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Mosaico University promove 2ª turma do curso Blockchain no Direito: inscrições vão até dia 24

Considerada por muitos o ‘novo ouro’, o bitcoin é um dos assuntos mais quentes do momento. Para garantir a segurança deste novo sistema monetário, existe o blockchain, um protocolo que dá suporte, valida as transações e garante a legitimidade das criptomoedas. O assunto está tão em alta que, nesta semana, o Facebook anunciou que criou uma divisão dedicada para estudar blockchains e nomeou um dos principais executivos do Messenger, David Marcus, para liderá-la. O intuito é de entender, de forma mais aprofundada, como as moedas virtuais funcionam e de que maneiras elas podem ser aplicadas à rede social.

Um dos setores que sentirá com maior intensidade as mudanças trazidas pelo blockchain é o jurídico. E, neste cenário de transformação, os advogados terão papel essencial e precisarão se acostumar, muito brevemente, a uma nova indústria legal. Para mostrar aos profissionais deste setor como se adaptar a tantas mudanças e capacitá-los para entender e trabalhar com esta tecnologia, a Mosaico University promove no dia 26 de maio, das 8h30 às 18h, a 2ª turma do curso ‘Blockchain no Direito: O que está em jogo?’. O curso acontece na sede do IBMEC, que fica na Alameda Santos, 2356, em São Paulo (SP).

A Mosaico University foi uma iniciativa criada pelo grupo Mosaico Digital Assets, e nasce com o objetivo de preparar e capacitar profissionais acerca dos assuntos e transformações vividas pela atuação do blockchain, nos mais diferentes segmentos de negócios. A ideia é abordar, dentro do setor jurídico, os desafios que a nova tecnologia oferece como, por exemplo, a regulação de ativos digitais (como criptomoedas) ou, ainda, o desenvolvimento de “contratos inteligentes”. Para um dos professores do curso, o advogado especializado em mercado de capitais, operações societárias e produtos financeiros, Alexandre Garcia, esta é uma ótima chance para os profissionais do setor se atualizarem com as informações aprofundadas sobre o tema.

“Me perguntam muito: ‘como fica o mercado se não há regulação alguma?’ Aí é que as pessoas se enganam: os órgãos estão acompanhando de perto estas operações e se alguém ousar afrontar as regras gerais, com certeza será impedido. Esta postura dos órgãos reguladores é correta, à medida que não sufoca a tecnologia e deixa que o mercado tenha liberdade de se estruturar e equacionar de maneira independente”, explica.

O que falta, segundo Garcia, é uma uniformidade a respeito da regulação da criptomoeda nos vários países. “Recentemente, o G-20 emitiu um memorando se posicionando e sugerindo aos seus membros que adotassem o posicionamento de ativo em relação às criptomoedas, mas cada país adota uma postura radicalmente distinta em relação a este assunto. Pouco tempo atrás, a Índia baniu a operação com criptoativos, tivemos também o estado norte-americano do Wyoming aprovando ICOs (Initial Coin Offering) de criptomoedas até US$ 75 milhões, entre outros exemplos. É preciso verificar caso a caso”, comenta.

Durante o curso Blockchain no Direito serão respondidas questões como: “Qual o cenário da regulação de ativos digitais no Brasil e no Mundo? Quais os melhores modelos regulatórios para novos ativos como o Bitcoin? Como o novo advogado deverá se posicionar frente à tantas mudanças e qual será seu papel no desenvolvimento de novas tecnologias?”, entre outras questões.

Além de Alexandre Garcia, o curso terá como professor o Hamilton Amorim, especialista em cibersegurança e criptografia desde 1998, além de ser um dos únicos brasileiros a ter participado como cypherpunk dos fóruns que levaram à criação do Bitcoin. As vagas são limitadas e podem ser reservadas diretamente pelo link, com preço a partir de R$ 1.100. Seu conteúdo foi preparado especialmente para advogados e profissionais do setor que pretendem se atualizar frente aos novos desafios e mercados de atuação gerados pelo blockchain.
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Curso Blockchain no Direito: o que está em jogo?

Data: 26 de maio, sábado, das 8h30 às 18h

Local: Sede do IBMEC: Alameda Santos, 2356, São Paulo (SP)

Inscrições: http://www.mosaicouniversity.com/treinamentos/blockchain-no-direito

Investimento: a partir de R$ 1.100

USP, Unesp e Unifesp são beneficiadas com nova rede de fibra óptica

A Megatelecom, empresa que oferece serviços personalizados na área de telecomunicações, assinou um acordo com a Redes Comunitárias de Educação e Pesquisa (Redecomep), coordenado pela Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), para beneficiar três instituições de ensino com a chegada da nova rede de fibra óptica da capital paulista: a Universidade de São Paulo (USP), a Universidade Estadual Paulista Júlio Mesquita Filho (Unesp) e a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Com o nome de MetroSampa, este é o primeiro acordo dessa natureza fechado no estado de São Paulo, que terá duração de cinco anos e garantirá cerca de 85 quilômetros de fibra óptica na cidade. A primeira etapa passou a operar no fim de março deste ano, tendo dez pontos conectados à rede metropolitana, com extensão de 80 quilômetros e velocidade de 10 gigabytes.

O CEO da Megatelecom, Carlos Eduardo Sedeh, destaca a importância do projeto e afirma que o acordo permitirá a conexão de pontos relevantes da cidade de São Paulo, através do anel de fibra óptica que a empresa disponibilizou e administra. “Sabemos da criticidade dessa rede. Por isso, oferecemos um anel metropolitano altamente estável e confiável para garantir integridade e baixa latência ao conteúdo transmitido as instituições participantes”, ressalta Sedeh.

O diretor de Engenharia e Operações da RNP, Eduardo Grizendi, explica que a nova rede é uma ação de longo prazo e busca parceiros, seguindo o modelo estabelecido com a Megatelecom. Segundo ele, a assinatura deste primeiro acordo é um grande passo para que a RNP amplie e mantenha conexão metropolitana de qualidade. “Temos a ambição de conseguir que a nova MetroSampa tenha mais de 300 km de extensão e abranja pontos importantes da cidade”, afirma Grizendi.

O coordenador do projeto Academic Network at São Paulo (ANSP), Luís Fernández Lopez, garante que a chegada da nova rede surpreenderá os usuários, pois a velocidade fornecida para todo o anel de fibras garantirá um maior acesso à conexão. “Haverá mais pessoas conectadas na rede porque teremos um suporte bem moderno”, avalia.

Para o gerente do Núcleo de Computação Cientifica da Unesp, Rogério Luiz Iope, a chegada da MetroSampa complementará o trabalho de pesquisa que já vem sendo realizado dentro dos campi da universidade. “Já somos contemplados pela etapa anterior e agora, com essa extensão, o nosso cenário científico poderá ser aprimorado, juntamente com as nossas capacidades”, finaliza.

