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3 dicas infalíveis para lidar com as adversidades e obter sucesso

O escritor e professor americano William Arthur Ward um dia disse que “as adversidades fazem alguns quebrarem, outros quebrarem recordes”. Foi o caso do cientista americano Thomas Edison, cujas tentativas de inventar a lâmpada foram frustradas milhares de vezes antes de obter sucesso. Cada falha mostrava a Edison uma forma diferente de inviabilizar o seu processo científico, mas então ele buscava uma nova alternativa para alcançar seu objetivo, sem cometer os erros anteriores.

A realidade é que dificuldades podem levar à frustração se o indivíduo se contentar com uma postura negativa. “Contudo, uma pessoa resiliente é capaz de superar eventos traumáticos e, em pouco tempo, retomar seu funcionamento otimizado, transformando a experiência negativa em um aprendizado enriquecedor”, explica Flora Victoria, Presidente da SBCoaching Training e Diretora Educacional do SBCoaching Group. Ela lista abaixo as três dicas fundamentais para abandonar um comportamento de negatividade e assumir uma postura positiva e assertiva sobre a vida.

1) Aceitação da realidade

Ser resiliente não significa negar a realidade e sim adaptar-se a ele ou entendê-la profunda e pragmaticamente para poder transformá-la. O olhar sobre esta realidade não deve ser nem de vitimismo, tampouco de um otimismo não embasado. É importante, portanto, buscar certa neutralidade para conseguir uma melhor compreensão e entender os meios para alterar o cenário atual.

2) Crença inabalável no sentido da vida

Uma característica fundamental da resiliência é acreditar no sentido da vida, mesmo diante das situações que podem levar a maioria das pessoas a questioná-lo. No livro Em Busca de Sentido (2009), o psiquiatra austríaco Viktor Frankl, que foi um sobrevivente do Holocausto, afirma que é o propósito que dá sentido à existência. Por isso, uma das providências fundamentais num momento de profunda adversidade é saber quais são esses valores e propósitos e, caso estes não venham à mente de imediato, questioná-los a si mesmo.|

3) Uma incrível capacidade de improvisar

Indivíduos resilientes são mestres na improvisação. Eles possuem a impressionante habilidade de tirar o máximo proveito dos recursos disponíveis e de responder com rapidez e criatividade a todo tipo de desafio. Com base no trabalho do antropólogo francês Claude Lévi-Strauss, os psicólogos chamam essa habilidade de “bricolagem”. Trata-se de usar a inventividade para encontrar soluções, mesmo na ausência de caminhos óbvios ou de ferramentas adequadas.

Randstad recrutará profissionais de tecnologia na Campus Party

A Randstad, líder global de soluções em recursos humanos, terá um espaço dedicado no evento para relacionamento com candidatos interessados e possível recrutamento desses profissionais de tecnologia presentes na Campus Party, um dos maiores eventos de experiências tecnológicas do mundo, que acontecerá em São Paulo entre os dias 12 e 17 de fevereiro. A ação será realizada durante os dias 13 a 16 de fevereiro, no espaço Campus Jobs.

Os campuseiros que se interessarem por uma posição na área poderão conversar com os recrutadores da Randstad na mesa especial da empresa no evento, onde já acontecerão as primeiras etapas das seleções. Se aprovado na primeira fase, o candidato poderá ser entrevistado pela empresa contratante já na Campus Party ou encaminhado para outra etapa após o evento.

“O mercado de tecnologia está muito aquecido e temos escassez de talento para algumas posições. Nada melhor do que procurar pelos melhores profissionais em um evento focado no setor. Vamos unir o útil ao agradável para os campuseiros”, diz Juliano Gonçalves, diretor da Randstad Technologies, área da empresa completamente voltada para recrutamento e seleção de posições de tecnologia.

Além da mesa de recrutamento, a Randstad ministrará duas palestras. A primeira, no dia 14, abordará a evolução do mercado para entrevistas com robôs. Já a segunda, no dia 15, falará sobre o futuro dos talentos no mercado de tecnologia.

