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Danone é a 1ª grande indústria alimentícia a se tornar Empresa B no Brasil

A realidade atual exige um novo tipo de empresa e a Danone acredita que uma grande indústria, que alcança milhares de consumidores, deva usar sua escala para mudar o sistema atual para modelos mais saudáveis e sustentáveis para as pessoas e para o planeta. Por isso, a Danone Brasil submeteu 100% da sua operação a uma rigorosa verificação e foi certificada como Empresa B – uma empresa que gera voluntariamente impactos positivos na sociedade e no meio ambiente por meio do seu modelo de negócio ao longo do tempo, agindo com responsabilidade e transparência, e comprometida com altos padrões de gestão e melhoria contínua.

Desde 1919, a companhia trabalha para levar saúde por meio da alimentação ao maior número de pessoas possível. E agora, lidera um movimento ainda maior: uma nova forma de fazer negócios, comprovada pela conquista da certificação como Empresa B da 1ª grande indústria de alimentos no Brasil. Ser uma Empresa B faz parte dos nove objetivos globais do Grupo Danone para até 2030, que estão conectados com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU. A letra “B” significa “Benefit” (benefício em português), isto é, empresas que geram benefício social e ambiental por meio do seu negócio.

“A Danone já era a maior Empresa B no mundo e com a conquista da certificação aqui no Brasil, podemos afirmar que o grupo agora possui metade do seu faturamento global proveniente de negócios com a certificação B Corp. E é com muito orgulho que falamos isso, é muito gratificante fazer parte desse Movimento Global de Empresas B”, comenta Mauricio Camara, CEO da Danone Brasil. “Vale destacar que para uma indústria de alimentos de larga escala ser reconhecida como uma Empresa B é um desafio imenso e demonstra não só a nossa essência, mas principalmente o nosso modelo de negócio de impacto. A complexidade da nossa cadeia de valor é incomparavelmente maior a de uma pequena ou nova empresa, e aí está o diferencial e o pioneirismo dessa conquista, que só foi possível devido ao comprometimento, entusiasmo e trabalho incansável de nossas equipes, fornecedores, clientes e parceiros”, finaliza.

As Empresas B promovem culturas empresariais abertas e colaborativas, pois sabem que gerar impactos maiores exige colaboração para alcançar, monitorar e medir o progresso de forma eficaz e permanente. Junto com outras companhias do movimento, a Danone não quer ser somente uma das melhores empresas do mundo, mas também uma das melhores empresas PARA o mundo, e isso é feito por meio das decisões diárias, do portfólio de produtos que contribuem para a saúde e a nutrição, e conectando sucesso nos negócios com o progresso social através de programas e iniciativas socioambientais em toda a cadeia.

“Queremos inspirar e ser inspirados por uma rede de organizações com ideias semelhantes em direção a um modelo de prosperidade compartilhada e duradoura. Queremos incentivar que outras empresas privadas ingressem na construção de uma economia mais igualitária, sustentável e regenerativa para as pessoas e para o planeta. É fundamental que todos os elos da cadeia produtiva sigam essa premissa e pratiquem uma nova economia”, explica Cibele Costa Zanotta, diretora de Assuntos Corporativos da Danone que liderou esse processo no Brasil. “Ser uma Empresa B é uma maneira poderosa de atestar ​credibilidade, confiança e valor​, pois atrai a atenção daqueles que querem​trabalhar, comprar e investir em empresas nas quais acreditam”, completa.

A certificação como Empresa B é rigorosa, dada por uma organização internacional independente, sem fins lucrativos – o B Lab, representado no Brasil pelo Sistema B -, que consegue verificar de forma tangível e mensurável o que a Danone chama de Projeto Duplo, a busca do sucesso econômico de uma forma sustentável, unida ao progresso social. Ele avalia cinco pilares nas organizações: Governança, Trabalhadores, Meio Ambiente, Relação com a Comunidade e Modelo de Negócio de Impacto, ou seja, avalia as empresas de forma 360º.

Francine Lemos, Diretora Executiva do Sistema B, afirma que é muito importante ter marcas como a Danone sendo certificada como uma Empresa B. “Para construir uma nova economia mais inclusiva e sustentável, na velocidade e urgência que precisamos, é necessário influenciar mudanças nas regras do jogo. As Empresas B mostram que o conceito de sucesso na economia pode ser alterado e medido não apenas pelo fator financeiro, mas também pelos impactos sociais e ambientais. Ter grandes empresas repensando essa lógica de mercado por meio de uma nova maneira de fazer negócios é um grande exemplo de que o movimento é possível e pode gerar ganhos enormes para a nossa sociedade”, explica.

Essa certificação é mais um passo da Danone alinhada a visão da companhia One Planet. One Health, e a crença de que cada pessoa pode construir o mundo no qual quer viver por meio de suas escolhas diárias. Por isso, a companhia convida todos a se juntarem a este movimento. Saiba mais em: http://corporate.danone.com.br/empresa-b-certificada

Para ajudar na inovação, por que não usar o desenvolvimento ágil de produtos?

Por Dale Tutt, vice-presidente do setor aeroespacial e de defesa da Siemens Digital Industries Software

Modelo cortesia da Bye Aerospace Inc.

Fizemos alguns avanços impressionantes tanto da perspectiva da sociedade quanto da indústria em meio a esta pandemia implacável. E, embora o setor aeroespacial e de defesa (A&D) tenha sido atingido de maneira excepcional, voltaremos ainda mais fortes, melhores e mais rápidos.

