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Volvo e Embratel demonstram carro conectado na Futurecom

A Embratel demonstrará na Futurecom 2017 carro conectado da Volvo com uso de suas soluções de Internet das Coisas (IoT). No evento, estará em demonstração um automóvel inteligente semelhante aos milhares de carros que já estão em circulação nas ruas brasileiras, utilizando um dos mais modernos sistemas de gerenciamento do mundo.

“A Volvo oferece em seus carros a última palavra em tecnologia”, diz Ney Acyr Rodrigues, Diretor de Negócios de IoT da Embratel, destacando que a Embratel já é reconhecida como um dos principais fornecedores de solução de Internet das Coisas para carros conectados do Brasil. Segundo ele, o sistema de IoT garante mais agilidade e segurança para os clientes da Volvo que contam com funcionalidades inteligentes e acesso a dados essenciais sobre o funcionamento de seus veículos.

A transmissão de dados do SIM Card da Embratel para a central de atendimento 24 horas permite o monitoramento do veículo para proteção do motorista, com rastreamento por satélite, interrupção remota em caso de furto ou roubo e até travamento de portas à distância.

“A Volvo está muito feliz com a parceria com a Embratel. Escolhemos a Embratel para operar no Brasil a nossa ferramenta global de carros conectados devido à qualidade de sua infraestrutura, suas tecnologias de ponta e equipe especializada. A solução de IoT utilizada em nossos carros conectados agrega maior valor final ao nosso produto e permite a maior satisfação de nossos clientes, com serviços inteligente e atendimento diferenciado em situações de emergência. Continuaremos trabalhando para expandir essa parceria e desenvolver novas soluções que garantam mais praticidade e bem-estar para nossos consumidores”, diz Leandro Teixeira, Diretor de Marketing Volvo Cars Brasil.

A solução de IoT para carros conectados da Volvo permite também que o motorista tenha acesso a informações importantes pelo aplicativo do celular ou pelo relógio (Smartwatch). É possível saber a localização exata do automóvel, travar e destravar remotamente as portas, acionar o ar-condicionado e verificar informações sobre o painel do carro como últimas viagens realizadas, temperatura dentro do veículo e volume do combustível. Dados essenciais para o bom funcionamento e manutenção do automóvel também podem ser coletados por SIM Cards e disponibilizados via aplicativo, como calibragem dos pneus e volume de óleo.

Além do gerenciamento inteligente e seguro, a solução de IoT para carros conectados garante maior agilidade no atendimento em caso de panes ou acidentes. Caso seja necessário acionar a assistência técnica, a localização do veículo pode ser identificada por sistema, assim como a realização de um diagnóstico prévio para agilizar o reparo. Em caso de acidente com acionamento de airbags ou ativação dos pré-tensionadores dos cintos de segurança durante uma colisão, o centro de emergência recebe um alerta automático para atendimento imediato.

“Acreditamos que a tecnologia de IoT será um importante componente na transformação digital das empresas e a Embratel está pronta para ajudar as organizações no processo de transição rumo ao próximo nível de seus negócios”, afirma o Diretor de Negócios de IoT da Embratel, destacando que as ofertas de IoT podem ser utilizadas por todos os segmentos da indústria, além do automobilístico.

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Regulação do Bitcoin avança em alguns países enquanto outros o proíbem

Com o crescimento da adoção do Bitcoin no mundo, diversos governos e instituições passaram a pensar em formas de como controlar o uso das moedas digitais. Alguns países se destacaram nos últimos meses. O MercadoBitcoin.com.br fez um resumo da situação de cada país.

China – O governo encaminhou um documento para as corretoras de moedas digitais do país formalizando a suspensão das negociações do Bitcoin e das outras moedas digitais na China . Essa ação gerou impacto no mercado de criptomoedas mundiais, mas foi menor do que se esperava.

No MercadoBitcoin.com.br – site que faz a intermediação da compra e venda de moedas no Brasil – o preço do Bitcoin saiu de R$ 19.000 reais para R$ 11.500 reais no começo de setembro, depois começou uma recuperação, sendo negociado hoje na faixa dos R$ 14.000 reais.

Venezuela – Desde o início do ano, há rumores de que o governo Venezuelano está bloqueando o uso de bitcoins e a mineração da criptomoeda. Porém, a população continua fazendo uso da moeda, que tem se tornado uma alternativa para a negociação das necessidades básicas, como alimentos.

Cingapura – A Autoridade Monetária de Cingapura (MAS) divulgou que irá formalizar a negociação de criptomoedas sob a regulamentação de valores mobiliários do país. Porém, neste mês de setembro, os bancos locais encerraram as contas bancárias de todas as corretoras de moedas digitais e startups de blockchain do país.

Japão – O país regulamentou o bitcoin em 1 de maio de 2017 e segue firme na implementação. A FSA (agência fiscalizadora de serviços financeiros) já liberou licença de operação para 11 Exchanges em setembro.

Suíça – Mantém sua regulação mais branda, estimulando a experimentação e inovação pelas fintechs. Estão também incentivando que empresas possam fazer operações semelhantes a crowdfundings usando a tecnologia das moedas digitais. Esse tipo de operação é conhecida como ICO (Initial Coin Offers) e já atingiu 2 bilhões de dólares captados em 2017.

Brasil – Continua com o projeto de lei que discute a regulação do Bitcoin e outras moedas digitais junto com programas de pontos de milhagem.

“A ampliação dos mercados de moedas digitais e ICOs estão gerando discussões sobre como pode ser possível estimular invocação e ao mesmo tempo proteger os consumidores”, diz o CEO do Mercado Bitcoin, Rodrigo Batista.

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Desempregômetro e Empregômetro estão no ar

Com o objetivo de conscientizar a sociedade brasileira quanto ao drama do desemprego, bem como promover ações para sua redução, acaba de ser lançado o site Contrate 1 Desempregado. Nele, estão disponíveis duas novas ferramentas: o Desempregômetro e o Empregômetro.

No parecer de alguns dos idealizadores do projeto, o presidente do conselho superior e coordenador de estudos do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação – IBPT, Gilberto Luiz do Amaral, e da diretora administrativa do escritório Amaral e Yazbek Advogados, Jussara do Amaral, o Contrate 1 Desempregado tem como propósito reduzir os altos e históricos índices de desemprego no Brasil, que hoje atingem mais de 13 milhões de pessoas de norte a sul do País. “Nossas ações visam sensibilizar a sociedade de que o desemprego é um problema de todos e não somente daqueles que vivem esta dramática situação. Neste sentido, buscamos empresas parceiras e solidárias que disponibilizem oportunidades de recolocação profissional no mercado de trabalho”, afirma Gilberto Luiz do Amaral.

A ação é social, gratuita, voluntária, apartidária e sem fins lucrativos atua nas seguintes áreas: captação de currículos e de vagas; capacitação técnica; treinamento; coaching; assessoria para recolocação; apoio jurídico; voluntariado; empreendedorismo; geração de renda; e parcerias solidárias.

Como funciona?

No site Contrate 1 Desempregado, a pessoa que está procurando emprego faz seu cadastro através do preenchimento detalhado dos formulários específicos, narra sua história, bem como o momento atual de sua vida, relativo à situação de desemprego.

Por outro lado, as empresas parceiras e apoiadoras da iniciativa cadastram vagas de trabalho de acordo com os requisitos para a função e exigências de perfil de cada cargo. O sistema do Empresômetro – Inteligência de Mercado fará a mineração de dados identificando o perfil dos candidatos e uma análise prévia, cruzando com informações de perfil das vagas, além de uma análise criteriosa das histórias relatadas. Essas tarefas serão realizada por um comitê de especialistas em contratação de pessoal. O próximo passo é indicar e encaminhar o candidato à participação nos processos seletivos.

