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Nuvem Shop recebe aporte de R$ 24 milhões e Brasil é mercado prioritário

Com a expectativa do e-commerce na América Latina ultrapassar a marca dos 50 bilhões de dólares em 2017, a Nuvem Shop assegurou U$7 milhões na rodada B de investimentos, para permitir que pequenas e médias empresas embarquem nessa oportunidade.

A companhia oferece aos comerciantes uma plataforma de e-commerce omnicanal. Utilizando a mais alta tecnologia, os clientes podem vender seus produtos através de suas lojas online – tanto em canais mobile quanto desktop – personalizadas com sua identidade de marca única, e com acesso a ferramentas de marketing e análise de dados.

A plataforma da Nuvem Shop é integrada com os maiores meios de pagamento locais e serviços complementares, tornando fácil para o lojista a opção de oferecer pagamentos via cartão de crédito, pagamentos offline, entregas no mesmo dia, entregas porta-a-porta e demais serviços de logística. Sobretudo, a companhia permite que os donos de negócios vendam seus produtos nos principais marketplaces da região, promovendo aos seus clientes canais adicionais de venda para desenvolverem suas empresas.

O e-commerce na América Latina espera atingir a uma taxa de crescimento anual composta (CAGR – Compound Annual Growth Rate) de 17% entre 2014 e 2019, alcançando 85 bilhões de dólares ao final do período. Brasil, México e Argentina são as três principais economias da região. A Nuvem Shop está na liderança dessa região permitindo que mais de 15 mil negócios online tenham operações de sucesso.

A rodada foi liderada por Elevar Equity, a quem se uniram IGNIA Partners e os atuais investidores Kaszek Ventures, NXTP Labs e FJ Labs.

“Com recursos limitados, milhões de PME’s ao longo da América Latina têm dificuldade de acessar o crescente mercado de e-commerce da região, atenuando suas perspectivas de crescimento. Ao prover a estes desatendidos negócios – a espinha dorsal da economia da região – com os recursos e suporte no setup, gerenciamento e promoção de seus negócios online, a Nuvem Shop está catalisando o empreendedorismo e geração de empregos, ajudando a estimular a economia local”, relata Johanna Posada Gil, co-fundadora da Elevar Equity.

Referindo-se ao investimento, Santiago Sosa – CEO da Nuvem Shop – disse: “Nós estamos tocados por essa oportunidade. Nosso principal objetivo é continuar desenvolvendo tecnologia que facilitará aos nossos clientes atingirem sucesso num mercado muitíssimo competitivo. Nos próximos meses, vamos continuar a lançar produtos e integrações que vão permitir que os comerciantes expandam suas vendas enquanto mantêm o dia-a-dia administrativo simples e indolor. Nós sabemos que prosperar com um negócio é muito difícil, e a tecnologia está dramaticamente mudando a forma como as companhias fazem negócios. Nós estamos aqui para simplificar essa transição.”

A Nuvem Shop iniciou suas operações em 2010, na Argentina, onde opera sob o nome Tienda Nube (www.tiendanube.com). Em 2012, a companhia expandiu para o Brasil, onde hoje se encontra o maior número de vendas. A companhia conta com um total de 100 colaboradores, localizados principalmente nos escritórios de Buenos Aires e São Paulo. Uma parte deste investimento também será direcionado para expandir as operações para o México.

“Nós vemos uma enorme oportunidade de aumentar o market share do e-commerce no México, e de torná-lo viável para companhias de todos os tamanhos, catalisando o crescimento de centenas de empreendedores da região. A Nuvem Shop desenvolveu a melhor solução para negócios interessados em vender online, e está respaldada por um forte e impressionante time. Estamos animados com essa nova parceria e focados em prover esse suporte para o crescimento no México”, atestou Álvaro Rodriguez, co-fundador e gerente de parcerias da IGNIA.

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Solução desenvolvida pela Algar Tech minimiza risco de fraude em transações

A Algar Tech, multinacional brasileira que integra soluções de Gestão de Relacionamento com Clientes, de Ambiente de Tecnologia e de Serviços de Telecom, desenvolveu uma plataforma com o objetivo de acionar os clientes e realizar a confirmação de gastos através de SMS bidirecional. A solução, voltada principalmente para empresas do segmento financeiro, visa minimizar o risco de fraude nas transações, diminuindo em mais de 30% o tempo médio da tratativa da suspeita de fraude, e a redução da necessidade de interação humana no processo.

A plataforma de gerenciamento de processos de negócio (BPM), integrado com facilidades de telecom, possibilita o agendamento da emissão de alertas por SMS de acordo com as regras de negócio da empresa no combate à fraude. A taxa média de resposta do cliente confirmando ou não a transação chega a 79%. “Trata-se de um canal de interação mais ágil, de baixo custo, que proporciona benefícios para o nosso cliente e ao usuário final”, afirma Fernando Polati, diretor de Gestão de Clientes da Algar Tech.

O executivo reforça que o ganho não se limita à eficiência operacional. “Ao aumentar a velocidade e efetividade no contato com o cliente, evitamos perda de receita para as instituições financeiras, uma vez que a identificação de fraudes é mais assertiva, garantindo aos clientes processar os seus gastos normalmente, sem desconfortos ou troca de cartão. Em paralelo, o cliente do nosso cliente ganha mais segurança. Se ele não reconhece a despesa, seu cartão é imediatamente bloqueado e a operação coloca em prática as ações cabíveis. Se ele confirma, pode continuar fazendo compras normalmente”, explica Polati.

Implantação e resultados

A solução foi implantada na operação de cartão de crédito de uma instituição financeira com mais de 42 milhões de clientes em todo o mundo e proporcionou um aumento de 33% na produtividade da equipe de atendimento. Além disso, diminuiu o tempo de tratativa de resposta de 9 minutos para 48 segundos em transações fraudulentas. “Neste contrato, a redução de custos foi na ordem de 31%, sendo compartilhado os ganhos com nosso cliente, através de redução de preço, outra característica de parceria e vanguarda em modelos de contratos praticadas pela Algar Tech”, adiciona o diretor.

A plataforma, que também facilita o gerenciamento das respostas enviadas pelos usuários, de forma inteligente e analítica, pode ser aplicada em qualquer operação que permita a criação de um fluxo automatizado de atendimento ao consumidor, como negociação de títulos em atraso, solicitações e agendamento de serviços (ativação, segunda via de contas, instalações), entre outros.

