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Gartner anuncia agenda de eventos para o Brasil em 2019

O Gartner Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento para empresas, anuncia seu calendário de eventos para o Brasil em 2019. Na agenda, estão programadas três conferências programadas para os meses de abril (Gartner Infraestrutura de TI, Operações & Estratégia de Cloud), de maio (Gartner Data & Analytics) e de agosto (Gartner Segurança e Gestão de Riscos), além do tradicional IT Symposium/Xpo, o maior e mais importante evento de tecnologia do Brasil e que acontecerá em outubro.

As conferências antecipam tendências de tecnologia para um público qualificado, com poder de decisão e formado por executivos estratégicos de TI e CIOs (Chief Information Officers). Os eventos irão acontecer no WTC Sheraton Hotel (SP) e estão programados para permitir aos participantes acesso a apresentações especiais de analistas do Gartner, além de pesquisas inéditas, workshops, casos de sucesso e oportunidade de interação e de troca de experiências. O público também poderá assistir a debates em mesas-redondas e sessões práticas que apresentam ideias inéditas para o mercado de TI. Os eventos do Gartner apresentam ainda oportunidades únicas de networking, interação para desenvolvimento de negócios e possibilidade de agendamento de reuniões particulares com analistas do Gartner para obtenção de conselhos práticos sobre os desafios específicos de cada empresa.

Até 23 de março, as inscrições para a Conferência Gartner Infraestrutura de TI, Operações & Estratégia de Cloud estão com desconto de R$ 550,00. Há preços diferenciados para profissionais do setor público e descontos para grupos. Interessados devem contatar o Gartner pelo e-mail brasil.inscricoes@gartner.com, pelos telefones (11) 5632-3109 e 0800 774 1440, ou pelo site www.gartner.com/pt-br/conferences/la/infrastructure-operations-cloud-brazil

Confira a agenda programada pelo Gartner para 2019:

– Conferência Gartner Infraestrutura de TI, Operações & Estratégia de Cloud – Dias 24 e 25 de abril

– Conferência Gartner Data & Analytics – Dias 29 e 30 de maio

– Conferência Gartner Segurança e Gestão de Riscos – Dias 13 e 14 de agosto

– Gartner IT Symposium/Xpo – De 28 a 31 de outubro

Programe-se para participar das conferências do Gartner:

Acesse a programação completa em http://www.gartner.com/events/calendar/.

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Estudo Dell Technologies: apenas 6% das empresas brasileiras já têm a transformação digital enraizada no negócio

A Dell Technologies – uma família única de negócios que fornece a infraestrutura essencial para as organizações construírem o futuro digital, transformarem a TI e protegerem as informações – mapeou, em parceria com a Intel, o progresso da Transformação Digital de empresas de médio e grande porte em 42 países, incluindo o Brasil. O levantamento, Índice de Transformação Digital da Dell Technologies (DT index), mostra que apenas 6% das empresas brasileiras podem ser consideradas como líderes digitais, ou seja, já têm a digitalização enraizada no negócio.

O DT index aponta o progresso da transformação digital das empresas consultadas e examina as expectativas e medos digitais dos líderes empresariais nos próximos cinco anos. O estudo revela que 14% dos profissionais brasileiros acreditam que sua organização vai se esforçar para atender às demandas dos clientes, enquanto 26% dos respondentes temem que suas empresas sejam ultrapassadas pela concorrência.

As empresas foram classificadas com base no desempenho percebido em quatro áreas: incorporação dos principais atributos de um negócio digital, estratégia de TI existente, estratégia de transformação da força de trabalho e investimentos planejados para os próximos cinco anos.

Embora apenas 6% das empresas brasileiras possam ser consideradas líderes digitais, o estudo mostra que a maior parte das empresas brasileiras (70%) já contam com planejamento e investimentos para digitalizar os negócios, sendo que 37% contam com um plano digital maduro e investimentos em inovação, enquanto 33% investem de forma gradual e com maior cautela. Na contra-mão, o índice de transformação digital também revela que muitas empresas ainda se movem muito lentamente (22%) ou nem sequer tem um plano digital em vigor (2%).

“Nos próximos anos, o ecossistema digital orientado por dados vem ganhando força e a expectativa é que cada vez mais empresas concentrem seus esforços nos processos de digitalização. Com isso, a necessidade da digitalização é cada dia mais mandatória para que as empresas permaneçam competitivas em seus respectivos mercados, que inclui a capacidade da empresa de seguir inovando e se diferenciando da concorrência”, explica Luis Gonçalves, vice-presidente Sênior e Gerente Geral da Dell EMC Brasil. “A era digital chegou e está reformulando a forma como vivemos, trabalhamos e conduzimos negócios. O que significa que o tempo é essencial. A transformação genuína precisa acontecer agora e precisa de ser radical”, completa.

