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20 anos da privatização das telecomunicações: uma visita ao passado para projetar o futuro

Por Basílio Perez, presidente da ABRINT (Associação Brasileira de Provedores de Internet e Telecomunicações)

Um dos maiores marcos do setor brasileiro de telecomunicações completa 20 anos em 2018. Considerada a maior privatização da história do país, a venda de 20% (exatamente a cota pertencente ao governo na época) da estatal Telebrás arrecadou mais de R$ 22 bilhões e definiu novas diretrizes que impactam nossa sociedade até hoje. O aniversário é uma data propícia para analisar os pontos positivos e negativos daquela histórica decisão, além, é claro, de mirar o futuro.

Em 1998, quando o acordo foi concretizado, ninguém imaginava a dimensão que a internet tomaria. O foco passava basicamente pela telefonia – em um tempo no qual se declarava a linha telefônica no imposto de renda, tamanho seu custo. E esse certamente foi o grande benefício da privatização: o serviço melhorou e se democratizou.

Duas décadas depois vivemos uma realidade completamente diferente, na qual telefones fixos são de fácil acesso, mas já estão em declínio diante das possibilidades oferecidas por celulares e banda larga. Essas transformações devem ser levadas em conta quando refletimos sobre os efeitos da privatização.

Não se pensou que o Brasil chegaria ao século XXI com tantos provedores de internet operando em seu território, necessários para levar os serviços de telecom a toda a população. Originalmente, considerou-se que poucas operadoras dariam conta da demanda (tanto que o projeto de telefonia fixa dividiu um país tão grande em apenas três regiões de atendimento: São Paulo, coberto pela Telefônica; Centro-Sul, responsabilidade da Brasil Telecom; e o Norte-Nordeste, contemplado pela Telemar).

O modelo previa algumas medidas para evitar monopólios, como a existência das chamadas empresas “espelho” (que poderiam competir com as privatizadas) e a possibilidade de que as operadoras regionais atuassem também fora de seus núcleos após um período de transição. Apesar dessa preocupação, na prática esses incentivos nem sempre foram bem-sucedidos.

Com a explosão da internet, naturalmente o mercado se diversificou e muitas das companhias que dominavam o setor enfrentaram dificuldades para manter suas posições, abrindo caminho para fusões e vendas. Aqueles que souberam investir nas novas tecnologias foram mais bem-sucedidos e o esforço de pequenos empresários para se adaptar compensou a maior parte das defasagens do projeto original. Hoje, felizmente, há diversas opções para se instalar linhas telefônicas ou uma rede de internet.

Olhando para o futuro, com base em toda essa reflexão, a prioridade deve ser investir cada vez mais nas melhores condições para que haja competição justa no mercado de banda larga – tecnologia que ainda tem muito a se desenvolver no Brasil. Assim como a telefonia se democratizou, podemos também acreditar em expandir e tornar mais acessível a internet. Lembrando os erros e acertos do passado, conseguiremos planejar um grande futuro.

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Programa de MBA dos EUA oferece bolsas para brasileiros

A Marshall School of Business da University of Southern California (USC) está oferecendo três bolsas de seu programa de MBA Internacional em 2019 para estudantes brasileiros. Considerado um dos 10 melhores dos Estados Unidos na área de negócios, o International Business Education and Research MBA, ou IBEAR MBA, é um programa de um ano, criado para profissionais em meio de carreira que estão sendo preparados para assumir altos cargos globais. “Temos o orgulho de ser um dos programas de MBA com mais diversas nacionalidades em todo o mundo. Temos oferecido bolsas a alunos brasileiros excepcionais nos últimos anos e não poderíamos estar mais felizes com a contribuição deles em nosso curso”, afirma o diretor do programa Richard Drobnick.

Para os interessados em participar, a USC organiza uma info session online para explicar todo o processo de ingresso ao programa de MBA, desde a inscrição até as atividades realizadas durante a jornada acadêmica. O evento é liderado pelo diretor-associado do IBEAR MBA, Pankaj Bhushan, e acontece no dia 2 de agosto, às 19h. A inscrição é gratuita e deve ser realizada pelo link: http://goo.gl/forms/SGrzwH2wVM9DtiCv1.

Após algumas edições, as bolsas oferecidas em 2019 ganharam um acréscimo de U$ 5.000, podendo chegar a US$ 50.000. Além disso, a instituição americana fornece auxílio-moradia, que pode chegar a US$ 15.000 para quem viaja com os filhos. No total, o valor da bolsa pode chegar a US$ 65.000. O programa é voltado para candidatos com alto potencial, por isso o processo de seleção é baseado na experiência profissional do candidato, sua formação acadêmica, performance em testes de proficiência (GMAT ou GRE, além do TOEFL ou IELTS) e cartas de recomendação e de candidatura. A seleção exige que o candidato comprove um mínimo de seis anos de experiência profissional e diploma de bacharel antes do início do programa. Mais detalhes podem ser acessados no site http://bit.ly/2JrIwr9. Os currículos em inglês devem ser enviados para Ibearmba@marshall.usc.edu. As inscrições estão abertas até 15 de maio de 2019, mas é aconselhável que os candidatos se inscrevam o quanto antes, principalmente os candidatos à bolsa.

Fundado em 1978, o programa IBEAR formou mais de 1.500 alunos que atuam em cargos de liderança em 60 países em todo o mundo. Os participantes têm em média 34 anos, cerca de 10 anos de experiência profissional, falam várias línguas e demonstram forte compreensão do negócio e da cultura internacionais. Significativamente mais experiente que um estudante de MBA tradicional de dois anos, o participante típico do IBEAR pretende voltar ao mercado de trabalho em um nível mais sênior após a conclusão do curso. O currículo do curso é projetado para fornecer uma educação geral de gestão e prática, enfatizando habilidades de pensamento e resolução de problemas críticos em um mercado global.

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Ser próspero financeiramente depende de como lidamos com dinheiro

Julia Lima é relações públicas, palestrante, escritora e presidente da ABRATUS
Foto: Tiago Trindade

Por Julia Lima

Em algum momento você passou a evitar o dinheiro. Você o rejeita. Você até o amaldiçoa. Você o repele. Isso tem que mudar e a hora é agora. Porque você merece ser rico.

Até hoje você lida com o dinheiro da mesma forma e acredita nas regras que seus avós (que viveram o pós-guerra, a época da falta) repetiam. Você bloqueou sua própria existência para a abundância financeira, reverberando hora após hora ideias como “quem guarda, tem”, “ricos são exploradores”, “ricos são materialistas/frios”, “é preciso ser desonesto/mau para ser rico”, “o dinheiro não importa”, “dinheiro é sujo”, “é preciso trabalhar muito e se sacrificar para ter dinheiro” ou ainda o velho ditado popular: “não se pode ter tudo”.

Há uma lista de centenas de outras nada célebres frases que resumem esses sentimentos e justificativas para NÃO ser abundante financeiramente. Para ajudá-los a se reposicionarem, arrisco uma frase que pode fazer o seu queixo cair:

O dinheiro é espiritual.

Tem algo que não muda na história da humanidade, que é a necessidade de fazer dinheiro. Essa “obrigatoriedade” se deve ao simples fato de que o dinheiro é a única ferramenta de troca aceita universalmente em nosso planeta. E você vai precisar realizar trocas materiais todos os dias de sua vida.

Você pode querer complicar tudo isso e decidir viver na mais completa pobreza, irrompendo em rebeldia para um manifesto ou decidindo salvar o planeta do uso do petróleo como combustível, porque você “não quer dedicar sua vida a ganhar dinheiro, e sim a ajudar as pessoas a evoluírem”. Mas eu pergunto: a quem você vai poder ajudar sendo pobre?