A boa notícia é que estamos vendo muitas inovações atualmente. A propulsão elétrica, por exemplo, está emergindo rapidamente como uma nova alternativa de fonte de energia. Não apenas porque é mais segura e fácil de manter, mas também porque é uma solução de energia verde, o que nos dá esperança de um planeta mais verde. Não importa se falamos de decolagem e pouso vertical elétrico (eVTOLs), táxis aéreos ou aeronaves comerciais, a propulsão elétrica logo estará presente nesses sistemas. E você viu que os aviões supersônicos ressurgiram? Word é um OEM que descobriu como lidar com o estrondo sônico. E as coisas que a SpaceX está fazendo para viagens espaciais? O espaço não é mais domínio exclusivo de grandes corporações e grandes governos. De repente, é a nova fronteira para empresas menores, mais inteligentes e mais ágeis.

Com toda essa inovação, cabe às empresas encontrar novas maneiras de reduzir os riscos e custos de programas e colocar seu produto no mercado com mais rapidez. Quando você pensa na abordagem tradicional em cascata usada há décadas, fica claro que esses ciclos de vida de desenvolvimento de produtos de dez ou quinze anos não se aplicam mais ao nosso ambiente atual. Um novo processo é necessário, que aproveite as tecnologias atuais e promessas para o futuro. Hoje, tudo deve ser feito certo já na primeira vez, em uma fração do tempo. Por exemplo, veja o segmento emergente eVTOL, existem literalmente centenas de startups competindo ferozmente no mesmo espaço; todas querem ser as primeiras!

Introdução do desenvolvimento ágil de produtos em sua organização

Como o nosso setor incorpora a inovação e a complexidade e, ao mesmo tempo, se mantém ágil? A resposta é a introdução do desenvolvimento ágil de produtos. No passado, “ágil” para muitos significava “apressado”, mas isso mudou. Hoje, o desenvolvimento ágil de produtos é uma abordagem moderna para o gerenciamento do ciclo de vida do produto (PLM), fornecendo um processo e programa extremamente bem planejados e executados, com uma série de vantagens para o projeto, teste e manufatura. Imagine o seguinte:

• E se as equipes pudessem construir e testar seus produtos antes de concluir o projeto completo e de fato começar a aprender algo sobre eles?

• E se a integração não fosse apenas gerenciar interfaces com os fornecedores, mas também gerenciar riscos técnicos para que as equipes pudessem gerenciar os cronogramas com mais eficiência?

• E se os silos atuais entre as equipes e os parceiros fossem eliminados para que todos pudessem de fato colaborar e acelerar a inovação?

O desenvolvimento ágil de software legado já existe há algum tempo, mas o setor precisa abordar o desenvolvimento ágil de produtos de uma maneira totalmente diferente. Isso envolve mais do que pessoas, ferramentas e processos; é como uma base central digital que une tudo isso. O verdadeiro desenvolvimento ágil de produtos tem como base um gêmeo digital abrangente para modelos de simulação, CAD 3D e manufatura aditiva, para citar apenas algumas possibilidades (Figura 1). A abordagem ágil é contínua e iterativa e integra teste, validação e verificação do produto e manufatura em todo o processo de desenvolvimento de produto. Com a ajuda do gêmeo digital, os usuários têm acesso a todos os tipos de software e recursos em cada fase do desenvolvimento de produto. A abordagem ágil consiste em dividir um programa em sprints (algo como “corridas”), e dentro de cada sprint, as equipes testam, verificam e validam até que os objetivos de cada sprint predeterminado sejam atendidos.

Figura 1: O desenvolvimento ágil de produtos usa as tecnologias abrangentes de gêmeo digital e thread digital da Siemens para adicionar virtualização, colaboração e automação a cada etapa do processo de desenvolvimento de produto. Modelo cortesia da Zipline International Inc.

Construção e incorporação de sprints

Um sprint divide um programa em partes menores gerenciáveis para que as equipes se concentrem em concluir um aspecto do programa antes de passar para o próximo. O primeiro sprint normalmente estabelece a base do programa e define o próximo sprint. Os sprints podem assumir várias formas, dependendo do produto. Para um novo avião, pode haver o sprint das asas, depois o sprint da cauda e depois o sprint da cabine. Com uma equipe pequena e ágil, é mais rápido dividir o projeto em partes gerenciáveis e focar em cada seção para acelerar a maturidade do projeto. Por exemplo, no caso de uma startup de eVTOL, uma das principais preocupações do sprint inicial provavelmente seria: “Vamos garantir que o avião consegue voar!”

Cada sprint consecutivo adiciona mais funcionalidades ou recursos e também pode introduzir um nível diferente ou um novo tipo de teste. A melhor coisa dos sprints é que as equipes podem se concentrar em metas de curto prazo que atendam às metas de longo prazo do programa. Voltando ao exemplo da empresa de eVTOL, em um sprint intermediário, a equipe provavelmente trabalha no projeto e aperfeiçoamento da integridade estrutural, aerodinâmica e propulsão. Enquanto avança por cada sprint, a equipe faz um projeto mais baseado em simulação. Em seguida, como a empresa eVTOL vai construir o que é testado no túnel de vento? Mas espere, e se depois de todos esses testes, um investidor de última hora pede à empresa que mude de um avião de dois para cinco assentos? É fácil fazer as mudanças necessárias porque a equipe pode voltar aos sprints anteriores. E depois, existem os desafios relacionados à certificação. As empresas enfrentam hoje maior complexidade na hora de obter a certificação de produtos, pois devem levar em conta todas as regulamentações federais, estaduais e locais que devem ser respeitadas. Um sprint com loops de feedback ativo que inclui tanto a verificação virtual do produto quanto a manufatura pode servir como uma ferramenta inestimável nesta fase – e lembre-se, fazer parte do thread digital significa que todos os tipos de dados estão disponíveis para a equipe responsável pela certificação, com rastreabilidade total para acelerar o processo.

