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Locaweb abre inscrições para 4ª edição do programa “Quero ser Dev”

Referência em serviços digitais, a Locaweb anuncia a quarta edição do “Quero Ser Dev”. O programa tem como objetivo formar jovens desenvolvedores para o mercado de trabalho, por meio de treinamento personalizado e gratuito, oferecendo aos candidatos capacitação técnica em diversas linguagens de programação. Aqueles que apresentarem melhor desempenho serão selecionados para trabalhar nas áreas de tecnologia e produtos.

Todos os interessados devem estudar ou terem concluído cursos de Ciências da Computação, Estatística, Matemática, Sistemas da Informação, Engenharia da Computação ou áreas correlacionadas, ainda que em nível técnico. As inscrições podem ser realizadas entre 6 de agosto e 14 de setembro, por meio do hotsite www.queroserdevlocaweb.com.br. A previsão é que os selecionados iniciem os trabalhos na empresa a partir de março de 2019.

A primeira fase é composta pela análise de currículo, testes online, dinâmicas em grupo e entrevistas presenciais. Os aprovados participam de um treinamento, no Campus Code, com duração de nove semanas, onde terão a oportunidade de atuar com profissionais experientes e aprenderem conceitos de programação, como Ruby, Rails, Arquitetura MVC, Git, HTML5, CSS3 e JavaScript. Além disso, serão convidados a participarem de eventos internos e online na Locaweb para vivenciarem a cultura da empresa.

“Buscamos talentos que sejam apaixonados por desenvolver e se divirtam ao programar em diferentes linguagens. Queremos ajudá-los a expandir suas técnicas e habilidades, abrindo espaço para que possam aprender na prática junto conosco. Trata-se de uma grande oportunidade para quem deseja fazer história dentro de uma Big Tech Company”, afirma a gerente de Recursos Humanos da Locaweb, Raquel Parente.

De acordo com o relatório “Global Recruiting Trends 2018”, divulgado pelo LinkedIn, 78% das empresas acreditam que diversidade é uma das tendências que mais tem impactado o processo de seleção e contratação de profissionais na atualidade e 62% acreditam que além de ressaltar a cultura da organização, melhoram os resultados financeiros.

“Na Locaweb acreditamos que equipes diversas são mais produtivas, inovadoras e engajadas. Por isso, valorizamos as características individuais dos funcionários e entendemos que a diversidade entre os profissionais proporciona o ambiente ideal para o desenvolvimento de novas habilidades”, complementa Raquel.

Nesta edição são esperados mais de 2 mil candidatos, ultrapassando o número de inscritos do ano anterior. Os selecionados terão entre seus benefícios, remuneração compatível com o mercado; assistência médica e odontológica; seguro de vida; horário flexível; vale refeição para consumo dentro da empresa; vale-transporte ou estacionamento no local; programa de qualidade de vida (academia, massagem relaxante e ginástica laboral); sala de relax com videogame, mesas de ping pong, pebolim e pufes para descanso.

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Mercado brasileiro de infraestrutura movimentará R$ 719,2 bilhões até 2023, segundo estudo da Neoway

A Neoway, plataforma de inteligência de negócios que monitora instantaneamente fontes públicas e mercadológicas, coletou e organizou os dados sobre o mercado de infraestrutura no Brasil inteiro. A compilação de todas essas informações, levantadas pela ferramenta e analisadas por especialistas, originou o Brasil visto pela Neoway Infraestrutura. O estudo contempla o período de 2018 a 2023, relaciona fatores como fase do empreendimento, região em que está localizado e os investimentos previstos para as obras e construtoras de abrangência nacional.

“A Neoway traz, em segundos, dados que uma empresa inteira de pesquisa levaria dias, meses ou anos para conseguir. Com as informações que podem ser extraídas da plataforma, é possível fazer um acompanhamento perfeito da evolução do setor. Fato que permite às empresas tomarem decisões mais assertivas para seu negócio”, comenta Cristina Penna, CMO e head de Construção Civil da Neoway.

O estudo divide a área de infraestrutura em seis categorias principais: energia, saneamento, indústria, infraestrutura esportiva, transporte e óleo & gás. Os destaques da pesquisa são:

– As obras previstas para o período de 2018 a 2023 somam R$ 719,2 bilhões em investimentos.

– O valor destinado às obras em projeto e intenção, incluindo as sem data para início, é de R$ 627,6 bilhões, número 2,5% maior do que o esperado entre 2017 e 2022.
O – setor de transportes e vias urbanas continua sendo o que mais recebe aportes no Brasil, concentrando 48,9% do montante total no período de 2018 a 2023.

– De uma maneira geral, a região Sudeste permanece com a maior concentração dos investimentos em obras em andamento com 34,4%. Na sequência estão o Nordeste (30,6%), Centro-Oeste (11,2%), Sul (9,7%) e Norte (3,0%).

– Já no ranking de obras em projeto e intenção, o nordeste fica na primeira colocação com 31,3% dos investimentos. O sudeste (27,9%), sul (15,8%), norte (12%) e centro-oeste (6,2%), respectivamente, completam a lista.

“Toda essa infinidade de informações só é possível, pois os profissionais têm em suas mãos, ao mesmo tempo, acesso às informações de fontes primárias, secundárias e próprias da Neoway. Isso faz da solução uma aliada extremamente estratégica a qualquer negócio, independentemente da área de atuação”, conclui Penna.

A Neoway conta com produtos e serviços para 15 verticais. Bancos, seguradoras, bens de consumo, construção, automotiva e saúde são alguns exemplos de áreas contempladas.