“Apesar da crise, 750 mil empresas apresentam lucros consistentes que lhes permitem a contratação, em média, de 10 desempregados. Se isso acontecesse reduziria em 7,5 milhões o número de pessoas sem trabalho. As recentes mudanças na legislação trabalhista, com a flexibilização das leis do trabalho e das formas de contratação, por exemplo, retiram algumas justificativas para os empreendedores não abrirem vagas. O capitalismo moderno exige que a empresa além do lucro, se preocupe com o social e o ambiental, o tripé da sustentabilidade”, ressalta Jussara do Amaral.

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Como a tecnologia do blockchain ajuda a barrar corrupção

Por Guto Schiavon

Operação Lava Jato, delações premiadas e investigações da Polícia Federal são algumas das frases mais repetidas pelo Brasil nos últimos meses. É de conhecimento de todos que a corrupção assola o país e, a cada dia, novos escândalos nos surpreendem, deixando a situação política e econômica cada vez mais instável.

Infelizmente, não é só o Brasil que sofre com esse problema. Segundo levantamento da ONG Transparency Internacional, mais de seis bilhões de pessoas vivem em países afetados por esse grave problema. Porém, países extremamente corruptos, como Malásia e Honduras, estão querendo recuperar suas economias por meio da ajuda de um novo tipo de tecnologia: o bitcoin.

Você deve estar se perguntando – “qual é a relação entre bitcoin e corrupção? As moedas virtuais são mais transparentes? ” Esse texto fala exatamente sobre isso e acho essencial esclarecer algumas dúvidas.

Primeiramente, o bitcoin é uma moeda digital protegida por uma criptografia especial, sendo chamada também de criptomoeda. É importante destacar que as transações de bitcoins são realizadas por meio da tecnologia do blockchain, que é uma base de dados com cópias idênticas que são distribuídas e controladas por computadores diversos, que são as partes envolvidas nas transações.

Assim, pode-se afirmar que o bitcoin é uma moeda cujo uso é independente de bancos ou outras instituições financeiras. Nesse caso, a tecnologia do blockchain é utilizada para gravar todas as operações realizadas, desde a primeira, garantindo que elas são rastreáveis, não duplicadas ou fraudulentas.

Para facilitar o entendimento, deve-se lembrar que uma transação financeira deve ter duas informações principais: a quantidade de dinheiro e quem deverá recebê-lo. No bitcoin essas informações são enviadas na transação, de forma pseudoanônima, e quando a transferência é realizada, esse registro vai para um banco de dados gigante, transparente e imutável. Ou seja, o blockchain nada mais é do que um histórico encadeado de todas as transações feitas com o bitcoin, desde a primeira, realizada em 2009. Por isso, afirma-se que as transações da moeda digital são extremamente seguras.

Hoje, quando você paga seus impostos, não há como garantir para qual área do governo ele vai. Além disso, existe um grande risco desse dinheiro ir para o bolso de algum parlamentar. Com uma economia baseada em bitcoin, seria possível rastrear todo o destino do dinheiro, desde quando ele sair do seu bolso, até o destino final. Com isso, conseguiríamos diminuir de forma gigantesca a corrupção, visto que qualquer bitcoin fora do endereço de destino seria facilmente identificado e denunciado pela população.

Para finalizar, é possível perceber que o bitcoin é uma moeda transparente e pode se tornar uma alternativa surpreendente para o combate à corrupção. Infelizmente essa situação nos leva a pensar na seguinte pergunta: o que falta para o Brasil adotar o bitcoin e utilizar a tecnologia blockchain? É o que todos nós queremos saber.

Guto Schiavon é COO da FOXBIT, a maior corretora de bitcoins da América Latina.

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Brasif Máquinas amplia produtividade das equipes de campo com aplicativos baseados na SAP Cloud Platform

Fundada há mais de 50 anos, a Brasif Máquinas é especializada na distribuição de equipamentos para construção, logística e britagem móvel das principais marcas mundiais; além de locação de soluções para movimentação de materiais e prestação de serviços técnicos de reposição de peças e componentes. A companhia, com 600 colaboradores, está sediada em São Paulo, e mantém unidades operacionais em 8 Estados do País para atender os mercados de Construção, Mineração, Energia, Petróleo & Gás e Movimentação de Materiais.

Em 2016, para atender aos requisitos de inovação tecnológica impostos pelo crescimento da empresa, aumentando o suporte à área de serviços, a Brasif decidiu buscar ferramentas que permitissem o desenvolvimento de soluções próprias, como aplicativos voltados para a melhoria de gestão de sua equipe de campo e controle de pós venda. Depois de uma pesquisa de mercado, a opção foi pela adoção da plataforma aberta SAP Cloud Platform (SCP) .

“Nosso primeiro objetivo era ampliar o suporte à nossa equipe de vendas, automatizando a distribuição e execução das ordens de serviços e contribuindo para o aumento de receita”, explica Gustavo Takamatsu, gerente de Tecnologia e Inovação da Brasif. “Quando conhecemos, em um evento, diversos apps desenvolvidos na plataforma SCP, constatamos que ela atendia a todas as nossas expectativas de Inovação”.

O desenvolvimento do app teve início em outubro do ano passado, com a participação do time de tecnologia da Brasif e experts da SAP. Apenas três meses depois, em janeiro de 2017, a solução já estava no ar, junto com uma ferramenta de gestão de dispositivos móveis, também desenvolvida na plataforma SCP. Isso permitiu às áreas de negócios não apenas gerenciar as equipes de campo responsáveis pela manutenção dos equipamentos mas também o contato com os clientes.

“O uso dos dois aplicativos combinados aumentou a gestão e, como consequência, também a produtividade da área de serviços”, afirma Gustavo Takamatsu. “Adotar a SCP nos permitiu trabalhar com uma solução robusta e organizar ondas de implementação”.

Acompanhamento em tempo real

Com a adoção do app desenvolvido sobre a plataforma SCP, a produtividade da equipe de campo aumentou 23% em apenas três meses. “No modelo anteriormente adotado pela Brasif, os técnicos iam à empresa semanalmente, recolhiam as ordens de serviço (OS) e depois retornavam para fazer o lançamento manual de tudo o que haviam feito”, recorda Takamatsu. Agora, toda a gestão de distribuição e execução das ordens de serviço – e no último ano a empresa atendeu a 42 mil OS – estão no aplicativo hospedado na SCP. Qualquer pendência ou dificuldade é identificada em tempo real pelos programadores de serviços”.

O executivo destaca que os dois apps combinados na SCP permitem identificar exatamente o local em que o técnico está e qual serviço está sendo executado. Hoje, o aplicativo já tem cerca de 120 usuários, e a empresa implementou novas funcionalidades, como a de Intervalo entre Atividades, que permite identificar o tempo de parada dos técnicos para realizar tarefas não programadas, possibilitando identificar e corrigir possíveis ineficiências operacionais. Outra delas é a Identificação de Leads, que permite aos técnicos gerar oportunidades de negócio dentro do aplicativo. “Quando estão em campo, nossos técnicos são nossos olhos dentro do cliente e muitas vezes eles conseguem enxergar oportunidades de novos negócios durante a execução do serviço. Isso certamente nos trará aumento de receita”, prevê Takamatsu. O executivo destaca outro grande benefício: “registramos uma melhoria não só da gestão desses atendimentos pela área de serviço como do nível de satisfação do cliente”.

