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BMW Serviços Financeiros lança site para simular financiamento para seminovos no Brasil

O BMW Group Serviços Financeiros acaba de disponibilizar na internet um website exclusivo para o Easy Plan, o plano de financiamento para veículos seminovos das marcas BMW, MINI e BMW Motorrad ou de outras fabricantes, com até três anos de uso comercializados nas concessionárias autorizadas do BMW Group. As simulações poderão ser feitas no http://www.easyplanseminovos.com.br/

Além de trazer informações sobre o Easy Plan e um buscador online de concessionárias que oferecem o plano em todo território nacional, a página eletrônica conta com um vídeo ilustrativo sobre o plano e um simulador de financiamento. Por meio dele, o usuário fica sabendo quanto terá de investir mês a mês, bastando informar o valor do bem (carro ou motocicleta), o valor da entrada pretendido e o prazo do financiamento escolhido (24 ou 36 meses).

Nesta modalidade de financiamento, a entrada é flexível, podendo variar de 0% (zero) a 60% do valor do veículo, sendo que a parcela final deve ser o equivalente a 40% do valor do bem. Graças à esta possibilidade, o custo das parcelas pode ser até 45% menor quando comparado a outros planos de financiamento.

“O Easy Plan é uma ferramenta que vai ao encontro das necessidades do consumidor brasileiro, cada vez mais ávido por novidades e facilidades. E o padrão de atendimento do BMW Serviços Financeiros agrega a confiabilidade e a qualidade já presentes em outros serviços do BMW Group”, ressalta o CEO do BMW Group Serviços Financeiros, Eduardo Varella. “Com a simulação on-line, o cliente poderá explorar mais suas necessidades antes de contar com nosso apoio”, reforça.

Para mais informações sobre a BMW Group Serviços Financeiros acesse:
www.bmwsf.com.br

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Fintech oferece crédito a PMEs em até duas horas e sem burocracia

Em uma época de crise econômica, antecipar os recebíveis pode ser uma ótima solução para as pequenas e médias empresas que pretendem honrar compromissos como o pagamento do 13º salário e, ao mesmo tempo, fechar o ano no azul. E é, justamente, com esse objetivo que a TrustHub chega ao mercado no início de novembro, para oferecer crédito a PMEs em até duas horas, de maneira completamente digital e sem a burocracia dos bancos.

Sob a chancela da SRM – multinacional gestora e administradora de fundos de investimento com 20 escritórios espalhados por Brasil, Chile e Peru – a fintech aposta na tecnologia e no know-how de sua provedora para conquistar o mercado brasileiro. “A TrustHub conta com o mesmo sistema operacional da SRM, que oferta antecipação de recebíveis a clientes de médio e grande porte, com um volume de 10 mil transações diárias e mais de R$ 6 bilhões movimentados anualmente. A diferença, porém, é que oferece esse serviço digitalmente às pequenas e médias empresas”, pontua Alexandre Góes, Diretor de Meios de Pagamentos da TrustHub.

O executivo explica que o know-how de uma marca tão respeitada no setor financeiro como a SRM faz toda a diferença e que, aliado a modernos softwares de análise comportamental, garante que o serviço seja seguro, ágil e bem estruturado. “Nós operamos de maneira muito simples e eficiente: após um rápido cadastro, o cliente passa a ter uma conta de pagamento digital em nossa plataforma e logo pode solicitar a antecipação de recebíveis com o envio de duplicatas. Não há burocracia em nenhum momento do processo, outro problema enfrentado por muitos que tentam liberar crédito em bancos”, comenta.

Com os serviços da TrustHub, uma fábrica de roupas, por exemplo, que fez uma venda de R$ 50 mil com pagamentos parcelados em dez vezes, pode receber a quantia imediatamente ao fornecer a nota fiscal. “Ao antecipar o que receberiam a prazo, as empresas evitam dívidas e pagam apenas uma taxa de desconto por operação. A praticidade e o baixo risco, certamente, tornam esse serviço muito atrativo para o empresariado”, detalha Góes.

Antecipação de recebíveis no contexto econômico do país

Mesmo perante um cenário geral de contenção de crédito, a modalidade de antecipação de recebíveis por meio de desconto de duplicatas vem crescendo no Brasil: segundo dados do Banco Central, o volume movimentado pelo serviço em maio de 2017 foi de R$ 16,7 bilhões – 61,7% maior que o registrado no mesmo mês do ano passado.

“Estamos em um momento crucial da economia, no qual o crédito é fundamental para que o Brasil possa retomar o ciclo de crescimento. Com a antecipação de recebíveis, os micro, pequenos e médios empreendedores podem conseguir crédito imediato, sem riscos, para investir em máquinas, estrutura e nas pessoas”, acrescenta o executivo. “Na contramão dos bancos, que deixaram de oferecer crédito, a TrustHub surge para garantir que as PMEs tenham o capital de giro necessário para investir no próprio negócio e, assim, colaborar com o desenvolvimento do país”, finaliza.

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OLX anuncia Phillip Klien como diretor de crescimento

A OLX, líder no mercado de compra e venda online no Brasil, anuncia o novo diretor de crescimento (CGO), Phillip Klien. O executivo, ex-Uber, Predicta e Twitter, tem como objetivo impulsionar o desenvolvimento estratégico da OLX no Brasil.

Formado em Marketing e Finanças pela Tulane University (New Orleans, EUA), Phillip possui grande experiência em empresas internacionais. Antes da OLX, o executivo foi gerente geral da Uber São Paulo, diretor de crescimento do Twitter Brasil e co-fundador da Predicta. Na OLX, seu objetivo é propagar a cultura do “desapega” no País. “A OLX já é a referência de economia compartilhada no Brasil. Agora o desafio é fomentar essa realidade para os 84% da população que ainda não usaram a OLX para vender algo online. Também existe grande oportunidade de aproximação por meio de relacionamentos com outras marcas”, afirma o CGO.

A OLX estimula uma cultura de consumo consciente, conectando pessoas para que possam comprar e vender de forma fácil e rápida. Maior marketplace do Brasil, a empresa é uma das que mais se desenvolve tecnologicamente no País, e a contratação colabora com esse crescimento. “Klien teve a oportunidade de trabalhar com as gigantes do Vale do Silício e, quando chegou na OLX, logo identificou a tecnologia empregada e visualizou a oportunidade de ajudar a colocar o País no mapa como um grande desenvolvedor de ponta”, reforça Andries Oudshoorn, CEO da OLX Brasil.

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Cisco Brasil: Ricardo Mucci é o novo diretor para o Setor Público

A Cisco Brasil anuncia que Ricardo Mucci é o novo diretor da empresa para o Setor Público. Com mais de 20 anos de experiência no setor de tecnologia e comunicação (TIC), o executivo junta-se ao time da Cisco para reforçar a estratégia da companhia no processo de transformação digital de cidades e Governo.

Mucci acumula longa experiência no desenvolvimento de projetos transformacionais. Nos últimos 15 anos desenvolveu soluções para Governo, liderando grandes projetos nas áreas de Gestão de Saúde Pública, Segurança Pública, Educação, Fazenda, entre outros. Nos últimos anos, o executivo era diretor de vendas para Setor Público na Oracle, onde trabalhou por cinco anos. Ele também atuou em empresas como IBM e Telefônica.

Além de atuar com clientes da esfera municipal, estadual e federal, Mucci será responsável pelo segmento de Energia e Oil & Gas. O executivo vai se reportar ao presidente da Cisco no Brasil e ficará baseado no escritório da Cisco em Brasília.