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Gestor de coworking atrai jovens e é profissão do futuro

É cada vez mais comum encontrar quem opte por compartilhar serviços, meios de transporte, e espaços de trabalho. Seja pela praticidade ou pela essência do colaborativismo, os coworkings ganham adeptos a cada ano. Segundo o Censo Coworking Brasil, 2017 registrou um crescimento de 114% nos usuários de coworkings em relação ao ano anterior.

Com o avanço da tecnologia, cresce o interesse das pessoas por praticidade e qualidade de vida, e, com isso, novas ocupações surgem a todo o momento. O compartilhamento de serviços é tendência no mundo todo, e profissões ligadas a esse modelo de negócio continuarão em alta nos próximos anos.

Uma dessas funções é a do gestor de coworking, responsável pela administração e pelo relacionamento com os clientes do espaço. “Um bom gestor de coworking é aquele profissional que entende da parte administrativa mas também gosta de se comunicar, atuando como gestor administrativo e ao mesmo tempo como “community manager”, comenta Bruna Lofego, especialista em coworking e CEO da rede de coworkings CWK, que conta com unidades em Minas Gerais e São Paulo.

Para ela, a profissão é uma boa aposta no mercado, pois o segmento de escritórios compartilhados cresce a cada dia. “Quem se qualificar e se posicionar no mercado nessa nova função estará largando na frente. Por isso, é uma excelente alternativa para jovens que buscam se qualificar e driblar o desemprego”, avalia ela.

Ela lista 4 motivos pelos quais vale a pena investir na profissão:

Mercado em alta

O segmento de espaços de trabalho compartilhados é tendência no Brasil e no mundo. O estado do Rio de Janeiro, por exemplo, está em segundo lugar em número de coworkings no Brasil, atrás apenas de São Paulo. São mais de 800 mil empresas de diversas áreas de atuação, somente na capital carioca, contra apenas 71 coworkings. “Muitos novos espaços serão abertos nos próximos meses e anos, e precisarão de profissionais preparados para gerir esses coworkings e atender às demandas dos clientes. Com isso, haverá um grande número de oportunidades para gestores”, explica Bruna.

Baixa competitividade

Por ser uma profissão nova, ainda não há muitos profissionais voltados para essa área, o que significa menos concorrência. “Com isso, quem se qualificar e ganhar experiência administrando coworkings agora estará largando na frente de muitos concorrentes. Daqui a alguns anos, esse mercado estará muito mais disputado. Por isso, quem tem afinidade com o setor deve apostar nele agora”.

Criatividade para se destacar na crise

Com a economia brasileira – e, consequentemente, a carioca- ainda em fase de recuperação da recessão, o mercado de trabalho está desacelerado e as boas vagas minguaram. “Nessas horas, é preciso se reinventar, e apostar em uma carreira inovadora pode fazer a diferença. Nas épocas de revés econômico, conseguem se manter e se destacar no mercado os profissionais que usam a criatividade para buscar outras ocupações, sem medo de ousar”, avalia Bruna.

Relacionamento interpessoal

O coworking é um ambiente altamente propício para o networking. Além dos clientes se comunicarem entre si em busca de parcerias ou troca de experiências, é na figura do gestor que terão o apoio necessário para isso. “O gestor de coworking é a pessoa que estará em contato o tempo todo com os clientes, mantendo uma conexão para ser capaz de auxiliá-los com soluções para as quais às vezes eles nem sabem que precisam”, comenta Bruna.

Com isso, para os profissionais que são comunicativos e gostam de estar sempre em contato com os mais diversos tipos de pessoas, a função é um “prato cheio”. “É um engano achar que o gestor de coworking irá lidar apenas com questões administrativas e burocráticas. O bom administrador do espaço de trabalho compartilhado deve mesclar habilidades de gestão com de “community manager”, sendo a principal interface com os frequentadores”, diz.

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Empresas de tecnologia criam escolas para formar talentos

Segundo pesquisa realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), mais de 13 milhões de pessoas estão desempregadas e a causa não é só a crise econômica, e sim, a falta de preparo dos colaboradores. Possuir um diploma ou formação tecnológica não significa ser especialista em determinada área, quando o que conta para o mercado de trabalho são as habilidades e os conhecimentos do candidato.

No Brasil, muitas empresas de TI têm investido na capacitação de seus colaboradores dentro da empresa, aprimorando assim, os seus talentos. É o caso da FCamara – empresa brasileira que transforma problemas de TI em soluções inovadoras. A empresa acredita que seu maior patrimônio é o capital intelectual e que todos podem se tornar empreendedores de suas carreiras. Por essa razão, desenvolvem durante o ano todo várias ações que incentivam a formação e desenvolvimento de seus colaboradores.

“Queremos ensinar o que os nossos colaboradores não aprenderam na faculdade e mostrar que aqui também pode ser uma escola. Além dos workshops, também temos um código de cultura que mostra diretrizes modernas e liberais, inspiradas nas empresas do Vale do Silício, no qual incentivamos a execução de ideias para o desenvolvimento de inovações. Também temos um importante programa de formação em que preparamos profissionais para se tornarem referência em sua área de trabalho. Todo esse investimento tem o objetivo de manter o funcionário em nossa empresa por no mínimo 2 anos, o tempo ideal para que ele esteja mais capacitado do que quando entrou”, explica Fábio Camara, CEO da empresa.

Colaboradores engajados ajudam a empresa a crescer

A empresa tem 498 funcionários e oferece programas destinados a temas de conhecimentos técnicos da área e aspectos filosóficos aplicados ao mundo dos negócios, eventos que promovem a troca de ideias e experiências entre os colaboradores e fornecem informações que ajudam no dia a dia e colaboram com o repertório criativo dos profissionais. No último programa de formação participaram cerca de 250 pessoas. “Valorizamos pessoas que estejam dispostas a aprender e queiram crescer com a gente. Temos histórias de profissionais que começaram sua carreira conosco e hoje atuam em grandes empresas de tecnologia na Europa ou EUA. Acreditamos que ao formar nossos times de elite isso irá refletir principalmente na entrega do nosso trabalho para os nossos clientes”, finaliza.

