Page

Author admin

MWC 2019: Ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações visitará o estande do Brasil em Barcelona

O ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Astronauta Marcos Pontes, visitará amanhã, 26, das 17h00 às 18h00 (horário da Espanha) o estande do Brasil IT no MWC 2019, o principal encontro mundial da indústria de comunicação móvel.

Na oportunidade, o ministro será recebido por Ruben Delgado, presidente da Softex, e conhecerá o diversificado portfólio de serviços e soluções de software e hardware das 22 companhias que compõem o pavilhão brasileiro e integrado por soluções de segurança, mobilidade, IoT, big data e baseadas em machine learning.

“A participação de mais de uma dezena de empresas brasileiras nesse evento é uma clara demonstração de fomento, cooperação, maturidade e desenvolvimento da nossa indústria que almeja ser um importante player competitivo em um cenário econômico mundial marcado pela presença intensiva da tecnologia tanto nos processos produtivos como nas relações pessoais”, comenta o ministro.

Para o Astronauta Marcos Pontes, os vários temas que estão sobre o guarda-chuva do MWC 2019 integram o radar das prioridades da pasta. “Conectividade, Inteligência Artificial, Indústria 4.0, inovação disruptiva e confiança digital são partes fundamentais de um contexto no qual o Brasil precisa se apresentar internacionalmente cada vez mais como um país voltado para a inovação e sintonizado com as tendências irreversíveis da transformação digital”, conclui.

A participação nacional na mostra faz parte das ações do Brasil IT+, iniciativa de cooperação desenvolvida pela Softex e pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

Em 2018, os eventos internacionais do Projeto Brasil IT+ tiveram uma estimativa total de US$ 45 milhões de negócios para o período e geraram mais de 4 mil contatos. As empresas do Brasil IT+ exportam R$ 1,5 bilhão, o que representa 41% de participação em toda a operação internacional de software e serviços de TI do país.

Este ano, o MWC contará com a participação de 2.400 expositores de 40 países e deverá receber cerca de 107 mil visitantes.

Brasil IT+ no MWC 2019
Data: 25 a 28 de fevereiro
Local: Fira Gran Via – Av. Joan Carlos I, 64 – Barcelona
Estande: Hall 8.1 estande E11

Cinco técnicas para ser mais produtivo no trabalho, segundo a Revelo

Manter um alto nível de produtividade no trabalho geralmente é uma tarefa difícil. Muitos fatores podem levar a um fluxo ineficiente, desde a falta de priorização nas tarefas às distrações no ambiente empresarial.

Se você está com problemas para manter a rotina de produção, a boa notícia é que há diversas técnicas que podem ajudar nesse desafio. Confira abaixo cinco sugestões de Lucas Mendes, cofundador da Revelo, para ser mais produtivo no trabalho.

1. Pomodoro

A técnica Pomodoro é uma das mais tradicionais no quesito produtividade. A ideia é trabalhar por ciclos, cronometrando o tempo. Essa proposta consiste em trabalhar por 25 minutos sem interrupções e, quando esse período for completado, descansar por cinco minutos.

Esse ciclo deve ser feito por quatro vezes. Então, o tempo de descanso se torna mais longo, variando entre 15 e 20 minutos. Feito isso, os ciclos podem ser recomeçados. Mas lembre-se: é crucial manter-se focado durante os períodos de atividade para que a técnica funcione.

2. GTD – Getting Things Done

Criada pelo norte-americano David Allen, o método GTD significa, na tradução do inglês, “fazer as coisas acontecerem”. Ela é detalhada no livro de Allen, “A arte de fazer acontecer”. Resumindo, trata-se de uma técnica que divide o processo de trabalho em cinco passos:

– Capturar: registre as atividades do dia em algum local, como agenda, papel ou gerenciador de tarefas;

– Esclarecer: analise quais tarefas anotadas necessitam de ação e quais devem ser priorizadas;

– Organizar: faça uma lista de tarefas, definindo as prioridades do dia para criar seu roteiro de trabalho;

– Refletir: é o momento para rever o roteiro estabelecido, analisando se as prioridades estão corretas e se todas as tarefas estão registradas;

– Engajar: é hora de trabalhar. A vantagem é ter a tranquilidade de saber que você está fazendo a coisa certa, mantendo o controle da produção.

3. Lei de Parkinson

Se você trabalha bem sob pressão, a Lei de Parkinson pode ser interessante para você. Geralmente, nossa capacidade de concentração é maior quando precisamos entregar uma tarefa com prazo bem definido, certo?

Pois a técnica consiste justamente em estipular limites para si mesmo, colocando prazos mais curtos do que realmente são exigidos de você pela empresa. É preciso ter disciplina, mas quem coloca essa lei em prática aumenta a produtividade e elimina a procrastinação.

4. Kanban

A técnica Kanban utiliza o modelo de gestão visual das atividades. Nesse caso, a lista de tarefas é dividida em três seções: itens que devem ser feitos, itens nos quais você está trabalhando no momento e itens finalizados. A cada vez que uma atividade é completada, você consegue rever seu fluxo de trabalho.

Referências visuais são a chave desse processo. Você pode utilizar murais com post-its de cores e tamanhos distintos ou até mesmo adaptar esse sistema nos gerenciadores de tarefas online.

5. Sprints

A sprint, um dos alicerces de produtividade da Google, é um atalho muito poderoso para a produtividade no trabalho. E não apenas em times de desenvolvimento de sofrware. Esse termo se refere à divisão do trabalho e dos projetos em pedaços ou tarefas bem definidos, com processos, entregas e ações configurados para elevar ao máximo a eficiência da equipe.