Entre os decisores brasileiros, o DT Index identificou que 86% dos respondentes apontaram grandes barreiras para avançar em seus processos de digitalização, destacando entre os desafios:

1. Regulamentação ou mudanças nas leis (33%)

2. Preocupações com privacidade e cibersegurança (31%)

3. Sobrecarga de informação (30%)

4. Fraca governança digital e estrutura (26%)

5. Falta dos conjuntos de habilidades e conhecimentos internos adequados (24%)

Essas barreiras estão dificultando os esforços de transformação digital. Por exemplo, 82% dos líderes empresariais brasileiros acreditam que as iniciativas devem ser mais difundidas em toda a organização (em comparação com 76,3% em 2016). Apenas 15% acreditam fortemente que estarão na posição de incomodar em vez de serem incomodados pela concorrência, em cinco anos.

Investimentos atuais e futuros

A pesquisa indica que as empresas estão tomando medidas para superar suas barreiras, juntamente com a ameaça de serem superadas por concorrentes mais ágeis e inovadores. Embora o progresso nessas áreas não seja tão regular como o esperado, podemos observar que:

· 70% se esforça para desenvolver internamente os conjuntos de habilidades e os conhecimentos adequados, como o ensino de programação, por exemplo (em 2016 era 35,3%)

· 67% das empresas brasileiras já utilizam tecnologias digitais para acelerar o desenvolvimento de novos produtos / serviços (em 2016 eram 63,3%)

· 67% das empresas empregam medidas de segurança e privacidade em todos os dispositivos, aplicativos e algoritmos (em 2016 eram 50,3%)

· 63% de compartilhamento de conhecimento entre funções, equipando os líderes de TI com habilidades de negócios e líderes de negócios com habilidades de TI (em 2016 eram 27,7%)

· 53% já adotaram o desenvolvimento ágil (em 2016 eram 42,7%)

As empresas também estão se voltando para tecnologias emergentes e soluções de cibersegurança para possibilitar e proteger a Transformação Digital. Para os próximos 3 anos, os executivos brasileiros sinalizam investimentos em:

· 62% multi-cloud

· 61% cibersegurança

· 57% tecnologias de Internet das Coisas (IoT)

· 55% Inteligência Artificial

· 48% abordagem de computação centrada

· 43% tecnologia em Flash

Um número menor de empresas está planejando experimentar outras tecnologias emergentes, com 43% em realidade virtual e/ou aumentada (VR/AR), 38% sinalizando investimentos em blockchain e 25% em computação quântica.

O Estudo

A pesquisa, patrocinada pela Dell Technologies em parceria com a Intel, foi realizada pela Vanson Bourne no segundo semestre de 2018 e é uma atualização do mapeamento feito em 2016. Nesta edição foram entrevistados profissionais de 100 empresas líderes no Brasil, de médio e grande porte, para avaliar o posicionamento de suas organizações no Índice de Transformação Digital da Dell Technologies. A Vanson Bourne classificou os esforços de negócios digitais das empresas examinando sua estratégia de TI, as iniciativas de transformação da força de trabalho e o desempenho percebido em relação a um conjunto central de atributos de negócios digitais. Os resultados globais (com base em 4.600 entrevistados de 42 países) serão divulgados ao longo de 2019.

Tecnologia automatizada será a tendência de cloud service em 2019, segundo Claranet

A automatização de tecnologias como o machine learning e a inteligência artificial será a grande tendência do mercado de cloud service em 2019. É esta a aposta da Claranet, provedora de serviços gerenciáveis de TI, presente no Brasil desde 2016 por meio da aquisição da CredibilIT.

Com um mercado extremamente aquecido, tem se tornado cada vez mais comum que empresas reconheçam a importância de investir em inovação tecnológica para garantir uma melhor experiência dos clientes, além de entenderem como uma jornada de migração para a nuvem acontece de forma mais ágil e eficiente.

Leonardo Piva, Head of Sales da Claranet Brasil, afirma que “Algumas empresas prestadoras de serviços e varejistas online já estão de olho neste movimento criando assistentes virtuais para auxiliar seus clientes e ‘robôs’ atendentes para esclarecer de forma mais rápida e com custo reduzido as dúvidas dos seus consumidores – e esta tendência só tende a aumentar”.

De fato, existe uma revolução batendo à porta no sentido de transferir sistemas inteiros para a nuvem. Executivos de diversas empresas estão atentos a fatores como rentabilidade, maior taxa de produtividade de seus times e um ambiente mais dinâmico e colaborativo como os principais ganhos para aderir ao cloud computing.