Por fim, há a manufatura. Como uma empresa passa do protótipo à manufatura? O poder da transformação digital é percebido aqui na velocidade com a qual as equipes podem se mover na hora de aumentar a taxa de produção. Se elas estiverem construindo aviões, não se trata apenas de lançar o primeiro avião, mas de fabricar 10, 20 ou 50 por mês. Com as ferramentas virtuais e o gêmeo digital de produção, um sprint pode garantir às equipes a compreensão de seus processos de manufatura. Esse processo, também chamado de comissionamento virtual, é a capacidade de usar simulação para validar se a fábrica vai atender a todos os requisitos necessários.

Na minha experiência, é seguro dizer que um sprint elimina o risco do processo e permite que as empresas de A&D atinjam seus objetivos de uma forma muito mais flexível (Figura 2).

Figura 2: Ao incorporar o software Siemens NX em um sprint, as equipes podem otimizar e acelerar os processos de projeto, simulação e manufatura com o apoio total do gêmeo digital. Modelo cortesia da Bye Aerospace Inc.

A abordagem ágil permite incorporar várias disciplinas no processo, como eletrônica, mecânica, simulação e software

Eventualmente, um sprint pode ter elementos de projeto generativo, o que adiciona um novo nível de otimização de vários domínios. O thread de engenharia de sistemas baseada em modelo (MBSE) desempenha um papel importante aqui, pois é uma grande parte do projeto composto e do processo de manufatura. A MBSE também pode ter projetos de sistemas elétricos e mecânicos integrados no processo. Os sistemas elétricos são parte integrante de muitos programas de A&D hoje. A junção desses sistemas elétricos e mecânicos integrados por meio da MBSE pode ajudar a acelerar todo o processo de projeto e garantir a transferência mais rápida do sistema eletrônico para as equipes de conexões de fios e projeto do software.

A abordagem ágil está presente no seu futuro?

Uma das maiores vantagens do desenvolvimento ágil de produtos é que as empresas podem amadurecer seus produtos com mais rapidez, obtendo mais capacidades do produto. Já tivemos clientes que relataram isso. Eles usam ferramentas de projeto conectadas para simulação e testes virtuais que economizaram um tempo significativo do desenvolvimento de produto. Ao unir ferramentas de projeto, engenharia e manufatura em um gêmeo digital abrangente, eles estão acelerando e otimizando o processo geral de projeto, que muitas vezes também envolve reduções consideráveis de custos.

Com os sprints, as equipes tornam-se mais ágeis na execução e tomada de decisões. Além disso, mais pessoas estão capacitadas para tomar decisões melhores com base em informações melhores, pois compartilham o thread digital, que fornece rastreabilidade e conectividade.

Com isso, nossos clientes estão reduzindo o tempo de desenvolvimento de produto por meio do desenvolvimento ágil de produtos. Alguns já reduziram 50% do tempo de desenvolvimento e estão melhorando a qualidade do processo. Na verdade, alguns clientes estão melhorando 90% do rendimento inicial de seus processos de projeto e manufatura, pois têm menos retrabalho quando chegam à manufatura. E assim, com o projeto ágil de produto, você terá benefícios no mundo do projeto e, o mais importante, terá vantagens importantes também no mundo da manufatura.

No final das contas, embora o desenvolvimento ágil de produto ajude as equipes em todo o ciclo de vida do produto a ir mais rápido e com menos risco, o valor real por trás do desenvolvimento ágil de produto está no momento de construir, pois as equipes têm a capacidade e flexibilidade para desenvolver seus produtos.

Cietec anuncia novo Diretor-Presidente

Thiago Velloso, novo Diretor-Presidente do Cietec

Tomou posse, na última segunda-feira (01), o novo Diretor-Presidente do Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia – CIETEC, gestor da Incubadora de Empresas de Base Tecnológica de São Paulo USP/IPEN-CIETEC, Thiago Velloso, em substituição ao Prof. Dr. Claudio Rodrigues, que ocupava o cargo desde 2008.

O novo Diretor-Presidente é executivo e empreendedor, especializado em gestão da inovação, e com um histórico de atuação multidisciplinar e passagens por organizações dos setores público e privado.

Recentemente, Velloso ocupou a Superintendência de Relações Institucionais e Mercado da Desenvolve SP, o banco de desenvolvimento do Governo do Estado de São Paulo onde liderou os esforços de captação de recursos da instituição, bem como sua atuação nas áreas de crédito e investimento em inovação e startups.

Paro o novo Diretor-Presidente, o CIETEC é uma instituição de referência no mercado de startups, que acumula conquistas ao longo de mais de duas décadas de atuação. “Somos um dos maiores ambientes de desenvolvimento de startups do país e inseridos em uma geografia extremamente privilegiada, nos campi da USP e IPEN/CNEN no coração da cidade de São Paulo. Dessa forma, nossa principal missão será extrair o máximo valor desses diferenciais competitivos”, afirmou Velloso, em seu discurso de posse.

Para o Prof. Dr. Marcos N. Martins, o coordenador da Agência USP de Inovação – AUSPIN, o ingresso de Velloso na equipe do CIETEC deve oxigenar a instituição e ampliar a carteira de projetos em colaboração com a Universidade. “Esperamos colaborar intensamente e confiamos que o novo diretor irá aproximar ainda mais o mercado de investidores privados das nossas startups, um movimento fundamental para nossa estratégia de atuação”, ressaltou Martins.

O Superintendente do IPEN/CNEN, Dr. Wilson A. P. Calvo, destacou a brilhante atuação da Incubadora, desde a sua criação em 1998, contribuindo de forma decisiva à formação de uma cultura empreendedora e de inovação no Instituto e na Universidade, com empresas que fazem a diferença nesse momento de pandemia do Covid-19, transformando ciência em tecnologia, no atendimento às necessidades imprescindíveis da População Brasileira.

