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Mercado Eletrônico aposta em iniciativas para otimizar experiência dos usuários

Colocar o cliente no centro da estratégia dos negócios já se tornou fundamental para as empresas que querem ganhar destaque no mercado. O Mercado Eletrônico acompanha essa tendência e segue investindo em iniciativas que apostam na otimização do Customer Experience (CX) e Customer Success (CS). A empresa, que anunciou em julho deste ano a adoção de chatbots para o atendimento, anuncia agora o desenvolvimento de um projeto totalmente focado em customer success para atender sua base de clientes – que conta com mais de 1 milhão de fornecedores e 8 mil compradores.

De acordo com Diogo Morgado, gerente da área de pós-vendas e customer success do Mercado Eletrônico, o projeto é liderado pelo time de Pós-Vendas e tem como foco principal dois pilares: o primeiro, focado na estratégica de customer success como playbooks, jornada do cliente, programas, metodologia, dados e ações; e o segundo, voltado para a cultura interna de sucesso do cliente, onde todos times da empresa participam e buscam maior engajamento nessas práticas.

Complementar ao projeto e baseado em suas novas práticas e métodos voltados a Customer Success, o Mercado Eletrônico desenvolveu um software que mapeia e gerencia a saúde do cliente, fazendo com que essa matéria não seja mais subjetiva, baseada em percepções. Denominado de PulseME, a ferramenta possuí um KPI único, denominado Health Score, que utiliza de um grande volume de dados para mapear a satisfação, engajamento e operações de toda a base de cliente, permitindo assim que os times operacionais tenham as ações mais direcionadas.

Para o executivo, as tecnologias surgem como facilitadoras e podem se transformar em resultados refletidos de forma contínua em todos os processos: “Com o surgimento de tecnologias como SaaS e Cloud, os clientes têm muito mais acesso e poder de decisão. Além do resultado esperado, eles também querem receber valor agregado, por isso é fundamental cada vez mais transformar todas as entregas em geração de valor. Ao interpretar os dados de forma mais assertiva, cria-se um ciclo contínuo de melhorias internas e externas, direcionando os times a atuarem de forma mais precisa e correspondendo cada vez mais com as expectativas dos clientes” explica.

Resultados em números

As ações focadas no sucesso do cliente já apresentam resultados positivos para o Mercado Eletrônico e toda sua base. Após três meses de implementação dos bots, a empresa registrou melhora em todos os indicadores. O tempo médio de espera e o número de contatos, por exemplo, registraram uma queda de 27% e 53% respectivamente. Segundo Alexandre Moreno, diretor de serviços do Mercado Eletrônico, os números refletem a satisfação dos clientes com os serviços:

“Mesmo com o crescimento e a globalização da empresa, que poderiam impactar nossos serviços, as iniciativas focadas no cliente funcionaram como uma alavanca e nosso índice de satisfação medido em pesquisa atingiu a nota de 9.4” finaliza.

Transformação Digital e as Organizações de Aprendizagem Adaptativas

Por Ricardo Abdalla, Head de Transformação Digital da Braspag

A Transformação Digital é um assunto estratégico para as organizações. Elaborar e implementar uma estratégia digital adequada para o negócio não é tarefa fácil, e vai muito além da incorporação de novos recursos tecnológicos aos fluxos de trabalho. Enquanto as organizações bem-sucedidas terão seu caminho pavimentado para o sucesso, aquelas que falharem estarão mais expostas aos riscos da ruptura digital, trazidas por um ambiente com o ritmo das transformações tecnológicas em aceleração contínua.

As organizações se deparam com a ruptura digital

A tecnologia tem sido o principal fator de transformação na maneira como as empresas produzem, interagem com seu ecossistema de parceiros, e comunicam-se com seus clientes. A rapidez com que a tecnologia da informação (PC, Internet, Mobile, Plataformas Digitais) é incorporada ao ambiente de negócios, digitalizando processos e indústrias e desmaterializando produtos e serviços, encanta e assusta. A história da tecnologia nos mostra que as mudanças tecnológicas ocorrem segundo uma curva exponencial, contrária à visão intuitiva linear do senso comum. Para uma parte significativa das organizações estabelecidas, acompanhar o ritmo das mudanças é difícil, custoso e gera enorme sobrecarga. Mas não há outra saída.

Em um mercado aberto e global, a todo momento novos entrantes exploram tecnologias emergentes e criam produtos inovadores. Com custos menores, melhores experiências de usuário e a agilidade de quem ainda não possui processos e sistemas legados, ganham mercado à medida em que as empresas incumbentes recuam para proteger suas margens, caindo na armadilha de oferecer ainda mais território aos seus novos competidores.

Embora varie de acordo com cada indústria, a ruptura digital é um fenômeno que previne as organizações de continuarem atuando da maneira em que estão habituadas, o que acontece, na perspectiva da organização que sofre a ruptura, de modo geralmente inesperado e com viés negativo. Mas há outra perspectiva possível, em que a ruptura pode ser vista como uma reciclagem que aposenta velhas formas de trabalho enquanto abre caminho para o novo.