Prova disso é que, segundo uma pesquisa da consultoria Frost & Sullivan com executivos e líderes de TI, 36% deles afirmam estar instigados a se atualizar devido a novos concorrentes que se mostram mais modernos. Para 27% deste grupo que aposta em mudanças, a necessidade de digitalização do seu negócio é o principal fator em questão. Outros 18% afirmam querer se digitalizar para atender novos modelos de mercado e 12% pretendem se modernizar pois trabalham com serviços que são, na verdade, produtos (como 99 e Yellow, por exemplo).

Neste cenário, é fundamental que as empresas que investem em projetos de TI não apenas se automatizem, mas também criem um ambiente adequado para que sistemas inteligentes operem de forma completa, com as devidas regras de funcionamento pré-estabelecidas.

Conforme aumenta o interesse de grandes empresas por soluções em cloud service, surgem novos desafios para garantir que seus dados armazenados em nuvem estejam seguros. No entanto, Piva garante: “Hoje, boa parte dos líderes em TI já têm a consciência de que ter seus dados na nuvem é mais seguro do que no seu próprio datacenter. Conseguimos finalmente quebrar o mito de que a nuvem não oferecia segurança suficiente para nossos clientes, com crenças do tipo ‘Google vai ter acesso a todos os meus dados’.

85% dos brasileiros resolvem pendências nas férias; conheça 5 dicas para fugir dessa estatística

Por Luana Marley , assessora de Carreira da Catho

Depois de um ano intenso de trabalho, as tão desejadas férias chegam. Mas afinal, 30 dias de pausa são suficientes para descansar? Segundo a pesquisa “Férias Marcadas”, realizada pela consultoria global Northstar e encomendada pela Expedia, 85% dos brasileiros afirmam que não. Isso porque os trabalhadores escolhem o período de relaxamento para resolverem pendências pessoais. A assessora de Carreira da Catho, Luana Marley, listou abaixo 5 dicas valiosas para conseguir se desligar do trabalho durante as férias e de fato aproveitar!

1. Planeje com antecedência

Calendário de ajustes até para descansar? Sim. E se possível, tente agendar suas férias com no mínimo 6 meses de antecedência. Além de ser um intervalo seguro para se organizar financeiramente, também o ajudará no planejamento de suas atividades profissionais.

2. Utilize as férias para descansar

Pintar a casa? Passar horas no banco resolvendo problemas? Nada disso! É muito comum profissionais utilizarem seu período de férias para realizar alguma meta pessoal, como um curso ou até mesmo reformar a casa. É importante não tornar essa medida recorrente, e se for necessário, não utilizar todo o período desta forma. É preciso se permitir desligar de processos tensos e burocráticos e ter de verdade um período de descanso.

3. Seja organizado

Para não correr o risco de passar as férias na praia mas com a cabeça no escritório, nada como uma boa organização profissional. Antes de sair de férias, compartilhe seu cronograma de atividades e todas as demandas que deverão ser realizadas na sua ausência. Com a segurança de que as coisas estão em andamento, ficará muito mais fácil se desligar do trabalho.

4. Desconecte-se

Redes sociais, e-mails, grupos e mais grupos em aplicativos de mensagens para falar de trabalho. Muitas vezes no período de férias, inevitavelmente, acabamos acompanhando os problemas e rotinas. Permita-se sair dessas redes em seu período de descanso, você pode ficar à disposição no privado caso algo urgente aconteça, mas pode sair dos grupos e retornar quando seu período de férias acabar. Não se esqueça de deixar a mensagem automática de férias em seu e-mail, para que as pessoas saibam quem devem procurar.

5. Mude sua rotina

Desligar o despertador, esquecer um pouco o celular, experimentar novos hobbies, visitar novos lugares. Tudo isso lhe permitirá se desligar da rotina acelerada que temos diariamente. Seguindo esses passos, no momento de retorno ao trabalho, terá certeza de que estará renovado para mais um ciclo profissional.

Intermodal South America puxa retomada de negócios no setor logístico

Tradicional ponto de encontro dos setores logístico, de transporte de cargas e de comércio exterior, a Intermodal South America, o maior evento dedicado a estes mercados na América Latina, chega a mais uma edição. Reconhecida por antecipar as principais tendências para todos os elos da cadeia logística e por estimular novos negócios no setor, a feira é vista como um termômetro para o desenvolvimento constante dos segmentos que congrega e por isso atrai, cada vez mais, a presença de executivos e tomadores de decisão ao seu hall de visitantes.

