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Vale a pena vender em marketplaces?

Por Dannyel Filgueiras

Mesmo com grande evidência no mercado digital, o termo marketplace ainda pode parecer estranho para muita gente, mas é provável que sem saber esse público já tenha consumido o serviço.

O mercado do varejo on-line, em franco crescimento, avança mesmo em momentos em que a economia não está acelerada, pois cada vez mais há demanda de consumidores em grandes shoppings virtuais, que por sua vez, também têm uma necessidade crescente de ampliar sua oferta: mais produtos, mais lojistas.

Existe uma linha fácil de transpor entre baixar um preço, vender a qualquer custo e a venda saudável. Como estes shoppings estimulam competição para que um lojista ocupe a chamada “buy box” (primeira posição na página do produto), a ganância pode levar o vendedor a praticar preços incompatíveis com suas margens. É muito comum escutar de varejistas que suas receitas têm crescido mês a mês, mas é fundamental saber se as margens do negócio estão sob controle, para que este gás não termine no meio do caminho levando o negócio ao fracasso.

Esta oferta do algoritmo, que posiciona o primeiro preço mais baixo aumentando sua exposição, está levando muitos vendedores a utilizar controle automático de preços, atitude que pode ser um perigo. Para ocupar esta posição de maneira sadia, praticando um preço mais baixo, é necessário combinar uma estratégia com o canal e, principalmente, estar convicto de uma boa negociação com o fornecedor, a fim de manter uma margem positiva para o negócio.

Respondendo ao título desse artigo, o marketplace é sim um negócio muito interessante e rentável, no entanto, é necessário um acompanhamento próximo e conhecimento detalhado do seu negócio para não oferecer milagres ou “almoço grátis”. Diante deste contexto, vou finalizar com alguns pontos para esta avaliação:

Baixo investimento – Para quem está começando o baixo investimento é uma proposta interessante. Os marketplaces têm uma oferta bastante atraente para os lojistas. Talvez a principal seja visitantes qualificados. Isso torna o custo benefício interessante, dado que gerar confiança e conversão on-line para uma marca nova pode custar bem mais caro.

Maior visibilidade – Incluir os produtos dentro de um marketplace com grande fluxo de visitantes, certamente proporciona uma maior exposição da oferta, o que pode trazer um volume maior de pedidos a curto prazo.

Os clientes confiam na empresa – O Marketplace costuma garantir a venda aos seus clientes, fazendo com que os consumidores tenham mais confiança na hora de comprar, ainda que de um seller desconhecido. Dentro deste cenário, tudo parece bastante positivo e de fato é, se o vendedor tomar cuidado com algumas armadilhas e tentações.

Dannyel Filgueiras atua no mercado digital desde 1999, tendo passado por importantes startups de tecnologia e gigantes do varejo antes de fundar a Epicom.

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IBM lidera programa global ‘Call for Code’ para uso de tecnologias de nuvem, dados, IA e blockchain na prevenção e reação a desastres naturais

A IBM, em parceria com a ONU, Cruz Vermelha e com apoio da Linux Fundation e Clark House, lançam hoje o programa “Call for Code Global Initiative”, o maior e mais ambicioso esforço para reunir desenvolvedores de startups, acadêmicos e corporativos e inspirá-los a resolver uma das questões sociais mais urgentes do nosso tempo: prevenir, responder e recuperar desastres naturais. O tema é de extrema relevância, em especial após 2017 ter sido classificado como um dos piores anos no registro de eventos catastróficos, como incêndios, enchentes, terremotos e tempestades.

Durante discurso na Conferência VivaTech em Paris, a presidente e CEO da IBM, Ginni Rometty, fez um chamado para que a indústria de tecnologia ajude na construção de um futuro melhor e se comprometeu a investir tecnologia IBM e US$ 30 milhões ao longo de cinco anos na iniciativa anual Call for Code. O objetivo é reunir e incentivar desenvolvedores de todo o mundo a utilizar tecnologias de dados, nuvem, IA, blockchain, cloud e IoT para a solução de desafios sociais.

Por exemplo, os desenvolvedores podem criar um aplicativo que utilize e cruze dados sobre condições climáticas e informações de estoque de medicamentos para emitir um alerta e recomendar que farmácias aumentem seus estoques de antibióticos, insulina, água engarrafada e vacinas com base em interrupções previsíveis relacionadas a más condições climáticas. Poderia ser também um app que preveja onde e quando o desastre terá um impacto mais severo para que equipes de emergência possam ser direcionadas em maior número e com antecipação, a tempo de tratar os mais necessitados.

O investimento de US$ 30 milhões da IBM, em cinco anos, financiará o acesso dos desenvolvedores a ferramentas, tecnologias e treinamento com especialistas. A equipe vencedora receberá um prêmio financeiro de US$ 200 mil e o mais gratificante: receberá suporte de longo prazo para transformar sua ideia de protótipo em realidade.

Além do suporte no desenvolvimento da solução, a equipe de vencedores pode se juntar ao IBM Corporate Service Corps (CSC) para aplicar sua ideia em uma comunidade ou região. Os times do IBM CSC são multidisciplinares e compostos por especialistas que permanecem de quatro a seis semanas em comunidades necessitadas ao redor do mundo para aplicar tecnologia na solução de problemas locais.

Iniciativa Global Call for Code

A IBM é o membro fundador da Iniciativa Global Call for Code, criada por David Clark, um renomado líder em iniciativas relacionadas a grandes causas. O trabalho de David Clark une pessoas icônicas e organizações humanitárias, incluindo o Presidente Nelson Mandela, Muhammad Ali, Prince, as Nações Unidas, a Anistia Internacional, o Anne Frank Center, entre outros.

Para aumentar a conscientização e o interesse no Call for Code, a IBM está coordenando eventos educacionais interativos, hackathons e suporte para a comunidade de desenvolvedores em todo o mundo, em mais de 50 cidades, incluindo São Paulo, Amsterdã, Bangalore, Berlim, Delhi, Dubai, Londres, Nova York, São Francisco e Tel Aviv. Detalhes adicionais e uma programação completa de eventos presenciais e virtuais estão disponíveis em: http://www.developer.ibm.com/callforcode.

Como participar do Call for Code

Os desenvolvedores podem se inscrever hoje no Callforcode.org.
Os projetos podem ser enviados individualmente ou em grupos de no máximo cinco pessoas entre 18 de junho de 2018 e 31 de agosto de 2018.
Trinta semifinalistas serão selecionados em setembro. Um júri proeminente, incluindo alguns dos tecnólogos mais emblemáticos do mundo, escolherão a solução vencedora entre os três finalistas.
O vencedor será anunciado em outubro de 2018 durante um evento de premiação transmitido por live stream e organizado pela David Clark Cause.
* Sujeito às regras locais de cada País – de acordo com a localidade do vencedor.

CIAB Fintech Day contará com participação de startups latino-americanas pela primeira vez

O CIAB FEBRABAN – Congresso e Exposição de Tecnologia da Informação das Instituições Financeiras, promoverá pelo terceiro ano consecutivo o já tradicional CIAB Fintech Day, um dos mais importantes encontros entre instituições financeiras e fintechs do Brasil, que visa identificar startups que tenham sinergia e potencial para colaborar com bancos, seguradoras e instituições financeiras.