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Felipe Gomes assume Diretoria Geral da Ticket

A Edenred Brasil, líder mundial em soluções transacionais para empresas, empregados e comerciantes, anuncia Felipe Gomes como o novo Diretor Geral da Ticket, marca pioneira no setor de benefícios de refeição e alimentação do grupo. O executivo acumula passagens de destaque por grandes empresas dos setores de varejo e seguros no Brasil e no exterior.

Além de assumir o principal posto da Ticket, Gomes passa a integrar o Comitê de Direção (CODIR) do grupo no país e se reportará diretamente ao Presidente da Edenred Brasil, Gilles Coccoli. “Vivemos um momento de consolidar a transformação digital da marca para reforçar nossa conexão com nossos públicos de interesse e avançar, ainda mais, por meio de novas tecnologias e leque de serviços consistente no setor de benefícios ao trabalhador, que exige novas soluções e criatividade”, afirma Coccoli.

Felipe irá liderar o planejamento e a estratégia dos negócios, agregando com sua experiência em vendas e em inteligência de mercado. Ele se concentrará em acelerar o crescimento das soluções em benefícios ao trabalhador, potencializando os segmentos atendidos pela marca, por meio do fortalecimento e da diversificação das ofertas de produtos e serviços.

“A Ticket é referência do segmento, com tradição e que dita a transformação digital do setor. Temos uma marca robusta e que está preparada para multiplicar ainda mais os benefícios que oferece hoje aos empregados beneficiados, empresas-clientes e comerciantes credenciados”, comenta o novo Diretor Geral.

Em mais de 20 anos de carreira, Felipe Gomes assumiu postos-chave em grandes companhias como Allianz, Oi/Telemar, Embratel e Shell, atuando sempre em áreas estratégicas e de gestão de negócios. O seu último desafio profissional foi como Diretor Global de Vendas Varejo, PME e Parcerias Estratégicas para o grupo Allianz na Alemanha e também fez parte do board da Allianz no Brasil, responsável por marketing, comunicação, vendas (novos canais de distribuição), desenvolvimento de negócios e estratégia corporativa.

Gomes é pós-graduado pela Duke University em Gestão de Negócios e Liderança (AMP – Allianz Management Program), adicionalmente possui MBA com ênfase em Marketing pela FGV-RJ e graduação em Engenharia Mecânica pela PUC-RJ. Felipe Gomes substitui Marília Rocca, que segue para novos desafios profissionais.

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Mercado Livre abre inscrições para selecionar startups com soluções tecnológicas inovadoras para o e-commerce

O Mercado Livre abre as inscrições para o MELI Pitch, iniciativa que visa fomentar o desenvolvimento de startups inseridas no ecossistema digital e comércio. Startups com projetos inovadores para o segmento de e-commerce, especialmente na área de logística e finanças já podem se inscrever neste link e concorrer à oportunidade de apresentar suas soluções a investidores. As inscrições ficam no ar até o próximo dia 20 de agosto.

Entre os inscritos, oito serão escolhidos para apresentarem seus negócios durante o Mercado Livre Experience, megaevento que será realizado pelo Mercado Livre no dia 1º de setembro, em São Paulo, e espera receber cerca de 10 mil pessoas para debates sobre inovação, tecnologia, empreendedorismo e negócios. Mentores dos fundos de investimento MELI Fund, Monashees e Redpoint Ventures avaliarão a propostas de empresas que estejam em estágio de Seed Capital ou Series A, em pitches de até 13 minutos – cinco minutos para a apresentação do projeto e oito para perguntas e respostas dos mentores.

“Por meio do MELI Fund, o Mercado Livre reforça sua missão de apoiar propostas que democratizem o comércio eletrônico, dando suporte ao empreendedor durante a execução”, afirma Renato Pereira, Diretor de Desenvolvimento Corporativo do Mercado Livre no Brasil. Desde sua criação, o fundo já realizou 25 aportes em toda a América Latina, nove deles no Brasil, em negócios com iniciativas em áreas como full-commerce, integradores, sistemas de gestão e empresas de business intelligence, tecnologia financeira e tecnologia regulatória.

“Este ano nosso foco não é ter um único ganhador, mas sim dar a oportunidade para as startups selecionadas se apresentarem diante de alguns dos principais fundos de venture capital atuantes no país, e estreitar contatos para que, eventualmente, sejam geradas oportunidades de investimento”, destaca Pereira.

Em 2017, durante o Mercado Livre Experience, o destaque do MELI Pitch foi a Omnize, startup paulistana que criou uma solução para unificar a gestão de atendimento em uma plataforma omnichannel, que agrega os principais canais usados pelo cliente para falar com a empresa, com todo o atendimento, histórico e gestão reunidos.

MELI Pitch – Mercado Livre Experience 2018

Data: 1° de setembro, às 15h

Local: São Paulo Expo – Rodovia dos Imigrantes, s/n – Km 1,5 – Vila Água Funda – São Paulo

Site: www.mercadolivre.com/experience

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Revolução dos chatbots deve transformar o planejamento das viagens

Para os viajantes de negócios que sempre estão indo de um lugar para outro, os chatbots vinculados aos operadores de viagens e provedores de acomodação são ferramentas que têm cada vez mais valor, permitindo que eles obtenham vantagens do uso de chats de voz ou mensagens instantâneas operados por Inteligência Artificial (AI) para solucionar diversas dúvidas de viagem – tais como, verificar o clima e procurar opções de transporte pela cidade – além de receber rápido apoio ao cliente. Gartner, uma empresa líder na área de consultoria e pesquisa de mercado, previu em 2011 que até 2020, 85% das interações dos clientes ocorreriam via chatbot, e que até 2021, 50% das empresas gastariam mais com os bots do que com aplicativos[1]. Isso significa que o mercado de viagens deve adotar esta tecnologia em um ritmo acelerado para satisfazer a demanda crescente.