Campus Party
Quando: De 12 a 17 de fevereiro
Onde: Expo Center Norte – Rua José Bernardo Pinto, 333, Vila Guilherme
Mesa de recrutamento da Randstad: entre os dias 13 e 16, no Campus Jobs

Palestra “Get Ready: Seu próximo entrevistador pode ser um Robô!”.
Quando: 14/02, das 18h45 às 19h30.
Palestrante: Rafael Pereira, alquimista digital da Randstad.

Palestra “O futuro dos talentos no mercado de tecnologia”
Quando: 15/02, das 18h45 às 19h30.
Palestrante: Fernanda Cristina Prado, consultora da Randstad Technologies.

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Transformação digital no varejo: o maior desafio do setor

Por Carlos Alves

Uma das principais lições (se não a mais importante) a ser internalizada pelo varejo é a transformação digital.

De acordo com dados da pesquisa mais recente do IBGE, 116 milhões de brasileiros têm acesso à internet – o equivalente à 64,7% de usuários acima de 10 anos de idade. E qual o meio de conexão mais utilizado? O celular. 94,6% dos internautas utilizam celular, à frente de computadores (63,7%), tablets (16,4%) e smart tvs (11,3%). Reiterado pelo levantamento do CGI.br (Comitê Gestor da Internet no Brasil) divulgado em julho de 2018, um a cada cinco domicílios brasileiros acessam a internet, mas não tem um computador em casa – a conexão é feita via smartphones.

Troca de mensagens, uso de redes sociais e aquisição de serviços e produtos estão dentre as atividades mais realizadas pela população. O fenômeno representa um novo comportamento social, e, principalmente, o padrão de consumo atual: os clientes transitam pelos canais das marca buscando as melhores vantagens antes de realizar a compra e comparam, em poucos segundos, os benefícios de marcas concorrentes. São os chamados omnishopper, os consumidores digitais.

Esse novo consumidor abala as bases do varejo engessado. Como atender exigências cada vez mais específicas e ao mesmo tempo prever demandas e desejos desse público? A resposta é uma só: virando a chave digital da cultura empresarial.

E não pense que basta ter em mãos equipamentos mais modernos ou criar um aplicativo. O conceito essencial da transformação digital é enxergar a tecnologia como um processo contínuo, em que há novas demandas de consumo e, para se adaptar, o uso inteligente de dados se faz fundamental. A máxima “data beats opinions” que ecoa aos quatro cantos do Vale do Silício, nos EUA, deve ser a diretriz: dados superam opiniões. Traduzindo para o bom português, esqueça os “achismos”.

Os dados devem ser analisados e considerados para a tomada de decisões para todos os processos da empresa desde o preço, sortimento, logística à facilitar o atendimento da equipe e até receber novos meios de pagamento de clientes que já usam celular como cartão de crédito, como o Apple Pay, do Iphone e Apple Watch.

Esses novos consumidores visitam lojas físicas para conhecer o produto, mas finalizam a compra online, em sua grande maioria. Algumas marcas passaram a oferecer a retirada do produto em suas lojas, sem frete, como maneira de incentivar o fluxo de visitas.

Para além de um instrumento a serviço do varejo, a tecnologia é parte de novo mercado que busca aproximar a marca de seus clientes, outra premissa essencial do processo de transformação digital. Novas soluções para pessoas que buscam não apenas um produto; eles querem ter as necessidades e desejos percebidos e considerados pelas marcas – uma boa experiência é hoje um dos mais importantes fatores de decisão de compra. De que adianta diversos canais de comunicação com a loja se o atendimento, informação ou resolução de problema não for bem realizado?

