Page

Author admin

Síndrome do impostor? Sete sinais de que você pode estar se boicotando

Muita gente age, fala, pensa e não faz a menor ideia de que realiza todos os dias, várias vezes, um julgamento, no qual faz a função de réu e juiz. A acusação: prática de impostura. Veredicto: impostor. Para estas pessoas, suas realizações, conquistas e feitos não são, necessariamente, tão dignas de respeito assim. Algumas se sentem indignas de serem bem-sucedidas, em qualquer coisa que seja.

“Na psicologia esse comportamento, às vezes, aparece como Síndrome do Impostor, devido a um estudo realizado em 78 pelas americanas Pauline Clance e Suzanne Imes. No entanto, posteriormente as próprias pesquisadoras o denominaram como uma experiência de impostor, visto que a maioria das pessoas passa por isso, em maior ou menor grau”, conta Liamar Fernandes, psicóloga com especialização em psicodrama e master coach da SBCoaching, com 43 anos de experiência em desenvolvimento humano.

As exigências, por performance e resultados, são cada vez maiores e não só na esfera corporativa. Este é um dos fatores de origem deste comportamento, segundo a master coach Fernanda Chaud. “A maioria das pessoas que se dedica muito para carreira e para ter uma vida considerada bem-sucedida, não valoriza suas conquistas diárias. Elas passam a enxergar tudo como normal. Querem sempre mais e tornam-se insaciáveis pelo crescimento e reconhecimento externo”.

“Nada é suficiente e a comparação com todos ao redor é um comportamento recorrente. O impostor acredita que seu valor está intimamente ligado à sua imagem e não ao que ele é. Ou seja, para ele, cargo, fama e posses são o que o tornam um alguém de verdade”, diz Liamar. “São pessoas que abrem mão do autoconhecimento e passam a utilizar máscaras para serem aceitos, podendo, inclusive, se perder de quem são. Desta forma, tornam-se muito vulneráveis ao julgamento do outro, porque eles se julgam muito”, finaliza Chaud.

Para Liamar Fernandes uma forma eficaz de combater a experiência de impostor, é pensar sobre a forma como você emprega sua energia para realizar. Identificar o processo inteiro, desde a hora que decide fazer algo até o momento que o conclui. “É importante valorizar pequenas conquistas, ou melhor, perceber estas conquistas. Compartilhar isso com o seu círculo social, interagir com as conquistas de pessoas deste círculo sem comparação. Simplesmente, celebrá-las. Ser grato pelo que você e os que você quer bem conquistam”.

7 Sinais de que você pode estar se boicotando

1. Não reconhece suas próprias conquistas;

2. Tem necessidade de falar muito sobre suas conquistas para encontrar o senso de merecimento;

3. Não busca agradar-se ou comprar algo para si mesmo, por achar que não é merecedor;

4. Possui um altíssimo nível de comparação e senso de inferioridade;

5. Foca sempre no que está faltando e não no que já tem;

6. Não confia nas pessoas e, por isso, não constrói relacionamentos mais aprofundados por medo de descobrirem suas falhas e imperfeições;

7. Tem necessidade excessiva de controle e a falta dele gera sentimento de impotência.

Tags, , , ,

Centro logístico inovador dá início à nova era na Monsanto

A Monsanto do Brasil lançou o Logistics Smart Center, o primeiro centro logístico da companhia a utilizar tecnologia de ponta para monitorar indicadores e informações operacionais, permitindo a visualização, em tempo real, das operações end-to-end – da transportadora até o cliente – e de todas as etapas desse processo, incluindo deslocamento de carga e armazenamento de produto. A nova plataforma também possibilita prever situações críticas, o que permite agir com antecedência e minimizar possíveis impactos na operação e na satisfação dos clientes.

Localizado na unidade de São Paulo, o Logistics Smart Center é composto por dez monitores touchscreen, pelos quais a equipe de supply chain da Monsanto acompanha as operações e utiliza ferramentas estatísticas e analíticas, algoritmos e machine learning de forma integrada para monitorar todas as etapas. “Ele chega para complementar uma estratégia de transformação logística que começou em 2014 e teve como objetivo evoluir a eficiência e o nosso controle operacional, assim como melhorar a experiência dos nossos clientes”, afirma o Líder das Operações Logísticas da Monsanto no Brasil, Johnny Ivanyi.

A transformação na área de Logística e Customer Care da Monsanto foi baseada em três pilares – pessoas, processos e sistemas – e, desde 2014, a área alcançou grandes marcos, como a definição de uma nova malha logística e a implantação de novos sistemas capazes de otimizar rotas e prever situações críticas para o negócio, criando um balanço ideal entre custos e atendimento. Benefícios em eficiência, produtividade e nível de serviço foram alcançados com o novo modelo de trabalho preditivo e o uso de ferramentas estatísticas para controlar os processos.

A empresa continuou buscando formas de alavancar a experiência dos clientes e procurou, tanto no mercado brasileiro quanto internacional, exemplos de boas práticas e soluções inovadoras para agregar valor às operações e, a partir destes insights, foi desenvolvido o conceito “Smart Center ou Torre de Controle” para a organização de logística da Monsanto.

“Depois de uma série de benchmarkings e estudos, a equipe decidiu mudar a atuação nas operações logísticas para um modo mais ofensivo, ou seja, acompanhar informações em tempo real para agir antes que algum possível problema aconteça. Além desse modelo, chamado predictive model, todo o sistema de governança logística da Monsanto foi modificado, o que redefiniu a forma de trabalhar de toda a equipe”, conta o líder de operações.

O Logistics Smart Center também possibilitou uma gestão mais eficiente em diversas frentes, como: monitoramento de cargas e dos centros de distribuição em tempo real; monitoramento por câmeras, temperatura e humidade dos centros de distribuição; gestão de estoque e financeira; e a extração e tratamento de dados, uma vez que foi simplificado com a implantação de ferramentas de real time visibility.

“Essas mudanças já contabilizam expressivos resultados no período pós implementação, como a elevação de 20% no nível de entregas no tempo correto (OTD) por meio da ferramenta de machine learning (mais de 600 atrasos de entregas evitados em 3 meses), melhoria na acuracidade de inventário para índices próximos a 100%, redução de 50.000 Km de distância percorrida com a otimização da roteirização de entregas, ou seja, 40 toneladas de redução de emissão de CO2, 100% de visibilidade online da data final de entrega e otimização de mais de 2% na taxa de ocupação de veículos. Com o projeto ainda foi possível implementar 8 novas estratégias de otimização de cargas e rotas para um melhor nível de serviço ao cliente, trazendo um benefício direto no controle de custos logísticos”, diz o líder da área de Customer Care da Monsanto para América do Sul, Carlos Ricardo Andrade.

Além da sede, localizada em São Paulo, o projeto também foi replicado na unidade de São José dos Campos e o objetivo é expandir para todas as unidades onde há operações logísticas, possibilitando o acesso remoto à plataforma e à nuvem em outras 14 localidades, entre elas: Camaçari (BA), Campo Verde (MT), Paracatu (MG), Itaí (SP), Santa Helena de Goiás (GO) e Uberlândia (MG). Além disso, o projeto também está sendo expandido para outras áreas da cadeia de supply-chain, como Customer Service e, para acompanhar esta evolução, já foram investidos mais de 50 horas em treinamento de funcionários.

“Com o foco na melhoria contínua, no futuro buscamos aumentar nossas ferramentas preditivas com dados externos (social media) que impactem na operação, por exemplo, Big Data, IoT, robotização e automatização dos nossos sistemas e processos. Além disso, queremos aprimorar nossa tecnologia com realidade aumentada, e ampliar a capacitação de nossos colaboradores com a metodologia de Lean Six Sigma”, completa o líder de customer care.

Tags, , ,

A proteção dos dados pessoais é o dever por trás da criptografia

A Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) pretende iniciar, ainda este ano, um fórum permanente sobre “A segurança do cidadão na era digital”. Serão realizados seminários e palestras presenciais e digitais para disseminar a importância da assinatura digital, proteção de dados, respeito à privacidade e direito à proteção das informações pessoais. As conferências com especialistas da entidade e convidados serão divulgadas com antecedência e disponibilizadas no site da entidade e no Youtube. A camara-e.net pretende produzir filmes educativos para divulgação nas redes sociais. O objetivo da iniciativa é atingir o maior número de pessoas. A assinatura digital e a proteção de dados são assuntos de segurança nacional, que interessam a todos, tanto ao cidadão diretamente quanto às instâncias de segurança e inteligência do País.

