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Pravaler levanta R$ 176 milhões em FIDCs

O Pravaler, maior plataforma de soluções financeiras para educação do país, anuncia a conclusão da emissão de R$176 milhões em FIDCs, Fundo de Investimento em Direitos Creditórios, que será utilizada exclusivamente para ofertar financiamento aos interessados em cursar a Graduação Superior este semestre. O valor reforça o principal propósito de ajudar quem acredita na educação como meio de crescimento pessoal e profissional, além de aproximar a empresa da meta de beneficiar 1 milhão de estudantes e financiar R$10 bilhões.

A classificação destas cotas foi avaliada como “brAAA” com reafirmação de rating para as demais séries pela S&P Global Ratings, o que reforça a solidez e a saúde financeira das operações. As taxas desta emissão ficaram entre 2,4% e 3,3%, com prazo máximo de 84 meses.

De acordo com a pesquisa “Termômetro de Captação”, realizada em julho pela Educa Insights, 21% dos entrevistados devem iniciar os estudos ainda este ano, o avanço da vacinação contra a Covid-19 terá papel determinante para a retomada das matrículas. A opção por se matricular ainda no segundo semestre de 2021 é 2,4 vezes maior entre os vacinados. Isso representa uma redução de aproximadamente 70% no grau de incerteza na comparação com aqueles que ainda não tomaram a vacina.

“O Brasil está com uma demanda reprimida de estudantes que postergaram o ingresso à universidade, por conta da pandemia. O financiamento estudantil privado pode ser uma opção para quem está com recursos limitados para iniciar a faculdade, mas que não quer mais adiar este sonho. Estamos preparados para oferecer crédito para estes brasileiros e ajudá-los a transformar suas vidas por meio da educação”, comenta Haroldo Carvalho, CFO do Pravaler.

Em março de 2021 o Pravaler anunciou a emissão de R$180 milhões em FIDCs, voltados para o financiamento dos estudantes que ingressaram na faculdade no início deste ano.

RS é o estado brasileiro com o maior número de assinaturas digitais

Recurso foi utilizado quase 50 mil vezes em julho. Através do novo sistema, empreendedores desfrutam de mais segurança e agilidade

Empreendedores gaúchos têm explorado de forma bastante positiva as vantagens das assinaturas avançadas para executar processos de abertura, alteração e baixa de empresas na Junta Comercial, Industrial e Serviços do Rio Grande do Sul (JucisRS). Somente em julho, foram registradas 48.548 assinaturas digitais, que permitem a assinatura de documentos eletrônicos de forma mais rápida, fácil e segura – além de gratuita.

A ferramenta foi criada em março e funciona a partir de um cadastro no portal www.gov.br (ou no aplicativo para celular disponível gratuitamente) que gera um selo de confiabilidade. A iniciativa é fruto da parceria entre o Sebrae RS, as Juntas Comerciais e conta com o apoio da Secretaria de Governo Digital, do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI) e do Departamento Nacional de Registro Empresarial e Integração (DREI). Com os dados de julho, o Rio Grande do Sul supera as 213 mil assinaturas desde a implantação do sistema e se torna o Estado brasileiro que mais utilizou este recurso.

‘‘É uma ferramenta que facilita e permite mais eficiência nos processos, além da redução de burocracia e custo ao empreendedor’’, explica a gerente de políticas públicas do Sebrae RS, Janaína Zago Medeiros. Segundo ela, a boa adesão dos gaúchos se deve a uma combinação entre aspectos culturais de como se comportam os empreendedores regionais somado ao esforço do Sebrae RS e JucisRS, que realizaram encontros virtuais para sensibilizar o público das vantagens competitivas da ferramenta.

“As Assinaturas Avançadas têm impulsionado o empreendedorismo no RS. A agilidade de constituir sua empresa com menos burocracia e segurança faz com que o empreendedor tenha mais vontade de realizar o sonho de ter seu próprio negócio”, destaca a presidente da JucisRS, Lauren de Vargas Momback. Ela ressalta ainda que o serviço possibilita a redução de custos, além de facilitar a vida do empresário que deseja empreender. “Hoje, com esta ferramenta, os empreendedores contam com mais segurança, confiabilidade e agilidade”, finaliza Lauren. O sistema é fundamental para que o Balcão Único seja disponibilizado 100% aos empreendedores gaúchos.

Uma rotina mais fácil

As assinaturas avançadas já são parte da rotina do empresário Daniel Santoro, que atua no ramo automotivo na Casco Blindagens Especiais. Segundo ele, a utilização do sistema elevou a experiência de trâmites burocráticos para outro patamar. ‘‘É um novo parâmetro, algo muito simples e agradável de usar. Um processo que leva não mais que um ou dois minutos em muitas situações’’, destaca.

O coordenador estadual da Redesimples do Sebrae RS, Marcio Benedusi, afirma que o objetivo é simplificar ainda mais as rotinas de quem quer empreender, além de reduzir custos, diminuir o uso de procurações e, com isto, incentivar o empreendedorismo. Saiba mais sobre as Assinaturas Avançadas e a nova forma de acesso ao Portal da JucisRS no link: assinatura avançada .

“A saúde na América Latina vai passar por uma revolução e nós vamos liderá-la”, diz presidente da Bayer

Crescimento contínuo e sustentável, essa é a principal estratégia de negócios da divisão farmacêutica da Bayer em todo o mundo. A América Latina será um mercado muito importante para viabilizar essa estratégia e, por isso, a região conta com um plano robusto que inclui mais de 60 lançamentos até 2023 – além de investimentos em tecnologia, transformação digital e terapias que vão revolucionar o cuidado com a saúde no futuro. A região pretende crescer acima de dois dígitos nos próximos anos. No Brasil, o movimento foi impulsionado por lançamentos importantes nas áreas de oncologia e saúde feminina.

“Temos uma meta de manter crescimento acima dos dois dígitos na América Latina. A região se transformou, nos últimos anos, em um motor de crescimento para o negócio global da Bayer e, para manter o ritmo, será fundamental trazermos cada vez mais inovação aos pacientes latinos, com foco em nossas áreas prioritárias de cardiologia, oncologia, hemofilia, oftalmologia e saúde feminina”, explica Adib Jacob, Head Regional da Divisão Farmacêutica da Bayer na América Latina e Brasil. “A Bayer é a 4ª maior farmacêutica da região e está entre as mais inovadoras, segundo ranking da IQVIA. Não apenas na América Latina, mas, globalmente, apostamos em inovação e tecnologia para transformar nosso negócio. Neste sentido, temos duas estratégias: inovação própria e parcerias estratégicas”, complementa o executivo.

Duas das principais parcerias que a Bayer estabeleceu nos últimos anos foram as aquisições da BlueRock Therapeutics (BlueRock) e da Asklepios Biofarmacêutica Inc. (AskBio) – empresas biofarmacêuticas especializadas em terapia celular e terapia gênica, respectivamente. O campo das Terapias Celular & Gênica representa a próxima onda de inovações no mercado de saúde e a Bayer pretende liderar essa revolução. Trata-se de um novo paradigma para a área, em que as causas das doenças, e não mais seus sintomas, serão diretamente endereçadas – graças a tecnologias que permitem o uso de células e sequências genéticas para prevenir, tratar e até curar doenças até agora consideradas incuráveis, como é o caso da Doença de Parkinson.

Além dos investimentos em parcerias, a Bayer também trabalha com inovação dentro de casa – o que já rendeu terapias inovadoras como Kyleena® (levonorgestrel), um novo DIU hormonal que tem o menor tamanho e menor dose hormonal do mercado, em comparação com os demais dispositivos intrauterinos; e Nubeqa® (darolutamida), um medicamento para tratar pacientes com câncer de próstata resistente à castração. Nubeqa® ajuda no atraso do aparecimento da metástase e tem um ótimo perfil de segurança – isto é, ele apresenta pouquíssimos eventos adversos graves nos pacientes. Isso está muito em linha com os objetivos da Bayer para a área de oncologia: prolongar a vida das pessoas, garantindo, ao mesmo tempo, que tenham qualidade de vida e bem-estar.

