive Web App, ou seja, pode ser acessado por qualquer usuário, independentemente do browser e mesmo se o usuário estiver no modo offline. Não precisa ser baixado, não ocupa memória do telefone e estará sempre atualizado, dispensando o lojista da necessidade de baixar novas versões.

“Vamos continuar trabalhando para evoluir o app tanto nas funções que ele terá hoje – pagamento e conciliador – como para futuramente oferecer ferramentas administrativas, como boletos em aberto ou configuração de alertas de acordo com a demanda do lojista. O teste na Black Friday será fundamental para nos ajudar a aprimorar a ferramenta a partir dos feedbacks que recebermos dos clientes”, finaliza Mattos.

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Santander cria plataforma online para leilão de imóveis

Todo o estoque de mais de 1.000 imóveis residenciais, comerciais e rurais do Banco em todo o País foi reunido em um único site

O Santander lança um site (www.resale.com.br/santander) para reunir todos os seus imóveis – residenciais, comerciais e rurais – em estoques para serem comercializados. O objetivo é facilitar a divulgação das unidades para os interessados.

“Antes os nossos produtos eram expostos nos sites de cada um dos nossos parceiros comerciais. Agora é possível visualizar e comparar toda a nossa oferta em um mesmo lugar, dando agilidade aos negócios”, afirma Marcelo Vitorino Cavalcante, superintendente executivo de Real Estate do banco.

Na plataforma, que reúne mais de 1.000 imóveis, o cliente poderá fazer a busca pelo código do imóvel, Estado, cidade, tipo (apartamento, casa, fazenda, galpão, entre outros), situação (ocupado, desocupado, alugado), finalidade (corporativa, residencial, industrial) e tipo de venda (leilão, venda direta, licitação). Além disso, há a opção de procura por valor do imóvel, quantidade de dormitórios e vagas para veículos.

No anúncio do imóvel, o Santander disponibilizou fotos externas e internas da propriedade e a localização pelo Google Maps e Earth. O site apresenta ainda as descrições gerais e considerações importantes, como compromissos a serem exercidos pelo futuro dono do local e dados atualizados de gestão do imóvel.

Na hora da venda, o interessado clica em “Faça Seu Lance” e é transferido para o site do parceiro comercial. “O leiloeiro é um canal que oferece transparência na venda, por isso vamos mantê-lo no processo”, ressalta Cavalcante.

O site também ajudará o banco a impulsionar as vendas das suas linhas de crédito imobiliário. Hoje, 20% das vendas dos imóveis em estoque foram viabilizadas por meio de financiamentos. A partir do primeiro semestre do ano que vem, a plataforma será incorporada ao site do Banco (www.santander.com.br).

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Richard Marelli é nomeado Head of Country da Airbus no Brasil

A Airbus nomeou Richard Marelli, presidente da Helibras, como Head of Country no Brasil. Além de seu atual papel no comando da subsidiária brasileira de helicópteros, Marelli será o principal representante do grupo Airbus no País e responsável por conduzir assuntos governamentais, contribuindo para a estratégia e apoio às campanhas comerciais da companhia. O executivo se reportará a Alberto Robles, Chefe da Região América Latina da Airbus.

Richard Antoine Celestin Marelli é graduado pelo Instituto Nacional de Ciências Aplicadas de Lyon (INSA) com Mestrado em Engenharia desde 1981. Também possui especialização em Desenvolvimento Técnico (1991) e Cooperação Internacional (1992). Atua no grupo Airbus Helicopters desde 1981 e participou ativamente do protótipo de engenharia dos helicópteros Dauphin e Super Puma na França. Marelli também foi responsável pelo Departamento de Integração de Sistemas e do Centro Elétrico Industrial, bem como diretor das linhas de montagem do NH90.

“O Brasil é um mercado de extrema importância estratégica para a Airbus”, afirma Alberto Robles. “Ter alguém com a experiência do Marelli juntamente com seu conhecimento do país para representar a Airbus frente aos principais stakeholders locais é, sem dúvida, um grande trunfo para a nossa companhia”.

