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Falta de registro em carteira de trabalho não gera dano moral a analista de TI

A Quarta Turma do Tribunal Superior do Trabalho excluiu da condenação imposta à Sompo Seguros S. A. o pagamento indenização pela falta de registro na carteira de trabalho e do pagamento das verbas rescisórias. Segundo o relator do recurso de revista, ministro Ives Gandra Martins Filho, o dano moral somente pode ser deferido quando houver comprovação da repercussão do ato praticado pelo empregador na imagem, na honra, na intimidade e na vida privada do empregado, o que não ocorreu no caso.

Vínculo

A reclamação trabalhista foi ajuizada por um analista de TI que relatou ter sido contratado pela Yasuda Marítima Seguros S/A em janeiro de 2014 com a promessa de receber R$ 50 por hora. O pagamento era realizado pela Dbsecurity Inovação e Segurança Ltda., mas ele pedia o reconhecimento de vínculo de emprego diretamente com a tomadora do serviço e o pagamento de indenização por dano moral por jamais ter tido a carteira de trabalho assinada.

Dissabores

O juízo da 6ª Vara do Trabalho de São Paulo (SP) declarou nulo o contrato de prestação de serviços por entender que a contratação por meio de empresa interposta configurou fraude, a fim de mascarar a verdadeira relação empregatícia com a tomadora. Assim, reconheceu o vínculo de emprego e determinou a devida anotação na carteira de trabalho do analista de TI e o pagamento de todos os valores devidos, mas negou o pedido de dano moral. De acordo com a sentença, a situação pode ter causado desconforto ao empregado, “porém não o suficiente para a caracterização do dano moral, que não pode ser confundido com os dissabores comuns”.

O Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (SP) acolheu os argumentos do analista e deferiu a indenização por dano moral. Para o TRT, no caso de descumprimento da integralidade dos direitos decorrentes do contrato de trabalho, como no caso, onde o empregado “sequer foi registrado”, o empregador “responde pelo dano causado à dignidade do trabalhador”. Assim, foi fixada indenização de R$ 5 mil.

Comprovação

Para o relator do recurso de revista, não há como condenar a empresa ao pagamento de indenização por dano moral com base, exclusivamente, na presunção de ofensa ao princípio da dignidade da pessoa humana. “Caso aceita a tese, toda e qualquer ação trabalhista por não reconhecimento do vínculo e falta do pagamento das verbas rescisórias daria, além do pagamento devido, dano moral, o que não é razoável”, assinalou.

A decisão foi unânime.

NetFoundry e myCloudDoor fazem parceria para implementar soluções em nuvem

A NetFoundry™, líder no mercado de serviços de rede específicos para aplicativos, anuncia sua parceria com a myCloudDoor, especialista em permitir que empresas adotem, migrem e implementem com sucesso soluções em nuvem – com especialização em aplicativos empresariais, como o SAP, com o Serviços de nuvem do Microsoft Azure – para se tornar nativo na nuvem e garantir o máximo valor de negócios dos aplicativos, independentemente de sua localização no mundo.

À medida em que as empresas evoluem para a nuvem do Microsoft Azure, elas enfrentam dois desafios; primeiro, mover aplicativos e dados para a nuvem, particularmente aplicativos empresariais críticos, como o SAP, e segundo, a manutenção de ambientes de aplicativos híbridos que precisam de integração com recursos na nuvem do Azure e no Azure Stack. Embora a myCloudDoor forneça estratégias eficazes para resolvê-los, a empresa descobriu que muitos projetos desenvolveram desafios como excesso de gastos além do orçamento, complexidade desnecessária e aumento significativo do escopo devido à conectividade de métodos tradicionais que normalmente estão fora do escopo da companhia – túneis IPSec geralmente transitórios em circuitos de Internet, que têm capacidade limitada e poucas garantias de desempenho, ou circuitos MPLS dedicados, que podem levar meses para serem estabelecidos, são caros e complexos de prover. A solução é fornecer a NetFoundry aos seus clientes, permitindo redes overlay privadas e diretas pela Internet, nativas da nuvem, simples e rápidas de implantar, altamente seguras e de alto desempenho, além de não requererem nenhum hardware patenteado.

Isso permite que a myCloudDoor reduza o tempo de implantação e de duração dos projetos de seus clientes, enquanto otimiza e protege a conectividade do aplicativo, independentemente da rede subjacente. NetFoundry facilita a conexão instantânea de redes edge-to-cloud de uma forma altamente segura, com alto rendimento, a qualquer carga de trabalho Azure através da internet, usando ferramentas web-based e APIs com redes de microseguimentos chamadas AppWANs – via myCloudMAS® (Suíte de Automação e Gerenciamento de Nuvem). Em um de seus clientes, NetFoundry reduziu o tempo de transferência de dados de dois días com um túnel VPN para menos de 8 horas com uma AppWAN, usando a mesma conexão de internet. Finalmente, se qualquer mudanças forem necessárias, como conexões à aplicativos auxiliares que podem ter sido esquecidas, elas podem ser executadas em minutos, ao invés de días ou semanas, como é o caso de outras opções de conectividade.