A verdade é que enquanto não fizer dinheiro para cuidar de si, você viverá com um alarme interno de necessidade que vai lhe impedir de ser muito útil para ajudar quaisquer outros. Ao contrário: vai sempre precisar que outros lhe ajudem. Imagine, então, uma outra situação: e se você simplesmente tiver muito dinheiro, mas muito, muito além da sua necessidade individual, de sua família e de seus amigos. Quantas outras pessoas você poderá ajudar, sem se sacrificar, com prazer e satisfazendo sonhos?

Dinheiro é materialização energética, vibrante e instável. Como tudo o mais. Pode ser atraído, perseguido ou repelido em sua vida. Só depende de sua intenção. Por si só, o dinheiro simplesmente existe. É você quem dá a seu uso a nobreza espiritual, quando compra uma casa para abrigar inocentes crianças abandonadas e pode oferecer a elas por sua própria vontade toda a estrutura física, intelectual e sentimental que elas merecem, ou decide aplicar parte dos lucros de sua empresa ao custeio de cirurgias cardíacas para idosos, por exemplo. A espiritualidade aplicada ao dinheiro é evidente ferramenta de evolução. E isso não é uma ordem para você doar todo o seu. Você pode manter o seu fluxo financeiro crescendo enquanto dá a ele um destino nobre, e isso acontece quando você se torna uma pessoa abundante.

Investir dinheiro em você, na sua saúde, no seu equilíbrio, no seu conforto e na sua alegria primeiro é um ato de autoamor. Uma pessoa abundante é aquela que se mantém em expansão e limpa, livre dos bloqueios mentais e das crenças sociais limitadoras, esforçando-se para servir ao próximo em volume e intensidade com a canalização energética do ilimitado universo, que transborda de si em uma sensação expansiva, infinita e indiscriminada.

O espirito humano é livre e abundante. A mente é que impõe barreiras e aceita obstáculos; que gera regras e respeita ordens. A mente é dualista. O espírito é tudo. O que precisamos fazer para nos tornarmos abundantes é aceitarmos a riqueza espiritual mentalmente, treinando nosso raciocínio lógico para aceitarmos a realidade deste tempo e deste momento. No presente, nunca fomos tão ricos, tão belos, tão jovens, tão inteligentes. A tecnologia nos impulsionou muito. As regras mudaram. Não somos mais pagos por horas de trabalho manual, e sim pelo valor que criamos para pessoas espalhadas por todo o mundo. No presente há um imenso portal, aberto para quem quiser ver, que dá acesso a todo recurso necessário para apoiar uma mudança milenar na existência humana. E o mundo precisa de você. O universo precisa que você seja pleno e rico.

Julia Lima, relações públicas, palestrante, escritora e presidente da ABRATUS — Associação Brasileira de Turismo de Saúde

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Especialista ensina a identificar os sinais de esgotamento mental e como eliminá-los

Cada vez mais comum em diversos aspectos da vida pessoal e no ambiente de trabalho, o esgotamento mental tem causado cada vez mais impactos emocionais e físicos. Infelizmente, muitas vezes ele é um conceito associado à frescura ou à uma fragilidade pessoal, no entanto, o esgotamento mental tem raízes concretas no funcionamento do organismo.

O fundador da Febracis, Paulo Vieira, explica que o esgotamento mental é fruto do excesso de demanda das atividades químicas que são realizadas no cérebro e da falta de substâncias neurotransmissoras capazes de sintetizar essas atividades, resultando em estafa mental, bloqueio, ansiedade e estresse, que nem sempre recebem a devida importância. “Muitas pessoas sequer sabem que estão passando por um processo de esgotamento mental. As situações de estresse e o cansaço são normalizados, e o ciclo do esgotamento continua sendo reproduzido. O perigo dessa continuidade é o aprofundamento dos sintomas, de maneira a causar situações graves para o indivíduo, impactando na vida pessoal e profissional”, explica Vieira.

De acordo com o especialista, o esgotamento pode ser desencadeado por fatores como autocobrança, desemprego, situação financeira e sobrecarga de responsabilidades. “No âmbito do trabalho é comum ele ser desencadeado por excesso de trabalho, o que, junto com a falta de eficiência e de recursos, gera um estresse enorme. Com isso, o colaborador se sente desmotivado e sobrecarregado, perdendo todo e qualquer prazer em trabalhar. Isso pode atingir qualquer membro da empresa, seja ele o colaborador ou o gestor”, avalia.

Vieira ainda acrescenta que é importante ficar atento aos sinais listados abaixo para evitar o esgotamento mental. Além disso, ele ressalta que recorrer a ferramentas de autoconhecimento e inteligência emocional, como o Método CIS, da Febracis, podem ser alternativas importantes para este processo. Realizado há mais de 18 anos, o Método CIS já impactou mais de 350 mil pessoas. O evento é realizado todo mês em um estado diferente no Brasil.

Sensação constante de cansaço (cansaço crônico)

É normal se sentir cansado após alguma atividade que exija muito esforço (físico ou mental), ou depois de uma sequência intensa de trabalho ou afazeres. No entanto, quando o cansaço é constante, e você se sente sempre esgotado e no seu limite, esta é uma situação que deve receber a sua atenção.

Imunidade baixa

O nosso corpo físico está diretamente interligado com o nosso emocional. Quando estamos sobrecarregados e esgotados a nossa imunidade baixa e o nosso corpo físico fica debilitado. Estar constantemente com algum problema de saúde por baixa de imunidade pode ser um sintoma de esgotamento mental.

Perda de memória

O esgotamento mental dificulta as ações neurotransmissoras, que também são responsáveis pela nossa memória. Esquecer constantemente obrigações, compromissos ou até nomes das coisas e pessoas pode estar ligado à estafa mental e não a uma questão da idade.

Baixa qualidade do sono e insônia

O estresse e a ansiedade são efeitos típicos. Com isso, nosso cérebro não consegue se desligar, trabalha intensamente e incessantemente, gerando um ciclo vicioso de esgotamento. Esse processo, muitas vezes, atrapalha a nossa capacidade de dormir e relaxar para reestabelecer as nossas funções neurotransmissoras, o que agrava ainda mais a estafa mental.

Apatia constante e generalizada

A falta de motivação e de interesse é um sintoma típico dessa situação. O que antes era razão de entusiasmo e prazer, passa a não ter mais significado. Com isso, a pessoa se torna apática, não sente vontade de se dedicar às tarefas.

Perfeccionismo

O perfeccionismo costuma ser muito valorizado, principalmente no ambiente de trabalho. No entanto, não aceitar que errar é humano e ter medo constante de cometer erros podem ser um sintoma de esgotamento mental. O perfeccionismo e o produtivismo exagerados demandam muita energia, o que pode causar ou aprofundar a estafa mental.

Descontrole

O esgotamento mental torna toda e qualquer tarefa mais difícil do que o normal, e as reações ficam exacerbadas. É normal a pessoa que está passando por esse processo se tornar reativa e perder o controle das suas emoções.

Febracis participa do CONARH 2018

Maior instituição de coaching das Américas, a Febracis participa pela primeira vez do CONARH – Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas. O congresso, que reúne importantes nomes do setor e promove mais de 100 horas de conteúdo sobre gestão de pessoas e desenvolvimento humano, contará com palestra magna do Master Coach e fundador da Febracis, Paulo Vieira, sobre como usar as emoções a seu favor. A Febracis é patrocinadora do evento e espera atingir um amplo público em busca de alcançar a alta performance na carreira. O CONARH acontece entre os dias 14 e 16 de agosto, no São Paulo Expo.

