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“Negócios Emergentes: do Blockchain ao IoT” é o tema principal da ABES SOFTWARE CONFERENCE 2017

Em 18 de setembro, a ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software) realiza sua conferência anual, a “ABES Software Conference 2017”, que acontece das 8h30 às 18h no WTC Events, em São Paulo (Av. das Nações Unidas, 12.551). Com o tema “Negócios Emergentes: do Blockchain ao IoT”, o evento reúne 21 especialistas do setor de TIC, nacionais e internacionais, para debater as transformações nos negócios provocadas pelas tecnologias emergentes, além de discutir sobre políticas públicas e oportunidades para ampliar a produtividade e a qualidade das empresas do setor de software e serviços no Brasil.

Segundo o presidente da ABES, Francisco Camargo, “O evento aborda os principais assuntos em uma era de mudanças que está atingindo o mundo e o que o Brasil deve fazer para aproveitar os novos negócios que estão surgindo”.

Ao longo do dia, o evento terá a apresentação do keynote speaker e cinco painéis que discutem os temas mais relevantes do momento para a área, sendo que todos são apresentados por importantes especialistas e empresários.

O Painel Governo Digital, receberá figuras públicas como Marcelo Pagotti (Secretário de Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento), Maximiliano Martinhão (Secretário de Política de Informática do MCTIC) e Daniel Annenberg (Secretário de Inovação e Tecnologia – PMSP).

No segundo painel, Inovação Financeira, o palco é tomado por empresários como o francês Abdallah Hitti (COO da HIPAY) e Carlos Fagundes (CEO da IntegralTrust), que tratam sobre tendências em inovação financeira e meios de pagamento.

BLOCKCHAIN E SEGURANÇA DE IOT

Autoridade mundial, pioneiro e evangelista do Bitcoin, o keynote speaker da conferência, André de Castro (CEO da empresa Blockchain of Things), assume o palco para tratar sobre Blockchain e do ponto crítico da Internet dos Objetos Conectados, a segurança.

Executivo de tecnologia, autoridade em Bitcoin e blockchain, André de Castro, americano, de origem brasileira, tem se empenhado ativamente no desenvolvimento do Bitcoin desde sua criação em 2010.

“Empreendedorismo, inovação e oportunidade de negócios” abre a tarde com o Prof. Dr. Eduardo Costa (Diretor do Laboratório de Cidades mais Humanas, Inteligentes e Sustentáveis), Irecê Kauss (Superintendente do BNDES), Rafael Moreira (Assessor Especial para Indústria 4.0 e Diretor de Tecnologias Inovadoras do MDIC) e Jonny Doin (CEO da Grid Vortex).

O Painel 4 trata de um ativo invisível, mas essencial para o desenvolvimento de qualquer país, a “Segurança Jurídica” e traz Dr. Manoel Antônio dos Santos (Diretor Jurídico ABES), Dr. Thiago Luís Sombra (Sócio do Escritório Mattos Filho, Especialista em Ética Corporativa) e Dr. Marlos Melek (Juiz do Trabalho e membro da comissão de redação final da Reforma Trabalhista).

O debate sobre “Presente e Futuro do setor de TIC” encerra os painéis da conferência com Francisco Camargo (Presidente da ABES), Cristina de Luca (jornalista da Rádio CBN) e Luciano Ramos (analista no International Data Corporation).

As inscrições podem ser feitas pelo site até dia 15/9.

Para mais informações sobre palestrantes e atividades, acesse: www.AbesDigital.org.br

“ABES Software Conference 2017”

Data | 18 de setembro – Segunda-Feira
Horário | 8h30 às 18h
Local | WTC – Events Center
Endereço | Av. das Nações Unidas, 12.551 , 3º andar – Brooklin Novo – São Paulo – SP

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Banda Larga Móvel e “internet sem computador” predominam em domicílios brasileiros, aponta pesquisa

O número de domicílios conectados por meio de banda fixa mantém-se estável no Brasil. É o que aponta a pesquisa TIC Domicílios 2016, divulgada nesta terça-feira (05) pelo CGI.br, NIC.br Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), por meio do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br) do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br). A banda larga fixa é o tipo de conexão utilizada por 23 milhões dos domicílios, mesmo patamar de 2015.

O acesso à Internet móvel, por sua vez, tem se destacado. A banda larga móvel é a principal forma de conexão para um quarto dos domicílios brasileiros com acesso à Internet, estando presente em 9,3 milhões de domicílios. Entre as residências conectadas, as conexões móveis são encontradas em maiores proporções nas classes D/E, na região Norte e nas áreas rurais.

A pesquisa também revela que a proporção de domicílios com acesso à Internet, mas sem computador dobrou em dois anos, passando de 7%, em 2014, para 14% em 2016 – o equivalente a 4,4 milhões de domicílios. “Os resultados indicam maior presença dos acessos móveis nos domicílios brasileiros, que ocorrem principalmente por meio do uso de telefones celulares. O crescimento da banda larga móvel, contudo, ocorre com maior intensidade entre os domicílios das classes sociais menos favorecidas e em regiões que tradicionalmente apresentam conectividade mais restrita, como é o caso da região Norte e das áreas rurais”, enfatiza Alexandre Barbosa, gerente do Cetic.br.

Conectados x desconectados

No Brasil, 54% dos domicílios estão conectados à Internet, o que representa 36,7 milhões de residências – um crescimento de três pontos percentuais em relação a 2015. Os padrões de desigualdade revelados pela série histórica da pesquisa persistem: apenas 23% dos domicílios das classes D/E estão conectados à Internet, enquanto em áreas rurais esta proporção é de 26%. O acesso à Internet está mais presente em domicílios de áreas urbanas (59%), e nas classes A (98%) e B (91%).

A pesquisa revela ainda que em 18% das residências conectadas a Internet também é utilizada pelo domicílio vizinho. Essa prática de compartilhamento da conexão à Internet é mais comum em domicílios localizados em áreas rurais (30%) e na região Nordeste (28%).

A TIC Domicílios 2016 também traz um indicador sobre o principal motivo para a falta de Internet nos domicílios no Brasil: 26% dos domicílios desconectados afirmam que a conexão é cara, enquanto 18% mencionam falta de interesse.

Dispositivos de acesso e tipo de conexão

A pesquisa TIC Domicílios 2016 aponta que o uso da Internet por indivíduos de 10 anos ou mais passou de 58%, em 2015, para 61%, em 2016. No total, o Brasil conta com 107,9 milhões usuários de Internet.