“Tenho certeza de que a nova gestão saberá valorizar e cultivar as inúmeras conquistas da Incubadora USP/IPEN-CIETEC, além de promover a colaboração entre as nossas Instituições de forma participativa, em prol da melhoria do ambiente de negócios, da geração de renda e empregos ao País. Conte conosco nesse novo desafio”, finalizou.

Mastercard anuncia maratona do Girls4Tech e inspira meninas a desenvolverem habilidades em ciência, tecnologia, engenharia e matemática

No mês do Dia Internacional da Mulher, a Mastercard anuncia uma maratona regional do Girls4Tech, um programa para inspirar meninas a desenvolverem habilidades STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática) que acontecerá pela primeira vez em uma série de eventos virtuais e simultâneos, realizados no dia 8 de março em 15 países da América Latina e Caribe, incluindo o Brasil.

Estima-se que 80% dos empregos que serão criados na próxima década exigirão habilidades de matemática e ciências aplicadas, embora menos de 30% desses empregos sejam atualmente ocupados por mulheres. A Mastercard acredita que é necessário inspirar as meninas a desenvolver seu potencial nas áreas STEM desde a infância.

O Girls4Tech é um programa focado em um plano de estudos STEM exclusivo e interativo que busca impactar 1 milhão de meninas com idades entre 8 e 16 anos em 40 países até 2025. Traduzido para 14 idiomas, seu currículo é baseado em padrões globais científicos e matemáticos que mostram a tecnologia de pagamentos, e é apresentado por colaboradores da empresa como mentores.

Como parte dessa maratona regional, neste dia 8 de março, a Mastercard realizará pela primeira vez uma série de eventos virtuais e simultâneos nos quais um grupo de meninas de 15 países da região da América Latina e do Caribe participará de sessões, a fim de introduzi-las nos campos da criptologia, detecção de fraudes e convergência digital. Os países incluem Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, El Salvador, Guatemala, Jamaica, México, Panamá, Peru, Porto Rico, República Dominicana e Venezuela.

No Brasil, meninas das ONGs Visão Mundial, Cades, Arte Cidadã e Associação de Apoio ao Projeto Quixote participarão da maratona. Pela primeira vez, as atividades serão realizadas além do eixo São Paulo, incluindo a praça de Fortaleza.

“Sabemos que a participação de mulheres em áreas ligadas a finanças e tecnologia ainda está longe do ideal e isso reflete estereótipos de gênero que foram historicamente construídos. O Girls4Tech é uma das formas que encontramos de enfrentar esse problema de frente e esperamos que esses recursos de aprendizado sejam uma maneira divertida de engajar e inspirar garotas sobre as áreas de STEM. Acreditamos que um mundo com oportunidades equitativas cria possibilidades ilimitadas e oferece a todos a chance de liberar seu potencial, perseguir suas paixões e fazer coisas extraordinárias acontecerem”, afirma Sarah Buchwitz, vice-presidente de Marketing e Comunicação da Mastercard Brasil.

Programa Huawei Women Developers impulsiona inovação tecnológica

A Huawei lançou hoje, oficialmente, seu programa HUAWEI Women Developers (HWD), para empoderar mulheres desenvolvedoras a criarem aplicativos e ferramentas com potencial para fazer a diferença no mundo. O programa tem como objetivo incentivar mais mulheres a criarem inovações tecnológicas, proporcionando às participantes mais oportunidades, ferramentas e capacitação para desenvolverem as suas ideias e projetos. Qualquer mulher desenvolvedora, de qualquer lugar do mundo, pode se inscrever para participar do programa no site oficial da HUAWEI Developers.

Durante o anúncio, a Huawei afirmou que, na era digital, mais oportunidades e apoio devem ser dados às mulheres para garantir que elas tenham acesso à educação e treinamentos que as ajudem a ser inseridas na economia digital. Investir na capacitação desse público é uma forma de promover maior igualdade e diversidade no mercado tecnologia.

“Acreditamos que as mulheres liderarão a inovação tecnológica. Esperamos que o programa HUAWEI Women Developers ajude-as a aproveitarem melhor seus talentos e valores únicos, e lhes dê mais oportunidades para demonstrar suas habilidades de liderança. Isso ajudará a tornar nosso mundo um lugar melhor”, afirma Guo Yi, vice-presidente da Huawei Brasil.
O programa HUAWEI Women Developers é a mais nova iniciativa que a empresa anunciou como parte de seu compromisso de promover a igualdade de gênero. O programa oferecerá às participantes treinamentos sobre inovação tecnológica e caminhos de desenvolvimento de carreira, além de oportunidades para que se reúnam com especialistas em tecnologias de ponta de diversas áreas e participem de experimentos e exercícios práticos baseados em cenários. A companhia espera criar uma comunidade especial para mulheres desenvolvedoras na plataforma Huawei developers, e organizar uma série de eventos on-line e off-line.

Até o momento, a Huawei lançou com sucesso programas de treinamento de habilidades digitais semelhantes para mulheres em muitos países, incluindo o Brasil. Mais de 30% dos outros programas de treinamento de TIC da Huawei do Brasil, como o Seeds for the Future, ICT competition,ICT Academy, são mulheres.

O programa HUAWEI Women Developers está agora aberto a mulheres desenvolvedoras de todo o mundo. Para obter mais informações, visite o site oficial da HUAWEI Developers.

Link:http://developer.huawei.com/consumer / en / programs / hwd

Desafio de Impacto Social em busca de um futuro melhor para mulheres e meninas

O Google lança hoje (8/03), Dia Internacional da Mulher, o novo Desafio de Impacto Social para Mulheres e Meninas com o objetivo de apoiar o trabalho de organizações sem fins lucrativos e entidades sociais do mundo todo que promovem o empoderamento econômico de mulheres e meninas.

O Google.org vai oferecer um total de US$ 25 milhões, e as organizações beneficiadas pelo Desafio de Impacto Social receberão consultoria de Googlers, bem como recursos para criarem anúncios e outras formas de apoio que ajudarão a pôr essas iniciativas em prática.

