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VTEX DAY, maior evento de e-commerce da América Latina, inicia vendas de ingressos para a edição 2019

A próxima edição do VTEX DAY, maior evento de vendas multicanal da América Latina, já está com os ingressos à venda. O evento, que reúne os principais varejistas do país e milhares de visitantes internacionais, será realizado no SP Expo e oferece duas modalidades de entradas: Multi e Black. Os ingressos do primeiro lote custam a partir de R$ 490 e podem ser adquiridos até o dia 15 de março.

A lista de palestrantes será divulgada em breve. Em edições anteriores, o evento recebeu importantes nomes dos cenários nacional e mundial, como Joaquim Barbosa, ex-presidente do Supremo Tribunal Federal; Fernando Henrique Cardoso, ex-presidente do Brasil; Bruce Dickinson, empreendedor e vocalista do Iron Maiden; Luiza Trajano, presidente do Conselho de Administração do Magazine Luiza; Andreas Weigend, ex-cientista chefe da Amazon; Richard Branson, empresário britânico e fundador do grupo Virgin; Sucharita Kodali, vice-presidente da Forrester Research; Paula Bellizia, presidente da Microsoft Brasil; e o co-fundador da Netflix, Marc Randolph.

Além disso, o VTEX DAY conta com parceiros importantes, como Stone, Buscapé, Carrefour, Adyen, Via Varejo, TrustHub, Synapcom, PagSeguro e Rede. Atualmente, mais de 40% dos patrocinadores reservam seus grandes lançamentos para serem anunciados durante o evento.

Para conferir os ingressos, seus benefícios e formas de pagamento, acesse: http://vtexday.vtex.com/.

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Dia da Segurança na Internet: Como não ficar refém da conectividade?

Dia 06 de fevereiro é dia da segurança na internet e sabemos que a Internet proporciona acesso a uma infinidade de informação mas, durante a navegação, todas pessoas e, principalmente empresas, estão sujeitas a diversos tipos de ameaças. Podemos ver os mais diversos truques, que vão de fraudes à contaminação do computador, distribuição de conteúdos em vídeos e até furto com dados bancários para compras. Com isso, é fundamental que os usuários se mantenham alertas para não cair em eventuais armadilhas.

Pensando nisso, reunimos algumas dicas de especialista que falam sobre os cuidados que os internautas devem ter ao se conectar com a internet e apostar em soluções inovadoras.

Como se proteger no mercado de vídeos online?

Segundo uma pesquisa realizada pela Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI), o Brasil é o segundo país que mais pratica pirataria. De todos os CDs, DVDs e softwares comercializados, 52% são piratas, enquanto a média mundial é de mais ou menos 34%. Uma das grandes preocupações dos produtores de conteúdo (desde professores autônomos até as grandes instituições) é essa questão, pois ninguém quer ter o seu material baixado ou compartilhado irregularmente.

Em uma pesquisa realizada recentemente pela Samba Tech, empresa líder na distribuição de vídeos online na América Latina, entre os produtores de vídeos que já sofreram pirataria, 46% atribuem o problema às falhas da plataforma utilizada e 18% aos sites que hospedam vídeos. Segundo Pedro Filizzola, CMO da Samba Tech, uma forma estratégica de evitar a pirataria é dificultar a distribuição dos conteúdos de forma ilegal é por meio da proteção por domínio. “Com ela, o produtor configura em qual domínio ele quer que seus vídeos sejam exibidos e então, mesmo que alguém consiga baixar, não poderá distribuí-los e revendê-los, já que ele só funcionará no domínio configurado”, explica.

Invista em segurança para o seu e-commerce

Segundo Alfredo Soares, fundador da Xtech Commerce, plataforma de e-commerce para PME´s, sem a segurança necessária para criptografar as informações fornecidas pelos clientes, além de um reforço no acesso a elas, a loja passa a ser um ambiente vulnerável a ataques de ladrões virtuais. Essas invasões podem resultar em diversas fraudes, como, por exemplo, a substituição do endereço de entrega das últimas compras realizadas e novas compras feitas com dados de terceiros. “Em um ambiente virtual que lida com transações financeiras, como um e-commerce, é preciso receber todo o investimento necessário para proporcionar segurança aos seus consumidores. Sem a segurança das transações financeiras, o cliente passa a desconfiar da loja on-line” revela Alfredo.

Invista em criptomoedas com segurança

Segundo recente relatório divulgado pela McAfee, empresa americana de informática e software de segurança, tivemos um aumento de 600% no número de ameaças de malwares criptos, apenas no primeiro trimestre de 2018. Tais dados nos mostram o quanto o quesito segurança tem se tornado essencial para usuários e investidores de criptomoedas.