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Startups miram oportunidades no setor público apesar das dificuldades

Nem todo empreendedor pensa somente no interesse próprio. Para alguns, a oportunidade de transformar e ajudar a comunidade, estado ou cidade do país em que vivem têm alto grau de importância. Quem afirma isso são os CEOs Daniel Merege, da CityTech e Isabela Abreu, da Boostr, e o Head de Vendas do Kitado, Marcos Mylius – que participaram do 1º ciclo de encontros presenciais do programa de aceleração do BrazilLAB entre os dias 30 de agosto de 01 de setembro.

“Nós acreditamos na capacidade transformacional de empreender no setor público, e não dá para pensar em transformar uma cidade sem trabalhar junto dos órgãos públicos de gestão”, afirma Merege, da CityTech – site que utiliza inteligência artificial para facilitar o engajamento da população na solução de problemas urbanos. “Outro ponto importante é trazermos a inovação para dentro da gestão pública, melhorando os processos e deixando-os mais transparentes, que é um dos grandes pedidos da população”, completa Isabela, da plataforma de auxílio à tomada de decisões Boostr.

Mas trabalhar com o governo não é tão fácil assim. As principais dificuldades de empreender no setor público são a grande quantidade de burocracias e a legislação vigente, dizem os participantes. Para Marcos, do Kitado – plataforma online gratuita de negociação de dívidas com órgãos públicos -, a legislação atual não acompanha os avanços tecnológicos. “Veja os cartórios, por exemplo. Você ainda não pode fazer algumas operações pela internet pois a lei requer que você vá presencialmente somente para assinar um documento”, diz Mylius. É aí que entra o BrazilLAB.

Criado em 2016, o BrazilLAB apoia projetos de inovação e auxilia na conexão entre empreendedores e o Poder Público, tendo impactado mais de 1.300 startups e acelerado diretamente 26 empreendedores. “O setor público precisa se reinventar e articular parceiros. O BrazilLAB existe para conectar startups e todo o ecossistema de empreendedorismo com gestores públicos. Nós ajudamos os empreendedores a enxergarem oportunidades e, ao mesmo tempo, ajudamos o setor público na criação de caminhos que permitam a inovação em larga escala”, afirma Letícia Piccolotto, founder do BrazilLAB.

Neste primeiro ciclo de encontros presenciais, os empreendedores das 15 startups selecionadas, entre mais de 250 inscritas para a edição de 2017 do programa de aceleração do BrazilLAB, conversaram com Sérgio Lazzarini, professor do Insper e especialista em avaliação de impacto, Ronaldo Lemos, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e colunista da Folha de S. Paulo, e Vinicius Müller, professor de História Econômica no Insper.

As startups passarão por mais três ciclos de encontros, nos quais aprenderão mais sobre como trabalhar com o setor público e ainda participarão de visita à prefeitura e outros órgãos públicos.

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Hi Platform chega ao mercado para se tornar a maior plataforma de relacionamento com o consumidor

O maior congresso de relacionamento empresa-cliente do mundo será palco para a apresentação oficial da Hi Platform, principal plataforma de relacionamento e engajamento com o consumidor brasileiro, resultado da fusão entre a Direct Talk e a Seekr, realizada em março deste ano. O Conarec 2017 acontece nos dias 12 e 13 de setembro, no Hotel Transamérica, em São Paulo

A nova marca já nasce com mais de 700 clientes e expectativa de quadruplicar o faturamento nos próximos quatro anos, saltando dos atuais R$ 25 milhões para R$ 100 milhões. A partir de 2018, será iniciado o processo de expansão internacional, que inclui países da América Latina, Europa e América do Norte. Com isso, o objetivo é se tornar a principal plataforma de relacionamento com o cliente, reconhecida por promover as melhores soluções para marcas e seus consumidores.

“Com nome e selo únicos, nossa missão é trazer a transformação digital para a relação entre marcas e consumidores com uma plataforma completa de atendimento”, comenta Marcelo Pugliesi, CEO da nova companhia.

Com um amplo portfólio de produtos, a Hi Platform oferece soluções para todos os perfis e tamanhos de empresas, atendendo-as de ponta a ponta. Inclusive, uma das estratégias já em andamento é integrar serviços de parceiros, como CRMs e plataformas de e-commerce. “Trabalhamos para que nossas ferramentas sejam integráveis a qualquer mecanismo e traga benefícios e equilíbrio na relação consumidor e marca”, explica Ricardo Heidorn, Chief Sales Officer da Hi Platform.

Com o tema Somos Todos Millennials, o Conarec 2017 deve reunir mais de 5 mil congressistas com grande poder de decisão e mais de 190 palestrantes, entre líderes executivos de empresas globais e keynotes internacionais. No dia 13, na sala 4, das 11h50 às 12h20, Heidorn ministrará a palestra “Até que ponto as redes são realmente sociais? Formas de lidar com a intolerância e a impaciência em ambiente digitais.

A cada ano, o CONAREC reúne profissionais e lideranças das mais importantes empresas do Brasil para debater conceitos, ideias inovadoras e melhores práticas de relacionamento empresa-cliente. Essa combinação de conteúdo de alto nível, com a qualificação excelente dos participantes, é que o torna um dos mais cobiçados eventos corporativos do calendário brasileiro.

Conarec 2017
Data: 12 e 13 de setembro
Local: Hotel Transamérica
Endereço: Av. das Nações Unidas, 18591 – Vila Almeida

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Por que o Blockchain é a tecnologia chave do sistema financeiro?

Por Alex Marin Silva*

O bitcoin, espécie de moeda virtual, foi desenvolvido para confrontar a hegemonia bancária. Ironicamente, tudo indica que sua tecnologia-base, o blockchain – sistema de criptografia que dá suporte às transações com bitcoins – será usada para fortalecê-la ainda mais.

O Bitcoin despertou a atenção dos bancos no mundo todo não exatamente por sua ideia de desafiar o sistema financeiro com a circulação de dinheiro virtual, mas sim por seu sistema de criptografia icônico no processo de transformação digital que vivenciamos atualmente.

O blockchain funciona como um registro de transações e é baseado em um banco de dados distribuído e descentralizado. Para hackear o blockchain, seria necessário quebrar a criptografia de todos os blocos da cadeia, em todos os computadores da rede e ao mesmo tempo, o que torna a tarefa virtualmente impossível e confere um sistema seguro.