“Esses são apenas dois exemplos das inovações que já começamos a trazer para a América Latina. Eles são representativos não apenas porque endereçam áreas estratégicas para nosso negócio, mas também porque já conseguimos introduzi-los em diversos mercados locais – tanto os grandes, como os menores”, explica Adib. “Isso também faz parte de uma nova estratégia da Bayer. Desde o ano passado, a sede da LatAm mudou dos Estados Unidos para o Brasil. Com isso, ganhamos mais relevância, integração e autonomia. Agora, o objetivo é investir para garantir que o máximo de pessoas na região tenham acesso a tratamentos inovadores, independentemente do tamanho do país.”

Nubeqa®, por exemplo, já foi lançado em países grandes, como Brasil, mas também em países menores, como Guatemala, Honduras, República Dominica, Panamá e El Salvador. E, até 2022, deve chegar ao México, Colômbia, Equador, Peru, Nicarágua, Costa Rica, Trinidad&Tobago, Jamaica e Cuba.

Mas, o futuro que a Bayer visualiza não é feito apenas de medicamentos inovadores – ele é permeado por tecnologia. Desde o ano passado, a América Latina criou uma área especificamente para fomentar e desenvolver tecnologias no campo da Saúde Digital. É uma tendência que combina abordagens convencionais da medicina, com tecnologias digitais baseadas em advanced analyticsmachine learning e dados, por exemplo.

Fazem parte dos investimentos da Bayer plataformas como o Universo Médico, um aplicativo que visa ser uma “one-stop-shop” para que médicos acessem conteúdos relevantes e de alta qualidade, que os ajudem profissional e pessoalmente. Lançado no Brasil este ano, o Universo Médico já teve, em dois meses, mais de 2,4 mil downloads e deve chegar em outros países da região a partir de novembro. Já no México, o time local desenvolveu a Tienda Bayer, um e-commerce que tem como principal objetivo aproximar pacientes de seus tratamentos – de uma forma cômoda e simples. Sem precisar sair de casa (o que contribui para a segurança das pessoas durante a pandemia), eles também recebem benefícios como o pagamento em parcelas sem juros, programas de assinatura, programas de relacionamento, descontos escalonados e muito mais.

“Isso tudo é viabilizado por um trabalho interno que estamos fazendo desde o ano passado, para fomentar uma cultura cada vez mais ágil e inovadora dentro da Bayer. Essa vai ser a base que dará sustentação ao nosso plano de crescimento, pautado por fortes investimentos em inovação e tecnologia, além de um portfólio robusto com muitos lançamentos. O mercado de saúde vai passar por uma verdadeira revolução nos próximos anos e a Bayer pretende liderar esse movimento.”, finaliza Jacob.

TCU aprova edital do leilão do 5G

O maior certame de radiofrequência da história das telecomunicações do país será catalizador de tecnologias totalmente novas


Na tarde desta quarta (25/8), o plenário do Tribunal de Contas da União (TCU) confirmou a aprovação, em sessão telepresencial transmitida ao vivo, da minuta do edital para o leilão do 5G. Sete ministros acompanharam o voto favorável do relator, ministro Raimundo Carreiro, confirmando o quadro de avaliação formado na semana passada. Agora, o documento retorna à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), que deve publicar o edital em até sete dias. A partir daí, são mais 30 dias para a realização do certame. Depois de hoje, o futuro está mais próximo.

O ministro das Comunicações, Fábio Faria, agradeceu ao ministro relator e a todos os ministros do TCU, “por compreenderem a importância do 5G para o país, que agora amplia seu potencial competitivo no mundo”. Faria ressalva que o edital já previa o atendimento a todas as escolas, porém o Tribunal fez um importante ajuste à iniciativa, recomendando o uso de valores de multas e de outorga para reforçar o atendimento.

“Com isso poderemos, por exemplo, levar fibra óptica a escolas que seriam atendidas por satélite e aumentar ainda mais a velocidade daquelas que já possuem atendimento por rede terrestre”, afirma o ministro. “Nós, do Ministério das Comunicações, acataremos essa recomendação como uma determinação e implantaremos a política pública”, enfatiza.

É o maior leilão de radiofrequência da história das telecomunicações do país. O impacto desse processo se alastra no tempo e nos diversos setores da economia do Brasil, implicando em uma nova configuração dos meios produtivos. A mudança não se resume apenas a “um G a mais” na linha de aparelhos celulares: se a quarta geração foi essencial para conectar pessoas, a próxima geração será catalizadora de tecnologias totalmente novas.

“Estamos falando de um leilão de R$ 45 bilhões em investimentos, ao longo de 20 anos”, frisa o ministro. A fase inicial da implantação do 5G no Brasil – tendo em mente as dimensões do território nacional – representará um dos maiores desafios para o setor de telecomunicações. Faria destaca que 90% dos valores contratados no certame serão revertidos em investimentos. As obrigações previstas no edital incluem a ampliação da conectividade em regiões que hoje têm baixo índice.

Com o leilão, a missão do MCom de conectar pessoas torna-se maior. “Vamos levar conexão para 40 milhões de pessoas que hoje não têm qualquer acesso”, salienta o ministro. Um dos compromissos que as empresas vencedoras devem assumir é o de levar internet para todas as localidades com mais de 600 habitantes. O edital também prevê a destinação de R$ 1,5 bilhão para o Programa Amazônica Integrada e Sustentável (PAIS), que irá conectar 10 milhões de pessoas na região Norte.

Cronograma para chegada do 5G – O ministro Fábio Faria sustenta que o cronograma para implantação da tecnologia de quinta geração está mantido e assegura que até julho de 2022, todas as 27 capitais brasileiras terão cobertura 5G. Todas as cidades com mais de 30 mil habitantes serão beneficiadas até 2028.
Após o leilão, 72 mil das 85 mil escolas urbanas do país receberão o 5G standalone (SA) – e as demais terão atendimento por 4G. Na zona rural, o MCom já conectou, nos últimos dois anos, 10 mil escolas que não tinham acesso à banda larga. E o leilão levará cobertura de 4G para mais 7 mil escolas rurais. Todas as demais escolas rurais que possuem energia elétrica e a infraestrutura necessária (13,5 mil) receberão banda larga pelo Programa Wi-Fi Brasil, até julho de 2022.

Sobre o leilão – O certame envolve a licitação de quatro frequências para a implantação da nova tecnologia para redes móveis: 700 megahertz, 2,3 gigahertz, 3,5 gigahertz e 26 gigahertz. A Anatel dividiu as frequências em lotes nacionais e regionais. A maior parte dos valores definidos não será destinada aos cofres públicos, ou seja, este será um leilão “não arrecadatório”. A Anatel autorizará o uso das faixas, mediante cumprimento de determinadas obrigações, que incluem os investimentos em infraestrutura para ampliação da cobertura de sinal no país.
Entre as obrigações vinculadas ao leilão está a construção da rede privativa da Administração Pública Federal. A proposta consta no documento como referência à definição de valores para a implantação. Espera-se que órgão colegiado – no âmbito da Entidade Administradora da Faixa (EAF) de 3,5 GHz e em consulta a gestores públicos de serviços de segurança, defesa e de outras áreas de governo – revise o planejamento inicial e formate a versão final do projeto de implantação da rede.

Faria argumenta que a rede privativa tem o objetivo de evitar vazamentos de informação e proteger dados. “A rede privativa gera uma segurança ainda maior”, atesta. Segundo o ministro, há especificações técnicas recomendadas aos fornecedores de equipamentos no intuito de assegurar a confiabilidade da rede. O padrão que favorece a segurança dos dados já é adotado na Alemanha, Estados Unidos, Coreia do Sul, Japão, Austrália, Reino Unido e Canadá. O MCom conheceu algumas soluções utilizadas na Europa, Ásia e Estados Unidos. “Daqui para frente, todos os países que realizarem um leilão vão usar a rede privativa. Nossa experiência vai virar case”, ressalta.

