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CBMM investe em startup britânica para acelerar negócios em baterias elétricas

Companhia adquiriu 13% da Echion Technologies, uma spin-off da Universidade de Cambridge, no Reino Unido

A CBMM, líder global em produtos de Nióbio, liderou a primeira rodada de investimentos na Echion Technologies, empresa britânica que desenvolve materiais avançados para baterias de íons de lítio. O aporte, realizado em conjunto com o fundo de investimento BGF, somou R﹩ 72 milhões de reais, e é mais uma iniciativa da companhia para consolidar sua liderança no desenvolvimento de tecnologias para baterias com óxido de nióbio, o que deve revolucionar o setor de mobilidade elétrica em todo o mundo.

“Esta parceria faz parte da nossa estratégia de oferecer ao mercado uma tecnologia inovadora, que realmente transformará a forma como nos locomovemos. Pretendemos avançar ainda mais em direção à mobilidade sustentável, oferecendo baterias de carregamento ultrarrápido, que possuam maior estabilidade e vida útil. Estamos otimistas e acreditamos que esses novos produtos já estarão disponíveis no próximo ano”, explica Rodrigo Amado, Gerente de Estratégia e Novos Negócios da CBMM.

Juntas, CBMM e Echion pretendem desenvolver produtos com uma combinação única de capacidade de carregamento rápido, economia e alta densidade de energia, características essenciais para a transição energética mundial, ou seja, em sinergia com as tendências de descarbonização e de fomento à eletrificação.

Com esse investimento, a empresa britânica ampliará a produção desses novos materiais, que já foram avaliados e aprovados pelos principais fornecedores de células de baterias do mundo, aumentando sua capacidade de atendimento à crescente demanda para testes pré-produção. Os recursos também serão destinados ao fortalecimento do suporte ao cliente, para as operações comerciais e de P&D. “Estamos muito empolgados para iniciar a próxima etapa em nossa jornada e levar os produtos com óxido de nióbio ao mercado. Esperamos criar valor para nossos parceiros e contribuir para tornar as baterias de carregamento ultrarrápido uma realidade”, comenta Jean de La Verpilliere, CEO da Echion.

A CBMM acredita que o mercado de baterias elétricas se desenvolva significativamente nos próximos anos. Atualmente, a companhia conta com mais de 40 projetos com universidades, centros de pesquisa e empresas de todo o mundo, visando a aplicação de novas tecnologias com nióbio para este segmento. “Apenas este ano, vamos investir R﹩ 60 milhões em nosso Programa de Baterias, um aumento de cerca de 60% sobre os R﹩ 37 milhões aportados em 2020. Queremos elevar o protagonismo do nióbio neste setor”, destaca Amado.

Além disso, a CBMM investiu R﹩ 14 milhões em uma nova planta-piloto para o desenvolvimento de tecnologias de nióbio para baterias elétricas. O novo espaço será inaugurado ainda este ano e fará parte do complexo industrial da companhia, localizado no município de Araxá, em Minas Gerais.

Qualcomm e Intelbras anunciam colaboração para produção de soluções 5G no Brasil

As empresas irão desenvolver a primeira solução Fixed Wireless Access (FWA) com 5G e Wi-Fi 6 do Brasil

A Qualcomm Technologies, Inc., a Qualcomm Technologies International Ltd. e a Intelbras (INTB3), empresa brasileira com 45 anos de história, acabam de anunciar que firmaram um acordo no qual irão colaborar para a produção do 5G Customer Premise Equipment (CPE), utilizando a plataforma Qualcomm® 5G Fixed Wireless Access (FWA) de 2ª geração, com o sistema Snapdragon® X62 5G Modem-RF e soluções de Wi-Fi 6 e 6E da Qualcomm®. A iniciativa visa suprir a demanda de operadoras e provedores de internet no Brasil em um momento importante em que a iminência do leilão das frequências para o 5G aumenta a necessidade de desenvolvimento do ecossistema de dispositivos 5G e Wi-Fi 6 no País.

Com o acordo plurianual, a Intelbras deverá ser a empresa brasileira a avançar em direção ao desenvolvimento local de soluções baseadas no SDX 62 e também à integração na cadeia mundial de produção do 5G, tornando o Brasil parte importante do setor produtivo para a quinta geração de conectividade.

A Intelbras, com as soluções da Qualcomm Technologies, produzirá soluções 5G FWA, que fornecerá conectividade de alta qualidade, velocidade e latência semelhantes à fibra óptica, sem a necessidade de cabeamento e instalação na última milha (last mile). A tecnologia 5G FWA vem sendo chamada de Fiber Through the Air (Fibra pelo Ar), a qual proporcionará a oferta de serviços avançados para residências e escritórios como, por exemplo, streaming de vídeo em 4k/8k, dispositivos de internet das coisas (IoT), jogos online com baixíssima latência, aplicações de realidade virtual, entre outros. Os produtos deverão estar disponíveis a partir de 2022.

“A Intelbras tem alta capacidade técnica de desenvolver e fabricar produtos de qualidade. Nossa marca tem presença em 98% dos municípios brasileiros e somos reconhecidos pelo amplo atendimento ao cliente”, explica Altair Silvestri, CEO da Intelbras. “Temos um relacionamento longo e próximo com os ISPs (Provedor de Serviços de Internet) e operadoras de telefonia, essas são características próprias que vão permitir que a Intelbras facilite a pulverização das tecnologias Wi-Fi e 5G no país”, complementa o executivo.

A novidade também beneficiará os usuários corporativos, que poderão usufruir de uma rede que opere com maior capacidade e velocidade, além de aumentar a eficiência e permitir que os dispositivos de access-points suportem mais clientes em ambientes de alta densidade, proporcionando melhor experiência na rede sem fio como um todo.

“A Qualcomm Technologies, empresa inovadora e líder mundial em tecnologias sem fio, dá mais um passo em direção à proliferação de 5G no Brasil. Estamos orgulhosos de nossa colaboração com a Intelbras, com quem trabalhamos há muitos anos para impulsionar o avanço da conectividade sem fio no país. Esta colaboração é mais uma prova de nossos esforços para trazer CPEs e soluções FWA com 5G e Wi-Fi para ajudar a reduzir a exclusão digital e conectar a chamada ‘última milha’, comenta Luiz Tonisi, vice-presidente da Qualcomm Serviços de Telecomunicações Ltda. e presidente da Qualcomm América Latina. “Com a decisão da Anatel de exigir o Release 16 nas implementações das redes 5G, produtos como smartphones, hotspots e CPEs FWA precisam suportar o modo 5G standalone para atender aos requisitos das PPPs e das grandes operadoras de telefonia”, acrescenta.

O projeto estimula o desenvolvimento no Brasil de tecnologias avançadas para fomentar a implementação do 5G no país. “Nossas tecnologias protegem, conectam, aproximam e transformam a vida das pessoas há mais de quatro décadas. Portanto, é natural desenvolvermos essa colaboração com a Qualcomm Technologies, líder mundial na geração de tecnologias mobile. Esperamos continuar ampliando esta colaboração enquanto a Intelbras trabalha para se tornar a empresa nacional referência em dispositivos e equipamentos com tecnologia 5G”, finaliza Silvestri.

Pesquisa da F5 revela os desafios que CIOs e CISOs da América Latina enfrentam para modernizar suas aplicações de negócios

A F5 Networks, líder em soluções que garantem a segurança e a entrega de aplicações corporativas, anuncia os resultados do Relatório do Estado das Estratégias de Aplicação 2021 – Edição América Latina. Esse estudo foi construído a partir de entrevistas realizadas no início de 2021 com 125 CIOs e CISOs de empresas usuárias de ICT Security na América Latina. Esse grupo inclui algumas das maiores organizações da região, especialmente nos segmentos de telecomunicações, finanças e governo do Brasil, México, Colômbia e Argentina. “Muitas empresas já compreenderam que a aplicação é o negócio”, ressalta Rafael Sampaio, engenheiro de soluções da F5 Networks Brasil. “A pandemia acelerou esse quadro, aumentando a dependência de sistemas core que, para engajar o cliente/usuário e gerar resultados, precisam ser seguros e ter alta performance”. A fluidez da economia digital e a facilidade de, em um clique, mudar para outro fornecedor, tem levado as aplicações a passar por processos de expansão e de transformação – a meta é viabilizar a inovação dos negócios.