Comparado a um livro-razão de todas as operações bitcoins, o blockchain foi descrito pela The Economist, em 2015, como uma tecnologia extremamente disruptiva, que permitirá inovações nos sistemas de segurança dos bancos, tornando as transações muito mais seguras e baratas do que são atualmente. É por isso que muitas instituições financeiras trabalham arduamente para encontrar um ponto de ligação entre o blockchain e seus sistemas de segurança digital.

A seriedade com que o mercado financeiro enxerga essa tecnologia é tão grande que grandes players do segmento, como Nasdaq, Visa e Citi, já mergulharam em testes para aplicar a segurança do blockchain em suas transações financeiras.

Segundo estudo do World Economic Forum, cerca de 10% do PIB global estará em blockchain até o ano de 2027. Tudo aponta, portanto, que, com o fortalecimento da transformação digital, as empresas migrem cada vez mais seus serviços para nuvem, alcançando processos 100% digitais, o que inclui as transações eletrônicas criptografadas que deverão, em breve, entrar no cotidiano das empresas e dos consumidores.

Com a globalização do capital financeiro, é necessário que as transações sejam cada vez mais eficientes, baratas e menos sujeitas a vulnerabilidades. A tecnologia blockchain permite exatamente isso, já que a descentralização e automação de atividades de troca de valores e propriedade de fundos diminui custos de transação, além de ser mais segura devido à verificação peer-to-peer.

Assim, bancos, operadoras de crédito e bolsas de valores já estão testando a utilização e aplicabilidade da tecnologia blockchain em seu dia a dia. É algo que promete reduzir falhas, vulnerabilidades e custos de transação, portanto aumenta os rendimentos de seus usuários e ajuda a superar crises. Além disso, é uma tendência que condiz com a atual digitalização das operações financeiras e bancárias, que crescentemente deixam de ser realizadas por meio da circularidade das moedas e dos títulos de valor mobiliário.

*Alex Marin Silva é gestor de inovação da SONDA, maior companhia latino-americana de soluções e serviços de tecnologia

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Infobip participa da 15ª edição do Conarec

A Infobip, empresa que opera uma das maiores plataformas próprias de mensageria e comunicação do mundo, participa da edição deste ano do Conarec (Congresso Nacional das Relações Empresa-Cliente ), que será realizado nos dias 12 e 13 de setembro, no Transamérica Expo Center, em São Paulo. Na ocasião, a executiva Patrícia Siller, country manager da Infobip no México, apresentará o painel: O consumidor é o ponto de partida, a inovação é a linha de chegada, no primeiro dia, às 14h45.

Em 15 anos, o Conarec se tornou um dos maiores e mais importantes eventos sobre relacionamento com clientes, relações de consumo e inovação no serviço ao consumidor da América Latina. O congresso reúne profissionais e lideranças das mais importantes empresas do País, para falar sobre tendências do setor, inovação e melhores práticas.

A Infobip estará presente com sua solução de plataforma de mensageria corporativa, que reúne os principais canais de comunicação, como SMS, e-mail, aplicativos de chat (Viber, Facebook e Line), voz e notificações push, em um único lugar. No início do ano, a empresa anunciou um investimento de mais de R$ 10 milhões no Brasil para a implementação da plataforma Omni. A companhia acaba de anunciar que ultrapassou 100 bilhões de mensagens por ano e que, em 2016, sua plataforma esteve presente em mais de 60% dos aparelhos celulares de todo o mundo.

“O Conarec é um congresso que traz novas visões de negócios, modelos, formatos e principais tendências para as empresas e profissionais do setor. Consideramos o evento uma ótima oportunidade para apresentar nossas soluções e discutir os impactos positivos que elas trazem aos negócios de nossos clientes”, afirma Yuri Fiaschi, diretor de vendas Latam da Infobip.

Para mais informações sobre o evento, acesse: www.conarec.com.br.

Conarec 2017

Data: 12 e 13 de setembro de 2017.

Local: Transamérica Expo Center.

Endereço: Av. Dr. Mário Vilas Boas Rodrigues, 387, Santo Amaro – São Paulo, SP.

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Waggl chega ao Brasil com plataforma capaz de facilitar e ampliar o crowdsourcing

Quem conhece e aplica na sua rotina a frase “juntos somos mais fortes” sabe o poder desta expressão. A Waggl, empresa sediada no Vale do Silício, na Califórnia, acredita no poder da produção colaborativa aplicada a quaisquer áreas de atuação e desenvolveu uma plataforma capaz de potencializar seu alcance para ouvir não só novas ideias, mas o que as pessoas realmente têm a dizer. Com a novidade torna-se possível construir desde empresas mais competitivas e criativas, até desenvolver novos processos e visões dentro de ONGs, áreas de saúde e até eventos.

“Ao longo de toda minha carreira profissional percebi que ninguém alça grandes voos sozinho. É preciso um grupo de pessoas engajadas e motivadas para ir ainda mais longe. Por isso criamos a Waggl, que amplia a atuação do crowdsourcing dentro de qualquer ambiente de forma fácil e dinâmica”, explica Michael Papay, CEO e fundador da empresa.

O empresário explica que a plataforma possibilita que a empresa tenha acesso a ideias inteligentes e criativas – que podem ser o caminho do sucesso -, mas que muitas vezes estão escondidas por não existir um canal direto e ágil para ouvir os colaboradores. “Uma nova forma de obter feedback em tempo real e assim construir melhores ações com o auxílio do recurso mais valioso das corporações que são as pessoas”, afirma o CEO.

Criada em 2014, a plataforma possibilita reunir estas ideias, conceitos, e ainda, diferentes pontos de vista sobre qualquer assunto por meio dos ‘pulsos’, nome dado para um novo modelo de interação mais ágil e com maior frequência. Mas, ao mesmo tempo permite que os colaboradores saibam que suas opiniões são realmente ouvidas.

Por meio da plataforma, são enviadas perguntas fechadas ou abertas e todas as respostas são votadas de acordo com a opinião dos participantes até chegar a melhor ideia em comum para todos. Os retornos, por sua vez, são ranqueados por um algoritmo e apresentados simplificados com um infográfico, sem a necessidade de serem tabulados. Todo o processo pode ser acompanhado de forma transparente e em tempo real.