A pesquisa confirma a tendência, já revelada na edição de 2015, de avanço do celular como principal dispositivo de acesso à rede. Em 2016, 93% dos usuários de Internet utilizaram o celular para navegar na rede, um aumento de quatro pontos percentuais em relação ao ano anterior. Em contrapartida, foi registrada queda no percentual de usuários que acessam a rede por meio de computador: 80% dos usuários em 2014 e 57% dos usuários de Internet em 2016.

O principal local de acesso à Internet continua sendo o próprio domicílio (92%) e a proporção de usuários que acessam a Internet na casa de outra pessoa (amigo, vizinho ou familiar) segue relevante (60%).

Entre os usuários de Internet pelo telefone celular, o Wi-Fi se mantém como o tipo de conexão mais mencionado: 86% dos usuários afirmam utilizar o Wi-Fi, enquanto 70% utilizam a rede 3G ou 4G. Além disso, um em cada quatro usuários afirma ter se conectado exclusivamente por meio de Wi-Fi (25%), hábito que é mais comum entre os de 10 a 15 anos (42%). Outros 11% acessam apenas por redes 3G ou 4G, proporção que é maior entre os de classes D/E (18%).

Atividades realizadas na rede

Já no que diz respeito às atividades on-line, as mais mencionadas continuam sendo o uso da Internet para envio de mensagens instantâneas (89%) e uso de redes sociais (78%) – proporções que se mantém estáveis em relação à edição anterior da pesquisa. Em 2016, observou-se que 17% dos usuários usam a Internet para divulgar ou vender produtos ou serviços, enquanto essa proporção era de apenas 7% em 2012.

A pesquisa TIC Domicílios 2016 também mostra que há diferenças quanto ao consumo de bens culturais on-line entre os residentes em áreas urbanas e rurais. Enquanto 70% dos usuários de Internet de áreas urbanas afirmam assistir a vídeos, programas, filmes ou séries on-line, essa proporção é de 56% nas áreas rurais. Ouvir música on-line é uma atividade realizada por 64% dos usuários de áreas urbanas e 53% de áreas rurais. “O indicador revela a existência de desigualdades também quanto ao tipo de atividade realizada pelos usuários a depender de condições de infraestrutura, sobretudo, quando se trata de aplicações que requerem velocidades de banda mais alta, como é o caso de streaming de vídeo. Esse é mais um ponto importante para garantir uma plena inclusão digital”, ressalta Barbosa.

Em sua 12ª edição, o estudo realizou entrevistas em mais de 23 mil domicílios em todo o território nacional, entre novembro de 2016 e junho de 2017 com o objetivo de medir o uso das tecnologias da informação e da comunicação nos domicílios, o acesso individual a computadores e à Internet, atividades desenvolvidas na rede, entre outros indicadores.

Para acessar a TIC Domicílios 2016 na íntegra, assim como rever a série histórica, visite http://cetic.br/. Compare a evolução dos indicadores a partir da visualização de dados disponível em: http://data.cetic.br/cetic/explore?idPesquisa=TIC_DOM.

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Samsung apoia startup que oferece viagens com destino surpresa

Caio se formou em Direito pela Universidade de São Paulo (SP) e, cansado do estresse da capital paulista, resolveu fazer um “mochilão” Brasil afora. Com a mente aberta para negócios inovadores, teve a ideia de um serviço de contratação de viagens com destino surpresa. Chamado de Instaviagem, o serviço foi lançado oficialmente neste ano pela Dubbi, startup fundada por Caio Martins, após sua participação no Intensivo #5, programa gratuito de pré-aceleração promovido pelo Samsung Ocean USP, uma parceria entre a empresa e a Escola Politécnica da USP (Poli-USP).

“A criação do Instaviagem somente foi possível devido ao programa do Samsung Ocean USP. Ao realizar os estudos e participar das atividades, notamos que a oportunidade de negócio era imensa e resolvemos investigar mais a fundo como poderíamos entrar no mercado de viagem online”, explica Caio.

Após o período de pré-aceleração no Samsung Ocean, foram quatro meses para estruturar a execução do Instaviagem, definir os processos e deixá-lo pronto para atender ao consumidor. Em menos de dois meses, a única agência online do Brasil que cuida da experiência ponta-a-ponta do viajante realizou mais de 100 viagens, se tornando referência por seu modo inovador de geração de roteiros, feito com base nos gostos do cliente e trazendo uma proposta surpresa para o contratante do serviço.

“O Samsung Ocean USP é um centro de capacitação de desenvolvedores e empreendedorismo. Nosso programa vai ao encontro dos objetivos da companhia, que estabeleceu a parceria com a USP justamente para estar mais próxima à comunidade acadêmica e fomentar o surgimento de tendências que possam ter impacto no mercado consumidor nos próximos anos”, explica Guilherme Selber, gerente de Inovação da Samsung América Latina. “No Instaviagem, vimos essa proposta se tornar realidade”, ressalta.

Dicas para quem quer empreender

Para Caio, o mais importante é que o empreendedor realmente goste e se divirta durante o período da criação da sua empresa. “No fundo, é isso que vai mantê-lo em seu negócio, uma vez que passará por todos os tipos de desafios. Também é fundamental ter algo que dê sustentação – pode ser sua fé, amigos, familiares ou até mesmo o desejo de mudar o mundo.”
O criador do Instaviagem frisa, contudo, que isso não é o suficiente. “Além da paixão, é necessário conhecimento técnico. Já passamos daquela fase em que a pessoa montava um negócio e as coisas simplesmente aconteciam. É muito importante que o dono do empreendimento estude muito e aprenda com pessoas da área”.

Caio recomenda ainda que ajuda externa e disciplina sejam sempre bem-vindas: “É bom que se pense em instituições como incubadores, aceleradoras e redes de mentores. Por fim, deve-se ter uma rotina de alta performance, porque controle emocional e organização são imprescindíveis”.

Para saber mais sobre o Instaviagem e a Dubbi, acesse https://instaviagem.com/.

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AMcom cresce e amplia equipe de vendas com novo gerente comercial

A AMcom, empresa especializada em serviços de tecnologia e que atua com consultoria, fábrica de projetos e de software, sustentação e alocação, acaba de contratar Agostinho Artur Schnaider como gerente comercial.