Em uma sprint, você pode programar a entrega de um novo recurso para um software, a atualização de um código importante no backend ou a remodelação da interface de um aplicativo, por exemplo.

Ao longo do sprint, portanto, não há desvio de foco nem eventos externos que atrapalham a concentração em prol de um objetivo. Dessa forma, quando você faz parte de um esforço comum com uma meta bem definida, fica bem mais fácil e rápido atingir o resultado almejado no menor tempo possível.

Metade dos internautas brasileiros não consegue ficar um dia sem o smartphone

Por quanto tempo você consegue ficar sem usar seu smartphone? O IBOPE Conecta fez essa pergunta aos internautas brasileiros e descobriu que 52% deles não conseguem ficar um dia inteiro longe do aparelho. Os que conseguem ficar um dia sem o smartphone somam 18% e há 30% que indicam que conseguem ficar sem seu celular por mais de um dia.

Dentre os que pouco conseguem ficar sem o aparelho, 8% dizem que aguentam no máximo uma hora, 11% citam entre 2 e 3 horas, mesmo percentual dos que mencionam até 6 horas, e 7% aguentam até 12 horas. Todavia, há 15% que revelam que não conseguem ficar sem smartphone em momento algum.

O celular afeta negativamente sua vida? Três em cada dez internautas (31%) apontam que não. Por outro lado, 27% informam que se sentem afetados pelo dispositivo na hora de dormir e 23% indicam que o aparelho afeta o relacionamento com as pessoas, mesmo percentual dos que indicam distração com as tarefas diárias.

A pesquisa mostra também que 16% dos entrevistados apontam que o uso do smartphone atrapalha no âmbito profissional, quantidade similar de internautas que relata que o relacionamento com a família é afetado. Há também 12% que revelam ser afetados quando estão dirigindo e recebem ligações/mensagens, 9% que dizem que sua saúde é afetada de maneira negativa, 8% que se sentem afetados no ambiente escolar e 6% apontam que o smartphone atrapalha na vida sexual.

Sobre a pesquisa

A pesquisa foi realizada de 18 a 22 de outubro de 2018, com 2.000 internautas das classes A, B e C de todas as regiões do Brasil.

Como um poder maior de decisão pode ajudar o varejista na retomada do crescimento

Por Fernando Manfio e Tiago Zequi de Oliveira

Recentemente nos juntamos a uma delegação de mais de 200 varejistas brasileiros em uma visita à NRF 2019 Retail’s Big Show & EXPO, o maior evento de varejo do mundo. Realizada anualmente em Nova York há 108 anos, a NRF traz o que há de mais moderno em tecnologia varejista. Dentre as tendências para o setor, verificamos a extrema customização de produtos e serviços, a personalização da comunicação e, principalmente, a importância da experiência do consumidor.

Percebemos também um ânimo maior por parte do empresariado brasileiro presente na feira, talvez oriundo da política e da perspectiva de retomada do crescimento. Esta retomada de motivação foi realmente perceptível, acompanhada de uma busca por soluções de análise que viabilizem e extraiam mais valor dos investimentos. Apresentamos aqui algumas percepções de nossa visita à NRF, mostrando justamente como essas soluções permitem ao varejista sair na frente da concorrência, ao permitir um poder maior de decisão.

Nike: sem limites para a customização

Uma das vantagens de participar da NRF é poder aproveitar tudo o que Nova York tem de melhor em termos de tecnologia. E uma das gratas surpresas nesse sentido foi a nova loja da Nike na 5th Avenue. Chamada de “House of Innovation 000”, a loja foi inaugurada em novembro passado e combina o modo de compra tradicional com o aplicativo digital da Nike para criar uma experiência futurista. Toda a interação é feita por meio de QR codes nos modelos de tênis e não há caixas para pagamento.

O mais impressionante é o nível de customização disponível. Lá o consumidor pode literalmente criar seu produto, totalmente exclusivo, escolhendo desde o tingimento e a impressão no tênis até os cadarços e as linguetas. Você pode se perguntar: mas o que isso tem a ver com decisão de negócios? Tudo! Toda essa interação se transforma em analytics e, com uma plataforma de ponta, o varejista pode otimizar preços e gerar ofertas no PDV em tempo real a partir de dados em streaming.

10 Corso Como: personalização sem pessoas

Mas nem tudo no varejo é de acordo como o cliente quer. Na 10 Corso Como, uma loja italiana com unidade em Manhattan, a criatividade é o ponto principal. Fundada em 1991 em Milão pela editora Carla Sozzani, a 10 Corso Como propõe um novo modelo de varejo, misturando moda, comida, arte, e estilo de vida. Trata-se de uma mistura de loja de grife, loja de móveis, de atelier, de museu e de restaurante, onde todos os itens são escolhidos à dedo pela própria dona.

Só que mesmo sem poder customizar seu produto, é incrível como dá vontade de ficar dentro da loja o tempo inteiro! Aqui tudo é como a proprietária quer e mesmo assim você se sente envolvido pelo ambiente. Não deixa de ser uma forma de personalização, onde o conceito e o branding desempenha papel fundamental na comunicação com o consumidor. Outra lição importante é: ou você deixa o cliente escolher sua própria experiência; ou você traz algo incrível para ele – o que nos leva a última tendência.

RH New York: experiência sem compra

Num passeio muito legal com o Grupo GS& Gouvêa de Souza, pudemos conhecer a RH New York. Com mais de 70 lojas nos EUA e diversos países, a RH (Restoration Hardware) New York se posiciona como “curadora de design e estilo de vida no mercado de luxo”, oferecendo móveis, iluminação, têxteis e decoração, além um restaurante incrível no topo da loja. Contudo, o que mais chama a atenção é que o foco não é a compra. A RH faz tudo o que o cliente quer e precisa, mas a aquisição é apenas uma parte do negócio.