Neste ano, o evento será realizado entre os dias 12 e 14 de junho, no Transamerica Expo Center, em São Paulo, e envolverá fintechs e insurtechs (startups no setor de seguros). Além disso, pela primeira vez, contará com a participação de startups latino-americanas. Das 14 fintechs finalistas, oito são brasileiras, três latino-americanas, duas canadenses e uma da Estônia. Outras três insurtechs estarão na competição, totalizando 17 participantes.

“Enxergamos nas fintechs uma possibilidade de trazer inovação tecnológica para o setor, além de uma oportunidade para agregar valor aos serviços oferecidos aos clientes. Nosso objetivo com o CIAB Fintech Day é promover a aproximação e facilitar o acesso dessas startups aos grandes bancos”, comenta Gustavo Fosse, diretor setorial de Tecnologia e Automação Bancária da FEBRABAN.

As 17 empresas finalistas deste ano terão a oportunidade de apresentar suas soluções durante os três dias do Ciab FEBRABAN, no espaço Lounge Fintech. Na ocasião, uma comissão julgadora analisará os projetos com base em critérios como experiência do cliente, audácia, inovação, simplicidade e escalabilidade. Depois de avaliadas pela comissão, três fintechs serão selecionadas para se reunirem com representantes dos grandes bancos para estudarem possibilidades de negócios e parcerias.

Dentre as soluções que serão apresentadas pelas fintechs estão: biometria cognitiva, solução de inclusão financeira de meio de pagamento, ferramenta que reúne automaticamente a documentação de um cliente que quer um empréstimo, carteira digital baseada em blockchain para inclusão financeira, solução de biometria facial, solução de negociação de dívidas através de canais digitais, análise de risco de crédito, solução de prevenção de fraudes em cartão de crédito, plataforma de investimentos baseada em blockchain, plataforma de e-commerce para planos de saúde, comparação e contratação online de seguro cibernético.


ANOTE NA AGENDA:

Congresso CIAB FEBRABAN
Data: 12 a 14 de junho de 2018
Local: Ciab FEBRABAN – Transamérica Expo Center (Avenida Doutor Mário Vilas Boas Rodrigues, 387 – Santo Amaro)

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Experiência do funcionário: nova estratégia das empresas para vencer a guerra pelos talentos

A ServiceNow acaba de anunciar a pesquisa “The new Chief Human Resources Officer (CHRO) agenda”, que revela uma nova ferramenta na luta por talentos: uma experiência excelente para o funcionário (employee experience). Realizada com 500 executivos de recursos humanos em 12 países de 20 setores, o estudo mostrou que o employee experience está se tornando a nova estratégia para prosperar na guerra por talentos.

A pesquisa mostra que as empresas americanas estão acelerando a transformação digital em comparação com suas pares na Europa, Ásia e Pacífico. Quase um terço dos CHROs americanos (32%, contra 20% na Europa e 15% na região Ásia-Pacífico) afirma que seu principal papel é tornar os Recursos Humanos mais digitais e eficientes. Uma porcentagem ainda mais alta diz estar aumentando o investimento em tecnologia digital (38%, contra 19% na Europa e 21% na região Ásia-Pacífico).

“Os melhores profissionais hoje esperam grandes experiências digitais no trabalho”, explica o chefe de talentos da ServiceNow, Pat Wadors. “Eles podem trabalhar em qualquer lugar e estão escolhendo empresas que adotam tecnologia avançada para tornar o trabalho mais simples, rápido e melhor. Uma mudança fundamental está em andamento e os principais líderes de recursos humanos estão criando uma nova experiência de trabalho, pois perceberam que grandes benefícios e vantagens no escritório não são mais suficientes. Os funcionários querem grandes experiências digitais que fazem o trabalho funcionar melhor para eles.”

Os insights sobre essa transformação digital do employee experience foram divulgados no estudo “A nova agenda dos CHRO: a experiência do funcionário gera valor comercial”, uma pesquisa global com 500 executivos de Recursos Humanos, que foi encomendada pela ServiceNow e anunciada em sua conferência anual em Las Vegas, a Knowledge®18.

Melhorar a experiência do funcionário com tecnologias digitais personalizadas, preditivas e fluídas está no centro dessa transformação. E o futuro é claro: mais da metade dos CHROs entrevistados (56%) afirma que a capacidade de criar uma experiência digital e personalizada por funcionários definirá seus papéis em três anos, em comparação com apenas 6% que diz que seu papel continuará sendo definido por atividades tradicionais do setor.

O relatório da pesquisa detalha as tendências nos mercados da América do Norte, Europa e Ásia, além de examinar setores específicos, como finanças e saúde. Ele também ilustra um roteiro para a transformação digital da experiência do funcionário. Sobre a realidade do mercado brasileiro, Katia Ortiz, country manager da ServiceNow no país, explica que “muitas das empresas que participaram da pesquisa têm operações aqui e os CHROs são responsáveis pela estratégia de atração e retenção global, prova disso é a grande abertura que as empresas locais demonstram à tecnologias de digitalização de processos.”

Para baixar o relatório completo, clique aqui.

Metodologia da Pesquisa

A ServiceNow contratou a Oxford Economics para pesquisar 500 CHROs sobre a natureza mutável do trabalho e seu impacto no desempenho dos negócios. Os entrevistados estão sediados na Austrália, França, Alemanha, Itália, Japão, Holanda, Nova Zelândia, Cingapura, Espanha, Suécia, Reino Unido e Estados Unidos e representam uma ampla gama de setores B2B e B2C. A pesquisa foi administrada por meio de entrevistas telefônicas assistidas por computador (CATI). Fundada em 1981 como uma joint venture com a Faculdade de Negócios da Oxford University, a Oxford Economics é especializada em liderança de pensamento baseada em evidências, previsão e análise de impacto econômico.

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Brasil no caminho da indústria 4.0

Por César Gaitan, Diretor Presidente da Festo Brasil

Assim como em outros momentos da história, o mundo vive atualmente um período disruptivo de transformação por conta da Indústria 4.0. Se no passado o impacto se deu por meio da transição dos métodos de produção artesanal para a fabricação mecanizada, hoje a revolução quebra paradigmas e vai além dos conceitos estabelecidos ao longo de décadas.

Considerada a quarta revolução industrial, a teoria surgiu em 2012 na Alemanha e rapidamente se espalhou por países da Europa, Ásia e América do Norte. Muito mais do que a conexão entre equipamentos e troca contínua de dados, esse conceito integra as principais inovações tecnológicas no campo da automação – aplicadas aos processos de manufatura. Com isso, abre caminhos para uma nova forma de gerir uma planta industrial de forma holística, autônoma e com maior interação entre as cadeias de valor, consumidor e produtos.

No Brasil, é importante ressaltar que a Indústria 4.0 vive um período ainda embrionário. Particularmente, em termos gerais, acredito que o país está caminhando neste sentido quando se comparado com outras nações.

