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Capgemini apoia Governo do Reino Unido na robotização de processos

A Capgemini anuncia um acordo de 2 anos com o Governo Britânico para desenvolver um Centro de Excelência (CoE) em Robotização de Processos (RPA-Robotic Process Automation). O CoE, pronto e em pleno funcionamento, ajudará a acelerar a adoção da RPA em todo o Governo Central, prestando suporte a diversos departamentos no desenvolvimento de planos específicos para automatizar alguns de seus processos administrativos e documentais.

Considerado o maior facilitador da transformação do setor público, o RPA é uma metodologia na qual o software é programado para realizar tarefas básicas de forma autônoma em todas as aplicações, reduzindo a carga de tarefas repetitivas e simples executadas pelos funcionários. Capaz de ser desenvolvida e implementada em questão de semanas, a RPA tem ótima relação custo-benefício e, geralmente, pode apresentar ROI (retorno sobre o investimento) em poucos meses. Conhecida por melhorar drasticamente a velocidade e a precisão do processamento, ela resultará em um serviço rápido e de qualidade superior para a população.

O RPA ajudará os departamentos governamentais a utilizarem a tecnologia para executar tarefas repetitivas, que podem envolver informações de diferentes bancos de dados – como, por exemplo, para verificar um pedido de serviço, concessão ou benefício. O novo CoE reúne um time de profissionais especializados e experientes em tudo o que está na vanguarda desta tecnologia, aplicada para os setores público e privado. Servindo como uma vitrine para atividades de RPA, ao fornecer treinamentos e demonstrações, e também auxiliando departamentos a identificarem potenciais iniciativas de RPA e a realizar uma análise detalhada dos benefícios potenciais antes da decisão de implementação.

“A automação é um elemento-chave da solução de transformação digital da Capgemini. Estamos muito satisfeitos por termos sido selecionados para trabalhar com o Gabinete do Reino Unido em um projeto tão estratégico”, comentou Christine Hodgson, presidente da Capgemini UK. “O RPA abre uma excelente oportunidade para que as organizações do setor público conquistem ganhos significativos de produtividade e para que se concentrem em serviços de valor agregado. Com base nos trabalhos realizados para o setor público do Reino Unido e em nossa experiência global em RPA, estamos confiantes de que o Centro de Excelência terá um papel fundamental no apoio à transformação dos serviços públicos”.

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Startups e pequenas empresas estão com mais de 50 vagas abertas

Depois de o País ter passado por uma das piores crises econômicas de sua história, uma pesquisa recente da Fundação Getúlio Vargas (FGV) sinalizou um aumento favorável no mercado de trabalho nos próximos meses. As startups e PMEs estão colaborando com este crescimento. Um estudo inédito feito pelo Sebrae apontou que os pequenos negócios são os responsáveis pela geração de renda de 70% dos brasileiros. Confira algumas das melhores vagas abertas atualmente:

Contabilizei

A Contabilizei, reconhecida pelo prêmio da Love Mondays como uma das melhores empresas (PME) para se trabalhar em 2017, está com mais de 25 oportunidades abertas para profissionais juniores, plenos e seniores. A empresa procura pessoas que tenham finalizado ou estejam cursando o ensino superior, sejam organizadas, disciplinadas e adorem tecnologia. Para a cidade de São Paulo, eles buscam um Inside Sales e um Consultor Contábil Júnior. As outras vagas são para Curitiba.

Inscrições: todas as vagas estão disponíveis no link

Easy Carros

Eleita a melhor startup do Brasil e a segunda melhor do mundo pela G-Startup no Vale do Silício em 2016, a Easy Carros está com diversas vagas abertas para a cidade de São Paulo. As oportunidades são para Desenvolvedor, Analista UX e Head de Sales. Eles vão priorizar os candidatos resilientes, motivados, com boa comunicação, dinâmicos, empáticos e organizados. A startup, que está presente em mais de 70 cidades, usa tecnologia para conectar motoristas e frotas de empresa a profissionais da área automotiva, como lavagem ecológica, troca de óleo, bateria e outros serviços.

Inscrições: As vagas estão disponíveis no link ou pelo próprio linkedin da empresa.

GetNinjas

Listada pela Forbes como uma das empresas mais promissoras do Brasil, o GetNinjas, maior plataforma de contratação de serviços do País, está em busca de Product Manager para o time de pagamentos e Product Manager para aquisição. Há vaga aberta para estagiário de Business Intelligence também. A empresa busca pessoas apaixonadas por tecnologia e que estejam dispostas a aprender sempre mais. A startup de alto crescimento já captou mais de R$ 47 milhões de investimento da Tiger Global, Monashees Capital e Kaszek Ventures – alguns dos mais reconhecidos fundos de venture capital.

Inscrições: todas as vagas estão disponíveis no link

Rappi

Criada no Vale do Silício e acelerada pelo Y Combinator, a mais importante incubadora de startups do mundo, a Rappi, startup que disponibiliza assistentes pessoais pela cidade para delivery de qualquer produto, está em busca de profissionais de Growth & Performance Marketing (Marketing de crescimento e desempenho). A startup levantou 50 milhões de dólares no Vale do Sílicio e está em pleno crescimento, por isso não limita o número de talentos que podem ser contratados.

Inscrições: Envie um e-mail para trabalheconosco@rappi.com com seu Linkedin.

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1° projeto do Brasil em vendas assistidas: FH faz implementação de SAP Hybris na Leroy Merlin

Antes, os clientes chegavam à loja, discutiam com o vendedor o projeto de sua casa, verificavam o preço e a disponibilidade de estoque de determinado produto. Hoje, por meio do multiatendimento, usando o site e o celular, os vendedores podem ofertar mais informações sobre cada produto, o que transforma a compra em uma experiência única e diferenciada. Com essa integração entre site e mobile, a Leroy Merlin se tornou a primeira rede no setor de Varejo de Materiais de Construção (multiespecialista do lar, especializada em construção, acabamento, bricolagem, decoração e jardinagem) a atuar 100% no modelo omnichannel.

O primeiro projeto em vendas assistidas omnicanal do Brasil, com a ferramenta SAP Hybris, foi implementado pela FH, empresa de tecnologia especializada em processos de negócios e software, na Leroy Merlin, o projeto iniciou em janeiro de 2016 e teve duração de um ano e meio. A unidade piloto, ou seja, a loja 3D foi a de São Bernardo do Campo.

Segundo o Diretor de TI e Inovação da Leroy Merlin, Matthieu Grymonprez, após a implementação na loja de São Bernardo do Campo, com o go live em julho de 2017, a Leroy deve fazer o rollout na loja da marginal Tietê. “Na realidade, em um prazo de oito meses almejamos implementar o mesmo sistema nas 41 lojas da rede. 2018 será um ano transformador para Leroy”, acrescenta.