Os AppWANs da NetFoundry podem facilitar muito a implantação e as operações de aplicativos corporativos, como o SAP no Azure. Os serviços de back-end de um aplicativo geralmente serão distribuídos nas regiões Microsoft, Azure Hybrid (Azure Stack), data centers privados e ambientes com várias nuvens. Os aplicativos corporativos críticos no Azure, como o SAP, exigem conectividades seguras e de alto desempenho, que podem ser facilmente implementadas e operadas usando os AppWANs da NetFoundry, sem exigir hardware específico. A NetFoundry oferece um novo patamar de agilidade de rede para empresas que abraçam a migração para nuvem e as modernas práticas de aplicativos. Agora, com myCloudDoor e NetFoundry, as empresas podem experimentar a eficiência, a segurança, a velocidade, a agilidade, a confiabilidade e a lucratividade associadas à tecnologia digital e às migrações de nuvem sem incômodo e dor de cabeça.

Qual é a diferença entre banco digital e open banking?

Sciensa explica o que separa os modelos de negócio mais comentados em tecnologia para o setor financeiro

Unir as palavras “tecnologia” e “bancos” na mesma frase quase sempre provoca a consequência de presenciar, em seguida, os termos “Bancos Digitais” e “Open Banking”. Em ascensão nos últimos tempos, as expressões trazem à tona a necessidade de instituições financeiras se modernizarem e garantirem uma nova atuação diante do inegável avanço das fintechs em âmbito global. Apesar de similares, as expressões trazem significados distintos: você sabe o que significa cada um deles?

Para Davi Cunha, head de Digital Banking da Sciensa, consultoria de Transformação Digital, os Bancos Digitais são uma etapa de evolução necessária dentro da jornada para o Open Banking, que representa uma verdadeira transformação do setor financeiro. “A digitalização de instituições financeiras, caracterizada pela estruturação dos bancos digitais, está ligada a um modelo de negócio preparado para apresentar conteúdo on-line, com flexibilidade de interação via canais digitais e ampla conveniência para o usuário, enquanto o Open Banking abrange um cenário maior, e que habilita novos modelos de negócio proporcionados por meio de APIs abertas e novos ecossistemas de negócios”, explica.

Na prática, o último termo pressupõe uma mudança na mentalidade dos executivos: menos competição com fintechs e mais cooperação para proporcionar uma experiência do usuário mais satisfatória, ágil e eficiente. “Abrir-se para novas parcerias e ecossistemas significa oferecer uma oportunidade única de, em longo prazo, reter e conquistar clientes com eficiência e velocidade”, destaca Cunha.

Chegar até lá, entretanto, não é uma tarefa fácil. De acordo com a Big Data Executive Survey 2018, 99% dos executivos no setor financeiro dizem que suas empresas estão tentando se tornar mais ágeis, a exemplo das start-ups (“orientadas por insights”), mas apenas um terço deles relata ter sucesso nessa operação.

“Muitos executivos ainda não sabem por onde começar ou como adaptar sua operação atual aos novos modelos. Mexer na estrutura de grandes instituições financeiras envolve diversos estudos e tentar fornecer o maior número de serviços por conta própria pode surtir o efeito contrário do esperado. Nessa nova era, saber como se posicionar e quais parcerias fazer é um aspecto primordial para o sucesso”, afirma o executivo.

O banco como plataforma: novo modelo para clientes cada vez mais exigentes

Para a Sciensa, ter sucesso nesse novo ambiente depende de um olhar relacionado a facilitar a troca entre consumidores e fornecedores de serviços financeiros, movido pela forte colaboração. Nesse caso, grandes instituições financeiras podem tornar-se um verdadeiro marketplace de serviços financeiros e, indo além, terão a capacidade oferecer e inclusive monetizar uma série de serviços adicionais, como verificação de identidade, Know Your Customer (KYC), identificação de fraudes, entre outros.
“Vale a pena participar desse momento de mudança. O Open Banking e seu modelo baseado em APIs abertas representam uma oportunidade única para as instituições financeiras tornarem mais rápida a oferta de novos produtos e serviços, permitindo às instituições financeiras retomar o controle da jornada do cliente, oferecendo novas experiências com extrema personalização”, finaliza Cunha.

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Multi CD para e-commerce: essa estratégia é para você?

Por Tiago Girelli

Assim como qualquer outro negócio, o e-commerce possui os seus mais diversos desafios. Entretanto, há um, em especial, que insiste em assombrar o varejista virtual: o estoque. Chega um momento na trajetória de todo lojista em que este pilar estremece e basta uma decisão errada para ruir.

O termo Multi CD quer dizer multi centros de distribuição, que nada mais é do que a descentralização do estoque em vários outros, no intuito de otimizar o serviço e atender melhor o consumidor. Atuar nesse modelo é excelente para um e-commerce de abrangência nacional, por exemplo, já que ele favorece a logística e, consequentemente, a satisfação do cliente.

Esse é o tipo de estratégia que enche os olhos de qualquer empreendedor, contudo, é preciso ter certeza de que o negócio está pronto para arcar com as necessidades e custos que ela demanda.

