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FIEMG, Câmara Ítalo-Brasileira e Engineering do Brasil realizam o Digital Transformation Day em MG

No próximo dia 12 julho a partir das 8 horas, na sede do FIEMG, em Belo Horizonte (MG), será realizado o “Digital Transformation Day”. Trata-se de um evento, que faz parte do Projeto VENDA MAIS INDÚSTRIA 4.0, no qual serão apresentados paras as empresas oportunidades oferecidas pelas tecnologias digitais e como expandir seu Business Model, transformar e digitalizar as operações, descobrir novas oportunidades de monetização e criar um grande valor em Customer Experience.

Na ocasião, a Engineering do Brasil irá apresentar o DigitalOne, o digital transformation framework (conjunto de metodologias, ferramentas de software, tecnologias e consultoria) desenvolvidas para melhor acompanhar as empresas ao longo do jornada de Transformação Digital. Ainda durante o evento serão mostrados cases reais de como o uso das tecnologias de Inteligência Artificial, Machine Learning, Chatbot, Omnichannel, APIS, Digital Integration são usadas concretamente nas empresas digitais para melhorar a Customer Experience, as operações e como habilitar ecossistemas de parceiros e clientes.

Filippo di Cesare, CEO da Engineering do Brasil, afirma com satisfação que a empresa está fazendo um grande investimento no Brasil: “Foi muito positiva a escolha feita tempo atrás da criação no Brasil de um departamento digital que apenas trabalhasse – como uma organização horizontal e ágil – no digital, que tem tido resultados brilhantes. Até hoje temos desenvolvido uma oferta abrangente e uma abordagem holística que está alcançando grande sucesso no mercado. Pessoalmente, estou muito feliz com os resultados alcançados e enxergo grande perspectivas de crescimento. Não há dúvida de que a Inteligência Artificial é um dos pontos tecnológicos mais efervescentes com que trabalhamos, o volume de soluções de negócios empresariais baseadas em plataformas de Inteligência Artificial está crescendo drasticamente e será uma das tecnologias mais disruptivas dos próximos anos”.

“Outra área que investimos muito (e que será mostrado no evento) é no desenvolvimento de fortes capacidades de APIS para ajudar as empresas a fazer disso as bases de sua estratégia digital, permitindo novos produtos digitais, modelos de negócios, canais de negócios, ecossistemas, entre outros. As APIS são fundamentais para alcançar a agilidade dos negócios e acelerar o processo de entrega de novas ideias ao mercado e a Engineering do Brasil atua com grande conhecimento neste setor”, finaliza Di Cesare.

A Engineering está entre as maiores empresas da Europa, que atua em Digital Transformation, com mais de 1,5 bi US$ de receita anual e presente no Brasil desde 2008 com cerca de 600 colaboradores entre SP e BH e mais de 150 clientes.

Digital Transformation Day
Dia 12/07
Horário: das 8h às 15h
Local: Sede da FIEMG
Endereço: Avenida do Contorno 4520, 4456, Foyer (Auditótio 4º), Funcionários, Belo Horizonte, MG
Inscrições: https://www.sympla.com.br/projeto-venda-mais-industria-40__314127

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A diversidade no universo corporativo

Por Cibele Lara

Diversidade é uma forma de promover a inclusão, garantindo igualdade e direito para todos os seres humanos no mundo corporativo e na sociedade em geral. Por meio de ações e programas educativos e de conscientização, pequenas e grandes empresas têm se esforçado para mudar esse lado dramático da história da humanidade, que sempre foi marcado de segregações de cor, gênero, classe social e outras questões.

Algumas empresas já perceberam que tudo é mais produtivo, pleno e positivo no mundo dos negócios quando se dá a devida importância às relações para minimizar a desigualdade e fomentar a inclusão social no ambiente corporativo, nas escolas e em programas sociais.

O tema nos leva refletir do quanto ainda falta para que a diversidade seja compreendida e aceita por todos. O deficiente físico, a mulher, pessoas de outras nacionalidades e principalmente os jovens, devem ser respeitados e valorizados como seres que podem fazer a diferença no mundo corporativo. Nós da JA entendemos que diversidade é algo a ser trabalhado com atenção e cuidado em todas as esferas sociais. Requer dedicação para que o indivíduo se desenvolva num ambiente mais humano, livre de preconceitos e mais criativo.

Bom lembrar que a maior parte dos voluntários da JA são empresários e trabalhadores; são pessoas que se propõe a orientar jovens para o mercado de trabalho mostrando caminhos que podem levá-los a tomar decisões equilibradas, criativas e ponderadas, para enfrentar a realidade do mercado de trabalho, que muitas vezes apresenta obstáculos e dificuldades para serem vencidos com coragem. Essas pessoas fazem a diferença, e a intenção é que elas se multipliquem e continuem contribuindo para mudar o mundo. .

É preciso fazer mais e falar menos. Criar oportunidades às minorias que há dezenas de anos sofrem por sua condição, situação, opção entre outros. Ações afirmativas no ambiente corporativo ainda são tímidas, mas devem melhorar com o tempo e com investimentos.

O nosso laço com as empresas e voluntários é transparente, inspirador para uma mudança satisfatória no campo da educação. Para nós a diversidade é inerente ao ser humano, porque promove nas escolas uma oportunidade de visão empreendedora. Acreditamos que um ambiente profissional misto, formado por pessoas diferentes é mais saudável e mais propenso ao desenvolvimento pessoal, humano e de grupo. Nesse ambiente, se desenvolvem talentos e sentimentos de compreensão, amor próprio e amor ao próximo, além da aceitação.

O mundo está mudando e as pessoas precisam se permitir mudar. Aceitar que o outro seja outro no ambiente corporativo e em qualquer lugar, e que sejamos todos valorizados pelas nossas especificidades. Nós acreditamos que o mundo se torna mais pleno quando temos o diverso na forma de pensar, nas expressões culturais, nas manifestações sexuais, na economia e organizações sociais.

Cibele Lara, diretora executiva da JA São Paulo – Junior Achievement é uma das maiores organizações sociais de educação empreendedora do mundo, que prepara os jovens para o mercado de trabalho.

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CNI apresenta aos candidatos à Presidência da República 43 propostas para estimular o crescimento do país nos próximos quatro anos

Da Agência CNI de Notícias

Os próximos governantes terão à frente grandes desafios para recolocar o Brasil na rota do desenvolvimento econômico e social sustentado. A cada ciclo eleitoral, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) apresenta aos candidatos à Presidência uma série de medidas consideradas fundamentais para superar obstáculos ao crescimento da economia, estimular o amadurecimento institucional e melhorar a qualidade de vida da população.

Em 2018, a indústria organizou 43 propostas para o Brasil construir, nos próximos quatro anos, uma economia mais produtiva, inovadora e integrada ao mercado internacional. “O setor produtivo está fazendo a sua parte e as propostas servem de bússola para o longo caminho ainda a ser percorrido. A agenda de reformas deve ser o carro-chefe desse novo tempo. Mais do que nunca, é fundamental que os brasileiros escolham governantes que estejam verdadeiramente comprometidos com a retomada do desenvolvimento do país”, afirma o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade.

