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FEBRABAN divulga os 20 projetos selecionados para o programa de aceleração Meu Bolso em Dia FEBRABAN

Com investimento de R$ 1 milhão, a ação tem como objetivo impulsionar empresas com projetos de educação financeira. Iniciativa conta com o apoio do Banco Central e da aceleradora Voe sem Asas

O Programa de Aceleração Meu Bolso em Dia FEBRABAN chega a mais uma etapa. Foram divulgados nesta segunda-feira (15/3) os 20 projetos selecionados para participar da iniciativa. Ao todo, 95 iniciativas se inscreveram.

Nesta etapa, que irá durar oito semanas, serão realizados workshops e sessões de mentoria com objetivo de aprofundar o conhecimento das empresas sobre os desafios para a promoção da educação financeira no Brasil e validar as soluções propostas por meio de experiências com os usuários e clientes. Ao término deste ciclo, serão selecionados até 10 iniciativas para continuar no programa.

Com investimento de R$ 1 milhão, incluindo mentorias, workshops e aportes financeiros, o programa tem como objetivo impulsionar empresas com projetos de educação financeira com potencial de ganho de escala e com abrangência nacional. A ação conta com o apoio do Banco Central e da aceleradora Voe sem Asas.

Veja abaixo a lista dos 20 projetos selecionados para participar do programa. Mais informações estão disponíveis no site https://aceleracao.meubolsoemdia.com.br .

Lista de projetos selecionados
(em ordem alfabética)

Bossanova lança nova oferta de investimentos para pequenos e médios investidores

Pela segunda vez, a Bossa Nova , investidora em startups em estágio pré-seed com atuação em todo território nacional, lança rodada de investimento em startups para pessoas físicas, a chamada CCB Brasil 2. A partir de quinta-feira, dia 18, por meio de cédula de crédito bancário (CCB), os interessados poderão investir em startups com valores entre R﹩5 mil e R﹩40 mil, e terão capital inicial protegido e rentabilidade mínima de 2% ao ano. As vantagens desse tipo de produto são ter a possibilidade de retornos variáveis vindo das participações em startups, retorno mínimo garantido e diversificação na cartela startups investidas.

A iniciativa faz parte do projeto da Bossanova de democratizar e ampliar o acesso ao mercado de Venture Capital a pequenos investidores. Nesse modelo, a Bossanova se compromete a recomprar a CCB do investidor, que nesse caso é pessoa física, com um prêmio mínimo de 2% a.a. adicionado de ganhos variáveis atrelados ao resultado da participação das startups investidas da oferta que são empresas escolhidas por um comitê competente da investidora.

Segundo João Kepler, diretor da Bossanova Investimentos, o objetivo dessa oferta de investimento é oferecer uma porta para novos investidores no Venture Capital, atrelando rendimentos à performance do portfólio das startups, mas preservando o capital investido. “Estamos trazendo para a mesa uma opção de investimento que traz menos riscos que o investimento anjo tradicional o que é fundamental para quem está começando. Nessa experiência com a Bossanova o investidor também vai ver por dentro como funciona o investimento em startups, que até agora não era tão acessível ao pequeno investidor. Estamos criando um novo caminho para quem está buscando alternativas de investimento”, explica Kepler.

No caso da CCB Brasil 2, já existem startups vinculadas ao portfólio e previsão de crescimento para até 15 startups investidas, o que gera diversificação. Algumas delas são Communy e Zimobi, ambas do setor imobiliário. O valor alvo da captação dessa nova rodada é de R﹩5 milhões. No lançamento do CCB Brasil 1, a meta de R﹩1 milhão foi atingida em apenas 12 horas da plataforma no ar.

Os interessados na modalidade poderão investir diretamente por meio de uma plataforma desenvolvida especialmente para o projeto, pela INCO, startup de financiamento coletivo e investida pela Bossanova. Para conhecer mais, acesse o link .

Banco digital next tem mais de 100 vagas abertas em diversas áreas

Para manter o ritmo de crescimento o banco digital vai contratar mais de 100 profissionais de diversas áreas. Os candidatos podem se inscrever até dia 22 de março pelo site: https://next.me/carreiras.

“Nosso time vai ampliar em cerca de 20% com as novas contratações – um movimento importante para o crescimento exponencial e sustentável do next. Buscamos novos nexters para construir essa jornada conosco e ser parte de um time plural que faz acontecer na vida dos nossos clientes”, aponta Victor Queiroz, Diretor de Relações Humanas e Operações no next.

As vagas são para profissionais das áreas de tecnologia, analytics, negócios e mais. O banco digital procura pessoas criativas, com visão estratégica e inovadora, e um perfil colaborativo, incluindo público PCD.

Hoje, no cenário de pandemia, cerca de 98% dos mais de 530 funcionários do next atuam em home office. O banco conta com uma sede localizada em São Paulo, próxima à rodovia Anhanguera, e um escritório em Curitiba.