Grymonprez diz, ainda, que o omnicommerce é uma tendência que os varejistas devem seguir para manter a competitividade no mercado. Ele comenta que, junto com a FH, foi criada uma ferramenta sob medida para Leroy. “É fundamental ter um parceiro estratégico, que entende o negócio, as necessidades e a velocidade que se pretende implementar os desafios. A escolha da FH foi satisfatória pela experiência em SAP e SAP Hybris”.

Atendimento customizado, serviço sob medida para os clientes e vendas 100% assistidas. “É isso que a Leroy vem fazendo”, afirma o Head of Technology Business Unit FH, Sandro Stanczyk, que destaca a importância de acompanhar os clientes em toda a jornada de compras.

Stanczyk explica que a solução SAP Hybris dá suporte completo ao vendedor em um processo de venda assistida. “Por exemplo, o cliente vai até a loja e o vendedor acessa direto do celular os produtos e informações específicos sobre o mesmo (características, promoções, quantidade disponível), se por ventura aquela mercadoria não estiver na loja, ele consegue visualizar o estoque das outras unidades. Ou seja, com essa ferramenta, o atendente amplia as possibilidades de venda”, esclarece.

Em resumo, conforme expõe o Head da FH, a venda assistida omnicanal além de melhorar o controle de estoque; flexibilizar e aprimorar os fluxos de saída de vendas; compartilhar oportunidades em todos os canais de venda; também diminui o tempo de atendimento; possibilita ofertas personalizadas; proporciona o multiatendimento, ou seja, permite atender vários clientes ao mesmo tempo, com mais de um carrinho por pessoa; determina o melhor fluxo logístico; entre outros benefícios.

Acompanhar a jornada de compras dos clientes faz a diferença

O Diretor de TI e Inovação da Leroy Merlin confirma que as conversões aumentaram: “80% dos clientes que iniciam a jornada no site finalizam a compra na loja. A interatividade entre o site e a loja é alta, isso porque os clientes verificam informações dos produtos, baixam tutoriais, tiram dúvidas. Anteriormente, havia distorção entre as ferramentas de e-commerce e das lojas. Então, para garantir uma experiência diferenciada e ‘sem costura’, resolvemos unificá-las em uma mesma plataforma e criamos um carrinho compartilhado. Isso significa que o cliente inicia sua jornada de compra em casa, no tablet, no celular e termina a compra na loja”.

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Duratex abre inscrições para Hackathon 2017

Buscando cada vez mais o uso da inovação em seus processos e produtos, a Duratex, maior empresa produtora de painéis de madeira industrializada e de louças e metais sanitários do Hemisfério Sul, além de líder no mercado brasileiro de pisos laminados, realiza, entre os dias 18 e 20 de dezembro, seu Hackathon. O evento reunirá pessoas empreendedoras para uma maratona de criatividade, prototipagem e colaboração. Juntos, os participantes serão responsáveis por elaborar e gerar novas aplicações, produtos e negócios para a Unidade de Negócio Madeira, uma das divisões da companhia.

Com inscrições abertas até o dia 10 de dezembro, o projeto é destinado aos colaboradores da Duratex e ao público externo com idade a partir de 18 anos e residentes em território nacional. Do total de inscritos, 75 pessoas serão selecionadas e divididas em três grupos, sendo eles: público externo, colaboradores com vínculo direto ao negócio Madeira e funcionários sem ligação com o produto.

Para Gabriela Rezende, responsável por esta iniciativa, a inovação está no DNA da Duratex e a realização do evento possibilita a mobilização de colaboradores e sociedade na busca por resultados cada vez mais expressivos para a companhia. “Nosso objetivo é promover novas ideias e ações pioneiras, por isso, decidimos expandir esse conceito e acelerar o nosso processo de inovação por meio da troca de informações e conhecimento, fomentando a criatividade dos colaboradores e ampliando o relacionamento com o mercado”, diz.

Seguindo a metodologia do Startupi Education em parceria com a Baita Aceleradora, no Hackathon, os grupos irão trabalhar no desenvolvimento de novas ideias e aplicações para a divisão que possui a unidade florestal e fábrica de painéis e pisos laminado. Ao término do período de construção e estudo, haverá uma banca examinadora que avaliará os projetos considerando a expressividade, qualidade, inovação e impacto das soluções. Os vencedores do desafio receberão vale-presente no valor de um mil reais e terão suas propostas analisadas pelo núcleo de inovação da Duratex, que pretende implementar as melhores práticas apresentadas.

A Duratex tem apostado cada vez mais em inovação e mobiliza seus colaboradores para que se engajem e tragam atitudes e ideias inovadoras para o ambiente de trabalho. Além disso, ao longo dos últimos anos, a companhia criou novas áreas específicas para produtos digitais e também uma equipe voltada para experimentações de novos negócios e tecnologias, como o Núcleo de Inovação, composto por representantes das marcas da empresa. O grupo é responsável por conduzir todas as iniciativas da Duratex de forma multidisciplinar e transversal, estimulando o surgimento de ideias que gerem impacto positivo para os resultados.

Para se inscrever no Hackathon, acesse: https://www.sympla.com.br/inscricao?id=218225

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ESET, Microsoft e agências de segurança destroem malware que afetava milhões de sistemas

Investigadores de segurança da ESET, líder em detecção proativa de ameaças, com ajuda da Microsoft e agências de segurança, como FBI, Interpol e Europol, desmantelaram uma importante operação de botnet conhecida como Gamarue, que já infectou milhões de vítimas desde 2011.

O dia 29 de novembro de 2017 foi o começo de um trabalho coordenado que possibilitou que agências policiais de todo o mundo pudessem deter e interromper a atividade maliciosa desta família de malwares, responsáveis por infectar mais de 1,1 milhões de sistemas por mês. Na América Latina, Peru e México estão entre os cinco países com maior quantidade de detecções.

Os investigadores da ESET e da Microsoft compartilharam análises técnicas, informações estatísticas e domínios de servidores de Comando e Controle (C&C) para ajudar a interromper a atividade maliciosa do grupo. A ESET contribuiu para a ação com o conhecimento que adquiriu ao longo dos anos sobre o Gamarue, obtido por meio do monitoramento contínuo e pelo impacto do malware nos últimos tempos.

O Gamarue foi criado por criminosos cibernéticos em setembro de 2011 e vendido em fóruns clandestinos da Deep Web como um kit de cibercrime. O objetivo do Gamarue era roubar credenciais, e ainda, baixar e instalar um malware adicional no sistema dos usuários.

Esse tipo de malware é um botnet e permite que o atacante crie e utilize complementos personalizados nos equipamentos das vítimas. Dentro dessas características de ameaça, o cibercriminoso também consegue roubar o conteúdo inserido em formulários na web ou ter o acesso remoto ao sistema para controla-lo à distância.

Sua popularidade deu lugar a uma série de botnets Gamarue independentes. A ESET descobriu que suas amostras foram distribuídas em todo o mundo através de redes sociais, mensagens instantâneas, dispositivos USB, spam e exploitkits.