Programa de voluntariado da SAP Brasil é vencedor de prêmio internacional

A SAP Brasil conquistou o Prêmio Ragan’s 2021 CSR & Diversity na categoria Campanha de Voluntariado. Iniciativa global da Ragan Communications – entidade especializada na cobertura de ações de relações públicas, comunicação e provedora de treinamento – a premiação tem o objetivo de reconhecer projetos corporativos que tiveram um impacto positivo na comunidade, dentro das organizações e ao redor do mundo.

A campanha da SAP Brasil, batizada de SAP PotentiALL 100 por 100, incentivou que os mais de 1.200 funcionários da subsidiária no País colaborassem com pelo menos uma hora de voluntariado, em formato digital, escolhendo um entre dez projetos nas áreas de tecnologia, educação, sustentabilidade, suporte a vendas, compras, artesanato, finanças, comunicação, marketing e várias outras habilidades. Eles são vinculados a 10 ONGs ou entidades parceiras e todos envolveram algum tipo de treinamento ou mentoria para gestores, professores, negócios sociais e demais públicos atendidos pelas organizações.

Ao final de 100 dias, foram computadas mais de 1.300 horas de atividades, impactando mais de 37 mil vidas. “Mesmo com todos os funcionários trabalhando remotamente conseguimos mobilizar a empresa para participar de projetos inspiradores. É a realização de um propósito como companhia: a transferência de capital intelectual por meio de horas pro-bono devolvidas para a sociedade civil. Além disso, os projetos trouxeram muito aprendizado para nossas equipes”, explica Luciana Coen, diretora de Comunicação e Responsabilidade Social da SAP Brasil.

As dez entidades atendidas em 2020 foram: ASID Brasil, rede nacional de ONGs que atendem pessoas com deficiência, sediada no Paraná; Brigada Carcará; Fundação Amazonas Sustentável; Iniciativa Empresarial Pela Igualdade Racial; Instituto Airton; Associação Crescer Sempre; Rede ASTA; Junior Achievement; Algoritmo da Vida/Horas da Vida e a Operação Sorriso. 

As dez entidades atendidas em 2020 foram: ASID Brasil (rede voltada ao desenvolvimento de instituições para pessoas com deficiência, sediada no Paraná); Brigada Carcará (especializada em combate a incêndios, tem sede em Brumadinho, Minas Gerais); Fundação Amazonas Sustentável (com sede em Manaus/AM, realiza projetos ambientais, sociais e econômicos para a conservação da Floresta Amazônica); Iniciativa Empresarial Pela Igualdade Racial (movimento internacional formado por lideranças, empresas e instituições comprometidas com a promoção  da inclusão racial e a superação do racismo no ambiente corporativo e em toda a sua cadeia de valor); Instituto Ayrton Senna (presente em 17 estados com foco na melhoria da educação de crianças e jovens); Associação Crescer Sempre (desde 1991, facilita parcerias pela melhoria na qualidade de ensino das escolas públicas estaduais da comunidade de Paraisópolis, na cidade de São Paulo); Rede ASTA (negócio social que transforma artesãs em empreendedoras); Junior Achievement (capacita estudantes para o mercado de trabalho por meio da metodologia “aprender-fazendo”; Algoritmo da Vida (Algoritmo criado pela Agência África e aperfeiçoado pela SAP e AWS, capaz de identificar perfis de pessoas com problemas emocionais a partir dos textos produzidos, cuja linguagem sinaliza existência de um quadro de depressão e a Operação Sorriso (uma das maiores organizações médicas voluntárias do País, está aqui desde 1997 e realiza cirurgias gratuitamente para crianças e adultos em situação de vulnerabilidade social com deformidades faciais – especialmente lábio leporino e fenda palatina).

Grupo Stefanini está com inscrições abertas para o programa Digital Leader até 31 de agosto

Para profissionais que já possuem experiência de 3 a 5 anos em negócios digitais e desejam cocriar a inovação em uma das empresas brasileiras mais internacionalizadas, segundo Ranking da Fundação Dom Cabral, o Grupo Stefanini está com 15 vagas abertas para o programa Digital Leader, que tem como principal objetivo acelerar a formação de lideranças nesta área. “Estamos selecionando pessoas para assumir desafios em uma das 25 empresas do grupo e desenvolver uma carreira em nosso ecossistema de inovação e tecnologia”, afirma Ana Ligia Bacca, gerente de Gente e Cultura na Stefanini Brasil .

Em sua 3ª edição, o programa combina a experiência prévia dos talentos com a cultura de empreendedorismo e inovação da companhia, promovendo uma imersão dos novos colaboradores nas principais plataformas digitais da Stefanini: Analytics e IA; Banking e Payments; Indústria e Manufatura; Marketing Digital e Experiência; Tecnologia e Segurança. As inscrições estão abertas até o dia 31 de agosto e podem ser realizadas por aqui .

A coordenadora de Inteligência de Mercado da Stefanini Rafael, Ilze Costa, ingressou no grupo como Digital Leader. “A experiência foi um divisor de águas em minha vida. Conheci profissionais maravilhosos, participei de mentorias e ajudei em projetos de transformação digital. Posso dizer que estou muito mais perto da profissional que sempre almejei ser”, destaca.

O Digital Leader nasceu da necessidade de desenvolver pessoas para atuar no Grupo Stefanini, que vem investindo nos últimos anos em uma série de aquisições e parcerias estratégicas. “Buscamos profissionais de mentes inquietas, proativos e que desejam cocriar com colegas e clientes no desenvolvimento de soluções e experiências que agreguem valor às empresas de todos os setores”, destaca Carla Alessandra Figueiredo, gerente executiva de Gente e Cultura na Stefanini .

Os profissionais selecionados para o programa Digital Leader poderão atuar em uma dessas três áreas: Comercial ou Negócios, direcionada para pessoas que tenham facilidade em identificar oportunidades de negócios e desenhar soluções para os problemas dos clientes; Produtos, onde o Digital Leader terá desafios relacionados à evolução de soluções digitais e contato com conceitos e tecnologia de ponta – Analytics, Big Data, Cloud e IA. É ideal para pessoas curiosas, que amam pensar na jornada dos clientes e usuários. A terceira área é a de Projetos, responsável pela elaboração de estratégias operacionais, cronograma de ações, acompanhamento de entregas e resultados, gestão de equipes e análise de desempenho. É indicada para pessoas que desejam fazer carreira em cargo de liderança, que sejam organizadas e com boa capacidade de planejamento.

Os selecionados contarão com mentorias, benefícios exclusivos e poderão atuar de qualquer lugar no País no modelo “everywhere”. Embora a função de Digital Leader permita o trabalho remoto, nada impede que o profissional defina seu próprio modelo de trabalho e adote o modelo híbrido. Entre os principais benefícios estão seguro de vida, assistência médica e odontológica, vale-refeição ou alimentação, benefício de prática esportiva, Academia Stefanini (cursos online), Programa de Desenvolvimento de Líderes, Mentoring, descontos em produtos e serviços, além de apoio psicológico online. Para saber mais, acesse https://jobs.kenoby.com/digitalleaderstefanini.

ACSP: Consumidor brasileiro começa a ter um pouco mais de confiança para as compras

O funcionamento menos restritivo do comércio em todo o Brasil, o avanço da vacinação e a estabilidade do número de casos de Covid-19 começam a deixar o consumidor um pouco mais disposto a ir às compras. O Índice Nacional de Confiança (INC) de agosto, da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), subiu um ponto em relação a julho, fechando em 74 pontos.