A organização como uma máquina

Um paradigma é, basicamente, uma visão de mundo. Paradigmas persistem até que não sejam mais capazes de explicar novos fatos e evidências da realidade, quando então, são desafiados por uma nova visão capaz de incluir, em sua explicação do mundo, a nova informação. O século XX viu surgir e prosperar o taylorismo (desenvolvido pelo engenheiro Frederick Taylor, o pai da administração científica), no qual o modelo ideal de organização é análogo ao funcionamento de uma máquina, com departamentos especializados atuando como peças de uma engrenagem mecânica e estrutura hierarquizada, baseada em comando e controle. Por décadas, organizações que adotaram este modelo otimizaram custos, obtiveram aumento de eficiência operacional e dominaram seus mercados. O sucesso do taylorismo foi inquestionável.

Entretanto, as tecnologias emergentes e os consequentes processos de ruptura trouxeram instabilidade e risco para as empresas que enxergam o mundo pela ótica taylorista. Novas tendências desafiam o antigo paradigma, que se altera em face das mudanças trazidas pela era digital. Algumas destas tendências são ambientes de negócio em rápida evolução, com impacto direto nos padrões de demandas dos stakeholders (clientes, parceiros, órgãos reguladores), constante introdução de tecnologias disruptivas (IA, IOT, Blockchain), e o acelerado processo de digitalização e democratização da informação, com grande aumento no volume, distribuição e variedade dos dados.

A organização como um organismo vivo

O paradigma emergente precisa comportar a complexidade do cenário atual e estabelecer um novo balanço entre estabilidade e dinamismo. Os elementos de estabilidade são necessários para fornecer a direção apropriada ao negócio e prover suporte eficiente para a escalabilidade. Já os elementos dinâmicos são capazes de se ajustar continuamente às variações do ambiente em constante transformação. A estrutura estável se desenvolve mais lentamente e suporta as capacidades dinâmicas da organização, que se adaptam rapidamente aos novos desafios e oportunidades.

Quando organizada sobre estas premissas, a organização mantém uma estrutura executiva de alto nível estável, mas substitui grande parte da hierarquia tradicional por uma rede flexível e escalonável de pequenos times orientados por propósito. Redes são uma forma bastante natural e eficiente de organizá-los, pois balanceiam autonomia e liberdade com os esforços de coordenação coletivos. Como células em um organismo, os times precisam assumir de ponta a ponta a responsabilidade pela execução do seu trabalho e, para isso, necessitam ter capacitação e autonomia para a ação local rápida e eficaz. A rede dinâmica então é capaz de aumentar substancialmente a velocidade e a flexibilidade das entregas, além de alimentarem o sentimento de propriedade dos colaboradores. Os elementos estáveis e dinâmicos reforçam uns aos outros, exercendo influência positiva também sobre a resiliência e o engajamento da organização.

A Lei de Conway

Em 1968, uma empresa com 8 colaboradores foi contratada para produzir compiladores para as linguagens COBOL e ALGOL. Após as estimativas iniciais de dificuldade e tempo, 5 deles foram alocados no projeto COBOL, enquanto os outros 3 foram alocados no ALGOL. Quando o projeto foi concluído, verificou-se que o compilador COBOL funcionava em 5 fases, e o ALGOL em 3. Melvin Conway, programador envolvido no projeto, fez a seguinte observação, que ficou conhecida como a Lei de Conway:

“Organizações que desenvolvem sistemas inevitavelmente produzem projetos que são cópias de suas estruturas de comunicação.”

Posteriormente, a observação de Conway acabou validada por pesquisadores do MIT, mas, o que ela realmente ensina é que a forma como uma organização é projetada dita como o trabalho é executado, o que influencia significativamente os resultados alcançados. Portanto, ao compreendermos esta ligação entre a estrutura organizacional e o resultado do trabalho produzido, podemos utilizá-la em nosso favor.

Gigantes como a Amazon, Netflix e o Spotify estão organizados em times que funcionam como pequenas startups dentro da companhia: independentes, multidisciplinares e guiados por uma missão de longo prazo. Cada time é responsável por um serviço da plataforma – uma parte da experiência do usuário. Estes serviços são projetados para serem desacoplados uns dos outros, de modo que possam evoluir de maneira independente, e sem excessivo esforço de coordenação. Como não há dependência de outras áreas, o tempo economizado permite aos times focar no que de fato gera valor para o negócio: atender as demandas dos clientes em interações rápidas, guiadas por experimentação e aprendizagem contínua.

Times orientados para o mercado

Vimos que o paradigma de máquinas estabelece a especialização funcional como base do seu modelo organizacional, agrupando profissionais por expertise com o propósito de otimizar custos, mas gerando em contrapartida considerável hierarquia, suportada pelos sistemas e processos que compõem o aparato burocrático. Como as organizações hierárquicas separam planejamento de implantação, a realização efetiva do trabalho tende a depender do consentimento das instâncias superiores da hierarquia, o que eleva o tempo de resposta da organização aos desafios do mercado.

Também vimos que o paradigma do organismo vivo propõe uma rede de times independentes, multidisciplinares e responsáveis pelo ciclo de vida completo de um produto (ou de parte dele). Estas características permitem à organização responder mais rapidamente as necessidades dos clientes e, por isso, os times são otimizados para velocidade e orientados para o mercado.

Quando comparados aos modelos de máquina, os times de mercado possuem maior autonomia, responsabilidade, são mais facilmente criados e dissolvidos, e a avaliação de seus resultados são mais diretas. No entanto, em seu estado “puro”, possuem a desvantagem de diluir profissionais com determinada expertise funcional entre os diversos times da rede, causando perdas na economia de escala.