Marelli assumiu a presidência da Helibras no final de 2015. O executivo está no Brasil desde 2010, tendo atuado como diretor do maior programa de transferência de tecnologia da Helibras, o projeto H-XBR, que fabrica nacionalmente os helicópteros H225 e H225M. Em Itajubá (MG), sede da empresa, liderou as áreas de Supply Chain, Linhas de Montagem, Manutenção (MRO) e Centro de Engenharia e Programas.

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Livro ensina como empreender “Sem dinheiro”

A primeira grande preocupação que costuma surgir à cabeça quando se quer empreender é o quanto se pretende investir. Os cálculos a serem feitos seriam decisivos para a tomada de decisão. Nem sempre o saldo insuficiente pode barrar a vontade de abrir uma empresa. Tanto que o autor Bruno Perin lança neste mês de outubro o livro “Sem dinheiro – como construir uma startup com pouca grana” falando sobre este assunto. Com um estilo direto de escrever e linguagem de redes sociais, típico de sua geração, o escritor não apenas dá dicas sobre como é possível concretizar iniciativas empreendedoras em tempo de crise com a conta próxima de zero, mas também conta como chegou a esses ensinamentos por meio de várias tentativas que fez na vida que deram certo (e outras não), compartilhando todo o conhecimento com os leitores.

O livro – Dividido em sete capítulos, Bruno se preocupou em começar sua obra abordando sobre as lendas e verdades do empreendedorismo que todo mundo deve saber antes de colocar uma ideia em campo. Na sequência, aborda as diferenças entre valor e dinheiro seguido de uma orientação de como encontrar uma ideia que realmente valha a pena. Depois, é mostrado o processo de lapidação que transforma a boa ideia em uma grande oportunidade de negócio, bem como os recursos que devem ser conquistados quando não se tem grana para dar o start inicial. Mas nem tudo são flores: Bruno chama a atenção no sexto capítulo sobre os cuidados indispensáveis que se deve ter na jornada empreendedora e encerra com uma lista de motivos para dar continuidade mesmo com tantas barreiras (financeiras).

Motivações e curso – “A principal motivação que me fez sentar na cadeira e escrever ‘Sem dinheiro’ foi ver uma repetição frequente das pessoas que querem empreender, mas a desculpa da falta de grana empacar a realização dessa vontade. É possível sim. Não existe uma fórmula a ser seguida, mas eu dou uma sugestão de como o leitor pode começar a seguir o seu caminho. Muitas vezes o que falta é esse empurrão e incentivo iniciais”, destaca Bruno. A obra está à venda na internet no site http://www.brunoperin.com/semdinheiro/ com frete grátis e já autografada. Dessa forma, será possível acessar este livro mesmo em cidades onde não há livrarias visto que distribuição é o principal desafio no mercado editorial brasileiro. Junto com o livro também poderá ser adquirido um curso on-line com mais de 10 horas de conteúdo em vídeo, slides, 4 e-books, áudios-aulas e resumos de 27 livros de empreendedorismo recomendados por Perin.

Recomendações – Aos 30 anos, Bruno é investidor em quatro starturps e é um dos nomes mais influentes em empreendedorismo da América Latina segundo o Conselho Latino Americano de Administração. A rede de contatos de Bruno fez com que “Sem dinheiro” fosse recomendado por nomes referências em empreendedorismo no Brasil como Leandro Vieira (CEO do Portal Administradores), Carlos Wizard Martins (Autor do livro “Do zero ao milhão”) e Wagner Siqueira (Presidente do Conselho Federal de Administração). Na contracapa estão também recomendações internacionais do lançamento de Bruno como Chris Guillenbeau (autor de “A startup de 100 dólares), Tim Draper (um dos maiores investidores de startups do mundo) e Tina Seelig (nome de peso na área de ensino empreendedor).

