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FGV realiza o workshop de lançamento oficial de seu “Núcleo de Estudos em Startups, Inovação, Venture Capital e Private Equity”

A Fundação Getulio Vargas promove no dia 9 de agosto, das 08h30 às 13h30, no Rio de Janeiro, o workshop de lançamento oficial do FGVnest – Núcleo de Estudos em Startups, Inovação, Venture Capital e Private Equity, com participação do presidente da FGV, Carlos Ivan Simonsen Leal, além de outras autoridades.

“A capacidade de empreender e inovar, associada à existência de investidores dispostos a tomar os riscos daí resultantes, como os fundos de venture capital e private equity, é fundamental para o aumento sustentável da produtividade, principal fonte de crescimento econômico no longo prazo. O Nest, como componente da FGV Crescimento e Desenvolvimento Econômico, tem como objetivo contribuir para difundir e fortalecer o empreendedorismo e a inovação”, aponta o diretor do FGV Crescimento & Desenvolvimento, Roberto Castello Branco.

Na ocasião, investidores, gestores de private equity e venture capital, empresas inovadoras, empreendedores e formuladores de políticas públicas debaterão o Impacto de Startups, Inovação, Venture Capital e Private Equity no Crescimento e Desenvolvimento do Brasil. A programação do workshop conta com três painéis que visam garantir um amplo espaço de reflexão sobre a possibilidade de construção de uma agenda positiva para o crescimento e desenvolvimento econômico do país por meio de negócios inovadores de alto impacto. O primeiro painel será “A Contribuição de Startups e Venture Capital no Desenvolvimento Econômico”; o segundo, “Inovação, Investimentos e Corporate Ventures”; e, por fim, o painel “Private Equity e Venture Capital: Presente e Futuro”.

Participarão dos painéis representantes da Anjos do Brasil, Antera Gestão de Recursos, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Bozano Investimentos, BTG Pactual, Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), Gaia Silva Gaede Advogados, Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), TOTVS, Turim Family Office e Vinci Partners, entre outros convidados.

“Esta iniciativa pioneira do FGV Crescimento & Desenvolvimento contribuirá ativamente com o ecossistema empreendedor de alto impacto do país. O FGVnest será um hub de referência nos segmentos de Startups, Inovação, Venture Capital e Private Equity, agregando, promovendo e estimulando iniciativas da própria FGV, bem como de investidores, empreendedores, formuladores de políticas públicas, empresas inovadoras e outras instituições acadêmicas, por meio da geração e disseminação de conhecimento”, afirma Caio Ramalho, coordenador do FGVnest.

Workshop de lançamento oficial do FGVnest – Núcleo de Estudos em Startups, Inovação, Venture Capital e Private Equity da FGV
Dia: 9 de agosto
Local: Auditório Engº M F Thompson Motta – Praia de Botafogo, 190 – 12º andar
Horário: 08h30 às 13h30
Inscrições: http://www.fgv.br/eventos/?P_EVENTO=4016&P_IDIOMA=0
Programação:

08h30 às 08h50 – Credenciamento

08h50 às 09h55 – Boas-vindas e Lançamento Oficial do FGVnest
– Carlos Ivan Simonsen Leal (Presidente, FGV)
– João Victor Issler (Diretor de Pesquisa, FGV Crescimento & Desenvolvimento)
– Pedro Cavalcanti (Diretor Executivo, FGV Crescimento & Desenvolvimento)
– Roberto Castello Branco (Diretor Institucional, FGV Crescimento & Desenvolvimento)
– Caio Ramalho (Coordenador, FGVnest)

09h55 às 10h55 – A Contribuição de Startups e Venture Capital para o Desenvolvimento Econômico
– Eliane Lustosa (Diretora de Investimento, BNDES)
– Alessandro Dantas (Diretor de Inovação e Propriedade Intelectual, MDIC)
– Fernando Silva (Sócio, Bozano Investimentos)
Moderador: Paulo Queiroz (Líder do Núcleo RJ, Anjos do Brasil)

10h55 às 12h15 – Inovação, Investimentos e Corporate Ventures
– Marcos Cintra (Presidente, FINEP)
– Juliano Seabra (Head de Inovação, TOTVS)
– Frederico Pompeu (Sócio, BTG Pactual e Head BoostLab)
– Rodrigo Pereira (Superintendente de Negócios e Inovação, B3) – a confirmar
Moderador: Mauro Jacob (Sócio, Gaia Silva Gaede Advogados)

12h15 às 13h25 – Private Equity e Venture Capital: Presente e Futuro
– Antonio Carlos Berwanger (Superintendente de Desenvolvimento de Mercado, CVM)
– Bruno Zaremba (Sócio, Vinci Partners)
– Robert Binder (Sócio, Antera Gestão de Recursos)
– Rodrigo Louro (Sócio, Turim Family Office)
Moderador: Cláudio Furtado (Professor, FGV EAESP)

13h25 às 13h30 – Encerramento

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Mercado imobiliário de luxo cresce em Curitiba

O mercado imobiliário de luxo foi um dos setores que manteve o crescimento, mesmo durante a crise enfrentada pelo Brasil nos últimos anos. Na capital paranaense, nos primeiros cinco meses do ano, o número de empreendimentos lançados foi de 62 um crescimento de 226%, quando comparado ao mesmo período de 2010. Consequentemente, a quantidade de novos apartamentos no mercado também cresceu: de 538 para 2.241 apartamentos, sendo que são considerados de luxo, empreendimentos com valores acima de R$ 1 milhão. Os dados são da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi-PR).

A A.Yoshii Engenharia, construtora paranaense especializada em empreendimentos de alto padrão, comprova a tendência do segmento em Curitiba. Entre 2015 e 2018, a empresa estreou na cidade e lançou três empreendimentos: o Maison Heritage Ecoville, Maison Legend Ecoville – que estão em fase avançada de construção – e o La Serena Plaza España, todos localizados em regiões privilegiadas. “Buscamos sempre aliar nosso alto padrão de qualidade à ambientes confortáveis, práticos e sofisticados, inovando e investindo em novas tecnologias”, ressalta o gerente regional da A.Yoshii Engenharia, Erick Takada.

Todos os empreendimentos contam com espaços modernos e amplas áreas de convivência, que incluem área gourmet, piscina, brinquedoteca e playground. Os apartamentos decorados dos três empreendimentos da construtora na capital podem ser visitados no show room da A.Yoshii, no Batel.

