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Outplacement: por que a ferramenta se tornou peça-chave de Recursos Humanos durante a pandemia?

Demissão humanizada já representa 48% de serviços mais buscados na Thomas Case & Associados. Especialistas explicam suas vantagens em momentos de crise econômica para empresas e colaboradores

No momento mais grave da pandemia, as empresas novamente ajustam seu quadro de funcionários, com demissões e contratações mais estratégicas. O atual cenário econômico conduz desligamentos e otimização de equipes para adequar ao mundo corporativo e a competitividade do negócio.

Na Thomas Case & Associados, a busca por serviços de outplacement representou 48% de procura dentre todos os que são oferecidos pela empresa. “O que se nota é um maior interesse em demissões humanizadas, ainda mais em um período mais traumático para todos, como a pandemia. Fizemos em torno de 390 propostas de outplacement para empresas de todos os tamanhos e do Brasil inteiro”, ressalta Gustavo Vicenze, Gerente de Negócios Corporativos da Thomas Case & Associados.

O outplacement se tornou mais um aliado das corporações neste novo momento, onde o mercado de trabalho está mais instável. O outplacement auxilia nos relacionamentos mais saudáveis entre colaboradores demitidos, empresa e mercado de trabalho, além de ajudar no processo de busca por uma nova colocação rapidamente, que pode contar com treinamentos e aconselhamentos durante esse período. “Um profissional que é o subordinado hoje pode ser o chefe amanhã, por isso é importante manter bons vínculos com ex-colaboradores e conduzir a demissão da melhor forma possível, sendo ainda mais necessário em situações difíceis”, explica Vicenze.

Segundo Norberto Chadad, Presidente da Thomas Case, as demissões humanizadas se tornaram mais essenciais neste momento, tanto para acolher o profissional como para auxiliar as empresas na organização dos seus processos. “É um caminho respeitoso entre a empresa e quem prestou serviço durante algum tempo. O outplacement da Thomas Case & Associados é personalizado, feito a quatro mãos e conduzido por consultores de carreira especializados, com o objetivo de minimizar impactos, ressentimentos e estresse dos desligados, além de reduzir os impactos de ações trabalhistas”, explica.

Por que investir em outplacement nas demissões da pandemia?

Mais do que demissão responsável, o outplacement adota princípios e procedimentos que auxiliam nos processos de tomada de decisão e condução das dispensas humanizadas, que também diminuem a fragilidade psicológica dos funcionários. É um método que proporciona apoio, reposicionamento construtivo, reforça a autoestima do colaborador, redireciona as carreiras e proporciona formas produtivas de prospecção de oportunidades.

Vicenze ainda reforça as impressões notadas pelas equipes de outplacement da Thomas Case & Associados nos últimos meses. Segundo ele, com altas taxas de demissões em setores importantes da economia, como montadoras, bancos e universidades, algumas reclamações são mais comuns em processos que não adotaram o outplacement como ferramenta de demissões: “Além da demissão, o que estes profissionais sofreram em comum?  Muitos dos demitidos lamentam a forma com que as dispensas foram conduzidas. “Decepção”, “indignação”, “grosseria”, “impessoalidade” e “falta de ética” são apenas alguns dos sentimentos negativos relatados com frequência”, revela.

Benefícios do outplacement além da demissão

O outplacement também é um aliado da reputação do empregador. Isso porque, o mercado de trabalho e o profissional moderno buscam empresas referência em humanização dos seus processos e marcas empregadoras preocupadas com o bem-estar dos colaboradores, têm maior destaque.

Entre alguns benefícios do outplacement estão itens como a proteção da reputação, a produtividade e o engajamento dos colaboradores que permanecem na empresa, a diminuição da sensação de insegurança e impactos negativos no clima organizacional, o menor índice de disputas judiciais, entre outros. “Todas as ações preservam a boa relação entre o ex-colaborador e deixa as portas abertas para novas oportunidades que possam surgir. Evita desgastes entre empregador e trabalhador, o que é ainda mais válido neste momento em que todos os envolvidos estão impactados emocionalmente pela pandemia”, explica Chadad.

Mastercard adquire Ekata, empresa especializada em identidade digital

A Mastercard anunciou a aquisição da Ekata, empresa especializada em identidade digital, por US$ 850 milhões. Este é mais um passo da companhia para promover seus esforços de verificação de identidade.

A identidade digital é uma parte fundamental da abordagem multicamadas da Mastercard para a segurança. Em 2019, a empresa apresentou uma nova estrutura para as interações digitais e como elas precisam evoluir, bem como uma forma viável para a identidade digital criar confiança, colaboração e crescimento econômico nos próximos anos. Essa estrutura está em uso em vários setores, desde educação a viagens e cuidados de saúde.

A Ekata trabalha com uma ampla rede de comerciantes, instituições financeiras, agências de viagens, mercados e plataformas de moeda digital globais. A empresa utiliza insights para fornecer pontuações exclusivas, atributos de dados e indicadores de risco, que seus clientes usam para tomar decisões mais informadas. A Ekata ajuda outras empresas a identificar, em tempo real, tanto bons consumidores e organizações, quanto pessoas mal-intencionadas durante a abertura de contas online, pagamentos e outras interações digitais.

“A transição para um mundo mais digital requer soluções reais, para proteger todas as transações e assegurar a confiança em todas as interações”, afirma Ajay Bhalla, Presidente de Soluções de Cibersegurança da Mastercard. “Com a aquisição da Ekata, aprimoraremos nossos recursos de identidade e criaremos uma maneira mais segura e confiável para os consumidores confirmarem sua identidade na nova economia digital”.

Os dados de verificação de identidade, tecnologia de machine learning e experiência global da Ekata, combinados com os programas de prevenção de fraude e de identidade digital da Mastercard, ajudarão as empresas a saber com segurança quem são seus clientes e, por sua vez, ajudarão esses clientes a interagirem online com segurança. Os serviços integrados da Mastercard e da Ekata serão baseados nos compromissos de ambas as empresas para garantir a confiança e o uso responsável dos dados.

“A aceleração das transações online colocou a verificação de identidade digital em primeiro plano, tornando essa uma das maiores oportunidades para construir confiança digital e combater fraudes em todo o mundo”, diz Rob Eleveld, CEO da Ekata, Inc. “As soluções corretas de verificação de identidade permitem inclusão e experiências sem atrito, enquanto garantem a privacidade, o controle e a segurança do cliente. Tornar-se parte da família Mastercard garante uma abordagem mais ampla e coletiva para atender às crescentes demandas da economia digital”, completa.

A união de forças das duas empresas permitirá que ambas ofereçam um serviço de identidade mais abrangente, que pode atender às necessidades de tomada de decisão em tempo real, desde a abertura de novas contas até ajudar os comerciantes a avaliar possíveis fraudes antes que uma transação seja autorizada.

Entregando com estratégia, fortalecendo o valor

Compromisso com a privacidade e a responsabilidade – a Ekata compartilha o compromisso da Mastercard com práticas de dados seguras, centradas no indivíduo, reforçando ainda mais seu valor para o usuário final.

Forte tecnologia de identidade – a Ekata construiu um conjunto básico de serviços de verificação de identidade que ajuda a fornecer proteção e segurança ao comércio do dia a dia. Ao unir recursos, tecnologias e equipes, é possível fornecer ainda mais confiança, muito além da verificação de identidade e da identificação de tendências de fraude

Complementação do Conhecimento – A inclusão das equipes de tecnologia e engenharia da Ekata ajudará a reforçar o suporte que a Mastercard pode fornecer como parceiro único para qualquer consumidor, banco, comerciante, fintech ou para dados do governo, pagamentos, e necessidades dos bancos abertos. Os recursos combinados dos serviços digital-first, de parcelamento e de criptografia ajudarão a possibilitar maior escolha e funcionalidade, com potencial de expansão para pagamentos em tempo real e atividades internacionais.

Assim como nas aquisições anteriores, a Mastercard não espera que essa aquisição dilua seus negócios por um prazo maior que 24 meses. Essa diluição é movida pelos investimentos na empresa, incluindo o impacto da contabilidade da compra e dos custos ligados à integração. A transação está sujeita à avaliação regulatória e às condições habituais de fechamento. A conclusão da transação está prevista para dentro dos próximos seis meses.

A Ekata tem sede em Seattle, com escritórios em Amsterdã, Singapura e Budapeste.