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Transformação digital permitirá à Vivo reduzir em 70% o volume de papel até 2021

A transformação digital protagonizada pela Vivo nos processos internos e serviços voltados aos clientes traz impacto positivo também para o meio ambiente e para sociedade. Somente neste primeiro semestre, a empresa reverteu 7,8 milhões de contratos assinados digitalmente em 2017 no plantio de 24 mil mudas, distribuídas em uma área de 9,6 hectares, o equivalente a dez campos de futebol. A ação, feita às margens do reservatório de Promissão, em São Paulo, resultou na compensação de quatro mil toneladas de CO2, que corresponde a 2,9% das emissões geradas pela empresa no período. Realizada em parceria com a Fundação SOS Mata Atlântica, a iniciativa é parte do projeto Paper Less, ou empresa sem papel, que deverá reduzir em 70% o volume de impressões de documentos pela companhia até 2021. Atualmente, o volume médio de impressões da empresa é de aproximadamente 4,4 milhões de folhas ao mês, o que deve ser reduzido para a 1,3 milhões de páginas em apenas três anos.

Para atingir sua meta, a Vivo trabalha em um projeto de reprografia, que prevê a redução máxima de impressões e fotocópias e a digitalização de contratos também junto a fornecedores e clientes B2B.

O projeto piloto, realizado pela área de Patrimônio da empresa, prevê que 1 milhão de contratos/mês sejam assinados digitalmente, o que equivale a 240 milhões de folhas economizadas em um ano. Na repografia, que engloba impressão e cópias de documentos, são impressos aproximadamente 50 milhões de páginas/ano. A redução prevista com a digitalização destes documentos chega a 75%. Entre as iniciativas que permitirão estas mudanças, está a capacitação e conscientização das equipes internas, mudanças em sistemas da empresa e implantação de novas frentes de digitalização. “A Vivo atua em diferentes as frentes para promover a digitalização, tanto internamente como nos pontos de contato do cliente com a empresa.

Com o projeto Paper less, ampliamos nossa atuação sustentável à medida que geramos impacto positivo para a sociedade”, afirma Caio Silveira Guimarães, diretor de Patrimônio da Vivo.

“A parceria com a Fundação SOS Mata Atlântica no projeto “Florestas do Futuro” nos trouxe esta possibilidade de transformar parte da digitalização dos processos na recuperação das matas ciliares e espécies nativas e de contribuirmos de forma direta para a preservação do meio ambiente”, revela a executiva de Sustentabilidade da Vivo, Joanes Ribas.

Consumo consciente

A iniciativa Venda Sustentável, que permite aos clientes assinarem seus contratos virtualmente, por meio de tablets e recebe-los por e-mail ou acessá-los via site ou aplicativo, também está entre as diferentes iniciativas da Vivo para estimular o consumo consciente e dar aos clientes a opção pelo consumo sustentável. A transformação digital permitiu à companhia ampliar o uso e a eficiência dos atendimentos via app Meu Vivo e aumentar a adoção de faturas digitais pelos clientes para 83% no serviço móvel e 140% no fixo, em 2017. No último ano, foram enviadas pela Vivo 131 milhões de faturas no formato digital.

Em todas as lojas e revendas da operadora também é possível ao cliente participar do programa Recicle com a Vivo, que garante a coleta e destinação adequada de equipamentos, como celulares, carregadores e baterias. Desde que foi implantado, em 2006, o projeto já recolheu 4,8 milhões de itens, garantindo a destinação de 100 toneladas de resíduos. Em 2017, foram recolhidos 122 mil itens, o equivalente a 8,1 toneladas de equipamentos. A empresa também trouxe para o Brasil o selo Eco Rating que classifica com uma nota de 0 a 5 o impacto ambiental dos smartphones, considerando mais de 100 critérios socioambientais. A avaliação, desenvolvida pela ONG Forum for The Future, do Reino Unido, permite aos clientes uma decisão de compra mais sustentável.

Telefônica Sustentável

A Vivo, marca da Telefônica no Brasil, adota um modelo de negócios sustentável, com impacto positivo para a sociedade. Sua capacidade de gerar valor socioambiental está na natureza do negócio, que oferece conexão de qualidade em todo o País. Dessa forma, a empresa leva desenvolvimento aos lugares mais remotos, conectando pessoas no mundo digital. Ao mesmo tempo em que oferece produtos e serviços inovadores, estimula o consumo responsável, reduz o impacto das suas operações e atua pautada em sólidas práticas de governança corporativa.

A empresa é a única operadora de telecomunicações do Brasil a compor por três anos consecutivos o ranking Emerging Market 70 Ranking, da Vigeo Eiris, que aponta as 70 companhias com atuação em mercados emergentes, selecionadas pelo bom desempenho em Sustentabilidade e Governança. A companhia também está presente pelo quinto ano consecutivo no ISE – Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3 (BM&FBovespa), que reúne as companhias com as melhores práticas de Sustentabilidade e Governança.

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Thomson Reuters Brasil anunciou as startups selecionadas na primeira edição do Accelerator Day for Lawtechs

A Thomson Reuters, provedora líder mundial de informação e tecnologia, apresentou no escritório da multinacional em Campinas, no interior de São Paulo, as nove empresas finalistas, dentre 20 inscritas, da primeira edição do Accelerator Day for Lawtechs, programa de aceleração para startups, realizado em parceria com a AB2L (Associação Brasileira de Lawtechs & Legaltechs).

Na ocasião, as startups tiveram a oportunidade de apresentar os projetos com sugestões tecnológicas para agregar ainda mais valor ao Legal One, software jurídico e inteligente da Thomson Reuters. E, sob o olhar atento da comissão julgadora, formada por executivos e especialistas Thomson Reuters, também com as participações de Bruno Feigelson, presidente da AB2L (Associação Brasileira de Lawtechs & Legaltechs), e Luciano Gaspar, professor de MBA de Inovação da FIAP (Faculdade de Informática e Administração Paulista), quatro startups foram as selecionadas nos pilares Crawlers (robôs), Legal Trends e Algoritmos Preditivos. São elas: BIP BOP, Legal Insights, Legal Labs e Juristec +:

BIP BOP (www.bipbop.com.br)

Categoria: Crawlers (robôs com funções de automatização de processos, como monitorar, consultar, capturar e armazenar informações de processos jurídicos nos portais dos Tribunais e nos Diários Oficiais).

Projeto: Capturar, em larga escala, dados disponíveis na internet de forma automática, para assim aumentar a produtividade e melhorar a tomada de decisão, por meio da entrega de dados confiáveis, obtidos com o uso de web crawlers.

Legal Insights (www.legalinsights.com.br)

Categoria: Legal Trends (capacidade de combinação de dados estatísticos e análises jurídicas, como, por exemplo, a probabilidade de êxito e perda, contemplando diferentes critérios de filtros e suas combinações).

Projeto: Através de uma plataforma inteligente, fomentar a eficiência no trabalho do advogado, elencar benchmark com relação às melhores práticas, descobrir tendências do Judiciário e mapear riscos internos.

Legal Labs (www.legalabs.com.br)

Categoria: Algoritmos Preditivos (ferramentas de leitura, que interpretam e analisam, de forma automática, os processos e as recomendações de conteúdos relacionados que embasem a atuação do escritório ou do departamento jurídico).

Projeto: Tornar o Legal One uma única ferramenta no mercado jurídico de tecnologia, com uma base sólida de extração de informações, em que o advogado não terá a necessidade de buscas em outras fontes, para as tomadas de decisões.

Juristec + (http://juristecplus.com.br/)

Categoria: Algoritmos Preditivos

Projeto: Através de análises estatísticas e profundo conhecimento técnico (jurídico, estatístico e computacional), a startup pretende intensificar a capacidade operacional do software Legal One e, assim, permitir uma melhor estrutura financeira, através da tomada de decisões mais assertivas.

“A Thomson Reuters tem um papel muito importante no sistema de lawtechs, por ser uma das maiores empresas mundiais nesta área. E promover este programa no Brasil é um grande estímulo para todo o ecossistema. Nós esperamos que esta seja a primeira de muitas edições do Accelerator Day for Lawtechs. Temos certeza que iniciativas como esta vão potencializar o mercado jurídico, dinamizar o trabalho dos advogados, além de gerar melhorias para a sociedade brasileira”, explica Bruno Feigelson, presidente da AB2L.