Pesquisas mostram que os clientes já estão aceitando a ideia. Uma pesquisa recente da Booking.com revelou que uma grande maioria dos viajantes (80%) prefere utilizar serviços autônomos[2] para obter as informações de que precisam, e metade deles (50%) não se incomoda se estão lidando com uma pessoa de verdade ou com um computador[3], contanto que as perguntas sejam respondidas. Para consultas sobre os planos de viagem feitos com a Booking.com, a demanda está sendo atendida com o Booking Assistant, ativado por AI, para quem os viajantes podem fazer perguntas pós reserva sobre a acomodação ou sobre qualquer coisa que vai de pagamentos a transportes, horários de chegada e partida, alterações de datas e disponibilidade de internet, tudo através do dispositivo e plataforma de interesse. O Booking Assistant agora pode lidar com quase 50% dessas dúvidas de hospedagem dos clientes automaticamente. Isso significa um aumento na comodidade, confiança e velocidade para os viajantes de negócios, cujas agendas ocupadas exigem suporte imediato e correto.

Ao planejar uma viagem de negócios em particular, os viajantes querem garantir que não enfrentem nada desconhecido, então, garantir que quaisquer dúvidas possam ser respondidas rapidamente deixará o viajante tranquilo, e isso minimizará qualquer stress adicional.

Além da velocidade e simplicidade, os chatbots oferecem a contínua oportunidade de melhorar a experiência do cliente com a habilidade de ir além em uma vasta quantidade de informações, que um humano demoraria muito mais para processar. Ainda há lugar para a interação com humanos, apesar de tudo – se o Booking Assistant identificar uma questão que não pode solucionar sozinho, ele chama o suporte da equipe de apoio ao cliente ou da propriedade, dependendo de qual for mais adequado. AI não se trata de substituir a interação humana, mas sim um veículo para facilitar uma experiência ainda mais personalizada, gratificante e sem atritos para o cliente. A combinação vencedora de interação humana e AI está alimentando uma experiência de viagem mais personalizada, recompensadora e sem atritos.

[1] Gartner – CRM Strategies and Technologies to Understand, Grow and Manage Customer Experiences

[2] Pesquisa encomendada pela Booking.com e conduzida de forma independente entre uma amostra de adultos que viajaram nos últimos 12 meses/planejam viajar nos próximos 12 meses. No total, 18.509 pessoas foram entrevistadas (mais de 1.000 do Reino Unido, EUA, Brasil, China, Alemanha, Itália, Espanha, França, Índia e Rússia e mais de 500 da Austrália, Argentina, Bélgica, Canadá, Dinamarca, Hong Kong, Croácia, Indonésia , Japão, México, Países Baixos, Nova Zelândia, Suécia, Tailândia e Taiwan). Os entrevistados responderam uma pesquisa on-line em agosto de 2017.

[3] Idem informação acima

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Hughes contrata novo diretor financeiro para operação no Brasil

A Hughes, líder mundial em telecomunicações via satélite, anuncia Luiz Alexandre de Medeiros Araújo, que conta com mais de 20 anos de experiência de mercado, como head da Diretoria Financeira da companhia no Brasil.

Formado em contabilidade pela Universidade Federal Fluminense, com MBA em gestão empresarial pela Fundação Dom Cabral & Insead e mestrado concluído também na Dom Cabral em administração de empresas, o executivo será responsável por ações estratégicas na Hughes, além de contribuir para a geração de negócios no País.

“Para mim é um grande desafio, e espero poder atender às expectativas e contribuir com minha larga experiência para a geração de negócios no Brasil. É uma grande satisfação fazer parte de uma empresa que completa 50 anos de presença no país com grande investimento e perspectiva de futuro”, afirma Araújo.

Luiz Alexandre foi responsável por projetos-chave no Brasil e na América Latina durante sua trajetória profissional e liderou ações estratégicas para as áreas de Vendas, Marketing e Supply Chain de grandes empresas como: Xerox, Motorola e Diebold.

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Daniela Dias é a nova diretora de marketing da Kaspersky Lab

A Kasperksy Lab, empresa global de cibersegurança, anuncia a chegada de Daniela Dias como diretora de marketing para o Brasil. Baseada em São Paulo, sede regional da América Latina, a executiva é responsável por planejar e desenvolver todas as atividades de marketing para atingir os objetivos de vendas, crescimento, lucratividade e visibilidade da empresa no País. Além disso, Daniela tem a missão de unificar os esforços de branding com as equipes de mídia social e relações com a imprensa, em todos os canais digitais e offline, além de contribuir com o crescimento da empresa no Brasil em todos os segmentos de consumo, soluções corporativas e vendas online. Dias se reportará para Roberto Rebouças, diretor-executivo da Kaspersky Lab no Brasil.

“A chegada da Daniela reforça nossa estratégia de estar cada vez mais presentes não só nos canais offline, mas também nos online. Sua experiência acrescentará muito em nossos relacionamentos com clientes e novos negócios. A Kaspersky Lab continua sua trajetória de crescimento em vários segmentos de negócios no país e a Daniela será fundamental no fortalecimento desta expansão”, destaca Roberto Rebouças.