Movimentações recentes

No início do mês, o next anunciou a chegada de Renato Ejnisman, primeiro CEO do banco digital, movimento que promete acelerar o crescimento e ganho de escala da operação – focado, também, na rentabilidade. Antes como diretor executivo do Bradesco, Ejnisman tinha entre suas atribuições o private banking, a gestora de recursos BRAM, o BAC Florida Bank, a área de câmbio do “corporate one”, e o segmento de médias empresas.

Ainda em setembro de 2020, o next passou a atuar como uma empresa com CNPJ próprio, garantindo maior independência das suas operações em relação ao controlador Bradesco.

IBM expande presença em nuvem para ajudar empresas brasileiras a acelerar sua jornada na nuvem híbrida

A IBM ( NYSE: IBM) anunciou hoje o início das operações de sua primeira IBM Cloud Multizone Region (MZR) na América Latina, uma importante expansão da presença global de computação em nuvem da companhia. Construída a partir do data center existente no Brasil, a Multizone Region é resultado do investimento contínuo da IBM para apoiar a adoção de nuvem híbrida e ajudar a promover o crescimento dos negócios na região, à medida que empresas de todos os setores aceleram seus planos de transformação digital em resposta à pandemia da COVID-19. O recém-inaugurado complexo de data centers no Brasil marca o compromisso de longa data da IBM em ajudar os clientes da região a implementar, com segurança, cargas de trabalho de missão crítica com altos níveis de resiliência em ambientes de nuvem híbrida.

Gerenciando cargas de trabalho de missão crítica com alta segurança e resiliência

A rede de IBM Cloud é projetada para oferecer baixa latência e alta segurança, ao mesmo tempo em que ajuda os clientes a atender aos requisitos de soberania e conformidade de dados – o que é especialmente importante para organizações em setores regulados, como serviços financeiros, governo e telecomunicações, entre outros. Ao hospedar cargas de trabalho em IBM Cloud – a nuvem pública mais segura e aberta do mercado para negócios – os clientes também poderão usar recursos, entregues com IBM Hyper Protect Crypto Services e apoiados pelo mais alto nível de certificação de segurança disponível comercialmente. Isso permite que as empresas mantenham o controle de suas próprias chaves de criptografia, ou seja, os clientes são os únicos que podem controlar o acesso aos seus dados – nem mesmo a IBM pode acessá-los.

Embora as empresas tenham enfrentado desafios únicos durante a pandemia, a continuidade dos negócios nunca foi tão importante. Ao conectar três zonas de disponibilidade remota – todas independentes umas das outras – os clientes que hospedam cargas de trabalho em IBM Cloud podem ter certeza de que quaisquer eventos de falha em potencial afetam apenas uma única zona, o que significa que eles podem executar cargas de trabalho de missão crítica continuamente em ambientes de nuvem híbrida e manter os negócios em funcionamento.

“Em um momento de transformação dos negócios, especialmente nos processos operacionais e de relacionamento, a IBM investe em infraestrutura e serviços em nuvem para apoiar nossos clientes e a sociedade na aceleração de sua jornada digital”, diz Katia Vaskys, Gerente Geral da IBM Brasil. “Com orgulho expandimos nossos investimentos e presença no Brasil oferecendo altos níveis de confiabilidade, segurança e controle para criar novos modelos de negócio baseados em uso massivo de dados e inteligência artificial, e apoiados em nuvem híbrida.”

“A IDC espera que até 2022, cerca de 40% do PIB latino-americano seja digital, gerando US$ 460 bilhões em gastos com TI até 2023. Os investimentos em tecnologia de nuvem devem ser um fator chave para este crescimento, com 35% dos gastos com TI relacionados a computação em nuvem”, disse Alejandro Florean, vice-presidente de consultoria da IDC América Latina. “A abertura da multizone region de IBM Cloud no Brasil é importante, uma vez que as empresas estão demonstrando um interesse maior em nuvem e isso pode ajudar as empresas latino-americanas a experimentar os benefícios de uma abordagem de nuvem híbrida e se diferenciar em seus setores.”

Nesta primeira fase, estará disponível um conjunto de soluções de infraestrutura como serviços e de armazenamento, que ajudam a fornecer segurança e controle do tráfego da rede, proteção de dados sensíveis, sistemas de backup e recuperação. Ao longo de 2021, o catálogo de IBM Cloud continuará a ser lançado, oferecendo opções de serviços de plataforma para ajudar os clientes a implementar rapidamente arquitetura e aplicações de missão crítica em ambientes de nuvem híbrida e capacidades de inteligência artificial com IBM Watson, blockchain, IoT e analytics.