As empresas escolhidas terão, como incentivo de aceleração, a oportunidade de interagir com os colaboradores, a estrutura e as tecnologias Thomson Reuters para, assim, testar as suas soluções no software Legal One. Contudo, as startups que não fazem parte do grupo selecionado podem ser convidadas a colaborar com as suas inovações junto a multinacional em um futuro próximo.

“Nós ficamos muito felizes com a repercussão do Accelerator Day for Lawtechs, principalmente pela qualidade e criatividade dos projetos apresentados. Nossa ideia, neste momento, é somar os times que mais se encaixam às nossas equipes e, ainda este ano, apresentar novidades em serviços, que devem alavancar a eficiência dos clientes Thomson Reuters”, finaliza Ralff Tozatti, Diretor de Marketing da Thomson Reuters Brasil. O executivo acrescenta que a iniciativa surgiu da crença de que fora da empresa há também outras ideias confiáveis, que podem contribuir com as tecnologias já oferecidas ao mercado jurídico no Brasil.

Saiba mais sobre esta edição do Accelerator Day for Lawtechs, através do regulamento.

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SET EXPO 2018 abre inscrições para startups participarem da maior feira do setor audiovisual

Há cinco anos a SET – Sociedade Brasileira de Engenharia de Televisão – promove o SET Innovation Zone (SIZ), um laboratório de pesquisa, relacionamento e incentivo a startups com soluções de tecnologia para o mercado de mídia e tecnologia. Mais de 50 startups já passaram pelo programa que conta com soluções de mercado que hoje estão operando inclusive fora do Brasil, como Netshow.me, Trakto.io e Celebryt’s. “O propósito é criar um movimento de relacionamento com o ecossistema de startups, o que vai permitir ainda mais conexão desses inovadores com as empresas de comunicação, que são seus potenciais clientes”, afirma Edson Mackeenzy, Head e Curador do Innovation Zone.

Uma das principais iniciativas do Lab é o Desafio SETup, uma chamada pública para selecionar 10 startups que irão expor suas soluções gratuitamente na principal feira de negócios do setor de conteúdo e media technology da América Latina. Além de receber um espaço para expor suas ideias, as startups selecionadas participarão de um demoday, isto é, uma competição internacional de demonstração de soluções disruptivas para o futuro da produção e distribuição audiovisual. As três soluções mais inovadoras receberão prêmios que, nas últimas edições da SIZ, passaram de US$ 100.000,00 (em produtos e serviços das empresas parceiras).

O SET Innovation Zone é uma iniciativa da SET para encontrar soluções que vão muito além das telas, que criem um ambiente imersivo de conteúdo utilizando um misto de Realidade Virtual (VR), Realidade Aumentada (AR), Inteligência Artificial (AI) e até Internet das Coisas (IoT). “Desta maneira ampliamos a atuação da SET com as startups e mantemos nossos associados atualizados com as principais inovações do setor no mundo”, afirma, Claudio Younis, VP da SET.

A iniciativa tem o apoio do SEBRAE-SP, que oferece aos inscritos a possibilidade de participar do programa de consultoria Mentoring do Audiovisual. “Após o SET EXPO, em setembro, será promovido o Speed Mentoring Audiovisual, um programa de 50 horas para os empreendedores que se inscreverem no SIZ”, explica José Carlos Aronchi, diretor da SET e consultor do SEBRAE-SP. “É o quarto ano dessa parceria, que já promoveu vários negócios inovadores e capacitou empreendedores do audiovisual na gestão dos seus negócios”.

As inscrições para o próximo Desafio SETup, estão abertas até dia 20 de julho em www.f6s.com/siz2018. As 10 Startups selecionadas serão anunciadas no site da SET, no dia 3 de agosto de 2017, para expor no pavilhão de inovação durante a SET EXPO 2018, que será realizada entre 27 e 30 de agosto no Expo Center Norte em São Paulo.

SET EXPO 2018

Data: Congresso: 27 a 30 de agosto | Feira: 28 a 30 de agosto

Horário: Congresso: 9h às 18h | Feira: 12h às 20h
Local: Expo Center Norte – Pavilhão Vermelho e Centro de Convenções

Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme – São Paulo- SP

Informações e credenciamento:

www.setexpo.com.br

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A ilegalidade da Contribuição Assistencial

Por Beatriz Daianese

A Contribuição Assistencial ainda gera muitas dúvidas para empresários e contribuintes. Isso porque ela vem mensalmente descontado da folha de pagamento dos colaboradores e nada mais é do que uma contribuição com os sindicatos de determinada categoria de profissionais. Mas na verdade, além de ser uma cobrança opcional, os sindicatos cometem a ilegalidade de exigir o seu pagamento.

E porque ilegalidade? Porque poucos sabem que isso não é obrigatório e que há a possibilidade de cancelamento. Em nossa legislação encontram-se duas contribuições devidas pelos empregados ao seu sindicato, a Contribuição Sindical, prevista no artigo 8º, inciso IV, da Constituição Federal, e a Contribuição Assistencial, prevista no artigo 513, alínea e, da Consolidação das Leis do Trabalho, e nas convenções coletivas. A Contribuição Sindical é devida apenas pelos empregados sindicalizados e o pagamento é compulsório. Já a Contribuição Assistencial é devida pelos empregados filiados ou não, mas o seu pagamento é opcional.

Na prática, os sindicatos desrespeitam a legislação e invertem o exercício do direito dos empregados em relação ao pagamento da Contribuição Assistencial. Enquanto o correto seria o trabalhador interessado em contribuir depositar o valor para o seu sindicato, os sindicatos obrigam que todos empregados paguem a contribuição, ressalvando-lhes o direito de oposição.

Para o empregado não ser descontado, basta que ele envie uma Carta de Oposição ao sindicato, com aviso de recebimento, no prazo de dez dias, contados da publicação da convenção coletiva; e, depois, apresentar ao empregador o aviso de recebimento, para que ele não efetue o desconto.

É muito importante que todas as empresas tenham essa precaução de informar todos os seus funcionários e colaboradores que se eles não apresentarem a Carta de Oposição enviada ao Sindicato, terão o desconto da Contribuição Assistencial. Esta conduta resguardará os direitos da empresa em eventuais processos trabalhistas futuros que reclamem o desconto indevido das referidas contribuições.

Beatriz Daianese, sócia da Giugliani Advogados

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Monitorar a efetividade do compliance é o maior desafio das empresas, aponta KPMG

Os três principais desafios da função de compliance têm sido monitorar a efetividade do programa de compliance (86%), mapear os riscos e desenvolver indicadores-chave (85%) e integrar a função com as demais áreas do negócio (83%). Os dados constam na terceira edição da pesquisa “Maturidade do Compliance no Brasil” realizada pela KPMG com 450 companhias de diferentes regiões e indústrias. O levantamento apontou ainda que os três indicadores tiveram um aumento percentual considerável em relação ao último estudo de 2016/2017.

“A pesquisa da KPMG reflete o progresso que muitas empresas nos últimos anos, bem como as áreas de melhoria contínua para incorporar e aperfeiçoar a governança e cultura de compliance no ecossistema em que estão inseridas. No entanto, ainda há um longo caminho a ser percorrido por essas empresas no estabelecimento de um programa de compliance efetivo frente aos inúmeros desafios impulsionados pelo rápido ritmo das mudanças regulatórias e pela transformação digital. As empresas devem repensar e adequar as práticas de governança em relação ao ambiente de compliance e no âmbito tecnológico, as questões relacionadas a riscos cibernéticos e data analytics ganharão cada vez mais espaço e precisarão passar pela análise dos profissionais que monitoram o compliance”, analisa o sócio da KPMG, Emerson Melo.