“Ao longo de sua trajetória, a Cisco tem participado de importantes transformações tecnológicas e também estamos assumindo um papel fundamental na transformação de cidades digitais e inteligentes. Estamos muito felizes com a chegada do Ricardo Mucci à Cisco para contribuir com nossa estratégia para ajudar o setor público em sua jornada digital”, afirma Laercio Albuquerque, presidente da Cisco Brasil.

Ricardo Mucci é graduado em Análise de Sistemas pela Universidade Paulista, possui MBA pela Fundação Dom Cabral e Pós MBA na Kellogg School of Business, além de outras formações pela Fundação Getúlio Vargas com foco em Gestão de Políticas Públicas, Telecomunicações e Banking.

Black Friday: Saiba como as lojas virtuais podem otimizar acessos e prevenir ataques

Por Bruno Prado

Tradição no varejo norte-americano há décadas, a Black Friday chegou ao Brasil em 2010 e em poucos anos já se tornou a principal data do e-commerce nacional, com uma expectativa de movimentação acima dos R$ 2 bilhões em vendas e mais de 3 milhões de pedidos, de acordo com o órgão e-bit.

Diante do enorme volume de transações, são frequentes as reclamações sobre problemas técnicos que impossibilitam o acesso às páginas das lojas, a visualização de ofertas ou até a conclusão da compra em suas últimas etapas, frustrando consumidores e lojistas diante da perda de uma grande oportunidade. Há, ainda, o registro de ocorrências de diferentes tipos de ataques virtuais que sobrecarregam e até derrubam os sites, ocasionando um prejuízo significativo aos comerciantes.

Apenas para dimensionar o tamanho das perdas, uma pesquisa do Google Brasil realizada em 2015 estima que uma loja perca mais de 300 mil acessos a cada hora em que fica fora do ar durante a Black Friday, número que pode representar um prejuízo de até R$ 1,5 milhão para um grande varejista. Logo, passa a ser fundamental o investimento em soluções tecnológicas que aumentem a disponibilidade, garantindo a operação em todas as etapas, a fim de que cada oportunidade seja convertida em uma venda.

Uma das ferramentas essenciais é a Rede de Distribuição de Conteúdo, mais conhecida pela sigla CDN – Content Distribution Network, em inglês. Trata-se de uma infraestrutura interligada que hospeda alguns elementos das páginas em diferentes servidores espalhados pelo país (ou pelo mundo), com o objetivo de diminuir o tempo de carregamento do site ao direcionar o acesso ao servidor geograficamente mais próximo. Isso evita que o consumidor desista de uma compra quando uma página demora para carregar devido ao grande fluxo de usuários, por exemplo.

A CDN permite ainda que um consumidor de Manaus tenha mais facilidade em carregar a página de uma loja virtual de Porto Alegre que tenha seus dados hospedados em um servidor em Goiânia. Ela também facilita as compras de um consumidor brasileiro que garimpa em portais de grandes varejistas chinesas, os quais hospedam dados em servidores no nosso país.

Outra tecnologia indispensável que visa garantir a segurança do e-commerce é a de monitoramento de trânsito IP. Os ataques de negação de serviço, conhecidos pela sigla DDoS (Distribution Denial of Service, em inglês), estão mais frequentes e massivos a cada ano. Eles acontecem quando milhares – ou até milhões – de dispositivos infectados conectados à Internet são direcionados para acessar um mesmo site simultaneamente, sobrecarregando-o até a interrupção dos serviços. Na Black Friday, essa prática tem ficado cada vez mais comum, portanto a loja virtual deve reforçar sua infraestrutura de proteção para se prevenir contra esse tipo de crime, bloqueando as solicitações ilegítimas tão logo um tráfego suspeito seja iniciado.

O e-commerce tem sido um dos mercados mais saudáveis da nossa economia, mesmo no pior momento da crise, e por esse motivo tem atraído olhares de empreendedores e consumidores, e um dos principais motivos é a comodidade proporcionada pela tecnologia. Portanto, o investimento no desenvolvimento das lojas virtuais deve acompanhar esse crescimento, incrementando soluções em todos os níveis, a fim de manter a prosperidade do segmento.

Bruno Prado é CEO da UPX Technologies, empresa especializada em performance e segurança digital

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Evento reunirá grandes executivos para discutir mercado de vídeos online

Há alguns anos, eram poucos os que acreditavam que os vídeos online se tornariam um dos maiores canais de comunicação e de conteúdo na internet. Mas, se hoje eles já representam uma parte considerável do consumo de banda da internet, as apostas são de que essa parcela aumente ainda mais. De acordo com uma pesquisa divulgada pela Cisco, empresa especializada em analisar como as pessoas se conectam, os vídeos corresponderão a 80% da rede até 2020.

Com o intuito de discutir todas as mudanças do cenário de vídeos online e explorar as oportunidades deste mercado, a Samba Tech, empresa líder em distribuição de vídeos na América Latina, realizará o Connect Samba, evento sobre vídeos online mais completo do Brasil. De acordo com Gustavo Caetano, CEO da Samba Tech, esse momento é o ideal para discutir esse universo. “O segmento de vídeos online nunca esteve tão aberto a novos negócios e é a hora de explorá-lo cada vez mais. No Connect, as pessoas poderão aprender a partir das experiências de grandes nomes e ficarão por dentro de todas as tendências do mercado”, acrescenta.

A programação do evento conta com grandes nomes que irão discutir sobre temas diversos, entre eles o empreendedor e apresentador Luciano Huck, que falará sobre vídeos online no entretenimento. Paula Bellizia (CEO da Microsoft Brasil), Gustavo Caetano (CEO da Samba Tech) e Luis Justo (CEO do Rock in Rio) irão falar sobre inovação, enquanto Marcelo Souza (Globo Play) discutirá o futuro da TV com os vídeos online.

Arnon de Mello (VP da NBA) e Fábio Machado (Co-fundador do Esporte Interativo) levarão a discussão para o âmbito dos esportes ao falarem sobre a tendência do crossmídia. Para abordar a monetização e a distribuição de vídeos online, o evento irá trazer referências no mercado, como Fátima Pissarra (Diretora Geral da VEVO no Brasil), Pyr Marcondes (Diretor do Meio e Mensagem), Gian Martinez (CEO da Winnin) e Rafael Rez (Nova Escola de Marketing).

Para apresentar as tendências da educação, a programação conta com um painel dedicado ao Ensino a Distância (EAD) com diversos especialistas do segmento, como Paulo Jubilut (Professor e CEO do Biologia Total), Alberto Santana (Kroton) e Daniel Pedrino (VP de Customer Success do Descomplica).

Para deixar o evento ainda mais completo, Vitor Knijnik (CEO da Rede Snack) irá mediar um painel com Jonh Leitão (Youtuber), Fred Rocha (especialista em Varejo) e Rodrigo Molina (The 360), para mostrar como explorar conteúdo para o mercado de vídeo business e gerar receita.

O evento, que acontecerá em novembro em São Paulo, reunirá participantes de diversos perfis, divididos entre quem já trabalha com vídeos e quem tem interesse em apostar nesse mercado, imersos nas dez horas de conteúdo exclusivo ministrados por mais de 15 palestrantes. Além disso, os participantes também terão a oportunidade de conhecer outros empreendedores do ecossistema, trocar experiências e iniciar parcerias a partir de uma feira de negócios, com expositores de diversos segmentos. A programação completa está disponível no site do evento e os ingressos são limitados.