Novas oportunidades

A partir dos desenvolvimentos feitos na plataforma SCP, a Brasif Máquinas está preparando uma série de novas implementações de soluções SAP. Entre elas, a companhia já realizou o kick-off do projeto SAP Hybris, solução que será utilizada para fazer a gestão da força de vendas. Além disso, a equipe de Takamatsu prepara duas novas ondas: a primeira, de aplicativos que serão oferecidos aos clientes para que acompanhem em tempo real a prestação de serviços oferecidos pela Brasif e consultem o histórico de seus equipamentos; a segunda, de IoT, com a telemetria de equipamentos vendidos ou alugados pela empresa. “Tudo isso é parte da estratégia da Brasif como companhia, e não apenas da TI. E temos contado com o suporte da SAP nesse processo de transformação digital”, salienta Takamatsu.

“Estamos satisfeitos em constatar, mais uma vez, que os recursos abrangentes de desenvolvimento de aplicativos inovadores por meio da SAP Cloud Platform e os serviços oferecidos para mobilidade, Big Data, Machine Learning e Internet das Coisas, entre outros, estão contribuindo para o desenvolvimento de soluções empresariais seguras que proporcionam agilidade aos negócios e aceleram a tão necessária transformação digital de nossos clientes”, destaca Orlando Cintra, vice-presidente de vendas para SAP Cloud Platform na SAP América Latina.

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Empresa especializada em outsourcing e soluções de tecnologia passa a comercializar cápsulas de café

Comprometida com valores éticos, sociais e sustentáveis, a Reis Office surgiu com o objetivo de atender à demanda crescente por equipamentos de escritório, comercializando máquinas de escrever, calculadoras e teleimpressoras. Ao longo de sua trajetória de mais de três décadas no mercado, a empresa, com uma moderna sede em Guarulhos, especializou-se no segmento de outsourcing e soluções de tecnologia. Sempre atenta para satisfazer as necessidades dos clientes, aposta agora em um novo produto: as cápsulas de café.

Apesar da proposta inusitada, Rafael Reis, um dos sócios da Reis Office, garante que a novidade será um sucesso nos escritórios de todo o país. “O modo de preparo para um bom café é tão delicado quanto o do vinho. A escolha da terra, o amadurecimento da fruta, sua senescência, a seleção e principalmente a torra, são processos singulares e que demandam atenção para obter um produto de alta qualidade. E isso, o café Reis de Minas tem”, afirma. Neto de pequenos agricultores, a família cultiva grãos de diferentes aromas e intensidades no município de Senhora de Oliveira, na Zona da Mata Mineira. Foi quando pensou que poderia agregar a expertise dos dois negócios.

Com mais de 20 anos de produção, a marca Reis de Minas vendia apenas em grãos in natura para grandes fabricantes e cooperativas. “Após a integração com a Reis Office, o produto passa a ser comercializado em formato de cápsulas e com aluguel de máquinas. É um café de perfil único, nobre, maduro, e com produção de montanha em fazendas com a autenticidade do selo Certifica Minas Café”, explica Rafael, sobre a certificação idealizada pelo Governo de Minas Gerais e executada pelo Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater–MG) e Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) – vinculados à Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) para atestar a qualidade das safras.

O novo produto dessa parceria entre Reis Office e Reis de Minas é dividido em três categorias: Torra Intensa (sabor mais encorpado), Torra Suave (com notas adocicadas e aromáticas) e a Torra Equilibrada (que apresenta uma mistura ideal das anteriores). O objetivo da empresa é comercializar esses cafés em ambientes corporativos em um primeiro momento, para um público que precisa de mais energia, concentração e, consequentemente, algo mais forte. Os produtos já estão disponíveis para compra diretamente com a empresa de outsourcing e podem ser solicitados em embalagens de dez cápsulas. Há também a possibilidade de obter juntamente as máquinas de expresso com a Caixa Master, kit que contém 150 cápsulas.

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Emprego: encare o entrevistador como seu cliente

Por Daniel Hoe, diretor de Marketing da Salesforce para América Latina

Em mais de 15 anos de carreira, já participei de dezenas de entrevistas de emprego, muitas como contratante e outras tantas como candidato à vaga. Com base nessas experiências, sei que o nervosismo pode ser um fator decisivo para avançar ou não na seleção. Para ajudar os futuros entrevistados, reuni sete dicas para reduzir o estresse e aumentar a confiança durante e após uma entrevista de emprego. Todas partem de um princípio comum: trate o entrevistador como um cliente interessado em obter mais detalhes sobre o seu produto: você!

1. Estude quem irá te entrevistar (e o que a empresa faz)

Faça uma pesquisa sobre o perfil do entrevistador: interesses, trajetória na empresa, formação acadêmica etc. Use as redes sociais como fonte e também conhecidos em comum (se houver). Seu estresse diminui e sua confiança aumenta se você sabe com quem irá conversar e o que a companhia faz. Aliás, estude muito bem a atividade da empresa, entenda como ela apoia seus clientes e seus desafios. Esteja preparado para responder duas perguntas fundamentais: por que quer vir trabalhar aqui? Como esta oportunidade se alinha ao seu plano de carreira?

2. Quebre o gelo

Com certeza surge uma forte apreensão ao entrar em uma sala com alguém que tem o poder de determinar algo tão importante na sua vida. Contudo, saiba: quem entrevista também está tenso, porque levar alguém novo para a empresa pode ou não funcionar, e isso depende da escolha dele. Conhecer alguns detalhes pessoais e profissionais sobre as pessoas da empresa, como o time do coração ou a cidade natal, pode ser ótimo para quebrar o gelo e iniciar a conversa de forma amigável.

3. Saiba vender o seu peixe

Não importa se você será entrevistado para o cargo de estagiário ou de diretor, provavelmente a primeira pergunta que te farão será “Me conte mais sobre você”, mas esse momento não deve ser um monólogo cansativo de 5 minutos. O ideal é fazer uma breve introdução sobre você, com foco em suas melhores habilidades e sucessos relacionados à posição que você busca, de modo que o entrevistador tenha vontade de te conhecer melhor.

4. Ensaie suas melhores histórias

As pessoas se sentem mais à vontade quando estão contando histórias, mas pode ser difícil lembrar daquelas que resumam suas experiências durante uma entrevista. Por isso, pense e selecione com antecedência oito ou dez histórias mais impactantes sobre seus sucessos pessoais e no trabalho. E treine contá-las para amigos e familiares, assim você se sentirá mais confiante na entrevista. Quando for contar suas histórias, foque em três pontos: Qual era o desafio enfrentado pela empresa? O que você fez? Qual foi o resultado alcançado?

5. Faça uma lista de perguntas realmente úteis

Em uma entrevista de emprego não se deve apenas responder, mas também perguntar. Infelizmente, muitos candidatos fazem perguntas superficiais e que não acrescentam muito (senão, nada) para a conversa. Para se destacar, prepare questões inteligentes e leve-as para a entrevista. Nessa hora o entrevistador irá perceber que você realmente se interessa pela vaga e que se preparou para a entrevista.

6. Ouça – e não tenha medo do silêncio

Ao longo da sua carreira, você vai perceber que é muito mais importante ouvir do que falar. Seja no trabalho ou numa entrevista de emprego, nenhum silêncio é constrangedor. Aliás, falar demais pode demonstrar excesso de nervosismo ou insegurança – além de aumentar o seu risco de dizer o que não devia.

7. Tenha paciência, mas não desapareça do mapa

Após a entrevista, aguarde o retorno com calma e toque sua vida. Mas não suma! Contate o recrutador ou um dos entrevistadores da seleção vez ou outra para dar um “olá”, compartilhar uma informação que possa ser relevante para a rotina profissional dele ou enviar alguma atualização relevante sobre sua vida, como a conquista de uma certificação relacionada ao cargo desejado.