“É responsabilidade de todos garantir que mulheres e meninas, do Brasil ou de qualquer lugar no mundo, tenham condições de viver suas vidas de modo a poderem alcançar seu potencial máximo. Para isso, precisamos enfrentar desigualdades e dar oportunidades”, diz Susana Ayarza, diretora de Marketing do Google Brasil. “Esperamos que o Desafio de Impacto Social possa fortalecer organizações que trabalham com esse objetivo”.

Os projetos serão selecionados por um painel de especialistas que inclui a atriz brasileira Taís Araújo. A lista completa inclui:

•Jacquelline Fuller (VP do Google e Presidente do Google.org)
•Lorraine Twahili (Vice-presidente de Marketing Global no Google)
•Susan Wojcicki (CEO no YouTube)
•Melonie Parker (Diretora de Diversidade no Google)
•Alyse Nelson (presidente e CEO do Vital Voices Global Partnership)
•Kate Garvey (cofundadora do Project Everyone)
•Taís Araujo (atriz e apresentadora)
•Phumzile Mlambo-Ngcuka (Diretora-executiva da ONU Mulheres)
•Graça Machel (Graça Machel Trust)
•Rona Ambrose (Vice-presidente na TD Securities)
•Rigoberta Menchu Tum (Prêmio Nobel da Paz em 1992)
•Fabiola Gianotti (Diretora-geral na Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear)
•Natalia Vodianova (Modelo, filantropista e embaixadora da UNFPA (Fundo de População das Nações Unidas)
•Carolyn Tastad (presidente do grupo norte-americano e executiva sponsor de Igualdade de Gênero da P&G)
•Shakira (cantora e filantropista)
•Ai-jen Poo (Diretora da National Domestic Workers Alliance, Caring Across Generations)
•Adejoke Orelope-Adefulire (Assistente especial da presidência da Nigéria para ODS)
•Graça Fonseca (Ministra da Cultura de Portugal)
•Lisa Mensah (presidente e CEO da Opportunity Finance Network)
•Juliana Rotich (empreendedora)
•Amanda Gorman (poeta vencedora do National Youth Poet Laureate)
•Mary Robinson (ex-presidente da Irlanda e Alta Comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos)
•Laura Berry (CEO na Supply Nation)
•Saskia Nino de Rivera (cofundadora da Reinserta A.C)
•Amika George (estudante, ativista e fundadora do Free Periods)
•Prajakta Koli (YouTuber e atriz)

As inscrições vão até o dia 09 de abril.

Mara Luquet media série especial da Zoop que destaca inclusão das mulheres no mercado financeiro

Para celebrar o Dia Internacional da Mulher, a Zoop, fintech líder em tecnologia para serviços financeiros, convidou a jornalista Mara Luquet, fundadora do canal MyNews, apontado pelo Google como benchmark de jornalismo na plataforma, para mediar uma série de três episódios de seu podcast, o “Papo na Nuvem”. No especial denominado “Mulheres”, a jornalista recebe convidadas dos setores de tecnologia e serviços financeiros, para debater o papel das profissionais nestes segmentos e destacar soluções financeiras criadas para atender demandas do público feminino. Os episódios serão publicados de 8 a 12 de março nas principais plataformas de áudio e em vídeo no canal da Zoop no Youtube .

Em cada episódio, Luquet receberá duas profissionais com destaque por suas atuações no mercado financeiro, abordando o papel da mulher neste mercado e destacando soluções financeiras focadas no público feminino. As participantes são Aline Fróes, cofundadora do Vai na Web; Ana Leoni, superintendente de Educação Financeira na ANBIMA; Carolina Cavenaghi, cofundadora do Fin4She; Fernanda Ribeiro, cofundadora da Conta Black; Lorena Louisy, CEO do TPM Bank; e Mellissa Penteado, CEO do Bancoin.

Mara Luquet ressalta a importância do debate sobre o espaço para as mulheres que atuam no mercado financeiro, historicamente dominado, setor ainda predominantemente masculino. “Isso não é só uma questão no Brasil, o mercado financeiro é um mercado muito masculino. Há muitos homens em postos chaves, e mesmo no Brasil ainda vemos poucas mulheres como gestoras – há mais do que já teve no passado, quando eu comecei a cobrir nesse mercado era bem menos, está avançando. E vemos isso no mundo inteiro”.

A proposta da série é destacar o protagonismo das mulheres na transformação e democratização do setor de serviços financeiros, que vem crescendo no Brasil nos últimos anos. “O objetivo desta campanha é reunir profissionais bem sucedidas e empreendedoras para debater a inserção profissional da mulher no mercado financeiro, bem como destacar novas soluções financeiras pensadas para atender demandas específicas do público feminino”, afirma Patrícia Esteves, VP de Marketing da Zoop.

O primeiro episódio reuniu as executivas Lorena Louisy, CEO do TPM Bank, e Mellissa Penteado, CEO do Bancoin, para apresentar serviços financeiros criados especificamente para mulheres. As convidadas comentam as oportunidades e desafios vistos ao tirarem do papel soluções e serviços de pagamento focados em atender demandas femininas. A conversa pode ser ouvida nas principais plataformas de áudio a partir do dia 08 de março: https://zoop.com.br/papo-na-nuvem-mulheres .

Os dois outros episódios, com lançamento agendado para os dias 10 e 12 de março, abordarão outras perspectivas sobre a inclusão e participação das mulheres nos mercados de finanças e tecnologia. O segundo conteúdo, com a participação da Aline Fróes, cofundadora do Vai na Web, e da Fernanda Ribeiro, cofundadora da Conta Black, trará para o centro da discussão a inclusão de desbancarizados para serviços financeiros, grupo do qual ainda fazem parte uma grande quantidade de mulheres.

