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ABES cria Think-Tank

A ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software), a mais representativa entidade do setor de software e tecnologia digital no país, com cerca de 2 mil associados, anuncia a criação do ABES Think-Tank, iniciativa voltada a sugerir políticas públicas que conduzam a uma estratégia nacional para Transformação Digital.

O Think-Tank tem a difícil tarefa de pensar o Brasil do Futuro, e como as políticas públicas podem acelerar a Transformação Digital do País.

O Estudo desenvolvido pelo ABES THINK-TANK, será entre a todos os candidatos à presidência da República e aos candidatos a Governadores estaduais, com propostas concebidas para orientar a transformação digital, o desenvolvimento do setor de Software e de Tecnologia, a inserção do Brasil nas cadeias de valor da economia do conhecimento.

“O nosso objetivo é sugerir políticas públicas que não sejam de governo, mas sim de Estado – ou seja, que de fato representem um projeto para crescimento para um Brasil moderno e com uma indústria de software forte e competitiva, no longo prazo, de forma estruturada, independente das mudanças que aconteçam nos diversos governos. O país precisa investir em tecnologia e inovação para crescer como uma economia competitiva e gerar empregos”, afirma Vanda Scartezini, conselheira da ABES e líder do Think-Tank.

Ao lado de Vanda, outras importantes lideranças integram o projeto, como Dra.Dorothea Werneck, ex-ministra da Indústria e Comércio e do Trabalho; Dra. Deana Weikersheimer; professora da FGV e advogada com ampla atuação na área de software; Marcelo Pagotti, ex-secretário da SETIC no Ministério do Planejamento;Patricia Pessi, ex-diretora de Governo Eletrônico na SLTI (hoje SETIC) do Ministério de Planejamento; Rodolfo Fucher, ex-diretor de Políticas Públicas da Microsoft.

O grupo se reúne periodicamente para discutir os principais desafios e oportunidades nacionais e mundiais, para que possa ser concebido um plano que vise encontrar e despertar as Vantagens Digitais do Brasil.

Também chamados “fábricas-de-ideias”, em português, os Think-Tanks estruturam-se para analisar cenários e propor soluções, com o apoio de renomados especialistas em uma determinada área. Para aumentar a porosidade e a participação de outras entidades representativas do setor, o ABES Think-Tank disponibilizou alguns canais de comunicação.

Conheça um pouco mais sobre os integrantes do ABES Think-Tank:

• Dra. Dorothea Werneck – Mestre e doutorada em Economia, membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, com longa carreira nas mais altas posições do Executivo Federal e Estadual, além de posições relevantes no setor privado.

• Dra. Deana Weikersheimer – Advogada, professora da FGV com longa atividade pública e privada, sempre com foco no Setor de Software e Tecnologia da Informação.

• Francisco Camargo – Presidente da Associação Brasileira de Empresas de Software (ABES) desde 2016. Engenheiro de Produção com diversos cursos de especialização no Brasil e no Exterior, é Fundador e Presidente do Grupo CLM, Conselheiro do Softex.

• Marcelo Pagotti, Bacharel e MBA em Tecnologias da Informação, IT Manager no Banco do Brasil, foi Secretário da SETIC no Ministério do Planejamento e é membro dos conselhos do NIC.br, ICP Brazil, SOFTEX e do Brazilian Internet Steering Committee/CGI.br

• Patrícia Pessi – Mestre em Comunicação e Informação, foi Diretora de Governo Eletrônico na SLTI (hoje SETIC) do Ministério de Planejamento;

• Rodolfo Fücher – Mestre em Marketing e bacharel em Ciência da Computação, tem diversas especializações; empresário e angel investor, carreira desenvolvida na Microsoft onde chegou a Diretor de Políticas Públicas, é Conselheiro da ABES.

• Vanda Scartezini – Engenheira Eletrônica com diversas especializações, membro brasileiro do ICANN, com longa carreira pública e privada em altos postos nos segmentos das Tecnologias da informação e Comunicação, além de Propriedade Intelectual, é Conselheira da ABES.

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Gartner mostra como garantir segurança ao ecossistema de Blockchain

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento imparcial em tecnologia, anuncia novas pesquisas que mostram como muitas tecnologias emergentes estão desfrutando de um crescimento repentino na popularidade. Há diversos mitos e expectativas infladas em torno de Blockchain, por exemplo, devido ao entendimento incompleto das funcionalidades e vulnerabilidades dessa tecnologia.

Blockchain certamente ainda tem muito a oferecer. Tem o potencial de formar e modificar muitas indústrias, de instituições financeiras a entidades de governo, além de todo o negócio digital. No entanto, com a promessa surgem os riscos. “Executivos de segurança e gerenciamento de riscos (SRM) precisam ter um olhar crítico não apenas sobre os possíveis benefícios de Blockchain, mas também para as ameaças”, diz Mark Horvath, Diretor de Pesquisa do Gartner. “Se considerar o uso de um modelo multicamadas de segurança Blockchain, os riscos são claros ao negócio, em níveis técnicos e criptográficos”.

Como muitas organizações visam capitalizar os benefícios do Blockchain, executivos de segurança e gerenciamento de riscos precisam garantir que seu envolvimento nos processos de planejamento. Sua principal responsabilidade será definir, estruturar, recomendar e implementar as melhores práticas de segurança para mitigar o risco organizacional. No entanto, com a tecnologia relativamente nova no empreendimento, os executivos precisarão extrair as melhores práticas de certa variedade de fontes.

“Uma das forças do Blockchain é que ela usa tecnologias estabelecidas para construir propriedades de criptografia comuns, como a identidade e integridade para um documento com alteração dinâmica”, explica Horvath. “A tecnologia pode ser considerada como um protocolo – e como tal, precisa suportar um processo de negócio existente ou necessário, do mesmo jeito que o protocolo HTTP suporta o e-commerce”, acrescenta.

Segundo o analista, “garantir que o Blockchain faça sentido para o negócio é a prioridade. Empreendimentos deveriam assegurar que a implementação da tecnologia estimule ou crie iniciativas de negócios digitais que, de outra forma, não poderiam ser reconhecidos”.

Tendo decidido que o Blockchain pode resolver os problemas de negócios, as empresas precisam analisar se há necessidade de uma tecnologia pública, na qual todos podem participar, ou de uma tecnologia privada, na qual apenas membros selecionados têm acesso, ou até mesmo um modelo hibrido que combine características dos dois formatos.

Adicionalmente, muitas tecnologias Blockchain operam dentro de um contexto de negócios que inclui diversos outros grupos ou organizações que formam um consórcio como os modelos praticados pelo governo. Pesquisas sobre o tema serão apresentadas durante a Conferência Gartner Segurança e Gestão de Risco 2018, que ocorre nos dias 14 e 15 de agosto, em São Paulo.

O Gartner destaca que Blockchain depende de network, da empresa e de terceiros – e do software do cliente. Ambos têm histórias de longa data sobre compromissos, segurança e falha humana. Portanto, faz sentido olhar para essas camadas e planejar como recuperar informações se algo der errado. Blockchain pública pode estar mais exposta, mas problemas similares também podem surgir nos modelos privados.

Códigos privados podem ser administrados tanto em software quanto por smart cards, mas ambos requerem certo nível de manutenção e proteção para mantê-los em segurança. Isso está adicionado a já mencionada questão de gerenciamento de network. Se um projeto com Blockchain envolve bens físicos – dinheiro ou carga, por exemplo-, será fundamental para o sucesso da empresa o entendimento de como traduzir dados provenientes dessa tecnologia ou de smart contracts para um processo físico será fundamental.

O que é seguro hoje pode não ser amanhã

Sabe-se que algoritmos hash, considerados seguros nos dias atuais, podem, em alguns anos, serem considerados arriscados. O SHA-1 é um bom exemplo de algoritmo hash amplamente usado que perdeu força com o tempo e foi substituído.

O Gartner espera um período de forte consolidação das tecnologias Blockchain e plataformas. “Esteja preparado para uma rotatividade na tecnologia e pronto para momentos críticos de segurança”, diz Horvath. “Isso irá possibilitar aos executivos de SRM elaborar métodos de resiliência no centro das abordagens de segurança e risco”.

As inscrições para a “Conferência Gartner Segurança e Gestão de Risco 2018” estão com desconto de R$ 525,00 até 13 de Julho. Há preços diferenciados para profissionais do setor público e descontos para grupos. Interessados devem contatar o Gartner pelo telefone (11) 5632-3109, e-mail brasil.inscricoes@gartner.com ou site gartner.com/br/security.