Os investigadores da ESET e da Microsoft coletaram informações utilizando o serviço ESET Threat Intelligence. A ESET desenvolveu um programa que se comporta como um bot e, com isso, pode comunicar-se com o servidor de Comando & Controle (C&C) da ameaça, e, a partir destas conexões, acompanhar de perto o comportamento dos botnets do Gamarue do último um ano e meio. A partir das informações coletadas neste tempo, foi possível identificar os servidores de Comando & Controle (C&C) para logo desmontá-los, além de monitorar a forma como operava e de que maneira localizar outros domínios utilizados por cibercriminosos.

“No passado, essa foi a família de malwares mais detectada entre os usuários da ESET, portanto, quando a Microsoft veio até nós para que juntos tentássemos interrompê-la e, assim, proteger melhor nossos usuários e o público em geral, concordamos imediatamente”, disse Jean-Ian Boutin, pesquisador sênior de malwares da ESET. “Esta ameaça em particular existe há muitos anos e é capaz de se reinventar constantemente, o que pode dificultar seu monitoramento. Mas, ao usar o ESET Threat Intelligence e ao trabalhar em colaboração com os investigadores da Microsoft, fomos capazes de acompanhar as mudanças no comportamento do malware e, consequentemente, fornecer dados processáveis que se mostraram fundamentais aos esforços de eliminação da ameaça”.

Os cibercriminosos comumente utilizam o Gamarue para redirecionar usuários domésticos e poder roubar credenciais de sites por meio de seu plugin de captura de formulário. No entanto, os pesquisadores da ESET viram o malware ser usado recentemente para instalar vários bots de spam em máquinas comprometidas no chamado esquema de pagamento por instalação.

A ESET está assessorando os usuários que acreditam que seu sistema Windows possa estar comprometido e recomendam a utilização do ESET Online Scanner, que eliminará qualquer ameaça que esteja no sistema, incluindo o Gamarue. Para uma proteção mais complexa de seus dispositivos, visite o site da ESET.

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Rockwell Automation apresenta inovações tecnológicas para a Indústria 4.0

Em novembro, mais de 20 soluções em Automação Industrial foram apresentadas na Automation Fair®, nos EUA. Na programação, dezenas de fóruns setoriais e laboratórios práticos com o foco nas indústrias de óleo e gás, automotiva, química, de alimentos, de energia, de segurança, entre outras.

No mês de novembro de 2017, a empresa Rockwell Automation promoveu a maior feira de automação industrial do mundo, a 26ª Automation Fair® (www.automationfair.com), no George R. Brown Convention Center, em Houston, no Texas. O evento ofereceu a profissionais do setor, a oportunidade de descobrirem como a empresa conectada pode ser globalmente mais competitiva.

Para o Diretor Regional da Rockwell Automation no Brasil, Rodrigo Marangon, a Automation Fair desse ano trouxe uma série de inovações tecnológicas capazes de acelerar a jornada dos clientes rumo a uma empresa moderna e competitiva. “É a tecnologia integrando os processos de produção do chão de fábrica com o ambiente de gestão corporativa, trazendo como resultado um melhor gerenciamento de seus ativos, menor custo total de operação, melhor tempo de resposta ao mercado, com riscos corporativos reduzidos e gerenciados”, explica Marangon.

Na programação, mais de 140 expositores, diversas sessões técnicas, laboratórios hands-on, workshops e fóruns setoriais, que abordaram temas como: cyber security, a indústria e a internet das coisas, empresa conectada ou indústria 4.0, compliance, cloud computing, big data analytics, mobilidade e outros.

O evento desse ano atraiu cerca de 11 mil pessoas, dos quais 5.300 eram clientes Rockwell Automation, que participaram da programação gratuita, que abordou também outros temas igualmente importantes, como: máquinas com segurança embarcada para redução de acidentes; avanços industriais pela convergência da informação e da tecnologia da operação; indústria conectada e mobilidade em operações fabris, proporcionando maior produtividade e competitividade; tecnologias para sistemas de energia com altos índices de precisão, velocidade de resposta, produção sustentável e redução de custos.

Lançamentos

Entre os lançamentos esteve o FactoryTalk Analytics que, entre tantas funções, permite gerar relatórios e gráficos relacionados ao desempenho da máquina para construtores de equipamentos e usuários finais. A tecnologia usada nesta solução Rockwell Automation, pode também reorganizar e priorizar essas informações para selecionar os principais itens do histórico de eventos; e ainda permite que os usuários comparem o desempenho da máquina entre frotas de recursos similares em operações e organizações globais.

Também houve a apresentação do The Hive (www.hivedata.com ), um fundo de inovação e estúdio de colaboração do Vale do Silício, apoiado pela Rockwell Automation, com a finalidade de proporcionar acesso a um ecossistema de inovadores e startups de tecnologia especializadas em aplicações de inteligência artificial (IA) para a área de automação industrial. O investimento da Rockwell Automation no The Hive dará mais visibilidade à tecnologia de IA desenvolvida pelas empresas pertencentes ao estúdio, como: IA para empresas cognitivas, inteligência de ponta, segurança e máquinas inteligentes.

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A era da advocacia 2.0 chegou

Por Fernanda Vignoli Cabral, Gerente Jurídica da Sonda Ativas

Durante os meus anos de carreira na área jurídica, percebo que a advocacia é um dos mercados que menos mudou sua forma de executar trabalhos nas últimas décadas. Porém, o que tenho percebido é que esse cenário tende a se transformar radicalmente, principalmente com a implementação de novas ferramentas tecnológicas para a prestação de serviços legais e jurídicos. A necessidade de inovação é evidente, convertendo a cultura de antigos modelos de escritórios para organizações jurídicas profissionais, independentemente do tamanho da companhia.

Até meados da década de 90, o computador era apenas uma ferramenta para acelerar o processo de digitação de documentos. Os advogados trabalhavam individualmente, promovendo o atendimento pessoal do cliente, buscando arquivos necessários, atendendo telefone, dirigindo-se ao fórum para ingressar com a ação, realizando a audiência e fazendo a cobrança final dos honorários. Estou falando de um cenário de quase 30 anos atrás! Mas será que houve realmente uma mudança significativa nessas últimas décadas? Será que os advogados estão preparados para o mundo digital de hoje?

Como acontece com qualquer profissão, o que era inovador em uma época se torna ultrapassado no presente. O avanço da Internet passou a exigir uma advocacia mais moderna, que acompanhe as transformações tecnológicas e se adapte a elas.

Vejo hoje, cada vez mais, Lawtechs ou Legaltechs (termos que se referem a startups que criam serviços e/ou produtos voltados ao mercado jurídico) criarem plataformas para explorar as atuais falhas que esse setor ainda apresenta, mesmo com tanta tecnologia à disposição. Essas plataformas são utilizadas na terceirização de serviços advocatícios, tais como na elaboração automatizada de petições, análise de documentos, confecção de contratos, gestão de prazos e pendências, entre outros. A tecnologia vem fazendo um movimento disruptivo irreversível.