A boa notícia para todos é que a curva é ascendente desde maio. Naquele mês, o número era de 66. Em junho saltou para 69 e na sequência para 73. Só que o consumidor, apesar disso, permanece cauteloso. A explicação é simples. O INC está melhor, mas ainda no campo pessimista (abaixo de 100). O alento é que o último registro otimista (com 100 pontos) ocorreu somente em janeiro de 2020, período em que ainda não havia pandemia.

A pesquisa encomendada junto à Behup ouviu 1.597 pessoas, pertencentes a todas as classes sociais, localizadas nas cinco regiões do Brasil. A margem de erro é de dois pontos percentuais para cima ou para baixo.

“Apesar de não estarmos ainda em um campo otimista da confiança, as pessoas já conseguem enxergar um futuro melhor porque a população começa a levar uma vida um pouco mais próxima daquela que existia antes da pandemia”, disse Ulisses Ruiz de Gamboa, economista da Associação Comercial de São Paulo.

O Centro-Oeste e o Nordeste foram as únicas regiões que apresentaram queda na confiança em agosto. A primeira foi de 91 para 88 e a outra de 65 para 64.

“Existem ainda muitas variáveis para que o INC fique no campo positivo; por isso não há muita expectativa neste momento de que isso ocorra brevemente”, afirmou Ulisses. “Precisamos sair da pandemia e alcançarmos também maior estabilidade econômica e política no País”, explicou.

Conforme dados da pesquisa, apesar de a confiança registrar crescimento, a economia do País ainda vai mal. Do total de entrevistados, 56% dizem estar muito insatisfeitos com a vida que levam hoje e 47% falaram também que atravessam situação financeira ruim ou muito ruim.

No geral, também diminuiu a percepção negativa das famílias em relação ao trabalho. A pesquisa registra 45% dos brasileiros achando que o desemprego vai aumentar. O número é alto, mas é menos negativo do que em julho. No último mês, 51% diziam que as pessoas perderiam o emprego em um futuro próximo.

A pesquisa INC vai de 0 a 200 pontos e mede a visão e a segurança da população em relação ao País, às finanças do brasileiro e prevê o comportamento destas pessoas na hora da compra.

Outras informações sobre a pesquisa INC podem ser acessadas por meio deste link.

Índice de Confiança do Consumidor Paulista (ICCP)

O Índice de Confiança do Consumidor Paulista (ICCP) de agosto, um recorte do Estado de São Paulo do INC, registrou crescimento maior que o da pesquisa nacional. O número ficou em 73, mas o crescimento foi de quatro pontos em relação a julho.

Foram entrevistadas 881 pessoas na capital, região metropolitana, litoral e interior. A taxa de referência e a metodologia para mensurar a confiança do paulista seguem o mesmo critério do estudo nacional. Isso significa que o ICCP também vai de 0 a 200 e que foi aplicado o mesmo questionário do INC para os entrevistados no Estado de São Paulo. A margem de erro desta pesquisa é de 3% para mais ou para menos. Confira detalhes do ICCP neste link.

As vendas no varejo brasileiro cresceram 23,1% em julho, de acordo com o Mastercard SpendingPulse

As vendas no varejo brasileiro permaneceram fortes em julho, com crescimento em todos os setores do varejo. De acordo com o Mastercard SpendingPulse™, que mede as vendas nas lojas físicas e no varejo online em todas as formas de pagamento, as vendas no varejo* no Brasil cresceram 23,1% ano a ano.

Em comparação com o mesmo período do ano passado, restaurantes (+85%), vestuário (+66%), combustíveis (+58%) e artigos pessoais (+51%) foram os setores que tiveram o crescimento mais significativo no período.

Vendas do comércio eletrônico


O cenário único do varejo em 2020 também está sendo considerado na comparação ano-ano das vendas no comércio eletrônico brasileiro. As vendas no comércio eletrônico tiveram um crescimento negativo de -9,6% em julho, quando comparado ao crescimento significativo do ano passado, como resultado da pandemia.


De acordo com Estanislau Bassols, Gerente Geral da Mastercard Brasil, “O comércio físico continua a mostrar sinais de recuperação, já que as vendas no varejo em todos os setores mostram crescimento em uma comparação ano a ano e ano a 2 anos. É possível notar o otimismo do consumidor à medida que avança a vacinação e o varejo tradicional volta à atividade”.

Comparativo ano a 2 anos


Para uma melhor compreensão do que esses números significam para o período na região, a comparação ano a 2 anos revela taxas interessantes para análise: as vendas totais do varejo cresceram +34,2% no comparativo ano a 2 anos e as vendas do comércio eletrônico aumentaram +108,9% quando comparadas com julho de 2019.

*As vendas no comércio eletrônico são vendas de bens e serviços nas quais os compradores fazem um pedido ou o preço e os termos da venda são negociados pela Internet, em um dispositivo móvel (M-commerce), Extranet, rede EDI (Electronic Data Interchange), correio eletrônico ou outro sistema online comparável. O pagamento pode ou não ser feito online.

Faturamento pela internet no Brasil registra alta de 24,35% nos sete primeiros meses do ano, revela o índice MCC-ENET

O e-commerce brasileiro continua em ritmo acelerado. Nos primeiros sete meses deste ano, houve alta de 24,35% no faturamento e 15,76% nas vendas. Os dados são do índice MCC-ENET, desenvolvido pela Neotrust | Movimento Compre & Confie, em parceria com o Comitê de Métricas da Câmara Brasileira da Economia Digital (camara-e.net).

“Os índices do MCC-ENET de Julho/21 mostram que o brasileiro já se habituou a realizar parte significativa de suas compras através do comércio eletrônico. Chegamos a 11% do consumo acumulado em 12 meses, no período que se encerrou em Junho/2021, feito através da Internet, um marco importante para o segmento, que poderá ser superado nos próximos meses, dada a tendência de aceleração das compras online”, afirma Gastão Mattos, responsável pela Divisão de Varejo Online da camara-e.net.

Vendas online

Ao observar as vendas online, comparando os meses de julho e junho houve alta de 2,71%. A composição regional, também considerando a comparação entre julho e junho, os resultados foram: Nordeste (5,89%); Centro-Oeste (5,48%); Norte (3,00%); Sudeste (2,48%) e Sul (−0,89%).

Já no acumulado do ano, a configuração ficou da seguinte forma: Nordeste (34,26%); Centro-Oeste (33,66%); Norte (24,39%); Sul (18,94%) e Sudeste (9,46%).

Faturamento

O faturamento do setor também registrou uma ligeira variação positiva, quando os meses comparados foram julho e junho: (0,21%).

Usando a mesma base comparativa (julho e junho), por região, ficou da seguinte forma: Nordeste (2,02%); Centro-Oeste (0,22%); Sudeste (0,09%); Norte (−3,38%) e Sul (−0,95%).

No acumulado do ano, os dados foram: Nordeste (40,16%); Centro-Oeste (36,64%); Sul (30,04%); Norte (24,17%); e Sudeste (17,60%).

Participação do e-commerce no comércio varejista

Em junho de 2021, o e-commerce representou 12,2% do comércio varejista restrito (exceto veículos, peças e materiais de construção). No acumulado dos últimos 12 meses, nota-se que a participação do e-commerce no comércio varejista corresponde a 11%. Vale destacar que esse indicador foi feito a partir da última Pesquisa Mensal do Comércio do IBGE, divulgada no dia 11 de agosto.

Categorias

Em junho de 2021, a composição de compras realizadas pela internet, por segmento, ficou da seguinte forma: equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (43,1%); móveis e eletrodomésticos (27,8%); e tecidos, vestuário e calçados (10,1%). Na sequência, artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (7,4%); outros artigos de usos pessoal e doméstico (5,8%); hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (3,4%); e, por último, livros, jornais, revistas e papelaria (2,4%). Esse indicador também utiliza a Pesquisa Mensal do Comércio do IBGE como base.

