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Conheça quatro tecnologias essenciais para empresas de serviços públicos

Por Alexsandro Labbate

Conhecer as principais tendências tecnológicas é crucial para que as empresas consigam se destacar em um mercado cada vez mais competitivo. Embora as empresas de serviços públicos não enfrentem pressões competitivas semelhantes a outros segmentos, elas também precisam focar na satisfação do cliente e entregar serviços com qualidade cada vez melhor. Essas organizações enfrentam problemas e necessitam de soluções capazes de lidar com os desafios de uma infraestrutura antiga, de conformidade regulatória, de diminuição de custos operacionais e de otimização de recursos.

Em 2017 o país voltou a receber investimentos no setor elétrico. Nos primeiros três meses do ano, o ingresso de capital estrangeiro atingiu US$ 5,560 bilhões, quase o dobro do total registrado em todo o ano de 2016. Além disso, o governo federal anunciou que pretende concluir a reforma proposta para a regulamentação do setor elétrico até o início de 2018, o que deve impulsionar ainda mais o mercado.

De um modo geral, as empresas do setor público, historicamente, são avessas ao risco e, portanto, mais lentas na adoção de novas tecnologias. Porém, algumas destas tendências tecnológicas incorporam comportamentos e mudanças importantes que impactam diretamente o segmento.

Internet das Coisas (IoT)

Os consumidores estão cada vez mais familiarizados ​​com luzes conectadas, termostatos e outros dispositivos inteligentes em suas casas. Além disso, com a ajuda de aplicativos e dispositivos como o Amazon Echo, há uma crescente expectativa de conectividade entre todas as coisas. Em algumas partes da Europa e do Reino Unido, por exemplo, existe a possibilidade de instalação de medidores inteligentes em cada casa para captar com maior precisão os dados de uso de energia em tempo real, auxiliando os fornecedores a atender melhor a demanda e ajudando os consumidores a economizarem.

O setor de serviços públicos poderá em breve contar com uma infraestrutura mais conectada e inteligente para ajudar a antecipar ou aprimorar o diagnóstico de problemas, fornecendo assim ao técnico uma avaliação mais adequada.

Inteligência Artificial

A conectividade constante e os equipamentos cada vez mais inteligentes reúnem uma infinidade de dados que precisam ser processados. À medida que as empresas do setor de Utilities incorporam equipamentos e recursos sofisticados em suas carteiras e acumulam mais informações de usuários (por meio de medidores inteligentes, por exemplo), esses dados podem se traduzir em visão real de negócios com impacto mensurável.

O potencial de todos esses dados só é percebido de fato quando a organização possui as ferramentas adequadas para analisá-los e compreendê-los. O grande volume e a variedade de dados tornam impossível que os humanos atentem-se a tudo sem o auxílio de soluções inteligentes. Por meio do Machine Learning as empresas têm acesso a dados históricos e em tempo real que possibilitam melhores decisões, desde a previsão de demanda até o gerenciamento da força de trabalho, contemplando planos de emergência, manutenção preditiva, agendamento otimizado, tempos de viagem mais precisos, padrões de serviços sazonais, entre outras.

Fontes de energia renováveis

Não é surpreendente que fontes de energia renováveis estejam afetando os serviços públicos. Algumas organizações são obrigadas a incluir fontes mais ecológicas como parte de seus portfólios de energia e os subsídios governamentais para fontes de energia sustentáveis estão tornando as fontes tradicionais menos atraentes para investimento.

Nos próximos anos, o desenvolvimento de modelos de preços mais flexíveis, a gestão do armazenamento excedente de energia e o equilíbrio entre manter e reparar infraestruturas antigas ou investir e construir opções mais ecológicas, serão os grandes desafios para o setor.

Realidade Aumentada

Quando as organizações do segmento de serviços públicos atendem uma grande região ou iniciam projetos com mão de obra fixa ou menos experiente, ser capaz de estabelecer uma comunicação via vídeo entre esta equipe em campo e técnicos mais experientes parece ser a melhor solução. Porém, as ferramentas de realidade aumentada (RA) suprem esta necessidade de forma muito mais eficaz.

Por meio de dispositivos móveis habilitados com RA, fones de ouvido, óculos de proteção ou outros acessórios wearable, um técnico pode ter acesso a informações adicionais sobre um equipamento ou receber instruções remotamente de outro profissional. Ao manter as duas mãos livres para realizar seu trabalho, o técnico pode checar o histórico de serviço de uma máquina, ver a localização de uma peça que precisa ser trocada ou seguir orientações visuais fornecidas por um segundo profissional. Isso permite que a empresa envie sempre os técnicos que estejam mais próximos ao local de visita e otimize melhor a jornada de trabalho dos técnicos mais antigos.

À medida que as empresas de serviços públicos enfrentam uma grande demanda, um envelhecimento de sua força de trabalho e a inevitável perda de conhecimento, a realidade aumentada pode reduzir os custos e aliviar o impacto da mudança de dados demográficos dos funcionários.

Repensar a melhor maneira de fornecer serviços é um desafio constante. Conhecer as tendências tecnológicas mais relevantes e investir em ferramentas que melhorem a experiência com o consumidor por meio de respostas rápidas e maiores realizações de nível de serviço podem ser o grande diferencial para que as empresas de serviços públicos destaquem-se e tornem-se cada vez mais competitivas.

Alexsandro Labbate é Gerente Sênior de Marketing da ClickSoftware para as Américas, líder no fornecimento de soluções para a gestão automatizada e otimização da força de trabalho e serviços em campo.

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Wipro é a nova parceira oficial de tecnologia do McLaren Technology Group

O McLaren Technology Group e a Wipro Limited (NYSE: WIT, BSE: 507685, NSE: WIPRO), empresa global líder em Tecnologia da Informação, Consultoria e Serviços de Processos de Negócios, anunciam que a Wipro se tornou a provedora oficial de tecnologia para o grupo britânico. A meta dessa combinação é impulsionar o processo de digitalização em todos os negócios da empresa.

A Wipro vai ajudar a McLaren a alcançar os objetivos de uma estratégia de TI recentemente definida, fornecendo serviços de tecnologia da informação diferenciados e de última geração para as divisões de negócios, com ênfase na agilidade e confiabilidade.

Como parte de uma parceria plurianual, a Wipro vai incrementar a plataforma de inteligência artificial Wipro HOLMES e sua estrutura de serviços gerenciados de próxima geração, oferecendo flexibilidade e o aumento da produtividade dos negócios automotivos de alta tecnologia da McLaren.

Para Craig Charlton, CIO do McLaren Technology Group, “somos apaixonados por oferecer soluções digitais e de alto desempenho, sustentadas por SLAs robustos na McLaren. A Wipro, com sua experiência e domínio, além de um vasto portfólio de serviços de aplicativos, vai nos ajudar a alcançar a excelência e impulsionar a inovação na Inteligência Artificial”.

Segundo N S Bala, Presidente para Manufatura e Tecnologia da Wipro, “a digitalização é uma ótima oportunidade para que marcas renomadas como a McLaren, reimaginem e redesenhem seus produtos e serviços de acordo com a perspectiva dos clientes. Estamos muito satisfeitos em concretizar a parceria com o McLaren Technology Group, daremos vida a esta iniciativa estratégica, permitindo a inovação disruptiva em toda a organização”.

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Investimento em TI define o sucesso do e-commerce na Black Friday

Por Alexis Rockenbach, Head de Inovação do UOLDIVEO

A Black Friday de 2017 está marcada para o próximo dia 24 de novembro. Durante eventos como esse, o e-commerce tem um volume brutal de acessos, chegando a aumentar de 10 a 20 vezes o número de visitantes em comparação com dias normais. Obviamente, os investimentos em infraestrutura e aplicações em TI dos anos anteriores sempre deixam um legado estrutural – que é um bom ponto de partida. Mas, como o comércio online é muito dinâmico, provavelmente as páginas e suas funcionalidades já não são mais as mesmas.