“Com Waggl este processo de perguntar e ouvir os funcionários se torna ágil, simples e mais humano, pois a transparência das respostas, a votação e os resultados em tempo real engajam a participação, o trabalho em time e fortalecem a cultura”, afirma Kiko Campos, general manager da Waggl no Brasil.

Com mais de 140 clientes como Ebay, Pentágono (Departamento de Defesa dos Estados Unidos), Stanford Business School e Laboratório Sanofi, a Waggl acaba de desembarcar no Brasil. Seu nome vem do termo em inglês ‘waggle dance’, ou dança das abelhas, que significa a maneira como as abelhas comunicam informação individual de forma rápida e precisa.

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O que vem depois das agências e dos correspondentes bancários? – Por Marcelo França

Entre os anos de 2000 e 2003, o Banco Central criou as resoluções que deram origem a figura do Correspondente Bancário, que tinha como principal objetivo “promover a inclusão financeira”. Na década seguinte, enquanto a quantidade de agências bancárias se manteve relativamente estável, o volume de correspondentes cresceu atingindo cerca de 160 mil pontos em 2012.

Hoje, apesar do crescimento dos canais digitais, os pontos físicos e outros canais de atendimento continuam desempenhando um papel importante no atendimento a clientes. Segundo a última pesquisa da Febraban realizada em 2015, o total de transações realizadas em pontos físicos (agências bancárias, ATMs e correspondentes bancários) foi de 23,6 bilhões, o que representa 45% do total.

O estudo mostra também que, em 2015, o universo de agências físicas sofreu uma ligeira queda (de 22,9 mil em 2015 para contra 23,1 mil no ano anterior), também verificada, de forma mais acentuada, nos correspondentes, PABs e PAEs (postos de atendimento). O total de postos caiu de 45,5 mil, em 2015, ante 51 mil, em 2014. E os correspondentes bancários passaram de 346,5 mil, em 2014, para 293,8 mil em 2015.

De acordo com Gustavo Fosse, diretor Setorial de Tecnologia e Automação Bancária da FEBRABAN, os ajustes estão relacionados a fatores como a conjuntura econômica do País (falta disposição para investir) e a política de eficiência operacional de dos bancos.

Em paralelo, o Instituto Data Popular aponta ainda um volume de sub-bancarizados e desbancarizados de cerca de 50 milhões de brasileiros, quase 40% da população adulta.

Diante deste cenário de fechamento de mais de 60 mil postos bancários físicos só em 2017 e da falta de disposição para investir na abertura de novas agências e correspondentes, a grande pergunta é: quem vai atender as dezenas de milhões de pessoas que não tem (e não querem ter) uma conta ?

Esperamos que nos próximos anos esta lacuna, que vem sendo deixada pelas instituições financeiras por questões de redução de custo, seja preenchida com soluções de fintechs.

Por que não, por exemplo, usar a tecnologia para habilitar pequenos lojistas e autônomos com smartphones para oferecer serviços típicos dos correspondentes, como a venda de recarga, de produtos digitais e até mesmo o recebimento de contas?

E se o smartphone proporciona recursos que não estão disponíveis nos terminais de caixa e POS, por que não ir além disso e oferecer também novos produtos, como passagens de ônibus, consultas da situação do CPF e créditos pré-pagos de TV por assinatura ?

Se hoje faz cada vez menos sentido investir na abertura de postos bancários e a demanda por serviços nesses canais ainda é gigantesca, o uso da tecnologia de novas fintechs pode ser a melhor alternativa. Ao invés de participar de uma licitação para adquirir uma lotérica, quem sabe no futuro bastará baixar um aplicativo.

Marcelo França é CEO e fundador do Celcoin, aplicativo que transforma o celular em uma máquina para revenda de recargas, recebimento de contas e outros serviços.

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Masterpass anuncia lançamento de pagamento com um clique no Brasil

O Masterpass, plataforma de pagamento digital da Mastercard que permite compras de forma simples, segura e inteligente em estabelecimentos parceiros, disponibiliza pela primeira vez o checkout expresso na solução no Brasil. A nova tecnologia permite o pagamento de produtos e serviços com apenas um clique ou impressão digital nos celulares a partir do momento em que as informações do cliente são previamente cadastradas e autorizadas, proporcionando assim uma experiência de pagamento rápida, fácil e segura.

O aplicativo que recebe o checkout expresso do Masterpass pela primeira vez é o Zul Digital, utilizado para pagar ou comprar antecipadamente os cartões de estacionamento rotativo geridos pela Zona Azul, por meio da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), na Cidade de São Paulo.

Como funciona: No primeiro uso, para que o usuário adquira seu tíquete de estacionamento com a nova solução, basta instalar o aplicativo Zul Digital, cadastrar os dados pessoais e, ao solicitar o pagamento da vaga atual ou a compra antecipada de cartões de estacionamento, escolher a opção Masterpass. Caso o motorista já tenha cadastro prévio na plataforma, basta clicar no botão para ativar a conta e habilitar o pagamento expresso, possibilitando assim que os próximos checkouts sejam concluídos apenas com a validação de impressões digitais ou um simples clique. A funcionalidade está disponível nos sistemas iOS e Android. O download também pode ser realizado por meio do link https://www.zuldigital.com.br/instalar.

“Com a nova funcionalidade que possibilita pagamento com um clique no Masterpass, a Mastercard torna mais uma vez tangível a proposta de oferecer experiências de alto nível com rapidez, segurança e facilidade. Dessa forma, no caso da Zona Azul, o motorista realiza as tarefas do dia a dia de forma descomplicada, sem que o fato de pagar a vaga do estacionamento seja uma preocupação a mais em sua rotina, já que ele pode concluir essa tarefa em apenas um gesto”, declara Valério Murta, Vice-Presidente de Produtos e Soluções da Mastercard Brasil e Cone Sul.

O mecanismo de compra com um clique otimiza conversões de compras, ao mesmo tempo em que torna o checkout mais descomplicado para o consumidor. Para ilustrar esse panorama, em pesquisa realizada pela Mastercard em parceria com a Norstat, no Brasil, 52% dos consumidores declararam abandonar suas compras no ambiente online quando esquecem a senha, por exemplo.

