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Mercado Bitcoin contrata ex-diretor da B3 e anuncia dois novos diretores

Dentro da estratégia de crescimento das operações no Brasil, o Mercado Bitcoin – maior corretora de moedas digitais da América Latina – anuncia a contratação de Reinaldo Rabelo, ex-diretor da B3, para assumir a diretoria Jurídica, de Riscos e Compliance da companhia. Outros dois novos executivos também passam a integrar a equipe: Deborah Gouveia Abi-Saber, ex-Red Bull, assume a diretoria de Recursos Humanos e Fabrício Tota, que vem da corretora de valores SOCOPA, é o novo diretor de OTC (Grandes Contas).

Os novos integrantes reforçam o board anunciado recentemente pelo Mercado Bitcoin, para sustentar uma estratégia de crescimento da empresa, que pretende aumentar em até dez vezes o volume de negociações realizadas na plataforma até o final deste ano, além de alcançar a meta de 2,5 milhões de clientes no período.

O novo diretor Jurídico, que já fazia parte do Conselho Consultivo do Mercado Bitcoin e trabalhou por quase dez anos como diretor executivo Jurídico, de Riscos e Compliance da Cetip e B3, passa a responder pelas mesmas áreas da corretora de moedas digitais. “Na Cetip, tive muito contato com questões de regulamentação do Banco Central e CVM e, como o mercado de criptomoedas ainda não é regulado, acredito que essa minha experiência será muito importante. Teremos que trabalhar em parceria com as autoridades em busca de uma regulação que não seja restritiva à inovação e permita que a tecnologia seja explorada em seu máximo potencial e de forma segura”.

Já Deborah Gouveia Abi-Saber, que anteriormente era diretora de RH da Red Bull no Brasil e teve passagens relevantes por grandes empresas, como BTG Pactual, assume a área de Recursos Humanos do Mercado Bitcoin com a missão principal de estruturar a área na companhia. “O que mais me atraiu para essa vaga foi a possibilidade de contribuir para o crescimento do Mercado Bitcoin e criar, em conjunto com a empresa e os profissionais, a história do setor de criptomoedas no país. O fato de atuar em um mercado relativamente novo representa um desafio interessante para mim e a oportunidade de construir um legado relevante em uma empresa que une o melhor das minhas experiências anteriores”, afirma Deborah.

Outra novidade do Mercado Bitcoin é a chegada de Fabrício Tota, diretor de OTC, para atender clientes e instituições que investem grandes volumes. “O meu papel no Mercado Bitcoin é atender as grandes contas. A empresa sentiu a necessidade de ter um atendimento mais próximo justamente por conta da alta demanda desse perfil de clientes, além disso, muitos deles estão fazendo o primeiro investimento em criptomoedas, o que requer um contato mais próximo”, comenta Tota. “O desafio é estender as nossas principais características, como excelência em atendimento, confiabilidade e segurança pelas quais já somos reconhecidos, para esses clientes”.

Além dessas contratações, a empresa conta também com a chegada de Ricardo Dantas, que assume a área de Marketing intelligence da companhia. Antes do Mercado Bitcoin, Dantas atuava na mesma posição na Multiplus e teve passagens pela B2W e Accenture.

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Diego Garcia assume liderança de Parcerias e Alianças da CA Technologies para o Brasil

Responsável pelo departamento de vendas para a segmento Commercial da CA Technologies no Brasil, Diego Garcia assume também a liderança de parcerias e alianças no país. A movimentação visa maior colaboração e alinhamento entre a companhia e seus parceiros de negócios, que visualizam maior potencial no mercado.

“Hoje o segmento commercial tem uma base sólida e uma estratégia clara, baseada em trabalho colaborativo com parceiros e apoiada na conquista de novos logos. No último ano fiscal, conquistamos mais de 20 novos clientes para a CA”, comenta Sandro de Camargo, VP LATAM de Canais e Alianças.

Com a nova posição, Diego tem como principal objetivo desenvolver a estratégia de canais, mantendo os parceiros como foco central e aumentando o engajamento e oportunidades de negócio.

Com mais de 15 anos de experiência em tecnologia, negócios e vendas, Diego está na CA Technologies há 8 anos, tem formação em Sistemas de Informação, pela Universidade Paulista, e ampla vivência no segmento de vendas indiretas.

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Linx: varejo registra queda de 38% nas vendas em fim de semana marcado por greve nacional

A Linx, especialista e líder em software de gestão, identificou queda de 38% das vendas do varejo no final de semana marcado pela paralisação dos caminhoneiros por todo o País. A análise foi baseada na emissão de nota fiscal eletrônica (NFC-e) de quatro dos principais segmentos em que a empresa atua.

O indicador de 38%, que abrange todo o Brasil, considera o desempenho do último final de semana (26 e 27 de maio) em comparação com os dias 19 e 20 deste mês nos segmentos de postos de combustíveis, automotivo, food service e shopping centers.

Como esperado, a falta de combustíveis fez com que os postos mantivessem o índice negativo de 49%, enquanto o segmento automotivo vendeu 30% menos no período. O setor alimentício apresentou baixa de 27% e os shopping centers perderam 25% das vendas.

Situação em cada estado

Em São Paulo, as vendas diminuíram 42%, índice maior do que a média nacional. Já no Rio de Janeiro, a queda foi de 26%. Confira abaixo o desempenho dos demais estados.

19/20 x 26/27 de maio
Acre: -12%
Alagoas: -22%
Amapá: -11%
Amazonas: -9%
Bahia: -50%
Ceará: -15%
Distrito Federal: -24%
Espírito Santo: -49%
Goiás: -26%
Maranhão: -28%
Mato Grosso: -45%
Mato Grosso do Sul: -24%
Pará: -26%
Paraíba: -38%
Paraná: -47%
Pernambuco: -45%
Piauí: -24%
Rio de Janeiro: -26%
Rio Grande do Norte: -19%
Rio Grande do Sul: -51%
Rondônia: -27%
Roraima: -21%
São Paulo: -42%
Sergipe: -31%
Tocantins: -39%

Ticket Log faz levantamento em tempo real de postos de combustíveis ativos em todo o Brasil

A Ticket Log, marca de gestão de frota e soluções de mobilidade da Edenred Brasil, abriu uma nova funcionalidade para as empresas-clientes de suas soluções de abastecimento e de gestão de frotas e todos os motoristas do Brasil. Desde a última sexta-feira (25/5), a marca começou a disponibilizar em tempo real, por meio do portal e suporte telefônico, as informações de postos ativos e que realizam transações de venda de combustíveis nos últimos 60 minutos. Foram mais de 1.500 ligações dentre os 27,5 mil clientes da marca no Brasil. Diante disto, agora liberou o acesso à consulta para o público em geral. Pelo site www.ticketlog.com.br/postos-ativos já é possível verificar os estabelecimentos utilizando ferramenta de geolocalização onde motoristas encontram a gasolina, o etanol, o diesel ou o gás natural veicular.

“Estamos utilizando nossa base de dados de transações para criar uma lista de postos em tempo real que ajuda nossos clientes a identificar, entre os nossos 18 mil postos credenciados do Brasil, aqueles que ainda estão em operação. Nossa paixão pelo cliente e a busca por soluções de mobilidade no mercado urbano nos impulsiona a criar alternativas inovadoras e tecnológicas para dar suporte à operação das empresas e de seus condutores. E, por ser uma informação de utilidade pública, optamos também por abrir a informação ao público em geral”, explica Jean-Urbain Hubau (Jurb), Diretor-Geral de Frota e Soluções de Mobilidade da Edenred Brasil, que integra a marca Ticket Log para o mercado urbano.