Segundo Fernando Bresslau, Head of Operation and Finance da Ripio, carteira digital mobile para serviços financeiros, é importante tomar alguns cuidados na hora de realizar operações com moedas digitais. “Tenha excesso de atenção com as senhas, deixando-as mais extensas e complexas, use todos os sistemas de autenticação que a corretora ou carteira virtual oferecer e, principalmente, pesquise muito sobre a reputação da carteira que pretende usar, pois quanto mais lastro positivo ela tiver, mais confiança ela gera”, afirma Bresslau.

Compre na internet com segurança

Os consumidores estão cada vez mais propensos a realizarem compras no ambiente on-line, mas é preciso muito cuidado para não cair em ciladas. Um dos principais cuidados de segurança é verificar quais as formas de pagamento que são aceitas no e-commerce: mais especificamente se a loja aceita cartão de crédito.

“Uma empresa, para poder receber pagamentos via cartão, precisa apresentar uma extensa documentação – e isso, por si só, já cria uma grande barreira para um fraudador oportunista. O cliente não precisa necessariamente escolher pagar no cartão, mas só de o fato de o estabelecimento oferecer esta opção já significa muita coisa”, ressalta Tom Canabarro, co-fundador da Konduto.

Muitas pessoas acreditam erroneamente que o boleto bancário é a maneira mais segura, mas existem vários tipos de golpes envolvendo esse tipo de pagamento e o banco não se responsabiliza. Já nos pagamentos via cartão, por contrato, o consumidor sempre está protegido.

A biometria a serviço da segurança

A biometria, aos poucos, está se tornando parte do nosso dia a dia, principalmente quando o assunto é segurança. As instituições bancárias já estão implementando soluções do tipo para saque e consulta de dados. Uma câmera de celular, tablet ou notebook e um software. Isso é o suficiente para a utilização da biometria facial, uma nova tecnologia que tem se tornado tendência na identificação de pessoas em diversos setores.

Segundo Danny Kabiljo, CEO fundador da FullFace, startup brasileira que criou um sistema de reconhecimento facial que facilmente se integra a hardwares e softwares facilitando processos de autenticação biométrica facial web e mobile.

“Para contextualizar, a biometria facial pode ser utilizada em qualquer segmento onde seja necessário a identificação, ou seja, bancos em processos de autenticação, sistemas de saúde e laboratórios para reconhecer o cliente, qualquer empresa que necessite identificar o funcionário (controle de acesso e controle de ponto), aeroportos e empresas aéreas, segurança pública, no setor varejista que necessita saber quem é o cliente para fidelizá-lo, entre outros”.

Consultório Virtual 100% criptografado

O mercado de novos aparelhos e soluções de diagnóstico remoto só cresce, tornando-se hoje uma nova área da Medicina e Saúde que traz uma revolução na própria forma de se atender e entender o paciente através dos dados que se pode coletar dele por meio do teleatendimento online.

Para Lucas Arthur de Souza, Co-fundador e Diretor de Operações da TelaVita, marketplace de saúde digital, segurança sempre foi importante no desenvolvimento da plataforma que tem como objetivo conectar psicólogos e pacientes de todo país. “Mesmo sem existir um padrão universal de segurança no Brasil, nosso sistema já está próximo e de acordo com a maioria dos padrões internacionais, como padrão norte americano, HIPPAA, por exemplo. Possuímos várias camadas de segurança com diversas abordagens. Primeiramente o sistema possui certificação SSL (HTTPS) que garante que todas as transações e informações são criptografadas”.

Oracle lança programa de estágio inovador na América Latina, de olho em propósito e valores dos candidatos

A Oracle acaba de dar início a um novo programa de seleção, focado nas soft skills dos candidatos. Idealizado por um grupo multidisciplinar de cinco colaboradores brasileiros da Oracle, que tiveram a oportunidade de participar de edições anteriores dos programas de estágio e trainee (eTalent & Class of), o Generation Oracle tem como objetivo orientar e formar uma geração de profissionais do futuro: pessoas com excelentes qualidades humanas, capazes de tirar o melhor proveito da inovação e de transformar o mundo.

Para a Oracle, o programa é um estado de espírito, por isso o processo não é orientado por critérios tradicionais como idade, habilidades técnicas e fluência em línguas, sendo necessário apenas o conhecimento básico do idioma inglês. Para fazer parte do Generation Oracle, os interessados devem ter nível superior ou técnico, durante a duração do programa (de 13 a 18 meses). Além disso, é importante querer “transformar o mundo, empoderando as pessoas, por meio da inovação” (Propósito da Oracle na América Latina) e se identificar com os valores corporativos da empresa (abaixo).

• Viver para a excelência;

• Ser uma pessoa apaixonada;

• Comportar-se como dono;

• Ter espírito de startup;

• Encarar a verdade;

• Ser obcecado por nossos clientes.