Trata-se de um verdadeiro um showroom de experiências, onde cada experiência gera uma infinidade de dados, que são registrados e transformados em novas propostas de experiências aos clientes. Tudo isso embalado em um programa de fidelidade que oferece simulações e serviços para facilitar a vida dos clientes – coisas que eles iriam certamente gastar uma fortuna com designers e arquitetos. Novamente, destacamos a necessidade de tecnologias que entreguem a simulação otimizada de cenários.

Enfim, essas são apenas algumas das formas que um poder maior de análise e decisão pode ajudar o varejista brasileiro a antecipar tendências e aproveitar a retomada do crescimento econômico. Como parte integrante do mercado, nós estamos à postos para ajudá-lo no que for necessário.

Fernando Manfio, Senior Director da FICO

Tiago Zequi de Oliveira, Client Partner da FICO

Empresa de tecnologia pagará horas extras por suprimir intervalo intersemanal

A Segunda Turma do Tribunal Superior do Trabalho condenou a Hewlett Packard Brasil Ltda. ao pagamento de horas extras a um técnico de manutenção que não usufruiu de 35 horas contínuas de descanso entre semanas de trabalho. O intervalo intersemanal resulta da soma do intervalo interjornada de 11 horas com o descanso semanal de 24 horas.

Violação

Na reclamação trabalhista, o técnico informou que sua jornada era das 8h às 17h, mas sustentou que a empresa havia descumprido o artigo 66 da CLT, que garante descanso mínimo de 11 horas consecutivas entre o término de uma jornada e o início de outra. Disse, ainda, que trabalhava também aos sábados, domingos e feriados, em violação ao artigo 67, que prevê descanso semanal mínimo de 24 horas.

Amparo legal

O Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região (PR), ao examinar recurso do empregado, assinalou que o artigo 67 não trata de intervalo propriamente dito, mas de repouso semanal, previsto também no artigo 1º da Lei 605/49. Para o TRT, a soma do intervalo interjornada com o descanso semanal é, de fato, de 35 horas, “ mas isso não significa, em absoluto, haver amparo legal para se invocar ‘intervalo’ de 35h”.

No entendimento do Tribunal Regional, a supressão do descanso semanal não acarreta a condenação em horas extras. “As horas de trabalho prestadas em seguida ao repouso semanal de 24 horas com dano ao intervalo mínimo de 11 horas consecutivas para o descanso entre jornadas é que garantem o direito a horas extras com o respectivo adicional”, registrou. “A apuração desse intervalo terá início após o término da jornada anterior, seja normal ou extraordinária”.

Intervalo intersemanal

Ao examinar o recurso de revista do técnico, a relatora, ministra Maria Helena Mallmann, lembrou que a reunião das duas pausas constitui o intervalo intersemanal de 35 horas, cujo desrespeito assegura o direito do empregado às horas extras equivalentes ao tempo suprimido, conforme orienta a Súmula 110 do TST e a Orientação Jurisprudencial 355 da Subseção 1 Especializada em Dissídios Individuais (SDI-1), “sem prejuízo da remuneração relativa ao descanso semanal remunerado”. Para a ministra, melhor interpretação dos artigos 66 e 67 da CLT é que a lei pretendeu desestimular o trabalho no período destinado a descanso, sobretudo visando à preservação da saúde do trabalhador.

A decisão foi unânime.

Três imperativos estratégicos para governos digitais

Por Mark Forman

Quando precisam lidar com agências governamentais, os cidadãos esperam contar com serviços de qualidade e respostas rápidas para suas demandas. Mesmo quando não necessitam de tais serviços, também desejam que os governos produzam melhores resultados e mantenham as operações com eficiência. Como acontece no ambiente de trabalho, a expectativa é que os governos atuem com as ferramentas mais modernas e seguras. No entanto, isso ainda não é realidade em muitos estados e países.

Um exemplo simples da falta de integração dos sistemas está relacionado ao compartilhamento de informações entre várias agências governamentais e prestadoras de serviços públicos: por que, ao requerer um novo atendimento, precisamos preencher formulários com as mesmas informações que já fornecidas anteriormente ao governo? Por que tais dados não são gravados de forma melhor do que simplesmente colocá-los em uma ficha separada para cada serviço?

Além disso, se conversarmos com funcionários públicos, veremos que a maioria deles dirá: “tenho muita papelada e, mesmo usando versões eletrônicas, por que estou fazendo todo esse trabalho que poderia ser automatizado?”. Essas situações mostram que as tecnologias usadas pelos governos não estão ajudando os funcionários a realizar suas tarefas nem os cidadãos a contar com bons serviços. Os governos precisam tirar melhor proveito da tecnologia. O conceito de Governo Digital exige uma reengenharia que explore inovações, como análise de dados e processos de automação robótica, com grande foco na experiência do usuário.

Governos Digitais devem usar a tecnologia para alcançar melhores resultados e se tornarem mais eficientes. É preciso adotar uma estratégia de Transformação Digital que aborde três dimensões:

1 – A primeira delas é a cibersegurança. Antes de tudo, é necessário identificar os riscos da segurança cibernética no ambiente digital e se certificar de que ações estão sendo tomadas para gerenciá-los. Os governos devem continuar sendo alvo de ataques cibernéticos, por isso é preciso ter atenção da liderança para garantir que a equipe de TI entenderá as possíveis brechas de segurança e manterá os mecanismos de proteção sempre atualizados e associados a riscos específicos. Em função das décadas de uso de tecnologia pelos governos, é necessário contar com um plano de ação para assegurar que a maioria das ameaças mais sérias será abordada da maneira adequada.

