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Em dois anos, Amazon já criou mais de 9,4 mil empregos na área de operações no Brasil e segue em crescimento acelerado

Por meio de importantes investimentos realizados nos últimos dois anos, a Amazon no Brasil já gerou mais de 9,4 mil empregos diretos e indiretos espalhados em seus nove Centros de Distribuição nos principais estados do país, como São Paulo, Minas Gerais, Distrito Federal, Rio Grande do Sul e Pernambuco.

Atualmente, mais de 5 mil pessoas compõem a área de operações da empresa, podendo crescer em suas carreiras desde o Dia 1. Em 2021, a empresa gerou mais de mil novos empregos diretos e indiretos por meio de expansões dos centros de distribuição atuais e da inauguração de um novo Centro em Cajamar, na Grande São Paulo.

Os investimentos que a Amazon tem feito no Brasil desde 2012 refletem diretamente na vida dos seus colaboradores, essenciais para o negócio. “Hoje, somos uma das principais empresas empregadoras do mundo. Nós temos o compromisso de focar no desenvolvimento a longo prazo de nossos funcionários, retendo talentos internos e incentivando para que cresçam em carreiras de alto potencial”, comenta Ricardo Pagani, diretor de operações da Amazon no Brasil.

Além de oportunidades indiretas de emprego que a Amazon gera, as atividades da empresa contribuem ativamente para o desenvolvimento de pequenas e médias empresas (PMEs) no país. Com o crescimento das PMEs durante COVID-19 – mais de 30 mil PMEs vendem na amazon.com.br – a empresa reforçou seus investimentos no segmento e lançou em São Paulo o FBA (Fulfilment By Amazon), serviço que, dentre outros, permite que vendedores contem com a experiência da Amazon para armazenar seus produtos e viabilizar a sua entrega aos consumidores. Globalmente, as PMEs representam 56% das vendas totais da Amazon.

De forma a contribuir para promover o crescimento econômico e o bem-estar social das famílias brasileiras, a Amazon trabalha para que seus trabalhadores tenham acesso a programas de capacitação que estimulem seu desenvolvimento pessoal e profissional. Para isso, a Amazon tem iniciativas que promovem a diversidade, a equidade, a inclusão e as oportunidades de crescimento desde o primeiro dia.

“Nossos esforços são em prol de nossa missão de nos tornarmos a melhor empresa para se trabalhar na Terra. Estamos extremamente orgulhosos dos resultados que alcançamos até hoje e iremos continuar reafirmando esse compromisso com nossos colaboradores e comunidades em que atuamos”, finaliza Pagani .

Fiesp cria ferramenta para empreendedor que busca melhor condição de crédito 

A Fiesp e o Ciesp disponibilizaram para empresários do estado de São Paulo o Boletim de Crédito – Estatísticas de Desembolso e Acesso ao Crédito, uma nova ferramenta de apoio ao empreendedor que busca melhor condição de crédito junto às instituições financeiras.

O material pode ser acessado no site Central de Crédito da Fiesp (https://coronavirus.fiesp.com.br/blog/central-de-credito), espaço que conta também com o Guia de renegociação e suspensão de pagamentos, o canal de dificuldades, entre outras facilidades para o empresário.

O Boletim contará com duas publicações mensais, apresentando dados e informações sobre Crédito Livre - publicado na primeira semana do mês corrente com apresentação de ranking dos bancos que cobram as menores taxas de juros por linha, perspectivas para as taxas de juros no próximo mês, quadros de acompanhamento dessas taxas, spread e inadimplência por linha e as novidades do mercado de crédito. 

Já na segunda quinzena, será publicado o boletim de Crédito Direcionado, com destaque para informações sobre as linhas do BNDES, dentre eles: ranking dos bancos que cobram as menores taxas de juros para as linhas mais acessadas pela indústria paulista, perspectivas para os principais custos financeiros (TLP, Selic e TFB) no próximo mês e os novos destaques sobre as linhas e produtos do BNDES. 

“Por ser uma ferramenta bem atualizada, o Boletim de Crédito ajudará o empreendedor na hora de negociar com seu gerente, superintende do banco, melhor condição na tomada de financiamentos, pagando uma menor taxa e com maior prazo possível”, aponta Sylvio Gomide, diretor titular do Departamento da Micro, Pequena, Média Indústria e Acelera Fiesp – Dempi Acelera.  

Com os atendimentos realizados na Central de Crédito, a Fiesp e o Ciesp identificaram as principais demandas das empresas e criaram uma base de indicadores que subsidiará na análise do cenário das taxas de juros e na comparação das taxas entre os agentes financeiros, possibilitando um diagnóstico mais claro da situação atual para buscar e contratar crédito no mercado. 

Grupo Stefanini está com inscrições abertas para o programa Digital Leader até 03 de setembro

Para profissionais que já possuem experiência de 3 a 5 anos em negócios digitais e desejam cocriar a inovação em uma das empresas brasileiras mais internacionalizadas, segundo Ranking da Fundação Dom Cabral, o Grupo Stefanini está com 15 vagas abertas para o programa Digital Leader, que tem como principal objetivo acelerar a formação de lideranças nesta área. “Estamos selecionando pessoas para assumir desafios em uma das 25 empresas do grupo e desenvolver uma carreira em nosso ecossistema de inovação e tecnologia”, afirma Ana Ligia Bacca, gerente de Gente e Cultura na Stefanini Brasil .

Em sua 3ª edição, o programa combina a experiência prévia dos talentos com a cultura de empreendedorismo e inovação da companhia, promovendo uma imersão dos novos colaboradores nas principais plataformas digitais da Stefanini: Analytics e IA; Banking e Payments; Indústria e Manufatura; Marketing Digital e Experiência; Tecnologia e Segurança. As inscrições estão abertas até o dia 03 de setembro e podem ser realizadas por aqui .

A coordenadora de Inteligência de Mercado da Stefanini Rafael, Ilze Costa, ingressou no grupo como Digital Leader. “A experiência foi um divisor de águas em minha vida. Conheci profissionais maravilhosos, participei de mentorias e ajudei em projetos de transformação digital. Posso dizer que estou muito mais perto da profissional que sempre almejei ser”, destaca.

O Digital Leader nasceu da necessidade de desenvolver pessoas para atuar no Grupo Stefanini, que vem investindo nos últimos anos em uma série de aquisições e parcerias estratégicas. “Buscamos profissionais de mentes inquietas, proativos e que desejam cocriar com colegas e clientes no desenvolvimento de soluções e experiências que agreguem valor às empresas de todos os setores”, destaca Carla Alessandra Figueiredo, gerente executiva de Gente e Cultura na Stefanini .

Os profissionais selecionados para o programa Digital Leader poderão atuar em uma dessas três áreas: Comercial ou Negócios, direcionada para pessoas que tenham facilidade em identificar oportunidades de negócios e desenhar soluções para os problemas dos clientes; Produtos, onde o Digital Leader terá desafios relacionados à evolução de soluções digitais e contato com conceitos e tecnologia de ponta – Analytics, Big Data, Cloud e IA. É ideal para pessoas curiosas, que amam pensar na jornada dos clientes e usuários. A terceira área é a de Projetos, responsável pela elaboração de estratégias operacionais, cronograma de ações, acompanhamento de entregas e resultados, gestão de equipes e análise de desempenho. É indicada para pessoas que desejam fazer carreira em cargo de liderança, que sejam organizadas e com boa capacidade de planejamento.

Os selecionados contarão com mentorias, benefícios exclusivos e poderão atuar de qualquer lugar no País no modelo “everywhere”. Embora a função de Digital Leader permita o trabalho remoto, nada impede que o profissional defina seu próprio modelo de trabalho e adote o modelo híbrido. Entre os principais benefícios estão seguro de vida, assistência médica e odontológica, vale-refeição ou alimentação, benefício de prática esportiva, Academia Stefanini (cursos online), Programa de Desenvolvimento de Líderes, Mentoring, descontos em produtos e serviços, além de apoio psicológico online. Para saber mais, acesse https://jobs.kenoby.com/digitalleaderstefanini.