Critérios de Participação:

Disponibilidade para trabalhar 35 horas por semana (ou equivalente à carga horária de estagiário), no escritório da Oracle em São Paulo.

Como funciona o programa Generation Oracle?

“Em nosso dia a dia na Oracle, acompanhamos diversas revoluções tecnológicas, que desafiam os sistemas econômicos tradicionais e passam a dar espaço a novas economias. Nesse contexto, nos deparamos com a necessidade também de uma (r)evolução humana. Por isso, nos reunimos e buscamos a mentoria de alguns executivos da empresa para criar o Generation Oracle, pois acreditamos que os profissionais do futuro destacam-se por serem humanos – por seus valores, habilidades comportamentais, consciência e compromisso em fazer um mundo melhor”, explica Lucas Leung, analista de Marketing e porta-voz do grupo que concebeu o novo programa.

Inspirados pelo que há de melhor nas experiências de estágio e de trainee da Oracle, em seus aprendizados e na visão crítica do mercado de trabalho atual, o grupo estruturou o Generation Oracle baseado em três pilares:

1) Novo processo de recrutamento;

2) Sólido programa de desenvolvimento de talentos;

3) Criação da comunidade Gen O.

A primeira etapa é marcada por entrevistas às cegas, repletas de soluções tecnológicas, como inteligência artificial, chatbots, experimentação de cloud (nuvem), o que garante diversidade em todos os aspectos e uma imersão no mundo da tecnologia.

Uma vez selecionada, a pessoa começa sua jornada que durará de 13 a 18 meses. O primeiro mês, de “reconhecimento”, traz treinamentos corporativos e de habilidades-base, explorando a cultura Oracle. Entre o segundo e o 13º mês, há uma rotação pelas áreas, passando pelas estruturas principais da empresa: vendas, pré-vendas, marketing e comunicação, relacionamento com o cliente, além de consultoria, cidadania corporativa, laboratório de inovação, ecossistema de e startups etc.

A pessoa também receberá acompanhamento e será mentorada por uma comunidade formada por entusiastas do programa para dar todo suporte necessário, com possíveis visitas a outras subsidiárias e o desenvolvimento de plano de carreira. A partir do 14º mês, uma vez alocada na estrutura principal que mais tem a ver com ela, a pessoa irá desenvolver um projeto de intra-empreendedorismo junto à comunidade que a ajudou durante o programa, para também contribuir e orientar as futuras turmas do Generation Oracle.

“Estamos convencidos de que a transformação está nas mãos das pessoas e que a tecnologia é a ferramenta que possibilita e acelera as mudanças positivas. Estamos muito felizes em lançar o programa Generation Oracle, pois com ele vamos orientar e formar uma geração de profissionais do futuro – pessoas com as melhores qualidades humanas, capazes de tirar o melhor proveito da inovação e, com isso, transformar o mundo”, afirma Luiz Meisler, vice-presidente executivo da Oracle América Latina.

Período de inscrição: De 4 de fevereiro a 4 de março de 2019
Site para inscrições no Brasil: ora.cl/yi5fq

iFood bate 14,1 milhões de pedidos/mês no Brasil e vai contratar 1.000 profissionais em 2019

Foto: Luiza Florenzano

O iFood bate mais um recorde com 14,1 milhões de pedidos mensais ou meio milhão de pedidos diários – o que representa mais do que o dobro do mesmo período do ano anterior – além de 10.8 milhões de usuários. O novo marco reforça a liderança da empresa que cresce de forma acelerada. Nos últimos 4 meses 650 profissionais foram contratados. Destes, 100 são de Tecnologia. Em 2019 serão contratados mais 1.000 colaboradores.

A empresa, que acaba de anunciar, o recebimento do maior aporte de uma empresa de tecnologia da América Latina, no valor de US$500 milhões, por meio da Movile, com a Naspers e Innova Capital, mostra que o iFood continua inovando.

“Acreditamos muito no potencial do mercado brasileiro e o iFood é um exemplo de tudo que podemos atingir. A Movile tem como propósito impactar positivamente a vida de 1 bilhão de pessoas, e o iFood é parte essencial desse desafio. Para isso continuar expandindo os negócios do iFood com foco em tecnologia, inteligência artificial e logística”, explica Fabrício Bloisi, CEO da Movile.

Movimentar a economia, levar mais opções aos usuários do aplicativo e novos consumidores aos restaurantes é só uma ponta dessa grande revolução. Ao longo dos anos, o iFood expandiu seus negócios e foi criando soluções para os principais parceiros, sempre pensando em revolucionar o universo de alimentação por uma vida mais prática e prazerosa.

