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Embraer anuncia incorporação da Savis

A Embraer anunciou hoje a incorporação de sua subsidiária Savis Tecnologia e Sistemas S.A. A proposta está em um contexto de reorganização societária e foi aprovada em assembleia de acionistas da Embraer. A decisão tem como objetivo incrementar eficiências operacionais e fortalecer o portfólio de produtos e a posição de mercado da Companhia.

Subsidiária da Embraer, a Savis era dedicada a desenvolver, projetar, integrar e implementar sistemas e serviços na área de monitoramento de fronteiras e proteção de estruturas estratégicas. A incorporação agrega conhecimento crítico às operações da Embraer Defesa & Segurança e torna a empresa ainda mais competitiva, fortalecendo a oferta de soluções integradas para o segmento de defesa e segurança.

“Tenho certeza de que esta decisão trará maior sinergia e importantes ganhos para a Companhia, além de reforçar nosso portfólio e nossa capacidade de atender às necessidades complexas e específicas do mercado de defesa e segurança”, disse Jackson Schneider, Presidente e CEO da Embraer Defesa & Segurança.

Dessa forma, a Embraer Defesa & Segurança passa a ser integralmente responsável pelos projetos atuais e futuros da Savis, como o Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (SISFRON) do Exército Brasileiro, um dos maiores projetos de vigilância de fronteiras em implantação no planeta.

ABGD lança Road Show Huawei Solar

No próximo mês, a Associação Brasileira de Geração Distribuída (ABGD) vai dar a partida em um projeto de tirar o fôlego: o Road Show Huawei Solar, uma unidade móvel totalmente adaptada para cursos de qualificação, com sala de aula, espaço para workshops e uma casa com cozinha e lavanderia, totalmente equipada, abastecida por um sistema de microgeração distribuída on-grid e off-grid real, que será utilizada para as atividades demonstrativas.

A iniciativa, cujo principal patrocinador é a Huawei, também tem o apoio da Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente do Estado de São Paulo (SIMA) e de outras empresas do mercado de energia solar, que levará cursos básicos sobre instalação de sistemas fotovoltaicos para mais de 50 cidades, percorrendo os principais estados do Brasil. A partida está prevista para o dia 3 de maio.

Energia solar significa maior capacidade de produção, energia limpa 24h, custos otimizados, inteligência, eficiência e segurança – essa é a mensagem que a Huawei quer levar a todas as paradas do Road Show juntamente com a ABGD e oferecer uma experiência imersiva ao público visitante. Na casa cenário, o participante poderá ver de perto a solução fotovoltaica inteligente da Huawei para residências, que garante 24 horas de energia limpa, estável, mais barata e sem impactar na rotina e qualidade de vida de seus moradores.

“Imagine uma solução única com base em Inteligência Artificial que garanta o fornecimento de energia limpa dia e noite, de forma muito intuitiva, eficiente e econômica para ambientes residenciais, comerciais e industriais. Isso não é tendência, é hoje tranquilamente possível”, afirma Fábio Mendes, diretor de Canais da Huawei para a América Latina.

O projeto tem três objetivos: conscientizar a população sobre a importância de usar fontes renováveis para a geração de energia; qualificar, com uma sala de aula itinerante, profissionais interessados na instalação de sistemas fotovoltaicos e levar conhecimento para regiões de difícil acesso. “Nossa ideia é contemplar no roteiro as principais capitais e cidades importantes identificadas no trajeto, promovendo a energia solar fotovoltaica na prática”, comenta Carlos Evangelista, presidente da ABGD.

“Preparamos um curso com carga horária de 8 horas, que inclui noções básicas de regulamentação de geração distribuída de energia elétrica, dimensionamento preliminar de projetos solares fotovoltaicos, segurança e qualidade das instalações e vendas”, adianta Evangelista. A expectativa da ABGD é capacitar mais de 2 mil pessoas ao longo do trajeto, que prevê um circuito de 12 meses na estrada.

Além dos aspectos técnicos, o curso aborda diversas etapas do processo de comercialização de sistemas fotovoltaicos e promove o empreendedorismo. Evangelista destaca que a energia renovável pode ser um fator impulsionador na retomada econômica como um todo. “Ao fortalecer o mercado de sistemas fotovoltaicos de uma região, você oferece a residências e estabelecimentos comerciais uma possibilidade de economizar na tarifa de energia, e, aliado a isso, dinamiza a economia e gera vários empregos”, ressalta o presidente da ABGD.

Na casa cenário dentro do caminhão, com cozinha e lavanderia equipadas e alimentadas por energia solar fotovoltaica, demonstra-se como é na prática, no dia a dia, um ambiente cuja eletricidade é gerada ali mesmo, com a luz do sol.

“Ao longo do trabalho da ABGD, identificamos muitas dúvidas na população em relação à complexidade e viabilidade de instalar um sistema fotovoltaico, bem como da garantia de abastecimento de energia”, explica Evangelista. O executivo destaca que na unidade móvel será possível derrubar mitos em relação à geração distribuída.

Priscila Carazzatto, Diretora Comercial da ABGD, acrescenta: “A ABGD tem buscado cada vez mais promover o desenvolvimento de negócios no setor de geração distribuída de energia elétrica. O Road Show HUAWEI Solar traz cobertura nacional e uma grande oportunidade de mostrar um sistema off grid em pleno funcionamento. Vamos poder fornecer meios para incentivar a geração de empregos em um setor em franco crescimento. Estamos falando de um desenvolvimento sustentável do setor, um dos princípios de atuação da ABGD, cujo histórico tem sido este: aliar crescimento econômico, qualificação profissional e benefícios ambientais em projetos transformadores”, finaliza.

Carazzatto adianta que a ABGD já está formatando a segunda fase do projeto, que será um barco itinerante FV navegando no rio Purus (afluente do rio Amazonas), levando treinamento e capacitação para as populações ribeirinhas da Amazônia, além de divulgar e disponibilizar todas as políticas públicas voltadas para energias renováveis e aplicáveis na Amazonia Legal.

Como visitar e participar

A visita ao caminhão, que também contará com a exibição de vídeos sobre energia renovável, será aberta ao público e organizada conforme os protocolos de segurança e distanciamento social estabelecidos para o enfrentamento da pandemia da Covid-19. A ABGD tem o apoio de um infectologista para elaborar um protocolo próprio para o Road Show HUAWEI Solar, que contará com sanitização constante do ambiente, distanciamento entre os participantes, distribuição de duas máscaras para cada aluno e álcool em gel.

Para realizar o curso, é necessário se inscrever pelo site www.roadshowhuaweisolar.com.br e levar 1 kg de alimento não perecível no dia do treinamento. A ABGD também vai convidar empresas locais para contribuir com doações de alimentos, que serão entregues a uma instituição da própria cidade em que a unidade está presente.

ACE abre inscrições para certificação em ESG

Com a agenda de sustentabilidade ganhando força nos meios corporativos, surgiu o que hoje é chamado de ESG – sigla em inglês para environmental, social and governance (ambiental, social e governança corporativa, no português). Levando em conta que a inovação é uma grande aliada na sustentabilidade dos negócios e mercados, a ACE Cortex, braço de inovação corporativa da ACE, lançou o GrowthReport ESG e Inovação com mapeamento mais atualizado do Brasil de startups que atuam no setor. Além disso, trouxe uma iniciativa pioneira com um programa de certificação conduzido pela empresa e participação de nomes como Susan Winterberg, consultora da Universidade de Harvard e Carlo Pereira, Diretor-executivo da Rede Brasil do Pacto Global da ONU. As inscrições vão de 19 de abril a 17 de maio e podem ser feitas pelo site.

O programa tem como foco executivos de empresas nacionais e multinacionais de grande porte, que ocupem cargos estratégicos em nível de coordenação, gerência e diretoria e estejam diretamente ligados a iniciativas de inovação e/ou ESG (Ambiental, Social e Governança).Os inscritos passarão por um processo de análise de perfil para compor a turma. O resultado dos aprovados será divulgado via e-mail no dia 18 de Maio de 2021. Os módulos de preparação acontecerão AO VIVO, via Zoom, nos dias 25, 26 e 27 de Maio, das 18h30 às 21h30. 

“Um dos princípios da ACE é transformar o Brasil por meio da inovação. Essa missão se torna também nossa principal abordagem dentro de ESG. Ou seja, a ACE Cortex ajuda na transformação de empresas, trazendo princípios e valores éticos, em linha com as ambições e negócios futuros estratégicos, com uma imagem de ESG na prática. Queremos despertar nas empresas o desenvolvimento de capacidades e habilidade de perdurar no tempo e sobreviver a mudanças”, pontua Luis Gustavo Lima, CEO da ACE Cortex. 

Confira abaixo o programa completo do ESG management Certificate 

25 de Maio | Módulo 1: Contextualizando o ESG

  • Contexto de mundo: desafios e oportunidades da sustentabilidade; 
  • Agenda 2030 e ESG da ONU; 
  • ESG: Surgimento, definição e objetivos;
  • ESG Frameworks;
  • Boas práticas ESG e Cenário Brasil. 