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Microsoft traz ao CIAB 2018 soluções de Inteligência Artificial para o mercado financeiro

A Microsoft trouxe para o CIAB FEBRABAN 2018 soluções que reforçam o compromisso assumido pela empresa para democratizar a Inteligência Artificial (IA). No maior congresso de tecnologia da informação para o mercado financeiro no Brasil, que acontece entre os dias 12 e 14 de junho, em São Paulo, a Microsoft e seus parceiros apresentam uma série de soluções feitas sob medida para bancos, fintechs e outras instituições financeiras.

Trabalhando em cima do tema-chave Inteligência Exponencial, a empresa vai discutir a Transformação Digital no mercado financeiro durante a sua participação na feira, unindo diferentes inovações tecnológicas com potencial para promover mudanças no setor. Esses esforços são apresentados na forma quatro pilares que, somados, contemplam os principais desafios e oportunidades do segmento: Análise de Risco, Experiência Omnichannel, Banco como Serviço e Produtividade do Bancário. Adicionalmente, temas importantes como Blockchain e cibersegurança orbitam todas essas discussões, que são complementadas por demonstrações, experiências e casos de sucesso.

Focada no uso de Big Data para a prospecção de clientes e geração de insights, a Neoway traz ao evento novidades para o setor. A principal delas, chamada de Risk & Compliance, lançada em março deste ano, é um conjunto de ferramentas capazes de utilizar os quase 38 milhões de CNPJs no banco de dados da empresa para disponibilizar uma análise de risco completa para instituições financeiras. O serviço parte de uma demanda do próprio mercado, que tem uma necessidade cada vez maior de adotar e promover boas práticas, ao mesmo tempo em que toma decisões de negócio mais assertivas.

Por meio de um sistema que roda na solução de nuvem Azure e se integra ao Dynamics 365 e ao Power BI, a solução da Neoway permite aos bancos não só verificar a empresa que pode ser seu cliente em potencial, mas também sua rede de fornecedores e parceiros, além de ocorrências de mídia negativa na web – antecipando futuros problemas. Essas pesquisas abrangem desde processos judiciais e tributos não pagos até o envolvimento de sócios com casos de lavagem de dinheiro ou outras atividades ilegais, sendo possível ainda filtrar os resultados para obter um nível de detalhe ainda maior. Bots junto a Inteligência Artificial garantem a coleta de informações em bancos de dados públicos, enquanto recursos de aprendizado de máquina estão sendo utilizados para retroalimentar o sistema, refinar esse conteúdo e, futuramente, dar origem a uma nova função que realiza a análise de riscos de forma preditiva.

Disposta a estimular a produtividade bancária e a eficiência operacional dos seus clientes, a Simply ataca um dos mais processos mais trabalhosos dentro dos bancos: a análise de documentos. Hoje, boa parte dessa tarefa é feita de forma manual, reduzindo a velocidade de aprovações de novas contas, concessões de empréstimos e emissões de cartões, por exemplo. Graças ao uso de uma rede neural baseada em Inteligência Artificial e aprendizado de máquina, a fintech mineira consegue realizar de forma automática boa parte desse trabalho, com o sistema lendo os dados capturados e cruzando essas informações com outras bases de dados. Mesmo quando essas atividades não podem ser completamente automatizadas, como no caso da validação de assinaturas, o sistema oferece ao profissional ferramentas que concedem mais agilidade à tarefa. A colaboração nesses processos fica garantida com o Microsoft 365, enquanto o Power BI exibe relatórios detalhados da operação.

A Temenos, por sua vez, abraça o conceito de Transformação Digital nos bancos por meio de um core bancário 100% digital, tropicalizado e integrado ao Azure, a nuvem da Microsoft. A oferta de Banco como Serviço (BaaS) da empresa abrange as mais diversas linhas de negócios, tal como, Retail, Corporate, Wealth, Tesouraria e Fundos, do back office à interface com o cliente final, para garantir a cobertura de todas as necessidades do setor. Além desse pacote completo de soluções, que atende operações de back office, front office e canais, as novidades da companhia para o CIAB 2018 incluem recursos avançados de analytics integrado ao Core Bancário e uma nova ferramenta de detecção de fraudes financeiras desenvolvida junto à Microsoft e está disponível no Microsoft AppSource – ambos baseados em tecnologias de aprendizado de máquina.

Uma parceria sólida entre Adobe e Microsoft também permite aos bancos trabalhar e aprimorar toda a experiência dos seus clientes, ajudando a estreitar o relacionamento de ambos desde o primeiro contato. Unindo na nuvem do Azure as forças de ferramentas como Adobe Campaign e Sign com serviços da Microsoft como Dynamics 365 e Power BI, é possível ter uma visão 360º do cliente em todas as plataformas, gerando, nutrindo e gerenciando leads em tempo real. Com isso, é possível transformar produtos para que eles se adequem a oportunidades e necessidades, empoderar colaboradores para endereçar demandas personalizadas e, por fim, interagir com os clientes para que eles se tornem mais engajados. A palavra-chave, aqui, é retenção, um dos maiores desafios do mercado financeiro.

Enquanto isso, a Redbelt, consultoria especializada em segurança cibernética, participa do estande da Microsoft no CIAB 2018 com a solução de gestão de vulnerabilidade e incidentes RIS (Risk Information Security). Anteriormente, o sistema estava disponível apenas por meio da plataforma da empresa, mas agora ganha mais possibilidades de uso na forma de um módulo integrado ao Office 365. Tendo como base informações captadas pelas ferramentas da Microsoft, o produto da Redbelt dá aos bancos a possibilidade de detectar e remediar possíveis tentativas de invasão, além de funcionalidades para resolver problemas de autoclassificação de dados – garantindo a integridade e segurança da informação e ajudando na obtenção da conformidade com o GDPR, nova regulamentação europeia para proteção de dados.

Reforçando a sua posição de habilitadora no setor, a Microsoft também traz ao evento as novidades do Azure Blockchain Workbench, uma ferramenta que dá às empresas os recursos certos para acelerar a criação de iniciativas baseadas em Blockchain. Como a Microsoft trabalha a tecnologia de forma agnóstica, disponibilizando as principais soluções do mercado em sua nuvem, o novo recurso simplifica o desenvolvimento e a experimentação com a tecnologia ao oferecer redes e infraestruturas predefinidas. Assim, o Workbench permite conectar o Blockchain mais facilmente aos seus negócios, aproveitando todas as vantagens de uma plataforma aberta, confiável e disponível globalmente.

Palestras

Ao longo do CIAB FEBRABAN 2018, os executivos da Microsoft também vão participar de palestras abordando os mais variados assuntos relacionados ao uso da tecnologia pelo mercado financeiro. Confira a agenda:

Inteligência Artificial e Machine Learning com Microsoft Azure: Garagem Fintech Lounge, 12 de junho às 14h40. Com Rober Torres, Azure Data Solution Architect na Microsoft Brasil.

Serviços Cognitivos no Microsoft Azure: Garagem Fintech Lounge, 13 de junho às 14h. Com Rodrigo Benin, Executivo de Contas Sênior na Microsoft Brasil.

Cloud – Uma História Brasileira: Auditório F3, 13 de junho às 16h20. Com Roberto Prado, Diretor de Nuvem da Microsoft Brasil e Marcelo Maylinch, Head of IT Infrastructure no Banco Votorantim. Mediação: Ronei Maranssati, Gerente de Divisão de TI Unidade Estratégica no Banco do Brasil.

Plataformas colaborativas de Blockchain: Auditório F2, 14 de junho às 14h. Com Marcelo Eisele, Digital Advisor Finance & Blockchain na Microsoft Brasil, Carlos Rischioto, Líder de Blockchain na IBM Brasil, e Luiz Jeronymo, Diretor de Soluções para Clientes na R3. Mediação: Regio Martins, Superintendente de Produtos na B3 (Brasil, Bolsa, Balcão).

Fonte: Microsoft Brasil

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Volanty recebe aporte de R$ 19 milhões

A Volanty, plataforma online que conecta vendedores e compradores de carros seminovos, anuncia investimento série A de R$19 milhões. O aporte, liderado pela monashees, também contou com a participação do Canary, fundo que já havia investido na empresa em 2017.