“O mercado de delivery ainda tem muito espaço para crescer e queremos continuar protagonizando essa revolução. Impulsionar essa transformação significa desenvolver, de fato, todo o ecossistema de food delivery e melhorar a vida de todos os públicos, gerando oportunidades e melhor experiência aos consumidores, restaurantes, entregadores, além de produtores e distribuidores de embalagens e insumos”, conta Carlos Moyses, CEO do iFood.

Agora, o desafio da empresa é aproveitar a grande base de dados e os mais de 1.400 FoodLovers no Brasil para continuar sua expansão. Pensando nos consumidores, o iFood está ampliando cada vez mais o número de restaurantes, oferecendo opções de alimentação para todos os momentos do dia, gostos e preços. Para os restaurantes, a prioridade é oferecer soluções de gestão, logística e pagamentos. Os entregadores também são parte fundamental do negócio. Por isso, o iFood também está investindo em tecnologia para diminuir o perímetro de entrega entre restaurantes e consumidores, garantindo que os entregadores estejam disponíveis para atender a demanda de cada área e a qualidade da refeição recebida pelos consumidores.

O objetivo da companhia é reduzir o tempo de entrega, já que o entregador não precisará retornar ao restaurante para devolver a maquininha de cartão. “Com a expansão desse serviço, a previsão é que tudo fique cada vez mais rápido. Quando um restaurante contrata o serviço de entrega com o iFood, ele não precisa esperar o entregador voltar para enviar outro pedido. Ele pode simplesmente acionar a nossa base, que irá encontrar outro entregador que esteja disponível. Com isso, o tempo de deslocamento entre o entregador e o restaurante diminui bastante”, explica Bloisi.

Três Desafios da Nuvem para se preparar em 2019

Por Carlos Mattos

Como o papel tradicional dos executivos de tecnologia continua evoluindo, a única promessa garantida para 2019 é de mais pressão para entregar soluções que atendam às expectativas de clientes e parceiros.

No final do ano passado, segundo o IDC, quase metade dos gastos com TI foram baseados em nuvem, com uma previsão de atingir 60% de toda a infraestrutura de TI e 60-70% de todos os gastos com software, serviços e tecnologia até 2020.

É imperativo que as empresas vejam a computação em nuvem como um elemento crítico de sua competitividade, não apenas como um custo que precisa ser cuidadosamente gerenciado. Em 2019, as empresas terão que equilibrar as capacidades da mais nova tecnologia em nuvem, enquanto se concentram na segurança.

Aqui estão três tendências em computação em nuvem para as quais as empresas devem se preparar em 2019:

1. O número de serviços e soluções em nuvem (SaaS, PaaS, IaaS) continuará a aumentar

Haverá uma explosão de novos serviços e soluções em nuvem, e aqui estão algumas estatísticas para provar isso.

O software como serviço baseado em assinatura (SaaS) apresentará um crescimento anual na ordem de 18% até 2020, de acordo com a Bain & Company.

O investimento em plataforma como serviço (PaaS) crescerá de 32% em 2016 para 56% em 2019, tornando-se o setor de plataformas em nuvem que mais cresce, de acordo com a KPMG.

O mercado de infraestrutura como serviço (IaaS) deverá atingir US $ 72,4 bilhões em todo o mundo até 2020, segundo o Gartner.

Se julgarmos pelas tendências atuais da computação em nuvem, o número de soluções em nuvem nos setores público e privado se expandirá ainda mais em 2019. Esperamos ver mais organizações aproveitando a simplicidade e o alto desempenho que a nuvem garante.

2. Mais empresas irão optar por soluções de nuvem híbrida

Fazer uma transição completa para a nuvem provou ser mais desafiador do que o previsto, então é aqui que as soluções de nuvem híbrida terão um papel importante. Com uma nuvem híbrida, as empresas podem fazer a transição para a nuvem em seu próprio ritmo, com menos risco e a um custo menor. Em 2019, mais empresas escolherão uma abordagem de nuvem híbrida que lhes permitirá acessar a eficiência e a eficácia das soluções em nuvem.

Essas nuvens podem ser sistemas multivendor ou uma mistura de nuvens privadas e públicas. Com a adoção da nuvem em seu auge, as empresas precisam entender as vantagens e desvantagens de cada uma das nuvens antes de tomar uma decisão que melhor se adapte a seus negócios.

3. Com o GDPR e LGPD, a segurança na nuvem se tornará mais confusa

Não é surpresa que a segurança continue a ser um problema com a tecnologia de nuvem, especialmente agora com a introdução das leis de proteção de dados GDPR na Europa e LGPD no Brasil. Dadas as vantagens da computação em nuvem, muitas empresas provavelmente se apressarão sem considerar seriamente as implicações de segurança.

De acordo com o Gartner, “até 2020, 99% das vulnerabilidades exploradas continuarão sendo conhecidas pelos profissionais de segurança e TI por pelo menos um ano”.