Os advogados e demais agentes do Direito precisam estar prontos para acompanhar essa revolução, que acontecerá em uma velocidade cada vez mais rápida. Quem não se atualizar certamente ficará para trás no mercado. É necessária uma mudança urgente de pensamento dos profissionais de Direito, pois a chegada dessas plataformas e aplicativos jurídicos estão impondo aos advogados a necessidade de adequação à modernidade.

Vale destacar, no entanto, que o advogado não será obrigado a possuir todas as habilidades referentes à advocacia: captação de clientes, gestão de trabalhos, execução, conhecimentos técnicos, desenvoltura oral etc. O que quero transmitir aqui é que essas ferramentas chegam para auxiliar o trabalho mais burocrático para, assim, o profissional focar suas energias e esforços no desenvolvimento de suas melhores competências e otimizar tarefas mecânicas, reduzindo o custo e o tempo de atendimento aos clientes.

Sempre digo a todos em meu ambiente de trabalho que precisamos lembrar que advocacia é sobre pessoas. Justamente por isso não poderemos e nem conseguiremos automatizar tudo. Porém, afirmo que, dentro das possibilidades, devemos cada vez mais utilizar a tecnologia a nosso favor. Somente dessa forma seremos capazes de otimizar a nossa rotina, aperfeiçoar os nossos serviços e, por consequência, melhorar o atendimento aos nossos clientes. Você está preparado?

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FGV EAESP faz debate sobre fintechs e a inclusão financeira no país

O Centro de Microfinanças e Inclusão Financeira (GVcemif) da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV EAESP) em parceria com o International Finance Corporation (IFC) e patrocínio do Itaú realizarão na próxima terça-feira (12), a partir das 9h, uma palestra gratuita os desafios e as oportunidades da inclusão financeira no Brasil. Participam: Erica Siqueira (GVcemif); Alexandre Darzé (IFC); Flavio Pripas (Cubo Itaú); Bernardo Bonjean (Avante); Helene Meurisse (IFC); Bruno Sayão (IOUU); Eduardo Ferreira (IFC); Ricardo Laureano (Koin) e Adrian Cernev (GVcemif). A coordenação será do professor da FGV EAESP, Eduardo Diniz.

“A disseminação generalizada de tecnologias digitais no Brasil representa uma grande promessa no continuado esforço para promover um sistema financeiro verdadeiramente inclusivo. As Fintechs têm contribuído para um avanço desse segmento. Neste ano, o FintechLab registrou registra cerca de 250 startups em diferentes categorias de serviços. A ideia desse evento é expor alguns modelos de negócio emergentes direcionados para segmentos da sociedade já estão conectados digitalmente embora ainda não plenamente atendidos pelo sistema financeiro”, explica Eduardo Diniz, professor da FGV EAESP.

Caros jornalistas, para participar do evento é preciso fazer credenciamento na Assessoria (11) 3284-6147 – luana.magalhaes@insightnet.com.br

PROGRAMAÇÃO

9:00: Abertura: Luiz Brito (Diretor FGV EAESP)

9h10: Introdução: Papel das Fintechs na inclusão financeira e na promoção do desenvolvimento

Erica Siqueira (GVcemif)

Alexandre Darzé (IFC)

Flavio Pripas (Cubo Itaú)

Moderador: Eduardo Diniz (GVcemif)

10h30: Fintech Social

Bernardo Bonjean (Avante)

Moderador: Helene Meurisse (IFC)

11h15: P2P lending

Bruno Sayão (IOUU)

Moderador: Eduardo Ferreira (IFC)

12h00: Arranjos de pagamento

Ricardo Laureano (Koin)

Moderador: Adrian Cernev (GVcemif)

12h45: Encerramento

Serviço

Data: 12 de dezembro de 2017 (terça-feira)

Horário: 9h às 12h45

Local: FGV EAESP: Rua Itapeva, 432 –4°andar – Salão Nobre– Bela Vista – SP

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Visões sobre o ecossistema de tecnologia em Israel – Por Francisco Ferreira

Recentemente, passei uma semana em Israel para conhecer um pouco sobre a veia empreendedora da região, que se tornou o terceiro maior ecossistema de tecnologia do mundo. A gênese deste fenômeno de empreendedorismo aconteceu no início dos anos 90, quando o governo resolveu fomentar a indústria de venture capital por meio dos fundos Yozma (Iniciativa em hebraico).

Por meio deste programa, o Estado passou a oferecer incentivos fiscais para investidores interessados na nascente indústria de tecnologia do país. Em alguns casos, o governo chegou a oferecer um retorno mínimo para os interessados ou o direito de recompra de sua participação a uma taxa pré-fixada. De lá para cá, os resultados foram formidáveis.

Hoje, existem mais de 6000 empresas de tecnologia ativas em Israel. Existem mais startups em Israel, um país com 8 milhões de habitantes do que no Brasil. O sucesso foi construído com ingredientes fundamentais: a tolerância ao erro e a contestação do status quo. Os israelenses fazem isso melhor do que ninguém.

Eles criaram a expressão “Chutzpah” (é a qualidade da audácia, para o bem ou para o mal), parte da cultura local. Dos funcionários das empresas aos recrutas da IDF 8200, unidade de elite do exército responsável por desenvolver tecnologia de ponta e maior celeiro de empreendedores do país, todos podem contestar os líderes e desafiar autoridades. Ou seja, os líderes precisam aprender a conviver em um ambiente onde a contestação faz parte da busca pelo sucesso e pelos melhores resultados, uma característica ainda difícil de encontrar nas startups brasileiras.

Outro ponto que atraiu bastante a minha atenção na viagem foi o aguçado senso de comunidade que os Israelenses possuem. Eles sentem um profundo orgulho do ecossistema que criaram e sempre procuram promovê-lo. Não é incomum ver fundadores citando outras empresas e outras pessoas, exaltando as características únicas que fazem o país se destacar.

Durante a semana que estive por lá, visitamos diversas empresas e conversamos com muitos fundadores. É impressionante como o discurso é alinhado. Quase todos repetem os mesmos princípios que guiam a indústria: “conteste tudo”; “pense como uma empresa global”; “trabalhe duro”; “encontre as melhores pessoas” e “não tenha medo de errar e falhar”. Mais do que frases, esses pensamentos estão cristalizados e refletem o senso comum do que é preciso para fazer uma empresa dar certo. São passados de geração a geração de empreendedores e aplicados diariamente.

Então, o que precisamos fazer para mudar a mentalidade no Brasil? Por que nós buscamos tanto a utopia da “estabilidade”? Creio que as respostas para essas perguntas estão na própria comunidade empreendedora do Brasil. Precisamos nos engajar mais, desenvolver um senso de coletivo e nossa própria maneira de construir empresas de sucesso. Esta receita precisa ser comprovada com casos reais de empresas brasileiras e divulgada amplamente com o intuito de influenciar novas gerações de empreendedores.

Esta mudança já está acontecendo, porém ainda não atingimos o tipping point. Ainda precisamos coordenar melhor os diferentes stakeholders: empreendedores, investidores, incubadores e aceleradoras, governo, universidade e grandes empresas. Só a combinação das capacidades de cada um desses grupos permitirá que o Brasil atinja um novo patamar de desenvolvimento da indústria de tecnologia.