“Sem dinheiro” é o terceiro livro do gaúcho Bruno Perin que atualmente vive no Espírito Santo, se dedica às startups que é investidor e percorre o Brasil fazendo palestras sobre empreendedorismo de alto impacto e causando surpresa nas plateias Brasil afora com seu jeito único e “fora do padrão” que se espera de um palestrando que fala sobre o mundo dos negócios. Sua obra anterior é “A Revolução das Startups”. Também escreveu “Os 15 maiores erros de novos empreendedores” que atingiu o primeiro lugar na Amazon em apenas 12 horas. Colunista em mais de 13 blogs e sites, é o articulista brasileiro com maior presença digital no país. Só nos últimos três anos seus conteúdos escritos tiveram mais de 13 milhões de pageviews.

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Magazine Luiza vende TVs com R$ 5 mil de desconto e smartphones de última geração por R$ 300 em ação pré-Black Friday

O Magazine Luiza surpreendeu mais de 700 clientes que participaram de uma ação pre-Black Friday ocorrida nesta terça-feira, 21. Apenas com a informação do preço que pagariam pelo “produto secreto”, seguidores do Magalu nas redes sociais escolheram entre oito ofertas diferentes, escondidas nos chamados -Loot Boxes, ou caixas pretas virtuais. Os valores ultrapassaram a barreira da simples promoção: tevês de 55 polegadas, 4k, de R$ 5.899, foram vendida por R$ 999. Smartphones de última geração, que custam R$ 3.500, saíram por R$ 299.

Além dos dois produtos, também foram vendidas na ação 378 cafeteiras de R$ 380 por R$ 29; 144 caixas de som de R$ 859 por R$ 59; 65 notebooks de R$ 1.699 por 99; 83 Smart TVs de 40 polegadas de R$ 2.299 por R$ 199; três lavadoras de R$ 3.599 por R$ 399; 23 refrigeradores de R$ 3599 por R$ 399 e 12 tevês de tela grande de R$ 5,5 mil por R$ 999.

Nas redes sociais, 335 mil pessoas interagiram com a postagem da promoção — quase todas de forma positiva. No Facebook, 25 milhões de pessoas tiveram contato com a ação, que foi criada pela agência DAVID.

A Black Friday do Magalu acontece durante todo o mês de novembro, com ofertas diárias, e será finalizada no dia 24, sexta-feira, com uma forte campanha de descontos, que devem chegar a 80% sobre o preço praticado.

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Quase 7 em cada 10 profissionais brasileiros veem mais restrições das empresas em viagens corporativas

Uma pesquisa da Booking.com, líder mundial em conectar viajantes com a mais ampla variedade de lugares para ficar, revelou que, dentre os brasileiros, 68% dos viajantes de negócios veem hoje uma restrição maior nos orçamentos e despesas de viagem das empresas do que nos anos anteriores. O levantamento foi conduzido com mais de 17 mil viajantes profissionais de 24 países e indica também uma mudança das preferências dos viajantes de negócios que faz com que as empresas busquem se adaptar para ser mais inteligentes e práticas na forma de encorajar e administrar as viagens de seus funcionários.

De acordo com a pesquisa, os profissionais que viajam reconhecem que sempre terão que se submeter aos controles de gastos corporativos e às políticas de viagens criadas pelas empresas para as quais trabalham, mas 6 em cada 10 (61%) viajantes do país preferem reservar suas próprias viagens para que possam selecionar sua acomodação preferida e quase metade (47%) dos brasileiros gostaria de mais liberdade e controle sobre a administração de suas viagens de negócios.

Além disso, o impacto da tecnologia nas viagens de negócios já está sendo sentido por profissionais – mais de dois terços (68%) dos brasileiros acreditam que as novas tecnologias e gadgets estão tornando as viagens de negócios mais personalizadas e eficazes do que nunca. Com a proliferação de ferramentas de reservas e gerenciamento de viagens online e aplicativos práticos para os usuários, os profissionais que viajam estão cada vez mais à procura da mesma facilidade, escolha e flexibilidade em seu ambiente de trabalho que eles têm ao reservar viagens e acomodações de lazer.