Connect Samba
Local: Centro de Convenções Rebouças em São Paulo
Data e Hora: 07/11/2017 às 9h

Ingressos: www.connectsamba.com

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Segunda edição do WeMuv Summit abordará futuro da mobilidade corporativa

No dia 28 de novembro, acontecerá a segunda edição de um dos maiores eventos de mobilidade corporativa de São Paulo, o WeMuv Summit. O principal objetivo será discutir o futuro da mobilidade e como as empresas estão auxiliando nessas mudanças atualmente. Serão dez horas de conteúdos exclusivos sobre locomoção corporativa e tendências tecnológicas no Instituto Tomie Ohtake.

Estudos apontam que os aplicativos de compartilhamento de carros e caronas, delivery, organização de rotas, entre outros, estão causando grande impacto na escolha das pessoas na hora de se locomover. Segundo a Kantar TNS, uma multinacional de pesquisa responsável por estudos automotivo e de mobilidade urbana, 75% das pessoas nas cidades estão usando apps para organizar ou orientar seu trajeto. Em São Paulo, o número de motoristas caiu 37% em comparação há seis meses. No Rio de Janeiro, diminuiu em 36%.

A União Internacional dos Transportes Públicos (UITP) realizou simulações nas capitais de países europeus que mostraram que a combinação de transporte público de alta capacidade e o compartilhamento de carros e caronas poderia remover até 65 de cada 100 carros nos horários de pico. Para falar sobre esse futuro cada vez mais próximo, o evento reunirá grandes nomes do setor, como Fábio Rabelo, head de digital e novos modelos da Volkswagen. Além das palestras, também acontecerá uma feira de negócios com stands das empresas, como Movida e Easy Carros, oferecendo experiências de mobilidade para o público que poderão ser vivenciadas durante o evento.

“Acreditamos que empresas e pessoas podem criar um futuro sem trânsito. Essa mudança já vem acontecendo gradativamente, por isso os eventos sobre mobilidade são importantes e precisam ser realizados. O WeMuv Summit vai reunir as empresas que definirão o futuro da mobilidade para debater todos os pontos dessa nova realidade”, disse Fernando Saddi, CEO da Easy Carros, uma das empresas apoiadoras do evento.

Algumas plataformas como de serviços de transporte, delivery, aluguel de carros e helicópteros, e compra de veículos estarão presentes para comentar sobre temas de inovação e mobilidade, como Flávio Tavares (Instituto PARAR), Fernando Saddi (Easy Carros), Carolline Volpato (WeMuv), Fernando Miranda (Webmotors), Maximiliano Fernandes (Ticket Log), Mariana Avezum (WARR Hyperloop), Sylvio de Barros (iCarros), Diego van Dyk (Voom), Marcos Valillo (Pointer), Renato Franklin (Movida), Felix Cardamone (ConectCar), entre outros.

Agenda do evento:

8h – Credenciamento & Welcome Coffee

9h – Abertura: O agora, o amanhã e o futuro da mobilidade!

9h20 – Palestra: Como a inovação em mobilidade transformou minha empresa”

10h10 – Coffee Break & Network

10h40 – Painel: Novos negócios de mobilidade – o que as empresas estão fazendo hoje

11h25 – Palestra: Mobilidade, tecnologia e propósito – qual será o futuro?

12h – Almoço

14h – Painel: O que as empresas estão planejando para os próximos 5 anos

14h45 – Palestra: Carros autônomos: como e quando irão mudar a indústria

15h45 – Painel: Como preparar minha empresa para o futuro da mobilidade

16h30 – Coffee Break & Network

17h – Palestra: Ecossistema WeMuv

17h20 – TEDx: 2040 por millennials – como será o futuro da mobilidade?

17h50 – Palestra: Reflexão sobre o consumidor digital de uma indústria em transformação: mobilidade x prazer de dirigir

18h – Happy Hour & Network

Local: Instituto Tomie Ohtake – Av. Brg. Faria Lima, 201 – Pinheiros, São Paulo – SP, 05426-100

Mais informações e ingressos, podem ser encontrados aqui.

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Infinera estabelece dois marcos inéditos do setor para tecnologias de transporte óptico

A Infinera, líder em fornecimento de redes de transporte inteligentes, alcançou dois marcos inéditos do setor para tecnologias avançadas e coerentes, que aumentam a capacidade e o alcance das redes de transporte óptico para um nível superior. O primeiro marco opera as tecnologias de transmissão óptica para 100 gigabaud (Gbaud) e o segundo marco aprimora a tecnologia de modulação para 1024QAM (modulação de amplitude em quadratura). Essas novas tecnologias foram projetadas para oferecer a maior capacidade possível em um único comprimento de onda para distâncias variadas, ajudando às operadoras a obter o melhor desempenho de suas redes ópticas de transporte.

“A Infinera utiliza exclusivamente a integração óptica vertical para maximizar o desempenho da rede de transporte óptico”, disse Andrew Schmitt, Analista Líder da Cignal AI. “Os novos níveis de desempenho em taxa de transmissão e esquemas de modulação para os comprimentos de onda de terabit apresentados na ECOC (Conferência Europeia sobre Comunicação Óptica) são bons exemplos de como essa abordagem pode eventualmente resultar em soluções de produção com capacidade e alcance maiores”.

As redes de transporte óptico representam um componente fundamental da infra-estrutura global de comunicações, permitindo que os serviços baseados em nuvem atinjam usuários em todo o mundo e contam com três eixos para aumentar o desempenho da transmissão:

Taxa de transmissão: a taxa na qual os símbolos de modulação são transmitidos. A taxa de transmissão de dados típica implantada é de 32 GBaud com a modulação de chaveamento de fase em quadratura transportando 4 bits por baud, resultando em 100 gigabits por segundo de transmissão. Enquanto a indústria de tecnologia no ramo de optoeletrônica está avançando para demonstrações de desenvolvimento de 66 GBaud, a Infinera é a primeira a exibir 100 GBaud usando 32QAM para alcançar uma taxa de transmissão de dados de 1 terabit por segundo (Tb/s) em um único comprimento de onda utilizando circuitos integrados fotônicos à base de fosfato de índio (PICs) integrado com o controlador eletrônico e os circuitos integrados específicos do aplicativo amplificador. Este resultado foi apresentado na Conferência Europeia sobre Comunicação Óptica de 2017 (ECOC).

Esquema de modulação: converte os bits em símbolos. Na ECOC, a Infinera apresentou o esquema de modulação de ordem superior de 1024QAM, usando algoritmos de modelagem de constelação avançados e subportadoras de Nyquist, permitindo que os comprimentos de onda sejam espaçados um do outro para maximizar a taxa de dados para um certo alcance. A plataforma de teste da Infinera usou 66 GBaud em 1024QAM para alcançar 1,32 Tb/s, proporcionando uma eficiência espectral de 9,35 bits por segundo por hertz ao longo de 400 (km), um pioneirismo no setor.

Contagem de canais: implementa múltiplos comprimentos de onda paralelos em um único módulo para criar um supercanal coerente. À medida que as taxas de transmissão de dados aumentam, ao se colocar componentes ópticos mais próximos em um chip integrado, acaba se reduzindo o tamanho e a energia do componente ao mesmo tempo em que se aumenta a confiabilidade.

A taxa de transmissão de dados e o esquema de modulação foram abordados pelo setor por um certo período de tempo. A abordagem atual da Infinera estabelece agora novos marcos para cada um deles. A tecnologia PIC da Infinera habilita de forma exclusiva supercanais coerentes de alto número de canais. Essas tecnologias inovadoras indicam o próximo nível de capacidade e de resultado, que podem ser alcançados nos próximos anos.