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Mercado brasileiro de PCs cresce 5% em vendas no segundo trimestre, revela estudo da IDC Brasil

Pelo segundo trimestre consecutivo o mercado de PCs mostrou crescimento no Brasil. De acordo com o estudo IDC Brazil PCs Tracker Q2, realizado pela IDC Brasil, líder em inteligência de mercado, serviços de consultoria e conferências com as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações, entre os meses de abril e junho de 2017 foram vendidos 1,243 milhão de máquinas, ou seja, 5% a mais do que no mesmo período de 2016, quando o mercado chegou à marca de 1,182 milhão de computadores comercializados. A receita do segundo trimestre de 2017 foi de R$ 2,7 bilhões, queda de 6,4% em comparação ao mesmo período do ano passado, e aumento de 14% em relação aos três primeiros meses deste ano.

Do total de computadores vendidos no segundo trimestre de 2017, 396 mil são desktops – 10% a menos do que no mesmo período de 2016, quando foram vendidas 438 mil máquinas -, e 847 mil notebooks – 14% a mais na comparação com o segundo trimestre do ano passado, quando foram vendidos 744 mil equipamentos.

“O crescimento no primeiro semestre de 2017 mostra que o mercado ainda tem fôlego para fechar um bom ano. A liberação do dinheiro do FGTS contribuiu para o aumento nas vendas. Além disso, os fabricantes passaram a oferecer computadores com preços mais acessíveis, em torno de mil reais, o que alavancou o mercado”, diz Pedro Hagge, analista de pesquisa da IDC Brasil. Segundo ele, este movimento trouxe de volta uma parcela da população que não tinha condições de compra e outra que precisava renovar as máquinas.

Ainda de acordo com o estudo da IDC, o mercado voltado ao consumidor final continua na liderança das vendas, com 68% de participação. O varejo vendeu 843 mil equipamentos, o que representa crescimento de 6% ante 795 mil de abril a junho de 2016. O mercado corporativo também mostrou números positivos. No segundo trimestre de 2017, 400 mil máquinas foram destinadas ao segmento, alta de 3% em relação ao segundo semestre de 2016, quando foram 387 mil. Quanto ao tíquete médio dos computadores no segundo trimestre de 2017 foi de R$ 2.177, contra os R$ 2.445 de 2016, recuo de 11%. Já na comparação com os três primeiros meses de 2017, houve aumento de 2% na média de preços.

Para 2017, a IDC Brasil prevê crescimento de 1,2% na comparação com o ano de 2016. “Acreditamos que o mercado chegue a 4,55 milhões de unidades vendidas, sendo 1,6 milhão de desktops e 2,9 milhões de notebook. A receita deve ficar na casa dos R$ 10,3 bilhões”, finaliza o analista da IDC Brasil.

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Indeed divulga dados sobre o mercado de trabalho no setor de TI no Brasil

O Indeed, maior ferramenta online de buscas de empregos no mundo, revelou dados sobre o mercado de trabalho na área de Tecnologia da Informação (TI) no Brasil. Segundo um levantamento feito desde o começo de 2017, com base na quantidade de vagas abertas e na facilidade de preenchimento, além da média salarial, as maiores ofertas são voltadas para os cargos de programação e desenvolvimento de linguagens, como PHP, Java e front-end.

A dificuldade em preencher algumas vagas que requerem grande especialidade técnica se torna evidente ao listar as oportunidades que estão abertas pelo maior tempo. Entre elas, encontram-se engenheiro de software, que conta com 50% das vagas abertas há mais de dois meses, desenvolvedor full-stack, arquiteto de software (ambas com aprox. 42%) e desenvolvedor de software (aprox. 39%).

”À medida que todas as empresas se tornam digitais, a demanda por profissionais com elevadas habilidades técnicas está aumentando muito mais rápido que a disponibilidade de mão de obra qualificada. O resultado é um rápido crescimento em vagas não preenchidas e aumentos nos salários dos talentos que podem ocupar esses papéis”, explica João Luís Olivério, country manager do Indeed no Brasil.

O estudo mostra também que a média salarial anual para desenvolvedores das linguagens de programação .net, Java e mobile é cerca de R$ 38 mil.

Mercado de trabalho promissor em TI

No início do ano, o IDC previu um crescimento de 2,5% no setor de TI do Brasil em 2017. A transformação digital foi apontada pela consultoria como uma das principais causas da retomada desse mercado. Diversas empresas estão investindo em tecnologia e automação, isso tem impulsionado diferentes tecnologias e áreas do mercado de TI.

Em 2016 os investimentos totais das empresas com TI no Brasil somaram US$ 38 bilhões, um recuo de 3,6% na comparação com 2015. Em 2017, a previsão é que haja uma recuperação dos investimentos na ordem de 6,7%, o dobro do previsto para o mercado global.

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Ramo Sistemas participa do SAP Forum Brasil 2017 com modelo de negócio diferenciado para o SAP Business One

A Ramo Sistemas, empresa nacional focada em soluções para pequenos e médios negócios e parceira exclusiva da SAP na venda do ERP SAP Business One, reforça, durante o SAP Forum Brasil 2017, que ocorrerá nos dias 12 e 13 de setembro de 2017, no Transamérica Expo Center – São Paulo – SP, a estratégia de venda do SAP Business One on Demand na nuvem. O grande diferencial é rodar na nuvem gerenciada da Ramo, trazendo vantagens para o cliente, seja na estabilidade e escalabilidade do ambiente, bem como na segurança de dados contra invasões.

No estande da Ramo Sistemas será apresentado às ofertas do SAP Business One on Demand e financiamento das soluções com escala no investimento. “A adoção do SAP Business One por meio de financiamento facilita a aquisição da solução pelas pequenas e médias com escala no investimento”, afirma Décio Krakauer, presidente da Ramo Sistemas.

Destaque também para o SAP Business One by HANA no modelo de cloud computing com a Amazon Web Services (AWS). O cliente Cloud Ramo terá a sua disposição todas as funcionalidades da solução SAP Business One aliada a capacidade de infraestrutura da nuvem AWS e o processamento de dados de computação em memória. “A arquitetura modular do SAP Business One by HANA na nuvem torna a implementação rápida e econômica”, conclui Krakauer.

Para sustentar o crescimento e expandir nacionalmente, a Ramo ampliou sua base de atuação no mercado brasileiro com a inauguração de 12 Unidades de Negócio que auxiliam a consultoria, vendas e suporte com abrangência nacional.