Francisco Ferreira, Sócio-fundador da BizCapital, fintech que tem como principal objetivo desburocratizar e tornar mais eficiente o processo de concessão de crédito para o micro e pequeno empreendedor.

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Plusoft anuncia novo Diretor de Marketing

A Plusoft, maior fabricante brasileira de CRM e plataformas digitais de relacionamento, anuncia a contratação de Raphael Feliz como novo Diretor de Marketing da empresa. O executivo tem como principal desafio ampliar o posicionamento da companhia como líder nos mercados de CRM Omnichannel, Assistente Virtual Inteligente (AVI) e SAC 3.0 no Brasil.

“Estou bastante entusiasmado em fazer parte do time da Plusoft nessa nova etapa de minha carreira. Atuarei com foco no planejamento de marketing para implementar uma estratégia de crescimento exponencial em um momento no qual a empresa se prepara para conquistar novos mercados”, afirma Raphael Feliz.

Graduado em Publicidade e Propaganda pela USP (Universidade de São Paulo), o executivo já trabalhou na comunicação do Ministério do Turismo e executou campanhas de lead generation para empresas como Pró-Corpo Estética, TIM e Ticket Restaurante.

A Plusoft, maior fabricante brasileira de CRM e plataformas digitais de relacionamento, possui quase 30 anos de atuação no mercado, 300 clientes e 70.000 usuários, incluindo as maiores companhias de áreas como varejo, saúde, seguros, previdência, educação, telecomunicações e alimentos. Pioneira no desenvolvimento de ferramentas multicanais para o relacionamento com clientes, oferece a mais completa solução Omnichannel, reconhecida pelo mercado com mais de 50 prêmios. Foi a primeira companhia de gestão de clientes utilizando a inteligência artificial no Brasil. Suas soluções em Nuvem, no formato SaaS, proporcionam qualidade de atendimento em qualquer lugar do país e no canal de preferência do cliente, gerando retenção e engajamento. A Plusoft é composta por quatro unidades de negócios: Omni Plusoft, Virtual Interactions, iCustomer e SOW Connect.

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Instrumentos robóticos miniaturizados aumentam as possibilidades das intervenções cirúrgicas

World’s Smallest Robotic Wrist (PRNewsfoto/MMI Srl)

A Medical Microinstruments S.r.l. (MMI), desenvolvedora de soluções robóticas inovadoras para necessidades médicas ainda não atendidas, apresentou hoje sua plataforma robótica especificamente projetada para microcirurgia aberta. A plataforma permite que o cirurgião controle dois microinstrumentos articulados minúsculos que simplificam os procedimentos de reconstrução depois de lesões traumáticas e depois da retirada de tumores em tecidos moles e ossos, e oferece a possibilidade de melhores taxas de sucesso cirúrgico e melhores resultados para os pacientes.

Os instrumentos da MMI possuem os menores pulsos articulados, com 3 mm de diâmetro externo e pontas com apenas 150 mícrons de largura. O pulso é decisivo para a realização da microcirurgia robótica em ambientes clínicos reais e permite a fácil manipulação de suturas pequenas, com tamanhos de 9-0 a 12-0.

“Graças ao uso de materiais avançados e de processos inovadores de microfabricação, projetamos o menor pulso articulado para fornecer aos microcirurgiões destreza no uso dos instrumentos e precisão robótica inéditas”, disse Massimiliano Simi, cofundador e vice-presidente de Pesquisa e Desenvolvimento.

O cirurgião opera os microinstrumentos sentado no console cirúrgico e fazendo a monitoração através do microscópico cirúrgico. A plataforma robótica da MMI captura os movimentos da mão do cirurgião, e uma imagem reduzida do movimento é imposta sobre os microinstrumentos.

“Desenvolvemos essa tecnologia pioneira junto com microcirurgiões, desde a concepção do produto; o feedback positivo e as respostas que recebemos desde então têm sido realmente impressionantes e nos fazem crer que estamos no caminho certo para desenvolver um robô feito pelos microcirurgiões e para eles”, disse Hannah Teichmann, cofundadora e vice-presidente clínica.

O prof. Marco Innocenti, chefe de microcirurgia reconstrutiva e plástica do Hospital da Universidade Careggi em Florença e consultor clínico da MMI, que apresentou o trabalho pré-clínico com o robô da MMI no 9º Congresso da Sociedade Mundial para Microcirurgia Reconstrutiva em Seul, inclusive anastomose vascular robótica de 0,35 mm, comentou:

“Creio que a plataforma robótica da MMI impulsionará a microcirurgia para além das capacidades da mão humana, permitindo assim que mais cirurgiões executem procedimentos mais complexos e possibilitando também a supermicrocirurgia, como reconstrução linfática, para aqueles mais especializados.”

O presidente e cofundador da MMI, Giuseppe Maria Prisco, estima que o potencial anual de oportunidade de mercado seja de cerca de $ 2,5 bilhões.

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Empresa de contact center desenvolve aplicativo de realidade aumentada para melhorar a experiência do consumidor

Vivendo a era digital e a enorme rapidez com que os avanços tecnológicos surgem e afetam a sociedade, as pessoas estão cada vez mais conectadas e buscando interagir com as novas tecnologias. Pensando nisso, a Concentrix, multinacional especializada em soluções de outsourcing, desenvolveu uma solução inovadora, utilizando princípios de design thinking, para oferecer uma experiência digital única aos consumidores: a realidade aumentada. Com este lançamento, a Concentrix se torna a primeira empresa do setor de contact center a ofertar esse tipo de tecnologia, visando fornecer um próximo nível de canal e experiência entre o consumidor e as marcas.

Por definição, a realidade aumentada refere-se à superposição de ambientes físicos com conteúdo e imagens digitais para fornecer aos usuários uma experiência aprimorada (ou aumentada) de realidade. Graças ao amplo uso de smartphones e dispositivos de internet móvel, as empresas agora têm uma grande oportunidade de trazer rótulos de produtos, vitrines ou imagens de catálogos para a vida de maneira antes inimaginável, com uma inovação que vai transformar o modo como as pessoas consomem os mais diferentes tipos de produtos de agora em diante.

Ao fundir experiências físicas com conteúdo digital, a realidade aumentada também permite a criação de uma nova consciência da marca e aumento do engajamento do cliente de uma forma disruptiva. Isso porque a solução possibilita ao consumidor trazer a experiência da loja para a casa, vendo os produtos e suas informações junto com os objetos existentes na realidade normal, 24 horas por dia, 7 dias por semana.