Projeto “Talentos do Futuro em Tecnologia” forma 170 jovens para a área de TI

A falta de candidatos capacitados para preencher as mais de 80 mil vagas abertas no mercado de trabalho de tecnologia motivou a criação do projeto inédito “Talentos do Futuro em Tecnologia”. Desenvolvido pelo Instituto da Oportunidade Social (IOS) com a colaboração de J.P. Morgan, Arcos Dorados, TOTVS e Dell, o projeto acaba de formar os primeiros 170 jovens talentos prontos para o primeiro emprego na área. Criado há um ano, seu objetivo é aumentar as oportunidades profissionais para os jovens de 17 a 29 anos e, ao mesmo tempo, minimizar a falta de profissionais formados para a área de TI.

Segundo estudo do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, no Estado de São Paulo (Caged) a falta de profissionais técnicos qualificados no setor de tecnologia aumenta, em média, 40% ao ano. Aproximadamente metade dos alunos que concluem o ensino na área de TI desenvolvem carreira em outras áreas, o que agrava a falta de profissionais preparados para o mercado.

“Os jovens são os mais afetados pelo desemprego durante a crise econômica que o País atravessa, porém, o mercado de tecnologia tem apresentado oportunidades com demanda crescente para profissionais bem qualificados. Proporcionar crescimento profissional a estes jovens por meio de uma educação de alto valor técnico é o propósito do projeto “Talentos do Futuro”, explica a gestora do IOS, Alecsandra Neri.

“Nosso objetivo é apoiar estes jovens de modo que possam acessar oportunidades de emprego de qualidade, em um setor com grande potencial de crescimento, e onde possam desenvolver uma longa carreira profissional. Tenho muito orgulho deste projeto. Ele une empresas e o terceiro setor, ajudando a melhorar a falta de acesso a treinamento, um problema que no longo prazo resulta em mais desigualdade e em um crescimento econômico mais baixo”, declara José Berenguer, Presidente do J.P. Morgan Brasil.

O conteúdo oferecido aos alunos contou com diferentes vertentes da Tecnologia – programação web, infraestrutura e redes e implantação de software, além de toda a parte técnica aliada ao desenvolvimento de competências socioemocionais. Durante o curso, os estudantes também tiveram contato com especialistas de diferentes empresas, que compartilharam suas experiências de carreira na área.

“Parcerias como essa permitem às empresas proporcionarem ainda mais oportunidades para jovens que estão em momento de início de carreira, decidindo seus caminhos profissionais. Dessa forma, fazemos parte de um movimento de inclusão imprescindível para transformar a realidade do mercado de trabalho do País”, declara Rita Pellegrino, diretora de RH da TOTVS.

O curso gratuito “Talentos do Futuro em Tecnologia” tem duração de dez meses e acontece na sede do IOS, em Santana, na Zona Norte de SP. Para este ano, as novas inscrições devem ocorrer no segundo semestre e o projeto deverá acontecer em mais duas localidades na capital paulista, com mais de 250 vagas.

Senior potencializa engajamento e colaboração com Rede Social Corporativa

Em organizações modernas, que priorizam o bem-estar e a produtividade dos seus colaboradores, as ferramentas tradicionais de comunicação interna podem não ser suficientes. Em uma empresa de tecnologia, então, tudo o que for ousado, criativo e interativo ganha espaço.

Nesse cenário, e com a evolução da internet e a forte adesão das corporações à web, considerando as mudanças culturais que a sociedade tem passado, algumas soluções têm se destacado por sua praticidade, possibilidade de engajamento e alta conectividade – entre elas, a rede social corporativa.

Desde que passou a utilizar a rede social corporativa da SocialBase como ferramenta de apoio para sua comunicação interna, a Senior – empresa referência em tecnologia para gestão no Brasil – vem colhendo bons frutos. “No dia a dia melhoramos a qualidade da informação disponibilizada e aumentamos os níveis de engajamento e colaboração. Também tivemos uma redução considerável no número de e-mails trocados e uma aproximação maior com as diversas filiais que estão distantes geograficamente”, afirma Georgette Heineck, responsável pela área de Talent Acquisition & Performance da Senior – departamento que zela pelos talentos internos da companhia, trabalhando ações de atração e retenção, além de comunicação e endomarketing.

Inspiradas nos sites de relacionamento como Facebook e Twitter, as redes sociais corporativas contêm uma série de características inovadoras que podem contribuir para a comunicação entre os colaboradores. De acordo com a executiva, a Senior também comemora mais transparência, produtividade e descentralização da comunicação, à medida em que o colaborador passou a se sentir como protagonista da ferramenta.

A vida real também passa por aqui

Em uma rede social corporativa, cada colaborador conta com um perfil na ferramenta, no qual é possível publicar informações, vídeos, fotos, iniciar debates e criar vínculos com outros colaboradores – tal qual ocorre no Twitter ou no Facebook. Porém, é possível adaptar essas soluções aos interesses da organização, criando grupos para cada departamento.

“Para estimular reflexões sobre a trajetória profissional das equipes, criamos um grupo de Carreiras, por exemplo, que, em apenas um mês, já contava com a participação de 800 pessoas, representando 61,5% do quadro de colaboradores da Senior”, conta Georgette. Por meio de debates, publicação de artigos, divulgação de vagas e de cases com histórias de crescimento de colegas dentro da empresa, houve uma melhora significativa na percepção do colaborador sobre seu possível crescimento na empresa, com aumento tanto no número de candidaturas internas como nas aprovações nos processos internos de recrutamento e seleção.

Além desse grupo, na Senior há cerca de 260 grupos ativos, que vão desde Planejamento Estratégico até Classificados – no qual os colaboradores anunciam itens que querem comprar ou vender.

Casa de ferreiro, espeto de… ferro

A SocialBase é desenvolvida por uma companhia de base tecnológica que leva o mesmo nome da solução. Em setembro de 2017, a Senior anunciou investimento nessa empresa e, desde então, a solução passou a fazer parte do portfólio da Senior, integrando soluções de colaboração e produtividade voltadas à gestão do capital humano.

Cerca de um mês depois do anúncio, a Senior iniciou um projeto-piloto para teste da ferramenta e, em janeiro de 2018, passou a utilizá-la oficialmente com os cerca de 1.300 colaboradores. Antes da SocialBase, a companhia contava com um modelo estruturado de comunicação interna que usava uma intranet como principal canal para interação dos colaboradores. “Este modelo, entretanto, acabava não sendo totalmente efetivo”, lembra Georgette, por “promover baixa interatividade e disponibilizar as postagens de conteúdo de forma centralizada, ou seja, era preciso definir pessoas específicas para fazer as publicações e, ainda assim, o foco era mais voltado para o conteúdo em si e não para as pessoas – o inverso do que acontece no ambiente da SocialBase”.