Acelerando a adoção de nuvem híbrida em diferentes setores

A abordagem de nuvem híbrida tem ajudado companhias de diferentes indústrias em todo o mundo a enfrentar os desafios do rápido crescimento nas demandas de produtos e serviços. As empresas brasileiras estão cada vez mais recorrendo à IBM Cloud devido aos seus recursos de segurança líderes de mercado:

A Arezzo&Co, líder no segmento de calçados, bolsas e acessórios femininos na América Latina, escolheu IBM Cloud para ajudar a oferecer uma experiência de compra mais rápida e segura em qualquer canal de vendas para seus quase 10 milhões de clientes. Ao trabalhar com a IBM para adotar uma abordagem de nuvem híbrida e migrar aplicações de missão crítica para IBM Cloud, a Arezzo&Co conseguiu modernizar suas principais cargas de trabalho, incluindo processos de vendas e de controle de estoque. Como resultado, a empresa criou uma estratégia omnichannel mais ágil e flexível, ao mesmo tempo em que priorizou a segurança para executar cargas de trabalho complexas e oferecer experiências aprimoradas ao cliente.

• A Stone, uma fintech brasileira que oferece soluções financeiras para mais de 650 mil pequenos e médios empreendedores, firmou parceria com a IBM Cloud para mover parte de suas cargas de trabalho para a nuvem. Atuando no mercado local desde 2012, a Stone optou recentemente pela nuvem da IBM pela flexibilidade e segurança.

• A Digisystem, companhia brasileira com mais de 30 anos de experiência em prover soluções que ajudam as empresas em sua jornada de transformação digital, migrou diversas de suas soluções para IBM Cloud. Adotando uma abordagem de nuvem híbrida, a Digisystem ganhou mais performance, maior redundância e flexibilidade nos sistemas operacionais e no tamanho dos servidores. Além disso, a migração gerou uma redução de custos de cerca de R$ 600 mil reais por ano. A nova infraestrutura híbrida proporcionou à equipe de TI mais autonomia e controle sobre os ambientes.

Construindo um futuro sustentável para minimizar a pegada de carbono dos data centers

Enquanto a IBM continua ajudando as empresas brasileiras a escalar seus negócios com uma abordagem de nuvem híbrida, ela também as ajuda a se preparar para um futuro sustentável. Com base em seu trabalho para enfrentar a crise climática global, a IBM anunciou recentemente o seu compromisso de atingir zero emissões líquidas de gases de efeito estufa até 2030. Utilizando uma combinação de inteligência artificial, recursos de nuvem híbrida e computação quântica, os pesquisadores da IBM estão trabalhando com clientes e parceiros para abordar questões complexas relacionadas ao clima, como a crescente pegada de carbono global de cargas de trabalho em nuvem e data centers. Isso é importante para o meio ambiente e ajudará os clientes da IBM no país em suas próprias iniciativas de sustentabilidade, visto que muitas empresas em todo o mundo procuram reduzir suas emissões de carbono.

Por que os robôs colaborativos estão revolucionando a indústria?

Por Samuel Vinícius dos Reis


Os robôs colaborativos ou cobots estão revolucionando a indústria porque permitem trabalhar lado a lado com pessoas e em qualquer ambiente, resultando em uma interação segura entre o robô e os colaboradores. Um fato curioso é como esta novidade tem evoluído na América Latina. Segundo uma pesquisa divulgada pela IDC, os robôs industriais terão uma representatividade considerável no Brasil e no México, os dois maiores produtores da indústria na região.

Os cobots são construídos com materiais leves, possuem bordas arredondadas e limitações de velocidade e força geridas por sensores e software, por isso são considerados “colegas” de trabalho seguros, ao contrário dos robôs tradicionais, que são instalados em um espaço delimitado e equipados com sensores de acesso e sensores de presença. Para garantir a segurança, esse tipo de robô interrompe imediatamente qualquer movimento ao detectar a presença de uma pessoa no espaço de trabalho.

De acordo com a International Federetion of Robotics (IFR), a colaboração de robôs com pessoas pode ser classificada em níveis distintos e gradativos de segurança, sendo eles: coexistência, no qual não existe cerca entre o robô e as pessoas, mas o espaço de trabalho não é compartilhado; colaboração sequencial, cujo o espaço de trabalho é compartilhado e os movimentos são sequenciais; cooperação, que possui o espaço e o trabalho compartilhados e realizados ao mesmo tempo e, por fim, colaboração responsiva, no qual o robô responde em tempo real as movimentações das pessoas.

Fica claro que o principal viés dos cobots não é a substituição da mão de obra humana, mas sim a criação de um ambiente colaborativo entre robôs e colaboradores. Nessa nova organização, os robôs ficam responsáveis pelas atividades repetitivas, perigosas, não ergonômicas, inseguras ou que necessitam de um alto nível de precisão, enquanto os humanos atuam em atividades que demandam pensamento crítico e criativo.

Podemos elencar diversas aplicações de robôs colaborativos já existentes na indústria, como pegar, colocar, empacotar, paletizar, etiquetar, marcar, imprimir, aparafusar, soldar, inspecionar qualidade ou análise de imagem, e realizar testes em laboratório, entre outras.