Para mitigar esse efeito, é possível estimular a formação de comunidades de conhecimento e prática que agrupem os profissionais com a mesma função dentro da organização. Estas comunidades têm a responsabilidade de atrair e desenvolver talentos, compartilhar conhecimento e experiência, além de proporcionar um sentimento de continuidade à medida que os profissionais alternem entre os diferentes times. Um exemplo são as guildas no Spotify. Na Europa medieval, as guildas agrupavam indivíduos com interesses comuns e proporcionavam assistência e proteção aos seus membros. No Spotify, há guildas para desenvolvedores, testadores, POs etc. Funcionam, portanto, como uma “cola” que mantém a organização unida e oferece alguma economia de escala, sem muito sacrifício para a autonomia dos times.

Transformação Digital é um esforço de longo prazo

Muito mais do que “transformar a experiência do cliente” ou incorporar as novas tecnologias digitais, transformar digitalmente uma organização envolve um esforço contínuo e de longo prazo para mudar não apenas a forma como a mesma faz negócios e interage com um ambiente complexo de rupturas e inovações, mas também a maneira como a empresa se organiza e opera em torno de valores-chave da cultura digital, como foco no cliente, colaboração e tolerância ao risco.

Em muitas organizações, o processo envolverá mudanças profundas, com impacto na proposta de valor, estrutura, estratégia, processos e modelos de negócio da organização, sem os quais qualquer iniciativa digital executada será provavelmente uma correção de curto prazo. Não importa quão bom seja o planejamento do projeto de transformação, ainda haverá surpresas e imprevistos, e as correções de curso serão inevitáveis. São nestas condições, inclusive, que os sistemas adaptativos sobrevivem e prosperam.

Risco de Reputação: Impacto no valor da empresa duplica na era digital

Eventos que envolvem a reputação das empresas, como ataques cibernéticos, têm um impacto direto no preço de ações, segundo mostra o relatório publicado pela Pentland Analytics, em parceria com a Aon, empresa global líder de serviços profissionais, que oferece ampla gama de soluções em riscos, previdência e saúde.

O estudo Risco de Reputação na Era Cibernética 2018 analisou 125 crises de reputação ocorridas na última década, medindo o impacto no valor acionário no ano seguinte aos respectivos eventos. O relatório concluiu que o efeito no valor acionário causado pelas crises de reputação duplicou desde o surgimento das mídias sociais. Nem o tamanho da empresa, ou ter uma boa reputação, oferece qualquer proteção contra perda de valor após uma crise.

“Embora as ferramentas e a conscientização sobre a gestão de risco tenham evoluído, o risco de reputação continua influenciando as empresas, sendo uma de suas principais preocupações. Nos últimos 10 anos, o risco de reputação ocupou um dos primeiros lugares na Pesquisa Global de Gestão de Risco da Aon”, afirma Randy Nornes, Líder de Clientes Corporativos da Aon. “Empresas experientes que desenvolvem e usam uma estrutura robusta de gerenciamento de risco podem não apenas enfrentar melhor os eventos que envolvem a reputação, mas é possível frequentemente ter um ganho líquido em val or após tais eventos”.

Em tempos de crise, os investidores utilizam informações sobre uma empresa compartilhadas em mídias sociais para reavaliar suas expectativas de capital, o que pode impactar positiva ou negativamente o preço das ações de uma empresa. O relatório mostrou que as empresas podem aumentar seu valor em 20% ou reduzi-lo em 30%, dependendo de seu preparo quanto ao risco de reputação e comportamento gerencial logo após uma crise.

“Mesmo que a procura por seguros cibernéticos esteja crescendo mundialmente, ainda permanece uma enorme lacuna entre a cobertura de riscos cibernéticos e a tradicional. Estima-se que o crime digital causou cerca de US$ 550 bilhões em perdas no ano passado. Porém, em média, as empresas são cobertas por apenas 15% das potenciais perdas com os riscos cibernéticos, contra 59% das perdas em demais ativos”, comenta Maurício Bandeira, Gerente de Produtos Financeiros da Aon Brasil.

O estudo identificou fatores chaves para uma recuperação bem-sucedida após um abalo de reputação, incluindo:

– A comunicação no período de crise deve ser imediata e global

– A percepção de honestidade e transparência é essencial

– Responsabilidade social e ativa é fundamental

“Novas tecnologias continuam surgindo, tais como robótica, inteligência artificial e biônica, e todas requerem uma vigilância constante”, acrescenta a Dra. Deborah Pretty, Diretora Fundadora da Pentland Analytics. “O desenvolvimento tecnológico aumentou o risco de reputação tornando as tecnologias mais intuitivas, baratas e rápidas para que as pessoas disseminem informações”, finaliza Pretty.

A pesquisa principal sobre o impacto das crises no valor acionário foi realizada, primeiramente, por Pretty em 1993, e novamente em 2000, antes que as mídias sociais tivessem uma influência ativa. Os relatórios, respectivamente, focaram nas habilidades contrastantes das empresas em se recuperar das crises bem como no impacto sobre a reputação na ausência de perda física. Na versão de 2018 do estudo, foi dada uma atenção especial, tanto ao crescimento das mídias sociais, quanto ao valor do impacto de ataques cibernéticos.