O executivo, que acumula mais de 25 anos de experiência na área de TI, sendo 18 anos dedicados à fundação e gestão da KeepIT, tem como meta suportar o time de vendas, dando condições para a equipe acompanhar o plano de expansão da companhia que ampliou sua atuação de forma considerável neste ano.

Diferente das outras empresas, a AMcom conseguiu expandir sua operação durante a crise. Isso porque fornece soluções que as empresas buscam neste momento, ou seja, projetos para atendimento de demandas pontuais que refletem na transformação do negócio, assim como na redução de custos. Esse cenário deu condições à empresa de se fortalecer e lançar um plano desafiador para os próximos anos.

“A minha atribuição é suportar o time de vendas para acompanhar esta expansão aproveitando as demandas que surgiram no recesso econômico e as que devem acontecer com a retomada do crescimento. Apesar de prevermos uma melhora gradativa na economia, muitas empresas não conseguem mais esperar pela estabilização política e estão tomando suas próprias decisões. Temos metas ousadas e vamos atingi-las”, revela Schnaider.

As referências do executivo no universo Microsoft, somando mais de 15 certificações e gestão da parceria, além do conhecimento no gerenciamento de pessoas, trouxe um nível de maturidade organizacional e ritmo de vendas privilegiado à sua bagagem profissional. “A experiência de Schnaider vem ao encontro da nossa metodologia de trabalho, que está muito focada em empoderar os clientes, mas sem deixar os processos de lado”, pontua a diretora executiva da AMcom, Andréia Rengel.

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PSafe alerta: novo golpe do WhatsApp promete pacote de dados gratuito

A PSafe, empresa desenvolvedora do aplicativo DFNDR, identificou um novo golpe que está circulando pelo WhatsApp. Trata-se de um link que faz uma falsa promessa de pacote de dados móveis de diversas empresas de telefonia e foi acessado mais de 20 mil vezes até o momento.

Ao abrir o link recebido pelo app de mensagens, o usuário faz um breve cadastro com seu nome, número de celular e operadora e é induzido a compartilhar o falso benefício com 10 amigos. Ao realizar os compartilhamentos, o site malicioso faz dois direcionamentos: um sugere que o usuário inclua seu número de telefone novamente, só que desta vez o cadastro é para um serviço de SMS pago – que efetua cobranças indevidas; o outro direcionamento é para baixar um app falso, que pode infectar o smartphone e deixá-lo vulnerável a outros tipos de crime ou prejuízo financeiro.

Para que os usuários de Android não se tornem vítimas deste tipo de cibercriminosos, o gerente de Segurança da PSafe, Emilio Simoni, reforça a necessidade de ter um antivírus certificado com a função ‘antiphishing’ instalado no smartphone, que avisará o usuário se o link clicado é confiável ou não, permitindo, assim, uma navegação mais segura. Além disso, “é importante que o usuário tenha um comportamento preventivo na internet, desconfiando de links recebidos via redes sociais e chats, mesmo de conhecidos”, completa o especialista.

Confira algumas capturas de tela do golpe:

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Anatel licencia Vecto Mobile como operadora virtual de telefonia celular

A Vecto Mobile, empresa com foco total em conectividade para Internet das Coisas, recebeu autorização da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para atuar como operadora virtual de telefonia celular. É a quinta Full MVNO no Brasil a obter a licença. Desde o mês passado, a empresa pode explorar o serviço móvel pessoal em todas as áreas de registro do país (regiões I, II e III).

“Somos uma operadora de telefonia móvel 100% brasileira, nascida para atender lacunas de serviços de nicho não cobertos pelas operadoras móveis tradicionais, como os projetos baseados em Internet das Coisas por meio da comunicação M2M (Machine to Machine)”, diz Gerson Rolim, CIO da Vecto. “Nosso foco é conectividade e não temos intenção de oferecer serviços de voz”.

A nova operadora acaba de assinar contrato para projetos de IoT nos mercados de adquirência, monitoramento veicular, carros conectados, agronegócios, automação industrial, segurança, seguros e rastreamento. Um desses projetos permite acompanhar o trajeto de bagagens, cargas e pessoas em qualquer lugar do mundo. Outro dá ao criador de gado informações valiosas e em tempo real sobre o seu rebanho, enquanto um terceiro otimiza o tempo de plantio e colheita.

“As empresas começam a perceber os benefícios da Internet das Coisas, pois a tecnologia já apresenta sensores mais baratos e mais poderosos (que geram dados valiosos e acessíveis em nuvem), tecnologias de segurança e software inteligentes que podem ser embutidos nos dispositivos conectados, e conectividade cada vez mais rápida e onipresente”, afirma Rolim.

A solução da Vecto Mobile está centrada em um cartão SIM IoT M2M que pode ser incorporado ao hardware de dispositivos móveis inteligentes, como eletrodomésticos, tablets e smartphones. Entre as suas principais características estão a possibilidade atualização remota (o cartão pode receber atualizações, correções, novas funcionalidades e configurações de rede sem a necessidade de substituição ou descarte), a robustez (suporta intempéries e ambientes hostis, em temperaturas que variam de – 40º C a + 105º C) e a tecnologia embarcada (é inserido no dispositivo desde a sua fabricação e, portanto, menos sujeito a quebras e manuseios).

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Startup cria aplicativo que caça corruptos

A corrupção virou pauta de todo o dia no Brasil. A cada semana, novas delações, denúncias e acusações envolvendo empresas e governo, recebem destacada cobertura da mídia.

Todo esse clima de desconfiança que tomou conta do país acendeu um sinal de alerta em empresas de todos os portes. Hoje, pequenas, médias e grandes companhias estão mais preocupadas em evitar que surjam atos de irregularidades e corrupção internos. Para se ter uma ideia, segundo pesquisa da consultoria Deloitte em 2013, 30% das empresas pesquisadas no Brasil afirmaram ter um programa de compliance. Esse percentual subiu para 65% em 2016.

Foi pensando nesse cenário brasileiro que o advogado Fábio Moreno e o engenheiro André Cepukas, desenvolveram o IComply, um aplicativo de fácil uso que auxilia o empresário a regularizar e controlar de forma mais certeira sua empresa de possíveis atos de corrupção.

“O IComply é uma ferramenta de compliance que busca o desenvolvimento moral e ético do funcionário, o que resulta na proteção da empresa e de seus administradores.”, Fábio Moreno, CEO da empresa. A ferramenta busca o desenvolvimento e disseminação de uma Cultura de Integridade, que possibilita a implementação eficaz de um Programa de Compliance, protegendo a empresa e os seus administradores.