26 de Maio | Módulo 2: ESG na prática

  • Transformações organizacionais alinhadas ao ESG;
  • Inovação com startups e ESG;
  • ESG aplicado ao RH (iniciativas, diversidade e inclusão, e indicadores de performance ESG);
  • Relações com investidores: investimentos sustentáveis, fundos ESG e investimento de impacto;
  • Índice ESG.

27 de Maio | Módulo 3: Cenário Brasil do ESG

  • Questões legais do ESG;
  • Live Cases

Growthreport ESG e Inovação

No dia 15 de abril, a ACE lançou o Growthreport ESG e Inovação, que além de conteúdos sobre o tema, traz um mapeamento de startups que desenvolvem soluções relacionadas ao tema. O time de research de ACE Cortex dividiu as companhias por principal segmento de atuação: E (ambiental), S (social) e G (governança). Entendendo que as três dimensões são indissociáveis, é importante ressaltar que o recorte é apenas uma forma de facilitar a compreensão da atividade principal de cada uma dessas companhias.

Assim, foram mapeadas 343 startups com soluções relacionadas à ESG no Brasil. Destas, 180 atuam principalmente no mercado de meio ambiente, 130 delas possuem negócios relacionados ao contexto de impacto social e 33 desenvolvem soluções de governança.A metodologia se deu em parceria com a Great Place to Work, combinando o banco de dados de mais de 15 mil startups avaliadas pela divisão ACE Startups, informações públicas de mercado e a rede de contato da ACE Cortex com mais de 80 parceiros corporativos, sendo este o material mais atualizado sobre esse mercado no Brasil.

Logtechs: startups logísticas crescem durante a pandemia

Na contramão de outros setores econômicos, o mercado de tecnologia segue ‘a todo vapor’, mesmo durante a pandemia, e registra crescimento significativo. É o caso das startups nacionais, que receberam valores recordes de investimentos somente no primeiro trimestre deste ano: no total de R$ 11 bilhões – mais que o triplo dos aportes registrados no mesmo período de 2020, de R$ 3 bilhões.

As informações apontam para um aumento ainda mais considerável quando levado em conta o comparativo com o ano anterior inteiro: apenas o montante aplicado de janeiro a março de 2021 representa mais da metade dos R$ 19,9 bilhões investidos em todo o ano passado, ou seja, é 54% maior. Os números são do levantamento “Inside Venture Capital”, desenvolvido pela Distrito Dataminer, unidade de dados da plataforma de inovação aberta chamada Distritoe.

O mesmo cenário positivo se percebe quando avaliado somente o desempenho das startups logísticas, as chamadas logtechs, que também registraram uma alta expressiva no volume de negócios durante o primeiro ano de pandemia. É o caso da Pegaki, startup que conecta o e-commerce ao varejo físico para a coleta e a retirada de mercadorias. Fundada há quatro anos, a empresa vem conquistando espaço no mercado e alcançando patamares cada vez mais altos, principalmente neste momento em que o comércio eletrônico de produtos atingiu níveis nunca vistos antes e a demanda por entregas subiu meteoricamente.

É o que diz o cofundador da marca, João Cristofolini. “Durante os últimos quatro anos, aumentamos bastante nossa rede, captamos importantes investimentos e expandimos nosso portfólio de soluções – como no ano passado, em que lançamos o Drop Off Point, que permite que o cliente vá até pontos de envio mais próximos possíveis de sua casa, sem a necessidade de ir a uma agência de correios. Mas, foi em 2020 que obtivemos nossa maior alta: este foi um ano recorde para nós, em que crescemos mais de 50 vezes. Saímos, literalmente, de cerca de 20 mil entregas por mês, antes da crise sanitária, para quase 1 milhão no ano passado”, afirma.

Expansão que continuou em 2021. “No começo deste ano, anunciamos nossa fusão com a Intelipost (empresa de tecnologia logística para e-commerce), com um plano bem agressivo de crescimento, com o qual pretendemos atingir altas ainda maiores – não apenas no número de pacotes movimentados, mas também no de pontos de coleta e retirada espalhados pelo Brasil. A ideia é ir dos atuais 1.500 pontos para 20 mil ao redor do país em até três anos, tanto no serviço de Pick Up, que consiste em pontos de coleta, quanto no de Drop Off e no de Logística Reversa”, acrescenta.

Outra startup que obteve bons resultados na pandemia foi a curitibana LogComex, especializada em soluções de inteligência para o segmento de comércio exterior, que dobrou de tamanho no período. “Acompanhando o crescimento do mercado de tecnologia, muito acelerado por este momento que estamos enfrentando, tivemos até que aumentar nosso quadro de colaboradores, saindo de uma média de 60 profissionais em 2020 para cerca de 130 atualmente. Outra vantagem que obtivemos foi o fato do home office ter dado oportunidades para encontrarmos talentos, inclusive, de outros estados e regiões do Brasil”, ressalta o diretor de operações da empresa, criada em 2016, Carlos Souza.

Novos Players  Engana-se quem pensa que a atual situação do país beneficiou apenas as empresas que já estavam no mercado – espantando novos negócios. Pelo contrário, o recente cenário abriu espaço também para novos players, como a Stokki, startup especializada em armazenamento on-demand, lançada em dezembro de 2020.

De acordo com o cofundador e CEO da companhia, Edison Kweco, o negócio surgiu com uma proposta muito clara: democratizar e simplificar ao máximo possível a logística nacional. “Trazemos ao mercado diversas informações logísticas – como detalhes sobre vários players do setor, os preços mais acessíveis no momento, planos de contingência para eventuais riscos, entre muitas outras – de forma simples e direta, assim, nossos clientes conseguem focar naquilo que realmente importa: as vendas de produtos e serviços”, pontua.

E o resultado foi melhor do que o esperado. Segundo ele, a marca não apenas foi bem aceita pelo mercado, como cresceu em três meses o que levaria três anos para alcançar. “Em números práticos, já expandimos 150% ao mês somente no primeiro trimestre deste ano, além de termos triplicado nossa carteira de clientes. Agora, nosso principal objetivo é nos tornarmos a principal plataforma de contratação e gestão de serviços de armazenagem e distribuição do país, em um primeiro estágio. Depois, da América do Sul e, por fim, do mundo”, finaliza.

Ponto de Encontro – As principais empresas do segmento e os mais importantes debates a respeito do tema estarão na Intermodal South America 2021, plataforma de negócios voltada exclusivamente aos setores logístico, de transporte de cargas e comércio exterior, que está programada para ocorrer no segundo semestre deste ano, de 1 a 3 de setembro, no São Paulo Expo, na capital paulista.

Magnamed se une ao We Ventures com investimento de R$4,7 milhões

Recursos devem ser direcionados para startups de tecnologia liderada por mulheres e busca atrair empresas da área médica

O Fundo WE Ventures, iniciativa da Microsoft que tem como objetivo incentivar startups de tecnologia liderada por mulheres, anuncia a entrada da Magnamed, fabricante de ventiladores pulmonares, com capital de R$ 4,7 milhões. Por meio do investimento no fundo, a empresa busca direcionar os recursos para startups com inovações principalmente voltadas para a área médica.  

O WE Ventures faz parte das iniciativas do Women Entrepreneurship (WE), programa desenvolvido pela Microsoft Participações em parceria com o Sebrae Nacional e M8 Partners, em associação com a Bertha Capital, que tem como objetivo incentivar o empreendedorismo feminino no país por meio de cursos de capacitação e investimentos para em startups de mulheres empreendedoras.   

A parceria com a Magnamed integra o Mais WE, iniciativa que contempla uma série de investimentos recebidos pelo WE Ventures em diferentes áreas da economia como tecnologia, saúde, educação, seguros, jurídico e sustentabilidade. O Mais WE, por sua vez, é parte do plano Microsoft Mais Brasil, plano de compromisso com o País lançado pela empresa em outubro de 2020, que abrange iniciativas de apoio e compromisso com o desenvolvimento econômico sustentável, englobando programas de sustentabilidade, qualificação profissional e suporte para facilitar a busca por oportunidades de emprego. 

A Magnamed é uma empresa brasileira fabricante de ventiladores pulmonares, fundada em 2005 por Tatsuo Suzuki, Wataru Ueda e Toru Kinjo. A empresa conta com uma experiência importante de investimentos públicos e privados, e tem as gestoras KPTL e Vox Capital como acionistas. “Acreditamos no potencial empreendedor brasileiro, afinal somos fruto dele. E também vemos como urgente a necessidade de ampliar iniciativas lideradas por mulheres dentro deste ecossistema. Por isso decidimos investir no Fundo WE. Queremos impulsionar empresas inovadoras fundadas ou com mulheres em cargos de direção. Para evoluirmos com solidez é essencial fomentarmos a diversidade”, acredita Wataru Ueda, CEO da Magnamed.  