Consumidores Online

Outra métrica avaliada pelo MCC-ENET revela que, no trimestre de abril a junho de 2021, 18,5% dos internautas brasileiros realizaram ao menos uma compra online. Observa-se uma alta de 1,3 p.p em relação ao trimestre anterior (17,2%). Já na comparação com o mesmo período em 2019 (10,1%), houve crescimento de 8,4 p.p.

Dr.Cash recebe aporte “pré série A” de Bossanova e do recém chegado ao Brasil, Incubate Fund

Rodada seed tem como objetivo expansão, contratações e novas soluções para o mercado

A Dr.Cash, startup que dá acesso às pessoas que precisam realizar procedimentos em dentistas, cirurgiões e médicos, sem comprometer o limite do cartão de crédito, é uma fintech e healthtech liderada pelos executivos Gabriel Meireles e Lucas Hamú. A empresa, que já recebeu em 2019 um aporte da Superjobs e FASP, acaba de receber um novo investimento da Bossanova e também é a primeira empresa brasileira a receber capital da japonesa Incubate Fund.

Segundo Gabriel Meireles, Cofundador da Dr.Cash, a rodada de investimentos que soma R﹩ 1.5 MM viabiliza a expansão, contratação e lançamento de novas soluções de mercado ainda para este ano na empresa, com maior foco na inteligência de dados para a área de saúde.

“Ter a Bossanova, que é uma referência nacional e também ser a primeira empresa brasileira investida pelo Incubate Fund, de grande expressão fora do país, é um grande marco que chancela todo nosso trabalho até aqui, agora conseguiremos viabilizar o desenvolvimento de novas soluções, além de potencial expansão internacional no futuro”, comenta o cofundador, Lucas Hamú.

Com atuação em smart money. conselho e networking, os fundos apostaram no modelo promissor de negócios da empresa. “Ao conhecermos a Dr. Cash e os sócios da empresa, reconhecemos o negócio promissor e a escalabilidade, por isso mergulhamos de cabeça para validar o investimento”, comenta João Kepler, CEO da Bossanova Investimentos.

Para Mauricio Oumura, General Partner da japonesa Incubate Fund, a Dr.Cash foi o melhor negócio à primeira vista. “Temos grandes negócios espalhados pelo mundo todo e nosso objetivo ao expandir em um novo país era justamente buscar um negócio inovador que tivesse sinergia com nosso portfólio”, explica o executivo.

Brasil conta com mais de 82,6 milhões de usuários no universo digital de games

A Comscore apresenta os resultados da pesquisa O mercado de games no Brasil, que traz insights sobre como a categoria de games engaja sua audiência em uma análise das preferências, demografia e comportamento dos usuários. As informações foram apuradas com base em pesquisas proprietárias e métricas de ferramentas confiáveis, que projetam um grande potencial para o setor gamer no Brasil. Com mais 82,6 milhões de usuários, a categoria está entre as Top 15 principais em número de visitantes únicos.

O relatório identificou que a população digital brasileira é composta por aproximadamente 126,4 milhões de internautas. Desse total, mais 65% se conectam ao universo digital de games, 60,9 milhões utilizam apenas dispositivos móveis, 7,3 milhões acessam os jogos por mais de uma plataforma e 14,3 milhões se conectam apenas pelo desktop. Em relação ao tempo consumido, games é a 5ª categoria na classificação, com mais 43 bilhões de minutos no mês.

“O mercado de games no Brasil segue em constante expansão e mostra-se cada vez mais dominante. O país é o 4° maior mercado em usuários únicos no mundo na categoria de jogos on-line, e se mostra como a nação de maior alcance entre os usuários na América Latina. Isso mostra que continuamos sendo um importante mercado potencial para a indústria”, comenta Eduardo Carneiro, diretor geral da Comscore no Brasil.

Outro destaque do relatório aponta que a Twitch.tv, a maior plataforma de streaming de Live Games do mundo, adquirida em 2014 pela Amazon, é a líder em acesso entre as plataformas de transmissão de games online. Por meio dela, pessoas gravam a si mesmas em jogos on-line e compartilham sua performance com uma audiência ao vivo. O estudo indica ainda que o tema de online video games movimentou 664 milhões de impressões nas redes em dispositivos desktop em 2021.

O perfil do gamer brasileiro e suas preferências

Os dados da Comscore mostram que o público gamer no Brasil atualmente é formado 50,3% por homens e 49,7% por mulheres, mostrando mais equidade entre gêneros dos jogadores. Essa quebra de paradigmas no perfil do gamer brasileiro direciona a novas oportunidades para a indústria de jogos on-line, fugindo da exclusividade masculina. 

Além disso, o estudo aponta que, em relação ao tempo consumido na categoria, as mulheres consomem 10% a mais de tempo em games no mês do que os homens. O consumo entre as mulheres de 35+ é 51% maior do que o dos homens dessa faixa etária. Contudo, na faixa mais jovem, os homens de 18-24 anos passam 70% a mais do tempo na categoria.

“A indústria de games ainda tem uma abordagem de mercado predominantemente focada ao público masculino. No entanto, este estudo da Comscore mostra a crescente participação do público feminino nessa categoria. Por isso, as empresas que criam diálogos com consumidores gamers precisam ter um olhar mais abrangente para engajar diferentes perfis e se manterem releventes”, enfatiza Carneiro.

Empresas de jogos eletrônicos que mais fazem sucesso no Brasil

Outro recorte do relatório da Comscore analisa as marcas de destaque no mercado brasileiro. Os destaques variam entre o público feminino e masculino. Entre as mulheres, a Activision Blizzard, que assina jogos como Candy Crush, Farm Heroes e Call of Duty, fica em primeiro lugar, seguida por ROBLOX.COM, Google Play Games, MOONACTIVE.COM e Garena Online. Já entre os homens, as preferidas são, por ordem no ranking, ROBLOX.COM,  Google Play Games, Garena Online, Twitch.tv e Activision Blizzard.

O estudo também indica uma alta audiência de games nos dispositivos móveis, nos quais o número de visitantes únicos chegou a 62,5 milhões em maio de 2021.  A lista dos 10 top apps para 2021 é composta por: Activision Blizzard, Google Play Games, Garena Online, MOONACTIVE.COM, ROBLOX.COM, Supercell, PLAYRIX.COM, Zynga, MINICLIP.COM e Mojang.

Além disso, a pesquisa mostra que 67% dos influenciadores de games estão no meio mobile, o que originou um aumento de 18% no tempo consumido nesses canais e queda de 21% no total de minutos acessados por aparelhos desktop. Entre as propriedades mais acessadas por esses influenciadores, a Webedia Sites é o segundo principal player em tempo de audiência, perdendo somente para o Google Sites. Quanto ao perfil, a análise da Comscore indica que os influencers de games são majoritariamente homens das classes sociais ABC.

A categoria games nas redes sociais

A indústria de jogos é composta por empresas de videogames, times de E-sports, influenciadores e plataformas de streaming. Nas redes sociais, esses temas movimentaram 64,4 milhões, 27,5 milhões, 126,6 milhões e 841 milhões de ações, respectivamente. O que mostra o grande impacto da categoria no ambiente digital. No relatório da Comscore, o Instagram aparece como a plataforma com maior share dessas ações. A rede contabilizou um aumento de mais de 226% no volume de branded contents no primeiro semestre de 2021, enquanto no Facebook houve decréscimo de 60%.

O Twitter aparece como destaque para as ações voltadas aos influenciadores do universo gaming. A rede foi identificada como a plataforma com maior share de ações desses criadores no primeiro semestre de 2021. Já entre as plataformas de streaming, a análise indica que esses canais de vídeos relacionados a games receberam 841 mil ações no Facebook, Twitter e Instagram de janeiro a junho de 2021. O Twitch foi responsável por 96% do engajamento, sendo o destaque entre as plataformas.

Em relação aos times de E-sports, o Instagram é responsável pelo maior engajamento, reportando crescimento 148% na taxa no primeiro semestre do ano. A plataforma também é destaque para os conteúdos sobre videogames, demonstrando crescimento de 12% em engajamento no período analisado pela Comscore.