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Infobip lança WhatsApp Business para comunicação empresarial

A Infobip, empresa que opera uma das maiores plataformas de comunicação omnichannel do mundo, está lançando seu novo canal de comunicação empresarial, o WhatsApp Business. Esse novo meio de comunicação permite às empresas se comunicarem com seus clientes via WhatsApp, aplicativo de mensagens que conta com mais de 1,5 bilhão de usuários em 180 países.

Com a introdução do WhatsApp Business, a Infobip permite que as empresas expandam seu contato com clientes para o WhatsApp. As companhias podem oferecer diálogos personalizados, incluindo conteúdo noticioso, imagens em alta resolução, texto, arquivos e compartilhamento de documentos.

Empresas médias e grandes podem, com a permissão de seus clientes, usar o WhatsApp Business para compor uma variedade de mensagens, incluindo confirmações de reserva, atualização de status de voos, de cartões bônus, códigos de ativação e lembretes de pagamentos.

O CEO da Infobip, Silvio Kutic, acredita que o lançamento do WhatsApp Business vai mudar o panorama da comunicação empresarial via móbile: “O grande impacto do WhatsApp Business é permitir que qualquer companhia, banco ou organização se comunique com seus públicos por meio de um aplicativo de mensagens de que eles gostam. A solução da Infobip permite isso de maneira eficiente e conveniente, a fim de ajudar empresas a escalar suas comunicações, aumentar fidelidade à marca e criar engajamento, o que é essencial nos dias de hoje”, afirma Kutic. “Canais de comunicação são a chave do engajamento dos nossos clientes com seus consumidores. Com mais de 60 escritórios ao redor do mundo, a Infobip está preparada para introduzir o mundo empresarial em um dos canais de comunicação mais usados no mundo.”

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TIM será a primeira operadora brasileira a utilizar comercialmente o WhatsApp para interagir com o cliente

A partir de agora, a TIM está preparada para interagir com seu cliente através do WhatsApp, um canal que já está integrado à vida digital dos consumidores. A companhia é a primeira operadora brasileira a fechar contrato comercial para utilização do WhatsApp Business, que permite a comunicação entre empresas e clientes de maneira simples e fácil, incorporada aos hábitos cotidianos. A empresa vem realizando testes com um grupo de clientes que hoje já recebem suas faturas via WhatsApp e, a partir de agora, poderá ampliar essa iniciativa para outros usuários ou utilizar o canal para comunicação objetiva e pessoal com seu cliente.

A utilização do WhatsApp Business faz parte da estratégia de transformação digital da TIM para promover a melhoria continua da experiência do cliente. No segundo trimestre, o número de usuários da operadora que buscou atendimento pelo aplicativo MEU TIM e pelo website aumentou 62% em relação ao mesmo período de 2017. Em paralelo, as interações no call center caíram 6%. Até 2020, a empresa prevê que o número de interações digitais ultrapasse a marca de 80% dos contatos feitos nos canais de relacionamento.

“A TIM está totalmente focada na melhoria da customer experience através da transformação digital e essa adesão ao WhatsApp Business é, sem dúvida, um passo importante nessa jornada. A ideia é sempre oferecer mais conveniência ao usuário, simplificar seu contato com a empresa e dar autonomia para que possa gerir seus serviços sem ter que ligar para o atendimento telefônico. Além de reforçar a satisfação do consumidor, tendo mais possibilidades de atender as suas demandas com agilidade ou até mesmo nos antecipar a elas”, explica Pietro Labriola, COO da TIM Brasil.

Mais de 1,5 bilhão de pessoas em mais de 180 países usam o WhatsApp para manter contato com amigos e familiares a qualquer hora e em qualquer lugar. Os consumidores querem se conectar com as empresas da mesma forma que conversam com esses grupos e, por isso, surgiu o WhatsApp Business, disponível no Brasil desde janeiro deste ano. É uma forma das companhias gerenciarem melhor as conversas com seus clientes e fornecer informações úteis, com mensagens rápidas, simples e convenientes.

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Ferramenta oferece mapeamento gratuito de soluções para cidades inteligentes

O Connected Smart Cities Mapping é mais uma iniciativa do Connected Smart Cities, principal evento do setor no Brasil e que envolve empresas, entidades e governos para apresentar e debater ações com foco no desenvolvimento de uma cidade inteligente, mais conectada e humana. O principal objetivo do Mapa é que organizações possam compartilhar gratuitamente soluções em operação, além das alternativas em fase pré-operacional e, assim, gerar um banco de dados único, onde será possível qualquer cidadão, empresa ou governo acessar livremente as informações, independente da região do País.

O lançamento oficial do mapa georreferenciado colaborativo de dados abertos será durante o Evento Nacional – Connected Smart Cities, que será realizado nos dias 04 e 05 de setembro de 2018, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo. No entanto, organizações da sociedade civil, poder público e setor privado já podem fazer a inscrição de soluções. Para participar, o responsável pela solução clica em ADICIONE SUA SOLUÇÃO (LINK: bit.ly/2vkuEcY) e preenche os itens do formulário. Posteriormente, a solução será analisada pelos administradores do Connected Smart Cities Mapping, que irão averiguar a veracidade das informações, e, quando aprovada, a iniciativa fará parte do mapa colaborativo georreferenciado.

O objetivo do Connected Smart Cities Mapping é mapear soluções dentro dos eixos temáticos: Economia, Educação, Empreendedorismo, Energia, Governança, Meio Ambiente, Mobilidade, Saúde, Segurança, Tecnologia e Inovação e Urbanismo. Tais temas são desenvolvidos dentro da plataforma e servem como base para o Ranking Connected Smart Cities, que destaca os indicadores de desenvolvimento das cidades brasileiras, e o Prêmio Connected Smart Cities, com foco em reconhecer e premiar negócios inovadores que colaborem para o desenvolvimento de uma cidade inteligente.

Paula Faria, Idealizadora do Connected Smart Cities, explica que o Mapping disponibilizará soluções inovadoras por meio de um software livre e “open source” para a coleta de informações. “Assim como já vem acontecendo em outros países e com outros segmentos, essa iniciativa vai contribuir com a disseminação de soluções inovadoras e qualificadas, sendo uma ferramenta de grande valia para quem oferece e, principalmente, para o interessado em adquirir tal solução. Dessa forma, teremos um banco de dados único que passa a oferecer, não apenas inspiração, mas as diversas possibilidades de implementação de projetos para o desenvolvimento de cidades inteligentes”, comenta.