Vertem anuncia investimento superior a R$ 30 milhões e espera crescimento de 20% ao ano

Mesmo em um ano desafiador, a Vertem, holding focada no desenvolvimento de ecossistemas de negócios, manterá seu plano estratégico de investimento, superior a R$ 30 milhões, adicionais aos recursos já empregados na operação, e espera alcançar um crescimento superior a 20% em 2021. A empresa mostrou resiliência e assertividade para enfrentar a crise trazida pela pandemia de covid-19, dedicando esforços para apoiar os clientes com novas soluções e serviços.

“Devido à grande diversidade entre os mais de 150 programas que temos ativos, os impactos da covid-19 puderam ser minimizados no negócio. Dedicamos nossos esforços em apoiar os clientes com soluções e serviços, auxiliando grandes empresas do País no desenvolvimento de estratégias ampliadas de engajamento e fidelidade, visando ao potencial de criação e gestão de grandes ecossistemas de negócios”, afirma Emerson Moreira, CEO da companhia.

Em 2020, o cenário digital, acelerado pela pandemia, passou a oferecer uma abundância de dados nunca antes vista e transformou as relações de consumo. Esses dados permitem a criação de experiências inéditas e oferecem uma proposta de valor hipercustomizada e omnichannel, que vai ao encontro das ofertas da Vertem. Por causa disso, a empresa fez investimentos expressivos para oferecer novos serviços e reforçar sua equipe de dados e business intelligence.

“Nosso modelo de negócios permitiu uma rápida adaptação aos desafios enfrentados no último ano. Para 2021, esperamos dobrar o volume transacionado em nosso marketplace; a estimativa é de superar R$ 5 bilhões de GMV até 2024. Além disso, com esse aumento de troca de informações ricas, também esperamos acelerar os resultados com serviços de dados e tecnologia, trazendo mais inteligência às operações”, completa Moreira.

No último ano, a Vertem fortaleceu ainda mais seu portfólio, com a chegada de novos clientes, como o Iupp, programa de fidelidade B2C do Itaú que substitui o programa Sempre Presente; o Compra Agora, ecossistema B2B liderado pela Unilever; e o Porto Plus, programa de relacionamento B2C da Porto Seguro. Por meio dessas novas parcerias, a companhia passa a ter acesso a um volume estimado de mais de 30 milhões de novos consumidores, que passarão a ser beneficiados e recompensados com suas soluções e produtos.

Outro fator que contribuiu para o resultado positivo da Vertem em 2020 foi o forte crescimento das transações no marketplace da companhia. Por conta das restrições impostas pela pandemia, houve uma migração natural do consumo de viagens e transferência de milhas para as mais de 150 opções de parceiros de produtos e serviços presentes na plataforma.

Além disso, nesse período, algumas iniciativas foram implementadas ou aceleradas com novos investimentos, visando ao lançamento de soluções que contribuam para a digitalização do varejo, a fim de abrir novos canais de captação de consumidores. A Vertem desenvolveu um modelo inédito de design de ecossistemas, no qual contribui com grandes empresas e as estimula a destravar o seu potencial de negócio ecossistêmico e colaborativo.  

Por meio da Premmiar, parceiro para soluções de premiação, a companhia disponibilizou soluções em formato de software as a service (SAAS), para que diversas empresas pudessem otimizar custos e acelerar o desenvolvimento de seus negócios e produtos. Houve ainda o investimento de R$ 15 milhões para a evolução de sua plataforma de loyalty, para que passasse a suportar programas baseados em cashback

Com essa iniciativa, nasceram dois produtos: o primeiro, batizado de Shopping, apresenta novos modelos de receita aos clientes, por meio da geração de créditos em pontos ou dinheiro em seus programas de fidelidade. O segundo, chamado Bis, passa a ser a primeira carteira digital de recompensas do mercado e permite que qualquer cliente crie programas de incentivo ou fidelidade baseados no formato de wallet.

Simultaneamente, a companhia tem investido em tecnologia nas áreas de segurança, infraestrutura e em plataformas, além de realizar as adequações necessárias para atender à LGPD. A empresa também aposta fortemente no canal indireto, que vem crescendo acima de 50% anualmente, com o objetivo de alcançar mais de mil distribuidores nos próximos anos.

“Estamos bem posicionados para colaborar com a disrupção que a transformação digital provoca nas empresas. Nossa aposta em novas soluções e a conquista de clientes importantes reforçaram nossa posição de liderança e contribuíram para que tivéssemos um resultado positivo e um crescimento expressivo. Em 2021, continuaremos investindo para fortalecer as atuais soluções e desenvolver novos serviços, mantendo o foco em loyalty, tecnologia e dados”, finaliza o CEO.

Os caminhos para a desmaterialização dos serviços financeiros no Brasil

Por Raul Moreira

Alguns dicionários definem o ato de se desmaterializar como sinônimo de algo que se desfaz ou se desintegra. Esta descrição poderia encaixar-se perfeitamente, em um futuro próximo, no que concerne ao ambiente de serviços financeiros tradicionais no Brasil. E isso tende a ser tão positivo que poderia culminar no grande salto evolutivo que ainda falta para promovermos a esperada inclusão financeira da nossa população e a definitiva digitalização do dinheiro no país.

Vivemos hoje um contexto no qual três forças estão convergindo, de forma positiva e simultânea, para essa transformação do setor financeiro: a disseminação de novas tecnologias; as mudanças no comportamento dos consumidores frente a um novo mundo digital; e a evolução do marco regulatório do segmento no país.

Essas três forças (tecnologia, comportamento e regulação) formam os alicerces das mudanças que começamos a viver com novos produtos e serviços como o PIX e o Open Banking. Ambos deram a largada para a construção daquilo que o próprio Banco Central do Brasil denomina como Sistema Financeiro Aberto.

Na essência, esse Sistema Financeiro Aberto entrega a sonhada liberdade aos consumidores. Isso porque trata-se de uma nova definição de padrões de troca de informações entre os participantes do sistema financeiro, a qual os dados e informações são de propriedade do cliente – e não mais da instituição financeira – e ele pode portá-las de forma totalmente digital de um concorrente para outro. O que representa um maior poder de escolha para os consumidores. Tudo isso, de forma totalmente digital e instantânea.

É nesse contexto que o PIX e o Open Banking se unem, se entrelaçam e até se confundem em um movimento tão profundo que culminará certamente na criação de novas soluções que permitirão saltos significativos na vida financeira dos brasileiros. São infraestruturas que estão sendo montadas para suportar novos métodos de pagamentos, formas de concessão de crédito, abertura de contas digitais de maneira totalmente intuitiva e instantânea, entre outras. O modelo tem como base um emaranhado de soluções e de plataformas que interligarão instituições financeiras, credenciadoras, fintechs, insurtechs, sociedades de crédito direto, sociedades de empréstimos entre pessoas, corretoras e demais participantes do ecossistema.

Em breve, veremos o PIX viabilizando uma série de inovações, tanto na “indústria” de meios de pagamentos como em outros mercados. Essa nova infraestrutura pode estimular a criação de soluções inéditas ou que venham atender as mais variadas demandas do mercado, tais como empréstimos entre pessoas, leilões virtuais, venda de microsseguros, um novo comércio digital, pagamentos de contas e impostos de forma instantânea, entre outros tantos serviços.

Essas novas tecnologias que começam a se popularizar não irão mais retroceder. Veremos cada vez mais o uso intensivo da inteligência artificial, soluções de biometria e autenticação digital, linguagens de desenvolvimento para plataformas móveis mais simples e acessíveis, padrões de integração baseados em APIs, redes móveis de alta velocidade, blockchain, internet das coisas, além de outras tantas tecnologias que permitem um amplo acesso de novos entrantes no mercado financeiro.

Tudo isso, se desmaterializando em soluções financeiras espalhadas nas mais diversas formas de interação entre consumidores, seja junto ao comércio, prestadores de serviços, indústria ou governo e tendo como ponto de contato múltiplas plataformas de redes sociais, aplicativos de mensagens, de entregas e até de transportes, bem como uma ampla diversidade de modalidades de empresas que estão iniciando a atuação no provimento de serviços financeiros. Estas últimas incluem, por exemplo, carteiras digitais; agregadores de contas; além de novos tipos de plataformas digitais de investimentos, empréstimos ou seguros.

Entre os beneficiados diretamente por todas essas evoluções estão os cerca de 45 milhões de brasileiros ainda não incluídos financeiramente, os mais de 30 milhões de trabalhadores autônomos, os mais de 11 milhões de microempreendedores MEI e outros públicos tão importantes para o desenvolvimento econômico do país.