Desde que a consulta foi liberada, mais de 1.500 clientes entraram em contato com a central de atendimento dedicada. “Nossa equipe está operando 24 por 7 para dar todo o suporte necessário aos usuários de nossas soluções. Estamos focados nas necessidades do mercado e a simplicidade de nossos processos nos garante a agilidade necessária para colocar em prática uma iniciativa como essa”, complementa Jurb.

Situação dos postos pelo Brasil

Desde o início das manifestações que afetam o abastecimento do País, é possível notar uma variação no número de postos em atividade. Comparado o mesmo período de abril, quando a situação estava normal, houve uma queda acentuada nos últimos dias na disponibilidade de postos operando com a comercialização de combustíveis.

Durante o final de semana, o número de postos ativos chegou a ser de apenas 19,9%. Já durante a segunda-feira, a marca registrou 39,9% dos postos credenciados em operação no Brasil. “O movimento indica uma possível retomada do abastecimento dos estabelecimentos, mas ainda de forma lenta”, explica Jurb.

No Paraná, cerca de 15% dos postos realizaram transações ontem, volume 67% menor que o registrado no início da crise (21 de maio), mas melhor que o registrado no domingo, quando o número chegou a 5,8%.

Além da nova funcionalidade disponibilizada durante a crise dos combustíveis, a marca divulga mensalmente para o mercado o Índice de Preços Ticket Log, um indicador de preços de combustíveis que utiliza como base os abastecimentos realizados nos 18 mil postos credenciados da marca. Até o dia 20 de maio, antes do início da crise dos combustíveis, a média dos valores encontrado era R$ 3,65 no Brasil. Veja a variação no quadro abaixo.

A informação do preço pago pelo litro do combustível pelos usuários das soluções transacionais de pagamento da marca é atualizada em tempo real e fica disponível aos clientes pelo aplicativo e soluções de gestão de frota, garantindo a consulta de opções mais rentáveis de abastecimento.

Por que o futuro da Indústria 4.0 está ligado à mudança na cultura educacional do Brasil?

Por Paulo Marcelo, CEO da Resource

Eu poderia, facilmente, criar um paralelo entre a Indústria 4.0 e a terceira Revolução Industrial. Essa quarta revolução industrial vem reforçar o conceito de que a cadeia de produção também é passível de automação e digitalização, ou seja, da mesma forma que lá atrás a primeira revolução industrial trouxe uma perspectiva de transformação no modelo de produção, hoje, a Indústria 4.0 também faz isso, mas em diferentes perspectivas.

Isso porque a Indústria 4.0 é um ciclo que teve início da sociedade para o mercado, no qual a transformação digital começou primeiro baseada nos consumidores e hoje impacta as indústrias. A sociedade demanda que as empresas atuem de forma mais simples e alguns setores já estão conseguindo caminhar nessa direção. O varejo, por exemplo, tem um relacionamento direto com os consumidores e conseguiu incluir o mundo digital na relação que possui com eles.

Mas e os demais setores: as indústrias? Como elas estão sentindo esse impacto? Um dos maiores choques que eu prevejo está diretamente relacionado ao mercado de trabalho e à oferta de mão de obra. Se por um lado as indústrias precisam aumentar a sua eficiência para competir com as empresas globais, por outro, podemos nos deparar com o risco do desemprego já que temos a automação industrial, robôs e inteligência artificial substituindo a mão de obra. E como preservar o capital intelectual das empresas?

A resposta é simples, mas desafiadora para ser implementada na prática: investimento na educação. O grande risco quando há um atraso na educação, como é o caso do Brasil, é que não é possível preparar a sociedade para atuar trabalhando diretamente com a tecnologia digital. Hoje, muitos dos nossos cursos, como os de formação superior e, principalmente, os técnicos ainda não preparam os profissionais para a transformação digital da Indústria 4.0. Eles precisam estar prontos para atuar lado a lado com automação e Inteligência Artificial e não mais para os modelos das máquinas da terceira revolução industrial.

Se não prepararmos a nova geração para esse modelo teremos um gap enorme na formação de mão de obra em um futuro próximo de, no máximo, 5 a 10 anos. Essa geração precisa estar atualizada com a tecnologia e criar um mix de experiência com máquinas e conhecimentos.

Quando você não prepara a nova geração para esse modelo, os recursos humanos acabam sendo inegavelmente substituídos por robôs. É urgente a necessidade de mudança na formação técnica e profissional para que seja possível equilibrar, no primeiro momento, as tarefas repetitivas em que a automação deve substituir a mão de obra para então direcionar esse colaborador para atividades que vão requerer o capital intelectual e a intervenção humana. E isso só vai acontecer com a mudança na formação tecnológica desses futuros profissionais.

Para que o Brasil possa competir globalmente com países como Alemanha e Estados Unidos, que estão muito em nossa frente, a indústria nacional precisa fazer urgentemente essa transformação digital e ter uma integração completa de todos os processos nas empresas. O Brasil precisa parar de engatinhar e dar passos ousados no desenvolvimento para que realmente possa entrar na era da Indústria 4.0 não só com a tecnologia em si, mas com pessoas capazes de lidar com ela.

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O fim do comércio eletrônico

Por Gastão Mattos

O comércio eletrônico surgiu há 40 anos. No final dos anos 1970, ocorreram as primeiras transações eletrônicas entre empresas. Considero o período uma fase de desenvolvimento e experimentação tecnológica, pois a maioria consistia em modelos fechados e não como o comércio virtual de fato.

Do ponto de vista histórico, o marco mundial para a evolução do Comércio Eletrônico como negócio foi a criação da Amazon em 1994. No início, havia desconfiança sobre o tamanho que o e-commerce poderia alcançar mediante a restrição do acesso à internet e às ainda questionáveis formas de pagamento online. Questões culturais, falta de costume de se comprar via computador e dificuldades logísticas eram entraves consideráveis.

No Brasil, a barreira cultural era mais significativa, pois diferentemente dos EUA, por aqui a compra por catálogo ou telefone nunca foi relevante. Quanto à logística, além da infraestrutura deficiente, que perdura até hoje, não havia qualquer especialização para a entrega massiva de encomendas ou centros de distribuição para individualizar pedidos.

À medida que as barreiras eram superadas, os negócios online ganharam tração, revolucionando a forma de vender e comprar. Esta transformação, na dimensão de uma “supernova”, está em vias de explodir, ou seja, o Comércio Eletrônico tal qual conhecemos está próximo do fim.

Nos quase 25 anos da história moderna do e-commerce, esta modalidade começou de forma segmentada. Tínhamos as chamadas operações “pure player” como a própria Amazon nos EUA, ou o Submarino no Brasil, nos quais todo o foco era voltado ao online. Outros competidores, ligados a varejos tradicionais do mercado, optaram por segmentar o negócio online atuando quase como outra empresa, ou um competidor interno do varejo tradicional. Foi assim na pioneira Americanas.com, apartada da LASA, e mesmo outros como Walmart no Brasil e EUA.

Este modelo segmentado perdurou por mais de uma década devido ao consenso de que o comércio eletrônico era tão específico que necessitava separar estoques, logística, marketing, relação com fornecedores e parceiros de negócio. Na essência, este entendimento se iniciava pela interpretação de que o consumidor online tinha outro perfil, justificando, por exemplo, que há dez anos o ticket médio nas Lojas Americanas era de R$ 20, enquanto uma compra online média na Americanas.com, R$ 300. Este paradigma da “redoma” do e-commerce justifica a evolução paralela e quase independente entre operações online e offline no varejo.

