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Os motivos dos conflitos nas empresas e como a boa gestão pode ajudar

Por Allessandra Canuto

Atualmente, é costumeiro observar que os colaboradores nas empresas estão cada vez mais focados em cumprir suas próprias demandas, esquecendo que fazem parte de um organismo interdependente onde suas ações reverberam nas rotinas e atividades dos outros e vice-versa. É nesse momento que o restante da equipe passa a não se sentir pertencente a um projeto maior, iniciando-se assim os conflitos. No entanto, quando se vê nessa posição, é natural que o ser humano se sinta desafiado e tenha maior rendimento. Pensando por essa perspectiva, o conflito não é um fato totalmente ruim. Porém, é muito mais fácil cuidar para que essas complicações não cheguem a acontecer do que ter que remediá-las. Por isso, indico aqui três situações delicadas e como lidar com elas:

Falta de alinhamento nas expectativas: perguntar recorrentemente o que as pessoas esperam de você, do projeto pelo qual é responsável ou de uma ação específica ajuda a se criar um momento em que as partes podem antecipar situações e desejos que normalmente achariam óbvio, mas que na maioria das vezes não é.

Inexistência de vínculos afetivos com a equipe: cumprimentar as pessoas ao chegar e ao sair, falar por favor e obrigado, se desculpar quando necessário, pedir licença são apenas alguns exemplos de gentileza. São todos aqueles simples aprendizados que tivemos na primeira infância, mas que por vezes ignoramos e que fazem toda a diferença.

Feedbacks negativos e indelicados: antes de dizer o que acha do trabalho de algum funcionário, é importante verificar a maneira mais eficiente de demonstrar sua intenção. Tente mostrar o seu propósito de contribuir para o desenvolvimento de quem irá recebê-lo e apresentar o quanto os pontos positivos são reconhecidos antes mesmo de apontar o que desagrada. Faça uma lista que tenha pelo menos uma qualidade da pessoa para iniciar a conversa e uma característica que endosse o motivo de você confiar na capacidade de melhoria dela.

Canais de conversa fechados: a atenção e a percepção sobre as necessidades das pessoas são fatores fundamentais para o melhor entendimento. Ao escutar ativamente é possível identificar problemas e agir preventivamente a fim de evitar o desgaste que seria gerado se os envolvidos ficassem indiferentes.

Alessandra Canuto é especialista em gestão estratégica de conflitos e negociação, facilitação e treinamento para potencializar negócios através do desenvolvimento de pessoas. É sócia e palestrante da AlleaoLado, empresa focada em palestras, treinamentos e consultoria.

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Conferência de carreiras conecta jovens com startups e empresas de tecnologia

A Fundação Estudar está com inscrições abertas para a Conferência Na Prática Empreendedorismo e Tecnologia, destinada a universitários e recém-formados. Marcado para o dia 30 de outubro, o evento será inteiramente focado em startups e empresas de tecnologia, a fim de conectar os jovens participantes com organizações destas duas áreas.

A Conferência Na Prática Empreendedorismo e Tecnologia contará com a presença de empresas dos mais variados segmentos, além de companhias de grande porte que buscam constante inovação. Entre as confirmadas, já estão Stone, Itaú, Ambev, Grupo Agiplan, Quinto Andar, Endeavor, SumUp e Mira Educação

Serão selecionados 250 jovens de alto potencial, que poderão participar de sessões de speed coaching com especialistas, conferir painéis com profissionais sobre as diferentes áreas de atuação em startups e empresas de tecnologia, ouvir bate-papos com líderes inspiradores e, principalmente, interagir face a face com recrutadores e profissionais das empresas – que estarão na conferência para oferecer oportunidades de estágio e vagas efetivas. A Fundação Estudar também realiza um mapeamento das empresas e dos jovens, a fim de ajudá-los a encontrar aquelas que mais se encaixam com o seu perfil profissional.

Dentre os selecionados, 50 deles participarão ainda do pitch de talentos, um momento do evento no qual cada um ‘vende seu peixe’ durante dois minutos para as organizações, que avaliarão o potencial desses jovens e poderão convidar aqueles que mais se destacarem para eventuais conversas sobre oportunidades.

O evento também oferece a possibilidade de networking por meio do aplicativo de celular, garantindo que os participantes enviem suas próprias dúvidas sobre carreira durante os painéis. As empresas também utilizarão o app para localizar potenciais candidatos e marcar entrevistas.

A Conferência Na Prática Empreendedorismo e Tecnologia acontece na Amcham Business Center, em São Paulo, das 7h30 às 18h. As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas até dia 3 de setembro pelo nesse link.

Conferência Na Prática Empreendedorismo e Tecnologia
Data: 30 de outubro de 2017
Horário: das 7h30 às 18h
Local: Amcham Business Center
Endereço: Rua da Paz, 1431 – Chácara Santo Antônio – São Paulo
Inscrições: até 3 de setembro pelo site https://estudar.napratica.org.br/conferencia-empreendedorismo/?utm_source=SiteExterno&utm_medium=ParceiroP&utm_campaign=pegn

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Senac EAD tem curso para quem quer entrar no mercado de jogos digitais

Curso Técnico em Programação de Jogos Digitais, oferecido pelo Senac EAD, é opção para quem quer ingressar nesta área

Levantamento recente da Super Data Research aponta que o Brasil é o principal mercado de jogos digitais na América Latina e o 4º no mundo em consumo desta tecnologia, com 3,4 milhões de gamers digitais, perdendo apenas dos Estados Unidos, Japão e China. Este ano, o setor deve movimentar mais de US$ 1,6 bilhão no país, e, para quem quer apostar neste cenário promissor, o Senac EAD oferece uma opção para se especializar na área com o curso Técnico em Programação de Jogos Digitais.