Por isso, não vejo mais sentido em falarmos de bancarização como um sinônimo de abertura de uma conta em um banco. Seria mais prudente focarmos no conceito de “inclusão financeira” da população, movimento que poderá acontecer a partir de vários instrumentos e participantes do sistema financeiro, desde que autorizados pelo regulador.

Logicamente o sucesso de todas essas mudanças dependerá também do engajamento das atuais instituições participantes, muitas delas grandes bancos e emissores de cartões. Mas, ao que tudo indica, tanto os players já estabelecidos quanto os entrantes já demonstraram forte interesse por essa nova dinâmica competitiva.

Independentemente da obrigatoriedade de disponibilização do PIX e do Open Banking, existe um entendimento do mercado de que a adaptação ao novo contexto regulatório e a consequente transformação digital são temas já profundamente inseridos nas agendas estratégicas de todos os competidores.

Enfim, mesmo com todos os esforços necessários para educação dos usuários e os investimentos para a criação e disseminação de novos produtos e serviços que serão criados a partir da implementação do PIX e do Open Banking, as expectativas são de que esse novo ambiente provoque mudanças significativas em médio e longo prazos na forma como os brasileiros lidam com o dinheiro.

O consumidor do futuro não terá mais de “acessar o seu banco” e sim o seu “banco” – que nem banco precisará ser – estará universalizado, disseminado, inserido e até “desmaterializado” em todas as formas de contato e relacionamento utilizadas por esse novo consumidor no seu dia-a-dia.

Raul Moreira, membro do Conselho de Administração do Banco Original e Coordenador do Comitê de Inovação do Original

Programa Distrito Digital chega para promover a inovação e a transformação digital

Como parte das celebrações dos 61 anos da capital Federal, a Softex e a Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF) anunciam o lançamento do Programa Distrito Digital.

Com recursos da ordem de R$ 3,5 milhões e execução de 18 meses, seu objetivo épromover a inovação e a transformação digital de empresas e organizações do Distrito Federal e da Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (RIDE), bem como desenvolver talentos conectados à nova economia digital.

A iniciativa tem quatro eixos principais: intraempreendedorismo e inovação corporativa; inovação aberta, com empresas conectadas ao ecossistema de Inovação; identificação de talentos para a economia digital e internacionalização.

“A lacuna existente entre o setor produtivo, instituições públicas, academia e mercado é latente no Distrito Federal. Os atores não possuem ações que promovam sua interação e que fomentem a inovação. Justamente por entender que essa atuação integrada é a melhor maneira de promover inovação, desenvolvimento, geração de conhecimento e novas tecnologias e soluções para as diversas áreas e demandas da sociedade é que estamos apoiando propostas como a do Distrito Digital”, explica o coordenador de Tecnologia e Inovação da FAPDF, Gilmar dos Santos Marques.

Marcando a fase inicial do programa, o Laboratório de Modelagem reuniu, no final do mês passado, 50 convidados representando 38 instituições e empresas de diversos segmentos do Distrito Federal para realizar um levantamento das dificuldades, percepções e necessidades de seus principais stakeholders face à transformação digital, à inovação e ao desenvolvimento de talentos para a economia digital, além da promoção de levantamento técnico sobre o ecossistema.

“O impacto que um ecossistema de inovação consolidado, com o efetivo protagonismo da chamada quádrupla hélice – governo, empresas, universidade e sociedade -pode trazer para o desenvolvimento econômico de um país é enorme, estando intimamente ligado à geração de emprego, à produção de pesquisas e ao desenvolvimento de tecnologias”, destaca Diônes Lima, vice-presidente executivo da Softex, acrescentando que o Distrito Digital tem em sua essência a criação de novos polos de inovação e empreendedorismo fora do eixo Sudeste, algo vital em um país com a extensão continental do Brasil.

De forma a conferir tração ao Programa, ainda neste primeiro semestre, serão firmadas parcerias com instituições e entidades de classe, bem como a realização de uma série de eventos temáticos de mobilização, entre meetups e oficinas imersivas sobre inovação e empreendedorismo.

Tudo isso visando o lançamento da Chamada de Intraempreendedorismo no próximo mês de julho. Ela terá como focos a inovação corporativa, o desenvolvimento de intraempreendedores e de talentos para as novas carreiras digitais.

A Chamada de Inovação Aberta terá início a partir de setembro e promoverá a conexão das empresas ao ecossistema de inovação. A fase de capacitação em internacionalização acontecerá a partir de 2022.

O caminho para o Distrito Digital – Embora tenha uma quantidade considerável de startups, o Distrito Federal possui uma discrepância considerável em relação a dados referentes à inovação no cenário nacional. Segundo pesquisa Endeavor, o DF apresenta uma das piores culturas empreendedoras do país se comparado a outros estados brasileiros que possuem um ecossistema mais fortificado e conectado.

Detentor do oitavo maior PIB nacional e com cerca de 86 mil empresas em diferentes setores, o DF se caracteriza como um grande celeiro de oportunidades para o desenvolvimento da inovação. O setor produtivo do Distrito Federal e RIDE tem concentração em atividades dos setores de construção civil, serviços industriais, alimentos, bebidas e minerais não metálicos, que respondem por 91,8% da indústria da unidade federativa. É notório que a indústria local necessita de fortalecimento para aumento da sua competitividade nacional e internacional. Por isso, promover a inovação é um dos caminhos que podem contribuir neste processo de desenvolvimento econômico. 

O Distrito Federal demanda instrumentos de fomento com o intuito de fortalecer o seu ecossistema de inovação e também promover a aproximação das empresas e instituições locais com esse ecossistema, possibilitando não apenas novas oportunidades de inovação, mas também muitas vezes mais eficientes.

Ao mesmo tempo, é igualmente importante o desenvolvimento de uma cultura de intraempreendedorismo nas organizações, que são estratégias e mecanismos para incentivar, promover e desenvolver projetos inovadores a partir de seus talentos internos, utilizando o próprio ecossistema como um importante ponto de apoio nesse desenvolvimento. Para promover esse aculturamento, é preciso discutir e trabalhar a pauta do intraempreendedorismo dentro das empresas e instituições, através de ações de capacitação e práticas de desenvolvimento de projetos, todas atividades previstas no cronograma do Distrito Digital.

Para informações detalhadas sobre o programa, acesse www.distritodigital.org.br

Ranking internacional de maiores empresas de Vendas Diretas de 2020 conta com marcas brasileiras

Elaborado pela Direct Selling News, ranking de maiores empresas do setor em 2020 tem a americana Amway na liderança e a brasileira Natura &Co na segunda colocação

Após fusão com a gigante Avon, o grupo brasileiro Natura &Co alcançou o segundo lugar entre as maiores empresas de Venda Direta do mundo. A primeira colocação manteve-se com a americana Amway, líder no mercado mundial desde 2013. O ranking internacional divulgado na última segunda-feira (19 de abril) é elaborado pela agência “Direct Selling News” e reconheceu outras cinco empresas de Vendas Diretas com operações no mercado nacional: Herbalife (3º lugar), Vorwerk (Jafra) (4º lugar), Young Living (7º), Tupperware (11ª) e Omnilife (25ª).

A Natura figura entre as 10 maiores companhias de Vendas Diretas do mundo desde 2013. Em 2020, ocupava a quinta colocação e, neste ano, após reportar receita de US$ 7,16 bilhões, obteve o segundo lugar. O rápido crescimento veio após a compra das operações da Avon Products, que compõe o portfólio do grupo Natura &Co. — que hoje inclui, também, a australiana Aesop e a britânica The Body Shop. Criada em 1969, a empresa é cotada na Bolsa brasileira desde 2004. A líder do mercado, a americana Amway, reportou receita de US$ 8,5 bilhões no ano passado.

A DSN Global 100 list foi criada com o objetivo de reconhecer as conquistas das empresas de Venda Direta e fornecer uma imagem clara do tamanho do setor, além do verdadeiro efeito deste canal na vida das pessoas e o impacto econômico que as empresas de vendas diretas têm sobre as comunidades em que estão inseridas.

A presidente executiva da Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD), Adriana Colloca, destaca que o segmento, neste período de pandemia, foi uma opção para muitos brasileiros que perderam seus empregos e tiveram suas rendas diminuídas. O setor se inovou por meio da digitalização, permitindo que as vendas continuassem a acontecer sem desrespeitar as regras de isolamento social.