Mas vale ressaltar que nada disso será alcançado sem uma transformação cultural bem-sucedida sem que antes aconteça uma mudança organizacional: a transformação digital da marca é a estratégica. Claro que isso também impacta no modelo de negócios da gestão, quando não, do modelo de negócios praticado. O setor já percebe que o investimento em tecnologias e inovações digitais feitos hoje, vão garantir a sobrevivência das empresas varejistas no futuro. Tais mudanças são positivas e geram valor para tanto para o consumidor, quanto para os colaboradores, já que até mesmo os procedimentos do trabalho podem ser otimizados e aumentar a produtividade. Afinal, uma empresa é feita por pessoas e a colaboração harmoniosa entre as equipes é a força motriz para inovação e estratégias eficazes.

*Carlos Alves é Diretor de Marketplace da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) e Head de E-Commerce na Riachuelo, sendo um dos precursores dos shoppings virtuais no país e o primeiro lojista a integrar em uma mesma plataforma todos grandes players nacionais.

Meios de pagamentos móveis são a nova revolução do varejo

Por Denis Piovezan, Diretor Executivo da Linx Pay Hub

Em janeiro, um dos maiores eventos mundiais do varejo, a NRF 2019 Retail’s Big Show, aconteceu em Nova York, nos Estados Unidos. Se, na edição anterior, em 2018, já se falava em experiência do consumidor e na ampliação do uso de dispositivos móveis, neste ano, os dois assuntos estiveram juntos na pauta do dia, chamando a atenção para a mobilidade dos meios de pagamentos.

A facilidade dos mPayments não é novidade. É raro, por exemplo, quem não pague suas contas usando o internet banking. As tecnologias móveis, atualmente, permitem que o cliente entre e saia de uma loja física levando o que deseja sem a necessidade de passar pelo caixa ou mesmo compre um carro sem sair do sofá (nem para pegar o cartão de crédito).

Graças a isso, existe uma revolução no mercado de pagamentos na qual as transações digitais estão tomando o lugar das trocas físicas de dinheiro. Mais especificamente, de acordo com um estudo realizado pelo boostLAB, programa de potencialização de startups em nível avançado do BTG Pactual, a estimativa é que, em 2019, US$ 1 trilhão seja transacionado via meios de pagamentos móveis.

A quantia (bastante considerável) demonstra a nova realidade do mercado de pagamentos. A carteira digital da Apple, por exemplo, já é aceita em 74 dos 100 principais comerciantes dos Estados Unidos. Com ela, o cliente dispensa o uso do cartão de crédito físico, podendo fazer compras sem fio (via NFC). O cartão está cadastrado no próprio dispositivo e o cliente, sem sair de casa ou mexer no bolso, tem acesso fácil à compra. O mesmo acontece com o Google Pay e Samsung Pay, sistemas que integram a maioria dos grandes bancos.

Para atender a um consumidor que tem se mostrado cada vez mais interessado em finalizar suas compras de forma veloz e prática, algumas organizações estão levando os sistemas móveis para as lojas físicas. Já é possível um vendedor finalizar a compra em qualquer lugar do estabelecimento sem que o consumidor precise passar pelo caixa, como mencionado na abertura deste texto. Outra opção que também dispensa o caixa é o autoatendimento, no qual o próprio cliente compra e paga no mesmo local sem precisar da ajuda de terceiros.

A loja do futuro – que, na verdade já é o presente e cresce em grande velocidade – conta com diversas soluções móveis. Nela, os varejistas são responsáveis por tornar o momento da compra cada vez mais simples, intuitivo e interessante para a ponta final da cadeia. E isso independente do canal: online ou offline.

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Oiweek e USP firmam parceria inédita e reúnem a comunidade de inovação em evento em São Paulo

A Open Innovation Week, maior evento de inovação aberta do Brasil, e a Universidade de São Paulo (USP) se uniram em uma parceria inédita liderada pela FEA-USP e Agência USP de Inovação para promover a Oiweek SciBiz, evento que irá reunir a comunidade de inovação, em uma experiência pioneira de open innovation que será realizada de 25 a 28 de fevereiro, na USP Campus Cidade Universitária, em São Paulo.