O último episódio será focado em carreira no mercado financeiro, ao reunir duas mulheres que diariamente trabalham para quebrar as barreiras do setor e atrair outras profissionais para o segmento: Ana Leoni, superintendente de Educação Financeira na ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), e Carolina Cavenaghi, cofundadora do Fin4She, iniciativa que promove a inclusão de mais mulheres no mercado de trabalho da área. As duas especialistas contaram sobre suas trajetórias e detalharam como as iniciativas lideradas por elas estão apresentando o mercado para as mulheres mais jovens e despertando o interesse delas em ocuparem esses espaços.

SoftBank, WeWork e Flávia Gamonar lançam iniciativa para acelerar o crescimento de startups lideradas por mulheres no Brasil

A WeWork, líder global em espaços de trabalho flexíveis, o SoftBank Group International (“SoftBank”) e a consultora Flávia Gamonar anunciaram hoje o lançamento da iniciativa “O Amanhã é delas”, um programa com o objetivo de apoiar o crescimento de startups lideradas ou fundadas por mulheres na América Latina e Estados Unidos.

Como parte da iniciativa, a WeWork fornecerá em torno de US$ 5 milhões em espaços de trabalho flexíveis na América Latina e Estados Unidos para receber empresas selecionadas nos escritórios por um ano, sem custos. Em conjunto, SoftBank e Flávia Gamonar conduzirão sessões exclusivas de mentoria com os participantes, fornecendo apoio e orientação enquanto as empresas selecionadas continuam expandindo seus negócios.

O programa prevê apoiar mais de 60 startups lideradas ou fundadas por mulheres da região. No Brasil, “O Amanhã é delas” selecionará 10 iniciativas. Empresas elegíveis e fundadoras podem sinalizar interesse em participar da iniciativa no seguinte website: we.co/elas. As inscrições serão aceitas até 1h59 de 1º de abril de 2021.

A iniciativa foi estabelecida em resposta ao impacto desproporcional que a pandemia da COVID-19 teve sobre as mulheres empreendedoras da região. Na América Latina, a taxa de participação das mulheres no mercado de trabalho era de 46% em 2020, enquanto para os homens era de 69% (em 2019 elas alcançaram 52% e 73,6%, respectivamente),[1]levando a um retrocesso de mais de uma década no progresso da equidade de gênero e da participação das mulheres no mercado de trabalho da região. [2]Segundo o Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), no terceiro trimestre de 2020, apenas 45,8% das brasileiras economicamente ativas contavam com um emprego formal. Trata-se da menor participação em 30 anos. A questão é tão séria que o tema “Mulheres na Liderança: alcançando um futuro igual em um mundo com COVID-19” foi escolhido pela ONU (Organização das Nações Unidas) para representar o Dia Internacional da Mulher deste ano.

“O programa O Amanhã é delas procura não apenas aumentar a consciência de uma questão crítica que passou em grande parte despercebida durante a crise da COVID-19, mas também impulsionar mudanças significativas e duradouras para as mulheres na força de trabalho”, disse Lucas Mendes, Diretor Geral da WeWork no Brasil.

Estudo do Boston Consulting Group (BCG) indica que, se mulheres e homens estivessem igualmente envolvidos no ecossistema empreendedor, o PIB global poderia aumentar até 6%, impulsionando a economia do mundo inteiro em até US$ 5 trilhões. “Trazer isso para a realidade requer o esforço e o compromisso da sociedade como um todo”, enfatiza Mendes.

“Temos a honra de lançar o programa O Amanhã é Delas, ao lado da WeWork, para apoiar a representatividade das mulheres latino-americanas na força de trabalho após a pandemia”, disse Marcelo Claure, CEO do SoftBank Group International e Presidente Executivo da WeWork. “Ao abordar tanto a região da América Latina quanto as mulheres de cor sub representadas, esta iniciativa combina muitos dos objetivos que o SoftBank se esforça para atingir, particularmente por meio do SoftBank Latin America Fund e do SB Opportunity Fund. Como imigrante da Bolívia, assim como pai de cinco filhas, espero alcançar um impacto positivo entre as mulheres da região, contribuindo para mudanças significativas e sustentáveis tanto na América Latina como no mundo inteiro nos próximos anos”.

A consultora Flávia Gamonar, especializada em educação corporativa e desenvolvimento profissional, apoiará as empresas selecionadas por meio de mentorias. “Como eu mesma sou empreendedora, sei como o início é difícil e estou empolgada para ajudar mulheres e ideias cheias de potencial a crescerem”, comentou.

Em 2020, a WeWork promoveu iniciativa parecida com o objetivo impulsionar o empreendedorismo negro, 11 startups brasileiras foram selecionadas e ocupam escritórios da WeWork, sem custos, atualmente.

[1] CEPAL: https://brasil.un.org/pt-br/111344-cepal-pandemia-retrocedeu-em-mais-de-uma-decada-participacao-das-mulheres-no-mercado-de

[2] IPEA: https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2020/09/07/participacao-das-mulheres-no-mercado-de-trabalho-e-a-menor-em-30-anos-diz-ipea.ghtml

Diploma perde espaço para habilidade técnica na área de TI

Alta demanda de profissionais e falta de mão de obra qualificada têm levado empresas a valorizar conhecimentos adquiridos em cursos livres focados na prática, segundo especialista

Compras, pagamentos, reuniões, cursos, jogos. Atividades que hoje em dia podem e são realizadas de maneira on-line e de qualquer lugar, bastando apenas o acesso a um smartphone. E para que as pessoas tenham acesso a todas essas funcionalidades oferecidas pela tecnologia, existe uma categoria de profissionais que está sendo bastante disputada no mercado de trabalho: os profissionais de Tecnologia da Informação (TI), em especial os desenvolvedores (os devs) ou programadores, como também são conhecidos. Um levantamento da plataforma Catho mostra que a procura por programadores teve um crescimento de até 517% em 2020 em relação a 2019.