É nesse contexto que se encaixam as descobertas do novo estudo da F5 Networks.

Fica claro que a Inteligência Artificial (IA) é uma tecnologia estratégica para o mercado latino-americano de ICT Security. 61% dos entrevistados ou já estão usando IA ou planejam adotar essa tecnologia até o final de 2021. 14% planejam investir nessa área a partir de 2022 e 25% não têm planos para isso. “As gangues digitais usam técnicas cada vez mais sofisticadas que demandam das empresas uma capacidade de análise que precisa das tecnologias de IA”, diz Sampaio. “A eficácia da IA aumenta com o volume de dados analisados; uma oferta de cyber segurança baseada em IA para uso isolado, numa única empresa, não oferecerá a precisão de uma solução baseada em massas de dados globais”. A capacidade de identificar novos padrões de ataques ou de fraudes digitais – uma grande preocupação de segmentos como varejo e finanças – é ampliada por esse tipo de plataforma.

A luta contra fraudes digitais é, segundo o estudo da F5, uma preocupação de 77% dos os CIOs e CISOs entrevistados. Nessa pergunta de múltipla escolha 74% buscam aumentar a proteção de dados de clientes. “Vale destacar que nem todos os países da América Latina contam com leis como a LGPD; isso explica que, embora um grande número de entrevistados preocupe-se com a proteção de dados de clientes, somente 40% busquem a conformidade a normas e leis”, analisa Sampaio.

31% dos entrevistados ainda estão no início da digitalização de processos

Os projetos digitais das empresas pesquisadas apresentam diferentes graus de maturidade. 58% já ultrapassaram a fase de migração de processos analógicos para digitais e estão, agora, expandindo sua superfície digitalizada. Nessa questão de múltipla escolha, 51% disseram já adotar soluções de inteligência artificial, um guarda-chuva muito amplo que vai de Bots para atendimento ao cliente às mais sofisticadas soluções de cyber segurança. Para Sampaio, merece destaque o fato de que 31% dos entrevistados disseram estar ainda na fase inicial de digitalização de processos.

As mudanças trazidas pela pandemia, por outro lado, estão acelerando a modernização de aplicações tradicionais ou legadas. “34% dos entrevistados encontraram no consumo de APIs uma forma ágil de atualizar a plataforma sem ter de incorrer nos custos de refatoração – novo desenvolvimento – do código das aplicações”, diz Sampaio. “É importante que a velocidade de adoção de APIs seja acompanhada de soluções que bloqueiem ameaças focadas nas vulnerabilidades desses conectores”. Hoje, o mercado conta com WAFs (Web Application Firewalls) que protegem a aplicação e as APIs.

Desenvolvimento de novos códigos é estratégico para 23% dos CISOs e CIOs

A modernização das aplicações passa, também, pelo uso de novas interfaces para as aplicações legadas (28%) e pela decisão de refatorar o código da aplicação (23%). O estudo da F5 aponta que 19% dos entrevistados estão fazendo a mudança para ambiente multinuvem. “Trata-se da operação ‘lift and shift’, em que a aplicação legada migra do data center on-premises para a nuvem. Esse índice mostra que parte da nossa região ainda está na primeira fase de adoção da nuvem”, explica Sampaio. 

Na resposta sobre os planos para os próximos 5 anos dos CISOs e CIOs entrevistados para o estudo da F5 Networks, chama a atenção o interesse pela arquitetura de segurança de acesso à nuvem SASE (Secure Access Service Edge) – 53% do universo está estudando esse conceito. Nesta resposta de múltipla escolha, em segundo lugar vem o uso de SaaS (software as a service), com 52%. O uso de recursos de Inteligência Artificial (IA) nas operações de TI e de segurança é algo que está no radar de 51% dos líderes desses setores.

Lacunas em automação e orquestração afetam a modernização das aplicações

E, por fim, na pergunta sobre quais habilidades de automação e orquestração de elementos críticos da aplicação moderna como micro serviços e containers em instâncias múltiplas de nuvem faltam nas organizações, as respostas são reveladoras. 53% afirmaram não contar com ferramentas de suporte às atividades de automação e orquestração. “Sem essas tecnologias e essa expertise o processo de modernização das aplicações pode ser prejudicado”, observa Sampaio.

Também uma resposta de múltipla escolha, esse ponto mostra que 47% dos entrevistados não contam com tecnologias como Terraform e GitHub e 37% não têm habilidades para trabalhar com APIs. Somente 4% afirmaram contar com tudo o que precisam para realizar a automação e a orquestração dos componentes de suas aplicações. “As lacunas expressadas por alguns dos entrevistados podem afetar o desenvolvimento e a implementação de aplicações seguras e muito dinâmicas, que efetivamente suportem a contínua inovação dos negócios”.

Digisystem e ServiceNow anunciam parceria para acelerar digitalização e eficiência operacional das empresas

A Digisystem, companhia brasileira fornecedora de soluções de negócios de tecnologias avançadas que ajudam as empresas a passarem pela jornada da transformação digital, e a ServiceNow, desenvolvedora global de software em nuvem, acabam de anunciar uma parceria estratégica com o objetivo de otimizar os resultados das empresas de maneira integrada por meio de soluções de ponta. Com a aliança, a Digisystem já conta com negociações de projetos em andamento e estima um rápido crescimento em sua estrutura comercial e de serviços. Para isso, a companhia prevê a contratação de 50 profissionais de ServiceNow nos próximos 3 meses e visa triplicar este número em 2022.

De acordo com o diretor responsável pela unidade de negócio ServiceNow na Digisystem, Rodrigo Brandão, a parceria faz parte de um novo modelo de gestão integrada e aceleração do processo de profissionalização da operação de vendas da companhia, com o intuito de reforçar seu posicionamento estratégico de entrega de valor agregado e benefícios tangíveis aos clientes, bem como se consolidar como trust advisor e solution provider no mercado privado brasileiro. “A ServiceNow é uma das empresas mais inovadoras do mundo, uma vez que é especialista na digitalização e automação de processos ponta a ponta. A partir de agora, a Digisystem posiciona-se como um dos principais parceiros ServiceNow que atuará no “End to end” do ecossistema ServiceNow, possibilitando aos clientes a melhor a experiência através de um único parceiro de atendimento”, explica.

O CSO da Digisystem, Roberto Ameriot Jr., afirma que a partir das capacidades da plataforma ServiceNow será possível reforçar e acelerar a expansão de novas alianças, e consequentemente, aumentar o market share. “Como responsável pela estratégia global de todos os mercados, nossa prioridade é sempre reforçar a aliança com fabricantes relevantes, trazer novas empresas para a carteira, além de aumentar a participação da Digisystem como parceiro nos clientes atuais”, comenta.

O processo de viabilização da parceria durou cerca de seis meses. Segundo o Gerente de Alianças Regional da ServiceNow no Brasil, Marcelo Almeida, a empresa preza por parceiros que possuam estrutura e foco para investir neste mercado em ascensão e que necessita de alianças sustentáveis. “A Digisystem, por toda a sua história e reconhecimento e por tratar-se de um parceiro comprometido com a qualidade da entrega, se credencia para fazer parte do nosso ecossistema. Por isso, estamos otimistas que a aliança trará ótimos frutos”, afirma.

Soluções inovadoras e tecnologia de ponta

Atualmente, a ServiceNow apresenta em seu portfólio a plataforma de automação de fluxo de trabalho baseada em nuvem (SaaS), que permite que as organizações melhorem a eficiência operacional, simplificando e automatizando tarefas de trabalho entre os departamentos e melhorando a experiência de seus colaboradores e clientes. “O Autoatendimento, as automações nas operações de serviços e a variedade de componentes da plataforma, tanto para os colaboradores, quanto para os clientes, são diferenciais que impulsionam o crescimento das empresas, e a Digisystem fará parte disso”, acrescenta Brandão.