Segundo o coordenador dos cursos técnicos de Informática e Jogos Digitais do Senac EAD, André Ricardo Theodoro, ainda há muito espaço para o crescimento do mercado de jogos digitais no Brasil e as oportunidades para os profissionais são bem variadas. “O desenvolvedor pode atuar desde o segmento de jogos educacionais, passando por jogos para treinamento ou ainda advergames. Este último trata da criação de jogos de divulgação de uma marca. Algumas empresas começaram através desse nicho de mercado, mas ainda há muito a ser explorado”, afirma.

Outra grande tendência no segmento, em virtude da quantidade de brasileiros que possuem smartphones, é a criação de jogos para essa plataforma. “Esses games devem possuir uma mecânica simples e com uma curva de aprendizagem baixa, pois geralmente são jogos de períodos curtos, que podem ser jogados nos intervalos de tempo disponíveis ao longo do nosso dia”, destaca o coordenador.

Com relação ao perfil profissional, Theodoro destaca que o interessado a ingressar neste mercado deve ser curioso, gostar de desafios e estar sempre disposto a aprender. O grande diferencial do curso Técnico em Programação de Jogos Digitais é a metodologia de ensino pautada em competências técnico-científicas e comportamentais, que farão o aluno ter destaque no mercado de trabalho.

Além disso, o curso prevê que o estudante irá desenvolver a unidade curricular de projeto integrador, que ocorre em paralelo com as demais e na qual ele aplicará todos seus conhecimentos desenvolvendo seu próprio game. “Ao fim do curso, o aluno terá uma produção própria, que poderá ser utilizada como portfólio em busca de colocação no mercado de trabalho”, ressalta Theodoro.

Assista ao vídeo do curso e descubra algumas curiosidades: www.ead.senac.br/drive/tecnico_games/index.html.

Técnico em Programação de Jogos Digitais – capacita o profissional para realizar o planejamento do processo de produção do jogo digital e incorporação dos elementos multimídia à plataforma de desenvolvimento, sendo responsável pela programação e integração desses elementos. Qualifica ainda para realizar testes, manutenção e melhorias no jogo digital, adotando normas técnicas, de qualidade, de saúde, de segurança do trabalho e preservação ambiental no desempenho de sua função. O profissional pode atuar em organizações públicas e privadas de qualquer segmento, tais como da área do comércio, de serviços, da indústria, de consultoria, de ensino e pesquisa, entre outras.

Os cursos técnicos – destinados a todos que estão cursando ou já completaram o ensino médio e que desejam aprender uma profissão e entrar no mundo do trabalho. A modalidade conta com 326 polos em todas as regiões do país que apoiam uma avaliação presencial exigida ao longo do curso dos alunos.

Acesse a programação completa de cursos do Senac EAD em www.ead.senac.br. Há também uma programação diversificada de cursos presencias que pode ser conferida em www.sp.senac.br.

Técnico em Programação de Jogos Digitais
Senac EAD
Inscrições: www.ead.senac.br/cursos-tecnicos
Investimento: R$ 4.515,00

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Martech: entenda como a tecnologia pode potencializar o setor de Marketing das empresas

Por Eduardo Prange

Com a consolidação da transformação digital dos negócios, muitos profissionais relacionados à tecnologia, provavelmente, já ouviram falar em Martechs. Mas o que, de fato, esse termo significa? Ele contempla projetos, ferramentas ou startups que tenham a tecnologia aliada diretamente ao marketing digital. As Martechs combinam esses dois setores com o objetivo de melhorar a performance das mais diversas iniciativas – para marcar o brandou conversão em alguma estratégia de marketing.

Hoje é comum que os responsáveis pelo marketing de uma empresa trabalhem diretamente com o setor de tecnologia da informação. Uma pesquisa realizada pelas consultorias DataXu, Morar Consulting e WithPR, revela que mais da metade desses profissionais possuem conhecimentos em TI ou estão trabalhando com especialistas da área lado a lado.

Além disso, em outros países, as empresas têm apostado cada vez mais nessa tendência. A Gartner, consultoria especializada no desenvolvimento de novas tecnologias, por exemplo, revelou em um estudo de 2016, que 33% dos orçamentos de marketing das empresas dos Estados Unidos e da Inglaterra já são destinados à tecnologia. Hoje, a mentalidade dos gestores do setor é de que quanto mais ferramentas tecnológicas forem utilizadas para tornar as ações de marketing mais inteligente, mensuráveis e efetivas, mais “Martech” torna-se a estratégia.

Big Data auxilia na tomada de decisão

É inegável que na era digital em que vivemos, os dados são a essência da tomada de decisões empresariais. No entanto, até recentemente, a maioria desses dados eram provenientes de feedback dos clientes, testes de marketing e análises exaustivas de mercado sem o auxílio de nenhum tipo de tecnologia. Com a popularização do Big Data, no entanto, criou-se um cenário onde mais empresas podem lançar produtos com base em análises preditivas ao invés de testes experienciais. Foi uma verdadeira revolução no mercado.

Em um passado não muito distante, as pesquisas de mercado exigiam que as companhias criassem grupos específicos para testar um produto ou campanha publicitária. Entretanto, por vezes, esses conjuntos eram limitados, e o volume de dados coletados era insuficiente. Já as métricas disponíveis de Big Data abrem um leque de possibilidades para que as empresas testem novas estratégias. Como os conjuntos de dados disponíveis graças à tecnologia são muito maiores que os encontrados na maioria das pesquisas de mercado, eles proporcionam maior assertividade para o planejamento de marketing.

Imagine o quanto uma empresa não ganha em termos de competitividade quando seus gestores dispõem de informações estratégicas, como o lançamento de produtos de um concorrente, ou quantas vezes a própria marca foi citada na imprensa e nas redes sociais em um determinado período. Felizmente, já existem plataformas que conseguem mensurar esses e muitos outros indicadores.

O fato é que em pleno século XXI, é fundamental trabalhar com dados e evidências, deixando de lado a intuição para construir uma verdadeira inteligência competitiva que empodere os gestores na tomada de decisão. O futuro chegou e as companhias que apostarem em Martechs terão muito mais chances de atingir seus objetivos.