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Carteira de crédito deve crescer 11,3% em 2021, mostra pesquisa

A carteira total de crédito deve se manter em um ritmo de expansão elevado e crescer 11,3% em 2021, aponta a Pesquisa FEBRABAN de Economia Bancária e Expectativas. A projeção é superior à registrada na última edição do levantamento (+10,3%), feita em junho, com destaque para a carteira pessoa física com recursos livres, cuja projeção de crescimento passou de 12,6% para 15,6%, impulsionada pelo processo de reabertura da economia e do avanço da vacinação no país, o que favorece especialmente as linhas ligadas ao consumo.

A Pesquisa FEBRABAN é feita a cada 45 dias, logo após a divulgação da Ata da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom). O atual levantamento, realizado entre os dias 11 e 17 de agosto, reuniu as percepções de 18 bancos sobre a última Ata do Copom e as projeções para o desempenho das carteiras de crédito para o ano corrente e o próximo.

Segundo a Pesquisa, o expressivo desempenho esperado para a carteira Pessoa Física Livre gerou uma alta relevante na projeção da carteira Livre, que subiu 11,2% para os atuais 13,2%. No caso da carteira Pessoa Jurídica Livre, a revisão foi mais modesta, subindo de 10,4% para 10,6%.

“No geral, as estimativas mostram que a oferta de crédito seguirá se expandindo no 2º semestre, reforçando a percepção de recuperação da atividade econômica e a relevância do crédito para este crescimento. O crédito destinado às famílias deve se manter como o principal responsável pelo crescimento da carteira neste ano, embora o crédito destinado às empresas também deva apresentar um crescimento relevante”, afirma Rubens Sardenberg, diretor de Economia, Regulação Prudencial e Riscos da FEBRABAN.

Outro sinal positivo captado pela Pesquisa foi a melhora das projeções de inadimplência da carteira livre, tanto para este ano quanto para 2022. Para 2021, a nova projeção recuou 0,1 ponto percentual, para 3,4%, enquanto a taxa esperada para 2022 também declinou na mesma magnitude, de 3,7% para 3,6%. Ambas as projeções seguem abaixo do patamar pré-pandemia, quando a taxa estava próxima dos 4%, sinalizando que, apesar da alta esperada, esta deve continuar em patamar controlado.

Quanto às projeções para 2022, os entrevistados esperam uma expansão de 7,8% da carteira total de crédito, praticamente estável em relação à pesquisa anterior, quando a alta esperada era de 7,7%. A revisão mostrou uma melhora esperada para o desempenho da carteira com recursos livres (+9,8% ante +9,2%), compensada, em parte, por uma projeção mais modesta da carteira direcionada (+4,5% ante +5,1%). Neste caso, as revisões para baixo do desempenho da economia brasileira em 2022, diante das incertezas fiscais e políticas e o aumento da taxa Selic, tendem a conter a melhora das expectativas.

Selic

De acordo com a Pesquisa FEBRABAN de Economia Bancária e Expectativas, a grande maioria dos participantes (88,9%) entendeu como adequada a elevação de 1,0 ponto percentual da Selic ocorrida na reunião de agosto do Copom, assim como o tom do comunicado e a indicação de outro aumento de mesma magnitude na próxima reunião.

Em reflexo à atuação do Banco Central no combate à inflação, os entrevistados (mediana das projeções) acreditam que haverá nova alta de 1,0 ponto percentual na reunião do Copom de setembro, seguida por uma alta de 0,75 ponto percentual na reunião de outubro, e outro ajuste de 0,5 ponto percentual em dezembro, com a Selic finalizando o atual ciclo de ajuste em 7,5% ao ano.

Inflação

Já em relação à inflação, a preocupação é que a maior persistência inflacionária contamine as projeções de 2022. Segundo a pesquisa, a maioria dos participantes (55,6%) entende que as projeções de inflação de 2022 estão calibradas (pouco acima do centro da meta, em torno de 3,90%). Para uma parcela menor (22,2%), as projeções para 2022 devem seguir em alta, e a resposta do Banco Central deveria ser muito mais dura do que a sinalizada até o momento.

PIB

A pesquisa também traz as projeções para o crescimento do PIB em 2022. Nenhum participante espera revisão para cima da atual estimativa (consenso) de crescimento, que está em 2%. Para 55,6% dos participantes, há, inclusive, um viés de baixa, especialmente em função do aumento da Selic e das incertezas fiscais e políticas.

A pesquisa na íntegra está disponível neste link.

Asaas anuncia novo CFO e diretor corporativo

Entre os reforços, está o ex-diretor do CPP Investments, João Vitor Possamai, que assume como CFO da fintech.

Considerada umas das top 10 fintechs de meios de pagamento do Brasil pela plataforma de inovação Distrito, a catarinense Asaas acaba de anunciar novos nomes para fortalecer seu Management Team. A ideia é preparar a equipe para novas aquisições previstas pela empresa, assim como reforçar as ações voltadas à expansão dos negócios. Em 2021, a meta da fintech é chegar ao volume de R$6 bilhões transacionados e atingir mais de 100 mil clientes, consolidando seu posicionamento como assistente digital do empreendedor.

A nova formação do time contará com a liderança de João Vitor Possamai, que assume como Chief Financial Officer (CFO) da empresa. Nascido em Joinville e formado em Finanças e Contabilidade na New York University (NYU), Possamai ocupava o cargo de diretor no CPP Investments — maior fundo de pensão canadense —, atuando em investimentos no setor de infraestrutura na América Latina. O novo CFO do Asaas também já teve passagens pelo banco de investimentos Macquarie Group e pelo HSBC.

Acompanhando Possamai, o empreendedor e investidor Bruno Dequech Ceschin assume como Diretor de Desenvolvimento Corporativo no Asaas. Ele, que já foi membro do Conselho de Administração da fintech, será responsável por liderar esforços de captação de recursos táticos e estratégicos, de aquisições de outras empresas e de integração de novos produtos na plataforma. Antes de assumir o cargo, Bruno atuava como presidente da JUPTER, plataforma para encontrar, financiar e lançar startups no Brasil, responsável por ter ajudado milhares de investidores e empreendedores a se desenvolverem. O novo diretor do Asaas também é co-fundador da JUPTER e seguirá como Presidente do Conselho de Administração da empresa.

As nomeações fazem parte de uma série de ações para crescimento do Asaas, fortalecidas desde o início da pandemia, quando seu público-alvo — autônomos e micro e pequenos empreendedores — passou por uma digitalização acelerada. Neste ano, as principais novidades foram os lançamentos de um cartão de crédito e do Pix e a aquisição da startup Base ERP, que ampliou as funcionalidades de gestão financeira do portfólio da fintech. As estratégias têm apoio do aporte recebido pelo Asaas no fim de 2020 — rodada de R$37 milhões liderada pelo fundo de investimento Inovabra Ventures, braço de venture capital do Bradesco.

Robótica vai crescer até o fim da década e pode gerar até U$S 260 bilhões em 2030, projeta estudo do BCG

O Boston Consulting Group (BCG) projeta um crescimento expressivo do setor de robótica até o final da década. Impulsionado por inovações de startups e empresas menores, avanços tecnológicos e mudanças no comportamento do consumidor, o mercado deve saltar de US$ 25 bilhões de faturamento em 2021 para entre US$ 160 bilhões e US$ 260 bilhões em 2030, diz a consultoria.