“Desde a criação de um site que irá permitir que lojas físicas se tornem e-commerces até automação e processos internos que aumentem a eficiência da empresa dependem das habilidades de um desenvolvedor. São eles que criam todas as plataformas utilizadas para qualquer tipo de negócio no ambiente virtual”, comenta Hugo Rosso, diretor de operações acadêmicas da Digital House. De acordo com um levantamento da Vulpi, plataforma de recrutamento de profissionais de TI, a média salarial dos desenvolvedores pelo País gira em torno dos R$ 5 mil, variando entre R$ 4 mil para um profissional em início de carreira até ganhos acima de R$ 15 mil para cargos de liderança.

Apesar da grande procura e dos bons salários, falta mão de obra qualificada no mercado e muitas empresas têm dificuldades para preencher as vagas. Isso porque no Brasil são formados 46 mil profissionais de tecnologia por ano, número inferior à demanda atual que, segundo levantamento da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), deve ser de 420 mil profissionais até 2024. “Esse déficit acaba impactando e limitando o desenvolvimento do mercado digital e o crescimento de empresas, além de diminuir a competitividade em longo prazo”, avalia Rosso.

Um detalhe importante em relação aos desenvolvedores, já observado pelas organizações, de acordo com Rosso, é que a maioria não aprende programação nos cursos universitários e sim por outros meios, como em cursos livres que oferecem um conhecimento mais técnico. Por conta disso, é grande o número de empresas que já não exigem diploma universitário para a contratação de profissionais de TI. Algumas, inclusive, têm apostado em iniciativas de capacitação de pessoas para ocupar as vagas ociosas.

Exemplo de iniciativa que tem empresas importantes da área da tecnologia como apoiadoras é o mais recente curso lançado pela Digital House, uma das maiores escola de habilidades digitais da América Latina: o Certified Tech Developer. Destinado a jovens que acabaram de concluir o ensino médio, o curso foi desenvolvido para que, em um período de dois anos, os eles adquiram todos os conhecimentos técnicos necessários para sua inserção no mercado de trabalho na indústria tecnológica.

Criado em parceria com o Mercado Livre e a Globant, dois gigantes da tecnologia na América Latina, o Certified Tech Developer tem foco na prática e na formação para o mercado de trabalho. “Esse trabalho em conjunto nos permitiu criar um programa que compreende habilidades técnicas baseadas em metodologias ágeis, além de todo um conjunto de soft skills, consideradas fundamentais para os profissionais do presente e do futuro. Tudo isso em um ambiente de aprendizagem colaborativo e com muita prática”, afirma o diretor de operações acadêmicas da Digital House.

Na prática, a proposta do curso é oferecer ao jovem a possibilidade de ingressar no mercado de trabalho com uma remuneração atrativa, sem que precise fazer um curso universitário. Para isso, o programa se baseia no ensino de habilidades que estão sendo utilizadas por empresas de tecnologia que são referência no mercado. Além disso, a metodologia de sala de aula invertida, em que o aluno estuda a parte teórica nos momentos fora da aula e usa o período de aula para praticar, dá a oportunidade para o aluno ter contato e buscar soluções para problemas reais desde as primeiras aulas, segundo Rosso. “Com toda essa exposição à prática e às metodologias de trabalho mais utilizadas na indústria digital, após a conclusão do primeiro ano, o aluno já está habilitado a trabalhar como desenvolvedor e ter um salário compatível com o que é oferecido no mercado”, finaliza.

Curso: Certified Tech Developer
Inscrições: até 14 de abril
Site: https://www.digitalhouse.com/br/bolsas/certifiedtechdeveloper

Expectativa de inflação para 2021 avança sistematicamente, diz Ativa Investimentos

O relatório Focus revela que o avanço da inflação para 2021 segue em destaque, subindo pela nona semana seguida, de 3,87% para 3,98%. Contudo, para a Ativa Investimentos, tal avanço não influenciou na expectativa de inflação do ano que vem, que permaneceu estável em 3,50%.

“Na Ativa Investimentos promovemos uma revisão recente, de 4,1% para 4,5%, impulsionada, em grande parte, pela inclusão da atual defasagem da gasolina em nossos cálculos, cerca de 15%, no dia 05/03”, explica Guilherme Sousa, economista da Ativa Investimentos.

“Os preços entraram em uma dinâmica ascendente que vem impulsionando as expectativas. De todo modo, a projeção para gasolina no IPCA de 2021 atingiu uma alta de 17,7%”, complementa o economista-chefe da Ativa Investimentos, Étore Sanchez.

Outro destaque dessa semana foi a elevação na expectativa de juros para o final de 2022. “Agora, ao invés de cinco, o mercado espera por seis elevações de 0,25% bps no decorrer do ano que vem, conduzindo a taxa Selic de 5,00% para 5,50%, convergindo cada vez mais para a nossa projeção de 6,00% ao final do ano”, avalia Guilherme.

A perspectiva para o IPCA de fevereiro subiu marginalmente de 0,67% para 0,68%, pouco acima da expectativa da corretora, ajustada para o mês de 0,67%. Na mesma direção, as projeções de março subiram de 0,40% para 0,45%, ainda distante do índice que a Ativa espera (de 0,88%). “Por último, em abril de 2021 o mercado espera elevação de 0,34% no mês, também aquém da nossa expectativa para o mês de 0,60%” diz Sanchez.