Eduardo Prange é CEO da Zeeng – Data Driven Platform, e atua com Marketing Digital há mais de 10 anos, com participação em mais de 100 Projetos relacionados ao tema.

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CSU ITS apresenta nova diretoria

A CSU ITS, frente da CSU voltada à terceirização de data center e serviços gerenciados de tecnologia, nomeou dois novos executivos. Anderson Müzel passa a integrar a equipe como novo diretor executivo e comercial, aceitando o desafio de alavancar negócios para a unidade. Assumindo a posição de superintendente de Finanças, Fernando Freitas traz sua experiência em tecnologia para auxiliar a companhia na busca por resultados. Ambos se reportarão diretamente para o CFO da CSU, Ricardo Ribeiro Leite.

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Com mais de 25 anos de experiência no mercado de Tecnologia da Informação, voltado para Marketing e Vendas, Müzel graduou-se em Tecnologia da Informação pela FACEX e possui MBA em Gestão Executiva de Negócios pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Desenvolveu sua carreira em empresas como EDS Corporation, TIVIT e Oracle, focado em vendas de soluções estratégicas de tecnologia.

“Sabendo do crescimento da companhia nos últimos anos e da alta capacidade para atender clientes de diversos segmentos, meu objetivo é aproveitar essa infraestrutura tecnológica e o expertise da CSU em operações de missão crítica para levar ao mercado o que há de mais moderno na prestação de serviços de cloud computing, ajudando nossos clientes na ‘Jornada para Nuvem’, seja ela Privada, Pública ou Híbrida (multi-cloud), dentre outros produtos e serviços, além de consultoria”, afirma o novo diretor.

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Especialista com vasta experiência em serviços de tecnologia, pré-vendas e pricing, Fernando Freitas é formado em Administração de Empresas pela Fundação Getulio Vargas (FGV) e possui MBA em Gestão Estratégica e Econômica de Negócios pela FGV Management. Em sua trajetória profissional, o executivo passou por grandes empresas como TIVIT e Atos Origin.

Com o data center TIER III, localizado na sede da Companhia, em Barueri, a divisão ITS definiu a entrada da CSU na prestação de serviços de terceirização de TI, alavancando mais de 20 anos de expertise em gestão de data center. O ITS é uma divisão de negócios alocado na unidade CSU.CardSystem.

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Incubadora abeLLha potencializa o trabalho de novas startups voltadas para resolver problemas socioambientais

Com o objetivo de auxiliar novas startups a potencializarem suas atividades, a incubadora abeLLha, tornou-se referência para empreendedores que estão no começo da jornada, com sua metodologia especializada em alavancar negócios em estágio inicial. Voltada para gerar novas oportunidades para a melhoria da sociedade, a empresa apoia projetos voltados para educação, inclusão de minorias, aumento de renda, saneamento básico, saúde, mobilidade e meio ambiente, baseados nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU (Organização das Nações Unidas) que devem ser implementados por todos os países do mundo até 2030.

A incubadora auxilia no desenvolvimento e soluções de problemas reais de microempresas que tenham fortes modelos de negócio, além de ser a solução para quem busca aprimoramento. Por meio de acompanhamento contínuo e acesso a rede de mentores profissionais com vasta experiência de mercado, a abeLLha possui duas vertentes: incubação para empreendedores, por meio de acompanhamento quinzenal com foco em construir e evoluir no detalhe da estratégia, planejamento financeiro, produto, operações, vendas, marketing e comunicação; e projetos voltados para inovação interna em empresas, onde é aplicada a metodologia de incubação para escalar ideias e inovações que precisam ser maturadas até se acoplarem ao core bussiness e gerarem impacto direto no negócio.

Além disso, a abeLLha possui ferramentas próprias que dão suporte no desenvolvimento desses negócios. O GoodPeople, aplicativo que conecta pessoas que possuam talentos complementares, para que empreendedores consigam encontrar pessoas para auxiliá-los em seus projetos e a plataforma Honeycomb, de gestão estratégica que cria um ambiente transparente e focado em resultados, sem esquecer das pessoas.

O processo de seleção da incubadora se baseia primeiramente na ideia inicial de valor que a startup agrega para resolver problemas na sociedade, no possível impacto de crescimento e escalabilidade e, principalmente, no foco e valores da equipe. “Queremos encontrar projetos que gerem impacto em grande escala e resolvam algum problema recorrente na sociedade. Entendemos que cada um pode ser determinante na mudança que deseja ver no mundo e que podemos fazer o bem e lucrar com isso também”, explica Ana Julia Ghirello, fundadora da abeLLha.

Fundada em janeiro de 2016, a abeLLha já incubou mais de 20 projetos. 13% das empresas criaram tração inicial de mercado e caminham para modelos de negócio sustentáveis, fazendo a diferença na vida de milhares de brasileiros. O processo de seleção para 2018 começa no dia 4 de setembro e vai até 16 de outubro.

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Girls in Tech Brazil promove evento sobre Investimento Anjo em São Paulo

Uma ideia na cabeça não vai para frente sem recursos para tal. Para ajudar você a conseguir os fundos que a sua Startup precisa, a Girls in Tech Brazil promove o encontro “Investimento Anjo para Startups”, no dia 05 de setembro às 19h no Espaço Cubo. A palestrante da noite é Maria Rita Spina, diretora executiva da Anjos do Brasil e fundadora do MIA – Mulheres Investidoras Anjo.

Para participar, basta se inscrever na página do evento. Os ingressos do 1º lote custam apenas R$ 30 (com as taxas), mas corra que as vagas são limitadas! Vale lembrar que os eventos do Girls in Tech Brazil são abertos à participação de homens.

O Investimento Anjo é o investimento efetuado por pessoas físicas com seu capital próprio em empresas nascentes com alto potencial de crescimento (as startups). Além do capital, estes investidores também empregam seus conhecimentos, experiência e rede de relacionamento para apoiar a empresa investida. Daí vem o uso do termo “anjo”.