“A entrada de mais uma empresa na nossa rodada de investimentos reforça o sucesso dessa iniciativa e demonstra o crescimento no interesse em fomentar o empreendedorismo feminino no País. Anunciar a chegada da Magnamed é motivo de muito orgulho para nós pois, além de apoiarmos a inclusão de cada vez mais mulheres no mercado de trabalho, a empresa traz inovação para a saúde e atua na fabricação de ventiladores pulmonares, equipamentos essenciais nesse momento que estamos vivenciando”, comenta Franklin Luzes, vice-presidente de inovação, transformação e novos negócios da Microsoft Brasil.   

Para Marcella Ceva, responsável pela equipe feminina do WE Ventures, com a Magnamed será possível trazer ainda mais diversidade de segmentos para o fundo. “Além de incentivar mulheres empreendedoras, também buscamos diversificar o segmento de atuação das startups que recebem o nosso apoio.  Todo o histórico de aportes recebidos pela Magnamed e a experiência que a empresa traz para a nossa iniciativa também são muito importantes para a nova rodada”, comenta.   

Desde a sua chegada ao mercado, em novembro de 2019, o WE Ventures já incorporou dois parceiros estratégicos (Multilaser e Porto Seguro) à sua rede de cotistas âncoras – formada anteriormente por Flex e Grupo Sabin – e pretende captar até R$ 100 milhões em cinco anos. Além disso, o We Ventures já realizou três chamadas para startups, o que resultou em mais de 1.200 empresas inscritas.  

Para participar da rodada de investimento, as startups precisam ter faturamento mínimo anual de R$ 200 mil, ser liderada por uma equipe feminina com pelo menos 20% de participação e ter pelo menos uma mulher com cargo de liderança. A rodada ficará aberta até 22 de maio e para se inscrever no processo seletivo do WE, basta que as interessadas acessem o link:  https://www.we.ventures/ 

Pandemia impulsiona iniciativas de cidades inteligentes

A COVID-19 representa obstáculos para as cidades em todo o mundo, mas, por outro lado, acelerou uma onda de inovação que continuará após a crise. Esse cenário está destacado no novo estudo “Soluções de cidades inteligentes para um mundo mais arriscado”. O estudo ESI ThoughtLab , patrocinado pela Oracle , Deloitte , Intel , e outros, destaca o papel vital que a tecnologia, os dados, a segurança cibernética e as parcerias público-privadas desempenham para garantir um futuro saudável, seguro e próspero para os cidadãos após a pandemia.

O estudo, conduzido em agosto e setembro de 2020, incluiu uma pesquisa com altos funcionários de 167 cidades em 82 países, incluindo Ásia, América do Norte e América Latina, MENA, Europa e África. As cidades representavam 526 milhões de pessoas ou 6,8% da população mundial e variavam em tamanho de menos de um milhão de habitantes (39% das cidades) a quase 27 milhões. Cinquenta e três por cento dessas metrópoles estão em mercados emergentes e 47% em países desenvolvidos. As cidades foram avaliadas e categorizadas com base no progresso em duas categorias: progresso no uso de soluções inteligentes, com as cidades sendo classificadas como “iniciante”, “intermediário” ou “líder”; e o progresso nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas (ODS), com as cidades classificadas como “implementadoras”, “avançadas” ou “velozes”. As cidades que se destacaram em ambas as áreas são consideradas Cidades 4.0 – definidas como cidades hiperconectadas que são sustentáveis ​​e estão bem à frente no uso de tecnologia, dados e envolvimento do cidadão.

Para saber mais, acesse aqui .

• Para as autoridades municipais, a pandemia provou que os programas de cidades inteligentes são imperativos;

• 65% dos líderes dos municípios observaram que a maior lição aprendida durante a pandemia foi o quão cruciais os programas de cidades inteligentes eram para seu futuro;

• 43% aprenderam a importância da continuidade e agilidade operacional;

• 37% dos líderes das cidades disseram que COVID-19 destacou a necessidade de investir mais na atualização da infraestrutura básica;

• As cidades estão apostando em tecnologia, especialmente em nuvem e IA;

• 88% dos líderes municipais identificaram o investimento em plataformas em nuvem como o requisito mais urgente para a entrega bem-sucedida de serviços essenciais e não críticos aos cidadãos;

• 66% das cidades estão investindo pesado em IA e 80% o farão nos próximos três anos, principalmente na área de assistentes digitais e chatbots. As cidades norte-americanas (83%) e pequenas (74%) lideram no uso de IA;

• 31% das cidades vão investir em gêmeas digitais – um aumento de 300% em relação aos 11% que investem nessa tecnologia hoje;

• 100% do Cities 4.0 já fez investimentos pesados ​​em nuvem. Com base nas estimativas de ROI relatadas, o retorno médio sobre os investimentos em infraestrutura digital feitos pelo Cities 4.0 é de 5,74%;

• “Estamos vendo que as cidades mais bem-sucedidas estão se concentrando em tecnologias emergentes que têm um impacto direto na entrega de serviços, como computação em nuvem, IA e assistentes digitais”, disse John Tuohy, diretor de estratégia de Smart Cities da Oracle. “Fornecer acesso remoto para funcionários e residentes é crucial para manter a continuidade dos negócios.”;

• Muitas cidades estão assustadas com a segurança cibernética; cidades inteligentes têm um alto nível de confiança;

• 60% dos líderes municipais não acham que suas cidades estão protegidas de ataques cibernéticos, internacionais ou domésticos, devido a vulnerabilidades decorrentes de restrições financeiras, redução do pool de talentos de TI e outros fatores;

• 95% do Cities 4.0 garantem que a segurança cibernética seja considerada desde o início dos projetos;

• 95% dos líderes de cidades inteligentes citaram o nível mais alto de confiança em sua segurança cibernética, em comparação com apenas 8% das cidades que foram classificadas como iniciantes na jornada de cidade inteligente;

• A necessidade de colaboração é clara e os líderes da cidade estão priorizando parcerias

• 50% dos líderes municipais observaram que encontrar o parceiro certo – setor privado ou público – foi um dos maiores obstáculos para cumprir os objetivos de sua cidade;

• 83% das cidades desejam que seus parceiros ofereçam soluções que possibilitem um alto nível de inovação e, ao mesmo tempo, garantam a segurança e proteção (65%). As cidades norte-americanas (92%) e europeias (92%) valorizam mais a inovação;

• 79% dos funcionários indicaram que o preço não era a principal preocupação na avaliação de propostas de cidades inteligentes. As cidades que estão apenas começando a progredir nos ODS das Nações Unidas (41%) e as da África (47%) estão mais preocupadas com os custos do que suas contrapartidas em outras regiões.

IHM, empresa do Grupo Stefanini, compra 100% da Acsa

A fim de ter uma fábrica com uma linha de montagem que atue em um processo contínuo e integrado, a IHM adquiriu a Acsa, empresa de mecânica que produz painéis elétricos e toda a estrutura para eletrocentros, utilizados por indústrias de diferentes setores. Com 42 anos de atuação no mercado, a Acsa passará a ser 100% integrada ao centro de produção da IHM, inaugurado recentemente em uma nova área. Em 2019, a IHM já havia adquirido 80% da empresa e, neste início de ano, decidiu comprar os 20% restantes como resultado de uma parceria bem-sucedida e aumento de demanda.

Localizado em Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte (MG), o novo site para alocar as duas empresas do Grupo Stefanini possui 25 mil m², o correspondente a quase três campos de futebol. Comparado ao antigo espaço, que tinha 6 mil m², este possibilitará o aumento significativo da capacidade de produção com a atuação conjunta das fábricas. Com mais esta aquisição, a IHM reitera seu posicionamento como a maior integradora brasileira do chão de fábrica ao sistema corporativo .

“Com o incremento de eficiência na nova estrutura organizacional, nós acreditamos que há grandes chances de dobrar nossa capacidade produtiva em 2021.Em 2020 nossa produção média mensal foi de 60 colunas e de 150m² de eletrocentros/skids. O tamanho do novo site, unido às melhorias de infraestrutura e empenho de todos os colaboradores, tornará possível bater os números estipulados”, conta José Luiz Moreira, CEO da IHM.

Edson Manoel, fundador da Acsa, acredita que a empresa atingirá resultados surpreendentes sob a gestão da IHM. “A aquisição pela Stefanini verticaliza o processo industrial e pode atender ainda melhor a base da pirâmide, além de agregar mais valor aos produtos. O objetivo é fortalecer a sinergia entre as duas empresas. Com a integração ao Grupo, esperamos alcançar o crescimento de 150% em um ano e meio”, revela Edson.

A força da união das marcas já se reflete em resultados. “Estamos conquistando novos projetos, inclusive de produtos personalizados para as necessidades dos clientes. Uma grande empresa fechou contrato para a produção personalizada em larga escala, que será atendida de maneira integrada”, finaliza José Luiz Moreira.

Fundada em 1994 como integradora de sistemas, instrumentação, elétrica e TI industrial, a IHM expandiu suas atividades e passou a fazer parte do Grupo Stefanini há seis anos, tornando-se a maior empresa de tecnologia operacional da América Latina. A venture do Grupo Stefanini atua em toda a vertical de indústria: da montagem de painéis e eletrocentros ao uso de tecnologias disruptivas e mudança de mindset para a transformação digital.