Além dos novos modelos de negócios, Décio Krakauer ministrará a palestra “SAP Business One como Centro da Transformação Digital da sua empresa”. O ano de 2017 está sendo desafiador e dentro desse cenário é preciso criar opções inovadoras e gestão eficiente para que as pequenas e médias empresas cresçam e superem os desafios”, lembra o executivo.

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A Lei que faz bem para sua empresa – Por Luciano De Biasi

O Brasil é sabidamente um dos países com o maior número de leis em vigor. Estima-se que existam atualmente mais de 200 mil normas que regem o Estado em diversas áreas, entre elas a tributária. Embora muitas delas onerem o dia a dia das empresas, há algumas que podem representar um grande benefício para o sucesso dos negócios. É o caso da Lei do Bem.

Criada em 2005, a Lei 11.196/05 tem como função principal estimular a inovação tecnológica nas empresas. De acordo com o texto federal, enquadra-se nessa legislação toda e qualquer concepção de novo produto ou processo em serviços, bem como a agregação de novas funcionalidades, características ao produto ou processo que implique melhorias – sejam elas incrementais ou disruptivas – com efetivo ganho de qualidade ou produtividade, resultando maior competitividade no mercado.

Inovação tecnológica e a Lei

Quando falamos de inovação tecnológica, vinculamos muito este cenário à área de Informática ou Tecnologia da Informação, mas inovar pode ocorrer em qualquer área de atuação. O principal objetivo da Lei do Bem é estimular a inovação tecnológica nas empresas, sendo toda e qualquer organização apta a participar, partindo da concepção de um novo produto ou processo em serviço prestado, agregação de novas funcionalidades de uma solução já existente no mercado, características ao produto ou ao processo que impliquem melhorias, com efetivo ganho de qualidade ou produtividade.

Se uma empresa desenvolver um tecido que seja menos aderente a sujeira, isso pode ser considerado inovação tecnológica e ser utilizado futuramente pela indústria têxtil. Pode ser uma tinta ou coloração onde se pode utilizar em diferentes produtos ou, ainda, se quiser substituir a matéria prima por outro produto, que é mais barato, e querer assegurar a qualidade desse produto. Caso essa criação tenha base científica comprovada, essa matéria prima/solução também é inovação tecnológica.

Muitas empresas, principalmente as pequenas e médias, acreditam que as inovações tecnológicas precisam ser parecidas com as criadas pela NASA. Um foguete ou uma descoberta que vai mudar a nossa rotina. Mas não é nada disso. Além disso, ainda que a inovação não dê certo, também faz parte da Lei do Bem. Vamos supor que no final o executivo descobre que vai ficar mais caro e, consequentemente, abandona o projeto. Todavia, mesmo que haja uma tentativa, é permitida a redução do Imposto de Renda.

As atividades de inovação tecnológica precisam ser aprovadas no Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações (MCTI). E a empresa precisa formalizar um processo para assegurar que aquilo que a empresa construiu como atividade de inovação tecnológica seja validada via MCTI. Para isso, o projeto precisa ser bem desenhado e documentado para o enquadramento no órgão. Sem este documento, a empresa não consegue assegurar a redução de custos.

É essencial se atentar a uma série de aspectos. Por exemplo, se a empresa solicitar a redução em 2017, mas em 2018 o MCTI desaprova o projeto, ele será obrigado a voltar atrás e recolher os meus impostos com juros. Então, a ideia é que a organização desenhe o projeto antecipadamente com apoio a fim de definir se é, de fato, inovação tecnológica. É necessário documentar todo o projeto para que o MCTI aceite e para que a empresa fique tranquila em relação ao benefício. A ideia é eliminar o máximo de risco de desaprovação do projeto.

Mas o que isso traz de benefícios?

Os incentivos fiscais previstos na Lei do Bem podem resultar em boas oportunidades de negócios para as empresas. Entre as principais vantagens, destacam-se:

– Dedução de 50% no IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para a compra de máquinas e equipamentos destinados à área de Pesquisa e Desenvolvimento;

– Dedução de 20,4% até 34% na declaração do Imposto de Renda Pessoa Jurídica;

– Depreciação e amortização acelerada desses bens;

E, para obter os incentivos fiscais da Lei do Bem, existem alguns pré-requisitos, tais como ser uma empresa em regime no Lucro Real, possuir Lucro Fiscal, ter regularidade fiscal (emitindo CND ou CPD-EN) e também que invistam em pesquisa.

É fato que um país só se desenvolve a partir do investimento e de tecnologias. Isso é determinante para que uma nação conte com empresas competitivas e que possam alcançar êxito nos negócios em um mundo cada vez mais globalizado. Os incentivos fiscais permitem que as empresas maximizem as verbas com pesquisa, já que parte dos investimentos será “financiada pelo governo.” Infelizmente, as médias empresas não têm conhecimento sobre essa lei ou acham a legislação muito burocrática.

Luciano De Biasi é formado em Ciências Contábeis pela Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo (USP), Mestre em Ciências Contábeis pela Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP) e sócio-diretor da De Biasi Auditoria, Consultoria e Outsourcing

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Atos leva expertise de migração de dados para o S/4 Hana ao SAP Fórum

A demonstração prática da excelência da Atos, líder global em transformação digital, na implantação e na migração de dados para o S/4 Hana, uma das plataformas de negócios mais utilizadas do mundo, é o principal destaque da participação da empresa no SAP Fórum – evento que será realizado nos dias 12 e 13 de setembro em São Paulo.

Durante o fórum que será organizado pela SAP, a Atos mostrará casos de sucesso de migração de sistemas de Gestão Integrada (ERP) para esta nova solução, que é a mais avançada ferramenta disponível no mercado.

“Em mais de 35 anos de parceria, a Atos tem comprovado seu know-how e experiência para alinhar as aplicações SAP aos objetivos de negócios das empresas, promovendo redução de custos e ganhos operacionais”, afirma Alexandre Morais, head de Transformação Digital da Atos.

O S/4 Hana reúne soluções de diferentes linhas de negócios por meio de uma única plataforma, permitindo a administração e controle de processos gerenciais em tempo real, garantindo ganho de produtividade, economia de tempo e de recursos gastos com processos burocráticos em até 80%.

Infraestrutura

Uma das melhores bases de infraestrutura para operar o S/4 Hana no mundo, o servidor de alta performance Bullion, desenvolvido pela Atos, é um dos únicos com certificação específica para operar o SAP HANA. Além de ser o único com capacidade de até 16TB de memória.