2 – A segunda medida a ser considerada é a redução os custos de TI. A digitalização e a automação dos processos, o reuso dos dados e a otimização dos serviços de TI devem eliminar a necessidade de gastos redundantes nos data centers dos governos. A maioria opta por migrar os dados para um modelo seguro de nuvens híbridas, que permite melhorar a cibersegurança junto com a redução de custos e a modernização dos processos.

3 – O terceiro passo é identificar onde há funcionários ou cidadãos do governo que precisam de melhores serviços e procurar alavancar o modelo de digitalização para livrá-los de processos burocráticos. A automação robótica de processos e o uso de ferramentas analíticas podem ajudar a atender melhor às demandas dos cidadãos e aproximá-los do governo, criando uma rede de colaboração.
O Brasil está dando os primeiros passos no processo de implementação de medidas para desenvolver governos digitais. De acordo com a última edição do Relatório de Governos Eletrônicos das Nações Unidas, divulgada em outubro de 2018, o país é líder na América Latina, segundo o índice de participação social por meios digitais (E-participation Index).

O relatório aponta que o principal componente que contribuiu para o salto brasileiro foi a oferta de serviços públicos digitais, com iniciativas como a edição do Decreto nº 8.243, de 23 de maio de 2014, que instituiu a Política Nacional de Participação Social, com a criação da plataforma participa.br.

É evidente que um plano de governo digital deve contemplar investimentos em várias frentes, e a priorização de tecnologias de ponta pode auxiliar desde a gestão de serviços sociais (reduzindo o tempo necessário de processos rotineiros, por exemplo), até o gerenciamento da aplicação da lei (colaborando com a resolução de crimes e detecção de ameaças).
Sabemos que não existe uma fórmula pronta e imediata para resolver as questões que foram evidenciadas, mas tomando as medidas acima como pontos de partida, podemos vislumbrar um futuro com soluções que otimizem as relações entre governos, empresas e cidadãos.

Mark Forman, diretor global de Soluções para o Setor Público da Unisys

Capgemini é nomeada Líder em serviços para Cloud e Multiprocessos de RH pela NelsonHall

A Capgemini anuncia sua nomeação como Líder no relatório NelsonHall Evaluation & Assessment Tool – NEAT em Serviços para Nuvem e Multiprocessos de Recursos Humanos.

O reconhecimento da Capgemini como líder se deve as suas capacidades e pontos fortes nas seguintes áreas:

· Competências end-to-end para serviços de nuvem e multiprocessos de Recursos Humanos, desde a concepção até a execução, incluindo consultoria em nuvem, implementação de sistemas de HCM (Human Capital Management ou Gerenciamento de Capital Humano), além de suporte a AMS (Application Management Services ou Serviços de Gerenciamento de Aplicações) e Processos de Negócios como serviço de RH (HR Business Processes-as-a-Service ou HR BPaaS);

· Foco na incorporação de desenvolvimentos digitais em seus serviços de RH, incluindo Operações Digitais de Funcionários, Helpdesk Digital e Operações de Aprendizagem Digital;

· Ênfase na criação de casos de sucesso de negócios de transformação para a nuvem, com suporte HR BPaaS pós-implementação;

· “Alavancagem” pesada das inovações tecnológicas de próxima geração, incluindo RPA (Robotic Process Automation ou Automação de Processos Robóticos), chatbots e Machine Learning/Inteligência Artificial.

Anis Chenchah, CEO de Business Services da Capgemini e membro do Comitê Executivo do Grupo, afirmou: “Estamos encantados pelo reconhecimento como líderes no relatório da NelsonHall de Serviços para Nuvem e Multiprocessos de Recursos Humanos. O que reflete a habilidade da Capgemini em satisfazer o ecossistema de clientes e parceiros em todo o mundo, por meio do seu poder de serviços integrados e plataforma de soluções. Nossa prática de Digital Employee Operations[1] segue a abordagem de assessorar-digitalizar-operar, o que nos permite moldar o futuro das operações de negócios para nossos clientes, utilizando automação inteligente para a entrega de um valor excepcional”.

Pete Tiliakos, principal analista de serviços de RH da NelsonHall, explicou: “A Capgemini foi reconhecida como Líder por suas competências gerais em serviços de Cloud e multiprocessos de Recursos Humanos, que permitem ao Grupo oferecer suporte às organizações na seleção de plataformas, implementação e além, por meio de um modelo abrangente de outsourcing de RH. Com ampla experiência na instalação das mais recentes soluções de HCM em nuvem, investimentos contínuos e foco no desenvolvimento de facilitadores de transformação digital, sua oferta de RH BPaaS está bem posicionada para endereçar as necessidades atuais e futuras das empresas”.

O NEAT da NelsonHall é um método que permite aos gestores de recursos estratégicos avaliar seus provedores de serviços, e é parte da iniciativa Speed to Source, da NelsonHall. Assim, a ferramenta NEAT avalia os fornecedores com base em sua capacidade de oferecer benefícios imediatos às organizações compradoras de serviços e em sua habilidade de atender aos requisitos futuros dos clientes – como uma avaliação pragmática da capacidade do provedor de serviços de guiar as empresas rumo a uma jornada de inovação durante toda duração do seu próximo contrato.