Conheça as funcionalidades do aplicativo:

Por meio do aplicativo, é possível que qualquer colaborador da empresa ou terceiro, acesse o aplicativo IComply, que veicula documentos e comunicados institucionais, treinamentos e questionários, vídeos e entrevistas sobre compliance. “O app alcança, com extrema agilidade e eficácia todos os colaboradores da empresa, terceiros, fornecedores e demais parceiros negociais. Há também um canal de denúncia anônimo, além de grupos de discussões animados pelos próprios usuários.”, explica Fábio.

Outro objetivo do aplicativo é aprimorar e facilitar o acesso ao programa de compliance, produzindo provas positivas para a empresa a partir dos dados de acesso gerados pelo aplicativo, como tempo de uso, participação em treinamentos, respostas aos questionários.

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Goodyear expande sua Rede de Inovação para o Vale do Silício

A Goodyear Tire & Rubber Company abriu seu primeiro escritório no Vale do Silício para estar próxima a montadoras, fornecedores e startups relacionados a mobilidade, que estão desenvolvendo as próximas gerações de veículos e modelos de serviços.

As áreas de foco inicial do escritório no Vale do Silício abrangem a otimização de pneus e soluções em serviço para veículos autônomos e frotas de compartilhamento de viagens, o uso de dados de pneus e veículos para planejar serviços de substituição e manutenção, além do contato com os líderes da indústria automotiva para acelerar suas próprias plataformas de inovação.

“As pessoas não associam imediatamente os pneus à transformação digital na indústria automotiva”, diz Chris Helsel, diretor de tecnologia da Goodyear. “Mas vemos uma oportunidade sem precedentes para que os componentes eletrônicos e os sistemas de informação do pneu permitam melhorar o desempenho e a segurança do veículo, e em especial a experiência do passageiro”.

Como líder em inovação na indústria global de pneus, a Goodyear tem quase 120 anos de conhecimento e informação em mecânica de pneus e veículos de passeio e caminhões comerciais, além de aeronaves e escavadoras.

O escritório da Goodyear está localizado no Centro Tecnológico Plug and Play em Sunnyvale, Califórnia, o maior acelerador de tecnologia global do mundo e fundos de investimento. A Goodyear é membro fundadora da plataforma de mobilidade Plug and Play, lançada em 2016.

“Nosso objetivo é oferecer serviços e fabricar produtos inteligentes e conectados, que respondam às futuras gerações de veículos e modelos de negócios”, afirma Helsel. “Estamos abertos para o desenvolvimento de negócios no Vale do Silício a fim de colaborar com os melhores e mais brilhantes pensadores que estão trabalhando no futuro da mobilidade”.

O escritório da Goodyear no Vale do Silício é uma extensão da rede global de inovação da companhia, que inclui nove centros de inovação, centros de desenvolvimento e campos de provas ao redor do mundo. A rede ainda inclui parcerias de inovação com inúmeros clientes, fornecedores, governos e universidades.

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ABES cria Comitê de Segurança e Risco Cibernéticos

As últimas ondas de ataques cibernéticos no mundo geraram grande insegurança e exigiram respostas rápidas das agências de governos do mundo inteiro para regulações mais rígidas. Além disso, novidades tecnológicas como Blockchain e IoT também trazem inquietação quanto a segurança de dados à sociedade. Diante desses fatos, a ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software), criou o Comitê de Segurança e Risco Cibernéticos, com o intuito de estudar os riscos e medidas que podem ser tomadas para mitigá-los, alertar, influenciar e conscientizar empresas, governo e população sobre a importância desses riscos e as medidas de prevenção que podem ser tomadas.

“Qualquer plano nacional de Segurança da Informação passa, obrigatoriamente, pela conscientização e educação da população, das empresas e dos governos. A segurança nacional depende de cidadãos conscientes. A segurança coletiva passa pela segurança individual”, afirma Francisco Camargo, presidente da ABES.

CEO e cientista-chefe da Kryptus, empresa especializada em segurança cibernética, monitoramento, certificação digital e criptografia e associada ABES, Roberto Gallo está à frente deste comitê como coordenador. “Nosso escopo de trabalho consiste em conscientizar, auxiliar e influenciar positivamente nas políticas públicas, e discutir o que as tecnologias de segurança podem também gerar de oportunidades, dinamizando o ambiente de negócios”, comenta Roberto Gallo.

O grupo irá trabalhar com três vertentes: Mitigação de riscos e conscientização (incentivar a definição dos dados a serem protegidos de uma empresa); Compliance & regulamentação (incentivar a adequação das empresas às leis, aos melhores padrões e práticas e às regulamentações nacionais e internacionais); Identificação de novas oportunidades de mercado (incentivar a identificação de negócios a partir das inovações tecnológicas).

De acordo com Gallo, as consequências da insegurança digital fatalmente recaem sobre o usuário final, seja em sua vida pessoal ou pública, por esta razão, o intuito do comitê também é de promover o esclarecimento não só às empresas e governo, mas também à população. “Segurança de dados se tornou algo importantíssimo no Brasil e no mundo. É necessário investir contra os ataques, mas antes de tudo precisamos nos guiar por normas obrigatórias, fazer atualizações regulares dos sistemas operacionais e estarmos em conformidade com as normas nacionais”, afirma Gallo.

Para o presidente da ABES, a criação do comitê vai ao encontro do trabalho da entidade de incentivar a melhora da qualidade do software feito no Brasil, aumentar a competitividade, aumentando a segurança dos compradores. A entidade lançou, recentemente, o Certificado Código Auditado ABES, através de um convênio de assistência técnica, o software Fortify analisa aplicações para identificar as vulnerabilidades e apontar correções.

A ABES se articula através de seus comitês específicos, que são o de Propriedade Intelectual, o Regulatório, o de SaaS, o de IoT, o de Risco e Segurança Cibernéticos e o GT de Tributação .

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Security4IT discute as vulnerabilidades e as oportunidades que as tecnologias de IoT oferecem

O IoT (em inglês, Internet of Things ou Internet das Coisas, em português) já passou de tendência e hoje, é uma realidade no Brasil e no mundo. De acordo com um estudo da Pyramid Research, 73% das empresas de médio e grande porte no Brasil já possuem alguma preocupação com IoT. Neste sentido, a segurança cibernética é um tema que deve ser considerado com cuidado e este é o foco da apresentação da Security4IT, em sua palestra e em seu estande (#04) no Mind The Sec 2017.