A Girls in Tech (GiT) é uma iniciativa global sem fins lucrativos que busca promover o engajamento de mulheres que lidam com novas tecnologias. Composto por profissionais com capacidade para inspirar e liderar, é objetivo do grupo incentivar o crescimento da presença de mulheres inovadoras e empreendedoras no ambiente de tecnologia, criando condições para que tenham sucesso e que assumam posições de destaque nesse ecossistema.

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Data: 05 de setembro
Hora: 19h30
Ingressos: 1º lote R$ 30 (até 14/08) | 2º lote R$ 35 (até 27/08) | 3º lote R$ 40 (até 04/09)
Local: Espaço Cubo Coworking
Endereço: R. Casa do Ator, 919 – Vila Olímpia, São Paulo – SP, 04546-003.

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Tallis Gomes é eleito pelo MIT como um dos jovens mais inovadores do mundo

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A Revista MIT Technology Review revelou nesta quarta-feira, 16 de agosto, sua lista anual de inovadores abaixo dos 35 anos. Por mais de uma década, a empresa de mídia global reconhece talentos cujo trabalho tem um grande potencial para transformar o mundo. Tallis Gomes, fundador da Easy Taxi e Singu, foi reconhecido na categoria “Empreendedor” por seu trabalho realizado.

Tallis Gomes, já entrou na lista da Forbes 30 under 30, já foi eleito o empreendedor mais inovador no Brasil também pela MIT Technology Review e “Young Leader of The Year 2015”, pela Latin Trade por seu trabalho liderando a expansão da Easy Taxi através de 35 países, 4 continentes e mais de 400 cidades. Sob sua gestão, Easy Taxi liderou o negócio de transporte em todo o mundo e sua saída aconteceu no final de 2014.

Atualmente Tallis é fundador da Singu, startup do setor de beleza e bem estar. A Singu é líder do mercado no Brasil, já entrega dezenas de milhares de pedidos por mês, usando um algoritmo para aumentar a eficiência da agenda do provedor, o que lhes permite ganhar cerca de quatro vezes mais do que ganharam em salões tradicionais. Por causa do seu esforço para promover a mudança social, Tallis foi eleito como um dos Inovadores menores de 35 anos pela MIT Technology Review.

“Ao longo dos anos, tivemos sucesso em reconhecer jovens inovadores, cuja mudança transformará a maneira como o mundo pensa sobre o que a tecnologia pode fazer”, diz o editor da Revista David Rotman. “Os homenageados passados incluem Larry Page e Sergey Brin (2002), os cofundadores do Google; Mark Zuckerberg (2007), o co-fundador do Facebook; E Jonathan Ive, o principal designer da Apple. Estamos orgulhosos de nossas seleções e da variedade de realizações que eles celebram, e estamos orgulhosos de adicionar Tallis Gomes a esta prestigiada lista”, complementa.

Os homenageados deste estarão na edição impressa de setembro/ outubro, que atinge os jornais em todo o mundo em 29 de agosto. A cerimônia será na conferência EmTech, realizada entre os dias 6 a 9 de novembro em Cambridge , Massachusetts (EUA).

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28% dos internautas brasileiros têm aplicativo de atividade física

Os aplicativos de atividade física são uma maneira prática e moderna de se exercitar para 28% dos internautas brasileiros que possuem pelo menos um app desse tipo em seus smartphones. É o que mostra a pesquisa online, realizada no CONECTAí Express, em todo Brasil

O Google Fit é o mais presente nos smartphones dos internautas, seguido do Runtastic, Nike+ Run Club e Strava.

Confira quais aplicativos de atividade física os internautas brasileiros mais possuem:

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Cabify fomenta discussão sobre a regulamentação de serviços de mobilidade em Brasília

Durante os últimos dias, a regulamentação proposta pela Secretaria de Mobilidade do Distrito Federal (Semob) se tornou uma das pautas mais discutidas quando o assunto é o transporte de passageiros. A Cabify, plataforma espanhola de mobilidade urbana, se posiciona de forma sólida pela criação de uma regulamentação justa.

“Somos a favor da mobilidade urbana em todas as regiões onde atuamos, incluindo Brasília. Além disso, trabalhamos ao lado dos municípios para criar uma regulamentação justa, inclusive com o pagamento de tributos por todos os players”, salienta Daniel Velazco-Bedoya, general manager da Cabify no Brasil. A empresa iniciou sua operação em São Paulo há 1 ano e foi a primeira companhia para intermediação de transporte particular regulamentada na cidade. “Acreditamos que a regulamentação do transporte individual privado de passageiros é, além de legítima, necessária para garantir o bom equilíbrio concorrencial”, afirma.

A Cabify chegou à Brasília em abril deste ano como um facilitador para um transporte privado de qualidade e segurança para os cidadãos e visitantes. “Queremos ser uma solução de mobilidade para a cidade e acreditamos que trabalhando junto com outros modais e com o GDF podemos construir uma cidade mais moderna com relação à mobilidade urbana” comenta Nícolas Scridelli, gerente geral da Cabify em Brasília.

Antes mesmo da regulamentação, a Cabify já cumpria todos os pré-requisitos e padrões de segurança e qualidade do decreto, como por exemplo: exigência de veículos com quatro portas, ar condicionado e com até cinco anos de fabricação, todos inspecionados presencialmente.

No entanto, a empresa, ciente da responsabilidade que tem de entregar serviço de qualidade tanto para passageiros como para seus motoristas parceiros, entende que a exigência de abertura de filial da plataforma, assim como a limitação para prestação dos serviços apenas a carros licenciados no DF para atuarem nos aplicativos de mobilidade violam a legislação federal (LC116) e princípios constitucionais, como a liberdade de iniciativa e profissão. Desta forma, a empresa realizou o seu cadastro na Secretaria de Mobilidade e tendo em vista o não aceite da autoridade municipal em atender o pedido de cadastro com base nos pontos acima mencionados, a empresa buscará a tutela judicial para assegurar o cumprimento da legalidade em relação às referidas exigências dentro do prazo legal”, afirma Juliana Minorello, gerente Legal da Cabify.

