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Empreendedores, entidades e setor privado apontam falta de incentivo à inovação no Brasil

O Museu do Amanhã foi palco de um debate sobre a inovação no Brasil, fomentado pelo CSEM. O evento “Inovadores do Mundo Real” marcou as comemorações de 10 anos do centro de pesquisa, sediado em Belo Horizonte. “Tal qual foi a inovação, teremos uma próxima onda. Inovar é perceber isso antes de acontecer, é quebrar paradigmas”, avaliou o presidente do CSEM Brasil, Tiago Alves. A colocação serviu como ponto inicial do debate sobre o tema. Entre os convidados estavam David Travesso (Fir Capital), André Barrence (Google Campus), George Kotrotsios (CSEM Suíça), Luiz Alberto (Museu do Amanhã), Professor Carlos Arruda (FDC), Professor Carlos Eduardo Pereira (Embrapii), Professor Marta Pimentel (FDC), Giana Sagazo (CNI), Rodrigo D`Elia (AES), Paulo Rocca (Bosch), Juliano Seabra (Endeavor), Irecê Kauss (BNDES), Arturo Vittori (Nasa, Airbus, Warka Tower).

Para os participantes, é necessário que o Brasil crie um clima propício à inovação, com mais investimentos destinados à educação, ciência e tecnologia, agenda positiva, escolas técnicas e melhor qualidade das universidades públicas e menos burocracia para as empresas. “É evidente que o brasileiro é um povo criativo, que inova todos os dias para lidar com os problemas do país. Precisamos apenas de um ambiente favorável”, avaliou Paulo Rocca, vice-presidente da Bosch.

O executivo relatou que dentro da empresa é difícil conquistar espaço para o Brasil porque há volatilidade econômica e politica, além do problema educacional. “Nossa luta hoje é mostrar para a matriz que somos rápidos e que podemos levar a inovação brasileira para o resto do mundo.”

André Barrence, diretor do Google Campus de São Paulo, afirmou que a empresa tem muita convicção no setor brasileiro. “Não é a toa que nosso campus é o maior do mundo. Poucos países têm um espaço aberto do Google voltado ao empreendedorismo. Mesmo em um cenário educacional pouco favorável, temos ótimas ideias vindas do empreendedor local. Aliás, a primeira empresa adquirida pelo Google, em 2005, é brasileira, a Akwan. Isso mostra como a inovação no Brasil é real.”

O Museu do Amanhã é um exemplo disso. O curador Luiz Alberto Oliveira explicou que o local foi concebido diferentemente dos outros museus, como por exemplo o de História, que se baseia em artigos antigos. “Nós partimos do inusitado, do que ainda não aconteceu.” Essa inovação faz o museu, localizado no Rio de Janeiro, ser o mais visitado do mundo na categoria Ciência. “A inovação faz parte do Brasil”, acrescentou.

No entanto, Carlos Arruda, do Núcleo de Inovação da Fundação Dom Cabral fez um alerta: “77% das empresas que foram citadas no primeiro ranking da Exame de maiores empresas, há 35 anos, não existem mais. Apenas 23% entenderam que precisavam investir em inovação para continuar no mercado”.

Para ele, nos próximos anos, o mundo irá ouvir muito sobre as inovações chinesas, já que o país da Ásia tem feito investimentos constantes no setor. “No Brasil, pouco se investe. A melhor universidade brasileira, que é a Unicamp, está na colocação 182 no ranking mundial de melhores instituições de ensino (segundo QS University Ranking). Isso é muito ruim.”

Carlos Eduardo Pereira, diretor de Operações da Embrapii, afirmou que essa realidade seja provocada pela ausência de uma agenda positiva, muitas vezes adiada ou interrompida pelos processos eleitorais. “Não podemos deixar o calendário político intervir dessa maneira. Precisamos dar continuidade às ações, independentemente de quem seja eleito.”

A mesma opinião foi compartilhada por Marta Pimentel, diretora-adjunta de Mercados da Fundação Dom Cabral. “Falta acreditar que é possível. Estamos numa geografia benéfica, flexível, inteligente. Acho que nosso desafio enquanto educadores é mobilizar, fazer uma agenda que projete futuro. No delta do hoje, viabilizar o amanhã possível.”

Para Rodrigo D’Elia, diretor de desenvolvimento de tecnologias da AES, o que falta é conectar com boas ideias. “A legislação precisaria ser mais flexível. Isso atravanca investimento. Participamos do Kubo, mas não vemos nada oficial, vindo do governo, que podemos acessar.”

Gianna Sagazio, diretora de Inovação da CNI, contou que há um movimento pela inovação na instituição, mas afirma que a situação brasileira não é confortável. “Falta prioridade no país. Ciência, tecnologia e inovação são considerados gastos. Sabemos que nos outros países isso é considerado investimento. Falta política para fortalecer instrumento de inovação. Precisa melhorar a qualidade da educação no Brasil, desde a básica até a graduação.”

Segundo Irecê Kauss, chefe do departamento de tecnologia da informação e comunicação do BNDES, apesar das amarras, é possível apoiar bons projetos e fazer coisas que são realmente importantes no Brasil. “Vamos tentar construir algo que seja possível. Não adianta falar muito, porque, no final, o que vale é a inovação transformada em valor de caixa.”

Sócio da Fir Capital, David Travesso, fez o fechamento do debate falando sobre a importância de não pensar só no investimento na hora de colocar a ideia em prática. “Na Fir Capital e no conceito que adotamos da CSEM Suíça estamos baseados em três eixos: conhecimento, tecnologia e capital.”

George Kotrotsios, presidente do CSEM Suíça resumiu o tema em uma frase: “Manipular a complexidade é a chave para a indústria de amanhã.”

Sobre o CSEM Brasil

Com base na experiência do CSEM S/A (Centro Suíço de Eletrônica e Microtecnologia), que já na década de 80 apostava em inovação para o desenvolvimento do país, a FIR Capital trouxe o modelo para o Brasil. Em 2006, nasceu o CSEM Brasil, com o apoio do parceiro suíço e do Governo de Minas, por meio da FAPEMIG (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais).

O centro cria produtos, aplicações e empresas de alto conteúdo tecnológico, oferecendo meios para o aumento de produtividade, competitividade e novas oportunidades de mercado. Seu papel é desenvolver a ligação entre ciência, tecnologia, mercado e indústria, com a formação de novas empresas e nichos de atuação, estimulando a toda a cadeia de valor.

O CSEM Brasil investe na ciência aplicada em projetos de pesquisa e desenvolvimento, desenvolvendo soluções originais com foco no mercado e nos desafios enfrentados por clientes. Ao fomentar a inovação tecnológica, contribuímos para setores estratégicos da economia e aumentamos a competitividade do Brasil em escala global, buscando sustentabilidade econômica e desenvolvimento social.

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Google Cloud promove treinamento gratuito para desenvolvedores

Bootcamp terá dois dias dedicados a machine learning e kubernetes, que contarão com especialistas do Google e laboratórios práticos

O Google Cloud oferecerá dois dias de treinamentos gratuitos para desenvolvedores em 8 e 9 de novembro, em São Paulo. Machine learning e kubernetes serão os temas de cada dia do Bootcamp, respectivamente, com aulas ministradas por especialistas do Google e laboratórios práticos para colocar em ação os ensinamentos. Podem se inscrever gratuitamente programadores, cientistas de dados, desenvolvedores e profissionais de operações que desejem aprimorar seu conhecimento sobre as ferramentas da plataforma de Google Cloud. É a primeira vez que o Google oferece este tipo de treinamento de maneira gratuita no Brasil.