“A Infinera está fornecendo mecanismos ópticos com mais frequência a fim de ajudar os operadores a alcançar uma capacidade excepcional e atingir o desempenho em suas infra-estruturas de rede de transporte”, disse o Dr. Dave Welch, co-fundador e presidente da Infinera. “À medida que os serviços de 5G sem fio e de vídeo por cabo decolam, a Infinera é de um valor significativo para os operadores de rede de transporte, criando as primeiras soluções do setor”.

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BID aprova US$ 1,5 bi para Brasil investir em inovação

Empréstimo do BID apoiará a FINEP para fortalecer a inovação em setores estratégicos, potencializar a modernização de MPMEs e aumentar o crescimento de empreendimentos tecnológicos.

O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) aprovou uma linha de crédito condicional para projetos de investimento (CCLIP na sigla em inglês) de US$ 1,5 bilhão para o Brasil, destinada a aumentar a produtividade das empresas brasileiras por meio de mais investimentos privados em inovação e maior dinamização do sistema nacional de inovação do país.

Essa aprovação inclui uma primeira operação de US$ 703,6 milhões para o programa “Inovar para Crescer”, que será executado pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), vinculada ao Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). Do montante total da operação inicial, o BID financiará US$ 600 milhões e a Finep entrará com US$ 103,6 milhões.

O BID pretende acompanhar o governo do Brasil na construção de um caminho sólido para níveis de desenvolvimento sustentáveis e inclusivos no longo prazo. O programa “Inovar para Crescer” chega em um momento crítico para a economia brasileira e aposta em uma estratégia de crescimento baseada na inovação que ajude a reverter a deterioração econômica dos últimos anos.

O programa procura enfrentar desafios importantes como a escassez de investimentos privados em inovação, a baixa complexidade da estrutura produtiva e a insuficiência de dinamismo empreendedor. Além disso, pretende ampliar o financiamento para a inovação em setores estratégicos priorizados pela Estratégia Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação.

O programa inclui quatro componentes principais. O primeiro é o apoio à inovação em sete setores estratégicos prioritários: indústria química, mineração e transformação mineral, biocombustíveis avançados, agroindústria, alimentos e bebidas, tecnologias de informação e comunicação, saúde e metalurgia. Serão financiados projetos de inovação por meio de recursos reembolsáveis e não reembolsáveis para empresas e recursos não reembolsáveis para instituições científicas e tecnológicas.

A segunda linha de apoio busca promover a modernização de micro, pequenas e médias empresas com potencial inovador pela adoção de tecnologias. Os projetos serão apresentados em um sistema de “janela aberta” e serão financiados pela Finep de forma indireta através de bancos de desenvolvimento e agências autorizadas em nível regional e estadual.

O terceiro componente vai apoiar o crescimento de empreendimentos inovadores de base tecnológica, financiando suas necessidades em etapas precoces para ajudá-los a cruzar o conhecido “vale da morte” e avançar para as fases finais de desenvolvimento de produtos, de introdução no mercado e/ou de ampliação da escala produtiva. Por fim, o quarto componente financiará iniciativas experimentais de inovação aberta e estudos de prospecção e roadmapping tecnológicos em setores prioritários, bem como o fortalecimento das capacidades institucionais da Finep para a difusão do conhecimento e a avaliação do impacto de suas intervenções.

O programa apoiará a Finep para consolidar seu papel como a principal agência pública de fomento à ciência, tecnologia e inovação no Brasil. Desde sua criação em 1967, ela tem como missão implementar as atividades do governo federal direcionadas a promover o desenvolvimento de tecnologias de vanguarda que melhorem a competitividade do país em nível mundial e servir como catalisador do progresso social e econômico. A Finep financia iniciativas em todo o espectro da cadeia de inovação tecnológica, pesquisa básica, pesquisa aplicada e desenvolvimento de produtos, processos e serviços inovadores.

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CenturyLink conclui a aquisição da Level 3

Panorama da empresa (PRNewsfoto/CenturyLink, Inc.)

A CenturyLink, Inc. (NYSE: CTL) completou sua aquisição da Level 3 Communications, Inc. A combinação da CenturyLink com a Level 3 cria uma empresa líder em serviços globais de rede, capaz de fornecer aos clientes uma vasta gama de soluções de tecnologia de alta qualidade, sobre uma rede de fibra confiável e segura.

A empresa combinada, com receita proforma estimada de US $ 24 bilhões para os doze meses encerrados em 30 de junho de 2017 (excluindo as receitas relacionadas à venda de serviços de colocation de 1 de maio de 2017 da CenturyLink e incluindo eliminações estimadas entre empresas e ajustes contábeis de compra) prevê que aproximadamente 75 por cento de sua receita core virá de clientes corporativos e cerca de dois terços de sua receita core virão de serviços estratégicos. A rede da CenturyLink conecta agora mais de 350 áreas metropolitanas com mais de 100.000 edifícios on-net, habilitados para fibra, incluindo 10.000 edifícios na EMEA e na América Latina.

Visite www.level3isnowcenturylink.com para saber mais sobre a nova CenturyLink.

“A CenturyLink agora está posicionada para oferecer um portfólio robusto e expandido de soluções de comunicações, focado nas necessidades de rede e serviços de TI de nossos clientes”, disse Glen F. Post III, chief executive officer da CenturyLink. “Nossos clientes, de consumidores individuais a empresas globais, se beneficiarão de nossas soluções expandidas e inovadoras de rede, de nossos serviços gerenciados complementares e de nossa força de trabalho altamente talentosa”.

A CenturyLink está agora melhor posicionada para:

– Oferecer um portfólio de produtos inovador e mais abrangente, com soluções de rede e serviços avançados de TI, desenhados para atender às necessidades por tecnologias complexas e por proteção contra ameaças;

– Entregar essas soluções e serviços a clientes que são empresas, governo, atacado e consumidores, sobre uma rede global de fibra, de grande escala;

– Continuar a investir no alcance e velocidades de sua infraestrutura de banda larga para pequenas empresas e consumidores.

“Nosso objetivo é o de sermos o melhor provedor de redes do mundo e temos a capacidade de atingi-lo como uma empresa única”, disse Jeff Storey, presidente e chief operating officer da CenturyLink. “A CenturyLink está focada em fornecer uma experiência diferenciada a nossos clientes, enquanto conduz um crescimento rentável e aumenta o fluxo de caixa livre por ação. Nossa escala e experiência nos permitirão entregar isso em nome de nossos clientes, funcionários e acionistas”.

Detalhes da Transação

Portadores de ações ordinárias da Level 3 no momento imediatamente anterior ao fechamento estão habilitados a receber US$ 26.50 por ação em espécie (sem juros) e 1.4286 ações da CenturyLink por cada ação da Level 3 que possuíam. Os acionistas da CenturyLink agora possuem aproximadamente 51 por cento e os antigos acionistas da Level 3 possuem aproximadamente 49 por cento da empresa combinada. A CenturyLink mantém sua sede em Monroe, Louisiana, com uma presença operacional importante no Colorado e na área metropolitana de Denver.

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O Velho Mundo e o Novo Mundo na transformação digital das empresas

Por Alexandro Barsi

Ano após ano a tecnologia evolui e aumenta o leque de oportunidades para as empresas, que, por sua vez, devem inovar para não ficar para trás no universo digital. Porém, segundo pesquisa da Enterprise Strategy Group (ESG), apesar de 71% das organizações no mundo concordarem que para manter a competitividade é preciso se transformar digitalmente, apenas 5% delas já estão com esse processo em andamento.

Ser digital já é obrigação no panorama corporativo. É uma visão diferenciada de onde o negócio está e onde quer chegar. Se fosse para fazer uma alusão, seria a transição do Velho Mundo para o Novo Mundo. Quebrar os paradigmas e o tradicionalismo é necessário para que se dê início à conversão, mudando os aspectos da cultura das empresas, a começar pelas pessoas. Só assim o caminho à modernidade será alcançado sem radicalidade e rupturas.