Outra previsão do estudo é que os robôs de serviço, que hoje representam uma parcela pequena do mercado, devem se tornar os líderes do setor no final da década, representando de U$S 90 bilhões a US$ 170 bilhões do faturamento global em 2030. Os próximos dois anos, entre 2021 e 2023, prometem ser ainda mais movimentados para a categoria, quando sua taxa de crescimento anual média deve variar de 25% a 35%. Já os robôs industriais e de logística, hoje líderes, ficarão para trás apesar de manterem sua importância para o mercado, com US$ 80 bilhões no mesmo período.

Segundo Otávio Dantas, Diretor Executivo e Sócio do BCG, líder da prática de Technology Advantage, mudanças drásticas vão acontecer na robótica até o final da década. “Será um período de inovação e novos caminhos. As empresas consolidadas precisarão de agilidade e um olhar atento para essas mudanças, que podem surgir principalmente das empresas menores e startups de robótica, que são inovadoras e podem conquistar uma fatia importante desse mercado”, analisa.

O estudo prevê sete grandes mudanças para a robótica até 2030:

1. Robôs de serviço vão dominar o mercado. Um dos fatores que impulsionam esses modelos é o envelhecimento das populações, que precisarão de ajuda em tarefas como higiene pessoal, exercícios e entrega de refeições.

2. As mudanças de comportamento dos consumidores e outras tendências vão aumentar a necessidade de robótica. Além do envelhecimento demográfico, a demanda por entregas de produtos cada vez mais rápida e personalizada e as novas demandas por itens sustentáveis levarão à modernização e maior uso dos robôs.

3. Robôs vão assumir cada vez mais profissões de menor capacitação e de salários tradicionalmente mais baixos. Isso deve acontecer pela combinação de escassez de trabalhadores braçais e do aumento de salários em países que antes remuneravam mal, levando à substituição mais rápida de humanos por robôs nessas funções – os salários dos operários chineses dobraram desde 2007 e aumentaram mais de 50% na Índia no mesmo período, por exemplo.

4. A inteligência artificial e outros avanços tecnológicos vão melhorar as interações entre humanos e robôs, pois vão aumentar o escopo de trabalho atual dessas máquinas e, com as atualizações e melhorias, as interações ficarão mais simples e intuitivas.

5. Robôs também vão aprender. Segundo Dantas, ferramentas de simulação já são usadas para ensinar os robôs a resolverem problemas reais, mas o método ainda não está totalmente evoluído. “Com as melhorias que já observamos na ciência da computação e na inteligência artificial, a tendência é que os robôs consigam reagir a situações mais complexas e interpretar diferentes cenários”, afirma.

6. As máquinas semiautônomas vão realizar cada vez mais tarefas. Tomando como exemplo a indústria automotiva, o BCG estima que em 2030 os veículos autônomos de nível três vão representar cerca de 8% das vendas de carros novos – nessa categoria, o carro dirige em estradas desimpedidas e em condições climáticas boas, alertando o motorista para assumir o controle caso se depare com uma situação que não pode controlar. Na indústria, os robôs desse grupo serão capazes de transitar de forma autônoma em ambientes como um depósito, por exemplo, sinalizando ou parando quando a ajuda de um humano for necessária. No nível quatro, que deve se consolidar por volta de 2030, a máquina operaria de forma totalmente autônoma, com um sistema que faz com que pare apenas em situações raras, mas sem necessidade de envolvimento humano.

7. As empresas asiáticas de robótica, hoje uma fatia pequena do mercado, vão crescer e competir com as americanas e as europeias. O estudo indica que as organizações coreanas e chinesas – muitas com entrada em operação nos últimos dez anos – serão os motores do crescimento da robótica na Ásia. “As varejistas asiáticas estão atendendo grandes demandas e modernizando cada vez mais os seus armazéns, portanto, vão precisar de mais equipamentos robóticos para seus processos logísticos. Diferentemente do resto do mundo, porém, a maioria dos robôs asiáticos serão os autoguiados (AGVs) ou os mais simples, em vez dos de serviço, que vão ganhar o setor no resto do mundo”, afirma Dantas.

O estudo completo pode ser acessado aqui .

PIB fica em -0,1% no 2º trimestre de 2021

O Produto Interno Bruto (PIB) apresentou estabilidade (-0,1%) no segundo trimestre de 2021 (comparado ao primeiro trimestre de 2021), na série com ajuste sazonal. Frente ao mesmo trimestre de 2020, o PIB cresceu 12,4%. No primeiro semestre, o PIB acumula alta de 6,4%. No acumulado nos quatro trimestres, terminados em junho de 2021, o PIB cresceu 1,8%. t

O Produto Interno Bruto (PIB) apresentou estabilidade (-0,1%) no segundo trimestre de 2021 (comparado ao primeiro trimestre de 2021), na série com ajuste sazonal. Frente ao mesmo trimestre de 2020, o PIB cresceu 12,4%. No primeiro semestre, o PIB acumula alta de 6,4%. No acumulado nos quatro trimestres, terminados em junho de 2021, o PIB cresceu 1,8%.

Período de comparaçãoIndicadores
PIBAGROPINDUSSERVFBCFCONS. FAMCONS. GOV
Trimestre / trimestre imediatamente anterior (com ajuste sazonal)-0,1%-2,8%-0,2%0,7%-3,6%0,0%0,7%
Trimestre / mesmo trimestre do ano anterior (sem ajuste sazonal)12,4%1,3%17,8%10,8%32,9%10,8%4,2%
Acumulado em quatro trimestres / mesmo período do ano anterior (sem ajuste sazonal)1,8%2,0%4,7%0,5%12,8%-0,4%-2,6%
Acumulado no ano / mesmo período do ano anterior (sem ajuste sazonal)6,4%3,3%10,0%4,7%24,3%4,2%-0,4%
Valores correntes no 2º trimestre (R$)2,1 trilhões180,0 bilhões410,4 bilhões1,3 trilhão390,2 bilhões1,3 trilhão408,8 bilhões
Taxa de investimento (FBCF/PIB) no 2° trimestre de 2021 = 18,2%
Taxa de Poupança (POUP/FBCF) no 2º trimestre de 2021 = 20,9%

PIB fica estável (-0,1%) na comparação com o trimestre imediatamente anterior

O PIB variou -0,1% na comparação do segundo trimestre de 2021 contra o primeiro trimestre de 2021, na série com ajuste sazonal. A maior queda foi da Agropecuária (-2,8%), seguida pela Indústria (-0,2%). Por outro lado, os Serviços cresceram 0,7%.

Entre as atividades industriais, o desempenho foi puxado pelas quedas de 2,2% nas Indústrias de Transformação e de 0,9% na atividade de Eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos. Essas quedas compensaram a alta que houve de 5,3% nas Indústrias Extrativas e 2,7% na Construção.

Principais resultados do PIB a preços de mercado
do 2º Trimestre de 2020 ao 2º Trimestre de 2021 (%)
Taxas (%)2020.II2020.III2020.IV2021.I2021.II
Acumulado ao longo do ano / mesmo período do ano anterior-5,6-5,0-4,11,06,4
Últimos quatro trimestres / quatro trimestres imediatamente anteriores-2,1-3,4-4,1-3,81,8
Trimestre / mesmo trimestre do ano anterior-10,9-3,9-1,11,012,4
Trimestre / trimestre imediatamente anterior (com ajuste sazonal)-9,07,73,11,2-0,1
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Contas Nacionais 

Nos Serviços, houve resultados positivos em Informação e comunicação (5,6%), Outras atividades de serviços (2,1%), Comércio (0,5%), Atividades imobiliárias (0,4%), Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (0,3%) e Transporte, armazenagem e correio (0,1%). Houve também estabilidade para Administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (0,0%).