Leia mais sobre esse assunto no The One Brief ou baixe o relatório completo em: http://www.aon.com/brasil/consulting/riscos-ciberneticos.jsp

Conselho do Brain anuncia nova presidente

O conselho do Brain – Instituto de Ciência e Tecnologia, fundado pela Algar Telecom, anunciou Zaima Milazzo como nova presidente. Com 20 anos de experiência no setor de telecomunicações, Zaima atuou como consultora de clientes corporativos, abrangendo desde a área comercial até a direção de uma unidade de negócios de mídia na Algar Telecom. Tendo a maior parte de sua carreira focada em desenvolvimento de novos produtos e inovação.

No Brain, Zaima atuava como diretora de Inovação e Operações, focando na prospecção e geração de novos negócios disruptivos e desenvolvendo as melhores experiências para clientes. Como atual presidente do Instituto será responsável pelo direcionamento estratégico e representação institucional de inovação.

“Tenho muitos desafios pela frente, mas sei que estamos no caminho certo. O ano de 2018 foi produtivo e com diversos aprendizados – conquistamos novos clientes e lançamos soluções inovadoras para o mercado. Fico muito feliz pelas nossas conquistas e honrada em assumir esse novo papel. Para 2019 planejamos intensificar o relacionamento com o ecossistema de inovação, com objetivo de buscar novas oportunidades e investimentos do setor para soluções disruptivas. Também iremos evoluir a disseminação dentro do Grupo Algar do mindset digital e metodologias Ageis/Lean”, ressalta Milazzo.

WRBR 2018: bancos devem responder às expectativas dos clientes e a ameaça das BigTechs e FinTechs

Além dos desafios tradicionais, os bancos de varejo em todo o mundo agora enfrentam o impacto pesado de novas formas de concorrência, tais como o ecossistema dos bancos abertos, as tecnologias emergentes e as crescentes expectativas dos clientes. Estes são os principais destaques do World Retail Banking Report 2018 (WRBR2018), tradicional Relatório Mundial de Bancos de Varejo, cuja nova edição foi lançada pela Capgemini e a Efma.

O relatório revela também que:

• A satisfação é baixa: apenas a metade dos clientes afirmou ser positiva a experiência nos diferentes canais do seu atual banco – 51,1% nas agências, 46,9% pelo smartphone e 51,7% pelo Internet banking -, apesar dos investimentos contínuos realizados pelas instituições;

• Os consumidores estão abertos às BigTechs: quase um terço dos clientes (32,3%) considera comprar produtos e serviços financeiros das BigTechs, incluindo-se aqui os 43% dos entrevistados pertencentes a Geração Y, 53% dos tech-savvy[1] (consumidores intensivos de tecnologia) e 70,2% daqueles que já estão propensos a mudar seu provedor principal;

• A personalização é a chave: a satisfação é nitidamente maior entre clientes que pró-ativamente receberam experiências digitais personalizadas (49,1%) em comparação com aqueles que não as receberam (39,5%).

A pesquisa também ouviu executivos do setor bancário em relação às principais causas da disrupção da indústria. O fator mais citado foi o aumento das expectativas dos clientes, com sete em cada dez executivos (70,8%) afirmando que experiências positivas em outras atividades fazem com que os clientes, agora, esperem mais de seus bancos. A maior parte dos executivos (58,3%) também disse que a pressão regulatória é uma importante causa da disrupção, enquanto 54,2% identificaram a crescente demanda por canais digitais como um fator relevante.

E, conforme os negócios entre indústrias tradicionalmente diferentes começam a se fundir, os bancos passam a enfrentar uma concorrência cada vez maior, especialmente de companhias não tradicionais que focam áreas de nicho da cadeia de valor do setor bancário. Além disso, o aumento da digitalização e a explosão de novas tecnologias estão mudando rapidamente os modelos de trabalho das instituições bancárias.

“Com FinTechs, BigTechs e outras companhias não tradicionais do setor financeiro encontrando seu lugar no mercado, o termo “banco de varejo”, hoje, se refere a tudo o que trata da experiência do cliente ao interagir com sua instituição financeira”, explica Anirban Bose, CEO da Unidade de Negócios Estratégicos de Serviços Financeiros da Capgemini. “À medida que um novo ecossistema aberto – composto por clientes, bancos tradicionais, companhias não tradicionais, reguladores e desenvolvedores – toma forma, há uma clara oportunidade para que os bancos alavanquem a transformação digital, de modo que sejam capazes de manter seus relacionamentos com os clientes ao reinventar a jornada do usuário e criar novos fluxos de receita”.

Apesar da realidade de regulamentação crescente, concorrência não tradicional, tecnologias emergentes e expectativas do cliente, os bancos não estão impotentes no que se refere a usar a mudança em proveito próprio. Uma significativa maioria dos executivos do setor bancário (70,8%) acredita que pode “gerar receitas não tradicionais” por meio da colaboração com os provedores FinTech e BigTech, seja para desenvolver um novo serviço ou para distribuir produtos de terceiros por meio de uma plataforma de mercado. A maior parte dos bancos acredita que há oportunidades inexploradas para se fazer um uso mais estratégico dos dados, visando à melhoria da experiência do cliente. Os executivos planejam usar tais informações para criar jornadas de usuários mais tranquilas (87,5%), desenvolver preços baseados em relacionamentos (75,0%), recompensas de fidelidade (58,3%) e criar produtos e serviços para o ciclo de vida de clientes (54,2%).