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Atos leva ao Futurecom 2017 soluções para o digital workplace do futuro

A Atos, líder global em Transformação Digital, estará no Futurecom 2017 ao lado da Unify, marca da Atos para software e serviços de comunicação. Entre os dias 3 a 5 de outubro, serão apresentadas soluções completas, integradas e flexíveis para o digital workplace, voltadas para necessidades específicas de cada empresa.

“A digitalização dos ambientes de trabalho é uma tendência e uma necessidade cada dia mais urgente nas empresas. O diferencial da Atos é a capacidade de auxiliar nossos clientes nessa transição para o digital workplace e a ferramenta-chave dessa jornada, na qual apostamos fortemente, é o Circuit”, destaca Ricardo Munhoz, diretor de Mercados da Atos América do Sul.

A Futurecom 2017 marca a apresentação do Circuit no Brasil. A solução reúne todas as ferramentas necessárias para um ambiente de trabalho colaborativo em nuvem, como conferências de voz e vídeo, gravação e compartilhamento rápido de telas e conteúdo, tudo em um único aplicativo, acessível por celular, tablet ou computador pessoal.

O Circuit possibilita o acesso instantâneo a pessoas, dados e conteúdo. A solução mantém profissionais conectados e garante a segurança das informações corporativas, já que as comunicações ficam protegidas nos grupos de trabalho das organizações. O aplicativo é intuitivo, ágil e simples de utilizar, o que elimina a necessidade de compartilhar mensagens de trabalho em aplicativos de chat pessoal.

Esta é uma das ferramentas que fazem da Atos uma empresa reconhecida pelo ISG (Information Services Group), instituto de pesquisa especializado em tecnologia, como uma empresa líder em oferta de serviços para ambientes digitais de negócios.

Integração

A participação da Atos ao lado da Unify no Futurecom marca o momento de integração das duas empresas. Desde janeiro de 2016, a Unify, uma das maiores empresas globais em soluções de colaboração e comunicação empresarial, passou a integrar o grupo Atos. Adquirida em 2015, a empresa hoje é parte fundamental da estratégia de Digital Workplace da Atos, com suas soluções e plataformas de colaboração e comunicação unificada de última geração, como o Circuit.

Segurança

Durante os três dias de evento, a Atos também apresentará as tecnologias que permitiram à empresa lançar o primeiro Centro de Operações de Segurança (SOC – Security Operations Center, na sigla em inglês) prescritivo do mundo, uma solução que possibilita prever ameaças de cibersegurança antes mesmo que elas afetem o negócio. A ferramenta faz a análise de grandes quantidades de dados obtidos na internet e nas redes internas dos clientes, combinada com o conhecimento das ameaças neutralizadas no passado, prevendo novos ataques antes que eles ocorram.

Infraestrutura

Os servidores de alta performance Bullion, uma das maiores ofertas Atos reconhecidas mundialmente, também estarão no Futurecom. O Bullion faz parte das infraestruturas de suporte de dados intensivos em tempo real e é utilizado por mais de 500 organizações para abrigar cargas de trabalho mais críticas em um ambiente seguro e com exigências de alto desempenho. Estes servidores também se destacam em processos de virtualização, IT modernization, otimização de data centers e analítico de Big Data.

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Intel participa do Futurecom 2017 com soluções para toda a cadeia de inovação

A Intel está presente na edição 2017 do Futurecom, maior evento de Tecnologia de Informação e Comunicação (TIC) da América Latina, para participar das discussões sobre tendências e evoluções em 5G, IoT, Telecomunicações, virtualização, cloud, redes, entre outros temas. Uma das principais fornecedoras de soluções tecnológicas ponta-a-ponta do mundo, a Intel está empenhada em promover a Transformação Digital em seus clientes e parceiros e ajudá-los a se preparar para as novas ondas de inovação dos próximos anos.

A companhia está com suas soluções presentes nos estandes dos parceiros Ericsson, VMWare, Huawei, Nokia e Ciena. Além disso, montou um laboratório para demonstrar como a Internet das Coisas vai viabilizar a construção das redes do futuro, por meio de demos de parceiros da Intel como Konker, Advantech, Sierra Wireless e Fibo. No Lounge Intel, os visitantes do evento contam com uma área de descanso e de apoio para conversas mais informais, e ainda podem aproveitar para reabastecer a bateria de seus gadgets e computadores.

FUTURECOM 2017
Local: Transamerica Expo Center – Av. Dr. Mário Vilas Boas Rodrigues, 387 / Santo Amaro – São Paulo – SP
Data: 2 a 5 de Outubro de 2017
Visite o Lounge da Intel
Onde: Hall C, Estande C39

Visite o Laboratório de IoT da Intel
Onde: Hall E, Estande E66

A Intel no Futurecom:

Painel sobre “Eficiência e agilidade na transformação de redes”
Jayro Navarro Junior, diretor de Desenvolvimento de Tecnologia, se juntará a outros líderes da indústria para discutir a disponibilização dos recursos mais avançados de computação em soluções que viabilizam modelos de operação mais ágeis e eficientes.
Quando: 3 de Outubro de 2017, 10:10 a.m. – 10:40 a.m.
Onde: Auditório Argentina

Painel sobre “Uso e Administração Eficiente do Espectro: Um novo paradigma”
Vince Curella, Gerente Técnico de Vendas no Grupo de Vendas da Indústria da Intel, abordará o uso compartilhado de espectro LSA (Licensed Spectrum Access) e alternativas para LTE e 5G.
Quando: 3 de Outubro de 2017, 11:10 a.m. – 12:40 a.m.
Onde: Auditório México

Painel sobre “A Liderança dentro das Organizações na Transformação Digital”
Joe Callandra, Diretor de Comunicações para Serviços da Indústria da Intel, vai discutir com outros especialistas sobre a Postura empreendedora, cultura empresarial e a inovação em um ambiente de competição.
Quando: 4 de Outubro de 2017, 14:30 p.m. – 15:50 p.m.
Onde: Auditório México

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e-Social aumenta o risco de multas para as empresas

Por Tatiana Golfe

O saneamento dos dados para o e-Social tem sido motivo de preocupação de muitas empresas brasileiras. Apesar de criada para simplificar e informatizar as informações contábeis fiscais e contribuir para a modernização da fiscalização e transparência trabalhista no Brasil, a iniciativa do governo federal possui uma enorme quantidade de dados cruzados e regras de validações que podem impedir o aceite dos arquivos. Por isso, sanear esses dados é imperativo para evitar complicações no momento da entrega.

Nesse cenário de adversidade, a grande questão é: o empregador brasileiro está preparado para a chegada do e-Social?

De acordo com uma recente pesquisa da Fenacon (Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas), na qual foram ouvidas 1.332 empresas, somente 4,4% dizem estar prontas para a operação do novo sistema. O levantamento revelou que 42,9% das companhias ainda não iniciaram a implantação, enquanto o restante está começando a se adaptar agora (29,1%), ou em fase intermediária (23,7%). O principal desafio, segundo o relatório, é conseguir mudar a cultura organizacional e repensar os processos.
Os empregadores devem se preocupar com as multas das áreas trabalhista, previdenciária e tributária, que estão vigorando em todo o território nacional. Considerando que todas as informações agora estarão centralizadas em uma base única do governo, agilizando o trabalho de fiscalização, o risco de aplicação de penalidades para as empresas aumenta exponencialmente e as multas estarão cada vez mais afloradas com o e-Social.

A exigência do e-Social com cumprimentos dos prazos, reduz o tempo das empresas para a preparação e envio das informações ao Fisco. No caso de admissão, por exemplo, os dados deverão ser enviados um dia antes do início do trabalhador na empresa. Diferente da regra atual que exige que as informações sejam emitidas até o dia sete do mês seguinte ao de contratação.
Para não perder os prazos do e-Social, garantir a entrega das informações e evitar multas, as empresas precisam se preparar para as mudanças o quanto antes. Mas o que pode acontecer com as empresas que não conseguirem cumprir as exigências do e-Social a tempo?