“Notamos a entrada de muitos jovens na força de vendas, que hoje representam 48,1% do total de empreendedores independentes no Brasil (18 a 29 anos), com o uso da tecnologia e mídias sociais para divulgar e vender os produtos e serviços”, disse a executiva. “Atualmente, trabalhar com vendas diretas é uma oportunidade para quem quer empreender com baixo investimento inicial, sem risco e com flexibilidade de horário e autonomia, como almeja grande parte dos jovens brasileiros”, completou.

Hoje, o setor conta com aproximadamente 4 milhões de empreendedores independentes no Brasil e movimentou cerca de R$ 50 bilhões no ano passado, de acordo com a entidade.

Veja a lista das maiores empresas de vendas diretas do mundo, segundo a Direct Selling News, por ordem de receita:

50 Maiores Empresas – Receita 2020 (em dólares)

1- Amway: $8.5B
2- Natura & Co: $7.16B
3- Herbalife: $5.5B
4- Vorwerk (Jafra): $4.48B
5- Coway: $2.8B
6- NU Skin: $2.5B
7- (empate) Primerica: $2.2B
7- (empate) Young Living: $2.2B
9- EXP Realty: $1.8B
10- PM International: $1.71B
11- Tupperware: $1.7B
12- Atomy: $1.48B
13- Oriflame: $1.38B
14- USANA: $1.14B
15- Ambit Energy: $1.12B
16- Telecom Plus: $1.09B
17- POLA: $969M
18- Medifast/OPTAVIA $935M
19- Scentsy: $893M
20- (empate) Beachbody: $880M
20- (empate) Belcorp: $880M
22- Arbonne: $847M
23- MONAT Global: $804M
24- Color Street: $597M
25- Omnilife: $573M
26- Yanbal: $536M
27- MIKI: $515M
28- Plexus Worldwide: $509M
29- NewAge Inc.: $480M
30- Farmasi: $447M
31- Faberlic: $409M
32- New Image International: $403M
33- Nature’s Sunshine Products, Inc.: $385M
34- Prüvit: $363M
35- Hy Cite Enterprises (Royal Prestige): $341M
36- (empate) Pure Romance: $312M
36- (empate) Vestige Marketing: $312M
38- (empate) Fordays: $302M
38- (empate) Menard: $302M
40- New U Life: $272M
41- Pro-Partners: $269M
42- Noevir: $253M
43- Naturally Plus: $234M
44- LifeVantage: $230M
45- Immunotec: $220M
46- Gifarine: $208M
47- BearCereju: $196M
48- (empate) Best World Lifestyle (BWL): $195M
48- (empate) Princess House: $195M
50- Usborne Books and More: $192M

SMU Investimentos e Fundepar buscam startups para investimento mínimo de R$ 1 milhão

A SMU Investimentos – uma das maiores plataformas de crowdfunding de investimentos do Brasil – em parceria com a Fundepar – Gestora de Fundos de Investimento especializada no desenvolvimento de negócios inovadores de alto impacto e potencial de crescimento – lançam oficialmente o  Seed4science.  A união tem como objetivo fomentar empresas de base tecnológica para rodadas de investimento Seed de no mínimo R$ 1 milhão, podendo chegar a R$ 5 milhões, segundo norma 588 da CVM.

“A parceria  visa fomentar empresas que demandem forte investimento em P&D – Pesquisa & Desenvolvimento – para que elas possam usufruir das instalações de última geração que estamos oferecendo. Além disso, pretendemos abrir a oportunidade para o público em geral, para que todos possam investir em empresas de tecnologia de altíssima qualidade e com potencial de crescimento”, explica Diego Perez, Co-Founder da SMU Investimentos.

“Procuramos startups inovadoras com alto potencial de crescimento e intensivas em tecnologia. Oferecemos smart money, apoio na gestão e estruturação da governança, além de uma extensa rede de contato com os principais centros de ciência e tecnologia nacionais, e fundos de investimentos para estruturar as novas rodadas de captação”, afirma Matheus Azzi, Analista de Investimento da Fundepar e Seed4Science.

As startups interessadas devem preencher um cadastro com informações qualitativas como  setor, time e modelo de negócios. Para se inscrever basta acessar o link e no campo de aplicação responder que a indicação é via parceria com a Fundepar.

Ipiranga reforça foco no Turbo, braço de inovação da empresa

A Ipiranga reforça seu foco no Turbo, hub de inovação da empresa. A expansão de escopo tem como objetivo explorar novas oportunidades e acelerar o desenvolvimento de novos negócios, produtos e serviços, dentro dos pilares de Mobilidade, Varejo e Energia. A inovação na entrega de soluções que facilitem o dia a dia e potencializem a capacidade de mobilidade de seus clientes são fatores fundamentais desta novidade.

A ideia é fortalecer as frentes de inovação e sustentabilidade na Ipiranga, junto a startups e grandes corporações, desde novas empresas de tecnologia até grupos consolidados. O novo escopo do Hub, em termos de metodologia, funciona de forma ativa, explorando oportunidades que estejam mapeadas como tendências de futuro nos três pilares. Empresas de inovação parceiras do Turbo, como Ace, Endeavor e Liga Ventures, permitem que o Turbo tenha uma visão holística do mercado, fazendo com que o seu planejamento estratégico esteja aderente ao que existe de mais relevante no ecossistema de inovação. Junto a esses parceiros, a Ipiranga atuará focada em startups de caráter estratégico.

“A Ipiranga sempre mostrou ao mercado sua capacidade de inovar em diferentes linhas de negócio. Antes do Turbo, lançamos o primeiro app de pagamento eletrônico do setor, temos programas diferenciados em eficiência energética e compensação de carbono e fomos pioneiros na implementação de recarga para carros elétricos. Com o hub de inovação e, agora, seu foco expandido, queremos pavimentar ainda mais o caminho para a Ipiranga do futuro, solidificando nossa reputação de empresa inovadora e na jornada sustentável”, disse Barbara Miranda, Diretora de Marketing e Desenvolvimento de Negócios da Ipiranga.

O Turbo, lançado em 2019, foi um marco no investimento em inovação da empresa. Desde então, a área se dedicou a disseminar cultura mais ágil e trazer mais eficiência e menos burocracia a processos internos, além de buscar startups que possuem modelos de negócios aderentes às operações da Ipiranga. As startups interessadas em parceria, poderão se inscrever no site do Turbo

Olist busca desenvolvedores para atuar em aplicativo global

Olist Shops já está presente em mais de 170 países, com a expansão do time scale-up tem projeção de aumentar ainda mais sua operação internacional

O e-commerce é um mercado em constante evolução. Dados da Câmara Brasileira da Economia Digital, divulgados em dezembro de 2020, apontam que as vendas de e-commerce, no país, aumentaram 122% de 2019 para 2020. Nesse contexto, o Olist , scale-up que ajuda quem quer vender a encontrar quem quer comprar, criou, no início da pandemia no Brasil, o Olist Shops , aplicativo gratuito para que qualquer empresa ou pessoa possa criar a sua própria vitrine virtual em menos de 3 minutos.

Ao ajudar muitas lojas a se manterem funcionando no ambiente online, em poucos meses o app já é utilizado em mais de 170 países do mundo, como Estados Unidos, México e Peru. Ainda falando na expansão internacional da empresa, vale lembrar que o Olist recentemente investiu na Nocnoc, startup uruguaia que viabiliza a comercialização de produtos oriundos de vendedores estrangeiros em marketplaces na América Latina

De acordo com Thiago Miashiro, Diretor de Expansão Internacional, com um ano de atuação, o app Olist Shops já atingiu a marca de 270 mil downloads em centenas de países. Com a expansão, também existe a necessidade de crescimento do time, por isso a empresa está em busca de profissionais da área de tecnologia determinados a revolucionar o comércio mundial. “Nossa equipe vai saltar de 15 para 100 pessoas neste ano e a maioria das vagas abertas é para o time de tecnologia. Essa é uma oportunidade para construir uma nova plataforma de relevância global”, ressalta Miashiro.

Sobre a experiência de atuar diretamente no desenvolvimento de um produto global, Dirlei Dionísio, principal Engineer no Olist, relata: “Trabalhar em Shops é fazer parte de um time com engajamento espartano. É ouvir agradecimentos diários de pessoas do mundo inteiro, a quem ajudamos com nosso produto. É ter o otimismo de quem olha para o futuro e vê que estamos apenas arranhando a superfície”.