Entre as principais recomendações para um bom desempenho do e-commerce na Black Friday podemos destacar:

• Planejamento e antecedência são primordiais quando se fala sobre preparação para eventos como a Black Friday;

• Faça um plano estruturado de melhoria contínua de seu ambiente de e-commerce, envolvendo equipes multidisciplinares como a sua TI, a área de negócios da empresa e seus fornecedores tanto para aplicação quanto para infraestrutura;

• Porque, à medida que você não faz este trabalho preventivo, corre o risco de decidir fazer implementações de última hora e não ter tempo de forma apropriada para operar uma campanha;

• Independentemente de sua plataforma, inclua testes de stress, simulando o tráfego extra. Esta pode ser a grande vulnerabilidade dos portais, porque sem teste, não conseguem ter uma visibilidade de suas métricas e indicadores que dão uma noção da capacidade do ambiente.

Torne isso uma prática recorrente. Logo depois da Black Friday, o natural é começar a se preparar para campanhas do próximo ano.

No e-commerce não é possível ter exatidão sobre qual volume de tráfego será registrado ou que tipo de comportamento diferente das edições anteriores ocorrerá. Observando este contexto e todas suas variáveis, para garantir a melhor experiência dos consumidores, o ideal é se planejar com antecedência e se preparar com todas as ferramentas possíveis, ter um alinhamento constante entre as áreas de negócios e da TI, minimizando assim a chance de ser surpreendido com algo que fuja do controle. A cada evento como este é necessário validar e testar todas as páginas e recursos novamente.

Outro ponto que reforça este cuidado é o crescimento ano após ano. Empresas da área têm apresentado grande crescimento ano a ano e preveem para 2017 o dobro de tráfego em relação a 2016 na semana Black Friday (segunda a domingo, com pico na sexta). O crescimento do número de page views no grupo dos maiores clientes atendidos pela Compasso, organização de serviços profissionais na área de TI, foi de 24,3%, em 2016, em comparação ao ano anterior. Em função disso, é necessário um processo contínuo de preparação antes do evento.

A preparação prematura elimina por completo as maiores queixas e problemas comumente atrelados ao evento, como a indisponibilidade ou lentidão causada tanto pela falta de capacidade de processamento de tráfego simultâneo ou pela rajada de acessos vinda de sites externos ou afiliados. É necessário prever até movimentos mais simples, como atualizações do sistema que, em meio à grande movimentação do evento, podem também congelar o sistema por longos períodos.

A TI das empresas de e-commerce usa um conjunto diverso e abrangente de diferentes soluções, desde a camada de infraestrutura, de hardware, sistema operacional, banco de dados, servidores de aplicação e ferramentas que rodam nesta base. Cada uma dessas ferramentas tem um nível de complexidade e demanda recursos especializados para fazer as configurações, acompanhamento e monitoração. Nenhuma empresa consegue passar de forma tranquila pela Black Friday sem incrementar essas equipes porque realmente o trabalho aumenta.

É importante salientar, no entanto, que a Black Friday não é o único evento sazonal que tem aumento de tráfego. Ele é o pico na maioria dos portais de e-commerce, mas existem outras empresas que no Dia das Mães, Dia dos Pais, das crianças e Natal registram grande aumento no tráfego, não necessariamente na mesma volumetria, mas que se aproximam muito da Black Friday. Além disso, existem eventos fora do calendário, como campanhas e promoções específicas que geram o mesmo efeito multiplicador do tráfego.

O que é trabalhado em relação à Black Friday vale também para toda espécie de eventos sazonais de aumento de tráfego durante o ano. É um processo contínuo, não somente um mês antes do evento. À medida que se aproxima a data, você intensifica essas ações, mas deve ser algo constante. A melhor solução sempre vai ser buscar a elasticidade necessária para que este aumento de tráfego não gere nenhum tipo de lentidão ou indisponibilidade para nenhum consumidor.

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Great Place to Work 2017: conheça as melhores empresas de TI para trabalhar no Brasil

O Great Place to Work divulgou, durante o IT EXPO FORUM 2017, a lista com as melhores empresas de TI para trabalhar no Brasil. O Paraná alcança posição de destaque ao figurar com cerca de 10% das empresas premiadas. A 12ª edição do ranking de TI conta com 15 grandes, 75 médias e 20 pequenas empresas do setor. Dell EMC liderou entre as grandes, SAP Labas América Latina, entre as médias e Sydle entre as pequenas.

Veja a lista completa:

Grandes
1. Dell EMC
2. CI&T
3. Algar Telecom
4. SAP Brasil
5. Mercado Livre
6. Teleperformance
7. Intelbras
8. Atento Brasil
9. IBM Brasil
10. Oracle Brasil
11. Getnet
12. Algar Tech
13. Cognizant Brasil
14. Alterdata Software
15. Accenture do Brasil

Médias

1. SAP Labs Latin America
2. VMware Brasil
3. Microsoft Informática Ltda
4. Radix
5. Dextra
6. Cisco
7. Visagio
8. ClearSale
9. Microcity
10. Tecnicon
11. DB1 Global Software
12. CA
13. KingHost
14. GolSat Tecnologia
15. Visa do Brasil
16. ThoughtWorks
17. Logicalis
18. Resultados Digitais
19. Grupo BExpert
20. EloGroup
21. Reachlocal Brasil
22. Casa Magalhães
23. Cigam
24. Locaweb
25. DaitanGroup
26. Digix
27. Conquest One
28. Movile
29. Matera Systems
30. Symantec Brasil
31. Bemobi
32. Grupo Dislub Equador
33. Nasajon Sistemas
34. SG Sistemas
35. Equinix Brasil
36. e-Core
37. Ivia
38. DBC Company
39. Hotmart
40. AGPR5
41. ilegra
42. Sankhya Gestão de Negócios
43. Icaro Tech
44. Teltec Solutions
45. iFactory
46. Red Hat
47. Viasoft Softwares Empresariais
48. Dimension Data
49. HBSIS
50. Take
51. Elotech Gestão Pública
52. Geofusion
53. CINQ Technologies
54. Focco Sistemas de Gestão
55. Datacoper Software
56. BHS
57. Buscapé
58. Neoway
59. Avenue Code
60. Zetra
61. Kurier
62. Touch Health
63. Metadados
64. Gartner
65. Ibyte
66. CallDesk Contact Center
67. Sensedia
68. Rech informática Ltda
69. PSafe
70. Ifood.COM
71. M4U
72. Máxima Sistemas
73. Infracommerce
74. 7COMm
75. Advise Brasil

Pequenas

1. Sydle
2. TecnoSpeed S/A
3. Involves
4. DP6
5. Lambda3
6. Cadence Design Systems do Brasil
7. Direct Talk
8. Liferay Latin America Ltda
9. Sabre
10. Comunique-se S/A
11. Samba Tech
12. Way2 Tecnologia
13. SetaDigital
14. SMN Tecnologia da Informação
15. VoxAge Serviços Interativos
16. Cheesecake Labs
17. Passei Direto
18. Cloud2b
19. Wappa
20. Aurum Software

Fonte: GPTW/IT Mídia

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Nenhuma plataforma é imune ao Ransomware, de acordo com previsão do SophosLabs 2018

A Sophos (LSE: SOPH), empresa global de segurança de rede e endpoint, anunciou hoje o SophosLabs 2018 Malware Forecast, relatório que recapitula ransomwares e outras tendências de segurança cibernética, com base em dados coletados dos clientes Sophos em todo o mundo ao longo de 2017. Uma das principais descobertas mostra que, embora o Ransomware atacasse predominantemente os sistemas Windows nos últimos seis meses, as plataformas Android, Linux e MacOS não estão imunes à ameaça.

“O Ransomware tornou-se multiplataforma. Em um primeiro momento, ele tem como foco principal computadores com Windows, mas neste ano, a SophosLabs descobriu uma quantidade crescente de criptográficos em diferentes dispositivos e sistemas operacionais usados por nossos clientes em todo o mundo “, disse Dorka Palotay, pesquisadora de segurança da SophosLabs e uma das colaboradoras do SophosLabs 2018 Malware Forecast.

O relatório também rastreia os padrões de crescimento dos ransomwares, indicando que o WannaCry, desencadeado em maio de 2017, foi o ransomware número 1 interceptado pelos computadores dos clientes, destronando o líder ransomware Cerber, que apareceu pela primeira vez no início de 2016. WannaCry representou 45,3% de todos os ransomware rastreados enquanto o Cerber representa 44,2%.