Segundo a executiva, com o objetivo de destacar uma solução cadastrada na ferramenta, o Connected Smart Cities Mapping possui recursos para indicação de prêmios, certificações, reconhecimentos e validações do parceiro que utiliza a iniciativa. “As soluções cadastradas no mapa também servirão de parâmetro para destacarmos essas iniciativas junto às ações e premiações da plataforma Connected Smart Cities. Ressalto que o lançamento da ferramenta está inserido no propósito do nosso Manifesto, que destaca, na construção de cidades mais inteligentes, humanas e sustentáveis, os princípios de Integração; Inovação; Colaboração; Transparência; e Foco nas pessoas”, argumenta Paula Faria.

Connected Smart Cities | Evento Nacional

Data: 04 e 05 de setembro de 2018
Local: Centro de Convenções Frei Caneca, Rua Frei Caneca, 569, Consolação, São Paulo/SP
Mais Informações: www.connectedsmartcities.com.br

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SulAmérica participa do CQCS Insurtech & Inovação para debater evolução do mercado

A SulAmérica, maior seguradora independente do País, é uma das patrocinadoras do CQCS Insurtech & Inovação – primeiro encontro promovido pela entidade – com o tema inovação em seguros na América Latina, que ocorre em 1º e 2 de agosto no Villa Blue Tree, em São Paulo. Com o objetivo de estimular o debate para o desenvolvimento do mercado segurador no Brasil e América Latina, o evento terá participação de executivos da SulAmérica, além de outras empresas.

Como parte da programação, o vice-presidente Comercial da SulAmérica, André Lauzana, participará do painel “Por que é tão difícil aderir ao digital?” na tarde do primeiro dia do evento.

“Estamos diante de um ambiente desafiador para o mercado de seguros, em que nossos clientes, cada vez mais informados e exigentes, demandam soluções de seguros completas, com ampla prestação de serviço e conveniência. Para isso, precisamos investir em novas ideias e iniciativas, tendo a tecnologia como aliada e o corretor como grande parceiro desta trajetória de evolução”, destaca Lauzana.

No segundo dia, o painel “Perfil ou Persona – a grande mudança. Por um seguro mais justo” terá presença do vice-presidente de Operações e Tecnologia da SulAmérica, Marco Antunes. O diretor de Estratégia Digital, Inovação e Tecnologia da companhia,Cristiano Barbieri, participará do debate “Tech em prol da experiência do usuário: o que vem por aí?”.

“A SulAmérica está cada vez mais preocupada e atenta à importância de oferecer uma experiência única aos clientes dentro de um contexto cada vez mais digital. Nossa operação passa por investimentos contínuos de larga escala em tecnologia e capacitação dos profissionais para que possamos atrair cada vez mais pessoas com serviços inovadores com a já reconhecida alta qualidade”, avalia Antunes.

“A transformação digital de nossa operação é um novo desafio perante a uma realidade que demanda cada vez mais rapidez em nossas atividades. Com tantas mudanças pela frente, apostamos em ações inovadoras para garantir que nossos clientes usufruam de canais digitais de comunicação e serviços, estando cada vez mais próximos da companhia”, comenta Barbieri.

Ao longo dos dois dias de evento, os debates terão como mote as mudanças na indústria do seguro por meio da tecnologia, os caminhos para o futuro, a decisão de ser ou não ser digital e a experiência do usuário. A programação também trará palestrantes internacionais para o debate dos temas propostos pela organização do evento.

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Fundo do Vale do Silicio lança plataforma para democratizar acesso a investimentos

O fundo de venture capital Social Capital, do Vale do Silício, abre hoje, dia 1º de agosto, sua plataforma de Capital-as-a-Service (CaaS) para startups brasileiras do tipo early stage que buscam investimento e insights para seus negócios.

Fundado em 2011, o Social Capital lançou em 2017 a versão beta e fechada da primeira estratégia de investimentos baseada no uso de software do mundo – inaugurando assim uma categoria de serviços até então inexistente, a de investimentos de venture capital baseados em dados, com sua plataforma de CaaS. O fundo escolheu o Brasil para inaugurar a versão aberta ao público pela primeira vez desde que o produto foi criado e chega para selecionar empresas de forma escalável, transparente e baseada em dados. Os investimentos ficam entre US$ 50.000 e US$ 250.000 (que equivalem a uma faixa de aproximadamente R$ 186.000 a R$ 930.000). A empresa americana busca oportunidades para co-investir, mas também pode liderar rodadas de investimentos.

A inovação chegou para transformar o setor de venture capital que, apesar de se debruçar sobre empresas altamente tecnológicas e disruptivas, muitas vezes ainda segue práticas tradicionais e ultrapassadas para escolher onde alocar seus investimentos. Assim, iniciativas interessantes podem ser deixadas de lado já que muitos fundos escolhem empresas com base em indicadores superficiais como contatos pessoais ou o status de seus executivos. Além disso, são raros os fundos que explicam para os fundadores os motivos das rejeições.

A plataforma do Social Capital, por sua vez, utiliza análise de dados e machine learning para avaliar as startups e identificar, de forma semi-automatizada, aquelas com o melhor desempenho, as melhores soluções e mais potencial de crescimento. O Capital-as-a-Service foi projetado por profissionais vindos de empresas de tecnologia como Facebook, Dropbox e Survey Monkey, entre outros, que se inspiraram em suas experiências para descobrir como o uso de software poderia democratizar o acesso a investimentos.

Funciona assim: a inscrição pode ser feita no caas.socialcapital.com, onde deve ser preenchido um formulário com as principais informações sobre a empresa, seguido pelo upload de dados transacionais, que será a chave para a análise das métricas do negócio. Além disso, o candidato é convidado a escrever um texto com elementos qualitativos como a missão e os valores da empresa.

A resposta chega dentro de poucos dias e, mesmo no caso de a startup não ser selecionada, o Social Capital oferece recomendações e benchmarks para apoiar a empresa em seu processo de evolução e, se a startup quiser tentar novamente, o fundo volta a avaliar as métricas e continua oferecendo análises de seus negócios. Tanto as selecionadas quanto as não selecionadas recebem a análise quantitativa completa aplicada pelo fundo na hora de avaliar os negócios, mostrando o desempenho da empresa com relação a métricas fundamentais do setor. Além disso, o Social Capital pretende implementar serviços como uma comunidade online e webinars e conteúdos sobre retenção, aquisição, precificação e outros meios de suporte escaláveis.