“A indústria de bancos de varejo está em um ponto de inflexão e precisa determinar seu papel, avançando no ecossistema das FinTechs. Há oportunidades para inovar por meio da colaboração e da reinvenção. É um momento empolgante para o setor, já que a regulamentação, a inovação, a concorrência e a colaboração se fundem para criar o banco do futuro”, afirmou Vincent Bastid, Secretário-Geral da Efma.

Metodologia do relatório

A edição deste ano do World Retail Banking Report traça as perspectivas atuais e a evolução potencial dos bancos tradicionais em meio ao contínuo surgimento de novos agentes, tais como as BigTechs e as FinTechs, no setor de serviços financeiros. O Relatório apresenta dados de uma pesquisa global que reúne entrevistas de mais de 10 mil clientes de varejo em 20 países, além de entrevistas com 60 executivos seniores de grandes bancos, em 23 mercados.

Para mais informações visite www.worldretailbankingreport.com.

Banco IBM anuncia novo presidente no Brasil

O Banco IBM, braço de leasing e financiamentos da IBM no Brasil, anuncia Alberto Rangogni como seu novo presidente no País. O executivo, que atua desde 2016 como vice-presidente para América Latina da IBM Global Financing (IGF), divisão mundial de financiamento da IBM, é o novo responsável por supervisionar a operação brasileira da maior financiadora global do mercado de tecnologia. Rangogni ocupará o lugar de Felippe Matteucci Melo, que agora é Chief Operating Officer (COO) da IBM Brasil, liderando a área de Operações da companhia.

Alberto Rangogni iniciou sua carreira na empresa há 25 anos, na posição de gerente de Tesouraria para a IBM Argentina. Após atuar em outros escritórios da companhia, incluindo Miami e Nova York, Alberto terá, dentro de suas responsabilidades na América Latina, a missão de expandir os negócios do Banco IBM no Brasil, reforçando a oferta de soluções financeiras flexíveis e moldáveis aos recursos e investimentos dos clientes em tecnologia.

“O Banco IBM é parte da IBM Global Financing, o maior financiador de TI no mundo, proporcionando aos seus clientes a possibilidade de financiar as soluções tecnológicas de hardware, software e serviços de TI, necessárias para se manterem competitivos e crescerem no mercado”, afirma Alberto Rangogni, presidente do Banco IBM. “Com uma carteira ativos de R$ 3 bilhões na região, seguiremos oferecendo opções acessíveis para as mais recentes tecnologias, incluindo serviços em nuvem, inteligência artificial e soluções de analytics, mobile, segurança, social e infraestrutura”.

Oi seleciona startups para programa de aceleração do Oito

A Oi vai selecionar novas startups para participar do programa de aceleração do Oito, seu hub de empreendedorismo e inovação, localizado em Ipanema, no Rio de Janeiro. O segundo ciclo do programa foi anunciado nesta quinta-feira, durante a Conferência Anual de Startups e Empreendedorismo (Case), que acontece até amanhã em São Paulo e tem patrocínio do Oito. Os empreendedores deverão apresentar propostas para solucionar desafios que serão apresentados pela Oi em quatro vertentes: operacionais, de negócios, financeiros ou open telecom, categoria destinada para soluções que possam atacar problemas ou explorar oportunidades relacionadas ao setor de telecomunicações. As inscrições serão abertas em dezembro. Interessados em participar podem fazer a pré-inscrição no site do Oito (www.oito.net.br).

“Neste novo ciclo, estamos em busca de startups mais maduras, prontas para serem aceleradas ou próximas a esse estágio, e capazes de apresentar soluções relevantes para o negócio e nossos clientes. Um ano depois da inauguração do Oito, reforçamos a convicção de que o nosso diferencial está na capacidade da Oi de validar e dar escala às soluções desenvolvidas e disponibilizar canais que contribuam para um crescimento relevante para as startups”, afirma Pedro Abreu, diretor do Oito.

O programa de aceleração terá duração de nove meses, com início no primeiro semestre de 2019. As startups selecionadas terão até três posições de trabalho na área de coworking do Oito, acesso facilitado à Oi e sua rede de parceiros, benefícios oferecidos pela rede de parceiros do Oito, além de apoio nas áreas gerencial, jurídica, financeira e de comunicação. Em contrapartida, a Oi poderá ter uma participação no capital da startup, vinculada ao sucesso do processo de aceleração.

Entre os parceiros do Oito que oferecem produtos e serviços para as startups estão Nokia, IBM, Oracle, Amazon Web Services, CPqD, Instituto Nacional de Telecomunicações (Inatel), Senai, escritório Montaury Pimenta e Machado & Vieira Mello. O Oito também conta com a parceria do Oi Futuro, instituto de inovação e criatividade da Oi.

O regulamento da próxima seleção será divulgado no site do Oito na abertura das inscrições e apresentará desafios para os seguintes temas:

– Operacionais: UX Atendimento (AI), Gestão de Home Devices, EAD + Gamificação e Plataforma de Relacionamento;

– Negócios: Video Analytics, Multicloud, Marketing Digital + Gestão de Campanhas, Market Place, IoT (low cost + SaaS), UX Loja (VR e AR);

– Financeiros: Meio de Pagamento, Cobrança Alternativa, Arrecadação Alternativa;

– Open Telecom: soluções que possam atacar problemas e/ou explorar oportunidades de negócio que tenham relação com o setor de telecomunicações.