As empresas devem realizar uma análise de todo o cenário atual, possibilitando a definição de estratégias e ações capazes de facilitar essa mudança. Ferramentas que possibilitem que os gestores enxerguem os caminhos a serem seguidos proporcionam maior efetividade e assertividade na tomada de decisões. Além disso, a digitalização faz com os resultados possam ser mensurados por meio de novos indicadores, que ajudam a mostrar qual a melhor trajetória a ser percorrida.

Com ativos que facilitem os processos das companhias, a experiência digital não deve ser algo apenas “da porta para fora”, mas também no ambiente interno, para aumentar a efetividade ao possibilitar uma visão diferenciada tanto por parte dos clientes quanto dos colaboradores, melhorando a experiência dos usuários.

Soluções que classifiquem o digital como parte de um ecossistema que integra gente, tecnologia, inovação e método promovem a transformação digital de ponta a ponta de um negócio, conectando o consumidor com a companhia, potencializando seus resultados e, consequentemente, aumentando a percepção de valor que o cliente tem sobre a empresa.

Alexandro Barsi é sócio-fundador e CEO da Verity, especializada em consultoria para transformação digital e gestão de ponta a ponta.

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Como empresas com estratégias e equipes flexíveis acabam por inovar mais

Por Ana Julia Ghirello, fundadora da AbeLLha

Eu não sou uma pessoa que toma novas direções, produz ou age depois de análises profundas, pesquisas acadêmicas ou estudos. Geralmente conecto pontos por associações empíricas, uso o gut feeling, presto atenção à momentos “ahá!” e planejo (hoje, muito mais do que antes). Existe, claro, um lado ruim com esse approach às vezes dava pra ter errado um pouco menos em determinadas situações mas acho que ganho muito, também, na agilidade e flexibilidade de deixar meus negócios fluírem de forma mais orgânica e inovadora.

Foi assim há 2 anos com a criação da abeLLha – incubadora de negócios de impacto social focada pra quem tem negócios em estágio inicial. Na época eu estava ajudando no desenvolvimento de duas empreendedoras e comecei a perceber que poderia expandir a metodologia para um número muito maior de pessoas. A abeLLha nasceu em 2016 a partir desta experiência, ainda tentando entender “quem éramos” à medida que operávamos. Só começamos a perceber onde nos encaixávamos no mercado de impacto, as complementaridades e posicionamento, depois de mais um menos 18 meses. Não ter isso fixo desde o começo foi essencial para encontrar nosso nicho dentro do que fazemos bem e do que o mercado busca.

O ex-McKinsey, Frederic Laloux, autor do aclamado Reinventing Organizations (Reinventando Organizações, quase traduzido no Brasil), vem estudando o caminho evolutivo das organizações (olhando para como nos organizamos há mais de 10 mil anos). Um dos pontos que ele menciona é a capacidade de novas empresas terem uma fluidez maior: o Propósito Evolutivo.

Propósito Evolutivo é, na visão do Laloux, entender que a organização em si é, também, um organismo vivo em constante mudança. Ficar atento a caminhos e evoluções fora do planejamento (a nossa famosa tentativa de controle, né?!) pode trazer mais inovação, melhores resultados e novos negócios.

Deixar isso acontecer não é fácil, pois vai um pouco na contramão do que estamos acostumados: um planejamento detalhado, controlado e pronto para execução. Criar uma cultura onde todos (e não só gerente e diretores) se sentem confortáveis e existe processo para questionar uma estratégia ou projeto atual é, também, determinante.

Hoje, refletindo sobre a teoria, penso que se a gente não tivesse começado a abeLLha de forma totalmente aberta, e por vezes caótica, a gente nunca teria aberto espaço para a criação do Honeycombâ??—â??que é uma ferramenta de gestão estratégica baseada nos OKRs (Objectives and Key Results), um sistema para definir metas relevantes e que cascateiam para a organização) com alguns componentes de gestão horizontal (baseados na Holocracia) a que nasceu pra ser a nossa metodologia de gestão interna e hoje virou uma empresa separada.

Como ter uma organização fluida e que abre muito mais espaço para a inovação?

Resumindo: planejar sem estar casado com o planejamento e dar abertura real para todos questionarem a sua estratégia!

Acho importantíssimo um direcionamento claro, definir metas e olhar de perto a eficácia da execução. Porém, não insistir no que não vinga e abrir os olhos para o que acontece, muitas vezes, pela tangente é tão importante quanto.

Alguns pontos que considero essenciais:

Propósito: essa palavra está gasta, mas se todo mundo dentro da sua equipe compra de verdade o sonho da empresa, pensar constantemente em como evoluir é uma tarefa infinitamente mais simples. O trabalho de tentar ser melhor, buscar novos experimentos e hipóteses virá muito mais naturalmente quando se acredita no que se faz. A gente, por exemplo, contrata por propósito e valores compartilhados primeiro, habilidades vem depois.

Mindset experimental: criar uma cultura que celebra autonomia para a geração de hipóteses a serem validadas com experimentos é a melhor maneira de gerar um ambiente propenso a inovar. Deixar opiniões pessoais de lado e focar em respostas baseadas em dados é essencial. Tirar de campo o ego e se deixar ser questionado por todos é difícil mas enriquecedor.

Estrutura e disciplina: uma vez que se enxerga, a partir de experimentos, um novo projeto, nova ideia ou novo braço de negócio, é muito importante focar na continuidade da execução para que uma faísca se torne algo tangível. Muita gente deixar morrer uma nova ideia ou projeto em potencial por falta de foco, planejamento e disciplina.

Exercitar o desapego: saber entender que certos projetos, metas e tarefas talvez não estejam retornando resultados relevantes e cortá-los é importantíssimo. Mais importante ainda é ter uma cultura que permita esse desafio independente de cargo. Os seus “nãos” são a maior reafirmação dos seus “sins”.

Ana Julia é apaixonada por criar empresas e produtos voltados para potencializar o desenvolvimento humano, onde o foco é no propósito do negócio e como ele toca as vidas de quem o utiliza. Fundou a AbeLLha em agosto de 2015, uma incubadora que tem como objetivo trabalhar com startups que contribuam para um mundo mais horizontal, onde se prioriza pessoas e um ambiente sustentável, antes do lucro.

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Finep promove Encontro para Inovação em SC

A Finep realiza, nos dias 6 e 7 de novembro, o terceiro Encontro Finep para Inovação, no Centro de Eventos da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc), em Florianópolis (SC). O objetivo da iniciativa é intensificar a atuação da financiadora junto a parceiros e potenciais clientes da região Sul.

O evento, gratuito e aberto a empresas de todos os portes, contará com a presença do ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, e do presidente da Finep, Marcos Cintra, além de toda a diretoria executiva da agência de inovação. Também estarão presentes o governador de Santa Catarina, Raimundo Colombo, o presidente da Fiesc, Glauco José Côrte, e o presidente da Fapesc, Sergio Luiz Gargioni.

Na ocasião, a Finep apresentará novas iniciativas de apoio à inovação: o Finep Conecta (para aproximar empresas e universidades); o Finep Startup (que pretende aportar recursos e conhecimento com participação no capital de empresas em estágio inicial); e o Programa de Telecomunicações (linha de financiamento exclusiva para aquisição de equipamentos de telecomunicação 100% nacionais).