No primeiro dia do Bootcamp, os profissionais inscritos aprenderão conceitos de Machine Learning, tendo acesso a aulas sobre desenvolvimento, avaliação e produção de modelos de aprendizado de máquinas. O segundo dia será dedicado a noções básicas de kubernetes, sistema de código aberto desenvolvido pelo Google para gerenciamento de aplicativos, mostrando como colocar cargas de trabalho em containers, implementar clusters no Google Container Engine, fazer integração contínua e escalar aplicações para gerenciar aumento de tráfego.

Em paralelo ao Bootcamp para desenvolvedores, acontecerá o Google Cloud Summit, evento gratuito com mais de 20 palestras sobre Google Cloud, G Suite, Maps, dispositivos de nuvem, entre outros. O evento reunirá executivos, clientes, parceiros, desenvolvedores, profissionais de TI e engenheiros para discutir o futuro da nuvem. Na programação, estarão temas atuais e relevantes, como big data, machine learning, desenvolvimento de aplicativos, infraestrutura, operações, colaboração, produtividade e mobilidade. Além disso, haverá a participação de especialistas internacionais do Google e a apresentação de casos de sucesso de grandes empresas e startups, para que o público conheça os benefícios da adoção da nuvem na prática.

Onde se inscrever para os dois eventos:

Developer Bootcamp:
https://goo.gl/tvFXMR

Google Cloud Summit: https://goo.gl/rXx3pV

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Como funcionam os rendimentos do investidor-anjo perante as leis?

Por Beatriz Dainese e Andrea Giugliani, da Giugliani Advogados

A intenção de disciplinar a figura do investidor-anjo surgiu para incentivar as atividades de inovação e os investimentos produtivos. Passam essas sociedades, nos termos da Lei Complementar 155/2016, a ter a opção de admitir o aporte de capital dos denominados investidores-anjos, cujo aporte não integrará o capital social da empresa, bem como esse investidor não fará parte do quadro societário da mesma. De outro lado, a empresa e o investidor-anjo, necessariamente, terão de firmar compromisso – contrato de participação.

A LC 155/2016 trouxe inúmeros benefícios para os pequenos negócios e para os investidores-anjos, pois permitiu que esses investissem nos novos e pequenos negócios sem a responsabilidade de serem efetivamente um sócio, bem como o benefício de não tributarem os rendimentos auferidos através dessa empresa investida.

Ocorre que algumas condições para os investidores-anjos foram alteradas por conta da Instrução Normativa (IN) 1719/2017, da Receita Federal do Brasil (RFB). O ponto de destaque dessa IN refere-se aos rendimentos decorrentes dos aportes de capital do investidor-anjo, que passam a se sujeitar à incidência do Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF), com alíquotas entre 22,5% a 15%, a depender do prazo do contrato.

A partir de agora, quaisquer dos rendimentos que resultarem de aportes estarão sujeitos à incidência do Imposto de Renda retido na fonte. Via de regra incidirá a alíquota mínima de 15%.

Na hipótese do investidor-anjo alienar a titularidade dos direitos do contrato de participação, incidirá Imposto de renda pelas alíquotas regressivas com o tempo calculado entre a data do aporte e a data da alienação dos direitos. Para os fundos de investimentos ficam dispensadas as retenções do Imposto de Renda nas operações do fundo – Todavia, no resgate das cotas aplicam-se as regras estabelecidas para os fundos de investimentos regidos por norma geral ou as regras estabelecidas para os fundos de investimentos constituídos sob a forma de condomínio fechado.

Verifica-se que referida disposição equiparou os rendimentos dos investidores-anjos aos de aplicações financeiras. Conforme a Instrução Normativa 1585/2015, os rendimentos das aplicações financeiras, auferidos por qualquer beneficiário, estão sujeitos à incidência do Imposto de Renda na fonte no momento do seu pagamento, portanto, que há um tratamento tributário mais gravoso conferido à participação nos resultados recebida pelo investidor-anjo, do que aquele dispensado aos dividendos distribuídos aos sócios da empresa investida.

Isso porque consideram-se isentos do Imposto de Renda – na fonte e na Declaração de Ajuste Anual do beneficiário – os valores efetivamente recebidos a título de lucros distribuídos de sociedades empresárias. Apenas os valores pagos a título de pró-labore, aluguéis ou serviços prestados são normalmente tributados pelo Imposto de Renda na fonte. Dessa forma, em que pese esse investidor-anjo não arcar com o risco do negócio da empresa investida e dos prejuízos que o mesmo venha a sofrer por não pertencer ao quadro societário, passou a ser tributado no que tange aos recebimentos auferidos desse contrato de participação; o que, por si só, constitui um empecilho para que as startups possam se desenvolver. Assim, há entendimento de que a natureza do contrato de participação é de tal risco e tal imprevisibilidade de retorno, não apenas pelo risco de crédito, mas também pela limitação imposta pelo parágrafo 7.º do artigo 61-A da LC 155/2016, que eventual ganho auferido pelo investidor-anjo, seja no resgate, seja na alienação a terceiro, não deveria ser tributado.

Por outro lado, a RFB sustenta que a principal expectativa do aporte do investidor-anjo é que haja um retorno financeiro extraordinário. Diferentemente de investimentos em títulos de renda fixa ou investimentos em empresas consolidadas, o principal objetivo do investidor-anjo é entrar em negócios de altíssimo risco (empresas nascentes no setor de inovação) e que, por sua natureza disruptiva, trazem a possibilidade de um retorno muito maior do que as expectativas gerais de mercado, o que por si só viabiliza a equiparação para fins de tributação.

Da forma com que foi feita através da IN 1719/2017, ao prever a incidência de Imposto de Renda retido na fonte sob as alíquotas progressivas de 15% a 22,5%, houve a criação de um tributo não previsto anteriormente. Vale dizer que quanto a esse ponto, a IN 1719/2017 é questionável uma vez que o meio que a União, os Estados e Municípios possuem para criar os tributos se dá por meio da lei ordinária. No presente caso, não estamos perante nenhuma das hipóteses excepcionais previstas na Constituição Federal – o que, por si só, torna absolutamente questionável a previsão da tributação do investidor-anjo por meio de Instrução Normativa.

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(In) Segurança 4.0 – Por Marcos Villas

Toda vez que (infelizmente) há um desastre aéreo, as autoridades e os órgãos competentes, de qualquer país do mundo comunicam em um primeiro momento que tais acidentes são causados por múltiplos fatores, dentre eles os que estão relacionados a equipamentos, procedimentos e ao comportamento humano. Os problemas e incidentes de segurança digital (ou cibersegurança) que eventualmente são identificados no contexto de indústrias (atenção: nem todos são identificados!) também têm múltiplos fatores, mas podemos destacar dois grupos: questões técnicas e questões organizacionais.

As questões técnicas dizem respeito a como os recursos técnicos (hardware, software e redes) são utilizados no ambiente da “TI industrial” (também chamada de TO: tecnologias operacionais); as questões organizacionais dizem respeito a como responsabilidades, procedimentos (atualização de software, gestão de riscos etc.) e orçamentos são alocados para pôr em prática os recursos técnicos necessários para um ambiente de TO defensável.

Um dos principais motivos do aumento da quantidade e da gravidade de incidentes de segurança em ambientes industriais é, sem dúvida nenhuma, o aumento da conectividade da TO. Na chamada Terceira Revolução Industrial houve a introdução de controles computadorizados e automação na área industrial; com a Quarta Revolução Industrial (Indústria 4.0) busca-se, entre outros benefícios, um alto grau de conectividade entre equipamentos. Mas atenção: a conectividade por si não é o problema. A questão reside no fato de que sistemas (ex: SCADAs) e protocolos de dados (ex: Modbus) de TO foram criados antes da disseminação da Internet e, portanto, não estavam expostos a ações e ataques do mundo exterior. A TO mal planejada e mal configurada em uma empresa expõe as suas instalações industriais a riscos desnecessários e indesejáveis.