Os 43 documentos para o novo governo foram elaborados com base no Mapa Estratégico da Indústria 2018-2022. Os estudos traçam diagnósticos e sugerem ações em áreas como eficiência do estado, segurança jurídica, infraestrutura, tributação, educação, meio ambiente, inovação, financiamento e segurança pública.

As recomendações foram discutidas com os presidenciáveis durante o Diálogo da Indústria com os Candidatos à Presidência da República, que reuniu cerca de 2 mil líderes empresariais nesta quarta-feira (4), no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), em Brasília. A CNI apresenta as propostas da indústria aos presidenciáveis desde a eleição de 1994.

Confira a relação de documentos em https://noticias.portaldaindustria.com.br/noticias/institucional/cni-apresenta-aos-candidatos-a-presidencia-da-republica-43-propostas-para-estimular-o-crescimento-do-pais-nos-proximos-quatro-anos/

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Fleury e Sabin firmam parceria para investir em startups de saúde

Para fortalecer a inovação em saúde no Brasil, dois dos maiores players de medicina diagnóstica do País, Grupo Fleury e Grupo Sabin, iniciaram uma cooperação técnico-científica internacional. As duas empresas investirão de forma conjunta na Qure – venture capital e incubadora de startups na área de saúde. A empresa faz parte do fundo de investimento israelense Ourcrowd.

A cooperação tem o objetivo de trazer inovações disruptivas de centros de referência ao setor de saúde brasileiro. Tradicionalmente, tanto Grupo Fleury como Grupo Sabin são modelos de excelência em serviço de saúde e já possuem uma trajetória de pesquisas, programas e iniciativas técnico-científicas e em inovação. As duas empresas atuam em diferentes regiões do país, oferecendo o contexto de robustez e velocidade para a implantação de novas tecnologias e métodos que irão gerar valor para a cadeia produtiva de medicina diagnóstica. O foco da parceria será o desenvolvimento de novos modelos de negócios nas áreas de inteligência artificial, diagnóstico remoto, segurança de dados, biologia molecular e monitoramento glicêmico.

O Grupo Sabin possui histórico de investimentos em pesquisas com o objetivo de estimular e desenvolver iniciativas para oferta de serviços diferenciados à população em todas as regiões do País. Segundo a presidente executiva do Grupo Sabin, Lídia Abdalla, “a inovação está no DNA da empresa. A aceleração das startups da Qure permitirá o acesso a tecnologias disruptivas em um dos maiores centros de referência em saúde digital, dedicado a soluções para a medicina de precisão e que tragam mais eficiência ao setor de saúde. Essa cooperação possibilitará o compartilhamento de conhecimento, mais agilidade ao ciclo de ampliação do portfólio de serviços de excelência e avanço científico”, explica a presidente.

Na avaliação do presidente do Grupo Fleury, Carlos Marinelli, as duas empresas têm atuação geográfica complementar, e essa cooperação técnico-científica confere maior atratividade e escalabilidade para introduzir no País potenciais soluções como as que são desenvolvidas pelas startups incubadas na Qure. “Estamos atentos às mudanças no ecossistema de inovação. Além da forte aproximação que sempre mantivemos com a universidade para a produção de conhecimento e desenvolvimento de novas soluções na medicina, temos incorporado de forma crescente modelos de parceria com empresas de tecnologia, startups e outras empresas estabelecidas no segmento”, afirma o executivo.

Inovação é alavanca estratégica nas duas empresas

O Grupo Sabin possui três décadas de atuação em medicina diagnóstica e uma trajetória de investimento em inovação e em pesquisas técnico- científicas. Desde 2001, mantém o Núcleo de Pesquisa que apoia universidades e instituições acadêmicas no desenvolvimento de conhecimento e projetos de pesquisa. Com o objetivo de estimular a inovação no setor, o Grupo também aposta em startups brasileiras – já patrocinou por dois anos a primeira aceleradora de startup em saúde da América Latina, a Berrini Ventures. Em 2017, abriu edital próprio para aceleração de startups, o Inova Sabin, que integra parte do programa de corporate venture da operação. Este ano, por meio do Sabin Ventures, braço de investimentos em inovação do grupo, a empresa realiza a incubação da Pickcells, startup focada na automatização de exames parasitológicos e que, posteriormente, ampliará o uso da técnica para o desenvolvimento de exames em outras áreas.

A inovação é um dos atributos que caracterizam mais fortemente a história de mais de 90 anos do Grupo Fleury. Entre as iniciativas de inovação em parceria com startups mais recentes, destaca-se o lançamento do Teste de Origem Tumoral (TOT) – realizado em parceria com a startup Onkos, Hospital de Câncer de Barretos e Universidade do Maranhão. O Grupo Fleury também organiza chamadas públicas de pesquisa e anualmente o Prêmio de Inovação Fleury, em sua quarta edição, com o objetivo de reconhecer projetos inovadores em saúde e trazendo pesquisas da academia para os negócios. Recentemente, firmou parceria técnica com o Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, para capacitação de médicos especializados em diagnóstico por imagem.

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Finep reforça sua estratégia para startups e investe mais R$ 60 milhões no setor

A Finep lançou nesta terça-feira, 3 de julho, o segundo edital do programa Finep Startup, que pretende alavancar empresas de base tecnológica em fase final de desenvolvimento de produto ou que precisem ganhar escala de produção, com viabilidade comercial comprovada. A financiadora aumentou o limite de recursos – de R$ 50 milhões para R$ 60 milhões – e o número de startups que poderão ser apoiadas – de 50 para 60 – em relação à primeira chamada. Desta vez, serão escolhidas até 30 empresas promissoras por rodada de investimento. O primeiro período para envio de propostas fica aberto de 3 de julho até o dia 3 de agosto.

A financiadora vai investir até R$ 1 milhão em cada uma das startups selecionadas, que ainda poderão receber no futuro um novo aporte de até R$ 1 milhão, conforme a evolução do plano de negócios. Há outra novidade em relação ao edital de 2017: a Finep vai aportar conhecimento e recursos financeiros via participação no capital de empresas com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões – antes, o apoio se restringia a empresas com faturamento de até R$ 3,6 milhões. As startups concorrentes precisam ter protótipo MVP (Minimum Viable Product ou, em português, Produto Viável Mínimo), prova de conceito ou, preferencialmente, já estarem realizando as primeiras vendas. Ou seja: não se enquadram propostas em fase de ideia ou pesquisa.

A primeira rodada de investimento vai destinar até R$ 30 milhões para até 30 empresas, com resultado final previsto para novembro. Já a segunda rodada, nos mesmos moldes, será aberta em janeiro de 2019, com expectativa que as startups aprovadas sejam conhecidas em junho do ano que vem. Em ambas as rodadas, o processo de seleção será composto por três etapas: avaliação de plano de negócios (eliminatória e classificatória); banca avaliadora presencial (eliminatória e classificatória); e visita técnica e avaliação de documentação jurídica (eliminatória).