Segundo o presidente da camara-e.net, Leonardo Palhares, um dos projetos prioritários da entidade é disseminar junto aos brasileiros a “cultura da cidadania digital”. Palhares considera fundamental que todos saibam que o compartilhamento, empréstimo, guarda ou qualquer forma de utilização das chaves privadas de certificados digitais por terceiros devem ser vedados. Tratam-se de formas que expõem os seus titulares aos riscos de utilização indevida, contratações e acessos não autorizados, podendo gerar prejuízos de ordem patrimonial e extrapatrimonial e, por fim, quebrar os requisitos mínimos necessários para suportar toda a criptografia e tecnologia empenhadas no processo de geração dos certificados digitais: o segredo e o controle das chaves privadas.

De acordo com Leonardo Palhares, “a identificação inequívoca de pessoas físicas ou jurídicas nas transações eletrônicas, tanto para os contratantes quanto para os contratados, se faz imprescindível para a confiabilidade de uma relação estabelecida em meio remoto. Como exemplo, cite-se que os consumidores se sentem muito mais confortáveis em contratar serviços e produtos de plataformas eletrônicas devidamente identificadas, com mecanismos de contato disponíveis para soluções de problemas e outras tantas informações necessárias para a segurança de uma contratação eletrônica. Portanto, o emprego de assinaturas digitais com certificação digital nos padrões da ICP-Brasil é um importante aliado para a confiabilidade mútua dos contratantes em meio remoto”.

Com o fórum permanente “A segurança do cidadão na era digital”, a camara-e.net objetiva construir uma cultura de cidadania digital. Percebe-se que há pouco conhecimento sobre os efeitos do uso do certificado digital e, principalmente, sobre a relevância da proteção de dados. No Brasil, dado pessoal é aquele “relacionado à pessoa natural identificada ou identificável, inclusive números identificativos, dados locacionais ou identificadores eletrônicos, quando estes estiverem relacionados a uma pessoa” (Decreto nº 8.771, de 11 de maio de 2016). Logo, uma imensidão de dados pode ser considerada pessoal, desde que permita sua correlação a uma pessoa, sendo, portanto, objeto de proteção por parte daqueles que venham a utilizá-la. A identificação de uma pessoa pode se dar mediante apresentação de documentos de identificação civil, dados cadastrais, informações pessoais, características físicas, biométricas, estéticas ou até mesmo de opiniões. Em meio eletrônico, uma boa parte de dados pessoais são fornecidos voluntariamente pelas pessoas, como contrapartida para um serviço ou produto oferecido ou como mecanismo de atribuição de segurança às transações realizadas em meio eletrônico.

As assinaturas digitais (ou certificação digital) nos padrões da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira – ICP-Brasil (instituída pela Medida Provisória nº 2.200-2/2001), são baseadas em chaves criptográficas (chaves públicas – de conhecimento público – e chave privada – de conhecimento e acesso exclusivos do cidadão), de modo que a chave privada, para que os atributos de integridade e autenticidade sejam garantidos, deve ser gerada e controlada exclusivamente por seus titulares. Portanto, a segurança das transações eletrônicas que se utilizam dos certificados digitais depende da manutenção dos atributos mínimos garantidores do não repúdio das assinaturas digitais. Estas, uma vez associadas a dados de identificação de pessoas físicas (ou jurídicas, muito embora as discussões sobre privacidade estejam atreladas às pessoas naturais) passam a ser enquadradas como dados pessoais e, por isto, merecem proteção absoluta, iniciando-se pela guarda, posse e uso exclusivo das mesmas por parte de seu titular.

A camara-e.net participa ativamente das discussões sobre proteção de dados no âmbito do Legislativo para regulamentação das medidas voltadas a proteção do cidadão. A garantia da privacidade e da autoria de atos eletrônicos dos cidadãos está sob avaliação do Congresso Nacional, que atualmente analisa o projeto de lei nº 7.316/2002. O novo regulamento visa substituição da Medida Provisória que instituiu a ICP-Brasil. A entidade considera que, sem prejuízo à apresentação de emendas que visam a defesa do cidadão compete à sociedade e aos parlamentares repisarem a importância do livre arbítrio sob controle dos seus titulares e jamais sob controle de terceiros. A criptografia, a chave privada e a segurança do cidadão em meio eletrônico dependem de sua manutenção no controle de seus atos e de sua vontade. Sem controle e guarda exclusivos das chaves privadas, não há proteção do cidadão contra as interferências de terceiros, de empresas e do Estado.

A camara-e.net vem se posicionando no âmbito do órgão regulador da ICP-Brasil, do qual participa como integrante do colegiado há mais de 10 anos. A entidade, que é a maior associação multissetorial da América Latina e com maior representatividade na economia digital no País, vem reiterando em seus votos, estudos e fundamentações a imprescindibilidade do controle e guarda exclusiva das chaves privadas por seus titulares, buscando a mais rigorosa e estrita confiabilidade das transações eletrônicas e da segurança técnica e jurídica dos titulares de certificados digitais da ICP-Brasil.

Tags, , , , ,

boostLAB, do BTG Pactual, inicia segunda rodada de seleção para potencializar startups em nível avançado

O BTG Pactual, o maior banco de investimentos da América Latina, lança nesta sexta-feira a segunda edição do boostLAB, programa de potencialização voltado para startups de nível mais maduro, as chamadas scale-ups. A iniciativa, realizada em parceria com a ACE, eleita três vezes como melhor aceleradora da América Latina, prevê a realização de parcerias e projetos piloto com a instituição financeira, empresas parceiras, fornecedores e demais integrantes de seu ecossistema.

Serão cinco startups selecionadas para o programa, que tem duração de cinco meses. O grande diferencial do boostLAB é a proximidade com os sócios e diretores sêniores do BTG Pactual, que oferecem mentoria e dividem suas experiências por meio de um Conselho. Cada um dos sete envolvidos tem um papel fundamental na estrutura do programa e na melhor integração entre as startups e o Grupo. São eles: Frederico Pompeu – que tem dedicação exclusiva ao programa -, Renato Mazzola (Head do Private Equity), Gustavo Roxo (CTO), Marcelo Flora (Head do BTG Pactual Digital), José Vita (ex-head do Investment Banking), Mateus Carneiro (Head do RH) e André Alves (Head de Marketing).

As scale-ups também contam com a metodologia de potencialização da ACE e os conselhos de um time de executivos com grande destaque em suas áreas de atuação, como Stelleo Tolda (COO do Mercado Livre), Cláudio Galeazzi, grande referência em reestruturações de empresas no Brasil, e Sônia Hess, ex-CEO da Dudalina, eleita pela revista americana Forbes como a terceira mulher de negócios mais poderosa do Brasil.

Além disso, as empresas selecionadas contarão com créditos de US$ 10 mil no serviço de nuvem da Amazon (AWS) e US$ 3 mil no da Google, além do suporte do time de especialistas destas empresas.

O programa de potencialização busca startups que atuem em três áreas: (i) eficiência operacional (principalmente em Meios de Pagamentos, Crédito para PMEs, energia, etc); (ii) relacionamento com o cliente (experiência digital, assertividade com a base de clientes e compliance); e (iii) disrupção (oportunidades de negócios para o Banco e empresas parceiras em mercados como commodities, crédito e seguros, por exemplo).

Frederico Pompeu, sócio do BTG Pactual responsável pelo boostLAB, explica que “o Banco sempre acreditou e investiu em empreendedorismo e em histórias inovadoras e o sucesso da primeira edição nos provou que, com nosso networking e a excelência do time de mentores do programa, realmente somos capazes de dar um boost nessas empresas. Para a segunda rodada esperamos atrair ideias inovadoras e, principalmente, pessoas talentosas. Assim como da outra vez, daremos bastante importância à capacidade de execução e força de vontade dos empreendedores”.

Primeira edição

A primeira rodada contou com inscrição de 124 empresas, dentre as quais seis foram escolhidas e potencializadas: Neurotech, Agronow, Clicksign, F(X), Liber Capital e Zigpay.

A F(X) é uma das empresas que mais se beneficou do programa. Trata-se de um marketplace de crédito para médias e grandes empresas, que utiliza tecnologia de “matching” para tornar esse processo mais inteligente, rápido e efetivo. Ao final da participação no boostLAB, o volume transacionado pela plataforma teve crescimento de 966%.

Já a Agronow obteve crescimento de receita de mais de 250% desde o início da potencialização pelo programa. A empresa oferece, a partir de imagens de satélites, análises de áreas agrícolas, com resultados estatísticos de alta qualidade e confiabilidade, através de dados proprietários de safras.