Além disso, a ServiceNow conta com soluções como Gerenciamento de Serviços de Tecnologia da Informação (ITSM), Gestão de Negócios de Tecnologia da Informação (ITBM), Gerenciamento de Atendimento ao Cliente (CSM), Gestão de Ativos de Tecnologia da Informação (ITAM) e Gerenciamento de Ativos de Software (SAM). “Além dos módulos, outras aplicações podem ser desenvolvidas no ServiceNow para aumentar a eficiência das organizações por meio do App Engine, utilizando-se dos componentes nativos da plataforma e que, a cada Release, sofrem atualizações que aprimoram ainda mais a satisfação dos usuários e trazem agilidade para as operações”, comenta Almeida.

Brandão reforça que o principal desafio da parceria está relacionado à mão de obra especializada. Para suprir este gargalo, a Digisystem conta com um grande centro de treinamento e investirá na capacitação e certificação de profissionais na plataforma ServiceNow, por meio de parcerias com grandes universidades. “A Digisystem posiciona-se como uma empresa com soluções que auxiliam na estratégia, no negócio, na execução e na manutenção dos produtos e serviços dos nossos clientes. A ServiceNow passa a contar com um parceiro estratégico, com vasto conhecimento nas soluções da plataforma, e grande disposição para investir. Com isso, queremos nos tornar o principal parceiro da companhia no Brasil e na América latina nos próximos anos”, finaliza o executivo.

Qlik adquire a NodeGraph para aprimorar a oferta de pipeline de analytics de ponta a ponta

A Qlik, multinacional referência na integração e análise de dados, anunciou a aquisição da NodeGraph, uma solução customizável de gerenciamento de metadados, para ajudar a expandir seus recursos de pipeline de analytics com linhagem interativa de dados, análise de impacto e governança, além de impulsionar o “BI explicável”, um nível mais alto de visibilidade e confiança em dados.

A aquisição da NodeGraph amplia a visão da Qlik sobre Inteligência Ativa, na qual a tecnologia e os processos impulsionam ações imediatas a partir de dados atualizados, confiáveis e em tempo real para acelerar o valor do negócio em toda a cadeia de suprimentos de dados e analytics.

“À medida que as empresas ativam os dados  e aumentam seu uso para a tomada de decisões em tempo real, é crucial que os dados sejam pertinentes, confiáveis e consistentes para toda a organização”, disse Mike Capone, CEO da Qlik.

“A linhagem interativa de dados, a análise de impacto e os recursos de governança da NodeGraph deixam claro a origem dos dados, como foram transformados e quão confiáveis são”, complementa. “Essa visibilidade fornece a cada funcionário confiança nos dados, essencial para a criação de uma cultura orientada pela Inteligência Ativa, na qual os dados se tornam parte de todas as tarefas”, conclui.

As organizações estão capacitando cada vez mais funcionários com dados e analytics para impulsionar decisões melhores e mais oportunas. À medida que os dados de várias fontes se espalham por toda a organização, os líderes de TI e de negócios precisam colaborar e garantir continuamente que sejam confiáveis e usados de maneira consistente e correta por todos.

De acordo com o Gartner®, “os clientes estão procurando melhores soluções para exibir a linhagem de ponta a ponta em várias fontes. A funcionalidade de linhagem pronta para uso é, muitas vezes, limitada a uma visualização de tabela em uma única fonte, e, por isso, não é muito útil. Os clientes também estão preocupados com relatórios limitados sobre os resultados da linhagem de dados. Há uma linhagem autogerada muito limitada de soluções ETL, e os produtos, de acordo com um cliente, ‘ainda não estão em dia com a visualização de ponta a ponta da linhagem de dados e análise de impacto’.”¹

A linhagem e os recursos de governança da NodeGraph vão expandir a capacidade da Qlik de fornecer a estrutura de dados de que os clientes necessitam para compreender totalmente os dados que fluem por meio de seus pipelines de analytics – da origem, passando pela transformação, até o uso. A linhagem de nível de campo, exclusiva da NodeGraph, em elementos de dados específicos e suas transformações ajudam a identificar cálculos predominantes e mostram exatamente de onde vêm as métricas e KPIs importantes, conduzindo a noção de “BI explicável” por meio das várias versões da verdade.

O design aberto da NodeGraph permite conectividade e linhagem em um amplo ecossistema de plataformas de nuvem, como AWS, Google Cloud e Microsoft Azure, junto com uma gama de fontes de analytics, como Qlik, SSIS, Snowflake, Microsoft Power BI e Tableau, que correspondem perfeitamente à abordagem agnóstica da Qlik para integração de dados.

A profundidade e o nível de compreensão que a NodeGraph oferece, ajudará as organizações a expandir com segurança o acesso a dados e analytics além de modernizar e migrar o analytics para a nuvem.

“A NodeGraph nos permite entender a linhagem dos dados em nosso universo Qlik de forma mais eficiente e completa e, consequentemente, nos permite agregar valor ao negócio com maior eficiência e confiança”, diz Lauren Coulombe, desenvolvedora de BI no Ocean State Job Lot.

Quando implementada como parte da plataforma de nuvem da Qlik, a NodeGraph expandirá ainda mais o roteiro de SaaS existente da Qlik e trará novos recursos ao catálogo da Qlik. Estes recursos incluem análise de impacto, linhagem de nível de campo e experiência de usuário customizada em áreas cognitivas, de colaboração, de pesquisa e pontuação de relevância no contexto que aproveita a “popularidade” dos dados. A NodeGraph também apoiará a estratégia de entrega de dados híbridos da Qlik com linhagem para enriquecer os requisitos de compliance.

Os termos do acordo não serão divulgados. A Qlik está totalmente comprometida em apoiar todos os clientes e parceiros NodeGraph existentes, muitos dos quais são compartilhados pela Qlik. A empresa vai integrar a NodeGraph em sua solução SaaS neste semestre, com a monetização comercial começando no quarto trimestre de 2021.

HST abre mais de 25 vagas de emprego na área de tecnologia

A HST, líder em tecnologia da informação para o ecossistema de pagamentos, está com mais de 25 vagas de trabalho abertas para profissionais de todo o Brasil. As oportunidades são para trabalho remoto, presencial, em Campinas/SP, e híbrido. Há vagas na área de desenvolvimento (front-end, back-end e mobile), teste, banco de dados, gerência de projetos, operações e compliance, além de diversas vagas de estágio. Os candidatos podem se inscrever nesta página. A HST conta hoje com mais de 145 colaboradores e atua em 19 países, oferecendo soluções de pagamento completas para os setores financeiro e de varejo.

Diversidade e desenvolvimento

Certificada como Great Place to Work (GPTW) neste ano, a HST busca por talentos de diferentes gêneros, orientações e etnias, acreditando que a diversidade enriquece as relações e contribui para um ambiente flexível que proporciona oportunidades de desenvolvimento profissional e pessoal a cada um dos seus colaboradores. A empresa também conta com o programa Whiteboard, em que cada colaborador pode dedicar algumas horas por semana dentro do expediente para estudos e especializações dentro ou fora do segmento de atuação da HST.

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Bravo GRC e Distrito fecham parceria para levar ESG e GRC para startups

A Bravo GRC, risktech em scale up com mais de quinze anos de atuação no mercado de Governança, Riscos e Compliance (GRC), cujo propósito é “Desenvolver a Governança hoje, para você revolucionar o amanhã”, e nada mais adequado do que  buscar ampliar e melhorar sua conexão com o mercado de inovação e startups. Assim, acaba de fechar parceria com o Distrito, maior plataforma de inovação independente do Brasil, o que a torna a primeira risktech no hub de negócios a fazer parte do hall do Distrito.