No entanto, atualmente, os funcionários também procuram maximizar todo o potencial de cada viagem de negócios, em termos de produtividade do trabalho e também ambições de crescimento individual, como obter inspiração, adquirir uma habilidade ou entender uma nova cultura melhor.

Para fazer isso, os funcionários brasileiros estão fazendo mudanças em como eles abordam as viagens de negócios:

– 35% muitas vezes pagam por despesas corporativas com fundos pessoais

– 27% preferem viajar com colegas para que possam juntar os orçamentos para uma refeição mais sofisticada

– Pouco mais da metade (53%) concordam que as viagens de negócios permitem que eles permaneçam em uma acomodação que eles não teriam como pagar do próprio bolso

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Volvo Cars anuncia venda de veículos autônomos para o Uber

A Volvo Cars assinou um acordo com o Uber, empresa norte-americana de compartilhamento de viagens, para fornecer milhares de veículos compatíveis com a tecnologia de condução autônoma, entre 2019 e 2021.

O modelo comercializado é o SUV XC90, desenvolvido sobre a plataforma modular da marca (SPA, Scalable Platform Architecture), uma das mais avançadas do mundo e que também é usada em outros veículos da série 90, além do Novo XC60.

O acordo não-exclusivo valoriza a parceria estratégica entre a Volvo Cars e o Uber, anunciada em agosto de 2016, e sinaliza um novo capítulo na convergência das fabricantes de automóveis e empresas de tecnologia do Vale do Silício.

“A indústria automotiva está sendo redefinida pela tecnologia e a Volvo Cars escolheu ser uma parte ativa dessa disrupção”, disse Håkan Samuelsson, CEO mundial. “Nosso objetivo é ser o fornecedor de veículos com direção autônoma para provedores globais de serviços de compartilhamento de viagens. Este acordo com o Uber é um exemplo primordial dessa estratégia”.

Os engenheiros da Volvo Cars trabalharam em estreita colaboração com seus pares do Uber para desenvolver o utilitário esportivo XC90. Esse veículo incorpora todas as tecnologias de segurança e núcleo autônomo de condução necessárias para que o Uber incorpore à sua própria tecnologia de condução autônoma.

“Estamos entusiasmados para expandir nossa parceria com a Volvo”, disse Jeff Miller, chefe de Alianças Automotivas do Uber. “Este novo acordo nos coloca no caminho para a produção em massa de veículos autônomos”.

Ao mesmo tempo em que atende ao Uber com carros compatíveis com direção autônoma, a fabricante sueca usará o mesmo veículo como base no desenvolvimento de sua própria estratégia independente de carros autônomos, prevista para o lançamento de seu primeiro veículo totalmente dotado dessa tecnologia, em 2021.

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Startup da área da saúde cresce mais de 1000% em dois anos

As soluções criadas pelas startups surgem a partir de uma lacuna identificada pelo empreendedor na sociedade.

O empresário Alexandre Calaes, 43 anos, percebeu que boa parcela da população tem restrições em atendimento de saúde em diversas áreas – seja por questões financeiras, localização ou outro motivo – e criou a Equipe Apoio, empresa que integra os pacientes aos profissionais de saúde através do atendimento virtual personalizado.

Criada em 2015, a Equipe Apoio cresceu 1100%, superando todas as expectativas.

Através do endereço www.equipeapoio.com.br, pessoas de todas as partes do Brasil e até de outros países encontram atendimento com médicos, nutricionistas, educadores físicos, psicólogos, fisiologistas e farmacêuticos para agilizar os tratamentos e a resolução de dificuldades quando procuram tratamento médico.