No início desta década, este modelo passou a ser questionado, pois economicamente percebiam-se ineficiências. Além disso, não se podia mais julgar o consumidor online como diferenciado. O acesso à internet se democratizou, formas de pagamento no online tornaram-se mais acessíveis e o público em geral gostou da praticidade de comprar pelo e-commerce.

O comércio eletrônico representa hoje 10% do volume de vendas do varejo norte-americano. No Brasil, quase 4%. Embora em proporção ainda pequena, há o domínio de tecnologias que se mostraram relevantes para o varejo como um todo.

De forma muito rápida, percebemos a fusão do on e off. Um exemplo é o Walmart ou a B2W, com a LASA. Por outro lado, lojas puras online parecem precisar ter presença física: vide o case da Amazon, agora controlando o WholeFoods e múltiplos pontos da Amazon Books nos Estados Unidos. O mesmo acontece no Brasil, com iniciativas da Netshoes, Wine, Dafiti apontando para a criação de pontos físicos de venda.

A gestão desta nova operação de vendas tende a ser única e as competências dos profissionais envolvidos são aquelas advindas do e-commerce, aplicadas ao varejo físico. Marketing aplicado às ferramentas de mídias sociais ou buscadores devem ser consideradas na atratividade de lojas físicas. Controle e análise de visitação, definição de perfis e dinamismo dos arranjos físicos das prateleiras e vitrines, tal qual nas lojas online, são premissas para o gerenciamento de lojas reais. O desafio do físico é a “rastreabilidade” do visitante, sem intrusões ou quebra de privacidade. O reconhecimento facial parece ser um caminho, exemplificando tecnologias emergentes, que serão muitas neste novo varejo.

O fim do Comércio Eletrônico é um início virtuoso de um novo comércio, evoluído, relacional e altamente tecnológico, no qual o consumidor tem mais poder e flexibilidade. Lojistas e empresas do varejo precisam interpretar este momento para se adequar a esta nova conformação do mercado.

Gastão Mattos é sócio fundador da Gmattos, empresa especializada no mundo online, com foco em Pagamentos. Uma de suas competências é interpretar tecnologias emergentes e indicar o caminho viável para sua proliferação no mercado digital.

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Nutanix publica relatório de tendências e adoção de nuvem pública

A Nutanix acaba de divulgar o Nutanix Public Cloud Usage Report, estudo sobre tendências de uso e adoção de nuvem pública. As organizações estão adotando rapidamente estratégias com várias nuvens (multicloud), avaliando formas de promover maior agilidade e possibilitar inovações mais rápidas e este relatório nos dá mais detalhes sobre isso.

Alguns números reveladores do estudo:

Empresas participantes foram classificadas por nível, para entender quanto gastavam em cloud:

– Iniciantes usavam serviços básicos e gastavam menos de 250 mil dólares por mês;
– Competentes entre 250 mil e 500 mil dólares;
– Proficientes entre 500 mil e um milhão de dólares
– Experts que tinham gasto estimado em mais de um milhão de dólares.

O estudo também mostra que empresas levam até 15 meses em avaliações de implementação de cloud, sendo que empresas de porte menor demoram, em média, apenas cinco meses.

Nas questões em relação a maturidade da utilização de devOps, a maioria das empresas faz uso das práticas, com 80% do total ativo. Outros 15% exploram a possibilidade da utilização das práticas e apenas 5% ainda não veem a ferramenta como uma necessidade em sua respectiva empresa.

Dessa forma, os números com gastos em cloud empresarial praticamente dobraram de 2016 para 2017, sendo que o gasto médio das empresas está acima de US$ 2 milhões. Porém, vale ressaltar que os SMB são os que utilizam maior parte de sua receita para gastos com cloud, em média US$ 620 mil.

As principais áreas que recebem esses investimentos são: computação empresarial, banco de dados, armazenamento e network. O investimento em computação empresarial é superior nas três esferas avaliadas, tendo seu maior gasto de 41% em empresas de médio porte, que também lideram a estatística de armazenamento (9%), enquanto startups e empresas corporativas já estão mais preocupadas em trabalhar com banco de dados (32%).

Em relação as formas de utilização da cloud, o investimento em segurança é a parte majoritária para empresas grandes e de médio porte. Empresas menores também se preocupam com esta questão, porém dão mais atenção ao custo do gerenciamento do que está produzido.

Informações sobre serviços especializados também foram disponibilizadas e mostram ainda uma certa timidez nos números, mas com crescimento. Apenas 6% das empresas estão realizando algum trabalho relacionado a Internet das Coisas. Inteligência Artificial ainda não é pauta principal, mas já tem certa importância para pequenas e médias empresas. Estas mesmas empresas também estão de olho na utilização de Analytics para análise de Business Intelligence.

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Capgemini e Efma lançam portal inovador dedicado às FinTechs

A Capgemini e a Efma anunciam o lançamento do FinTechVisor, uma plataforma inovadora projetada para reunir FinTechs e instituições financeiras, estimulando o trabalho colaborativo entre elas. O portal FinTechVisor pretende fomentar uma comunidade colaborativa e -mundial, para que as FinTechs e instituições financeiras se tornem agentes de mudanças revolucionárias, cocriando o futuro da indústria de serviços financeiros.

As FinTechs estão construindo as bases deste mercado virtual, compartilhando diariamente as suas soluções. Lançado recentemente no CCX Forum, em Londres, o portal, que conecta instituições financeiras e FinTechs, conta com um recurso que permite que bancos e seguradoras avaliem FinTechs e comentem suas soluções. Além disso, oferece uma função “casamenteira” personalizada, que permite que instituições financeiras encontrem os parceiros FinTech que melhor complementem suas necessidades e interesses.

“À medida que o setor financeiro passa por uma transformação significativa, a visão do portal FinTechVisor é formar um único ponto de contato, onde todos os agentes possam encontrar seu lugar e ser parte do futuro”, explicou William Sullivan, head de Inteligência de Mercado da Capgemini. “Com tantos novos operadores de mercado oferecendo inovação, as instituições tradicionais de serviços financeiros precisam de um método capaz de organizar as coisas e localizarem o parceiro inovador entre as FinTechs, com a melhor combinação para transformar seus negócios”.

O portal FinTechVisor também apresentará, em breve, a função ScaleUp Qualification Program, da Capgemini. Por meio deste programa, os ScaleUps[1] são avaliados pela companhia para obter sua qualificação como FinTech, desde que atendam às características necessárias para o sucesso sustentado de seus negócios em colaboração com uma grande empresa. O Programa de Qualificação ScaleUp, da Capgemini, avaliará Fintechs com potencial para se posicionarem como ScaleUps, sob quatro critérios: pessoas, finanças, negócios e tecnologia – com um olhar para o potencial de uma efetiva colaboração com uma grandes corporações. Assim, nem todas as FinTechs presentes no FinTechVisor serão elegíveis à Qualificação Capgemini ScaleUp, mas todos os participantes da comunidade terão a oportunidade de mostrar seus conhecimentos e soluções para uma audiência de contatos qualificados.