Para realizar a transição, foram avaliados os temas que eram compartilhados na internet e realizada uma pesquisa de clima para, então, definir os assuntos para o mapa de editorias da nova ferramenta. A utilização da SocialBase aumentou o alcance das informações, promoveu o alinhamento estratégico e proporcionou um ambiente mais integrado e colaborativo, favorecendo o engajamento, a inovação e a troca de conhecimentos entre as pessoas. “A Senior é certificada pelo GPTW como um excelente lugar para se trabalhar e acredito muito que isso passa pela forma como nos relacionamos e nos comunicamos com os nossos colaboradores. A SocialBase tornou a nossa comunicação mais simples, colaborativa e efetiva. A ferramenta conectou ainda mais as pessoas com a nossa ideologia e trouxe muito mais engajamento – o que resulta em um atendimento cada vez melhor aos nossos clientes”, comemora Georgette.

Mudança no comando da SONDA marca a transformação da empresa no Brasil

Com o ingresso do novo CEO do Grupo SONDA no Brasil, Affonso Nina, ocorrido em outubro de 2017, a maior companhia latino-americana de soluções e serviços de tecnologia iniciou uma nova fase que promove a sinergia de suas operações e marca uma transformação no País com o anúncio da integração de suas ofertas, oriundas de todas as aquisições realizadas nos últimos anos. O foco é potencializar o portfólio e atender às necessidades de negócios de seus clientes.

A orquestração, inédita no Brasil, que indicou um executivo para coordenar todas as empresas presentes no território nacional, tais como SONDA IT, CTIS, SONDA Ativas e PARS, dá mais um passo com a nomeação de Nina para responder diretamente pelas atividades da SONDA IT e da CTIS. As demais empresas, SONDA Ativas e Pars, continuam com seus presidentes, que se reportam diretamente a Affonso Nina.

Entre as mudanças está a definição da atuação comercial. A SONDA IT passa a focar exclusivamente o mercado privado, enquanto a CTIS atenderá especificamente às iniciativas geradas para o setor público, ficando claro o posicionamento de cada empresa. Nesta reorganização, ambas empresas passam a contar com uma operação única de entrega de suas soluções. “Este movimento fortalece a presença da SONDA com uma oferta bem definida, que passa a ser incrementada nos dois mercados – público e privado – potencializando as vendas de acordo com o perfil de cada cliente”, explica o CEO.

Somada a essas ações, a SONDA Ativas, responsável pelo Data Center de Belo Horizonte, adquirida em agosto de 2016, passa a atuar de forma conjunta com a estrutura da SONDA IT, localizada em São Paulo, na oferta de serviços de data center e cloud computing.

Outro anúncio que faz parte da iniciativa de transformar a companhia no País é a nomeação de dois novos vice-presidentes. Caio Silva assume a vice-presidência de Aplicativos, área responsável pelas tradicionais soluções fiscais e de comércio exterior, assim como pelas aplicações de parceiros, como SAP e SAS. O executivo chega à organização após passar por empresas como IBM, Accenture, EDS e T-Systems e tem como missão prover a inteligência da área de produtos da companhia.

Já Tim Cardoso, que traz como bagagem sua experiência desenvolvida em companhias como HP e EDS, ingressa na SONDA como vice-presidente de Inovação e Gestão de Clientes. O executivo tem como meta reunir todas as iniciativas de inovação da SONDA para ajudar as empresas na construção de seu caminho rumo à transformação digital.

“Este movimento faz parte de um conjunto de ações estratégicas que intensificam as ofertas e otimizam a estrutura para levar ao mercado uma proposta de atendimento mais ampla e robusta, fornecendo aos clientes soluções de TI que estão alinhadas às suas demandas de negócio e que contam com um maior conteúdo consultivo, transformacional e inovador da SONDA”, finaliza Affonso Nina.

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Startup brasileira é destaque mundial em Inteligência Artificial

Uma empresa brasileira, sediada em Brasília, foi selecionada entre 16 empresas em todo o mundo com um dos principais empreendimentos de inteligência Artificial pelo programa AI Builders, da gigante de tecnologia Intel. Fundada a menos de dois anos, a Legal Labs constrói redes neurais artificiais para entender e tomar decisões no campo jurídico.

O reconhecimento internacional pegou de surpresa o professor Ricardo Fernandes, fundador da Legal Labs, que viu sua empresa listada junto às gigantes internacionais como Lenovo (faturamento de 43 bilhões de dólares em 2017) e Accenture (faturamento de 35 bilhões de dólares em 2017). “É a tecnologia nacional sendo valorizada e incentivada fora do país: demonstramos que podemos dar um bom exemplo de sucesso em inovação”, afirma Fernandes.

Fernandes explica que o primeiro projeto realizado pela empresa em 2017 foi a criação da primeira robô advogada do país, batizada de Dra. Luzia. Desenvolvida com seis camadas de redes neurais artificias, Dra. Luzia trabalha com deep learning(aprendizado profundo de máquina) aplicada às execuções fiscais. Seus indicadores demonstram o quanto a inteligência artificial pode ajudar os profissionais que trabalham com uma grande quantidade de processos judiciais. Antes 3 a 4 pessoas geravam em 4 dias entre 500 e 1000 documentos (petições) em uma semana, a Dra. Luzia processa e gera em 1min. e 52seg. cerca de 68% do volume total de trabalho. A acurácia é de 99,42%, o que demonstra sua precisão e eficácia.

A criação da robô advogada foi destaque no I Congresso Internacional de Direito e Tecnologia e foi apresentada no berço das tendências tecnológicas no Direito: Starford University. A iniciativa levou a empresa a participar de projetos tecnologia de ponta.

Copa do Mundo aumenta índice de crimes digitais

Há pouco menos de 1 mês do início da Copa do Mundo da Rússia, não é somente o evento de alcance global que ganha destaque. Essa é também uma fase de ir às compras: seja para adquirir uma camiseta da seleção de preferência ou para trocar a TV de casa. No entanto, esse crescimento no consumo tem provocado também um aumento nos chamados crimes digitais. “Esse tipo de golpe se intensifica em épocas de grande apelo de vendas no comércio. É o caso da Copa do Mundo. Muitos varejistas fazem promoções de TVs para incentivar os consumidores a trocarem seus aparelhos”, alerta o especialista em segurança de dados e sócio da It Secure, Rafael Batista.

Nesse caso, os cibercriminosos apelam para promoções a preços abaixo do mercado. Para fraudar as vendas, eles utilizam domínios similares aos das grandes marcas. Muitos compram anúncios em redes sociais, como o Facebook, para conseguir mais cliques. O consumidor, atraído pelas promoções, acaba indo parar no site falso e faz a compra. Geralmente, os criminosos apelam para compras no cartão de crédito, com o objetivo de vender os dados para o mercado negro, e no boleto bancário. Nesse último caso, o pagamento vai para a conta dos fraudadores.

“A melhor forma de proteção para o consumidor é desconfiar de promoções muito atrativas. Se o valor está muito abaixo de qualquer outro, é indício de que pode haver algo errado. Já para as empresas, que também têm problemas com consumidores supostamente lesados, há formas de defesa, como serviços que monitoram a internet em busca de domínios falsos”, ressalta o especialista. Ele lembra ainda que, muitas vezes, a empresa acaba tendo mais problemas, pois os consumidores acham que a compra foi feita naquela loja e abrem reclamações por nunca receberem os produtos.