O Bullion é utilizado por mais de 500 organizações para abrigar cargas de trabalho mais críticas em um ambiente seguro e com exigências de alto desempenho. Ele também se destaca em processos de virtualização, IT modernization, otimização de data centers e analítico de Big Data.

Outras soluções

Durante o SAP Fórum, também será possível consultar especialistas da Atos a respeito da utilização do SAP R/3, versão anterior ao S/4. Eles estarão à disposição para realizar análises de cenários a fim de identificar pontos de melhoria na plataforma em cada empresa, considerando volume de dados, tempo de processamento e redução de custos.

Em parceria com a espanhola Stratesys, a Atos leva ao evento duas soluções: a SAP Ariba, focada em outsourcing estratégico e a SAP VIM by Opentext, para operações de contas a pagar. A primeira é uma metodologia muito utilizada em países europeus e que demonstra ser tendência no Brasil. Já a SAP VIM by Opentext é considerada a melhor solução para rastreamento e automação dos processos de recebimento fiscal e contas a pagar nas plataformas SAP.

Ainda entre as soluções fiscais e contábeis, serão apresentadas a TAXBRA e a SAP Tax Declaration Framework, que promovem acesso rápido às informações contábeis para atender às obrigações fiscais com agilidade e facilidade. Estas ferramentas, segundo Alexandre Morais, aumentam a produtividade nos departamentos de contabilidade e reduzem as multas por não conformidade.

Atendimento automatizado

Sistematizar o atendimento dos usuários de SAP é o objetivo do conceito de Robotics Process Automation (RPA), apresentado recentemente pela Atos. A solução, que otimiza o tempo da equipe ao automatizar os atendimentos dos usuários SAP, reduz o custo para a empresa e gera informações de inteligência em tempo real de forma flexível, dessa maneira, a companhia pode adota-la sem a necessidade de alterar os sistemas já existentes.

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Startup inova ao apoiar games nacionais independentes

Lançada no final de 2016, em São Lourenço no sul de Minas Gerais, a Game Nacional (www.gamenacional.com.br), é a primeira plataforma brasileira a atuar na promoção dos trabalhos de desenvolvedores indie de jogos digitais brasileiros, dando suporte desde a venda e compra de cotas em seus projetos – que podem estar em estágio de desenvolvimento ou já finalizados.

Para isso a startup faz uma seleção dos games com maior potencial e inicia um trabalho de advisor, apresentando o jogo para a mídia e investidores. “Exibimos os games em eventos e festivais, apresentamos para investidores, orientamos sobre a gestão das redes sociais, fornecemos tradutores para dar uma nova perspectiva de distribuição, oferecemos sonoplastia e suporte no relacionamento com a imprensa e influenciadores. Enfim, criamos toda base para levar o game a um novo nível, podendo alcançar outras plataformas antes não vislumbradas como o Xbox, Playstation ou AppStore. Tudo isso com a curadoria de consultores experientes no mercado”, explica Adriano Reis, fundador da plataforma que atualmente conta no portfólio com seis jogos, dos quais três já receberam investimento. Adriano complementa: “Infelizmente no Brasil desperdiçamos muitos talentos e desta f orma para nós é extremamente importante apoiar os projetos e sonhos de quem merece e dedica, apesar da falta de ajuda”.

O mercado mundial de games em 2016 teve um faturamento de 99 bilhões, sendo maior que o mercado do cinema, somente o Brasil foi responsável por 3 bilhões deste montante. Os brasileiros têm jogado cada vez mais e os homens representam 47,4% dos jogadores e as mulheres 52,6%. Quanto à idade dos jogadores 34,8% têm entre 35 a 54 anos e 31,5% têm de 16 a 24 anos

Cases de Sucesso – A plataforma já conquistou aporte para três jogos, e um deles está sendo atualizado para o lançamento até o final do ano. “O Restless (https://www.facebook.com/restlessgame/), um game 3D de ação com uma pegada de terror em terceira pessoa com puzzles. O DarkElf (www.darkelf.com.br), um RPG 2D de ação com um visual vivo e um enredo dinâmico , e o game do Sansão, ação e aventura com gráficos incríveis, tendo sua história adaptada da Bíblia, também receberam aporte e estão investindo em melhorias para serem lançados a partir do segundo semestre desse ano”, afirma Maria Eduarda, diretora da Game Nacional.

Sobre fazer parte do portfólio da plataforma, o CEO da Restless, Raphael Coelho, vê que foi o passo essencial para viabilizar o prosseguimento dos trabalhos: “As ações desenvolvidas pela Game Nacional foram de grande valia para captarmos fundos para nosso projeto que agora está a todo vapor!”, pontua.

Parceiros – Para o desenvolvimento deste trabalho, a startup conta com parceiros de peso, a BGC (Brasil Game Cup) e a BGS (Brasil Game Show), que disponibilizam stands para a apresentação dos jogos eletrônicos. A BGS é o maior evento de games da América Latina.

Se você quer ajudar os games nacionais investindo um valor pequeno ou elevado entre em contato com a equipe da Game Nacional (contato@gamenacional.com.br).

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Por que é tão difícil encontrar alguns profissionais de TI?

O mercado de TI está bastante aquecido e as contratações não param de acontecer. Essa afirmação é, ao mesmo tempo, verdadeira e falsa, pois reflete a demanda por profissionais de áreas relacionadas à tecnologia, mas esbarra na dificuldade de encontrar profissionais qualificados e que atendam às necessidades das empresas.

De acordo com a Brasscom (Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação), em 2016 havia 50 mil postos de trabalhos aguardando profissionais qualificados para suprir essas vagas, que vão desde estagiário a consultores e programadores.

Grande parte das companhias que precisam de profissionais de TI relata que há vagas que simplesmente não são preenchidas, seja por falta de capacitação dos candidatos, por inflexibilidade, ausência de domínio do inglês, entre outros fatores. Uma pesquisa da consultoria de TI One Choice Consulting identificou as vagas de TI que têm mais carência de bons profissionais.

“Temos diversas vagas para Desenvolvedores FrontEnd, Programador JAVA, Desenvolvedor Clipper, Desenvolvedor Ruby on Rails, Programador Dot Net, Consultor Segurança da Informação e Arquiteto Java”, conta Gabriel Silva, CEO da One Choice Consulting, que valida tecnicamente os profissionais por meio de ferramentas antiplágio e permite que o cliente encontre-o e feche a contratação em até um dia, se ambas as partes estiverem de acordo.