Em sua atuação como um fundo de venture capital, o Social Capital leva em conta a contribuição social das iniciativas, como startups dos setores de saúde, educação, serviços financeiros, tecnologias B2B e tecnologias emergentes, mas sua modalidade CaaS abrange qualquer empresa que utilize tecnologia para resolver problemas reais em mercados onde o acesso a investimentos é mais restrito.

Por que o Brasil?

De acordo com Ashley Carroll, uma das sócias do Social Capital, o Brasil é o primeiro país do mundo a ter acesso à versão aberta ao público do produto de CaaS devido à quantidade de fundadores com boas ideias para solucionar problemas reais tanto local quanto globalmente e às lacunas identificadas pelo fundo quando se trata de startups early stage e na primeira rodada de investimentos.

O que é CaaS?

Capital-as-a-Service é a primeira abordagem de venture capital verdadeiramente baseada no uso de software do mundo, que vem democratizar o acesso a investimentos por meio de um produto escalável e transparente. A estratégia utiliza análise de dados e machine learning para alocar investimentos e foi criada pelo fundo californiano Social Capital em 2017. A abordagem realiza a diligência quantitativa semi-automatizada de negócios. eu nome é derivado do termo SaaS (Software-as-a-Service), que se refere a produtos que utilizam nuvens de armazenamento para oferecer serviços online que antes só eram realizados por softwares instalados no próprio computador.

O Social Capital lançou um modelo piloto de CaaS há um ano e, há nove meses, lançou sua versão beta e privada. Mais de 5.000 empresas provenientes de 25 países e 6 continentes foram avaliadas na versão beta e 70 delas receberam investimento. A empresa pretende continuar expandindo o CaaS globalmente depois que abrir seu produto para o público pela primeira vez no Brasil.

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Trabalho autônomo, liberal ou remoto. Qual devo escolher?

Por Sebastián Siseles

Trabalhar por conta própria, fazer o seu próprio horário, ser o seu próprio chefe. Realidade de muitas pessoas que não possuem qualquer vínculo empregatício e trabalham por conta própria. Segundo uma pesquisa do IBGE, realizada em 2017, o Brasil conta com 11.115 milhões de pessoas que trabalham, mas não possuem carteira assinada e 23.198 milhões que atuam por conta própria, o que representa um total de 34,31 milhões de trabalhadores nesses formatos.

Um dos motivos desse aumento foi que muitas pessoas enxergaram uma maneira de vencer a crise econômica e encontrar novas possibilidades de garantir um rendimento financeiro no final do mês. Além disso, existem pessoas que adotam esse tipo de trabalho pensando no ganho de qualidade de vida.

Ser um trabalhador autônomo, liberal ou remoto possui suas vantagens e desvantagens, mas saber suas características é essencial para que você consiga as melhores oportunidades e tire todo o proveito do serviço que você está oferecendo.

Profissional autônomo

O profissional autônomo é aquela pessoa que trabalha por conta própria, que tenha ou não uma formação ou qualificação profissional. Trabalhadores autônomos têm uma independência maior e conseguem executar diversos tipos de tarefas. Entre eles estão pintores, encanadores, pedreiros e outros.

Profissional liberal

Já o profissional liberal é a pessoa que conta com formação universitária ou técnica e tem liberdade para executar a sua atividade de maneira independente, podendo ser empregado ou trabalhar por conta própria. Podemos colocar como exemplos médicos, advogados, arquitetos e dentistas.

Trabalho Remoto

Trabalho remoto é, como o próprio nome diz, qualquer atividade que pode ser realizada à distância, facilitada pelo uso de tecnologia e de comunicação. Por esse motivo é também chamado de teletrabalho. Existem diferentes concepções deste termo e outros similares como: trabalho à distância, como dito acima, e home office. É um formato que tem recebido cada vez mais adeptos e que está sendo adotada por diversas empresas.

Ao optar pelo home office é necessário ter um ambiente dentro de sua casa totalmente dedicado para suas atividades, isso traz mais concentração e faz com que se mantenha o foco na tarefa que está sendo executada. Também é preciso ficar atento com a carga horária, já que muitas empresas estendem suas atividades além dos horários tradicionais.

Dependendo do fluxo de trabalho do profissional autônomo ou liberal é possível ganhar mais dinheiro do que quem é contratado por empresas no formato tradicional. O caminho pode ser bastante recompensador, mas também é preciso tomar alguns cuidados como ter disciplina com horário, foco e organização para que você consiga entregar o seu trabalho com qualidade e dentro do prazo. Além disso, o trabalhador deve se programar para os meses com menos oportunidades, e, sempre manter uma reserva de recursos para os casos de imprevisto ou de acidente de trabalho. Essas são algumas formas de se evitar dificuldades financeira.

Com as características de cada tipo de trabalho apontado, escolher a que melhor se encaixa será mais fácil para começar a trilhar o seu próprio sucesso. Boa sorte!

Sebastián Siseles é Diretor Internacional do Freelancer.com, responsável pela expansão global do site.

Solera Holdings Inc. combina tecnologia digitais para gerir riscos e ativos no ramo automotivo

Desenvolver soluções tecnológicas para aprimorar e agilizar ações no setor automotivo e residencial é o objetivo da Solera Holdings, Inc. Fundada em 2005 pelo empreendedor Tony Aquila, o grupo já está em mais de 86 países, identificando e implementando localmente as melhores tecnologias que agregam rapidez e segurança aos clientes e parceiros. Juntas, as empresas da holding processam mais de 300 milhões de transações pelo mundo.

A Solera Brasil, base do grupo no país, conta hoje com três diferentes unidades de negócio: Audatex, Inpart e AUTOonline. Segundo Alexandre Ponciano, diretor comercial da Solera, a meta da holding é oferecer soluções inovadoras e agregar ao ramo automotivo brasileiro. “Um dos desafios do setor no Brasil é a modernização das transações e é isso que buscamos com as nossas unidades de negócio. Além disso, temos a maior base de dados do mercado e focamos nossas soluções em inovação”, comenta.