Ataques a instalações industriais são relativamente recentes e não dependem exclusivamente da Internet. Uma das primeiras ocorrências que se tem conhecimento aconteceu na Austrália em 2000 (“Maroochy”) onde um sistema SCADA radiocontrolado de uma estação de tratamento de esgotos recebeu comandos via rádio que causaram o derramamento de mais de 800 mil litros de esgoto não tratado em parques, rios e até mesmo na área de um hotel. Um dos ataques mais famosos ocorreu no Irã em 2010 (“Stuxnet”), quando foram afetadas diversas instalações industriais, dentre elas uma usina de enriquecimento de urânio. Mais recentemente, em 2016, subestações de distribuição de energia elétrica na Ucrânia foram atacadas causando a interrupção do fornecimento de energia (“Industroyer”). Houve pelo menos dois ataques relatados nos EUA em 2016: “Kemury” (nome fictício), uma estação de tratamento de água que atendia a 2,5 milhões de consumidores na qual hackers conseguiram alterar configurações relacionadas ao fluxo e à quantidade de produtos químicos utilizados para tratamento da água, e “Rye Brook”, onde hackers iranianos conseguiram acesso a uma pequena barragem de controle de inundação com cerca de 30km de distância do Central Park, em Nova York (EUA).

O impacto mais evidente das tecnologias da Indústria 4.0 no que se refere à segurança dos ambientes industriais está relacionado à IIoT: a chamada “Internet das Coisas Industriais”. Devido às suas características inatas de alta conectividade, tais dispositivos podem ser instalados em ambientes industriais sem o devido cuidado com aspectos de segurança. Em muitos casos os mecanismos tradicionais de segurança colocados em prática a partir do projeto da rede são desconsiderados (bypassados). É o problema do “basta…”: “basta acoplar, ligar e começar a coletar dados”. Sim, para coletar dados é simples, mas é necessário controlar o grau de exposição do ambiente de TO, para que este não fique desnecessariamente vulnerável a ataques.

A(s) rede(s) no ambiente de TO quando mal planejadas, mal configuradas e mal inventariadas convidam os mais diversos tipos de ataque. Há pelo menos duas dimensões a serem consideradas em ataques neste contexto: o grau de penetração na rede e o grau de dano aos dados. Ataques de negação de serviço, distribuídos (DDoS) ou não (DoS), e invasões, caracterizam o grau de penetração na rede; o grau de dano aos dados pode ser caracterizado como roubo (espionagem, que não afeta ou interrompe a produção), sequestro (que interrompe a produção) e adulteração (não interrompe a produção, mas altera o seu comportamento previsto). Há exemplos recentes em todos os casos.

Tal como os aviões, a utilização dos princípios e tecnologias preconizados pela Indústria 4.0 precisam decolar de forma segura e todo e qualquer incidente precisa ser evitado. Os avanços tecnológicos recentes que possibilitam a captura de dados de forma ampla e barata trazem novos desafios para a cibersegurança nos ambientes industriais. Mas não basta apenas ter muitos sensores, muitos equipamentos interconectados. Controlar adequadamente e de forma consciente a menor exposição necessária do ambiente de TO a ataques externos é um dos fatores de sucesso para adoção da IIoT nas indústrias.

Marcos Villas é M.Sc. em Computação, D.Sc. em Administração, sócio-fundador da RSI Redes

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Stefanini lança o programa de Trainee e Estágio – Potenciais 2018

A Stefanini, uma das mais importantes provedoras globais de soluções de negócios baseadas em tecnologia, abriu as inscrições para o programa de Trainee e Estágio – Potenciais Stefanini 2018. Serão disponibilizadas 14 vagas no total para as cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Salvador. Para participar do processo seletivo, os interessados devem fazer as inscrições até o dia 31 de Outubro, no link: https://stefanini.com/potenciais/.

Para as vagas de Trainees, os jovens precisam ter concluído o curso de graduação entre Dezembro de 2015 e Dezembro de 2017 nas seguintes áreas: Administração de Empresas, Engenharias, Tecnologia da Informação, Economia, Marketing, Comunicação, Comércio Exterior, Psicologia, Estatística e Direito. Já para as vagas de Estágios, os estudantes precisam estar cursando o último ou antepenúltimo ano da faculdade em um dos cursos acima . O processo seletivo será composto de seis etapas:

Inscrições: processo de cadastro on-line;

Teste online: prova de raciocínio lógico em inglês;

Game online: realização de teste por meio de um jogo composto por etapas interativas (individual, duplas e grupos) para aderência às competências;

Escape room: realização do game presencial em grupo, em que os candidatos deverão decifrar um desafio enigmático em 30 minutos;

Comitê com gestores: etapa presencial em São Paulo com os gestores do programa e seus respectivos desafios;

Entrevista final: última entrevista presencial em São Paulo para seleção dos aprovados.

“O programa Potenciais da Stefanini é totalmente diferente do que existe no mercado hoje em dia. O candidato recebe um projeto em que desenvolve desde estratégia até sua execução”, diz a diretora de RH da Stefanini Brasil e América Latina, Cíntia Bortotto. De acordo com a executiva, “buscamos jovens que realmente pensem ‘fora da caixa’ e que não tenham medo de arriscar e colocar suas ideias em prática – com muita criatividade e inovação”.

O programa de Estágio tem o ciclo de um ano e o de Trainee de dois anos. Os jovens serão alocados em uma área específica, desenvolvendo projetos diferenciados e inovadores. Também contam com um gestor da sua área de atuação, mentor e um gestor de RH que o acompanharão neste período de aprendizado dentro da Stefanini.

Ao final do processo, conforme a performance, o estagiário terá a possibilidade de ingressar no programa de Trainees. Já a pessoa que atuou como Trainee terá a chance de assumir uma posição estratégica, também baseada em performance. A Stefanini oferece salário compatível com o mercado e benefícios como vale refeição, vale transporte, seguro de vida e assistência médica.

Também há vagas do Programa Potenciais 2018 para a Stefanini no Chile, Peru e Argentina, sendo que os brasileiros podem concorrer. Os interessados pelas vagas internacionais deverão se inscrever no site: https://stefanini.com/potenciais/es.

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Twitter lança terceira edição de seu Programa de Estágio no Brasil

O Twitter Brasil selecionará 9 estudantes para fazer estágio em seu escritório em São Paulo. As vagas são para diversas áreas e cursos. Podem se candidatar estudantes com formação prevista entre junho e dezembro de 2019 com conhecimentos em um segundo idioma e disponibilidade para estagiar em São Paulo. As inscrições vão até 20/11 através do site www.ciadeestagios.com.br/twitter.

O Projeto é conduzido pelo Twitter com apoio da Companhia de Estágios.

Sobre o Twitter

O Twitter mostra o que está acontecendo no mundo agora e o que as pessoas estão falando neste exato momento. De últimas notícias e entretenimento a esportes e interesses cotidianos, incluindo conteúdos ao vivo, é possível encontrar todos os lados de uma mesma história nas conversas em que todos estão convidados a participar. Disponível em mais de 40 idiomas em todo o mundo, o serviço pode ser acessado via twitter.com e dispositivos móveis. Para mais informações, visite about.twitter.com, siga @Twitter e baixe os aplicativos do Twitter e do Periscope via twitter.com/download e periscope.tv.