Serão selecionadas startups que atuam nas seguintes áreas temáticas: Agritech, Building Information Modeling (BIM), Cidades Sustentáveis, Defesa, Economia Criativa – Jogos Eletrônicos, Educação, Energia, Fintech, Healthtech, Mineração, Petróleo e Química. Também podem concorrer empresas que desenvolvam soluções nas seguintes tecnologias habilitadoras: Biotecnologia, Blockchain, Inteligência Artificial, Internet das Coisas (IoT), Manufatura Avançada, Microeletrônica, Nanotecnologia e Realidade Aumentada, Realidade Virtual e Realidade Mista.

Finep Startup: primeiro edital recebeu mais de 800 inscrições

Quem é empreendedor sabe que o caminho entre a ideia do negócio e o lucro costuma ser longo e cheio de obstáculos. O objetivo da Finep é ajudar startups brasileiras a superar o gap de apoio conhecido como “vale da morte”, fase em que muitas delas se desestruturam por falta de recursos. Empresas nesse estágio possuem grande dificuldade para financiar seu desenvolvimento, principalmente em função de ausência de garantias e geração de caixa.

Lançado em junho de 2017, o Finep Startup surgiu para preencher justamente a lacuna entre o primeiro investimento que uma startup recebe – em torno de R$ 100 mil e realizado, por exemplo, por investidores-anjo – e o aporte feito por meio de um Fundo de Seed Capital – em torno de R$ 3 milhões –, dependendo do grau de maturidade da empresa. Ao todo, o primeiro edital do programa recebeu 869 inscrições de startups de todo o Brasil. A Finep já está em fase final de contratação de 15 empresas aprovadas na primeira rodada, e iniciou em junho a visita técnica às 25 selecionadas na segunda rodada.

O investimento vai se dar por meio de contrato de opção de compra de ações. Esse tipo de contrato transforma a investidora – no caso, a Finep – em uma potencial acionista da empresa. A opção de se tornar ou não sócia da startup terá prazo total de vencimento de até três anos, podendo ser prorrogado por mais dois. Se a empresa for bem sucedida, a Finep pode exercer essa opção. Se a empresa fracassar, a financiadora não arca com o passivo. O modelo, inédito no Brasil, é inspirado em programas de outros países, particularmente os Estados Unidos, mas incorporou novidades. A avaliação da empresa (valuation), por exemplo, não será feita na entrada do programa.

Investimento público-privado

A Finep, no entanto, não pretende tornar as startups brasileiras dependentes de recursos públicos. Por isso, criou um mecanismo pioneiro para estimular o empreendedor a buscar investimento privado: serão priorizadas empresas que forem aportadas por investidores-anjo. O processo funcionará da seguinte forma: a startup que se inscrever no edital com uma carta de compromisso de um investidor-anjo ganhará pontos na seleção. A quantidade de pontos obtidos dependerá do valor do investimento privado, cujo valor mínimo é de R$ 50 mil. Com o aporte mínimo para o seu negócio, a proponente garante 1 ponto, podendo chegar a 5 pontos no máximo. Ao todo, são 20 pontos possíveis: 15 da avaliação da proposta de valor da startup e 5 obtidos caso ela receba investimentos privados de R$ 250 mil ou mais.

O investidor-anjo que se comprometer a investir na empresa selecionada pelo edital receberá parte do retorno da Finep (que exceder IPCA + 10), com o objetivo de ampliar seu engajamento com o sucesso da empresa. Esse percentual será proporcional à participação do anjo na rodada de investimento. Além da alavancagem de recursos, a atração de investidores privados é fundamental para o sucesso do empreendimento, à medida que estes também agregam conhecimento ao negócio. As startups não necessitam somente de recursos financeiros, mas também de auxílio em questões extremamente relevantes para o futuro do negócio, como governança e gestão.

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Machine Learning e Deep Learning transformam máquinas em aliadas na capacitação profissional

Segundo estudo encomendo pela Fujitsu, multinacional japonesa, divulgado no final do ano passado, até 2025 a inteligência artificial (IA) deverá impactar significativamente o ambiente de trabalho, principalmente, em relação ao ambiente físico (como escritórios, por exemplo), que podem sumir nos próximos oito anos. Ainda de acordo com o levantamento, a tendência é que a IA faça com que os colaboradores dediquem-se cada vez mais a tarefas com alto valor agregado para as empresas e menos em funções técnicas e repetitivas, como. Outra pesquisa, desenvolvida pela IDC Research, aponta que, hoje, aproximadamente, 40% da força de trabalho mundial já é mobile.

“Não há como escapar, vivemos cercados por máquinas e o tempo anda cada vez mais escasso. A soma desses fatores reforça a necessidade de dar ao colaborador a liberdade de realizar seus treinamentos quando e onde puderem e, por que não, com a ajuda do seu celular”, comenta o country manager da Learning Tribes do Brasil, Pierre-Jean Quetant.

Para o especialista, duas tecnologias são aliadas dos treinamentos corporativos mobile: o machine learning e o deep learning. Usando o machine learning, é possível liberar módulos de reforço automaticamente aos que passam mais tempo nos mesmos exercícios ou não alcançam determinadas pontuações, para citar alguns cenários. “Se o obstáculo de aprendizado do colaborador for relacionado à forma como o conteúdo é apresentado, ocorre uma adaptação automática – conteúdos escritos passam a ser representados por meio de recursos visuais, por exemplo”, afirma.

Já os algoritmos de deep learning podem ser usados para adaptações de idiomas ou, até mesmo, diferenças sutis na mesma linguagem que variam entre uma região e outra no mesmo território. “Cada colaborador possui dúvidas e necessidades específicas e, à primeira vista, parece desafiador usar sistemas de inteligência artificial para orientar a trilha de aprendizado de cada um deles. Na prática, a proposta é extremamente vantajosa e simples”, diz Quetant.

No entanto, Pierre lembra que mesmo com a tendência ao Home Office e da mobilidade, figuras como o gestor de comunidade jamais serão substituídos por um autômato. “O fator humano é insubstituível e a capacidade de analisar sutilezas em certos detalhes não pode ser reproduzida por máquinas. Community managers, instrutores, designers instrucionais, entre outros profissionais envolvidos em um programa de T&D, são essenciais para mensurar resultados, aplicar melhorias e avaliar os sentimentos e as opiniões dos colaboradores em relação aos conteúdos, além de verificar se o aprendizado é bem assimilado por eles”, finaliza.

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5 motivos que geram estresse nos profissionais e como gerenciar

Um ambiente de trabalho muito competitivo ou de muita pressão pode ocasionar situações que deixem os colaboradores estressados, prejudicando o rendimento e a motivação. “O nosso autoconhecimento é muito importante nesses casos, já que sabemos do nosso potencial, das habilidades e até que ponto podemos chegar e contribuir para a empresa”, afirma Elen Souza, assessora de carreira da Catho

Elen listou os cinco motivos mais comuns de estresse entre os profissionais e como gerenciá-lo.

1 – Acúmulo de funções

Algumas empresas têm o quadro de colaboradores reduzido, devido a crise que assolou o Brasil nos últimos anos, ou por sua estrutura mais enxuta, e com isso algumas pessoas acumulam mais funções dentro da organização.