“O mercado de automóveis é muito grande no Brasil, movimentando mais de 300 bilhões de reais por ano. A Volanty tem um modelo de negócios inovador, e o Mauricio e o Antonio estão executando com excelência uma visão poderosa”, afirma Carlo Dapuzzo, sócio da monashees.

No início de 2017, a empresa já havia recebido um investimento de capital semente do fundo Canary e de investidores anjo no valor de 2,5 milhões de reais, que foi utilizado no desenvolvimento tecnológico da plataforma, contratação e capacitação de profissionais e infraestrutura. “Pra nós é uma honra coinvestir nesse round de Série A, pois a Volanty oferece uma solução incrível para seus usuários, seja ele o comprador ou o vendedor. Todos que utilizam a plataforma têm demonstrado extrema satisfação com a experiência do começo ao fim, e isso é o grande diferencial” revela Marcos Toledo, cofundador do Canary.

A nova rodada de capital será destinada a aumentar de dois para quinze o número de Centros de Atendimento Volanty (espaços próprios para inspeções, fotos profissionais em estúdio e test-drives), implementar novas tecnologias, ampliar as ações de marketing e fazer contratações, dobrando o quadro de funcionários até o final do ano. “Esse aporte é mais um forte indicador de que estamos no caminho certo para inovar no mercado de carros usados no Brasil, além de permitir uma rápida expansão do nosso negócio. Nos próximos 18 meses pretendemos aumentar consideravelmente nossa cobertura geográfica, oferecendo a melhor experiência do mercado, conectando cada vez mais compradores e vendedores”, afirma Mauricio Feldman, CEO e sócio-fundador da startup.

E entre as prioridades da empresa para 2018, o aspecto tecnológico será fundamental. “Hoje, de modo geral, 90% do processo de compra ou venda de um carro usado acontece no ambiente offline, e apenas 10% ou até menos, no online. A Volanty vai, ao longo dos próximos anos, inverter essa proporção por meio de investimentos em tecnologias e sistemas que melhorem cada vez mais a experiência dos usuários”, explica Antonio Avellar, o outro sócio do negócio.

Fundada em 2017, a Volanty foi o primeiro marketplace digital de carros seminovos do Brasil, conectando compradores e vendedores de forma eficiente e segura. “Após um ano de operação, temos um produto que atende a necessidade do mercado em que estamos inseridos, mas que pode ir muito além com o impulso dado pela monashees e Canary”, finaliza Avellar.

A Volanty é a maneira mais segura e mais prática para que particulares negociem um carro sem precisar ir até uma loja de usados. Para o vendedor, há a praticidade de não ter que ficar fazendo anúncios, agendar visitas e atender os interessados, além da enorme vantagem do veículo não sofrer depreciação no valor – o que nas concessionárias chega muitas vezes a 30%.

Outra vantagem é que o cliente só paga se o veículo for vendido pela plataforma – a Volanty fica com uma comissão de 7% sobre a negociação do carro. Apenas automóveis com até nove anos de vida e bom estado de conservação são aceitos em uma triagem, com inspeção presencial do veículo, sessão de fotos e distribuição do anúncio nas principais plataformas de vendas do país.

A expansão da Volanty não está limitada ao Rio de Janeiro. A empresa chega a São Paulo no início do segundo semestre deste ano e outros estados serão inaugurados na sequência.

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FGV: Objetos conectados à internet podem chegar a 25 bilhões em 2020

Estimativas apontam que em 2020, a quantidade de objetos interconectados passará dos 25 bilhões, podendo chegar a 50 bilhões de dispositivos inteligentes. Já o impacto econômico global deve chegar aos US$11 trilhões em 2025. Esses números mostram a força dos objetos conectados à internet no nosso dia a dia e como será isso no futuro e os seus efeitos sobre a sociedade serão debatidos no lançamento do novo livro publicado pela Editora FGV em parceria com a FGV Direito Rio, “A internet das coisas”.

Escrito pelo professor Eduardo Magrani, o livro será lançado no próximo dia 19 de junho, às 19h, na Livraria da Travessa, no Shopping Leblon, Rio de Janeiro, com um bate-papo com Eduardo Peixoto, do Instituto CESAR em Recife e a Caitlin Sampaio, da PUC Rio.

Com 95% do mundo coberto por redes de celular e 84% com acesso à banda larga, somado ao rápido crescimento das redes 4G e 5G, o mundo segue o caminho sem volta de estar cada vez mais conectado, e, assim como as pessoas, tudo a nossa volta também passa a estar “logado”. A Internet das Coisas é basicamente o termo para o aumento da comunicação das máquinas pela internet, o desenvolvimento de utensílios e microdispositivos que por sensores e outras tecnologias captam dados a partir de seu ambiente, tornando-se parte integrante da internet em prol das facilidades da vida moderna.

“Cada vez mais as informações que circulam pela Internet não serão mais colocadas na rede tão somente por pessoas, mas por coisas e algoritmos dotados de inteligência artificial que trocam dados e informações entre si, formando um espaço de conexões de rede e informações cada vez mais automatizado”, afirma Eduardo Magrani.

Contudo, há ainda um longo caminho pela frente: metade da po­pulação mundial permanece sem acesso à internet banda larga; é a mesma parcela de pessoas sem conexão no Brasil. Apesar do cenário, o horizonte é promissor para o avanço das tecnologias digitais no país, que tem um dos mercados mais relevantes no segmento tecnológico. O governo federal iniciou recentemente uma discussão acerca da Internet das Coisas – geralmente referida sob o acrônimo IoT (Inter­net of Things) – e, como resultado dessa discussão, um Plano Nacional para a IoT vem sendo debatido.

“Internet das Coisas” é uma rede de reflexões sobre novas tendências e direcionamentos das tecnologias da informação e para onde vamos com essa nova onda tecnológica.

Lançamento – A Internet das Coisas

Data: 19/06 – Hora: 19h

Local: Livraria da Travessa – Shopping Leblon – Avenida Afrânio de Melo Franco, 290 – loja 205A

Autor: Eduardo Magrani

Páginas: 192

Editora FGV – Preço : R$ 40 (impresso) e R$ 32 (e-book)

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SecureCircle e Fiandeira Tecnologia levam à CIAB FEBRABAN uma solução inédita para a proteção de dados não estruturados

SecureCircle e Fiandeira Tecnologia estarão juntas no maior congresso de tecnologia da informação para o setor financeiro no Brasil, o CIAB FEBRABAN, que acontecerá dos dias 12 a 14 de junho no Transamérica Expo Center, em São Paulo. O evento contará com um stand das empresas, onde será demonstrado o funcionamento de uma das mais recentes e inovadoras soluções de proteção de dados corporativos não estruturados. Bastante apropriada para o mercado financeiro e securitário, a tecnologia SecureCircle aplica a criptografia transparente para arquivos armazenados em qualquer localidade, habilitando a adoção de estratégias de nuvem de forma segura por parte das empresas, fácil e produtiva sem risco de perda da informação ou vazamento.

Lançada em 2017 e representada no Brasil pela Fiandeira Tecnologia, a SecureCircle é capaz de proteger informações sensíveis garantindo produtividade, segurança, visibilidade e controle de dados não estruturados, sem alterar o fluxo normal de trabalho e de forma transparente para o usuário. Isso é possível porque arquivos gerados por sistemas ou usuários sob o cuidado da SecureCircle são criptografados desde a origem. Além disso, trabalhos derivados destes arquivos estão protegidos e apenas usuários e dispositivos autorizados podem acessá-los.

“Trata-se de uma tecnologia extremamente simples de ser implementada, e que vem ao encontro de uma demanda ainda não atendida no mercado, que é a proteção de dados não estruturados. Essa é uma questão importante e de difícil gerenciamento para as empresas. Temos uma solução que contempla principalmente o mercado financeiro e que, além de inovadora, é simples, transparente e não modifica em nada o dia a dia de trabalho das empresas”, afirma Luis Figueiredo, da Fiandeira Tecnologia.

“A SecureCircle tem o prazer de apresentar sua solução inovadora para o mercado brasileiro. A parceria com a Fiandeira Tecnologia permitirá à SecureCircle responder localmente à demanda dos clientes e fornecer suporte local para a nossa solução”, disse o vice-presidente regional Carlos Liendo.

No stand das empresas no CIAB, os visitantes poderão ter acesso à interface do software com demonstrações de uso em tempo real e experimentar como seria trabalhar e executar ações do dia a dia sob a proteção da SecureCircle. Visitantes cadastrados concorrerão ao sorteio de um mini iPad!