Confira abaixo as oportunidades abertas para o time Olist Shops:

• Python Developer

Como integrante do time de desenvolvimento é preciso ter conhecimento em: Python 3 e Django; HTML5, CSS3 e Javascript básico; Testes automatizados e/ou TDD; Modelagem e consumo de API’s REST; Modelagem de bancos de dados relacionais (preferencialmente PostgreSQL); Filas Pub/Sub (preferencialmente AWS SNS e SQS); Pair Programming, Testes unitários, Code review; GIT para versionamento de código; Metodologia Ágil (scrum). Link para a inscrição: http://olist.gupy.io/jobs/238003

• Product Manager

Como Product Manager no Olist o papel do profissional será criar estratégias de produto e colaborar com uma equipe multidisciplinar de tecnologia. Esta vaga é preferencialmente para trabalho presencial em Curitiba ou São Paulo. Link para a inscrição: http://olist.gupy.io/jobs/277811

• Tech Lead

Vaga de nível de coordenação responsável por desenvolver o time de engenharia de software alocados dentro das squads em um modelo de agilidade em escala.

Link para a inscrição: http://olist.gupy.io/jobs/799506

• React Developer

Responsável pelo desenvolvimento de aplicações React, fornecendo expertise em todo o ciclo de vida de desenvolvimento de softwares, desde o conceito e projeto até a fase de testes.

Link para a inscrição: http://olist.gupy.io/jobs/791461

• Node.js Developer

Responsável pelo desenvolvimento de aplicações Node.js, fornecendo expertise em todo o ciclo de vida de desenvolvimento de softwares, desde o conceito e projeto até a fase de testes.

Link para a inscrição: http://olist.gupy.io/jobs/792556

• Coordenação de Sucesso do Cliente & CRM

Terá como responsabilidade escalar a operação do aplicativo Olist Shops em todo o mundo com foco no sucesso de quem usa o app para vender e expandir seu negócio. Esta vaga é para trabalho presencial em Curitiba.

Link para a inscrição: http://olist.gupy.io/jobs/677767

• Analista de Marketing Digital – Aquisição e Performance

O Analista de Marketing e Performance dentro do Olist é responsável por implementar e gerenciar nossos canais de mídia de performance, como Facebook, Google, programática e demais plataformas.

Link para a inscriçãohttp://olist.gupy.io/jobs/686023

Além dessas vagas, o Olist está com mais de 40 posições abertas para Curitiba, São Paulo e também para trabalho remoto de qualquer lugar do Brasil. Confira no link . Durante a quarentena , o processo seletivo é feito online e 100% do time está trabalhando de casa. Todas as vagas da empresa são regime CLT e abertas para PcD’s.

IBM lança novas capacidades de Watson para impulsionar IA

A IBM (NYSE: IBM) anunciou novas capacidades para o IBM Watson desenvolvidas para ajudar as empresas a construírem uma IA confiável. Essas capacidades expandem ainda mais as ferramentas do Watson desenhadas para ajudar as empresas a governar e explicar decisões baseadas em IA, aumentando a precisão dos insights, minimizando riscos e atendendo os requerimentos de privacidade e conformidade.

Uma pesquisa autorizada pela IBM encontrou que a confiança, transparência e explicabilidade são as principais preocupações das empresas: 84% dos profissionais de IA entrevistados concordam que os consumidores são mais propensos a escolherem serviços de companhias que ofereçam transparência e uma estrutura ética na forma com a qual os dados e modelos de IA são construídos, gerenciados e usados. Entretanto, as barreiras para o desenvolvimento de uma IA confiável e a mitigação de riscos permanecem generalizadas, com 82% dos profissionais de IA entrevistados dizendo que suas organizações foram impactadas negativamente por problemas, como vieses, com dados ou modelos de IA¹.

Para ajudar as empresas a superar esses desafios, a IBM está continuamente trazendo novas capacidades para seus produtos de Watson que são projetadas para construir confiança em todas as principais fases do ciclo de vida da IA e para ajudar as empresas a alcançarem uma melhor confiança em resultados impulsionados por IA. Essas novas capacidades anunciadas hoje incluem:

• Novas capacidades de gerenciamento da privacidade de dados: O IBM OpenPages with Watson agora inclui um novo módulo de Gerenciamento da Privacidade dos Dados desenhado para ajudar as empresas a solucionarem desafios para a evolução da privacidade de dados. Ao se integrar com o Watson Knowledge Catalog, o IBM OpenPages agora pode fornecer às empresas uma visão holística quase em tempo real de como os dados privados estão sendo usados por toda a organização, de aplicações a modelos de IA. Como novos regulamentos de privacidade sendo decretados ao redor do mundo, as empresas precisam ser capazes de explicar como eles fazem uso de dados pessoais. Essa nova capacidade é projetada para ajudar a automatizar o relatório de informação pessoalmente identificável (personally identifiable information – PII) a fim de melhorar a precisão e reduzir o tempo de auditoria.

• Melhores explicações para previsões de planejamento: O IBM Planning Analytics with Watson incluirá uma página com detalhes estatísticos, desenhada para fornecer fatos mais transparentes e fáceis de entender sobre como uma previsão de predição foi gerada. À medida que mais empresas mudam para recursos de previsão preditiva para fortalecer seus planos financeiros, de vendas e de suprimentos, elas requerem transparência nos modelos e dados utilizados para gerar as previsões. Essas novas características devem estar disponíveis no segundo trimestre para proporcionar aos usuários informações mais granulares, assim como uma maior explicação e responsabilidade em suas previsões.

• Novas capacidades de Federated Learning: Agora o IBM Watson Studio inclui novas capacidades de federated learning como uma antecipação tecnológica para ajudar as empresas a aplicarem técnicas de machine learning em situações nas quais os dados não podem ou não devem ser movidos devido a razões como privacidade de dados, sigilo, conformidade regulatória ou simplesmente o tamanho dos dados envolvidos. Com o IBM Watson Studio, as empresas poderão treinar os modelos de IA em fontes de dados previamente isoladas.

• Novas capacidades de Time Series: O IBM Watson Studio agora inclui capacidades Time Series, em beta, projetadas para enfrentar os desafios de automatização, análise e previsões de dados de time series comumente vistos em muitas indústrias, como finanças, manufatura e varejo. As novas capacidades são projetadas para ajudar as empresas a desenvolver modelos que preveem os futuros valores de um time series baseados em dados ou recursos passados. Time Series no IBM Watson Studio são projetados para alcançar uma precisão através de uma variedade de conjunto de dados que envolvam uma só variável independente – incluindo dados como registro de chamadas telefônicas, dados meteorológicos, tempo de viagem, vendas no varejo, volume de produção e aumento na precisão do insight.

“A IA é tão útil quanto a sua confiança nela. Especialmente nos negócios e quando as apostas são altas”, disse Daniel Hernandez, Gerente Geral de Data and IA da IBM. “O IBM Watson continua entregando novas capacidades críticas para ajudar os negócios a construírem confiança em cada passo do ciclo de vida da IA, para que os líderes dos negócios possam operacionalizar a IA com segurança em toda a nuvem híbrida”, completa.

Marcas líderes globais estão usando o IBM Watson Studio para gerar confiança em seus fluxos de trabalho. A Deutsche Lufthansa AG, maior linha aérea da Alemanha, está usando o IBM Watson Studio para fornecer dados confiáveis e uma base de IA para melhorar a experiência dos clientes e capacitar melhor seus funcionários enquanto alcançam uma excelência operacional.

A IBM está colhendo inovações continuamente de IBM Research para dar às empresas ferramentas, soluções, práticas e habilidades para administrar com responsabilidade a IA, incluindo a metodologia recém-anunciada AI Factsheets, que será comercializada dentro do Watson Studio no Cloud Pak for Data ao longo de 2021. O Factsheets complementa outras soluções existentes, como o IBM Watson OpenScale, IBM Watson Knowledge Catalog e o IBM Watson Machine Learning para proporcionar aos clientes capacidades de governança e de gerenciamento de ciclo de vida de IA de ponta a ponta.

Essa notícia se baseia em um comprometimento de longa data da IBM com a ética e a administração responsável da IA. Além disso, para aplicar os Princípios de Confiança e Transparência através de todo o escopo de operações globais, a IBM recentemente juntou forças com o Fórum Econômico Mundial e a Fundação Patrick J.McGovern para o lançamento do Global AI Action Alliance com foco em guiar as políticas responsáveis, práticas e parcerias necessárias para garantir a cooperação global no projeto, desenvolvimento e uso da IA.

Grupo Experity abre mais 25 vagas na operação de Harpia Cloud para desenvolvedores Salesforce em todo o Brasil

Depois das 50 vagas anunciadas em 2020, O Grupo Experity anuncia a criação de novas 25 posições para profissionais de TI atuarem na Harpia Cloud, unidade de negócios do grupo que é uma das principais parceiras de implementação Salesforce no Brasil. As contratações para desenvolvedores Salesforce serão para diferentes níveis de atuação (júnior, pleno e sênior), em todo o território nacional.