Com o ESG (Ecossistema Ambiental, Social e Governança) e o GRC (Governança, Riscos e Compliance) cada vez mais em evidência, é fundamental que uma startup já possa nascer sob essas regras fundamentais para estar dentro das novas premissas do mercado. Não é à toa que as startups com foco em ESG já receberam mais de US$ 1 bilhão em investimento na última década, segundo dados do relatório Inside ESG Tech Report #2, do Distrito. O setor que mais tem investido em ESG é o de água e energia, com 144 empresas (17,96%), sendo seguido por edtechs (10,22%), fintechs (8,73%), martechs (8,6%),  hrtechs (7,73%), greentechs (5,61%), negócios sociais (4,24%), indústria 4.0 (3,39%), agtechs (3,12%) e biotechs (2,99%).

A fim de se aproximar ainda mais desse tipo de empresas e em busca de salientar a importância das ações de Ecossistema Ambiental, Social e Governança (ESG) dentro do mercado de GRC, a Bravo GRC tem como Propósito “Desenvolver a Governança hoje para você revolucionar o amanhã”, atendendo clientes de grande porte e organizando as melhores soluções tecnológicas com metodologia e conhecimento para cocriar a governança das organizações. Sua presença no nicho reflete o próprio desenvolvimento do segmento, com uma história que acompanha a solidificação dos negócios como vemos hoje.

“Olhar para o ESG é olhar para Inovação. As oportunidades são múltiplas, necessárias e urgentes. Estar dentro de um hub da nova economia e poder contribuir, colaborar e cocriar é executar o nosso propósito. O Distrito traz muito dos valores colaborativos que levamos aos nossos clientes e a todos os nossos stakeholders, juntos poderemos transformar e levar a democratização da governança para o ecossistema de inovação”, ressalta Claudinei Elias.

Do outro lado desta parceria, temos o Distrito, uma empresa de inovação aberta baseada em dados, que tem construído uma conexão valiosa no mercado e trazido reports com insights que mudam a visão de todos os players. Além do acordo comercial, a Bravo GRC se une ao Distrito para auxiliar no desenvolvimento de pesquisas e estudos relevantes para o mercado de tech com foco em ESG e GRC. 

“Ter uma empresa como a Bravo GRC apoiando o nosso ecossistema é, sem dúvida alguma, um privilégio. O ESG é um caminho sem volta e a tecnologia é um veículo que nos possibilita não apenas identificar com maior precisão pontos de atenção, como também dar escala para soluções que se voltem para temas como governança, impacto e sustentabilidade”, afirma Gustavo Araujo, CEO do Distrito.  

O foco de ambas as empresas é colaborar e levar uma visão robusta sobre riscos, assim como um olhar crítico e profundo sobre os temas ESG, com o intenso uso de tecnologia e inovação que este tema pede. Serão fruto dessa parceria insights e dados para um mundo mais consciente, capaz de articular uma gestão de risco sólida, minimizando potenciais perdas e potencializando oportunidades, com olhar sensível a todos os stakeholders. Tornando os negócios mais antifrágeis, levarão impacto positivo à sociedade, às organizações e ao planeta. Esta é uma parceria de união de forças para um setor tão importante.

Amachains recebe aporte anjo de R$400 mil em rodada liderada pela Anjos do Brasil

Compliance e desenvolvimento sustentável são temas para lá de atuais e urgentes. Uma startup decidiu atacar esses dois temas utilizando tecnologia blockchain por meio de uma plataforma de gestão de rastreabilidade voltada ao agronegócio, em especial pequenos produtores e agricultura familiar. A Amachains, através do seu ecossistema, une os elos da cadeia produtiva via marketplace e com o seu protocolo de compliance garante conformidade e auditabilidade. A startup atraiu a atenção de investidores anjos da Anjos do Brasil, organização sem fins lucrativos, criada para fomentar o investimento anjo e apoiar o empreendedorismo de inovação no país, que aportaram mais de 90% do valor da captação no negócio.  O restante foi efetivado por investidores independentes. 

Localizada em Belém/PA, a startup de tecnologia da informação teve seu time atual formado em 2019, ano em que a empresa teve a empresa constituída iniciando a sua jornada para cumprir seu propósito de construir um mundo mais justo e sustentável, justo para todos os atores das cadeias produtivas, em especial aos produtores da agricultura familiar, e sustentável para as atuais e futuras gerações. 

“Um dos aplicativos que fazem parte da plataforma é um caderno de campo (Instrumento de Gestão utilizado por produtores para trazer transparência aos seus processos produtivos, nele são inseridas todas as informações necessárias para uma boa análise da produção permitindo que o produtor controle o lucro ou prejuízo em uma determinada safra, por exemplo), utilizado para coletar e integrar as informações da produção, entregando gestão da produção (identificando boas práticas, por exemplo), gestão financeira (Identificando os resultados no ano safra) e gestão comercial (compartilhando informações e gerando negócios com os compradores) para que o produtor possa ter tudo o que precisa de mais importante em um só aplicativo. Dessa forma, possibilita que possamos rastrear os principais processos e apresentá-los aos demais elos da cadeia produtiva, especialmente aqueles que exportam os produtos rastreados, que necessitam de informações dos processos de produção, para garantir as autorizações de entrada dos produtos no mercado externo. Através do APP Amachains entregamos para o produtor valor agregado em seus produtos o que possibilita que eles possam vender mais e a melhores preços, pois o sistema garante e entrega para o comprador rastreabilidade, conformidade e auditabilidade nos processos”, explica Alexandre Bezerra, fundador e CEO da Amachains. 

Ainda de acordo com o executivo, é importante salientar que a Amachains não é uma certificadora, nem gera qualquer tipo de selo ou atestado, o sistema utiliza o princípio das redes de negócios (Business Network – BN) que por definição significa que todos os elos da cadeia produtiva se unem em um objetivo comum e para que esse objetivo seja cumprido eles compartilham as informações e se auto regulam. Através do protocolo de compliance da plataforma desenvolvido pela Amachains é possível que eles possam realizar a auditoria necessária para melhorar a conformidade e confiança entre todos. Dessa forma, todas as certificadoras e selos que fazem parte de uma cadeia produtiva ou rede de negócio, podem e devem fazer parte da plataforma da Amachains. 

Para Maria Rita Spina Bueno, diretora-executiva da Anjos do Brasil, o investimento representa um grande passo na consolidação da Anjos enquanto uma rede nacional, já que se trata do primeiro investimento da rede em uma startup do Pará: “Além dessa consolidação do ecossistema em caráter nacional, o investimento na Amachains também chama a atenção por a empresa agregar inovação e impacto, algo que será cada vez mais valorizado no mundo atual – vide o ESG.” 

Com relação ao investimento, o primeiro captado pela Amachains, Alexandre afirma que “pretende utilizar os recursos para aprimorar sua infraestrutura e seu time, com especial atenção para contratações no comercial (vendas), marketing e TI”. Ele também ressalta o smart Money que esse investimento anjo representa e tem certeza que, “pela qualidade dos investidores anjos que fazem parte da captação, a startup vai acelerar o roadmap do produto e melhorar a máquina de vendas para trazer ainda mais resultados positivos.” 

SONDA apresenta novo CEO no Brasil

A SONDA, líder em serviços de Transformação Digital da América Latina, anuncia Ricardo Scheffer como o novo CEO da companhia no Brasil. O executivo assume a posição após seu notável desenvolvimento profissional na empresa e terá o objetivo de intensificar o plano estratégico de negócios, dando ênfase à inovação nas ofertas para os clientes, além de acelerar o potencial de digitalização do mercado brasileiro.

Com uma trajetória destacada em seus mais de 20 anos na SONDA, Scheffer passou por diversas áreas dentro da companhia, atuando nas operações comerciais e de desenvolvimento de novos negócios, destacando-se em sua última função como Vice-Presidente de Serviços de TI.

Como novo CEO da operação brasileira da SONDA, Scheffer terá como foco suportar a necessidade das companhias de diferentes segmentos da economia na retomada de seus projetos de inovação e digitalização. “Estamos observando um cenário promissor no que diz respeito à adoção massiva de novas tecnologias por parte das organizações com o objetivo de evoluir e transformar seus negócios, especialmente neste momento, considerando os desafios que se apresentam no País”, afirma. 