Em 2019, as empresas terão a difícil tarefa de garantir que suas práticas de dados atendam plenamente aos requisitos das leis de proteção de dados.

Impulsionados pela transformação digital, veremos mais e mais empresas migrarem para a nuvem no próximo ano, o que significa que as ameaças à segurança cibernética também aumentarão.

Oitenta e três por cento das cargas de trabalho da empresa estarão na nuvem até 2020 – 41% das cargas de trabalho corporativas serão executadas em plataformas de nuvem pública, enquanto outros 22% serão executados em plataformas de nuvem híbrida.

Garantir a conformidade da nuvem com as leis de proteção de dados não será uma tarefa fácil. Os resultados de uma pesquisa recente feita pela CommVault mostraram que apenas um pequeno número (12% das 177 organizações globais de TI pesquisadas) entende como o GDPR afetará seus serviços em nuvem. Esses resultados levantam a suposição de que as empresas que usam serviços em nuvem serão mais vulneráveis.

As grandes empresas e corporações enfrentarão mais desafios do que nunca para serem competitivas neste ambiente tecnológico em constante mudança. As tendências descritas acima são áreas críticas nas quais dedicar recursos para que elas permaneçam relevantes e garantam que seus produtos permaneçam na liderança do mercado em 2019.

Carlos Mattos, Chief Architect e Head of Technology and Innovation na GFT Brasil.

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Ilson Bressan é o novo CEO do Peixe Urbano

O Peixe Urbano, maior plataforma de ofertas locais do Brasil, que em novembro de 2017 se uniu ao Groupon Latam , anuncia Ilson Bressan como seu novo CEO. Em 2018, Bressan se tornou vice-presidente Comercial Latam, já executando a maior área da empresa, e a partir de agora assumirá o desafio do comando integral da marca.

Graduado em Comércio Exterior pela UNISINOS (RS) e com MBA em Marketing pela ESPM, Ilson atua há mais de 20 anos na gestão de Marketing, Vendas e Operações. Além disso, foi fundador de diversas empresas com foco na gestão de marketing para produtos de consumo em massa desde 1994 – a última delas foi o primeiro portal no Brasil para reservas online em restaurantes, o Zuppa, adquirido pelo Peixe Urbano em 2011, ano em que iniciou sua carreira na empresa.

“Construí uma carreira sólida dentro do Peixe Urbano e isso me proporcionou a experiência necessária para assumir esse novo desafio. Por isso, essa mudança veio de forma tranquila e programada. Acredito que a paixão é o que caracteriza o comportamento de todos que trabalham na empresa, e me sinto honrado com o compromisso de manter o DNA da marca, bem como levar a um novo patamar de geração de valor não só ao Brasil, mas aos demais países onde atuamos”, explica o novo CEO.

Para 2019, a companhia está com expectativas bastante positivas. A receita de janeiro fechou 10% maior que o mesmo mês do ano passado, e com melhoria de rentabilidade. Após a fusão da empresa ao Groupon Latam, o Peixe Urbano passou a atuar em mais 5 países: Chile, Argentina, Peru, México e Colômbia, focando na expansão internacional de seus serviços.

T-Systems Brasil tem nova Managing Director

A T-Systems anunciou nesta segunda-feira (04/02) Angelica Vitali como managing director de suas operações no Brasil, e contratou Alexandre Matte como novo vice-presidente de vendas. Matte também integrará o board da companhia no País.

Angelica ocupava a função interinamente desde novembro de 2018. Matte traz para a T-Systems uma vasta experiência na área de vendas, acumulada em cargos de liderança ocupados em grandes empresas globais de tecnologia.

Na T-Systems, o executivo será responsável pelas atividades de vendas, marketing e parcerias, e terá o desafio de conduzir ações focadas no crescimento contínuo da empresa.

As mudanças na gestão visam fortalecer a equipe executiva para acelerar o crescimento, reforçar o foco no cliente e consolidar a T-Systems como um player importante na jornada de transformação digital de seus clientes e prospects.

Ex-Diebold é o novo diretor de tecnologia da Máxima Sistemas

O crescimento registrado nos últimos anos da Máxima Sistemas, companhia de tecnologia móvel de força de vendas, e-commerce, trade marketing e logística para o atacado distribuidor, reforçou a necessidade de ampliação da sua estrutura para atender ao mercado dentro da velocidade demandada. Em função deste cenário, a empresa conta hoje com Luciano Almeida à frente da diretoria de tecnologia.

Entre as responsabilidades do executivo está o desenvolvimento de frentes como Pesquisa & Desenvolvimento e Evolução Tecnológica dos produtos da companhia, que atualmente detém um portfólio com 10 soluções, atendendo a mais de 51 mil usuários em todo o Brasil.