Como lidar: Para a pessoa que está se sentindo sobrecarregada, a dica é fazer uma lista do que precisa, por ordem de relevância e prioridade. Outra alternativa é conversar com o líder direto, para organizar o dia a dia e discutir o melhor formato de trabalho. Paralelo a isso, no período da manhã e à tarde, é importante reservar um tempo entre 10 ou 15 minutos para tomar um café e descansar um pouco a mente.

2 – Resultados imediatos

Cada vez mais, as empresas buscam talentos que possam entregar resultados imediatos, o que acaba deixando o colaborador pressionado e, consequentemente, estressado.

Como lidar: Apesar da pressão, o profissional precisa entender qual seu papel na entrega dos resultados e tentar equilibrar a vida profissional com a pessoal, não deixando que essas cobranças prejudiquem sua saúde. Não levar trabalho para casa também é importante – é necessário descansar a mente e corpo.

3 – Aprender a lidar com frustrações

As frustrações dentro de uma empresa podem ser diárias: a meta não conquistada, a promoção que não veio, entre outras. Isso pode ser estressante e desgastante para o profissional.

Como lidar: O autogerenciamento é importante para aprender a lidar com as frustrações na vida pessoal e profissional, além disso, é essencial utilizar cada momento como aprendizado e criar planos de ação para situações futuras. E caso isso esteja atrapalhando o rendimento ou até mesmo influenciando de forma negativa fora do trabalho, é aconselhável conversar com familiares e amigos, ou até mesmo, procurar ajuda profissional.

4 – Falta de comunicação

Um grande problema das organizações é a falta de comunicação entre os gestores e os colaboradores, isso pode gerar uma insegurança sobre qual o melhor formato de trabalho, dúvidas sobre o que é esperado do profissional e seu futuro dentro da empresa.

Como lidar: Para vencer esse problema é necessário estabelecer uma relação de confiança dentro da empresa, além de conversar de forma transparente com superiores, pares e colegas de trabalho. Pedir um feedback periódico para o gestor, caso isso não ocorra, também é extremamente positivo.

5 – Relacionamento interpessoal

No ambiente corporativo, e fora dele, temos de lidar com diferentes opiniões, pontos de vista, e ideais, mesmo que, muitas vezes a diferença seja tão grande que acaba provocando situações desagradáveis.

Como lidar: É importante trabalhar a empatia, aprender a escutar, entender que cada pessoa é diferente e aproveitar isso de forma positiva.

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5 dicas para atração e contratação mais eficaz

Com a taxa de desemprego do Brasil a 12,9% (IBGE), a concorrência pelas vagas abertas aumenta e, com tanta oferta, nem sempre é fácil escolher o profissional que melhor se adeque ao cargo. Pensando nisso, a equipe de Hunting da Organica, empresa que lidera o crescimento acelerado de negócios, separou cinco dicas para uma contratação mais eficaz dentro do contexto da Nova Economia.

Para o time da aceleradora, o conhecimento do perfil da empresa é um dos principais pontos para garantir uma contratação satisfatória. “Conseguimos utilizar a imersão no negócio para trazer os profissionais mais adequados em competências técnicas e comportamentais, com perfil mais aderente à cultura do crescimento exponencial”, explica.

1- Investir em “Employer Branding”: Trata-se da reputação da marca como empregadora, como lugar para se trabalhar. Sua empresa é reconhecida por oferecer ao colaborador um bom equilíbrio entre vida pessoal e profissional? O ambiente gera desenvolvimento?Os colaboradores são ouvidos? Quaisquer que sejam os atributos, eles precisam ser bem claros para atrair profissionais que tenham compatibilidade com a sua empresa.

2- Trabalhar a autenticidade: Uma empresa autêntica é aquela que transparece seus valores no dia-a-dia. Mostre aos candidatos a realidade do seu ambiente de trabalho e assim atrairá profissionais que serão felizes atuando no seu negócio.

3- Conheça o perfil dos profissionais que deseja atrair: Os profissionais da Nova Economia são pessoas mais críticas em relação às posições que buscam. É necessário respeitar a busca por propósito desse público e oferecer diferenciais que estão além das questões financeiras. O propósito não precisa ser necessariamente grandioso, mas ter significado para o colaborador que a empresa deseja atingir.

4-Usar bem os canais de divulgação: Uma boa divulgação de uma vaga passa pelo entendimento do perfil de cada canal. É importante conhecer as opções disponíveis e construir uma estratégia de divulgação de acordo com o perfil de profissional que se pretende atrair.

5- Identificar o “fit cultural” : Quando um colaborador se identifica com a cultura e os valores da empresa todos saem ganhando. Com sentimento de vínculo, o funcionário se sente motivado e produz um trabalho de qualidade para a empresa. Essas características devem ser bem avaliadas no momento do processo de seleção do profissional.

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Por que investir em mulheres?

15 CEOs, 13 países e uma única casa em São Francisco, Califórnia!

Por Tatiana Pimenta, fundadora e CEO da Vittude

No final de abril deste ano fui selecionada para participar de um concorrido programa de imersão no Vale do Silício realizado pela Blackbox, organização de alcance global, sem fins lucrativos, que tem por objetivo fomentar o empreendedorismo mundial, por meio de projetos focados em fundadores de startups de todos os continentes.

O BlackBox é um programa de residência e eu tive a oportunidade de participar da edição 22, exclusiva para CEOs mulheres. Durante 15 dias fomos 15 empreendedoras, 13 países, 6 continentes e uma única casa. Sem sombra de dúvidas, a experiência mais rica que já tive, seja profissionalmente, seja pessoalmente. Conviver com pessoas com um potencial intelectual de alto nível, culturas e bagagens diferentes proporcionou uma troca de conhecimento em “modo hard”.

Um dos grandes parceiros da Blackbox é o Google for Entrepreneurs. Eles contribuem com o programa distribuindo bolsas para empreendedores indicados pelo próprio Google ou por parceiros da sua rede. No meu caso, tive a indicação da Startup Farm e do Campus São Paulo, e tive a honra de ser beneficiada com uma bolsa. Para empreendedores que não foram indicados por nenhum parceiro, o programa demanda um investimento de U$15mil.

Durante o programa gravei algumas lives, registrando momentos importantes e aprendizados obtidos em minha página no Facebook e hoje escrevo esse artigo, em mais detalhes, para compartilhar aprendizados enquanto empreendedora.

Participação das mulheres no ecossistema global de startups

Uma das primeiras convidadas na primeira semana do programa foi a Gené Teare, Head de conteúdo da Crunchbase, plataforma que reúne informações de startup em early stage até empresas da Fortune 1000. Em uma roda de conversa, falamos sobre os desafios de empreender em tecnologia sendo mulher, razões para termos uma edição do Blackbox exclusivas para mulheres e falamos sobre alguns números reais.

De acordo com o Crunchbase, apenas 18% das startups têm uma mulher no seu quadro de fundadores. E esse número segue estável desde 2012. O primeiro grande obstáculo das mulheres é receber investimento para suas startups. Apenas 3% de todo capital de risco mundial é direcionado para empresas fundadas por mulheres, conforme podemos observar na imagem abaixo.