Os times da Harpia Cloud atuam em todas as nuvens Salesforce e os profissionais contratados serão responsáveis por participar nas diversas etapas da implementação da tecnologia nas empresas clientes, desde o levantamento de requisitos até a consolidação da implementação, com uma atuação consultiva técnica e funcional.

As pessoas interessadas nas posições Salesforce na Harpia Cloud, além de possuírem curso superior completo, nível avançado no idioma inglês e boas habilidades de comunicação para atuar diretamente com clientes, deverão cumprir alguns outros requisitos:

Ter conhecimento em desenvolvimento APEX e Lightining, Classes, Visualforce, Triggers, Process Builders, e domínio em REST, SOAP, Microsserviços e Webservices;


Já ter atuado com implementação das nuvens Sales Cloud, Service Cloud, Marketing Cloud ou correlatas;
Experiência em desenho de soluções por meio da plataforma Salesforce e seus produtos;

Além disso, a vivência em projetos desenvolvidos com metodologias ágeis e certificações Salesforce será um diferencial no processo de seleção, que ocorrerá de maneira remota. Os novos consultores contratados receberão em casa equipamentos de trabalho como notebook, mouse e, para alguns níveis, aparelhos celulares. O processo de integração junto ao time também será realizado remotamente. Nessa fase de onboarding, os novos colaboradores conhecerão os processos e estruturas internas, metodologias e rotinas de projeto e passarão por treinamentos e workshops técnicos de produto sobre a tecnologia Salesforce e conceitos de Customer Experience (CX). Os experts do Grupo Experity seguirão trabalhando à distância durante o período de pandemia.

Para se candidatar para uma das vagas na empresa do Grupo Experity, companhia com 17 anos de experiência na implantação dos principais softwares de CRM e CX do mercado, basta aplicar para a vaga desejada na página de carreiras da empresa clicando aqui. As vagas serão preenchidas durante os próximos três meses.

A Harpia Cloud, empresa do grupo Experity é uma das empresas que mais cresce no segmento de implementação CRM e Customer Experience. Somente no primeiro trimestre deste ano, aumentou em 13% seu quadro de colaboradores. Também foi nomeada por 10 anos consecutivos como uma das melhores empresas para se trabalhar em tecnologia segundo o Great Place To Work e foi nomeada pelo segundo ano consecutivo como Innovation of the Year Brasil pela Salesforce.

SAP reúne parceiros e clientes para discutir desafios na adoção de práticas sustentáveis

 Mudanças climáticas, uso de materiais, poluição do ar, resíduos sólidos e disponibilidade de recursos foram as principais questões de sustentabilidade identificadas por executivos em suas decisões de investimentos, de acordo com um novo estudo global patrocinado pela SAP SE (NYSE: SAP). No entanto, implementar e dimensionar planos de ação ainda são obstáculos encontrados por muitos deles. A pesquisa “Melhorando o Meio Ambiente em Escala Planetária: Uma Pesquisa de Motivadores e Ações de Negócios”explora asetapas que as empresas estão percorrendo para contribuir com a proteção do ambiente e os desafios que elas enfrentam.

Para discutir os resultados do estudo e apresentar sua capacidade de ajudar seus mais de 400 mil clientes em todo o mundo a implementar medidas de proteção climática, a SAP promove nos dias 28 e 29 de abril o evento online SAP Sustainability Summit. O encontro se concentrará em como as empresas estão reduzindo suas pegadas ambientais e administrando recursos limitados de forma produtiva à medida que lideram e reportam resultados de seus negócios de forma holística.

Dados preliminares do estudo, realizado com mais de 7.400 executivos de 19 países e 16 setores, relevam que:

·         Grande parcela dos entrevistados (29%) afirma que as regulamentações setoriais são razão subjacente para investir em questões ambientais. No entanto, 27% citaram a maior aprovação da sociedade em relação às suas organizações como um forte motivo subjacente, enquanto 26% indicaram riscos para a reputação de suas empresas.

·         O compromisso do CEO e do conselho, bem como as regulamentações governamentais, são os principais motivadores. O crescimento da receita e da lucratividade ficou em segundo lugar bem próximo, demonstrando que as ações ambientais são influenciadas por pressões internas e externas.

·         Incertezas sobre como incorporar a sustentabilidade aos processos de negócios e sistemas de TI foram vistas como a maior barreira para implementar planos de ação, respondendo pela parcela de 35%. Alinhar as ações propostas com a estratégia geral de negócios ficou em segundo lugar (34%), seguido por dificuldade em provar o ROI (33%).

·         Apenas 21% dos entrevistados disseram estar completamente satisfeitos com a qualidade dos dados para áreas ambientais, sendo que o principal motivo é a falta de confiança de que os dados estão completos e cobrem o escopo necessário.

“Globalmente a SAP está empenhada em mostrar como a geração de dados confiáveis é um dos passos mais importantes para que as empresas estejam em conformidade com seus desafios de sustentabilidade. É a partir de dados que as empresas podem mapear suas operações, encontrar os gaps que precisam ser solucionados e contar com uma cadeia completa de fornecedores alinhados com os compromissos ambientais e sociais das empresas”, explica Luciana Coen, diretora de Comunicação Integrada e Responsabilidade Social Corporativa da SAP Brasil.

A SAP apoia os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável definidos em 2015 pela Assembleia Geral das Nações Unidas, e o evento está alinhado com objetivo de número 13 sobre Ação Climática.

SAP Sustainability Summit

Datas: 28 e 29 de abril de 2020 – das 5h às 14h no horário de Brasília

28/04 – Ação Climática – Contribua para uma economia de carbono zero, reduzindo sua pegada ambiental

29/04 – Economia circular – tome medidas em direção a uma economia circular, gerenciando seus recursos limitados de forma produtiva

Inscrições: https://events.sap.com/sap-sustainability-summit/en/home

HPE Brasil adota programa de compliance para criar ecossistema de negócios

Empresa exige que parceiros tenham o selo CertiGov para garantir atuação ética, transparente e dentro dos padrões de conformidade; metodologia já é referência para outros países

Em suas vendas a órgãos ou empresas ligadas à administração pública, a unidade brasileira da Hewlett Packard Enterprise (HPE Brasil) se utiliza de um ecossistema de empresas parceiras: seus canais de contato com clientes, por meio dos quais os produtos e soluções de tecnologia desenvolvidos pela companhia são comercializados. No entanto, esse modelo abre um ponto potencialmente vulnerável para as operações da HPE Brasil, que é a possibilidade de que algum de seus parceiros não atue da forma ética e transparente adotada mundialmente pela companhia. Essa preocupação é especialmente importante nas vendas governamentais, dada a possibilidade de ocorrência de práticas de corrupção ou falta de transparência.

Para afastar este risco e garantir que seu ecossistema esteja alinhado a suas práticas globais, a HPE Brasil adotou uma medida pioneira: decidiu exigir de todos os seus parceiros a adesão a elevados padrões de operação, com foco na atuação ética e transparente, e no combate a práticas de corrupção. Desde 2018, todas essas empresas são obrigadas a ter o selo CertiGov; isto garante que elas tenham boas práticas de compliance implementadas em suas operações e processos.

A iniciativa tem sido um sucesso ao evitar problemas de conformidade, melhorar a imagem da HPE Brasil junto aos seus clientes, e inclusive ser utilizada como referência pela HPE global em outros mercados nos quais a companhia atua. “Estou muito feliz e satisfeito com os resultados, que são excelentes; melhoramos esse programa a cada dia, e a ideia é que ele seja ampliado cada vez mais”, afirma o diretor de canais e ecossistemas da HPE Brasil, Leonardo Rangel.

De acordo com o executivo, a preocupação em seguir elevados padrões de conformidade e transparência é uma característica presente no DNA da empresa. “A HPE é uma empresa que preza muito pela ética, pela parte de compliance – tanto dos nossos fornecedores, dos nossos parceiros, quanto internamente; esta é uma prática muito forte para nós, e que está presente na atuação internacional da companhia.”

Ele explica que, a fim de concretizar essa postura, a HPE Brasil estabeleceu em 2018 seu programa Transparência Ponta-a-Ponta, por meio do qual é exigido dos parceiros da HPE que tenham suas práticas certificadas, de forma a assegurar que essas empresas, que levam o nome da HPE para os clientes finais, atuem de fato alinhados a princípios de ética e transparência. “Esta certificação nos trouxe uma segurança de que realmente estávamos trabalhando com as melhores empresas, que realmente eram éticas e prezavam pelo compliance. Os parceiros abraçaram essa causa, e nossos clientes começam a enxergar valor nesse programa”, salienta.