“O futuro é agora e com o portal FinTechVisor as instituições financeiras terão fácil acesso a uma ampla gama de recursos, trazendo mais flexibilidade e inovação aos bancos”, afirmou Vincent Bastid, CEO da Efma. “O ScaleUp Qualification Program, da Capgemini, levará o valor do portal um passo adiante, uma vez que a companhia tem se mantido na vanguarda da revolução colaborativa com as FinTech e, assim, reúne habilidades necessárias para avaliar o que é viável”.

O novo portal contará, ainda, com um recurso de mensagens integrado ao site, que permitirá que as instituições financeiras entrem diretamente em contato com a FinTechs por meio da plataforma. Ele também oferecerá uma biblioteca FinTech e abrigará, em breve, um hub de conteúdo, que exibirá as notícias e tendências atuais do segmento, em conjunto com histórias de colaborações bem-sucedidas.

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A tecnologia e o futuro do emprego

Por José Pio Martins

Que o mundo está passando por uma gigantesca revolução tecnológica ninguém duvida. Robô sapiens, Internet das Coisas, inteligência artificial, comunicação na palma da mão, redução de intermediação humana em várias atividades (bancária, compras, atendimento, fluxo de documentos etc.) são alguns exemplos do arsenal de mudanças em andamento. Todos os dias lemos que livrarias estão fechando porque os compradores preferem o oceano de ofertas via internet; que as mais sofisticadas operações bancárias são feitas por computador e por celular; que os aplicativos de smartphone estão acabando com tarefas comerciais e burocráticas antes feitas presencialmente e com material físico.

O mundo da burocracia está diminuindo (menos no Brasil). Coisas como ir a um cartório para fazer ou retirar um documento, ir ao laboratório para buscar resultados, gastar tempo para fazer coisas simples que tomam tempo e custam dinheiro são exemplos de atividades que vão sumir. Além dessas, há atividades altamente sofisticadas que estão sendo paulatinamente assumidas pelas tecnologias e vão eliminar milhares de tarefas e de trabalho humano. A ansiedade é saber para onde irão os empregos eliminados em face das novas aplicações tecnológicas.

Já foi publicado que, nos Estados Unidos, 47% dos empregos estão ameaçados de extinção por substituição tecnológica. As pessoas estão assustadas e gritando: “Os robôs irão roubar nossos empregos!” No curto prazo, a explosão de novas tecnologias irá, sim, gerar um deslocamento nos empregos. Mas, no longo prazo, deve acontecer uma mudança nos padrões e formas de trabalho, e milhões de empregos de outro tipo serão criados. A revolução tecnológica irá aumentar a produtividade por hora de trabalho e diminuirá custos.

Quando os custos diminuem, os preços também caem e, por consequência, milhões de consumidores de menor renda passam a ter poder de comprar; logo, melhoram sua qualidade de vida, fazendo que surjam novas formas de emprego. A alta tecnologia resulta de um mercado livre e competitivo e reduz não apenas o custo dos produtos de consumo, mas também os bens de capital – sobretudo as novas máquinas de tecnologia moderna –, que também passam a ser produzidos a custos menores.

Quando ocorre essa sequência de eventos econômicos – avanço da tecnologia, aumento da produtividade do trabalho, barateamento dos bens e serviços, barateamento dos bens de capital, aumento do consumo –, outro fenômeno explode: uma maior parte da renda das pessoas (consumidores) fica liberada para outras compras. E novas demandas surgem, outros bens e serviços têm de ser ofertados, outros empreendimentos são criados e outros tipos de empregos são gerados.

Um computador pessoal que hoje é comprado por US$ 500 custava quatro vezes mais há poucos anos. Os milhões de computadores vendidos no mundo decorrem da diminuição de seu preço nos últimos anos, e o número de empregados trabalhando em toda a cadeia de produção, venda e assistência técnica aumentou vertiginosamente. Em toda a história da humanidade, quando revoluções tecnológicas ocorreram – como a máquina a vapor, o motor a combustão e a eletricidade –, o resultado foi uma abundante criação de empregos. Empregos antigos se tornam obsoletos e são eliminados, e trabalhadores são liberados para os novos empregos.

Em 1970, o Brasil tinha 46% da população vivendo na zona rural. Ou seja, para duas pessoas terem alimento, uma tinha de estar na lavoura, produzindo para ela própria e para mais uma. Em uma sociedade na qual metade da população tem de estar no campo produzindo comida, a pobreza será a norma corrente, e não haverá espaço para produzir educação, saúde, lazer, turismo e uma penca de bens industriais e serviços pessoais a fim de melhorar o padrão médio de bem-estar.

A possibilidade de a humanidade viver melhor veio com a introdução da tecnologia na agricultura e na pecuária, pelo fim da necessidade de tantas pessoas terem de trabalhar na produção de alimentos. A liberação das pessoas da zona rural propiciou a expansão da indústria, depois do comércio e dos serviços, e elevou o padrão de vida. Mas a tecnologia assusta. Quando a eletricidade sepultou velas e lampiões e os automóveis enterraram as carroças e as charretes, não faltou quem prenunciasse o fim dos tempos. O desemprego tem outras causas, entre elas a explosão demográfica. O mundo tinha 1 bilhão de habitantes em 1830; em 100 anos dobrou, e atualmente somos 7,4 bilhões; seremos 9,4 bilhões daqui a 30 anos. A revolução tecnológica será a salvação, não a condenação.

José Pio Martins, economista, é reitor da Universidade Positivo.

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Curitiba volta a ter Tecnoparque e ISS reduzido para inovação e tecnologia

O Curitiba Tecnoparque – programa de atração de empresas de base tecnológica para a capital – será relançado nesta quarta-feira (30/5). O programa, suspenso para novas adesões desde 2013, ainda na gestão anterior, volta a oferecer desconto de 5% para 2% no Imposto Sobre Serviços (ISS) a empresas que investem em tecnologia e inovação.

Mas o benefício fiscal é apenas uma das facetas do Tecnoparque, que integra o Vale do Pinhão, o movimento de todas as áreas da Prefeitura e do ecossistema de inovação da capital para tornar Curitiba a cidade mais inteligente do país. “O programa é um dos pilares do Vale do Pinhão e é estratégico, já que incentiva a inovação e os processos de mudança tecnológica, principal força motora para o desenvolvimento econômico sustentável, com aumento da produtividade, da renda, da geração de empregos e da competitividade internacional”, argumenta Cris Alessi, presidente da Agência Curitiba, órgão ligado à Prefeitura e que trabalha na atração de investimentos para a cidade e no fomento do Vale do Pinhão.

Entre as atividades incentivadas pelo Tecnoparque, estão telecomunicações, informática, pesquisa e desenvolvimento, design, ensaios e testes de qualidade, instrumentos de precisão e automação industrial, biotecnologia, nanotecnologia, saúde, novos materiais e tecnologias ambientais. Para participar do programa, as empresas devem apresentar um projeto para análise técnica ao Comitê de Fomento do Município — formado por entidades do setor público e da sociedade civil organizada (como UFPR, PUCPR, UFTPR, Fiep).

A presidente da Agência Curitiba ressalta que, além do benefício fiscal oferecido pelo Tecnoparque, a infraestrutura da cidade, a qualidade de vida e a mão de obra qualificada que sai das mais de 50 instituições de ensino superior da capital também deverão ser fatores decisivos para que novas empresas invistam em inovação e tecnologia em Curitiba. “Elas poderão se beneficiar da cultura existente na cidade, da questão urbanística e do ecossistema de inovação existente na capital para crescer e gerar novos empregos”, justifica Cris.