Vencedoras do Sebrae Like a Boss são aceleradas do programa InovAtiva Brasil

Nos dias 29 e 30 de novembro, 29 startups vindas de todas as regiões do país participaram do Sebrae Like a Boss Nacional, realizado pelo Sebrae durante a Conferência Anual de Startups e Empreendedorismo (CASE), maior evento de startups do Brasil.

Além de gerar networking, o principal concurso de startups do país proporcionou a conexão de empreendedores com aceleradoras e investidores. Durante os dois dias de evento, empreendedores apresentaram suas soluções tecnológicas para uma banca de investidores formada por representantes de grandes empresas. Este ano, as startups ganhadoras Luminase, Aya Tech e SignumWeb, competiram com outras 29 startups escolhidas em mais de 14 seletivas em todo o país.

Para Anderson Fragoso, Cofundador da startup Luminase, a primeira colocada no Sebrae Like a Boss, sua trajetória até essa conquista teve grande influência do programa InovAtiva Brasil. “Minha solução é focada na área de biotecnologia. No Brasil, quando se fala em biotecnologia, estamos tratando sobre pesquisa acadêmica. O InovAtiva foi o primeiro programa de aceleração do qual participei e ele me trouxe uma visão mais voltada para negócios. Hoje faço essa ponte entre universidade, ciência e mercado, o que tem sido bem produtivo e culminou no prêmio de melhor startup aqui no CASE”, afirma Fragoso.

A Aya Tech, startup criada por Fernanda Checchinato, ficou em segundo lugar. A empreendedora participou do programa em 2018 e conta que o InovAtiva foi fundamental para preparar a empresa para ter mais networking, parceiros de negócios e mentorias.

“O programa nos deu embasamento para crescermos como empresa e expandir o nosso negócio para todas as regiões. Recomendo muito a participação no InovAtiva, porque acho que não importa em que estágio a empresa esteja, os mentores que participam do programa têm sempre algo para agregar”, relata a empreendedora CEO e fundadora da Aya Tech.

O terceiro lugar ficou para a startup SignumWeb, idealizada por Felipe Barros. O principal objetivo da empresa é permitir a acessibilidade e contribuir com a comunicação de um deficiente auditivo dentro de uma empresa. “Para minha startup, participar do InovAtiva Brasil foi essencial para que as pessoas pudessem conhecer o meu negócio e entender o quão importante é proporcionar acessibilidade dentro das empresas”, finaliza Barros.

Gartner prevê que vendas de dispositivos eletrônicos vestíveis vão crescer mundialmente 26% em 2019

Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia, prevê que o volume de vendas mundiais de dispositivos vestíveis chegará a 225 milhões de unidades em 2019, um aumento de 25,8% em relação a 2018. Os gastos de usuários finais com este segmento deverão chegar a US$ 42 bilhões no próximo ano. Desse total, US$ 16,2 bilhões serão em relógios inteligentes (Smartwatches, em inglês).

“No momento, o segmento de relógios inteligentes é reforçado pelo preço médio de venda relativamente estável do Apple Watch”, diz Alan Antin, Diretor Sênior do Gartner. “Mas a média de preços dos relógios inteligentes deverá cair lentamente, de US$ 221,99 em 2018 para US$ 210 em 2022, devido à entrada de concorrentes que oferecem melhores preços e também por conta dos maiores volumes de produção levando a reduções globais nos custos, enquanto marcas fortes e tradicionais de relógios tentarão manter os preços estáveis”.

Em 2019, a expectativa é que 74 milhões de Smartwatches sejam comercializados, o que faz desse segmento o maior destaque do mercado de dispositivos vestíveis no próximo ano. No entanto, o Gartner prevê que as remessas de aparelhos sonoros (Ear-worn) serão responsáveis por 158 milhões de unidades em 2022 e assumirão a maior fatia do setor de dispositivos eletrônicos de vestir, volume acima dos 115 milhões de unidades de relógios inteligentes que devem ser comercializadas em 2022.

Previsão do Gartner para vendas de dispositivos eletrônicos de vestir – mercado mundial 2017-2019 e 2022 (em milhões de unidades)

Dispositivo
2017
                  2018
                     2019         
2022                                 
Relógios Inteligentes
41,50
53,00
74,09
115,20
Óculos inteligentes
19,08
    28,40
                                                                34,83
80,18
Roupas conectadas
4,12
5,65
6,94
19,91
Aparelhos sonoros e fones de ouvido
21,49
33,44
46,12
158,43
Pulseiras inteligentes
36,00
38,97
41,86
51,73
Monitores de atividades esportivas
18,63
19,46
21,28
27,74
Total
140,82
178,91
225,12
453,19

Fonte: Gartner (Novembro 2018)

À medida que o segmento de relógios inteligentes continua a amadurecer, ele se subdivide em quatro tipos de provedores principais: marcas líderes de produtos eletrônicos de consumo, marcas de relógios tradicionais e de moda, relógios infantis, e marcas especiais ou startups que atendem públicos de nicho específicos como pessoas com problemas médicos que precisam ser monitoradas. Atualmente, marcas de eletrônicos de consumo como Apple, Fitbit e Samsung têm uma vantagem confortável neste mercado, mas outras empresas estão surgindo e se preparando para atuar neste segmento.

“Marcas de relógios tradicionais, como a Fossil e a Casio, ganharão participação de mercado oferecendo mais estilo e mais opções de escolha do que as marcas de tecnologia”, prevê o analista do Gartner. “Acreditamos que as marcas de relógios tradicionais e de moda provavelmente responderão por até 20% das remessas de unidades até 2022”.