Olhando as perspectivas do mercado, com a tecnologia cada vez mais presente no dia a dia das pessoas, ao oferecer uma experiência de atendimento 100% conectada, as empresas têm maior probabilidade de construir relacionamentos lucrativos com os clientes digitais, aumentando o desejo deles por seus produtos e serviços. “Com essa solução saímos do lugar comum, não existe mais uma busca pelo atendimento, o consumidor terá tudo na palma da mão, na tela do celular, e não vai mais precisar procurar pelo telefone ou Facebook de determinada empresa ou consultar a internet para saber as especificidades de algum produto. Tudo muito alinhado não apenas à nova geração, mas ao ambiente digital que todos nós vivemos hoje!”, comenta Arthur Gonçalves, gestor de EDGE da Concentrix.

De acordo com pesquisa realizada pela PwC este ano, o investimento em realidade aumentada pelas indústrias ainda vai crescer muito nos próximos três anos, chegando a dobrar e até a triplicar em alguns setores.

Para o setor de tecnologia, mídia e telecomunicações, por exemplo, os consumidores poderão resolver problemas técnicos de uma maneira muito mais fácil e prática com a realidade aumentada, tendo em mãos todo o material necessário em um só lugar. Será possível carregar vídeos com conteúdos e dicas de suporte técnico para os problemas típicos; carregar assistentes virtuais que vão proporcionar interação digital com cliente; e ainda carregar widgets em que o cliente possa acessar a página da marca nas redes sociais, site e comunidade.

Já na área automotiva, o cliente poderá assistir vídeos com instruções para substituição de peças quando o motor apresentar problemas; tutoriais com consultas típicas disponíveis no manual do veículo, caso o consumidor perca seu manual; terá mobilidade nas informações do manual para que saiba como usar 100% dos dispositivos tecnológicos agora disponíveis nos carros modernos, entre outros. Para as empresas, a vantagem é incentivar os clientes a substituir as peças no ciclo correto, alimentando, assim, o valor comercial do mercado automotivo e aumentando o ciclo de venda de peças nos fabricantes e revendedores.

Para o setor de varejo e consumo, o futuro da realidade aumentada é ainda mais promissor. Empresas do ramo de alimentos e bebidas poderão se beneficiar ao lançar um novo produto no mercado ou promover uma campanha para seu lançamento, oferecendo jogos promocionais, por exemplo, o que irá atrair ainda mais clientes e os envolverem com a marca. Além disso, com a ferramenta, os consumidores também poderão experimentar uma nova experiência, obtendo informações úteis sobre o produto, podendo verificar a embalagem através de seus smartphones e conhecer os benefícios daquele produto para a saúde, além de outras informações.

“Com a quantidade de dispositivos móveis e a quantidade de tempo que as pessoas estão conectadas todos os dias, a Concentrix acredita que as empresas e os negócios têm hoje uma imensa oportunidade de levar sua mensagem e sua cultura, elevando seus diferenciais competitivos através de uma camada digital invisível, que vai afetar diariamente a vida de todas as pessoas em todos os lugares do mundo”, conclui Daniel Moretto, country manager da Concentrix no Brasil.

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5 motivos para escolher uma Fintech na hora de buscar empréstimos

As fintechs são ótimas opções de empréstimos para PMEs, já que facilitam o acesso dessas empresas a investidores, possibilitando melhores taxas e condições de pagamento. As startups de serviços financeiros apostam em uma modalidade de negócio que torna a aquisição dos empréstimos mais fácil e rápida – o peer-to-peer lending (P2P)– empréstimo coletivo. É o caso da Nexoos – pioneira no país nessa categoria.

As empresas que buscam crédito para crescer no próximo ano têm diversos motivos para preferir negociar com as startups do que com os bancos tradicionais. Daniel Gomes, CEO da Nexoos, listou os cinco principais. Confira:

Tudo online

A análise de crédito é digital e 90% automática, com o uso de inteligência artificial – a Nexoos desenvolveu um algoritmo exclusivo para precificar as empresas. As métricas para aprovação se baseiam em dados que apontam o potencial do negócio, como consultas automatizadas aos bureaus de crédito, pré-análise automática e até avaliações de redes sociais das empresas requerentes.

Sem burocracia

O simples fato do processo ser online, o torna menos burocrático, uma vez que o empreendedor não precisa ir ao banco com uma lista de documentos e falar com diversas pessoas, até finalmente aprovar o empréstimo. Ele resolve tudo sem precisar se locomover e em menos tempo.

Rapidez

As empresas são apresentadas aos investidores cadastrados na plataforma durante a Rodada de Investimentos, que dura algumas horas, até que o valor solicitado seja arrecadado por meio dos aportes dos investidores na modalidade peer-to-peer lending (P2P) e a empresa recebe o valor total do empréstimo em até 7 dias. No banco esse processo leva em torno de 45 dias.

Taxa de juros mais baixas

As taxas de juros praticadas na Nexoos são bem menores que as vigentes nos bancos tradicionais, podendo ser até 70% menor. Elas são calculadas com base em dados quantitativos das empresas (tais como contrato social e extratos bancários) e qualitativos (como a presença e reputação online e potencial de crescimento do negócio).

Maior transparência

Uma das prioridades da Nexoos, reconhecida por seus clientes é a transparência nas informações apresentadas – tanto às empresas quanto aos investidores. “As taxas e condições são informadas em sua totalidade, de modo que não há ‘surpresas’ ou valores extras a serem pagos”, explica o CEO.

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Projeto de inteligência artificial para educação financeira de crianças vence hackathon do Banco Original e recebe duas bitcoins

Um projeto de inteligência artificial para educação financeira de crianças de até 14 anos foi o vencedor do hackathon realizado pelo Banco Original – conhecido por ser o primeiro a nascer 100% digital – no último final de semana. Mais de 100 pessoas se reuniram para pensar em soluções inovadoras, de olho no prêmio, sem dúvidas: no total, para 1º, 2º e 3º colocados, 3,5 bitcoins estavam em jogo. A criptomoeda está avaliada hoje em mais de US$ 11 mil dólares. O prêmio já superou os US$ 40 mil, tornando este o hackathon de melhor premiação no Brasil.

O grupo vencedor, com o projeto Origininhos, pensou em um cubo que auxilia os pais, que, por meio de um aplicativo, determinam tarefas para as crianças, como arrumar a cama, fazer lição etc. Ao final do mês, se a criança cumpriu o estipulado, receberá a mesada em uma conta do Banco Original, e, com o passar do tempo e a mudança de fase da criança, ela passa a receber dicas de poupança e investimentos, com análises de perfil.

Ao todo, foram 23 grupos compostos por empreendedores, desenvolvedores e designers. “Ficamos surpresos com a qualidade dos projetos. Todos eles poderiam ser implementados. Estamos focados em, de alguma forma, aproveitar a riqueza das soluções apresentadas”, afirma o diretor de TI do Banco Original, Carlos Augusto.

Rodrigo Terron, sócio e fundador da startup Shawee – plataforma de educação corporativa e mudança de mindset responsável por organizar o hackathon – pontuou que foi um dos eventos que contou com mais inscritos: 450 no total, tornando-se um dos maiores hackathons brasileiros em número de inscritos. “Fazer a curadoria e entender as expectativas do Banco e do desafio em si nos tornou qualificados para trazer nada além do melhor. Foram 80 pessoas selecionadas previamente e mais de 35 pessoas ligadas a mentorias, avaliação e produção do evento. Ficamos muito orgulhosos em participar desse projeto, que contou com outros parceiros que contribuíram e elevaram muito a qualidade desse hackathon e dos que estão por vir”, concluiu Terron.