Startups, pesquisadores, investidores, estudantes universitários e executivos de grandes empresas poderão participar do evento para discutir os rumos do setor e estimular as conexões e negócios dentro desse ecossistema. Inscrições podem ser feitas no site www.oiweekscibiz.com.

A plataforma 100 Open Startups e 100 Open Techs serão a base das ações de conexão entre startups, cientistas e mercado durante o evento que encerra o ciclo de avaliações para a publicação do Ranking Top 100 Open Startups 2019. A iniciativa tem como objetivo compartilhar conhecimento, gerar negócios e cocriar soluções para os mais importantes desafios do mercado e da sociedade.

“Em colaboração com a USP, ampliamos o formato da 11ª Oiweek, utilizando os métodos mais avançados de open innovation e uma verdadeira transformação digital no formato do evento. Vamos promover uma experiência pioneira de inovação aberta dentro do Campus, aliada à tecnologia do 100 Open Startups, buscando potencializar a colaboração entre os atores do ecossistema e resultados mais efetivos. Ter uma das instituições de ensino superior mais importantes do Brasil aberta e participando ativamente de um evento deste porte é um marco para o ecossistema”, explica Bruno Rondani, organizador da Oiweek.

O evento se propõe a aproximar profissionais de diferentes áreas de novas tecnologias, como digitalização, robotização, inteligência artificial, manufatura avançada, big data, IoT, drones, biotecnologia e outras tendências que estão mudando radicalmente a estrutura do mercado e da sociedade. “Cocriar soluções a partir de redes de inovação, open innovation e empreendedorismo de alto impacto torna-se crucial como uma oportunidade de expansão. A expectativa é realizar mais de 5.000 reuniões de negócios”, acrescenta Rondani.

Programação

Nos dias 25 e 26 de fevereiro, serão realizadas reuniões em formato speed-dating, conectando as 300 startups mais atraentes de acordo com o mercado com mais de 100 empresas líderes. Universidades e Institutos Tecnológicos globais também participam do encontro, apresentando tecnologias disruptivas, bem como trocar experiências entre cientistas, executivos e investidores. Nesses dias, estudantes universitários poderão se conectar com startups e empresas líderes para conhecer seus processos de recrutamento e seleção para trabalhar com inovação.

Os dias 27 e 28 de fevereiro serão dedicados aos painéis e mesas redondas com especialistas internacionais da II Science Meets Business Conference, para discutir os benefícios da ciência encontrando negócios. Os painéis compreenderão as diferentes visões dos principais interessados em inovação sendo compostos por representantes de startups, corporações líderes, investidores, acadêmicos e formuladores de políticas públicas. Especificamente no dia 27 acontece o Open Campus, uma imersão no ambiente acadêmico e científico da USP, com aulas abertas ministradas por docentes e visitas aos laboratórios da Universidade.

“A SciBiz permitirá aos profissionais da inovação navegar por tópicos complexos de gestão da inovação, redes de inovação e inovação aberta. A grande variabilidade de padrões de inovação que difere de setor para setor, o uso de tecnologia, comportamento do consumidor, e assim por diante, serão abordados de forma estruturada” comenta Moacir Miranda, chairman da SciBiz Conference e líder da iniciativa.

Nesta edição especial Oiweek SciBiz a expectativa é superar os números do ano anterior que contou com a participação de mais de 2.000 executivos de empresas líderes, 300 startups, 50 painelistas, 15 palestrantes internacionais, 300 investidores e 200 tecnologias. Com coordenação geral do Prof. Dr. Moacir de Miranda Oliveira Junior, professor-titular e chefe do Departamento de Administração da FEA-USP, o evento é realizado em conjunto pela Agência USP de Inovação – AUSPIN, 100 Open Startups e centenas de parceiros do ecossistema em um modelo aberto.