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Transformação Digital: Sua empresa realmente está no caminho certo?

Por Freddy Pelucio

Quando questionadas sobre a jornada da Transformação Digital, praticamente todas as empresas afirmam ter iniciativas neste sentido, mas será que estão realmente no caminho certo? Ou estão apenas fazendo pequenas melhorias usando tecnologias inovadoras? Como saber se sua empresa está trilhando o caminho para a verdadeira Transformação Digital? A Transformação que deixará a organização totalmente alinhada e harmonizada ao Mundo Digital.

Para que a Transformação Digital seja real e efetiva, é necessário que seja transformadora! A “transformação digital” está mudando profundamente a sociedade onde vivemos e os mercados onde as nossas empresas atuam com uma rapidez nunca vista antes na história. As empresas devem transformar-se nesta mesma velocidade, mudando os processos produtivos, modificando os serviços existentes, criando novos ecossistemas, novos serviços, produtos e modelos de negócio, tendo como ponto central de sua estratégia a experiência do cliente, tornando-se uma empresa verdadeiramente digital. Trilhar o caminho da transformação digital, ou seja, passar a ter modelos de negócios digitais significa, necessariamente, passar por uma mudança radical dos processos organizacionais.

Para que a transformação seja uma a realidade, é fundamental que aconteça uma mudança de mindset cultural em toda a organização. É preciso repensar as ações dentro da estrutura e também revolucionar o seu próprio mercado. É necessário o despertar da criatividade e a inovação.

As abordagens derivadas do mundo do software estão se espalhando cada vez mais e parecem necessárias, dentro dos novos modelos organizacionais, para incentivar o trabalho em equipe e colaborativo entre os diferentes profissionais e habilidades de nossas empresas. Em contrapartida faz-se necessário adotar equipes e organizações separadas dentro da mesma empresa durante a jornada da Transformação Digital.

A existência de times distintos, trabalhando de forma bimodal, é imprescindível neste cenário, de forma que uma frente tenha foco no planejamento e execução das etapas definidas no plano da Transformação Digital, no amanhã, e a outra frente esteja focada na execução e manutenção dos processos e sistemas atuais, no hoje.

Um ponto crucial neste momento é o estabelecimento de parcerias estratégicas com empresas que detenham conhecimento das tecnologias necessárias alinhadas às necessidades do negócio. O apoio de um parceiro na condução do mapeamento e identificação do nível de maturidade destas empresas em relação às tecnologias disponíveis e quais são mais adequadas aos objetivos da organização, é um dos pilares de garantia da sustentação do Roadmap das ações de transformação. Além disso, o auxílio à identificação e priorização dos temas a serem abordados em planos de ação na jornada, de modo a garantir a convergência aos objetivos estratégicos da organização, é determinante.

A área da Tecnologia de Informação e Automação tem um papel fundamental e pode ser o grande facilitador desta operação. Este é o time que conduzirá as estratégias para aplicação e utilização das ferramentas necessárias para o cumprimento dos objetivos de negócio da empresa. Soluções como inteligência artificial, paperless, chatbot, APIs, machine learning, cloud, big data, analitycs, predictive & prescritive maintenance, real-time, OEE, Iot, CRM, customer experience, entre outras, não se traduzem em ações de transformação digital caso não sejam alinhadas aos objetivos estratégicos do negócio. Por este motivo a importância do parceiro que além de conhecimento de tecnologias, conheça o negócio do cliente.

Outro ponto importante é que a Transformação Digital nas indústrias automobilísticas deve atuar em duas frentes: dentro da fábrica, com foco na excelência operacional do processo produtivo, e fora dela da fábrica, com ações 100% focadas na experiência do cliente.

Dentro da fábrica, soluções integradas que possibilitem avaliação de indicadores em tempo real, integração da cadeia de fornecedores às montadoras, descentralização dos processos decisórios, sistemas modulares, digitalização, manufatura ágil, entre outras, são exemplos das ações necessárias que devem ser tomadas internamente sempre orientadas aos objetivos de negócio para construção da transformação digital.

Ao mesmo tempo, do lado de fora da fábrica, os objetivos, processos e soluções devem ser totalmente orientados à experiência do cliente, isto porque o veículo não é mais somente um bem de consumo e sim um provedor de serviços e satisfação aos usuários.

E para que esta integração entre o cliente e a manufatura ocorra de forma eficaz, inteligente e na velocidade necessária, processos digitais são essenciais.

Muitos acreditam que já estão dentro dessa jornada, mas infelizmente estão apenas aperfeiçoando alguns processos de maneira não digital e não verdadeiramente investindo em Transformação Digital com um plano, objetivos e caminhos bem definidos. E então? Sua empresa, está no caminho certo para a Transformação Digital?

Freddy Pelucio, Executivo de Negócios – empresa do Grupo Engineering, multinacional italiana líder em Transformação Digital

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Grupo Movile quer ampliar área de tecnologia e contratar mil profissionais até março de 2019

Para ajudar a conquistar o sonho de impactar a vida de 1 bilhão de pessoas, o grupo Movile, um dos líderes globais de marketplaces móveis, irá contratar 1000 profissionais em tecnologia até o final de seu ano fiscal, que acontece em março de 2019. A empresa já conta com 1600 funcionários em 15 escritórios espalhados por sete países e quer expandir sua atuação, chegando a quase 3 mil colaboradores.

A área de tecnologia, uma das responsáveis pela ampliação da empresa, está em busca de profissionais em nível pleno e sênior e os contratados serão direcionados para uma das 12 empresas que fazem parte do grupo, entre elas: iFood, Zoop, PlayKids, Wavy, Sympla, Rapiddo e Superplayer. Entre os profissionais procurados, estão desenvolvedores, arquitetos de software e profissionais com experiência em produto.

Segundo a Diretora de Gente da Movile, Luciana Carvalho, por conta da constante expansão das empresas, todas as unidades de negócios estão em crescimento exponencial, e cada vez mais é necessário ter um time maior e ainda mais robusto, que consiga dar vazão a todas as ideias, iniciativas, melhorias e novos projetos do grupo. “Até o momento, mais de 400 profissionais em tecnologia já foram contratados para integrar o time de alguma das empresas do grupo, ou para trabalharem na própria Movile. Precisamos construir times que consigam preparar todas as nossas soluções (internas e externas) para acompanharem o crescimento dos negócios, garantindo segurança, escalabilidade e sustentabilidade de todos os aplicativos e plataformas”, afirma.

As vagas disponíveis, em sua maioria, estão nas áreas de Desenvolvimento Back-end, Front-end e Mobile (Android e iOS), além de áreas como Data Science e Produto, que também abrirão muitas vagas durante o ano. Todas as oportunidades são para os escritórios de São Paulo, Campinas, Belo Horizonte (MG), Rio de Janeiro (RJ) e Porto Alegre (RS), e os interessados precisam ter, no mínimo, 5 anos de experiência no mercado.

“Os engenheiros terão contato com as melhores tecnologias do mercado, além de participar efetivamente de todo o ecossistema que a Movile oferece para incentivar e estimular o crescimento desses profissionais. Os contratados receberão, além dos inúmeros benefícios que a Movile traz, como ambiente aberto a riscos e inovação, oportunidade de crescimento acelerado com o apoio de iniciativas como a Academia Movile, que oferece treinamentos para todo o grupo e a participação nos melhores e maiores eventos de tecnologia do Brasil e do mundo”, finaliza.

Para os interessados em se candidatar em qualquer uma das vagas abertas pela Movile, a empresa criou o HighTech, um banco de talentos unificado que busca atrair e recrutar desenvolvedores para todas as empresas do grupo. Ao longo do ano, todas as vagas serão disponibilizadas pelo site http://jobs.kenoby.com/movile. Além disso, vale acompanhar as páginas das empresas no LinkedIn para ficar por dentro de todas as novidades.

Os profissionais podem encontrar mais informações sobre as vagas disponíveis pelo site oficial da Movile ou cadastrar o currículo no HighTech, banco de talentos unificado que busca atrair e recrutar desenvolvedores para todos as empresas do grupo. Além disso, os talentos podem conferir as vagas de cada uma das empresas pelos sites: PlayKids, Wavy, Rapiddo Marketplace, iFood, Sympla, Maplink, Rapiddo Entregas, SuperPlayer e Zoop.