Para ler o relatório completo, acesse: https://www.capgemini.com/resources/capgemini-identified-as-a-leader-for-cloud-and-multi-process-hr-services-by-nelsonhall/

Tags, ,

Novas funcionalidades e integrações ao Sistema Grátis ajudam pequenos e micro empresários

O Sistema Grátis anuncia novas funcionalidades e integrações que facilitarão o dia a dia administrativo de micro e pequenas empresas de vários segmentos. Com planos gratuitos ou de baixo investimento, a solução permite o controle de vendas, logística, conciliação bancária, entre outras necessidades.

“Em menos de dois anos do lançamento do sistema, estamos liberando mudanças que geram agilidade e segurança aos gestores, mantendo uma relação ótima de custo-benefício”, analisa o diretor do Sistema Grátis, Robinson Idalgo.

Entre as funcionalidades está a possibilidade de fazer conciliação bancária, com arquivo formato OFX. Isso gera verificação acurada nas movimentações e lançamentos financeiros e evita deslizes entre o que foi registrado no controle financeiro interno e no extrato bancário. “Ao exportar o arquivo de seu banco, o usuário tem acesso ao total de débitos e créditos registrados no extrato da conta e pode até verificar a data correta associada à movimentação”, explica Robinson.

Outra novidade é o controle de estoque consignado oferecido pelo sistema com o intuito de facilitar a operação com as equipes de venda. Por meio dessa funcionalidade, o gestor consegue registrar as movimentações do consignado com total controle de datas e lançamentos financeiros relacionados às mercadorias.

O Sistema Grátis também está integrado as plataformas de gestão de fretes Melhor Envio e Mandaê. Ambas são importantes reforços para o setor de logística de qualquer empresa e, com isso, agilizam as etapas de envio das mercadorias. A etiqueta com todos os dados do produto, por exemplo, é gerada no sistema e enviada às plataformas de maneira automatizada. “Aumentar as integrações em logística faz com que o envio da mercadoria seja muito mais ágil e descomplicado”, comenta Robinson.

Integrações a plataformas de e-commerces e marketplaces

Na esteira de novidades, o Sistema Grátis consolidou novas integrações com seis empresas, entre plataformas de e-commerce, marketplaces, hubs e conectores de marketplaces e sistemas integrados. É por meio da integração que o usuário consegue gerenciar permissões que migram os dados para o sistema de gestão de forma bastante intuitiva. Basta configurar a chave para liberar o e-commerce e o marketplace na área de vendas do sistema.

Veja a lista das plataformas que estão integradas ao Sistema Grátis:

Novas integrações:

Jet. E-business
Google Shopping
SkyHubmarketplaceintelligence
NeemoDeliveryApp
Mercos
Pipedrive

Empresas que já têm integração:

Loja integrada
VTEX
Woo Commerce
Irroba e-commerce
Tray
PrestaShop
Bettacommerce
wdna e-commerce
Xtechcommerce
3tech Solutions
Mercado Livre
B2W Marketplace
DafitiGroup
Carrefour
Facebook Marketplace
Anymarket
POS Controle

Marketplaces terão mais possibilidades de ganhos em 2019

A Braspag, empresa do grupo Cielo e líder em soluções de pagamento na América Latina, lança nova funcionalidade que possibilita que marketplaces recebam uma porcentagem sobre a antecipação de recebíveis solicitadas pelos subcomerciantes atrelados ao grande varejista. A novidade, que deve ser lançada no final de fevereiro deste ano, será disponibilizada gratuitamente para clientes que utilizam o Split Braspag – solução de pagamento focada em marketplaces que distribui automaticamente os pagamentos para cada um dos envolvidos na transação. Franquias online e offline ou lojas físicas que operam com diversos prestadores de serviço também terão direito ao benefício caso tenham o serviço. A Braspag é a única no Brasil a oferecer esta possibilidade.

Como funciona:

Caso o subcomerciante queira receber antecipadamente os valores das suas transações feitas no marketplace, basta solicitar via sistema para que seja transferido para a sua conta na data desejada, uma única vez ou mensalmente. Com a nova funcionalidade, o marketplace poderá cobrar uma porcentagem sobre o valor pago, uma vez que está sendo retirado de sua conta antes do prazo previsto. “A antecipação de recebíveis já é uma prática no mercado, o que disponibilizamos é a possibilidade que o marketplace ou franquia obtenha um percentual sobre isso. A decisão de aplicar ou não é do lojista, de acordo com cada modelo de negócio. O nosso papel é apenas criar mais flexibilidade”, explica o diretor de tecnologia da Braspag, Felipe Cotecchia.

O que é marketplace:

O marketplace é um espaço para vendas que reúne diversas marcas e lojistas em uma única vitrine, em um ambiente físico ou online. Este formato de negócio permite que pequenos estabelecimentos também tenham espaço dentro de grandes players para vender seus produtos, aumentando sua visibilidade para seus consumidores. Em troca, o player recebe uma porcentagem sobre os produtos vendidos na loja alocada.

Na prática, o consumidor acessa um grande site de compras e, ao escolher o produto, se depara com o nome de outro estabelecimento, que é o responsável pela venda e entrega do produto. Para o consumidor, o processo é o mesmo: escolhe o produto e a forma de pagamento, conclui a compra e recebe no prazo e local combinados. Já para os lojistas envolvidos, esta prática demanda outras tarefas.

O que acontece após a compra:

Após escolher o produto, a forma de pagamento e finalizar a compra, o pedido é enviado ao subcomerciante para que ele providencie a entrega do produto. Ao mesmo tempo, o marketplace recebe a informação que a compra foi concretizada. A partir disso, ele precisa redistribuir o valor da compra para a loja que concretizou a venda e receber a sua porcentagem. E é neste momento que tudo pode ficar complicado para o lojista. Ou não.