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Camara-e.net dá dicas em vídeo sobre planejamento para a Black Friday

“Toda promoção, seja ela online, seja ela offline, é uma empreitada empresarial e deve ser planejada”. Assim Jairo Lobo, consultor do Sebrae-SP, inicia o vídeo produzido pela Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) com dicas de planejamento para a Black Friday e outras datas promocionais. “O planejamento é importante para minimizar os riscos e ter mais sucesso na promoção”, alerta ele.

O vídeo faz parte de uma série de minicursos de capacitação que a camara-e.net, com o patrocínio da Braspag, preparou para os lojistas que participam da Black Friday e de outras campanhas em datas especiais do varejo. O consultor do Sebrae-SP mostra como o empresário deve se preparar para atender a um volume de vendas três vezes maior do que o normal nas 24 horas da promoção. “Ele precisa avaliar se o volume adicional de pedidos da Black Friday pede a contratação de mais gente no atendimento, no controle do estoque, no preparo do produto para o envio, no próprio envio e no pós-venda”, ensina.

“O objetivo do lojista não pode ser só vender. Ele tem que proporcionar uma boa experiência de compra para que o cliente volte à sua loja durante o ano todo”, diz ele, que ainda fala sobre gerenciamento de estoque e definição de descontos.

Se as dicas do vídeo pudessem ser resumidas, seriam as seguintes:

Planejar, planejar e planejar;

Inventariar o estoque;

Fazer uma boa política comercial;

Revisar a navegação do site e os meios de pagamento;

Definir uma estratégia de divulgação da sua campanha promocional.

[embedyt] http://www.youtube.com/watch?v=1IVyHH1wKxA[/embedyt]

A série de vídeos inaugurada no ano passado faz parte do programa Black Friday Legal. Para acessar este e os demais vídeos, visite o canal da camara-e.net no YouTube.

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Como U$ 100 mil de capinhas de celular encalhadas viraram um negócios de R$ 24 milhões

Marcelo Castro e Daniel Doho são amigos de infância e sempre pensaram em montar algo juntos que fizesse sucesso. Foi quando importaram 100 mil dólares em capinhas para celulares e abriram quiosques próprios em shoppings do Rio e de São Paulo. Resultado: Tem capinha encalhada até hoje na sede da empresa!

Porém, isso não foi suficiente para fazê-los desistir. Perceberam no decorrer da experiência que as pessoas tinham mais necessidades de cabos e assessórios bons e com preço acessível do que capinhas coloridas. Os quiosques foram fechados (eles tinham um custo imenso!) e o erro deu origem ao que a I2GO é hoje: uma empresa de assessórios para celulares que podem ser encontrados em displays de acrílico em lojas de conveniência, farmácias, livrarias e varejo em geral e também em vending machines e que já ultrapassa os 10 mil pontos de venda, faturamento na casa dos R$24 milhões em menos de 5 anos de existência.

Os produtos, cabos, carregadores, fones, baterias externas são importados da China e possuem Certificação Apple. Tem 3 anos de garantia e custam 50% menos do que um original da marca oficial. O lançamento constante de novos produtos e a busca por novidades também é uma estratégia a ser destacada na trajetória de sucesso da empresa que abriu um novo escritório na China para desenvolver fornecedores e fazer testes de qualidade dos produtos.

Nesse primeiro semestre de 2017 faturaram R$18 milhões com a venda de produtos, chegaram a 10 mil pontos de venda e com as novas parcerias que vem firmando com estabelecimentos tem a meta de chegar ao final do ano com 15 mil pontos de venda e um faturamento de R$ 40milhões ao ano.

“Não existe empreendedorismo sem um bom planejamento de Marketing, o posicionamento de uma marca é essencial quando existem produtos que são percebidos pelos consumidores sem nenhum diferencial, já que a maioria vem da China, como qualquer outro”, explica Marcelo Castro, um dos fundadores da i2GO.

E o pioneirismo no lançamento de novos produtos também vem sendo conquistado: com viagens frequentes à China e Estados Unidos, os empresários planejam trazer acessórios inéditos no Brasil.

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Thomson Reuters é vencedora do Prêmio CONFEB 2017 pela segunda vez consecutiva como melhor fornecedora no segmento de Sistemas de Tributos Indiretos

A Thomson Reuters, provedora líder mundial de informação e tecnologia, anuncia que é a vencedora do Prêmio CONFEB 2017 na categoria Sistemas de Tributos Indiretos como melhor Fornecedor do Ano. Além disso, a companhia se destacou e foi finalista em mais 6 categorias, sendo elas: Sistemas de Gestão Tributária, Sistemas de Nota Fiscal, Sistemas de Tributos Diretos, Sistema de Preço de Transferência, Sistema de Governança/Indicadores e Conteúdo Tributário/Atualização de Legislação.

A premiação faz parte de uma pesquisa com líderes de grandes empresas dos mais variados segmentos do mercado fiscal e tributário para definir quais empresas mais se destacaram nas seguintes categorias: Profissionais do Ano, Melhores Projetos do Ano, Fornecedores do Ano e Profissional Destaque do Ano.

Marcos Bregantim, Diretor Executivo da Área de Negócios de Tax & Accounting Software da Thomson Reuters no Brasil representou a companhia durante a solenidade. “Nos últimos anos, o mercado fiscal e tributário vem ganhando mais força, por conta da sua importância e diferença que ela faz como uma área estratégica dentro das empresas. E para a Thomson Reuters, essa premiação é um estímulo para continuarmos a investir na qualidade dos serviços oferecidos para garantir e atender as necessidades de todos os nossos clientes”, disse o executivo.

Este ano, a banca da premiação contou com 10 avaliadores, quantidade maior comparada ao ano anterior. Entre eles, estavam presentes professores, conselheiros e executivos do corpo executivo do CONFEB. A dinâmica da nomeação, outra novidade do evento, aconteceu durante a votação que definiu os três vencedores de cada categoria.

Essa semana a Thomson Reuters reuniu, em São Paulo, mais de 800 profissionais para debater práticas e tendências tecnológicas do mercado fiscal, tributário e de comércio exterior durante o Synergy 2017. A sexta edição do evento reuniu líderes, reguladores e especialistas que discutiram sobre a importância dessas áreas em se reinventar frente a influência da tecnologia que está cada vez mais presente nas estratégias de negócios das organizações.

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Ricardo Novaes é o novo sócio da startup nerd2.me

Ex-executivo da Microsoft junta-se ao fundador José Alves Braga Neto para expandir serviços da empresa que disponibiliza suporte tecnológico de forma diferenciada

A nerd2.me, iniciativa que consiste em levar o nerd particular (pessoa que tem conhecimentos avançados em tecnologia) a ajudar quem tem problemas e dúvidas técnicas em dispositivos tecnológicos, anuncia a chegada de Ricardo Novaes ao time de sócios. Ele se junta a José Alves Braga Neto, fundador da empresa para colaborar com sua expertise em estratégia a fim de expandir os serviços já oferecidos pela inovadora startup.

Com formação pela ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing) e vasta experiência no setor de vendas, Ricardo Novaes chega à nerd2.me após sua longa trajetória profissional, em que foi bem-sucedido como Gerente e Diretor de Vendas na Fulano.com e na F.biz, além do cargo como executivo de contas na Microsoft Brasil e Country Manager Brazil na Exponential, sempre voltado para vendas em tecnologia e publicidade.

“As novidades e tendências sempre me chamaram atenção. Por isso, quando descobri a ideia da nerd2.me fiquei encantado, pois nunca tinha visto algo parecido. O formato de economia colaborativa tem dado certo no mundo inteiro e no Brasil não seria diferente, esse é o futuro. Fico lisonjeado em fazer parte desse empreendimento que tem tudo para crescer e se tornar referência no mercado nacional”, afirma Novaes.