Rafael Coelho, CEO da Agronow, define como muito boa a participação da empresa no boostLAB. “O fato de o BTG Pactual atuar com muitas empresas relevantes do mercado agrícola nos abriu portas para interagir com pessoas antes inacessíveis e nos possibilitou adequar os produtos da Agronow ao mercado. A rede de contatos do BTG Pactual e sua rede de mentores são formadas por pessoas altamente qualificadas, que contribuíram muito para hoje estarmos ainda mais capacitados no setor em que atuamos”.

Para finalizar a primeira edição do boostLAB, no dia 15 de agosto haverá um Demo Day para possíveis investidores.

Inscrições

Os interessados em participar do programa devem se inscrever por meio do site do boostLAB (www.boostlab.com.br) até o dia 24 de agosto de 2018. O boostLAB fica localizado em São Paulo, no WeWork Faria Lima.

Tags, , , ,

Cielo cria Comitê de Inovação com executivos de destaque no setor de Tecnologia

A Cielo, empresa líder em tecnologia, serviços e soluções inovadoras para o varejo, anuncia que o seu Conselho de Administração aprovou, em reunião realizada nesta quarta-feira, na sede da companhia, em Barueri (SP), a criação do Comitê de Inovação. O fórum reunirá nomes que são referência do mercado para discutir, avaliar e aconselhar a Cielo sobre as tecnologias mais inovadoras bem como as últimas tendências comerciais e tecnológicas no Brasil e no mundo.

“Este é mais um passo importante da Cielo para se manter na vanguarda do setor de tecnologia e serviços para o varejo, com foco em meios de pagamento. A iniciativa está em linha com o Cielo 21 – nosso plano estratégico para os próximos quatro anos. Estamos indo além de pagamentos, entregando mais valor para nossos clientes, e, consequentemente, levando maior conveniência aos consumidores brasileiros”, afirma Danilo Caffaro, vice-presidente executivo de Produtos, Negócios, Marketing e Inovação da Cielo.

O Comitê de Inovação será composto por oito membros, para mandatos de um ano, dos quais destacam-se a gerente geral da IBM para América Latina, Ana Paula De Jesus Assis; a presidente da SAP Brasil, Cristina Palmaka; o fundador e CEO da GR1D, Guga Stocco e Mario Mello Freire Neto, que possui ampla experiência no mercado financeiro e no setor de tecnologia, tendo como última experiência a liderança do PayPal na América Latina.

Os encontros serão mensais e, extraordinariamente, sempre que necessário, seguindo as regras do Regimento Interno do Comitê de Inovação, disponível para consulta em www.cielo.com.br/ri e na CVM (Comissão de Valores Mobiliários) – www.cvm.com.br.

Arthur Repsold assume direção geral da GL events na América Latina

Após presidir a operação brasileira da GL events por 12 anos, Arthur Repsold assume a direção geral da companhia na América Latina. Entre os desafios estão o desenvolvimento de novos negócios e a promoção da integração entre as operações já existentes na região: Brasil, Chile e Argentina. A mudança faz parte do processo de reestruturação do grupo, que tem por objetivo preparar a empresa para o projeto de expansão das atividades nos próximos anos.

A primeira mudança foi a criação do cargo de CEO, que desde janeiro é ocupado por Damien Timperio. Nos últimos seis meses, ele e Repsold trabalharam juntos no processo de transição para passar toda a gestão das atividades brasileiras a Damien. Com o encerramento deste ciclo, Repsold assume agora a nova função.

“O objetivo é integrar as operações existentes no Brasil e Chile e novas unidades de negócios que estão em desenvolvimento na região, além de ampliar as operações no Brasil”, revela Repsold.

Em 2006, o executivo era sócio da Fagga Eventos e apoiou a multinacional francesa GL events na disputa pela gestão do Riocentro, em licitação realizada pela Prefeitura do Rio de Janeiro. O grupo venceu a concorrência e assumiu a operação do centro de convenções da Barra da Tijuca por 50 anos. A Fagga, então, passou a fazer parte da GL events e Arthur Repsold assumiu a presidência do grupo no Brasil.

GL events investiu R$ 1 bilhão no Brasil em 10 anos

A francesa GL events é um dos maiores conglomerados empresariais do setor de eventos do mundo. Presente em mais de 20 países nos cinco continentes, administra 40 espaços, entre centros de convenções e arenas multiuso, e já realizou mais de 4.000 eventos. Com faturamento de 953,8 milhões de euros em 2017, a empresa tem atualmente mais de 4.200 funcionários, sendo 36% deles fora da França. No Brasil, são 370 colaboradores.

A companhia chegou em 2006 no país, onde já investiu cerca de R$ 1 bilhão e vem expandindo seus negócios. Atualmente conta com um portfólio de seis empresas no Brasil, com escritórios no Rio de Janeiro, São Paulo e Paraná. O grupo é responsável pela gestão dos centros de convenções São Paulo Expo, o maior do Brasil, e Riocentro, além da Jeunesse Arena, na Barra da Tijuca. A GL events atuou na montagem e fornecimento de instalações temporárias de todos os grandes eventos internacionais realizados no Brasil: Jogos Panamericanos de 2007, Rio + 20, Copa das Confederações de 2013, Copa do Mundo de 2014, Jornada Mundial da Juventude e Olimpíadas Rio 2016, além de eventos esportivos e shows.

Único conglomerado a operar em toda cadeia de eventos na América Latina, a operação brasileira da GL events trabalha com quatro linhas de negócios distintas, reproduzindo o modelo de negócios da matriz. A GL events Live abriga a área responsável pela concepção, produção e realização de eventos; a GL events Exhibitions responde pelos projetos de organização e produção de feiras de negócios e a GL events Venues faz a gestão de espaços para eventos. O Brasil é o primeiro país a operar uma linha de negócios adicional, a GL events Hospitality, que atua principalmente na gestão de atividades hoteleiras, alimentos e bebidas, e é responsável pelo Grand Mercure Riocentro, hotel cinco estrelas na Barra da Tijuca, com 306 apartamentos.

Além dos espaços para eventos sob sua gestão, a GL events tem em seu portfólio a Fagga l GL events Exhibitions, referência na organização de feiras de negócios e entretenimento em todo país, com 50 anos de atuação. Já a GL events Live recentemente incorporou a LPR, especializada em montagem de estandes para feiras e eventos, aluguel de móveis e programação visual.

Softex lança edital para empresas interessadas em participar do Programa TechD

Estão abertas até o próximo dia 30 as inscrições para empresas interessadas em testar e/ou investir em tecnologias focadas em IoT, Saúde, Energia e Mobilidade que serão implementadas no âmbito do programa nacional de inovação aberta TechD.

Sob a gestão da Softex, o TechD foi lançado no último dia 29 em parceria com o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) com recursos da ordem de R$ 18 milhões e a missão de unir startups, empresas, centros de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (P,D&I), e universidades para o desenvolvimento conjunto de projetos de alto impacto tecnológico.

O programa prevê a concessão de recursos de até R$ 500 mil de subversões por projeto de tecnologia selecionado. Para empresas com interesse em investir nas tecnologias que serão testadas, o edital possibilita que ofertem contrapartida financeira por projeto de interesse, que será somado ao valor do subsídio concedido. O programa também permite que as empresas sejam sócias ou obtenham exclusividade no uso das soluções que serão implementadas. A relação das empresas selecionadas será divulgada a partir do dia 10 de agosto.

Trata-se da segunda fase do TechD que procura subsidiar empresas que tenham interesse em desenvolver tecnologias através de processos de inovação aberta, permitindo seu acesso a soluções dedicadas exclusivamente aos seus interesses e necessidades e a uma rede qualificada de centros tecnológicos de excelência habilitados na fase 1 do programa. Com isso, é possível impactar de forma positiva na melhora da competitividade e eficiência do setor produtivo no Brasil. A terceira fase, prevista para meados de agosto, envolverá a chamada pública para que startups ou pesquisadores proponham projetos que apresentem soluções tecnológicas a serem validadas junto às empresas selecionadas pela fase 2 e ampliando seu mercado potencial tanto no Brasil como no exterior. A meta do TechD é apoiar no mínimo 30 projetos.

A íntegra do edital para as empresas está disponível no endereço http://techd.softex.br

Tags, , , , , ,

Startups Select IBM Cloud to Drive Innovation

IBM (NYSE: IBM) today announced several startups across industries and geographies as examples of a strong increase of startup companies that have turned to the IBM Cloud for AI, blockchain and Internet of Things (IoT) technologies, as well as the ability to scale globally. They include AI sports startup VitRuvian Sports Systems, IoT waste management solution GreenQ, and a blockchain-based digital identity provider, Blinking, amongst others.