Empresa líder em soluções e informações para o segmento automotivo, a Audatex possui um software de orçamentação de reparos de veículos sinistrados. Com o sistema, a avaliação dos danos do veículo é feita rapidamente já que possui um abrangente banco de dados de peças e serviços, com informações apuradas que podem ser transferidas eletronicamente com as imagens do veículo sinistrado para a seguradora, agilizando a liberação da execução dos reparos.

Já a Inpart é uma plataforma online para gerenciamento de compra de autopeças. Para atender às necessidades das maiores seguradoras atuantes no mercado brasileiro, a ferramenta permite o acesso a uma ampla rede de fornecedores em todo o país, que oferece as melhores opções de preço para cada cliente, com validação de descontos integrada ao sistema Audatex.

Com produtos inovadores, testados e experimentados, software flexível e uma equipe de apoio ao cliente profissional, a AUTOonline é a plataforma profissional para gerenciamento de salvados, bem como a compra e venda de veículos salvados online. A empresa busca atender necessidades da indústria de automóvel e agrega valor ao papel de peritos em valorização: para anunciantes ou compradores de veículos, avaliadores, companhia de seguros, fornecedores de serviços financeiros, operadores de frota, comerciantes auto e recicladores.

“No Brasil, o mercado automobilístico passou por uma retração nos últimos anos e isso reflete diretamente no seguro. Atualmente, apenas 30% da frota de automóveis existentes no país possui seguro. Porém, a estimativa para 2018 segundo a Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNSeg) prevê um crescimento entre de 7,2% e 8,6%. Dessa maneira, a Solera por meio de soluções tecnológicas, contribui para que o processo de orçamentação que antes demorava 3 dias úteis, hoje pode levar apenas minutos, com confiabilidade e precisão”, finaliza o executivo.

Algar Telecom cria aplicativo para melhorar produtividade da força de vendas

Seguindo a estratégia de aprimorar a experiência dos clientes por meio da transformação digital, a Algar Telecom, empresa de telecomunicações do grupo Algar, criou um aplicativo específico para a força de vendas do segmento corporativo da companhia. Quase 200 consultores, espalhados pelas regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste do Brasil, passaram a ter mais agilidade no lançamento das vendas, facilidade na criação de propostas comerciais e mais autonomia na negociação.

Implantado em março deste ano, a solução é integrada ao sistema de Customer Relationship Management (CRM) da empresa, que foi reformulado após ser traçada a jornada do cliente B2B. O aplicativo foi desenvolvido internamente utilizando o React, tecnologia de user interface (UI) que permite a criação de produtos web e mobile em uma linguagem única (JavaScript), sem perder o desempenho. A criação incluiu ainda entrevistas com os consultores, técnicas de user experience e envolveu cerca de 30 associados – como são chamados os colaboradores.

A facilidade na prospecção foi um dos maiores ganhos com a utilização do aplicativo até o momento. Além da consulta da base de clientes, status da venda e gestão de leads (clientes potenciais), o consultor consegue fazer o mapeamento da rede de determinada região. “Essas medições da rede permitem verificar a viabilidade de abordagem a novos clientes de forma instantânea, sem necessidade de voltar ao escritório”, explicou Melissa Kfouri, diretora de Aplicação e Serviços da Algar Telecom.

Segundo a executiva, o foco do projeto foi facilitar o trabalho do consultor para, consequentemente, levar mais satisfação aos clientes. “O processo de pré-vendas de qualquer produto, por exemplo, incluía o envolvimento dos especialistas da engenharia de clientes. Estabelecemos alguns critérios de negócio para que vendas de baixa complexidade não tenham que depender desse backoffice”, explicou.

O aplicativo começou a ser usado pelo segmento corporativo e, em breve, será adotado também pela força de vendas dos outros segmentos (micro e pequenas empresas e varejo).

Dandelin participa do Health Innovation Summit

A Dandelin, startup que conecta pacientes a médicos, facilitando o agendamento de consultas e socializando os custos reais entre todos os membros de sua comunidade, estará presente no Health Innovation Summit. O evento reunirá profissionais de inovação e tecnologia focado no ecossistema de saúde do Brasil e do mundo no dia 8 de agosto, das 9h às 17h30, em São Paulo.

O CEO da Dandelin, Felipe Burattini, participará de painéis de discussão que incluem experiências de startups emergentes de saúde e modelos inovadores de gestão e operacionalização, sempre com o intuito de encontrar soluções úteis e sustentáveis que mudem o sistema de saúde e gerem um novo modo de se relacionar com clientes e pacientes.

“Precisamos pensar em novas propostas para o defasado sistema de saúde brasileiro, por isso é muito importante que eventos como esse aconteçam”, destaca o CEO e fundador da Dandelin, que explica a proposta da startup: “Criamos a Dandelin com a missão de oferecer acesso simples, justo e humano aos serviços médicos. Nós queremos democratizar a saúde no Brasil “.

Com o app Dandelin, os usuários não pagam o preço da consulta, mas uma mensalidade variável, que é dividida igualitariamente entre todos os membros da comunidade e nunca ultrapassará R$ 100. Os usuários ficam livres para marcarem suas consultas médicas com rapidez, sem vínculos com empresas ou custos fixos.

Como são realizadas nos consultórios dos profissionais cadastrados, o paciente pode procurá-los por localização, especialidade, disponibilidade de agenda, sintomas ou pelo nome do médico desejado.

O aplicativo opera de maneira completamente transparente, permitindo que os usuários vejam os demonstrativos financeiros para entender como é composto o custo mensal de cada membro da comunidade.

Health Innovation Summit

Dia 8 de Agosto de 2018, das 9h às 17h30.

Ahoy Berlin – Av. Prof. Manuel José Chaves, 291 – Alto de Pinheiros, São Paulo.

Inscrições pelo site: http://bit.ly/2NDP7Bm.

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Como sobreviver profissionalmente na Era Digital?

Por Luiz E. Buccos, coordenador na Digital House

Um estudo realizado pela BSA The Software Alliance sobre a importância dos dados aponta: atualmente, 90% dos líderes empresariais citam dados como um dos recursos essenciais e como um diferenciador fundamental para os negócios, no mesmo nível de recursos básicos como terra, mão de obra e capital. Em um mercado de trabalho que se transforma constantemente, a capacidade de adaptação e até mesmo a antecipação de tendências vem se tornando cada vez mais um diferencial competitivo dentro das empresas. É então que surge um desafio que pode tirar o sono de muitos executivos: por onde começar? Como tomar uma atitude para se atualizar?