A missão de acelerar a jornada digital dos clientes da Máxima Sistemas é um dos seus desafios. “Para isso, estamos empenhados em levar ao mercado um produto cada vez mais aderente, num formato ´plug and play”, comenta Almeida.

Também faz parte do seu escopo de compromissos o incentivo da cultura de Desenvolvimento Ágil, assim como o fortalecimento do uso de ferramentas e métodos de alto desempenho com foco num clima organizacional positivo e voltado ao comportamento inovador. “Vamos garantir as entregas aos clientes prezando sempre pelo bom atendimento, que é uma marca registrada da Máxima, e, em paralelo, levando camadas de inovação para os produtos”, explica o diretor.

Almeida tem experiência de 25 anos no mercado de TI e construiu sua carreira em empresas como Diebold, atuando como diretor de desenvolvimento de software, e CTIS, onde ocupou o cargo de gerente de departamento por 15 anos. É formado em análise de sistemas pela Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul) e possui MBA em Gestão de Empresas com Foco em Estratégia pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Fintech Adianta recebe investimento de R$ 8 milhões

Há dois anos no mercado, a startup Adianta, fintech focada em antecipação de recebíveis para pequenas e médias empresas, acaba de receber um novo investimento no valor de R$ 8 milhões. Acompanhada dos antigos investidores, como Yellow Ventures e OsherTech, a nova rodada do aporte inclui os fundos DGF Investimentos e 42K Investimentos, que estruturou um club deal com investidores de fintechs, como a Chromo Investimentos, a Capital Lab e Roger Ingold – ex-CEO da Accenture, e empreendedores, como Sandro Reiss – fundador e CEO da Geru – e Jaime de Paula – fundador e CEO da Neoway.

Com este novo investimento, dentre os planos de crescimento para a startup estão a ampliação do time de engenheiros de desenvolvimento e da equipe de vendas a fim de aumentar a capilaridade da plataforma, além da criação de novos serviços e produtos voltados para pequenas e médias empresas. “A 42K e seus investidores enxergam muitas oportunidades em fintechs de crédito e acreditamos que a Adianta está desenvolvendo uma plataforma para adiantamento de recebíveis e produtos financeiros de muito sucesso, complementado o ótimo portfólio de investimentos na área como a Geru e a BizCapital”, afirma Eduardo Smith.

Até o final do primeiro trimestre deste ano, a Adianta começará o atendimento aos fornecedores de serviços, além de estudar novos produtos de capital de giro. Até o momento, a empresa já recebeu pedidos de cerca de R$ 110 milhões em crédito. Agora, a expectativa para 2019 é alcançar uma carteira de crédito de R$ 100 milhões, incluindo em seu portfólio desconto de duplicatas de serviços, bem como alguns parceiros estratégicos. “O que queremos é desenvolver um relacionamento de longo prazo com os nossos clientes, sempre com a preocupação de desburocratizar a experiência de concessão de crédito. Aos poucos, estamos levando a inovação das fintechs para este segmento”, revela Marco Camhaji, CEO da Adianta.

O executivo explica que o aporte é bastante representativo para a atuação da empresa. “Com a evolução do motor de crédito, devemos garantir um índice mais alto de aprovação das operações, beneficiando as PMEs para que sejam atendidas cada vez mais pela Adianta”, esclarece Camhaji.

A ideia da startup surgiu quando seus fundadores identificaram um gargalo no mercado financeiro para a captação de créditos por parte das pequenas e médias empresas, seja pelo tamanho do negócio ou pelo seu tempo de operação. Disponível todos os dias da semana, 24 horas por dia, a dinâmica de funcionamento da plataforma é simples e totalmente digital: basta o cliente adicionar o formato XML da nota fiscal de venda, que já é realizada toda a formalização do crédito de uma forma bastante intuitiva. A avaliação é realizada em tempo real, sem burocratização, e o cliente imediatamente tem acesso ao status de seu processo.

EqSeed realiza eventos em diversas capitais do Brasil para startups captarem até R$ 5 milhões

A EqSeed, plataforma que conecta investidores a startups, realiza uma rodada de eventos chamada EqSeed Workshop Tour. Trata-se de uma série de Workshops voltada exclusivamente para empreendedores sobre como as empresas devem fazer para realizar rodadas de investimento de até R$ 5 milhões pela plataforma.

O sócio-fundador da fintech, Brian Begnoche, estará presente para tirar todas as dúvidas dos empreendedores sobre o processo de aprovação da EqSeed e sobre o que a startup precisa ter para realizar sua rodada pela plataforma. “O interesse dos empreendedores nesse modelo vem aumentando fortemente. Em 2018, a rodada média na EqSeed foi de mais de R$ 1 milhão, com duração média de 38 dias. Essa velocidade de captação é difícil ignorar”, afirma o executivo.