“Pela primeira vez, vimos um ransomware com características semelhantes a worms, o que contribuiu para a rápida expansão do WannaCry. Este ransomware aproveitou uma vulnerabilidade conhecida do Windows para infectar e se espalhar nos computadores, dificultando o controle “, disse Palotay. “Mesmo que nossos clientes estejam protegidos contra ele e o WannaCry tenha diminuído, ainda vemos a ameaça por sua natureza inerente para continuar digitalizando e atacando computadores. Acreditamos que os cibercriminosos desenvolvam essa habilidade para replicar o que foi visto em WannaCry e NotPetya, e isso já é evidente com o Ransomware Bad Rabbit, que mostra muitas semelhanças com NotPetya “.

O SophosLabs 2018 Malware Forecast relata aumento agudo e a queda do NotPetya, ransomware que causou estragos em junho de 2017. NotPetya foi inicialmente distribuído em um pacote de software de contabilidade da Ucrânia, limitando seu impacto geográfico. Ele se espalhou com o recurso EternalBlue, como WannaCry. O motivo por atrás de NotPetya ainda não está claro, uma vez que houve muitos erros, rachaduras e falhas com este ataque. Por exemplo, a conta de e-mail que as vítimas precisavam para contatar os atacantes não funcionou, e as vítimas não conseguiram descriptografar e recuperar seus dados, de acordo com Palotay.

“NotPetya agiu rápido e furiosamente e causou prejuízo para as empresas porque destruiu permanentemente dados nos computadores que atingiu. Por sorte, NotPetya parou quase tão rápido quanto começou “, disse Palotay. “Suspeitamos que os criminosos cibernéticos estavam experimentando ou seu objetivo não era ransomware, era algo mais destrutivo como um limpador de dados. Independentemente da intenção, a Sophos recomenda fortemente o pagamento de resgate e recomenda melhores práticas, incluindo o backup de dados e a manutenção de patches atualizados ”

O Cerber, vendido como um kit de resgate na Dark Web, continua sendo uma ameaça perigosa. Os criadores do Cerber atualizam continuamente o código e cobram uma porcentagem do resgate que os atacantes recebem das vítimas. Novas características regulares tornam Cerber não apenas uma ferramenta de ataque eficaz continuamente disponível para cibercriminosos. “Este modelo de negócios da Dark Web infelizmente está funcionando e, de forma semelhante a uma empresa legítima, é possível financiar o desenvolvimento contínuo do Cerber. Podemos assumir que os lucros estão motivando os autores a manter o código “, disse Palotay.

O ransomware Android também está atraindo criminosos cibernéticos. De acordo com a análise da SophosLabs, o número de ataques aos clientes da Sophos usando dispositivos Android aumentou quase todos os meses em 2017.

“Somente em setembro, 30% do malware malicioso do Android processado pela SophosLabs era ransomware. Esperamos que isso vá para cerca de 45% em outubro “, disse Rowland Yu, pesquisador de segurança da SophosLabs e colaborador da SophosLabs 2018 Malware Forecast. “Uma das razões pelas quais acreditamos que o Ransomware no Android está decolando é porque é uma maneira fácil para os criminosos cibernéticos ganharem dinheiro em vez de roubar contatos e SMS, exibir anúncios ou phishing do banco, o que exige técnicas sofisticadas de hacking. É importante notar que o ransomware Android é principalmente descoberto em mercados que não são do Google Play – outro motivo para que os usuários sejam muito cautelosos sobre onde e quais tipos de aplicativos eles baixam “.

O relatório SophosLabs indica ainda que surgiram dois tipos de métodos de ataque do Android: bloquear o telefone sem criptografar dados e bloquear o telefone enquanto criptografa os dados. A maioria dos ransomware no Android não criptografa os dados dos usuários, mas o simples ato de bloquear uma tela em troca de dinheiro é suficiente para causar prejuízos, especialmente considerando quantas vezes em uma única informação é acessada em um dispositivo pessoal. “A Sophos recomenda fazer backup de telefones em uma programação regular, semelhante a um computador, para preservar dados e evitar pagar resgate apenas para recuperar o acesso. Esperamos que o Ransomware para Android continue aumentando e dominando como o principal tipo de malware nesta plataforma móvel no próximo ano “, disse Yu.

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Ferramenta de Business Intelligence lidera 22 categorias em pesquisa da BARC

A BARC, um dos principais institutos de pesquisa para análise, gerenciamento de dados, conteúdo empresarial e Business Intelligence (BI), lançou oficialmente os resultados do levantamento das ferramentas de BI deste ano. O relatório conhecido como BI Survey 17 da BARC baseia-se nos resultados do estudo mais amplo e abrangente do mundo sobre usuários finais de inteligência de negócios.

A pesquisa BI Survey 17 entrevistou 3 mil empresas usuárias de 92 países, nos quais foram avaliados 42 produtos diferentes. A TARGIT, multinacional dinamarquesa especializada em Business Intelligence (BI), foi um dos principais fornecedores em 22 categorias e ficou em 2° lugar no quesito satisfação de produto. “Esses resultados consolidam nosso objetivo de apoiar as empresas em sua jornada para tornarem-se verdadeiramente excelentes em decisões direcionadas por dados em toda a organização”, aponta Allan Pires, CEO da TARGIT Brasil.

“A TARGIT é um fornecedor sólido que, de acordo com os clientes, sabe como entregar projetos bem sucedidos no prazo e no orçamento”, informa o relatório BI Survey 17. Além disso, o relatório aponta que a solução não só fornece informações aos usuários, mas também contribui para o bem-estar das organizações, tendo em vista que os clientes relatam altos níveis de benefícios e valor comercial para o negócio com o uso do software.

A multinacional também recebeu altas notas no quesito de sucesso em projetos, valor para o negócio, satisfação de produto e atendimento, experiêcia de usuário e facilidade de uso onde lidera áreas como análise visual, BI móvel e BI incorporado. Recentemente, a empresa investiu consideravelmente em arquitetura, interfaces de usuário aprimoradas orientadas e avanços no processamento de dados em memória e recursos de mashup de dados.

Ainda de acordo com Allan, o aumento da satisfação é devido ao contínuo investimento em novas tecnologias, na modernização da plataforma como colaboração e descoberta de dados e em novas ofertas de consultoria. “Investimos para termos inovação que gera valor tanto na ferramenta quanto nos serviços. Ver a TARGIT tão bem classificada na pesquisa fortacele e impulsiona a nossa empresa.”, finaliza o executivo.

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Fortinet treina profissionais de segurança cibernética na NSE Xperts Academy, em São Paulo

Fortinet® (NASDAQ: FTNT), líder global em soluções de cibersegurança de alto desempenho, realiza esta semana o evento de treinamento 2017 LATAM NSE Xperts Academy, em São Paulo. A NSE Xperts Academy é uma iniciativa global da empresa que oferece três dias completos de treinamento técnico em profundidade orientados pelos próprios especialistas da Fortinet.

Esses treinamentos práticos também fornecem o ambiente ideal para que os participantes se conectem com outros profissionais da área da segurança cibernética e façam parte da visão da Fortinet de transferir conhecimento avançado para seus parceiros, ajudando assim a reduzir a lacuna de habilidades necessárias aos profissionais que precisam trazer soluções reais aos problemas urgentes enfrentados pelo governo, empresas e organizações na América Latina, que usam a tecnologia como uma espinha dorsal para suas operações.

“Estamos muito satisfeitos com a oportunidade de trazer este programa de treinamento com renome mundial para o Brasil este ano e proporcionar aos nossos parceiros o treinamento necessário para agregar valor aos seus clientes. A economia digital representa uma oportunidade de crescer empresarialmente, desde que a segurança cibernética continue a ser uma prioridade em qualquer organização. A NSE Xperts Academy nos fornece uma plataforma para aumentar a conscientização e os conhecimentos necessários para que nossos parceiros de canais brasileiros se mantenham atualizados com as mais modernas arquiteturas de cibersegurança”, disse Frederico Tostes, Country Manager da Fortinet Brasil.

30 profissionais estão tendo a oportunidade de aprender novas habilidades técnicas, melhorar seus conhecimentos em tecnologias avançadas da Fortinet e interagir pessoalmente com líderes técnicos locais e regionais da empresa.