Henrique von Atzingen, chefe de inovação de tecnologias e pessoas da IBM, um dos jurados do Hackathon, parabenizou o evento. “Reuniões como essa são excelentes e transformadoras. Mais do que uma disputa de códigos e design, estes jovens estão focados em apresentar um olhar diferente do mundo. Inovação, em primeiro lugar, é resolver os problemas das pessoas. E quem esteve aqui reunido entendeu isso, trazendo ideias brilhantes”, disse.

Para a diretora de varejo e inovação do Banco Original, Cláudia Woods, foi difícil pensar em um desafio que ao mesmo tempo pudesse ser abrangente e tangível, em favor da busca por propostas diferentes, mas que fossem viáveis. “Os importantes projetos apresentados foram excelentes e a aplicabilidade das soluções essencial. Já estamos pensando num próximo desafio. Foi fantástico ver a integração do mundo empreendedor com o Open Bank”, contou.

Confira também o segundo e terceiro lugares:

2º Lugar – Tulipas
Aplicativo para orientar investimentos usando criptomoedas. Solução integra conceito de programa de pontos do banco e facilita, ao portador das criptomoedas, o acesso aos indicadores e balanços para que acompanhem a cotação e desempenho do seu investimento.

3º Lugar – Clara
Definida como a “Siri” dos investimentos, Clara é um Chat Bot (assistente virtual) que tem como objetivo avaliar o comportamento do investidor, sugerindo aplicações condizentes com o perfil do cliente.

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MediaTek assume a liderança do mercado de chips para smartphones no Brasil

A MediaTek, fabricante global de semicondutores, cresceu em 12,7% sua participação no terceiro trimestre do ano e acaba de assumir a liderança do mercado de chips para smartphones também no Brasil. Atualmente a companhia conta com 32% do market share do setor no Brasil. Na América Latina como um todo, a empresa já é a número 1 desde o primeiro semestre de 2017, e conta, no momento, com 43% na região.

De acordo com Leonardo Munin, analista de pesquisa do mercado de celulares da IDC para América Latina, entre os fatores que levaram a MediaTek à liderança no Brasil, destacam-se os acordos com fabricantes de peso, com presença em modelos com grande volume de vendas. “A MediaTek oferece processadores de qualidade, é forte em aparelhos intermediários e possui escala”, destaca o analista da IDC.

“O forte crescimento e a conquista da liderança no País mostram que a MediaTek está no caminho certo, com produtos de ótima qualidade e com preços muito competitivos”, avalia Samir Vani, country manager da MediaTek no País. O executivo também destaca as parcerias com marcas regionais como um ponto importante para a conquista do primeiro posto no País. Vale lembrar que os chipsets da MediaTek são utilizados por quase todos os principais fabricantes de smartphone do planeta, como Motorola, Samsung, LG e Sony, entre outros.

O mercado de smartphones retomou o ritmo de crescimento no Brasil, com alta de 5% em relação ao mesmo período do ano passado. Segundo os dados da IDC, foram entregues cerca de 11,7 milhões de aparelhos no terceiro trimestre do ano.

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Tecnologia em prol da eficiência financeira das pequenas empresas

Para 2018, o governo espera um crescimento de mais de 3% do PIB brasileiro, mas para que tal expectativa de retomada da economia se cumpra são necessárias medidas eficazes para garantir o aquecimento da economia, que viu neste ano a concessão de crédito retrair cerca de 4,5% nos seis primeiros meses do ano.

Neste contexto, as pequenas e médias empresas (PMEs) –apesar de representarem uma fatia significativa do mercado – sofrem ainda mais, já que enfrentam uma falta da oferta de crédito adequado às suas especificidades.

Identificando essa deficiência no mercado de crédito, a WorkCapital oferece adiantamento de recebíveis para o segmento, um tipo específico de crédito referente ao desconto antecipado de duplicatas geradas. Uma oportunidade para que a pequena empresa tenha acesso ao capital necessário para lidar com o vencimento de suas contas e continuar investindo no negócio.

Para oferecer taxas de juros individualizadas adequadas ao nível de competitividade das PMEs, a WorkCapital incorporou o uso da inteligência artificial para realizar uma análise de risco mais sofisticada que estipula taxas de juros inferiores às praticadas pelos bancos. Tudo isso de maneira automatizada, disponibilizando o dinheiro em poucos minutos.

Tecnologia de ponta como essa já é uma realidade no dia-a-dia dos pequenos negócios, trazendo benefícios para a administração do fluxo de caixa e contribuindo para a evolução dessas empresas.

Confira aqui mais informações: Work.Capital

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BePay chega ao mercado para simplificar transações financeiras

A BePay acaba de ser lançada no Brasil e seu aplicativo está disponível para ser utilizado em qualquer smartphone Android e iOS, sendo que não é necessário dispor de tecnologia NFC (Near Field Communication) ou qualquer outra para ser utilizado.

Muito mais do que um simples aplicativo, ela chega como uma solução completa que irá facilitar o manuseio e promover uma agilidade quando se fala em movimentação financeira.

Um estudo realizado pelo Google em conjunto com a empresa de pesquisas Kantar TNS e intitulado “Google Consumer Barometer” (barômetro do consumidor), apontou que a fatia de brasileiros que usam smartphones cresceu mais de quatro vezes nos últimos 5 anos.

Segundo dados da 28ª Pesquisa Anual de Administração e Uso de Tecnologia da Informação nas Empresas, realizada pela Fundação Getúlio Vargas de São Paulo (FGV-SP) e divulgada no primeiro semestre de 2017, o Brasil terá um smartphone em uso por habitante até o final deste ano.

Tendo por base os dados apresentados, ter uma carteira digital no celular vem se mostrando uma realidade não muito distante para muitos brasileiros. Analisando todo esse crescimento na aquisição de aparelhos inteligentes, surge essa fintech (como são conhecidas as startups do setor financeiro), com um leque de facilidades envolvendo transações financeiras, diferente de tudo que se vê no mercado.

Com apenas um clique é possível acessar a carteira digital no seu smartphone e escolher qual a melhor forma de realizar a movimentação que deseja. São muitas as operações disponíveis e que se mostram simples ao serem realizadas por meio da BePay.

É possível armazenar, além de um cartão pré-pago próprio, cartões de diversas instituições bancárias e dessa forma pagar, receber, sacar e transferir dinheiro. Tudo com simplicidade, rapidez e segurança e também funciona sem precisar ter uma conta bancária ou mesmo um cartão de crédito.

Dessa forma, além de toda movimentação ocorrer de forma digital, o usuário pode solicitar um cartão pré-pago com bandeira Visa para realizar transações em locais que ainda não estejam ligados à rede BePay.