A executiva possui vasta experiência em marketing digital e e-commerce, tendo trabalhado por três anos, como gerente de Negócios de e-Commerce Corporativo da Havaianas no Brasil e, como gerente de Marketing Digital e Social Media na Microsoft Brasil. Anteriormente, Dias era Líder Interina de Marketing na Cisco Brasil, e responsável por segmentar o conteúdo para alcançar diferentes tipos de personas com base em suas preferências, hábitos, entre outros.

Daniela é formada em Comunicação Social com ênfase em Marketing pela Universidade Anhembi Morumbi e possui cursos na área de liderança e branding.

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Pipefy contrata designer sênior para desenvolvimento da plataforma

A Pipefy, startup de gerenciamento de processos eficientes, acaba de divulgar a contratação do designer sênior Bradley Hamblin, profissional que já integrou os times da Figure Eight, da BandPage e da New Relic, atendendo contas de gigantes como Google, Samsung e Spotify.

Ele fará parte da equipe de desenvolvimento da plataforma Pipefy, atuando no escritório da empresa em São Francisco, no Vale do Silício.

Com 20 anos de experiência na área, o americano soma ao currículo competências em direção de arte e de criação e desenvolvimento de marca e conceito.

A plataforma

Projetada para facilitar o processo lento, caro e muitas vezes incômodo enfrentado por muitos gestores, a plataforma em nuvem da Pipefy permite a implementação de processos eficientes independentes do setor de TI, por meio de uma interface intuitiva, fácil de usar e com modelos específicos para cada departamento. A solução elimina uma batalha de longa data entre os gerentes de operações e os setores de TI, colocando o poder de gerenciar processos de negócios complexos, em que a velocidade da entrega de valor é fundamental, de volta nas mãos dos especialistas. Uma vez implementado em uma empresa, a ferramenta é rapidamente adotada a uma taxa de crescimento de 10% ao mês.

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Novos hábitos do mundo digital faz crescer interesse por curso de Direito da Tecnologia da Informação

Relações diversas no mundo digital têm exigido tratamento jurídico cada vez mais adequado às novidades trazidas pelo desenvolvimento da Tecnologia da Informação. A cada avanço, surgem novas dúvidas. E para muitos advogados, juízes e promotores, entender o funcionamento das novas tecnologias tem se tornando indispensável para o exercício profissional. Isso tem levado muitos a procurar especialização em cursos de Direito da Tecnologia da Informação, como o oferecido pelo PECE – Programa de Educação Continuada (PECE) da Escola Politécnica da USP.

“São preocupações sobretudo com segurança dos dados, privacidade e propriedade intelectual. Mas também para quem atua na área de fusões de empresas e com direito tributário, por exemplo”, relata Edson Satoshi Gomi, coordenador responsável pelo curso do PECE. “A tecnologia trará novos desafios para o Direito, por exemplo relacionados com a Inteligência Artificial, com algoritmos que identificam e classificam as pessoas, automatizam tarefas, interagem com os seres humanos. Há também a questão das moedas virtuais e o block chain. Mas, para isso, é necessário que haja também profissionais preparados para lidar com essa convergência entre a Tecnologia da Informação e o Direito”, completa.

Aberto também aos profissionais de TI, de acordo com o coordenador, o curso aborda questões teóricas relacionadas às implicações legais da criação, disseminação e de uso da Tecnologia da Informação, como também busca despertar nos alunos um espírito crítico e de habilidades técnicas e jurídicas para atuar preventivamente, investigar e solucionar conflitos decorrentes. A primeira turma foi formada seis anos atrás. “De lá para cá sempre formamos novas turmas e o interesse pelo curso tem sido crescente”, conclui Gomi.

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Como se preparar para a transformação digital do Direito

Por Daniel de Lima Cabrera, sócio da Cabrera Advogados Associados

No início de julho uma polêmica envolvendo o uso de robôs para consulta jurídica mobilizou os advogados. Esta polêmica envolve apenas o começo de uma profunda transformação digital que já começa a atingir todo o universo do Direito. Big data, inteligência artificial e contratos digitais são apenas algumas tendências que estão moldando a advocacia do futuro.

Estudo realizado pela American Bar Association mostra que 90% dos advogados norte-americanos já utilizam ativamente soluções digitais móveis específicas para o trabalho jurídico. Outro estudo, da LexisNexis, mostra que as soluções de inteligência artificial existentes já podem tornar o trabalho do advogado até 90% mais rápido. É uma transformação profunda na forma como estamos habituados a trabalhar.

Por isso, o principal desafio dos advogados é se preparar. Com base nas tendências que estão norteando o processo de transformação digital, seguem algumas ações que podem empoderar o jurista diante dos desafios da tecnologia:

Direito baseado em dados

Algoritmos de inteligência artificial conseguem analisar microdados e mapear tendências contraintuitivas de conflitos judiciais. Saber aplicar a ciência de dados na análise destes microdados, usando se possível machine learnings, pode permitir ao advogado analisar qual a melhor estratégia de defesa, quais os riscos que estão expondo mais as empresas e como decidem determinados juízes diante de determinados temas.

Contratos em forma de software

Se um advogado ainda não ouviu falar na Solidity, linguagem de programação elaborada para smart contracts que rodam na blockchain da Ethereum, é hora de ouvir falar. A Solidity é a primeira linguagem de programação que consegue traduzir cláusulas contratuais em código fonte de software, transformando o contrato em um aplicativo.

Outras plataformas similares devem surgir, permitindo que, por exemplo, um termo de confissão de dívida esteja integrado ao banco para monitorar se a dívida foi paga e, caso contrário, faça automaticamente a negativação do cliente, o protesto da dívida, a notificação extrajudicial ou mesmo a execução judicial da dívida. Cartórios, bancos e tribunais já contam com digitalização suficiente para isso.