Compliance ganha destaque nas empresas brasileiras

A pesquisa apontou ainda que 59% dos entrevistados informaram que a liderança reforça periodicamente que a governança e a cultura de compliance são essenciais para o sucesso da estratégia da empresa.

“Governança e cultura são as bases de um programa de ética e compliance efetivo. A governança geralmente se refere a uma estrutura de compliance em toda a empresa, enquanto a cultura de compliance é uma combinação de costumes e crenças sobre compliance na empresa. Incorporar a cultura, ou mudá-la, requer um enorme esforço. Por esse motivo é tão importante contar com o apoio da liderança”, analisa.

Durante a pesquisa, quando questionados se as empresas têm a função de compliance, em 2017, 9% dos executivos disseram não ter contra 19% da primeira edição de 2015. Já quando questionados se a governança e cultura do compliance eram essenciais para o sucesso da estratégia empresarial, 59% disseram que sim e 9% que não, nesta edição da pesquisa em comparação com 21% que disseram não em 2015.

Já no item ética e compliance, 27% dos entrevistados disseram que não possuem comitê. Em contrapartida, das empresas que possuem esse comitê, a presidência do grupo e as responsabilidades estão pulverizadas entre as diversas áreas da empresa como jurídico, auditoria interna e recursos humanos. Quando questionados quem preside o comitê de compliance, a pesquisa revelou que o CEO da empresa tem passado a função para o diretor de compliance. Na pesquisa de 2017, ele tem tido 26% de responsabilidade, contra 29% de 2016 e 28 de 2015. Em contrapartida, o diretor de compliance ganhou maior responsabilidade: 19% (2017), 16% (2016) e 12% (2015)

Outros dados:

– Apenas 64% das empresas afirmaram possuir mecanismos de gestão de riscos de compliance, enquanto 36% informaram desconhecê-los.

– 27% das empresas não possuem estrutura dedicada, 36% não possuem recursos adequados e 23% afirmaram não possuir autonomia e independência.

– 19% das empresas informaram não ter atualizado os Códigos de Ética e Conduta, 36% afirmaram não possuir diretrizes sobre as medidas disciplinares aplicadas em casos de desvios e 29% afirmaram que os programas de compliance ainda não estão implementados de forma eficiente.

– Somente 31% dos entrevistados informaram que os profissionais da empresa tiveram um grau de conformidade alto (maior que 90%) em relação aos treinamentos mandatórios.

– 68% das empresas não possuem sistemas para monitorar a efetividade do programa de compliance.

– Apenas 14% monitoram a implementação dos planos de ação identificados.

– 20% das empresas declararam não possuir um canal de denúncias implementado e também não monitoram o volume de relatos.

– 24% dos respondentes afirmaram não possuir reporte regular e frequente à alta administração.

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A Operação Lava Jato e o caminho do compliance

Por Yuri Sahione

Após quatro anos de Operação Lava Jato e demais operações correlatas, ainda não conseguimos apontar uma data para o seu fim. No entanto, já é possível extrair dos fatos algumas lições daquela que é a maior operação criminal de todos os tempos.

Como fato, temos que ao lado da constatação da corrupção político-partidária – que não era surpresa para ninguém, exceto pelas cifras alcançadas – a exposição das corporações como agentes propagadores do crime demonstrou um lado escuro do ambiente de negócios brasileiro.

A Lava Jato tentou de uma forma ou de outra, ressalvadas as críticas, provar que o crime não compensa para gerentes, diretores, conselheiros de administração e acionistas controladores. Para as pessoas jurídicas, a Lava-Jato mostrou que um longo caminho em busca do aprimoramento dos controles internos há de ser percorrido, sempre considerando a máxima detectar, prevenir e remediar.

O começo desse caminhar está na escolha das pessoas que ocuparão os cargos-chave de liderança e gestão. Agressividade comercial e jornadas extenuantes podem ser decisivas para o resultado da empresa, mas manter um board executivo que negocia colaboração premiada ou pagar multas de executivos que tiveram êxito na negociação de acordos de colaboração não parecem ser práticas que indiquem ser a preservação da empresa mais importante do que a preservação de seus dirigentes.

Mesmo com toda a precaução, quando notícias negativas começarem a sugerir o envolvimento da companhia ou de seus integrantes com crimes, há a necessidade da adoção de medidas internas mais efetivas pela maior instância corporativa. Um pedido de esclarecimentos meramente formal ou a falta de uma investigação interna por uma entidade independente coloca em risco pessoal os ocupantes dos órgãos corporativos de supervisão, tendo sido considerada a omissão em agir como prova da participação de um presidente de Conselho de Administração em um acordo espúrio.

É uma questão de conduta, pois até quando renomados escritórios e empresas de auditoria promovem investigações internas e nada encontram, permanece a surpresa quando a família fundadora faz revelações que comprometem os mais altos cargos da República.

Nesses casos, a virada por cima passa pela celebração de acordos de leniência e nomeação de um monitor externo que irá supervisionar as atividades empresariais ou até adoção de práticas padronizadas de conduta como normas ISO, facilitando o processo de auditoria interna e externa e até uma eventual certificação.

Talvez fosse necessário passar por toda essa turbulência criminal. Nenhum programa de compliance será efetivo sem comprometimento e, felizmente, o medo de ser preso causou um impacto melhor no mundo dos negócios do que os pregadores do deserto que não se cansam de repetir que não se deve praticar crimes.

Yuri Sahione é advogado, especialista em Direito Penal. Fundador e membro do Conselho Deliberativo do Instituto Compliance Rio (ICRIO)

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Novartis anuncia novo CEO no Brasil

A farmacêutica Novartis anuncia Alexandre Gibim como novo CEO no Brasil. O executivo assume a liderança do grupo e chega com a missão de potencializar as oportunidades do negócio, com o lançamento de cerca de 50 produtos nos próximos cinco anos, ampliar o acesso a medicamentos inovadores e trabalhar para criar um ambiente de colaboração entre os vários negócios da companhia no Brasil.

“Estou contente por contribuir com uma companhia como a Novartis, que está na vanguarda da ciência no mundo, reimaginando as práticas da medicina para prolongar e melhorar a vida das pessoas. Vamos seguir com o nosso propósito de vencer pelos pacientes, gerando empregos e contribuindo com a cadeia produtiva, sempre pensando em devolver à sociedade mais do que recebemos”, afirma Gibim.

O executivo também acumulará o cargo de diretor-geral da área de Oncologia Brasil, função que ocupa há mais de três anos. Nesse período, ele esteve focado na estratégia de levar acesso a medicamentos inovadores e diferenciados à população. Partindo dessa perspectiva, sua gestão trouxe resultados positivos para a Novartis Oncologia. Nos últimos três anos, a divisão dobrou o número de pacientes atendidos pela companhia para tratamentos oncológicos.

A Novartis investe consistentemente em pesquisa e desenvolvimento no país e, nos últimos três anos, investiu mais de R$ 222 milhões em estudos clínicos, beneficiando mais de 30 mil pacientes em parceria com mais de 300 centros de pesquisa no Brasil. A empresa conta com cerca de 2,7 mil colaboradores e possui duas fábricas, uma em Cambé (PR), e outra em São Paulo (SP).

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Conheça 15 funções do WhatsApp que você deve testar

Por José Braga

São mais de 120 milhões de brasileiros que utilizam o WhatsApp, de acordo com levantamento da própria empresa em 2017. Isso dá a impressionante marca de 58% da população nacional. Não bastasse isso, o app é o queridinho dos usuários de smartphone no país. A pesquisa Uso de Apps no Brasil, da Mobile Time e Opinion Box, indica que quase metade das pessoas (49%) escolheriam o mensageiro se pudesse instalar apenas um aplicativo em seus aparelhos. Mesmo assim, há funções que poucos conhecem e que ajudariam no dia a dia. Confira:

1 – Mude as fontes da conversa: quer escrever em negrito, itálico ou até com a fonte riscada? Digite as palavras e, antes de enviar, selecione e aperte até aparecer um menu de opções. Selecione “BIU” e escolha entre negrito, itálico, tachado ou monoespaçado.