Enquadradas

Atualmente, 84 empresas de base tecnológica estão enquadradas no Tecnoparque, por terem aderido ao programa antes de 2013. Estima-se que elas tiveram um aumento médio de 20% no faturamento e que seus quadros de colaboradores cresceram, em média, 16% desde o lançamento do programa em 2008.

Centro médico referência nacional em pesquisas de diagnóstico voltado ao combate do câncer e de doenças cardiovasculares, a Quanta Diagnóstico e Terapia aderiu ao Tecnoparque em 2011 e, anualmente, investe cerca de R$ 6 milhões em pesquisa e inovação – recursos próprios, financiamentos e acordos internacionais. “Nosso Departamento de Inovação tem realizado pesquisas e estudos para novos protocolos nos tratamentos cardiológicos e de câncer, que estão permitindo trazer recursos de instituições internacionais para Curitiba”, conta o cardiologista João Vítola, diretor-geral da empresa, que tem acordos de cooperação com a Agência Internacional de Energia Atômica da Organização das Nações Unidas (AIEA) e também com a Sociedade Americana de Cardiologia Nucler (ASNC).

A Seccional Brasil, com sede na CIC, aderiu ao Tecnoparque em 2009 e produz estruturas metálicas e soluções para telecomunicação, iluminação e energia. Segundo Paulo Abreu, presidente da empresa, cerca de 2% do faturamento anual da companhia são investidos em inovação e pesquisa de novas tecnologias. “Só em 2017 foram destinados cerca de R$ 2 milhões, em recursos próprios, para projetos de inovação que resultaram em patentes para o Brasil”, salienta o executivo. A Seccional Brasil, que faz parte de um grupo formado por 16 empresas, ocupada uma área de 120 mil metros quadrados na CIC, onde estão os laboratórios e fábrica de estruturas metálicas.

Fonte: Prefeitura de Curitiba

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Cartão BNDES como uma alternativa de fomento à inovação

Por Jamile Sabatini Marques, Diretora de Inovação e Fomento da ABES

Fomentar a inovação é essencial para o desenvolvimento econômico de um país. As nações desenvolvidas têm alocado cada vez mais recursos à busca de soluções inovadoras, por perceberem que essa é uma forma de criar novos mercados, tornar suas empresas mais competitivas e gerar desenvolvimento econômico.

O Brasil investe menos de 1% do seu PIB em pesquisa e desenvolvimento, mas, atualmente, tem-se trabalhado fortemente em várias frentes, para que as empresas do setor tecnológico, as quais são inovadoras pela sua natureza, tenham cada vez mais acesso ao crédito. As agências e bancos de desenvolvimento têm buscado novas formas de financiamento para fomentar as companhias inovadoras nacionais.

Fomentar uma ideia/projeto com taxas atrativas, para que as empresas possam ir ao mercado e se tornar uma inovação, gerando competitividade e desenvolvimento econômico, é de extrema relevância para um país que deseja estar no mercado global e possuir mão de obra qualificada.

Em 2013, a ABES fez uma pesquisa com os seus associados para entender quais eram as principais linhas de fomento utilizadas. Chamou a atenção que o Cartão BNDES foi considerada a linha de fomento mais popular, por sua facilidade de uso, menor burocracia e por estar há mais tempo no mercado.

Agora, em 2018, o BNDES, como banco de desenvolvimento, trouxe uma novidade ao mercado: a ampliação do uso do Cartão pelo setor, trazendo a possibilidade de financiar, não só os softwares prontos desenvolvidos nacionalmente, mas também a prestação do serviço de desenvolvimento de softwares sob encomenda, de websites corporativos e de lojas virtuais, dentre outros.

Esse passo é muito importante para a indústria como um todo, pois empresas com problemas de competividade e ausentes do mundo virtual poderão, por meio do Cartão, incrementar seus produtos e serviços com facilidade ao crédito.

É importante destacar que as empresas do setor de softwares podem ser não somente portadoras do Cartão BNDES, para adquirir novos produtos e serviços para seus negócios, mas também podem se tornar fornecedoras credenciadas de softwares e serviços de desenvolvimento sob encomenda.

A resposta das empresas, com relação ao anúncio da expansão dos benefícios do Cartão, foi imediata, com um grande volume de cadastros no site oficial do banco – uma amostra clara do tamanho da demanda existente e das oportunidades no horizonte.

Desde o seu lançamento, em 2003, o Cartão BNDES (espécie de cartão de crédito que apoia investimentos de micro, pequenas e médias empresas) beneficia o setor de tecnologia da informação, como uma das principais linhas de crédito para financiar softwares prontos. Aproximadamente R$ 985 milhões já foram utilizados pelas micro, pequenas e médias empresas por meio desse produto, uma medida fundamental para que o País tenha se consolidado como o principal mercado de TIC da América Latina e um dos maiores do mundo. Segundo estudo anual da ABES, realizado em conjunto com a consultoria IDC, o ano de 2017 registrou um aumento de 4,5% no mercado nacional de hardware, software e serviços de tecnologia.

Tanto a solicitação do Cartão BNDES quanto a do credenciamento como Fornecedor são realizadas diretamente no site www.cartaobndes.gov.br, sendo seguidas por análise do perfil das companhias interessadas e uma assistência completa da equipe do BNDES. Em poucas semanas, a empresa desenvolvedora de softwares estará credenciada e apta a oferecer mais essa alternativa de pagamento para seus clientes. Não há limite de valor pré-estabelecido para o financiamento do serviço de desenvolvimento de software (até 100% da prestação de serviços podem ser subsidiada), enquanto as áreas de websites e lojas corporativas possibilitam movimentar até R$ 30 mil por ano, por comprador.

Mais do que utilizar os recursos para financiar a produção, o Cartão permite transações que envolvam também os serviços correlatos – ou seja, existe a possibilidade de financiar, juntamente com um software pronto, os serviços de implantação, customização e treinamento, por exemplo. Todo o regulamento (incluindo, ainda, a possibilidade de contemplar serviços de fornecedores) pode ser consultado na área de dúvidas do Portal do Cartão BNDES.

Diversos empresários do setor já estão habituados a aproveitar essas múltiplas oportunidades para suas linhas de softwares prontos. Atualmente, existem cerca de 2.400 desenvolvedoras de software já credenciadas para realizar vendas no Portal do Cartão BNDES, que disponibilizam aproximadamente 8 mil softwares no Portal, voltados para variados setores, tais como Administração, Gestão e Automação, Agronegócios, Saúde, Segurança, Têxtil, Educação, Telecomunicações, dentre outros. Caso também se encaixem nas novas categorias de serviços aceitas, as empresas já credenciadas não precisarão de um novo cadastro – bastará incluir os novos serviços em seu catálogo de produtos.

Aos novos interessados em se credenciar como Fornecedores no site do Cartão BNDES, alguns critérios devem ser observados: a empresa desenvolvedora deverá ter sede e administração no Brasil com, no mínimo, dois anos de constituição do CNPJ, possuir pelo menos um código de classificação de atividade econômica (CNAE) específico de desenvolvimento de softwares e comprovar experiência anterior na prestação dos serviços que quiser credenciar. Deverá ainda possuir site próprio ativo na Internet, em português, com informações sobre a empresa e seus serviços.

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NF-e 4.0 e ERP: o que muda para as empresas depois do dia 2 de julho?