Estima-se que cerca de 3% das compras no ambiente e-commerce no Brasil são fraudulentas, o que dá um volume de 6 milhões de transações por ano, de acordo com estudo da Konduto, empresa especializada em combate a fraudes no e-commerce.

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Ascenty inicia a construção do seu 10º data center

A Ascenty, empresa líder no mercado de data center com foco na América Latina, anuncia o início da construção de um novo Data Center localizado no município de Paulínia (SP), o décimo data center da empresa no País. Com início das operações da nova infraestrutura previsto para o início de 2019 e investimento de R$ 150 milhões, o projeto conta com 8 mil m² de construção e 25 MVA de energia.

“Dentro dos planos de expansão da Ascenty, a região metropolitana de Campinas é extremamente estratégica e a cidade de Paulínia oferece localização privilegiada para o nosso novo data center, próxima a rotas de acesso à capital e às principais cidades da região, onde atuam grandes companhias que já são nossas parceiras”, afirma Roberto Rio Branco, diretor de marketing e institucional da Ascenty.

O novo investimento visa atender a demanda das empresas por infraestrutura de qualidade e faz parte dos planos de expansão da Ascenty, que irá finalizar 2019 com 14 data centers em operação no Brasil.

“O ritmo do forte crescimento do mercado global de data centers deve continuar. A Ascenty se mantém como líder no mercado brasileiro por oferecer infraestrutura de classe mundial, com redundância, segurança e alta conectividade, além de se destacar pela excelência no atendimento aos clientes”, completa Roberto Rio Branco.

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Worldline, líder europeia em meios de pagamento, chega ao mercado brasileiro

Com a missão de fortalecer a dinâmica de uma sociedade sem dinheiro, a Worldline ingressa no mercado brasileiro de meios de pagamentos. A companhia é líder europeia no segmento de pagamento e serviços transacionais e amplia a sua atuação no Brasil com o objetivo de facilitar, conectar e proteger os pagamentos no e-commerce de forma eficiente permitindo com que seus clientes ofereçam aos consumidores experiências de compra online simples e segura em qualquer lugar e dispositivo.

No Brasil atua como processadora de pagamento (gateway) global ao conectar o varejista online (especialmente aqueles considerados tier 1) com os vários adquirentes locais. Além disso, possui estratégia de diferenciação bem definida: com alta capacidade de processamento industrial que permite movimentar bilhões de transações eletrônicas, a Worldline atua também como inteligência de negócios para seus clientes por meio de trabalho consultivo constante que permite alavancar performance do e-commerce a trazer resultados operacionais.

A atuação no País é resultado da aquisição da Digital River World Payments, empresa sueca de soluções para o comércio online de classe mundial, firmada no final de 2017 e que já conta em seu portfólio marcas globais do setor de produtos digitais, entretenimento, turismo e venda direta. “A empresa começa no mercado brasileiro, com a experiência de 45 anos no mercado Europeu o que proporciona sinergia tecnológica, eficiência, performance e segurança no processamento de pagamento de e-commerces nacionais que buscam uma atuação global e vice-versa”, explica Thais Fischberg, head Latino América para aceitação de pagamentos online da Worldline.

Sobre Worldline: líder europeia no setor de processamento de pagamento e serviços transacionais no e-commerce. Com 45 anos de experiência e presença em mais de 29 países, a Worldline cria e opera sistemas de pagamento transacional em tempo real para permitir que comerciantes, bancos, governos e outras organizações possam emitir, aceitar, liquidar e gerenciar todos os tipos de transações digitais com seus clientes além dos pagamentos como pedidos, compensação e liquidações, sinistros, bilhetes pré-pagos e prêmios de fidelidade.

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Compras 4.0: como as tecnologias estão revolucionando o processo

Por Carolina Cabral*

Dentre as tendências originadas pela transformação digital, as tecnologias cognitivas, bem como a computação em nuvem, ganham cada vez mais força no mercado. Segundo estimativa realizada pela International Data Corporation (IDC), esse tipo de solução recebeu investimentos de US$12,5 bilhões apenas em 2017. Não atoa, essas plataformas, que combinam Inteligência Artificial (IA), Internet das Coisas (IoT) e Cloud Computing, dentre outras, são vistas como inovações necessárias para o processo de compras 4.0.

Nele, as funções deixam de ser operacionais, e o que antes era visto como um “colocador de pedidos” ou “setor que regulariza processos”, assume um papel de protagonista e estratégico impulsionado pela disrupção nos negócios. Portanto, para que as empresas possam aproveitar ao máximo essa evolução, é preciso que a equipe de compras corporativas esteja capacitada para seu uso. Só assim haverá um reflexo positivo em produtividade, operação e redução de custos, dentre outros.

Estratégia é a palavra da vez

Se as atividades rotineiras continuarão a ser automatizadas, assim como outras etapas do processo de compras, os profissionais dessa área devem buscar cada vez mais capacitação para potencializar o uso dessas ferramentas e, consequentemente, gerar melhores resultados para as companhias.

Hoje, já é possível automatizar mais da metade das tarefas em processos de aquisições, o que gera um impacto direto em compliance, eficiência, controle e redução de custos por transação. A aquisição que antes tinha um valor específico, poderá passar a custar 50% desse montante, afetando toda a cadeia de suprimentos. Ou seja, o movimento da área e dos profissionais para etapas mais estratégicas é algo natural e que faz parte do movimento evolutivo do negócio.

Novos relacionamentos

Além disso, a tecnologia muda também a forma como compradores e fornecedores se relacionam, acabando com a relação comercial de mão única, onde apenas um solicita e cobra enquanto o provedor é apenas receptivo. Com a computação cognitiva e a automação, passamos a ter uma relação muito mais colaborativa e permissiva no que tange todo o ciclo da negociação. A operação fica mais ágil, eficaz e flexível, com o atendimento das demandas dentro dos prazos, na qualidade esperada e com menor custo.

A inovação para a área de suprimentos já é uma realidade e não existe mais a opção de voltar atrás. Com isso, ocorre um grande interesse e movimento corporativo para que as empresas acelerem suas estruturações e possam usufruir das soluções, o que prova que ainda existe um caminho a ser percorrido, mas as companhias já entendem que é uma necessidade e atuam para suprir de maneira ágil e eficaz essa demanda.

Carolina Cabral é sócia-diretora da Nimbi, especialista em tecnologia para a cadeia de suprimentos.

Capixabas criam negócios que desafiam as relações de consumo

Da esq. para a dir., os empreendedores criadores das startups Zaitt e Shipp, Tomás Scopel, Rodrigo Miranda, Mario Miranda e Renato Antunes Jr. Tomás está segurando um smartphone com a tela inicial do app de uma das startups, o e-commerce de tudo Shipp.