Considero o apoio do setor público, seja por meio de incentivos fiscais ou linhas de financiamento, ponto fundamental para a implantação desse conceito no Brasil. Foi dessa forma que a Indústria 4.0 se consolidou na Europa e América do Norte. Os governos perceberam que, em um mundo globalizado, seria de extrema importância modernizar e otimizar processos, ampliar capacidade de produção, inovação e competitividade de suas indústrias. E assim foi feito. Hoje vemos países, menores economicamente que o Brasil, caminhando em um ritmo mais acelerado nesse processo.

As empresas brasileiras precisam buscar a incorporação e o desenvolvimento dessas tecnologias e coloca-las em prática com relativa agilidade a fim de evitar que o gap de competitividade entre o Brasil e alguns de seus principais competidores.

É necessário tornar a Indústria 4.0 uma realidade no Brasil. E é nisso que a Festo tem trabalhado. Com o know-how de ser a líder mundial em automação industrial, nossa empresa vem propagando esse conceito por meio de seus projetos e também a partir de iniciativas voltadas ao desenvolvimento do profissional que atuará nessa nova revolução da indústria.

Como um exemplo do compromisso da Festo com essa nova revolução, lançamos mundialmente o Motion Terminal VTEM, um produto revolucionário que marca essa nova fase da automação industrial. A solução substitui mais de 50 componentes individuais, desde modificações básicas das funções da válvula de controle direcional até o comportamento proporcional de diferentes perfis de movimento e digitaliza a tecnologia pneumática já consagrada na indústria.

Trata-se de um novo método de integração de funções que simplifica toda a cadeia de valor, já que apenas um hardware é necessário, fato que abre novas perspectivas para os fabricantes de máquinas e clientes finais.

Além do foco em inovação e desenvolvimento de novas tecnologias, a Festo, por meio da unidade de negócio Didactic, oferece às instituições de ensino e empresas, centros de treinamento e qualificação em automação industrial, nas principais áreas do conhecimento como: mecânica, fluidos, eletricidade, eletrônica, controladores lógicos programáveis e redes de comunicação, automação da manufatura, automação de processos contínuos, sistemas modulares de produção, robótica industrial e móvel e Indústria 4.0. Foi a maneira que encontramos de introduzir os conhecimentos dessa nova era aos profissionais que atuam no mercado.

Há muito trabalho pela frente. É preciso de um foco específico para permitir que a indústria consiga a implementação de maneira simples desse novo conceito tecnológico. E nesse cenário a Festo está inteiramente engajada. Há quase 50 anos atuando no País, nossa empresa acredita no Brasil e continuará investindo em projetos e programas que ampliem cada vez mais a competividade da nona maior economia do mundo.

Última semana para inscrições no EDP Starter Brasil 2018

Startups de qualquer região do País só têm até o próximo dia 31 de maio para se inscreverem na segunda edição do EDP Starter Brasil, programa de aceleração voltado a empreendedores com soluções para o setor de energia. Interessados podem se cadastrar no www.edpstarter.com/brasil.

As equipes escolhidas durante o processo de seleção terão acesso a uma estrutura completa para suportar o desenvolvimento do seu negócio, com consultoria especializada em inovação, mentoria de executivos da EDP e de especialistas do mercado, espaço de coworking no Wework, e assessoria em diversas áreas de negócio, customizadas para as necessidades de cada empreendedor. Um dos principais diferenciais do programa é a possibilidade de investimento de até R$ 10 milhões nas startups participantes.

Além de conquistarem uma entrada no mercado de energia, as participantes passam a integrar a comunidade global do EDP Starter. Dentro do ecossistema, terão acesso a diversas oportunidades, como a possibilidade de desenvolvimento de projetos piloto financiados pela EDP, abertura a novos mercados, como a Europa, com mentoria internacional e participação em outras competições, entre elas o Seed Race e o EDP Open Innovation, além de um potencial investimento por meio da EDP Ventures, fundo de capital de risco do Grupo.

“Ao ingressarem no programa, as startups passam a fazer parte de uma comunidade global de apoio ao empreendedorismo. Atualmente, temos cinco empresas brasileiras em nosso portfólio, parte delas provenientes da última edição do EDP Starter, e estamos desenvolvendo projetos piloto com quatro delas, com resultados promissores”, ressalta Lívia Brando, gestora de inovação da Companhia.

Nessa edição, o EDP Starter está em busca de novas ideias em seis temas estratégicos: Soluções com Foco no Cliente, Inovação Digital, Energias Renováveis, Armazenamento de Energia, Redes Inteligentes e Soluções de suporte para áreas que não são core business. Para exemplificar, algumas das principais soluções seriam nas áreas de Mobilidade Elétrica, Baterias, Analytics, Gestão de Energia, Modelos de Predição, Internet das Coisas, Realidade Aumentada, Inteligência Artificial, BlockChain, Meios de Pagamento, entre outras.

A iniciativa foi organizada em conjunto com a Tropos Lab, consultoria de inovação que participará diretamente do processo de seleção e desenvolvimento das startups, com aplicação de metodologia própria, além de disponibilizar seus mentores especializados para auxiliar as equipes ao longo de todo o programa.

Etapas do Processo

Após avaliação dos formulários de inscrição e das entrevistas, serão classificadas dez startups para participar de um Bootcamp de dois dias. Nesta primeira fase do programa, os empreendedores participarão de um PitchFest para apresentarem suas ideias à EDP, e cinco empresas serão selecionados para continuar na próxima etapa.

As escolhidas passarão, então, por um processo de aceleração e desenvolvimento durante três meses. O programa contempla a validação do modelo de negócio, criação de proposta de projeto-piloto, validação da solução junto à EDP, além das mentorias especializadas para suportar o desenvolvimento dos modelos de negócio visando escala comercial.

O EDP Starter terá sua grande final em setembro, quando as startups se reunirão em um Demoday. Elas demonstrarão suas soluções e desenvolvimento obtido ao longo do programa a um público diverso, com executivos da EDP Ventures, investidores de mercado e parceiros de negócio. A equipe ganhadora terá a oportunidade de participar do WebSummit em Lisboa, um dos maiores eventos de tecnologia do mundo, além de poder conhecer o ecossistema europeu.

Ecossistema de inovação no Brasil: uma história de sucesso

Os brasileiros são destaque na comunidade global de empreendedorismo do Grupo EDP desde 2016, quando a cearense Delfos Intelligent Maintenance venceu o concurso EDP Open Innovation e levou 50 mil euros para investir na sua plataforma.

A partir da criação do EDP Starter Brasil, em 2017, as oportunidades para as startups nacionais cresceram ainda mais. Na primeira edição, cinco equipes de São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Minas Gerais foram escolhidas para o programa de aceleração e puderam alavancar seus negócios. Ao final, a mineira Enercred levou o primeiro lugar e viajou ao Vale do Silício em uma das missões da StartSe, uma das maiores plataformas de empreendedorismo do País.

Também vale destacar o reconhecimento da brasileira COSOL Condomínio Solar no EDP Open Innovation do ano passado. A empresa apresentou uma solução com blockchain e ficou entre as três ganhadoras da competição, podendo apresentar sua solução no WebSummit.