A fim de colocar o programa em prática, a HPE selecionou como empresa certificadora a CertiGov, especialista em processos de conformidade para vendas a clientes do setor público. “Nela encontramos o processo mais completo e mais consistente de análise das empresas no que se refere a práticas de compliance e de combate à corrupção. Ela atua em vários pilares de processos, incluindo treinamento dos funcionários de nossos parceiros”, avalia. Uma vez selecionada a CertiGov, a HPE iniciou o processo com uma fase inicial de adaptação de seus parceiros, e em 2019 passou a exigir que eles passassem pelo processo de certificação – que passa por um processo de manutenção anual, e quedeve ser obrigatoriamente renovada periodicamente.

Caso de sucesso

A experiência da HPE em passar a exigir o selo CertiGov de seus parceiros de negócios tem sido bastante positivo para a empresa. Ao garantir que trabalha com parceiros que de fato alcancem os critérios determinados pelo processo de certificação, a HPE conseguiu praticamente reverter completamente a ocorrência de casos de problemas em termos de conformidade que eram registrados no passado.

Outro benefício imediato conquistado pela empresa foi a melhoria de sua percepção pelos clientes. “Eles veem que este é um diferencial da HPE; entendem que a companhia está realmente preocupada em ter seu ecossistema alinhado com altos padrões de ética e transparência – o que dá mais segurança ao cliente.”

Rangel acrescenta que o êxito da experiência brasileira poderá em breve ser aplicada também em outros mercados nos quais a HPE atua. “Já apresentamos nosso programa para outros países, que estão analisando-o para eventualmente implementar o mesmo modelo que utilizamos no Brasil. Atualmente estão fazendo a análise do mercado, verificando a existência de empresas certificadoras que tenham um processo tão completo como o que temos aqui. Mas, por enquanto, esse processo é exclusivo do Brasil”, afirma.

Segurança jurídica

Contar com um processo de certificação como o exigido pela HPE junto a seu ecossistema de fornecedores e parceiros é uma forma de reduzir os riscos de qualquer problema que seja decorrente de práticas ilegais, aéticas ou fora dos padrões de transparência ou conformidade reconhecidos pela comunidade de negócios. Este ponto é bastante importante para, por exemplo, empresas multinacionais interessadas em se estabelecer no país – uma vez que a aderência a padrões de compliance como os analisados pela CertiGov eleva a segurança jurídica dessas empresas em operar no país.

“Os nossos clientes percebem que a HPE,e também todo o ecossistema que a representa na ponta, estão preocupados com a maneira com a qual fazem negócios. Isto oferecemais segurança às áreas jurídicas e legais das empresas, a ponto de elas solicitarem, nos seus editais e pedidos de proposta, que seu fornecedor disponha de algum processo de compliance, de alguma certificação. Isso vale também para nossos clientes do setor privado, para os quais levamos a mesma mensagem”, avalia Rangel.

O executivo salienta ainda que o processo da CertiGov também dá mais segurança aos parceiros que trabalham com a HPE, uma vez que o processo é bastante criterioso, e segue normas de confidencialidade que evitam quaisquer vazamentos de informações. “Dessa forma, as empresas que estão sendo certificadas podem saber exatamente o que precisam fazer para melhorar, e como se encaixar nas três categorias de selo CertiGov – Bronze, Prata e Gold. A manutenção anual da certificação e o processo de recertificação quando o prazo de validade do selo expira – após dois anos, para as categorias Bronze e Prata, e depois de três anos, para a Gold – é parte importante desse processo.”

Rangel acrescenta que, devido à pandemia da Covid-19, em 2020 a exigência de que as empresas fizessem a recertificação foi suspensa – sendo retomada agora em 2021. “Em nenhum momento cessamos de exigir o selo CertiGov para os novos parceiros; eles tiveram de passar pelo processo normalmente. Já as que já atuavam conosco deverão se recertificar a partir de outubro deste ano. O programa continua mais forte do que nunca”, finaliza.

SP BIZ abre inscrições

A Prefeitura de São Paulo, por meio da São Paulo Negócios, agência de promoção de investimentos e exportações do município, realiza de 4 de maio a 30 de junho a 4 ª edição do SP INTERNATIONAL BUSINESS, programa dedicado ao fomento de exportações.

A programação do evento inclui palestras, reuniões de atendimento com câmaras e consulados e para facilitação de negócios com embaixadas brasileiras, além de rodadas de negócios com compradores internacionais
Estão programadas as seguintes atividades:

Dia 4 de maio, a partir das 16 horas, haverá a palestra de abertura com o ex-embaixador e consultor Rubens Barbosa, cujo tema é Brasil e o comércio internacional pós pandemia. O evento é fechado, destinado a empresas e associações setoriais, além de instituições parceiras da São Paulo Negócios.

O evento tem como público-alvo as associações setoriais, instituições parceiras e empresas de diversos setores e portes. As inscrições podem ser feitas até o dia 3 de maio de 2021.

A segunda palestra acontecerá em 11 de maio, também às 16 horas. Com o tema “Internacionalização e Acesso ao Mercado Americano”, e realizada em parceria com a AMCHAM, trará Leitte, Gonçalves e Oliveira Jr. Advogados, que vai falarsobre “Abertura de empresas nos EUA e questões essenciais para fazer negócios nos EUA”; Georgia Department of Economic Development, que discorrerá sobre “O Ambiente de negócios do estado da Geórgia” e apresenta ainda o relato da empresa Marcato, contando seu caso de internacionalização para os EUA.

O evento é fechado a empresas, associações setoriais e instituições parceiras da São Paulo Negócios. As inscrições vão até o dia 10 de maio, de 2021.

Nos dias 6, 13 e 20 de maio, acontecem as reuniões de atendimento com as Câmaras de Comércio e Consulados de 19 países. Na ocasião, as empresas receberão informações sobre as oportunidades de negócios. Evento fechado, destinado às empresas de todos os segmentos e portes. Devido ao grande número de inscrições, as inscrições estão encerradas.

No mês de junho, de 1 a 30, serão realizadas as rodadas de negócios. Sempre on-line e one-to-one, reúnem empresas dos setores de: alimentos, bebidas, casa, construção, decoração e comerciais exportadoras e compradores dos mercados dos Estados Unidos, Colômbia, Chile, Peru, Paraguai e Argentina, em dias e horários previamente agendados entre as partes.

A 3ª edição do SP INTERNATIONAL BIZ, que ocorreu de 11 a 27 de novembro de 2020, realizou mais de 390 reuniões de negócios, atendeu cerca de 90 empresas e gerou expectativas de mais de US$ 21 milhões para os 12 meses subsequentes.

“O resultado das rodadas de negócios do ano passado foi muito bom, especialmente se levarmos em conta a estreia do evento totalmente on-line por causa da pandemia do novo coronavírus”, afirmou Aloysio Nunes Ferreira, presidente da São Paulo Negócios.

“O evento deste ano será fundamental para que as empresas brasileiras participem mais ativamente do comércio internacional”, declarou Aline Cardoso, Secretária Municipal de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Turismo (SMDET).

Programação completa

Palestra de Abertura: Brasil e o comércio internacional pós-pandemia
Data: 4 de maio de 2021
Horário: 16 ÀS 17h
Inscrições até 3 de maio de 2021: http://forms.office.com/r/PqCdzXyT1F

Warm up: Internacionalização e Acesso ao Mercado Americano
Data: 11 de maio de 2021
Horário: 16 às 17h30
Inscrições até 10 de maio de 2021: http://forms.office.com/r/ptKUJJy9nQ

Reuniões com Câmaras e Consulados Datas: 6, 13 e 20 de maio
Reuniões com Câmaras e Consulados
Datas: 6, 13 e 20 de maio
Horário: das 9 às 18h
Inscrições encerradas

Rodadas de Negócios com Compradores Internacionais Datas: 1 a 30 de junho de 2021 Horário: das 9 às 18h
Rodadas de Negócios com Compradores Internacionais
Datas: 1 a 30 de junho de 2021
Horário: das 9 às 18h
Inscrições até 30 de abril: http://forms.gle/Sv3ZaESqbY3XzYR4A

Embraer e Força Aérea Brasileira assinam memorando que visa estudo de aeronaves não tripuladas

A Embraer e a Força Aérea Brasileira (FAB) assinaram hoje um memorando de entendimento que estabelece a cooperação para estudo e avaliação das capacidades necessárias à concepção e o desenvolvimento de um veículo aéreo não tripulado de classe superior, em atendimento às necessidades da FAB.