Além das funções de pagamento, recebimento e transferência, a solução também funciona como um agregador de cupons de desconto que são creditados automaticamente na conta do usuário no ato do pagamento, o que torna a BePay uma plataforma de promoções para todo o varejo.

Já para quem recebe, a operação também é muito simples. O cadastro pode ser feito com CNPJ ou CPF e não é necessário pagar ou alugar maquininha – basta ter um smartphone Android ou iOS para baixar gratuitamente o aplicativo BePay. É o consumidor que digita o valor e gera o código, o estabelecimento apenas lê e autoriza o pagamento.

O acesso e a troca de informações financeiras funcionam de forma tão rápida como um envio de mensagens e, para utilizá-lo na realização de uma compra, não é necessário o usuário estar conectado à Internet, apenas gerar um QR Code que será capturado pelo celular de quem recebe.

As compras pagas com saldo BePay ficam disponíveis para o estabelecimento no ato e o dinheiro das transações pode ser transferido para o cartão BePay, onde é possível realizar compras em POS (Point of Sale) ou até ser sacado em caixas de Bancos 24h ou transferido para qualquer conta bancária.

“Acreditamos em um mundo em que todos os negócios digitais possam ser mais amigáveis e com tecnologias que aumentam a agilidade e a eficiência financeira. O que queremos é facilitar transações comerciais, tornando o processo de pagamento mais prático, rápido e seguro para todos, colocando a carteira do consumidor dentro do smartphone”, comenta Paulo Della Volpe, presidente da BePay.

Quando se fala em transferência, elas podem ser feitas de forma quase que instantânea e ainda garantir a diversão de muita gente. “Imagine-se num lugar onde você está sem dinheiro vivo e não possua conta em banco, e esteja apenas com seu celular. Seu saldo não é suficiente no momento. Dentre todas as alternativas você solicita ajuda a familiares ou amigos para uma transferência rápida onde poderá usar o valor para o próprio BePay ou sacar com o cartão para realizar sua compra. Tudo muito fácil e rápido”, reforça Della Volpe.

A BePay é muito mais do que um conceito de modernidade digital. Supera o rol dos aplicativos. É um conjunto de soluções prontas para uso. “Já está sendo utilizado entre usuários e vem sendo muito bem aceito. A ideia é que um grande número de estabelecimentos de diversas áreas comece a fazer uso do serviço, buscando a facilidade nas transações financeiras”, ressalta o executivo.

A solução BePay já está disponível para download para smartphones Android e iOS.

A plataforma oferece benefícios tanto para quem paga quanto para quem recebe.

Para quem paga, os benefícios são:

• É para todo mundo – Está disponível por meio de aplicativo para smartphones Android e iOS;

• É para todas as horas – É possível pagar usando BePay mesmo se estiver sem Internet;

• Tem cupons – Também funciona como um agregador de cupons de desconto que são usados automaticamente no ato do pagamento em sua conta;

• Não tem burocracia – Para usar BePay não é necessário ter conta bancária ou cartão de crédito;

• Muito prático – Fazer pagamentos e transferências pelo celular se torna tão fácil e rápido quanto enviar uma mensagem;

• Todos os seus cartões em um só lugar – Com BePay fica mais fácil controlar suas finanças, usar seus cartões e pagar torna-se muito mais seguro por meio do conceito de carteira digital;

• Rapidez – Pode-se transferir dinheiro para amigos de uma forma instantânea, sem custo.

E para quem recebe, as principais vantagens são:

• Não é necessário pagar ou alugar maquininha – basta ter um smartphone Android ou iOS para usar, o aplicativo BePay é gratuito;

• Venda e receba de forma rápida – Compras pagas com saldo BePay ficam disponíveis para o estabelecimento no ato;

• Simples e seguro – É o consumidor que digita o valor e gera o código, o estabelecimento apenas lê e autoriza o pagamento como se estivesse tirando uma foto;

• Serve para pessoa física ou jurídica – Para receber pagamentos com BePay você pode se cadastrar com CNPJ ou CPF;

• Divisão de pagamentos – Todos os envolvidos podem receber sua parcela no recebimento de forma individualiza e ao mesmo tempo;

• Oferece campanhas de cupons – BePay é o único em que você pode participar de campanhas de cupons sem pagar taxas por isso;

• Sacar e transferir – Com BePay, você pode fazer saques em Bancos 24h e transferências para sua conta bancária.

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Stefanini e Banco Original são reconhecidos no Prêmio Relatório Bancário

O avanço da tecnologia possibilitou o surgimento de novas maneiras de realizar antigos serviços, de forma mais prática e ágil, o que agrada, principalmente, o novo consumidor, considerado mais exigente e conectado. Atento a essa cenário, o Banco Original inovou ao quebrar paradigmas estabelecidos há anos no mercado financeiro e, com o apoio tecnológico da Stefanini, lançou um modelo 100% digital. A parceria entre as empresas foi reconhecida na segunda-feira (04), na XIII edição do Prêmio Relatório Bancário, organizado pela Cantarino Brasileiro e considerado um dos mais importantes do setor.

Parceiras desde 2015, as empresas foram vencedoras na categoria Aplicativos com o case “Original na Essência, Disruptivo na atitude”, que destaca o trabalho desenvolvido pela Stefanini em três projetos:

– Abertura Remota de Contas: aplicativo desenvolvido para que a equipe possa coletar remotamente as informações necessárias para realizar o cadastro de novas contas, por meio de dispositivos móveis.

– Plataforma de Gerente Comercial: o banco disponibiliza em um tablet todas as funções de uma agência, inclusive orientação de investimentos, para que o gerente possa se locomover para qualquer local, atendendo aos clientes no Brasil inteiro.

– Coleta e Entrega: solução na plataforma Java/Web, com diversos werbservices para integração com os sistemas de canais, como atendimento e plataforma corporativa. O serviço permite ao cliente ter conveniências em casa, como a entrega de dinheiro em espécie (real, dólar e euro), entrega de token físico, cartões, recolhimento de cheques depositados via imagem, entre outros benefícios.

Carlos Augusto de Oliveira, diretor de TI e Operações do Banco Original, conta que o principal desafio era lançar uma nova plataforma tecnológica inovadora, multicanal e segura, além da meta de crescer no varejo, com mais correntistas e ofertas de serviços. O executivo ressalta que a parceria tecnológica com a Stefanini foi essencial para tangibilizar a proposta de ser um banco 100% digital e poder oferecer aos clientes a possibilidade de abertura de conta pelo aplicativo, sem burocracia.

Marco Stefanini, fundador e CEO global da Stefanini, ressalta que o reconhecimento é mais uma prova de que o trabalho realizado foi ousado e disruptivo. “A Stefanini investe em pesquisa e inovação para entender o negócio do cliente e desenvolver a solução que se adeque melhor ao perfil de cada um. O Banco Original já nasceu com a proposta de ser 100% digital e nós ajudamos a concretizar isso. Para a Stefanini, foi uma grande satisfação poder ser parceira nesse projeto audacioso”, finaliza Marco Stefanini.

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