Caso ele tenha uma solução que divida esses pagamentos automaticamente, também conhecida como Split, basta que o marketplace comunique a empresa responsável via sistema integrado sobre a transação e os pagamentos são divididos automaticamente de acordo com a porcentagem pré-acordada entre os comerciantes envolvidos. Os valores são transferidos diretamente na conta bancária de cada lojista. Há também a opção de escolher o percentual após a venda.

Para franquias, o processo é semelhante, havendo também a possibilidade de redistribuir a venda para a loja mais próxima do endereço de entrega, facilitando a logística, reduzindo custos e garantindo mais agilidade para o consumidor na hora de receber o produto. É o caso da MMartan e a Artex, que escolheram o Split Braspag para integrar as vendas do e-commerce com as lojas físicas, garantindo a conversão para ambos os ambientes e oferecendo mais comodidade para os consumidores.

No caso de estabelecimentos que operam apenas no mundo físico, mas ainda possuem diversos prestadores de serviço atrelados, também é possível utilizar a solução para distribuir os pagamentos, inclusive nas maquininhas físicas. “A única diferença é que no POS simples, a distribuição dos pagamentos precisa ser informada via sistema para a Braspag após a venda ser concluída, devido a restrições do equipamento”, afirma Cotecchia. Em qualquer um dos casos, a divisão é invisível para o consumidor, que recebe apenas a cobrança do total de sua compra no estabelecimento em que fez a transação. “Isso evita que o cliente fique confuso quando receber a fatura do cartão”, explica.

Instituto Alpha Lumen promove vaquinha online para apoiar viagem de alunos a evento de robótica internacional

Fomentar o interesse por ciência e tecnologia ajuda a impulsionar a criatividade e o empreendedorismo entre jovens estudantes. Pensando nisso, o Instituto Alpha Lumen – IAL, organização sem fins lucrativos que busca soluções de impacto social por meio de ações educativas, acaba de lançar o Alphabots, projeto voltado para o desenvolvimento de competências na área STEM (Ciências, Tecnologia, Engenharia e Matemática) entre alunos do ensino médio.

O Alphabots #1860 tem como objetivo principal inspirar os jovens a serem líderes e inovadores em ciência e tecnologia, com destaque para o FIRST Robotics Competition, torneio internacional de robótica entre alunos do ensino médio realizado pela Fundação FIRST (Para inspiração e reconhecimento da ciência e da tecnologia, em inglês), organização norte-americana que visa estimular nos jovens o interesse por essas áreas de conhecimento.

A participação da equipe #1860 na FIRST Robotics Competition envolve custos de inscrição, documentação, passagens aéreas, hospedagem e alimentação. Por isso, o Instituto Alpha Lumen está promovendo uma vaquinha online para apoiar a ida dos alun0s ao evento. “Já foram arrecadados US$5.000 por meio de patrocínio via Grant pela Novelis e pela Boeing para o pagamento da inscrição”, conta Nuricel Aguilera, fundadora do IAL “A Alphabots #1860 está buscando outras empresas para parcerias e lançando um financiamento coletivo para ajudar a arcar com as despesas”. Para quem quiser colaborar, é só acessar o link que leva para a página de crowdfunding: http://www.kickante.com.br/campanhas/alphabots-1860-do-brasil-mundo

O propósito da FIRST, que reúne participantes dos cinco continentes e tornar o aprendizado mais divertido para os estudantes, e estabelecer as bases para um futuro em que os jovens possam sonhar em serem ícones da ciência, e não somente artistas ou atletas de sucesso.

Como funciona

O Alphabots #1860 desenvolverá o robô e viajará para os Estados Unidos, até a cidade de Troy (Nova Iorque), onde a competição propriamente dita se dá entre os dias 6 e 9 de março. Os jogos incluem uma tarefa realizada pelo o robô no modo autônomo (ou seja, trabalhando apenas com a programação inserida) nos primeiros segundos, um desafio geral e uma última tarefa a cumprir nos últimos segundos. Todas as partidas são jogadas em alianças de três equipes cada uma, para incentivar o trabalho em conjunto. Apesar de se tratar de um torneio de robótica a FIRST Robotics Competition tem mais 25 modalidades de premiação, que contemplam desde questões técnicas até a empolgação da torcida. Mas o principal prêmio é o Chairmans Awards, que reconhece o impacto positivo do projeto na comunidade em que está inserido.

“A FIRST Robotic Competition vai muito além da robótica. É uma competição que busca transformar a sociedade ao possibilitar que os jovens se divirtam enquanto aprendem conceitos essenciais de ciência, tecnologia e cidadania”, conta Nuricel. “Neste torneio, a preocupação em ajudar a comunidade em que se vive está em primeiro lugar, e é essa atitude colaborativa que desejamos incentivar”.

Onde se formam os CEOs de grandes startups brasileiras?

Com suas inovações, as startups têm trazido soluções eficazes para problemas e gargalos de diferentes segmentos do mercado, sempre por meio de um modelo de negócios repetível e escalável. Mas, atrás de cada ideia, há o seu idealizador. No caso das startups, os fundadores, que, na maioria das vezes, acabam assumindo a função de CEO. E o que é preciso para se tornar a mente por trás de cada negócio de sucesso? Sem dúvida, o estudo e o preparo é um destes tópicos primordiais.

A QS World University Rankings lista, anualmente, as melhores universidades do mundo, contando com a participação de 1.011 instituições avaliadas em 85 países. Dentre o TOP 10 desde a primeira edição, em 2004, o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), a Universidade de Stanford e a de Harvard se destacam.