Dentre os perfis que a Movile busca, estão:

Profissionais que gostem de negócios: Desenvolvedores e engenheiros que ultrapassem a barreira técnica e consigam conversar, de igual para igual, com as pessoas que estão na ponta do negócio. Esses profissionais precisam ser muito bons em tecnologia e também entender muito sobre o nosso business para conseguir trabalhar com prioridades, assumir riscos e argumentar se algo é bom ou não.

Estudiosos: O grupo Movile está a todo momento aprendendo algo novo, estudando uma nova tecnologia e pensando como trazê-la para nossa realidade. Precisamos de pessoas que tenham a habilidade de aprender rápido e que consigam trazer essas teorias para a realidade dos nossos negócios.

Empreendedores: Valorizamos muito o senso de dono e o foco em resultados!Todos na empresa têm muito espaço para tomar riscos, pensar em novas iniciativas e aplicá-las. Nossos times precisam ter uma cabeça empreendedora para enxergar novas oportunidades e aproveitá-las.

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7 dicas para quem quer fundar uma startup

Dois em cada três jovens brasileiros desejam empreender, mas a maioria não sabe por onde começar, segundo uma pesquisa da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro divulgada este ano. Pensando nisso, a Udacity estruturou um passo a passo simples sobre como escolher uma ideia, definir seu segmento de clientes, validar hipóteses, criar um produto mínimo viável, estruturar seu pitch e arrecadar fundos, além de montar a equipe ideal.

Confira as dicas de Renata Goldfarb, gerente de produtos responsável pelo curso Nanodegree Startup Founder da Udacity — conhecida como a Universidade do Vale do Silício:

1º passo: escolha uma ideia

Para definir seu ponto de partida, a ferramenta mais recomendada é o Canvas. Ele possui 9 componentes a serem respondidos ao longo do processo de criação da sua startup: proposta de valor, segmentos de mercado, canais, relacionamento com clientes, atividades-chave, recursos-chave, parcerias-chave, fontes de receita e estrutura de custos.

Nesse primeiro passo, comece pela proposta de valor: ela te ajudará a definir o foco do seu negócio, que deve ser disruptivo. Ela normalmente é construída em cima de uma frase inspiradora, que se inicia com um verbo e esclarece todo o objetivo do negócio.

Caso você ainda não possua uma ideia, é possível começar a pesquisar problemas existentes que você tem interesse em resolver. Também é importante saber qual é o tamanho do seu mercado, compreendendo qual será a demanda para a sua solução. Se o seu mercado total disponível não é de mais de R$ 1 bilhão, por exemplo, você provavelmente não terá uma ideia competitiva o suficiente para participar de rodadas de investimento.

2º passo: defina seu segmento de clientes

Em seguida, é preciso saber — da forma mais precisa possível — qual é o segmento de clientes em que você irá atuar. Para isso, é preciso criar a sua “persona”: um detalhamento minucioso de quem será o cliente típico que consumirá seu produto ou serviço, passando por informações como comportamento, características demográficas, motivações, objetivos, desafios e preocupações.

Em adição a isso, também é preciso se atentar ao Job to be done. Segundo o professor de Harvard Clayton Christensen, quando alguém compra um produto, sua intenção é “realizar um trabalho específico”. Ou seja, o cliente tem uma necessidade a ser resolvida que, geralmente, está ancorada em características funcionais, emocionais, pessoais ou sociais.

3º passo: valide hipóteses

Esta é uma fase de pura pesquisa, na qual você precisará ouvir empaticamente o seu potencial cliente — no ambiente dele —, entendendo também se a operação será B2C ou B2B. O objetivo é encontrar o Product market fit, ou seja, a relação e conexão entre a sua ideia e o cliente.

Existem três perguntas a serem respondidas durante esta etapa: “quais as dores que o cliente sente?”; “quais os ganhos que minha proposta de valor gera para ele?”; e “quais as tarefas necessárias para que isso aconteça?”.

Após esse levantamento, pode ser que você perceba que a sua hipótese estava parcial ou totalmente incorreta. Mas não desanime: essa descoberta é essencial para que você retome o seu Canvas e adapte-o. Quanto antes você identificar isso, mais próximo você estará do que é uma startup, segundo Steve Blank: “Startup é uma organização temporária projetada para buscar por um modelo de negócios escalável e repetível, que atua num ambiente de extrema incerteza”.

4º passo: crie o MVP (produto mínimo viável)

Criar o seu primeiro MVP também deve estar entre as prioridades de quem deseja fundar uma startup. O seu produto mínimo viável, inclusive, pode ser algo bastante simples, de baixa fidelidade, ou até mesmo uma landing page do produto. Trata-se de um protótipo que será utilizado para validar as hipóteses definidas na etapa anterior — por isso, esses dois passos devem acontecer, preferencialmente, de forma simultânea.

Aqui já é, também, o momento ideal para definir modelo de receita e estrutura de custos, de modo que você comece a entender como vai ganhar dinheiro. Importante: você já pode começar a monetizar desde o primeiro dia com o seu MVP, comprovando que o negócio é viável.

Após essa fase de validação, pode existir a necessidade de pivotar sua ideia, isto é, mudar o seu modelo de negócios a fim de adaptá-lo à necessidade do seu cliente.

5º passo: estruture seu pitch

Pitch nada mais é do que uma apresentação curta, de 3 a 5 minutos, realizada com o objetivo de despertar o interesse de quem está te ouvindo. De forma sucinta, ela explica qual problema a sua startup está disposta a resolver, qual o seu diferencial na comparação com as demais ideias e como você vai ganhar dinheiro com isso.

Em competições, apresentações e eventos, existem dois tipos mais comuns: o pitch em si, apresentado de forma verbal, e o “pitch deck” — um material mais completo, enviado para o investidor entender sozinho tudo que contempla seu negócio. Entre os tópicos mais comuns, o empreendedor pode abordar temas como problema a solucionar, vantagens do produto ou serviço, entendimento do mercado, modelo de negócio, investimento necessário, teste com usuários, etc.

6º passo: arrecade fundos

Já ouviu falar em FFF (family, friends and fools)? Uma rede composta por familiares, amigos e pessoas que acreditam na sua ideia pode te ajudar durante o processo de levantamento de capital, especialmente enquanto ainda não há investidores-anjo interessados no seu negócio.

Essa é uma etapa importante para que você passe a ganhar tração, isto é, consiga alcançar as métricas estabelecidas para medir o sucesso da sua ideia (acessos ao site, geração de leads, vendas, etc.). Em resumo, o investimento no seu negócio em algum momento se tornará imprescindível para você continuar crescendo.

Bônus: monte a equipe ideal

Em linhas gerais, um empreendedor que atua de forma individual dificilmente consegue se virar sozinho: além da criação de uma startup ser um processo bastante demandante, há diversas habilidades técnicas e comportamentais que ele provavelmente não possui, mas pode complementar a partir de um ou mais sócios. Além disso, uma equipe composta por pessoas com perfis complementares é algo muito valorizado por investidores e aceleradoras.

Para garantir essa homogeneidade da equipe e encontrar profissionais realmente bons e engajados, é válido participar de meetups e eventos, conversar com empreendedores mais experientes e até mesmo montar uma rede de mentores que podem te ajudar nesse processo — ou seja, aumentar seu networking.

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Desafios e oportunidades para uma América Latina conectada

Por Tadeu Viana, Sales Director CALA at Corning Optical Communications

Com 600 milhões de pessoas, a América Latina tem potencial de se posicionar como um dos blocos econômicos mais importantes do planeta. No entanto, como cada país opera de forma independente, a taxa de adoção não é tão rápida quanto outras partes do mundo em que as regiões operam como uma só. Se observarmos o sucesso de outros locais e aproveitarmos a ampla capacidade do continente, as perspectivas para todos os latino-americanos poderão ser mais claras – as redes resultantes conseguirão impulsionar cada país individualmente e a região coletivamente.

A superação da fragmentação na América Latina é fundamental para expandir e democratizar os serviços de banda larga. Os avanços na estrutura compartilhada, o investimento em mão de obra qualificada e o diálogo cooperativo entre os governos são essenciais para alcançar melhores visões de curto, médio e longo prazo para a região.