Primeiramente, é necessário criar uma mentalidade digital, desenvolvendo competências que acompanhem as necessidades do mercado e adquirindo uma nova linha de raciocínio. Isso gera uma rotina de busca constante por novidades, que torna mais fácil o processo de compreensão das ferramentas que surgem diariamente. Em uma sociedade baseada em dados, é importante ter em mente que a inteligência artificial já é corriqueira. Compreender que é algo que faz parte do dia a dia das pessoas é essencial. Então, o próximo passo é se perguntar: onde isso se encaixa na empresa em que trabalho?

É preciso entender que nem todas as tecnologias têm sua aplicação economicamente viável em qualquer negócio. Entretanto, atualmente todas as empresas têm implementada algum tipo de tecnologia, mesmo que não tenham se dado conta disso. Uma lavanderia, por exemplo, pode simplesmente lavar as roupas que recebe. Mas também pode criar uma base de informações sobre seus clientes (como marca, tamanho, estampa, cor, tipo de roupa que é lavada e com qual frequência), por meio da qual será capaz de oferecer um serviço customizado e muito mais eficiente. Profissionais de dados pensam muito além de lavar roupas, podem capturar informações e fazer parcerias com marcas que desejam atingir o público target da sua concorrência com mais assertividade.

Desse modo, com base no conhecimento das metodologias existentes, o próximo passo é a ação: como tirar um projeto do papel? É aqui que as empresas podem contar com parceiros e fornecedores. A implementação de mudanças no ambiente profissional é algo que demanda especialistas que têm experiência no assunto. Para mudanças efetivas, profissionais certeiros: com uma equipe qualificada e fornecedores atualizados no mercado, fica mais fácil compreender sua posição no jogo e como sua empresa pode se atualizar perante as concorrentes.

Por fim, o ponto crucial é estar ciente de que nunca se sabe de tudo: a qualificação constante e atualização dentro do mercado de trabalho não são apenas necessidades – se tornaram obrigações. A tarefa não é fácil e com toda essa transformação, o mundo do aprendizado não poderia ser diferente. Hoje é possível encontrar locais em que se aprende e se aplica novas ferramentas e metodologias de maneira prática e rápida. Esse conhecimento permite que executivos em busca de liderar a empresa nesse desenvolvimento digital consigam incorporar a mudança na essência do negócio, mantendo seu lugar no mercado.

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PIB brasileiro deve subir 1,2% em 2018, projeta Associação Comercial de SP

O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro deve apresentar crescimento de 1,2% em 2018 na comparação com o ano passado, segundo projeção da Associação Comercial de São Paulo (ACSP). “Esse número é baixo, não recupera as fortes quedas do PIB nos últimos anos”, comenta Marcel Solimeo, economista da ACSP. Em 2017, o PIB subiu 1%. Já em 2016 e 2015 registrou quedas de 3,5%, em ambos os anos.

Solimeo pondera que há espaço para o indicador crescer mais em 2018. “Se o ambiente político melhorar e se estabilizar, a projeção para o PIB pode ser maior”.

A mediana do último relatório Focus, divulgado toda segunda-feira pelo Banco Central, prevê um crescimento do PIB de 1,5%. “A nossa projeção está dentro do que o mercado acredita que vai acontecer, embora nenhum dos dois números ? 1,5% ou 1,2% ? seja satisfatório”, reforça o economista.

A projeção foi elaborada pelo Instituto de Economia da ACSP com base em índices de confiança do empresariado, Índice Nacional de Confiança (INC) do consumidor da ACSP, taxa de juros (pessoa física e jurídica), níveis de crédito (pessoa física e jurídica) e massa salarial ampliada disponível.

Há duas semanas, a ACSP divulgou sua estimativa para o desempenho do varejo brasileiro, de alta de 3,6% no volume de vendas neste ano em relação a 2017.

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Aruba é reconhecida pelo Gartner como líder em infraestrutura de acesso a redes LAN com e sem fio

Pelo 13º ano consecutivo, a Aruba, empresa da Hewlett Packard Enterprise, é escolhida pelo Gartner como líder no Quadrante Mágico em infraestrutura de acesso a redes LAN com e sem fio.

“Acreditamos que a inclusão da HPE (Aruba) no Quadrante Mágico do Gartner é uma confirmação de que estamos no caminho certo. Nós nos sentimos honrados com esse reconhecimento”, diz Eduardo Gonçalvez, country manager da Aruba. “A filosofia ‘cliente em primeiro lugar’ nos permitiu criar uma visão e uma estratégia que promove o sucesso dos nossos clientes e sermos consistentemente líderes do mercado.

De acordo com o Gartner, a evolução dos requisitos corporativos para maior inteligência de camada de acesso e a automação continua desafiando os fornecedores de rede. Líderes de operações devem avaliar a infraestrutura de LAN com e sem fio com base em necessidades cada vez mais complexas de serviços e de gerenciamento de redes de acesso. O Gartner estima que até 2020, apenas 40% das equipes de operações de rede usarão a interface de linha de comando (CLI) como sua principal interface, abaixo dos 75% em 2018. A adoção de redes gerenciadas em nuvem por empresas de todos os tamanhos dobrará, passando de menos de 10% em 2018 para mais de 20% até o final do ano de 2023.

Embora a missão da Aruba seja permitir experiências memoráveis para seus clientes, a empresa também busca simplificar a vida do pessoal de TI, eliminando a complexidade das operações de rede nos ambientes móveis, de IoT e na nuvem cada vez mais imprevisíveis, onde os incidentes de cibersegurança atingiram um nível histórico, e que não podem ser resolvidos com as redes legadas. É por isso que a Aruba criou a Arquitetura Mobile First: para conectar com segurança dispositivos móveis, e agora a IoT também. Ela foi construída especificamente para a era digital, possibilitando a rápida inovação e transformação de redes para fornecer experiências incríveis e simplificar a vida do pessoal de TI. A Arquitetura Mobile First fornece uma experiência de rede segura, inteligente e ininterrupta em uma arquitetura única, aberta, definida por software, que cobre desde os ambientes de campus até as filiais, garantindo uma experiência de TI consistente em todas as localidades

“Seguimos comprometidos com o sucesso dos nossos clientes, ajudando a acelerar a transformação digital e a sua evolução de fornecedores de bens e serviços para empresas que proporcionam experiências incríveis aos seus usuários e clientes. É desta forma que nossos clientes geram vantagem competitiva, fortalecem a fidelidade e aumentam o engajamento e a retenção dos funcionários”, finaliza Gonçalves.