Atualmente, a Cabify está presente em seis capitais – Rio de Janeiro (Rio de Janeiro), Curitiba (Paraná), Belo Horizonte (Minas Gerais), Brasília (Distrito Federal), Porto Alegre (Rio Grande do Sul) e São Paulo (São Paulo), além de outras seis cidades do Estado de São Paulo – sendo elas Campinas, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, Santo André, Santos e São Vicente. Em um ano de atuação, Cabify Brasil já está entre as cinco maiores operações da empresa no mundo.

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Concrete Show começa amanhã em São Paulo

Acontece de amanhã, 23, até sexta-feira, 25, o Concrete Show South America, único evento na América Latina a reunir a cadeia produtiva do concreto. Nesta 11ª edição, a feira conta com lançamentos de produtos e soluções de tecnologia, demonstrações de equipamentos, sessão de autógrafos de livros técnicos, premiação nacional para estudantes de arquitetura e uma galeria de concreto com peças de design e materiais inovadores baseados em concreto de diferentes países.

A abertura está marcada para às 11 horas de amanhã, com a presença dos presidentes das associações do setor, José Romeu Ferraz Neto, (SindusCon-SP); Renato Giusti (Associação Brasileira de Cimento Portland); Jairo Abud (Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Concretagem); Julio Timerman (Instituto Brasileiro do Concreto) e Íria Lícia Oliva Doniak (Associação Brasileira da Construção Industrializada de Concreto) e da UBM Brazil, Jean-François Quentin.

A cerimônia contará também com a presença do arquiteto Ruy Ohtake, encarregado de entregar ao arquiteto Yuri Vital uma homenagem por seu trabalho.

Destaque do evento também são as mais 60 palestras gratuitas para a capacitação e atualização de profissionais que atuam na construção civil. Realizadas em paralelo à feira, serão ministradas por diversos profissionais renomados do setor da construção civil. As palestras serão divididas em quatro palcos simultâneos, com a duração de 40 minutos cada e capacidade para até 70 pessoas. A expectativa da organização é receber cerca de 3.800 profissionais nos três dias.

Mais detalhes no link: http://www.concreteshow.com.br/pt/conferencia/palestras-gratuitas.

Concrete Show South America 2017
Data: 23 a 25 de agosto
Local: São Paulo Expo – Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 – São Paulo (SP)
Horário da Exposição: 23 de agosto das 13h às 20h / 24 e 25 de agosto das 10h às 20h

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Gupy recebe investimento de R$ 1,5 milhão de fundos liderados por fundadores do Peixe Urbano e iFood

Tornar o processo de seleção de talentos fácil e eficiente, reduzir o tempo de contratação por meio de uma triagem automática, diminuir o turnover e oferecer um Analytics completo para ajudar RHs e Gestores na tomada de decisão. Esses são os objetivos da Gupy, plataforma que usa Inteligência Artificial e People Analytics para ajudar empresas a digitalizarem seus processos de recrutamento e seleção e mostrar quais candidatos são os mais adequados para diferentes tipos de vagas.

Residente do Campus São Paulo, Programa de Residentes do Google e selecionada recentemente para o programa de intercâmbio Google For Entrepreneurs Exchange no Canadá. A startup acaba de receber um aporte no valor de R$ 1,5 milhão, do fundo de investimento Canary, liderado pelos fundadores do Peixe Urbano, M Square e Printi, e do fundo Yellow Ventures, liderado por Patrick Sigrist, fundador do iFood. A rodada ainda conta com dinheiro de investidores-anjos, que trazem, também, importante conhecimento para auxiliar na estratégia de expansão da empresa.

“É muito importante para a Gupy, em tão pouco tempo de vida, poder contar com aporte de dois fundos tão interessantes e capitaneados por empreendedores que fundaram startups de renome no Brasil e no mundo, além dos investidores-anjos, que vão nos guiar na expansão da empresa”, pontua Mariana Dias, CEO e cofundadora da empresa. “O investimento será importante para refinar as ferramentas de gestão e inteligência da plataforma e fortalecer nossa frente comercial, impulsionando a GUPY como líder do mercado de Recrutamento Tech no Brasil”, pontua.

A inteligência da plataforma da Gupy pode identificar características do perfil, histórico profissional, habilidades e competências dos candidatos para ranquear aqueles que estão mais próximos ao perfil desejado pelos recrutadores. Com base nas respostas dos usuários, o sistema analisa as informações e, ao fim de cada teste, pode mostrar automaticamente a performance na etapa para aumentar o engajamento do candidato durante o processo.

“Sabemos que uma das frustrações de quem participa desses processos em empresas de médio e grande porte é a falta de respostas. Do outro lado, os recrutadores sentem a necessidade de soluções para tornar o processo mais ágil, eficiente e menos burocrático. Além de gerarmos uma experiência mais positiva para ambos, empoderamos os profissionais de RH, que têm em suas mãos uma ferramenta flexível alinhada com as novas tendências de mercado”, destaca Mariana.

Por meio de um aprendizado contínuo, o sistema estrutura os perfis com base nos aprovados e na performance desses colaboradores para refinar seu ranqueamento. Segundo Mariana, hoje, aproximadamente 60% dos custos das empresas são com as folhas de pagamento. “Os algoritmos podem ajudar na tomada de decisões que tornam todo o processo cada vez mais assertivo e menos dispendioso”, complementa.

A empresa, que em 2016 foi acelerada pela Wayra, programa de inovação aberta e empreendedorismo da Telefónica, já conta com clientes de peso, como a Kraft Heinz, Somos Educação e Movile, e espera triplicar de tamanho até o fim do ano. Recentemente, o projeto também foi escolhido pela Accenture Strategy para representar a tendência de digitalização do recrutamento no setor de RH.