Vários países já iniciaram um caminho no sentido universalizar e melhorar a qualidade da banda larga. Para citar alguns exemplos: o Brasil buscou recentemente oferecer benefícios fiscais para a construção de redes de banda larga (no entanto, dado nosso complicado sistema tributário, as medidas tiveram pouco efeito). O México, por sua vez, visa combater os monopólios (um plano que conseguiu baixar os preços para o consumidor final, mas ainda não resultou em um aumento significativo no alcance da banda média oferecida). Os governos do Peru e da Colômbia, em parceria com o setor privado, investiram na instalação de um backbone (ou seja, a construção de uma estrutura de rede de fibra para interconectar as cidades). Essas iniciativas são notáveis por si só e podem ter um impacto ainda maior em alinhamento umas com as outras.

Um planejamento comum mais amplo seria benéfico para todos, em especial no que se refere ao comércio dentro da região. Em muitos casos, os governos da América Latina têm tido mais sucesso nas negociações comerciais na China e nos Estados Unidos do que com outras nações da região, principalmente porque não há grandes facilitadores e vantagens comerciais. Mesmo os blocos econômicos que existem entre alguns países não podem reverter essa tendência, até alcançarmos uma visão estratégica compartilhada e uma maior cooperação entre as autoridades.

Juntas, as autoridades de vários países poderiam melhorar as perspectivas da região, integrando seus esforços em uma política alinhada, consistente e comum, gerando maior competitividade e condições para expandir os serviços de banda larga.

O Uruguai é um exemplo de sucesso, com mais de 90% das casas cobertas por redes de fibra óptica, graças aos subsídios estatais facilitados pelo tamanho do país. O Chile também tem uma posição de destaque com um alto nível de penetração de fibra, o que pode ser creditado por uma razão totalmente oposta: os impostos são baixos e há pouca burocracia, o que aumenta a competitividade dos operadores e melhora seus serviços.

Esses dois países têm realizações significativas, porém esses esforços poderiam ter sido muito mais fáceis se fossem trabalhados em conjunto com outras economias robustas da região. Assim, a desigualdade característica em tantos setores da vida latino-americana também é evidente na distribuição da banda larga: temos regiões bem servidas, mas outras não tão distantes quanto ao seu desenvolvimento – posicionando nossa região como um todo em um bloco intermediário o contexto global, acima das regiões sem banda larga (tais como certas áreas da Ásia e África), mas longe dos serviços locais mais desenvolvidos, especialmente nos Estados Unidos, Canadá, Europa, Japão, Coréia do Sul e Austrália.

Novas tecnologias estão permitindo uma transformação de rede mais fácil e acessível. O segmento de fiber-to-the-home (FTTH) registrou um aumento de 18% nas residências atendidas em toda a região entre dezembro de 2015 e setembro de 2016, graças aos produtos mais econômicos, à acessibilidade e à velocidade de instalação. Atualmente, aproximadamente 23,5 milhões de residências na América Latina são servidas por redes de fibra ótica, de acordo com dados da Fiber Broadband Association, capítulo da América Latina. É uma indicação clara do potencial da região: mesmo com desafios, o alcance da internet cresce.

A expansão das redes de fibra ótica é uma maneira efetiva de conectar o continente. A fibra é o caminho mais rápido para transmissão de dados, uma tecnologia que é capaz de atender novas necessidades de conexão, impulsionada por tendências como a “internet das coisas”, densificação 4G, o surgimento de 5G e computação em nuvem, entre outros. Precisamos nos unir para aproveitar muitas oportunidades que trarão maior produtividade e melhorias em nossas vidas.

Para que a América Latina possa atingir todo o seu potencial de desenvolvimento, precisamos nos unir para melhorar as conexões de banda larga em toda a região, proporcionando uma qualidade de serviço superior e alcançando uma faixa maior da população. É hora de trabalhar de mãos dadas e com objetivos claros. Afinal, podemos sempre melhorar a conexão dessas redes, com uma atualização do serviço no presente e, assim, absorvendo as inovações do futuro da melhor forma.

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Seminário discute as barreiras para a inovação industrial

A ProConcept Sistemas realiza no próximo dia 14, quinta-feira, das 9h ás 12h, em Belo Horizonte, o Seminário Creo 5.0 e Mathcad, para apresentar as novidades das duas ferramentas da PTC, que incorporam a maior evolução do setor industrial.

No evento, especialistas da ProConcept, irão mostrar como acelerar o processo de inovação e de design de produtos com as melhores ferramentas integradas de CAD/CAE/CAM disponí­veis no mercado. Além disso, serão apresentadas as inovações oferecidas por estes sistemas e quais são os melhores usos destas tecnologias.

O Creo 5.0 traz novas capacidades que estão mudando o universo do design de produtos. A versão 5.0 inclui recursos revolucionários em manufatura aditiva, IoT, definição baseada em modelos (MBD) e realidade aumentada (RA). Disponibiliza também, um desenvolvimento mais rápido e com mais inteligência conectando o design digital aos produtos físicos.

Já o PTC Mathcad é um software de matemática de engenharia que permite realizar, analisar e compartilhar cálculos importantes. Os cálculos são a essência das informações da engenharia de produto. O PTC Mathcad facilita o trabalho das equipes de engenharia que precisam ser capazes de encontrar, reutilizar e compartilhar essa propriedade intelectual importante.

O Seminário Creo 5.0 e Mathcad tem entrada gratuita e as inscrições devem ser realizadas no site do evento https://goo.gl/7VCEZJ.

Seminário Creo 5.0 e Mathcad

Data: 14/06/2018
Hora: das 9 às 12h
Local: Av. Prof Mário Werneck, 300, Estoril
Salão de Eventos, Belo Horizonte, MG Inscrições gratuitas: https://goo.gl/7VCEZJ.

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É possível poupar mais de R$ 1 mil optando pela conta digital, alerta PROTESTE

Ao examinar o extrato bancário, é possível notar despesas supérfluas, tarifas cobradas por transações e pacotes de serviços da instituição. Notar e equilibrar esses gastos pode resultar na economia de valores consideráveis, que podem facilmente ultrapassar a casa dos R$ 1.000,00 anuais.

Tendo isso em vista, a PROTESTE, associação de consumidores, analisou dois tipos de clientes: aqueles com fraca movimentação bancária e os que têm necessidade de efetuar inúmeras operações mensais, com e sem o uso de cheques. Também foram avaliados os que realizam suas movimentações bancárias exclusivamente por meio da Internet ou por terminais automáticos.

Simulando esses hábitos, a associação pôde notar que o valor dos pacotes pode variar de R$ 5,90 (Click Conta, do Bradesco) a R$ 99,00 (Santander Select Mais, do Santander). Isso ressalta a importância de, acima de tudo, escolher a conta corrente mais adequada para cada bolso.

Ainda na pesquisa, foi possível identificar variações consideráveis nos pacotes padronizados de valores mensais, como por exemplo, o Padronizado IV, cujo preço vai de R$ 32 (no Banrisul) a R$ 45 (no Original). Em um ano, o montante pode pesar no bolso do consumidor.

Entretanto, a alternativa mais atraente é usar contas eletrônicas gratuitas, que agora se restringem à oferecida pelo Banco Inter, com os bancos Original e Neon comercializando as versões pagas.

As três instituições – Itaú, Banco do Brasil e Bradesco – que forneciam esses serviços ilimitados e gratuitos, incluindo DOCs e TEDs (desde que as transações fossem feitas por Internet ou por canal eletrônico) acabaram com essa opção para clientes novos. Essas mudanças prejudicam, e muito, os consumidores, já que as modalidades eletrônicas possibilitavam economias substanciais face às contas tradicionais.

No caso, estudos anteriores da PROTESTE verificaram a possibilidade de poupar até R$ 1.188 ao ano, numa comparação entre a cesta mais cara, com custo de R$ 99 mensais, e a gratuidade do pacote digital.

A boa notícia é que deixar de lado o uso de cheques e o atendimento presencial e optar por uma conta eletrônica sem custos, também garantirá ao consumidor uma economia de R$ 1.188 ao ano, em contraste com a cesta Santander Select Mais, de R$ 99 mensais.

Na mesma pesquisa, o pacote digital oferecido pelo Banco Inter é a escolha certa tanto para o cliente de pouco uso quanto para o que possui considerável demanda para transações bancárias. Ele é o único que, de fato, tem a conta digital gratuita.

Também é preciso ficar atento aos direitos. Os bancos têm a obrigação de divulgar o valor de cada tarifa e taxas cobradas, além de quais serviços estão inclusos nas cestas comercializadas. E, apesar de poderem aumentar os encargos até duas vezes por ano, o cliente deve ser avisado com, no mínimo, 30 dias de antecedência.