Pontos de distribuição em diferentes locais exigem galpões ou empresas especializadas nesses serviços, além de transportadoras parceiras em cada base. Toda essa operação gera custos que precisam ser colocados na ponta do lápis e analisados com atenção.

Se o valor para a manutenção extrapolar o budget destinado a essa proposta, a melhor opção é deixar para outro momento. Utilizar o sistema no e-commerce requer planejamento para que os custos sejam um investimento, e não prejuízo.

Há outro ponto que merece bastante atenção na hora de pensar sobre esse modelo: a logística reversa. Trocas e devoluções são rotina no comércio online, porém, enquanto lidar com esse processo em um ambiente restrito é simples, na estratégia Multi CD é necessário um pouco mais de planejamento.

Neste caso, o lojista deve criar um plano de ação dedicado à política de troca e devoluções, capacitando colaboradores e parceiros para prestarem esse atendimento ao cliente. O sistema operacional também precisa estar preparado para gerenciar a entrada e saída de produtos, a fim de evitar a estagnação de determinados itens nos CDs.

Um processo de troca ou devolução mal executado por um único centro de distribuição pode afetar a imagem da companhia, comprometendo os esforços para o crescimento do negócio.

Após ler todas essas informações, você pode vir a pensar: “será que essa tática não é para mim?”. Sim, ela é. A estratégia Multi CD acompanha o crescimento das empresas, surgindo naturalmente. Em algum momento a necessidade de múltiplos estoques vai bater na porta do seu e-commerce, e, quando essa hora chegar, você já vai saber tudo o que precisa fazer.

Tiago Girelli, diretor da divisão corporativa da Tray, unidade de e-commerce da Locaweb.

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Para CEO da Unisys, governos e empresas devem adotar tecnologias avançadas para garantir segurança na Internet

Instituições governamentais e empresas, juntamente à academia e aos cidadãos, devem agir para garantir que avanços tecnológicos sejam implantados para promover a segurança na Internet – foi o que afirmou Peter Altabef, presidente e CEO da Unisys Corporation (NYSE: UIS) durante a conferência CES Government 2019, em Las Vegas (EUA).

Em apresentação intitulada “The Cyber Moonshot Imperative”, baseada em sua função presidindo o grupo de trabalho Cyber Moonshot da Comissão Consultiva de Telecomunicações para Segurança Nacional (NSTAC, acrônimo em inglês) da Casa Branca, Altabef abordou o objetivo de ter uma Internet mais segura e as mudanças fundamentais necessárias para alcançá-lo – modificações mandatórias em todos os níveis da sociedade, desde educação e política de privacidade até tecnologia.

“Para implementar as mudanças necessárias, governos e empresas precisarão explorar ativamente novas tecnologias, entre elas comunicação 5G, inteligência artificial e biometria, para nos garantir mais segurança – não apenas melhor acesso”, destaca Altabef. “Nosso relatório da NSTAC prevê um caminho para assegurar melhor proteção à Internet, respeitando também a privacidade”, afirma o executivo.

Fundada em 1982 pelo então presidente Reagan e por um ato do Congresso estadunidense, a NSTAC é encarregada de fornecer informações e recomendações ao presidente no que diz respeito à segurança nacional. O relatório do Cybersecurity Moonshot inclui um conjunto de sugestões para uma “abordagem no nível da nação” relacionada à Internet – algo semelhante ao que foi anunciado pelo presidente Kennedy para “levar o homem até a lua e trazê-lo de volta em segurança”, no final da década de 1960.

Edenred Brasil reforça sua cultura da inovação e promove fóruns de discussão com seus colaboradores

A inovação permeia os negócios da Edenred Brasil, líder mundial em soluções transacionais para empresas, comerciantes e empregados e que integra as marcas Ticket, Ticket Log, Repom e Edenred Soluções Pré-Pagas. Canais web, aplicativos, inteligência artificial para atendimento virtual, migração para o sistema de cloud computingem nove países das Américas e sistema de pagamento móvel de refeições por meio da tecnologia de aproximação, via Samsung Pay, são alguns dos exemplos de investimentos realizados pela empresa para garantir segurança, comodidade e agilidade nas diversas formas de interações com seus públicos.

Com todas essas novidades e com muitas outras que estão em desenvolvimento, o Grupo tem como propósito alcançar a digitalização total de sua oferta e a liderança em B2B2C até 2020 – no Brasil, a digitalização de suas soluções já alcançou quase os 100%. E para que seus empregados estejam cada vez mais conectados aos negócios e propósitos e possam colaborar com ideias de inovação e digitalização aplicáveis aos processos já existentes ou até com outras que ainda não tenham sido colocadas em prática, há diferentes ações e iniciativas internas, como o Comitê de Inovação.

“Disseminar a cultura de inovação entre os colaboradores é importante para estimular o profissional a aplicar novas tecnologias, uma vez que elas são vitais para alavancar novos negócios no mundo globalizado em que vivemos. Além disso, essa aproximação com nossos colaboradores permite que eles participem e se conectem com a evolução da empresa, o que traz benefícios aos nossos públicos”, explica Gilles Coccoli, presidente da Edenred Brasil.