Em Portugal, onde é realizado desde 2012, o ecossistema empreendedor da EDP já recebeu mais de 2.500 candidaturas e apoia 34 startups em diferentes áreas. No total, o Grupo investiu 25,6 milhões de euros nos projetos que auxiliou, sendo que os negócios incubados já geraram mais de 40 milhões de euros de receita e mais de 500 empregos”.

Skaf: É hora de equilíbrio

O movimento dos caminhoneiros afirmou que, até a sexta feira 25 (amanhã), dará livre passagem para cargas vivas e remédios. Mas que, se um acordo não for alcançado, a partir de sábado, dia 26, nenhum tipo de carga passará.

O movimento não pode impor sofrimento às cargas vivas, deixar que animais morram de fome e sede nas estradas, nem privar a sociedade do livre trânsito de remédios e produtos perecíveis.

Identificamos em relatório do Ministério das Minas e Energia de abril que o preço interno do diesel S 10 cobrado pela Petrobras está 5% acima do padrão internacional (preço do golfo do México).

A Petrobras deve ter liberdade para definir os preços, mas tem a responsabilidade de não tirar vantagem excessiva de seu poder de monopólio e impor valores acima do mercado internacional. É hora de ter equilíbrio.

Paulo Skaf

Presidente da Fiesp e do Ciesp

Code Nation traz ao Brasil talk com profissionais do Netflix e Loadsmart sobre carreira de desenvolvedores

A empresa Code:Nation trouxe ao Brasil no último dia 15 de maio de 2018, seu primeiro talk focado na carreira de desenvolvedores. Como convidados do evento, estiveram Martin Spier do Netflix e João Bosco e Leonardo Werk da nova iorquina Loadsmart.

O bate-papo, que recebeu mais de 70 pessoas presencialmente em Florianópolis e 1.500 inscritas para assistir online, girou em torno das experiências dos convidados que os levaram a atingir um alto patamar de carreira, mesmo no início de suas jornadas.

Todos brasileiros e trabalhando para grandes empresas internacionais, Martin, Bosco e Werk aproveitaram a noite para conversar com os participantes e responder questões sobre início da carreira e boas práticas para se tornarem profissionais de qualidade internacional.

Martin Spier, Senior Performance Architect da Netflix (Vale do Silício) e ex-funcionário das americanas Dell e Expedia, destacou entre suas respostas a importância que a universidade teve em sua formação para ganhar a base necessária para entender os “bastidores da tecnologia”, tão importantes quando se trabalha principalmente com grandes projetos. Mas, para Martin, a aplicação da teoria na prática durante os estágios e a curiosidade pelo setor foram o grande diferencial que alavancaram sua jornada de desenvolvedor desde o início.

Leonardo Werk, Backend Engineer na norte americana Loadsmart, concordou. Para Werk – recém-graduado em Engenharia de Automação pela UFSC, que em menos de 1 ano de carreira já conquistou um cargo numa empresa estrangeira – a universidade lhe trouxe disciplina, respeito pela organização do trabalho e prazos – características importantes para quem trabalha com desenvolvimento. Além disso, outros fatores que Werk considera terem sido essenciais para sua rápida entrada no mercado, foram: ter feito diversos estágios, intercâmbio, ter participado do processo de aceleração da Code:Nation e ter incluído em sua rotina um processo de ambientação com o setor para aprender sobre ele e descobrir qual caminho gostaria de seguir.

Embora todos os convidados não julguem ser obrigatoriamente necessário possuir formação acadêmica para alguém ser um(a) grande profissional, todos veem a importância das experiências, aprendizados e conexões adquiridas durante este período.

Para quem está iniciando ou já tem uma carreira consolidada, os convidados foram enfáticos: o aprendizado constante é essencial no setor, assim como saber demonstrar sua jornada para possíveis empregadores.

Para manter-se atualizado, os convidados sugeriram criar uma rotina diária de atualização, incluindo livros, blogs, fóruns e podcasts no dia a dia, por exemplo, para ficar sempre no modo aprendizado. João Bosco, co-fundador da Chaordic que atualmente vive um novo desafio de sua carreira, atuando como CTO da norte americana Loadsmart, destacou que mesmo entre estudantes, ainda buscando seu caminho, é possível praticar isso no dia-a-dia: “Estude! Aprenda algo de fato. Durante a faculdade, não apenas passe na prova ou no trabalho de qualquer jeito. Ao longo prazo, ter estudado e realmente ter feito seu trabalho faz muita diferença. Te ajuda a aprender a estar constantemente no modo de aprendizado.”

Martin também deu uma dica que se aplica a desenvolvedores de todos os níveis: sempre que possível, tentar encaixar um projeto pessoal ou profissional relacionado ao que está aprendendo para fixar o aprendizado na prática. Àqueles que ainda não decidiram a tecnologia que desejam se especializar, Martin indica testarem todas o possível! Segundo ele, “não existe apenas uma tecnologia que você aprende e leva para o resto da vida. Tem que testar tudo e ver o que acha mais legal pra se aprofundar”.

Outra dica dada por Martin, esta para quem está iniciando a carreira, é seguir a mesma boa prática de profissionais já consolidados: a de contribuir com a comunidade de software livre. Segundo ele, esta é uma excelente forma de contribuir com algo grande, ajudar outras pessoas em prol de um objetivo maior e ainda usar a plataforma como ferramenta para ganhar experiência e mostrar seu talento à tantas empresas mundiais que usam as comunidades de software livre para encontrar e analisar candidatos.

Para os desenvolvedores com carreiras já consolidadas (ou até mesmo no início) que desejam se destacar durante os processos de entrevista de grandes empresas, Bosco e Martin foram claros: o que elas buscam são pessoas curiosas, que não se limitam ao que já foi aprendido – são motivadas a desafios e não precisam ser guiadas, mas têm flexibilidade para aprender novas coisas dentro da empresa e têm maturidade suficiente para isso.

Para se destacar, seja breve e saiba a importância de ter um perfil do LinkedIn atualizado (mostrando claramente sua trajetória) e tenha engajamento no Github – mais do que currículos, são nestes canais que empresas de tecnologia de todo mundo visualizarão a qualidade de seu trabalho e carreira que construiu e/ou busca construir.

O talk facilitado pela Code:Nation para o público de desenvolvedores também teve a intenção de lançar sua nova plataforma de aprendizado e especialização em linguagens de programação (tipo um Duolingo da tecnologia), que ao final conecta os participantes de bom desempenho com oportunidades em grandes empresas de tecnologia pelo mundo. Além de ser uma plataforma para devs em início de carreira experimentarem, através de aprendizado prático, novas tecnologias e se conectarem a oportunidades de emprego/estágio em grandes empresas (práticas importantes destacadas pelos convidados do talk), ainda permite que desenvolvedores com carreiras já em andamento, possam pivotar e/ou se destacar nas jornadas, também conectando-se com novas oportunidades de carreira.

Udacity abre seleção para 14 vagas de emprego em São Paulo

A Udacity, conhecida como a Universidade do Vale do Silício, está em busca de 14 profissionais para compor o seu time do Brasil. Há vagas de emprego e estágio abertas, todas para trabalhar presencialmente no escritório de São Paulo.