2 – Silencie vários contatos ao mesmo tempo: é um recurso para o Android e economiza tempo de ter que fazer isso individualmente. Na tela de conversas, aperte o nome de um contato até abrir a opção de selecionar os demais. Escolha todos que você deseja silenciar, clique no alto-falante na parte de cima do app e escolha o período.

3 – Proteja suas informações: o recurso permite que o usuário proteja suas informações básicas, como foto do perfil e quando visualizou o aplicativo. Basta ir em Ajustes > Conta > Privacidade e escolher quem pode ter acesso a estes dados.

4 – Interrompa o armazenamento automático de mídia: cansou de baixar todas as fotos e vídeos que recebe? Vá em Ajustes > Uso de Dados e Armazenamento e escolha o modelo de download automático (Wi-Fi e conexão de dados) ou nunca realizar essa ação.

5 – Adicione datas ao calendário: usuários iOS podem incluir datas que foram passadas em conversas no calendário do smartphone. É preciso apertar a data desejada e, depois, escolher a opção “criar evento”.

6 – Utilize a Siri: é possível mandar mensagens com a Siri, a assistente de voz do iPhone. Basta permitir que o recurso acione o app nas configurações do smartphone e, depois, pedir para enviar uma mensagem dizendo o nome do contato e a mensagem a ser enviada. A Siri também pode ler as mensagens não visualizadas, basta pedir!

7 – Ler mensagens em segredo: quer desabilitar o double check, aqueles risquinhos azuis que confirmam a leitura da mensagem? Vá em Configurações > Conta e escolha Privacidade. Você consegue tirar essa confirmação e pode alterar quem vê sua foto de perfil e último acesso.

8 – Desabilite as pré-notificações: é possível deixar a notificação apenas com o nome do contato. No iOS basta ir em Ajustes > Notificações e desativar a pré-visualização. No Android é necessário ir nas configurações do smartphone e impedir que os alertas apareçam na tela.

9 – Apague mensagens já enviadas: não se arrependa mais após enviar uma mensagem no WhatsApp. Agora, você tem até sete minutos para apagar um texto já enviado. Só apertar a conversa desejada e escolher a opção “apagar”.

10 – Backup das mensagens: quem quer guardar as mensagens trocadas no aplicativo podem fazer isso em Ajustes > Conversas > Backup de Conversas. Lá, tem até mesmo a opção de criar um “autobackup” em um determinado período de tempo.

11 – Faça listas de transmissão: não é necessário mais criar um grupo para mandar uma mensagem a vários contatos. Na própria tela de conversas, escolha a opção “Lista de Transmissão” e inclua todos os usuários que você quer mandar a mesma mensagem.

12 – Mencione contatos em um grupo: se você quer chamar a atenção de um determinado participante dentro de um grupo com vários usuários, basta utilizar o sinal da arroba (@) antes de escrever o nome da pessoa.

13 – Personalize o toque de um contato: é possível personalizar o toque de notificação para diferentes contatos. Dentro do aplicativo, basta entrar na conversa desejada, apertar o nome da pessoa e ir em “personalizar toque”.

14 – “Favorite” algumas conversas: para salvar uma determinada mensagem, pressione a conversa desejada e clique na estrela que aparecer. Depois, vá em Ajustes > Mensagens marcadas no iOS ou “Starred Messages” no menu do aplicativo no Android.

15 – Marque conversas como “não-lidas”: não ignore mais os seus contatos. Se você visualizou uma conversa e não pode responder, sinalize como “não lido”. No iOS é só deslizar a conversa para o lado direito. No Android pressione até surgir um menu de opções.

José Alves Braga Neto é CEO fundador da startup nerd2.me, startup que disponibiliza suporte técnico, conectando um especialista que soluciona problemas e dúvidas técnicas dos usuários

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Termomecanica adota medidas para incorporar padrões da Indústria 4.0

A Termomecanica, líder no setor de transformação de metais não ferrosos, cobre e suas ligas, sai à frente e está investindo em iniciativas que permitirão alcançar o status de Indústria 4.0. Recursos estão sendo destinados ao tripé Pessoas – Processos – Tecnologia, crucial para o processo de transformação digital e que ajuda a conduzir as empresas à nova revolução industrial. Além da implantação de sensores em mais de 30 equipamentos no chão de fábrica e recursos de apontamento real, foram instalados mais de 130 pontos de medição nas duas unidades fabris da TM no ABC.

Uma sondagem realizada pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), em 2017, com 227 empresas, mostrou que um terço delas sequer conhecia expressões como quarta revolução industrial ou indústria 4.0. Enquanto isso, na Termomecanica já existe uma equipe voltada para a inovação tecnológica com visão para modernização da planta através de equipamentos preparados para a Indústria 4.0. Nos investimentos que serão feitos em novas aquisições de máquinas serão considerados novos pontos de sensoriamento e captação de dados.

Em termos de TI foram investidos R$ 1.2 milhão no Apontamento Real e mais R$ 300 mil nos demais projetos relacionados. A Termomecanica tem explorado tecnologias como Internet das Coisas (IOT), big data e digital não só na área industrial, como também comercial e administrativa. Nos últimos três anos, foram investidos R$ 1,6 milhão em IoT e R$ 2,5 milhões em desenhos de processos para torna-los digitais, com destaque para o pioneiro canal eletrônico de relacionamento com o cliente.

Os sensores implementados nos equipamentos de laminação, trefilas, fundição, extrusoras, entre outros, fornecem diversos tipos de dados como, por exemplo: estado da máquina (ligada e produzindo, desligada, ligada, mas não em produção; velocidade de algum componente, consumo de energia). Além dos sensores, são também utilizados módulos para entrada de informações sobre o processo industrial (chamados de PODs), que permitem ao operador informar as condições do seu trabalho. “Este conjunto de dados permite uma análise completa que avalia a eficácia do processo e também detecta com mais precisão os gargalos da fábrica, direcionando inclusive investimentos de forma mais objetiva”, afirmou Luiz Henrique Caveagna, diretor industrial, da Termomecanica.

Segundo Walter Sanches, o conceito de indústria 4.0, que demanda esforços de longo prazo e investimentos expressivos, tem se distorcido um pouco e as empresas têm apostado muito mais em tecnologia do que nos outros componentes do tripé. A TM, porém, tem procurado contemplar em suas iniciativas todos os pontos que fundamentam a preparação da companhia para esse estágio de maturidade. “Um impacto relevante é que não podemos pensar na Indústria 4.0 exclusivamente como automatização de fábrica. Diversos processos de apoio terão que ser repensados para suportar cálculos com baixo nível de interação humana, aumentando significativamente a produtividade per capta. Estamos falando de muitos processos envolvidos em diversas áreas da empresa”, enfatiza.

Visando fomentar novas ideias e engajar seus líderes, o tema e o conceito de Indústria 4.0 também estão sendo trabalhados pela Universidade Corporativa Salvador Arena. Os participantes, ao final do curso, terão que apresentar propostas de atuação com aplicabilidade real no dia a dia da Termomecanica.

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Atos lança o primeiro projeto digital de Agricultura Urbana Vertical do mundo

A Atos, empresa líder global em transformação digital, lidera a realização do primeiro projeto no mundo de Agricultura Urbana Vertical. A agricultura vertical envolve a possibilidade de cultivar quantidades significativas de alimentos em camadas ou estruturas verticais, a fim de desenvolver a agricultura perto de vilas e cidades, ou para compensar a falta de terras aráveis em um ambiente hostil.