O primeiro Comitê de Inovação do ano trouxe como tema a inteligência artificial, utilizada desde a implementação da EVA, assistente de atendimento digital, nos serviços da Ticket e da Ticket Log. A tecnologia trouxe novas habilidades nas interações do chat on-line e já registrou mais de 1,5 milhão de atendimentos. Com ela, o atendimento na Ticket registra um índice de 92% de acerto nas respostas e zero em reclamações. Na Ticket Log, a EVA apontou um crescimento de 25% nos acessos ao chat, expandindo a digitalização das interações. Os colaboradores também puderam ter contato com cases de empresas parceiras que utilizam a inteligência artificial em suas soluções.

No Comitê, que acontece bimestralmente e conta com palestras e debates sobre assuntos atuais, os colaboradores têm acesso a temas que promovem a oxigenação, a colaboração, o compartilhamento de informações e fortalecem ainda mais a cultura da inovação internamente. O primeiro encontro do ano contou com a participação de mais de 120 pessoas, que foram reunidas no novo espaço de coworking da sede do grupo, em Pinheiros. A previsão é que mais cinco encontros aconteçam em 2019. Só no ano passado, mais de 400 trabalhadores participaram.

3 Tendências no setor de Healthcare para 2019

Por Barrett Coakley

2018 foi um ano interessante para o setor de saúde e, 2019 prepara-se para ser tão bom quanto. Há um enorme mercado que precisa ser explorado devido ao envelhecimento da população mundial e o anseio de que os idosos vivam sozinhos pelo maior tempo possível. Permitir esse desejo tem sido o foco de reguladores, fabricantes e investidores.

De acordo com dados da Conta-Satélite de Saúde Brasil 2010/2015, divulgados pelo IBGE no fim de 2017, o consumo final de bens e serviços de saúde no Brasil cresceu, atingindo R$ 546 bilhões, valor equivalente a 9,1% do PIB. Deste total, R$ 231 bi (3,9% do PIB) corresponderam a despesas de consumo do governo e R$ 315 bi (5,2% do PIB) a despesas de famílias e instituições sem fins lucrativos.

O novo ano deve ver o impacto contínuo desses fatores, juntamente com o surgimento de novas tendências para apoiar o crescimento e o desejo de reduzir os custos. Três áreas terão grande impacto no mercado da saúde em 2019. Vamos explorar algumas tendências que devem se destacar nos serviços de healthcare este ano:

Internet das Coisas

A Internet das Coisas (IoT) desempenhou um papel proeminente em 2018 e continuará a evoluir em 2019. O principal destaque da IoT e dos dispositivos conectados é a significativa economia de custos na prestação de cuidados. De fato, o atendimento remoto via IoT pode reduzir os custos de assistência médica dos EUA, por exemplo, em até US$ 6 bilhões por ano, de acordo com a consultoria de saúde Willis Towers Watson. Esses dispositivos conectados, incluindo sensores internos e os dados coletados, permitem que os indivíduos mantenham suas vidas independentes com um risco muito menor.

Uma infinidade de dispositivos já utiliza a Internet das Coisas para manter os pacientes conectados remotamente aos provedores e serviços de saúde. As empresas também passaram a usar os dispositivos conectados para rastrear sinais vitais do paciente e vários indicadores de status de saúde. Isso tem melhorado os resultados dos pacientes, permitindo que os provedores realizem mais atendimento, diminuam as visitas hospitalares e reduzam os custos gerais com a saúde.

Outro ponto ainda mais relevante é que esses sensores e dispositivos possibilitam que os idosos tenham uma vida normal em casa. Discretamente, os dispositivos coletam e compartilham leituras com segurança, de modo que qualquer sinal de alerta possa ser descoberto, e qualquer lembrete diário de medicação é enviado proativamente aos pacientes. Por isso, espera-se que tanto o atendimento domiciliar quanto o setor de saúde fiquem cada vez “mais inteligentes”.

Fusões e aquisições

Reguladores, hospitais e seguradoras também já perceberam os benefícios de prestar cuidados remotamente. No entanto, dada a dificuldade do emprego, um mercado de trabalho restrito e uma força de trabalho que se aposenta, a contratação tem sido mais difícil. O mercado de saúde também tem sido tradicionalmente apoiado por um grande número de organizações menores que se concentram em determinadas geografias ou especialidades. No entanto, devido a essa oportunidade de mercado, os investidores têm sido muito ativos com diversos negócios de fusões e aquisições em larga escala para ajudar a construir organizações maiores com mais alcance e escala geográficos. Por exemplo, a ação da M&A no terceiro tri de 2018 registrou o terceiro trimestre consecutivo com mais de 20 aquisições, de acordo com dados da empresa de inteligência de mercado Irving Levin & Associates. No geral, 2018 viu um volume trimestral “muito mais alto” em relação à 2017.