Além da execução das atividades em si, a utilização dos robôs colaborativos pode trazer ganhos indiretos devido à possibilidade de integração com outras ferramentas, tanto em rotinas customizadas, como para obter informações em tempo real relacionadas ao tempo de ciclo, à contagem de peças, aos registros fotográficos e, de torque em caso de aparafusamento e dos parâmetros técnicos de uma solda e afins, entre outras.

Outra grande vantagem dos robôs colaborativos está na facilidade de instalação, que requer apenas uma base simples e uma tomada de 110V, o que facilita a adoção sem alteração considerável na planta existente. A facilidade de programação dos cobots de determinados fabricantes também é um outro ponto relevante que vem contribuindo para o crescimento da aplicação. Com isso, operadores sem vivência de programação podem ajustar a movimentação do robô para a realização de pequenos ajustes do processo sem a necessidade intervenção especializada.

Calcular de forma precisa o retorno sobre o investimento (ROI) é uma parte crítica do processo de decisão de aplicação de robôs colaborativos. Além da economia de mão de obra em atividades repetitivas, a disponibilidade em mais de um turno de trabalho e o nível de rendimento do robô, também deve ser levado em conta a redução de desperdício de material, a redução de retrabalho e o aumento da qualidade na execução.

A robótica colaborativa é uma ferramenta poderosa capaz de trazer ganhos tangíveis como maior produtividade, aumento na qualidade, redução de custos, assim como ganhos intangíveis, que elevam o nível de saúde e segurança dos trabalhadores na indústria.

Samuel Vinícius dos Reis, coordenador técnico do laboratório de Indústria 4.0 da Engineering

Aliança Empreendedora e Facebook oferecem cursos gratuitos no mês das mulheres

A Aliança Empreendedora, ONG que capacita e apoia gratuitamente microempreendedores formais e informais em comunidades e periferias de todo o país, em parceria com o Facebook, está oferecendo, durante todo o mês de março, cursos gratuitos de Educação Financeira, Marketing Digital e Formalização para mulheres microempreendedoras.

A iniciativa faz parte da campanha “Mulher, você pode tudo”, que, além de cursos, fornece também mentorias gratuitas com especialistas em gestão e bate-papos online, com referências femininas do empreendedorismo.

A campanha, que visa incentivar o empreendedorismo feminino, é uma iniciativa da Aliança Empreendedora e do Tamo Junto, plataforma que colabora com o crescimento e conhecimento de microempreendedores brasileiros, em conjunto com o programa #Elafazhistória, do Facebook.

Mais de mil mentorias com especialistas em gestão serão ofertadas para as alunas que concluírem o curso “Educação Financeira para Mulheres Empreendedoras” até o final do mês de março. O acompanhamento com o mentor especialista terá duração de seis meses e será feito de acordo com as particularidades e necessidades de cada negócio.

Para se inscrever e obter mais informações, basta acessar o site https://evento.aliancaempreendedora.org.br/mulhervocepodetudo .

Serviço:

O que: Cursos gratuitos de Educação Financeira, Marketing Digital e Formalização e mentorias com especialistas

Quando: 5 a 31 de março

Onde: https://evento.aliancaempreendedora.org.br/mulhervocepodetudo .

Otimismo com bolsa de valores, exportações e taxa de juros colocam os executivos brasileiros entre os mais confiantes na América Latina, revela PageGroup

Nem mesmo a pandemia conseguiu frear a onda de otimismo dos empresários brasileiros. É o que revela o PageGroup Insights América Latina 2021, estudo desenvolvido pelo PageGroup, consultoria líder mundial em recrutamento executivo especializado, que opera com as marcas Page Executive, Michael Page, Page Personnel, Page Outsourcing e Page Interim na região. O levantamento traz o Brasil como um dos países mais confiantes da América Latina em relação ao aumento do volume de negócios na bolsa de valores (56,2%), incremento das exportações (67,6%) e à estabilidade da taxa de juros (62,5%). Os executivos do Brasil também aparecem entre os mais confiantes quanto à estabilidade do dólar (40,1%) e para a alta do PIB (46,6%).

De acordo com Patrick Hollard, diretor executivo do PageGroup para América Latina, África e Oriente Médio, o cenário para negócios em toda a região passa por um momento mais favorável. “Vejo empresas de muitos setores com muita vontade de acertar, de fazer acontecer. Com a pandemia, muitas delas tiveram de fazer rápidas adaptações em sua forma de trabalhar, adotando um modelo disruptivo e um novo jeito de atuar. Essa mudança foi notadamente verificada em diversas companhias que passaram por uma profunda transformação digital e organizacional, em sua maneira de atuação e de se relacionar com seus stakeholders. Não passávamos por profundas mudanças tecnológicas desde as grandes crises econômicas e agora esse salto foi dado em uma velocidade gigantesca. Todas essas mudanças, aliadas a um cenário onde muitas das empresas adotam políticas ESG, vão exigir esforços ainda maiores das corporações para vencerem seus desafios”, explica.