 “É uma oportunidade ímpar para a Força Aérea Brasileira aprofundar seus estudos em tecnologias disruptivas que possam causar desequilíbrio no cenário atual e futuro”, frisou o Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro do Ar Carlos de Almeida Baptista Junior. “Na guerra moderna é imprescindível a utilização de plataformas aéreas não-tripuladas, operando isoladamente ou em conjunto com aeronaves tripuladas. Tal tecnologia permite reduzir custos e riscos, sem perder a eficácia no cumprimento das missões atribuídas à Aeronáutica.” “

Este estudo é de fundamental importância para a manutenção e a expansão das competências da Embraer no desenvolvimento de sistemas aéreos de defesa com alto teor tecnológico e grande complexidade de integração”, disse Jackson Schneider, Presidente e CEO da Embraer Defesa & Segurança. “É ainda uma oportunidade para o contínuo desenvolvimento de novas tecnologias e produtos para a FAB e o Ministério da Defesa, visando a ampliação da capacidade operacional e a garantia da soberania nacional. Um grande desafio para este sistema aéreo certamente será a sua integração e a operação de forma conjunta com outros sistemas e aeronaves, tripulados ou não-tripulados.” 

A cooperação no âmbito deste memorando de entendimento visa o estudo conjunto das necessidades da FAB no contexto de suas missões, bem como o levantamento e a priorização dos elementos operacionais e logísticos relacionados ao desenvolvimento de uma plataforma aérea não tripulada de classe superior e múltiplas capacidades. O desenvolvimento de um veículo aéreo não tripulado superior com tecnologia nacional oferece uma oportunidade relevante para a base industrial de defesa (BID) e suas empresas estratégicas, promovendo o seu desenvolvimento e fortalecendo conhecimentos para o atendimento das necessidades do Estado Brasileiro.

Liga Ventures anuncia parceria com Arien Invest para o lançamento de Programa de investimento em startups

Apoiar estrategicamente, financeiramente e incentivar a fase de crescimento comercial de startups com tecnologias para o setor de infraestrutura e energia renovável. Foi com esse objetivo que a Arien Invest , gestora de recursos em investimentos alternativos, firmou parceria com a Liga Ventures , plataforma que transforma inovação aberta em resultado real, para lançar seu programa – o Arien Infratech .

O programa será destinado a Infratechs que já contam com product market fit, possuem tração, escalabilidade, que tenham receita anual (contratada) igual ou maior que R$ 12 milhões e procuram por um sócio que possa agregar com recursos e capital intelectual em sua operação.

“Queremos oferecer os recursos necessários para que essas empresas consigam desenvolver seus negócios. Gostamos de pensar nos resultados a longo prazo e vemos esse investimento como uma forma de corroborar para o crescimento não apenas das startups selecionadas, mas desse mercado como um todo”, comenta Mario Candido Neto, sócio da Arien Invest.

A escolha das startups é composta de três etapas: Avaliação do Plano de Negócios, que acontece por meio da inscrição eletrônica até o dia 23 de maio, em que todas as informações sobre a startup serão analisadas pelos times da Liga Ventures e da Arien Invest; Conferência de Avaliação, após avaliação inicial e de acordo com os critérios de elegibilidade definidos, serão convocadas as startups mais bem posicionadas para realização de pitch para a equipe de avaliação do programa, na qual serão definidas as finalistas; Visita Técnica (caso possível, dado as regras de distanciamento social) e Avaliação de Documentação Jurídica, a fim de comprovar as informações prestadas nas etapas anteriores.

De acordo com Sérgio Botrel, sócio da Arien Invest, o foco desse projeto é dar total apoio às startups que já tenham recebido aportes anteriores por meio de investidores-seed e que estejam em fase de alavancagem da jornada de crescimento. “Por meio do Arien Infratech, queremos disponibilizar recursos financeiros para empresas com alto potencial de crescimento e retorno, ampliar a capacidade intelectual dos executivos, estimular e implantar as práticas de responsabilidade ambiental, social e de governanças nas empresas investidas, além de prepará-las para novas rodas de capital e oportunidades de negócios”, explica.

A iniciativa terá o suporte do time de especialistas da Liga ventures, que auxiliará na identificação de startups mais promissoras ligadas à cadeia do setor de infraestrutura (logística, mobilidade urbana, saneamento, telecomunicações etc.) e energia renovável (comercializadoras de energia, eficiência energética, operação e manutenção etc.), que forneçam soluções como automação de processos, eficiência operacional, melhoria operacional, aumento da receita ou redução de custos e que gerem captura de carbono com sua operação.

De acordo com Daniel Grossi, cofundador da Liga Ventures, poder ser o parceiro da Arien Invest nesta iniciativa é extremamente convergente com a estratégia da empresa em conectar startups a gestoras de recursos. “Em nosso histórico de mais de 5 anos acelerando startups, é comum fazermos a ponte entre fundos de investimento e nossas aceleradas. A iniciativa foi um processo natural de amadurecimento da atuação da Liga nestas conexões. Sabemos que o investimento é um passo importante e necessário para o crescimento de muitas startups. E temos certeza de que a parceria com a Arien Invest será de muito sucesso, com impacto positivo na jornada de várias empreendedoras e empreendedores”, finaliza.

Os interessados no processo seletivo, podem se cadastrar pelo site arieninfratech.liga.ventures 13 de abril ao dia 13 de junho.

BRQ investe em Advanced Analytics e traz novo diretor executivo, William Nakasone

Com a chegada do profissional, a empresa busca alavancar a cultura de Data Driven já existente para apoiar e entregar um portfólio de transformação digital cada vez mais estratégico para seus clientes

Após se consolidar como uma das principais empresas de tecnologia do país, a BRQ Digital Solutions está investindo em uma estratégia de crescimento cada vez mais robusta. A empresa, que acabou de informar seus planos de IPO, está investindo fortemente no time e anuncia William Nakasone como Diretor Executivo da área de Advanced Analytics.

Com a missão de antever o futuro e posicionar a BRQ não só como líder de Analytics, mas também aportar valor em um portfólio de transformação digital completo, William espera estruturar um time focado em dados para impactar toda jornada de transformação dos clientes.

Precursor do Big Data e Analytics no mercado, Nakasone é reconhecido justamente pela inovação, liderança cooperativa, criação de parcerias estratégicas e ótimo relacionamento com os clientes. O executivo teve passagem por grandes empresas em posições de liderança, como VP of Innovation and Business Development Keyrus Latam na Keyrus Brasil e Country Manager na Ética Software.

“Queremos disputar com os grandes. Estamos nos estruturando para oferecer soluções de transformação digital, a partir da estruturação de dados, realmente inovadores para impactar não só nossos clientes mas todo o mercado”, afirma Willian.

Rodrigo Frizzi, CDO (Chief Digital Officer) a quem o novo executivo irá responder, confirma: “Estamos mais que prontos para crescer e queremos ampliar e evoluir nossas ofertas, além de oferecer soluções digitais da mais alta qualidade pensadas – do início ao fim – para uma nova experiência do consumidor”, ressalta Frizzi.

Nakasone assume a posição de Alexandre Alves que agora atua como CSO (Chief Sales Officer) da BRQ com a missão de liderar um time de vendas com mais de 20 pessoas altamente capacitadas para conectar as soluções de Transformação Digital corretas às necessidades do cliente.

DocuSign amplia presença na América Latina

Embalada pelo crescimento global de mais de 50% em seu último ano fiscal e um expressivo crescimento nos mercados em que atua, dada à adoção de soluções para otimizar os processos de negócios, a DocuSign pretende alçar voos maiores e dá início à expansão na América Latina.

Nesta semana, a empresa, líder global em assinatura eletrônica e gestão de documentos em nuvem, vai abrir oficialmente as operações no México. A base mexicana vai responder ao brasileiro Gustavo Brant, Vice-Presidente da empresa para a América Latina.

Globalmente, a companhia vem comemorando resultados expressivos – aumento de 49% no volume de negócios, com US% 1,5 bilhão de receita. No Brasil, a DocuSign mira a expansão da transformação digital e está de olho em serviços para o setor público. O novo escritório vem com a missão de fortalecer a presença já crescente das soluções da empresa em diversos setores da economia latino-americana.