Não informar a admissão do trabalhador um dia antes

Multa prevista no artigo 47 da CLT, a empresa que não comunicar ao e-Social a contratação de empregado até um dia antes do início do trabalho, receberá multa que varia de R$ 402,53 a R$ 805,06 por empregado, podendo dobrar de valor em caso de reincidência.

Não informar alterações cadastrais ou no contrato do empregado

A multa de R$ 201,27 a R$ 402,54 poderá ser aplicada à empresa que não informar ao e-Social os dados cadastrais de empregado e todas as alterações de seu contrato de trabalho. Como prevê o artigo 41, parágrafo único da CLT.

Comunicação acidente de trabalho (CAT)

A empresa poderá receber multa que varia entre os limites mínimo e máximo do salário de contribuição caso não comunique ao e-Social, em caráter imediato, acidentes de trabalho que resultem no falecimento do empregado. Já acidentes não fatais devem ser informados até o primeiro dia útil seguinte ao do acidente. Em caso de reincidência, a multa também pode dobrar de valor. Esta penalidade não é novidade, pois já é aplicada hoje quando a CAT não é transmitida ao INSS. De acordo com os artigos 19 a 21 da lei nº 8.213/91.

Não realização de exames médicos

Segundo o artigo 168 da CLT, regulamentado pela NR (Norma Regulamentadora) nº 7 do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), é necessária a realização dos seguintes exames médicos nos empregados: admissional; periódico; retorno ao trabalho; mudança de função; e demissional. A não realização desses tipos de exames sujeita o empregador à multa pela infração ao artigo 201 da CLT. O valor, determinado pelo fiscal do trabalho, vai de R$ 402,53 a R$ 4.025,33.

Não informar o empregado sobre os riscos do trabalho

Poderá ser aplicada à empresa multa que varia de R$ 1.812,87 a R$ 181.284,63 de acordo com a gravidade de cada situação, caso a empresa não ofereça informações ao empregado sobre os riscos que ele corre durante o trabalho de exposição de agentes nocivos químicos, físicos e biológicos ou associação de agentes prejudiciais à saúde ou à integridade física. De acordo com o artigo 58, da lei nº 8.213/91.

Não informar afastamento temporário do empregado

Poderá ser aplicada à empresa multa entre R$ 1.812,87 e R$ 181.284,63 caso a empresa deixe de informar o afastamento temporário de empregado independente do motivo: auxilio doença, férias, licença maternidade e outros. Multa prevista no artigo 92 da Lei nº 8.212/9.

Apesar das penas citadas já existirem atualmente, sua aplicação está restrita as informações entregues atualmente e ao processo de fiscalização atual. Com a chegada do e-Social, a base centralizada repleta de informações detalhadas, permitirá ao fisco automatizar parte de seus processos de fiscalização agilizando a identificação de possíveis intercorrências.

Para evitar preocupações e riscos, as empresas devem ajustar suas rotinas e processos internos para se adaptar ao e-Social, garantindo assim o cumprimento desta exigência fiscal e evitando multas. A tecnologia pode ser uma grande aliada e hoje, o mercado brasileiro já dispõe de ferramentas tecnológicas capazes de gerenciar a geração e o envio das informações do e-Social automaticamente, permitindo as empresas um controle maior das informações, além de tornar o processo mais rápido, fácil e seguro.

Tatiana Golfe é Especialista de Regra de Negócio da Questor, uma das principais provedoras de soluções tecnológicas voltadas à área de contabilidade fiscal do país e empresa participante do Grupo de Trabalho que desenvolve a plataforma do e-Social.

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Startup mineira participa de fórum de biotecnologia em Roma

A startup mineira SafeTest Diagnósticos é uma das participantes da 7ª edição do Italian Forum On Industrial Biotechology and Bioeconomy, o IFIB. O Fórum é realizado pela Associação Italiana para o Desenvolvimento das Biotecnologias, Assobiotec. O evento é destinado a empresas, institutos de pesquisa, universidades, investidores e startup de biotecnologia. O encontro acontece em Roma nos dias 5 e 6 de outubro e debaterá a bioeconomia, economia circular, biotecnologia, ciências da vida, agroalimentação, energia e biotecnologia marinha.

Para Janayna Bhering, CEO da SafeTest, o encontro é uma ótima oportunidade de mostrar a força do mercado brasileiro. “O Brasil tem um potencial muito forte na área de biotecnologia e isso precisa ser divulgado. O Fórum é uma oportunidade para estabelecer novas parcerias e potencializar a distribuição dos nossos produtos para alcançar o maior número possível de pessoas que precisam de diagnósticos rápidos para doenças”.

A startup também está participando da segunda edição do LEAP International, programa de aceleração exclusivamente para empresas brasileiras, em Vancouver, no Canadá. O programa é na aceleradora Launch Academy em parceria com a Dream2b, empresa que atua com a internacionalização de startups para o Canadá. Outra atividade na agenda da SafeTest, é a participação no encontro anual de investidores da NACO (National Angel Capital Organization), em Montreal, de 2 a 5 de outubro.

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T-Systems leva IoT para a Futurecom 2017

A T-Systems do Brasil, provedora alemã com amplo portfólio digital de soluções e serviços de TI, será uma das participantes do espaço IoT Applications da Futurecom, evento que será realizado entre os dias 02 e 05 de outubro, em São Paulo. A companhia vai apresentar algumas de suas soluções baseadas na combinação do uso de tecnologias como RFID e IoT (Internet das Coisas).

Um exemplo é a solução Smart Logistics, da Roambee, empresa da divisão digital da T-Systems. De acordo com Luis Fernando Tadei, head de transformação digital da T-Systems Brasil, a solução é formada por equipamentos equipados com sensores portáteis sem fio, chamados “Bees” e uma plataforma de software baseado em nuvem.

Os sensores conectados a uma plataforma baseada na nuvem se integram com quaisquer programas comerciais, tais como o ERP. Além disso, o sistema é capaz de entregar uma análise preditiva que amplia a eficiência operacional, reforça o engajamento dos clientes, reduz riscos e garante métricas para o cálculo de retorno sobre o investimento (ROI).

“Beneficiando uma grande gama de segmentos, a solução permite, por exemplo, o monitoramento em tempo real da temperatura e o status de localização de medicamentos sensíveis durante seu transporte, isso com o uso de dados e alertas em tempo real, que permitem ações imediatas em caso de necessidade”, explica.

Os visitantes do espaço IoT Applications poderão conhecer de perto a solução CAPPe (Computer Aided Process Planning environment) para controle de processos integrada à tecnologia RFID. Além do controle do processo sem o uso de papel (paperless) e monitorar diferentes equipamentos industriais no chão de fábrica, o CAPPe permite o controle ativo do uso dos EPIs (Equipamentos de Proteção Individual) correto em áreas obrigatórias. Na pratica, trata-se de uma solução onde o responsável pela área de segurança industrial pode, por exemplo, ser alertado de forma online sobre a divergências de utilização dos EPI´s pelos funcionários nas diversas áreas da empresa.

“As regras podem ser configuradas e sempre que o funcionário estiver atendendo as regras, o fluxo é liberado. Caso contrário, a ferramenta pode gerar alertas ou impedir o fluxo do trabalho para que um responsável possa analisar e corrigir as divergências.”, explica Luiz Carlos Coelho, gerente de soluções de TI da T-Systems do Brasil.