Participaram do levantamento, realizado em setembro e outubro do ano passado, 3 mil profissionais em cargos de alta e média gestão no Brasil, Argentina, Panamá, Chile, Peru, Colômbia e México.

Mexicanos aparecem entre os mais pessimistas

O anúncio de dados preliminares do PIB mexicano, apontando recuo de 8,5% em 2020, impactou diretamente no humor e percepção dos executivos locais. De acordo com o estudo, O México figura entre os mais pessimistas em indicadores como: aumento do dólar (57,3%), queda do PIB (73,3%), alta da taxa de desemprego (67,6%) e diminuição das exportações (41,2%).

Expansão das operações e inovação estão entre as prioridades de investimento

O Estudo de Perspectivas Econômicas e Profissionais da América Latina 2020 revela quais as iniciativas que receberão mais recursos no ano, apesar do baixo crescimento aguardado para a região. As ações prioritárias estão voltadas para expansão das operações (29,5%), inovação/ novas tecnologias (19,5%), projetos de aumento de produtividade/ vendas internas/ inbound marketing (10,4%), lançamentos de produtos/serviços (9,6%), expansão da força de vendas (8,4%), logística/ infraestrutura (7,1%), formação de pessoas/treinamento/educação (6,5%), recrutamento de pessoas (3,4%), pesquisa e desenvolvimento (3,3%) e publicidade/marketing/ propaganda online (2,3%).

O recorte por país aponta que os mais otimistas com a expansão das operações são Peru (39,6%), México (32,7%) e Brasil (31,9%). Em inovação, aparecem Chile (28,4%), Peru (22%) e Colômbia (20%). Do outro lado, na lista daqueles que estão entre os mais cautelosos para ampliação das operações, aparecem Argentina (28,8%), Chile (20,3%) e Colômbia (18,2%). Para inovar, Brasil (22,1%), Argentina (15,3%) e México (14,3%).

Mais da metade dos trabalhadores estão abertos a novos desafios profissionais

O levantamento aponta, entre os respondentes da pesquisa, quais são os países onde os executivos mais pretendem trocar de emprego em caso de novas ofertas. O estudo indica que 57,3% dos profissionais da América Latina não buscam ativamente uma nova posição, mas estão abertos a novas oportunidades. Entre os países com maior potencial de rotatividade, aparecem Peru (63,2%), Brasil (57,7) e Argentina (57,2%).

Empresas em buscas de novos profissionais

A pesquisa do PageGroup procurou mapear as prioridades de investimentos das empresas neste ano. Dos países que mais pretendem ampliar as operações aparecem Panamá (57,1%), Brasil (52,7%) e Peru (44,9%). Os que mais pretendem investir em projetos de desenvolvimento tecnológico são Chile (39,5%), Colômbia (34,9%) e México (27,9%). Priorizar ajustes salariais e incentivos de retenção é a intenção de Argentina (23,8%), México (14,4%) e Peru (10,7%). Já o pagamento de dívidas é primordial para Panamá (19%), Chile (16%) e Argentina (14,3%).

Quer ter acesso ao estudo completo? Acesse: https://www.michaelpage.com.br/estudos-e-tend%C3%AAncias/pagegroup-latam-insights-2021

Americanas registra aumento de 175% nos acessos do app durante ação no BBB 21

O patrocínio da Americanas ao BBB 21 está dando grandes resultados. Somente na última terça-feira, 9, a marca registrou um aumento de 175% nos acessos ao app em comparação com média do horário, e de 16pp na participação da visita do app em relação a média do mês, após uma ação no programa. Chamada de “Cabine Troca ou Não Troca”, a ação surgiu de pedidos de seus clientes nas redes sociais.

Durante a ativação, que foi apresentada virtualmente pela atriz Ingrid Guimarães, os participantes tinham que escolher seus produtos preferidos em um totem que simulava o app da Americanas. Depois disso, em uma cabine com isolamento acústico, respondiam à pergunta se queriam trocar o item selecionado por outro ou não. Para mostrar ao público a grande variedade de produtos oferecidos pela marca e destacar a entrega rápida em até 3 horas, a Americanas ofereceu ainda um cupom de 10% de desconto para compras no app até o fim do dia.

Plural Asset lança fundo de ações dedicado à tecnologia

A Plural Asset lança o fundo Plural Tech, dedicado a ações de empresas de tecnologia brasileiras listadas no Brasil ou no exterior. Com aporte mínimo de R﹩ 10, a ideia é trazer para o público de varejo uma opção acessível e diversificada de exposição a esse setor que ganha cada vez mais relevância no mundo.