O treinamento foi aberto no primeiro dia por Martin Hoz, vice-presidente de Engenharia da Fortinet para América Latina e Caribe, que deu seus comentários de boas-vindas sobre a relevância da transferência de conhecimento e treinamento para os canais da região.

“A visão da Fortinet baseia-se no apoio total dos canais, nossa principal força de vendas, e para isso desenvolvemos esse programa onde a transferência de conhecimento é fundamental. Em um momento em que a superfície de ataque se expande num mundo muito mais conectado e em que o ambiente do cibercrime torna-se mais complexo, esse treinamento fornece ferramentas e conhecimentos para responder de forma mais satisfatória às demandas de soluções e serviços de cibersegurança dos clientes no marco da transformação digital de seus negócios “, disse Hoz.

O evento de treinamento foi projetado com o objetivo de fornecer instruções intensivas em uma ampla gama de produtos e soluções de segurança da Fortinet. Os profissionais participam de workshops sobre FortiOS, FortiPoC, Advanced Threat Protection Solutions, Secure Access e FortiSIEM, entre outras tecnologias de cibersegurança.

“É um privilégio fazer parte deste evento NSE Xperts Academy onde podemos, por alguns dias, mergulhar em conteúdos práticos e laboratórios técnicos que só enriquecem nossos conhecimentos. É muito importante esta imersão tecnológica para estarmos atualizados, oferecendo sempre as melhores e mais eficientes soluções aos nossos clientes”, disse Luiz Alberto Camilo, Segurança da Informação da Logicalis.

“O NSE Xperts Academy é muito importante para nós profissionais especializados em cibersegurança que precisamos nos manter atualizados com as tecnologias que permitem apoiar nossos clientes e parceiros na proteção de suas organizações. A Danresa é focada em soluções de segurança e redes, e baseia suas soluções no ecossistema Fortinet Security Fabric, que permite integrar diversas camadas de proteção, em diversos pontos de explorações das redes modernas. Poder participar de treinamentos como estes da NSE Xperts Academy eleva o conhecimento do nosso time, bem como aumenta nossa capacidade de reação junto aos nossos clientes contra as ameaças avançadas modernas,” comentou Renato F. Porta, Diretor de Engenharia de Pré-Vendas da Danresa.

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Mobile ID: chegou a era do marketing 1 a 1

Por Francesco Simeone

Pouco depois de o iPhone ser anunciado, em 2007, muitos concorrentes da Apple se apressaram para lançar seus próprios smartphones. Em poucos anos, o mundo havia mudado. De repente, tínhamos um assistente pessoal em mãos para fazer, comprar ou pesquisar qualquer coisa, onde e quando precisarmos.

Em 2010, três anos mais tarde, a publicidade em dispositivos móveis começava a ganhar terreno, mesmo que representasse apenas 3,2% dos investimentos em meios digitais. Para este ano de 2017, a Emarketer prevê que o investimento em tecnologias mobile chegue a 62,5% do total da renda das plataformas digitais em todo o mundo.

Mas isso não é tudo. Os smartphones tiveram outro grande impacto na indústria da publicidade, destronando os famosos “cookies”, que, durante muito tempo, dominaram a World Wide Web.

Os cookies foram desenvolvidos para registrar a atividade de um usuário no browser de um computador, incluindo logins em sites da web. Como sabemos, a indústria publicitária viu uma grande oportunidade em usar os cookies para coletar, armazenar e utilizar os dados de perfil dos usuários a fim de alcançar suas audiências e executar suas iniciativas de marketing online de uma maneira mais eficiente.

A indústria dependia muito dos cookies até o surgimento dos smartphones. Com o aumento do uso de aplicativos onde não existem cookies e browsers que possam apagá-los cada vez que são fechados, os cookies se converteram em um método relativamente secundário para compilar dados.

Qual é o “cookie” do mobile?

A identificação do dispositivo móvel, conhecida como ID do dispositivo, é uma das soluções para o entrave. O ID de um aparelho é um código único, quase como um número de série, dado aos dispositivos pelos fabricantes dos sistemas operacionais. Podemos usar este identificador único para chegar ao dispositivo com precisão exata, sendo essa a maneira mais eficaz de segmentação.

Os IDs (IDFAs & GAIDs), além de permitirem o rastreamento das ações publicitárias em seus dispositivos móveis, como um clique ou um download, também permitem clusterizar o dispositivo na base dos aplicativos instalados, sua frequência de uso e a geolocalização em tempo real, contribuindo assim para a construção de um customer graph bem preciso do proprietário do dispositivo.

O mercado realmente está indo em direção à identificação única do dispositivo para a publicidade (Mobile ID), num mundo onde o usuário passa 86% do tempo consumindo conteúdos em aplicativos móveis.

Como o Mobile ID pode ajudar as marcas?

Por meio do uso do Mobile ID, nós, como profissionais do marketing, podemos tirar proveito de uma maior quantidade e qualidade de dados, em comparação com os dados coletados por cookies em desktops.

Conheça três vantagens que o Mobile ID proporciona às marcas:

a) Impacto mais personalizado: várias pessoas podem ter o mesmo cookie, pois utilizam o mesmo browser ou um indivíduo pode ter vários cookies caso use vários dispositivos ou navegadores. No caso do Mobile ID, a diferença é que, geralmente, dispositivos móveis não são compartilhados por mais de uma pessoa e segmentam exatamente o comportamento de cada usuário.

b) Redução e eliminação de fraudes publicitárias: há maior garantia de que as pessoas que estão sendo impactadas por cada campanha são reais. Ao vincular de forma pré-determinada às pessoas com IDs de dispositivos móveis únicos, é possível ter certeza de que a mensagem foi direcionada a usuários reais e verificados.

c) Melhora no Retargeting: como o uso do Mobile ID encontramos a forma perfeita de retargetizar na base de ações muito específicas, proporcionando um diálogo 1 a 1 usuário-marca ao longo do tempo.

Num mundo tecnológico em constante evolução, é de suma importância adaptarmos nossas práticas de marketing para conhecermos mais a fundo nossos usuários. A utilização de conceitos e tecnologias capazes de identificar os usuários móveis no contexto de sua localização geográfica e no momento certo da sua jornada dá às marcas a chance de se comunicarem de forma personalizada e direta.

Francesco Simeone é Diretor de Negócios da Logan Media Brasil, empresa de mídia, marketing e desenvolvimento de soluções para mobile.

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Flex lança solução de gestão de relacionamento na nuvem

Kleber Bonadia, diretor de TI e Inovação da Flex

A Flex Relacionamentos Inteligentes, uma das maiores empresas de gestão de relacionamentos, que oferece soluções completas para atender as necessidades de interação empresa – cliente, com plataformas multicanais e alta tecnologia, está lançando um novo produto de gestão de relacionamento na nuvem, o Zaas, uma solução que integra software, telecomunicações, serviço e todos os requisitos de tecnologia de contact center para consumo na nuvem.

“O produto inovador disponibiliza diversos canais de interação de forma integrada, o que facilita o serviço para as empresas, trazendo aumento de produtividade, redução de custos e qualidade superior”, Kleber Bonadia, diretor de TI e Inovação da Flex.

O Zaas foi desenvolvido no laboratório de Inovação da Flex, o xLab, dedicado a criação de soluções inovadoras para o segmento de Gestão de Relacionamentos. Com a solução em nuvem, é possível atualizar a tecnologia do contact center sem realizar novos investimentos. A solução é entregue em um cabo de rede, não importa onde a empresa esteja localizada. Ou seja, gerencia de forma eficiente todos os canais de relacionamento com clientes e prospects sem que a empresa se preocupe com infraestrutura e telefonia.

Os softwares disponibilizam interações por voz, chat, e-mail, SMS, Facebook Messenger e WhatsApp, e incluem funcionalidades de PABX, discadores, URA, distribuição automática de interações, entre outras. Viabilizam integração com inbound marketing, pré-vendas, inside sales, assistência técnica, suporte e customer success, sendo uma solução eficiente para vendas, atendimento, back office, fidelização, crédito e cobrança e reconquista.