Dispositivos Sonoros e Fones devem ter forte crescimento

Gartner prevê que, até 2022, os dispositivos sonoros e fones de ouvido, como o Apple AirPods, o IconX da Samsung e o BackBeat FIT da Plantronics, serão responsáveis por mais de 30% de todos os equipamentos de vestir a serem comercializados, pois oferecem recursos que vão além da comunicação e do entretenimento. Atualmente, esse mercado tem como principais fontes de sucesso nos fones de ouvido, voltados para o segmento fitness, de coaching de saúde, comunicações e entretenimento, além de aparelhos auditivos de uso médico ou profissional.

As gerações futuras de dispositivos sonoros serão, no entanto, capazes de acomodar assistentes pessoais virtuais e, subsequentemente, serem usadas para uma infinidade de tarefas de “mãos livres”. Por isso, é esperado que estes dispositivos reduzam o uso de smartphones no futuro, uma vez que será possível utilizar esse tipo de tecnologia para resolver muitas tarefas que, hoje em dia, os usuários precisam da ajuda de seus celulares.

Óculos para VR e AR se tornam mais caros

Os óculos inteligentes imersivos, também conhecidos como Head-mounted Displays (HMD), são usados principalmente para experimentar a realidade aumentada (AR) ou realidade virtual (VR). Até aqui, o uso desse tipo de equipamento tem sido limitado devido à disponibilidade, custo, ergonomia, design fora de moda e outros fatores. Hoje, o maior impulsionador de vendas de equipamentos HMD para realidade aumentada é o mercado corporativo, onde eles são usados como ferramentas hands-free para melhoria e treinamento de processos de negócios.

Para realidade virtual, por sua vez, o principal fator de negócios é o segmento de entretenimento e jogos. Ainda assim, continua a existir um descompasso entre as expectativas e o que a tecnologia atual pode oferecer. Isso vai mudar, mas por um preço mais elevado. “Ao contrário do que vemos em outros segmentos, o preço médio para os HMDs aumentará em 19,2% até 2022 sob o pretexto que um conteúdo melhor exige uma tecnologia de ponta”, explica Antin.

LIDE FUTURO reúne 300 convidados em evento sobre Growth Hacking

Com a presença de mais de 300 convidados e regado a muito networking, o LIDE FUTURO promoveu, na última terça-feira (27), a quarta e última edição de 2018 do LIKE THE FUTURE, evento que tem como objetivo promover a liderança, inovação, conhecimento e engajamento em um ambiente que proporciona conteúdo e experiência. O encontro foi realizado na Casa Bisutti, em São Paulo, e teve como tema “Growth Hacking como estratégia de crescimento”, algo que vem ganhando destaque no cenário empresarial, mas ainda pouco conhecido e explorado.

Mediado pela CEO do LIDE FUTURO, Laís Macedo, e pelo presidente do Comitê de Gestão do LIDE FUTURO, Rafael Consentino, o painel recebeu quatro convidados para debater o assunto: Marco Crespo, CEO LATAM da Gympass; Daniel Campos, Diretor de Marketing e Experiência do Cliente da Dotz; Edney Souza (InterNey), Diretor Acadêmico da Digital House Brasil; e Gustavo Debs, Vice-presidente de Growth da ZUP Innovation.

De acordo com Edney Souza, o termo Growth Hacking pode ser entendido como a junção dos departamentos de Marketing, Venda e Pós-Venda em uma única metodologia. “Antes as empresas tinham diretores para cada área, hoje elas têm um responsável geral pelo Growth, assim, é possível evitar a propaganda daquilo que não está vendendo ou vender algo que não está necessariamente entregando. É um processo só, em que você não promete aquilo que não pode cumprir”, explica.

Já Marco Crespo e Daniel Campos aproveitaram para elogiar o formato do evento, que estimulou a interação com a plateia e trouxe especialistas com diferentes pontos de vista. “Foi muito bacana porque o LIKE THE FUTURE trouxe a perspectiva de quem tem a visão mais acadêmica do assunto, de uma consultoria que ajuda empresas a trazerem o conceito de Growth Hacking e ainda dois cases de quem está tentando utilizar isso no dia a dia, como a Gympass e a DOTZ”, comentou o CEO LATAM da Gympass. “Foram perguntas de nível altíssimo, em que pudemos oferecer olhares diferentes, mas complementares, sobre o mesmo assunto”, acrescentou Campos.

Além da imersão de conteúdo, os presentes puderam também experienciar produtos e serviços incríveis dos parceiros: Ale Alfa Credenciamento, Buddha Spa, Cadô Presentes, Celivita Gluten Free, Cerveja Madalena, Doralice Doces e Delícias, EverlastEnergyDrink, Grand Cru, Grupo Bisutti Corporativoi, Holy Burger, HZ Eventos, IBags Embalagens, Jasmine Alimentosos, KAPHÉ – Cafés Especiais, L’Espai Banqueteria, Maïs Pura, Móbili Locações, Mult-Art Eventos, onemoredrinks.id, Pulse Brasil Cenografia e Eventos, Quetzalli – Tequila, Sowl, TheLED, thanks for sharing, Truckvan, VIRGA – Gim Seco Do Brasil.