Eis que uma pergunta paira no ar: como mudar isso? E entra em cena programas como o BlackBox, onde 35% das alumnis são mulheres e onde todo ano, uma das turmas é exclusiva para female founders. Já no primeiro dia compreendi a importância do apoio mútuo, o papel de mulheres que já alcançaram o sucesso e hoje se posicionam como investidoras.

Nesse sentido, a Astia Angels, faz um trabalho espetacular. A tese de investimento deles é que a empresa seja fundada por mulheres. Eles são agnósticos com relação a setores, modelos de negócios ou geografia. Na primeira semana tivemos um jantar com um grupo de investidores da Astia e, ao final do evento, a única coisa pedida foi: quando vocês fizerem um exit, juntem-se a nós e invistam em mais mulheres.

Também ficou clara a necessidade de haver mais mulheres trabalhando em fundos de investimento, os conhecidos Venture Capitals. Ainda são exceções a mulheres que assinam cheques para rodadas de investimento Series A, B e C em diante.

O objetivo da imersão

A imersão é necessária para tirar as participantes do status quo. Ela faz com que as pessoas pensem fora da caixa e explorem suas melhores ideias, em um ambiente seguro e de apoio de outras empreendedoras. Sem competição, onde cada uma de nós pode mostrar seu melhor e realmente gerar valor para o grupo. Nesse período, realmente me permiti ficar mais ausente da Vittude e aproveitar ao máximo cada apresentação, palestra, mentoria e oportunidade de networking. Tive a oportunidade de conhecer pessoas de fundos como Sequoia, Kleiner Perkins e Goldman Sachs e falar da minha empresa com brilho nos olhos.

Trago na mala muitos aprendizados, que ainda precisarão ser compartilhados em mais e mais artigos. Esse foi apenas uma pequena parte! Muito se falou sobre cultura empresarial, liderança, como escolher o sócio correto, recrutar os melhores talentos e como se destacar na adversidade, mesmo quando você se sente vulnerável.

Um estudo do Boston Consulting Group e da MassChallenge, uma rede de aceleradoras de startups, descobriu que das 350 empresas analisadas, a média de startups fundadas por mulheres recebeu US $ 935.000 em financiamento. Isso é menos da metade dos US $ 2,1 milhões concedidos em média às startups fundadas por homens no estudo.

No entanto, as startups fundadas por mulheres tiveram um desempenho melhor do que suas contrapartes masculinas em termos de receita, arrecadando US $ 730.000 em um período de cinco anos versus US $ 662.000 para os homens. Quando você processa os números, isso significa que essas empresas administradas por mulheres estão retornando 78 centavos por dólar, em comparação com 31 centavos para os homens.

Imagine o que aconteceria se conseguíssemos atrair mais investimentos? Com certeza haveria mais geração de empregos e mais valor adicionado para a economia global. Fica a certeza do quanto precisamos incentivar mais mulheres a ousarem, arriscarem e criarem negócios incríveis.

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Mobilidade e a revolução das insurtechs

Por Henrique Mazieiro

Nos últimos 30 anos, o mundo vem passando por uma grande revolução tecnológica. Prova disso é o advento da mobilidade, que através de dispositivos como os smartphones, notebooks e tablets, permite que agora estejamos conectados o tempo todo. Hoje, utilizando essas ferramentas, conseguimos acessar notícias em tempo real, trabalhar e resolver burocracias em poucos clicks.

Porém, alguns anos atrás todas essas facilidades eram bem limitadas. Quem nunca precisou salvar documentos naquele disquete de 3,5 polegadas ou esperou horas para se conectar na internet discada? Em apenas 20 anos evoluímos desse cenário lento e instável para a era da alta velocidade.

Agora, estamos vivendo uma transformação em que tudo que anteriormente precisava ser instalado para funcionar, está migrando para a nuvem. E esse avanço cada vez maior da tecnologia está mudando a forma como realizamos praticamente tudo: compras, fotos, pesquisas, pagamentos.

Para se ter uma ideia, uma pesquisa realizada em 2016 revelou que dobrou o número de acessos à internet sem o uso de computadores. Isso porque muitas pessoas que até pouco tempo não tinham acesso às redes, hoje estão conectadas através dos smartphones. Se pensarmos que o Brasil tem atualmente 220 milhões de celulares inteligentes ativos e 209 milhões de habitantes, temos mais de um celular por pessoa. Ou seja, o futuro com certeza será 100% móvel.

E foi refletindo e acompanhando todas essas mudanças que o mercado de seguros vem desenvolvendo novas soluções que buscam atender as necessidades desses novos clientes digitais. As insurtechs, inclusive, chegam justamente para suprir antigas ineficiências do setor com o uso da tecnologia. Aqui na Planetun, por exemplo, criamos produtos que levam mais agilidade e praticidade aos consumidores, melhorando a sua experiência. Como é o caso dos aplicativos web, que trazem uma série de vantagens, e não precisam ser instalados no celular, ocupando espaço da memória. Todo o processo é feito através de tokens (e-mail, SMS e chats), ou seja, estamos falando de mais autonomia, comodidade e segurança.

Com todos os benefícios e avanço da mobilidade, o mercado segurador, assim como todos os demais setores, também vem se adaptando a essa nova era digital. O uso das novas tecnologias não somente traz vantagens para os usuários finais, como também inova processos antigos, aumentando os ganhos e reduzindo os custos.

Portanto, acredito que esse cenário será o padrão de agora para o futuro. De um lado, o mercado implementando tecnologia em seus processos e, de outro, os consumidores ganhando com a mobilidade, já que resolver um problema que antes era tão burocrático, como contratar um seguro, agora pode ser feito na palma da mão.

Henrique Mazieiro é diretor executivo e sócio fundador da Planetun, insurtech que desenvolve soluções disruptivas para o mercado de seguros e automotivo.

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Adria Candido assume diretoria de Operações e Gestão de Clientes da CSU.Contact

A CSU.Contact, Unidade especializada na prestação de serviços contact center, anuncia Adria Candido como sua nova Diretora de Operações e Gestão de Clientes.

Graduada em Ciências da Computação e com MBA em Marketing pela FGV e Gestão Empresarial pelo Institute Business School, Adria possui sólida experiência em operações de tele atendimento, relacionamento com cliente, suporte técnico e processos de transformação digital, adquirida em passagens por empresas como HapVida, Atento, Grupo Contax e Oi/Telemar.

“Estamos vivenciando um novo momento de ascensão e crescimento. Venho dar continuidade à implementação da nova estrutura da área de operações da CSU.Contact e espero contribuir com essa evolução levando cada vez mais melhorias de processos e qualidade ao relacionamento da companhia com seus clientes”, afirma a executiva.

A chegada da nova diretora, que se reporta diretamente ao CFO da CSU, Ricardo José Ribeiro Leite, reforça o posicionamento da companhia como empresa líder no mercado brasileiro de prestação de serviços de tecnologia voltadas ao consumo, relacionamento com clientes e processamento de meios eletrônicos de pagamento.