Outplacement: por que a ferramenta se tornou peça-chave de Recursos Humanos durante a pandemia?

Demissão humanizada já representa 48% de serviços mais buscados na Thomas Case & Associados. Especialistas explicam suas vantagens em momentos de crise econômica para empresas e colaboradores

No momento mais grave da pandemia, as empresas novamente ajustam seu quadro de funcionários, com demissões e contratações mais estratégicas. O atual cenário econômico conduz desligamentos e otimização de equipes para adequar ao mundo corporativo e a competitividade do negócio.

Na Thomas Case & Associados, a busca por serviços de outplacement representou 48% de procura dentre todos os que são oferecidos pela empresa. “O que se nota é um maior interesse em demissões humanizadas, ainda mais em um período mais traumático para todos, como a pandemia. Fizemos em torno de 390 propostas de outplacement para empresas de todos os tamanhos e do Brasil inteiro”, ressalta Gustavo Vicenze, Gerente de Negócios Corporativos da Thomas Case & Associados.

O outplacement se tornou mais um aliado das corporações neste novo momento, onde o mercado de trabalho está mais instável. O outplacement auxilia nos relacionamentos mais saudáveis entre colaboradores demitidos, empresa e mercado de trabalho, além de ajudar no processo de busca por uma nova colocação rapidamente, que pode contar com treinamentos e aconselhamentos durante esse período. “Um profissional que é o subordinado hoje pode ser o chefe amanhã, por isso é importante manter bons vínculos com ex-colaboradores e conduzir a demissão da melhor forma possível, sendo ainda mais necessário em situações difíceis”, explica Vicenze.

Segundo Norberto Chadad, Presidente da Thomas Case, as demissões humanizadas se tornaram mais essenciais neste momento, tanto para acolher o profissional como para auxiliar as empresas na organização dos seus processos. “É um caminho respeitoso entre a empresa e quem prestou serviço durante algum tempo. O outplacement da Thomas Case & Associados é personalizado, feito a quatro mãos e conduzido por consultores de carreira especializados, com o objetivo de minimizar impactos, ressentimentos e estresse dos desligados, além de reduzir os impactos de ações trabalhistas”, explica.

Por que investir em outplacement nas demissões da pandemia?

Mais do que demissão responsável, o outplacement adota princípios e procedimentos que auxiliam nos processos de tomada de decisão e condução das dispensas humanizadas, que também diminuem a fragilidade psicológica dos funcionários. É um método que proporciona apoio, reposicionamento construtivo, reforça a autoestima do colaborador, redireciona as carreiras e proporciona formas produtivas de prospecção de oportunidades.

Vicenze ainda reforça as impressões notadas pelas equipes de outplacement da Thomas Case & Associados nos últimos meses. Segundo ele, com altas taxas de demissões em setores importantes da economia, como montadoras, bancos e universidades, algumas reclamações são mais comuns em processos que não adotaram o outplacement como ferramenta de demissões: “Além da demissão, o que estes profissionais sofreram em comum?  Muitos dos demitidos lamentam a forma com que as dispensas foram conduzidas. “Decepção”, “indignação”, “grosseria”, “impessoalidade” e “falta de ética” são apenas alguns dos sentimentos negativos relatados com frequência”, revela.

Benefícios do outplacement além da demissão

O outplacement também é um aliado da reputação do empregador. Isso porque, o mercado de trabalho e o profissional moderno buscam empresas referência em humanização dos seus processos e marcas empregadoras preocupadas com o bem-estar dos colaboradores, têm maior destaque.

Entre alguns benefícios do outplacement estão itens como a proteção da reputação, a produtividade e o engajamento dos colaboradores que permanecem na empresa, a diminuição da sensação de insegurança e impactos negativos no clima organizacional, o menor índice de disputas judiciais, entre outros. “Todas as ações preservam a boa relação entre o ex-colaborador e deixa as portas abertas para novas oportunidades que possam surgir. Evita desgastes entre empregador e trabalhador, o que é ainda mais válido neste momento em que todos os envolvidos estão impactados emocionalmente pela pandemia”, explica Chadad.

Mastercard adquire Ekata, empresa especializada em identidade digital

A Mastercard anunciou a aquisição da Ekata, empresa especializada em identidade digital, por US$ 850 milhões. Este é mais um passo da companhia para promover seus esforços de verificação de identidade.

A identidade digital é uma parte fundamental da abordagem multicamadas da Mastercard para a segurança. Em 2019, a empresa apresentou uma nova estrutura para as interações digitais e como elas precisam evoluir, bem como uma forma viável para a identidade digital criar confiança, colaboração e crescimento econômico nos próximos anos. Essa estrutura está em uso em vários setores, desde educação a viagens e cuidados de saúde.

A Ekata trabalha com uma ampla rede de comerciantes, instituições financeiras, agências de viagens, mercados e plataformas de moeda digital globais. A empresa utiliza insights para fornecer pontuações exclusivas, atributos de dados e indicadores de risco, que seus clientes usam para tomar decisões mais informadas. A Ekata ajuda outras empresas a identificar, em tempo real, tanto bons consumidores e organizações, quanto pessoas mal-intencionadas durante a abertura de contas online, pagamentos e outras interações digitais.

“A transição para um mundo mais digital requer soluções reais, para proteger todas as transações e assegurar a confiança em todas as interações”, afirma Ajay Bhalla, Presidente de Soluções de Cibersegurança da Mastercard. “Com a aquisição da Ekata, aprimoraremos nossos recursos de identidade e criaremos uma maneira mais segura e confiável para os consumidores confirmarem sua identidade na nova economia digital”.

Os dados de verificação de identidade, tecnologia de machine learning e experiência global da Ekata, combinados com os programas de prevenção de fraude e de identidade digital da Mastercard, ajudarão as empresas a saber com segurança quem são seus clientes e, por sua vez, ajudarão esses clientes a interagirem online com segurança. Os serviços integrados da Mastercard e da Ekata serão baseados nos compromissos de ambas as empresas para garantir a confiança e o uso responsável dos dados.

“A aceleração das transações online colocou a verificação de identidade digital em primeiro plano, tornando essa uma das maiores oportunidades para construir confiança digital e combater fraudes em todo o mundo”, diz Rob Eleveld, CEO da Ekata, Inc. “As soluções corretas de verificação de identidade permitem inclusão e experiências sem atrito, enquanto garantem a privacidade, o controle e a segurança do cliente. Tornar-se parte da família Mastercard garante uma abordagem mais ampla e coletiva para atender às crescentes demandas da economia digital”, completa.

A união de forças das duas empresas permitirá que ambas ofereçam um serviço de identidade mais abrangente, que pode atender às necessidades de tomada de decisão em tempo real, desde a abertura de novas contas até ajudar os comerciantes a avaliar possíveis fraudes antes que uma transação seja autorizada.

Entregando com estratégia, fortalecendo o valor

Compromisso com a privacidade e a responsabilidade – a Ekata compartilha o compromisso da Mastercard com práticas de dados seguras, centradas no indivíduo, reforçando ainda mais seu valor para o usuário final.

Forte tecnologia de identidade – a Ekata construiu um conjunto básico de serviços de verificação de identidade que ajuda a fornecer proteção e segurança ao comércio do dia a dia. Ao unir recursos, tecnologias e equipes, é possível fornecer ainda mais confiança, muito além da verificação de identidade e da identificação de tendências de fraude

Complementação do Conhecimento – A inclusão das equipes de tecnologia e engenharia da Ekata ajudará a reforçar o suporte que a Mastercard pode fornecer como parceiro único para qualquer consumidor, banco, comerciante, fintech ou para dados do governo, pagamentos, e necessidades dos bancos abertos. Os recursos combinados dos serviços digital-first, de parcelamento e de criptografia ajudarão a possibilitar maior escolha e funcionalidade, com potencial de expansão para pagamentos em tempo real e atividades internacionais.

Assim como nas aquisições anteriores, a Mastercard não espera que essa aquisição dilua seus negócios por um prazo maior que 24 meses. Essa diluição é movida pelos investimentos na empresa, incluindo o impacto da contabilidade da compra e dos custos ligados à integração. A transação está sujeita à avaliação regulatória e às condições habituais de fechamento. A conclusão da transação está prevista para dentro dos próximos seis meses.

A Ekata tem sede em Seattle, com escritórios em Amsterdã, Singapura e Budapeste.

Vertem anuncia investimento superior a R$ 30 milhões e espera crescimento de 20% ao ano

Mesmo em um ano desafiador, a Vertem, holding focada no desenvolvimento de ecossistemas de negócios, manterá seu plano estratégico de investimento, superior a R$ 30 milhões, adicionais aos recursos já empregados na operação, e espera alcançar um crescimento superior a 20% em 2021. A empresa mostrou resiliência e assertividade para enfrentar a crise trazida pela pandemia de covid-19, dedicando esforços para apoiar os clientes com novas soluções e serviços.