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E-wallets: fique preparado para uma nova forma de comprar

Por Juan D’Antiochia, Gerente Geral da Worldpay para a América Latina

À medida que os smartphones se tornam mais equipados com as tecnologias mais recentes, como near field communication (NFC), mais oportunidades aparecem para as mobile wallets, usadas diariamente. De acordo com uma pesquisa da Worldpay¹, os pagamentos utilizando “carteiras digitais” representam atualmente 12% do mercado, fazendo com que seja um dos meios de pagamento de maior crescimento e adoção por parte dos consumidores. Enquanto isso, os cartões de crédito, que são o método de pagamento online mais comum (63%), deverão registrar queda no uso até 2020 (alcançando 56%).

As mobile wallets podem ser aplicadas de várias formas e há muitas soluções já disponíveis no mercado (por exemplo, Apple Pay e Samsung Pay). O número de smartphones aumentou, assim como, a utilização deles em transações, possibilitando o processamento de pagamentos com a tecnologia NFC.

Para ter uma noção de como os smartphones têm contribuído com a revolução das mobile wallets, o Brasil possui atualmente 198 milhões de celulares² e, até o final deste ano, a estimativa é que haverá um smartphone por habitante, segundo o levantamento anual sobre o Uso da Tecnologia da Informação da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo³.

Analisando esse cenário, a segurança é uma grande preocupação de comerciantes e consumidores. As pessoas temem pela privacidade de seus dados pessoais e proteção ao dinheiro, levando em conta a enorme quantidade de cartões clonados e fraudados no Brasil. Por outro lado, os comerciantes podem escolher opções mais seguras para seus clientes. Um cartão de crédito roubado pode ser recuperado, já as impressões digitais não. No entanto, à medida que a autenticação biométrica se torna comum com as mobile wallets, elas naturalmente começarão a oferecer um nível de segurança maior e atender às demandas dos consumidores a fim de conquistar sua confiança.

Todo o registro de dados e transações via eWallets é feito de forma criptografada, o que é mais uma maneira de oferecer ainda mais confiança para o consumidor, que não precisa ficar expondo seus dados pessoais a cada nova compra, além de deixar o processo de pagamento mais fluído.

Também é importante destacar a experiência única que as mobile wallets podem oferecer. Possibilitar que os consumidores não usem a fricção durante a compra tem sido cada vez mais demandado pelos comerciantes e é por isso que as e-wallets vieram para ficar. Os varejistas procuram pelo processo “zero clique”, com sistemas de pagamento que armazenam dados dos clientes e processam transações a partir de diferentes aplicações. As e-wallets tornam mais fácil a aceitação de pagamentos recorrentes, o que explica a popularidade de clubes de assinatura online e serviços de aplicativos que, por exemplo, fazem uso deste tipo de meio de pagamento e atualmente representam um dos maiores mercados do segmento de comércio eletrônico.

Além de todas essas características a favor dos pagamentos, as carteiras digitais oferecem ainda uma série de oportunidades a fim de que os comerciantes alavanquem seus negócios, possibilitando uma boa alternativa para a compra de ingressos para concertos, ônibus e metrô, assim como, vouchers de presentes. Os varejistas também podem usar as carteiras digitais como recompensa pela fidelidade de consumidores oferecendo presentes instantâneos, descontos e vouchers; mantendo os clientes atualizados sobre novas ofertas e produtos.

As projeções indicam que seguimos um caminho irreversível no comércio eletrônico. Isso não significa o desaparecimento imediato do dinheiro, mas sim o começo de uma grande transformação e o surgimento de novos meios de pagamento que complementam os tradicionais. No ano passado, a Worldpay processou globalmente mais de US$ 580 bilhões, em mais de 15 bilhões de transações, sem o uso do dinheiro. Fique preparado para essa nova era de pagamentos!

Fonte:

[1] Worldpay Global Payments Report 2016

² Pesquisa Anual sobre o Uso da Tecnologia da Informação da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo (FGV – SP)

³ Pesquisa Anual sobre o Uso da Tecnologia da Informação da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo (FGV – SP)

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IDC MarketScape nomeia PTC como líder global de plataformas IoT

A PTC (NASDAQ: PTC) anuncia que foi nomeada líder no mercado de plataformas IoT de acordo com relatório de pesquisa da IDC, intitulado “IDC MarketScape: Worldwide IoT Platforms (Software Vendors) 2017 Vendor Assessment”. O IDC MarketScape reconheceu a plataforma ThingWorx® Industrial IoT da PTC como uma das mais robustas plataformas de habilitação de aplicativos disponíveis hoje. A ThingWorx também oferece flexibilidade de implantação por meio da integração nativa com inúmeras plataformas de nuvem.

O relatório IDC MarketScape examinou os recursos e as estratégias da PTC e de 11 outros fornecedores de plataformas IoT. Cada empresa foi avaliada de acordo com um conjunto abrangente de critérios, incluindo os elementos principais de uma plataforma IoT: gerenciamento de conectividade, gerenciamento de dispositivos, captura de dados, processamento, gerenciamento, ferramentas de visualização, ferramentas de habilitação de aplicativos e análises.

A PTC tem liderado o mercado de plataformas IoT, com sua solução ThingWorx® já na oitava versão, sendo utilizada por mais de 1.200 empresas. Também são mais de 250 parceiros e muitos integradores de sistemas que criaram centros de competências IoT em torno da tecnologia PTC.

O ThingWorx é o núcleo do portfólio de tecnologia IoT da PTC, composto por uma plataforma de desenvolvimento rápido de aplicativos, conectividade, capacidades de aprendizagem em máquina, realidade aumentada e integração com os líderes de dispositivos em nuvem. Essas capacidades combinadas oferecem uma plataforma robusta de tecnologia IoT permitindo que os clientes usuários conectem recursos com segurança, criem aplicativos rapidamente e criem novas maneiras de capturar e manipular dados para gerar valor.

O relatório destacou vários pontos fortes, observando “o patrimônio da PTC em CAD e software de engenharia, além de seus recursos de realidade aumentada, que tornam a PTC adequada para desenvolver a tecnologia digital twin, como a encontrada em seu ThingModel dentro da ThingWorx – uma característica que será cada vez demandada pelos clientes industriais”. O relatório continua a reconhecer a PTC por seus “muitos investimentos na tecnologia Industrial IoT que demonstram seu compromisso com o mercado. Os clientes observam que a PTC oferece uma plataforma rica em recursos”.

“A PTC estabeleceu-se como líder no mercado de plataforma IoT, pois oferece uma das mais robustas plataformas de habilitação de aplicativos disponíveis hoje com a ThingWorx”, disse Stacy Crook, diretora de pesquisa do relatório Internet of Things Ecosystem and Trends da IDC. “A PTC tem sido bem sucedida no estabelecimento de relacionamentos de parceiros com significativos players no ecossistema IoT e não tem compromisso com uma única plataforma de nuvem, oferecendo aos clientes opções de implantação flexíveis”.

“Estamos satisfeitos pelo IDC MarketScape ter reconhecido os pontos fortes da PTC e nos posicionar como líder entre as plataformas IoT”, disse Jim Heppelmann, presidente e CEO da PTC. “A PTC está empenhada em liderar a convergência dos mundos físico e digital, tornando acessível, intuitiva e robusta a IoT e a realidade aumentada (AR). Com a ThingWorx, as empresas podem transformar seus negócios e capitalizar o poder do IoT e AR mais rápido do que nunca “.

Além do reconhecimento da IDC a PTC recebeu, em junho passado, os Compass Intelligence Awards, como a Industrial Internet of Things Company of the Year (IIoT) e Innovative Product of the Year Vendor for the Consumer pela solução de realidade aumentada ThingWorx® Studio (AR).

Os cinco vencedores anuais do Prêmio de Inteligência da Compass foram selecionados por mais de 40 jornalistas, editores e analistas que cobrem tecnologia. O programa inclui três categorias primárias de premiação: Mobile & Wireless, A-List in IoT e Bamboo Mobile (Green Tech). Os 68 prêmios identificam o melhor em dispositivos móveis e software, tecnologia sem fio, plataformas, Internet de Coisas, wearables, reutilização / reciclagem de dispositivos, produtos conectados, robótica, realidade aumentada, inteligência artificial e soluções emergentes.