Em 2018, o Linkedin produziu um estudo com mais de 12 mil CEOs de 20 países e analisou as universidades mais populares entre eles, de acordo com seus perfis na rede social. Segundo este estudo, a Universidade de Standford é a que figura no primeiro lugar dentre as que mais formam CEOs, na frente da Universidade Estadual da Pensilvânia (EUA), a Escola de Negócios de Harvard (EUA) e a Universidade de Harvard (EUA).

Mas, no mercado de startups brasileiro, quem são esses executivos e por quais instituições passaram?

Abaixo, listamos alguns fundadores de startups brasileiras que estão à frente de diferentes segmentos de negócios. Confira:

MARIANA DIAS (Standford, EUA)
CEO da Gupy, líder em recrutamento e seleção com base em inteligência artificial no Brasil

Formada em Administração pela USP, Mariana Dias possui especialização em Empreendedorismo e Inovação pela Universidade de Stanford. Começou sua carreira como trainee da Ambev, onde trabalhou por quatro anos e ocupou o cargo de Business Partner para a América Latina.

Junto a três amigos, em 2015, fundou a HRTech Gupy que, através de inteligência artificial, torna mais eficiente o recrutamento e melhora a experiência de candidatos, gestores e profissionais da área de RH durante processos seletivos. Com grandes clientes como Kraft Heinz, Movile e Somos Educação, e atuação em oito países, o projeto foi acelerado pela Telefónica Open Future e conta com investimentos da Canary, Yellow Venture e investidores-anjo.

ANDRE GREGORI (Bocconi, Itália, e Harvard, EUA)

Ex-BTG Pactual, Fundador e CEO do Grupo Thinkseg, marketplace independente de seguros

Formado em Direito e Economia pela Universidade Bocconi, na Itália, Andre tem mestrado em Administração pela FGV e Direito pela FMU, além de ter participado do programa de OPM – Owner/ President Management – da Universidade de Harvard.

O empreendedor deu início a empresas como a Fator Seguradora, em 2005, adquiriu a seguradora Cigna no Brasil e entrou como sócio do BTG Pactual, em 2010, com o desafio de criar do zero a operação de seguros do banco, liderando e expandindo esta frente durante 5 anos. Antes disso, atuou no mercado financeiro, com passagens por Citibank e Bank Boston. É também o executivo responsável por trazer a marca Vaporetto para o Brasil. Hoje, além de ser fundador e CEO do Grupo Thinkseg, Andre está à frente também da GRG Venture Capital.

MARCO CAMHAJI (Standford, EUA)
CEO da Adianta, fintech de antecipações de recebíveis para PMEs

Com uma formação acadêmica diversificada, Marco Camhaji é formado em Direito pela PUC-SP, com especializações em Negócios pela FGV e Finanças pela Universidade Paulista. Foi sócio operacional da Redpoint e.Ventures, um dos fundos de capital de risco de maior sucesso no ecossistema da América Latina, e também CFO na Movile, onde ajudou a empresa a expandir na América Latina.

Na Universidade de Standford, cursou o Master em Administração de Negócios antes de fundar a Adianta, fintech focada em antecipações de recebíveis para pequenas e médias empresas. Dentre os diferenciais da startup estão a agilidade na concessão de crédito, com resposta em tempo real e sem burocracia, e taxas de juros e tarifas mais baixas em relação a instituições financeiras tradicionais. Em dois anos de operação, a startup recebeu pedidos de cerca R$ 110 milhões em crédito. Conta com investimento de fundos como Yellow Ventures, OsherTech, 42K Investimentos e DGF Investimentos.

MATHEUS SILVA (Worcester Polytechnic Institute – WPI, EUA)
CEO da Cuidas, que conecta empresas com médicos de família para atendimentos no próprio local de trabalho

O paraibano Matheus Silva é formado em Engenharia Química e Economia na Worcester Polytechnic Institute – WPI, em Boston, EUA. Prestou consultoria estratégica na McKinsey e foi um dos fundadores da BRASA – Brazilian Student Association, uma organização de estudantes brasileiros fora do Brasil com o intuito de empoderar gerações de líderes brasileiros. Atualmente, é CEO da Cuidas, startup conecta empresas com médicos de família para atendimentos no próprio local de trabalho.

Por meio de planos mensais, a plataforma oferece maior otimização de tempo e redução de custos para as empresas clientes, reduzindo absenteísmo, melhorando a retenção de talentos, além de promover medicina preventiva em prol da qualidade de vida de seus funcionários. Logo no segundo mês após a fundação, a Cuidas recebeu sua primeira rodada de investimento dos fundos Kaszek, Canary, Innova Capital e Bridge One, além de investidores-anjos como altos executivos do Nubank, Guiabolso, Ingresse e Mandalah.

DIEGO DZODAN (Harvard, EUA)
CEO do Facily, app de compras online que conecta os melhores preços aos usuários e disponibiliza entrega rápida

O argentino Diego Dzodan é formado em administração pela Universidade de Belgrano, na Argentina, com MBA na Harvard Business School. Antes de fundar o Facily, app de compras online que conecta os melhores preços aos usuários e disponibiliza entrega rápida, o executivo foi VP América Latina do Facebook, além de já ter passagem como presidente da SAP América Latina, empresa alemã de softwares, e ter sido cofundador e CEO da Certant, empresa de desenvolvimento na Argentina. Ele também é docente em Comportamento Organizacional na Universidade Torquato DiTella, na Argentina.