Pela ótica da despesa, a Formação Bruta de Capital Fixo (-3,6%) apresentou queda, a Despesa de Consumo das Famílias (0,0%) ficou estável e a Despesa de Consumo do Governo (0,7%) cresceu em relação ao trimestre imediatamente anterior.

No setor externo, as Exportações de Bens e Serviços tiveram crescimento de 9,4%, enquanto as Importações de Bens e Serviços recuaram 0,6% em relação ao primeiro trimestre de 2021.

PIB cresce 12,4% frente ao 2º trimestre de 2020

Quando comparado a igual período do ano anterior, o PIB teve crescimento de 12,4% no segundo trimestre de 2021. O Valor Adicionado a preços básicos teve alta de 11,7% e os Impostos sobre Produtos Líquidos de Subsídios avançaram em 16,8%.

A Agropecuária cresceu 1,3% em relação a igual período de 2020. Este resultado pode ser explicado, principalmente, pelo desempenho positivo de alguns produtos da lavoura com safra relevante no segundo trimestre, como a soja (9,8%) e o arroz (4,1%). Em contrapartida, houve recuos nas estimativas de produção anual das culturas de café (-21,0%), algodão (-16,6%) e milho (-11,3%). As estimativas para Pecuária e Produção florestal apontaram contribuição positiva para a Agropecuária neste trimestre.

A Indústria cresceu 17,8%. Nesse contexto, a atividade Indústrias de Transformação registrou o melhor resultado com alta de 25,8%, influenciada, principalmente, pelo avanço na fabricação de veículos automotores; de outros equipamentos de transporte; de máquinas e equipamentos; e da metalurgia.

A alta na atividade de Construção (13,1%) foi corroborada pelo aumento do número de pessoas ocupadas no setor e da produção de seus insumos típicos. Esta atividade voltou a ter resultado positivo após cinco trimestres consecutivos de queda.

Indústrias Extrativas apresentou variação positiva de 7,0%, resultado do aumento na extração de minérios ferrosos, uma vez que a extração de petróleo e gás cresceu menos no período.

A atividade de Eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos apresentou alta de 6,7% devido à maior atividade da economia como um todo, já que o segundo trimestre de 2020 foi o auge das restrições durante a pandemia da COVID-19. Este movimento foi capaz de compensar até mesmo o momento com bandeiras tarifárias mais desfavoráveis.

O setor de Serviços avançou 10,8% na comparação com o mesmo período do ano anterior. Os melhores resultados se deram em Transporte, armazenagem e correio (25,3%) e Comércio (20,9%). As demais atividades também apresentaram resultados positivos: Outras atividades de serviços (16,1%), Informação e comunicação (15,6%), Administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (4,1%), Atividades imobiliárias (3,5%) e Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (1,4%).

A Despesa de Consumo das Famílias cresceu 10,8%, explicada pelo efeito base, já que é contra o trimestre com os maiores efeitos da pandemia sobre a economia, além dos programas de apoio do governo do aumento do crédito a pessoas físicas. Por outro lado, houve aumento das taxas de juros e, mesmo com o aumento das ocupações na economia, a massa salarial, afetada negativamente pelo aumento da inflação, caiu em relação ao segundo trimestre de 2020.

A Formação Bruta de Capital Fixo avançou 32,9% no segundo trimestre de 2021, explicado pelos resultados positivos da produção interna e importação de bens de capital, além da construção. A Despesa de Consumo do Governo subiu 4,2% em relação ao segundo trimestre de 2020.

No setor externo, as Exportações de Bens e Serviços cresceram 14,1%, ao passo que o crescimento das Importações de Bens e Serviços foi de 20,2% no segundo trimestre de 2021. Dentre as exportações de bens, o crescimento é explicado, principalmente, pelo acréscimo em produtos agrícolas, indústria automotiva, máquinas e equipamentos e minerais não metálicos. Por outro lado, as importações cresceram principalmente devido ao acréscimo nas compras de veículos automotores, máquinas e equipamentos, siderurgia e refino de petróleo.

PIB cresce 1,8% no acumulado em quatro trimestres

O PIB acumulado nos quatro trimestres terminados em junho de 2021 cresceu 1,8% em relação aos quatro trimestres imediatamente anteriores. Esta taxa resultou da alta de 1,6% do Valor Adicionado a preços básicos e de 2,8% nos Impostos sobre Produtos Líquidos de Subsídios. O resultado do Valor Adicionado nesta comparação decorreu dos seguintes desempenhos: Agropecuária (2,0%), Indústria (4,7%) e Serviços (0,5%).

As atividades industriais com crescimento foram Indústrias da Transformação (8,1%) e Eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos (3,5%) se expandiram. Já a Construção (-0,7%) e as Indústrias Extrativas (-0,2%) sofreram contração.

Nos Serviços, houve altas em: Comércio (5,7%), Informação e Comunicação (5,4%), Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (3,9%), Atividades imobiliárias (3,4%) e Transporte, armazenagem e correio (1,5%). As quedas foram: Outras atividades de serviços (-4,9%) e Administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (-2,5%).

Na análise da despesa, a Formação Bruta de Capital Fixo (12,8%) teve variação positiva pelo segundo trimestre consecutivo. Por outro lado, a Despesa de Consumo das Famílias (-0,4%) e a Despesa de Consumo do Governo (-2,6%) tiveram variações negativas.

No setor externo, as Exportações de Bens e Serviços apresentaram alta de 2,4% e as Importações de Bens e Serviços apresentaram queda de 1,7%.

Primeiro semestre tem alta de 6,4% no PIB

O PIB no 1º semestre de 2021 cresceu 6,4% em relação a igual período de 2020. Nesta base de comparação, houve desempenho positivo para a Agropecuária (3,3%), a Indústria (10,0%) e os Serviços (4,7%).

Taxa de Investimento foi de 18,2% no 2º trimestre

A taxa de investimento no segundo trimestre de 2021 foi de 18,2% do PIB, acima do observado no mesmo período do ano anterior (15,1%). A taxa de poupança foi de 20,9% no segundo trimestre de 2021 (ante 15,7% no mesmo período de 2020).

A Capacidade de Financiamento alcançou R$ 81,4 bilhões ante R$ 35,7 bilhões no segundo trimestre de 2020. O aumento da Capacidade de Financiamento é explicado, principalmente, pelo aumento no montante de R$ 55,1 bilhões no saldo externo de bens e serviços.

Fonte: IBGE

General Motors nomeia Santiago Chamorro para liderar a GM na América do Sul

General Motors Vice President of Global Connected Services Santiago Chamorro Wednesday, August 18, 2021 at the General Motors Tech Center in Warren, Michigan. (Photo by Steve Fecht for General Motors)

A General Motors anunciou que Santiago Chamorro foi nomeado presidente da GM América do Sul, efetivo imediatamente.

“Chamorro assume a função com a prioridade de liderar a implementação de investimentos-chave para o futuro das operações da GM na América do Sul, bem como aumentar a produção conforme a indústria supera a escassez global de semicondutores e a pandemia de covid-19”, afirma Steve Kiefer, vice-presidente sênior da GM e presidente da GM Internacional.

Em sua nova função, Chamorro se reportará a Kiefer e se realocará de Michigan, onde ocupou sua última posição como vice-presidente da GM Global Connected Services, para São Paulo. Jeff Massimilla, diretor executivo de Connected Customer and Mobility Services, substitui Chamorro como vice-presidente da GM Global Connected Services.

“Santiago tem um profundo conhecimento de nossos mercados sul-americanos, bem como um forte relacionamento com nossa organização global. Isso o posiciona muito bem para continuar a conectar os negócios na América do Sul com a visão global de futuro da GM”, disse Kiefer, que complementou: “Trabalhando junto com a excelente equipe local da América do Sul, estou confiante de que nossos negócios poderão continuar centrados no cliente, com forte atuação junto aos nossos parceiros com o objetivo de um desempenho sustentável e lucrativo sob a liderança de Santiago.”