Com mais de 40 pessoas na equipe, a empresa continua crescendo. “O segredo é o atendimento customizado, eficaz, pela internet. É agilizar o que a pessoa estava postergando, mas sabe que é necessário”, explica Calaes, economista, advogado, pós graduado em administração empresarial que tem passagens por empresas como AMBEV, Grupo RBS, Bolsa de Valores e CNPQ. Alexandre é carioca e mora desde criança na capital catarinense, para onde seu pai foi transferido no final dos anos 1970.

A Equipe Apoio já almeja o mercado internacional, já que conquistou clientes nos Estados Unidos, África, Ásia e Europa.

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Em ação pré-Black Friday, Magazine Luiza vende “produtos secretos” por preço simbólico

O Magazine Luiza faz, ao longo desta terça-feira, uma “brincadeira” com seus clientes. No Facebook da Magalu, a companhia vai colocar produtos premium, com preços muito abaixo dos praticados no mercado. Contudo, o cliente terá que comprar no escuro, clicando em um black post que terá apenas uma informação: o valor a ser pago. O tema da ação é: “Quem acredita no Magalu, se dá bem”.

Os produtos serão de diferentes categorias e os preços muito abaixo do de costume. Serão apenas 300 unidades vendidas, com valores entre R$ 29 e R$ 999, divididas em 8 ofertas. “É uma espécie de recompensa que queremos dar para aqueles que acreditarem e confiarem no Magalu”, afirma Eduardo Galanternick, diretor-executivo de e-commerce do Magazine Luiza. “Quem participar vai se dar muito bem.”

A maioria dos produtos comprados pelos clientes serão entregues em até um dia. Quem não gostar do produto que comprou, poderá fazer a devolução em até sete dias.

O Magazine Luiza vem promovendo sua Black Friday desde o começo do mês de novembro.

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O que você faz quando a aplicação de negócios para?

Por Diogo Tamura

O novo campo de batalha é o mundo digital. A tecnologia presente na vida das pessoas moldou um consumidor exigente e cada vez mais certo sobre o alto nível de serviço que o satisfaz. Pense bem: é o desempenho e capacidade das aplicações que definem o sucesso de uma empresa em um mundo que tenha se tornado digital. Os resultados de negócio têm relação direta com performance e estabilidade dos sistemas. Não há como lutar contra isso. As empresas, mais cedo ou mais tarde, precisarão se adequar a nova realidade. Afinal, o software está revolucionando o mundo, certo?

Caminhamos para um momento em que toda companhia será uma empresa de TI. E, nesse contexto digital, o sucesso e o fracasso de uma organização estão intimamente ligados à experiência que seu time de tecnologia consegue entregar a partir dos sistemas que chegam para os usuários, sejam clientes ou funcionários.

Pense bem (mas responda rápido): Qual é o canal de maior movimentação de um banco? Das duas uma, ou é o internet banking ou é o aplicativo que roda nos smartphones de milhões de clientes. Quer uma prova disso? Segundo dados divulgados pela Federação Brasileira dos Bancos (Febraban), dispositivos móveis foram responsáveis por 34% do volume de transações bancárias em 2016. E esse percentual vai crescer.

E-commerce, companhias de utilities, governos, seguradoras e tantos outros, seguem o mesmo rumo visto em finanças e precisam entregar aplicações eficientes e rápidas para seus consumidores. Web e mobile são operações que precisam funcionar 24 horas por dia durante sete dias por semana. Se o canal digital não estiver operando, os impactos são gigantescos – tanto em termos de negócio quanto de percepção por parte dos usuários.

Aliás, vale reforçar, essa necessidade não se limita ao B2C. Pense nos efeitos de uma instabilidade na aplicação que uma seguradora oferece a seus corretores? Ou que uma grande rede de varejo pode causar sem o acesso ao seu estoque e reposição de mercadorias?