Geolocalização, comodidade, automação. Esses elementos estão cada vez mais no dia a dia e incentivando as pessoas a buscarem por produtos e serviços de uma maneira mais inteligente. Novas tecnologias como inteligência artificial e internet das coisas vem abrindo espaço para o surgimento de negócios que unem praticidade e desafiam as relações de consumo. Dois exemplos claros do que já está sendo chamada de revolução industrial 4.0 vêm de Vitória, Espírito Santo.

Cria-se a primeira loja 100% autônoma da América Latina

Em 2015, os capixabas Tomás Scopel, Rodrigo Miranda e Mário Miranda decidiram ao final da faculdade de Engenharia Mecânica na UFES decidiram duas coisas: a primeira que tinham grande desejo de empreender e a outra que já tinham um projeto e trabalhariam nele juntos. Assim nasceu a Zaitt, uma mescla de delivery de bebidas via aplicativo e um espaço para eventos e vendas nas proximidades. Três meses depois de desenvolvimento o engenheiro de petróleo Renato Antunes Jr, conheceu o projeto e entrou para o time de sócios.

As operações da Zaitt começaram em abril de 2016 e durante 1 ano e meio esse foi o modelo aplicado na startup. Até que foram enxergues dois gaps na operação: custo de aquisição de clientes e da própria manutenção de um delivery próprio. Surgiu então a ideia de se trabalhar o delivery como um grande marketplace parceiro de lojas físicas. Dessa forma fazia mais sentido, uma vez que os custos passaram a ser compartilhados com os fornecedores aproveitando também a ociosidade dos entregadores.

Novo negócio surge de necessidade – o que gera um spin-off

Foi nesse momento que aconteceu um spin-off da Zaitt e a criação de uma nova startup em novembro de 2017, a Shipp, um dos primeiros deliveries de tudo do Brasil. “O delivery feito com uma estrutura colaborativa torna um marketplace muito mais sustentável, pois não arca com os altos custos fixos. Desde o primeiro momento fez muito mais sentido seguir dessa forma e quisemos liderar esse processo, trazendo esta rede colaborativa para dentro de uma plataforma nossa. Assim criamos a Shipp”, conta Tomás Scopel, cofundador da Zaitt e da Shipp.

A partir desse momento o quarteto empreendedor opera com modelos de negócio e desafios complementares: trazer soluções que diminuem gargalos e facilitam a vida do consumidor. A Shipp entrega de tudo – de vestuário a comida – com a ajuda da geolocalização do usuário que aponta a loja física mais próxima para que o entregador busque o pedido e entregue em até 60 minutos.

Com isso, as atenções para a Zaitt ficaram100% voltadas em sua unidade em Vitória, que se tornou a primeira loja sem funcionários e 100% autônoma da América Latina. Atuando como um marketplace físico onde os fornecedores é quem têm a responsabilidade de reposição dos estoques, toda a “mágica” para o consumidor acontece por meio de aplicativo desenvolvido pelo próprio time formado pelos empreendedores.

Pelo app, o cliente se cadastra e acessa a loja utilizando o QR code gerado imediatamente após o cadastro. Por lá ele abre a loja, escaneia os produtos que deseja comprar e finaliza o processo através do app. Para sair, ele volta a mostrar o qr code no leitor de saída. Além disso, o app inova também na forma como se relaciona com o cliente ao criar promoções personalizadas e sugerir produtos para acompanhar os que normalmente consome.

“Pivotar o modelo da Zaitt e criar a Shipp foi o grande aprendizado para o time até aqui. Amadurecemos demais quando tivemos esse desafio pela frente e aceitar que aquela ideia não se tornaria o que imaginávamos. Foi o que aconteceu com a Zaitt e só nos fez crescer. Hoje temos 2 startups com mesmo DNA, inovam cada uma a sua forma e entregam serviços de uma forma que realmente facilita o dia a dia das pessoas”, afirma Tomás.

Ambos os negócios estão em franca fase de crescimento e expansão. Segundo Tomás, a Zaitt abrirá uma segunda loja em Vila Velha até o início do segundo semestre e seguirá para São Paulo onde já possui o acordo para abertura de algumas lojas. Já a Shipp chegou recentemente em Niterói, região metropolitana do Rio de Janeiro e planeja alcançar mais 4 cidades ainda esse ano.

Digital representa R$ 14,8 bilhões de investimento publicitário no Brasil em 2017

A publicidade digital no Brasil cresceu 25,4% no ano passado, saltando de R$ 11,8 bilhões (2016) para R$ 14,8 bilhões. Os dados fazem parte da pesquisa “Digital AdSpend 2018”, realizada pelo IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau), entidade que congrega mais de 250 empresas, entre anunciantes, agências, veículos e empresas de tecnologia. Além de confirmar as previsões anteriores, os números mostram que o segmento digital já representa um terço do total investido em publicidade no País e revelam a chegada de um dinheiro totalmente novo.

“Constatamos uma migração para a comunicação digital de verbas até então utilizadas em atividades como ações de PR, comunicação direta, produção e distribuição de tabloides”, explica Ana Moisés, presidente do IAB Brasil. Ela comenta que o crescimento do setor é apoiado também pelo desenvolvimento das plataformas e pela adoção de formatos publicitários mais ricos e atraentes sob a perspectiva do consumidor, e com melhores resultados para as marcas.

A Digital AdSpend 2018 manteve a metodologia das edições anteriores, incluindo a análise de números do próprio IAB Brasil, consultas ao mercado e dados públicos, bem como entrevistas com membros do ecossistema da publicidade digital brasileira, composto por anunciantes, veículos, ad networks, agências e empresas de tecnologia. Mas passará por ajustes para as próximas edições. “A análise da migração de investimentos para a comunicação digital apontou a necessidade de aplicarmos um método mais amplo daqui para frente. O objetivo é apresentar ao mercado uma metodologia que seja capaz de capturar as mudanças que afetam permanentemente o nosso mercado”, comenta Cristiane Camargo, diretora executiva da entidade.

Análise por mídia

A análise da distribuição dos investimentos por mídia revela que “Search, Classificados e Comparadores de Preço” continua a ser o formato líder, respondendo por um faturamento de R$ 6,5 bilhões (o equivalente a 44% do total dos investimentos em digital, com um crescimento de 14% em relação a 2016). A categoria “Display e Mídias Sociais” ficou em segundo lugar, com R$ 5 bilhões (34% do total, e um aumento de 32% em comparação a 2016), enquanto “Vídeo” obteve R$ 3,2 bilhões (22% do total, com um aumento de 48% em relação a 2016).

A compra programática de publicidade, destacada pela primeira vez na edição passada do estudo Digital AdSpend, ficou com quase um quarto do faturamento do digital (22,5%) em 2017. Já em valores, aumentou 74%, passando de R$ 1,9 bilhão (2016) para R$ 3,3 bilhões no ano passado.

Dinheiro novo

Uma das novidades do Digital AdSpend 2018 é a análise sobre a migração de investimentos de outras mídias para o digital. Para os anunciantes, a migração representa um movimento natural e que tende a aumentar.