Com R$ 500 milhões disponíveis, a mais nova linha da financiadora, batizada de Finep Conecta, oferece melhores condições de apoio a empresas que investirem em projetos em conjunto com Instituições de Pesquisa Científica e Tecnológica (ICTs) e universidades. O programa prevê mecanismos como taxas de juros menores e prazos e carências mais longos. Além disso, dependendo do grau de inovação da proposta, a Finep pode financiar até 100% do projeto – que deve ter valor mínimo de R$ 5 milhões. O prazo de pagamento do empréstimo chega a 16 anos.

O programa Finep Startup pretende alavancar empresas que estejam em fase final de desenvolvimento do produto, para colocar no mercado, ou que precisem ganhar escala de produção. Para isso, a financiadora vai investir até R$ 1 milhão em cada startup selecionada. Uma nova rodada para submissão de propostas será aberta em janeiro de 2018.

Já a linha de financiamento para a aquisição de equipamentos de telecomunicação 100% nacionais busca auxiliar a retomada do crescimento do setor no País. Os recursos, da ordem de R$ 630 milhões, são reembolsáveis e serão disponibilizados via Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico das Telecomunicações (Funttel).

Além dos novos produtos, a Finep atualizou suas condições operacionais, em agosto, por meio da qual passou a oferecer prazos de pagamento de até 12 anos e carência de até quatro anos, dependendo do grau de inovação do plano apresentado.

Atendimento individualizado para empresas

No dia 7 de novembro, empresários locais e dos demais estados do Sul terão a oportunidade de agendar atendimentos individualizados com especialistas da Finep. A rodada de negócios servirá para esclarecer dúvidas sobre funcionamento de linhas e programas, itens financiáveis, condições de financiamento, formulário de submissão de propostas, entre outros pontos. Cada cliente será encaminhado para a linha de financiamento ou para o programa adequados à sua demanda.

Durante o encontro, a Finep assinará ainda memorandos de entendimento com a Agência de Fomento do Estado de Santa Catarina (Badesc) e o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) para o desenvolvimento de novos produtos e cooperação técnica entre as instituições.

O evento também contará com uma palestra do presidente da Fapesc sobre inovação e desenvolvimento regional; entrega de placas de reconhecimento a empresas inovadoras do Sul; e mesa redonda com empresas e instituições locais já apoiadas pela Finep, que compartilharão com o público suas experiências.

Serviço (entrada gratuita: solicite confirmação de presença para o e-mail encontrofinep@alvoeventos.com.br)
Data: 6 e 7 de novembro
Hora: 1º dia – 14h30 às 19h / 2º dia – 8h30 às 18h
Local: Centro de Eventos da FIESC
Endereço: Rod. Admar Gonzaga, 2765 – Itacorubi – Florianópolis/SC

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Evento marca lançamento oficial do Órbi espaço de conexão do ecossistema de startups em BH

O Órbi, iniciativa sem fins lucrativos do Banco Inter, MRV e Localiza, que busca fomentar a inovação e o empreendedorismo, foi inaugurado em Belo Horizonte. O espaço de conexão do ecossistema de startups funcionará em uma área de 2.500 metros quadrados na Avenida Antônio Carlos, no bairro de Lagoinha, na capital mineira.

O Órbi é resultado da criação conjunta entre empreendedores, algumas startups da San Pedro Valley e as três empresas mantenedoras. O espaço será um ponto de encontro em Belo Horizonte para atender a demanda por um local que conecte todo o ecossistema tecnológico, dissemine conhecimento e contribua para o desenvolvimento de startups. A iniciativa terá áreas de trabalho permanentes e temporárias para startups, além de espaço para cursos, workshops, encontros de negócios e eventos.

“Estamos muito felizes em entregar para Belo Horizonte uma iniciativa que vai conectar o ecossistema de startups mineiro e incentivar o desenvolvimento de novos negócios”, destaca João Vitor Menin, presidente do Banco Inter e idealizador do projeto. “Já fazem parte do Órbi startups que possuem soluções inovadoras e que terão um impacto social positivo em BH”, afirma Menin.

Startups Residentes

O Órbi oferecerá, inicialmente, infraestrutura completa para 20 startups residentes, que estão em estágio pós-aceleração e que já gerem receita. Hoje, 15 startups já foram selecionadas e terão espaços de trabalho permanentes no local e ajuda especializada para se qualificarem a receber investimentos. As startups mineiras interessadas em se inscrever para participar do Órbi podem entrar em contato pelo e-mail contato@orbi.co .

Entre as startups selecionadas estão a Acerto, focada na renegociação de débitos online; a Cotak, que oferece sistema multicálculo para otimizar o tempo e as vendas do corretor de seguros e a SVA Tech, que desenvolve soluções inovadoras que transformam câmeras de segurança em aparelhos inteligentes por meio da tecnologia de visão computacional e vídeo analítico

O Órbi ainda conta também com 10 startups âncoras, entre elas Maxmilhas, Solides e Sympla, grandes startups de Minas Gerais, que serão parceiras do projeto ao compartilhar seu know-how e experiência para as menores.

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Governante de Dubai lança Iniciativa de Educação em TI para criar um milhão de codificadores árabes

Hussain Sajwani, Chairman of DAMAC (PRNewsfoto/DAMAC Properties)

Fundação Hussain Sajwani – DAMAC, um empreendimento conjunto entre a DAMAC Properties e seu Presidente do Conselho, Sr. Hussain Sajwani, assinou um memorando de parceria para apoiar e patrocinar a Iniciativa Um Milhão de Codificadores Árabes. A Iniciativa, lançada pelo Vice-Presidente dos EAU, Primeiro-Ministro e Governante de Dubai, Sua Alteza o Sheikh Mohammed bin Rashid Al Maktoum, tem por objetivo fornecer treinamento gratuito em codificação para um milhão de árabes.

O Sheikh Mohammed disse, “Agradecemos à Fundação Hussain Sajwani – DAMAC por apoiar a Iniciativa Um Milhão de Codificadores Árabes, a qual procura capacitar os árabes com a linguagem da era moderna – um passo essencial para a construção de um futuro mais brilhante. As instituições do nosso setor privado são parceiras importantes no desenvolvimento e têm um papel ativo na construção das sociedades do futuro”.

‘Um Milhão de Codificadores Árabes’ é a primeira iniciativa de educação pan-árabe criada em colaboração com a Fundação Hussain Sajwani – DAMAC, uma iniciativa filantrópica conjunta entre o Grupo DAMAC e seu Presidente do Conselho, para apoiar a visão de Sua Alteza o Sheikh Mohammed bin Rashid Al Maktoum para a criação de uma sociedade capacitada e mais feliz através do aprendizado e do desenvolvimento de habilidades.

O acordo de parceria foi assinado durante uma cerimônia realizada nos escritórios da Fundação Dubai Future no prédio Emirates Towers, por Sua Excelência Mohammed bin Abdullah Al Gergawi, Ministro de Assuntos do Governo e do Futuro, Vice-Presidente do Conselho e Diretor Gerente da Fundação Dubai Future e Hussain Sajwani, Presidente do Conselho da DAMAC Properties.

Comentando sobre a iniciativa, Sua Excelência Al Gergawi disse, “Essa iniciativa tem por objetivo fornecer as capacidades fundamentais e conjuntos de habilidades, das quais os participantes precisarão no futuro, sem custos, para ajudar o mundo árabe na criação de soluções necessárias para impulsionar o desenvolvimento sustentável, construindo, ao mesmo tempo, uma economia baseada em conhecimento e sustentada pela tecnologia”.