Existe aqui um paradoxo. Se de um lado as empresas necessitam oferecer uma relação simples, rápida e estável por meio das aplicações, do outro, há um desafio enorme para o time da TI trazido pela complexidade gerada por esses ambientes. Isso acontece porque a simplicidade e a funcionalidade na ponta exigem mais interconexões e correlações entre tecnologias que sustentam os sistemas. Quanto mais digital e conectada a sua empresa, mais crítico será o componente de gestão do ambiente.

O segredo para não se perder nos caminhos de sua jornada digital está em uma postura efetiva de olhar para aplicações com uma visão de negócios. As empresas costumam patinar um pouco na análise de dados digitais. As métricas mudam – assim como os perfis e as necessidades – quando você precisa acompanhar toda a jornada do cliente, quantos componentes ou serviços esse app está processando e outras informações para, a partir dessa visão analítica, tomar as melhores decisões.

Olhar o desempenho das aplicações em tempo real sob um viés de negócios ajuda empresas a se movimentarem de forma mais rápida frente a novas expectativas dos clientes e a tecnologia que define a performance dos negócios.

Vamos então mudar a pergunta do título. Sabe por que? Simplesmente porque sua aplicação não pode mais travar, parar ou falhar. Em um mundo totalmente digital, experiência do usuário, aplicativos e negócios são convergentes e inseparáveis. Cabe às empresas focarem neste cruzamento e monitorarem o impacto de cada linha de código nos resultados comerciais. Este é o momento.

Diogo Tamura é líder da operação latino-americana da AppDynamics, fornecedora de soluções APM (Application Performance Managment) adquirida pela Cisco em março de 2017.

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Bossa Nova investe em Startup Fintech que ajuda o mercado de concessionárias a vender mais e melhor

O Credere acaba de receber um aporte da Bossa Nova (maior Micro Venture Capital da América Latina em número de investimentos) no valor de R$ 700 mil e se prepara para ampliar sua presença no Brasil. A startup que nasceu em 2013 auxilia as equipes nas concessionárias a organizar o processo comercial em torno do financiamento bancário, principal modalidade de venda nesse segmento.

Hoje a ferramenta registra aproximadamente 14mil propostas de financiamento/mês em sua plataforma, cadastradas por concessionárias espalhadas por 18 estados brasileiros.

“Surgimos como um formulário online para substituir as famosas fichas de papel, hoje conectamos a concessionária aos bancos, tornando o processo de vendas através de cdc muito mais rápido, moderno e eficiente” comenta Fred Alecrim, sócio investidor da Credere.

A ferramenta traz uma série de benefícios para as concessionárias e seus times, diminuir a perda de negócios por erro humano é uma delas. “Hoje uma parcela importante das propostas de financiamento negadas poderia ter virado venda, não foram aprovadas pelo banco por algum motivo reversível, ou seja, por alguma falha humana no processo. Com o Credere queremos mudar esse cenário, nosso grande objetivo é ajudar os concessionários a melhorar seu aproveitamento de vendas a partir da carteira de clientes que eles já têm”, comenta Orlando Seabra, sócio fundador do negócio.

Além de modernizar o processo o Credere permite que os gestores tenham uma visão global da movimentação em torno das vendas via CDC. Taxa de aprovação, rendimento das equipes, características das propostas cadastradas, performance dos bancos, registro de base de dados de clientes interessados, são alguns dos pontos que ficam à disposição de quem usa.

Segundo João Kepler, partner da Bossa Nova Investimentos, a solução é forma inteligente de controlar e agilizar os processos de financiamentos internos nas concessionárias, trazendo agilidade, facilidade e opções aos compradores. “O mercado precisava de uma ferramenta ágil e autônoma separada dos sistemas tradicionais das concessionárias”, conclui.

“Com esse investimento conseguiremos acelerar planos que estão no nosso radar há tempos: integração com mais bancos, adição de produtos financeiros, app para celular e tablet, melhoria dos relatórios; aumentaremos a velocidade para tornar nosso produto cada vez mais útil e estratégico no segmento”, finaliza Orlando.