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Maior evento do País direcionado ao mercado de datacenters começa na próxima segunda, em São Paulo

A 9ª edição do Congresso DCD Brasil será realizada nos dias 30 e 31 de outubro, no Centro de Eventos Pro Magno

O DCD Brasil, maior evento do País direcionado a empresas e profissionais do segmento de datacenters, começa na próxima segunda-feira, 30 de outubro, em São Paulo (SP). A 9ª edição do Congresso será realizada no Centro de Eventos Pro Magno, localizado à Rua Samaritá, 230, no bairro da Casa Verde. O evento prossegue também no dia 31 e, ao todo, terá mais de 50 palestras e conferências, apresentadas por especialistas tanto do Brasil quanto do exterior.

Mais de 1.200 profissionais do setor de TI devem participar do Congresso, compondo um perfil formado principalmente por decisores neste segmento – presidentes, vice-presidentes, líderes de projetos.

A conferência de abertura do DCD Brasil será apresentada por Gustavo Caetano, fundador e CEO da Samba Tech, empresa que fornece soluções para a distribuição de vídeos online. O especialista apresentará a palestra “Pense Simples” (na segunda, 30, às 9h20), que leva o nome de seu livro. Considerado o “Mark Zukerberg” brasileiro, Gustavo contará o que as empresas devem fazer para conseguirem inovar de forma simples e, assim, se diferenciarem num mercado cada vez mais competitivo.

Também se apresentam durante o Congresso:

• Valdecy Urquiza, Chefe do Escritório Central da Interpol Brasil, que apresentará a palestra “Como estão evoluindo os ciberataques e a atuação da Interpol para combatê-los” – segunda, 30/10, às 15h;

• Andrea Iorio, gerente do Tinder para o Brasil e América Latina, que participará do painel “Impacto da Transformação Digital nas empresas e novas oportunidades de negócios” – segunda, 30/10, às 10h;

• Ileana Aquino, Engenheira Global de Infraestrutura Crítica do LinkedIn, que abordará o tema: “O datacenter de Linkedin em Oregon – inovação, desenho e sustentabilidade” – terça, 31/10, às 9h40.

A programação completa do Congresso pode ser consultada no site: https://goo.gl/XAMNA6

DCD Brasil 2017
Quando: 30 e 31 de outubro
Onde: Centro de Eventos Pro Magno
Endereço: Rua Samaritá, 230 – Casa Verde – São Paulo (SP)
Mais informações: https://goo.gl/VtZbdD

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Brink’s investe em novo programa de aceleração de startups

Com foco no desenvolvimento de novas tecnologias e serviços, a Brink’s, empresa líder mundial em logística segura e segurança, promove a primeira edição da BrinksUp!, o programa de aceleração para startups do setor de segurança, varejo e logística. A iniciativa é feita em parceria com a Liga Ventures, aceleradora corporate, focada em gerar negócios entre startups e grandes corporações.

A Brink’s é a primeira empresa do segmento a investir nesta iniciativa no Brasil e quer compartilhar sua expertise para acelerar o desenvolvimento das startups durante o programa. “A busca pela inovação é nosso desafio constante. Faz parte de nossa tradição. Com esse programa vamos permitir que empreendedores apresentem seus projetos e protótipos, e com nosso suporte e mentoria durante o período de aceleração, iremos ajuda-los a desenvolver ainda mais suas startups, que poderão ser agregados ao nosso portfólio de soluções”, destaca Gil Hipólito, Diretor de Novos Negócios da Brink’s.

Programa BrinksUp!

O programa de aceleração BrinksUp! abre inscrições no próximo dia 9 de outubro e abordará temas relacionados a segurança, varejo, cryptocurrencies, produtividade e inteligência. Após as inscrições, a Brink’s e a Liga Ventures irão selecionar quatro startups que possuam sinergia com os temas propostos. Além de terem acesso a um programa de quatro meses de aceleração – que conta com mentorias especializadas de executivos da Brink’s e experts de mercado, e acompanhamento dos gestores de aceleração Liga Ventures, cada uma das startups receberá um investimento de R$ 160.000,00.

“Ter um parceiro tão relevante como a Brink’s abre novas possibilidades para geração de negócios inovadores, essa é uma conexão onde todos ganham. As startups têm inovação no seu DNA e precisam de apoio para crescer; enquanto as grandes empresas têm acesso a mercado, expertise e uma marca consolidada”, comenta Rogério Tamassia, CEO da Liga Ventures.

As inscrições poderão ser feitas até 19/11 pelo site www.liga.ventures/brinksup – no link, as startups também poderão encontrar mais informações sobre o programa BrinksUp!, bem como regulamento e outros detalhes de cada etapa do programa. A iniciativa faz parte da estratégia da Brink’s de se preparar para os novos desafios e, explorando ideias inovadoras, tem como parte de seus objetivos ampliar o portfólio de soluções para o mercado.

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Healthcare Innovation Show conecta todos os segmentos do mercado de Saúde e Medicina com o uso de novas ferramentas de TI

Um dos maiores eventos para a área de Saúde e Medicina na América Latina, o HIS – Healthcare Innovation Show 2017 abre espaço para as empresas apresentarem as soluções na gestão médica, atendimento e diagnósticos ao nível mais elevado da tecnologia e que tragam bem-estar para os pacientes. O HIS acontece entre os dias 25 e 26 de outubro no São Paulo Expo, e vai receber um público altamente qualificado entre executivos de empresas de saúde, gestores hospitalares, médicos, pesquisadores e demais profissionais da área.

Entre as novas interfaces e modelos de atuação para os profissionais que serão apresentadas aos visitantes do trade show, estão orientações médicas e psicológicas à distância, serviço de telemedicina que realiza exames laboratoriais, plataformas de bem-estar web para redução de custos nas empresas, alternativas para melhorar a eficiência nos estacionamentos e soluções integradas de gestão para fluxo de medicamentos, entre outras novidades.

Conheça alguns dos serviços e inovações em produtos que serão apresentados ao público:

Acompanhando a modernidade e o ambiente online, a Brasil Telemedicina aposta em orientação de saúde à distância. Laudo 24hs, Médico 24hs, Psicologia 24hs e Monitorização 24hs são plataformas desenvolvidas pela empresa, que proporcionam assistência de forma rápida e descomplicada. Disponíveis também em forma de aplicativo para celulares e tablets, a tecnologia garante, ainda, melhor administração de tempo, pela flexibilidade de horário, disponibilização de profissionais em todo o território nacional e, já que o atendimento é pela internet, a facilidade em realizá-lo seja onde o paciente estiver.

A Hi Technologies apresenta ao setor de saúde o Hilab, primeiro serviço de telemedicina que realiza exames laboratoriais, como: HIV, vírus Zika, Chikunguya, dengue, hepatite, teste de gravidez, colesterol total, HDL, hemoglobina glicada, vitamina D, glicemia, dentre outros em apenas alguns minutos. O serviço Hilab, desenvolvido com tecnologias Microsoft e Intel, revoluciona o mercado ao introduzir uma nova categoria em análises clínicas que associa internet das coisas e inteligência artificial para acelerar o diagnóstico médico, tornando-o mais rápido que os métodos tradicionais. O dispositivo cabe na palma da mão e é solução também para os pacientes que tem medo de agulha. Isso porque o sangue é coletado da ponta do dedo, fazendo com que o processo seja menos invasivo.