“O atual universo de dispositivos conectados ainda gera muitas questões no mercado, principalmente quando falamos em ameaças cibernéticas. É preciso estar atento e ter soluções robustas que permitam controlar todos os acessos à rede da organização e caso uma anomalia de acesso seja identificada, é crucial ter um plano de ação”, afirma Cassio David Pereira, sócio e diretor financeiro da Security4IT.

A preocupação já está na pauta de conselhos administrativos das companhias, líderes e gestores, principalmente após os ataques em escala global que intensificaram os investimentos neste setor. No Brasil, 57% das empresas investem em políticas e estratégias de segurança cibernética em IoT, segundo estudo da PWC. Além disso a mesma pesquisa aponta que, 35% planejam investir em análises de vulnerabilidade para IoT nos próximos 12 meses.

“Todo o evento gera um relevante debate sobre a importância de proteger as redes e os dispositivos conectados. É fundamental encontrar um equilíbrio entre segurança e acessibilidade, no IoT e então, avaliar seus benefícios e riscos. A Security4IT tem acompanhado a evolução do mercado na busca das melhores soluções para seus clientes e está focada não só na detecção de ameaças existentes, mas também por meio de análise de comportamentos de rede, avalia situações atípicas e assim identifica ataques como Sandbox, Zero Day, dentre outros”, completa Fabio Maeji Amaro, sócio e diretor comercial da Security4IT.

O Mind The Sec é uma das principais conferências sobre Segurança da Informação realizada no Brasil. O evento tem a finalidade de estimular a troca de conhecimento entre os profissionais responsáveis pela proteção de dados de instituições e pessoas físicas, além de reunir as principais empresas e tomadores de decisão do setor.

Os sócios e diretores da Security4IT, Cassio David Pereira e Fabio Maeji Amaro, ministram a palestra Segurança e visibilidade em um mundo de IoT, no dia 13/09 às 17h20.

Mind The Sec

Data: 12 e 13 de Setembro

Local: Grand Hyatt São Paulo – Av. das Nações Unidas, 13.301, Itaim Bibi – São Paulo, SP

Palestra Security4IT: Segurança e visibilidade em um mundo de IoT – palestrantes: Cassio David Pereira e Fabio Maeji Amaro, sócios e diretores da Security4IT.

Data: 13 de setembro

Horário: 17h20

Website: mindthesec.com.br/saopaulo2017/

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Varejo adere aos programas de fidelidade para reter clientes e ampliar vendas

Em tempos de crise econômica, freio no consumo e grande concorrência, os desafios do varejo brasileiro são muitos. Passam pela conquista de novos consumidores e pela retenção dos clientes já atendidos, visando ao aumento de vendas e do valor do ticket médio, aspectos fundamentais para incremento do lucro e desenvolvimento do setor. Para atingir esses objetivos, cada vez mais varejistas têm investido em um tipo de iniciativa que cresce ano a ano no país: os programas de fidelidade.

Um dos cases de sucesso do setor será apresentado no 2º Fórum Brasileiro de Fidelização por Michael Placido, head de CRM e Analytics da rede de supermercados São Vicente, que conta com 20 lojas espalhadas pelo interior de São Paulo. O evento será realizado pela Associação Brasileira das Empresas de Fidelização (ABEMF), em São Paulo, em 20 de setembro.

Os supermercados São Vicente deram início a sua estratégia de fidelização de clientes em 2014 e, desde então, estão colhendo os frutos desse projeto. “Hoje, temos lojas com mais de 70% das vendas identificadas, ou seja, conseguimos conhecer hábitos de compra, o que nos permite, primeiro, revisar o layout e mix de produtos com base no consumo de cada consumidor e, na sequência, direcionar ofertas e promoções, até determinar o preço de um item pelo perfil do cliente”, ele diz.

Para Placido, esse é um dos principais benefícios de um programa de relacionamento. “A riqueza das informações obtidas com a identificação da venda é, sem dúvida, uma das maiores vantagens. Saber qual o perfil de clientes loja a loja, a diferença de mix de produto para atender ao comprador daquele estabelecimento, chegando até mesmo montar o layout da loja com base em compras anteriores”, explica. Entre as estratégias adotadas pela rede São Vicente estão a de gerar experimentação de produtos lançados pela indústria, acelerando o conhecimento pelo cliente, além de criar picos de venda adicional para produtos que estão estabilizados ou estagnados, por exemplo.

Além de Michael Placido, estão confirmados no evento nomes como Marcio Fabbris, VP de Vendas e Marketing da VIVO; Jamie Samaha, senior VP global da MasterCard; Edmilson Pereira, diretor do Super Nosso Supermercados; Paulo Kakinoff, CEO da Gol; André de Stefani, gerente executivo de Desenvolvimento de Varejo da Ipiranga; Doug Rappaport, VP de Loyalty and Offers da Visa e Augusto Rocha, sales partner da Pmweb.

2º Fórum Brasileiro de Fidelização

Data: 20 de setembro (quarta-feira).

Horário: das 8h30 às 17h.

Local: Hotel Unique (Av. Brigadeiro Luís Antônio, 4.700 – Jd. Paulista/SP).

Valor: R$ 900,00.

Realização: ABEMF.

Organização: GS&MD.

Inscrições: www.forumfidelizacao.com.br

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Startups brasileiras participam de programa de aceleração no Canadá

Nove empresas brasileiras foram selecionadas para participar da segunda edição do LEAP International, programa de aceleração exclusivamente para empresas brasileiras no Canadá, na aceleradora Launch Academy em parceria com a empresa Dream2b, onde deverão passar por treinamentos, workshops, visitas técnicas e encontros com investidores em Vancouver, na Colúmbia Britânica canadense, além também da participação especial no evento anual dos investidores da NACO, em Montreal, e se conectarem com +500 investidores internacionais.

A SysMiddle, especializada em Integração de Sistemas, foi uma das startups selecionadas para participar do programa, a qual foi fundada pelos empreendedores Sergio Fontana Jr. e Samanda Jentig, possuindo uma plataforma SaaS para automatizar e facilitar as integrações de dados e sistemas empresariais, em uma arquitetura flexível e escalável, permitindo responder mais rapidamente ao tempo de mercado.

Segundo a empreendedora Samanda, uns dos principais motivos que levaram a escolha da SysMiddle, foi o alto potencial de mercado e crescimento em tão pouco tempo, onde de acordo com a Grand View Research Inc., o mercado de integrações deverá atingir US$ 393,10 bilhões até 2020.