Por Robinson Idalgo

Dia 02 de julho de 2018. Esse é o seu prazo final para adotar de vez a NF-e 4.0. O novo formato da nota fiscal eletrônica já está disponibilizado para uso desde 2017, junto com a sua versão anterior, a NF-e 3.10. O Governo permitiu a utilização dos dois formatos para que os comerciantes e os desenvolvedores de soluções de emissão de NF tivessem tempo hábil para adequar os programas e se adaptarem ao novo modelo. Se você usa uma solução fiscal que esteja atualizada com as exigências governamentais, certamente já está apto a utilizar a nova versão 4.0.

Com o prazo chegando ao fim, a versão 3.10 para de funcionar e apenas a 4.0 passa a ser aceita. Na prática, isso significa que os emissores terão mais algumas informações para preencher no documento, mas nada que cause muita dor de cabeça, principalmente para quem já trabalha com uma boa solução de ERP.

A Nota Fiscal Eletrônica no Brasil começou a valer em 2006 e foi recebida com certa desconfiança. Hoje, sua emissão já virou rotina, com mais de 17 bilhões de notas emitidas por mais de 1 milhão de emissores, segundo o site oficial da NF-e.

Depois do dia 2 de julho de 2018, apenas a versão 4.0 será aceita pela Secretaria da Fazenda. O arquivo XML que passa a ser gerado terá um novo layout, definido pela Nota Técnica 2016.002 em novembro de 2016 e atualizado em abril de 2017.

Entre as principais mudanças, podemos destacar a adoção do protocolo TLS 1.2 ou superior, ficando proibida a utilização do protocolo SSL. Essa mudança chega para garantir mais segurança durante o processo de envio da Nota Fiscal, já que o protocolo SSL apresenta algumas vulnerabilidades. Também temos algumas modificações nas regras de validação, para atender os novos campos ou controles.

Em relação ao seu conteúdo, talvez a principal mudança seja referente ao campo especial do Fundo de Combate à Pobreza (FCP), que recebe recursos do ICMS. No novo layout, temos campos relativos ao FCP para operações internas ou interestaduais, com ou sem a substituição tributária. O valor devido, de acordo com o percentual do imposto recolhido, deve ser identificado nos campos pré-determinados. Também recebem novos campos a base do cálculo e a ocorrência de retenção aplicada ao FCP.

Outra mudança importante fica por conta do campo indicador da forma de pagamento, que passa a integrar o Grupo de Informações de Pagamento. Antes ele se restringia a informar se o pagamento aconteceu à vista ou a prazo, mas agora é preciso informar também qual o meio de pagamento utilizado: dinheiro, cheque, cartões de débito ou crédito, vale alimentação, entre outros.

Para as empresas, outras novidades significativas da NF-e 4.0 são: a possibilidade de preencher “operação presencial, fora do estabelecimento” no campo “Indicador de Presença” (isso ocorre no caso de venda ambulante); a Nf passa também a aceitar duas novas modalidades de frete: o transporte próprio por conta do remetente e transporte próprio por conta do destinatário.

O novo layout passa a contar com o “Grupo de Rastreabilidade de Produto”, que permite o rastreamento de itens sujeitos a regulações sanitárias, como bebidas, itens odontológicos ou defensivos agrícolas. As empresas que trabalham com medicamentos devem informar na NF-e o código da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) em um campo específico do documento.

Como você pode ver, a evolução da NF-e 3.10 para a NF-e 4.0 é na verdade uma série de mudanças técnicas, mas que não devem atrapalhar a rotina das empresas. Se sua organização já possui um ERP de qualidade, que acompanha todas as novidades e demandas da Secretaria da Fazenda, e que cumpre com o seu papel de acompanhar seus clientes e oferecer sempre o melhor serviço, certamente já está preparado para as novidades da NF-e 4.0. A mudança da Nota Fiscal Eletrônica chega para acompanhar a evolução da nossa economia e os ERPs atuais já estão preparados para este momento.

Robinson Idalgo – fundador da SoftUp – empresa brasileira criadora do sistema de gestão* (ERP) grátis. Mais informações no site: www.sistemagratis.com.br

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T-Systems Brasil conquista novas certificações SAP

A T-Systems Brasil, provedora alemã com amplo portfólio digital de soluções e serviços de TI, acaba de conquistar mais quatro certificações SAP, reforçando ainda mais a parceria entre as duas empresas. As certificações Hosting Services, Cloud Operations, Application Management Services e SAP HANA Operations são parte do programa SAP Outsourcing Operations Partner Program, e são todas válidas até o início de 2020.

De acordo com o head de Qualidade da T-Systems Brasil, Ricardo Tardelli, as novas certificações reforçam ainda mais o compromisso da companhia com a tecnologia SAP. “Essas certificações nos posicionam como o melhor parceiro para operações de outsourcing em plataforma SAP”, comemora.

O executivo explica que, nas certificações Hosting Services e SAP HANA Operations, a T-Systems Brasil conquistou os níveis Excellent e Advanced, respectivamente. “Já as certificações Cloud Operations e Application Management Services, fomos certificados para prestar os serviços no Brasil”, explica, lembrando que a última foi obtida para a oferta da solução SAP Business Suite.

Certificações

Além das novas certificações, a T-Systems Brasil também vem obtendo, há mais de seis anos, as recertificações AMS (Application Management Services) e Hosting para SAP. Os selos atestam a capacidade da unidade brasileira de oferecer serviços de manutenção em aplicações, hospedagem e operações SAP em seus sites e data centers no Brasil, considerados de nível mundial pela SAP. Os padrões de qualidade e atendimento são estabelecidos pela SAP AG (Alemanha) e são acreditados através de um rigoroso processo de auditoria em seus parceiros.

Globalmente a T-Systems também detém a certificação Run SAP Operations, que atesta mundialmente a capacidade técnica e de processos na execução de atividades de operação e monitoramento de clientes SAP. “Esta certificação, somada às obtidas pela subsidiária brasileira, consolida ainda mais a marca T-Systems como um grande player no mercado local e global”, ressalta Tardelli.

Você sabe calcular corretamente o preço que coloca em seus produtos?

Por Vinicius Guimarães

Sabe dizer se, neste exato momento, o preço dos seus produtos está correto? Pense bem: eles cobrem os custos de aquisição, de movimentação e distribuição, bem como os encargos e ainda garantem uma margem de lucro? Para chegar a esse valor, é necessário, antes, entender o conceito que ajuda a formar o preço de venda, ou seja, o markup.

O markup é usado para a formação do preço de venda, sempre aplicado sobre o custo dos produtos. Basicamente, depois de identificar o custo da unidade, soma-se uma margem de lucro. Nessa conta, é preciso lembrar de incluir as despesas, os impostos e todos os demais encargos que incidem na venda.

O índice pode ser usado para definir os preços dos produtos de forma individual ou genérica, dependendo das necessidades e estratégias do negócio. É o caso de alguns itens que têm valor mais baixo (com o lucro menor) para garantir um volume de vendas maior e aumentar a competitividade. Por outro lado, existem mercadorias que podem permitir uma margem de lucro maior e, consequentemente, um valor mais elevado.

Não é possível determinar o índice ideal de markup, visto que ele varia entre os mercados em que as empresas atuam, podendo oscilar até mesmo de negócio para negócio. Para encontrá-lo é preciso relacionar as despesas fixas e variáveis, os custos operacionais, impostos, encargos e qualquer outro gasto da organização com as atividades. Dependendo do lucro esperado, é possível encontrar mais de um markup para o mesmo item.