Em novembro, a EqSeed captou R$2,5 milhões de investimento em apenas 27 horas por meio de sua própria plataforma, quebrando o recorde de maior rodada individual do equity crowdfunding no Brasil. “Pretendemos continuar quebrando recordes esse ano e para fazer isso, queremos aprovar R$12 milhões de rodadas para startups no primeiro semestre desse ano”, finaliza.

As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas por meio do link http://bit.ly/eqseedworkshoptour.

Grade de eventos:

14 de fevereiro – São Paulo

WeWork Nações Unidas 14261

Av. das Nações Unidas, 14261 – Brooklin

19 de fevereiro – Curitiba

Auditório da Legacy Partners

Rua General Mário Tourinho, nº 1805, conj. 702 – Seminário

21 de fevereiro – Florianópolis

Auditório do Impact Hub Floripa (Acate Building)

Rod. José Carlos Daux, 4150

26 de fevereiro – Rio de Janeiro – (data alterada por conta dos temporais na cidade)

Arena Fábrica de Startups – Centro Comercial AQWA Corporate

Via Binário do Porto, 299, 3º andar – Santo Cristo

Gartner identifica as cinco principais tendências para Infraestrutura e Operações em 2019

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento para empresas, destaca as principais tendências que os líderes de infraestrutura e operações (I&O) devem começar a preparar para suportar a infraestrutura digital em 2019.

“Mais do que nunca, o departamento de infraestrutura e operações precisa se envolver com o dia a dia das áreas estratégicas das empresas. O foco dos líderes desse setor não é mais entregar apenas engenharia e processos para as operações, mas entregar produtos e serviços que suportem e permitam a estratégia de negócios das organizações”, diz Ross Winser, Diretor de Pesquisa Sênior do Gartner. “A questão é como podemos usar os recursos como inteligência artificial (IA), automação de rede ou computação de ponta para suportar infraestruturas em rápido crescimento e que precisam atender às necessidades das companhias”.

Nesse contexto, o Gartner encoraja os líderes de infraestrutura e operações a se prepararem para as 10 tecnologias e tendências que apoiarão a infraestrutura digital em 2019. São elas:

Computação sem servidor – A computação sem servidor (Serverless) é um padrão emergente de arquitetura de software que promete eliminar a necessidade local de provisionamento e gerenciamento de infraestrutura. Os líderes de infraestrutura e operações precisam começar a adotar uma abordagem centrada em aplicações para computação sem servidores e com gerenciamento de APIs e SLAs, ao invés de seguirem com infraestruturas físicas criadas em suas empresas. “A verdade é que os servidores continuarão a existir, mas os provedores de serviços é que serão os responsáveis por toda a análise e dimensionamento dos recursos envolvidos no ambiente, o que resultará em mais agilidade às organizações”, explica. Vale lembrar que esse tipo de tecnologia não substituirá a aplicação de contêineres ou máquinas virtuais, sendo fundamental saber como usar melhor o conceito sem servidor antes de aplicá-lo. “O desenvolvimento de recursos de suporte e gerenciamento desse tipo deve ser um foco dentro das equipes de infraestrutura e operações, pois mais de 20% das organizações globais implementarão tecnologias de computação sem servidor até 2020. Hoje, menos de 5% das companhias usam esse formato”, afirma Winser.

Impactos de Inteligência Artificial – A Inteligência Artificial está crescendo em importância para os líderes de infraestrutura e operações que precisam gerenciar infraestruturas em plena expansão e que, ao mesmo tempo, não podem aumentar sua equipe. Os recursos de inteligência artificial têm o potencial de transformar as organizações e estão no centro dos negócios digitais, cujos impactos já são sentidos pelas companhias. De acordo com a Gartner, os negócios derivados de Inteligência Artificial chegarão a US$ 3,9 trilhões até 2022.

Garantir agilidade de rede – A infraestrutura e a capacidade de rede são a base de tudo o que a área de TI faz – soluções em Nuvem, Internet das Coisas (IoT) e serviços de ponta, por exemplo, sendo que continuarão avançando em 2019. “As equipes estão sob constante pressão para garantir a alta disponibilidade de rede. Ainda que a cultura das equipes muitas vezes limite as mudanças, o fato é que a demanda por agilidade na performance dessas operações também aumentou”, diz Winser. O foco dos líderes de I&O para 2019 e nos próximos anos deve ser o de encontrar formas para ajudar suas equipes a aumentarem o ritmo de trabalho, buscando opções para atender à necessidade por mais agilidade. “Parte dessa resposta é a criação de um ambiente com automação e análise, capaz de lidar com a mudança real das empresas”, explica.

O Gartner avalia que as demandas por melhorias de performance de rede deverão crescer com o advento do 5G, da maturidade das soluções em Nuvem e com a explosão no número de dispositivos de IoT. “Essas são apenas algumas das pressões que os líderes devem antecipar. Então, o período crítico para lidar com este desafio é agora”, diz o analista do Gartner.