Dados da Informa, promotora e organizadora do evento, revelam o aumento da qualificação do público na Intermodal. No comparativo das duas últimas edições da feira, por exemplo, a participação desses profissionais cresceu cerca de 10%, o que indica que o mercado em geral vem recuperando gradativamente a confiança na economia do País e, consequentemente, no potencial de negócios do setor. De 2017 para 2018, houve alta na presença de gerentes (+ 4%), de diretores (+ 2%), de coordenadores e supervisores (+ 2%) e de presidentes, CEO’s e diretores gerais (+ 1%), dos mais diferentes setores, no evento.

“Estamos sempre buscando inovar e surpreender o público – expositor ou visitante -, adequando a Intermodal às expectativas e necessidades do setor, trazendo para o evento o que há de melhor no mercado, tanto em termos de produtos e serviços quanto em questão de conteúdo, e oferecendo diferenciais competitivos únicos. São iniciativas como essas que nos colocam à frente e explicam essa maior qualificação dos profissionais que visitam a feira. Aliás, esperamos que em 2019 possamos repetir o sucesso das edições anteriores, colaborando novamente para o êxito dos negócios das marcas que estão conosco em mais uma edição”, afirma a gerente geral do portfólio de infraestrutura da Informa, Márcia Gonçalves.

Entre todos os segmentos que marcam presença na feira, destacam-se o de transportes, logística e armazenagem, que também apresentaram crescimento no número de profissionais que visitam o evento. Em 2017, 26% do público visitante pertencia a este mercado, enquanto em 2018 chegou a 33%, alta de 7%. Na sequência, vêm os representantes dos embarcadores de carga (dos mais diversos segmentos industriais), com 31%; das empresas de importação e exportação, com 15%; de serviços (8%) e de consultoria (4%), resultando na circulação de mais de 33 mil profissionais no evento, do mundo inteiro. 60% deles são provenientes de países da América do Sul, 14% da Europa, 10% da América do Norte, 9% da Ásia, 6% da América Central e 1% da África.

Para apresentar o que há de mais moderno no Brasil e no mundo em produtos, serviços e soluções para todos eles, a Intermodal reúne, em três dias de evento, mais de 400 marcas expositoras, de 22 países, em São Paulo (SP), de 19 a 21 de março. São companhias especializadas nos mais diversos segmentos, como: agentes de cargas, aeroportos, condomínios logísticos, companhias aéreas, freight forwarders, operadores logísticos, portos e terminais, além de empresas ferroviárias, marítimas e rodoviárias, e de desenvolvedoras e fornecedoras de inovações e novas tecnologias.

Encontro Metroferroviário – Pela primeira vez, os visitantes da Intermodal poderão acompanhar também, de forma simultânea, as últimas novidades do setor metroferroviário sul-americano, já que o São Paulo Expo sediará também a maior feira do continente dedicada a este mercado, a NT Expo – Negócios nos Trilhos.

25ª Intermodal South America

Data: 19 a 21 de março

Horário: Das 13 às 21 horas

Local: São Paulo Expo – Rod. dos Imigrantes – Vila Água Funda, São Paulo – SP

Comércio eletrônico deve crescer 16% no País em 2019, prevê ABComm

O comércio eletrônico deve atingir um volume de vendas de R$ 79,9 bilhões em 2019. A estimativa é da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm). De acordo com a entidade, caso essa projeção se cumpra, o montante representaria um crescimento de 16% quando comparado com o resultado atingido em 2018 pelas lojas virtuais do País, sendo o maior avanço anual verificado desde 2015.

Segundo a ABComm, o comércio eletrônico deve registar um tíquete médio de R$ 301, com um total de 265 milhões de pedidos efetuados pelos consumidores até o fim deste ano. O número de lojas virtuais deve totalizar 87 mil. As micro e pequenas empresas devem aumentar sua participação no faturamento, atingindo 29%. A participação dos marketplaces no faturamento do setor também deve registrar crescimento em 2019. Segundo a entidade, a fatia deve passar dos atuais 31% verificados em 2018 para 35% ao fim deste ano.

A experiência do consumidor nos dispositivos móveis deve continuar sendo alvo de atenção das lojas virtuais neste ano. Segundo a associação, é esperado que 33% das vendas efetuadas pelos consumidores venham a partir de smartphones e tablets. A participação móvel nas compras online, porém, permanecerá no mesmo patamar observado em 2018, segundo dados da entidade.

De acordo com Mauricio Salvador, presidente da ABComm, uma série de fatores contribuem para a projeção de crescimento expressivo para o ano. Segundo ele, o otimismo observado pelos empresários do setor com os rumos da economia, somado à elevação da confiança do consumidor, são algumas das razões. “Percebemos uma retomada expressiva das vendas online já no último trimestre do ano passado, especialmente durante a Black Friday e nas vendas de Natal”, afirma Salvador. “Livre dos eventos observados em 2018, vemos com bons olhos o desempenho para este ano”, complementa.