Este foi o terceiro ano consecutivo que a PTC viu sua liderança em IoT reconhecida pelos Compass Intelligence Awards. Em 2016, a PTC foi nomeada Internet of Things Enablement Company of the Year and Leading Augmented Reality Vendor, e em 2015 a PTC foi reconhecida como IoT Innovation Vendor of the Year for its ThingWorx® IoT technology.

Já em novembro de 2016 a PTC também foi nomeada líder pelo relatório Forrester Wave™ que avalia as plataformas de software de Internet de Coisas (IoT). A Forrester classificou a plataforma ThingWorx® da PTC com os maiores índices disponíveis de acordo com quinze critérios, incluindo “funções de conexão” e “análise avançada”. No relatório “The Forrester Wave™: IoT Software Platforms, Q4 2016,”, a Forrester avaliou a PTC e 10 outros fornecedores em uma ampla gama de critérios para plataformas de software IoT, que, de acordo com a Forrester, “ajudam a simplificar a implantação, gerenciamento, operação e captura de informações dos dispositivos conectados habilitados para IoT “.

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DATEN anuncia aquisição de participação na MTM Tecnologia

A DATEN, uma das principais fabricantes brasileiras de computadores, anuncia a aquisição majoritária da MTM Tecnologia, uma das principais empresas de soluções mobile para o mercado nacional. A empresa adquiriu a participação de antigos investidores através do seu fundo Lighthouse Investimentos, representando uma nova etapa que tem como objetivo a diversificação da oferta de produtos e o crescimento do mercado de software.

“A nossa relação com a DATEN se iniciou como fornecedor de soluções. Com o tempo entendemos que essa parceria faria muito sentido para ambas as empresas. A DATEN possui uma estrutura sólida, uma extensa rede de parceiros tecnológicos e de negócio e um histórico de investimento em inovação. Com a DATEN como sócia teremos condições de expandir nossa presença e intensificar a nossa oferta principalmente de produto”, diz Gustavo Perez, Sócio-Fundador da MTM Tecnologia.

Todos os sócios fundadores permanecem no quadro societário da empresa mantendo as suas participações. A direção da empresa continuará sob a responsabilidade de Gustavo Perez. Com o anúncio, o objetivo é ampliar o investimento em áreas como Pesquisa e Desenvolvimento de soluções mobile, Comercial, Comunicação e Marketing.

“A MTM passará a adotar uma estratégia de negócios mais agressiva focando principalmente na oferta de produtos baseados na nossa plataforma de soluções mobile. O objetivo é expandir a nossa carteira de ofertas consolidando a MTM como principal fornecedor de soluções mobile do país. As novas ofertas serão criadas com foco em nichos de mercado carentes de soluções como o de saúde, com a otimização no processo de relacionamento de grandes organizações com os seus clientes”, diz Perez.

Com a aquisição, a DATEN também anuncia a expansão de sua atuação, deixando de ser uma empresa predominantemente de hardware para atender também o mercado de software. “Nossa estratégia é investir nas linhas de produto da MTM dentro dos segmentos nos quais eles já atuam e também em projetos customizados para importantes setores da indústria nacional. Um de nossos focos é sem dúvida o segmento de saúde no qual a MTM é uma referência”, afirma Christian Dunce, Sócio-Diretor da DATEN. “Atuaremos para sermos reconhecidos como uma das principais empresas brasileiras de TI”, diz o executivo

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Associação Brasileira do Mercado Imobiliário e Tecnologia realiza evento de programação

A ABRAMIT faz a sua estreia com a realização do Hackathon MIT Insights. O evento, que acontece entre os dias 14 e 15 de novembro, será o primeiro da Associação Brasileira do Mercado Imobiliário e Tecnologia, formada pela incorporadora Cyrela, o fundo de investimentos Astella, o Grupo VivaReal e o venture builder Construtech Ventures. O Hackathon quer estimular o desenvolvimento de soluções digitais e está aberto para a inscrição de desenvolvedores, engenheiros, uxers e designers.

A maratona de programação está alinhada com o objetivo da ABRAMIT, de desenvolver o mercado imobiliário por meio da tecnologia. Os desafios propostos durante o evento serão relacionados ao segmento. Os grupos que desenvolverem as melhores propostas para o mercado serão premiados. Além de ter como sócias a Cyrela, Astella, Grupo VivaReal e Construtech Ventures, a ABRAMIT está aberta às incorporadoras, construtoras, imobiliárias, portais imobiliários empresas de tecnologia, bancos, instituições e pessoas que têm interesse em transformar e inovar o mercado imobiliário.

Assim como no Hackathon MIT Insights, os associados vão participar e promover meetups e eventos com foco em trocar experiências e desenvolver negócios, além de realizar sessões de mentoria com startups selecionadas pelo programa de crescimento da ABRAMIT. Acesse www.abramit.org para conhecer e/ou participar da Associação Brasileira do Mercado Imobiliário e Tecnologia (ABRAMIT).

Hackathon MIT Insights

Os interessados em participar do evento devem realizar a inscrição em http://abramit.org/hackathon até o dia 13 de novembro.

Cada participante do grupo vencedor vai ganhar um Macbook Air. O segundo lugar vai ganhar um frigobar retrô com energéticos. Cada participante que ficar na terceira colocação vai ganhar um Kindle Paperwhite.

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Bancos brasileiros valorizam inteligência artificial, diz pesquisa da GFT

O Estudo Global sobre Digital Banking da GFT, companhia de Tecnologia da Informação especializada em Transformação Digital para o setor financeiro, aponta que 94% das instituições financeiras de grande porte enxergam valor em soluções de IA (Inteligência Artificial). Em nível global, a Inteligência Artificial (AI) pode ser vista como um dos tópicos de maior interesse no setor bancário hoje. A pesquisa revela ainda que a abordagem de “Bank as a Plataform” (BaaP), para criar um modelo aberto de negócios usando APIs, é considerada um elemento relevante que irá moldar o banco digital futuro.

Realizado com 285 profissionais de pequenos, médios e grandes bancos de varejo – com dois participantes no máximo por instituição financeira, o estudo revela as informações e o nível de maturidade sobre Transformação Digital, Inteligência Artificial e Bank as a Platform (BaaP). Os entrevistados ocupam posições de diretoria e gerência em bancos de varejo, tanto em áreas de negócios quanto em TI. A pesquisa foi realizada em oito países: Brasil, Alemanha, Itália, México, Espanha, Suíça, Reino Unido e EUA.

Dentre os principais desafios apontados sobre a implementação de uma estratégia digital estão: a integração de sistemas legados com novas tecnologias (59%), as questões de segurança e privacidade (57%) e a falta de competências internas (51%). O motivador principal para a digitalização, especialmente para grandes bancos de atuação global, é satisfazer ou exceder as expectativas dos clientes.

Inteligência artificial a caminho

A IA está preparada para transformar o setor bancário ao longo da próxima década. A pesquisa mostrou que 83% dos entrevistados veem a importância da IA. O Brasil, o Reino Unido e o México lideram o caminho em termos de reconhecimento da importância da IA, enquanto na Alemanha e na Suíça, países tradicionalmente mais cautelosos, apenas alguns percebem a IA como estratégica.

Com a implementação da IA, os especialistas questionados esperam obter avanços em uma ampla gama de funções empresariais, desde o back office até o contact center, passando pelo planejamento financeiro pessoal e as funções de vendas. Como resultado da aplicação dessas tecnologias, espera-se a redução de custos operacionais (71%) e o maior engajamento do cliente (64%).

“A indústria de banco de varejo, em especial, tem acesso a uma grande quantidade de dados multi estruturados que, atualmente, não está sendo utilizada na sua totalidade. Ao utilizar algoritmos cognitivos, esses dados podem ser processados e organizados para gerar modelos de apoio à tomada de decisão para atender melhor os clientes e se diferenciar competitivamente”, afirma o managing director Latam da GFT, Marco Santos.

Status da transformação digital no Brasil

Atualmente, quase metade (47%) dos bancos no Brasil estão desenvolvendo estratégias de transformação digital, enquanto que 36% consideram já ter concluído esse processo, elevando o total de bancos brasileiros que dispõem de uma estratégia de transformação digital para 83%.