Morte do Data Center – O Gartner prevê que, em 2025, 80% das organizações migrarão seus dados de Data Centers locais para ambientes no formato de co-location, hospedagem ou Nuvem, levando-as ao gradual encerramento de seus Data Centers tradicionais. “Os líderes de I&O devem se preparar para esse movimento, ajustando as cargas de trabalho com base nas necessidades dos negócios e não se limitando a decisões baseadas em localização física. Desde a hospedagem até a Nuvem Pública, existem muitas alternativas para os Data Centers locais. Os líderes devem identificar se existem razões verdadeiramente estratégicas para persistir com necessidades locais, especialmente quando consideram que a quantidade significativa de investimento envolvida é muitas vezes amortizada ao longo de muitos anos”, afirma o analista. As preparações devem começar agora, pois o prazo crítico para isso será de 2021 a 2025.

Edge Computing – O avanço de dispositivos de Internet das Coisas e de tecnologias imersivas levarão o processamento de informações ao limite, redefinindo e reformulando o que os líderes de I&O precisarão implantar e gerenciar. A borda, nesse caso, é o local físico onde as coisas e as pessoas se conectarão com o mundo digital em rede – espaço que fará a infraestrutura a chegar cada vez mais ao seu limite. A Edge Computing faz parte de uma topologia de computação distribuída em que o processamento de informações está localizado próximo à borda, que é onde as coisas e as pessoas produzem ou consomem essas informações. Edge Computing aborda as leis da física, economia e terra, que são fatores que contribuem para como e quando usar borda. “Essa é outra tendência que não substitui a Nuvem, mas a potencializa”, diz Winser. “O prazo crítico para as organizações adotarem essa tendência é entre 2020 e 2023”.

Pesquisas adicionais sobre o tema serão apresentadas durante a Conferência Gartner Infraestrutura de TI, Operações & Estratégia de Cloud, que acontece nos dias 24 e 25 de abril, em São Paulo. No evento, analistas brasileiros e internacionais vão apresentar conexões vitais entre tecnologias, gestão e cultura com um foco especial na liderança de cada função de Infraestrutura e Operações (I&O).

Interessados em participar do evento devem contatar o Gartner pelo e-mail brasil.inscricoes@gartner.com, pelos telefones (11) 5632-3109 e 0800 774 1440, ou pelo site www.gartner.com/pt-br/conferences/la/infrastructure-operations-cloud-brazil.

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Locaweb abre inscrições para a quarta edição do Programa Trainee

A Locaweb, referência em serviços digitais no País, abre as inscrições para a quarta edição do Programa Trainee. O objetivo é encontrar jovens talentos que, acima de tudo, queiram aplicar seus conhecimentos acadêmicos e desenvolver competências técnicas, em um espaço que valoriza a inovação, a criatividade e o trabalho em equipe.

Voltado para formados desde julho de 2017 e formandos até julho de 2019 nos cursos de Engenharia (todas as áreas), Administração, Marketing, Economia, e todos aqueles vinculados a negócios, as inscrições podem ser feitas até 19 de março pelo site www.traineelocaweb.com.br.

Todos os candidatos passarão por um processo seletivo composto por etapas online com análise de currículo, teste de inglês, raciocínio lógico e game de competências e, se aprovados, seguirão para as etapas presenciais com dinâmica de grupo, painel com discussão de cases e entrevista com gestores.

A previsão é que os selecionados iniciem os trabalhos em julho deste ano, quando serão alocados nas áreas onde a aptidão do trainee e a necessidade da equipe se encontram. Os profissionais ainda terão a oportunidade de participar dos eventos mais importantes promovidos pela empresa, como Hackathon, Locaweb Digital Conference e RubyConf.

“Procuramos talentos que buscam a chance de desenvolver sua carreira em um ambiente que preza a criatividade na busca de soluções e o trabalho em equipe, além da troca de ideias, conhecimento e experiências. Na Locaweb, cada desafio é visto como uma chance de inovar, aprender e crescer. Trata-se de uma grande oportunidade para quem deseja fazer história dentro de uma Big Tech Company 100% brasileira”, ressalta Raquel Parente, gerente de recursos humanos da empresa.

Nesta edição são esperadas 11 mil inscrições e, à princípio, serão oferecidas cerca de 10 vagas, número que pode variar de acordo com o desempenho dos candidatos. Os contratados terão como benefícios remuneração compatível com o mercado, assistência médica e odontológica, seguro de vida, horário flexível, vale refeição para consumo dentro da empresa, vale transporte ou estacionamento, programa de qualidade de vida (academia in company, massagem relaxante e ginástica laboral), sala de relax com videogames, mesas de ping-pong, pebolim e pufes para descanso.