O Brasil é o maior mercado para a SONDA na América Latina, com diversas oportunidades de negócios sendo realizadas. No primeiro semestre do ano, o País representou 44% do total das novas oportunidades de negócios, conforme reportado pela companhia. De acordo com José Orlandini, CEO Global da SONDA, a nova liderança brasileira reforçará nosso plano estratégico com foco no crescimento da companhia e na otimização dos resultados nos próximos anos. 

“No Brasil, o setor de tecnologia da informação cresce de forma significativa, especialmente agora, com a necessidade das empresas digitalizarem suas operações. Com a nova liderança, a SONDA fortalecerá o apoio a seus clientes, suportando a jornada de transformação digital de cada um deles”, comenta José Orlandini.

Startup brasileira é pioneira no uso de computação quântica no país

Iniciativa é uma das poucas existentes no país; Tecnologia quântica tem sido utilizada em grandes empresas

Já imaginou um computador radicalmente diferente dos tipos digitais que encontramos hoje em dia? Esta é a aposta da startup brasileira DOBSLIT, que utiliza elementos de computação quântica para analisar, através de computadores, situações reais e responder questões que podem surgir no cotidiano.

Para solucionar as questões que surgem no cotidiano, as máquinas precisam de alta potência e processadores poderosos, que não estão presentes na imensa maioria dos equipamentos presentes no Brasil.  A computação quântica atua nesse segmento e utiliza como fonte de informações os qubits, ou bits quânticos, unidades integradas que tratam a informação de forma global. Na informática tradicional, são usados os bits, que são unidades de informação fragmentadas, sendo que cada bit armazena informações de forma isolada.

Através da alocação de elétrons, um bit convencional, chamado binário, é capaz de assumir uma única informação como positiva ou negativa, ou ainda 0 ou 1. Já o bit quântico assume esses mesmos valores, mas suas informações podem ser sobrepostas umas às outras. Enquanto a base binária soma a informação de cada bit, uma sobreposição de qubits resulta na multiplicação de suas possibilidades. Por exemplo, 1 bit equivale a 1 qubit e armazena uma única informação. Mas enquanto 2 bits juntos armazenam apenas duas informações, 2 qubits armazenam 4 informações diferentes, do mesmo modo que 3 bits armazenam 3 informações contra 8 informações armazenadas por 3 qubits.

Assim, ao invés de tratar as informações de maneira isolada, o qubit integra as informações de todos os dados, criando novas dimensões para o processamento e tornando capaz a resolução de problemas que não foram programados. Os computadores quânticos, portanto, podem rodar vários cálculos ao mesmo tempo, com múltiplas fontes de dados, com uma escala enorme.

“Essas máquinas não possuem memória de trabalho para armazenar as inúmeras combinações de problemas do mundo real, pois estes precisam analisar cada combinação, uma após a outra, o que gera um grande uso de tempo. É justamente nesse ponto que utilizamos a computação quântica”, informa Rogerio Ruivo, da startup Dobslit.

A tecnologia é uma realidade já inserida em muitas startups do exterior, notadamente em países como Estados Unidos, Alemanha e França, e chega agora ao Brasil.

AÇÕES


As tecnologias quânticas estavam restritas apenas aos laboratórios de grandes empresas e universidades e ganharam espaço entre as startups no Brasil. Elas envolvem propriedades da física quântica aplicadas diretamente à solução de problemas.

A computação quântica comercial, é um tema recente no Brasil que vem ganhando cada vez mais espaço. A Fapesp, por exemplo, já estuda a criação de uma Iniciativa Quântica no país, aos moldes das já existentes em muitas partes do mundo.

São poucas startups brasileiras, entretanto, que atuam no setor, sendo uma dessas a Dobslit, que iniciou as atividades nesse ano. Formado por Carlos Speglich e por Rogerio Ruivo, conta ainda com a colaboração do Prof. Dr. Celso J. Villas-Boas, docente da Universidade Federal de São Carlos. Ela desenvolve serviços de Computação Quântica para empresas, nos quais indústrias do setor elétrico, segurança da informação, mercado financeiro, dentre outras, podem se beneficiar.

“Nosso trabalho é realizar um inventário em cada empresa, normalmente junto ao setor de P&D ou inovação, para descobrir processos e oportunidades de implementar os algoritmos que rodam nos computadores quânticos já existentes, criando aplicações criativas. Para as empresas, isso se traduz em posicionar-se privilegiadamente ao já fazer uso dessa tecnologia, que no Brasil ainda é pouco conhecida por gestores e até por quem lida diretamente com inovação corporativa.”, comenta Ruivo.

Para Eduardo Cicconi, gerente do Supera Parque, é uma iniciativa importante que dá seus primeiros passos com o apoio especializado do parque tecnológico. “Estamos orgulhosos por apoiar, com nosso programa de membership, o projeto que tem tecnologia com potencial de revolucionar processos nas empresas”, comenta.

“Já estamos em contato com vários clientes, dos variados segmentos pois são numerosos casos de uso/benefícios. Por exemplo, estamos iniciando um trabalho de simulação com a Embrapii. Simulação com computadores quânticos, é uma área que pode acelerar a descoberta de novos materiais e medicamentos, por exemplo. A Roche é uma empresa que já usa essa tecnologia”, finaliza Ruivo.

Participante do Programa de Membership do Supera Parque de Ribeirão Preto, a startup também está construindo uma parceria de cooperação em Computação Quântica com o Senai Cimatec. Eles inauguraram o primeiro simulador de Computador Quântico da América Latina em parceria com a francesa Atos.

“Ondas Exponenciais e Resiliência Digital” será o tema do ABES Conference 2021

A ABES – Associação Brasileira das Empresas de Software – realizará nos dias 14, 15 e 16 de setembro a edição do ABES Conference 2021. Um dos principais eventos do setor, reunirá nesse ano especialistas renomados, para abordar como atingir a resiliência digital, evitar que regulações e leis sejam um obstáculo para o Brasil, e quais habilidades serão necessárias para enfrentar as demandas de um mundo no qual a automação em larga escala é inevitável. A programação completa e inscrições estão disponíveis https://www.abesdigital.org.br. Todo o evento contará com tradução em libras.

“O tema deste ano não poderia ser mais oportuno, a pandemia demonstrou o quanto precisamos estar preparados para enfrentar as imprevisíveis intempéries. Fomos assolados por um verdadeiro tsunami, e capotar virou parte do jogo. Em parceria com a The Shift, preparamos uma incrível agenda. Durante os três dias, vamos juntos aprender através de experiências e reflexões, a navegar e capotar nesse oceano de desafios”, afirma Rodolfo Fücher, presidente da associação.

Cada dia de evento irá explorar um viés diferente: o primeiro encontro trará temas sobre resiliência digital, o segundo sobre ambiente de negócios, e o terceiro abordará o fator humano. A edição desse ano conta com patrocínio da Amazon, IBM, Sky.One e TOTVS, curadoria e organização da agenda pela The Shift. “A discussão dos desafios das empresas em acelerar a transformação digital pós-pandemia, buscando adquirir resiliência digital e agilidade, é um dos temas mais importantes para a The Shift como plataforma. Consideramos nossa participação como organizadoras da agenda do evento pelo segundo ano consecutivo, em parceria com a ABES, como um prolongamento importante do nosso propósito. É uma honra e uma alegria participar desse projeto”, diz Silvia Bassi, Publisher da The Shift, plataforma de mídia insights-as-service dedicada a simplificar o acesso das empresas às informações complexas sobre a nova economia digital.

O evento faz parte do cronograma de pautas da ABES que tem como objetivo contribuir para a construção de um Brasil mais digital e menos desigual, no qual a tecnologia da informação desempenha um papel fundamental para a democratização do conhecimento e a criação de novas oportunidades para todos, de forma inclusiva e igualitária. Por isso, a ABES tem atuado para assegurar um ambiente de negócios propício à inovação, ético, dinâmico, sustentável e competitivo globalmente.