An AI-ready Cloud
VitRuvian Sport Systems Toronto, Canada
VitRuvian created the Zone360 app, a soccer training simulation that uses a machine learning model and data tools on the IBM Cloud. The model gives coaches an innovative way to generate virtual training scenarios, instead of having to set all of the virtual players’ positions manually. For instance, by connecting a headset to their smartphone, players are able to turn their phone into a VR device as Zone360 places them on a virtual pitch, where their coach can ask them to respond to a specific match situation.

Smarter IoT
GreenQ Jerusalem, Israel
GreenQ is transforming how cities sustainably collect waste with an IoT solution built on the IBM Cloud. The solution uses devices installed on garbage trucks to track garbage collection schedules, routes and fleet management – saving cities up to 50 percent on their waste expenditures. Using IBM Cloud Functions, an on-demand, serverless platform, the data is analyzed on a management dashboard and transformed in real-time into recommendations such as re-routing trucks or changing pick up times. As GreenQ continues to onboard new customers, they report that they have already seen several ben efits in communities, including streamlining routes to lower emissions.

Blockchain for Business
Blinking Belgrade, Serbia
Blinking is a blockchain-based digital ID solution that gives users control over their data, using Hyperledger Fabric blockchain on the IBM Cloud. Individuals create their own digital identity with a Blinking ID, which includes their personal information, and can authorize or revoke access to third-parties each time they are required to verify their identity. Blinking is piloting a Know Your Customer (KYC) service with five Serbian banks using the IBM Private Cloud.

IBM Cloud for Global Scale
SmartRural Valladolid, Spain
SmartRural helps farmers across Spain reduce costs and shrink their ecological footprint through analysis of farm data and drone images on their platform on the IBM Cloud. Before moving to the cloud, SmartRural stated that it would take them many days to process just one farm’s data on their in-house server platform. To be able to take on more clients, SmartRural migrated to the IBM Cloud to help drive better performance, security and scalability. SmartRural reports that they can now crunch data faster than before, supporting farmers with the actionable insights they need to deliver good crop yields cost-effectively. On av erage, they claim to have helped farmers reduce their irrigation, fertilizer and phytosanitary costs by 25 percent.

Think Research Toronto, Canada
Think Research hosts software applications that organize healthcare data for clinicians on the IBM Cloud. Translating medical research and best practices into point-of-care tools, these applications support healthcare professionals with digitized clinical orders, e-referral and virtual care tools, EHR content, and clinical support tools and electronic admissions for long-term care. Think Research chose to move to the IBM Cloud to help them more easily enter new markets and scale internationally since the IBM Cloud is built to help businesses comply with local data requirements and supports their need to meet stringent health industry privacy require ments.

MediStreams United States
MediStreams handles remittance processing for healthcare providers by running their HIPAA-ready solutions on the IBM Cloud to dramatically lower the cost of processing payments in the billing office and more easily address data governance needs. As MediStreams grew, it migrated to the IBM Cloud because it needed to move to a multisite solution of dedicated servers to support their redundancy, disaster recovery and compliance responsibilities. In the world where HIPAA strictly governs the protection of patient healthcare information, the IBM Cloud helps support MediStreams’ compliance with single tenant services. MediStreams can benefit from dedicated instances and guaran teed capacity for their business requirements.

“The surge in IBM Cloud startup client momentum is not only a clear sign that IBM has the higher value services that are grabbing the interest of startups, but it also highlights IBM’s ability to scale up or down to meet the needs of clients, said Phil Buckellew, GM, Cloud Architecture and Data Services, IBM. “This includes some of the world’s largest banks, retailers, and airlines to the startup growth-engines of tomorrow.”

Today´s news builds on IBM’s enterprise client momentum with recent announcements of major European companies and global brands like ExxonMobil, Bausch + Lomb and Westpac migrating major workloads and modernizing existing infrastructures with the IBM Cloud. Startups and enterprise companies alike find value in IBM’s global footprint and deep industry and business process expertise that can allow businesses across industries to seamlessly scale as they grow.

Tags, ,

Webinars gratuitos da Qlik falam sobre Transformação Digital orientada a dados

Em tempos de Economia Analítica, os insights orientados por dados lideram a jornada em direção ao futuro. As organizações que obterão sucesso serão aquelas que utilizam os dados como um ativo estratégico para tomar melhores decisões em todas as áreas de operações.

A Qlik apresenta, em parceria com o Gartner e clientes da empresa de segmentos como Varejo, Serviços, Financeiro e Saúde, uma série de webinars gratuitos sobre as oportunidades de transformação orientada por dados. Entre os temas abordados, estão as novas maneiras para obter valor a partir dos dados e as estratégias inovadoras para lidar com alto volume de informação.

A jornada da Transformação Digital de cada organização é única e baseada em metas, objetivos e tendências do setor. É por isso que destacamos quatro sessões específicas que mostram como as empresas utilizam os dados e análises para respaldar sua jornada transformadora.

Os participantes podem selecionar a sessão de webinar ideal de acordo com o seu interesse ou com segmento de sua companhia. As sessões incluem uma combinação de conteúdo ao vivo e sob demanda em serviços financeiros, saúde e varejo. Existe também uma sessão mais abrangente, caso sua organização não se enquadre nesses setores.

Confira a programação completa:

Data/Horário Título Palestrante
25 de Julho – 14h00 (horário do Brasil) Como a análise de dados está promovendo a transformação digital » Valerie Logan – Research Director – Gartner
David Bolton – VP Industry Solutions – Qlik
25 de Julho – 15h00 (horário do Brasil) Transformações digitais orientadas a dados: aproveitando insights valiosos » Mike Muglia – Center of Excellence – Business Process Improvement – FP&A BI – Verizon
Kelsey Fautsch – Senior Product Manager for Compliance & Customer Experience Measurement Platform – Deloitte
Neil Martin – Head of Toolkit Product Development – WebHelp
Niall Gallacher – Global Market Development – Qlik
[Webinar sob demanda] Tendências de BI 2018 » Dan Sommer – Senior Director – Market Intelligence Lead – Qlik
[Webinar sob demanda] Obtendo pleno valor dos negócios com seus dados em 2018 » David Bolton – VP of Industry Solutions – Qlik
Chris Mabardy – Sr Director of Product Marketing – Qlik

Série de Webinars Qlik
Data: 25 de julho de 2018
Horário: 14h e 15h
Inscrições: Os interessados devem se inscrever por meio deste link.

Tags, , , ,

Consumidores devem reforçar a segurança de suas contas bancárias

Há poucas semanas, autoridades oficiais no México alertaram os bancos para que reforçassem seus sistemas de segurança, diante de potenciais ataques cibernéticos no setor financeiro. No entanto, esses ataques nem sempre miram os bancos, mas têm como foco seus clientes. Por isso, a Avast (LSE: AVST), líder global em produtos de segurança digital, alerta para que os consumidores de todo o mundo – inclusive do Brasil –, fortaleçam seus hábitos online para garantir que seu dinheiro esteja protegido contra possíveis ciberataques.

Os cibercriminosos têm como alvo os consumidores porque sabem que a maioria das pessoas armazena informações confidenciais em seus dispositivos, além de usar smartphones e computadores para realizar compras e transações bancárias online. Os cibercriminosos também sabem que os usuários são um elo fraco e muitas vezes desconhecem as práticas recomendadas de segurança. Luis Corrons, Evangelista em Segurança da Avast, traz dicas importantes sobre a melhor maneira dos consumidores combaterem os cibercriminosos.

Atenção para Trojans bancários em dispositivos móveis

Trojans bancários em dispositivos móveis estão em ascensão. São aplicativos que tentam enganar o usuário a fornecer os seus dados bancários, fingindo ser um aplicativo bancário legítimo. Geralmente, imitam a tela de login ou oferecem uma tela de login genérica, com o logotipo do respectivo banco.

Recentemente a Avast realizou uma pesquisa, pedindo que os consumidores comparassem a autenticidade de interfaces de aplicativos bancários oficiais e fraudulentos. No Brasil, os resultados revelaram que 68% dos entrevistados foram capazes de detectar a interface fraudulenta, enquanto 30% confundiram a falsa com a verdadeira. Estes resultados são alarmantes e mostram que os consumidores podem facilmente ser vítimas de Trojans bancários.

“Estamos observando um aumento constante do número de aplicativos maliciosos para dispositivos Android, capazes de contornar as verificações de segurança em lojas de aplicativos populares e atingir os smartphones dos consumidores. Esses aplicativos geralmente se apresentam como apps de jogos e de estilo de vida, utilizando táticas de engenharia social para enganar os usuários a fazer o download”.