O fundo fica sob o comando da dupla de gestoras de renda variável Magali Bim e Paola Bonoldi que acumulam um histórico de mais de 15 anos de sucesso na gestão conjunta de fundos de ações. Podem fazer parte do fundo, ações de tecnologia listadas na B3 e até 20% de exposição em BDRs – com a carteira concentrada em 15 a 20 papéis de maior convicção.

“O interesse do investidor pelo setor é muito grande e percebemos que havia uma lacuna nesse segmento de fundos que contemplassem a indústria brasileira de tecnologia. Queremos, com o fundo, abrir essa porta e priorizar empresas brasileiras ou com operação no Brasil como Pagseguro e Mercado Livre, por exemplo”, conta Magali.

“Apesar da exposição do setor no Ibovespa ainda ser baixa, é um segmento que vem ganhando corpo no mercado de capitais. O ecossistema de tecnologia no Brasil cresceu muito e diversas startups como as fintechs devem acessar a bolsa nos próximos anos, acrescenta Paola.

O fundo é destinado ao público em geral, com taxa de administração de 2% e taxa de performance de 20%, quando superar o índice Ibovespa – benchmark adotado. Quanto ao prazo de resgate, a cotização acontece em D+15 dias corridos e liquidação em D+2 dias úteis após a cotização. A tributação sobre fundos de ações é de 15%.

O Plural Tech fica disponível para aplicação na plataforma da Genial a partir de hoje (15/3). O lançamento do fundo engrossa a família de produtos da casa pensados em promover opções de diversificação de carteira a tíquetes democráticos para todos os bolsos entre R﹩ 10 e R﹩ 100, somando 12 opções ao todo. Além do Plural Tech, a asset lançou nos últimos meses o fundo Plural FIA BDR Nível I (R﹩ 100), o Plural ESG Crédito Privado 45 (R﹩ 10) e o Plural Ouro FIM (R﹩ 100).

A grade ainda conta com os fundos de ações Plural Small Caps FIA (R﹩ 100), Brasil Plural Dividendos FIA (R﹩ 100) e Brasil Plural Estratégia FIC FIA (R﹩ 10); os de renda fixa – Brasil Plural Yield FIRF Referenciado DI (R﹩ 100) , Brasil Plural High Yield FIRF Credito Privado (R﹩100), Brasil Plural Debentures Inc Hedge 45 Cred Priv FIC FIM (R﹩ 100) e Brasil Plural Debentures Incentivadas 45 Cred Priv FIC FIM (R﹩ 100) e o de multimercado Genial Performance FIC FIM (R﹩ 100).

Cisco anuncia novo vice-presidente para América Latina

A Cisco, líder mundial de tecnologia, anuncia hoje que Laércio Albuquerque é o novo vice-presidente da Cisco para América Latina. Em sua nova posição, o executivo vai liderar as vendas da empresa na região e será responsável por ajudar clientes, parceiros e governos a acelerar sua transformação digital para alcançar um impacto econômico e social.

Laércio está na Cisco há cinco anos como presidente da empresa no Brasil, onde trabalhou focado na transformação digital e inovação em todo o país. Recentemente Laércio lançou a iniciativa de aceleração digital, Brasil Digital e Inclusivo, além de construir parcerias estratégicas com os governos locais e importantes líderes e impulsionar a missão da Cisco de impactar positivamente a vida de milhões de brasileiros por meio do Cisco Networking Academy. Durante sua trajetória, a Cisco do Brasil foi amplamente reconhecida por sua cultura de diversidade e inclusão.

“Laércio é o líder certo para a Cisco América Latina”, afirma Jeff Sharritts, vice-presidente sênior de vendas da Cisco Americas. “Seu foco intenso em crescimento, cultura e transformação digital será fundamental a medida em que nossos clientes e parceiros caminham para a retomada de seus negócios”.

A Cisco está comprometida com a América Latina com investimentos estratégicos em toda a região, incluindo o programa global Country Digital Acceleration – em andamento no México, Brasil, Chile e Colômbia. A Cisco opera na região desde 1993, contando atualmente com cerca de 2.500 funcionários e 5.700 parceiros.

“Estou muito empolgado com a oportunidade de liderar os negócios da Cisco nesta importante e dinâmica região”, afirma Laércio Albuquerque, o novo líder da Cisco América Latina. “Mais do que nunca, a tecnologia tem desempenhado um papel fundamental nas nossas vidas. Juntos com nossos clientes, estamos conectando com segurança as empresas, Governos, sistemas de educação e saúde – ao mesmo tempo em que construímos um futuro mais inclusivo para todos”, destaca.

Laércio trabalha no setor de tecnologia há cerca de 35 anos. Antes da Cisco, ele ocupou importantes posições de liderança no Brasil e América Latina. Ele trabalhou na CA Technologies por 20 anos, onde exerceu várias posições de liderança, incluindo country manager no Brasil e presidente e gerente geral para América Latina. O executivo é graduado em Análise de Sistemas e Administração de Empresas pela Faculdades Associadas de São Paulo (FASP) e tem MBA Executivo pelo Insper.  