500 Startups abre inscrições para programa de investimentos

A 500 Startups, fundo global de venture capital de early stage sediado em São Francisco, nos Estados Unidos, está com inscrições abertas para o VC Unlocked Berkeley, programa focado em técnicas de negociação para investidores que desejam aprimorar a capacidade de definir, negociar e executar investimentos em estágio inicial. O curso acontece entre os dias 11 e 14 de fevereiro, na Universidade de Berkeley, na Califórnia, Estados Unidos.

“Essa é uma excelente oportunidade para os brasileiros que buscam uma aproximação com investimentos em startups, seja como venture capitalists, investidores anjo ou mesmo profissionais de finanças e direito que têm ou querem ter contato com essas empresas”, explica Itali Collini, Diretora de Operações da 500 Startups no Brasil.

O programa combina abordagem teórica com aprendizagem prática e baseia-se no conhecimento dos professores de Berkeley e na experiência de sócios e líderes da 500 Startups. Os participantes aprendem por meio de estudos de casos reais, discussões, palestras e exercícios de simulação. Ao longo dos quatro dias, os membros ainda poderão interagir com os principais capitalistas de risco e fundadores de startups do Vale do Silício.

De acordo com Itali, entre os perfis esperados para o VC Unlocked Berkeley estão gestores de portfólio, investidores anjo, analistas de investimento, advogados, financistas e pessoas no geral interessadas em entender o processo de investimento em uma startup. Os Profissionais de Direito podem ganhar até 16 horas de crédito do MCLE pela Ordem dos Advogados da Califórnia e os demais, o certificado de conclusão do curso da UC Berkeley.

“O contato com participantes de diferentes países permite entender situações comuns do ecossistema de startups e outras que são peculiares da região de atuação de cada pessoa. Esse tipo de experiência torna a missão de negociar com startups mais coesa e fluida, além de diminuir a taxa de erro dos investidores”, completa a Diretora de Operações da 500 Startups no Brasil.

As inscrições para o VC Unlocked Berkeley estão abertas e podem ser feitas no link: education.500.co/.

boostLAB, do BTG Pactual, está com inscrições abertas para potencialização de startups

O BTG Pactual, maior banco de investimentos da América Latina, abriu inscrições para a terceira edição do boostLAB, programa de potencialização voltado para startups de nível mais maduro, as chamadas scale-ups. A iniciativa, realizada em parceria com a ACE, eleita três vezes como melhor aceleradora da América Latina, prevê a realização de parcerias e projetos piloto com a instituição financeira, empresas parceiras, fornecedores e demais integrantes de seu ecossistema.

Serão seis startups selecionadas para o programa, que tem duração de cinco meses. Nessa edição, o programa de potencialização busca principalmente fintechs, agritechs, legaltechs e startups que atuem com inteligência artificial ou real estate. Durante a seleção, mais importante do que o tamanho do faturamento da empresa é se ela já tem um sólido portfolio de clientes e dedicação integral de pelo menos dois sócios fundadores ao negócio.

Os interessados em participar do programa devem se inscrever por meio do site do boostLAB (www.boostlab.com.br) até o dia 15 de fevereiro de 2019. O boostLAB fica localizado em São Paulo, no WeWork Faria Lima.

A primeira edição do programa foi avaliada em 100 NPS (Net Promoter Score – métrica que tem como objetivo medir a satisfação e lealdade dos clientes) pelas Scale-ups que participaram do programa, pontuação inédita para um programa desse tipo coordenado pela ACE até então.

Um dos pontos fortes do programa é a oportunidade de gerar negócios com o banco e empresas parceiras. Outro ponto de destaque do boostLAB é a proximidade com os sócios e diretores sêniores do BTG Pactual, que oferecem mentoria e dividem suas experiências por meio de um Conselho. Cada um dos sete envolvidos tem um papel fundamental na estrutura do programa e na melhor integração entre as startups e o Grupo. São eles: Frederico Pompeu – que tem dedicação exclusiva ao programa -, Renato Mazzola (Head do Private Equity), Gustavo Roxo (CTO), Marcelo Flora (Head do BTG Pactual Digital), José Vita (Membro do Comitê Executivo), Mateus Carneiro (Head do RH) e André Alves (Head de Marketing).

As Scale-ups também contam com a metodologia de potencialização da ACE e os conselhos de um time de executivos com grande destaque em suas áreas de atuação, como Stelleo Tolda (COO do Mercado Livre), Cláudio Galeazzi, grande referência em reestruturações de empresas no Brasil, e Sônia Hess, ex-CEO da Dudalina, eleita pela revista americana Forbes como a terceira mulher de negócios mais poderosa do Brasil. Quem acaba de se juntar ao time é Joel Rennó, CFO da OLX, empresa global de comércio eletrônico.