Segurança de dados

Há muito mais informação circulando, e os termos de confidencialidade tradicionais não são mais suficientes para proteger as informações sigilosas de uma corporação. Há apenas dez anos bastava um non-disclosure agreement (NDA) para assegurar a confidencialidade dos dados. Hoje torna-se fundamental compreender algoritmos de criptografia como a SHA-256, criada pela Agência Nacional de Segurança (NSA) para proteger os documentos confidenciais do governo norte-americano. Em um ambiente de negócios cada vez mais dominado pela computação em nuvem, soluções móveis e internet das coisas, este tipo de conhecimento precisará ser dominado pelo advogado para proteger o sigilo das informações.

Olhe para o Reino Unido

O maior mercado de trabalho para advogados no mundo é o Reino Unido, e é lá que as tendências de transformação digital do direito estão mais desenvolvidas. A PwC acredita que “o trabalho do advogado será liderado pelas pessoas, mas ele será cada vez mais acelerado pela tecnologia”. Pesquisa com as 100 maiores bancas de advocacia do Reino Unido, mostra que 80% delas já conta com uma estratégia digital clara, e o custo com TI já responde pela maior parte do orçamento de atividades de suporte dos escritórios.

Ainda que a definição de estratégias complexas e a relação humana com os interlocutores da atividade jurídica sejam atribuições dos operadores do Direito que, por ora, não estão ameaçadas pelos robôs, a hora de começar a buscar essas competências é agora. O profissional de direito, como qualquer outro, terá que ser cada vez mais multidisciplinar, incorporando conhecimentos e pessoas de exatas ao seu trabalho diário. A mudança que a carreira de Direito está vivendo neste momento é equivalente à gerada pela fundação da Faculdade de Direito Civil na Universidade de Bolonha em 1088.

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HackBrazil abre hoje as inscrições

Vinculada à Brazil Conference at Harvard & MIT, a HackBrazil acontecerá pela terceira vez, com a missão de reunir hackers, designers e empreendedores para
desenvolver projetos que usem tecnologia para resolver os principais problemas do Brasil. Em abril de 2019, nos Estados Unidos, os dois primeiros colocados da competição receberão os prêmios de R$ 75 mil e R$ 25 mil, respectivamente. As inscrições, feitas pelo site www.hackbrazil.com, começam hoje e vão até o dia 3 de setembro.

A HackBrazil aceita ideias e projetos de empreendedores brasileiros, de todas as indústrias, em fase inicial de desenvolvimento e que demonstram um claro impacto social na realidade do País. A competição acontece em três principais etapas. Na primeira fase, é feita a análise, pela organização da competição, de todos os projetos inscritos. São escolhidas 100 equipes para enviar um vídeo explicando o projeto com mais detalhes. Dessas, cerca de 30 equipes com o maior potencial e alinhamento com a missão da HackBrazil serão selecionadas para a segunda fase, a de desenvolvimento.

Os projetos escolhidos são conectados aos ecossistemas de MIT e Harvard e recebem mentoria e treinamentos online durante três meses, para que possam desenvolver a ideia, o plano de negócios e o protótipo. Após essa etapa de atuação, as equipes apresentam novamente seus projetos e cinco são escolhidas para a terceira fase: a final na Brazil Conference. Essas equipes passam a trabalhar na apresentação para os jurados, recebendo mentoria focada. A última fase
acontece em Boston, com até três representantes de cada projeto fazendo um pitch para osjurados.

No primeiro ano, foram mais de 300 equipes inscritas e duas equipes que empataram como vencedoras, Bubu Digital e Diagnóstico Público, recebendo US$ 1 mil cada. A segunda edição da HackBrazil contou com mais de 500 equipes inscritas, um crescimento de cerca de 70% comparado com o ano anterior. As 25 equipes selecionadas para participar da fase de desenvolvimento trabalharam com 42 mentores altamente qualificados para desenvolver seusprojetos. Na final, a Milênio Bus venceu e recebeu o prêmio de R$ 50 mil.

Para saber mais detalhes e fazer a inscrição para a HackBrazil 2019, acesse www.hackbrazil.com.

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Stefanini se une à ONG Mais Mulheres na TI para promover eventos de Soft Skills voltados para a carreira

A Stefanini, uma das mais importantes provedoras globais de soluções de negócios baseadas em tecnologia, e a ONG Mais Mulheres na TI se unem para promover o Domínio de Soft Skills para o Sucesso no Local de Trabalho, que acontece entre os dias 7 e 10 de agosto, no Stefanini Innovation Center, na sede da companhia, em São Paulo.

Cada módulo consiste em uma atividade destinada a fazer com que as pessoas pensem, pratiquem e discutam habilidades relevantes para a carreira e o sucesso pessoal. Além disso, o participante receberá inputs sobre a melhor maneira para atender às necessidades e interesses em novos comportamentos.

O foco das ações será em mulheres que buscam recolocação no mercado. A partir da iniciativa de inclusão de Mais Mulheres na TI, a associação tem como objetivo reduzir a lacuna tecnológica de gênero com capacitações colaborativas em tecnologia de mulheres que serão impactadas pela inovação disruptiva. “Somos um grupo de pessoas apaixonadas por tecnologia que apoia uma mudança social positiva”, afirma Isabela Gayno, fundadora da ONG Mais Mulheres na TI.

Com um portfólio robusto, que inclui soluções de cloud, analytics, plataformas de inteligência cognitiva e fidelização, segurança cibernética, Internet das Coisas e Indústria 4.0, a Stefanini investe constantemente em iniciativas que incluem pessoas em busca de experiências e aprendizados que as mantenham conectadas com o futuro.

Programação:

7 de agosto – As competências esperadas para os profissionais do futuro | Palestrante: João Paulo Coutinho

João Paulo Coutinho trabalha há mais de 10 anos com Aprendizagem Corporativa. Atua em Programas de Desenvolvimento de Lideranças, de Competências e em projetos de Aprendizagem Corporativa, Gestão de Mudanças e Desenvolvimento Organizacional.