“Os consumidores podem confiar em lojas de apps como o Google Play e a App Store da Apple, para fazer o download com frequência de aplicativos bancários. No entanto, é recomendado uma vigilância extra. Os usuários devem confirmar se o aplicativo bancário que utilizam, é a versão verificada. Caso a interface pareça ser estranha ou estar fora do lugar, é preciso fazer uma nova verificação com a equipe de atendimento ao cliente do banco. Também é importante que os usuários utilizem a autenticação de dois fatores, se disponível, além de terem um antivírus forte para Android instalado, para detectar e protegê-los contra malwares maliciosos”, disse Luis Corrons.

Evitando armadilhas de phishing

Os usuários precisam ainda estar atentos ao phishing, que é uma técnica de engenharia social usada por cibercriminosos para enganar as pessoas a fornecer informações confidenciais, como detalhes do cartão de crédito e credenciais de login. Os golpes de phishing geralmente vêm na forma de email, criado para parecer que veio de uma fonte legítima, dificultando o reconhecimento e incluindo um link ou anexo. Links em e-mails de phishing direcionam o usuário para sites maliciosos, quase idênticos ao site que imitam e pedem às pessoas que insiram suas informações pessoais.

“Os anexos em e-mails de phishing ou o uso de engenharia social são utilizados, por exemplo, para ajustar as configurações a fazer o download do malware. Se um e-mail que afirma ser de uma instituição bancária pareça suspeito, pode ser uma tentativa de phishing. Neste caso, os usuários devem verificar diretamente com o banco a sua legitimidade, para garantir que o e-mail seja realmente da instituição financeira”, disse Luis Corrons.

Senhas são a chave do cofre

Usar senhas fortes e exclusivas para cada conta online, e alterá-las regularmente são medidas importante que devem ser adotadas pelos usuários para que mantenham seguras suas contas online, especialmente as contas bancárias.

“Recomendamos o uso de um gerenciador de senhas, como o Avast Passwords, já que a maioria dos usuários pode ter mais de 20 contas online, dificultando a criação e o registro de senhas fortes, bem como exclusivas para cada uma delas”, disse Luis Corrons.

Os gerenciadores fazem uso de criptografia e geram senhas altamente seguras para todas as contas. Isso não significa que os usuários não precisem se lembrar de senhas longas, mas podem alterá-las facilmente com frequência. Alterar as senhas das contas regularmente é extremamente importante, já que as violações de dados nem sempre são detectadas de imediato pelas empresas, o que significa que os cibercriminosos podem colocar as mãos nas credenciais de login sem que ninguém perceba e, assim, comecem a cometer fraudes.

Instalando uma rede de segurança

A instalação de um programa antivírus é obrigatório em qualquer dispositivo, seja um Mac, Windows ou Android. O Antivírus protege os usuários contra uma infinidade de ameaças, incluindo spyware, ransomware, keyloggers e Trojans.

“Independentemente de quão cuidadosas as pessoas sejam, os cibercriminosos estão sempre descobrindo novas maneiras de entrar nas contas dos usuários. O antivírus atua como uma rede de segurança, protegendo em segundo plano e em todos os momentos até mesmo os usuários mais cautelosos, para que possam utilizar seus dispositivos sem preocupações”.

Mantenha o banco online em seus próprios dispositivos

“Os usuários nunca devem realizar transações financeiras de um computador ou de um dispositivo móvel que não pertença a eles, já que nunca pode-se saber com certeza quem o utilizou pela última vez e que tipo de software está sendo executado no dispositivo. O mesmo vale para as redes Wi-Fi. É extremamente necessário usar uma VPN para realizar transações financeiras, quando o usuário está conectado com redes Wi-Fi públicas. Sem uma VPN, os cibercriminosos podem espiar suas atividades”.

Avast Antivirus e Avast SecureLine VPN para PC, Mac, iOS e Android podem ser baixados em www.avast.com/pt-br

Tags, , , , ,

Observatório ACATE mostra que setor tecnológico fatura R$ 15,5 bilhões em Santa Catarina

Com R$ 15,5 bilhões em faturamento, o setor de tecnologia já representa 5,6% da economia de Santa Catarina. São 12,3 mil empresas, com receita média de R$ 1,255 milhão, mais de 16 mil empreendedores e aproximadamente 47 mil colaboradores. Esses números foram extraídos do Observatório ACATE — Panorama 2018, estudo da Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE) em parceria com a Neoway, lançado na última quarta-feira (11) durante cerimônia de recondução da atual diretoria da entidade para os próximos dois anos.

Segundo o presidente da Associação, Daniel Leipnitz, o Observatório ACATE nasce para ser um ambiente que reúna as informações e dados atualizados, bem como futuros estudos e análises setoriais. O Panorama 2018, como primeiro estudo, busca apresentar o posicionamento dos polos tecnológicos catarinenses em relação aos demais do Brasil. “Queremos deixar à disposição da sociedade dados de alto nível atualizados sobre o setor de tecnologia e com esses números contribuir para direcionar políticas públicas de melhoria do setor, buscando ainda mais inovação,” explica Leipnitz. O projeto tem o apoio e cooperação da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (FIESC), com compartilhamento de informações entre as instituições e seus observatórios setoriais, e contará com um espaço físico no Centro de Inovação ACATE — Primavera, em Florianópolis (SC).

O ecossistema inovador de Santa Catarina

Quando a ACATE foi fundada, em 1986, eram 129 companhias do segmento em SC — ou seja, o crescimento foi do setor foi de quase 10.000% em pouco mais de 30 anos. Hoje o estado é o terceiro maior do Brasil em densidade de colaboradores (relação entre o número de pessoas que trabalham no setor de tecnologia por 100 mil habitantes), perdendo apenas para o Amazonas e o Distrito Federal. Em faturamento médio, ocupa a quarta posição.

Entre 2015 e 2017, o número de empresas catarinenses de tecnologia subiu 3,42%. Esse crescimento foi impulsionado principalmente pelas regiões Serrana e Oeste, que tiveram um aumento de 10,44% e 4,75% na quantidade de empresas, respectivamente.

O maior polo tecnológico do Estado é a Grande Florianópolis, que também se destaca nacionalmente. Com quase 4 mil empresas, seu faturamento total é de R$ 6,4 bilhões e emprega 16,5 mil pessoas. Este número leva a capital catarinense à liderança no ranking nacional de densidade de colaboradores: a cada 1 mil habitantes, 25 trabalham no setor de TIC. Além disso, é o segundo polo brasileiro em densidade de empresas por habitantes, atrás apenas de São Paulo. Em relação ao faturamento médio, Florianópolis fica com a quarta posição, com R$ 1,8 milhão por empresa.

Blumenau, berço do ecossistema catarinense de tecnologia, continua sendo um dos principais destaques do Estado e chamando atenção nacionalmente. Seu polo tecnológico ocupa a quinta posição no ranking de faturamento médio, com R$ 1,68 milhão. Em Santa Catarina, o Vale do Itajaí é a região que concentra o segundo maior número de empresas, são 3,3 mil negócios na área de TIC. Também é vice-líder em número de empreendedores, com 4,3 mil, e quantidade de colaboradores, com 10,3 mil.

Joinville ocupa 7º lugar do ranking nacional quando se analisa o faturamento médio das empresas, com R$ 1,2 milhão, à frente de grandes centros como São Paulo. Sua região, o Norte catarinense, tem o maior percentual de empreendedoras no setor, o que corresponde a 30,3%. As mulheres representam ainda 43,5% da força de trabalho, sendo a maior participação feminina do Estado na área de TIC. Outro destaque da mesorregião é a proporção de empreendedores com nível superior — 67,7%, a maior de Santa Catarina.

Na região Oeste, são 1,2 mil empresas, que faturam R$ 1,2 bilhão e empregam 4,6 mil pessoas. Já o polo tecnológico da região Serrana apresenta R$ 481 milhões em faturamento, conta com 392 empreendedores e 336 companhias. Três mil pessoas trabalham no setor de tecnologia da Serra.

Com pouco mais de 1 mil empreendedores no setor, a região Sul de Santa Catarina também está se consolidando como polo tecnológico. São 948 empresas de tecnologia, que faturam R$ 857 milhões e contam com cerca de 3 mil colaboradores.

O Panorama 2018 do Observatório também mostra que as empresas associadas à ACATE desempenham melhor, geram mais empregos e crescem mais do que a média estadual. Juntas, elas faturam R$ 10,27 bilhões, representando aproximadamente 3,2% da economia de Santa Catarina. A receita média é quase 10 vezes maior: de R$ 12,46 milhões entre as associadas e de R$ 1,26 milhão para as outras empresas.

De acordo com Leipnitz, diversas iniciativas contribuem para que as associadas tenham melhores resultados. “As verticais de negócios, por exemplo, são grupos de empresas de tecnologia de um determinado nicho de mercado. Nelas, a união entre empresas, mesmo quando são concorrentes, proporciona a troca de experiências e o fortalecimento do setor. É preciso colaborar de forma voluntária, com respeito às diferenças e se sentindo parte do todo”, diz.