Outra novidade é que além de créditos de US$ 10 mil no serviço de nuvem da Amazon (AWS) e US$ 3 mil no da Google, a Oracle também aderiu ao programa, oferecendo créditos de USD 15 mil para as Scale-ups participantes.

Frederico Pompeu, sócio do BTG Pactual responsável pelo boostLAB, conta que está muito feliz com os resultados das edições anteriores. “Já potencializamos 12 empresas e todas tiveram crescimento significativo. Para nós também tem sido um aprendizado conviver com empreendedores tão competentes. A essa altura, já estamos começando a fazer investimentos em algumas empresas e temos parceria com quase todas. Queremos ser o banco desse ecossistema em todas as etapas da vida dos empreendedores e das empresas”, afirma. O KPI (Key Performance Indicator) médio de cada empresa que participou do programa cresceu 233%.

Resultados de edições anteriores

A recém-terminada segunda edição do programa contou com 132 empresas inscritas. Seis delas foram selecionadas e potencializadas: Bxblue, Nexoos, Virtus Pay, Ewally, Digesto e Omie.

A Omie, que é um sistema de ERP (Enterprise Resource Planning), aumentou a receita em 20% e conquistou quatro mil novos clientes durante a potencialização. Além disso, o volume emitido de NF-e de R$ 4 bilhões para R$ 5,1 bilhões ao mês. A empresa oferece um sistema de gestão completo para pequenas e médias empresas com CRM, Finanças, Fluxo de Caixa, NF-e, Estoques e Frente de Loja.

Durante o boostLAB, a Nexoos ampliou seu negócio, passando a ser também um market-place lending, além de peer-to-peer lending. “Tivemos aumento de 30% na receita contra o trimestre anterior. A empresa sai do programa com um nível de maturidade muito maior”, disse Daniel Gomes, CEO e fundador da empresa.

Já a primeira rodada, que aconteceu no primeiro semestre, contou com inscrição de 124 empresas, dentre as quais seis foram escolhidas: Neurotech, Agronow, Clicksign, Finpass [antiga F(X)], Liber Capital e Zigpay.

A Finpass foi uma das empresas que mais se beneficiou do programa. Trata-se de um marketplace de crédito para médias e grandes empresas, que utiliza tecnologia de “matching” para tornar esse processo mais inteligente, rápido e efetivo. Ao final da participação no boostLAB, o volume transacionado pela plataforma teve crescimento de 966%.

O cenário das Agtechs cresce e já são cerca de 338 startups de tecnologia agrícola no Brasil

Segundo levantamento realizado pela SP Ventures, em parceria com Centro Universitário FEI e com as startups Agtech Garage, Usina, Esalqtec e Agrihub, existem cerca de 338 Agtechs mapeadas no Brasil.

O agronegócio é a economia mais dinâmica e representa cerca de 50% das exportações do país e 23% do PIB. O setor tornou-se tão globalmente integrado e importante para a economia que se tornou imune às volatilidades econômicas e políticas. Isso mostra a importância das agtechs no Brasil.

Outro levantamento, dessa vez realizado pela ABStartups, mostra que o setor de agropecuária, por exemplo, foi o setor com melhor desempenho da economia em 2017 com um crescimento de 13%. No total, 70% do território nacional são startups que trabalham com agronegócio. Além disso, 37% dos estados brasileiros têm mais de três agtechs. E dos cinco estados com maior representatividade, três são da região Sul.

A melhoria da infraestrutura tecnológica do Brasil, como conectividade, penetração móvel, imagens de satélite e alfabetização digital, tem sido fundamental para o desenvolvimento do ecossistema agtech do país, permitindo que as empresas tragam novos produtos e soluções para os agricultores brasileiros de maneira econômica. Segundo a SP Ventures, entre 2012 e 2017, o uso de smartphones aumentou de 16% para mais de 70%.

Fundos de investimentos como a SP Ventures, referência na condução de investimentos em Venture Capital no Brasil, também estão de olho nesse mercado com o objetivo de ajudar no desenvolvimento do setor e impulsionar negócios que tenham tecnologias inovadoras, com alto impacto e potencial de crescimento.

A Fundepag, especializada na gestão de negócios no agronegócio brasileiro, é outro exemplo. Responsável por incluir as empresas no range de conexões, seu maior objetivo é potencializar a inovação no setor, ampliar o acesso às pesquisas e criar conexões entre pesquisadores, institutos, governo, startups e aceleradoras.