Uma das melhores aceleradoras do Canadá, a Launch Academy se tornou referência mundial, realizando a aceleração de mais de 500 startups, assim levantando mais de US$ 900 milhões e gerando cerca de 1000 empregos em todo o mundo.

A ideia é impulsionar os negócios das startups que querem se tornar globais a partir do Canadá, expandindo para América do Norte no curto prazo, com mentorias especializadas em diversas áreas e aproximação com contatos estratégicos, isso é o que explica Regina Noppe, cofundadora e CEO da Dream2B, International Venture Builder especializada em internacionalização e organizadora do programa.

As startups selecionadas foram as seguintes:

SysMiddle Technology – plataforma para Integração de Sistemas;

Eruga – soluções tecnológicas educacionais imersivas;

Lady Driver – app que conecta passageiras a motoristas do sexo feminino;

LiteLims– software para Gerenciamento de Laboratórios;

Topic Play – plataforma de livros-jogos e revistas-jogos;

Pronto Rush – plataforma de logística, realiza entregas imediatas;

Safetest – soluções para a saúde humana e animal;

Puzzes Dynamics – impressoras 3D diferenciadas;

Shawee – plataforma de automação de hackathons;

Este é o primeiro passo da nova fase da SysMiddle, que pretende alcançar novos mercados e horizontes.

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Tecnisa alcança maior engajamento de funcionários com portal colaborativo

Com 38 anos de atuação, a Tecnisa é considerada uma das maiores e mais inovadoras empresas do mercado imobiliário do Brasil. Atualmente, a empresa possui mais de 7 milhões de m² lançados em todas as suas praças de atuação.

Por ser uma empresa de grande porte, a Tecnisa precisava de uma solução de Intranet que organizasse todas as informações da companhia, criando meios para que os gestores tivessem controle de todas as etapas do fluxo do negócio, aperfeiçoando a comunicação entre os colaboradores e aumentando a produtividade entre as equipes.

Assim, a Tecnisa contratou a REDBELT para apoiá-la na identificação da melhor solução. Com o objetivo de compreender o que a empresa realmente precisava, a REDBELT transformou a intranet em um portal corporativo atrativo e colaborativo, de forma que os funcionários pudessem encontrar todas as informações de maneira ágil.

O primeiro passo foi entender como integrar os usuários do Active Directory e do SharePoint, fazendo os ajustes necessários para entregar uma intranet adaptada às necessidades da Tecnisa. Assim que todos os ajustes foram feitos, a RED AD – divisão de Desenvolvimento de Aplicações da REDBELT – ofereceu à Tecnisa uma solução personalizada, com implantação rápida e eficiente. As soluções utilizadas foram o SharePoint Server 2013 e Microsoft SQL Server 2012 Standard, com todos os servidores estão hospedados no Microsoft Azure.

Com a implementação, a Tecnisa percebeu maior engajamento de sua equipe, pois o acesso ágil às informações otimizou o tempo, elevou a produtividade, reduziu o número de chamados e aumentou a colaboração entre equipes. Os gestores da empresa também passaram a ter maior controle sobre o clima e a cultura organizacional.

Segundo Osvaldo Luiz de Aguiar, CIO da Tecnisa, a empresa necessitava de uma tecnologia que fosse parametrizável pelos próprios usuários, uma vez que a companhia opta por trabalhar com uma equipe enxuta. “Hoje, em nossa intranet, todas as informações, independentemente das áreas, podem ser feitas sem que haja dependência de outra área técnica, uma vez que o software é amigável e cada área é responsável por customizar o que irá publicar. Além disso, todos os funcionários da empresa têm acesso à gestão de conhecimento da intranet e manual de normas da empresa, que estão disponíveis no Microsoft Azure e que, antes ficava hospedado em um datacenter. Podemos medir o nível de utilização da intranet pelos colaboradores da empresa, o que nos permite concluir se a rede local atende suas necessidades”.

Para garantir que a intranet funcione com toda a eficiência, a Tecnisa optou por um contrato de suporte e melhorias contínuas no ambiente junto ao time RED AD da REDBELT. Esta proposta de trabalho é dinâmica, pois estabelece as prioridades e novas funcionalidades mensalmente. “O apoio da REDBELT foi essencial para a conclusão do nosso projeto, uma vez que a empresa foi responsável pela definição da arquitetura da nossa nova intranet. O melhor uso do Sharepoint para atender às nossas necessidades só foi possível graças à expertise do time de desenvolvimento da empresa”, afirma Aguiar.

Além das implementações realizadas para a Tecnisa, o serviço de Intranet desenvolvido pela RED AD permite gerenciar solicitações de passagens áreas, veículos, materiais de escritório, benefícios como férias, reservar de salas de reunião, realizar controle de horas, reembolso de despesas, integrações com o Yammer e possui suporte técnico. Segundo Gustavo de Camargo, CEO da REDBELT, “a solução de intranet da Tecnisa foi adaptada de acordo com necessidade apresentada, pois sempre prezamos por oferecer um atendimento personalizado aos nossos clientes. Temos soluções nas áreas de segurança, desenvolvimento de aplicações, nuvem e realidade virtual que nos possibilita integrar diversas expertises tecnológicas com agilidade e eficiência”, explica.

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A tecnologia como motor da Indústria – Por Mário Rachid

De todos os setores impactados pelo processo de transformação digital, o segmento industrial é um dos que passará pelas maiores mudanças estruturais nos próximos anos. O avanço de tecnologias disruptivas, que preveem a formação de uma ampla rede de conexão e troca de dados entre dispositivos, sistemas e máquinas para automatização do processo produtivo, marca uma nova era na história da indústria mundial. No Brasil, as indústrias serão afetadas por essa revolução digital e terão que adotar um novo modelo de trabalho, reformulando o uso de tecnologias, adotando máquinas inteligentes e implementando soluções de TI e sistemas de telecomunicações que serão a base inteligente da nova rede de robôs.

Podemos afirmar que a grande revolução proporcionada pela Indústria 4.0 acontecerá quando os chips instalados nas máquinas começarem a controlar todas as plantas industriais, gerando um salto tecnológico jamais antes visto. Com todos os sistemas conectados, as indústrias nacionais, independentes de seu ramo de atuação, poderão ter importantes ganhos de performance, aproveitando melhor seus ativos, controlando com precisão a produção e alcançando melhores vantagens competitivas.