O estudo completo está disponível em www.acate.com.br/observatorio.

Fonte: ACATE

Tags, , , , , , ,

Fernando Sete assume cargo de gerente de engenharia da Aruba HPE para o Brasil

A Aruba, empresa da Hewlett Packard Enterprise, está anunciando a nomeação de Fernando Sete como novo líder do time de engenharia para expandir a participação empresa no mercado de mobilidade e redes Wi-Fi, campus core e segurança em segmentos Enterprise, PME e operadoras.

De acordo com o executivo, manter os times de engenharia e de vendas atualizados é um desafio e um trabalho constante. “Tenho como principal objetivo desenvolver e liderar time de engenharia Brasil para que a Aruba se consolide como líder em soluções de mobilidade, redes Wi-Fi e segurança de acesso. Meu desenvolvimento pessoal na carreira executiva e gerencial depende de uma equipe bem preparada e do sucesso da Aruba no Brasil. Vou trabalhar muito forte, motivado e focado para que isso ocorra”, diz Sete.

Segundo ele, uma das prioridades para o novo cargo será alcançar clientes que compram e implementam redes de forma tradicional e mostrar novos conceitos de mobilidade, segurança, automação e gerenciamento que mudam radicalmente a forma de desenhar e implementar a rede. “Estamos fortalecendo nossos times de engenharia e vendas, buscando novos profissionais e investindo na capacitação dos times internos e canais de vendas estratégicos. Com um trabalho próximos aos clientes, vamos nos empenhar em definir necessidades do mercado brasileiro e adequá-las às soluções Aruba da melhor forma possível”, explica.

Fernando carrega em sua bagagem mais de 20 anos de experiência no mercado de redes e engenharia. Iniciou sua carreira na UOL, em que trabalhou por três anos como engenheiro de sistemas e ingressou na HP em 2010 acompanhando a aquisição da Aruba em 2015. Antes de assumir o novo cargo, o executivo era consultor de sistemas de engenharia de rede e tinha sob sua responsabilidade entender as demandas de rede do mercado brasileiro, desenvolver planos de capacitação e de vendas para a equipe interna bem como a divulgação das tecnologias e soluções Aruba para clientes estratégicos.

A Aruba, empresa da Hewlett Packard Enterprise, fornece soluções de rede de próxima geração para organizações de todos os tamanhos do mundo inteiro. A empresa provê soluções de TI e de cibersegurança que permitem às organizações atender à geração mais recente de usuários móveis conectados que fazem uso de aplicativos de negócios na nuvem para cada aspecto do trabalho e da vida pessoal.

Tags, , , ,

Fake News, Democracia Internacional e Inteligência Emocional são temas da 6ª edição da “Semana de Educação Executiva” da FGV

A Fundação Getulio Vargas realiza em São Paulo, de 23 a 27 de julho, a sexta edição da “Semana de Educação Executiva”, com 12 palestras gratuitas de grandes nomes do mercado sobre os seguintes temas: Big Data Analytics; O perfil do novo profissional de Relações Governamentais que o mercado busca; Gestão da Mudança – Aspectos Comportamentais e Emocionais; Como Traduzir uma Estratégia Global na Realidade Local e Nacional; A Importância da Medicina Baseada em Evidência para Gestão de Clínicas e Hospitais; Inteligência Emocional: como liderar você mesmo e a equipe; A exclusão dos benefícios fiscais do ICMS das bases de cálculo do Imposto de Renda; Fake News; Como alavancar sua carreira, criando mais valor para sua empresa; Democracia Internacional e Planejamento Tributário como Ferramenta de Gestão de Valor para Profissionais de Finanças.

As palestras ocorrem a partir das 19h, na Unidade da FGV localizada na Rua Itapeva, 432 e contam com a presença de Eduardo Ramalho, Raul Cury Neto, Tauan Mendonça, Guilherme Maciel, Bruno Perman, Edmarson Barcelar Mota, Marcos Gaio, Fábio Ferreira de Carvalho Junior, Joceli Drummond, Renato Nunes, Salomão Fridman, Douglas Silveira, Paula Miraglia, Antonio André, José Henrique Bortoluci e Renan Santos.

Para participar, os interessados devem se inscrever pelo link http://portal.fgv.br/eventos/6a-semana-educacao-executiva

Vale ressaltar que as vagas são limitadas, por ordem de chegada, e o espaço é sujeito a lotação.

Confira a programação:

23/07 – SEGUNDA-FEIRA

Palestra: O que você está perdendo por não usar o Big Data Analytics

Palestrante: Eduardo Ramalho

Palestra: O perfil do novo profissional de Relações Governamentais que o mercado busca

Palestrantes: Raul Cury Neto, Tauan Mendonça, Guilherme Maciel e Bruno Perman

Palestra: Democracia entre indignados: da emergência global à crise da representação

Palestrante: José Henrique Bortoluci

24/07 – TERÇA-FEIRA

Palestra: Gestão da Mudança – Aspectos Comportamentais e Emocionais

Palestrante: Edmarson Barcelar Mota

Palestra: Como Traduzir uma Estratégia Global na Realidade Local e Nacional

Palestrante: Marcos Gaio

Palestra: Importância da Medicina Baseada em Evidência para Gestão de Clínicas e Hospitais

Palestrante: Fabio Ferreira da Carvalho Junior

25/7 – QUARTA-FEIRA

Palestra: Inteligência Relacional (IR) – Liderar a si mesmo e a Equipe

Palestrante: Joceli Drummond

Palestra: A exclusão dos benefícios fiscais do ICMS das bases de cálculo do Imposto de Renda e da Contribuição Social sobre o Lucro e a Lei Complementar nº 160/2017

Palestrante: Renato Nunes

Palestra: Diretor Financeiro – O Maestro do Negócio

Palestrante: professora Carla Beni e professor Salomão Fridman

26/7 – QUINTA-FEIRA

Palestra: Fake News

Palestrante: Douglas Silveira e Paula Miraglia

Palestra: Como alavancar sua carreira, criando mais valor para sua empresa

Palestrante: Antonio André Neto

27/7 – SEXTA-FEIRA

Palestra: Planejamento Tributário Como Ferramenta de Gestão de Valor para Profissionais de Finanças

Palestrante: Renan Santos

Conheça os cursos da FGV: www.fgv.br/educação-executiva

Semana de Educação Executiva

Data: 23 a 27 de julho de 2018

Local: FGV/SP – Rua Itapeva, 432 – próximo ao metrô Trianon Masp

Tags, , , , , ,

AlmavivA aumenta faturamento de R$ 3,5 milhões para R$ 1 bilhão em apenas 10 anos no Brasil

A AlmavivA do Brasil, uma das principais empresas do segmento de contact center, customer relationship management (CRM) e trade marketing, conquistou o terceiro lugar no setor em apenas uma década de atuação no Brasil. De 2006 para 2016, o número de funcionários da companhia saltou de 801 para 30 mil, e ela registrou crescimento de R$ 3,5 milhões para R$ 1 bilhão de faturamento.

Já em 2017, a AlmavivA do Brasil obteve de sua matriz, na Itália, € 250 milhões – em operação de euro bonds assessorada pela Goldman Sachs. Desse total, vieram para o Brasil R$ 280 milhões (€ 75 milhões, aproximadamente) – parte como equity e empréstimo intercompany, permitindo quitar todos os débitos com bancos locais, reforçar o caixa e avaliar oportunidades atrativas de M&A.

“Com esse aporte, a AlmavivA substituiu uma dívida muito cara, geralmente de curto prazo, por capital e empréstimo de longo prazo, a uma taxa extremamente vantajosa, permitindo à companhia um diferencial competitivo para 2018 e próximos anos”, explica Alberto Ferreira, diretor-geral de Business.

Além do crescimento em capital financeiro e capital humano, a companhia também ampliou sua estrutura no País, de modo que em pouco mais de uma década passou a contar com 12 sites e 8 escritórios distribuídos em cidades brasileiras como Aracaju (SE), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Guarulhos (SP), Juiz de Fora (MG), Maceió (AL), São Paulo (sede e central na capital) e Teresina (PI).

Para este ano, de acordo com Alberto Ferreira, a AlmavivA do Brasil pretende adquirir empresas que ampliem ainda mais seu portfólio, considerando suas três competências cruciais para manter-se no mercado: “Robustez financeira, know how e tecnologia vindos de nossos laboratórios internos de tecnologia”, enfatiza o executivo.