Conheça abaixo algumas startups que têm revolucionado o mercado agro no país:

Agrosmart: principal plataforma de agricultura digital para países em desenvolvimento de agricultura tropical, ajudando produtores rurais e a tomarem melhores decisões no campo e serem mais resilientes às mudanças climáticas. A empresa gera recomendações ao monitorar lavouras por meio de sensores e imagens de satélite, interpretando as necessidades da planta em tempo real em relação a irrigação, doenças e pragas. O uso do sistema permite economizar até 60% de água, 40% de energia e aumentar a produtividade em até 15%, tornando o cultivo mais inteligente;

FastAgro: é uma empresa focada no desenvolvimento de soluções para a fisiologia das plantas. Com 26 produtos em seu portfólio, a empresa agrega valor na cadeia de produção das culturas de soja, algodão, feijão e milho no cerrado do Brasil, Argentina e Paraguai;

Walgreens adota tecnologia móvel para melhorar experiência do cliente em suas lojas

Para melhorar a produtividade dos funcionários e enriquecer a experiência de seus clientes, a Walgreens, uma das principais redes de conveniência dos Estados Unidos, implementou tecnologia móvel de última geração em suas lojas para conectar a experiência física e digital em seus pontos de venda. Utilizando computadores móveis e tablets comerciais da Zebra Technologies, empresa inovadora no mercado com soluções e parceiros que permitem às empresas capturar sua vantagem competitiva, a cadeia otimizará suas operações e a qualidade do serviço oferecido.

Duas referências da Zebra fazem parte do investimento da Walgreens para uso em todas as suas lojas norte-americanas: o computador móvel TC51 e o tablet ET50, que permitem aos funcionários ter acesso a informações em tempo real em suas mãos, sem a necessidade de interromper o atendimento. Agora, eles podem acessar rapidamente os dados do produto, consultar planogramas (mapa de localização de produtos na loja) ou configurar pedidos para entrega em domicílio ou retirada em loja.

“Cada cliente possui uma necessidade única no momento da compra, por isso a experiência deve ser personalizada para que seja bem-sucedida. Para nossos membros de equipe, as soluções móveis da Zebra tornam mais fáceis e sem problemas a execução de tarefas operacionais e administrativas. Assim, nossos colaboradores conseguem oferecer a melhor experiência possível para eles, em todos os momentos”, explica Steve Turner, CIO e Vice-presidente Sênior da Walgreens.

De acordo com o mais recente Estudo Global de Consumidores da Zebra, 55% dos clientes entrevistados e 74% dos trabalhadores do setor de varejo consideram que a experiência de compra melhora quando a equipe de atendimento da loja está equipada com tecnologia atual. Em resposta a isso, a Walgreens apostou na inovação tecnológica para aumentar a produtividade de seus funcionários, melhorar a conexão e a comunicação entre a equipe e oferecer um serviço melhor a seus clientes de todo o mundo.

“A expectativa dos consumidores estão mudando rapidamente e os varejistas precisam evoluir para atender à demanda”, afirma Jeff Schmitz, Vice-presidente Sênior e Diretor de Marketing da Zebra Technologies. “As soluções intuitivas de computação móvel da Zebra proporcionam uma vantagem competitiva aos membros da equipe da Walgreens. Por meio de uma melhor visibilidade da loja e de seus processos, desde o estoque até o comportamento de compra, a Walgreens está otimizando suas operações e experiência do cliente, oferecendo um serviço com mais informação e velocidade. “

Estudo da OTRS identifica as principais prioridades de TI para 2019

Pesquisa do Grupo OTRS aponta que o cibercrime será uma das principais preocupações entre os executivos de TI, durante o ano de 2019. Mais de 60% dos profissionais de TI se classificam como muito preocupados ou preocupados com o cibercrime. Outros 20% estão apenas um pouco preocupados, 11% estão levemente preocupados e 5% não estão preocupados. Quando perguntados sobre detalhes, as respostas incluem ameaças contínuas de hackers localizados no exterior, proteção de serviços e tecnologias recém-integradas, além de vulnerabilidades do navegador.

O mesmo grupo foi questionado sobre como sua organização está preparada para lidar com incidentes de segurança, 36% afirmaram estar preparados, outros 34% se consideram muito preparados, porém 30% disseram que suas organizações ainda não estão preparadas.