ABES Software Conference 2021

Data: 14, 15 e 16 de Setembro

Hora: 15h às 18h15

Inscrições: https://www.abesdigital.org.br/

Google lança programa de aceleração para empreendedoras da América Latina

O Google, em parceria com o laboratório de inovação do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID Lab) e com o Centraal, hub de empreendedorismo mexicano, anuncia a abertura de inscrições para o LAC Women Founders Accelerator, programa de incentivo voltado para empreendedoras de startups das áreas de STEM (ciência, tecnologia, engenharia e matemática), que tem o objetivo de promover o desenvolvimento do empreendedorismo e dos ecossistemas de inovação latino-americanos.

O programa será online e selecionará 20 startups da região. As inscrições estarão abertas até o dia 12 de setembro de 2021, pela plataforma do WeXchange.

Para participar, as startups precisam ter, pelo menos, uma mulher como fundadora ou em cargo de liderança, sede e operação em um país na América Latina ou Caribe, e utilizar a tecnologia como ponto de partida para o negócio. Além disso, as empresas precisam estar em estágio avançado de desenvolvimento, com produto ou serviço já disponíveis no mercado e com tração nos negócios, considerando faturamento comprovado ou rodada de investimentos realizada.

As empresárias selecionadas participarão de um programa virtual personalizado de dez encontros, incluindo workshops sobre tecnologia, marketing digital, liderança, cultura corporativa e captação de recursos, além de também terem sessões de mentoria individuais com investidores e especialistas do Google, WeXchange/ BID Lab e Centraal. A agenda também prevê a participação em um Demo Day (Dia de Demonstração) durante o fórum WeXchange anual, que será nos dias 1 e 2 de dezembro de 2021 em formato virtual, onde poderão fazer uma apresentação de suas startups para investidores.

“Programas de incentivo como esse são essenciais para promover e fortalecer startups latino-americanas lideradas por mulheres, em um ambiente tecnológico ainda desigual em termos de gênero, e é um dos grandes pilares de atuação do Google for Startups na região. ” diz Fernanda Caloi, gerente de programas do Google for Startups Brasil. No ecossistema brasileiro, apenas 4,7% das startups foram criadas somente por mulheres e 90% foram fundadas exclusivamente por homens, segundo o Relatório Female Founders, realizado pelo Distrito em parceria com a Endeavor e B2Mamy, em 2021.


Saiba mais sobre a parceria entre Google e o BID Lab

Desde 2013, a WeXchange, plataforma do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) tem investido no empreendedorismo feminino na região da América Latina e Caribe para expandir sua rede de contatos. Até o momento, mais de 2.500 empreendedoras e 500 pessoas mentoras e investidoras internacionais participaram das atividades do WeXchange, tornando-se o maior ponto de encontro entre empresários STEM e investidores que promovem a participação das mulheres no ecossistema empreendedor da América Latina e do Caribe.

Por sua vez, nos últimos 6 anos, o Google trabalhou com mais de 3.000 empreendedores de toda América Latina na criação de ecossistemas de inovação, por meio do desenvolvimento de programas próprios que forneceram ferramentas, conhecimento técnico e habilidades sociais para milhares de empresários, que hoje lideram as startups mais representativas e de maior potencial da região.

Francisco Solsona, Líder do Google for Startups Accelerator para América Latina, também afirma que a parceria fortalecerá ainda mais a diversidade e o empreendedorismo na América Latina e no Caribe. “Estamos entusiasmados em estender o alcance de nossos programas de inicialização por meio deste colaboração com BID Lab e Centraal. Fortalecer a diversidade no empreendedorismo faz parte da nossa missão, realizar este programa na América Latina nos permite apoiar as mulheres que estão criando empresas para enfrentar os grandes desafios da nossa região. O talento está aqui e queremos contribuir para o seu crescimento e desenvolvimento”, diz o executivo.


As inscrições ficarão abertas até 12 de setembro de 2021 através do site: https://wexchange.co/en/2021-2/ .

Nova aceleradora de startups anuncia primeiros investimentos

Fullness selecionou duas startups que receberão investimentos para desenvolver seus negócios

Pernambuco ganhou mais uma aceleradora de startups. A Fullness lançou edital de seleção de projetos em junho e, agora, anunciou as duas empresas selecionadas para receber investimentos que resultarão no desenvolvimento dos seus negócios. As duas escolhidas foram a gaúcha N1Office e a pernambucana POWER Empreendedorismo Feminino.

O programa de aceleração da Fullness tem o objetivo de atrair startups de alto impacto em diversos setores da economia. Para participar, as startups precisaram ter produtos prontos e com base de clientes. Além do investimento em dinheiro para desenvolver o negócio de forma rápida, os projetos escolhidos receberão mentorias on-line, com foco no desenvolvimento de competências essenciais para o amadurecimento e escalabilidade do negócio, e ainda poderão utilizar o espaço físico do Coworking Fullness, localizado no Recife.

“Nosso objetivo é promover o empreendedorismo por meio de apoio a ideias inovadoras. Com uma combinação de metas, acompanhamento intenso, horas de conhecimento técnico compartilhado, acesso a um escritório aberto e equipado, investimento e conexões facilitadas com o mercado, o programa de aceleração Fullness é uma etapa estratégica na jornada das startups”, destaca o diretor Pitang Agile IT e um dos fundadores da aceleradora, Cláudio Castro.

Todos os projetos que foram classificados para a última fase de seleção foram avaliados por experts em desenvolvimento de negócios e inovação. Entre eles estiveram Milton Burgese, VP LatAM Public Sector Google Cloud; Pierre Lucena, presidente do Porto Digital; Mervyn Lowe, CIO da InovaBra; Tadeu Caravieri, diretor global na Grad Show; Janguiê Diniz, fundador do grupo Ser Educacional e sócio da Bossa Nova Investimentos; Paulo Magnus, Presidente da MV Sistemas; Alexandre da Fonte, sócio-fundador da Fonte Advogados; Roberto Borges, sócio-fundador da Pitang; e Claudio Castro, sócio da Pitang Agile IT e Fundador da Ensinar Tecnologia.

Esta foi a primeira chamada de seleção para aceleração de startups promovida pelo Coworking. Entre as participantes, estiveram empresas de todos os estados do Brasil. Agora, as selecionadas passarão por mentorias com nomes de destaques nas áreas de finanças, contabilidade empresarial, direito empresarial, gestão de talentos, gestão comercial e estratégia de negócios.

As aceleradas:

N1Office – Criada no Rio Grande do Sul, a empresa intermedia a relação de consultórios ociosos com profissionais de saúde buscando um espaço para trabalhar. A proposta da startup é tornar o processo simples, organizado e, principalmente, confiável e seguro, fazendo com que diversas pessoas possam compartilhar consultórios de forma otimizada, facilitando o acesso de clientes em várias cidades do Brasil.

Power Empreendedorismo Feminino – Fundada em Pernambuco, a Power nasceu do sonho de sua fundadora em ajudar a alavancar negócios de outras mulheres. A Escola de Negócios On-line acolhe mulheres que desejam empreender e empreendedoras na ativa que desejam injetar inovações em negócios, seja modelando o seu posicionamento nas mídias, ou estruturando os pilares financeiros, conectada com um time de especialistas de diferentes áreas de negócios.

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Pedro Anisio é o novo Head de Digital do Sem Parar

O Sem Parar, empresa do Grupo Fleetcor e líder nos meios de pagamentos automáticos do Brasil, anuncia a contratação de Pedro Anisio como Diretor de Digital da empresa. Dentre as principais iniciativas sob sua liderança, estão o desenho e implantação de um modelo de agilidade organizacional juntos aos times internos, a consolidação da inteligência analítica da empresa e o incentivo nas iniciativas do programa Sem Parar Digit@l, colocando a marca em um patamar cada vez mais elevado na busca pela excelência tecnológica.

Formado em Sistemas de Informação e pós-graduado em Tecnologia da Informação, o executivo e empreendedor traz mais de duas décadas de experiência em transformação digital, desenvolvimento de produtos e tecnologia da informação. Anisio teve forte atuação em mobile e jornada do cliente em empresas como iG, Wine.com.br e Dotz, além de ter implementado a digitalização no Grupo Estado ao alavancar as redações do modelo impresso para o digital.