Áreas como marketing, vendas, recrutamento, dados e engenharia estão entre as listadas. Confira quais são as posições em aberto e candidate-se até 25 de maio por meio deste site:

Diretor-geral Brasil

Diretor de vendas B2B América Latina

Analista de Dados

Engenheiro Front-end

Editor de vídeo

Analista de marketing – Eventos

Designer de produtos

Estágio – Marketing de produto

Representante de vendas

Líder de recrutamento

Estágio – Experiência do aluno

Líder de experiência do aluno (cursos de dados)

Gerente de experiência do aluno

Coordenador de experiência do aluno (cursos introdutórios/análise de dados)

Fintechs miram estudantes de MBA no exterior

Nesta segunda-feira, dia 28 de maio, a Magnetis Investimentos e a Creditas, duas das maiores fintechs do Brasil, realizam o “MBA Fintech Day”. O evento que reunirá mais de 100 futuros e atuais estudantes de MBA das top business schools dos Estados Unidos e da Europa. O objetivo é aproximar as startups interessadas neste perfil qualificado e a necessidade dos estudantes planejarem o desenvolvimento de suas carreiras.

Mirando em estudantes de instituições como Chicago Booth, Harvard, Stanford, Columbia e INSEAD, há um movimento crescente de procura das fintechs por profissionais com visão e habilidades proporcionadas pelos melhores programas de MBA. “É um perfil de profissional que antigamente só via oportunidades em grandes empresas. Mas hoje há uma sinergia com o caráter disruptivo e o crescimento exponencial das startups”, diz Vinicius Vazquez, Diretor de Desenvolvimento de Negócios da Magnetis e idealizador do MBA Fintech Day.

O encontro vai aproximar estudantes e fintechs para futuras vagas e projetos estratégicos de crescimento, reforçando estas empresas como um campo de trabalho interessante e promissor. “Ainda acontece de muitos estudantes de MBA retornarem para trabalhar em grandes empresas e queremos mostrar o vasto campo de oportunidades representados pelas fintechs”, completa Vazquez, futuro aluno de MBA pela Chicago Booth.

Em parceria com a Creditas e com apoio da MBA Alliance e Chicago Booth Fintech, o MBA Fintech Day terá uma programação formada por painéis, com presença de representantes das mais renomadas escolas de negócios e de fintechs de sucesso. Haverá também um pitch para apresentações de empresas, seguido de happy hour. Entre os temas, questões como “Precisa de MBA para empreender?” e “Como é o post-MBA plan em fintech?”.

“Apoiamos este evento pois queremos atrair os melhores talentos. Precisamos desses jovens cheios de energia e também de profissionais com mais experiência, proporcionando um ambiente onde todos podem expor suas ideias”, aponta Sergio Furio, CEO e fundador da Creditas, que foi premiada este mês pelo Great Places To Work como uma das melhores empresas para se trabalhar no Brasil.

Como Portugal pode ser uma alternativa para os negócios?

Por Carolina Di Lullo, da Giugliani Advogados

Segundo estatísticas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil retomou sua economia, apontando um crescimento de 0,2% no segundo trimestre de 2017. Entretanto, o País enfrenta questões políticas internas e, segundo a agência internacional de risco Standard&Poor’s (S&P), ainda deve registrar crescimento inferior ao de outros países. Não obstante, a própria agência rebaixou o grau de investimento para o ano de 2018 — o que dificultará novos investimentos no País.

Em vista deste cenário insatisfatório, os brasileiros têm cada vez mais buscado alternativas no estrangeiro, seja para internacionalizar seus negócios, seja para firmar residência, investir etc. Portugal tem se mostrado um ótimo país para quem busca os objetivos citados, sem contar as facilidades de língua, cultura, clima e posição geográfica. Focado em se recuperar da grande crise que assolou o país em 2010 e nos anos seguintes, Portugal adotou medidas que elevaram a demanda interna para impulsionar seu crescimento, oferecendo benefícios àqueles que investem em seu país, como o direito a residência, benefícios fiscais, benefícios trabalhistas e apoio ao investimento focado no desenvolvimento local através de concessão de crédito com juros “amigos”.

Alguns destes benefícios são, por exemplo:

Golden Visa, que confere autorização de residência temporária para atividade de investimento, que após cumprimento dos requisitos exigidos na Lei n.º37/81 [Lei de Nacionalidade] poderá ser “convertida” em aquisição da nacionalidade portuguesa. Através desta autorização ainda é possível requerer reagrupamento familiar – para fins de abarcar também a família daquele que querer o Golden Visa, bem como o direito de circular pelo espaço Schengen, sem necessidade de visto. Todos os cidadãos nacionais de Estados Terceiros que exerçam uma atividade de investimento, pessoalmente ou através de sociedade constituída em Portugal ou em outro Estado da U.E. e com estabelecimento estável em Portugal podem requerer o Golden Visa. Os investimentos variam de 250 mil a 1 milhão de euros ou a criação de pelo menos 10 postos de trabalho em Portugal. A atividade de investimento poderá ocorrer em setor imobiliário, o que vem aquecendo e fomentando a aquisição de imóveis no país. Não há necessidade de aquisição para moradia, sendo que, caso o investimento seja imobiliário, o bem poderá ser utilizado para locação;

Residente Não Habitual, que consiste em solicitação formulada por aqueles que não foram tributados como residentes fiscais em Portugal nos cinco anos anteriores ao pedido ou não se encontram inscritos como “residente fiscal” em território português. O benefício trazido consiste em evitar a dupla tributação de rendimentos, determinando que os rendimentos auferidos em Portugal estão sujeitos a tributação no País, com alíquota fixa de 20% e os rendimentos auferidos no estrangeiro sejam tributados no país estrangeiro.

Portugal 2020 para aqueles que pretendem internacionalizar seus negócios e buscam investimento externo poderão buscar fomento através deste programa, que se trata, em verdade, de acordo de parceria entre Portugal e Comissão Europeia para desenvolvimento econômico, social e territorial de Portugal entre 2014-2020, através do qual o referido país irá receber 25 milhões de euros para investimento em projetos que reúnam os requisitos legais para acesso a linha de crédito.

Investimentos em startups, já que o País tem investido na formação de um ecossistema favorável a se tornar um “hub” tecnológico na Europa. O Ministério da Economia português anuncioua criação de um visto que confere direito à residência específico para aqueles que pretendem a abertura de empresa inovadora em Portugal.

O primeiro passo para investir em Portugal é o planejamento PRÉVIO à imigração ou à internacionalização. Essa medida é essencial para verificar se o resultado prático que pretende obter será ou não atingido. Ora, de que adianta querer ir a Portugal desenvolver o negócio sem conhecer os pormenores do mercado local? A legislação tributária que irá incidir sobre a minha operação? Os direitos trabalhistas etc.? Da mesma forma, de que adianta investir em um imóvel sem saber a tributação que incidirá sobre a operação? Como separar os ganhos nacionais dos internacionais?

Todos estes pontos deverão ser tratados previamente, na fase de formatação da ideia de partida ao exterior, independentemente de ser pessoa física ou jurídica. O planejamento irá apontar o melhor método legal, considerando as peculiaridades de cada caso, para que a migração seja a mais tranquila e menos custosa possível.