Lisa Phillips, editora do The HealthCare M&A Report, que publicou os dados acima, afirmou: “a consolidação está impulsionando a atividade recente neste mercado, apesar do reembolso e dos obstáculos regulatórios. Como os sistemas de saúde buscam reduzir os custos, esperamos que mais se voltem para as agências de cuidados domiciliares em contextos tradicionais pós-agudos, como instalações de enfermagem especializadas ou instalações de cuidados agudos de longo prazo”.

Como não há líder em participação de mercado e a necessidade de reduzir custos é eminente, espera-se que 2019 seja um ano ativo para os investidores, à medida que as empresas de saúde planejam expandir e ganhar cada vez mais participação no mercado.

Adoção de Tecnologia

Historicamente, o back-office do atendimento ao paciente é arcaico e manual, com o uso do Excel, por exemplo, para agendamento e produção das planilhas de horas. No entanto, por conta de tendências como o aumento da demanda, escassez de talentos para atender o crescente número de pacientes, mudanças na regulamentação e a necessidade de reduzir custos, os provedores de assistência médica domiciliar precisarão apostar em novas tecnologias. Isso inclui o Customer Relationship Management (CRM) para gerenciar vendas e informações de clientes, e o Human Capital Management (HCM) para treinamento e recrutamento de profissionais.

A tecnologia de gerenciamento de serviço em campo também deve ser considerada para ajudar os provedores domésticos a fornecer melhores cuidados, aumentar a participação de mercado e melhorar as operações. À medida que mais recursos e empregados são adicionados ao cronograma, torna-se quase impossível para um humano considerar todos os fatores inerentes à criação do cronograma otimizado. Aqui estão alguns exemplos sobre como a escala aumenta a complexidade:

– Com três funcionários móveis e três empregos, existem seis maneiras possíveis de agendar o trabalho

– Existem 720 maneiras diferentes de despachar seis funcionários para fazer seis trabalhos

– Existem 1.307.674.368.000 maneiras diferentes de despachar 15 funcionários para fazer 15 trabalhos

Como resultado, é quase impossível agendar e monitorar manualmente os profissionais ou usar um software de agendamento que não seja construído especificamente para lidar com esse nível de complexidade – pelo menos sem sacrificar a eficiência e a produtividade. A sofisticação envolvida nesses cenários exige uma tecnologia direcionada para conseguir auxiliar de fato as inúmeras organizações a fornecer melhor atendimento ao paciente, aprimorar operações e reduzir custos.

Barrett Coakley, Gerente de Marketing de Produtos da ClickSoftware

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As empresas devem se preparar para um novo modelo de carreira

A expectativa de vida está aumentando em todo o mundo e, como resultado, as carreiras das pessoas estão definidas para durar mais tempo. “As empresas precisam se adaptar para reter o colaborador qualificado em todas as fases de sua carreira”, diz Alistair Cox, CEO da Hays.

A ideia de um “trabalho para a vida” e a trajetória típica, em que as pessoas são educadas, e começam a trabalhar antes de se aposentar, já está se tornando uma coisa do passado, pois viver mais significa trabalhar além das idades atuais de aposentadoria. Como consequência, os trabalhadores estão cada vez mais procurando um novo tipo de estrutura de carreira, que permita flexibilidade para explorar outras áreas de interesse profissional e múltiplas atividades ao longo de sua vida.

“Os profissionais, mais jovens ou mais velhos, trabalharão por mais tempo do que qualquer geração anterior e é natural que busquem cada vez mais variedade em seu trabalho, como a mudança de ocupação. Isso se tornará mais comum conforme o tempo avança, o que significa que as empresas devem começar a se preparar agora, já que a estrutura tradicional das empresas está mudando “, afirmou o CEO.

As mudanças exigirão que os profissionais atualizem ou melhorem a qualificação, de modo que a educação continuada se tornará uma parte vital em vários estágios profissionais. Em vez de fazer apenas ensino superior no início da carreira, os trabalhadores precisarão garantir que eles realizem aprendizado ao longo da vida profissional. Atualização será cada vez mais recorrente.

Especialistas preveem que a carreira em múltiplos estágios deve se tornar a regra no futuro, portanto, as empresas precisam se proteger para garantir que possam acessar e reter as habilidades necessárias para obter sucesso. Com este cenário, a Hays preparou algumas dicas de como as empresas podem apoiar e até encorajar essas novas formas de trabalho.

Flexibilidade no ambiente de trabalho

Muitos contratos de trabalho não oferecem flexibilidade aos funcionários que desejam trabalhar em horário alternativos, ou que buscam outros interesses profissionais fora do trabalho. Proporcionar ao colaborador mais flexibilidade ajudará às empresas a reter colaboradores mais talentosos, que podem colaborar no desenvolvimento da companhia.

Ajude os funcionários a adotarem a mudança e o novo local de trabalho

As empresas precisam educar sua equipe sobre as opções abertas a elas e apoiá-las nessa nova estrutura de carreira. Se conseguirem nutrir o desejo de um funcionário de aprender novas habilidades ou explorar outras áreas de interesse, é mais provável que mantenham sua experiência e conhecimento por mais tempo.