Para comparar as contas correntes, a PROTESTE criou um simulador, com os perfis básico, moderado e frequente: http://www.proteste.org.br/dinheiro/conta-corrente/simulador/contas-bancarias.

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Conductor lança plataforma completa de Banking as a Service

A Conductor, empresa de tecnologia especializada em meios de pagamento, lança no CIAB FEBRABAN 2018, congresso de tecnologia da informação para instituições financeiras, sua plataforma de Banking as a Service (BaaS). A ferramenta consiste em oferecer, para empresas de diversos segmentos, a possibilidade de criar uma experiência completa de banco próprio, totalmente modular, para atendimento de suas respectivas bases de clientes e stakeholders. É a primeira solução desse tipo no Brasil.

O objetivo da plataforma é permitir que empresas ofereçam produtos, serviços financeiros e experiências personalizadas com mais flexibilidade e facilidade operacional. “O Banking as a Service cria e reforça um relacionamento customizado entre as marcas e o público que pretendem atingir. É dinâmico, transparente e customizável. Dá muito mais agilidade às empresas no momento de definição de preferências e ofertas que querem oferecer aos seus clientes”, afirma Antônio Soares, CEO da Conductor.

Para o usuário final, a plataforma oferece uma conta bancária digital e um cartão pré-pago que, através de uma camada de APIs 100% modulável e dinâmica, possibilita realizar transferências via TED, DOC e P2P, pagamento de contas, recarga de celular, entre outros serviços financeiros (da Conductor e de terceiros). Integra todos os serviços em um único aplicativo white label, que se adapta ao portfólio e look & feel de cada marca.

Baseado em seu framework de processamento de cartões de diversas bandeiras, a contratação da plataforma também contempla serviços de compliance, cloud base, licenças operacionais, regulamentação e suporte de TI. A Conductor desenvolve e entrega a ferramenta para as companhias em até 90 dias após a solicitação.

O lançamento oficial da plataforma BaaS será realizado dentro do CIAB FEBRABAN 2018, que acontece entre os dias 12 e 14 de junho, no Transamérica Expo Center, em São Paulo.

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Plataforma da Serasa para microempreendedor tem uma simulação de crédito por minuto e já atingiu R$1 milhão em empréstimo aprovado

Microempreendedores de todo o Brasil já fizeram mais de 100 mil simulações de crédito na ferramenta gratuita e digital do Serasa Empreendedor, o que representa uma busca de financiamento por minuto. Na média, o valor do empréstimo procurado é de R$15 mil, com parcela máxima de 1,5 mil e prazo de 12 meses para o pagamento. A plataforma, que já gerou mais de R$1 milhão em empréstimo aprovado desde o seu lançamento, pode ajudar os mais de 2,6 milhões de MEIs e MEs que todo mês buscam crédito no me rcado a comparar e contratar a melhor oferta dos parceiros da plataforma de acordo com a necessidade e possibilidades de pagamento.

A maioria dos empreendedores que buscou crédito na ferramenta da Serasa pretende utilizar o dinheiro para investir na companhia: 24% compra de equipamentos, 20% expansão e 20% fluxo de caixa. Já 16% devem quitar dívidas, 15% fazer estoque e 5% reformar o negócio.

“O acesso ao crédito é fundamental para a manutenção e o crescimento de uma companhia. O novo canal digital pretende facilitar e agilizar essa busca, já que concentra no mesmo ambiente empresas que estão dispostas a fazer uma análise individual e oferecer propostas personalizadas de acordo com o perfil de quem solicitou, estimulando inclusive, o crédito consciente”, diz o vice-presidente de Micro, Pequenas e Médias Empresas da Serasa Experian, Victor Loyola.

Na ferramenta, a simulação do empréstimo é feita com financeiras que investem no segmento de MEIs e MEs. Atualmente, o serviço de acesso a crédito do Serasa Empreendedor conta com fintechs, como Nexoos, Biz Capital, Biva e Tutu Digital. Parcerias com outras fintechs, cooperativas de crédito e bancos já estão em negociação.

O acesso é totalmente gratuito e conta com orientação ao usuário durante todo o processo de simulação para que ele aumente as chances de conseguir o crédito. Para fazer a simulação, é necessário que o empreendedor se cadastre na plataforma do Serasa Empreendedor, com CNPJ, nome completo, e-mail, celular e CPF.

Segundo o Indicador da Serasa Experian, a busca geral por crédito das micro e pequenas empresas cresceu 6,0% no primeiro quadrimestre deste ano, na comparação com mesmo período do ano passado.

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Novo serviço biométrico é capaz de validar a identidade de 70 milhões de pessoas e reduzir fraudes

Especialista em identidade digital, a Certisign lança, no CIAB Febraban, o “Certibio FaceCheck” que permite a validação de identidade de pessoas por meio da biometria de face. O evento acontece entre 12 e 14 de junho, no Transamérica Expo Center.

“Os principais benefícios do Certibio FaceCheck são a redução de fraudes de identidade e a maior conveniência para os consumidores, no momento de executar uma transação”, explica Igor Rocha, diretor da Certibio. “A falsificação de documentos é um crime cometido contra todas as classes sociais e quando uma pessoa tem sua identidade comprometida, o prejuízo não é apenas financeiro. Sua reputação de bom pagador também fica manchada”, pondera.

O Certibio FaceCheck usa o número do CPF como referência e compara a foto da pessoa, tirada ao vivo, com a foto existente no cadastro de motoristas habilitados, retornando um percentual de similaridade que indica se o CPF informado pertence mesmo ao indivíduo consultado.

O novo serviço é resultado de uma avançada tecnologia de biometria de face desenvolvida pela Certisign e de um acordo de cooperação técnica estabelecido com o Serpro. Também conta com avançado recurso de liveness detection, que dificulta a utilização de fotos e vídeos com imagens de face para burlar o sistema.

O executivo da Certisign salienta que o serviço não acessa nenhuma informação das pessoas. “O indivíduo, ao ser consultado, precisa informar seu CPF e permitir que sua foto seja tirada. A resposta é tão somente um percentual de similaridade”, acrescenta.

O uso dessa tecnologia deverá diminuir os prejuízos de comerciantes e instituições financeiras, reduzindo de modo significativo a possibilidade de êxito dos falsificadores que usam documentos de cidadãos de bem para fraudar as operações. Os consumidores também ficarão mais protegidos contra o uso indevido de suas identidades para a aquisição ilegal de bens e serviços e transações financeiras.

Trata-se ainda de um passo importante para viabilizar operações totalmente digitais, como abertura de contas bancárias online, crediário no e-commerce e empréstimos pessoais via aplicativos, que exigem uma identificação segura e confiável das pessoas.

Rocha destaca que, ao reduzir o número de fraudes, a ferramenta poderá contribuir, a médio e longo prazo, para baratear o custo das operações de crédito no Brasil. Atualmente, parcela considerável dos juros aplicados em empréstimos ou financiamentos visa cobrir eventuais prejuízos provocados pelas fraudes nessas operações.

O Certibio FaceCheck está disponível para integração com os Aplicações Web e App’s dos clientes através de SDK para Android e iOS, API e Webservices. Há também um App pronto que permite fazer a validação de identidade em smartphones Android e iOS.

Para mais detalhes acesse a página www.certibio.com.br.

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Cinco dicas para ser feliz no trabalho

Por Fredy Machado

Você é daqueles que chega aos domingos depressivo porque o dia seguinte é segunda-feira? Você sabia que 64% dos executivos brasileiros estão infelizes no trabalho? Essa foi a constatação de um estudo realizado por Fredy Machado e analisado em seu livro “É possível se reinventar e integrar a vida pessoal e profissional”, do selo Benvirá, da Editora Saraiva. O autor acredita que é possível mudar essa realidade quando as pessoas conseguem definir o propósito de vida e buscam uma integração entre vida pessoal e trabalho.

O estudo foi realizado num universo com mais de 300 profissionais, incluindo atuantes no “C” level das empresas, de 21 estados brasileiros, com 14 países representados e 18 brasileiros expatriados – sendo a maioria homens.