“Devido à grande diversidade entre os mais de 150 programas que temos ativos, os impactos da covid-19 puderam ser minimizados no negócio. Dedicamos nossos esforços em apoiar os clientes com soluções e serviços, auxiliando grandes empresas do País no desenvolvimento de estratégias ampliadas de engajamento e fidelidade, visando ao potencial de criação e gestão de grandes ecossistemas de negócios”, afirma Emerson Moreira, CEO da companhia.

Em 2020, o cenário digital, acelerado pela pandemia, passou a oferecer uma abundância de dados nunca antes vista e transformou as relações de consumo. Esses dados permitem a criação de experiências inéditas e oferecem uma proposta de valor hipercustomizada e omnichannel, que vai ao encontro das ofertas da Vertem. Por causa disso, a empresa fez investimentos expressivos para oferecer novos serviços e reforçar sua equipe de dados e business intelligence.

“Nosso modelo de negócios permitiu uma rápida adaptação aos desafios enfrentados no último ano. Para 2021, esperamos dobrar o volume transacionado em nosso marketplace; a estimativa é de superar R$ 5 bilhões de GMV até 2024. Além disso, com esse aumento de troca de informações ricas, também esperamos acelerar os resultados com serviços de dados e tecnologia, trazendo mais inteligência às operações”, completa Moreira.

No último ano, a Vertem fortaleceu ainda mais seu portfólio, com a chegada de novos clientes, como o Iupp, programa de fidelidade B2C do Itaú que substitui o programa Sempre Presente; o Compra Agora, ecossistema B2B liderado pela Unilever; e o Porto Plus, programa de relacionamento B2C da Porto Seguro. Por meio dessas novas parcerias, a companhia passa a ter acesso a um volume estimado de mais de 30 milhões de novos consumidores, que passarão a ser beneficiados e recompensados com suas soluções e produtos.

Outro fator que contribuiu para o resultado positivo da Vertem em 2020 foi o forte crescimento das transações no marketplace da companhia. Por conta das restrições impostas pela pandemia, houve uma migração natural do consumo de viagens e transferência de milhas para as mais de 150 opções de parceiros de produtos e serviços presentes na plataforma.

Além disso, nesse período, algumas iniciativas foram implementadas ou aceleradas com novos investimentos, visando ao lançamento de soluções que contribuam para a digitalização do varejo, a fim de abrir novos canais de captação de consumidores. A Vertem desenvolveu um modelo inédito de design de ecossistemas, no qual contribui com grandes empresas e as estimula a destravar o seu potencial de negócio ecossistêmico e colaborativo.  

Por meio da Premmiar, parceiro para soluções de premiação, a companhia disponibilizou soluções em formato de software as a service (SAAS), para que diversas empresas pudessem otimizar custos e acelerar o desenvolvimento de seus negócios e produtos. Houve ainda o investimento de R$ 15 milhões para a evolução de sua plataforma de loyalty, para que passasse a suportar programas baseados em cashback

Com essa iniciativa, nasceram dois produtos: o primeiro, batizado de Shopping, apresenta novos modelos de receita aos clientes, por meio da geração de créditos em pontos ou dinheiro em seus programas de fidelidade. O segundo, chamado Bis, passa a ser a primeira carteira digital de recompensas do mercado e permite que qualquer cliente crie programas de incentivo ou fidelidade baseados no formato de wallet.

Simultaneamente, a companhia tem investido em tecnologia nas áreas de segurança, infraestrutura e em plataformas, além de realizar as adequações necessárias para atender à LGPD. A empresa também aposta fortemente no canal indireto, que vem crescendo acima de 50% anualmente, com o objetivo de alcançar mais de mil distribuidores nos próximos anos.

“Estamos bem posicionados para colaborar com a disrupção que a transformação digital provoca nas empresas. Nossa aposta em novas soluções e a conquista de clientes importantes reforçaram nossa posição de liderança e contribuíram para que tivéssemos um resultado positivo e um crescimento expressivo. Em 2021, continuaremos investindo para fortalecer as atuais soluções e desenvolver novos serviços, mantendo o foco em loyalty, tecnologia e dados”, finaliza o CEO.

Os caminhos para a desmaterialização dos serviços financeiros no Brasil

Por Raul Moreira

Alguns dicionários definem o ato de se desmaterializar como sinônimo de algo que se desfaz ou se desintegra. Esta descrição poderia encaixar-se perfeitamente, em um futuro próximo, no que concerne ao ambiente de serviços financeiros tradicionais no Brasil. E isso tende a ser tão positivo que poderia culminar no grande salto evolutivo que ainda falta para promovermos a esperada inclusão financeira da nossa população e a definitiva digitalização do dinheiro no país.

Vivemos hoje um contexto no qual três forças estão convergindo, de forma positiva e simultânea, para essa transformação do setor financeiro: a disseminação de novas tecnologias; as mudanças no comportamento dos consumidores frente a um novo mundo digital; e a evolução do marco regulatório do segmento no país.

Essas três forças (tecnologia, comportamento e regulação) formam os alicerces das mudanças que começamos a viver com novos produtos e serviços como o PIX e o Open Banking. Ambos deram a largada para a construção daquilo que o próprio Banco Central do Brasil denomina como Sistema Financeiro Aberto.

Na essência, esse Sistema Financeiro Aberto entrega a sonhada liberdade aos consumidores. Isso porque trata-se de uma nova definição de padrões de troca de informações entre os participantes do sistema financeiro, a qual os dados e informações são de propriedade do cliente – e não mais da instituição financeira – e ele pode portá-las de forma totalmente digital de um concorrente para outro. O que representa um maior poder de escolha para os consumidores. Tudo isso, de forma totalmente digital e instantânea.

É nesse contexto que o PIX e o Open Banking se unem, se entrelaçam e até se confundem em um movimento tão profundo que culminará certamente na criação de novas soluções que permitirão saltos significativos na vida financeira dos brasileiros. São infraestruturas que estão sendo montadas para suportar novos métodos de pagamentos, formas de concessão de crédito, abertura de contas digitais de maneira totalmente intuitiva e instantânea, entre outras. O modelo tem como base um emaranhado de soluções e de plataformas que interligarão instituições financeiras, credenciadoras, fintechs, insurtechs, sociedades de crédito direto, sociedades de empréstimos entre pessoas, corretoras e demais participantes do ecossistema.

Em breve, veremos o PIX viabilizando uma série de inovações, tanto na “indústria” de meios de pagamentos como em outros mercados. Essa nova infraestrutura pode estimular a criação de soluções inéditas ou que venham atender as mais variadas demandas do mercado, tais como empréstimos entre pessoas, leilões virtuais, venda de microsseguros, um novo comércio digital, pagamentos de contas e impostos de forma instantânea, entre outros tantos serviços.

Essas novas tecnologias que começam a se popularizar não irão mais retroceder. Veremos cada vez mais o uso intensivo da inteligência artificial, soluções de biometria e autenticação digital, linguagens de desenvolvimento para plataformas móveis mais simples e acessíveis, padrões de integração baseados em APIs, redes móveis de alta velocidade, blockchain, internet das coisas, além de outras tantas tecnologias que permitem um amplo acesso de novos entrantes no mercado financeiro.

Tudo isso, se desmaterializando em soluções financeiras espalhadas nas mais diversas formas de interação entre consumidores, seja junto ao comércio, prestadores de serviços, indústria ou governo e tendo como ponto de contato múltiplas plataformas de redes sociais, aplicativos de mensagens, de entregas e até de transportes, bem como uma ampla diversidade de modalidades de empresas que estão iniciando a atuação no provimento de serviços financeiros. Estas últimas incluem, por exemplo, carteiras digitais; agregadores de contas; além de novos tipos de plataformas digitais de investimentos, empréstimos ou seguros.

Entre os beneficiados diretamente por todas essas evoluções estão os cerca de 45 milhões de brasileiros ainda não incluídos financeiramente, os mais de 30 milhões de trabalhadores autônomos, os mais de 11 milhões de microempreendedores MEI e outros públicos tão importantes para o desenvolvimento econômico do país.

Por isso, não vejo mais sentido em falarmos de bancarização como um sinônimo de abertura de uma conta em um banco. Seria mais prudente focarmos no conceito de “inclusão financeira” da população, movimento que poderá acontecer a partir de vários instrumentos e participantes do sistema financeiro, desde que autorizados pelo regulador.

Logicamente o sucesso de todas essas mudanças dependerá também do engajamento das atuais instituições participantes, muitas delas grandes bancos e emissores de cartões. Mas, ao que tudo indica, tanto os players já estabelecidos quanto os entrantes já demonstraram forte interesse por essa nova dinâmica competitiva.

Independentemente da obrigatoriedade de disponibilização do PIX e do Open Banking, existe um entendimento do mercado de que a adaptação ao novo contexto regulatório e a consequente transformação digital são temas já profundamente inseridos nas agendas estratégicas de todos os competidores.

Enfim, mesmo com todos os esforços necessários para educação dos usuários e os investimentos para a criação e disseminação de novos produtos e serviços que serão criados a partir da implementação do PIX e do Open Banking, as expectativas são de que esse novo ambiente provoque mudanças significativas em médio e longo prazos na forma como os brasileiros lidam com o dinheiro.