Leandro Claro, conselheiro do IAB Brasil e Digital Analytics & CMO na Youse Seguros, vem acompanhando de perto todas as discussões sobre ‘o que é o Digital AdSpend’. “Como anunciante, mais importante do que definir o que é a publicidade digital, seria auxiliar o mercado no entendimento de ‘como fazer’. Benchmarks por indústria, demonstrativos de eficiência, resultados associados a KPIs de negócios farão com que o entendimento do AdSpend deixe de ser encarado como um ‘gasto’, e seja visto como um investimento voltado ao desenvolvimento dos negócios”, explica.

O presidente do Comitê de Atribuição do IAB Brasil e Digital Analytics & Customer Insights Manager no Magazine Luiza, Paulo Ramazza, explica que o foco do comitê é dar o devido crédito a toda a cadeia e apresentar uma visão geral sobre osmais diversos impactos da comunicação digital, desde um PDV até um spot de rádio , incluindo todas as demais possibilidades. “A visão integrada da atribuição deve estar presente na estratégia de investimento de um anunciante e, por este motivo, acho muito importante o trabalho desenvolvido pelo IAB Brasil para entender todas as possibilidades de investimento. A leitura do que é investimento em publicidade digital varia muito de empresa para empresa. Investimentos em tecnologia, infraestrutura, ferramentas de aferição estão considerados em budget de marketing, apesar de não serem diretamente investimento de mídia”, destaca.

Blockchain no Direito: advogados terão papel essencial nas mudanças provocadas pelas criptomoedas

Considerada por muitos o ‘novo ouro’, o bitcoin é um dos assuntos mais quentes do momento. Para garantir a segurança deste novo sistema monetário, existe o blockchain, um protocolo que dá suporte, valida as transações e garante a legitimidade das criptomoedas. O assunto está tão em alta que, nesta semana, o Facebook anunciou que criou uma divisão dedicada para estudar blockchains e nomeou um dos principais executivos do Messenger, David Marcus, para liderá-la. O intuito é de entender, de forma mais aprofundada, como as moedas virtuais funcionam e de que maneiras elas podem ser aplicadas à rede social.

Um dos setores que sentirá com maior intensidade as mudanças trazidas pelo blockchain é o jurídico. E, neste cenário de transformação, os advogados terão papel essencial e precisarão se acostumar, muito brevemente, a uma nova indústria legal. Para mostrar aos profissionais deste setor como se adaptar a tantas mudanças e capacitá-los para entender e trabalhar com esta tecnologia, a Mosaico University promove no dia 26 de maio, das 8h30 às 18h, a 2ª turma do curso ‘Blockchain no Direito: O que está em jogo?’. O curso acontecena sede do IBMEC, que fica na Alameda Santos, 2356, em São Paulo (SP).

A Mosaico University foi uma iniciativa criada pelo grupo Mosaico Digital Assets, e nasce com o objetivo de preparar e capacitar profissionais acerca dos assuntos e transformações vividas pela atuação do blockchain, nos mais diferentes segmentos de negócios. A ideia é abordar, dentro do setor jurídico, os desafios que a nova tecnologia oferece como, por exemplo, a regulação de ativos digitais (como criptomoedas) ou, ainda, o desenvolvimento de “contratos inteligentes”. Para um dos professores do curso, o advogado especializado em mercado de capitais, operações societárias e produtos financeiros, Alexandre Garcia, esta é uma ótima chance para os profissionais do setor se atualizarem com as informações aprofundadas sobre o tema.

“Me perguntam muito: ‘como fica o mercado se não há regulação alguma?’ Aí é que as pessoas se enganam: os órgãos estão acompanhando de perto estas operações e se alguém ousar afrontar as regras gerais, com certeza será impedido. Esta postura dos órgãos reguladores é correta, à medida que não sufoca a tecnologia e deixa que o mercado tenha liberdade de se estruturar e equacionar de maneira independente”, explica.

O que falta, segundo Garcia, é uma uniformidade a respeito da regulação da criptomoeda nos vários países. “Recentemente, o G-20 emitiu um memorando se posicionando e sugerindo aos seus membros que adotassem o posicionamento de ativo em relação às criptomoedas, mas cada país adota uma postura radicalmente distinta em relação a este assunto. Pouco tempo atrás, a Índia baniu a operação com criptoativos, tivemos também o estado norte-americano do Wyoming aprovando ICOs (Initial Coin Offering) de criptomoedas até US$ 75 milhões, entre outros exemplos. É preciso verificar caso a caso”, comenta.

Durante o curso Blockchain no Direito serão respondidas questões como: “Qual o cenário da regulação de ativos digitais no Brasil e no Mundo? Quais os melhores modelos regulatórios para novos ativos como o Bitcoin? Como o novo advogado deverá se posicionar frente à tantas mudanças e qual será seu papel no desenvolvimento de novas tecnologias?”, entre outras questões.

Além de Alexandre Garcia, o curso terá como professor o Hamilton Amorim, especialista em cibersegurança e criptografia desde 1998, além de ser um dos únicos brasileiros a ter participado como cypherpunk dos fóruns que levaram à criação do Bitcoin. As vagas são limitadas e podem ser reservadas diretamente pelo link, com preço a partir de R$ 1.100. Seu conteúdo foi preparado especialmente para advogados e profissionais do setor que pretendem se atualizar frente aos novos desafios e mercados de atuação gerados pelo blockchain.

Curso Blockchain no Direito: o que está em jogo?

Data: 26 de maio, sábado, das 8h30 às 18h

Local: Sede do IBMEC: Alameda Santos, 2356, São Paulo (SP)

Inscrições: http://www.mosaicouniversity.com/treinamentos/blockchain-no-direito

Investimento: a partir de R$ 1.100

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Primeira etapa da Corrida de Unicórnios avaliará startups de varejo

A Corrida de Unicórnios, primeira competição de startups do País, terá seu pontapé inicial. Na quarta-feira, 23 de maio, de 9h às 13h, acontece o primeiro pitch que avaliará as empresas da categoria de varejo. Nessa etapa, as startups serão analisadas por jurados da área que vão escolher quem seguirá na competição.

Entre os confirmados para avaliar as startups estão Vitor Magnani, Public Policy do iFood; Adriana Bessa, sócia do Lojão do Brás; André Almeida, VP da Vertical de Comercial para América Latina da Unisys e Bruno Maletta, sócio da Consumoteca.

A Corrida de Unicórnios ainda selecionará startups nos eixos de Customer Experience e Inovação. Ao todo, serão sete etapas da Corrida, com pitches e semifinais de cada vertical de eixo. A grande final será em setembro, entre os dias 4 e 5, no Conarec (Congresso Nacional das Relações Empresa-Cliente), o maior e melhor congresso sobre as melhores práticas de relacionamento entre empresa e cliente do mundo, quando três startups finalistas, uma por vertical, se apresentarão. Será escolhido um vencedor de cada categoria que, além dos benefícios conjunto, receberá uma viagem com tudo pago para Madri, na Espanha, com grandes executivos no Consumidor Moderno Experience Summit, um evento diferenciado que combina conhecimento, dinâmicas e ações que privilegiam experiências inéditas durante um período de cinco dias. Ainda estão abertas as inscrições para as categorias de Customer Experience e Inovação.