Através do planejamento, não tem motivos para dar errado!

Mosaico University promove 2ª turma do curso Blockchain no Direito: inscrições vão até dia 24

Considerada por muitos o ‘novo ouro’, o bitcoin é um dos assuntos mais quentes do momento. Para garantir a segurança deste novo sistema monetário, existe o blockchain, um protocolo que dá suporte, valida as transações e garante a legitimidade das criptomoedas. O assunto está tão em alta que, nesta semana, o Facebook anunciou que criou uma divisão dedicada para estudar blockchains e nomeou um dos principais executivos do Messenger, David Marcus, para liderá-la. O intuito é de entender, de forma mais aprofundada, como as moedas virtuais funcionam e de que maneiras elas podem ser aplicadas à rede social.

Um dos setores que sentirá com maior intensidade as mudanças trazidas pelo blockchain é o jurídico. E, neste cenário de transformação, os advogados terão papel essencial e precisarão se acostumar, muito brevemente, a uma nova indústria legal. Para mostrar aos profissionais deste setor como se adaptar a tantas mudanças e capacitá-los para entender e trabalhar com esta tecnologia, a Mosaico University promove no dia 26 de maio, das 8h30 às 18h, a 2ª turma do curso ‘Blockchain no Direito: O que está em jogo?’. O curso acontece na sede do IBMEC, que fica na Alameda Santos, 2356, em São Paulo (SP).

A Mosaico University foi uma iniciativa criada pelo grupo Mosaico Digital Assets, e nasce com o objetivo de preparar e capacitar profissionais acerca dos assuntos e transformações vividas pela atuação do blockchain, nos mais diferentes segmentos de negócios. A ideia é abordar, dentro do setor jurídico, os desafios que a nova tecnologia oferece como, por exemplo, a regulação de ativos digitais (como criptomoedas) ou, ainda, o desenvolvimento de “contratos inteligentes”. Para um dos professores do curso, o advogado especializado em mercado de capitais, operações societárias e produtos financeiros, Alexandre Garcia, esta é uma ótima chance para os profissionais do setor se atualizarem com as informações aprofundadas sobre o tema.

“Me perguntam muito: ‘como fica o mercado se não há regulação alguma?’ Aí é que as pessoas se enganam: os órgãos estão acompanhando de perto estas operações e se alguém ousar afrontar as regras gerais, com certeza será impedido. Esta postura dos órgãos reguladores é correta, à medida que não sufoca a tecnologia e deixa que o mercado tenha liberdade de se estruturar e equacionar de maneira independente”, explica.

O que falta, segundo Garcia, é uma uniformidade a respeito da regulação da criptomoeda nos vários países. “Recentemente, o G-20 emitiu um memorando se posicionando e sugerindo aos seus membros que adotassem o posicionamento de ativo em relação às criptomoedas, mas cada país adota uma postura radicalmente distinta em relação a este assunto. Pouco tempo atrás, a Índia baniu a operação com criptoativos, tivemos também o estado norte-americano do Wyoming aprovando ICOs (Initial Coin Offering) de criptomoedas até US$ 75 milhões, entre outros exemplos. É preciso verificar caso a caso”, comenta.

Durante o curso Blockchain no Direito serão respondidas questões como: “Qual o cenário da regulação de ativos digitais no Brasil e no Mundo? Quais os melhores modelos regulatórios para novos ativos como o Bitcoin? Como o novo advogado deverá se posicionar frente à tantas mudanças e qual será seu papel no desenvolvimento de novas tecnologias?”, entre outras questões.

Além de Alexandre Garcia, o curso terá como professor o Hamilton Amorim, especialista em cibersegurança e criptografia desde 1998, além de ser um dos únicos brasileiros a ter participado como cypherpunk dos fóruns que levaram à criação do Bitcoin. As vagas são limitadas e podem ser reservadas diretamente pelo link, com preço a partir de R$ 1.100. Seu conteúdo foi preparado especialmente para advogados e profissionais do setor que pretendem se atualizar frente aos novos desafios e mercados de atuação gerados pelo blockchain.
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Curso Blockchain no Direito: o que está em jogo?

Data: 26 de maio, sábado, das 8h30 às 18h

Local: Sede do IBMEC: Alameda Santos, 2356, São Paulo (SP)

Inscrições: http://www.mosaicouniversity.com/treinamentos/blockchain-no-direito

Investimento: a partir de R$ 1.100

USP, Unesp e Unifesp são beneficiadas com nova rede de fibra óptica

A Megatelecom, empresa que oferece serviços personalizados na área de telecomunicações, assinou um acordo com a Redes Comunitárias de Educação e Pesquisa (Redecomep), coordenado pela Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), para beneficiar três instituições de ensino com a chegada da nova rede de fibra óptica da capital paulista: a Universidade de São Paulo (USP), a Universidade Estadual Paulista Júlio Mesquita Filho (Unesp) e a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Com o nome de MetroSampa, este é o primeiro acordo dessa natureza fechado no estado de São Paulo, que terá duração de cinco anos e garantirá cerca de 85 quilômetros de fibra óptica na cidade. A primeira etapa passou a operar no fim de março deste ano, tendo dez pontos conectados à rede metropolitana, com extensão de 80 quilômetros e velocidade de 10 gigabytes.

O CEO da Megatelecom, Carlos Eduardo Sedeh, destaca a importância do projeto e afirma que o acordo permitirá a conexão de pontos relevantes da cidade de São Paulo, através do anel de fibra óptica que a empresa disponibilizou e administra. “Sabemos da criticidade dessa rede. Por isso, oferecemos um anel metropolitano altamente estável e confiável para garantir integridade e baixa latência ao conteúdo transmitido as instituições participantes”, ressalta Sedeh.

O diretor de Engenharia e Operações da RNP, Eduardo Grizendi, explica que a nova rede é uma ação de longo prazo e busca parceiros, seguindo o modelo estabelecido com a Megatelecom. Segundo ele, a assinatura deste primeiro acordo é um grande passo para que a RNP amplie e mantenha conexão metropolitana de qualidade. “Temos a ambição de conseguir que a nova MetroSampa tenha mais de 300 km de extensão e abranja pontos importantes da cidade”, afirma Grizendi.

O coordenador do projeto Academic Network at São Paulo (ANSP), Luís Fernández Lopez, garante que a chegada da nova rede surpreenderá os usuários, pois a velocidade fornecida para todo o anel de fibras garantirá um maior acesso à conexão. “Haverá mais pessoas conectadas na rede porque teremos um suporte bem moderno”, avalia.

Para o gerente do Núcleo de Computação Cientifica da Unesp, Rogério Luiz Iope, a chegada da MetroSampa complementará o trabalho de pesquisa que já vem sendo realizado dentro dos campi da universidade. “Já somos contemplados pela etapa anterior e agora, com essa extensão, o nosso cenário científico poderá ser aprimorado, juntamente com as nossas capacidades”, finaliza.