Comunidade

A Oiweek é uma comunidade criada por um grupo de 350 gestores de inovação que em 2008 passaram a promover prática de open innovation no Brasil. Atualmente a comunidade é composta por mais de 1.000 companhias líderes de todos os setores organizadas em 20 grandes temas-desafios, como: Indústria do Futuro, Plataformas Científicas e Tecnológicas, Saúde & Bem-Estar, Serviços Financeiros, Varejo e Moda e Beleza. Com o propósito de criar conexões com o ecossistema, participam da rede investidores, startups, cientistas e demais organizações ligadas a inovação e empreendedorismo ultrapassando a marca 40 mil pessoas engajadas.

Confira a agenda completa: http://www.oiweekscibiz.com/agenda.html

Oiweek SciBiz

Data: Dias 25/09 das 9h às 17h, 26 a 28/02 das 10h às 17h

Local: USP Campus Cidade Universitária – Av Prof. Luciano Gualberto, 908

São Paulo – SP

Ingressos: pelo site http://www.oiweekscibiz.com/#tickets com valores entre R$60 e R$640

Informações: helpme@oiweek.com/(11) 3500-5001

# Conheça o movimento “100 Open Startups”: http://www.openstartups.net

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Transformação Blockchain: conheça o futuro das criptomoedas nas transações bancárias

Por Rodrigo Pimenta, CEO e fundador da HubChain Technologies

Estamos na era da maior transformação que o mundo já conheceu. Estas mudanças estão acontecendo nas mais diversos áreas de interesse público como: tecnologia, educação, alimentação, entre outros. No entanto, o setor bancário também apresenta os primeiros sinais de uma mudança que pode transformar permanentemente seu sistema atual: a introdução das criptomoedas, por meio da tecnologia blockchain, nas transações bancárias.

De acordo com o Banco Central do Brasil, as criptomoedas possuem a classificação de “moedas virtuais” ou “moedas criptográficas” e não são emitidas ou controladas pelo Banco Central do Brasil (BACEN), o que faz com que o valor de conversão para o valor em real (R$) seja ditado pelo mercado – sujeito aos riscos de perda de todo o capital investido, além da variação de seu preço – e quase sempre anônimas. Existe também outra categoria, chamada “moeda eletrônica”, da qual trata a Lei nº 12.865, de 9 de outubro de 2013, que corresponde a um modo de expressão de créditos denominados em reais, com um responsável legal pelo seu lastro.

No contexto de uma “moeda eletrônica” representada em real (R$), construída com a mesma tecnologia de uma “moeda criptográfica” em Blockchain/DLT e com alguma governança de permissionamento, entramos numa subcategoria de blockchain permissionado (conhecida como DTL). Atuando como “stablecoin” no fator de conversão de 1 “stablecoin” para R$ 1, poderíamos observar um grande primeiro salto no entendimento entre Banco Central e sua aprovação como transação bancária.

Para que seja possível compreender e analisar todas as vertentes desta possível mudança, primeiramente é necessário apontar as principais vantagens e desvantagens:

– Principais vantagens de uma “stablecoin” para transações bancárias:

– Envio com taxas mais baratas que bancos (dependendo da criptomoeda);

– Envio e validação com tempo menor que uma remessa internacional (30 minutos à 1 hora, ou menos);

– As informações são imutáveis, auditáveis e transparentes;

– Baixíssimo custo para operação para criptomoedas com blockchain privado (DLT) em comparação a um sistema bancário;

– Novas áreas de estudos, pesquisas e de mercado de trabalho podem surgir, como o Auditor de Blockchain/DLT, por exemplo.

– Principais desvantagens de uma “stablecoin” para transações bancárias:

– Grande esforço para educação e conscientização da sociedade;

– A complexidade no entendimento leva a abertura de possibilidades de golpes e fraudes;

– A anonimização (não identificação eficiente dos participantes e suas operações), pode favorecer a lavagem de dinheiro, assim como incentivo ao tráfico e ao terrorismo.