Invista nas habilidades dos funcionários incentivando o aprendizado

As empresas podem incentivar os profissionais a se capacitarem ou até mesmo a tentar satisfazer seu desejo de aprender novas habilidades ou assumir um papel diferente. Fazer isso fornecerá às organizações mais habilidades à sua disposição, ajudando a combater a escassez de talentos, mas também proporcionando aos trabalhadores a liberdade de se mudar para outros cargos.

As organizações também devem procurar outros meios de apoio aos funcionários

As organizações podem oferecer retornos a profissionais que deixaram o mundo do trabalho para criar uma família, por exemplo. Isso garantirá que habilidades valiosas sejam trazidas de volta à força de trabalho. As empresas também podem criar funções de aprendizagem dirigidas a pessoas mais velhas – à medida que a idade de aposentadoria é aumentada, eles devem procurar novas carreiras. As organizações também podem oferecer trabalho remoto aos funcionários que têm compromissos em casa e que são menos capazes de fazê-lo em um escritório.

Cabify e Easy anunciam integração de suas equipes de gestão e parceria global para nova categoria no app

A Cabify e a Easy avançam na integração de suas equipes de gestão. As duas empresas fazem parte do Grupo Maxi Mobility e operavam de maneira independente até agora. Com esta integração, a estrutura de gestão das duas empresas se combinam para sinergias operacionais. Esse movimento estratégico está alinhado com o plano da Cabify para construir a plataforma de serviço de mobilidade líder na América Latina e na Península Ibérica e garante que a Cabify ofereça mais serviços aos motoristas parceiros, taxistas e passageiros.

“Estamos felizes em compartilhar esta nova fase de crescimento do grupo. Acreditamos que podemos substituir os carros particulares nos mercados em que operamos. Ao integrar nossos líderes, estaremos em uma posição ainda mais forte para atingir nossa missão de criar uma verdadeira plataforma de mobilidade como serviço”, afirma Juan de Antonio, CEO da Maxi Mobility e fundador da Cabify.

Os líderes dos países reportarão diretamente a Vicente Pascual, CEO e cofundador da Cabify. Para o executivo, este é um movimento importante para o negócio. “Ao trabalharmos juntos, poderemos melhorar a experiência do usuário, dos taxistas e dos motoristas parceiros, alavancando o melhor das marcas Cabify e Easy. Desejamos que os passageiros percebam a vantagem de ter mais possibilidades para se locomover nas cidades e que nossos motoristas parceiros e taxistas se beneficiem de ter usuários das duas plataformas solicitando seus serviços. É também importante dizer que realizaremos nossos investimentos mais eficientemente e executaremos mais rapidamente as diversas iniciativas de crescimento que planejamos”, afirma o executivo.

Segundo Pascual, a empresa está dando os primeiros passos para a implantação do MaaS (Mobility as a Service) em uma única plataforma tecnológica. “O primeiro projeto é o que chamamos de ‘solicitação cruzada’ ou ‘cross request’. Na prática, os usuários da Cabify poderão solicitar um táxi da Easy dentro do app da Cabify. Acreditamos que é interessante, principalmente para os clientes corporativos. O cross request garante mais disponibilidade de carros para passageiros e também aumento de público para motoristas parceiros e para taxistas”, explica o executivo Global. A implantação do projeto está ocorrendo progressivamente nas cidades e países.

Para apoiar a nova estrutura de gestão, o grupo está promovendo uma reestruturação da equipe de liderança e nomeando executivos-chave para liderar os principais mercados. Jorge Pilo é o novo Country Manager Brasil na Cabify e na Easy. “O Brasil é um dos principais mercados de mobilidade do mundo. A maioria dos brasileiros já entendeu que não precisa do carro particular para se locomover nas cidades. Agora, estamos vendo que todos estão buscando vários modais. Já iniciamos a parceria entre as marcas Easy e Cabify e há outras novidades em estudo”, revela o executivo. Nos últimos quatro anos, Pilo foi o CEO Global da Easy. O executivo trabalhou em grandes empresas, como Procter & Gamble, The Boston Consulting Group e Groupon na Europa, nos EUA e Brasil e é formado em Engenharia Mecânica pela Universidade Simón Bolívar, com intercâmbio no Ka rlsruher Institut für Technologie, e possui MBA em Harvard.

Embracon cria maratona para promover a educação financeira em meios digitais

A Embracon, empresa especializada em consórcio, promoverá nos dias 23 e 24 de março a primeira edição do Hackathon Embracon. O evento tem como objetivo reunir profissionais que atuam em startups e fintechs para uma competição entre times multidisciplinares, que terão o desafio de construir soluções tecnológicas de alto valor em um curto espaço de tempo.

O tema do primeiro desafio será: “Como promover educação/ consultoria financeira através de meios digitais”. Os participantes terão que criar soluções inovadoras utilizando a tecnologia como motor para fomentar a educação financeira relacionada à Consórcios em diferentes canais (Internet, aplicativos, vídeos, mensagens instantâneas, redes sociais, bots, realidade aumentada, podcasts, etc).