A Philips, líder global em tecnologia da saúde, leva para o Healthcare Innovation Show a plataforma de visualização IntelliSpace Portal 9.0, um conjunto completo de ferramentas para suporte a decisões clínicas, multimodalidades e multifornecedores, e de TI que proporcionam maior excelência clínica e até mesmo redução de custos para área de radiologia. Seu novo recurso de machine learning faz com que a ferramenta aprenda automaticamente, a partir da última utilização da aplicação, antecipando a série e o tipo de dados em que o processamento prévio deve ser aplicado. Além disso, o público poderá conhecer de perto algumas das novidades relacionadas ao software de gestão em saúde Tasy, como a nova ferramenta de Gestão de Planos Terapêuticos (GPT), que permite a conferência da prescrição em menos tempo por enfermeiros e farmacêuticos, e de Prescrição Eletrônica do Tasy em HTML5, capaz de manter a solicitação até segunda ordem sem a necessidade de cópia diária, tornando o processo muito mais ágil.

A PwC Brasil irá debater durante o Healthcare Innovation Show (HIS) 2017 desafios e soluções para sustentabilidade econômica e segurança da informação do setor de saúde no Brasil e no mundo. As análises ocorrem em três painéis: “A jornada financeira da proposição de valor em saúde”, “Estruturação de custos e o futuro dos modelos de pagamento” e “Segurança e privacidade de dados: quem tem medo de ransomware”. Além dos painéis, a PwC Brasil leva para o evento o Health Dynamo, solução digital de gestão de processos de serviços de saúde e localização em tempo real de pessoas e ativos com foco no desafio da eficiência operacional. A Firma também apresentará soluções em cyber security para adoção de novos modelos digitais de atendimento, mantendo o desempenho e eficiência, sem deixar de lado o sigilo de dados.

A Shift, especialista em tecnologia da informação para medicina diagnóstica e preventiva, participa pela primeira vez do evento. Com 25 anos de história, a empresa apresenta ao mercado as melhores e mais modernas soluções para o aumento da produtividade e do aprimoramento de gestão na área da saúde. Durante o encontro, será realizada ainda a entrega da premiação do Great Place to Work 2016, em que a Shift foi contemplada no segmento de “Saúde”.

A UniHealth é reconhecida por sua experiência em soluções integradas de gestão do fluxo de medicamentos e insumos médicos. Com mais de 13 anos de história na logística intra-hospitalar, faz uso de tecnologias como a robotização e automatização de processos. Entre as novidades que a empresa apresenta no HIS estão o software UnilogWF, o robô Pharma Picking, capaz de separar 350 prescrições por hora, e a UniBox, máquina de dispensário automático de medicamentos e insumos médicos.

Outro destaque é a NDVIDA, plataforma de bem-estar web para aumento da produtividade e redução de custos com suporte à saúde nas corporações. O sistema SMART tem objetivos específicos, definidos na avaliação individual e um plano de ação detalhado, com metas atingíveis para cada colaborador. A empresa faz a gestão total do processo junto ao setor de recursos humanos, dispensando recurso adicional para operar a plataforma.

A Icone Medical Group, companhia especializada em equipamentos eletromédicos com tecnologia Laser de Diodo e Laser de CO2 Fracionado, dedicados ao tratamento de alterações dermatológicas e aplicações estéticas, apresenta no HIS o Sistema de Aquecimento de Fluídos (SAF), uma tecnologia inovadora concebida a partir de uma década de pesquisas e desenvolvimento meticuloso, visando a prevenção da hiportermia e melhor controle da homeostase do paciente no pré, intra e pós-operatório.

Tecnologias para estacionamentos também estarão sendo expostas no HIS. A Pare Bem tem como missão estabelecer um novo padrão de eficiência no segmento e apresenta soluções inteligentes para a gestão de estacionamentos em hopitais. Entre os destaques que podem ser conferidos no estande da empresa estão o controle da operação em tempo real e as tecnologias desenvolvidas para o setor e processos de automação do estacionamento.

O HIS 2017 é ainda constituído por três grandes eixos de atividades especiais: o Startup Lounge, com a exposição de serviços tecnológicos; o hackathon hack4health, maratona de desenvolvimento em busca de soluções para problemas da saúde e de gestão; e os prêmios Referência da Saúde/2017, Top Hospitalar/2017 e Great Place to Work.

HIS – Healthcare Innovation Show 2017
Data: 25 e 26 de outubro de 2017
Horário: das 8h30 às 19h
Local: São Paulo Expo
Endereço: Rodovia dos Imigrantes, Km 1,5 – São Paulo
http://saudebusiness.com/his/

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O que faz um site cair na Black Friday?

Em novembro acontece a Black Friday, principal data de vendas promocionais da internet. Para atender os consumidores em busca das melhores promoções é essencial que as lojas virtuais estejam preparadas. Além de conciliar todos os processos de antes, durante e pós compra, é fundamental para quem administra um e-commerce, não deixar a peteca – ou o site – cair. Manter a loja no ar é fundamental!

Entre os ajustes e melhorias necessários, estão os que visam sustentar de forma eficiente o grande volume de acessos que ocorrem nesse período. Ricardo de Paola, CTO da Infracommerce, empresa líder em negócios digitais na América Latina, cita alguns dos motivos para a queda de um site: “São vários os motivos, mas os mais comuns são a grande quantidade de acessos simultâneos, erros na programação, infraestrutura mal planejada, e, até mesmo, ataque de hackers”, revela.

Para prevenir esses problemas e oferecer uma melhor experiência de compra para os clientes, Paola ressalta algumas medidas:

Evite o gargalo de acessos

O gargalo de acessos, também conhecido como bottleneck (pescoço da garrafa, em tradução livre), acontece quando os servidores não têm capacidade para suportar um grande volume de dados gerados simultaneamente. “Existem cálculos que devem ser feitos para analisar quanta capacidade será necessária. Esses cálculos são realizados com base em edições anteriores da Black Friday e outras datas em que o tráfego tende a aumentar e na expectativa de vendas de cada loja. Assim, é possível determinar a quantidade de servidores necessária para processar aquele volume de dados”, esclarece o especialista.

Para atender a essa demanda, a Infracommerce desenhou, implementou e mantém uma arquitetura diferenciada voltada à escalabilidade, que conta com uma estrutura de data center (centro de processamento de dados) física e outra em nuvem. Ricardo de Paola explica que esse sistema atua de forma autônoma e inteligente, através de modelos preditivos, que identificam as tendências de aumento de volume de acessos, escalando e ampliando a capacidade de atendimento dinamicamente. Através da escalabilidade, mais servidores são adicionados na nuvem para dividir a carga e manter o atendimento, evitando qualquer tipo de gargalo e, por fim, garantindo a venda. Essa estrutura é redundante e balanceada, assim, caso qualquer servidor falhe, os demais redistribuem a carga entre eles imediatamente.

Erros de programação

A preparação para o Black Friday envolve um planejamento que vise o ciclo: implementação, garantia da qualidade e implantação. Além do uso de tecnologia, é importante contar com uma equipe de atendimento exclusiva para acompanhar as transações durante esse período. Com uma análise em tempo real é possível identificar possíveis erros e corrigi-los imediatamente, evitando que o consumidor desista da compra ou fique sem o produto.

Esse monitoramento permite não somente que as compras realizadas nesse sejam bem-sucedidas, mas também viabiliza um processo de melhoria constante. “O fim de uma Black Friday significa o início da próxima. Todo o desempenho é analisado para que os erros não se repitam e para que, no ano seguinte, a plataforma tenha uma performance ainda melhor”, conta o CTO da Infracommerce.