Sobre a Corrida de Unicórnios

Em sua primeira edição, a Corrida de Unicórnios tem como objetivo de elencar as empresas com o maior potencial de mudar mercados tradicionais que podem virar Unicórnios, ou seja, aquelas startups que valem mais de US$ 1 bilhão.

O desafio conta com apoio de empresas que atuam no ecossistema de inovação, como ABComm, ABFintech, Fiap, Inseed, OasisLab, RME – Rede Mulheres Empreendedoras, USP, WeWork, Anjos do Brasil, além do apoio e metodologia de avaliação de Felipe Matos, autor da obra “10.000 Startups” e um dos maiores especialistas de startups do País.

Corrida de Unicórnios- Pitch Varejo

Data: 23 de maio

Horário: De 9h às 13h

Local: WE WORK PAULISTA

Endereço: Avenida Paulista, 1374 – Bela Vista

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Mesa robótica une inteligência humana e artificial

Os mais recentes avanços tecnológicos e industriais começaram a abrir espaço permitindo maior interação na cadeia de produção. O que há de mais novo dentro do conceito de Indústria 4.0 é a capacidade de inovar sistemas e produtos, permitindo a personalização e customização.

De olho nesse cenário, a Festo, multinacional alemã líder em automação industrial, desenvolveu o BionicWorkplace, um sistema que une inteligência artificial com a inteligência humana.

A mais recente inovação conta também com o BionicCobot, braço robótico biônico, que trabalha em conjunto com vários sistemas de assistência em rede e que se comunicam entre si. A mesa possui um sistema de aprendizado e antecipação que se aperfeiçoa continuamente.

No campo de visão do operador, há uma grande tela de projeção, que fornece todas as informações relevantes e reage dinamicamente com o conteúdo aos requisitos relevantes. Ao redor da tela de projeção, vários sensores e sistemas de câmera são instalados, que registram constantemente as posições do operador. Dessa forma, um humano pode interagir diretamente com o BionicCobot e controlá-lo usando movimento, toque ou fala.

O sistema reconhece o operador e seus movimentos por uma roupa de trabalho especial, equipado com sensores de inércia, e uma luva integrada com marcadores infravermelhos, utilizando mais um conceito que é uma tendência hoje em dia que são as tecnologias wearable. Com a ajuda dos dados gravados no sensor, o BionicCobot é capaz de entregar objetos ao humano de forma segura e precisa.

O software inteligente processa simultaneamente as imagens da câmera posicionada no centro da mesa, juntamente com outros dados. Ele usa todas essas informações para obter a sequência ideal do programa. O sistema então divide as tarefas de forma conveniente para o robô e outras ferramentas, a fim de dar ao humano o melhor suporte durante o trabalho.

O sistema vai coletando novos dados a cada nova resolução. Isso cria um chamado mapa semântico que cresce continuamente. Ao longo dos caminhos de rede, os algoritmos armazenados constantemente tiram conclusões dinâmicas. Como resultado, uma sequência controlada, programada e definida gradualmente se transforma em um método de trabalho muito mais livre, flexível e integrado.

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Darwin Startups faz parceria com TransUnion para impulsionar programa de aceleração

Para impulsionar ainda mais a inovação no Brasil, a TransUnion, companhia global de soluções de informação presente no Brasil desde 2012, e a Darwin Startups, um dos primeiros programas de aceleração de startups baseado em Santa Catarina, anunciaram hoje uma parceria que ajudará as principais startups do país.

Nesta iniciativa focada no ecossistema de startups no Brasil, a TransUnion tem como objetivo incentivar o desenvolvimento de soluções inovadoras e por isso apoiará o programa de aceleração do Darwin Startups, que acontece anualmente.

A parceria é um reflexo de atuação global da TransUnion em inovação, bem como da confiança no desenvolvimento do mercado brasileiro, onde já oferece soluções reconhecidas em diversos segmentos. De acordo com um estudo feito pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e a organização Finnovista, o Brasil possui a maior concentração de FinTechs na América Latina.

“A TransUnion é uma empresa com veia inovadora, que busca melhorar a qualidade de vida das pessoas, viabilizando o acesso a bens e serviços por meio de soluções para a tomada de decisão no relacionamento das organizações com seus clientes e parceiros. Por isso, vimos no Darwin uma oportunidade de apostar ainda mais em inovação no mercado brasileiro, contribuindo com o desenvolvimento do mercado e, consequentemente, ajudando a oferecer novas tecnologias que impactem a vida dos brasileiros”, afirma Juarez Zortea, Presidente da TransUnion no Brasil.

O Darwin Startups, novo parceiro da TransUnion, surgiu em 2015 e tem escritórios em Florianópolis (SC) e São Paulo (SP). O trabalho da aceleradora consiste em investir financeiramente e auxiliar as startups selecionadas por meio de mentorias e networking para o desenvolvimento de projetos inovadores. Até 2017, o programa investiu R$ 6 milhões em startups e a expectativa para 2018 é aportar cerca de R$ 5 milhões. No total, 30 empresas já foram investidas e neste ano o projeto pretende apoiar até 20 novas startups.

Os negócios selecionados pela aceleradora podem receber até R$ 170 mil líquidos e mais R$ 500 mil em benefícios / serviços. As empresas que participam do processo seletivo são voltadas para Big Data, Fintech, Insurance, TI e Telecom, áreas de atuação dos parceiros do Darwin Startups (B3, Neoway, RTM, CNSeg Par), que agora passa a contar também com a TransUnion.

“Nós procuramos reunir os parceiros ideias para ajudar as startups a atingirem o melhor do seu potencial. Procuramos times formados por pessoas com experiência prévia nos mercados em que atuam, perfis complementares e um sonho grande”, afirma Marcos Mueller, CEO do Darwin.

Em março de 2017, a TransUnion inaugurou o Innovation Lab, espaço de cocriação instalado na sede da companhia em Chicago, em que FinTechs são convidadas a desenvolver soluções com suporte e mentoria dos profissionais da TransUnion. Em abril deste ano, o escritório da TransUnion nos Estados Unidos lançou o Startup Credit Kit, solução que oferece às novas empresas acesso rápido e fácil a informações e dados alternativos referentes a tendências de crédito e prevenção a fraude.

No Brasil, a TransUnion também lançou recentemente um espaço com foco em inovação, o The Hub – TU, que ainda reúne áreas para ações voltadas à qualidade de vida, e de interação e convivência horizontal entre colaboradores e a comunidade em geral, incluindo clientes e parceiros. “Essa parceria traz numerosas circunstâncias favoráveis à troca, em que podemos compartilhar nossos conhecimentos com empresas inovadoras, ao mesmo tempo em que aprendemos em um ambiente criativo de startups”, acrescenta Zortea.

O primeiro resultado da parceria entre a empresa e o Darwin será a participação da TransUnion na 4ª turma do programa de aceleração, que terá início ainda no primeiro semestre deste ano.