“A Fundação Hussain Sajwani – DAMAC está comprometida com a capacitação da visão de Sua Alteza o Sheikh Mohammed bin Rashid Al Maktoum de um futuro melhor, através de sociedades capacitadas e mais felizes por todo o mundo árabe”, disse Sajwani. “Estou muito satisfeito por ter a Iniciativa Um Milhão de Codificadores Árabes como nossa primeira iniciativa e pela nossa parceria com a Fundação Dubai Future”.

A Iniciativa Um Milhão de Codificadores Árabes faz parte das Iniciativas Globais Mohammed bin Rashid (MBRGI – Mohammed bin Rashid Global Initiatives), a fundação beneficente dedicada à disseminação da educação e do conhecimento para contribuir com um renascimento no mundo árabe e para o progresso da região através de investimentos nos jovens, cuja energia e habilidades construirão o futuro.

A iniciativa, que é gerenciada pela Fundação Dubai Future, é formada por três fases que serão completadas durante o período de dois anos. A primeira fase inclui a inscrição de estudantes e tutores árabes de todo o mundo no endereço http://www.arabcoders.ae. Aqui os participantes podem começar a treinar gratuitamente e receberão um certificado no final de cada curso.

Na segunda fase, os 1.000 melhores estudantes serão selecionados através do Desafio dos Codificadores, e depois poderão se inscrever e ganhar cursos mais avançados, bolsas de estudos e cursos vocacionais para profissionais.

Na terceira fase serão selecionados os 10 melhores codificadores. O vencedor do primeiro lugar receberá um prêmio de US$ 1 milhão, enquanto os outros 9 classificados receberão, cada um deles, US$ 50.000. Os quatro tutores melhores classificados receberão o total de US$ 200.000, sendo US$ 50.000 para cada um.

A iniciativa irá capacitar os árabes para conseguirem empregos – as estatísticas atuais revelam que, globalmente, aproximadamente 80 milhões de empregos estarão disponíveis em 2020 em software, aplicativos para smartphones e desenvolvimento da Internet.

Informações adicionais estão disponíveis no endereço http://www.damacproperties.com

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Cerca de 2/3 dos brasileiros querem abrir empresa própria para ter mais liberdade e autonomia

Pesquisa da MindMiners, encomendada pelo PayPal, também revelou que, entre os que já empreenderam, mais da metade tem familiares como sócios

Seja para voltar ao mercado, conquistar mais autonomia ou simplesmente reforçar o caixa e tentar driblar a crise, a verdade é que milhares de brasileiros vêm investindo tempo e dinheiro para abrir o negócio próprio. E a maioria o faz por necessidade – segundo o Sebrae, 11,1 milhões de empresas foram criadas nos últimos 3,5 anos no Brasil por esse motivo.

A maior parte dos candidatos a empreendedor, além de renda, quer juntar o útil ao agradável – ou seja, também almeja ter mais liberdade em sua vida. Isso demonstra bem como o empreendedorismo ainda é visto de forma um tanto romântica no Brasil. Isso porque, ao contrário do que se imagina, ter a própria empresa pode significar muito mais tempo dedicado ao trabalho e muito menos tempo disponível para a família, por exemplo.

O objetivo do estudo foi traçar um raio X do empreendedorismo no País. Para tanto, a fase de coleta da pesquisa foi dividida em duas etapas: a primeira ouviu pessoas que, de fato, já empreendem. E a segunda teve como foco homens e mulheres que nutrem o sonho de empreender.

Quais as principais diferenças existentes entre esses dois perfis? Que importância atribuem a cada etapa do planejamento de abertura de uma nova empresa? Onde buscam ajuda? E quais as maiores dificuldades de se empreender no Brasil? Foram diversas as questões formuladas pelos entrevistadores, e algumas respostas surpreenderam.

O estudo foi realizado entre os dias 31 de agosto e 11 setembro de 2017. Os highlights você confere abaixo:

EMPREENDEDORES ATUAIS (QUE JÁ TÊM EMPRESA ABERTA)

• Quando o assunto é encontrar um bom parceiro para tocar o negócio, mais da metade dos entrevistados que já têm empresa (51%) escolheram familiares como sócios. E outros 29% elegeram amigos.

• O estudo concluiu também que o conceito de multicanal (ou seja, estar presente em diversos canais ao mesmo tempo) vem movendo a maioria dos empreendedores. Cerca de 42% dos entrevistados afirmam ter loja física e online, enquanto 38% dizem ter apenas a versão física e outros 20% apenas a versão virtual.

• Quanto ao modelo de negócio, 34% investiram em uma empresa B2C (que vende diretamente ao consumidor final). Já 24% vendem para o varejo; 8% são marketplaces; 7% são B2B (vendem apenas para outras empresas); e apenas 3% focam na exportação.

• Questionados sobre as motivações que os levaram a empreender, 57% afirmaram que viam a empresa própria como a chance de ter mais liberdade e autonomia; para 53%, era uma oportunidade para crescer; 35% queriam deixar de ser funcionários e se tornar chefes; 19% citaram a frustração com o mercado de trabalho tradicional; 18% não viam outra saída para frear a crise; 17% queriam melhorar o Brasil; e 16% queriam gerar impacto social/disruptivo no mundo.

• Se 19% dos entrevistados juram que não investiram nem um centavo na empresa, a maioria (39%) diz ter colocado pelo menos R$ 10 mil do próprio bolso. Cerca de 13% investiram entre R$ 11 mil e R$ 20 mil; 12%, entre R$ 21 mil e R$ 50 mil; e 8% entre R$ 101 mil e R$ 500 mil.

• Considerando o período entre a idealização da empresa e sua abertura oficial, 56% dos pesquisados pela MindMiners garantiram que o processo levou menos de um ano; outros 21% disseram que levou entre 1 ano e 3 anos; 15%, entre 3 anos e 5 anos; e 8%, mais de cinco anos.

• Entre os medos mais recorrentes, ter de fechar a empresa porque ela “não deu certo” é um cenário que assusta 52% dos entrevistados; outros 38% temem não conseguir um investidor para ajudar a alavancar o negócio; e 21% têm medo de entrar em atrito com os sócios e/ou parceiros.

• Cerca de 28% dos pesquisados afirmaram que, se recebessem uma boa oferta de emprego, deixariam a empresa própria de lado; outros 43% não abandonariam a empreitada. E 61% concordam que o sucesso do negócio depende deles mesmos – mais do que qualquer outra pessoa envolvida.

• Na hora de buscar ajuda externa para tocar a empresa, 51% garantem ter procurado orientação no Sebrae; 21%, na associação do setor de sua atuação; e 20%, em órgãos relacionados ao governo, universidades e faculdades.

• Sobre os meios de pagamento que pretendem disponibilizar a seus clientes, 28% dos empreendedores entrevistados dizem buscar informação nas próprias empresas de meios de pagamento e com amigos e familiares; 26%, com os sócios; 22%, com parceiros; e 19%, em grupos de empreendedores.

• Em relação aos meios de pagamento já aceitos pela empresa, 62% delas trabalham com cartões de crédito; 58%, com cartões de débito; 47%, com boleto; e 41%, com PayPal. Entre as empresas que ainda não dispõem de meios eletrônicos de pagamento, 28% delas querem disponibilizar PayPal a seus clientes; 24%, cartões de crédito; e 21% cartões de débito.

EMPREENDEDORES DO FUTURO (QUE AINDA NÃO TÊM EMPRESA ABERTA)

• Entre aqueles que ainda não se decidiram pela aventura do empreendedorismo, a MindMiners descobriu que 66% pretendem ter negócio próprio para poder ter mais liberdade e autonomia em suas vidas.