8 de agosto – A Entrevista | Palestrante: Isabella Bertelli

Isabella Bertelli é graduada e mestre em Psicologia pela Universidade de São Paulo (USP) e conta com experiência com treinamento e desenvolvimento corporativo e orientação de carreira.

9 de agosto – O poder da Pergunta | Palestrante: Helena Mihoko Miyahara

Helena Miyahara é estudiosa sobre como é o aprendizado e o desenvolvimento de habilidades humanas necessárias para profissionais, pessoas, cidadãos.

10 de agosto – Comunicação interna e externa | Palestrante: Camila Rocha

Camila Rocha é graduada em processamento de dados com MBA em gestão de projetos e neurociência. Atua há seis anos na área de gestão de projetos em TI, focada em transformação cultural para o Ágil.

Para se inscrever, o interessado deve acessar aqui e aguardar o e-mail de confirmação. As vagas são limitadas.

Academia Soft Skills: Domínio de Soft Skills para o sucesso no local de trabalho.

Data: 7 a 10 de agosto | Das 19h às 22h

Realização: Mais Mulheres na TI

Inscrições: até 6 de agosto | Custo: R$ 40,00

Local: Stefanini Innovation Center

Endereço: Avenida Eusébio Matoso, 1385 Pinheiros, São Paulo (SP)

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Indústria 4.0 e a qualificação do profissional do futuro – Por Cesar Gaitán

A Indústria 4.0 vive um período de desenvolvimento inicial no Brasil. Segundo pesquisa realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), a digitalização do processo produtivo industrial deve atingir 21,8% das empresas brasileiras até 2027. Hoje em dia, somente 1,6% das empresas ouvidas afirmam já operar no campo tecnológico conhecido como indústria 4.0.

A indústria brasileira precisa de uma diretriz bem definida e para o desenvolvimento e amadurecimento dessa nova era tecnológica. A cadeia de produção, assim como o modelo de negócio, deverá ser repensada, considerando que muitos dos processos serão alterados exigindo novas capacidades técnicas e comportamentais e a qualificação do novo profissional será um elemento chave para viabilizar essa mudança.

De olho nesse cenário, desenvolvemos o primeiro curso que aborda a indústria 4.0 em específico que trata sobre o perfil do novo profissional, os novos panoramas dos processos produtivos da Indústria, sua evolução e impactos socioeconômicos. O maior objetivo com esse curso é apresentar de uma forma prática os conceitos, tecnologias e novos modelos de negócios da indústria 4.0, tendo em vista que é extremamente importante compreender e aprender em detalhes essa nova realidade para adaptar-se às mudanças que estão por vir.

Há muito trabalho pela frente. É preciso de um foco específico para permitir que a indústria consiga implementar esse novo conceito tecnológico, mas acreditamos que a formação profissional irá sustentar essa transformação.

As empresas precisarão incorporar o desenvolvimento dessas tecnologias, e fazê-las com relativa agilidade a fim de evitar que o gap de competitividade entre o Brasil e alguns de seus principais competidores aumente. É necessário tornar a Indústria 4.0 uma realidade no Brasil.

César Gaitan, Diretor Geral do Cluster América do Sul da Festo

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Empresas criam ‘tribos’ para promover empreendedorismo e talentos dentro das equipes

De modo a promover iniciativas de liderança e de empreendedorismo, empresas estão criando ‘tribos’ entre os funcionários para detectar talentos. Com grupos e comitês específicos, companhias estão promovendo maior autonomia das equipes, permitindo que funcionários exponham suas ideias livremente.

“Na prática, são reunidas pessoas que tenham os mesmos interesses e cujos líderes possam ser considerados referência em determinado tema. Para isso, foram selecionados indivíduos que, além de serem especialistas nos assuntos, podem contribuir e engajar dentro da corporação”, afirma Alexandro Barsi, CEO do Verity Group, empresa sediada em São Paulo que está promovendo iniciativas nesse sentido.

Especializada em tecnologia, o Verity Group adotou uma gestão em “tribos”, divididas em categorias pertinentes ao cotidiano do setor em que o grupo atua, como Desenvolvimento, Arquitetura, Infraestrutura, Metodologia Ágil, entre outras. “O modelo é importante para detectar alguns ‘diamantes brutos’, que muitas vezes podem passar despercebidos”, afirma Barsi. “No conceito de gestão de tribos, os gestores, por estarem mais perto desses talentos, podem alertar para a lapidação de uma joia”, complementa.

A iniciativa do Verity Group é ratificada por outros gestores. Segundo uma pesquisa realizada pelo Sebrae e pela Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH), que analisou 1.927 corporações de todos os portes no país, empresas que praticam uma boa gestão de talentos obtêm melhores resultados em seus negócios, independentemente de seus tamanhos ou regiões de atuação. O estudo identificou que, nas empresas bem-sucedidas, a gestão de talentos é aplicada de forma simples e com foco nas pessoas, tanto nos líderes como nos liderados.

A intenção do Verity Group é fazer com que os colaboradores saiam da zona de conforto, mas nada é obrigatório. “Num cenário ideal, as pessoas vão querer participar e virão atrás de se envolver em temas diversos. Para uma organização que está crescendo, é assim que se reconhece o potencial de cada um”, conta Barsi. . Um dos objetivos da gestão em tribos é criar o sentimento de pertencimento ao colaborador”, explica.

Outra empresa que adotou o modelo de ‘tribos’ foi a Mark Up. Especializada em marketing de incentivo e brand experience, a companhia optou por criar diversos comitês que geram impacto nos rumos dos negócios. “Esse modelo permite uma gestão baseada na colaboração, na maior autonomia da equipe, no engajamento coletivo e na diversidade de pensamentos e de ação de forma estruturada”, afirma Silvana Torres, presidente da Mark Up.