Projeto “Talentos do Futuro em Tecnologia” forma 170 jovens para a área de TI

A falta de candidatos capacitados para preencher as mais de 80 mil vagas abertas no mercado de trabalho de tecnologia motivou a criação do projeto inédito “Talentos do Futuro em Tecnologia”. Desenvolvido pelo Instituto da Oportunidade Social (IOS) com a colaboração de J.P. Morgan, Arcos Dorados, TOTVS e Dell, o projeto acaba de formar os primeiros 170 jovens talentos prontos para o primeiro emprego na área. Criado há um ano, seu objetivo é aumentar as oportunidades profissionais para os jovens de 17 a 29 anos e, ao mesmo tempo, minimizar a falta de profissionais formados para a área de TI.

Segundo estudo do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, no Estado de São Paulo (Caged) a falta de profissionais técnicos qualificados no setor de tecnologia aumenta, em média, 40% ao ano. Aproximadamente metade dos alunos que concluem o ensino na área de TI desenvolvem carreira em outras áreas, o que agrava a falta de profissionais preparados para o mercado.

“Os jovens são os mais afetados pelo desemprego durante a crise econômica que o País atravessa, porém, o mercado de tecnologia tem apresentado oportunidades com demanda crescente para profissionais bem qualificados. Proporcionar crescimento profissional a estes jovens por meio de uma educação de alto valor técnico é o propósito do projeto “Talentos do Futuro”, explica a gestora do IOS, Alecsandra Neri.

“Nosso objetivo é apoiar estes jovens de modo que possam acessar oportunidades de emprego de qualidade, em um setor com grande potencial de crescimento, e onde possam desenvolver uma longa carreira profissional. Tenho muito orgulho deste projeto. Ele une empresas e o terceiro setor, ajudando a melhorar a falta de acesso a treinamento, um problema que no longo prazo resulta em mais desigualdade e em um crescimento econômico mais baixo”, declara José Berenguer, Presidente do J.P. Morgan Brasil.

O conteúdo oferecido aos alunos contou com diferentes vertentes da Tecnologia – programação web, infraestrutura e redes e implantação de software, além de toda a parte técnica aliada ao desenvolvimento de competências socioemocionais. Durante o curso, os estudantes também tiveram contato com especialistas de diferentes empresas, que compartilharam suas experiências de carreira na área.

“Parcerias como essa permitem às empresas proporcionarem ainda mais oportunidades para jovens que estão em momento de início de carreira, decidindo seus caminhos profissionais. Dessa forma, fazemos parte de um movimento de inclusão imprescindível para transformar a realidade do mercado de trabalho do País”, declara Rita Pellegrino, diretora de RH da TOTVS.

O curso gratuito “Talentos do Futuro em Tecnologia” tem duração de dez meses e acontece na sede do IOS, em Santana, na Zona Norte de SP. Para este ano, as novas inscrições devem ocorrer no segundo semestre e o projeto deverá acontecer em mais duas localidades na capital paulista, com mais de 250 vagas.

Senior potencializa engajamento e colaboração com Rede Social Corporativa

Em organizações modernas, que priorizam o bem-estar e a produtividade dos seus colaboradores, as ferramentas tradicionais de comunicação interna podem não ser suficientes. Em uma empresa de tecnologia, então, tudo o que for ousado, criativo e interativo ganha espaço.

Nesse cenário, e com a evolução da internet e a forte adesão das corporações à web, considerando as mudanças culturais que a sociedade tem passado, algumas soluções têm se destacado por sua praticidade, possibilidade de engajamento e alta conectividade – entre elas, a rede social corporativa.

Desde que passou a utilizar a rede social corporativa da SocialBase como ferramenta de apoio para sua comunicação interna, a Senior – empresa referência em tecnologia para gestão no Brasil – vem colhendo bons frutos. “No dia a dia melhoramos a qualidade da informação disponibilizada e aumentamos os níveis de engajamento e colaboração. Também tivemos uma redução considerável no número de e-mails trocados e uma aproximação maior com as diversas filiais que estão distantes geograficamente”, afirma Georgette Heineck, responsável pela área de Talent Acquisition & Performance da Senior – departamento que zela pelos talentos internos da companhia, trabalhando ações de atração e retenção, além de comunicação e endomarketing.

Inspiradas nos sites de relacionamento como Facebook e Twitter, as redes sociais corporativas contêm uma série de características inovadoras que podem contribuir para a comunicação entre os colaboradores. De acordo com a executiva, a Senior também comemora mais transparência, produtividade e descentralização da comunicação, à medida em que o colaborador passou a se sentir como protagonista da ferramenta.

A vida real também passa por aqui

Em uma rede social corporativa, cada colaborador conta com um perfil na ferramenta, no qual é possível publicar informações, vídeos, fotos, iniciar debates e criar vínculos com outros colaboradores – tal qual ocorre no Twitter ou no Facebook. Porém, é possível adaptar essas soluções aos interesses da organização, criando grupos para cada departamento.

“Para estimular reflexões sobre a trajetória profissional das equipes, criamos um grupo de Carreiras, por exemplo, que, em apenas um mês, já contava com a participação de 800 pessoas, representando 61,5% do quadro de colaboradores da Senior”, conta Georgette. Por meio de debates, publicação de artigos, divulgação de vagas e de cases com histórias de crescimento de colegas dentro da empresa, houve uma melhora significativa na percepção do colaborador sobre seu possível crescimento na empresa, com aumento tanto no número de candidaturas internas como nas aprovações nos processos internos de recrutamento e seleção.

Além desse grupo, na Senior há cerca de 260 grupos ativos, que vão desde Planejamento Estratégico até Classificados – no qual os colaboradores anunciam itens que querem comprar ou vender.

Casa de ferreiro, espeto de… ferro

A SocialBase é desenvolvida por uma companhia de base tecnológica que leva o mesmo nome da solução. Em setembro de 2017, a Senior anunciou investimento nessa empresa e, desde então, a solução passou a fazer parte do portfólio da Senior, integrando soluções de colaboração e produtividade voltadas à gestão do capital humano.

Cerca de um mês depois do anúncio, a Senior iniciou um projeto-piloto para teste da ferramenta e, em janeiro de 2018, passou a utilizá-la oficialmente com os cerca de 1.300 colaboradores. Antes da SocialBase, a companhia contava com um modelo estruturado de comunicação interna que usava uma intranet como principal canal para interação dos colaboradores. “Este modelo, entretanto, acabava não sendo totalmente efetivo”, lembra Georgette, por “promover baixa interatividade e disponibilizar as postagens de conteúdo de forma centralizada, ou seja, era preciso definir pessoas específicas para fazer as publicações e, ainda assim, o foco era mais voltado para o conteúdo em si e não para as pessoas – o inverso do que acontece no ambiente da SocialBase”.

Para realizar a transição, foram avaliados os temas que eram compartilhados na internet e realizada uma pesquisa de clima para, então, definir os assuntos para o mapa de editorias da nova ferramenta. A utilização da SocialBase aumentou o alcance das informações, promoveu o alinhamento estratégico e proporcionou um ambiente mais integrado e colaborativo, favorecendo o engajamento, a inovação e a troca de conhecimentos entre as pessoas. “A Senior é certificada pelo GPTW como um excelente lugar para se trabalhar e acredito muito que isso passa pela forma como nos relacionamos e nos comunicamos com os nossos colaboradores. A SocialBase tornou a nossa comunicação mais simples, colaborativa e efetiva. A ferramenta conectou ainda mais as pessoas com a nossa ideologia e trouxe muito mais engajamento – o que resulta em um atendimento cada vez melhor aos nossos clientes”, comemora Georgette.