A Cisco está no processo para nomear o próximo presidente da operação no Brasil e deve compartilhar detalhes nas próximas semanas.

Mercado de impressoras fecha 2020 com 2,2 milhões de equipamentos vendidos

Ano passado começou bem para o mercado de impressão, com vendas de 659.468 equipamentos nos três primeiros meses. Mas, como tantas indústrias no Brasil e no mundo, essa também foi impactada pela pandemia de covid-19 e já no 2º trimestre de 2020 as vendas baixaram para 386.194 máquinas. A recuperação começou no 3º trimestre, com um salto para 562.943, e foi ainda melhor nos últimos três meses, com vendas de 659.052, número bem parecido ao experimentado no começo do ano. Com essa reação, 2020 fechou com 2,2 milhões de impressoras vendidas, volume que não evitou uma queda de 6,8% em relação a 2019, mas mostrou o fôlego do setor. Os dados são da IDC Brasil, líder em inteligência de mercado, serviços de consultoria e conferências com as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações.

“A crise afetou diretamente a dinâmica do mercado de impressão, por um lado trazendo impactos severos nas vendas de impressoras a laser voltadas ao público corporativo, e, por outro, oferecendo algumas oportunidades para impressoras à tinta e laser para o consumidor final em busca um equipamento de apoio para o home office e para as aulas remotas”, explica Rodrigo Okayama Pereira, analista de mercado da IDC Brasil . Os números embasam essa análise: dos 2,2 milhões de equipamentos vendidos em 2020, exatamente a metade (1,1 milhão) foi de modelos com tanque de tinta, 743 mil com cartucho, 376 mil a laser e 4,5 mil matriciais.

Os percentuais de vendas realizadas para o mercado corporativo em 2020 são outros indicadores da mudança na dinâmica do setor. Enquanto no 1º trimestre do ano o setor respondeu por 23,3% das vendas, no 2º esse índice caiu levemente para 23%, no 3º trimestre mostrou uma pequena reação para 25% e no 4º trimestre foi responsável por 34,9% das vendas. Movimento contrário a IDC Brasil observou no varejo, que começou o ano com 76,7%, saltou para 77% entre abril e junho, no terceiro trimestre chegou a responder por 74,9% e fechou o ano com 65,1% de todas as vendas de impressoras.

No caso do mercado corporativo, os dados do 3º trimestre de 2020 refletem a queda de demanda das empresas brasileiras, congelamento de investimentos públicos e privados e a lenta recuperação da economia e da confiança do empresário. Mas, no 4º trimestre, quando comparado ao mesmo período de 2019, observa-se um crescimento de 45,2%, com destaque para o mercado de pequenas e médias empresas que, somadas representaram quase 69% do mercado corporativo“, analisa Rodrigo. Já no caso do varejo, segundo o analista da IDC, as impressoras a laser de entrada e as tanque de tinta mantiveram a tendência já esperada de ganhar espaço não apenas nas residências dos consumidores, mas também nos pequenos escritórios e junto aos pequenos empreendedores que, em muitos casos, compram seus equipamentos diretamente do varejo.

Em 2020, a receita do mercado de impressão foi de US$ 560.2 milhões, 16,6% menor do que em 2019, queda puxada basicamente pelo dólar alto e instável e os impactos diretos e indiretos da crise do coronavirus no país.

Mercado de impressão no terceiro trimestre de 2020

De julho a setembro de 2020, foram vendidas 562.943 impressoras no Brasil, uma queda de 4,7% em relação ao mesmo período de 2019. Desse total, 300.841 unidades foram de modelos tanque de tinta, 172.106 com cartucho, 88.335 a laser e 1.661 matricial. A receita foi de US$ 140,9 milhões, 14% a menos do que no 3º trimestre de 2019. Segundo a IDC Brasil, neste trimestre o mercado de impressoras, sobretudo a categoria de impressoras laser, continuou sentindo os impactos diretos e indiretos da crise do coronavírus. “Falta de produto, dólar alto, escritórios ainda fechados ou parcialmente utilizados, home office. Todos esses fatores refletiram negativamente, especialmente para o mercado laser, mas, por outro lado, abriram algumas oportunidades para impressoras à tinta, especialmente para a tecnologia tanque de tinta“. No período, o varejo vendeu 421.935 unidades, (crescimento ano-contra-ano de 16,9%), e o mercado corporativo ficou com 141.008 máquinas (queda ano-contra-ano de 38,7%). No 3º trimestre de 2020, uma impressora tanque de tinta custava, em média US$ 232, o preço médio do modelo com cartucho era de US$ 128 e do modelo laser US$ 531, valores, em média, 25% mais altos do que no 3º trimestre de 2019. Segundo o analista da IDC Brasil, o desequilíbrio entre oferta reduzida X demanda crescente, somado ao dólar alto e instável tiveram grande influência nessa alta de preços. Os dados são do estudo IDC Brazil Quarterly Hardcopy Tracker Q32020.