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Netflix acelera transmissão de vídeo global com “Cloud Xpress 2” da Infinera

Infinera, a empresa fornecedora líder de redes de transporte inteligentes, anunciou que a Netflix, a principal rede de televisão por internet do mundo, implantou o Cloud Xpress 2 da Infinera para expandir a sua capacidade de entrega para transmissão de vídeos. Mais de 100 milhões de assinantes da Netflix em mais de 190 países desfrutam de 125 milhões de horas de transmissão de programas de TV e filmes por dia.

A Netflix escolheu o “Cloud Xpress 2” pela sua combinação incomparável de capacidade e simplicidade encontrados em uma plataforma de rede óptica compacta e fácil de se instalar. O “Cloud Xpress 2” oferece suporte a um simples provisionamento do tipo “apontar e clicar” e à maior combinação PnP (plug-and-play) possível de capacidade e alcance disponíveis, fornecendo 1,2 terabits por segundo de capacidade em até 130 quilômetros sem uso de qualquer equipamento externo. A largura de banda instantânea da Infinera permite que a Netflix ative e pague por capacidade adicional em minutos, reduzindo o custo inicial de implantação ao mesmo tempo em que permanece à disposição para atender às demandas de capacidade dinâmica.

“O produto “Cloud Xpress 2” da Infinera facilita a implantação de novas conexões de alta capacidade entre os nossos pontos de presença (PoP) de entrega de conteúdo da “Open Connect” e a capacidade em escala rápida para corresponder à demanda”, disse Dave Temkin, vice-presidente de redes globais da Netflix.

“Estamos orgulhosos de trabalhar com a Netflix e participar da melhoria da entrega de serviços de transmissão de vídeo para seus mais de 100 milhões de assinantes em todo o mundo”, disse Pete Dale, vice-presidente de vendas, cloud e conteúdo da Infinera. “As implantações da Netflix comprovam a simplicidade excepcional e a eficiência operacional do produto “Cloud Xpress 2” em escala de terabit.”

“O produto “Cloud Xpress” da Infinera foi a primeira plataforma modular compacta de interconexão de data centers (DCI) no mercado em 2014 e é um incrível sucesso técnico e comercial”, afirmou Andrew Schmitt, analista líder da Opel em Cignal AI. “A Infinera liderou o mercado de DCI modular compacto de crescimento rápido desde a sua criação – e ainda detém 38% do mercado no primeiro semestre de 2017.”

A família “Cloud Xpress” da Infinera oferece soluções de DCI de alto desempenho para provedores de serviços em nuvem, provedores de conteúdo da internet, provedores de serviços de internet, operadores de redes empresariais e outros operadores de centros de dados em larga escala. O produto “Cloud Xpress 2” apresenta o mecanismo inovador de capacidade infinita (ICE4) da Infinera também disponível em outros produtos da Infinera: XTS-3300 para aplicações submarinas e XT-3300 para aplicações terrestres de longo alcance.

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Siemens faz demonstração com o primeiro sistema eHighway nos Estados Unidos

A Siemens e a “South Coast Air Quality Management District (SCAQMD)” estão fazendo uma demonstração do eHighway em um trecho de uma milha (1,6 km) e emissão zero, na cidade de Carson, na Califórnia, Estados Unidos, perto dos portos de Los Angeles e Long Beach. Três caminhões de carga operam ao longo do trecho da rodovia que usa a tecnologia da Siemens que eletrifica pistas de estradas selecionadas usando um sistema de catenária aérea. Este sistema fornece energia elétrica aos caminhões de forma semelhante aos modernos bondes em muitas ruas da cidade. O sistema também permite operar caminhões fora das seções eletrificadas da infraestrutura.

Os caminhões de carga pesada são a principal fonte de emissões de poluição atmosférica no sul da Califórnia. O desenvolvimento de um sistema de movimentação de carga de emissão zero ou quase zero nos portos reduzirá as emissões de gases de efeito estufa, gases tóxicos e de poluição atmosférica nas comunidades próximas dos portos, que são umas das mais afetadas pela poluição do ar.