Outra soloução presente no espaço IoT Applications será o eEVN (extended Enterprise Value Network), uma plataforma de serviços da T-Systems que busca otimizar a integração de uma empresa com seus clientes e/ou fornecedores, provendo rastreabilidade e agilidade na comunicação com os parceiros de negócio e trazendo transparência e segurança para os processos dentro da cadeia de suprimentos.

Será demonstrado a integração da solução eEVN com a tecnologia RFID permitindo monitorar e rastrear o embarque de materiais nas áreas de expedição dos fornecedores, bem como o recebimento e conferência automática destes materiais nos clientes. O eEVN une e valida as informações coletadas através dos leitores e antenas de RFID com as informações contidas nos arquivos eletrônicos logísticos e fiscais trafegados via EDI. Desta forma é possível prover relatórios e um Cockpit de monitoração gráfica com alertas visuais para maior controle e agilidade nos processos logísticos de envio e recebimento de materiais.

Por fim, a T-Systems Brasil vai apresentar uma simulação de sua solução de monitoramento de refrigeradores em tempo real. Sensores instalados nos equipamentos – sejam caminhões refrigerados, freezers ou geladeiras instaladas em supermercados ou restaurantes -, enviam informações para a nuvem. Através de um portal, acessível via tablet ou celular, é possível visualizar um dashboard que contém todos indicadores, alarmes e eventos estabelecidos. “Qualquer alteração de temperatura e umidade é informada, bem como sua causa, que pode ser uma queda de energia ou simplesmente uma porta deixada aberta muito tempo”, diz Tadei.

IoT Applications

O IoT Applications é um espaço da Futurecom destinado a demonstrações de utilização prática de Internet das Coisas. Situada na Hall B, a área de mais de 200m2, será um grande showcase de demonstração de soluções IoT para todos os expositores do Futurecom e algumas empresas convidadas. A organização incentivou a representação da IoT em diversos segmentos, tais como: Indústria 4.0, Saúde, Educação, Customer Experience, Serviços Públicos e Utilities, Big Data e Agronegócio.

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Rakuten EXPO 2017 traz para São Paulo co-fundador do aplicativo Waze

Realizado nessa quinta-feira (5), das 9h às 20h, no World Trade Center Golden Hall, em São Paulo, a Rakuten EXPO 2017 traz ao Brasil o israelense Uri Levine, co-fundador do aplicativo Waze. Levine abordará o tema empreendedorismo e como criar um modelo de negócios de sucesso, contando detalhes sobre a sua própria trajetória, da criação à venda do app por mais de US$ 1 bilhão. Além de Levine, outros 50 palestrantes nacionais e internacionais palestram no evento, promovido pela Rakuten Digital Commerce, empresa de soluções para e-commerce vinculada ao maior ecossistema de internet no mundo. Os ingressos podem ser adquiridos no site (expo.rakuten.com.br).

Ricardo Sangion, Head América Latina do Pinterest, vai contar um pouco da história da companhia que, recentemente, atingiu a marca de 200 milhões de usuários no mundo, ultrapassando o Snapchat. Sangion abordará a transição da descoberta do offline para o digital, mostrando como varejistas podem se valer do Pinterest para impactar tanto as vendas na loja virtual quanto na física.

Outro convidado é Rodrigo Pimentel, ex-capitão do BOPE e roteirista do filme Tropa de Elite. A história do capitão Nascimento, no primeiro filme da série, foi inspirada em sua trajetória. Na Rakuten Expo, Pimentel faz a palestra “Construindo Tropas de Elite”, na qual dá dicas de como alcançar alta performance e superar desafios.

O evento traz ainda palestras focadas diretamente no dia a dia do lojista virtual. O presidente da ABComm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico), Maurício Salvador, vai falar sobre o futuro da logística no e-commerce, historicamente um dos maiores desafios do setor. “Este é o ponto onde aperta o sapato do lojista. E é também o lugar em que os e-commerces mais lucrativos estão ganhando o jogo. Vamos falar de todas as inovações em logística que já são realidade ao redor do mundo e que precisam ser incorporadas o quanto antes pelos lojistas brasileiros”, explicou.

Os painéis foram cuidadosamente pensados para abordar todos os temas relevantes para o e-commerce. Um dos assuntos do momento, a Inteligência Artificial, estará presente em uma palestra com o diretor de produto da Clearsale, Gilmar Hansen, e os famosos chatbots entram em foco em um painel, com os CEOs da TopperMinds – FabrízzioTopper -, da Nama – Rodrigo Scotti – e da Contate Agora – Cristiano Furquim -, além da co-fundadora da Neomode, Fabiola Paes. O tão falado (e tão pouco colocado em prática) omnichannel também será debatido sob vários pontos de vistas. As melhores práticas em meios de pagamento, segurança online, marketing, vendas, aquisição e retenção de clientes também serão expostas durante o evento.

Como nos anos anteriores, o palco da Rakuten EXPO será em 360°, com dezenas de palestras simultâneas divididas em quatro verticais: Estratégia & Negócios, Marketing & Vendas, Tecnologia e Operações. Entre os demais destaques dos executivos participantes estão Daniel Funis (Farfetch), Luciana Batista (Bain&Company) e Rodrigo Tavares (Expedia). Além do espaço de aprendizado, os participantes poderão trocar experiências com os palestrantes e debater sobre as oportunidades e os desafios do ambiente online.

Rakuten EXPO 2017

Quando? 05 de outubro

Que horas? 9h

Onde? WTC Golden Hall. Av. das Nações Unidas, 12551, Cidade Monções, São Paulo

Ingressos: expo.rakuten.com.br

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Openet participa do Futurecom com a Abranet e fala sobre ‘monetização rápida’

A Openet, companhia irlandesa fornecedora de soluções BSS – Business Support System – anuncia que irá participar do Futurecom, que acontece de 02 a 05 de outubro, no Transamérica Expo São Paulo, em parceria com a Abranet – Associação Brasileira de Internet. O executivo Ricardo Szwarc, gerente de Vendas Técnicas da Openet, ministrará palestra sobre Monetização Rápida, uma plataforma de cobrança de alta performance que permite maximizar as receitas das operadoras e provê grande capacidade de engajamento de clientes, suportando a Transformação Digital de forma imediata e completa.

A plataforma de Monetização Rápida permite fazer, por exemplo, notificação de ofertas aos clientes por meio de vários canais, tais como: Push Notifications (Web, Microsoft, Apple, Google) e os tradicionais SMS, redirecionamento de URL e e-mail. Ainda, em relação ao Marketing, a operadora consegue criar ofertas interessantes a seus assinantes pois são contextualizadas e personalizadas além de disponibilizá-las em tempo real. Promove comunicação relevante e personalizada bem como recomendações de compra a gerir de forma simples e automatizada campanhas promocionais.

No Futurecom, a companhia também irá mostrar seu portfolio com soluções em software para Dados Patrocinados (Sponsored data), Charging, ANDSF (solução de WiFi Offload), PCRF (Policy and Charging Rules Function, do inglês, gestão de Regras de Política e Cobrança) e RTOM (plataforma de engajamento com os clientes em tempo real).

Agendada para o primeiro dia do evento (02/10), às 18h00, no Auditório México, a palestra sobre Monetização Rápida é voltada às operadoras e às empresas em geral de Telecomunicação e Internet. O executivo da Openet abordará em detalhes como uma plataforma de Monetização Rápida é capaz de permitir um envolvimento mais direto com o assinante, maior eficiência no relacionamento com o cliente, geração de produtividade além da geração de novas oportunidades de receita e aumento da satisfação do cliente e seu maior engajamento.