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Cloud é realidade para compliance fiscal

Por Eric Carvalho e Roberto Caetano, Gerentes de Desenvolvimento de Software da SYNCHRO

As mudanças da legislação tributária, impostas pelo Fisco, sempre causam impactos para os contribuintes brasileiros. Nos últimos anos, depois que a Receita começou a exigir um volume de informações cada vez maior, esse cenário piorou ainda mais. Para entender melhor do que estamos falando, é preciso conhecer alguns números. Segundo o Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), foram editadas em média 46 novas normas tributárias por dia, ou 1,92 normas por hora, toda estrutura criada pelas companhias para atender a burocracia do Fisco, consome em média 1958 horas por ano, e para piorar, no Brasil, 1 a cada 200 colaboradores trabalham na área fiscal.

Assim sendo, as empresas que buscam alcançar a conformidade tributária e reduzir o risco de atuações da Receita, têm no Cloud o seu grande aliado. Para atender as exigências do Fisco, a adoção da nuvem pode ajudar as empresas que pretendem alcançar a conformidade fiscal. Por meio de uma estratégia de gestão na nuvem, os gestores têm controle em tempo real de todo o processo tributário e fiscal; maior segurança, uma vez que todos os dados e informações movimentados pela empresa são armazenados na nuvem, além da escalabilidade do sistema.

Outro ponto favorável do Cloud é a possibilidade de reduzir drasticamente os custos com infraestrutura. A média de chamados por suporte dos usuários de soluções em nuvem é significativamente menor do que os usuários que utilizam soluções on-premises. Além disso, ao adotar uma solução na nuvem, as empresas eliminam gastos com servidor.

Mas apesar de todos os benefícios da nuvem para otimizar operações ou aumentar a competividade das empresas, ainda existe uma corrente de pensamento que o Cloud não é acessível para todas as companhias. Essa visão está baseada, talvez, no desconhecimento do mercado de TI em geral e, principalmente, do avanço do Cloud, que se tornou uma peça fundamental em qualquer estratégia de negócio bem sucedida. Na busca de entender melhor esse cenário, alguns números sobre o crescimento desse setor podem nos ajudar.

Quando o Gartner anunciou em 2010, que o cloud seria uma das tendências que os empresários iriam priorizar, não tínhamos ainda uma ideia desse potencial. Desde então, a tecnologia na nuvem não parou de crescer e alguns números comprovam que a tecnologia superou as previsões e passou a ser uma realidade. Segundo pesquisa da Associação Brasileira de das Empresas de Tecnologia e Computação (BRASSCOM) o segmento de nuvem foi um dos que mais cresceu no país em 2017, com 51,7%, e chegou a uma receita de R$ 4,4 bilhões.

Já um relatório apresentado pela IDC, mostra que quase 60% das empresas brasileiras preferem utilizar nuvem. Além da adoção maciça de cloud por parte das companhias, a IDC também revela que o setor de Tecnologia da Informação no Brasil deve chegar o final de 2018 com um crescimento de 5,8%.

Todos esses números apresentados indicam que o mercado de TI e, principalmente a tecnologia na nuvem, representam uma expansão e as empresas já perceberam que é importante contar com essa tecnologia em suas estratégias de negócio. E nesse contexto, a área tributária será a grande beneficiada com aumento de produtividade, maior eficiência operacional e redução de custos.

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Cinco passos para estabelecer uma rotina de trabalho freelancer

Que encontrar um emprego fixo está cada vez mais difícil, já ficou mais do que claro. E esse quadro, pelo que parece, ainda está longe de melhorar. Números do IBGE mostram que 24,7% da força de trabalho, ou seja, 27,7 milhões de pessoas estão sem emprego no Brasil, incluindo os desempregados, aqueles que gostariam de trabalhar e os que desistiram de procurar uma posição fixa.

Para driblar essa situação, as empresas recorrem cada vez mais aos profissionais freelancer, como alternativa para a contratação de jobs nas mais diversas áreas, em detrimento a contratos via CLT. Os profissionais, por sua vez, também veem no segmento uma opção de conseguir uma grana extra ou até mesmo de se consolidar na área.

Porém, antes de decidir atuar por conta própria, é preciso estabelecer uma rotina de trabalho, a fim de manter a organização e a produtividade. Para ajudá-lo nesse processo, o Freelancer.com, maior mercado para freelancers e crowdsourcing do mundo pelo número total de usuários e projetos postados, separou em alguns passos, qual a melhor maneira de fazer isso e obter sucesso na jornada como freelancer.

Defina um local de trabalho: antes de mais nada, prepare um canto específico para desenvolver as atividades diárias, de preferência longe do sofá, da televisão, do videogame, das redes sociais ou de qualquer outra distração. Entenda que esse é um trabalho como outro qualquer e que ele exige concentração e disciplina. Além disso, deixe claro para todo mundo que mora com você que esse é o seu ambiente de trabalho e que ele precisa ser respeitado.

Determine um horário: quantas vezes você já se pegou fazendo um job de madrugada ou no final de semana? É até natural que o freelancer tenha horários mais flexíveis, mas isso precisa ser exceção, já que procrastinar as tarefas pode afetar demais a produtividade. Por isso, defina um período diário para trabalhar, de preferência no horário comercial. Afinal, todo mundo tem uma vida pessoal e misturar as duas esferas não é nada bom para a carreira.

Organize a sua agenda: dependendo do número de tarefas que o freelance acumular, é muito difícil fazer um trabalho bem feito sem uma organização eficaz! Seja através de uma agenda física ou online, de um aplicativo – ótimas opções são o Trello e o Todoist – de um quadro, da planilha do Excel, ou até mesmo do Google Calendar, deixe anotado todos os jobs pendentes, crie um cronograma e estabeleça as prioridades diárias. Se achar necessário, faça um checklist! Você vai ver que essa regra simples vai facilitar, e muito, o seu dia a dia.

Separe um tempo para você: assim como costuma acontecer em um trabalho tradicional, é preciso fazer pequenas pausas durante o dia para tomar um café, comer algo, se alongar, entre outros intervalos rápidos. Só que com a vantagem de que você mesmo poderá fazer essa gestão do tempo, definindo o número de pausas e quanto tempo elas terão. Porém, tome cuidado para não extrapolar os limites e acabar deixando tarefas para depois.

Cuide da sua saúde: Com freelancer, é fácil manter uma rotina desregrada, com atitudes que prejudicam à saúde, como dormir pouco ou de madrugada, não ter hora para almoçar ou comer muita ‘besteira’, e até mesmo, por ficar com preguiça de sair de casa, evitar atividades físicas. Ao contrário disso, aproveite o tempo que perderia com deslocamentos para fazer exercícios pela manhã, estabeleça um horário de almoço e saiba a hora de parar. Não deixe, ainda, de planejar consultas médicas, sempre que possível!