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Arena Solutions recebe investimento estratégico da JMI Equity

A Arena Solutions, plataforma tudo em um baseada na nuvem de desenvolvimento de produtos, que une gestão de ciclo de vida de produtos (PLM — product lifecycle management), gestão de ciclo de vida de aplicações (ALM — application lifecycle management), colaboração na cadeia de suprimento e sistemas de gestão de qualidade (QMS — quality management systems), anunciou hoje que recebeu um investimento da JMI Equity, firma de participações acionárias para crescimento focada em investir em empresas de software proeminentes.

Fundada em 2000, a Arena inventou a PLM baseada na nuvem e, hoje, fornece uma plataforma tudo em um de desenvolvimento de produtos, que une PLM, ALM, colaboração na cadeia de suprimento e QMS, para o projeto e fabricação de produtos eletrônicos complexos. Sua solução cria um fluxo de trabalho colaborativo do desenvolvimento à produção vinculado ao registro do produto, que conecta engenheiros elétricos, engenheiros mecânicos e engenheiros de software, permitindo a eles trabalhar perfeitamente com equipes de desenvolvimento de produtos, qualidade e fabricação. A plataforma da Arena é o system of record para racionalizar esses processos, proporcionando valor aos clientes por ajudá-los a aperfeiçoar a qualidade dos produtos, reduzir custos e acelerar o tempo para comercialização. Com usuários em 125 países, a Arena tem a proximadamente 1.000 clientes hoje, incluindo as empresas Intuit, Citrix Systems, Nutanix, GoPro, Thermo Fisher Scientific e eBay.

“Estamos muito satisfeitos por receber esse investimento da JMI e por ter, agora, acesso a sua expertise e rede do setor, que acreditamos será fundamental para a continuidade de nosso crescimento e nossa expansão”, disse o CEO da Arena, Craig Livingston. “Esse é o momento certo para nossa empresa dar o próximo passo, porque estamos em meio a uma expansão sustentável de clientes e a uma evolução de nossa plataforma líder do setor. Estamos estimulados por poder trabalhar com a equipe da JMI, porque sua perspectiva e paixão por nossos negócios estão bem alinhadas com as nossas”.

A Arena é uma líder em aplicações de SaaS para o mercado de desenvolvimento de produtos, particularmente os mercados verticais de tecnologia, produtos eletrônicos e ciências da vida, em que a crescente convergência de componentes de hardware e de software cria processos complexos de fabricação.

“O software baseado em nuvem continua a revolucionar uma grande variedade de setores e a Arena está na linha de frente desse avanço”, disse o sócio geral da JMI, Brian Hersman. “Seguimos a Arena há algum tempo e estamos impressionados com sua capacidade de inovar e melhorar continuamente seu software de vanguarda. Estamos muito estimulados para começar a trabalhar com Craig e sua equipe para lhes dar assistência, conforme eles continuam a proporcionar um valor excepcional a seus clientes e mercados finais”.

O sócio geral da JMI, sr. Hersman, e a diretora Suken Vakil passarão a ser membros do Conselho de Administração da Arena.

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A crise financeira e os ciberataques: o que fazer?

Por Vivaldo Junior

Em função dos últimos ataques virtuais, o sinal de alerta soou e, mesmo diante da crise econômica mundial, as empresas veem gradativamente voltando a investir mais em segurança e tecnologia. O futuro é promissor, conforme aponta o Gartner. Em sua recente pesquisa, o instituto prevê que em 2018 cerca de 90% das companhias terão algum tipo de estrutura relacionada à segurança de dados.

Apesar de sempre existirem ameaças virtuais, o conceito se popularizou há poucos anos por conta das ameaças passarem de ser vírus ou trojans para esquemas complexos de sequestro de dados ou de informações privilegiadas. Como é o caso dos atuais Ransomwares e de pragas como Stuxnet, que são totalmente direcionadas a um fim lucrativo.

Vulnerabilidades chamadas de 0-day, até então nunca divulgadas, têm impactado todos os setores da indústria. Falhas como HeartBleed e ShellShock ou até mesmo recentemente a suíte de ferramentas da NSA, que vazou na internet com o codinome “Shadow Brokers”, na qual continha várias falhas 0-days, sendo a mais importante delas denominada “Eternal Blue”, tornam-se o principal vetor de ataque para o Ransomware WannaCry.

Os ataques ocorrem por todos os lados. Segundo reportagem publicada na Reuters, o site de relacionamento Ashley Madison teve seus dados vazados obrigando a companhia a pagar 11,2 milhões de dólares como indenização aos seus clientes pela exposição de dados. Já a operadora de telefonia Verizon, uma das maiores do mundo, também sofreu com a disseminação dos dados de seus clientes porque seu fornecedor, o Nice System, estava com um servidor na Amazon aberto para navegação, dando a possibilidade de hackers má intencionados baixarem os dados armazenados.

Conforme os sistemas evoluem, as ferramentas usadas para ataques cibernéticos também progridem na mesma escala. Com isso, as empresas precisam estar atentas a ter um processo de gestão de risco e compliance, contando com uma equipe dedicada especificamente na área de segurança da informação.

Devemos nos perguntar o quanto vale nossos dados e até quando deixaremos nossas informações desprotegidas a ponto de comprometer e causar prejuízos imensos às corporações e às pessoas. O alcance da internet em lugares onde antes não havia, a popularização de smartphones e tablets e todo esse crescimento de infraestrutura, desencadeou a facilidade de hoje de qualquer adolescente má intencionado ter a acesso a conteúdos privados.

Antigamente tínhamos os CPDs (Central de Processamento de Dados), onde ficava praticamente toda a infraestrutura de TI da empresa. Evoluímos e hoje temos data center, big data, auditoria, tudo colaborando para expansão dos setores de tecnologia, porém essa evolução amplia exponencialmente áreas que envolvem risco, compliance e segurança.