Ana Pugina é a nova head de Marketing da Epson no Brasil

Ana Pugina

A Epson anuncia Ana Pugina como nova Gerente Sênior Regional de Marketing no Brasil. A executiva será responsável pela liderança e inovação nas ações de Marketing no país, ampliando a geração de demanda para os segmentos B2B e Consumer da companhia, em substituição a Cinthia Araújo, que ocupava o cargo desde 2019 e foi promovida a Gerente Sênior Regional de Marketing da empresa para a América Latina.

“É com grande satisfação que assumo o desafio de liderar as estratégias de marketing, comunicação e transformação digital na Epson do Brasil. Tenho certeza de que junto aos talentos que construíram a experiência sólida da empresa no país teremos muitas oportunidades de tornar a Epson ainda mais indispensável para a sociedade e para os seus parceiros”, conta Pugina.

Ana tem mais de 20 anos de experiência em Marketing, desenvolvida em diferentes segmentos como Inteligência de Negócios, Planejamento e Gestão, Customer Marketing (B2B e B2C), além de Inovação e Transformação Digital, liderando equipes no Brasil e América Latina em empresas como BASF, Santher, Pearson Education e Pirelli Pneus. É graduada em Propaganda e Marketing pela Cásper Líbero e Pós-Graduada em Marketing pela Escola Super de Propaganda e Marketing (ESPM).

Cinthia Araújo

Cinthia Araújo, por sua vez, terá o desafio de coordenar as estratégias da Epson para o segmento de Marketing em toda a América Latina, com um olhar apurado para a identificação de novas demandas e parcerias. “Estou contente com o reconhecimento proporcionado pela Epson e levarei todo o meu conhecimento à sede da companhia nos Estados Unidos para trazer novos olhares e insights sobre a região e dar continuidade ao crescimento sustentável nos países contemplados”, conta Araújo.

A executiva possui mais de 20 anos de carreira consolidada na área de Marketing, com forte atuação em Planejamento Estratégico, Canais, Trade Marketing e Produtos em multinacionais de tecnologia como LG Electronics e XEROX. É graduada em Comunicação Social pela Universidade Gama Filho, possui MBA em Marketing Estratégico pela Universidade Estácio de Sá e MBA Executivo pela COPPEAD/UFRJ.

Feira do Empreendedor do Sebrae abre inscrições para expositores

O evento do Sebrae é totalmente digital – e ocorre de 23 a 27 de outubro; empresas interessadas terão acesso a plataforma especial

A Feira do Empreendedor Digital 2021, do Sebrae, está recebendo inscrições de empresas que desejam ser expositoras e patrocinadoras. O evento é totalmente gratuito para os visitantes e ocorre de 23 a 27 de outubro, das 10h às 20h, em uma plataforma 100% digital.

Podem ser expositoras por R﹩ 490 (9X no cartão de crédito) MEIs, micro e pequenas empresas, que estarão em uma vitrine para milhares de visitantes de todo o País em busca de uma oportunidade de negócio ou de melhorar a gestão da sua empresa. Empresas de médio e grande porte contam com planos especiais de patrocínio na maior Feira de Empreendedorismo do mundo.

A Feira será realizada na plataforma de realidade virtual Sebrae Experience, que permite uma navegação em ambiente 3D fácil, intuitiva, com acesso imediato aos expositores, palestras com nomes consagrados do mercado e soluções para os pequenos negócios. Com poucos cliques, os visitantes também poderão conversar com os consultores do Sebrae, disponíveis para tirar dúvidas e passar orientações.

De 27 de outubro a 12 de novembro, a plataforma da Feira do Empreendedor permanecerá ativa com todas as possibilidades para as empresas se comunicarem e fecharem acordos comerciais. Depois de 12 de novembro, as empresas expositoras terão espaço garantido no Catálogo Oficial da Feira, disponível para download dos empreendedores que procuram novos negócios.

Como fazer

Para mais informações e solicitar seu espaço na Feira, basta acessar https://www.feiradoempreendedor21.com.br/ e se inscrever. Após a análise de sua inscrição e seleção conforme Regulamento, a equipe comercial do Sebrae entrará em contato com a empresa. As vagas são limitadas.

Embedded Finance: qual o impacto da novidade para o futuro do setor bancário?

Por Nedyr Pimenta Filho, Diretor de Inovação da Provider IT

A recente evolução do setor bancário no Brasil está diretamente relacionada ao desenvolvimento de tecnologias inovadoras que suportam o surgimento de ferramentas disruptivas. Alinhado a isto, o uso crescente das tecnologias demonstra a eficácia do investimento nestas ferramentas por parte das empresas.

De acordo com uma pesquisa da Telebrasil, os brasileiros passam quase 5 horas conectados ao celular todos os dias. Com esse tipo de dado, as empresas querem que os clientes passem a maior parte deste tempo dentro do aplicativo destas companhias. E, o Embedded Finance é exatamente sobre isto.

Para que se entenda, o termo, que em tradução livre significa “Finanças Embutidas”, se refere à inclusão de serviços financeiros em empresas que não sejam necessariamente do ramo. Ou seja, é “embutir” atividades habitualmente prestadas por bancos ou Fintechs em companhias de diversos outros segmentos como varejistas, alimentícias, bigtechs, entre outras. Esta nova modalidade, no entanto, coloca em dúvida o futuro do setor bancário no país, uma vez que a concorrência no setor financeiro não ficará somente entre as instituições que atuam exclusivamente nesta área.

De um modo geral, o principal objetivo destas companhias ao adotar o Embedded Finance é criar um ecossistema digital que ofereça soluções facilitadas para as mais diversas necessidades dos clientes, bem como garantir que o usuário fique o maior tempo possível dentro do ecossistema deste determinado grupo ou empresa. Como esta não é a atividade fim das companhias, elas podem oferecer benefícios financeiros, como, por exemplo, transações gratuitas e juros baixos, para que este ecossistema continue funcionando com a participação constante do cliente.

Os principais efeitos para o setor bancário

A posição do mercado e as mudanças que estão acontecendo no setor bancário são muito profundas. Com a chegada do Embedded Finance, pode ser que o próximo competidor do banco não seja uma instituição bancária, nem mesmo uma fintech, mas, sim, uma empresa varejista ou bigtech que ofereça soluções financeiras embutidas.

Com relação às vantagens para os clientes, a primeira é que não precisarão aprender todo o fluxo de processos das instituições financeiras. Atualmente, quando um usuário precisa de um banco, é necessário que ele entenda o conceito bancário e como funciona o banco e seus processos. Estar em um ecossistema que seja relacionado ao ambiente do cliente, faz com que a comunicação entre usuário e aplicativo seja mais simples e prática, se comparado às burocracias do sistema bancário.

Além disto, a criação de novos ecossistemas possibilitará o aprendizado sobre as demandas dos clientes e, consequentemente, a oferta de soluções personalizadas para cada um. Este tipo de solução customizada favorece, inclusive, a entrada de usuários, até então, desbancarizados no mercado financeiro, uma vez que não se encaixam na estratégia dos grandes bancos.

Entre todos estes benefícios, o principal ainda é o financeiro. Neste caso, não só para os clientes, mas, também, para as empresas que adotam esta nova ferramenta. Do ponto de vista do cliente, as vantagens acontecem exatamente pela existência de planos adequados à realidade daquela pessoa, que, invariavelmente, contará com opções de descontos, facilidades de pagamento, bem como preços e juros mais baixos.

Enquanto isso, por parte das instituições, além de oferecer um serviço que não fazia parte do escopo da empresa, ainda contará com a fidelização do cliente dentro das soluções da companhia, uma vez que o usuário poderá resolver diversas demandas dentro de uma única plataforma.