Como aplicarão os orçamentos de TI

O que é interessante sobre esses dois fatos é que, embora os executivos de TI estejam muito preocupados com o cibercrime e muitos não estejam prontos para lidar com incidentes em 2019, essa não é uma área em que eles planejam investir. De acordo com o grupo pesquisado, as três principais despesas orçamentárias em 2019 devem ser as seguintes:

– Atualizações / melhorias de Inteligência Artificial – 23%

– Formação / capacitação – 21%

– Melhorias na infraestrutura – 17%

Embora eles não pareçam estar disponibilizando orçamento para enfrentar o cibercrime em 2019, eles estarão dedicando recursos para a questão. As adaptações de segurança serão o investimento número um com relação a tempo e esforço, com 21% respondendo da seguinte maneira maneira:

– Adotando soluções baseadas em nuvem – 17%

– Trabalhando na regulamentação de privacidade e proteção de dados – 16%

– Incorporando Inteligência Artificial – 13%

“Com um foco tão significativo na segurança e na proteção de dados, acreditamos que é essencial ter isso em mente ao impulsionar os esforços de transformação digital durante 2019. Se os CIOs estão focados em IA ou contratação, recomendamos um sistema de gerenciamento de serviços que possa abranger diferentes funcionalidades, como estruturação de processos, gerenciamento de documentos, recursos e relatórios, e, ao mesmo tempo, atenda aos mais altos padrões de segurança do GDPR (Regulamento Geral de Proteção de Dados)”, explica Matheus Assis Baeta, diretor da OTRS Brasil.

O estudo foi realizado on-line, por meio da Pollfish, com 163 executivos responsáveis ​​por TI nos EUA e no Canadá.

Cultura do feedback: o que a geração millennials espera de seu gestor

Por Fabio Bier

Hoje temos uma geração que é inquieta e está sempre em busca de novos aprendizados e de conquistar uma posição de confiança no trabalho, obtendo destaque e valorização. Entre as principais competências da geração millennials, a capacidade de absorver novas informações e a flexibilidade para adaptar-se às mudanças são, talvez, as mais marcantes e também mais valiosas para os negócios.

Diante desse cenário e das novas exigências do mercado, todo líder deveria oferecer aos seus colaboradores a oportunidade de saber como a organização percebe seu trabalho, para que entendam suas fortalezas e oportunidades de melhoria na posição que ocupam. É nesse contexto que se destaca o valioso feedback, ponto de partida para qualquer atividade de desenvolvimento de habilidades e competências, que encoraja o colaborador a buscar o desenvolvimento profissional.

O feedback deve ser frequente para que se possa trabalhar em ajustes constantes, em sessões curtas, estruturadas, mas sem excessiva formalidade, direto ao ponto, com respeito, e sempre pautada em fatos: ações e respectivas consequências. É bom lembrar que a autenticidade de um millennial é muito importante. Falar de detalhes do comportamento pode ser ofensivo e desagradável, portanto faça isso apenas quando é realmente muito relevante.

Independentemente da utilização de ferramentas de apoio ou até mesmo de um índice de previsibilidade comportamental, conhecer o colaborador é fundamental, perguntar desde o início de sua história na equipe como ele prefere ser abordado é elementar para um feedback construtivo. Nas sessões de feedback, conte detalhes do que o ocorreu e qual foi o resultado da ação, depois associe o feedforward – decidam juntos qual é o plano de ação para seguir em frente.

Mas o que a geração millenials espera de seu gestor? Liberdade para ser autêntico no trabalho, assim como é em qualquer outro lugar. Estar alinhado com cultura, visão, políticas e processos, não apenas de sua área de atuação, mas de toda a organização. Ter clareza sobre as metas e deadlines e poder trabalhar sem interrupções, follow-ups excessivos ou reuniões longas.

A pesquisa “2018 Deloitte Millennial Survey”, aplicada a mais de 10 mil profissionais dessa geração em mais de 30 países (incluindo emergentes e desenvolvidos) mostra que esse grupo, mesmo sendo reconhecido pela supervalorização de tecnologias, entende majoritariamente que a tecnologia os liberta de tarefas repetitivas para que possam usar mais seu “toque pessoal” na realização do trabalho. Assim, é importante que a gestão seja por resultados, respeitando os impulsos comportamentais predominantes, sem julgamento das características individuais para realização do trabalho.

Em suma, para inspirar colaboradores dentro da organização e incentivá-los, o sentimento de pertencer é fundamental. As pessoas gostam de estar informadas. Se conhecem a estratégia da empresa, se entendem os desafios do negócio, se sabem quais são as metas organizacionais e como contribuir individualmente para alcançá-las, é natural que se sintam engajadas e inspiradas a contribuir. É necessário ser transparente – evitar promessas e planos de carreira inatingíveis, metas individuais incompatíveis com as recompensas disponíveis. Todas as posições são importantes em uma organização, e para que as pessoas se sintam felizes em ocupá-las é necessário que entendam a cadeia de geração de valor e como contribuem para o resultado de toda a organização.

Fabio Bier, gerente de RH da Husqvarna para América Latina