Proteção contra hackers

Fraudes com cartões falsos ou inserção de códigos maliciosos na programação dos sites são alguns dos golpes mais comuns envolvendo comércio eletrônico e, na Black Friday, eles tendem a aumentar, no entanto Paola ressalta que a prevenção é bastante simples. “É importante que o código do e-commerce seja seguro e criptografado. Isso protege não só a loja, como também os dados dos clientes”.

Outra técnica utilizada pelos hackers são sistemas robotizados capazes operar em alta velocidade e que podem, por exemplo, derrubar um site. Para evitar isso, existem softwares que detectam comportamentos atípicos, como muitos acessos de um IP ao mesmo tempo e, ao identificar o ataque, interrompe a conexão.

Todo esse planejamento, estudo e trabalho de prevenção garante que o consumidor realize suas compras online com rapidez, facilidade e segurança.

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Volkswagen do Brasil investe em Indústria 4.0 e utiliza máquinas inteligentes e conectadas em sua produção

A Volkswagen do Brasil torna sua produção cada vez mais tecnológica ao implementar a Indústria 4.0, que cria fábricas inteligentes, conectadas, flexíveis e autônomas. E como a Indústria 4.0 funciona na prática? Imagine robôs, máquinas, postos de trabalho e sistemas se comunicando entre si em tempo real, “conversando” com o veículo que passa pela produção, tomando decisões sozinhos e acertando sempre.

“Pode parecer um filme futurista, mas a manufatura digitalizada, com inteligência artificial e alto nível de automação já é realidade iniciada na Volkswagen do Brasil. A Indústria 4.0 garante a competitividade para o futuro e a Volkswagen do Brasil está alinhada a essas tecnologias inovadoras, que permitem tomar decisões extremamente rápidas, assertivas, detectar problemas, evitar falhas e reduzir custos”, afirma o diretor de Engenharia de Manufatura da Volkswagen do Brasil, Celso Placeres.

E acredite: um sistema inteligente é capaz de controlar e gerenciar a produção com alta eficiência, produtividade e de forma assertiva. No momento em que o veículo (acompanhado de sensores) passa pela produção, os sistemas já acessam via intranet ou internet, em tempo real, todas as informações armazenadas em servidores sobre ele – qual modelo é, versão, para qual país será vendido etc –; em seguida, tomam as decisões sozinhos e executam as operações com eficiência máxima, rapidez nunca antes imaginada e dando suporte ao ser humano, para que ele seja cada vez mais eficiente no trabalho.

Além disso, na Indústria 4.0 todas as informações sobre a operação são armazenadas, podendo ser rastreadas posteriormente, o que traz confiabilidade ao sistema. Por essas e outras tecnologias e inovações, a Indústria 4.0 é considerada a 4ª Revolução Industrial.

Inteligência artificial toma decisões na produção

Confira exemplos práticos do uso de inteligência artificial (uma das tecnologias da Indústria 4.0) na produção da Volkswagen do Brasil. Em muitos casos, a tecnologia auxilia o trabalho do homem:

“DNA do Veículo”: Na produção, o veículo (ou carroceria) vem acompanhado do dispositivo Tag RFiD (Radio Frequency identification), que armazena seu número de identificação (é uma “evolução do código de barras”, mas com a vantagem de poder incluir e gravar informações ao longo do processo). Quando o veículo (ou carroceria) chega em cada posto de trabalho, seu número de identificação é transmitido por rádio frequência para antenas. Aí, os sistemas conversam em tempo real e buscam informações sobre o veículo armazenadas no servidor: qual modelo é, versão, motorização etc. Ao trocar informações, robôs e máquinas já sabem quais operações fazer.

Robô decide qual lateral pegar: Quando a carroceria da Saveiro passa pela produção da fábrica Anchieta, em São Bernardo do Campo, por exemplo, o sistema já identifica qual é a versão da picape. Na mesma hora, o robô decide qual das laterais deve pegar (de cabine simples, estendida ou dupla). Sensores garantem o acerto sempre.

Medição em segundos: Em questão de segundos, um robô com sensores a laser mede toda carroceria. Em seguida, esse robô “conversa” com o sistema para cruzarem dados e decidirem se o veículo está perfeito. Se verificarem que sim, ele segue; se não, a linha para.

Precisão ao gravar chassi: A carroceria chega no posto de trabalho e por meio de seu RFiD o sistema a reconhece e envia seu número de chassi para a máquina, que faz a gravação.

“Casamento Perfeito”: No Fahrwerk (área onde a carroceria e a parte motriz “se casam”), o sistema identifica qual é o modelo do veículo e envia o conjunto motriz certo para o “altar”. A máquina também recebe informação de todos os torques (força de aperto ideal para cada parafuso) que devem ser aplicados nessa união.

Sinal verde para a eficiência: Na montagem, a tampa do tanque do veículo ganha etiqueta de indicação de combustível e pressão de pneus. Mas a Volkswagen do Brasil produz para vários países, com especificações diferentes. Quando o veículo chega neste ponto, o sistema identifica qual é o modelo e onde será vendido. Aí, acende luz verde sobre a caixa com a etiqueta certa. Se o empregado colocar a mão em outra caixa, acende luz vermelha e para a linha.

Foco perfeito: O empregado posiciona a parafusadeira automática e o sistema, que já identificou qual veículo está ali, faz os ajustes de faróis com máxima precisão.

Impressoras 3D tornam real os projetos do computador

Todas as fábricas da Volkswagen do Brasil já trabalham com impressoras 3D, que materializam – com máxima precisão e sem desperdício de material – peças e dispositivos que eram apenas projeto no computador. A tecnologia de impressoras 3D também é parte da Indústria 4.0.

Na engenharia de Protótipos, a impressora 3D à base de resina líquida e laser faz peças perfeitas para os projetos de veículos do futuro. Nas fábricas, impressoras 3D que trabalham com material plástico fazem, entre outras peças, dispositivos (chapelonas) que auxiliam os empregados na produção. As chapelonas são peças para serem apoiadas na carroceria, orientando os pontos onde o empregado deve, por exemplo, colar um logo, fixar o vidro, centralizar o painel de instrumentos etc.

Fábrica Digital simula realidade, reduz custos e melhora ergonomia

Uma das grandes inovações da Volkswagen do Brasil é a tecnologia chamada Fábrica Digital, a qual usa mais de 50 softwares que funcionam numa mesma plataforma operacional e permitem simular virtualmente os processos produtivos, novas construções prediais, infraestruturas e até escritórios, antes de serem implementados fisicamente, além de estudar a ergonomia de postos de trabalho. Simulação é uma das bases tecnológicas da chamada Indústria 4.0.

A Fábrica Digital, iniciada em 2008, já permitiu que a empresa evitasse inúmeros erros no processo que demandassem correções posteriores. Ao considerar apenas seis grandes projetos, implementados nos últimos cinco anos, o uso da Fábrica Digital pode evitar gastos superiores a R$ 100 milhões.

“Na era da busca incessante pela competitividade, integrar os mundos virtual e real é a solução para que novos processos (produtivos e logísticos) já ‘nasçam’ eficientes, ergonômicos e flexíveis”, afirmou Celso Placeres.

A Fábrica Digital também utiliza avançada tecnologia de games para digitalizar movimentos do homem a fim de chegar à ergonomia perfeita. A simulação auxilia os ergonomistas sobre a melhor posição para o posto de trabalho; em alguns casos são desenvolvidos dispositivos específicos como a cadeira Raku-raku, que “carrega” o empregado para dentro do veículo, para que faça a operação com ergonomia perfeita. É, mais uma vez, a tecnologia a serviço do homem!