O futuro do setor bancário

Há espaço para todos no mercado. Entretanto, as grandes instituições devem, de certa forma, perder parte de sua base de clientes. Não aqueles considerados estratégicos, mas sim os que, hoje, não são apropriados para o portfólio da companhia e que deverão, futuramente, buscar por soluções mais aderentes a determinadas necessidades.

Em contrapartida, o Banking as a Service permite que estes grandes bancos estejam integrados à estas plataformas, oferecendo um serviço B2B2C. Ou seja, o serviço final é ofertado por determinada empresa que não é do setor bancário, mas que é suportada por uma grande instituição do setor financeiro.

O que podemos projetar para o futuro é um grande ecossistema digital. E, da mesma forma que um ecossistema natural, haverá uma pluralidade de espécies e grupos permeando este mesmo lugar.

Empresas de moda adotam o chat-commerce

O ano de 2020 teve um forte impacto em diversos setores de comércio, principalmente nas lojas físicas, e as empresas afetadas tiveram que buscar outras alternativas para manter o funcionamento e não ter uma perda tão drástica em seu faturamento. Com o segmento de moda e acessórios não foi diferente, e os números mostram que as plataformas digitais foram a solução: segundo o Relatório do E-commerce no Brasil Abril/2021 – realizado pela agência Conversion – o faturamento desse setor subiu cerca de 63,18% nas vendas online. Nesse sentido, a OmniChat , empresa líder no segmento de chat-commerce no Brasil, também viu a representatividade desse setor em volume bruto de mercadoria ter um aumento de 73% no primeiro semestre de 2021, em comparação ao mesmo período em 2020, e explica como a venda via aplicativos de mensageria se tornou algo tão significativo para esses negócios.

“Modas e acessórios são itens que necessitam muito de um atendimento mais consultivo, mesmo antes da pandemia. As pessoas criaram a cultura de irem experimentar uma peça, ver como ela se comporta no corpo, e suprir essa necessidade no e-commerce acaba se tornando mais complicada. Daí entra a importância do chat-commerce, o cliente entra em contato com a empresa via WhatsApp, por exemplo, e o vendedor consegue mostrar melhor a peça, como ela ficaria, seu molde, o tipo de tecido, tirar dúvidas e entregar um atendimento mais completo e personalizado”, explica Mauricio Trezub, CEO da OmniChat.

Atualmente, 88 marcas do segmento fazem parte dos clientes que utilizam a solução da OmniChat, entre elas Arrezzo&Co, Havaianas, Melissa, Vans, Oskley, Track´n Field e o Grupo Soma. O número de atendimentos também é expressivo: apenas em junho deste ano, foram mais de 1 milhão. Agora, com as sanções da Lei Geral de Proteção de Dados sendo aplicadas, as empresas também buscam profissionalizar o atendimento via canais de mensageria para evitar punições.

“Para atender esse segmento, que está sempre lançando novidades e buscando tendências, oferecer um catálogo atualizado dos produtos é algo que é essencial para as marcas. Também é importante utilizar todos os recursos que os canais de mensageria oferecem; como áudio, foto e vídeo. O catálogo interativo, funcionalidade que a nossa plataforma oferece, também traz muita praticidade na compra. Algumas experiências apenas a loja física pode proporcionar, mas um bom atendimento, humanizado e atencioso, é multicanal e também podem ser feitos a distância”, finaliza Mauricio.

ABES nomeia Marcia Lippert como Vice-Presidente no Rio Grande do Sul

A ABES – Associação Brasileira das Empresas de Software – segue na sua estratégia de expansão regional e com o seu propósito de contribuir para a construção de um Brasil mais digital e menos desigual e nomeia a advogada Marcia Lippert como Vice-Presidente no Rio Grande do Sul. Com experiência como Diretora da Câmara Brasil Alemanha de 2010 a 2014, membro do Instituto Brasileiro de Política e Direito do Consumidor (BRASILCON) e autora do livro “A Empresa no Código Civil: elemento de unificação do direito privado” (2003), Marcia integra o time de mulheres que fazem parte da equipe da ABES.

“Estou muito feliz com a nomeação para Vice-Presidente Regional da ABES pela possibilidade de contribuir para a evolução do Brasil como um país mais desenvolvido digitalmente, por meio do fomento à geração de oportunidades e negócios e pela inclusão digital. Há muitos anos trabalho pela compreensão da importância à observância aos direitos autorais e tive a oportunidade de realizar ações com fins educativos, no meio escolar, com o intuito de fazer com que os jovens compreendam a real extensão desses direitos, que vão muito além dos autores de programas de computador, mas se refletem no respeito ao direito à formação do cidadão brasileiro como nação”, afirma Marcia Lippert, mestre e doutora em Direito Privado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

A ABES busca assegurar a sua relevância em todo o país e ser uma referência nacional e internacional do setor de tecnologia. “Estou muito animado com a disposição da Marcia Lippert em aceitar este desafio. Tenho certeza que seu vasto conhecimento do setor de tecnologia, será de grande valor aos associados da região, como também de todo o Brasil. A nossa estratégia de expansão territorial é somar os mais de 35 anos de experiência da ABES, com a experiência e conhecimento do líder regional e local, levando ainda mais relevância aos nossos associados e setor de forma geral”, afirma Rodolfo Fücher, presidente da associação.

Arco Educação compra a startup de tecnologia educacional Eduqo

A Arco Educação anuncia a compra da Eduqo, startup de tecnologia educacional fundada em 2014. A Eduqo oferece soluções de inteligência de dados e de personalização da aprendizagem para mais de 400 escolas parceiras e chega para reforçar o ecossistema de tecnologia educacional da Arco.

A entrada da Eduqo no portfólio ocorre após a parceria entre a startup e o SAS Plataforma de Educação, uma das marcas premium da Arco. A empresa participou da criação do SAS Adapt, solução que oferece mais possibilidades de customização, gera mais dados sobre o engajamento dos alunos e lacunas pedagógicas e permite maior conectividade entre todos os conteúdos disponíveis na plataforma.

Nossa proximidade com a Eduqo e seus fundadores é antiga. O que começou com uma admiração pelo que esse grupo de jovens estava construindo, evoluiu para uma sólida parceria comercial e culminou na entrada definitiva da Eduqo para o nosso ecossistema de tecnologia. Essa aquisição representa para a Arco uma dupla oportunidade: por um lado, temos a entrada de um time de tecnologia educacional de ponta e, por outro, a possibilidade de disponibilizar uma gama de ferramentas inovadoras e muito validadas pelo mercado para as escolas parcerias das soluções curriculares da Arco”, afirma Ari de Sá Neto, CEO da Arco Educação.

A Eduqo passa a integrar a Arco Tech, área que tem a missão de criar uma plataforma tecnológica focada na potencialização da aprendizagem por meio da geração de dados e da personalização da jornada de professores, alunos, pais e gestores escolares.

Cearense como a Arco, Thiago Feijão – um dos cofundadores da Eduqo – celebra a nova fase da empresa: “Quando começamos, sonhávamos em impactar o aprender de 1 milhão de alunos com a nossa tecnologia. Incrível o fato de que essa parceria vai realizar esse sonho bem antes do que imaginávamos. Unir a nossa história com a da Arco nos faz acreditar que é possível sonhar maior, de fazer mais ainda para melhorar a educação do nosso Brasil.”

“Nascemos com a missão de potencializar a aprendizagem das pessoas lá em 2014 e neste ano de 2021, vamos impactar mais de 150 mil alunos. Encontramos na Arco um time de gente boa e que compartilha essa missão de transformar o Brasil e o mundo por meio da educação. Acreditamos que isso é só o começo e que nossas maiores contribuições para a educação, por meio da inovação e da tecnologia, ainda estão por vir”, complementa Mateus Noronha, co-fundador e atual CEO da Eduqo.

Entre as soluções oferecidas pela Eduqo, estão: avaliação somativa e banco de questões; avaliação continuada, diagnóstica e externa; tarefa de casa, reforço, aprofundamento e sala de aula invertida; aprendizagem personalizada e captação de alunos.