Chamorro disse que se sente honrado em liderar a GM na América do Sul e espera construir sobre as sólidas bases da empresa.

“É um prazer e uma honra assumir esta nova posição como presidente da América do Sul”, disse Chamorro. “Estou ansioso para me reconectar com os muitos colegas e parceiros para impulsionarmos os negócios na América do Sul juntos. Combinando nossa excelente equipe e parceiros da América do Sul, com nosso portfólio vencedor e as fábricas retomando a produção, temos os pilares para crescer e sustentar nossa forte posição na região.”

Chamorro ocupou cargos como presidente da GM Colmotores na Colômbia; gerente-geral de vendas, serviços e marketing da GM América do Sul; e CEO da GM Brasil.

Em sua posição mais recente como vice-presidente da GM Global Connected Services, suas equipes se concentraram em promover a visão da GM para tecnologias inovadoras de veículos conectados e liderar a transformação da indústria ao mesmo tempo em que atendia aos clientes da GM. Hoje, a GM fornece OnStar e Serviços Conectados a 22 milhões de clientes em todo o mundo.

50% das empresas brasileiras pretendem realizar operações de M&A nos próximos 12 meses, revela pesquisa

Devido aos desafios do cenário econômico atual, as operações de M&A são vistas como promissoras por 86% dos empreendedores e executivos de alto escalão de empresas brasileiras, sendo que 50,5% pretendem realizar alguma transação nos próximos 12 meses.

Os dados foram revelados pela “Pesquisa ABES/BR Angels/Solstic Advisors: percepções sobre fusões e aquisições no atual cenário do mercado brasileiro”, realizada em parceria pela Associação Brasileira de Empresas de Software (ABES)uma das entidades mais representativas do setor de Tecnologia da Informação e Comunicação do país, o BR Angels Smart Network, associação nacional de investimento-anjo composta por mais de 150 empreendedores e CEOS de importantes empresas, e a Solstic Advisors, empresa especializada em operações de M&A (Fusões e Aquisições) e em captação de recursos.

O estudo, realizado em julho de 2021 com a participação de 105 executivos de alto escalão, revela que os setores que mais devem anunciar operações de M&A nos próximos meses são tecnologia (66%), e-commerce (5,7%) e logística (5,7%). A maior parte dos entrevistados (35,8%) pretende investir entre R﹩ 1 milhão e R﹩ 5 milhões em aquisições; 17% planejam aplicar entre R﹩ 5 milhões e R﹩ 15 milhões e 9,4% consideram valores entre R﹩ 30 milhões e R﹩ 50 milhões. Apenas 3,8% afirmaram que devem aportar mais de R﹩ 50 milhões. Já 30,2% dos entrevistados preferiram não abrir as quantias.

Para Orlando Cinta, fundador e CEO do BR Angels, as startups têm muito a ganhar com o aumento das operações de M&A no país. “Nosso levantamento mostra uma aceleração do M&A após a pandemia, o que traz um cenário promissor especialmente às startups e negócios que tragam soluções inovadoras e complementares em diversos mercados. As fusões e aquisições são ótimas oportunidades para os novos empreendedores escalarem seus negócios rapidamente com outras empresas já consolidadas em seus segmentos”, declara.

Avanço do Corporate Venture

Entre os executivos entrevistados, 13,3% afirmaram ter participado de operações de M&A nos últimos dois anos. Destes, 50% realizaram transações no mercado de TI, enquanto 14,3% escolheram o varejo e outros 14,3% o setor financeiro.

“As baixas taxas de juros mundo afora e a alta liquidez oferecida por bancos centrais impulsionaram as bolsas de valores e aqueceram o cenário de fusões e aquisições, especialmente em 2020. Essa tendência se mantém”, comenta Flávio Batel, sócio-fundador e CEO da Solctic Advisors.

De acordo com o estudo, os esforços voltados a fusões e aquisições devem ganhar destaque ao longo dos próximos 24 meses. Para isso, 23,8% dos entrevistados pretendem implementar um programa de Corporate Venture para investir ou adquirir negócios externos iniciantes. Porém, hoje, a maioria (75,2%) não tem uma área de M&A estruturada na empresa. Dos 24,8% que dispõem de uma área voltada para esse fim, 10,5% contam com um departamento externo, apenas 7,6% detém a estrutura internamente e só 2,9% tem uma estrutura dedicada a Corporate Venture.

O que os investidores analisam

Na hora de realizar uma transação de M&A, a maioria dos entrevistados (63,8%) avalia o modelo de negócio da empresa a ser investida ou adquirida*. Além disso, os executivos também analisam escalabilidade (52,4), inovação (50,5%), saúde financeira (43,8%), equipe e liderança (41%), valuation (33,3%), cultura organizacional (27,6%) e governança (25,7%).

Já entre os motivos que os levam a considerar a operação*, em primeiro lugar aparece a possibilidade de aumentar o market share (42,9%). Outras razões que incentivam a decisão são a incorporação de tecnologias (35,7%), a aceleração da transformação digital (21,4%), a inclusão de talentos (21,4%), a entrada em novos mercados e segmentos (21,4) e o ganho de competitividade (14,3%).

Tecnologia é a bola da vez

Com a aceleração da transformação digital como um dos impactos da pandemia, 81,9% dos entrevistados afirmaram ter feito algum movimento no intuito de adequar seus negócios à nova realidade, o que poderá fortalecer o cenário para fusões e aquisições especialmente no setor de TI. O estudo mostrou que 50,6% aumentaram investimentos no setor de TI. Destes, 85,1% investiram em softwares, como SaaS e Cloud, além de compra de hardwares e equipamentos (40,2%) e serviços como manutenção e instalação (39,1%).

“Se aproximar de negócios de tecnologia acabou se tornando duplamente vantajoso nesse cenário. Primeiro, pelo momento promissor do segmento diante da transformação digital. Segundo, para suprir a própria necessidade de contar com esses recursos em casa. Esses são alguns dos motivos que devem contribuir para vermos mais operações de M&A no mercado de tecnologia nos próximos meses”, completa Rodolfo Fücher, presidente da ABES.

Metodologia

“Pesquisa ABES/BR Angels/Solstic Advisors: percepções sobre fusões e aquisições no atual cenário do mercado brasileiro” foi realizada durante julho de 2021 e coletou respostas de 105 empresários e executivos de alto escalão em empresas brasileiras de segmentos diversos, como tecnologia, serviços, educação, varejo, indústria e agronegócio. O objetivo principal foi entender como os empresários enxergam o mercado atual para a realização de fusões e aquisições.

*questão de múltipla seleção.

Fundo de R$ 100 milhões procura projetos cripto brasileiros para investir

Iniciativa é fruto de uma parceria com o BRZ, maior stablecoin da América Latina emitido pela Transfero, e a Solana Foundation

O BRZ, maior stablecoin da América Latina emitido pela Transfero e a Solana Foundation, dona da blockchain que está permitindo transações baratas e velozes, lançaram um fundo de US$ 20 milhões, aproximadamente R$ 100 milhões, para financiar prioritariamente projetos na blockchain Solana no Brasil. Os interessados podem cadastrar os seus projetos de forma direta no site do fundo. 

Essa é a maior iniciativa de funding de projetos relacionados ao setor de criptomoedas já ocorrida no Brasil. Totalmente fomentado por empresas do setor, o investimento reforça o compromisso da stablecoin BRZ em investir na economia brasileira, bem como atrair capital e talentos tecnológicos para o ecossistema crypto no país. Diferentemente dos fundos de Venture Capital tropicais, que buscam negócios que já deram certo, o fundo buscará projetos early-stage de verdade. 

Segundo a Solana, esses novos fundos foram constituídos para liderar o crescimento e desenvolvimento tecnológico do Brasil. Países emergentes são os que mais devem se beneficiar das aplicações em blockchain.