Além das vantagens e desvantagens da implementação das criptomoedas no sistema bancário, outros dois aspectos também chamam a atenção acerca deste tema: regulamentação e segurança. Na prática, regulamentar o uso de criptomoedas como Bitcoin, Ethereum, Ripple, entre outras, implica em classificá-la ou categorizá-la em uma série de regulamentações, leis, regimentos e resoluções para se manter o máximo de segurança jurídica.

No quesito segurança, falar em transações bancárias com “moedas eletrônicas” em Blockchain/DLT, implica numa eficiente Gestão de Governança em Blockchain/DLT. É fato que qualquer que seja a inovação, é preciso atender as exigências de alguns órgãos reguladores (BACEN, COAF, CVM, entre outros), além de, é claro, estabelecer proteções tecnológicas dos participantes. Com este processo sendo realizado de maneira transparente e eficiente, a implementação das criptomoedas no sistema bancário, ainda que não transforme totalmente o modelo atual, não deixa de representar inovação, avanço e o que a tecnologia tem de melhor a oferecer para a sociedade.

Fiesp: Banco Central mantém Selic em 6,5% ao ano, mas o custo do crédito continua acima de 300%

O Banco Central decidiu, na reunião desta quarta-feira (6 de fevereiro), manter a taxa Selic em 6,5% ao ano. Vamos completar um ano com a Selic em seu patamar histórico mais baixo, porém o custo do crédito para as empresas e famílias continua bastante elevado, e o cheque especial, em particular, continua acima de 300% ao ano.

A Federação dos Bancos (Febraban) lançou uma cartilha de 164 páginas com sua receita para baixar os juros no Brasil. A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) tem uma receita de apenas quatro palavras: BANCOS, BAIXEM OS JUROS.

O país precisa urgentemente ter um custo de crédito em padrões competitivos para alcançar o crescimento econômico e a geração de empregos de que tanto precisamos.

Federação das Indústrias do Estado de São Paulo – Fiesp

Centro das Indústrias do Estado de São Paulo – Ciesp

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Neoway, Endeavor e Insper realizam estudo sobre Empresas de Alto Crescimento (EAC’s) no Brasil

A Cátedra Insper-Endeavor em parceria com a Neoway, maior empresa brasileira de Big Data Analytics e tecnologia aplicada a negócios, realizou uma análise sobre o cenário das empresas de alto crescimento (EACs) persistente no Brasil. O estudo teve como base o conhecimento gerado a partir da plataforma da Neoway.

De acordo com a OECD, instituição internacional que promove políticas de desenvolvimento econômico e social ao redor do mundo, para ser considerada uma EAC a organização precisa ter, pelo menos, 10 colaboradores e apresentar um crescimento de, no mínimo, 20% ao ano por 3 anos consecutivos. As EACs persistentes, por sua vez, são aquelas que apresentam crescimento contínuo em um dado período.

“O ponto de partida foi organizações ativas entre 2010 e 2012, para identificar o grupo inicial de EACs. Dentro desse universo, analisamos os resultados conquistados pelas empresas até 2016 e selecionamos aquelas que apresentaram crescimento contínuo no período. Aplicando todos esses critérios, foi possível identificar 16.142 EACs persistentes, distribuídas pelas cinco regiões do Brasil”, explica Lucas de Paula, CTO (Chief Technology Officer) da Neoway.

As empresas de alto crescimento têm ganhado destaque no debate econômico muito porque elas vêm desempenhando um papel cada vez mais relevante na geração de empregos para o País. Segundo dados do IBGE, o número de pessoas empregadas por EACs aumentou 172%, de 2013 a 2015, atingindo 3,5 milhões. Já, em 2016, algo em torno de 1,8 milhão de novas oportunidades surgiram por conta desse tipo de organizações.

“Nós acreditamos que os empreendedores à frente das Empresas de Alto Crescimento podem ser os grandes transformadores do país. E, por isso, nos esforçamos em entender o que faz esses empreendedores serem tão únicos”, diz Camilla Junqueira, diretora geral da Endeavor. “Essa pesquisa é mais um passo nessa direção, mostrando as diferenças que existem dentro desse grupo de empresas e abrindo diversas oportunidades para que a gente entenda os principais desafios para o crescimento persistente de empresas no Brasil”, complementa.