Independentemente do ramo de atuação e dos produtos e serviços oferecidos, a lógica é uma só: o preço passado para os clientes deve cobrir os gastos e ainda proporcionar lucro. Mas, apesar disso ser do conhecimento de muitos gestores, a falta de planejamento e definição de estratégias podem significar perda da lucratividade ou, até mesmo, em casos mais extremos, gerar prejuízos financeiros. Isso quer dizer que não basta apenas levantar os custos e definir o lucro. Também é preciso identificar o público, conhecer a percepção de valor (que é diferente de preço) que os consumidores têm dos produtos, bem como analisar o volume de vendas e o market share.

Além da importância geral para os resultados, vale lembrar que a precificação também está intimamente relacionada aos clientes, sendo um dos principais aspectos considerados na decisão de compra. Esse fator se torna ainda mais relevante quando o nicho é bastante competitivo, com vários concorrentes.

Nesse contexto, para cobrar mais caro, é preciso apresentar algum valor que agregue um diferencial — e ainda se certificar que ele é compatível com o público. Por outro lado, preços muito baixos podem gerar prejuízos, por não cobrirem todos os custos relacionados à venda.

Entender o markup é a melhor forma de conseguir precificar as mercadorias e garantir um bom retorno financeiro com as vendas, assim como aplicar um preço justo para os clientes, o que torna ainda mais sadia a competitividade do negócio.

Vinicius Guimarães é coordenador de marketing e inside sales da Tray, unidade de e-commerce da Locaweb

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Open Banking – Um checklist para preparar seu banco

Por Ricardo Taveira

O que parecia uma realidade distante vem se aproximando, rapidamente, do nosso mercado. O Open Banking—a possibilidade de se acessar os serviços de um banco por meio de qualquer sistema que o usuário escolha—avança em passos largos no Brasil.

Vários bancos, desde atores tradicionais de atacado até os maiores de varejo, já anunciaram publicamente iniciativas com APIs e colaborações com fintechs. Outra dezena, dos mais variados tipos, trabalha furiosamente em projetos ainda não-anunciados.

Se em 2006 o Banco Central já atuava na “abertura” do sistema bancário com a resolução 3.401/06, que obrigou a portabilidade de cadastro bancário, a mais recente resolução 4.649/18, que obriga os bancos à fornecerem débito em conta para Instituições de Pagamento, mostra que nosso Banco Central atuará mais energicamente na promoção da competitividade do sistema financeiro.

Seja por inevitabilidade regulatória ou arrojada estratégia comercial, como saber se seu banco está preparado para esta nova realidade? Baseado nas experiências mais recentes de diversos bancos e parceiros de tecnologia da Quanto, seguem os principais critérios para avaliação antes de definir sua estratégia de Open Banking:

Processos: muito além da transformação digital

Condição necessária para criar e capturar valor com Open Banking é já ter passado por uma extensa transformação digital dos processos internos do banco ou instituição financeira (“IF”). A preparação para o Open Banking começa por um processo de abertura de conta ou contratação de produtos 100% online e digital. Mas se enganam aqueles que acreditam que isso seja suficiente: o mundo do Open Banking se distingue pela possibilidade de o cliente utilizar estas funções a partir de sites e aplicativos de terceiros. Só assim uma IF conseguirá aproveitar, ao máximo, o open banking para distribuir seus produtos para terceiros.

Isso também significa que nem sempre o canal de atendimento será o aplicativo do banco, podendo gerar confusão para o cliente na falta de processos claros. Basta perguntar para um colega egresso do mundo das operadoras de celular para escutar histórias sobre o hábito de alguns consumidores entrarem com reclamações no PROCON simultaneamente contra a operadora, na tentativa de que alguém resolva seu problema. A IF precisa se antecipar e definir claramente processos e limites para parceiros e clientes.

Tecnologia: “plataformas” e plataformas de APIs

Boa parte dos bancos já possuem APIs de consumo interno. A exposição destas APIs para o mundo externo já é um primeiro passo importante para construir um “open bank”. Em um ambiente em que bancos, parceiros e clientes possuem necessidades diferentes para aproveitar ao máximo o open banking, na prática essas “plataformas” quase sempre solucionam o problema do banco, em geral ajudam o desenvolvedor, mas quase nunca auxiliam o consumidor final.

Integrações “um-para-um”—entre um banco do segmento agrícola e uma fintech de câmbio, por exemplo—sem dúvida ampliam o leque de escolhas do cliente. Mas a diferença de uma ferramenta para viabilizar parcerias e uma ferramenta pluripotente, que transforma o banco em uma plataforma exponencial necessita a participação do banco em um ecossistema que trabalha para o cliente. O futuro pertence àqueles que entendem (e aceitam) que em nosso exemplo acima, a escolha da fintech utilizada para o câmbio será do cliente e não do banco. E plataforma de APIs do banco precisa estar preparada para conectar de maneira segura, acessível e de maneira totalmente “self-service” para o desenvolvedor e o cliente também, baseado na escolha destes atores, e não do próprio banco.

Até mais importante do que a escolha de provedor ou tecnologia da API, o modelo de uso da sua API—se é self-service ou não, se possui aderência à uma plataforma que agrega vários provedores—é o fator crítico de sucesso de uma estratégia de open banking. Basta lembrar o que aconteceu com a RIM—fabricante do Blackberry—em face de uma plataforma aberta como o Android para ver o risco da história se repetir com a escolha de uma estratégia “fechada”.

Cultura: confiança e serenidade em meio a tempestade

Após décadas de construção do “supermercado financeiro” e a dominância de termos como “share-of-wallet”, o Open Banking colocará em cheque anos de trabalho em alguns departamentos de produto. Alguns destes irão potencializar sua distribuição através de novas plataformas e novos produtos dos mais variados nichos. Enquanto isso, outros que sobreviveram somente pelas vantagens do “protecionismo” ou subsídio interno serão expostos à concorrência global. Gestores serão forçados a reavaliar suas estratégias continuamente, tomando decisões difíceis sobre onde alocar esforços, recursos e talentos.

Enquanto isso, do lado operacional, novos desafios de segurança, autenticação e de privacidade de dados trarão um novo vocabulário para os departamentos de compliance, jurídico e segurança da informação. E ao contrário do seu papel tradicional de avaliação e consentimento, mais do que somente fornecer o “de acordo”, estas áreas estarão na linha de frente não só da execução, mas também da criação de estratégias verdadeiramente “abertas” de Open Banking.

Uma autorreflexão individual e coletiva

Com decisões, execução e resultados medidos em dias e não meses, a IF e seus colaboradores precisarão de bastante serenidade diante de novos concorrentes, novos modelos de negócio e uma constante evolução em que o concorrente de ontem é o parceiro de hoje e ninguém sabe o amanhã. E talvez a melhor avaliação sobre se o seu banco está preparado para este acelerado novo mundo—com riscos e oportunidades igualmente exponenciais—seja a resposta do gestor a uma única pergunta:

Seus processos, tecnologia e cultura trabalham juntos para minimizar o downside ou maximizar o upside da sua estratégia? Se o seu foco é em capturar ao máximo o valor gerado por novas oportunidades, bem-vindo ao Open Banking. Este novo mundo foi feito para você.