Vanguardista no setor de tecnologia no Brasil, ele esteve à frente da criação do primeiro e-mail gratuito do país (o MailBR) e também participou da construção de um dos primeiros marketplaces do Brasil, no Walmart.com. Além disso, Pedro Anisio empreendeu em negócios próprios, como a PARSEC DIGITAL, empresa de desenvolvimento de aplicativos móveis. “Fazer entregas relevantes para melhorar a experiência do cliente e encarar a tecnologia como negócio são dois de seus diferenciais, que certamente o ajudarão em nossa jornada de transformação digital”, resume Carlos Gazaffi, CEO do Sem Parar.

InovAtiva vai capacitar quase 400 projetos inovadores em seus programas de aceleração no segundo semestre de 2021

No segundo semestre de 2021, o InovAtiva, hub que promove um conjunto de iniciativas de apoio ao desenvolvimento do ecossistema de empreendedorismo inovador no Brasil, vai atender 394 negócios inovadores em seus dois programas de aceleração. Participam do InovAtiva Brasil 314 projetos inovadores de todas as regiões do país. Para o InovAtiva de Impacto Socioambiental, foram selecionados 80 projetos focados em gerar impacto social ou ambiental positivo.

Os dois programas têm uma estrutura parecida e são divididos em duas etapas: Aceleração e Conexão. Na primeira, os empreendedores passam por uma série de atividades como mentorias coletivas e individuais, cursos de capacitação em empreendedorismo e treinamentos de pitch – como são chamadas as apresentações das startups. Também participam do InovAtiva Day, evento regional que reúne atores relevantes dos ecossistemas locais de inovação no Brasil, a ser realizado em 09 de outubro.

Depois de concluída a Etapa Aceleração, as 140 empresas que se destacarem serão convidadas a participar da segunda fase: Conexão. Nela, passam a receber mais uma rodada de conteúdos de capacitação, com mentorias coletivas e mentorias individuais especializadas para atender as especificidades de cada negócio.

Os ciclos são encerrados com o evento InovAtiva Experience, no qual os empreendedores têm a oportunidade de apresentar seus negócios para uma banca de investidores, grandes empresas e aceleradoras. Na ocasião, grandes nomes do ecossistema de empreendedorismo inovador brasileiro podem fazer perguntas às startups, estabelecer conexões futuras e, até mesmo, fazer propostas de investimentos.

“Além dessas 394 empresas que iniciam agora uma importante trajetória de aceleração, apoiamos no primeiro semestre, pelo programa InovAtiva Brasil, 340 startups. Startups representam muito do que acreditamos: empreendedorismo, inovação, pequenas empresas que sonham grande e que acreditam em um Brasil mais livre e convidativo para fazer negócios. Nossa meta é alcançar 15 mil atendimentos por meio das ações do hub InovAtiva. Isso terá um impacto significativo na jornada dessas empresas e, também, no ecossistema de empreendedorismo inovador brasileiro, que avança para ser um dos principais do mundo”, afirma Carlos Da Costa, Secretário Especial de Produtividade e Competitividade do Ministério da Economia.

Para ter a chance de participar do ciclo gratuito que oferece conhecimento, conexão e visibilidade no mercado, os negócios inovadores inscritos foram analisados em cinco dimensões: grau de maturidade do negócio, grau de inovação, potencial de mercado, composição da equipe e potencial de escala da solução.

Para o Sebrae, o principal diferencial está na oportunidade de acompanhar o desenvolvimento da empresa em todas as suas fases. “Estamos atentos as novas oportunidades de negócios que o cenário atual exige, por isso é essencial que o empresário seja capacitado com total apoio em todas as fases. Queremos em breve mostrar o desempenho e o resultado desses projetos inovadores”, explicou o diretor técnico do Sebrae, Bruno Quick.

Perfil das selecionadas InovAtiva Brasil

As 314 selecionadas para o InovAtiva Brasil vêm de 25 estados do país: 49% somente da região Sudeste e 25% do Sul. 77% delas ainda não são patenteadas e 90% não atuam fora do país. Entretanto, 76% delas já têm clientes e, 20,7%, receita crescente.

Suas áreas de atuação são prioritariamente da Saúde (14%), Educação (12%) e Tecnologia da Informação e Comunicação (7%), concentradas nos segmentos B2B2C (35%), B2B (30%) e B2C (22%).

Em relação aos estágios de maturidade das soluções, 47% delas se encontram no estágio de validação e 36% em operação. Seus modelos de negócio são principalmente o Marketplace (24%), SAAS (21%) e Assinatura (19%).

Perfil das selecionadas InovAtiva de Impacto Socioambiental

Para o InovAtiva de Impacto Socioambiental, as 80 selecionadas vêm de 16 estados brasileiros, 54% são da região Sudeste – 36% somente do estado de São Paulo -, 24% da região Sul e 19% da região Nordeste. Desses empreendimentos, 61% já participaram de outro programa de atendimento de startups do SEBRAE.

Seus segmentos predominantes são de B2B2C (40%), B2B (35%) e B2C (20%), atuando principalmente nas áreas de Tecnologias Sustentáveis e Verdes (15%) e Saúde (15%).

Além disso, 60% delas já utilizam métricas de impacto social. Destas, 37% dispõem de controle formal do número de beneficiários diretos e indiretos, 33% fazem este controle informalmente e 25% produzem relatório de impacto socioambiental recorrentemente.

InovAtiva Brasil e InovAtiva de Impacto Socioambiental

O InovAtiva Brasil, maior programa de aceleração de startups da América Latina, abre suas chamadas a projetos inovadores nas fases de validação, operação ou tração de todo o país, de qualquer área de atuação.

O InovAtiva de Impacto Socioambiental, por outro lado, se concentra em negócios de impacto socioambiental. O desenvolvimento de negócios de impacto tem suas próprias oportunidades e desafios. Por isso, o ciclo é concebido com mentores que possam apoiar os empreendedores nestas especificidades e consigam encontrar os melhores caminhos para seu estabelecimento no mercado.

Movimento Brasil, País Digital promove a premiação “Protagonista e Embaixador Brasil, País Digital” 2021

 O Movimento Brasil, País Digital promove o Prêmio Embaixador e Protagonista Brasil, País Digital para reconhecer pessoas que estão contribuindo para a construção de um Brasil Mais Digital e Menos Desigual ao longo do ano. A cerimônia da premiação ocorrerá durante a programação do último dia da ABES Conference, em 16 de setembro, a partir das 15h.

Com periodicidade anual, o prêmio é dividido em duas categorias. A primeira delas, “Embaixador Brasil, País Digital”, nomeará pessoas que se destacaram em projetos que promovem a transformação digital e inclusiva no Brasil em 2021, selecionadas por um comitê.

Já a categoria “Protagonista Brasil, País Digital” é decidida por voto do público. Nela, concorrem pessoas do governo, organizações do setor privado, da academia ou do terceiro setor que se destacaram durante o ano por meio de seus projetos, ações ou contribuições em iniciativas de impacto social.

A votação do “Protagonista Brasil, País Digital” fica aberta até o dia 27 de agosto, por meio do site https://brasilpaisdigital.com.br/premio,que traz um resumo das biografias e o motivo das indicações. A lista dos indicados é formada por:

• Alan Leite, CEO, Startup Farm

• Fabro Steibel, Diretor Executivo, Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio (ITS Rio)

• Guilherme Dominguez, Cofundador e CEO, BrazilLab

• José Gontijo, Diretor do Departamento de Ciência, Tecnologia e Inovação Digital na Secretaria de Empreendedorismo e Inovação (SEMPI) – Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI)

• Juliana Celuppi, CEO, Radar Governamental

• Louise Marie Hurel, Pesquisadora e Coordenadora de Projetos do Programa de Segurança Digital, Instituto Igarapé

• Maíra Habimorad, CEO, Inteli

• Maria Rita Spina Bueno, Diretora Executiva, Anjos do Brasil

• Miriam Wimmer, Diretora, Autoridade Nacional de Proteção de Dados – ANPD

• Rony Vainzof, Diretor do Departamento de Defesa e Segurança, FIESP; Consultor em Proteção de Dados, Fecomercio/SP

• Silvana Bahia, Codiretora Executiva, Olabi

“A lista de pessoas indicadas traz profissionais incríveis que estão protagonizando e impactando positivamente a dinâmica da transformação digital do Brasil, incentivando a inclusão, o empreendedorismo, a cidadania e a economia digital”, explica Andriei Gutierrez, Cofundador do Brasil, País Digital. “Queremos dar mais visibilidade para essas pessoas que inspiram, que dedicam seu talento e energia em iniciativas de inovação no campo digital e que buscam democratizar os benefícios da digitalização. É também uma forma de agradecer pelo empenho e motivar mais pessoas a seguirem esses exemplos positivos”, complementa Fabio Rua, também Cofundador do movimento.