Em comparação com outros países, o Brasil é o principal país a reconhecer a importância da IA. Cerca de 30% dos entrevistados a consideram estratégica e outros 33% a veem como de importância tática. Somente 3% não acreditam em sua importância.

As três principais soluções de IA a serem adotadas no País compreendem: assistente virtual para clientes, com 52% de intenção de adesão, similar ao observado em outros países, com tecnologias de reconhecimento de linguagem natural; RPA – Robot Process Automation, com foco em eficiência do back office, com 38%; e Robot Advisory com 31%.

Os três principais benefícios da implementação de IA percebidos são: maior engajamento do cliente (66%), seguido de custos operacionais mais baixos (55%) – benefício número um citado mundialmente e, por fim, redução de riscos (28%).

Embora o Brasil seja o país mais empolgado em relação à IA, a pesquisa mostra que os níveis de preparo dos sistemas de TI estão abaixo da média mundial. Os principais desafios no País são infraestrutura técnica escalável (interna versus nuvem), a disponibilidade de especialistas para preparar e fazer curadoria do sistema cognitivo, a infraestrutura capaz de alimentar os algoritmos e as parcerias com fintechs e fornecedores de IA.

Em relação ao BaaP, cerca de 20% dos bancos brasileiros possuem uma estratégia em andamento, embora somente 13% começaram a implementá-la. Entre os países pesquisados, o Brasil ainda está em um nível intermediário de maturidade em relação a adoção da estratégia Bank as a Platform. Os três principais benefícios do BaaP esperados no Brasil são: redução dos custos operacionais (47%), capacidade de desenvolver novos aplicativos (47%) e maior engajamento dos clientes (43%).

Já os três principais desafios enfrentados pelos bancos brasileiros são similares aos dados mundiais: 63% antecipam dificuldades com a complexidade dos sistemas existentes na organização, 57% em questões de segurança e 43% em falta de experiência e habilidades adequadas.

Entre os entrevistados com conhecimento em BaaP, a modernização de aplicativos é a mudança citada com mais frequência (50%), seguida da migração de dados para a nuvem (38%) e a aquisição de uma nova plataforma bancária centralizada (25%).

Principais motivadores para a transformação digital

Os resultados mostram que o motivador número um para avançar na transformação digital dentro das organizações financeiras é satisfazer as expectativas dos clientes, segundo as respostas de 60% dos participantes. Em seguida, vem o aumento de receitas a partir de novos serviços ou produtos (51%) e a redução de custos operacionais (47%).

Um número considerável de bancos já tem uma estratégia definida de transformação digital sendo implementada ou desenvolvida. Cerca de 34% dos entrevistados afirmam ter uma estratégia de transformação digital definida, já 53% possuem uma estratégia em fase de desenvolvimento. O Reino Unido e a Suíça estão na vanguarda desta área: 100% das instituições de todos os tamanhos afirmam que já definiram ou estão desenvolvendo sua estratégia de transformação digital.

A abordagem Bank as a Platform como um passo importante na agenda da transformação digital

Bank as a Platform é uma abordagem de negócios na qual o banco e seus parceiros disponibilizam serviços de qualquer tipo aos clientes, e onde os clientes vem para obtê-los e consumi-los. Essa abordagem tem várias implicações na arquitetura de negócios e tecnologias das instituições, como por exemplo o uso de APIs para expor serviços, a necessidade de garantir simetria de informação entre os vários players da plataforma e o desenho de novos produtos a partir de componentes de vários participantes da plataforma.

Cerca de 69% de todos os bancos participantes já consideraram o BaaP como estratégia de negócios e acreditam que o BaaP terá um impacto de grande a moderado em seu modelo de negócios. Os principais benefícios do BaaP são aumento do engajamento do cliente com 62%, seguido da capacidade de desenvolver novas aplicações com 55% e menores custos operacionais (51%). O Reino Unido e a Espanha lideram a adoção do BaaP, enquanto o México, o Brasil e a Itália continuam cautelosos, sendo que muitos bancos ainda não consideram implementar uma estratégia.

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Soros, Goldman Sachs e Qualcomm investem R$ 66 milhões na startup brasileira CargoX

A CargoX, empresa de tecnologia que oferece serviços de carga para empresas, anunciou hoje uma rodada de investimento Série C para acelerar o seu desenvolvimento de tecnologia. Goldman Sachs é o investidor líder dessa rodada, que tem a participação de Soros Fund Management, Qualcomm Ventures, braço de investimento da Qualcomm Incorporated, e novos investimentos da Agility Logistics, Valor Capital Group e Oscar Salazar (co-fundador da Uber). Esse investimento Série C segue as rodadas de Série A e B onde a empresa levantou um valor total de R$ 46 milhões, levando o total de investimentos a R$ 112 milhões.

A CargoX (http://www.cargox.com.br) foi lançada em março de 2016, durante a principal crise econômica e política da história do Brasil. Em pouco mais de um ano, por meio de uma combinação de tecnologia de ponta e excelência em Data Science, a CargoX diminuiu a ociosidade dos caminhões para diminuir os custos de transporte e melhorar os fretes. A empresa se tornou um dos maiores prestadores de serviço de transporte rodoviário (em faturamento) em um mercado de mais de US$ 100 bilhões e está crescendo mais de 500% ao ano nesse segundo ano de operação.

“O frete é um dos maiores motores em qualquer economia e isso é especialmente evidente no Brasil, que conta com o terceiro maior mercado de transporte rodoviário do mundo, ficando atrás apenas dos Estados Unidos e da China. A CargoX teve um crescimento expressivo e estamos animados em aumentar nosso investimento para acelerar ainda mais o seu desenvolvimento”, explica Hillel Moerman, co-Head do Goldman Sachs Private Capital.

“A CargoX alcançou um nível de tecnologia que nos permitiu operar como uma empresa de transporte sem precedentes. Nós desenvolvemos uma plataforma com uma rede de milhares de motoristas autônomos, o que nos permite coletar dados em tempo real, gerando mais eficiência, diminuindo a ociosidade dos caminhões e criando uma reputação positiva no mercado nacional”, conta Federico Vega, CEO da CargoX. “A nova rodada de investimentos vai nos permitir escalar o nosso negócio no Brasil e globalmente para revolucionar o transporte de cargas. Ela também mostra confiança no nosso modelo de inovação, que nos permite ser um agente de disrupção em um dos maiores e mais tradicionais setores da nossa economia”.

“Nós ficamos impressionados com o time da CargoX e a plataforma de logística que eles criaram e que está mudando a forma como as pessoas enxergam a indústria de transportes. A solução da empresa ajuda a melhorar a eficiência dos negócios e reduzir o custo de transportes para toda a economia”, diz Carlos Kokron, Vice Presidente da Qualcomm Ventures na América Latina.”Temos orgulho de investir na CargoX e esperamos ajudá-los a acelerar a transição para caminhões conectados, o que vai trazer ainda mais eficiência para a sua plataforma e seus parceiros”.

Devido à significante limitação de rotas e a reduzida oferta de transporte aéreo e marítimo, a economia brasileira é fortemente dependente de caminhões, fazendo com que 75% de todo o frete brasileiro seja transportado por caminhões que operam com ociosidade em 40% do tempo. Com a CargoX sendo capaz de reduzir os custos de transporte eliminando pontos como a ociosidade, o impacto total na economia será significante.

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BH recebe a 5ª edição do maior evento de empreendedorismo tecnológico para jovens

No próximo dia 12 de novembro, acontecerá o Programadores do Futuro, maior movimento de empreendedorismo tecnológico voltado para adolescentes. O evento será organizado pela escola de inovação Buddys e pela Jchebly e acontecerá na Praça da Liberdade, em Belo Horizonte. Contará com apresentação de projetos de alunos da instituição e oferecerá oficinas, palestras e exposições para quem comparecer.

“Já estamos em nossa quinta edição. Este ano esperamos receber mais de 5000 convidados, que poderão ver as habilidades dos jovens que utilizam a tecnologia de maneira produtiva”, conta Marlon Wanderlich, um dos fundadores da Buddys. “O objetivo é fomentar a cultura do empreendedorismo tecnológico no país”, completa.