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73% dos brasileiros apoiam Documento Único de Identidade com uso de biometria

Dentre os mais de 1.000 participantes brasileiros da pesquisa Unisys Security Index, a maioria dos cidadãos do País acredita que a consolidação dos documentos pessoais como RG, CPF, carteira de habilitação e título de eleitor em um registro único, além da adição de uma identificação biométrica será uma iniciativa eficaz para promover a segurança pessoal. Apenas 13% não concordam com a união destes documentos como medida de proteção e 14% ainda não têm certeza sobre a questão.

O Unisys Security Index é um índice de referência mundial sobre o tema segurança e considera as seguintes variáveis para sua construção: Segurança Pessoal, Segurança Pública, Segurança na Internet e Segurança Financeira, o que determina um indicador de cada país pesquisado e um global, em uma escala de 0 a 300, na qual 300 é a maior taxa de preocupação com o tema segurança e 0 a menor. No Brasil, o índice total apresentado foi de 189 pontos, enquanto que a média no mundo foi de 173 pontos.

A pesquisa Unisys Security Index, realizada em 13 países, questionou os mexicanos em relação ao mesmo tema, a qual apresentou um percentual muito semelhante ao do Brasil, já que três quartos dos entrevistados (75%) apoiaram a unificação das informações pessoais. Apenas 10% não concordam com a iniciativa e 15% não estão certos sobre o tema.

Entre os brasileiros, 78% dos homens e 69% das mulheres acreditam que a unificação do registro pessoal é uma medida fundamental para a proteção dos dados privado. O percentual se eleva nas faixas etárias mais altas, entre 45-54 anos (80%) e 55-65 anos (85%), principalmente quando comparado aos jovens (faixa etária de 18 a 24 anos), que apresentaram o menor índice, apenas 65% apoiam a unificação.

Diferente do Brasil, o apoio a esta iniciativa entre os jovens no México é o que apresenta o maior percentual, 79% dos entrevistados entre 18 e 24 anos concordam que a unificação dos dados pessoais promoveria maior proteção.

A aceitação também é elevada entre os brasileiros com alto grau de escolaridade, com 75% dos entrevistados com nível superior e pós-graduação sendo a favor da consolidação das informações pessoais.

Na camada da população brasileira de alta renda, o apoio à medida é de 80%, enquanto que o percentual entre a classe média e a baixa é igual, 72% dos entrevistados de cada grupo apoiam a iniciativa. No México, a aprovação é alta em todos os níveis socioeconômicos, sendo que a classe com renda mais baixa (77%) é a que se destaca no apoio à unificação dos documentos.

“A unificação dos registros públicos dos cidadãos no Brasil permitirá maior confiabilidade aos documentos, que atualmente não incluem dados de sinais biométricos, o que acaba dando margem para falsificações, atos ilícitos e criminosos. Além disso, a iniciativa vai auxiliar na desburocratização, contribuindo para modernizar os sistemas e evitar fraudes”, afirma Guilherme Artuso, SME Especialista na Vertical de Setor Público da Unisys para América Latina.

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Tecnologia nas cidades: a importância da parceria público-privada em prol da segurança – Por Ricardo Luiz

Em tempos de humanização de processos, o conceito de economia colaborativa ganha mais força diariamente. De acordo com um estudo elaborado pela IE Business School, em parceria com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e o Ministério da Economia e Competitividade espanhol, o Brasil é líder na América Latina em iniciativas colaborativas. Dentre as companhias analisadas, 32% foram fundadas em território nacional, número superior aos 13% da Argentina e do México e do Peru, ambos com 11%.

As ações têm o intuito de aproximar a sociedade, colocando-a como parte da solução de problemas políticos e sociais. Com a evolução da tecnologia e o crescente número de aparelhos conectados à internet os empreendedores passaram a perceber que é preciso contribuir com o entorno da sociedade e que a inovação pode ser a maior aliada.

O uso constante de Big Data, Inteligência Artificial (IA) e Internet das Coisas (IoT) aproxima as empresas das pessoas, desde a possibilidade de locação de um imóvel até a solicitação de um veículo particular, com motorista. Dessa maneira, a sociedade passa a atuar cada vez mais em conjunto, valorizando o acesso ao invés da posse.

Uma das maiores preocupações da população, governo e empresas é o elevado índice de criminalidade do país. Segundo a pesquisa Better Life Initiative, divulgada pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), 8% da população brasileira já foi vítima de assalto nos últimos 12 meses. O número é o dobro da média mundial.

Acompanhando o ritmo ditado pelas inovações trazidas pela tecnologia, empresas buscam e desenvolvem cada vez mais ações em prol de um bem comum. É dessa forma que a economia colaborativa abriu caminho para soluções de segurança colaborativa. Nelas, a população pode contribuir ativamente para a redução dos índices de criminalidade por meio do uso de dispositivos conectados, que permitem, não só o monitoramento, mas a rápida execução de medidas. O uso da tecnologia em larga escala, visando colaborar com os cidadãos, compõe o conceito de smart city (cidade inteligente).

Singapura (Ásia), Masdar (Abu Dhabi) e Songdo (Coreia do Sul) foram as três primeiras smart cities do mundo. Por definição, são cidades evoluídas e tecnológicas, que aplicam o uso dessa inovação a favor da população, atuando com fontes renováveis de energia, água reutilizável, transporte sustentável e, claro, segurança colaborativa, proporcionada por meio de câmeras inteligentes que são conectadas com plataformas na nuvem, possibilitando maior armazenamento e disponibilidade dos arquivos. No Brasil, o projeto Smart City Laguna pretende criar, no Ceará, a primeira cidade inteligente do país.

Cada vez mais empresas e governos se unem em benefício da sociedade. Projetos que visam a segurança colaborativa já são realidade e dependem do cidadão para seu pleno funcionamento. Para garantir um modelo sustentável, é preciso que o tripé da segurança seja definido e suportado em todos os lados. Dessa maneira, é possível transformar índices de violência em dados do passado, e não mais numa descrição de um presente alarmante.

Ricardo Luiz é Gerente de Negócios da Tecvoz, empresa de tecnologia referência no mercado de Circuito Fechado de TV (CFTV).

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FGV EAESP organiza palestra sobre as mudanças no ISS

O Centro de Estudos em Finanças (GVCef) da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV EAESP) realizará no dia 26 de outubro, a partir das 14h30, uma palestra gratuita com o subsecretário da Receita da Prefeitura de São Paulo, Pedro Ivo Gândra, sobre as mudanças do ISS.

O evento, coordenado pelo professor da FGV EAESP, Alexandre Motonaga, visa explicar a recente mudança na legislação do ISS, que alterou o local de recolhimento desse imposto, provocando fortes impactos nas empresas prestadoras de serviço.

“Com essa mudança, as empresas serão obrigadas a arcar com custo adicional, para segregar o ISS a ser pago em cada município que opera, além de necessariamente observarem a legislação municipal e as respectivas alíquotas. Por outro lado, o município, suposto beneficiário dessa alteração, não tem estrutura mínima para efetuar essa cobrança e fiscalização, especialmente os pequenos e médios municípios brasileiros. Logo, o maior prejudicado é o cidadão, porque a empresa provavelmente deixará de operar em pequenas cidades. Esses e outros aspectos serão debatidos no dia 26”, explica Motonaga.

Inscrições no link: www.fgv.br/eventos/?P_EVENTO=3542&P_IDIOMA=0. Ao término, será entregue o certificado de participação.

Caros jornalistas, para participar do evento é preciso fazer credenciamento na Assessoria (11) 3284-6147 – luana.magalhaes@insightnet.com.br

Serviço

Data: 26 de outubro de 2017 (quinta-feira)

Horário: 14h30 às 18h30

Local: FGV EAESP: Rua Itapeva, 432 – 7º andar – sala 701 – Bela Vista – SP

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