Tags, , , , , ,

Tecnologia de reconhecimento facial auxilia consumidores na hora do check-in em aeroportos brasileiros

Trazer mais agilidade ao check-in e inovação para seus consumidores foram motivações que há cerca de um ano, levaram a GOL Linhas Aéreas Inteligentes a entrar em contato com a startup brasileira de reconhecimento facial FullFace. Juntas, as empresas implementaram o Selfie Check-In, processo de confirmação de reservas pelo celular, por meio de uma “selfie” do passageiro. A solução da startup brasileira, desenvolvedora de uma tecnologia proprietária de reconhecimento da face, faz a companhia somar atualmente mais de 500 mil clientes cadastrados. Em um ano, foram realizados mais de 1 milhão de processos de Selfie Check-In.

A GOL é a pioneira no mundo em oferecer esta opção aos passageiros de voos domésticos ou internacionais. “O reconhecimento facial já é uma opção em todo e qualquer lugar que seja necessário a identificação do usuário. A FullFace tem a tecnologia que torna viável a utilização de forma segura e eficiente, em ambientes web, mobile e físicos, para que empresas quebrem paradigmas e busquem novas opções de identificar seus usuários de forma segura, ágil e inovadora”, explica Danny Kabiljo, CEO da startup.

Kabiljo ressalta também que o reconhecimento facial é uma tecnologia eficiente e de fácil integração, uma vez que basta uma câmera de celular ou webcam para viabilizar a identificação de uma pessoa, podendo assim ser aplicada em qualquer setor e de forma integrada em todas os meios utilizados pelo mesmo.

“Trabalhamos com o desenvolvimento interno e criamos um time que observa tudo o que as startups do mercado estão fazendo. Vimos que a FullFace já tinha esta tecnologia que abreviaria nosso tempo de lançamento do produto. Foi um trabalho a quatro mãos: algoritmo da FullFace junto ao nosso desenvolvimento do aplicativo”, explica Paulo Palaia, diretor de tecnologia da GOL.

A leitura dos pontos do rosto se dá pela estrutura óssea, ou seja, informações superficiais como barba ou maquiagem não alteram o resultado final da checagem. Ao invés de uma foto, é gerado um código com cerca de 16 mil caracteres, como um CPF facial, o que garante segurança e privacidade aos dados do cliente. Nenhuma outra companhia aérea no mundo possui esta tecnologia.

Tags, , , , , ,

Inovações de fintechs no mercado financeiro brasileiro são destaques no Fintouch 2018

Um dos maiores eventos de fintechs da América Latina, o Fintouch 2018, acontecerá em 8 de agosto (quarta-feira), das 8 às 20 horas, no Transamerica Expo Center (Av. Dr. Mário Vilas Boas Rodrigues, 387 – Santo Amaro), em São Paulo. Organizado pela Associação Brasileira de Fintechs (ABFintechs), o evento debaterá a importante transformação do mercado financeiro brasileiro graças à nova era de inovação promovida pelas startups financeiras conhecidas como fintechs. Além disso, contará com vasta programação e conectará os principais players do ecossistema ao mercado financeiro, investidores e clientes.

“Vemos o Fintouch como o palco ideal para a exposição máxima de nosso ecossistema de tecnologia financeira. Entendemos que o Brasil já é destaque na América Latina em quantidade e qualidade de fintechs e, nos fortalecendo, podemos nos tornar um celeiro exportador e consumidor de tecnologia no setor financeiro”, afirma o Presidente da ABFintechs, Rodrigo Soeiro.

A Diretora-Executiva da ABFintechs, Stephanie Fleury, que também palestrará na ocasião, ressalta que “além de fomentar importantes debates para o ecossistema, o Fintouch é uma grande vitrine para que as fintechs possam expor suas inovações e soluções inteligentes para otimizar a prestação de serviços no segmento financeiro. São iminentes as possibilidades de parcerias e negócios com impacto positivo no mercado nacional”.

O Fintouch 2018 será divido em três frentes: a “Plenária”, com palestrantes nacionais e internacionais e pitches das fintechs expositoras; a “Feira”, com estandes das principais fintechs do Brasil; e os “Workshops”, com apresentação de cases mostrando a real aplicação ao mercado das soluções inovadoras das fintechs e temas de capacitação para fomentar negócios. A Plenária reunirá especialistas renomados, confira alguns dos já confirmados para a edição deste ano:

Marco Mastroeni, Diretor de Negócios Digitais do Banco do Brasil.
Palestra: Fintegration – O que é integrar um Banco do Brasil ao ecossistema digital.

Ricardo Ramos, Diretor de Transformação Estratégica e Digital do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).
Palestra: Democratizando o Crédito.

Antônio Berwanger, Superintendente de Desenvolvimento de Mercado da CVM (Comissão de Valores Mobiliários); Natalie Hurtado, Diretoria de Supervisão de Conduta da SUSEP (Superintendência de Seguros Privados) e João André Calvino, Chefe do Departamento de Regulação do Banco Central.
Palestra: Sandbox – Construindo o Brasil do futuro.

Marcelo Nunes de Oliveira, Coordenador Geral de Análise do CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica).
Palestra: O papel importante do CADE no sistema financeiro.

André Macedo, Diretor de Inovação e New Ventures do grupo Santander Espanha.
Palestra: Banking: the platform opportunity.

Sérgio Furio, Founder & CEO Creditas; Fábio Neufeld, CEO e co-fundador da Kavod Lending; José Luiz Rodrigues, Sócio titular da JL Rodrigues, Carlos Átila e Consultores Associados e Bruno Balduccini, da Pinheiro Neto Advogados.
Palestra: Impactos da Nova Regulamentação de Crédito.

Ingrid Barth, Head de Negócios na Foxbit; Luiz Roberto Calado, Chief Economist no Mercado Bitcoin e Edisio Pereira Neto, CEO da BitBlue e diretor de Negócios do Grupo B&T.
Palestra: A Criptoeconomia ainda vai fazer parte da sua vida.

A lista completa pode ser conferida no site oficial do evento: www.fintouch.com.br.

Fintouch 2018

Data: 8 de agosto de 2018, quarta-feira

Horário: Das 8h às 20h

Local: Transamerica Expo Center

Endereço: Av. Dr. Mário Vilas Boas Rodrigues, 387 – Santo Amaro, São Paulo – SP.

www.fintouch.com.br

Tags, , , , , ,

Como essa startup quer aproximar as prefeituras dos cidadãos com a tecnologia

Quando Jéferson de Castilhos e Jaison Niehues assumiram cargos comissionados na área de tecnologia da prefeitura de São José, na grande Florianópolis, se depararam como uma realidade obsoleta e morosa. “A minha primeira dificuldade foi conseguir uma caneta para escrever. Para obter esse simples objeto eu precisei enviar um memorando físico, assinado e carimbado para a diretoria de compras providenciar a aquisição”, relembra Jaison.

A mesma dificuldade com os empecilhos burocráticos e consequente falta de agilidade na resolução das demandas era compartilhada por Jéferson. De acordo com ele, muitas repartições públicas -principalmente na esfera municipal- ainda dependem totalmente do papel para se comunicar. “Elas [prefeituras] praticamente obrigam o cidadão a ir sempre presencialmente ao órgão para ter sua resolução concluída”, afirma.

Foi com esse cenário que os dois decidiram criar uma solução que agilizasse esse processo por meio de uma plataforma digital. Assim ambos criaram, em 2014, a 1Doc. A ideia foi desenvolver uma solução que oferecesse transparência para a população nas demandas municipais, além de reduzir custo com a papelada gerada pelas prefeituras. A plataforma permite que o cidadão tenha comunicação direta via internet com a prefeitura do seu município para a resolução de problemas da cidade.

A ideia dos fundadores era desenvolver uma tecnologia em nuvem capaz de acabar com a tradicional morosidade dos processos, repletos de empecilhos burocráticos, e diminuir a dependência do papel nos atendimentos. “As repartições são lotadas de softwares projetados no fim dos anos 90 e a metamorfose para os dias atuais é lenta. Essas condições obrigam o cidadão a ir sempre presencialmente ao órgão para ter sua resolução concluída”, afirma Jaison. De acordo com os fundadores, poucas startups no País se propõem a criar soluções voltadas exclusivamente para o setor público.

O primeiro teste da plataforma foi na prefeitura que ambos trabalhavam. “Esse teste deu muito certo, pois diminuiu o tempo de resposta e aumentou a eficiência e engajamento das pessoas que utilizavam a ferramenta”, conta Jéferson. A solução passou a ser apresentada a outros órgãos públicos, que foram fazendo a adesão, por meio de compra direta ou por licitação. “Nosso primeiro cliente comercializado foi a Prefeitura de Biguaçu, seguida pela de Palhoça e de Itapema, todas de Santa Catarina”, relembra o empreendedor.