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2º StarTalks Imobi discute futuro do mercado imobiliário

vento conecta os grandes players do setor a startups com soluções voltadas para a Inteligência de Mercado

No dia 4 de julho acontece o 2º Startalks Imobi, evento destinado a conectar companhias do mercado imobiliário e startups que apresentam soluções voltadas para o setor. A iniciativa, promovida pelo MITHUB – grupo formado pela Cyrela e outros grandes players -, busca fomentar negócios entre grandes corporações e startups para ajudar estas novas empresas a saírem do “vale da morte”, período em que o fluxo de caixa encontra-se negativo. “Um bom contrato entre uma startup e um corporate pode ser suficiente para dar o fôlego que ela precisa durante a fase de início de comercialização do produto. Além disso, a presença do corporate no portfólio ajuda no desenvolvimento de novas vendas” afirma Frederico Mattos, PMO de inovações da Cyrela.

O evento é aberto, com temáticas diferentes a cada encontro. Desta vez, o tema escolhido foi Inteligência de Mercado. Nesta edição, Marco Poli, investidor anjo com um portfólio de 47 startups, entrevista Lucas Vargas, CEO do Grupo ZAP. Em seguida, será realizada uma rodada de pitches das cinco startups selecionadas, que apresentarão seus produtos. Ao final do encontro, a banca do MITHUB elegerá a startup vencedora, que terá como prêmio um momento especial de conversa com executivos de grandes empresas do segmento.

A Cyrela apoia o desenvolvimento do ecossistema de startups do setor. Recentemente, o MITHUB anunciou a criação de um espaço de coworking localizado no mesmo prédio de operações da Cyrela, com a finalidade de ampliar a consolidação de startups focadas no setor imobiliário e de construção. O grupo acredita que a proximidade dos empreendedores com as empresas do MITHUB irá ajudá-los a entender mais sobre as dificuldades do mercado e suas respectivas oportunidades

Além da Cyrela, o MitHub é formado pela administradora CCP, Grupo Zap VivaReal, a venture builder Construtech Ventures e a imobiliária Brasil Brokers, apoiado pela ClosedGap Ventures e BNZ for Startups.

A participação é gratuita e aberta para o público em geral, além de executivos e profissionais do setor. Para inscrições e mais informações acesse o site: http://www.sympla.com.br/startalks-imobi—inteligencia-de-mercado

2º Startalk Imobi

Data: 04/07 (quarta-feira), a partir das 18h
Local: MITHUB – Rua do Rocio, 109, 6º andar, Vila Olímpia
Entrada franca

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Versão 4.0 da nota fiscal eletrônica entra em vigor em agosto

Após prorrogação, a partir do dia 3 de agosto a versão 4.0 da nota fiscal eletrônica entrará em vigor com novos ajustes determinados pelo grupo gestor do projeto. Entre os diversos ajustes na nota, um novo layout prevê aplicação de regras de validações específicas sobre GTINs (número do código de barras dos produtos), que já eram de preenchimento obrigatório nos campos cEAN cEANTrib desde julho de 2011.

Para apoiar as empresas, foi realizado no dia 28 de junho o Comitê da Cadeia Produtiva da Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil, que contou com diversos representantes da cadeia de suprimentos em torno do tema “Validação dos GTINs nos Documentos Fiscais Eletrônicos”.

Nesta oportunidade a equipe da GS1 Brasil pode contribuir com maiores esclarecimentos sobre os padrões de identificação de produtos e suas aplicações nos documentos, disseminando ferramentas e treinamentos com objetivo de facilitar o entendimento e a qualificação das empresas emissoras envolvidas neste processo. Ao se adaptarem rapidamente às novas regras, os emissores da NF-E e da NFC-e evitam ter suas notas rejeitadas.

Precisão – O Cadastro Nacional de Produtos funciona por meio do GTIN (Número Global de Item Comercial) e do GLN (Número Global de Localização). O GTIN é um identificador para itens comerciais desenvolvido e controlado pela GS1. Também conhecido por código EAN, é atribuído para qualquer item (produto ou serviço) que possa ser precificado, pedido ou faturado em qualquer ponto da cadeia de suprimentos. O GTIN é utilizado para recuperar informação pré-definida e abrange desde as matérias-primas até produtos acabados. Já o GLN é uma referência que identifica qualquer localização legal ou física, funcional ou operacional dentro de uma empresa ou entidade organizacional. Ele pode identificar localizações físicas, tais como: companhias inteiras, subsidi&aac ute;rias, filiais, divisões ou escritórios regionais. Também possibilita localizações funcionais ou operacionais na empresa, caso de um departamento de contabilidade, um armazém ou portão de armazém, um ponto de entrega, um ponto de transmissão ou, até mesmo, indivíduos específicos, quando necessário.

Quero parcelar minhas férias, posso? Tire essa e outras dúvidas sobre o tema

Por Gilberto de Jesus Bento Junior

As férias de meio de ano já estão chegando e esses períodos são muito esperados pelos trabalhadores, proporcionando o descanso físico e mental necessário para renovar as energias e para aproveitar para viajar ou relaxar. Contudo, são várias as dúvidas trabalhistas relacionadas ao tema. Para entender melhor é importante o aprofundamento sobre o tema, assim, veja os principais pontos que separei observando a recente Reforma Trabalhista:

O que são as férias?

Férias são períodos de descansos, para se ter direito a esses períodos é necessário trabalhar por doze meses consecutivos, o que é chamado período aquisitivo. Assim, após esse período desgastante de atividade laboral o empregado conquista o direito a 30 dias de férias com salário integral acrescido de um terço.

Esse acréscimo na remuneração visa proporcionar a possibilidade de desfrutar de atividades de lazer com sua família sem comprometer o sustento familiar, daí a obrigação da empresa em pagar, além do salário normal, o terço constitucional.

Quem define as férias?

Já vi muitas brigas trabalhistas relacionadas às férias, isso se dá pela confusão de conceito do trabalhador de que por ser seu direito essa poderá ser aproveitada quando bem desejar, esse é um erro comum.

Ponto que poucos se atentam é que por mais que seja um direito do trabalhador, o período a ser tirado pode ser determinado pelo empregador. Assim, se o empregado quiser tirar as férias em outubro e a empresa decidir por dezembro, vale o que o empregador quiser. Mas nesse ponto o ideal sempre são os acordos.

Quando se perde esse direito?

Há quatro situações nas quais o empregado perde o direito, conforme descreve o artigo 133 das Consolidações das Leis do Trabalho (CLT). Essas são:

• Quando deixa o emprego e não é readmitido dentro de um período de 60 (sessenta) dias subsequentes à sua saída;

• No caso do trabalhador que permanece em licença recebendo salários, por mais de 30 dias no período do ano ou que acumula esse período em faltas justificadas para ir ao médico, ao dentista, por falecimento de parente, em que são apresentados atestados para abono das faltas;

• Quando não trabalha pelo período de mais de 30 (trinta) dias, em virtude de paralisação parcial ou total dos serviços da empresa, recebendo o salário;

• Tenha ficado afastado do trabalho pela Previdência Social em função de acidente de trabalho ou de auxílio-doença por mais de 6 (seis) meses, mesmo que descontínuos.

Isso ocorre pelo motivo de que nesses casos o trabalhador já obteve o período de descanso, assim a justiça entende que a finalidade é atingida e não haveria obrigação por parte da empresa em conceder novo período de descanso. Em todos os casos a perda do direito se dá por motivo alheio à vontade da empresa, ou seja, por força maior (paralisação da empresa), por vontade do empregado (licença por motivo de seu interesse, ainda que seja para resolver problemas pessoais, se for de consentimento da empresa) ou ainda, por motivo de doença ou acidente.