O modelo de gestão por comitês criado pelo Mark Up é formado por equipes multidisciplinares, que se interessam pelo assunto ou são indicados por ter talentos específicos que possam agregar valor. São sete grupos, que discutem temas que vão desde análise e recomendação de projetos, passando por liderança e clima organizacional. “Cada comitê é composto por equipes diferentes que somam e agregam valor ao negócio”, conta Silvana.

De acordo com a executiva, o maior ganho da empresa em adotar esse modelo é o estímulo à visão empreendedora de cada integrante da equipe para tomada de decisão individual e coletiva. “Embora cada área participante do projeto tenha seu líder, com a formação da equipe multidisciplinar não existe uma área só como a responsável pelo projeto e sim um pensamento coletivo gerido por um líder, independente da hierarquia que ele ocupa na empresa”, diz Silvana.

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Stefanini e CNH Industrial desenvolvem solução de inteligência artificial

Parceiros de longa data, a Stefanini, uma das mais importantes provedoras globais de soluções de negócios baseadas em tecnologia, e a CNH Industrial, uma das líderes globais de bens de capital, desenvolveram uma solução de inteligência artificial (IA) para atender as áreas de service desk e field services da multinacional italiana. A plataforma tecnológica concentra os atendimentos mais simples, reduzindo a quantidade de chamadas recebidas pelos agentes de suporte ao usuário. O resultado já é visível: houve redução de cerca de 10% no volume de ligações para o help desk e de 80% no tempo de resposta de abertura de chamados.

A implementação da solução levou oito meses e contou com uma equipe de 12 funcionários da Stefanini, que hoje atuam no processo de melhoria contínua da ferramenta. “Os maiores desafios até o momento foram gerar conteúdo para a plataforma de IA, fazer a integração do robô com sistemas existentes e incentivar as pessoas a usarem a solução”, afirma Érico Beghini, gerente de negócios da Stefanini.

Rogério Pazini, gerente de ICT End User da CNH Industrial para a América Latina, concorda que traduzir os processos diários para a linguagem da solução foi o mais desafiador. “Recentemente, implementamos uma cota de impressão por pessoa e todos aqueles que queriam aumentar esse total tinham de direcionar os pedidos para a plataforma. No primeiro mês, foram registradas 700 solicitações, liberando o time do help desk para outras atividades”, conta Pazini.

O atendimento do personagem virtual Ceni – uma referência ao nome da companhia – é feito principalmente por Skype for Business, e a plataforma leva em consideração a forma como os usuários escrevem. “A ferramenta é capaz de interpretar as perguntas e tem, inclusive, um dicionário de sinônimos”, afirma Beghini. O próximo passo será integrar a solução a uma plataforma omnichannel, de modo que o usuário possa transitar de um atendimento virtual para um realizado por um agente sem que precise repassar todas as informações já enviadas. “A ideia é que o agente que assumir a demanda tenha acesso ao histórico do diálogo até aquele momento, para que não haja interrupção no atendimento”, explica Beghini.

Os chatbots, que tiveram uma posição de destaque no ano passado, deverão continuar avançando como uma das principais interfaces de comunicação entre marcas e consumidores em 2018. De acordo com a empresa de pesquisas Gran View Research, o mercado de chatbots deve crescer 24% anualmente até 2025. Isso porque, segundo o Gartner, 85% das interações dos consumidores serão conduzidas por um mecanismo automático até 2020.

A solução de IA faz parte do projeto de transformação digital da CNH Industrial. “Os modelos e práticas de atendimento também devem ser estabelecidos compreendendo as necessidades e superando as expectativas do usuário”, diz Beghini. “Por isso, elaboramos com o cliente um mapa de iniciativas de inovação e de transformação dos serviços de suporte, baseadas em tecnologias de IA e multicanalidade, de maneira a fortalecer a parceria estratégica entre nossas organizações”, complementa o executivo.

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Spotify aceita nova forma de pagamento com solução da Worldline e do EBANX

O Spotify acaba de lançar um novo método de pagamento para seus usuários no Brasil. Agora, os brasileiros poderão pagar pelo Spotify Premium usando cartão de débito. A solução foi desenvolvida pela Worldline, líder europeia no setor de pagamentos, que oferece diferentes soluções de pagamento em todo o mundo e pelo EBANX, fintech global com sede no Brasil que oferece soluções de pagamento brasileiras e de outros países latino-americanos para sites globais.

A Worldline atua como um parceiro global de pagamentos do Spotify em mais de 50 países e habilitou o recurso em sua plataforma global para permitir que o streaming de música, podcast e vídeo processe as transações de débito localmente no Brasil. O EBANX criou a API e integrou com os bancos emissores parceiros no Brasil. Neste primeiro momento, a opção de pagamento por cartão de débito no site do Spotify está disponível para clientes de um grupo selecionado de bancos. As três empresas estão trabalhando juntas para expandir a integração para demais parceiros.

A opção de cartão de débito permitirá que o Spotify alcance novos usuários no país. Por exemplo, pessoas que não têm cartão de crédito ou que não querem comprometer o limite do cartão de crédito. Ao optar por pagar a assinatura do Spotify com cartão de débito, o cliente preencherá os dados do cartão, seguindo o mesmo processo de uma transação com cartão de crédito. Não há necessidade de números de autenticação ou senha, o que cria uma experiência de usuário muito mais fluída. Assim que a operação for aprovada, a cobrança será feita diretamente na conta bancária do cliente. As informações de pagamento serão armazenadas de forma segura e a cobrança será feita automaticamente todos os meses.