Serão 30 horas ininterruptas de desenvolvimento e, ao final, cada grupo fará um pitch (venda da solução) para uma banca avaliadora. A proposta que conquistar o primeiro lugar receberá um prêmio de 10 mil reais e mentoria.

“O objetivo do Hackathon é criar novas soluções que movam a Embracon para um futuro inovador e tecnológico, facilitando e ampliando a visão transformadora dentro da organização” diz Vanessa Dutra, Gerente de Inovação da Embracon. “Esse é o momento ideal para o nosso primeiro Hackathon, pois estamos focados e empenhados no processo de inovação na Embracon. O desenvolvimento de soluções como essas nos transforma em uma empresa mais ágil e preparada para lidar com os desafios da busca por resultados”.

As inscrições estão abertas e seguem até o dia 7 de março. Os interessados devem se cadastrar pelo site: www.sympla.com.br/hackathondaembracon

PREMIAÇÃO

1º Lugar – 10 mil + Mentoria

2º Lugar – Par de Ingressos para o RD Summit 2019.

3º Lugar – Curso de NeuroUX da Khanum Consultoria

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO

Os critérios de avaliação da melhor solução estão listados abaixo e serão classificados conforme sua pontuação variante entre 0 a 10:

● Viabilidade Técnica

● Viabilidade Financeira

● Viabilidade Tecnológica

● Desejabilidade

● Escalabilidade

● Fit com o Tema

● Capacidade de alcance do público alvo

INFORMAÇÕES IMPORTANTES:

● As equipes deverão ser compostas de até 5 integrantes;

● Os integrantes deverão por obrigatoriedade fazer parte de alguma Fintech ou Startup;

● A participação, bem como a inscrição no Evento é GRATUITA;

● A participação não gera nenhum compromisso, presente ou futuro, com a Embracon;

● A inscrição não garante a aceitação do candidato;

● Os participantes deverão cadastrar-se individualmente;

● O Número de vagas é de 25 participantes;

● Os critérios de seleção são de inteira responsabilidade da comissão organizadora;

● Os Inscritos não selecionados receberão um feedback a respeito do fato;

● Os participantes terão acesso gratuito à internet durante o evento, bem como recursos de rede, os quais deverão ser utilizados única e exclusivamente para os atos do evento;

● A alimentação será por conta da Embracon;

● O transporte (ida x volta) será de responsabilidade do participante;

● A idade mínima para participação do evento é de 18 anos.

11 hábitos de segurança que todo mundo deveria ter

São cada vez mais comuns notícias de golpes em redes sociais ou vazamentos de dados. Pensando nisso, para garantir a segurança cibernética da população, a ESET, empresa líder em detecção proativa de ameaças, reúniu um guia com informações úteis que ajudam os usuários a cuidarem de suas informações e de seus contatos, enquanto navegam na Internet.

“A ESET considera que a incorporação de hábitos de segurança permite ao usuário aproveitar melhor a tecnologia e evitar dores de cabeça. É por isso que desenvolvemos uma lista com algumas dicas que todo usuário deve considerar como uma meta para sua vida digital”, diz Camilo Gutierrez, chefe do Laboratório de Pesquisa da ESET América Latina.

Relate qualquer tipo de abuso visto nas redes sociais

Muitas vezes, as redes sociais são o cenário de crimes virtuais. É importante fazer a reclamação, seja de grooming, assédio ou outros tipos de casos. O Facebook, por exemplo, oferece um guia para relatar um evento inadequado, o que inclui casos como perfil falso, conteúdo ofensivo, crimes de natureza sexual, entre outros.

Não compartilhe notícias e concursos de reputação duvidosa

Notícias falsas são um problema, já que muitas dessas mensagens apelam para o emocional e rapidamente se tornam virais. No caso de concursos, é importante verificar os termos e condições, quem é o organizador e se é facilmente identificável, se há uma data para a cerimônia de premiação e confirmar que há outros participantes.

Se você está ciente de um ataque ou golpe, compartilhe informações nas redes sociais

Ao receber fraudes pelo e-mail ou redes sociais, divulgue o remetente e notifique os seus contatos. Você pode também fazer um post nas redes sociais para que os usuários sejam alertados e não caiam na armadilha.

Revise quais permissões são concedidas aos aplicativos associados aos perfis

Em 2018, o episódio do Facebook e da Cambridge Analytica colocou em evidência a falta de responsabilidade e conscientização sobre o valor das informações pessoais. Na época, a rede social cedeu dados coletados por meio de um aplicativo terceiro à empresa de análise de dados. Os usuários concediam essa permissão de fornecimento de dados ao concordar com os termos de uso, sem perceber. Tendo isso em vista, a ESET publicou um algumas ficas de como saber que tipo de informação é compartilhada com empresas e desenvolvedores de aplicativos por meio de permissões.

Configure a privacidade de contas ou perfis

A troca excessiva de informações digitais pode ter consequências, principalmente nas redes sociais. É por isso que a ESET recomenda limitar o acesso ao que outras pessoas podem ver. Algumas maneiras de fazer isso é por meio de revisões das permissões concedidas com certa regularidade e configurando cuidadosamente as opções de privacidade disponíveis em cada uma das redes sociais usadas.