“Me orgulho muito da mudança prática que construímos, junto a centenas de escolas brasileiras, nas rotinas pedagógicas, e na vida de gestores, professores e alunos. Nosso time está ansioso em poder estender esse impacto para milhões de alunos brasileiros, colaborando com o time de excelência da Arco, em quem encontramos alinhamento de valores e crenças para tornar esse impacto possível”, finaliza Gabriel Melo, cofundador da Eduqo.

O que os consumidores esperam das marcas?

Os consumidores estão em busca da verdade e esperam que as empresas sejam parte da solução, não apenas da discussão. Como efeito pós-covid, eles tornaram-se ainda mais engajados, conscientes e críticos com relação às suas decisões de consumo. Embora a pandemia tenha um impacto significativo e duradouro em quase todas as áreas, ela tem provocado especial efeito em algumas questões socioeconômicas como violência contra as mulheres, diversidade racial, sexual e de gênero e disparidade de renda.

A comunicação vive um momento crítico de credibilidade hoje no Brasil. É o que aponta o Estudo 2021 Authenticy Gap, da FleishmanHillard, que analisa a lacuna entre reputação e marca e qual a expectativa dos consumidores sobre elas. O levantamento ouviu mais de 10 mil pessoas, em cinco países. Os entrevistados foram convidados a elencar tópicos que acreditam que devem ser priorizados pelas empresas. Entre os respondentes, 70% dos brasileiros mencionaram a violência contra as mulheres, seguido pelos temas do desemprego (65%), pobreza (64%), racismo (62%), discriminação e equidade de oportunidades (62%) e liberdade de expressão (62%).

A comparação com a última edição da pesquisa, realizada em 2019, evidencia o grande crescimento da preocupação dos consumidores com relação à essas questões, especialmente em meio à pandemia. À época, apenas 33% dos entrevistados citaram a violência contra a mulher como uma das principais questões com as quais as empresas devem agir e 44% deles mencionaram as diferenças salariais e de renda.

“Para as marcas, a construção de imagem e reputação nunca foi tão importante e, ao mesmo tempo, tão desafiadora”, explica Alessandro Martineli, diretor geral da FleishmanHillard Brasil. “A comunicação deve refletir o que pensa e faz a organização, ou não será percebida e valorizada pelos consumidores. É essa intersecção que o Authenticity Gap mede, o que o torna uma valiosa ferramenta para as organizações terem a real compreensão sobre como são vistas com relação ao seu posicionamento e suas atitudes acerca desses temas, assim como em relação à concorrência”, finaliza.

Em sua maioria, os brasileiros se importam mais com o impacto das empresas na sociedade (36%) e com o seu comportamento frente a questões relevantes (21%) do que com o que oferecem como produtos e benefícios aos clientes (43%). Não se trata apenas de vender, mas também quem são as organizações como marca.

Comunicação no Brasil vive crise de credibilidade, com baixa expectativa em todos os segmentos

Ao passo que demandam posicionamentos claros das organizações e suas lideranças a respeito de questões importantes à sociedade, os consumidores brasileiros têm baixa expectativa quanto à credibilidade do que é comunicado por elas. O quesito tem baixas expectativas em todos os segmentos pesquisados, com destaque negativo para bancos e pagamentos, setor químico, de dispositivos médicos e de casa inteligente, onde estão próximas a zero.

Soluções ambientais devem fazer parte da agenda das marcas

Importante tema de apreensão para a humanidade nos últimos anos, especialmente para as gerações mais jovens, é o cuidado com o meio ambiente. Os consumidores brasileiros, em sua grande maioria, consideram que as empresas devem ter práticas que contribuam de maneira genuína com a conservação ambiental (94%).

Neste quesito, entre todos os setores estudados, o percentual de empresas que não estão atendendo às expectativas dos consumidores com relação a esse tema aumentou em relação ao estudo de 2019, 65% vs 58%, com destaque negativo para os segmentos de Aviação, Indústria Química, Energia e de Equipamentos Médicos. Em contrapartida, especificamente no Brasil, os setores de Alimentos e Bebidas e de Cuidados Pessoais se destacam positivamente entre os clientes com relação às questões ambientais, tendo este último sido mencionado como um dos setores de pior desempenho em 2019.

Consumidores querem privacidade dos seus dados

A privacidade e a segurança de dados são apontadas por 76% dos participantes como questões fundamentais com as quais as empresas devem lidar imediatamente. Enquanto 83% dos entrevistados acreditam que as empresas devem criar práticas que vão além das regulamentações obrigatórias, 67% afirmam que a preocupação com sua privacidade os torna menos propensos a usar produtos ou serviços de companhias que usam dados pessoais de clientes para benefício próprio.

Outras indicações do estudo são:

Consumidores esperam que os líderes assumam posições autênticas em relação a questões como meio ambiente e saúde pública:

– 81% dos consumidores esperam que os CEOs falem sobre questões que tenham impacto significativo na sociedade, mesmo que não reflitam seus negócios;

– 87% dos consumidores acreditam que os CEOs devem ter voz ativa para apoiar e influenciar as questões ambientais e a mudança de políticas;

– 82% dos consumidores dizem que os CEOs devem desempenhar um papel que influencia as políticas de saúde.

Consumidores esperam que as empresas sejam inclusivas:

– Embora as práticas de diversidade e inclusão estejam sendo cada vez mais ampliadas e sofisticadas, 92% dos entrevistados acreditam que as empresas podem fazer mais para tornar o local de trabalho melhor para os colaboradores;

– Para 81% dos consumidores, as empresas precisam se comprometer com o avanço da diversidade, equidade e inclusão no local de trabalho. Isso inclui fornecer treinamentos para todos os colaboradores sobre o tema, garantir que as vozes dos grupos menorizados sejam ouvidas e reconhecidas no processo de tomada de decisão e ter uma estratégia clara em relação aos objetivos e metas relacionados à Diversidade e Inclusão.

– Para 84% dos participantes do estudo, as organizações devem demonstrar que estão atentas às necessidades de todos os seus consumidores, em todas as suas particularidades;

– Mais da metade (55%) acreditam que as empresas não estão comprometidas em fazer a coisa certa, especialmente no Brasil (75%), China (56%) e EUA (54%).

Sobre o Authenticity Gap

Ao invés de produzir um ranking, como acontece em muitos outros estudos e pesquisas sobre reputação, o Authenticity Gap revela dados que orientam ações, e que podem ser utilizados em estratégias de marca e de negócios.

A metodologia do Authenticity Gap é baseada em nove direcionamentos, separados por três áreas. O quesito Comportamento Gerencial foca em atitudes institucionais de performance consistente, comunicação de credibilidade e fazer o certo. No segmento Benefícios para o Consumidor, as análises têm base em inovação, benefícios para o consumidor e melhor valor. O terceiro quesito é Impacto na Sociedade, com relacionamento com funcionários, impacto na comunidade e cuidados com o meio ambiente.

A pesquisa Authenticity Gap: Global Report 2021 foi realizada de maneira virtual entre os dias 2 de março e 16 de abril de 2021 no Brasil, China, Alemanha, Reino Unido e EUA. O estudo foi idealizado e conduzido pela área de pesquisa da FleishmanHillard, TRUE Global Intelligence. No Brasil, foram analisadas 168 empresas de 21 segmentos: Aparelhos eletrônicos domésticos, Tecnologia, Soluções em Nuvem, Vestuário, Cuidados Pessoais, Companhias Aéreas, Serviços Online e de Mídia, Aparelhos domésticos inteligentes, Farmacêuticas, Equipamentos médicos e de diagnóstico, Biotecnologia, Varejo, Montadoras, Bancos e serviços de pagamento, Bancos de investimento, Cerveja e Destilados, Alimentos e Bebidas, Energia limpa e novas energias, Agronegócio, Infraestrutura e Indústrias Químicas.