Os participantes poderão fazer parte de competições ao estilo do famoso reality Master Chef. No caso, os jovens poderão competir na chamada “Code League”, em que ganha o participante que criar programas do zero em menos tempo. Haverá também a Smart House, que premiará a equipe que montar a casa mais inteligente. Além dos desafios, serão ministradas palestras sobre problemas de criatividade e o futuro das startups.

Durante o Programadores do Futuro, os presentes terão a oportunidade de participar de sorteios e ganhar eletrônicos como headsets e óculos de realidade virtual. Para poder participar das oficias ne palestras ministradas durante o Programadores do Futuro. A Orquestra Multiplayer tocará clássicos do cinema e do mundo dos games como Star Wars, Mário Bross e Dragon Ball Z. Já a Arena Cotemig contará com oficina de robótica, de Google CardBoard, drones, realidade virtual e Xbox.

A Buddys é uma iniciativa de quatro jovens empreendedores. Hoje, já são três escolas próprias e dez franquias em Minas Gerais. O objetivo é alcançar as 50 unidades pelo Brasil até 2018. “Nosso plano é abrir unidades nas regiões sul, sudeste e centro oeste. Por isso, buscamos empreendedores que acreditam que podem transformar a educação no país com tecnologia”, conta Breno Leles, co-fundador e diretor de expansão.

Evento: Programadores do Futuro

Data: 12 de novembro

Horário: Das 10h às 16h

Local: Praça da Liberdade, em Belo Horizonte

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Embratel anuncia fornecimento de soluções para o GP Brasil de Fórmula 1

A Embratel será o fornecedor oficial de infraestrutura de Telecomunicações e TI para o Grande Prêmio Brasil de Fórmula 1, que acontecerá de 10 a 12 de novembro no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. Esse é o décimo segundo ano consecutivo que a Embratel é a responsável pelo fornecimento de soluções para a etapa brasileira do maior evento de automobilismo do mundo.

“O Grande Prêmio Brasil de Fórmula 1 exige a mais moderna tecnologia para transmissão de sinais de áudio e vídeo e acesso à Internet para profissionais do mundo inteiro que atuam no evento. A escolha da Embratel como fornecedor oficial de serviços de Telecomunicações e TI para uma competição desse porte reforça a excelência do nosso portfólio.Estamos muito orgulhosos de sermos novamente fornecedor desse grande evento”, diz Marcello Miguel, Diretor Executivo de Marketing e Negócios da Embratel.

Para a realização do Grande Prêmio Brasil de Fórmula 1, a Embratel ampliará o fornecimento de Wi-Fi, disponível na Sala de Imprensa, na Sala de Fotos e também no Paddock Club, local que aguarda a presença de mais de 2 mil pessoas. Pelo segundo ano consecutivo, a interligação dos 10 painéis de vídeo e o centro de geração de imagem será feita por meio da fibra óptica da Embratel.

O Grande Prêmio Brasil de Fórmula 1 contará ainda com serviços de telefonia fixa da Embratel para ligações locais e de longa distância, links dedicados para acesso à Internet, com suporte para alta capacidade de tráfego, e soluções de voz e dados para a rede de telefonia utilizada por emissoras de rádio e televisão para a transmissão do evento. Uma equipe técnica especializada será destacada para suporte exclusivo ao evento.

Entre os serviços fornecidos pela Embratel para a F1 deste ano estão:

– Business Link: serviço de conectividade IP para acesso permanente à Internet que oferece acesso dedicado, com conexão de alta capacidade de tráfego, disponibilidade e flexibilidade por meio de conexões diretas, com velocidades a partir de 2 Mbps.

– Vip Line: solução de voz para telefonia local de alta qualidade para ligações locais e internacionais por ramais analógicos.

– SmartVideo (EVSOL): serviço para transporte de sinais de vídeo e áudio em MPEG-2/DVB, com qualidade de transmissão digital, flexibilidade, segurança e economia na velocidade de 1 Gbps.

– Voz ponto a ponto: serviço especial para a organização do GP do Brasil, interligando pontos importantes do evento.

– ISDN: serviço de voz e dados para rede de telefonia, que garantirá dois canais de 64 Kbps, utilizado por emissoras de rádio e televisão para a locução do evento.

– Wi-Fi: solução especial para atender o acesso à Internet da Sala de Imprensa, da Sala de Fotos e do Paddock Club.

A parceria entre a Embratel e o GP Brasil de Fórmula 1 é de longa data e vem acompanhando o desenvolvimento de tecnologias de ponta, inclusive para carros conectados. A Embratel atua fortemente com soluções para automóveis conectados, com tecnologias semelhantes às usadas em carros de grandes corridas automobilísticas, e que já estão disponíveis no mercado, em modelos de diversas montadoras. A tecnologia de carros conectados garante mais bem-estar e segurança aos usuários. Entre os benefícios de destaque estão o monitoramento 24 horas do veículo para proteção do motorista, com rastreamento por satélite, travamento e destravamento remoto de portas, além do acesso a informações essenciais para o bom funcionamento do automóvel, como calibragem dos pneus e volume de óleo. A Embratel já fornece essa tecnologia para mais de 500 mil automóveis conectados no Brasil.

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App de delivery que recebeu investimentos no Vale do Silício chega ao Brasil

A startup Rappi, acelerada no Vale do Silício, garante a compra e entrega de qualquer produto em menos de 1 hora

Chega ao Brasil a startup Rappi, um aplicativo que disponibiliza assistentes pessoais pela cidade e tem como missão facilitar a vida do brasileiro, fazendo as compras do dia a dia. Em apenas alguns cliques os usuários podem solicitar serviços de delivery 24 horas por dia em cinco categorias diferentes: Supermercados, Farmácia, Restaurante – inclusive, aqueles que não oferecem entrega à domicílio -, Bebidas e “O que você deseja?” – esta última inclui a compra de qualquer produto, pela qual já receberam pedidos inusitados, como colchão de ioga, viagra, camisinha e piscinas de plástico.

“Sabemos que hoje em dia o bem mais precioso é o tempo e a Rappi nasceu para facilitar o dia a dia de qualquer pessoa, disponibilizando um assistente pessoal que pode comprar ou retirar encomendas em locais desejados, de uma forma prática, segura e cômoda”, explica Bruno Nardon, Sócio Presidente da empresa. “Além disso, a Rappi tem como objetivo ser parceiro dos estabelecimentos e dos nossos assistentes – os entregadores das mercadorias – auxiliando na demanda de compra e flexibilidade de agenda, respectivamente”, completa Ricardo Bechara, Diretor de Operações.

Todos os pedidos realizados são acompanhados em tempo real pelo cliente, que pode interagir via chat com o assistente que aceitou o pedido e o time de suporte da Rappi. O pagamento é feito via cartão de crédito ou débito, após o serviço ser finalizado.

Todos os profissionais parceiros que utilizam o aplicativo passam por uma triagem rígida, onde devem participar de uma palestra informativa, além de apresentar antecedentes criminais e capacidade de uma entrega de qualidade, a fim de garantir a segurança e satisfação de seus clientes. A Rappi garante os mesmos preços das lojas físicas e ainda conta com personal shoppers especializados em escolher os melhores produtos do supermercado para os usuários.

Lançada em 2015, é investida pelos principais fundos do vale do silício, começou suas operações na Colômbia, e recém chegou ao Brasil em Julho de 2017. A empresa foi fundada pelos colombianos Símon Borrero, Sebastian Mejía e Felipe Villamarin e acelerada em 2016 no Y Combinator, a mais importante incubadora de start-ups do mundo, levantando uma rodada recorde de investimentos com Andreessen Horowitz, em seu primeiro investimento na América Latina, +monashees, ONEVC,Sequoia Capital entre outros.

A Rappi funciona em São Paulo, e pretende expandir seus serviços para as principais capitais do Brasil nos próximos meses. Além disso, está presente na Colômbia (Bogotá, Cartagena, Medellín, Barranquilla, Laureles, Cali e Bucaramanga) e no México (Guadalajara, Monterrey, Pedregal e Cidade do México). O usuário pode optar por usar a plataforma via web ou por meio do aplicativo, que pode ser baixado gratuitamente nas lojas Google Play e App Store.

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