“Trabalhar em conjunto com a Solana trará inovação e desafiará ineficiências inerentes ao sistema financeiro do Brasil”, afirma Thiago Cesar, CEO da Transfero, emissora do BRZ. “Temos os meios para ajudar os projetos locais pensar globalmente e dimensionar suas soluções internacionalmente. Esse é o ethos de empresas que já nasceram no meio dos criptoativos. Estamos nessa jornada desde o começo.”

Entre os primeiros projetos já selecionados para receber o investimento estão o FTT, criptomoeda criada pela exchange FTX, a Serum, exchange descentralizada, DeFi Land, jogo online que emula o ambiente de finanças descentralizadas, e Parsiq, plataforma de dados e automação. No total, já estão sendo investidos mais de US$ 2 milhões nos projetos, que são todos internacionais e fazem parte de uma iniciativa global da Solana. No entanto, a expectativa é atrair e fomentar especialmente projetos brasileiros de cripto. 

Iniciativa global vai financiar até US$ 60 milhões

A iniciativa faz parte de uma ação maior da Solana Foundation  envolvendo outros países, como Rússia, Índia e Ucrânia, que pretende disponibilizar um total de US$ 60 milhões para o desenvolvimento de novos projetos na blockchain. Nesse contexto, participam também da ação a Hacken Foundation, Gate.io e a Coin DCX.

“A Solana acredita que os mercados emergentes têm um potencial imenso e está empenhada em viabilizar projetos e serviços importantes nessas regiões”, disse Anatoly Yakovenko, presidente da Fundação Solana.

R$ 5 milhões em 90 minutos: Zletric quebra recorde de captação de investimento na CapTable

A CapTable, maior hub de investimentos em startups do Brasil e que tem a StartSe como sócia, quebrou mais um recorde de investimento coletivos via oferta pública nesta terça-feira, 31. 

A recordista da vez é a Zletric. Ao atuar com o modelo energy as a service, a startup chamou a atenção de 207 investidores ao oferecer uma solução inteligente para recarga de veículos elétricos e híbridos fornecendo energia por meio de uma rede que abrange espaços comerciais e residenciais em diferentes localidades do país.

Com essa proposta, levantou R$5 mi em aporte durante apenas 1h30, se tornando o novo líder no ranking de fechamento de captação em investimentos coletivos no país, com uma média de R$ 55.555 captados por minuto. 

Confiança no setor 

O mercado de carros elétricos tem crescido em todo o planeta e no Brasil não é diferente. Com diferentes marcas e modelos de automóveis movidos a energia elétrica sendo lançados, o consumidor está se adaptando a essa nova vertente de locomoção. 

Segundo a Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE), o Brasil conta com mais de 50 mil veículos elétricos e a estimativa é que, até 2030, esse número seja de pelo menos 2 milhões. 

Um dos problemas ainda é a falta de pontos para abastecimento de carros elétricos em todo o país. Algumas pessoas sofrem por não ter um ponto de abastecimento em sua casa, condomínio, ou em algum local público em sua cidade. 

A proposta da Zletric com este novo aporte é aumentar o número de pontos de recarga, o que pode acelerar ainda mais a aderência dessa espécie de veículo por parte dos brasileiros.

De acordo com o levantamento da ABVE, o número de eletropostos teve uma alta de 50,8% em apenas três meses neste ano, passando de 500 locais, em março, para 754, no mês de julho. O avanço é claro, mas ainda falta muito para o país atingir um número ideal de eletropostos para suprir a demanda necessária. 

Enxergando esta lacuna, a Zletric vê espaço em um mercado que promete se expandir cada vez mais e agora visa entregar soluções que devem crescer ainda mais com o avanço da tecnologia de veículos elétricos no país.

“Para o morador que tem carro elétrico não ter que investir em uma estação, que custaria em torno de R$10 mil, nós fazemos o investimento e alugamos por R$169,00 mensais. O abastecimento é registrado conforme o usuário na central, sem interferência de qualquer funcionário, evitando assim questionamentos por parte de outros condôminos”, conforme explica o CEO da Zletric, Pedro Schaan.

O cofundador da CapTable, Guilherme Enck, explica que a Zletric apresentou um plano sólido para sanar a dor desse segmento, o que explica uma captação tão rápida. 

“Um plano ousado, mas bem estruturado, apresentado pela Zletric fez com que os investidores sentissem a confiança necessária para investir na startup. Investimentos de valores deste tamanho em tão pouco tempo refletem que o futuro da startup é promissor e de escalabidade”, explica Enck.

Destinação de recursos 

O valor captado pela Zletric será destinado ao plano de expansão da startup que pretende triplicar o negócio e se tornar referência deste mercado que está em plena expansão em todo o cenário nacional. 

O CEO da Zletric afirma que 48% do recurso será investido no que é considerado mais importante para o crescimento da startup. “Aplicaremos quase metade do valor captado em footprint, que representa a expansão da rede, a fabricação de novos equipamentos e a instalação das estações em pontos estratégicos do país. No momento, isso é o mais relevante para o crescimento da Zletric”, afirma Schaan. 

Schaan ainda explica que outros 22% do valor serão destinados a sales e marketing, visando expandir a imagem da startup e aumentar a procura pelas soluções oferecidas. O restante do valor será utilizado para os demais custos que vão sustentar as operações nos próximos 2 anos. 

A todo vapor

Com o encerramento da captação realizada para a Zletric, a CapTable beira sua segunda dezena de captações concluídas com sucesso neste ano. A plataforma, que já conta com mais de 5 mil investidores ativos, acaba de superar os R$30 milhões captados para 19 startups em 2021. 

O plano da CapTable é alcançar a marca de R$100 milhões investidos até o fim de 2021, conforme explica Paulo Deitos, cofundador da CapTable. “Os investidores estão ficando mais confiantes para investir em startups, exemplos como o do exit que aconteceu há poucas semanas aumenta ainda mais a confiança. Desta maneira, acreditamos que o plano de captar R$100 mi até o fim deste ano pode ser alcançado”, destaca Deitos.

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Intermodal Xperience 2021 reúne as principais empresas do setor logístico e de transporte de cargas do país

O maior evento digital da América Latina dedicado à logística, à intralogística, ao transporte de cargas e ao comércio exterior está chegando: o Intermodal Xperience 2021. Promovido pela Intermodal (plataforma de negócios completa para estes mercados) e pela Associação Brasileira de Logística (ABRALOG), o evento chega à segunda edição e começa nesta quarta-feira (1/9), sendo realizado até sexta-feira (3/9), das 9 às 19 horas.

O objetivo é promover o debate sobre o atual cenário e o futuro destes segmentos no país, proporcionar o networking e a geração de negócios às empresas destes mercados e fomentar o desenvolvimento de novas tecnologias e soluções ao setor. É o que diz o diretor do portfólio de infraestrutura da Informa Markets Brasil, organizadora da Intermodal, Hermano Pinto Jr.

“Este evento traz uma série de inovações, novas práticas e processos às empresas do setor, algo fundamental no ambiente de transformação que vivemos hoje em dia – seja em termos de transformação de infraestrutura, de tecnologia, de comportamento do consumidor ou das cadeias produtivas e industriais. Nosso objetivo com o Xperience é justamente este: trazer as novidades, as novas aplicações e, principalmente, as experiências que temos no mercado como uma referência para aqueles que buscam novas soluções para os negócios”, afirma.

Para isso, o Intermodal Xperience conta com o apoio de várias marcas e companhias do setor, nacionais e internacionais, que acreditam no potencial de negócios do evento e em seu poder transformador, aproveitando o espaço para expor aquilo que há de mais moderno em seus respectivos portfólios de soluções. São os casos das companhias de navegação e de transporte marítimo, por exemplo, que participam do evento mais uma vez, como: Aliança Navegação e Logística, Hamburg Sud, Inchcape Shipping Services, Maersk, MSC Mediterranean, Ocean Network Express, Posidonia Shipping e Sealand, entre outras.