A plataforma da Openet é baseada em software para o suporte das atividades de negócio do cliente, tais como: PCRF, cobrança em tempo real, gerenciamento de relacionamento com o cliente, automação de atendimento ao consumidor etc. Seu portfólio combina controle de políticas e cobrança com interação de dispositivos móveis; permite modelos de cobrança inovadores, controlar custos operacionais e personalizar serviços. Os maiores provedores de serviços de Telecomunicações e Internet no mundo usam a plataforma da Openet.

Futurecom
02 a 05 de outubro de 2017
Estande: Abranet
Palestra sobre Monetização Rápida: 02/10, às 18h – Auditório México

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FGV usa Inteligência Artificial para criar sistema inédito de garimpo de texto

O Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil (CPDOC) e a Escola de Matemática Aplicada (EMAp) da Fundação Getulio Vargas, em parceria com a Columbia University, criaram a ferramenta History Lab. A partir do uso da Inteligência Artificial, pesquisadores têm à sua disposição novas ferramentas de pesquisa e uma compilação de informações ligadas às relações internacionais e a diferentes Estados, como Brasil, Reino Unido e Estados Unidos, numa quantidade de dados sem precedentes.

“Os arquivos virtuais estão cada vez mais fragmentados, com dezenas de coleções espalhadas pela web, cada uma com diferentes metadados e recursos de pesquisa. Agrupamos coleções múltiplas e as unimos em um único banco de dados, o maior conjunto de documentos não classificados processados e disponíveis para qualquer pessoa fora do governo”, disse o professor e pesquisador da EMAp, Renato Rocha Souza.

Alexandre Moreli, professor do CPDOC, relata que o robô criado no projeto History Lab lê arquivos nascidos digitalmente ou que foram digitalizados e faz uma análise probabilística e estatística dos mesmos, sem que haja limitações quanto à quantidade deles. Segundo Moreli, a partir desse processo, o sistema identifica as palavras relacionadas entre si no universo de documentos e cria grupos temáticos coesos, o que um ser humano poderia levar meses, anos ou mesmo décadas para realizar.

“Através das linhas de programação e dos algoritmos desenvolvidos pelo grupo de pesquisadores da FGV, onde se encontram cientistas da informação e historiadores, a ferramenta foi dotada de inteligência artificial para identificar e agrupar documentos correlacionados. A frente brasileira da pesquisa lançou seus trabalhos em maio de 2016 utilizando mais de 10 mil documentos da coleção histórica mantida pelo CPDOC. Entre eles, documentos do ex-ministro das Relações Exteriores do Brasil, Antônio Azeredo da Silveira”. A ferramenta teve resultados tão surpreendentes que foi objeto de interesse do Departamento de Estado dos Estados Unidos (DoS) e de seus Serviços de Inteligência.

Renato Rocha Souza conta que, dentre as coleções processadas pelo History Lab encontra-se a primeira nascida digitalmente no DoS na década de 1970, com cerca de um milhão de documentos. Ele diz que boa parte dessas informações é sensível ou secreta e, portanto, tem sua disponibilização pública regulada pelas leis de acesso à informação do país. O problema, completa Renato, é que a determinação do momento da abertura pública de cada documento depende de seu grau de sigilo e de sensibilidade, em um processo a ser controlado minunciosamente e que, por ter sido feito manualmente até hoje, revela-se muito demorado e dispendioso. Um dos objetivos do History Lab é, também, facilitar esse trabalho através do exame automático do conteúdo de cada informação arquivada e da identificação de seu grau de sigilo, determinando se deve ou não ser divulgada ao público.

“Além dessa preocupação com documentos históricos, eles ficaram interessados em nossa tecnologia por causa dos recentes vazamentos de dados para o governo russo e para o WikiLeaks. Somente em 2015, o DoS gastou US$ 16 bilhões para proteger informações. Um exemplo é um documento sobre a sensibilidade do governo japonês em relação às inspeções dos EUA sobre suas instalações nucleares. Esse documento não estava classificado, mas deveria ter sido originalmente definido como confidencial”, relata Renato Rocha Souza.

Futuro – O professor do CPDOC Alexandre Moreli diz que, em breve, o History Lab vai expandir as coleções processadas agregando documentos de outros países, além de disponibilizar outras ferramentas aos pesquisadores. “A equipe da FGV continuará a aperfeiçoar os recursos existentes, perseguindo inovações como o reconhecimento automático de pessoas em fotografias históricas ou a sincronização áudio-texto de entrevistas de História Oral. Trata-se de uma expertise que poderá ser aproveitada tanto por instituições mantenedoras de arquivos e pela administração pública, como por empresas ou outros interessados que pretendam gerir e explorar conjuntos de informação em escalas cada vez maiores”, observa.

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Comércio eletrônico espera faturar R$ 2,1 bi no Dia das Crianças, estima ABComm

O comércio eletrônico brasileiro deve movimentar R$ 2,1 bilhões no Dia das Crianças. É o que projeta a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm). De acordo com a entidade, esse montante representa um crescimento de 5% em relação ao mesmo período de 2016.

No total, a expectativa é que as lojas virtuais brasileiras recebam oito milhões de pedidos, com tíquete médio de R$ 269. As categorias mais buscadas devem ser “Brinquedos”, “Eletrônicos”, “Moda e Acessórios”, “Informática” e “Esporte e Lazer”. A estimativa leva em conta as compras realizadas entre os dias 25 de setembro e 11 de outubro.

“O e-commerce brasileiro registra um ritmo muito bom de crescimento, o que deve se refletir nesta data. Os lojistas prepararam promoções e condições especiais a fim de serem mais atrativos para seus consumidores neste momento econômico”, comenta Mauricio Salvador, presidente da ABComm.

O crescimento de 5% nas vendas nesse período é menor do que a média do ano, de 12%. Segundo Salvador, o motivo é que o tíquete médio dessa data é mais baixo, uma vez que categorias de valor mais elevado, como Eletrodomésticos, Móveis e Acessórios Automotivos, não tem representatividade nesse período.

Além disso, a crescente participação dos marketplaces e dos smartphones nas vendas online, tem contribuído para redução do tíquete médio. Por outro lado, a frequência de compra tem aumentado.

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Como o processo de inovação da sua empresa deveria ser?

 

Empresas e agências governamentais geralmente cometem o erro de olhar para a inovação como um “ajuntado” de atividades sem disciplina ou sem regulamentação.

Na realidade, para que a inovação venha a contribuir com uma empresa ou com uma agência governamental, ela deve ser pensada como um processo, desde o começo de seu desenvolvimento.

Quando empresas não possuem um pipeline formal de inovação, aprovações de projetos tendem a ser embasadas em quem tem a melhor demo ou slides, ou nos lobbies mais fortes.

Não há, para quem propôs a ideia, o fardo de conversar com possíveis clientes, criar um mínimo produto viável, testar hipóteses e compreender as barreiras do desenvolvimento.

Nesses casos, conta-se somente com pessoas bem-intencionadas e inteligentes, sentando num comitê para decidir que ideias valem serem colocadas em prática.

Ao invés disso, empresas precisam é de um pipeline auto regulável, embasado em evidências.

Ao invés de um comitê de ideias, elas precisam de um processo que opera com velocidade e urgência, e que ajuda pessoas inovadoras e outros stakeholders a levantar e priorizar problemas, ideias e tecnologias.

Esse processo de priorização tem que começar antes mesmo de uma nova ideia chegar até a engenharia.

Dessa maneira, as inovações que chegam até a engenharia já irão possuir evidências substanciais, e irão evitar desperdício de trabalho e de investimento.

Validar necessidades de consumidores, processos, segurança legal, problemas de integração, etc.

excelente processo de inovação dentro de uma companhia deveria ser assim:

Inovação: durante um período, um grupo gera uma lista de problemas, ideias e tecnologias que podem valer a pena investir.