Confira abaixo cinco técnicas para alcançar felicidade profissional e pessoal:

Alinhamento do propósito pessoal

É preciso definir os valores e crenças que orientam sua trajetória para se sentir satisfeito com sua vida pessoal e profissional. Fredy faz um convite à reflexão até encontrar algo que realmente faça sentido e descreva detalhadamente tudo que dá propósito à vida, e propõe – “você pode começar criando uma pequena lista e depois produzir um texto que explique e defina cada item dessa lista. Depois analise o que os elementos têm em comum e determine o seu principal propósito. Conectar-se com você mesmo e ter uma vida integrada é uma tarefa de dedicação plena que demanda tempo”.

Alinhamento do propósito da empresa em que trabalha

Já é cientificamente comprovado que pessoas felizes produzem mais ao realizar seu papel profissional. Segundo um estudo de meta-análise realizado pela Universidade da Califórnia, em Riverside, o trabalhador feliz é, em média, 31% mais produtivo, as vendas são 37% mais elevadas, além disso, a criatividade é três vezes maior do que a de outros colaboradores menos felizes. Fredy destaca que não importa qual a sua posição no mundo corporativo “O principal é saber se o seu propósito de vida está alinhado com o propósito da empresa, pois isso pode ter grande influência no seu bem-estar e na sua felicidade”.

Diagnóstico da sua vida hoje

Faça um diagnóstico claro de como está a sua vida hoje, em todos os níveis: pessoal, profissional, relação com a comunidade. Fredy salienta que “antes de qualquer coisa, faça uma análise sobre todos os aspectos da sua vida atual, levando em conta os seguintes tópicos: boa forma e saúde, carreira, riqueza/dinheiro, crescimento pessoal/espiritual, diversão/recreação, amor, amigos/família, lar, ambiente físico, criatividade e autoexpressão”.

Procure feedback

Um sistema genuíno de feedback pode afetar toda a organização. Procure pessoas que te conheçam bem e peça que sejam 100% sinceras com o que irão falar e alertar: “os empresários e as empresas devem firmar compromissos claros com seus funcionários e serem sempre os mais objetivos possíveis no relacionamento, pois isso cria uma maior reciprocidade e senso de compromisso entre eles”.

Planejamento estratégico para sua vida

Faça um planejamento que envolva tudo no que você estiver inserido e promova uma integração entre seu propósito de vida, desejos, profissão e o que você oferece para sociedade – isto é o que os americanos chamam de “Give back”.

A busca por uma maior integração entre vida pessoal e trabalho é fundamental para o desenvolvimento de qualquer que seja sua atividade.

SOBRE O AUTOR

Fredy Machado (Frederico Augusto Arantes Machado) é um executivo multi-qualificado em gestão de talentos, gestão estratégica, finanças, comunicação e marketing em mercados locais e internacionais.

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CA Technologies apresenta plataforma exclusiva para serviços financeiros digitais com foco na experiência do usuário

Para atender às demandas do consumidor moderno, que além de ser totalmente digital exige que as empresas com quem transaciona garantam a segurança dos seus dados pessoais, a CA Technologies lança no CIAB Febraban 2018 a CA Digital Banking, plataforma de serviços que atuam de forma modular e de maneira integrada ao sistema legado de seus clientes. Voltado para todas as companhias com operações financeiras, de pagamentos com cartões de crédito à programas de fidelização por aplicativos, o pacote de soluções moderniza a arquitetura bancária permitindo realizar novos projetos de maneira mais rápida, enquanto protege o acesso digital dos clientes às suas informações de maneira transparente e contextual com base em riscos.

“Consumidores procuram mais dinamismo e controle na interação com suas finanças. As instituições financeiras precisam ser mais ágeis para atender novas necessidades do mercado e garantir segurança e confiança na proteção de dados sem criar atrito para seus clientes”, comenta Julio Carvalho, Diretor de Cibersegurança e API na CA Technologies para América Latina. O executivo explica ainda que, com a novidade, a segurança começa desde o momento em que usuário faz download de um app em seu dispositivo móvel, que é reconhecido para comparações em futuras operações com o mesmo aparelho.

O CA Digital Banking é uma plataforma modular que habilita a infraestrutura das empresas do setor financeiro a oferecer serviços digitais com uma experiência fantástica, alinhada ao que o consumidor digital tem como expectativa. Da integração de sistemas legados como mainframes a canais modernos como as redes sociais, os módulos da plataforma são compostos por soluções reconhecidas pela indústria e que podem ser habilitados por fases, alinhado às prioridades de cada negócio.

Temas como OpenBanking, abertura de contas via aplicativos e novos canais acessando dados bancários geram preocupação, por isso a plataforma também inclui a segurança dos diversos canais, com proteção a ataques e autenticação contextual baseada em riscos. Para agilizar novas demandas de negócio, um kit de ferramentas simplifica a experiência do desenvolvedor. Este lançamento, e a forma como a plataforma é ofertada ao mercado, são exclusividade da CA Technologies, que desenvolveu esta nova abordagem ao escutar as necessidades específicas de clientes corporativos da América Latina. O time de Serviços da CA conta ainda com profissionais com expertise bancário local e que entendem os desafios regulatórios do sistema financeiro na região.

Segundo informações da Mckinsey, as finanças digitais têm o potencial de atingir mais de 1,6 bilhão de novos clientes de varejo em mercados emergentes e obter um aumento de faturamento de até US$4,2 trilhões para as companhias do setor. Até por esse potencial, a plataforma CA Digital Banking não é uma solução exclusiva para bancos e sim voltada para qualquer companhia do mercado financeiro, como operadoras de cartão de crédito ou corretoras.

“Apesar de serem amplamente reconhecidos como um hub de serviços financeiros, os bancos dividem os holofotes com diversas instituições, de todos os portes, que estão atentas às necessidades do consumidor exigente de hoje, que sabe que não precisa ter de vínculo ou até mesmo de uma agência para efetuar transações ou pagar suas contas. Com mais autonomia e poder de escolha, a pressão se volta para quão rápido uma empresa consegue lançar um novo serviço de maneira segura e escalável”, conclui o executivo.

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Começa hoje a 28ª edição do CIAB FEBRABAN

Começa hoje, em São Paulo, a 28ª edição do CIAB FEBRABAN – Congresso e Exposição de Tecnologia da Informação das Instituições Financeiras. Principal evento do setor financeiro da América Latina, o CIAB contará com uma área de exposição de 36 mil m2, 47 patrocinadores e mais de 350 palestrantes, que abordarão os mais diversos temas ligados à tecnologia bancária. O evento tem público estimado em mais de 20 mil visitantes durante os três dias.

“O CIAB FEBRABAN é o principal ponto de encontro entre executivos do segmento financeiro. Este ano, temos expectativas de um grande evento e de novo recorde de participações, já que a edição anterior, em 2017, o congresso registrou crescimento de 18% de público”, comenta Gustavo Fosse, diretor setorial de Tecnologia e Automação Bancária da FEBRABAN.

Neste ano, Inteligência Exponencial será o assunto central que norteará todo o conteúdo do evento. A ideia do tema é debater a dimensão exponencial da inteligência aplicada no volume de dados cada vez maior gerado pela humanidade.

Dentre as discussões, serão abordados temas como o desenvolvimento de tecnologias como Inteligência Artificial, Machine Learning, Blockchain, Open Banking e Internet das Coisas (IoT) implicam em constantes alterações no comportamento social, e como tais alterações podem rapidamente criar ou destruir negócios.

Os mais de 150 expositores reunirão empresas multinacionais, startups, companhias internacionais e fornecedores de diferentes soluções tecnológicas para o mercado financeiro. Os visitantes encontrarão os lançamentos focados em IoT, análises de dados, segurança, uso da “nuvem” (cloud computing), biometria, Blockchain, entre outros, que são essenciais para apoiar a crescente evolução tecnológica do setor.

Além da participação de grandes e reconhecidas multinacionais, o Lounge Fintech, integrado à exposição e presente pela terceira vez no evento, reunirá startups em um ambiente propício para o networking com os executivos do setor.

O evento promoverá, ainda, o já tradicional CIAB Fintech Day, um dos mais importantes encontros entre instituições financeiras e fintechs do Brasil. Neste ano, o campeonato envolverá fintechs e insurtechs, e, pela primeira vez, terá a participação de startups latino-americanas. O objetivo da competição é identificar startups que tenham sinergia e potencial para colaborar com bancos, seguradoras e instituições financeiras.

Para conferir a programação completa, acesse: www.ciab.org.br.

CIAB FEBRABAN
Data: 12 a 14 de junho de 2018
Local: Transamerica Expo Center (Avenida Doutor Mário Vilas Boas Rodrigues, 387 – Santo Amaro)

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