Ricardo Taveira é CEO da Quanto

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Cognizant apresenta portfólio de soluções no Ciab FEBRABAN 2018

A Cognizant, uma das empresas líderes mundiais em tecnologia e negócios, com mais de 20 anos de atuação, participa do Ciab FEBRABAN 2018, um dos principais congressos de tecnologia do setor financeiro da América Latina, que será realizado de 12 a 14 de junho, no Transamérica Expo Center, em São Paulo. Neste ano, o tema do encontro é “Inteligência Exponencial”, com debates sobre tecnologias como inteligência artificial, machine learning, blockchain e internet das coisas, que implicam constantes alterações no comportamento social, e seus impactos nos negócios.

Durante o congresso, a Cognizant vai apresentar seu portfólio de soluções disruptivas, que contribuem para a transformação dos modelos de negócios e da arquitetura de processos das organizações. “O Ciab FEBRABAN é o evento mais importante do setor para a América Latina, e nosso objetivo é auxiliar de forma consultiva o segmento financeiro na transformação digital, além de consolidar nossa participação no mercado nacional”, afirma Claudio Martins, diretor de Bancos, Serviços Financeiros e Seguros da Cognizant Brasil.

Entre as soluções, os destaques são: automação de processos com uso de inteligência artificial (AI); tecnologias de análise preditiva; automação; e demonstração de ferramenta de reconhecimento facial. “Nossas soluções são desenvolvidas especialmente para transformar os negócios de forma ágil e eficiente, estimular a inovação e proporcionar eficiência operacional e redução de custos para os bancos”, conclui o executivo.

O futuro do trabalho pelo olhar de Ben Pring

O especialista Ben Pring, diretor do Centro para o Futuro do Trabalho da Cognizant, é um dos palestrantes da programação. O futuro do trabalho diante de um cenário de transformação digital e inovações tecnológicas é o tema de sua palestra. O executivo é coautor de livros premiados como: What To Do When Machines Do Everything (2017) e How the Digital Lives of People, Things, and Organizations are Changing the Rules of Business (2014). Pring ingressou na Cognizant, onde por 15 anos pesquisou e assessorou áreas como cloud computing e global sourcing. Anteriormente, trabalhou para várias empresas de consultoria, incluindo a Coopers & Lybrand. Na Cognizant, seu foco é pesquisar e analisar como os clientes podem alavancar as novas e poderosas oportunidades que estão sendo criadas. Pring é formado em Filosofia pela Universidade de Manchester, no Reino Unido.

Ciab Febraban
Data: de 12 a 14 de junho de 2018.
Horário: das 10h às 19h.
Local: Expo Transamérica.
Endereço: Av. Dr. Mário Villas Boas Rodrigues, 387, Santo Amaro – São Paulo, SP.
Para mais informações, acesse: www.ciab.org.br/.

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O que os pequenos e médios e-commerces devem considerar na hora de escolher soluções de pagamento

O e-commerce brasileiro deve crescer, em média, 11% ao ano até 2019, segundo projeção da Bain & Company. E, de acordo com último levantamento da Fecomércio (2015), nosso comércio virtual é, em sua maioria, composto por lojas de pequeno e médio porte, somando, aproximadamente 40 mil lojas virtuais de bens de consumo. Quem deseja ingressar no setor ou quem já está nele sempre se depara com uma questão importante: como escolher a solução de pagamento.

Para a Braspag, empresa do grupo Cielo e líder em soluções para e-commerce na América Latina, há alguns pontos que devem ser observados para realizar a escolha. São eles:

1) Não escolher a solução de pagamento apenas pelo valor da taxa. É preciso levar em conta o perfil da loja virtual, tipo de consumidor, ticket médio e condições da operação e confrontar com os benefícios oferecidos por cada fornecedor e as necessidades do lojista.

2) Observar o perfil do consumidor. Se o público-alvo da loja costuma escolher um mesmo meio de pagamento, vale a pena investir primeiro em serviços que atendam bem a este perfil para começar. É importante ter em mente que quanto mais opções de pagamento, não necessariamente maior será o número de clientes. Opções demais podem tornar a experiência de check-out mais confusa, o que reduzirá sua conversão.

3) Procurar um parceiro que entenda as necessidades do negócio e proponha soluções simples e inovadoras. É preciso ter em mente que é este serviço que responsável pela entrada de dinheiro no seu fluxo de caixa.

4) Avaliar a possibilidade de contratar serviços integrados. Soluções antifraude e de conciliação são fundamentais para garantir a segurança.

das transações e a organização financeira da operação. Sendo assim, observe se os serviços oferecidos neste sentido atendem às reais necessidades do negócio e se você possui equipe para acompanhar estes processos de acordo com a demanda. Se a loja está começando, muitas vezes vale contratar uma solução que englobe todos estes serviços. Mas quando o fluxo de compras cresce – o que consequentemente irá requerer aumento da equipe – investir numa integração mais robusta que ofereça relatórios gerenciais e checkout mais transparente será uma boa pedida.

“O e-commerce tem sido uma boa aposta para quem deseja criar seu próprio negócio, mesmo com baixo investimento. O setor tem grande potencial de crescimento, especialmente para mercados de nicho. Por isso, investir em soluções adequadas de pagamento e ter um parceiro de confiança é fundamental”, afirma Rogério Signorini, diretor geral da Braspag.

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Bossa Nova investe na SmartHint

A Bossa Nova Investimentos, maior investidora de venture capital brasileira em número de startups, que atualmente possui 340 empresas em seu portfólio, continua a todo o vapor selecionando empresas para fomentar. A escolhida da vez é a SmartHint, startup curitibana que atua com foco em aumentar a taxa de conversão no varejo de pequeno e médio porte.

Presente em cinco países da América do Sul, a SmartHint é um sistema SaaS (Software as a Service) de recomendação inteligente de produtos e retenção de clientes.

Segundo João Kepler, partner da Bossa Nova Investimentos, a expectativa da empresa e chegar ao final de 2018 com 450 startups investidas. “Temos muito interesse em auxiliar empesas que estão ampliando os horizontes para novos mercados e assim contribuindo para o ecossistema”, explica.

No Brasil é frequente uma pessoa entrar em uma loja virtual procurar por um produto desejado, não encontrar e sair do site sem comprar nada. Os números mostram a realidade desse fato, a baixa taxa de conversão de vendas pelo e-commerce chega a 1,65% ou seja, para cada 1.000 visitas apenas 16 pedidos são realizados.

Criada em 2017, a SmartHint foi objetivada para ser uma solução de aumento de vendas para o comércio eletrônico. Através de vitrines inteligentes os produtos possivelmente desejados pelo cliente são recomendados na tela como um incentivo para que ele faça a compra.

O uso do sistema de inteligência artificial facilita o trabalho do lojista, pois a vitrine funciona de forma autônoma e automática aplicada de acordo com o perfil de navegação do consumidor dentro da loja virtual.

Além disso, para ser realmente inteligente, o sistema manipula as vitrines para se adequar ao público de cada lojista, por exemplo, algumas vendem produtos com maior valor agregado enquanto outras destacam o preço.

A ferramenta é um pacote de assinatura mensal recorrente e permite que o lojista ative o serviço no momento que desejar com apenas 1Click, sem ajuda de um programador.

O varejista tem como testar por sete dias grátis para conhecer a ferramenta e acompanhar os primeiros resultados antes de fazer a adesão ao plano recomendado para a loja.

Nos primeiros quatro meses do ano de 2018 a startup faturou 3 vezes mais do que o ano inteiro de 2017 e já conquistou 3.500 lojas ativas, esse crescimento aumenta em média 20% ao mês com uma previsão de alcançar 10.000 lojas virtuais ativas até o final do ano.

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