Além de garantir a eficiência e a agilidade do processo produtivo, os chips estarão preparados para coletar um volume gigantesco e valioso de dados sobre as máquinas, dispositivos e sistemas conectados de uma indústria. Assim, as organizações conseguirão definir os parâmetros exatos de sua produção para serem mais assertivas em suas decisões estratégicas, como na negociação com parceiros comerciais, por exemplo.

As soluções de IoT – Internet das Coisas estarão em todas ás áreas de produção. Os chips estarão presentes também nos dispositivos de controle de toda a cadeia de produção, incluindo a compra e o recebimento de matérias-primas, sendo capazes de otimizar estoques e fornecer informações valiosas que permitirão que as indústrias negociem valores com fornecedores. Nesse cenário, a produção ociosa acaba dando espaço para uma manufatura inteligente e preparada para o modelo sob demanda.

Outras informações estratégicas a serem extraídas dos chips instalados nas máquinas são os dados referentes ao desempenho dos equipamentos. Com uma visão prévia e instantânea de tudo o que ocorre com o maquinário, é possível planejar a produção, evitar gargalos, programar manutenção e reposição de peças, mitigando possíveis prejuízos com máquinas inoperantes ou ociosas.

O controle do processo produtivo será de ponta a ponta, desde a assinatura do pedido até a entrega do produto final. Fábricas estarão aptas também a darem um novo passo rumo a personalização, com equipamentos em 3D para a produção sob medida. A entrada na era da transformação digital será um caminho rumo ao futuro e sem volta para as indústrias, que não sobreviverão mais sem tecnologia, dispositivos móveis e sistemas de telecomunicações.

Com esse movimento, pesquisas indicam que surgirão novas oportunidades de negócios. Segundo o Gartner, as empresas representam 57% dos gastos totais com IoT em 2017. Neste ano, os investimentos globais em hardware para o uso de coisas conectadas dentro das empresas chegarão a US$ 964 bilhões. As aplicações de consumo somarão US$ 725 bilhões em 2017 e, até 2020, os gastos nesses dois segmentos atingirão quase US$ 3 trilhões. Já temos quase 9 bilhões de “coisas” conectadas em uso em 2017, sendo que cerca de 3 bilhões já estão sob controle das empresas. A expectativa é que o volume total chegue a 20 bilhões até 2020.

As manufaturas tradicionais, que ainda tinham dúvidas sobre os benefícios da transformação digital, precisam acelerar a transição para se adequarem ao novo modelo de negócios e não serem ultrapassadas. Com um processo automatizado, mais ágil e com menos chance de erros, as indústrias que saírem à frente terão resultados positivos e condições de concorrer no atual mundo globalizado no qual vivemos.

Mário Rachid, Diretor Executivo de Soluções Digitais da Embratel

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CA Technologies anuncia Alciomara Kukla como vice-presidente de Serviços e Educação para América Latina

A CA Technologies, umas das principais empresas de tecnologia corporativa do mundo, apresenta Alciomara Kukla (Mara) como a nova vice-presidente para a área de Serviços e Educação na América Latina.

Com mais de 20 anos de atuação no setor, sendo boa parte deles na gestão de companhias de porte internacional como Dell EMC, KPMG, PwC, ACCENTURE e ORACLE, a executiva chega à companhia para ampliar ainda mais as oportunidades de negócios da CA Technologies no mercado latino americano. No decorrer de sua trajetória profissional, Mara liderou uma série de estratégias direcionadas à melhoria de performance e inovação tecnológica em grandes empresas multinacionais.

A nova VP ficará alocada no escritório de São Paulo e reportará diretamente ao gerente-geral de Serviços e Educação, Billy O’Riordan. A contratação reforça o compromisso da companhia com a oferta de serviços inovadores e capacitação atrelada às suas ofertas para Agile, DevOps, Segurança e Mainframe.

“Estou muito orgulhosa com este novo desafio. A CA já possui um grande prestigio e meu objetivo é trabalhar com muita determinação para que nossos clientes tenham uma excelente experiência na transformação digital de seus negócios. ”

Com 41 anos de atuação global, sendo 37 deles no Brasil, a CA Technologies emprega 11.000 funcionários espalhados em 40 países. A América Latina é uma das regiões estratégicas da companhia, estando presente, além do Brasil, no México, Colômbia, Argentina, Chile e Peru.

Exclusivamente focada em software, a CA atende grande parte das corporações listadas na Global Fortune 500 e dez dos maiores bancos do Brasil, oferecendo as ferramentas e tecnologia para que forneçam aplicativos e serviços de alta qualidade para seus clientes. A receita da companhia no ano fiscal de 2017 foi de US$ 4.036 bilhões e a previsão é que obtenha um aumento de 4% no ano fiscal de 2018.

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TruckPad é finalista em copa mundial de Startups

O TruckPad, conhecido no mercado como o “Uber dos Caminhoneiros”, acaba de alcançar mais um importante reconhecimento: o aplicativo ganhou a etapa brasileira e foi selecionado para representar o Brasil no Vale do Silício, em maio de 2018, na copa mundial de startups. A premiação aconteceu ontem durante o 2º SP Conecta – evento promovido pela agência ligada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado de São Paulo

O TruckPad, aplicativo que conecta o caminhoneiro autônomo à carga, é a primeira startup brasileira de tecnologia aplicada ao transporte rodoviário de cargas. Lançado em 2013 por Carlos Mira, ele foi idealizado para ser o amigo eletrônico do motorista de caminhão e criar soluções para o seu dia a dia. Ao baixar o aplicativo no smartphone, o motorista se cadastra e informa seus dados básicos, as características de seu caminhão, cursos que possui, entre outros. Na outra ponta, as empresas que necessitam de um transporte de carga também têm suas necessidades listadas no ambiente digital, mas em versão para computadores. Assim, o sistema conecta as demandas de serviço com os motoristas disponíveis. Hoje, o TruckPad já contabiliza a marca dos 500 mil downloads, o que significa que 50% do universo dos caminhoneiros autônomos, conhecem esta ferramenta.

“Representar o Brasil em uma das maiores iniciativas apoiadoras da inovação e do empreendedorismo dos ecossistemas de startups em todo o mundo é motivo de muito orgulho para mim e para toda a equipe do TruckPad”, diz Carlos. “Este prêmio vem somar-se a muitos outros conquistados por nós, como o Prêmio Startup Weekend 2013, pela Brazil Inovators (2013), Prêmio Lide de Startups (2015), Prêmio Fretes e Frotas Verdes (2016), e em 2014, foi eleita pela Plug and Play Winter Expo como a Startup mais inovadora do mundo, entre outros títulos”.