“Em cada edição do LIKE THE FUTURE, mostramos o quanto o futuro está mais perto do que imaginamos por meio de palestras, pesquisas e debates entre líderes renomados, que trazem aos filiados do grupo um conteúdo extremamente alinhado com o que é tendência e realidade no mercado”, enfatizou Laís Macedo, CEO do LIDE FUTURO.

Com um formato moderno e interativo, o LIKE THE FUTURE acontece quatro vezes ao ano, em São Paulo, e reúne mais de 350 lideranças do mercado, incluindo filiados ao LIDE FUTURO, dirigentes de empresas filiadas ao LIDE, mentores dos últimos anos, além de jornalistas de importantes veículos de comunicação.

Acesse lidefuturo.com.br e saiba mais.

Edenred Brasil promove experiências inspiradoras para desenvolver seus colaboradores

A Edenred Brasil, líder mundial em soluções transacionais para empresas, comerciantes e empregados e que integra as marcas Ticket, Ticket Log, Repom e Edenred Soluções Pré-Pagas, mudou a rotina do escritório durante dois dias. Neles, os colaboradores participaram do “Inspirômetro”, iniciativa que teve como objetivo oferecer experiências de reflexão e desenvolvimento pessoal e profissional por meio de práticas lúdicas, interativas, leves e inovadoras no ambiente de trabalho.

“A cultura da inovação faz parte do nosso DNA, por isso, buscamos continuamente conectar e inspirar nossos colaboradores a vislumbrarem novas possibilidades dentro de seus papéis. Com o Inspirômetro, além de proporcionar o aprendizado por meio da experiência, proporcionamos atividades que mudarão totalmente suas rotinas para que possam trabalhar o espírito de equipe e a união, conceitos que estão diretamente atrelados aos nossos valores e a nossa assinatura We connect, You win”, comenta o Diretor de Recursos Humanos da Edenred Brasil, José Ricardo Amaro.

No primeiro dia, os colaboradores assistiram a um espetáculo Circense e puderam participar de oficinas de malabares, corda bamba, perna de pau e bola de equilíbrio. Já no segundo dia, foi realizado um Escape Game no escritório da Edenred, em que os colaboradores tiverem 60 minutos para desvendar um enigma de ataque cibernético nos sistemas da empresa.

O Inspirômetro é a oitava edição da iniciativa Jornada da Educação, que junto com outros programas estruturados pela Edenred Brasil, têm como objetivo engajar os colaboradores para que possam crescer e evoluir como profissionais e como pessoas e fortalecer o espírito de equipe, a colaboração e os valores organizacionais do grupo: Imaginação, Paixão pelo cliente, Respeito, Simplicidade, Espírito Empreendedor.

Cognizant adquire a Softvision

A Cognizant, uma das empresas líderes mundiais em tecnologia e negócios, anuncia a aquisição da Softvision, LLC, uma empresa privada de engenharia e consultoria digital focada no desenvolvimento ágil de soluções e plataformas de software inovadoras.

A Softvision é líder no desenvolvimento de produtos digitais personalizados e utiliza métodos exclusivos de engenharia colaborativa. A combinação de recursos da Softvision e da Cognizant cria uma das principais empresas de engenharia digital do mundo e uma líder em desenvolvimento de produtos de software, ajudando os clientes na transformação digital de seus negócios.

Fundada há mais de 20 anos no Vale do Silício, a Softvision, sediada em Austin, Texas, trabalha com clientes da Fortune 500 em serviços financeiros, varejo, produtos de consumo, saúde e outras indústrias. As equipes de entrega ágil da Softvision, chamadas de pods, combinam uma rede global de especialistas em design, técnicas e engenharia, trabalhando de forma colaborativa em estúdios para ajudar os clientes a criar produtos de consumo digital e plataformas digitais escalonáveis. Com presença significativa no centro de engenharia digital da Romênia, a rede da Softvision inclui 2.850 tecnólogos criativos.

“Unindo forças com a Cognizant, podemos combinar nossa abordagem exclusiva de engenharia, design e desenvolvimento de produtos digitais com o conhecimento digital da Cognizant em áreas como inteligência artificial, realidade virtual e IoT, para fornecer soluções ainda mais inovadoras e experiências impactantes”, diz Andres Angelani, CEO da Softvision.

“Este é um passo empolgante em nossa parceria iniciada há 20 anos na Romênia, atendendo empresas de tecnologia e trabalhando com as principais marcas do mundo”, afirma o fundador da Softvision e CTO Laurentiu Russo.

“Inovação e velocidade de lançamento no mercado são primordiais para nossos clientes”, declara Gajen Kandiah, presidente da Cognizant Digital Business. “A cultura exclusiva da Softvision, pessoas talentosas e modelo ágil de equipes de clientes multidisciplinares se ajustam bem à abordagem colaborativa da Cognizant de inovar com os clientes para lidar com iniciativas de negócios complexos e de missão crítica.”

Ainda de acordo com Kandiah, ampliar a abordagem da Softvision para engenharia digital, equipes multifuncionais integradas, cultura ágil e desenvolvimento de talentos nas equipes da empresa é um elemento-chave de sua estratégia. “Essa sinergia, juntamente com a profunda tecnologia e experiência do setor da Cognizant, permitirá o fornecimento de plataformas e softwares baseados em nuvem personalizados cada vez melhores e mais rápidos, ajudando mais clientes a transformar seus negócios para se tornarem líderes digitais”, finaliza o executivo.

*A Cognizant planeja continuar usando a marca Softvision após a aquisição.