O consumidor do futuro não terá mais de “acessar o seu banco” e sim o seu “banco” – que nem banco precisará ser – estará universalizado, disseminado, inserido e até “desmaterializado” em todas as formas de contato e relacionamento utilizadas por esse novo consumidor no seu dia-a-dia.

Raul Moreira, membro do Conselho de Administração do Banco Original e Coordenador do Comitê de Inovação do Original

Programa Distrito Digital chega para promover a inovação e a transformação digital

Como parte das celebrações dos 61 anos da capital Federal, a Softex e a Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF) anunciam o lançamento do Programa Distrito Digital.

Com recursos da ordem de R$ 3,5 milhões e execução de 18 meses, seu objetivo épromover a inovação e a transformação digital de empresas e organizações do Distrito Federal e da Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (RIDE), bem como desenvolver talentos conectados à nova economia digital.

A iniciativa tem quatro eixos principais: intraempreendedorismo e inovação corporativa; inovação aberta, com empresas conectadas ao ecossistema de Inovação; identificação de talentos para a economia digital e internacionalização.

“A lacuna existente entre o setor produtivo, instituições públicas, academia e mercado é latente no Distrito Federal. Os atores não possuem ações que promovam sua interação e que fomentem a inovação. Justamente por entender que essa atuação integrada é a melhor maneira de promover inovação, desenvolvimento, geração de conhecimento e novas tecnologias e soluções para as diversas áreas e demandas da sociedade é que estamos apoiando propostas como a do Distrito Digital”, explica o coordenador de Tecnologia e Inovação da FAPDF, Gilmar dos Santos Marques.

Marcando a fase inicial do programa, o Laboratório de Modelagem reuniu, no final do mês passado, 50 convidados representando 38 instituições e empresas de diversos segmentos do Distrito Federal para realizar um levantamento das dificuldades, percepções e necessidades de seus principais stakeholders face à transformação digital, à inovação e ao desenvolvimento de talentos para a economia digital, além da promoção de levantamento técnico sobre o ecossistema.

“O impacto que um ecossistema de inovação consolidado, com o efetivo protagonismo da chamada quádrupla hélice – governo, empresas, universidade e sociedade -pode trazer para o desenvolvimento econômico de um país é enorme, estando intimamente ligado à geração de emprego, à produção de pesquisas e ao desenvolvimento de tecnologias”, destaca Diônes Lima, vice-presidente executivo da Softex, acrescentando que o Distrito Digital tem em sua essência a criação de novos polos de inovação e empreendedorismo fora do eixo Sudeste, algo vital em um país com a extensão continental do Brasil.

De forma a conferir tração ao Programa, ainda neste primeiro semestre, serão firmadas parcerias com instituições e entidades de classe, bem como a realização de uma série de eventos temáticos de mobilização, entre meetups e oficinas imersivas sobre inovação e empreendedorismo.

Tudo isso visando o lançamento da Chamada de Intraempreendedorismo no próximo mês de julho. Ela terá como focos a inovação corporativa, o desenvolvimento de intraempreendedores e de talentos para as novas carreiras digitais.

A Chamada de Inovação Aberta terá início a partir de setembro e promoverá a conexão das empresas ao ecossistema de inovação. A fase de capacitação em internacionalização acontecerá a partir de 2022.

O caminho para o Distrito Digital – Embora tenha uma quantidade considerável de startups, o Distrito Federal possui uma discrepância considerável em relação a dados referentes à inovação no cenário nacional. Segundo pesquisa Endeavor, o DF apresenta uma das piores culturas empreendedoras do país se comparado a outros estados brasileiros que possuem um ecossistema mais fortificado e conectado.

Detentor do oitavo maior PIB nacional e com cerca de 86 mil empresas em diferentes setores, o DF se caracteriza como um grande celeiro de oportunidades para o desenvolvimento da inovação. O setor produtivo do Distrito Federal e RIDE tem concentração em atividades dos setores de construção civil, serviços industriais, alimentos, bebidas e minerais não metálicos, que respondem por 91,8% da indústria da unidade federativa. É notório que a indústria local necessita de fortalecimento para aumento da sua competitividade nacional e internacional. Por isso, promover a inovação é um dos caminhos que podem contribuir neste processo de desenvolvimento econômico. 

O Distrito Federal demanda instrumentos de fomento com o intuito de fortalecer o seu ecossistema de inovação e também promover a aproximação das empresas e instituições locais com esse ecossistema, possibilitando não apenas novas oportunidades de inovação, mas também muitas vezes mais eficientes.

Ao mesmo tempo, é igualmente importante o desenvolvimento de uma cultura de intraempreendedorismo nas organizações, que são estratégias e mecanismos para incentivar, promover e desenvolver projetos inovadores a partir de seus talentos internos, utilizando o próprio ecossistema como um importante ponto de apoio nesse desenvolvimento. Para promover esse aculturamento, é preciso discutir e trabalhar a pauta do intraempreendedorismo dentro das empresas e instituições, através de ações de capacitação e práticas de desenvolvimento de projetos, todas atividades previstas no cronograma do Distrito Digital.

Para informações detalhadas sobre o programa, acesse www.distritodigital.org.br

Ranking internacional de maiores empresas de Vendas Diretas de 2020 conta com marcas brasileiras

Elaborado pela Direct Selling News, ranking de maiores empresas do setor em 2020 tem a americana Amway na liderança e a brasileira Natura &Co na segunda colocação

Após fusão com a gigante Avon, o grupo brasileiro Natura &Co alcançou o segundo lugar entre as maiores empresas de Venda Direta do mundo. A primeira colocação manteve-se com a americana Amway, líder no mercado mundial desde 2013. O ranking internacional divulgado na última segunda-feira (19 de abril) é elaborado pela agência “Direct Selling News” e reconheceu outras cinco empresas de Vendas Diretas com operações no mercado nacional: Herbalife (3º lugar), Vorwerk (Jafra) (4º lugar), Young Living (7º), Tupperware (11ª) e Omnilife (25ª).

A Natura figura entre as 10 maiores companhias de Vendas Diretas do mundo desde 2013. Em 2020, ocupava a quinta colocação e, neste ano, após reportar receita de US$ 7,16 bilhões, obteve o segundo lugar. O rápido crescimento veio após a compra das operações da Avon Products, que compõe o portfólio do grupo Natura &Co. — que hoje inclui, também, a australiana Aesop e a britânica The Body Shop. Criada em 1969, a empresa é cotada na Bolsa brasileira desde 2004. A líder do mercado, a americana Amway, reportou receita de US$ 8,5 bilhões no ano passado.

A DSN Global 100 list foi criada com o objetivo de reconhecer as conquistas das empresas de Venda Direta e fornecer uma imagem clara do tamanho do setor, além do verdadeiro efeito deste canal na vida das pessoas e o impacto econômico que as empresas de vendas diretas têm sobre as comunidades em que estão inseridas.

A presidente executiva da Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD), Adriana Colloca, destaca que o segmento, neste período de pandemia, foi uma opção para muitos brasileiros que perderam seus empregos e tiveram suas rendas diminuídas. O setor se inovou por meio da digitalização, permitindo que as vendas continuassem a acontecer sem desrespeitar as regras de isolamento social.

“Notamos a entrada de muitos jovens na força de vendas, que hoje representam 48,1% do total de empreendedores independentes no Brasil (18 a 29 anos), com o uso da tecnologia e mídias sociais para divulgar e vender os produtos e serviços”, disse a executiva. “Atualmente, trabalhar com vendas diretas é uma oportunidade para quem quer empreender com baixo investimento inicial, sem risco e com flexibilidade de horário e autonomia, como almeja grande parte dos jovens brasileiros”, completou.

Hoje, o setor conta com aproximadamente 4 milhões de empreendedores independentes no Brasil e movimentou cerca de R$ 50 bilhões no ano passado, de acordo com a entidade.