O levantamento aponta também que o grupo de empresas de alto crescimento persistente não é homogêneo. A divisão pode ser feita em três aglomerados principais. O primeiro, e maior, é composto por 10.121 firmas que cresceram, em média, 106% durante o período analisado. O segundo, representado por 4.927, apresenta uma taxa de 210%. Por fim, há ainda o de maior crescimento, em porcentagem, 930%, que é representado por outras 1.094 companhias.

“Conseguimos identificar duas principais características que favorecem as EACs persistentes. As empresas instaladas em regiões com maior gasto em Pesquisa e Desenvolvimento e onde a população tem maior escolaridade, apresentam maior probabilidade de estarem nos grupos com maior alto crescimento”, comenta Guilherme Fowler, Professor Associado do Insper e coordenador da Cátedra Endeavor. “Essa área de pesquisa é bastante vasta e, de certa forma, ainda pouco explorada. Isso representa tanto uma desvantagem, quanto uma oportunidade para estudos futuros”, complementa.

Para mais informações sobre o estudo, acesse o site.

Stefanini e INSEAD abrem inscrições para curso de transformação digital

Após o sucesso obtido no ano passado com um NPS de 100% (nenhuma nota foi inferior a nove), a Stefanini, uma das mais importantes provedoras globais de soluções de negócios baseadas em tecnologia, e o INSEAD, referência global em programas de MBA, estão com inscrições abertas para a nova edição do curso de transformação digital, que acontecerá de 15 a 18 de abril, no campus em Fontainebleu, localizado a 75 km de Paris.

Serão quatro dias de imersão para que executivos C-Level possam discutir a cultura de inovação e como “aterrissar” o aprendizado no dia a dia de suas organizações. “Nós, da Stefanini, acreditamos que a cultura e a liderança são tão críticas quanto às novas tecnologias no processo de transformação digital”, afirma Guilherme Stefanini, responsável por liderar o curso junto à equipe da instituição francesa.

Segundo o executivo, os participantes receberão todo o acompanhamento necessário para que possam utilizar, na prática, os conhecimentos adquiridos ao longo do curso. “Muitas empresas querem se transformar, mas não sabem por onde começar. O curso será um momento especial para refletir sobre novas práticas, a partir da apresentação de vários cases de sucesso globais – da Stefanini e de outras companhias”, destaca.

“Por mais que as tecnologias sejam importantes para a evolução da sociedade, a transformação digital de fato é uma transformação cultural, que começa na mente do executivo e se estende por todas as pessoas da organização”, ressalta Marco Stefanini, fundador e CEO global da Stefanini.

Transformação Digital

Parceria entre Stefanini e INSEAD
Data: 15 a 18 de abril de 2019
Local: INSEAD – Campus Fontainebleau
Inscrições: Até o dia 15 de março de 2019
Mais informações: insead@stefanini.com

Ticket é a melhor fornecedora para RH na categoria Benefícios

Felipe Gomes, diretor-geral da Ticket

A Ticket, marca pioneira no setor de benefícios de refeição e alimentação da Edenred Brasil, foi eleita a melhor empresa, na categoria Benefícios, no Prêmio Melhores Fornecedores para RH, promovido pela revista Gestão RH. O prêmio reconhece o trabalho dos fornecedores de produtos ou serviços para os departamentos de recursos humanos.

Esta é a 10ª vez que a Ticket vence a premiação, ocupando o 1º lugar, na categoria Benefícios. Além disso, a marca foi uma das melhores empresas avaliadas dentre todas as participantes. “Nosso trabalho é desenvolver soluções inovadoras que multipliquem os benefícios e ampliem cada vez mais nosso leque de serviços para os nossos clientes. Somos uma marca que tem paixão pelos clientes, e esse reconhecimento nos permite continuar nesse caminho, a fim de facilitar o cotidiano dos departamentos de recursos humanos”, afirma Felipe Gomes, diretor-geral da Ticket.