Jéferson conta que de início, como em qualquer mudança de rotina, houve um pouco de resistência dos servidores, mas depois de verem a melhoria no dia a dia, a segurança que a ferramenta lhes proporcionaria, e o aumento da eficiência, os servidores e gestores apoiaram o uso. “Tanto que não tivemos até o momento qualquer cancelamento de contrato. E os gestores indicam a ferramenta para seus colegas de cidades próximas, trazendo a transparência como um dos pilares da ferramenta”, diz.

De acordo com os dois, o diferencial da 1Doc é que a plataforma conecta todos os servidores públicos em somente um local, com transparência a partir do registro oficial de quem leu e resolveu. Não é necessário investimento em infraestrutura, já que a plataforma é 100% na nuvem. “Por ser web, integra os processos de comunicação interna, atendimento ao cidadão e gestão documental, trazendo transparência para a administração”, conta Jaison. Outro diferencial seria o baixo custo de implantação, custando em média R$ 20 por usuário ativo.

Além de substituir o papel com a digitalização dos documentos e processos externos e internos, a ferramenta, utilizada atualmente em 33 prefeituras, monitora o andamento das tarefas por servidores ao registrar o responsável por cada etapa, mensurando taxas de engajamento e de resolução, mais ou menos como o site “Reclame Aqui” faz com as empresas que lidam com o consumidor.

Os empreendedores contam que a partir do uso da plataforma já foram atendidas mais de três milhões de pessoas, mais de cinco milhões de documentos foram gerados e mais de 200 árvores poupadas, com a diminuição e eliminação do uso de papel. Outro ponto é o potencial de economia alcançado pelos clientes a partir da comunicação digitalizada. O montante ultrapassa os R$500 mil, de acordo com eles.

O investimento inicial dos empreendedores na criação da solução foi de aproximadamente R$ 150 mil. Após o lançamento, a startup atraiu a atenção da empresa de tecnologia catarinense Softplan, que realizou um novo aporte. O valor não foi divulgado. A empresa possui sede em Florianópolis, com um escritório localizado no prédio da Softplan. Possui 16 colaboradores. A plataforma hoje conta com aproximadamente 5,5 mil usuários ativos, com 38 clientes localizados em diferentes Estados do País. De 2016 para 2017 a startup cresceu 36%. “Nos primeiros quatro meses de 2018 já faturamos 50% do faturado em 2017, e pretendemos chegar a 145% deste total”, afirma Jéferson.

Os empreendedores acreditam que cada vez mais as prefeituras do Brasil irão buscar soluções como a desenvolvida por eles. “Com os movimentos anticorrupção e o apelo da população por mais transparência nos atos públicos, torna-se o momento ideal para os governantes aderirem à soluções tecnológicas que atendam aos princípios da administração pública e alie transparência e eficiência à gestão”, diz Jéferson.

Tags, , , , , , , , ,

The New Digital Workplace Divide: brasileiros que trabalham com tecnologias obsoletas se sentem menos produtivos

De acordo com o estudo The New Digital Divide – Transformação Digital no Ambiente de Trabalho, realizado pelaUnisys Corporation(NYSE: UIS) e que avaliou a importância do uso atual e futuro de recursos digitais no ambiente de trabalho no Brasil e em 11 outros países, a chave para manter os profissionais de hoje produtivos e motivados em relação às suas funções e outros aspectos é garantir a eles tecnologias mais atualizadas.

Os principais resultados do Brasil são:

Mais da metade (52%) dos profissionais digitais em organizações tecnologicamente defasadas (slow tech) expressou frustração com seus empregadores em comparação com a parcela de apenas 3% dos funcionários de organizações líderes em tecnologia (high tech) – uma diferença de mais de 1.600%.

O nível de frustração está diretamente relacionado à ameaça de perda de talentos: funcionários de empresas defasadas tecnologicamente (13%) são mais propensos a deixar seus postos e ir trabalhar em outro lugar quando comparados a seus pares em organizações líderes em tecnologia (apenas um entre 376 entrevistados). Isso é particularmente preocupante considerando que as organizações líderes represtaram apenas 37% de todos os funcionários pesquisados no Brasil.

Os equipamentos são a maior fonte de problemas para os funcionários de organizações slow tech, com 43% deles reclamando que são impedidos de serem mais produtivos por conta de dispositivos obsoletos, ou 169% mais propensos a se sentirem assim do que os que trabalham em organizações high tech (16%).

O movimento “Bring Your Own Device” (BYOD – traga seu próprio dispositivo, em português), associado principalmente aos smartphones, traz consigo riscos substanciais à segurança – em particular, no Brasil. A pesquisa mostrou que quase dois terços dos profissionais digitais (63%) fazem download de aplicações e software sem suporte do grupo de TI de suas organizações, porque são “melhores do que os oferecidos pela empresa” ou porque “a empresa não oferece uma alternativa”.

“Os dados mostram um novo paradigma no ambiente de trabalho digital no Brasil: quase metade das pessoas que trabalham em empresas tecnologicamente atrasadas sentem que equipamentos obsoletos estão limitando a produtividade, sendo que mais da metade está frustrada e pensando em deixar seus empregos”, afirma Fabio Abatepaulo, diretor de transformação digital da Unisys para a América Latina. “Essa frustração é real e tem um impacto emocional tangível – porém, quando se busca a verdadeira razão, isso tem a ver com acesso. Os funcionários querem realizar suas tarefas de qualquer lugar e de maneira simples, sem ter de enfrentar obstáculos. Ter equipamentos com aplicações adequadas e ferramentas de produtividade e colaboração corretas é extremamente importante para garantir o acesso e o relacionamento entre as pessoas”.

A correlação entre tecnologia, produtividade e resultados para os negócios

Esse estudo global entrevistou mais de 12 mil funcionários em 12 países em abril de 2018 para avaliar as atitudes dos profissionais digitais de hoje em relação ao modo como a tecnologia usada no ambiente de trabalho influencia suas rotinas diárias. Também classificou organizações entre high e slow tech com base na resposta dos entrevistados sobre seus empregadores – se estavam à frente ou atrás de seus concorrentes na curva tecnológica.

Embora muitos empresários saibam que funcionários infelizes custam dinheiro, outros tantos ficariam impressionados com o alto valor que esse cenário pode realmente tomar. Um relatório de 2017 publicado pela empresa de pesquisas Gallup revelou que funcionários não engajados custam entre US$ 483 bilhões e US$ 605 bilhões anualmente em produtividade perdida. O custo da perda de colaboradores também não pode ser esquecido – estudos preveem que, cada vez que uma empresa substitui um profissional assalariado, há um custo equivalente a seis a nove salários mensais, em média.

“O cenário é claro. Os profissionais estão à procura de soluções ágeis e modernas para poder trabalhar em qualquer local e quando estão em trânsito. Em última análise, o custo de não atender a essa demanda tem consequências reais para os negócios. Um número considerável de empresas está atrasado na curva tecnológica, colocando tanto elas quanto a economia em risco, do ponto de vista de retenção de talentos, eficiência e produtividade”, explica Eduardo Almeida, vice-presidente e gerente geral da Unisys para a América Latina.

O futuro do local de trabalho

Segundo a pesquisa, quase metade (47%) dos entrevistados vê a inteligência artificial (IAI) como a tecnologia emergente com maior potencial para transformar o ambiente de trabalho nos próximos cinco anos, uma parcela significativamente superior à média global (36%). No entanto, enquanto a maioria dos entrevistados citou familiaridade com IA, apenas 22% afirmaram compreender bem a tecnologia.

O mais importante é que essa falta de compreensão influencia fortemente a crença das pessoas em relação ao impacto de tecnologias emergentes no ambiente de trabalho. Em particular, a pesquisa descobriu que 58% dos funcionários em organizações líderes creem que a tecnologia e a automação podem tornar seus trabalhos obsoletos em cinco anos.

“O medo do desconhecido é poderoso, e é isso que as estatísticas confirmam”, disse Abatepaulo. “No entanto, as organizações que modernizarem suas tecnologias e seus processos de negócio da maneira certa estarão mais bem posicionadas para liderar. Junto com treinamento adequado, as ferramentas de automação e inteligência vão ajudar a capacitar os profissionais, libertando-os de tarefas entediantes para que possam podem gerar resultados melhores. Acreditamos que a IA vai melhorar o modo como os profissionais trabalham, não substituí-los”, completa.

Faça o download da íntegra do relatório com os resultados mundiais e do Brasil e os detalhes da metodologia da pesquisa aqui.

Faça o download do infográfico do New Digital Workplace Divide e de outras informações aqui.