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Computação Cognitiva: transformando as operações de TI

Por Letícia Missali, Head de Marketing da Dynatrace América Latina

À medida que a tecnologia e a performance de aplicações se tornam necessárias para o sucesso dos negócios, as empresas precisam buscar saídas para driblar os entraves impostos pela complexidade de TI. Embora ainda pouco adotada, a Computação Cognitiva é um sistema de Inteligência Artificial (IA) capaz de compreender e interpretar grande volume de dados a partir de linguagem natural, imagens, textos e de outros dados, estruturados e não estruturados. Em outras palavras, reduz esforços, reage rapidamente aos problemas, previne falhas e provém o impacto nos negócios.

Uma pesquisa realizada pela consultoria Deloitte sobre os benefícios da computação cognitiva no ambiente corporativo indica que 28% dos 2.300 profissionais entrevistados consideram que a tecnologia auxilia na inovação de produtos e serviços, e 23% afirmam que programas são fundamentais para analisar informações, melhorar a operação e otimizar a estratégia de projeto. Com o apoio de tecnologias para monitorar aplicações em tempo integral e de maneira completa, a Computação Cognitiva é uma novidade eficaz que pode ser aplicada em diversas áreas, incluindo medicina, finanças, engenharia, atendimento a clientes, entre outras. De acordo com a Forrester Research, a tecnologia possui quatro principais objetivos: redução do esforço das aplicações base de performance; reagir rapidamente para resolver problemas; antecipar falhas antes de impactar os usuários; e analisar o real impacto que os problemas surgidos podem ter para os negócios e para a imagem ou receita da empresa.

Por ser uma tecnologia capaz de aprender, raciocinar e interagir de forma natural e personalizada, a Computação Cognitiva é tendência em todos os mercados e tem alto potencial de mudar o modo como as pessoas vivem, trabalham e interagem. Um estudo de mercado sobre essa tecnologia, produzido pela IDC, prevê um crescimento nas receitas mundiais de US$ 8 bilhões em 2016 para US$ 47 bilhões em 2020, uma taxa de crescimento de 55,1%.

Diante desse cenário, pode-se dizer que a experiência digital ganhará cada vez mais peso em todas as indústrias, motivando as empresas a estabelecer novos critérios de avaliação de performance adequados à Computação Cognitiva e também incluindo outras tecnologias relacionadas a serviços digitais, como Computação em Nuvem e os aplicativos móveis.

Tecnologias derivadas da Inteligência Artificial serão as mais inovadoras nos próximos dez anos. E podemos considerar isso por conta do imenso poder computacional e da alta disponibilidade de dados, visto como quase infinitos. Empresas que buscam crescimento e amadurecimento de mercado precisam investir nessas tecnologias como aposta assertiva para o futuro, já que, em breve, tudo se baseará na IA e tecnologias derivadas, como deep learning, deep reinforcement learning, machine learning, drones, robôs inteligentes e ambientes de trabalho inteligentes.

As companhias mais visionárias já estão percebendo a grande vantagem de inserir os negócios na era digital para gerar resultados extremamente positivos no presente e futuro. No caso da Computação Cognitiva, as empresas que souberem aproveitar ao máximo seus benefícios terão ganhos imensuráveis e sairão na frente de seus concorrentes. Em poucos anos, os executivos de TI conseguirão se dedicar aos negócios inteiramente de maneira estratégica, pois as atividades rotineiras e operacionais estarão sob responsabilidade de robôs. Engana-se quem acha que irá faltar empregos, a Inteligência Artificial será responsável por criar mais de dois milhões de empregos até 2025, segundo o Gartner. Resta saber quais serão as empresas mais ágeis nessa nova corrida digital.

A Inteligência Artificial vai roubar seu emprego?

Por Leonardo Bossan

Recentemente, uma das maiores referências em inovação da atualidade, Elon Musk, falou mais uma vez sobre seus receios em relação aos avanços da Inteligência Artificial (IA). Antes de partir, em março, um dos maiores gênios do nosso tempo, Stephen Hawking, também se manifestou com preocupação sobre o andar do machine learning: “pode ser a melhor ou a pior coisa que já aconteceu à humanidade”.

Opiniões como essas somadas à estranheza causada pelas referências cinematográficas – que vêm automaticamente à nossa mente com flashes de filmes futurísticos, muitas vezes apocalípticos, –, dão um toque de temor ligado à aderência destas tecnologias. É uma nova versão da Revolução Industrial? A Inteligência Artificial vai roubar o seu, o meu emprego?

O ser humano, desde seus primeiros registros, busca alternativas para aumentar a sua produtividade ao criar ferramentas para ajudá-lo em tarefas que são mecânicas e mantêm um padrão. Por isso, quando consegue resolver uma nova equação neste sentido, o conflito é sempre originado da sensação de “criação superando o criador”.

Analisando a questão por diversas óticas, entendo que a pergunta já não é mais se a IA é uma realidade ou não em nossas vidas. A questão agora é: quais são as oportunidades de negócios e de empregos neste novo mundo que está em desenvolvimento?

Fábio Scopeta, diretor de Engenharia e Inovação da Microsoft LATAM, disse, em aula para a série Trends, do meuSucesso.com, que não é tão claro para as pessoas que o avanço da Inteligência Artificial tem o intuito de aumentar a capacidade humana e não de substituir o humano.

Já Bruno Bratti, engenheiro-chefe da Wave Computing – uma startup do Vale do Silício especializada em big data e IA – afirmou, na mesma série, que o futuro das companhias em todo o mundo passará por modelos híbridos de trabalho, em que humanos estarão, juntamente com as máquinas, buscando soluções e novas alternativas para consumidores e diversos mercados. Isso significa que a Inteligência Artificial não tem capacidade de gerar valor por si só, a menos que seja em parceria com a criatividade humana.

Assim como Scopeta e Bratti, acredito que o único caminho para este “admirável mundo novo” é encarar o machine learning como uma realidade, ao invés de lutar contra ele. Observamos inúmeros profissionais e companhias perderem oportunidades ao tentar manter o status, baseados em modelos de negócios ou funções obsoletos. Um exemplo recente é o movimento de taxistas no Brasil que tentaram combater novas formas de transporte coletivo. Não é um caso com aplicação de IA, mas ilustra bem a resistência da categoria ao não conseguir deter avanços de novas empresas oferecendo serviços semelhantes a custos menores – e muitas vezes, até com mais qualidade. Isso significa que o tempo investido na resistência foi praticamente inútil.

Obviamente, grandes pensadores como Hawking têm razão em nos alertar sobre os possíveis caminhos da IA no mundo e seus impactos ainda imensuráveis. Porém, para aqueles que não desejam ser levados pela onda do “avanço”, o ideal é observar (e entender) todas estas mudanças com otimismo, abrindo, assim, caminhos para novas ideias e oportunidades que surgirão e que já estão surgindo.

Leonardo Bossan é diretor da escola digital de negócios meuSucesso.com.

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