Veja a lista das maiores empresas de vendas diretas do mundo, segundo a Direct Selling News, por ordem de receita:

50 Maiores Empresas – Receita 2020 (em dólares)

1- Amway: $8.5B
2- Natura & Co: $7.16B
3- Herbalife: $5.5B
4- Vorwerk (Jafra): $4.48B
5- Coway: $2.8B
6- NU Skin: $2.5B
7- (empate) Primerica: $2.2B
7- (empate) Young Living: $2.2B
9- EXP Realty: $1.8B
10- PM International: $1.71B
11- Tupperware: $1.7B
12- Atomy: $1.48B
13- Oriflame: $1.38B
14- USANA: $1.14B
15- Ambit Energy: $1.12B
16- Telecom Plus: $1.09B
17- POLA: $969M
18- Medifast/OPTAVIA $935M
19- Scentsy: $893M
20- (empate) Beachbody: $880M
20- (empate) Belcorp: $880M
22- Arbonne: $847M
23- MONAT Global: $804M
24- Color Street: $597M
25- Omnilife: $573M
26- Yanbal: $536M
27- MIKI: $515M
28- Plexus Worldwide: $509M
29- NewAge Inc.: $480M
30- Farmasi: $447M
31- Faberlic: $409M
32- New Image International: $403M
33- Nature’s Sunshine Products, Inc.: $385M
34- Prüvit: $363M
35- Hy Cite Enterprises (Royal Prestige): $341M
36- (empate) Pure Romance: $312M
36- (empate) Vestige Marketing: $312M
38- (empate) Fordays: $302M
38- (empate) Menard: $302M
40- New U Life: $272M
41- Pro-Partners: $269M
42- Noevir: $253M
43- Naturally Plus: $234M
44- LifeVantage: $230M
45- Immunotec: $220M
46- Gifarine: $208M
47- BearCereju: $196M
48- (empate) Best World Lifestyle (BWL): $195M
48- (empate) Princess House: $195M
50- Usborne Books and More: $192M

SMU Investimentos e Fundepar buscam startups para investimento mínimo de R$ 1 milhão

A SMU Investimentos – uma das maiores plataformas de crowdfunding de investimentos do Brasil – em parceria com a Fundepar – Gestora de Fundos de Investimento especializada no desenvolvimento de negócios inovadores de alto impacto e potencial de crescimento – lançam oficialmente o  Seed4science.  A união tem como objetivo fomentar empresas de base tecnológica para rodadas de investimento Seed de no mínimo R$ 1 milhão, podendo chegar a R$ 5 milhões, segundo norma 588 da CVM.

“A parceria  visa fomentar empresas que demandem forte investimento em P&D – Pesquisa & Desenvolvimento – para que elas possam usufruir das instalações de última geração que estamos oferecendo. Além disso, pretendemos abrir a oportunidade para o público em geral, para que todos possam investir em empresas de tecnologia de altíssima qualidade e com potencial de crescimento”, explica Diego Perez, Co-Founder da SMU Investimentos.

“Procuramos startups inovadoras com alto potencial de crescimento e intensivas em tecnologia. Oferecemos smart money, apoio na gestão e estruturação da governança, além de uma extensa rede de contato com os principais centros de ciência e tecnologia nacionais, e fundos de investimentos para estruturar as novas rodadas de captação”, afirma Matheus Azzi, Analista de Investimento da Fundepar e Seed4Science.

As startups interessadas devem preencher um cadastro com informações qualitativas como  setor, time e modelo de negócios. Para se inscrever basta acessar o link e no campo de aplicação responder que a indicação é via parceria com a Fundepar.

Ipiranga reforça foco no Turbo, braço de inovação da empresa

A Ipiranga reforça seu foco no Turbo, hub de inovação da empresa. A expansão de escopo tem como objetivo explorar novas oportunidades e acelerar o desenvolvimento de novos negócios, produtos e serviços, dentro dos pilares de Mobilidade, Varejo e Energia. A inovação na entrega de soluções que facilitem o dia a dia e potencializem a capacidade de mobilidade de seus clientes são fatores fundamentais desta novidade.

A ideia é fortalecer as frentes de inovação e sustentabilidade na Ipiranga, junto a startups e grandes corporações, desde novas empresas de tecnologia até grupos consolidados. O novo escopo do Hub, em termos de metodologia, funciona de forma ativa, explorando oportunidades que estejam mapeadas como tendências de futuro nos três pilares. Empresas de inovação parceiras do Turbo, como Ace, Endeavor e Liga Ventures, permitem que o Turbo tenha uma visão holística do mercado, fazendo com que o seu planejamento estratégico esteja aderente ao que existe de mais relevante no ecossistema de inovação. Junto a esses parceiros, a Ipiranga atuará focada em startups de caráter estratégico.

“A Ipiranga sempre mostrou ao mercado sua capacidade de inovar em diferentes linhas de negócio. Antes do Turbo, lançamos o primeiro app de pagamento eletrônico do setor, temos programas diferenciados em eficiência energética e compensação de carbono e fomos pioneiros na implementação de recarga para carros elétricos. Com o hub de inovação e, agora, seu foco expandido, queremos pavimentar ainda mais o caminho para a Ipiranga do futuro, solidificando nossa reputação de empresa inovadora e na jornada sustentável”, disse Barbara Miranda, Diretora de Marketing e Desenvolvimento de Negócios da Ipiranga.

O Turbo, lançado em 2019, foi um marco no investimento em inovação da empresa. Desde então, a área se dedicou a disseminar cultura mais ágil e trazer mais eficiência e menos burocracia a processos internos, além de buscar startups que possuem modelos de negócios aderentes às operações da Ipiranga. As startups interessadas em parceria, poderão se inscrever no site do Turbo

Olist busca desenvolvedores para atuar em aplicativo global

Olist Shops já está presente em mais de 170 países, com a expansão do time scale-up tem projeção de aumentar ainda mais sua operação internacional

O e-commerce é um mercado em constante evolução. Dados da Câmara Brasileira da Economia Digital, divulgados em dezembro de 2020, apontam que as vendas de e-commerce, no país, aumentaram 122% de 2019 para 2020. Nesse contexto, o Olist , scale-up que ajuda quem quer vender a encontrar quem quer comprar, criou, no início da pandemia no Brasil, o Olist Shops , aplicativo gratuito para que qualquer empresa ou pessoa possa criar a sua própria vitrine virtual em menos de 3 minutos.

Ao ajudar muitas lojas a se manterem funcionando no ambiente online, em poucos meses o app já é utilizado em mais de 170 países do mundo, como Estados Unidos, México e Peru. Ainda falando na expansão internacional da empresa, vale lembrar que o Olist recentemente investiu na Nocnoc, startup uruguaia que viabiliza a comercialização de produtos oriundos de vendedores estrangeiros em marketplaces na América Latina

De acordo com Thiago Miashiro, Diretor de Expansão Internacional, com um ano de atuação, o app Olist Shops já atingiu a marca de 270 mil downloads em centenas de países. Com a expansão, também existe a necessidade de crescimento do time, por isso a empresa está em busca de profissionais da área de tecnologia determinados a revolucionar o comércio mundial. “Nossa equipe vai saltar de 15 para 100 pessoas neste ano e a maioria das vagas abertas é para o time de tecnologia. Essa é uma oportunidade para construir uma nova plataforma de relevância global”, ressalta Miashiro.

Sobre a experiência de atuar diretamente no desenvolvimento de um produto global, Dirlei Dionísio, principal Engineer no Olist, relata: “Trabalhar em Shops é fazer parte de um time com engajamento espartano. É ouvir agradecimentos diários de pessoas do mundo inteiro, a quem ajudamos com nosso produto. É ter o otimismo de quem olha para o futuro e vê que estamos apenas arranhando a superfície”.

Confira abaixo as oportunidades abertas para o time Olist Shops:

• Python Developer

Como integrante do time de desenvolvimento é preciso ter conhecimento em: Python 3 e Django; HTML5, CSS3 e Javascript básico; Testes automatizados e/ou TDD; Modelagem e consumo de API’s REST; Modelagem de bancos de dados relacionais (preferencialmente PostgreSQL); Filas Pub/Sub (preferencialmente AWS SNS e SQS); Pair Programming, Testes unitários, Code review; GIT para versionamento de código; Metodologia Ágil (scrum). Link para a inscrição: http://olist.gupy.io/jobs/238003

• Product Manager

Como Product Manager no Olist o papel do profissional será criar estratégias de produto e colaborar com uma equipe multidisciplinar de tecnologia. Esta vaga é preferencialmente para trabalho presencial em Curitiba ou São Paulo. Link para a inscrição: http://olist.gupy.io/jobs/277811

• Tech Lead

Vaga de nível de coordenação responsável por desenvolver o time de engenharia de software alocados dentro das squads em um modelo de agilidade em escala.

Link para a inscrição: http://olist.gupy.io/jobs/799506

• React Developer

Responsável pelo desenvolvimento de aplicações React, fornecendo expertise em todo o ciclo de vida de desenvolvimento de softwares, desde o conceito e projeto até a fase de testes.

Link para a inscrição: http://olist.gupy.io/jobs/791461

• Node.js Developer

Responsável pelo desenvolvimento de aplicações Node.js, fornecendo expertise em todo o ciclo de vida de desenvolvimento de softwares, desde o conceito e projeto até a fase de testes.

Link para a inscrição: http://olist.gupy.io/jobs/792556

• Coordenação de Sucesso do Cliente & CRM

Terá como responsabilidade escalar a operação do aplicativo Olist Shops em todo o mundo com foco no sucesso de quem usa o app para vender e expandir seu negócio. Esta vaga é para trabalho presencial em Curitiba.

Link para a inscrição: http://olist.gupy.io/jobs/677767

• Analista de Marketing Digital – Aquisição e Performance

O Analista de Marketing e Performance dentro do Olist é responsável por implementar e gerenciar nossos canais de mídia de performance, como Facebook, Google, programática e demais plataformas.