Resultados serão divulgados no ABES Conference

A premiação será conduzida em flashes durante a programação da ABES Conference, que começa às 15h de 16 de setembro. Os nomes dos escolhidos pelo público serão anunciados ao vivo, às 18 horas. A transmissão será totalmente online e, para acompanhar, o público deverá se inscrever, gratuitamente, em www.abesdigital.org.br. Todo o evento contará com tradução em libras.

A ABES Conference acontece entre os dias 14, 15 e 16 de setembro e reunirá especialistas renomados para abordar a necessidade de se adquirir resiliência digital; de revisar regulações e leis; de capacitar e retreinar a força de trabalho para surfar em um mundo em que a automação em larga escala é inevitável e novas competências são necessárias. A programação completa e inscrições estão disponíveis no site https://www.abesdigital.org.br.

Foodtech catarinense OiMenu anuncia aquisição da Styme

A OiMenu, startup de cardápios digitais, anuncia a aquisição da Styme, uma de suas concorrentes no ramo de digitalização de cardápios em restaurantes, que oferece gerenciamento de fila e reserva de mesas. O aplicativo conta com mais de 200 mil usuários ativos nas principais capitais do País e o movimento reforça a estratégia nacional da OiMenu, que está presente em 20 estados do Brasil, para expansão de novas frentes de negócios. O primeiro passo neste sentido aconteceu em 2020, quando a spin-off Deliway foi lançada para realizar o trabalho de delivery dos restaurantes. A estimativa com a série de aquisições que acontecerão nos próximos dois anos é ultrapassar os R$ 100 milhões em faturamento até 2026. O plano é encabeçado pela holding americana FEBA Capital, que vem acelerando a OiMenu desde 2018.

A startup de cardápios digitais, que tem sede em Santa Catarina e pretende chegar aos 26 estados do Brasil até o final de 2021, registrou um crescimento de mais de 200% em relação ao mesmo período do ano passado e, só neste ano, realizou mais de cinco milhões de pedidos por meio do seu serviço, movimentando mais de R$ 110 milhões em seus tablets durante os primeiros meses do ano. Segundo Isaac Paes, CEO e fundador da OiMenu, a incorporação da infraestrutura da Styme garantirá ainda mais integração e soluções aos usuários do serviço. 

Com essa centralização em uma única plataforma, os mais de 500 restaurantes atendidos pela OiMenu terão acesso a uma série de otimizações no gerenciamento das atividades e, como consequência, a melhoria será sentida também pelos clientes, que terão a experiência de um autoatendimento ainda mais robusto, seguro e descomplicado. “Estamos muito animados com essa nova fase da Styme. Agora, junto com todo expertise da OiMenu, vamos acelerar ainda mais as entregas de soluções diferenciadas para mais de 500 clientes. A nossa missão é ajudar na digitalização dos restaurantes, potencializando os resultados dos seus negócios, e oferecendo soluções mais aderentes ao momento atual, que exige cuidados com as questões sanitárias”, explica o cofundador da Styme, Frederico Tonietto.

Isaac explica que a incorporação da Styme é o primeiro passo dentro de um ambicioso plano de aquisições que visa, nos próximos dois anos, o investimento de R$ 50 milhões em novas incorporações. “A compra faz parte de um pacote de aquisições, investidas pela FEBA Capital, com foco no mercado de food service e empresas de tecnologia. O pacote será liderado pelo time da OiMenu e tem como objetivo a integração de novos players aos nossos serviços”. 

Para Isaac, a aquisição não poderia ser mais estratégica. Além de absorver importantes investidores, como Camila Farani (sócia fundadora da G2 Capital e referência na indústria de Venture Capital no Brasil) e o ator e empresário, Caio Castro, a OiMenu passa a contar com os fundadores da Styme como novos membros do time. Frederico Tonietto assume o cargo de Diretor de Novos Negócios e Luiz Fernando Ribeiro chega como novo Diretor de Operações. “Frederico e Luiz, que são empreendedores que admiro pela grande capacidade de execução, participaram recentemente do programa Shark Tank e saíram de lá com um investimento de peso. A Styme possui uma parceria fantástica com a Linx, que nos dará acesso às suas mais de 60 franquias, além de outras centenas de restaurantes incluídos na base de clientes, entre eles uma das maiores redes de fast food do Brasil”, afirma Isaac.

Este pesado investimento no mercado food service do Brasil acompanha uma tendência mundial e busca democratizar no País as diversas formas de pagamento por meio de tablets e aplicativos. Atualmente, este é um gap no setor de autoatendimento nacional e poucas empresas vêm investindo em soluções acessíveis – resultando em um serviço caro, nada intuitivo e que não disponibiliza ferramentas mais recentes, como Pix e integrações com fintechs. “Nosso objetivo é espalhar o maior número possível de tablets em restaurantes e possibilitar o pagamento da conta pelo aparelho ou celular. Na China, país que tem liderado os avanços neste setor, todas as compras já são feitas por meio de carteiras digitais. Queremos incentivar essa revolução no mercado brasileiro já que a tecnologia está sendo muito beneficiada com o lançamento do Pix e, em breve, do Pix Crédito”, finaliza Isaac.

Abstartups e Bossanova lançam rodada de investimento para startups no norte

Com o propósito de ajudar na jornada de crescimento e desenvolvimento das startups, a Associação Brasileira de Startups , em parceria com a Bossanova Investimentos, micro venture capital que investe em startups em estágio pré-seed com atuação em todo o país, abrem as inscrições para o Batch Investimentos na região Norte do Brasil.

Para a startup ser avaliada, além de precisar ser inovadora, digital, escalável e com mais de um ano e meio, necessita ter faturamento mínimo de R﹩ 20K mensais. Além disso, as interessadas precisam já ter encontrado o PSF (problem-solution-fit), terem produtos ou serviços já validados e operacionais e que estejam próximas ao break-even ou com visão clara para alcançá-lo. O Batch Investimento é um projeto que acontecerá nas cinco regiões do país, começando na região Norte.

José Muritiba, diretor executivo da Abstartups, aponta que nos últimos anos o valor dos investimentos têm crescido significativamente a ponto de que é possível afirmar que este é o melhor momento para o ecossistema de inovação até agora, mas ainda assim não é o cenário ideal devido a concentração de recursos no eixo Sul-Sudeste, chegando a totalizar 50% de todos os investimentos do país. “Temos bem claro o objetivo de democratizar o acesso ao capital e o Batch, com a Bossanova, chega justamente para somar nesse processo”.

De acordo com João Kepler, CEO da Bossanova, o objetivo com essa rodada de investimentos é encurtar o caminho do empreendedor da região norte em busca de capital e investir em soluções fora do eixo Rio-São Paulo é uma das apostas da gestora. “O Brasil é um país pluralista e muito grande para nos restringirmos somente a algumas regiões. Passamos a enxergar o país como um só, entendendo que, com o nosso smartmoney, as startups espalhadas pelo país afora, inclusive nas pequenas cidades, têm o mesmo potencial daquelas localizadas nos grandes centros”, afirma.

As inscrições vão até o dia 29/08 (domingo) e podem ser realizadas pelo site. O resultado está previsto para o dia 10/09 e as informações completas para inscrições podem ser acessadas aqui https://www.abstartups.com.br/batchdeinvestimentos/.