Mercado de impressão no quarto trimestre de 2020

De outubro a dezembro de 2020 foram vendidas 345.712 impressoras tanque de tinta, 204.718 com cartucho de tinta, 107.381 a laser e 1.241 do modelo matricial, num total de 659.052 equipamentos, alta de 19,3% em relação ao mesmo período de 2019. “Olhando para o mercado de impressoras à tinta, o resultado positivo não surpreende, especialmente pelas promoções de Black Friday, Cyber Monday e Natal, pois apesar de os preços não terem sido tão agressivos quanto em Black Fridays de anos anteriores, ainda assim os fabricantes trabalharam em parceria com seus canais varejistas e criaram ofertas atrativas para o consumidor final“, disse Rodrigo Pereira, analista de mercado da IDC Brasil. Já o mercado laser de impressoras acima de 45 ppm, segundo ele, continuou sofrendo fortes impactos da crise, porém as impressoras de entrada com essa tecnologia voltaram a ganhar força. Quanto aos preços, no 4º trimestre de 2020 uma impressora tanque de tinta custava, em média US$ 226, o preço médio do modelo com cartucho era de US$ 128 e da laser US$ 468. A receita no período foi de US$ 155.4 milhões, 17,3% a menos que no 4º trimestre de 2019. Os dados são do estudo IDC Brazil Quarterly Hardcopy Tracker Q42020.

Expectativas para 2021

Segundo a IDC Brasil, 2020 trouxe mudanças para o mercado de impressoras, com fabricantes, canais e todo o ecossistema de empresas buscando se reinventar e apostando na transformação digital para se adaptar ao novo momento. “Este ano ainda será de grandes desafios político-econômicos, mas há sinais de retomada do mercado de impressão e a previsão é fechar 2021 com um crescimento de 10,7% em comparação a 2020”, diz o analista de mercado da IDC Brasil.

100 Open Startups recebe inscrições para ranking de open innovation

A 100 Open Startups, plataforma líder em open innovation no país, anuncia as inscrições para as edições 2021 do Ranking 100 Open Startups. A publicação é referência no ecossistema de inovação e reconhece as startups e empresas líderes na prática da inovação aberta. As corporações têm até abril para se inscrever, e as startups, até agosto.

“O número e intensidade de relacionamentos de open innovation entre empresas e startups aumentou 20 vezes nos últimos cinco anos, o que demonstra que cada vez mais empresas estão procurando startups para seus processos de inovação. Por isso, o Ranking tem como foco a evolução do ecossistema como um todo, por meio do mapeamento dos próximos movimentos em inovação”, comenta Bruno Rondani, fundador e CEO do 100 Open Startups.

Na edição 2020 do Ranking, a categoria TOP 100 Open Corps foi anunciada em agosto e reconheceu a Natura como primeira colocada, seguida por ArcelorMittal, BMG, EDP e Alelo. Segundo o levantamento, as 100 empresas líderes em open innovation com startups representaram 38% do total dos relacionamentos desse tipo registrados no país.

Já em novembro, foi divulgada a lista das TOP 100 Open Startups, com as startups mais atraentes para o mercado corporativo. A startup GESUAS conquistou o primeiro lugar, seguida da AEVO, Opinion Box, Rentbrella e VOLL. A publicação também destacou o TOP 10 de 25 categorias de startups, como MarTechs, HRTechs, AgriTechs, EdTechs e HealthTechs, e as TOP 5 de quatro categorias especiais: Acessibilidade e Inclusão, Inovação Social, Empreendedorismo Sênior e Empreendedorismo Feminino.

Das 13.177 startups participantes, 1.310 estabeleceram relacionamentos de open innovation com 1.968 empresas e foram aprovadas como candidatas ao Ranking 100 Open Startups 2020. Além disso, em 2020, 58% das empresas buscaram alguma startup para inovar e encontraram pelo menos uma para isso. Em 2016, essa porcentagem era de apenas 24%, reforçando que as conexões com grandes empresas estão crescendo e tendo mais importância a cada ano.

Chegando a sua 6ª edição, o Ranking 100 Open Startups é a única publicação totalmente baseada em dados do ecossistema de inovação, que contabiliza a pontuação a partir dos relacionamentos de open innovation firmados entre empresas e startups. Por isso, é utilizado como referência para empresas e investidores que buscam as startups mais atraentes no early stage. Para serem elegíveis, as startups devem ter faturamento inferior a R$ 10 milhões no exercício fiscal do ano anterior à publicação do Ranking, não ter recebido mais de R$ 10 milhões em investimento direto e não ser controlada por grupo econômico, mas sim por empreendedores à frente do negócio.

Para mais informações sobre o Ranking 100 Open Startups e como realizar as inscrições, acesse: 100os.net/ranking-participe