Link para a inscriçãohttp://olist.gupy.io/jobs/686023

Além dessas vagas, o Olist está com mais de 40 posições abertas para Curitiba, São Paulo e também para trabalho remoto de qualquer lugar do Brasil. Confira no link . Durante a quarentena , o processo seletivo é feito online e 100% do time está trabalhando de casa. Todas as vagas da empresa são regime CLT e abertas para PcD’s.

IBM lança novas capacidades de Watson para impulsionar IA

A IBM (NYSE: IBM) anunciou novas capacidades para o IBM Watson desenvolvidas para ajudar as empresas a construírem uma IA confiável. Essas capacidades expandem ainda mais as ferramentas do Watson desenhadas para ajudar as empresas a governar e explicar decisões baseadas em IA, aumentando a precisão dos insights, minimizando riscos e atendendo os requerimentos de privacidade e conformidade.

Uma pesquisa autorizada pela IBM encontrou que a confiança, transparência e explicabilidade são as principais preocupações das empresas: 84% dos profissionais de IA entrevistados concordam que os consumidores são mais propensos a escolherem serviços de companhias que ofereçam transparência e uma estrutura ética na forma com a qual os dados e modelos de IA são construídos, gerenciados e usados. Entretanto, as barreiras para o desenvolvimento de uma IA confiável e a mitigação de riscos permanecem generalizadas, com 82% dos profissionais de IA entrevistados dizendo que suas organizações foram impactadas negativamente por problemas, como vieses, com dados ou modelos de IA¹.

Para ajudar as empresas a superar esses desafios, a IBM está continuamente trazendo novas capacidades para seus produtos de Watson que são projetadas para construir confiança em todas as principais fases do ciclo de vida da IA e para ajudar as empresas a alcançarem uma melhor confiança em resultados impulsionados por IA. Essas novas capacidades anunciadas hoje incluem:

• Novas capacidades de gerenciamento da privacidade de dados: O IBM OpenPages with Watson agora inclui um novo módulo de Gerenciamento da Privacidade dos Dados desenhado para ajudar as empresas a solucionarem desafios para a evolução da privacidade de dados. Ao se integrar com o Watson Knowledge Catalog, o IBM OpenPages agora pode fornecer às empresas uma visão holística quase em tempo real de como os dados privados estão sendo usados por toda a organização, de aplicações a modelos de IA. Como novos regulamentos de privacidade sendo decretados ao redor do mundo, as empresas precisam ser capazes de explicar como eles fazem uso de dados pessoais. Essa nova capacidade é projetada para ajudar a automatizar o relatório de informação pessoalmente identificável (personally identifiable information – PII) a fim de melhorar a precisão e reduzir o tempo de auditoria.

• Melhores explicações para previsões de planejamento: O IBM Planning Analytics with Watson incluirá uma página com detalhes estatísticos, desenhada para fornecer fatos mais transparentes e fáceis de entender sobre como uma previsão de predição foi gerada. À medida que mais empresas mudam para recursos de previsão preditiva para fortalecer seus planos financeiros, de vendas e de suprimentos, elas requerem transparência nos modelos e dados utilizados para gerar as previsões. Essas novas características devem estar disponíveis no segundo trimestre para proporcionar aos usuários informações mais granulares, assim como uma maior explicação e responsabilidade em suas previsões.

• Novas capacidades de Federated Learning: Agora o IBM Watson Studio inclui novas capacidades de federated learning como uma antecipação tecnológica para ajudar as empresas a aplicarem técnicas de machine learning em situações nas quais os dados não podem ou não devem ser movidos devido a razões como privacidade de dados, sigilo, conformidade regulatória ou simplesmente o tamanho dos dados envolvidos. Com o IBM Watson Studio, as empresas poderão treinar os modelos de IA em fontes de dados previamente isoladas.

• Novas capacidades de Time Series: O IBM Watson Studio agora inclui capacidades Time Series, em beta, projetadas para enfrentar os desafios de automatização, análise e previsões de dados de time series comumente vistos em muitas indústrias, como finanças, manufatura e varejo. As novas capacidades são projetadas para ajudar as empresas a desenvolver modelos que preveem os futuros valores de um time series baseados em dados ou recursos passados. Time Series no IBM Watson Studio são projetados para alcançar uma precisão através de uma variedade de conjunto de dados que envolvam uma só variável independente – incluindo dados como registro de chamadas telefônicas, dados meteorológicos, tempo de viagem, vendas no varejo, volume de produção e aumento na precisão do insight.

“A IA é tão útil quanto a sua confiança nela. Especialmente nos negócios e quando as apostas são altas”, disse Daniel Hernandez, Gerente Geral de Data and IA da IBM. “O IBM Watson continua entregando novas capacidades críticas para ajudar os negócios a construírem confiança em cada passo do ciclo de vida da IA, para que os líderes dos negócios possam operacionalizar a IA com segurança em toda a nuvem híbrida”, completa.

Marcas líderes globais estão usando o IBM Watson Studio para gerar confiança em seus fluxos de trabalho. A Deutsche Lufthansa AG, maior linha aérea da Alemanha, está usando o IBM Watson Studio para fornecer dados confiáveis e uma base de IA para melhorar a experiência dos clientes e capacitar melhor seus funcionários enquanto alcançam uma excelência operacional.

A IBM está colhendo inovações continuamente de IBM Research para dar às empresas ferramentas, soluções, práticas e habilidades para administrar com responsabilidade a IA, incluindo a metodologia recém-anunciada AI Factsheets, que será comercializada dentro do Watson Studio no Cloud Pak for Data ao longo de 2021. O Factsheets complementa outras soluções existentes, como o IBM Watson OpenScale, IBM Watson Knowledge Catalog e o IBM Watson Machine Learning para proporcionar aos clientes capacidades de governança e de gerenciamento de ciclo de vida de IA de ponta a ponta.

Essa notícia se baseia em um comprometimento de longa data da IBM com a ética e a administração responsável da IA. Além disso, para aplicar os Princípios de Confiança e Transparência através de todo o escopo de operações globais, a IBM recentemente juntou forças com o Fórum Econômico Mundial e a Fundação Patrick J.McGovern para o lançamento do Global AI Action Alliance com foco em guiar as políticas responsáveis, práticas e parcerias necessárias para garantir a cooperação global no projeto, desenvolvimento e uso da IA.

Grupo Experity abre mais 25 vagas na operação de Harpia Cloud para desenvolvedores Salesforce em todo o Brasil

Depois das 50 vagas anunciadas em 2020, O Grupo Experity anuncia a criação de novas 25 posições para profissionais de TI atuarem na Harpia Cloud, unidade de negócios do grupo que é uma das principais parceiras de implementação Salesforce no Brasil. As contratações para desenvolvedores Salesforce serão para diferentes níveis de atuação (júnior, pleno e sênior), em todo o território nacional.

Os times da Harpia Cloud atuam em todas as nuvens Salesforce e os profissionais contratados serão responsáveis por participar nas diversas etapas da implementação da tecnologia nas empresas clientes, desde o levantamento de requisitos até a consolidação da implementação, com uma atuação consultiva técnica e funcional.

As pessoas interessadas nas posições Salesforce na Harpia Cloud, além de possuírem curso superior completo, nível avançado no idioma inglês e boas habilidades de comunicação para atuar diretamente com clientes, deverão cumprir alguns outros requisitos:

Ter conhecimento em desenvolvimento APEX e Lightining, Classes, Visualforce, Triggers, Process Builders, e domínio em REST, SOAP, Microsserviços e Webservices;


Já ter atuado com implementação das nuvens Sales Cloud, Service Cloud, Marketing Cloud ou correlatas;
Experiência em desenho de soluções por meio da plataforma Salesforce e seus produtos;

Além disso, a vivência em projetos desenvolvidos com metodologias ágeis e certificações Salesforce será um diferencial no processo de seleção, que ocorrerá de maneira remota. Os novos consultores contratados receberão em casa equipamentos de trabalho como notebook, mouse e, para alguns níveis, aparelhos celulares. O processo de integração junto ao time também será realizado remotamente. Nessa fase de onboarding, os novos colaboradores conhecerão os processos e estruturas internas, metodologias e rotinas de projeto e passarão por treinamentos e workshops técnicos de produto sobre a tecnologia Salesforce e conceitos de Customer Experience (CX). Os experts do Grupo Experity seguirão trabalhando à distância durante o período de pandemia.

Para se candidatar para uma das vagas na empresa do Grupo Experity, companhia com 17 anos de experiência na implantação dos principais softwares de CRM e CX do mercado, basta aplicar para a vaga desejada na página de carreiras da empresa clicando aqui. As vagas serão preenchidas durante os próximos três meses.

A Harpia Cloud, empresa do grupo Experity é uma das empresas que mais cresce no segmento de implementação CRM e Customer Experience. Somente no primeiro trimestre deste ano, aumentou em 13% seu quadro de colaboradores. Também foi nomeada por 10 anos consecutivos como uma das melhores empresas para se trabalhar em tecnologia segundo o Great Place To Work e foi nomeada pelo segundo ano consecutivo como Innovation of the Year Brasil pela Salesforce.