A Aruba, empresa da Hewlett Packard Enterprise, fornece soluções de rede de próxima geração para organizações de todos os tamanhos do mundo inteiro. A empresa provê soluções de TI e de cibersegurança que permitem às organizações atender à geração mais recente de usuários móveis conectados que fazem uso de aplicativos de negócios na nuvem para cada aspecto do trabalho e da vida pessoal.

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Como usar a tecnologia a favor do desenvolvimento de pessoas

Por Maíra Pimentel

O mundo mudou. O mercado de trabalho também, e muito. Se antes as empresas contavam com suas universidades corporativas para oferecer apenas treinamentos e capacitações técnicas aos seus funcionários, hoje já se sabe que quem não investir e desenvolver as chamadas soft skills em suas equipes perderá grande parte do seu potencial competitivo.

Com novas soluções e ferramentas digitais surgindo a todo momento, as competências essencialmente humanas, as famosas soft skills – que incluem desde empatia e criatividade até trabalho em equipe – tornaram-se indispensáveis para qualquer profissional e empresa. Um estudo das universidades norte-americanas de Boston, Harvard e Michigan, apontou que o desenvolvimento de habilidades como comunicação e capacidade de resolver problemas aumenta a produtividade e a retenção de talentos em 12%. Esse crescimento equivale a um retorno de investimento de mais de 250%.

Mas será que as empresas estão enxergando a importância de investir no desenvolvimento de competências não-técnicas de seus colaboradores?

No Brasil, o investimento anual em treinamentos e desenvolvimentos foi de R$ 788 por colaborador, em 2017, segundo dados da Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento. Isso representa um crescimento de 21% em comparação ao ano anterior, porém o valor ainda está muito abaixo de outros países, como os Estados Unidos, onde as empresas investem US$ 1.252, em média, no desenvolvimento de cada funcionário. Com recursos enxutos na área de desenvolvimento, um dos principais desafios do mercado atual é entender por onde começar e como fazer a inserção do aprimoramento dessas habilidades, de forma escalável e com uma avaliação precisa de competências. E para isso, a tecnologia é de grande ajuda.

Escala, rapidez e precisão

No caso das habilidades técnicas, ou hard skills, cursos, especializações ou o diploma são bons indicadores da competência e o nível de conhecimento de uma pessoa sobre área ou um determinado assunto. Mas dificilmente conseguimos verificar o potencial criativo de um funcionário, por exemplo, em uma entrevista ou em uma conversa, porque as soft skills só podem ser avaliadas quando colocadas em prática.

É claro que, manualmente, é possível estabelecer patamares e metas para determinadas habilidades, e, a partir disso, comparar como o indivíduo estava no ponto inicial e no momento atual. Porém, além de ser um processo difícil de ser escalável, ele também fica limitado ao olhar de um único avaliador.

Já em uma plataforma digital esse monitoramento pode ser ampliado e calibrado. Ao incluir as informações dos profissionais participantes em um mesmo sistema, fica fácil acompanhar diferentes indicadores, e até mesmo integrar metas de equipe e pessoais à avaliação de competências, uma vez que certas experiências e vivências na rotina corporativa são oportunidades para verificar como o indivíduo está performando. Se manualmente, a avaliação fica à mercê do ponto de vista de uma única pessoa, com a tecnologia pode-se aplicar diferentes variáveis para enriquecer o resultado final, além de ser possível incluir etapas de feedback em momentos diversos ao longo do percurso de aprendizagem.

O diferencial ao usar a tecnologia, aliada a uma completa régua de proficiência e conteúdo de qualidade, é que a análise fica mais precisa, contribuindo diretamente para a tomada de decisão em relação ao desempenho da equipe ou de cada indivíduo. Com uma avaliação completa e assertiva da curva de desenvolvimento das habilidades, é possível ter o melhor cenário: colaboradores motivados e mais preparados para os novos desafios e a capacidade de demonstrar, com números e indicadores reais, os resultados alcançados frente ao investimento feito inicialmente.

Maíra Pimentel, cofundadora e diretora da Tamboro, startup de educação que oferece soluções on-line de desenvolvimento das habilidades do século 21.

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5 cuidados para a humanização nas empresas

Em um mundo onde a tecnologia abriu canais públicos de comunicação e conexão, os recursos humanos enfrentam um novo desafio. As pessoas procuram locais de trabalho mais humanizados, onde a abertura é o padrão para a comunicação, a voz do colaborador é ouvida e os integrantes de cada equipe se sentem especiais, significativos e conectados.

Home-office, mesa de bilhar, happy hours, levar o pet para o trabalho, reuniões de feedback e folga no dia do aniversário são alguns benefícios que chamam a atenção para quem está procurando um ambiente de trabalho mais humanizado.

“Embora concentrar-se nos aspectos humanos seja fundamental para que os colaboradores se sintam valorizados, as empresas precisam tomar cuidado para não pecar pela humanização por si só, perdendo o foco do resultado, que pode fazer com que a produtividade dos colaboradores caia, ou colocar em risco o limite entre o que é vida profissional e o que é vida pessoal. Esses dois aspectos devem ser integrados, mas não misturados. Assim, a humanização deixa de ser um aspecto positivo e pode causar problemas para a empresa e para os funcionários”, explica a especialista em desenvolvimento humano Susanne Andrade, autora do best-seller “O Segredo do Sucesso é Ser Humano”.

Confira alguns cuidados importantes na hora de humanizar a empresa:

Trabalho x integração da equipe

Algumas empresas costumam organizar “happy hours” após o expediente para promover a troca de ideias, descontrair, ou até mesmo estreitar os laços entre os colegas de trabalho. “Apesar de ser uma ótima ideia, essa é uma questão à qual o empregador deve se atentar, pois como se sabe, não são todas as pessoas que sabem separar momentos de descontração e trabalho”, comenta a especialista.

Existem casos em que funcionários encerram o expediente mais cedo para começar a organizar o “happy hour”, por exemplo, ou de pessoas que se excedem no entusiasmo ou na bebida. “Deve haver um cuidado para que a confraternização não atrapalhe as atividades da empresa, e não ultrapasse o limite do tolerável em um ambiente corporativo”, comenta Susanne.