A pesquisa para eleger os melhores fornecedores foi realizada ao longo de 2018, com profissionais, gestores de RH e com os próprios clientes dos finalistas. O prêmio valoriza o trabalho das empresas fornecedoras de produtos ou serviço s para os departamentos de RH e avalia as práticas direcionadas aos clientes nas áreas de benefícios, talentos, tecnologia para o RH, gestão do negócio e serviços.

Cielo abre processo seletivo para contratação de estagiários em várias cidades do Brasil

A Cielo, empresa líder em tecnologia, serviços e soluções inovadoras para o varejo, anuncia abertura do Programa Estágio Comercial que vai contratar 100 profissionais. Os selecionados vão compor o time comercial da companhia, com a responsabilidade de apoiar os executivos da área, prestando auxílio na venda de produtos e soluções, desenvolvimento de projetos, visitas e suporte aos clientes, entre outras funções.

A Cielo está em busca de pessoas que estejam cursando o penúltimo ou o último ano de seus respectivos cursos técnicos ou de graduação. Não é necessário ter experiência prévia, mas é imprescindível ter disponibilidade para estagiar por 6 horas em horário comercial. Ter boas habilidades em comunicação, raciocínio lógico e estar alinhado com os valores praticados pela companhia fazem parte do perfil profissional esperado.

As vagas são para atuar em Manaus, Recife, Fortaleza, Salvador, Goiânia, Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Ribeirão Preto, Porto Alegre, Curitiba e Florianópolis. As inscrições se encerram no dia 13 de fevereiro e os interessados vão passar por testes online, seguidos de dinâmicas de grupo e entrevistas individuais, com as admissões previstas para 11 e 14 de março nas praças de SP e RJ, e 1º de abril nas demais. A Cielo oferece todos os benefícios compatíveis com o mercado: vale refeição, vale transporte, bolsa auxílio, seguro de vida e assistências médica e odontológica.

Para mais informações sobre as vagas e envio de currículos, acesse: https://www.99jobs.com/cielo/jobs/36263-programa-estagio-comercial-cielo-2019

VTEX DAY, maior evento de e-commerce da América Latina, inicia vendas de ingressos para a edição 2019

A próxima edição do VTEX DAY, maior evento de vendas multicanal da América Latina, já está com os ingressos à venda. O evento, que reúne os principais varejistas do país e milhares de visitantes internacionais, será realizado no SP Expo e oferece duas modalidades de entradas: Multi e Black. Os ingressos do primeiro lote custam a partir de R$ 490 e podem ser adquiridos até o dia 15 de março.

A lista de palestrantes será divulgada em breve. Em edições anteriores, o evento recebeu importantes nomes dos cenários nacional e mundial, como Joaquim Barbosa, ex-presidente do Supremo Tribunal Federal; Fernando Henrique Cardoso, ex-presidente do Brasil; Bruce Dickinson, empreendedor e vocalista do Iron Maiden; Luiza Trajano, presidente do Conselho de Administração do Magazine Luiza; Andreas Weigend, ex-cientista chefe da Amazon; Richard Branson, empresário britânico e fundador do grupo Virgin; Sucharita Kodali, vice-presidente da Forrester Research; Paula Bellizia, presidente da Microsoft Brasil; e o co-fundador da Netflix, Marc Randolph.

Além disso, o VTEX DAY conta com parceiros importantes, como Stone, Buscapé, Carrefour, Adyen, Via Varejo, TrustHub, Synapcom, PagSeguro e Rede. Atualmente, mais de 40% dos patrocinadores reservam seus grandes lançamentos para serem anunciados durante o evento.

Para conferir os ingressos, seus benefícios e formas de pagamento, acesse: http://vtexday.vtex.com/.

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