De acordo com relatório de 2017 da Allied Market Research, a prática está em rápido crescimento e quadruplicará em orçamento nos próximos anos. Agora também o setor se beneficiará das soluções digitais de última geração fornecidas pela Atos, que combinam análise de dados, Indústria 4.0 e agricultura de precisão. O objetivo é utilizar e aproveitar ao máximo dados brutos e oferecer serviços novos e inovadores, como:

– Manutenção assistida. O operador usa um touchpad equipado com realidade virtual para diagnóstico e solução de problemas;

– Manutenção preventiva, que permite sinais de alerta antecipado em caso de dano ou prejuízo nos equipamentos. Esses sinais podem acionar alarmes no caso de uma falha iminente ou ajudar os operadores a estimar o ciclo de vida restante dos componentes, a fim de antecipar interrupções e otimizar a produção;

– Otimização e implementação de métodos de cultivo de plantas, isto é, o conjunto de condições científicas que permitem o desenvolvimento de uma planta. A análise de dados permitirá identificar esses métodos para o melhor desenvolvimento possível da plantação.

“Em última análise, o projeto Agricultura Urbana Digital não será apenas digitalizado, gerenciado e otimizado remotamente, mas também a experiência e conhecimento adquiridos permitirão a implementação de novos modelos de uso de dados para uma agricultura mais ecológica”, explica Laurence Ponsonnet, diretor da Atos na região de Rhône-Alpes-Auvergne, uma das firmemente comprometidas com o projeto.

Certificado pelos centros de competitividade Minalogic e Vegepolys, o projeto Agricultura Urbana Digital acaba de receber financiamento na 24ª chamada regional de projetos do FUI (Fonds Unique Interministériel). A Atos lidera o consórcio que inclui a startup Ferme Urbaine Lyonnaise (Fazenda Urbana de Lyon) e o laboratório LIRIS do Instituto Nacional de Ciências Aplicadas (INSA) de Lyon, na França.

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3 dicas para você gerenciar melhor os projetos da sua empresa

Por Ricardo Leite

A gestão correta do portfólio de projetos traz muito benefícios para a companhia. Entregar de maneira correta os projetos certos muitas vezes alavanca drasticamente o resultado e coloca a empresa em um patamar superior de competitividade frente aos concorrentes. Veja a seguir três regras básicas que podem ajudar muito nesta empreitada.

1) Estrutura de Governança: É uma condição fundamental de sucesso operar com processos robustos de seleção e priorização de projetos. Uma vez que capacidade dos recursos é limitada é preciso ser cuidadoso e sobretudo ser assertivo no momento de escolher quais projetos fazer (e quais não fazer) e qual a sequência de entrega deles.

A tomada de decisão de iniciar ou não um novo projeto deve considerar principalmente o impacto que isto causa nos projetos que já estão em execução na carteira. Em um ambiente de multiprojetos, onde recursos são compartilhados entre projetos e entre atividades operacionais, é preciso considerar que o fato de alocar mais trabalho muitas vezes irá postergar a entrega de tarefas correntes ou ainda de tarefas planejadas na agenda destas pessoas.

Além de uma boa ferramenta de gestão de portfolio, alguns indicadores podem ajudar bastante neste processo. Monitorar a quantidade de trabalho nos recursos críticos e permitir o escalonamento adequado das tarefas irá evitar que se eleve o nível de multitarefa e de stress no ambiente.

2) Planejamento focado na execução: Bons planos de projetos devem ser modelados pensando na sua execução, principalmente aqueles que refletem escopos intrincados e com um nível de incerteza alto. Projetos ditos complexos, que lidam com alta variabilidade e muita interdependência entre suas várias “pernas” não devem ter cronogramas detalhados demais, com datas determinadas e uma agenda fixa de alocação de recursos.

Além da granularidade adequada também é necessário que a segurança, originalmente alocada dentro das tarefas, seja distribuída e compartilhada de maneira diferente. Por definição projetos lidam com trabalho não repetitivo, de característica muitas vezes exploratória e normalmente suas tarefas são planejadas e executadas por pessoas e, portanto, suscetíveis aos fatores inerentes a natureza humana. Aumentar as durações previstas para as atividades durante o planejamento é uma ação esperada de qualquer pessoa envolvida e comprometida com o resultado do projeto. Sabendo das dificuldades de se iniciar a tarefa na data planejada e de ter a dedicação de tempo necessária para realizar o trabalho as pessoas tendem a se proteger colocando reservas dentro dos prazos. A experiência demonstra que esta não é uma boa alternativa, sendo que normalmente estas seguranças locais não são eficientes e de maneira geral não aumentam a chance de se entregar os projetos dentro dos prazos.

3) Execução focada na entrega: O objetivo principal da gestão de recursos de projetos não é alocá-los da maneira mais eficiente possível e sim preservar o fluxo de trabalho contínuo. Isto só será possível se houver no ambiente um mecanismo eficiente de sincronização orientado por um algoritmo único de priorização.

É esperado ter que lidar com projetos de diferentes graus de importância ao mesmo tempo no portfolio, mas não se pode confundir importância com prioridade. O objetivo de uma gestão de portfólio efetiva é entregar todos os projetos de sua carteira pontualmente, e não somente aqueles considerados importantes, até porque esta importância muitas vezes é relativa de acordo com o grau de interesse de cada stakeholder em cada projeto. Então este critério de prioridade deve ser adotado por todos e funcionar realmente como o único direcionador de qual tarefa fazer antes e qual não fazer em um determinado momento. Transmitir esta informação de maneira clara para todos os envolvidos é um dos motores que vai propiciar uma melhora significativa de performance na entrega dos projetos e consequentemente de retorno sobre investimento do portfólio.

Ricardo Leite, Consultor da Goldratt Consulting Brasil, sobre a Teoria das Restrições (TOC) para gerenciamento de projetos e as regras principais para a utilização o método de CCPM.

Evento”A Gestão do Futuro” reúne mais de 10 futuristas do mundo em São Paulo

Organizado pelas futuristas brasileiras Jaqueline Weigel e Rosa Alegria, o evento “A Gestão do Futuro” apresentará metodologias Foresight ou Prospectiva – nome adequado ao que conhecemos aqui no Brasil como Futurismo – de diversas partes do mundo. Com um time de mais de 10 especialistas, o objetivo dos dois dias de encontro (2 e 3 de agosto) é mostrar como aplicá-las aos negócios, núcleos sociais e governamentais como formas de antecipar o futuro na prática, ou influir sobre ele.

Para viabilizar a participação de profissionais de diversos locais do mundo, a organização optou pelo espaço inovaBra, que contará com estrutura tecnológica para a presença online dos especialistas. Entre eles, destaques para as três da Finlândia, da conceituada University of Turku: Marianna B. Ferreira-Aulu, Sirkka Heinonen e Sari Söderlund; além dos americanos Peter Bishop (Universidade de Houston), que é co-criador do primeiro mestrado de futurismo do mundo e Jerome Glenn, co-fundador e Presidente do Projeto Millennium, o maior sistema de inteligência sobre Futuro do Mundo. Abaixo detalhes de todos participantes.

“Temos encarado o futuro como um grande show, e a discussão precisa ser ampliada para um espectro ético, sustentável e social em torno da profunda mudança do planeta”, afirma Weigel.

Rosa Alegria completa: “Este evento é importante para o país, em um momento onde se discute a era 4.0, a Inovação Disruptiva e as Tecnologias Exponenciais da Transformação Digital. O futuro exige um olhar de disciplina e metodologias que possam servir como base para estratégias, decisões e ação no presente”.

Rosa Alegria e Jaqueline Weigel pertencem a uma rede global de futuristas, como a APF, Association of Professional Futurists, WFSF, World Future Studies Federation e ao Projeto Millennnium, o maior sistema de inteligência sobre o futuro do mundo cujo CEO esteve na conferência da Finlândia e fará um participação especial no Workshop brasileiro de agosto em SP.