Mudança no comando da SONDA marca a transformação da empresa no Brasil

Com o ingresso do novo CEO do Grupo SONDA no Brasil, Affonso Nina, ocorrido em outubro de 2017, a maior companhia latino-americana de soluções e serviços de tecnologia iniciou uma nova fase que promove a sinergia de suas operações e marca uma transformação no País com o anúncio da integração de suas ofertas, oriundas de todas as aquisições realizadas nos últimos anos. O foco é potencializar o portfólio e atender às necessidades de negócios de seus clientes.

A orquestração, inédita no Brasil, que indicou um executivo para coordenar todas as empresas presentes no território nacional, tais como SONDA IT, CTIS, SONDA Ativas e PARS, dá mais um passo com a nomeação de Nina para responder diretamente pelas atividades da SONDA IT e da CTIS. As demais empresas, SONDA Ativas e Pars, continuam com seus presidentes, que se reportam diretamente a Affonso Nina.

Entre as mudanças está a definição da atuação comercial. A SONDA IT passa a focar exclusivamente o mercado privado, enquanto a CTIS atenderá especificamente às iniciativas geradas para o setor público, ficando claro o posicionamento de cada empresa. Nesta reorganização, ambas empresas passam a contar com uma operação única de entrega de suas soluções. “Este movimento fortalece a presença da SONDA com uma oferta bem definida, que passa a ser incrementada nos dois mercados – público e privado – potencializando as vendas de acordo com o perfil de cada cliente”, explica o CEO.

Somada a essas ações, a SONDA Ativas, responsável pelo Data Center de Belo Horizonte, adquirida em agosto de 2016, passa a atuar de forma conjunta com a estrutura da SONDA IT, localizada em São Paulo, na oferta de serviços de data center e cloud computing.

Outro anúncio que faz parte da iniciativa de transformar a companhia no País é a nomeação de dois novos vice-presidentes. Caio Silva assume a vice-presidência de Aplicativos, área responsável pelas tradicionais soluções fiscais e de comércio exterior, assim como pelas aplicações de parceiros, como SAP e SAS. O executivo chega à organização após passar por empresas como IBM, Accenture, EDS e T-Systems e tem como missão prover a inteligência da área de produtos da companhia.

Já Tim Cardoso, que traz como bagagem sua experiência desenvolvida em companhias como HP e EDS, ingressa na SONDA como vice-presidente de Inovação e Gestão de Clientes. O executivo tem como meta reunir todas as iniciativas de inovação da SONDA para ajudar as empresas na construção de seu caminho rumo à transformação digital.

“Este movimento faz parte de um conjunto de ações estratégicas que intensificam as ofertas e otimizam a estrutura para levar ao mercado uma proposta de atendimento mais ampla e robusta, fornecendo aos clientes soluções de TI que estão alinhadas às suas demandas de negócio e que contam com um maior conteúdo consultivo, transformacional e inovador da SONDA”, finaliza Affonso Nina.

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Startup brasileira é destaque mundial em Inteligência Artificial

Uma empresa brasileira, sediada em Brasília, foi selecionada entre 16 empresas em todo o mundo com um dos principais empreendimentos de inteligência Artificial pelo programa AI Builders, da gigante de tecnologia Intel. Fundada a menos de dois anos, a Legal Labs constrói redes neurais artificiais para entender e tomar decisões no campo jurídico.

O reconhecimento internacional pegou de surpresa o professor Ricardo Fernandes, fundador da Legal Labs, que viu sua empresa listada junto às gigantes internacionais como Lenovo (faturamento de 43 bilhões de dólares em 2017) e Accenture (faturamento de 35 bilhões de dólares em 2017). “É a tecnologia nacional sendo valorizada e incentivada fora do país: demonstramos que podemos dar um bom exemplo de sucesso em inovação”, afirma Fernandes.

Fernandes explica que o primeiro projeto realizado pela empresa em 2017 foi a criação da primeira robô advogada do país, batizada de Dra. Luzia. Desenvolvida com seis camadas de redes neurais artificias, Dra. Luzia trabalha com deep learning(aprendizado profundo de máquina) aplicada às execuções fiscais. Seus indicadores demonstram o quanto a inteligência artificial pode ajudar os profissionais que trabalham com uma grande quantidade de processos judiciais. Antes 3 a 4 pessoas geravam em 4 dias entre 500 e 1000 documentos (petições) em uma semana, a Dra. Luzia processa e gera em 1min. e 52seg. cerca de 68% do volume total de trabalho. A acurácia é de 99,42%, o que demonstra sua precisão e eficácia.

A criação da robô advogada foi destaque no I Congresso Internacional de Direito e Tecnologia e foi apresentada no berço das tendências tecnológicas no Direito: Starford University. A iniciativa levou a empresa a participar de projetos tecnologia de ponta.

Copa do Mundo aumenta índice de crimes digitais

Há pouco menos de 1 mês do início da Copa do Mundo da Rússia, não é somente o evento de alcance global que ganha destaque. Essa é também uma fase de ir às compras: seja para adquirir uma camiseta da seleção de preferência ou para trocar a TV de casa. No entanto, esse crescimento no consumo tem provocado também um aumento nos chamados crimes digitais. “Esse tipo de golpe se intensifica em épocas de grande apelo de vendas no comércio. É o caso da Copa do Mundo. Muitos varejistas fazem promoções de TVs para incentivar os consumidores a trocarem seus aparelhos”, alerta o especialista em segurança de dados e sócio da It Secure, Rafael Batista.

Nesse caso, os cibercriminosos apelam para promoções a preços abaixo do mercado. Para fraudar as vendas, eles utilizam domínios similares aos das grandes marcas. Muitos compram anúncios em redes sociais, como o Facebook, para conseguir mais cliques. O consumidor, atraído pelas promoções, acaba indo parar no site falso e faz a compra. Geralmente, os criminosos apelam para compras no cartão de crédito, com o objetivo de vender os dados para o mercado negro, e no boleto bancário. Nesse último caso, o pagamento vai para a conta dos fraudadores.

“A melhor forma de proteção para o consumidor é desconfiar de promoções muito atrativas. Se o valor está muito abaixo de qualquer outro, é indício de que pode haver algo errado. Já para as empresas, que também têm problemas com consumidores supostamente lesados, há formas de defesa, como serviços que monitoram a internet em busca de domínios falsos”, ressalta o especialista. Ele lembra ainda que, muitas vezes, a empresa acaba tendo mais problemas, pois os consumidores acham que a compra foi feita naquela loja e abrem reclamações por nunca receberem os produtos.

Estima-se que cerca de 3% das compras no ambiente e-commerce no Brasil são fraudulentas, o que dá um volume de 6 milhões de transações por ano, de acordo com estudo da Konduto, empresa especializada em combate a fraudes no e-commerce.

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