“O que percebemos no mercado é que, embora haja muitas vagas, poucas pessoas têm a capacidade de preencher todos os requisitos e encontram problemas na parte técnica”, complementa Gabriel, citando que, a cada dez profissionais avaliados na plataforma da One Choice Consulting, apenas dois são aprovados. “O nível de exigência dessas vagas costuma ser alto e, por isso mesmo, os salários em geral são bem satisfatórios”, diz.

Além das vagas, em si, serem difíceis de preencher, há também a questão de localização. Segundo a One Choice Consulting, as regiões mais críticas são Recife, Porto Alegre e São Paulo. “Além de não encontrarmos candidatos com capacitação técnica qualificada para as vagas, temos o problema de déficit em algumas áreas de conhecimento e falta de domínio do inglês, que é fundamental na área de TI”, adiciona Gabriel.

Atualmente, as áreas que mais demandam profissionais nas empresas de TI são as de engenheiro de software, tecnologia de desenvolvimento de sistemas, games, computação gráfica 3D, tecnologia na construção de softwares, gerenciamento de engenharia web, redes e sistemas para a internet.

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Infobip investe mais de R$ 3 milhões em seu primeiro data center integrado no Brasil

A Infobip, empresa que opera uma das maiores plataformas de mensageria e comunicação móvel do mundo, reforça seu compromisso com o Brasil e anuncia um investimento de mais de R$ 3 milhões (€ 1 milhão) no projeto de seu primeiro data center integrado no país, que também é o único na América Latina. O sistema estará conectado a outros seis da empresa, distribuídos pelo mundo. A operação está prevista para começar em setembro.

“A Infobip tem como objetivo conectar operadoras de redes móveis, empresas e o cliente final. Esse investimento vai de encontro com a nossa misão, além de contribuir com o aumento da oferta de nossas soluções em toda a América Latina, sobretudo no Brasil. Assim, teremos a redução da latência do serviço e o aumento da segurança dos dados trafegados”, explica Yuri Fiaschi, diretor de vendas da Infobip na América Latina.

A Infobip registrou um número anual de mais 100 bilhões de transações, 300 mil clientes conectados, em mais de 500 conexões diretas. A empresa vai migrar os clientes em estágios, o que permitirá o uso de todos os serviços e configurações com a manutenção de qualidade no nível máximo.

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Teradata realiza evento que reúne os maiores cases de Big Data no mundo

A Teradata (NYSE: TDC), empresa líder de dados e analytics, anunciou os detalhes da Conferência Teradata Partners 2017, que acontecerá entre 22 e 26 de Outubro, no Anaheim Convention Center, em Anaheim, na Califórnia. O principal evento global de big data e analytics liderado por clientes da Teradata tem como foco líderes da indústria e profissionais que buscam extrair valor dos seus dados por meio da inovação e da transformação digital.

O tema da conferência desse ano é “à beira do futuro”, e os participantes contarão com mais de 200 sessões sobre transformação nos negócios por meio de Internet das Coisas, Ciência de Dados, Cidades Inteligentes, Carros Conectados, Nuvem Híbrida e Inteligência Artificial. Os clientes globais da Teradata de diversas indústrias também compartilharão suas experiências em migração para nuvem, clientes conectados e mercado de dados para estratégia dos negócios. Entre os clientes da Teradata Brasil, Itaú, Riachuelo e Telefônica apresentarão no evento seus casos de sucesso no uso de Big Data e analytics.

Haverá histórias de bancos que criaram modelos de risco de crédito, varejistas que usaram análises e dados direcionados para obter vantagens competitivas, profissionais que contaram com sensor de qualificação de dados para assumir o controle do Analytics das Coisas, além de cases, como o de uma loja de departamento na América do Norte que está expandindo suas operações globalmente por meio de plataformas de dados focadas em omni-channel, e do time da NBA, Utah Jazz, que tem usado analytics para revolucionar a experiência dos fãs.

No domingo, 22 de outubro, a Teradata anunciará os avanços em direção a esse futuro através de seus novos produtos e serviços, em primeira mão, para os participantes.

Por dentro do Partners

O Teradata Partners contará com a presença de personalidades, como a vencedora do Emmy, Katie Linendoll, um nome forte na TV norte-americana, que participará das sessões gerais. Katie é especialista em tecnologias e foi repórter nas redes de televisão NBC Today, Fox News e CNN, e será a âncora da mesa de notícias ao vivo do evento. O diretor do MIT Media Lab e co-autor do Whiplash: como sobrevevir ao futuro rápido, Joi Ito, também estará presente. Sua apresentação combinará experiência acadêmica e prática com a visão sobre as novas tecnologias. Além dele, Jason Silva, apresentador do Brain Games, da National Geographic, e da nova série Origins, e criador do Shots of Awe, também será um dos destaques.

Do lado da Teradata, haverá palestras com os principais executivos da companhia, que compartilharão a visão da Teradata para o presente e futuro nas sessões gerais. Entre eles, o CEO, Victor Lund; o vice-presidente executivo e diretor de produtos, Oliver Ratzesberger; o vice-presidente sênior da Think Big Analytics, Rick Farnell; e o CTO da Teradata, Stephen Brobst, que apresentará sessões futurísticas e visionárias – famosas pela grande quantidade de participantes.

Na edição desse ano haverá apresentações de clientes, estudantes, analistas de TI e sessões interativas. Entre os clientes globais estão Ticketmaster, NXP, Semiconductors, 3M, Paypal, Yahoo Japan, Danske Bank, Nationwide, eBay, Overstock.com, Vodafone, Rakuten, Lufthansa, e dos especialistas do time da NBA, Utah Jazz; a sessão ‘Meet Up’ não contará com palestras, nem power points, mas reunirá especialistas de forma bem interativa; na de estudantes, as sessões serão conduzidas pelos vencedores do hackaton da Northwestern University, que aconteceu em maio, e por líderes acadêmicos de Stanford, Oxford e Harvard; e analistas do mercado de TI também apresentarão as últimas tendências e previsões.

Esse ano, a conferência virtual do Teradata PARTNERS será gratuita, e transmitida ao vivo e on demand por mais de 90 dias para qualquer país. Será possível interagir com especialistas da Teradata e seus parceiros durante as sessões virtuais transmitidas entre 23 e 25 de outubro de 2017.

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