Mulheres, ainda temos um longo caminho pela frente

Por Ana Paula Kagueyama, Head Global de Soluções para Clientes do PayPal

É claro que muita coisa mudou para melhor no decorrer dos últimos 50 anos quando pensamos nas oportunidades abertas no mercado de trabalho para nós, mulheres. E também é verdade que temos visto, em todos os veículos de comunicação (impressos, televisivos, radiofônicos, online etc.), mais e mais executivas de sucesso sendo perfiladas. É orgulho que chama, né? Sem dúvida. Mas, ao mesmo tempo, é preciso mantermos um pé na realidade que nos cerca.

Digo isto porque, estes dias, pensando na chegada de mais um mês de março – e do Dia Internacional da Mulher –, deparei com uma nova pesquisa sobre equidade de gênero no mercado de trabalho brasileiro. E os resultados não são animadores como gostaríamos. Realizado pelo LinkedIn, o estudo revela, entre outras coisas, que o principal obstáculo enfrentado pelas mulheres é o “condicionamento social” que faz com que elas se sintam menos merecedoras do que os homens, “criando uma lacuna de direitos que afeta diretamente suas vidas profissionais”.

Não é fácil lidar com isso, sabemos. Ainda há muito preconceito. Mas a porcentagem de brasileiras entrevistadas que acreditam ter menos direitos do que os homens no ambiente de trabalho é de inacreditáveis 82%. E atenção: quase metade (47%) dessas profissionais nunca pediu um aumento ou promoção fora da sua avaliação de desempenho anual, mesmo sentindo que sua performance é acima do esperado para o atual cargo. É a tal Síndrome da Impostora em modo full. 

Síndrome que, diga-se, nos assombra em qualquer momento de nossas vidas. Haja visto que a pesquisa, feita em parceria com a ONG inglesa The Female Lead, entrevistou mais de 2.000 profissionais entre 25 e 55 anos, durante o mês de fevereiro.

Diferentemente dos homens, que “aplicam” para cargos de maior responsabilidade mesmo sem estarem 100% prontos para a missão, as mulheres, a partir do momento em que sentem que merecem uma promoção, costumam esperar, em média, 1 ano e 3 meses para conversar com seus/suas superiores. A pergunta que fica é simples: por quê? No caso de mulheres negras, então, a questão se torna ainda mais séria. Cerca de 25% das entrevistadas admitiram esperar até 2 anos para tentar uma negociação.  

Sled, startup de troco digital, recebe aporte de R$ 7 mi da Astella Investimentos

A Sled, plataforma que simplifica as transações financeiras no varejo físico, acaba de receber um novo aporte da Astella Investimentos no valor de R$ 7 milhões. Anteriormente, em agosto de 2019, a startup já havia recebido um aporte no valor de 2,5 milhões do mesmo fundo. 

“Este segundo aporte da Astella reforça que estamos no caminho certo. A confiança que depositam em nós representa que estamos conseguindo cumprir com nosso objetivo: tornar o caminho do dinheiro fluido e sem atrito faz parte de quem somos e da história que nos trouxe até aqui”, avalia Anderson Locatelli, CEO da Sled. E completa: “também teremos a possibilidade de investir em novos produtos para consolidar a nossa expansão por todo o Brasil, facilitando a vida das pessoas e de estabelecimentos como farmácias e supermercados, entre outros”.  

De acordo com Laura Constantini, fundadora da Astella Investimentos, o investimento na Sled segue o foco das empresas nas quais costumam injetar capital. “Somos uma gestora de investimentos em Venture Capital brasileira reconhecida por atuar junto às empresas nos estágios “Seed” e Série A. Nossos investimentos têm por foco empreendedores talentosos e ousados, movidos por um propósito e que usam a tecnologia para criar novos negócios, soluções e categorias de mercado que estão mudando o futuro do Brasil. No caso da Sled, os futuros lançamentos da empresa nos dão ainda mais confiança de que o canal que estão construindo junto ao varejo e pontos-de-venda pode ser remunerado de diversas formas”, avalia a executiva. 

Nova fase, novo nome e um propósito ainda mais forte 

A Sled nasceu a partir de uma visão transformadora para o sistema financeiro. Em 2016, Anderson Locatelli, CEO e Fundador da empresa, criou a Troco Simples, uma startup que revolucionou o troco em moeda em uma importante ferramenta digital estratégica que resolvia essa dor do varejo brasileiro. Ao compreender que o troco é apenas uma parte de um mercado repleto de outras dores, digitalmente acelerado pela pandemia do novo Coronavírus, foi criada em novembro de 2020 a Sled – plataforma de produtos financeiros que conecta consumidores, bancos e varejo por meio de experiências financeiras integradas. 

“Queremos resolver o problema de toda a cadeia e não apenas de parte dela. Por isso, estamos avançando para ofertar mais do que um único produto ao mercado. Se desejamos ser o caminho da transformação financeira, ela precisa começar por nós. Ao tornarmos os processos financeiros mais integrados por meio da nossa conexão com sistemas de frente de caixa do varejo físico, desencadearemos uma avalanche de melhorias e inovações na sociedade. Ver algo que é relevante para a cadeia, mas que não funciona como deveria funcionar, tira o nosso sono. Por isso, jogamos o foco e a energia em trazer soluções, seja o desafio do tamanho que for”, explica o executivo.   

Com o aporte, a empresa também poderá investir na atração de novos talentos. Atualmente com 15 vagas abertas para o primeiro semestre, em funções diversas como engenheiro de software, UX designer, redator, especialista financeiro e customer success manager, entre outros, a Sled tem ainda previsão de abertura de mais de 30 vagas até o final do ano. 

“Estamos crescendo rapidamente e queremos formar um time que nos acompanhe nessa jornada. Temos muito a oferecer ao mercado e aos profissionais que se juntarem a nós. Atuamos de forma íntegra, olhando para o todo e acreditando que toda troca tem valor. Por que sabemos que a transformação precisa acontecer do jeito certo; e isso significa instigar sobre o novo, sobre o valor do que ainda não foi visto”, comenta Locatelli.