Na prática, as empresas devem criar times específicos com habilidades distintas, análise de vulnerabilidades, gestão de risco e incidentes. Caso não seja possível criar um time interno, a ação correta é contar com apoio de consultorias especializadas. Tudo isso de forma orquestrada para blindar o ambiente digital da empresa.

Como diversas pesquisas apontam, as empresas terão que invariavelmente investir em segurança da informação, adquirir ou contratar ferramentas e pessoal especializado. Dessa forma, quanto mais rápido esse investimento acontecer, mais protegida a empresa estará, evitando surpresas por conta das novas brechas de segurança para barrar, principalmente, a possibilidade de dados vazarem e resultar em prejuízos financeiros e reputacionais incalculáveis.

Vivaldo Junior é IT Consulting na Protiviti, consultoria global especializada em finanças, tecnologia, operações, governança, risco e auditoria interna.

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Como as plataformas digitais estão ganhando mercado e deixando as TVs para trás? – Por Gustavo Caetano

Nos últimos artigos que escrevi, mostrei que o segmento de vídeos online vem crescendo consideravelmente nos últimos anos. Boa parte disso se dá devido a mudança nos hábitos de consumo das pessoas, que têm buscado muito mais conteúdo em vídeo na internet do que nos canais de TV, por exemplo. Essa mudança de comportamento mostra que os usuários estão ávidos por assistir somente aquilo que interessa, e não milhares de programas aleatórios que passam todos os dias.

Algumas emissoras de TV já entenderam a força do movimento digital e começaram a migrar seus conteúdos para plataformas online. Mas ainda há uma boa parte resistente em se atualizar e oferecer a melhor experiência para seus consumidores. Segundo uma pesquisa realizada pela consultora Frost & Sullivan, a TV paga apresentou uma queda de 100,9 milhões de domicílios para 97,1 milhões, enquanto a entrega de conteúdo audiovisual pela internet (OTT) cresceu de 28 milhões para 50,3 milhões.

Os dados mostram que a tendência para os próximos anos é no ambiente digital, e aqueles que não “pivotarem” suas estratégias atuais e investirem nesse canal, ficarão para trás e, consequentemente, perderão mercado para seus concorrentes. Paralelo a isso, um movimento que também vem crescendo é o investimento em vídeo business. Os profissionais que souberem investir nesse segmento, criar conteúdos de qualidade e com criatividade, têm grandes possibilidades de dar um upgrade no seu negócio.

Um exemplo claro, e bem-sucedido, de empresa que investiu em conteúdo via streaming é a Netflix. Em pouco mais de cinco anos de operação no Brasil, a plataforma já possui mais de seis milhões de assinantes e já ultrapassou algumas operadoras de TV a cabo. De acordo com um relatório da consultora canadense Sandvine, as produções originais do Netflix, como a série House of Cards, por exemplo, corresponde a mais de 30% do tráfego da internet nos países da América do Norte. Isso mostra a crescente busca por conteúdos de qualidade, que podem ser assistidos a qualquer hora e lugar.

É preciso conhecer as tendências, entender o momento atual para, então, adaptar-se à realidade do mercado, o que é fundamental para qualquer negócio que pretende ser inovador. Eventos relacionados ao mercado de vídeos, por exemplo, costumam trazer pontos interessantes do segmento e debates ricos em conhecimento de executivos que estão dispostos a compartilhar sua experiência e bagagem com o público. Fomentar encontros entre quem tem interesse em investir no mercado de vídeos com quem já colheu bons resultados com essa tecnologia, é surpreendente.

É fato que o conteúdo em vídeo se tornou muito mais atrativo e dinâmico, além de prender a atenção de muitos usuários e impactar uma diversidade de pessoas. Por isso, acredito que a hora de apostar em novas plataformas e investir no segmento digital é agora. O mercado proporciona um leque de possibilidades capazes de fazer com que sua empresa tenha visibilidade em diferentes canais, e em paralelo, lucrar com a venda de conteúdo. Pense nisso, e procure traçar a melhor estratégia para que sua marca/empresa esteja em evidência.

Gustavo Caetano é CEO da Samba Tech, que ajuda centenas de empresas a se comunicar melhor com sua audiência por meio de vídeos online.

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Jive lança call center baseado em nuvem

A Jive Telecomunicações do Brasil, especialista em comunicação unificada na nuvem, acaba de anunciar o Jive Contact Center Pro, que oferece uma experiência mais inovadora em serviços de call center quando combinado com as premiadas soluções de comunicações unificadas da Jive, incluindo o Jive Voice. A solução oferece inovação e economia às empresas com seu modelo de pacote exclusivo, muito diferente de outras ofertas a la carte e caras encontradas na indústria.

O Jive Contact Center Pro integra-se perfeitamente ao Jive Voice, sistema telefônico baseado em nuvem, e aos serviços de comunicações unificadas da companhia, permitindo mais flexibilidade e velocidade de comunicação entre as equipes que atuam no call center e as de outros departamentos da empresa. Os agentes da central de atendimento ao cliente podem acessá-lo por meio de múltiplos canais – voz, e-mail, chat e SMS –, enquanto os administradores podem acionar outros serviços, como roteamento orientado por competência e recursos avançados de URA (unidade de resposta audível) com o editor visual de fluxo de chamadas.

Os recursos de relatórios em tempo real também ajudam administradores a monitorar métricas importantes, ver os níveis de stress do agente e do chamador, além de otimizar a eficiência do call center ou identificar áreas para melhorar o desempenho nos negócios.

“Estamos animados em oferecer uma solução de comunicação em nuvem mais completa, incluindo agora recursos de atendimento de call center. Acreditamos que o Jive Call Center Pro, que é totalmente integrado com nossa solução de comunicações unificadas e voz, é a solução mais inovadora atualmente no mercado para as empresas e proporciona a elas um valor incomparável”, diz Dano Ybarra, vice-presidente global da Jive Telecomunições.