Não marque terceiros sem o seu consentimento

Antes de marcar um amigo, conhecido ou contato, é importante consultá-lo ou analisar se ele gostaria ou estaria interessado em estar vinculado a essa imagem ou vídeo. Muitos usuários não querem ser expostos. Mesmo quando não é uma imagem pessoal ou um evento, mas o uso de uma tag em uma imagem ou promoção engraçada, é importante consultar o colega.

Não compartilhe ou envie arquivos antes de verificar se eles são seguros

Anexos em e-mails e links em redes sociais ou serviços de mensagens podem conter malwares e outras ameaças. É por isso que é importante, antes de encaminhar qualquer arquivo, confirmar que vem de uma fonte confiável.

Atualize senhas

Mudar a chave de acesso das contas periodicamente pode evitar complicações ainda maiores. Para ajudar a lembrar várias senhas diferentes, uma dica é usar um gerenciador de senhas. Com essa ferramenta, é possível armazenar o nome de usuário e a senha de cada plataforma e atualizar as informações sempre que uma alteração é feita.

Ative o duplo fator de autenticação

Ative o duplo fator de autenticação em cada um dos serviços em que for possível, como no caso do Gmail, Facebook, Instagram, Twitter ou outras plataformas. É uma camada de segurança adicional que ajuda a impedir o acesso aos serviços sem consentimento.

Atualize os dispositivos

Muitos ataques são causados ​​pela exploração de vulnerabilidades que foram corrigidas nas atualizações. No famoso caso do ransomware WannaCry, os cibercrimisos se aproveitaram de uma vulnerabilidade em computadores que usavam o Windows. A fabricante do sistema operacional, a Microsoft, lançou meses antes do ransomware vir à tona um patch para reparar a falha do sistema, no entanto, muitos usuários não o atualizaram, o que ajudou a causar um dos maiores problemas de segurança da história, que trouxe danos aos usuários e empresas globalmente. Para evitar esse tipo de problema é fundamental manter os equipamentos com as atualizações mais recentes.

Faça backup de informações importantes regularmente

Nunca sabemos quando podemos ser vítima de malware ou um problema que afeta nosso equipamento, até mesmo, um possível furto do computador ou telefone. Por isso, é importante ter um backup de informações, como fotos, vídeos, arquivos ou outro material.

Certificado Digital já pode ser emitido na nuvem com validade de cinco anos

O Certificado Digital, conhecido por viabilizar transações no meio eletrônico com validade jurídica e total segurança, agora, também pode ser armazenado na nuvem e com validade de cinco anos. A novidade é uma exclusividade da Certisign, a primeira Autoridade Certificadora privada credenciada pelo Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI) como Prestadora de Serviço e Confiança (PSC), o que a autoriza emitir o Certificado neste formato.

Chamado remoteID, e disponível com as validades de 12, 36 e 60 meses, ele é mais uma opção para o armazenamento do Certificado Digital, e a grande vantagem em relação aos demais tipos está em sua facilidade de uso. “O remoteID pode ser acessado de forma rápida, segura e de qualquer lugar e a qualquer hora, proporcionando ao titular mobilidade e praticidade”, explica Maria Teresa Aarão, Diretora de Inovação em Produtos e Mercados da Certisign.

Segundo a executiva, a possibilidade de poder gerenciar o ciclo de vida do Certificado e rastrear em qual dispositivo foi utilizado também são diferenciais. “Também é possível redefinir a senha, acompanhar a validade, entre outros detalhes importantes, como a possibilidade de adquirir a versão de cinco anos “.

Mobilidade

O Certificado na nuvem, de acordo com Maria Teresa, é, principalmente, ideal para quem assina grandes volumes de documentos e que, portanto, precisa ter a tecnologia disponível 24 horas por 7 dias da semana sem ter que carregar consigo mídias. Para usar o remoteID, é necessário apenas que o usuário tenha acesso a uma conexão de internet.

“Por estar na nuvem, o titular pode usá-lo sempre que necessário, sem ter que se preocupar de estar com seu computador ou celular, por exemplo. De qualquer dispositivo, ele acessa o Certificado e pode dar andamento ao processo em questão. E o melhor: sem instalar drivers ou realizar atualizações. É prático, seguro e dinâmico”.

Autenticação de segundo fator

Para os usuários da tecnologia, que são temerosos em relação à segurança do armazenamento na nuvem, ela explica que o remoteID tem duplo fator de autenticação. “Além da senha PIN, o acesso ao Certificado é controlado também por um código de tokenização, assim como ocorre nos aplicativos de banco”.

Nas empresas

Por fim, a diretora destaca que as empresas de todos os segmentos podem se beneficiar com esse novo modelo da tecnologia, principalmente aquelas que possuem colaboradores circulando entre diferentes filiais, como os hospitais e companhias de engenharia, por exemplo. “O remoteID resolve a questão da mobilidade e da disponibilidade. Um médico, por exemplo, pode acessar seu Certificado de diferentes unidades de um mesmo hospital”.

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