Participação garantida no evento também são os aeroportos e companhias de transporte aéreo, como a Air Canada Cargo, American Airline Cargo, ATC Aviation Services, GRU Airport, Latam Cargo, Lufthansa Cargo e Viracopos Cargo. Assim como as empresas de transporte ferroviário (como Brado Logística e MRS Logística) e rodoviário (como Bio Transportes, Buslog, Cia de Transportes, Coopercarga, Jadlog, JSL, Superpesa Transportes, TMSA, Tora Transportes e West Cargo).

Portos e terminais portuários também são presenças confirmadas, como: BTP (Brasil Terminal Portuário), Complexo Industrial e Portuário de Pecém, DP World Santos, Porto da Antuérpia (da Bélgica), Porto de Bilbao (da Espanha), Porto de Bremen (da Alemanha), Porto do Açu, Porto do Rio Grande, Porto Itapoá, Portonave, Sepetiba Tecon e Tecon Suape, entre outros. Bem como operadores logísticos, a exemplo de Brink’s, DB Schenker, DHL Global Forwarding, DSV, Grupo IBL Logística, Tegma Gestão Logística e Wilson Sons.

“Em sua segunda edição, o Intermodal Xperience é um espaço essencial para o debate das tendências do setor de logística brasileiro, além de proporcionar um ambiente de conexão entre as empresas e profissionais da área. Estamos entusiasmados para participar do evento e compartilhar com o mercado as novas tecnologias, soluções e iniciativas desenvolvidas pela companhia em nossa jornada de transformação”, destaca a gerente de desenvolvimento e comunicação corporativa da Wilson Sons, Carolina Ribeiro.

Além delas, várias outras companhias – de armazenagem, comércio exterior, intralogística e todos os outros segmentos contemplados pelo universo da cadeia de distribuição e de suprimentos – participam do evento e trazem as últimas inovações e tecnologias do mercado aos profissionais do setor.

Para o diretor da Informa Markets Brasil, isto é essencial, já que a tecnologia tem sido muito exigida atualmente, tanto pelas companhias do setor quanto pelos clientes. “Cada vez mais temos visto demandas neste sentido, não só por parte das empresas do setor, mas, principalmente, pelos clientes delas, que pedem soluções cada vez mais tecnológicas e integradas – as quais estão sendo buscadas e desenvolvidas pelos players do mercado e que traremos ao Xperience“, conclui.

Para saber mais, acesse – https://bit.ly/CC–Xperience-2021

Serviço – Intermodal Xperience 2021:
Quando: 1 a 3 de setembro.
Horário: Das 9 às 19 horas.
Inscrições Gratuitas: https://bit.ly/CC-Xperience2021-Inscreva-se

Pesquisa mostra que locadoras têm mais de 1,5 mil veículos elétricos

Conforme pesquisa da Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis (ABLA), no primeiro semestre de 2021 o setor de locação ultrapassou, pela primeira vez, a marca de 1,5 mil veículos elétricos em sua frota total. O inédito levantamento mostrou que o setor atingiu exatas 1.507 unidades licenciadas em nome de empresas de aluguel de carros, conforme estatísticas obtidas pela associação junto ao Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro).

Foram pesquisadas as quantidades de automóveis, de comerciais leves, caminhões, ciclomotores, ônibus e motos movidos à eletricidade e licenciados em nome de empresas de aluguel de veículos. Os resultados apontaram que os automóveis correspondem à maior parcela (769) de veículos elétricos nas locadoras, seguidos pelos ciclomotores (141) e pelas caminhonetes (116).

Há, também, 86 motonetas e 61 motocicletas elétricas no setor, além de 98 ônibus. O Nissan Leaf Tekna é o automóvel elétrico mais presente (246 unidades) na frota do setor de aluguel de carros, seguido pelo ciclomotor Dayang Ecooter E1S (138) e pelo CAOA Chery Arrizo 5E (126 veículos). O BYD E5 (100 unidades) é o caminhão mais emplacado pelas locadoras no Brasil.

Regionalmente, São Paulo é o estado que reúne a maior parte da frota eletrificada das empresas de locação, com 767 unidades licenciadas por empresas de locação. Em seguida vêm Minas Gerais e o Paraná, respectivamente com 378 e 119 unidades, completando o ranking dos três primeiros em quantidade de elétricos nas locadoras no país. Distrito Federal (65), Rio de Janeiro (51) e Santa Catarina (40) também já contam frotas representativas de elétricos no setor de aluguel.

O presidente da ABLA, Paulo Miguel Junior, diz que “para não perder o bonde da história, as locadoras precisam seguir atentas ao avanço da presença dos elétricos”, acrescentando que a eletrificação de frotas também será tema de uma masterclass durante o XVI Fórum Internacional do Setor de Locação, entre 19 e 21 de outubro deste ano.

Para Miguel Junior, é visível o desejo de um crescente número de pessoas, especialmente as mais jovens, por sustentabilidade e isso se aplica também ao transporte. “As locadoras estão sendo cada vez mais incluídas entre os principais players de mobilidade urbana e isso implica em necessidade de nos ajustarmos ainda mais rapidamente às novas tendências”, completa o dirigente da associação.

QuintoAndar anuncia 60 vagas de trabalho para área de tecnologia para todo o Brasil

O QuintoAndar, maior plataforma digital de moradia da América Latina, tem mais de 260 vagas abertas. As oportunidades são para diversas áreas da companhia, com destaque para tecnologia, que tem mais de 50 posições abertas, e operações. As oportunidades em tecnologia seguem o conceito remote first, ou seja, todo o time trabalhará em home office, mesmo quando a pandemia acabar.

Nos últimos 12 meses, a companhia cresceu significativamente e atingiu um novo valor de mercado de US﹩ 5.1 bilhões. Além disso, alcançou as cinco principais regiões do Brasil e anunciou o início da expansão internacional, a começar pelo México. A proptech também cresceu 62% em número de pessoas colaboradoras em relação ao ano anterior, contratando mais de 1.200 pessoas para acompanhar a expansão da companhia.

Como diferenciais de mercado, a empresa oferece para seus colaboradores programas de desenvolvimento profissional, trilha de carreira, um pacote de remuneração competitivo, salário acima da média de mercado e remuneração variável, além de amplo pacote de benefícios e trabalho remoto.

“O QuintoAndar vive um momento de crescimento acelerado e busca profissionais criativos e com coragem de fazer o novo para nos ajudar a revolucionar o mercado imobiliário”, diz Aline Esteves, diretora de people do QuintoAndar. “Por aqui, estimulamos um ambiente cada vez mais dinâmico e diverso que proporcione desafios enriquecedores para os nossos colaboradores”.

O processo seletivo é 100% remoto e os candidatos passam por avaliação do seu perfil técnico, experiência e alinhamento com os valores e cultura da empresa. A maioria das vagas não exige graduação como pré-requisito, mas ter vivências nas áreas de interesse é um grande diferencial. As vagas são abertas para profissionais de todo o Brasil.

Para consultar todas as oportunidades e se candidatar, acesse: https://carreiras.quintoandar.com.br/

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Compras em casa: supermercados crescem 900% em vendas online

Os supermercados viveram uma das maiores digitalizações da pandemia, buscando alternativas para chegar à casa do consumidor e driblar um momento de desafio das compras presenciais. Resultado da estratégia, esses negócios registraram um aumento de 900% na receita das vendas online entre março de 2020 e julho de 2021. Os dados são de levantamento da Linx, líder em tecnologia para o varejo, a partir de informações da vertical Mercadapp, especialista em e-commerce para supermercados.