“Este projeto nos ajudará a avaliar a viabilidade de um sistema de movimentação de carga de emissão zero usando cabos em catenária”, disse Wayne Nastri, diretor executivo da SCAQMD. “Esta demonstração pode levar à implementação de sistemas de eHighway que reduzirão a poluição, com benefícios para a saúde pública das pessoas que moram perto dos portos”.

“Todos os dias, os americanos dependem dos produtos e serviços transportados por caminhões. Esse meio de transporte deve dobrar as emissões de CO2 no mundo todo até 2050”, disse Roland Edel, Diretor de Tecnologia da Divisão de Mobilidade da Siemens, “a nossa tecnologia eHighway tem a capacidade de dupla eficiência em comparação aos caminhões a diesel convencionais, reduz o consumo de energia pela metade e a poluição atmosférica local nas áreas próximas dos maiores portos da América.

Um caminhão elétrico movido a bateria, um caminhão elétrico a gás natural e um caminhão híbrido a diesel estão operando em um sistema de catenária em um trecho de uma milha (1,6 km) nas pistas norte e sul da South Alameda Street, desde a East Lomita Boulevard até o Canal Dominguez, em Carson. Esse sistema deve reduzir o consumo de combustível fóssil, os custos operacionais do caminhão, as emissões de gases causadores de poluição atmosférica, gases tóxicos e CO2 e ajudará a atender a demanda cada vez maior do transporte rodoviário de mercadorias. O objetivo deste projeto específico é mostrar como funciona o sistema eHighway na operação de caminhões em vias públicas nos Estados Unidos e elaborar mais aplicações para iniciativas de maior escala no futuro.

O sistema de demonstração, semelhante aos sistemas de bondes, possui uma linha de contato aérea que fornece energia elétrica para os caminhões ao longo da via de percurso e um pantógrafo ativo localizado nos caminhões do sistema eHighway que transfere energia das linhas aéreas para os motores elétricos do caminhão. O pantógrafo pode se conectar e se desconectar automaticamente da linha de contato usando um sistema de sensor, enquanto os caminhões estão se movendo, conferindo a mesma flexibilidade que os caminhões a diesel convencionais, permitindo que os caminhões mudem de faixa ou passem outros veículos com facilidade, sem que fiquem fixos permanentemente aos sistemas aéreos, como o bonde. Para garantir a mesma flexibilidade que os caminhões convencionais, os veículos da eHighway usam um sistema de acionamento elétrico híbrido, que pode ser alimentado por diesel, gás natural comprimido (GNC), bateria ou outras fontes de energia integradas, permitindo o deslocamento para fora das linhas de catenárias.

Em junho de 2016, a Siemens lançou o primeiro sistema eHighway do mundo em estradas públicas na Suécia, que opera em um trecho de dois quilômetros da rodovia E16 a norte de Estocolmo até 2018. Dois veículos híbridos de biodiesel são usados neste projeto.

Além disso, estão planejados três testes de campo da tecnologia eHighway em rodovias alemãs para iniciar a operação em 2019. O projeto de US$ 13,5 milhões na Califórnia é financiado por US$ 2,5 milhões da SCAQMD, US$ 4 milhões de um acordo com a China Shipping, US$ 3 milhões da California Energy Commission, US$ 2 milhões do Porto de Long Beach e US$ 2 milhões da LA Metro. A Siemens forneceu US$ 1,3 milhão em espécie. A SCAQMD forneceu outros US$ 2,1 milhões e a US EPA, US$ 500.000 para o contrato da TransPower.

Em um contrato separado com a SCAQMD, os caminhões elétricos e híbridos a gás natural foram desenvolvidos pela TransPower, localizada em Escondido, e o híbrido a diesel foi desenvolvido pela subsidiária da Volvo, Mack Trucks.

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