Os futuristas:

Finlândia

Marianna B. Ferreira-Aulu – University of Turku

Tema: Pesquisa de Futuros

Sirkka Heinonen – University of Turku

Tema: Future Studies and Scientific Foreseight

Sari Söderlund – University of Turku

Tema: Futures Focus Education and Development Services

EUA

Peter Bishop, Co-criador do primeiro programa de mestrado de futurismo do mundo – Universidade de Houston

Tema: Ensinar o futuro é tão importante quanto ensinar a história

Jerome Glenn, Co-fundador e Presidente do Projeto Millennium, o maior sistema de inteligência sobre Futuro do Mundo.

Tema: Sistemas de Informação global para tomada de decisões

Colômbia

Jean Paul Pinto, do Instituto de Prospectiva – Universidad del Valle

Tema: Materialização de cenários futuros e construção de inovações disruptivas

Francisco Mojica – Universidad Externado da Colômbia

Tema: A prospectiva estratégica para a competitividade empresarial

México

Guilhermina Baena – Universidade Nacional Autônoma do México

Tema: O Futurismo Iberoamericano

Austrália

José Ramos, Action Foresight

Tema: Transformando a governança de pessoas para o planeta

África do Sul

Geci Karuri Sebina, Pesquisadora da Rede de Cidades da África do Sul

Tema: O Futurismo que faz florescer as cidades

Azerbaijão

Reyhan Huseynova, Presidente da Sociedade de Estudos do Futuro do Azerbaijão

Tema: A visão intercultural da Europa Oriental

Bélgica

Philippe Destatte, Diretor Geral no The Destree Institute

Tema: Futurismo para o desenvolvimento regional

Quem conduz?

Jaqueline Weigel

Strategic Foresight, Humanista, Educadora, Starter da W Futurismo e W Future School, Partner do Projeto Millennium e do Finland Futures Research Center da University of Turku, Finlândia, membro da APF (Association of Professional Futurists) e da WFSF (World Future Studies Federation, Unesco). Formada em Gestão de Pessoas pela FGV-SP, aluna da Singularity University, da Udacity em Análise Preditiva de Dados e Empreendedora Digital. Atua em mudança de Cultura e Estratégias de Inovação, é facilitadora de programas de Liderança Exponencial e participa ativamente dos ecossistemas de inovação e empreendedorismo do Brasil. Participou recentemente do Futures Conferences da Universidade de Turku, Finlândia

Rosa Alegria

Pioneira em Futurismo no Brasil, atua como futurista profissional há 18 anos. Master of Sciences em Estudos do Futuro pela Universidade de Houston, EUA, a primeira escola a formar futuristas no mundo. Está entre as três futuristas mulheres mais reconhecidas na América Latina. Foi fundadora e vice-presidente do NEF (Núcleo de Núcleo de Estudos do Futuro) da PUC-SP por 16 anos e desde o ano 2000 representa o Projeto Millennium no Brasil, a maior rede mundial de pesquisas sobre o futuro em diferentes temas. Teve como professores grandes representantes do futurismo mundial. Trabalhou como executiva em grandes empresas por 25 anos, é especialista em Sustentabilidade pelo Schumacher College, Inglaterra, Management Global pelo Morehouse College, EUA e Criatividade pelo CCL, Center for Creative Leadership, EUA.

Serviço:

Dias: 2 e 3 de agosto

Local: inovaBra (Avenida Angélica, 2.529, Consolação)

Horário: das 9h30 às 17h

Valor: R$ 2.600 + taxas (até 27/07)

Vagas limitadas

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Pontos que nunca expiram e liberdade de escolha são grandes diferenciais para o consumidor, segundo Pesquisa Livelo

O crescimento no engajamento de brasileiros em programas de recompensas aponta uma maior atenção aos pontos e milhas acumulados por meio de compras em lojas parceiras, gastos em cartões de crédito ou voando por companhias aéreas. E para que os participantes desses programas estejam satisfeitos com as recompensas, além de engajados, é importante compreender o que eles entendem como real benefício. Nesse contexto, pontos que nunca expiram e poder trocar pontos por passagens em qualquer companhia aérea são características que se destacam.

De acordo com uma Pesquisa realizada pela Livelo, uma das principais empresas de recompensas do Brasil, 61% das pessoas dizem que “acumular pontos que não expiram nunca” é a coisa mais importante que um programa pode oferecer de vantagem. Sendo que, do total de entrevistados, 76% considera que “ter pontos que não expiram nunca” é sinônimo de Liberdade.

Sobre Liberdade, inclusive, a pesquisa também apontou que para 66% dos entrevistados, Liberdade é “poder trocar meus pontos por passagens na companhia aérea que eu quiser”.

Ou seja, o participante desses programas busca acumular pontos e não quer ser pressionado para resgatar suas recompensas apenas por questão de expiração e também preza em poder escolher seu destino e companhia aérea favoritos, sem ter que ficar preso por uma ou um grupo de cias aéreas.

Nesse quesito, a Livelo oferece aos seus clientes assinantes do Clube Livelo acúmulo de pontos que nunca expiram e também conta com uma agência de viagens online que oferta passagens por mais de 750 cias aéreas de todo o mundo. Como mostra de liberdade, a Livelo ainda disponibiliza ao participante a opção de transferir seus pontos para diversos outros programas de fidelidade de companhias aéreas nacionais e internacionais.

A Pesquisa realizada pela Livelo ouviu, entre setembro e novembro de 2017, cerca de 800 pessoas que já tiveram contato com o programa de fidelidade no eixo Rio-São Paulo.

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Roubo de Smartphones: metade dos internautas brasileiros já teve um celular roubado

A segunda edição da pesquisa anual sobre roubo de celulares realizada por Mobile Time em parceria com Opinion Box revela um crescimento alarmante da proporção de internautas brasileiros que já tiveram um telefone móvel roubado ou furtado. Em 12 meses essa proporção subiu 10 pontos percentuais, passando de 39% para 49%. Ou seja, hoje, metade dos internautas brasileiros já teve um celular roubado ou furtado pelo menos uma vez na vida.

Na pesquisa anterior, 38% das vítimas haviam sido roubadas/furtadas em menos de um ano. Agora, o percentual subiu para 45%. A maioria (62%) foi vítima apenas uma vez na vida; também na nova pesquisa, 35% duas ou três vezes; enquanto que 4% de azarados ou descuidados perderam o aparelho quatro vezes ou mais. Em média cada vítima teve 1,55 celular roubado/furtado. O Panorama Mobile Time/Opinion Box também constatou que o roubo de celular é mais comum que o furto. 63% das vítimas informam que da última vez foram roubadas, enquanto 37% foram furtadas.

“Crise na segurança pública, alto índice de desemprego, smartphones a preços proibitivos e a facilidade de compra e venda de aparelhos usados em mercados clandestinos estão entre os fatores que contribuem para esse aumento”, comenta Fernando Paiva, editor do Mobile Time e coordenador da pesquisa.

A pesquisa revela também o perfil das vítimas, por gênero, idade e classe social. E verifica qual costuma ser o seu comportamento após perder o aparelho (se faz ou não boletim de ocorrência, se compra um celular melhor ou pior que o anterior etc).

Outras descobertas:

– 70% dos usuários que tiveram celulares roubados ou furtados aproveitaram a ocasião para adquirir um aparelho melhor;

– Pouco menos da metade, (48%) registrou boletim de ocorrência (B.O.) na última vez em que foram roubadas/furtadas;

– 39% dos brasileiros já compraram um celular de segunda mão. O percentual é maior (44%) entre os que já tiveram um aparelho roubado ou furtado. Ou seja, quem perde um celular tem mais chance de recorrer à compra de um usado para economizar dinheiro;

– Não há diferença entre classes sociais: tanto nas classes A e B quanto nas classes C,D e E a proporção de vítimas é de 49%;

– É comum o brasileiro tomar providências de segurança somente depois de sofrer com algum problema do gênero: apenas 7% possui seguro para os aparelhos.

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