Presente em três capitais brasileiras, São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, a Facily nasceu como uma startup que conecta, por meio de um aplicativo, prestadores de serviços de beleza – manicures, cabeleireiros e maquiadores – com clientes da mesma região. Recentemente, a empresa criou uma nova função de e-commerce dentro do app, na qual, além de compras coletivas, os seus usuários podem receber encomendas como bebidas, eletrônicos e cosméticos a partir de quarenta minutos e por um valor até 50% menor do que o praticado pelo mercado.

BRUNO PEDROZA (Full Sail University, EUA)
CEO e diretor criativo da Broders, produtora de conteúdo audiovisual para o ambiente digital

CEO, fundador e diretor criativo da produtora Broders – produtora de conteúdo audiovisual voltada ao mercado digital que trabalha com o conceito de inteligência criativa -, Bruno Pedroza é Bacharel com honras em Computer Animation pela Full Sail University (EUA) e Administrador de Empresas pela UFG.

No comando da Broders, Pedroza também atua como diretor de filmes publicitários e designer de conteúdo em realidade virtual. Criada em 2017, a produtora possui expertise em produções para livestreaming, conteúdo 360°, apps, games, gifs, podcasts e, principalmente, realidade virtual, um de seus grandes diferenciais. No ramo publicitário, a Broders atende agências voltadas para o mercado digital e já produziu vídeos para Twitter, Natura, Itaipava, Weber, Doritos, Móbil, AOC, Itaú, Batavo, John Deere, Sicredi, entre outros.

Christian de Cico (Technische Universität Darmstadt, Alemanha)

Fundador e CEO da Arquivei, empresa de inteligência em documentos fiscais

Possui formação acadêmica em Economia pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), Engenharia de Produção pela Metodista de Piracicaba e também Engenharia Mecânica pela Universidade de Darmstadt, na Alemanha. Christian também foi mentor na ACE, melhor Aceleradora de Startups da América Latina, firmou uma importante parceria com o Google Launchpad Accelerator – programa que tem como objetivo capacitar o empreendedor, apoiando a startup através de orientação e apoio para alcançar seu verdadeiro potencial na América Latina, Ásia, África e Europa.

Christian é fundador e CEO da Arquivei, integrada à Secretaria da Fazenda e prefeituras, startup que fornece plataforma online de monitoramento, gestão e inteligência de documentos fiscais emitidos para um CNPJ em tempo real. Com sede em São Carlos, e, parte da equipe localizada em São Paulo, a empresa, criada em 2014, já atende 60 mil clientes em todo o País, que vão desde pequenas empresas até gigantes como Kraft Heinz, Lenovo e Batavo.

Stefanini destaca-se por engajar mais mulheres na TI

A Entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres, conhecida como ONU Mulheres, definiu como tema do Dia Internacional da Mulher deste ano, celebrado em 8 de março, o mote “Pensemos em Igualdade, Construção com Inteligência e Inovação para a Mudança”. A nota da entidade acrescenta ainda que “a inovação e a tecnologia trazem oportunidades sem precedentes. No entanto, as tendências atuais indicam que as lacunas digitais estão se ampliando e que as mulheres estão representadas de maneira insuficiente nos campos da ciência, tecnologia, engenharia, matemática e design”.

É também o que pensa a Stefanini, uma das mais importantes provedoras globais de soluções de negócios baseadas em tecnologia. Diante deste fato, a multinacional brasileira tem realizado um trabalho constante e efetivo para transformar esse cenário estimulando a conquista de um espaço cada vez maior para as mulheres no mercado de tecnologia.

Não apenas para incluir a mulher, a Stefanini também trabalha fortemente na questão da diversidade para aumentar de maneira significativa o número de pessoas no universo da Tecnologia da Informação. Para tanto, promove a discussão de novas ideias dentro da organização; além de realizar parcerias tanto nas Universidades e em escolas de ensino médio, quanto com startups de tecnologia. A companhia mantém também a realização periódica de hackathons (maratonas de inovação), que têm sido um grande aliado na capacitação de profissionais de tecnologia como forma de agregar conceitos e práticas que envolvem a Transformação Digital.

Estabelecer o equilíbrio entre homens e mulheres em cargos de chefia é outro passo importante para gerar oportunidades que qualifiquem os profissionais, independente de gênero. É preciso incentivar a diversidade de pensamento, de cultura, de perfil, e conciliar a experiência de todos os envolvidos, consolidado em um ecossistema em que todos ganham e revertam em êxito. É isso que a Stefanini tem como diretriz.

“Considero muito relevante buscarmos a diversidade dentro da companhia. Trabalho com equipes e vejo que em grupos de alta performance, ter perfis diferentes, que se complementam, só agrega e os resultados aparecem naturalmente. Incentivamos muito essa troca de experiências. Precisamos ter diversidade na liderança para que as mulheres também conquistem um espaço cada vez maior nas empresas”, defende Monica Herrero, CEO da Stefanini Brasil, que assumiu o cargo em 2012.

Na Stefanini, esse tema recebe atenção contínua. Hoje, a multinacional conta com mais de 12 mil colaboradores no Brasil, dos quais mais de 4.700 são mulheres, tendo 410 colaboradoras em posição de liderança.

Neste cenário cada vez mais dinâmico e conectado, as mulheres têm conquistado oportunidades interessantes em áreas que ainda são majoritariamente masculinas, como é o caso do setor de tecnologia. “Nosso desafio é ampliar a participação feminina para que tenhamos cada vez mais ambientes diversos e integrados. Acreditamos que a transformação digital está diretamente relacionada à mudança de mindset, que contemple a diversidade. Pessoas diferentes agregam novos olhares, promovem a discussão e uma forma mais aberta, gerando modelos de negócios disruptivos e que se complementam”, finaliza Monica Herrero.