As faltas justificadas podem colocar as férias em risco ou reduzir o período de 30 dias drasticamente. Com até 5 faltas justificadas há a garantia dos 30 dias de férias. De seis a 14 faltas, estão garantidos 24 dias; de 15 a 23 faltas, 18 dias; de 24 a 32 ausências, 12 dias. Acima de 32 faltas, o direito às férias remuneradas é perdido de acordo com artigo 130 da CLT.

Venda das férias

Outro ponto que causa grande confusão em relação ao tema é a possibilidade de venda de férias. Essa é sim possível, desde que a solicitação seja do trabalhador, com objetivos de aumentar a renda. O empregador não pode impor a venda desse período.

Caso o trabalhador opte pela venda, ele deverá comunicar a empresa até quinze dias antes da data do aniversário do contrato de trabalho. Resta ao empregador decidir o período do ano em que as férias serão concedidas, pagando o valor proporcional aos dez dias que o funcionário vai trabalhar. Importante é que o período máximo de férias permitido para se vender é de um terço.

Mas fique atento, muitas empresas sequer consultam os empregados para saber se este quer ou pode sair 20 ou 30 dias, simplesmente emitem o aviso e recibos de férias já com 10 dias convertidos em abono, os quais sentindo-se constrangidos em negar o pedido, acabam cedendo à vontade da empresa por conta da manutenção do emprego.

Divisão de férias

Existem também os casos em que os trabalhadores podem dividir suas férias, mas isso também dependerá de um acordo com o patrão, lembrando que isso só ocorrem em casos que as férias forem individuais.

Nesse ponto teve mudanças com a Reforma Trabalhista, sendo que as férias eram concedidas a empregados de uma só vez, sendo previsto na CLT que em casos excepcionais as mesmas poderiam ser concedidas em dois períodos não inferiores a 10 dias. Essa exceção não se aplicava para menores de 18 anos e maiores que 50 anos.

A partir de então, as férias poderão ser fracionadas em 3 períodos, onde:

1. Um período não pode ser inferior a 14 dias;

2. Os outros dois períodos não podem ser inferiores a 5 dias;

Foi excluída a limitação de idade para tal benefício. Porém, as férias não poderão iniciar em dia de repouso semanal ou dois dias que antecede feriados.

Gilberto Bento Jr é advogado e presidente da Bento Jr. Advogados.

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Comércio eletrônico deve faturar R$ 37,9 bi no segundo semestre do ano, aponta ABComm

O comércio eletrônico deve faturar R$ 37,9 bilhões no segundo semestre do ano. É o que estima a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm). Caso a projeção se concretize, esse montante representará um crescimento de 15% quando comparado com o mesmo período do ano passado.

De acordo com a entidade, o tíquete médio no período deve somar R$ 310,00, com um total de 122 milhões de pedidos feitos. O segundo semestre tende a ser mais aquecido em razão de datas sazonais importantes para o varejo, como a Black Friday e o Natal, além do Dia dos Pais.

Eventos atípicos que afetaram a economia do País, como a paralisação dos caminhoneiros, tiveram um impacto marginal no faturamento do setor. “Foram mais de três milhões de pacotes atrasados, com uma média de 11 dias de atraso nas entregas por conta da paralisação”, avalia Mauricio Salvador, presidente da ABComm.

Para o segundo semestre, porém, eventos como as eleições não devem gerar maiores impactos no resultado do setor. “As eleições em si não causam variação nas vendas online. O que influencia mais são as especulações em torno do câmbio, uma vez que muitos produtos são importados”, afirma Salvador.

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NIC.br e ISOC assinam acordo para promover boas práticas de segurança entre provedores do Brasil

O Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br) e a ISOC (Internet Society) assinaram nesta terça-feira (26) um memorando de entendimento que prevê inciativas e atividades conjuntas para conscientizar os provedores de serviços de acesso à Internet (ISPs) do Brasil sobre formas de aperfeiçoar a resiliência e a segurança do sistema de roteamento na Internet. A assinatura do memorando aconteceu durante encontro da ICANN62, no Panamá, e representa uma nova etapa do programa “Por uma Internet mais segura”, que agrega vários atores da cadeia de serviço de Internet no País.

As ações previstas acontecem no âmbito do MANRS (Mutually Agreed Norms for Routing Security ou Normas de Acordo Mútuo para Segurança de Roteamento), iniciativa da ISOC. As atividades promovem a segurança do sistema de roteamento global a partir de medidas da comunidade no sentido de impedir a propagação de informações de roteamento falsas, o tráfego com endereços que usem IP de origem forjados, ao mesmo tempo em que se facilita a comunicação operacional global e a coordenação entre os operadores de rede.

“O NIC.br e a ISOC estão em sintonia e compartilham a visão de uma Internet global aberta e segura que permita inovação e oportunidades a todos. Essa parceria potencializa as ações do programa ‘Por uma Internet mais Segura’, do NIC.br, que tem no MANRS um importante aliado. É fundamental disseminar conhecimento e aperfeiçoar habilidades dos quase seis mil Sistemas Autônomos em operação no Brasil. A comunidade técnica tem um papel importante em impedir que tráfego malicioso saia de suas redes. Apenas com a cooperação entre os diversos atores teremos um ecossistema da Internet verdadeiramente saudável”, reforça Demi Getschko, diretor presidente do NIC.br.

“Este MoU traz uma oportunidade para ISPs e Sistemas Autônomos sinalizarem sua postura de segurança para seus clientes, bem como fazer parte de um conjunto de entidades voltadas a encontrar soluções para os problemas de segurança de roteamento da Internet. É nossa responsabilidade coletiva – como operadores de rede – garantir a confiabilidade e a segurança da Internet. Trabalhando em conjunto com o NIC.br e nosso capítulo local – a ISOC Brasil, esperamos receber mais membros do MANRS do Brasil para melhorar a segurança de roteamento em todo o mundo”, enfatiza Raúl Echeberría, vice-presidente global de engajamento da Internet Society.

Entre os objetivos listados no memorando está o trabalho conjunto do NIC.br e da ISOC para a implementação do Programa IXP MANRS no IX.br; a promoção de boas práticas de segurança do sistema de roteamento entre os ISPs do Brasil incluindo ações do MANRS, a cooperação na área de medição da segurança do sistema de roteamento e adoção do MANRS entre os ISPs brasileiros, além de colaboração em atividades de capacitação para disseminar boas práticas de segurança de roteamento dentro da comunidade de operadores de rede.

O portal de boas práticas para a Internet no Brasil, do NIC.br, reúne informações voltadas aos sistemas autônomos brasileiros, entre elas, recomendações para Melhorar o Cenário de Ataques Distribuídos de Negação de Serviço (DDoS) e Implementação de Antispoofing para Redução de DDoS. Acesse: http://bcp.nic.br/. O portal do programa “Por uma Internet mais segura” entrará no ar em breve.