• Destes futuros empreendedores, 20% pensam em criar uma empresa de tecnologia; 17% ainda estão em dúvida sobre o setor de atuação; 11% pensam em abrir um comércio ou um restaurante/bar/lanchonete; e 7% responderam que pretendem abrir uma empresa de engenharia.

• 51% querem ter loja física, além de um e-commerce; 20% garantem que terão somente espaços físicos; e 10% pensam em empreender apenas no mundo online.

• Quando questionados se já têm conhecimento sobre o setor em que pretendem atuar, uma surpresa: 52% responderam que “não”. E 68% ainda não investiram em nenhuma pesquisa de mercado. Neste último item, a razão é inversamente proporcional quando a pesquisa questionou os já empreendedores: 67% deles investem em pesquisas.

• 22% deles dizem ter até R$ 10 mil para investir em um negócio próprio; 44% ainda não sabem quanto terão para gastar; e 9% dizem ter em caixa entre R$ 21 mil e R$ 50 mil para tornar a empresa realidade.

• Nesse universo de pesquisados, 64% ainda não buscaram ajuda para iniciar o negócio, mas quem o fez procurou, principalmente, o Sebrae (19%), universidades (13%) e bancos (7%).

• O que mais atrasa a tomada de decisão? Para 49%, a falta de capital; outros 18% citam a falta de conhecimento sobre empreendedorismo; 14% dizem não ter tempo; e 12% se dizem inseguros.

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Agências de fomento à pesquisa de 22 países debatem mudanças ambientais globais

FAPESP e Belmont Forum discutem financiamento compartilhado a projetos que produzam conhecimento científico para formulação de política públicas

A interface entre a ciência, políticas públicas e sociedade sobre questões relativas às mudanças ambientais globais estarão em pauta nas reuniões do Belmont Forum São Paulo Meetings Week, que acontece de 6 a 10 de novembro em São Paulo. O evento é promovido pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) e o Belmont Forum, que reúne um grupo internacional de instituições de fomento à pesquisa científica e tecnológica sobre mudanças globais.

As reuniões têm como objetivo estimular estudos inter e multidisciplinares em temas que promovam o entendimento, a mitigação e a adaptação às mudanças ambientais globais e planejar Ações de Colaboração em Pesquisa (CRAs, na sigla em inglês) entre agências de fomento sediadas em 22 países, distribuídos por todos os continentes.

Participam do primeiro dia do evento José Goldemberg, presidente da FAPESP, Gilberto Câmara, membro da coordenação do Programa FAPESP de Pesquisa sobre Mudanças Climáticas Globais; Maria Uhle, diretora de Programas para Atividades Internacionais da National Science Foundation (NSF); Carlos Américo Pacheco, diretor presidente do Conselho Técnico-Administrativo da FAPESP; Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor científico da FAPESP; Marcos Regis da Silva, diretor executivo do Institute for Global Change Research (IAI); Marialuisa Tamborra, da Comissão Europeia; Erica Key, diretora executiva do Belmont Forum; e Amy Luers, da Future Earth.

Nas sessões plenárias, nos dias 8 e 9, estão agendadas discussões sobre prioridades regionais e oportunidades de financiamento a projetos em temas como biodiversidade e serviços ecossistêmicos, impactos na economia e intersetoriais das mudanças climáticas, sustentabilidade dos oceanos, segurança alimentar, resiliência, riscos e redução de desastres climáticos, clima, ambiente e saúde.

No dia 9, haverá um balanço dos resultados de projetos concluídos ou em andamento, que envolvam segurança alimentar e uso da terra, biodiversidade e serviços ecossistêmicos, observação de mudanças ambientais na região ártica, previsibilidade climática e sobre a ligação entre a segurança hídrica, energética e alimentar, entre outros temas.

Os resultados dessas reuniões irão orientar CRAs e futuras chamadas de propostas para o desenvolvimento de projetos cooperativos por pesquisadores em dois ou mais países, com apoio de agências de fomento locais associadas ao Belmont Forum.

Entre as instituições associadas presentes ao evento estão a Comissão Europeia; National Science Foundation (NSF), agência norte-americana de fomento; Inter-American Institute for Global Change Research (IAI); Agence Nationale de la Recherche (ANR) e Centre de Coopération Internationale en Recherche Agronomique pour le Développement (Cirad), ambos na França; National Research Foundation (NRF), da África do Sul; Organização Holandesa para a Pesquisa Científica (NWO) e Rede Africana de Estudos sobre Políticas Tecnológicas (ATPS).

Além de representantes das agências, participam do evento convidados ligados a organizações de governança e instituições públicas, privadas e sem fins lucrativos interessadas na aplicação de resultados de pesquisas interdisciplinares feitas em cooperação.

Belmont Forum São Paulo Meetings Week
Data: 6 a 10 de novembro
Sessões de abertura (6/11) e plenárias abertas nos dias 8 e 9 de novembro
Inscrições e mais informações em: http://www.fapesp.br/eventos/americasday
Mais informações sobre o Belmont Forum em: www.belmontforum.org

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Como se proteger contra corrupção de terceiros

Imagine que você precisa entregar um produto no Rio Grande do Sul. Para tal, contrata um carreto para realizar a entrega. No trajeto, o caminhoneiro é autuado pela fiscalização por alguma irregularidade e, para se livrar, paga alguma quantia ao policial para se esquivar das punições. Mesmo que o profissional seja de uma empresa terceirizada, o contratante – por lei – deve arcar com as consequências de todas atitudes ilegais.

Como então se proteger contra corrupção de empresas terceirizadas?

Desde a edição da Lei Anticorrupção, também conhecida como Lei da Empresa Limpa (Lei nº 12.846/2013) e do seu decreto regulamentar (Decreto 8.420/2015), o legislador passou a exigir uma fiscalização do contratante sobre a atuação fim desse terceiro contratado, como contratados PJ, subcontratados e fornecedores.

Essa realidade pode ser verificada, por exemplo, com a adoção da responsabilidade objetiva do contratante pelos atos de qualquer terceiro que, em seu nome, realize um ato de corrupção.

“Se você contrata um despachante para liberar alguma carga sua, e ele, buscando acelerar o processo o faz por um ato de corrupção, ainda que você não saiba, ela continua sendo em seu benefício e você responderá como se tivesse corrompido”, aponta Fábio Moreno, CEO da IComply, ferramenta que tem como missão facilitar o processo de gestão e manutenção da área de compliance nas empresas.

Em termos de conformidade e integridade é impossível garantir um risco zero, tendo em vista que o profissional de Compliance lida com o modelamento do comportamento humano. Sendo assim, é possível influenciar, mas não garantir que determinado comportamento será executado ou seguido.

Partindo dessa realidade, Fábio Moreno destaca duas frentes de trabalho que podem ser realizadas:

1ª – É possível influir sobre o comportamento do seu terceiro. Não é fácil, mas é possível. Da mesma forma que tentamos reconstruir uma cultura empresarial, podemos influir na cultura daqueles que atuam em nome da sua empresa. Não há muito segredo, basicamente deve-se realizar o mesmo que é feito com seus funcionários: treinar e dar, constantemente, uma série de modelos de comportamentos que você deseja ver repetido.

2º – Escolha um terceiro que já possua uma cultura empresarial de ética e moral e que tenha um programa de compliance efetivo. Nessa situação, ainda será necessário realizar treinamentos de sintonia, mas não deve ser necessário construir uma cultura.

Essas duas frentes de trabalho são o objetivo, o fim a ser atingido. O modo pelo qual você vai alcança-lo é o meio. Hoje, é possível afirmar que o mercado brasileiro já conta com uma série de profissionais, empresas e tecnologia que podem tornar essas frentes de trabalho uma realidade.

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