O salto sem precedentes nas vendas digitais e por aplicativo são consequência do aumento da procura: o número de pedidos virtuais cresceu 817% no mesmo período. “Em março do ano passado, a pandemia e o isolamento social praticamente obrigaram o consumidor a buscar novas formas de fazer mercado. Porém, a procura não foi uma coisa momentânea: o consumidor experimentou, gostou e se acostumou a receber as compras em casa, sustentando esse crescimento inacreditável no último um ano e meio”, analisa Larissa Lima, diretora de operações da Mercadapp.

Outros índices comprovam a consistência digital do setor. O ticket médio do período analisado foi de R$ 218,01, com uma média de frequência de compras de 175 pedidos por mês e a taxa de conversão de 16,14%, uma porcentagem bastante alta. Para efeitos comparativos, o e-commerce geral no Brasil tem uma taxa de conversão de 1,6%, segundo a Experian Hitwise.

“O hábito de compra mudou e o consumidor deve se manter digital, inclusive para as compras do mês, investindo mais em comodidade no pós-pandemia. As PMEs têm uma janela importante para se digitalizar e investir em tecnologia para as novas formas de consumo. É a chance para buscar mais alcance e fidelização de forma prática e fácil”, finaliza a executiva.

São Paulo, Goiás e Rio Grande do Norte


Entre os estados de destaque na compra de supermercado online, São Paulo registrou a maior média de pedidos, com 158 por mês e ticket médio de R$198,14. No Centro-oeste, Goiás é o líder com 143 pedidos por mês e um valor médio por compra de R$235,45. Já no Nordeste, o Rio Grande do Norte fica na primeira posição, com 57 pedidos por mês e R$258,82 desembolsado por compra pelo consumidor.

Liga Ventures promove segunda edição do maior evento de inovação aberta do país

Liga Ventures , pioneira no mercado de aceleração corporativa, irá promover nos dias 14, 15 e 16 de setembro, a segunda edição do Liga Open Innovation Summit , evento referência em inovação aberta no ecossistema, que une os objetivos de apresentar cases reais gerados entre corporações e startups, debater sobre cultura da inovação, tecnologia, tendências e sociedade do futuro com especialistas renomados no mercado e potencializar novos negócios.

Durante os três dias, os participantes terão acesso a 24 horas de conteúdos diversos com foco em inovação aberta. O evento será dividido em blocos temáticos como o Liga Talks, com mais de 50 líderes, especialistas e gestores de grandes empresas, abordando o impacto da inovação em diversos setores; Liga Insights, com os principais estudos de mercado destacando os desafios e tendências relacionadas à inovação e transformação digital.

Os participantes também terão acesso a Case Sessions: histórias reais sobre como grandes corporações atingiram resultados reais no relacionamento com startups; Living With Unicorns: conversas sobre cultura e gestão de startups unicórnios; e Pitches de mais de 25 startups selecionadas nos principais programas de aceleração do país, apresentando suas soluções e os negócios gerados com players de diversos setores – tudo isso com transmissão ao vivo.

Além disso, o Liga Open Innovation Summit contará com a presença dos keynotes: Seth Stephens-Davidowitz, ex-cientista de dados do Google e autor do best-seller “Everybody Lies”, que explora como as pesquisas do Google abrem uma janela sem precedentes para o comportamento humano, escolhas e tomada de decisão; Victoria Huff, sócia PwC US, Technology, Media and Telecomm. Antes de assumir sua posição atual, fundou e liderou a PwC New Ventures, uma incubadora de negócios, onde atuou na equipe de Liderança Executiva Global e dos EUA; e Edson Higo, presidente da Danone, empresa na qual trabalha há 15 anos. Atuou como presidente nas unidades da Danone na Argentina e na Austrália por 5 anos, e retornou ao Brasil para liderar a fusão de duas divisões da Danone Brasil em 2018, resultando na Danone Nutricia.

Segundo Rogério Tamassia, cofundador da Liga Ventures, o objetivo é fazer com que em sua segunda edição, o Liga Open Innovation Summit seja um grande canal para aproximar empresas do ecossistema de inovação. “A Liga Ventures tem como missão promover um cenário para a troca entre grandes corporações e startups, trazendo, por meio dessa conexão, soluções relevantes para o mercado. Com a segunda edição do Liga Open Innovation Summit, queremos proporcionar um terreno fértil para que essas interações ocorram de maneira genuína”, explica.

Os interessados em participar do Liga Open Innovation Summit 2021, podem se inscrever gratuitamente no site ligasummit.com .

Serviço:

• Data e horário – 14, 15 e 16 de setembro das 09h às 18h
• Custo – gratuito
• Inscrições – ligasummit.com
• Onde acontece – 100% online por meio do link do evento (disponibilizado mediante cadastro).

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ClearSale abre vagas em Uberlândia e Recife com salários de até R﹩ 15 mil

A ClearSale, empresa especializada em soluções antifraudes nos mais diversos segmentos, como e-commerce, mercado financeiro, vendas diretas e telecomunicações, está com 30 vagas abertas nas cidades de Uberlândia e Recife. O processo de seleção é feito 100% online e as vagas são home office.

Os postos de trabalho são para áreas como Tecnologia com Desenvolvimento de Software .NET, Testes com Automação, Desenvolvimento Front End, Devops, Produtos, Ciência de Dados, Modelagem, Engenharia e Customer Success, para todos os níveis, de Junior a Sênior.

Para essas vagas, será necessário experiência e formação superior completa, dependendo dos casos, e os salários são a partir de R﹩5 mil chegando a mais de R﹩15 mil no caso das vagas que exigem maior senioridade.

“Recife e Uberlândia são duas cidades relevantes no setor de tecnologia e com uma população altamente qualificada. Diante disso, nosso objetivo é utilizar essas praças para expandir a pluralidade do quadro de colaboradores e gerar oportunidades na ClearSale por todo o Brasil”, afirma Leonardo Ferraz, diretor de Pessoas da ClearSale.

Para se candidatar às vagas, basta acessar https://br.clear.sale/carreiras

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Liv Up anuncia mais de 40 vagas para TI

A Liv Up – foodtech de comida natural e mercado online – acaba de anunciar a abertura de 43 vagas remotas em diferentes níveis hierárquicos para a área de Tecnologia. A empresa busca pessoas para trabalhar remotamente com Engenharia de Software, Engenharia Mobile, Designer de Produtos e Analista de Dados. Algumas delas são exclusivas para mulheres e para pessoas negras.

A fim de ampliar a diversidade no ambiente de trabalho, a Liv Up conta com programas de inclusão no ambiente de trabalho. Recentemente, a foodtech lançou o projeto “Mães da Tecnologia”, com a abertura de vagas exclusivas para mães com uma jornada de trabalho reduzida em 40%, e benefícios completos.

“Na Liv Up, acreditamos que existem outras coisas acontecendo além da carreira, que também são importantes para a vida das pessoas. Por conta isso, focamos em perfis diversos para que possam desenvolver o lado profissional, trabalhando para que possamos ter experiências que encantam nossos consumidores”, informa Tatiana Ottenio, Head de Engenharia de Software da Liv Up.

A área de Tecnologia da Informação apresenta altos índices de vagas nos últimos anos, mas é uma das que mais sofre com falta de profissionais. “Apesar do alto índice de desemprego no país, existem poucos profissionais dessa área no Brasil. De acordo com os últimos dados da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), até 2024 teremos mais de 420 mil vagas neste setor, enquanto as universidades brasileiras foram cerca de 46 mil profissionais anualmente”, finaliza Tatiana.

Todas as vagas disponíveis e as informações completas podem ser acessadas no link: https://www.linkedin.com/jobs/search/?f_C=10475106&geoId=92000000

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