Curadoria: durante alguns dias ou mesmo semanas, os inovadores saem de seus próprios escritórios e conversam com colegas e clientes.

O objetivo é encontrar outros lugares na empresa onde um determinado problema poderia existir de uma forma ligeiramente diferente.

Identificar projetos internos relacionados já existentes e encontrar soluções comercialmente disponíveis para problemas.

Também procurar identificar questões legais, problemas de segurança e problemas de suporte.

Esse processo auxilia a identificação de quem seriam os possíveis clientes de uma solução a ser desenvolvida, a equipe a ser envolvida no desenvolvimento, e até mesmo como um mínimo produto viável deve ser.

Essa fase inclui a criação do mínimo produto viável inicial.

Algumas ideias “morrem” quando o time reconhece que ela pode ser inviável financeira, legal ou tecnicamente, ou ao descobrir que alguém já fez um produto similar.

Priorização: uma vez que uma lista de ideias de inovação foi refinada pela curadoria, é necessário priorizar essas ideias.

Um dos modelos mais rápidos para isso é o Modelo de Três Horizontes, de McKinsey.

Uma vez que os projetos estejam priorizados, a equipe deve então pegar o primeiro da lista e se perguntar: “esse projeto vale ser executado pelos próximos meses, com esforço integral de nosso tempo?”.

Essa priorização não é feita por um comitê, e sim pela própria equipe de inovação.

Exploração da solução e teste de hipóteses: as ideias que passarem pelo filtro da priorização entram em uma fase de incubação.

Esse processo entrega evidências para decisões baseadas em dados, facilmente defensáveis. Para cada ideia, o time de inovação cria um canvas de modelo de negócio.

Tudo nesse canvas não passa de hipótese, e a ideia é validar tudo.

Incubação: Uma vez que os testes de hipóteses forem concluídos, muitos projetos ainda irão precisar de um período de incubação enquanto os times concluem o recolhimento de informações acerca da aplicação.

Concluem a criação do MPV, e se acostumam a trabalhar juntos (em casos de equipes recém-formadas).

A incubação requer uma atenção dedicada das lideranças da empresa, para que se garanta que o projeto não morra por falta de acesso a recursos ou se torne “órfão” (sem alguém para o guiar).

Integração e inovação

Nesse ponto, se a inovação for Horizonte 1 ou 2 (segundo o Modelo de Três Horizontes, de McKinsey), é hora de integrar ele na organização já existente de sua empresa (inovações Horizonte 3 geralmente são criadas para serem independentes).

Tentar integrar projetos de inovação novos, sem orçamento e planejamento prévio é caótico e frustrante, com certeza gerará atrito.

Uma realidade de mercado atual é de que as empresas estão enfrentando a grande ameaça da disrupção.

Algumas inclusive começaram a perceber que sua vantagem tecnológica é diminuída ano após ano, e ficar parado logo vai se transformar em ficar para trás.

Que tal fazer uma pausa e pensar em como o seu processo de inovação se parece, e como pode ser melhorado?

 

Por Siro Canabarro, CMO da Gumga

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Como se proteger dos perigos Internet das Coisas

É provável que no futuro a internet das coisas seja uma realidade em praticamente todos os setores da economia, comerciais e industriais, notadamente nas áreas de saúde, agricultura, segurança pública, manufatura e transporte.

Enquanto isso não acontece, sua maior aplicação é em ambientes residenciais, onde está sujeita a uma série de vulnerabilidades, muitas vezes desconhecidos pelos moradores. Previna-se conhecendo os principais perigos de ter uma casa integrada, de acordo com Jose Antonio de Souza Junior, Gerente de Operações da UL do Brasil, empresa especializada em certificações e segurança.

1. Todo e qualquer dispositivo provido de tecnologia wireless (sem fio), também chamado de inteligente, está apto a se conectar à rede e, portanto, sujeito aos riscos de um ataque cibernético. Os eletrodomésticos inteligentes mais vulneráveis são: televisores, refrigeradores, sistemas de controle iluminação, aquecedores e condicionadores de ar e sistemas de entretenimento entre outros.

2. Uma das sacadas mais inteligentes do IoT é o controle da casa a partir do carro, o que evita alguns desastres como o bolo queimar ou a sala ficar encharcada em função de uma tempestade. Porém, esta conectividade é uma porta aberta a uma série de vulnerabilidades que permitem o acesso à residência e o “roubo” de informações pessoais e confidenciais. Não é preciso que o mal intencionado conheça códigos ultraconfidenciais para explorar sua casa, um hacker com pouca experiência pode ter acesso a todos os seus dados, por isso, cuidado.

3. Além de interferência em informações sigilosas, um ataque cibernético pode deixar a casa vulnerável a uma pane geral.

4. Atenção aos sequestros. Eles estão se tornando cada vez mais comuns por meio da tecnologia usada para o mal. O sequestro virtual, também conhecido como ransomware, é caracterizado pelo bloqueio do computador da vítima, com a solicitação de resgate em dinheiro em troca da senha que irá destravar a máquina. Além de computadores, o golpe também afeta dispositivos móveis.

5. Ninguém mais usa lan houses, mas a internet pública, o famoso wifi livre, é outro item que inspira cuidados, pois pode ser um ponto sensível ao acesso mal-intencionado. Caso não se queira evitar o uso de maneira generalizada, é importante seguir alguns protocolos, listados ao final do texto.

6. É um erro acreditar que comandos de voz são à prova de ataques virtuais, pelo contrário, talvez sejam os meios mais suscetíveis ao risco de acesso indevido à rede, já que podem ser reproduzidos, por exemplo, por computador. Os sistemas por biometria e senhas são mais seguros, porém também requerem cuidados.

7. Importante saber: muitos dos dispositivos de IoT possuem um servidor web interno que hospeda um aplicativo para gerenciar o dispositivo. Como qualquer servidor ou aplicativo web, pode haver falhas no código que permitem que o dispositivo seja atacado. Como esses dispositivos estão conectados, os pontos fracos podem ser explorados remotamente.

8. Outro ponto de atenção é a necessidade de manutenção constante. Os dispositivos IoT podem ter serviços para diagnósticos e testes, que devem ser usados. Se estiverem em portos abertos, inseguros ou vulneráveis, eles se tornam potenciais buracos de segurança, mais propensos a ter um código explorável.

9. Algo que vale a pena validar com um especialista é se a criptografia de transporte está sendo feita porque se o dispositivo estiver enviando informações privadas sobre um protocolo inseguro, qualquer um pode ler. Nem sempre é óbvio quais informações um dispositivo IoT pode estar compartilhando, por isso é bom procurar ajuda.

10. E não custa dizer o óbvio: não revele sua senha em nenhuma hipótese porque sua privacidade pode estar em risco. O uso de senha de acesso é sempre essencial.

Principais cuidados para utilizar a internet das coisas:

– Manter os sistemas operacionais e drivers atualizados.

– Proteger contra atividades mal intencionadas atualizando antivírus e antimalwares.

– Manter dados em nuvem.

– Atualizar o Firewall.

– Auditar e analisar os incidentes de segurança quando reportados.

– Proteger fisicamente a estrutura contra acessos mal-intencionados, por exemplo, pela porta USB.

– Utilizar sempre senhas complexas, sem nenhuma correlação com dados pessoais como datas e números de documentos, e as troque regularmente.

– Pesquise antes de comprar equipamentos de conexão para sua casa ou mesmo eletrodomésticos ‘inteligentes’ (conectados à rede) e dê preferencia a marcas que são reconhecidas por seu cuidado com a segurança da informação (por exemplo, lançam frequentes atualizações de segurança).

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