O SP Conecta foi idealizado a partir da necessidade de se criar novas conexões entre empreendedores, incubadoras, aceleradoras, acadêmicos, associações e governos para acelerar o desenvolvimento de startups paulistas. Além disso, pretende aproximar as startups de grandes empresas e corporações inovadoras. Em 2016, a ação também resultou na criação do Mapa SP Conecta, uma ferramenta colaborativa onde as próprias instituições de apoio à inovação cadastram suas informações e ficam mais fácil de serem encontradas por quem precisa delas.

Nesta segunda edição, a novidade foi a realização da etapa regional da Startup World Cup, competição mundial que avalia startups de qualquer segmento ao redor do mundo. Os vencedores regionais participam da final no Vale do Silício, onde o campeão recebe a premiação de um milhão de dólares e mentoria. A iniviativa é organizada e financiada pela Fenox Venture Capital e conta com a participação de importantes nomes do meio.

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MediaTek assume a liderança do mercado de chips para smartphones na América Latina

A MediaTek, fabricante global de semicondutores, assumiu no primeiro semestre de 2017 a liderança do mercado latino-americano de chipsets para smartphones. Segundo dados do instituto de pesquisas IDC, a empresa taiwanesa cresceu 32% em unidades vendidas de smartphones, no primeiro semestre de 2017 (quando comparada ao mesmo período do ano passado), atingindo quase 40% do market share e encerrando a primeira metade do ano no primeiro lugar na região.

“A América Latina é um mercado muito importante para a MediaTek, por isso estamos muito satisfeitos com os resultados obtidos pela companhia na região”, afirma Russ Mestechkin, diretor de vendas corporativas da MediaTek para Estados Unidos e América Latina.

“Tivemos o maior crescimento de nossa história no Brasil”, comemora Samir Vani, country manager da Mediatek no País. Atualmente no País a companhia conta com 30,2% de market share, segundo o IDC, com forte ritmo de crescimento. Do primeiro semestre de 2016 para o mesmo período de 2017, a empresa viu seu volume de unidades crescer 75% no País. O resultado no Brasil foi essencial para que a empresa atingisse o primeiro posto na América Latina.

Segundo Leonardo Munin, analista de pesquisa do mercado de celulares da IDC para América Latina, entre os fatores que levaram a MediaTek à liderança na região destacam-se os acordos realizados com grandes fabricantes como Samsung, Motorola e LG e o investimento da companhia no chamado middle market.

“Além de equipar modelos com grande volume de vendas desses fabricantes globais, a MediaTek também tem forte presença no setor de smartphones intermediários, que tem ganhado força nos últimos anos”, destaca o analista. “Muitas pessoas que, em 2014 e 2015 compraram seu primeiro smartphone com recursos mais limitados, estão partindo agora para sua segunda compra e optando por aparelhos mais avançados e com preços competitivos, segmento no qual a MediaTek tem forte presença”, explica.

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Tempo: como aproveitar melhor e ser mais produtivo com uso de tecnologia – Por Siro Canabarro

Muitos de nós frequentemente acreditamos que não desperdiçamos tempo durante nosso expediente.

Geralmente nos deparamos com pessoas que dizem “eu estava muito ocupado”.

Mas é fato que nós raramente contabilizamos as horas que nós realmente passamos executando uma ou mais tarefas.

O motivo por eu estar dizendo isso é que, se nós soubéssemos o tempo que estamos gastando com nossas tarefas é muito menor do que achamos, saberíamos que há um grande escopo para aumentar nossa produtividade. E, assim, completar muito mais tarefas num único dia, de maneira satisfatória.

É como diz o velho ditado: o primeiro passo para a mudança é perceber que ela é necessária.

Se você realmente souber o quanto tempo gasta com cada uma de suas tarefas diárias, você pode se esforçar para aumentar sua eficiência e sua produtividade.

E como fazer isso? Bom, isso é simples: utilizando-se de algum tipo de software de gerenciamento de tempo.

Usando um software de gerenciamento de tempo

Saber quanto tempo você gasta com cada uma de suas atividades não é complexo.

Tudo o que você precisa é uma aplicação eficiente que registre em que tarefa você está trabalhando e quanto tempo está em cada uma delas.

Um software assim vai manter os colaboradores que são de alta performance encorajados a continuar assim.

E os que estão abaixo na lista de produtividade encorajados a subir de posição.

Além, claro, de encorajar a equipe como um todo a concluir seu trabalho dentro do prazo estipulado.

Registre o que for essencial

Você pode registrar tudo o que você faz nesse tipo de software, mas você precisa ter em mente o que é importante manter registro e o que não é.

Caso contrário, o processo se torna extremamente burocrático – e ironicamente vai lhe fazer perder tempo.

Busque transparência

Se você é um profissional freelancer e seu trabalho é mensurado por hora.

Então, seus clientes certamente vão querer saber o quão eficientemente você gasta de tempo em cada trabalho.

Isso é uma das coisas mais difíceis de prestar contas para os clientes, e que é simplesmente resolvido com um software de gerenciamento de tempo.

Inclusive aumentando, assim, a relação de confiança entre você e seu cliente.

Isso vai simplificar o processo de cobrar seus clientes, não importa que tipo de serviço você oferece.

Seja web design, seja serviços de contabilidade, o número de horas trabalhadas que geralmente gasta em seu cliente deve permitir que você gere renda para sua empresa.

Caso contrário, você está fazendo isso errado. Ninguém quer trabalhar para sair no prejuízo.

Além da transparência, citada anteriormente, esse processo irá lhe permitir saber se o que você está cobrando dos clientes é suficiente para cobrir o seu tempo trabalhado.

Isso baseado em fatos, não mais em mero achismo.

Se você perceber que está cobrando menos do que deveria e que está saindo no prejuízo, você terá provas para mostrar isso ao seu cliente e reajustar o valor de seus honorários.

Se você está cobrando demais do cliente, é melhor dar a ele um desconto, antes que você o perca para um concorrente.

Existe uma porção de softwares de gerenciamento de tempo gratuitos na internet, como o ActiTime, AccountSight, Hubstaff, etc…

Opções não faltam, basta você escolher uma delas, testar e ser mais produtivo.

Por Siro Canabarro, CMO da Gumga

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