Para o presidente da companhia no Brasil, Peter Kodic, “fornecer uma solução de call center com tudo incluído a um preço incrivelmente baixo torna muito mais fácil para empresas de qualquer tamanho escolherem a melhor opção para os seus negócios. Além do baixo preço da solução, os executivos ainda economizam em tempo, pois não precisam quebrar a cabeça na escolha de soluções complexas e caras”.

O Jive Call Center Pro já está disponível no mercado. Para mais informações e preços, entre em contato com um representante da companhia. Para saber mais sobre a Jive, visite o site: http://jive.com/br/.

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ABRINT apoia discussão sobre nova formatação do Comitê Gestor da Internet

A ABRINT apoia a consulta pública aberta pelo governo a fim de colher subsídios sobre uma possível reformulação nas atribuições do Comitê Gestor da Internet (CGI), na sua composição e nas regras do processo eleitoral.

Consideramos salutar a abertura da consulta pública tendo em vista que o CGI mantém a mesma estrutura desde a sua criação em 1998 e, inegavelmente, o conjunto de atores e a relação deles com a Internet se alterou significativamente de lá para cá. É importante que a estrutura do CGI seja revista para que realmente todos os setores com participação no ecossistema da Internet estejam representados no CGI.

Na visão da ABRINT, não existe motivo para rejeitar uma consulta sobre esse tema, uma vez que a associação entende que, cada um dos participantes da Internet deve aproveitar essa consulta para democraticamente opinar e sugerir os melhores caminhos a serem tomados.

A Associação Brasileira de Internet e Telecomunicações (ABRINT) tem atuação nacional e representa provedores regionais de internet em discussões junto ao governo, órgãos regulatórios e entidades afins. Provedores são majoritariamente empresas de pequeno e médio portes. Segundo o Ministério das Comunicações, há pelo menos um provedor em operação em todas as cidades do país. Para o LACNIC, juntos, eles formam a quarta maior empresa de comunicação do Brasil.

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Estácio aposta em inteligência artificial para elevar qualidade no atendimento

Criada em 1970, a Estácio possui unidades em todos os estados do País, o que requer atendimento ainda mais ágil e eficiente para a alta demanda gerada por seus mais de 500 mil alunos e prospects.

No passado, a Estácio contava com um assistente virtual destinado ao atendimento de candidatos e alunos. Entretanto, o serviço atingia a uma taxa de automação de menos de 30%, gerando grandes demandas para a central de atendimento, trazendo deficiências na comunicação com seus usuários, o que difere de nossa premissa de atendimento ágil e linear.

Para sanar toda a situação, em janeiro de 2016, a Estácio contratou a Bluelab, empresa especializada em automação de atendimento com o uso de inteligência artificial. Após avaliar as necessidades da instituição de ensino, a Bluelab iniciou o processo de criação do avatar para o chatbot, que deveria transparecer jovialidade e seriedade, possuindo uma imagem robótica, mas amigável, além de apontar para um consciente coletivo de atendimento virtual, agregando os valores da Estácio.

“Optamos por deixar claro que o atendimento é realizado por chatbot para manter a transparência que aplicamos em nossos serviços educacionais e na relação com nossos alunos”, explica Bruno Pessanha, Gerente de Canais Digitais da Estácio. A universidade também possui chat humano, atendimento via formulário no portal e call center.

Batizado como Tácio, nome escolhido por votação dos funcionários da área de relacionamento, o robô teve sua base de conhecimento criada do zero. O ponto de partida foram as 20 dúvidas mais respondidas no atendimento telefônico, pois como disse Pessanha “Preferimos criar uma nova base a fim de atualizar e aperfeiçoar o atendimento, pautado na própria fraseologia de nosso candidato e aluno”. Com a implementação da base de conhecimento, o Tácio atingiu uma taxa de automação de 70% no primeiro mês.

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Como o acesso ao Tácio é realizado por candidatos e alunos, foi necessário enriquecer a base de perguntas com informações que atendessem aos dois grupos. Para isso, a Estácio criou um sistema de comunicação interna para coletar e manter as questões atualizadas, o que possibilitou a Bluelab atualizar constantemente a base de conhecimento do robô.

Com o chatbot consolidado, a Bluelab e a Estácio iniciaram o processo de melhorias no atendimento. A exclusão do cadastro prévio para acessar o chatbot elevou a adesão ao serviço, atingindo 90% de taxa de automação. A pesquisa de satisfação também foi otimizada com a inclusão de estrelas que aparecem logo no início da conversa. Atendimentos com uma ou duas estrelas contam com formulário para que o usuário descreva o motivo da sua insatisfação, a fim de atender suas necessidades e avaliar outras possibilidades de melhoria. Atualmente, a taxa de satisfação média é de 98%.

Além disso, foi implementada a co-navegação, que traz a página do site correspondente à dúvida do usuário como plano de fundo da tela do chat. Entre os conteúdos disponíveis estão: busca por tipo de curso e localização, contendo todas as informações dos mesmos, incluindo grade curricular, preços e muitas outras informações. “Esta melhoria ajuda muito os futuros alunos e reduz bastante o envio de formulários para a central de atendimento, pois até pouco tempo, esta era a única maneira de saber os detalhes dos cursos. Isso também elevou a busca pelos nossos serviços, possibilitando o aumento do número de alunos”, afirma Juliana Cunha, uma das idealizadoras do projeto.

Em março de 2017, o Tácio registrou atendimento em mais de 97 mil chats, chegando a atender 25 pessoas simultaneamente, com taxa de automação média de 95%. Com o sucesso da solução, a Estácio pretende implementar novos recursos a partir de outubro deste ano, como serviços integrados à área logada, além da publicação nas redes sociais.

“A nossa missão é oferecer um serviço ágil e eficiente, que atenda ao maior número possível de usuários e solicitações, sem impactar bruscamente as finanças de nossos clientes. A Estácio é mais uma prova de que estamos no caminho certo”, comemora Mateus Azevedo, sócio da Bluelab.

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