Feedback da forma adequada

Embora dar feedback seja indispensável, algumas empresas ainda hoje pecam nesse quesito. “Muitas companhias ainda utilizam o feedback como sinônimo de avaliação de desempenho, como termômetro para categorizar os funcionários entre ‘promovido’ e ‘não promovido’. Essa visão é ultrapassada e um grande equívoco, pois o feedback vai muito além disso. Ele é uma importante ferramenta para manter a equipe motivada e promove o desenvolvimento de habilidades, além dos ajustes necessários na performance”.

Para a especialista, o feedback deve ser praticado sempre que possível. “Ele ajuda nas relações humanas, tanto pelo reconhecimento quanto pelo redirecionamento de comportamento e quanto mais utilizado, mais motivados ficam os profissionais”, explica ela.

Política de home office

As vantagens do home office são inegáveis e, por isso, cada vez mais profissionais têm procurado vagas que oferecem esse benefício ao menos uma vez na semana. “São diversos motivos que podem levar alguém a procurar funções que permitem trabalhar de casa uma ou mais vezes na semana: pais que acabaram de ter bebês, profissionais que moram distante da empresa e querem evitar trânsito, economia com combustível, flexibilidade no horário de almoço, não ter que se preocupar todos os dias com o visual, entre outras razões”.

Mas, infelizmente, nem todo profissional é produtivo atuando no ambiente doméstico. “Dar aquela olhada no que está passando na TV ou ter um desejo incontrolável de tirar uma soneca pós almoço, sem disciplina para suas entregas, são algumas das armadilhas para o profissional que atua em home office”, elenca Susanne.

Por isso, esse recurso tão desejado pelos colaboradores muitas vezes não funciona para todos. “É preciso avaliar muito bem o perfil daquele profissional, seu nível de comprometimento, e também se as funções que exerce são compatíveis com o trabalho de casa. Caso contrário, pode ser um ‘tiro no pé'”, diz a especialista.

Vida profissional x vida pessoal

Hoje é muito comum encontrar empresas que proporcionam espaços de lazer dentro da própria empresa, como mesas de pebolim ou bilhar, e até mesmo vídeo game, para que seus funcionários possam “desestressar” no horário do almoço ou após o expediente.

“Apesar de ser um meio de promover a integração, deve-se tomar cuidado com esse diferencial, pois é preciso ver até que ponto irá humanizar a empresa, para acabar não virando bagunça. Além disso, esse tipo de iniciativa pode incentivar os colaboradores a ficarem até muito tarde no escritório todos o dias, participando de atividades de lazer com os colegas. Isso pode ser prejudicial, pois manter um limite entre vida profissional e pessoal é necessário e saudável. É essencial o foco no equilíbrio”.

Escritórios “pet friendly”

Permitir que os colaboradores levem seus pets ao trabalho, ao menos uma vez ao mês, é uma tendência que teve início nos Estados Unidos e acabou vindo para o Brasil. Hoje já é possível encontrar alguns escritórios no país que permitem que o funcionário leve seu cão ao trabalho.

“Apesar de algumas pesquisas apontarem que ter um animal de estimação no ambiente de trabalho alivia o estresse e melhora a produtividade, também é preciso cautela, afinal, não há quem resista a um cãozinho fazendo graça e pedindo carinho, por isso o pet pode acabar distraindo os colaboradores, ou até mesmo incomodar pessoas que têm fobia de animais. Avaliar todo o contexto é essencial”, explica.

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Número de cadastros em programas de fidelidade ultrapassa os 115 milhões no primeiro tri

Dados da Associação Brasileira das Empresas do Mercado de Fidelização (ABEMF) apontam que o número de cadastros nos programas de fidelidade de seis de suas associadas (Dotz, Grupo LTM, Multiplus, Netpoints, Smiles e TudoAzul) chegou aos 115,3 milhões no fim do primeiro trimestre deste ano. Apenas nesse período, o setor ganhou 3,1 milhões de novas inscrições, o que representa um crescimento de 18,9% no comparativo o mesmo trimestre de 2017 (1T17).

Ao todo, entre janeiro e março, foram emitidos 69,5 bilhões de pontos/milhas, tendo sido resgatados 59,8 bilhões. Em relação ao 1T17, o crescimento foi de 21,3% na emissão e 21,5% nos resgates. A conversão dos pontos (relação entre a quantidade acumulada e a resgatada) foi a maior desde abril de 2016, com 86% dos pontos/milhas resgatados.

A preferência dos participantes no momento do resgate continua sendo os bilhetes aéreos, representando 74,4% dos pontos/milhas utilizados no período. Os outros 25,6% foram usados na aquisição de produtos. Já em relação ao acúmulo de pontos/milhas, o cenário é bem diferente. Apenas 10,7% são originados na compra de passagens e os 89,3% restantes vêm dos setores de varejo, serviços e bancos, principalmente dos cartões de crédito.

Na avaliação do presidente da ABEMF, Roberto Chade, o início de 2018 foi positivo, com destaque também para o faturamento das empresas, que cresceu 11,2% no 1T18 frente ao 1T17, chegando a R$ 1,63 bilhão.

“Em momentos de baixo crescimento econômico e alguma instabilidade, como a que estamos enfrentando no Brasil, os programas de fidelidade são um importante aliado do consumidor, pois de fato aumentam seu poder de compra. E as empresas também ganham ao investir em fidelidade, uma vez que passam a conhecer melhor o perfil dos seus clientes e, dessa forma, conseguem oferecer ofertas relevantes e personalizadas, sendo mais eficazes em suas comunicações, além de usarem as alavancas de fidelidade para influenciar o comportamento dos consumidores, gerando mais fluxo e vendas. Essas iniciativas refletem de forma positiva nos resultados, como mostram os indicadores da associação”, afirma Chade.

Destinos mais resgatados

O ranking de destinos nacionais mais procurados pelos participantes de programas de fidelidade continua com São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília nas três primeiras posições. Entre as viagens internacionais, Orlando, Miami e Santiago são as preferidas. A novidade fica com Roma, em oitavo lugar, que não apareceu na lista do trimestre anterior.

App conecta compradores a viajantes e permite comprar no exterior sem sair de casa

Imagine poder comprar produtos importados sem sair de casa e com menos custo e burocracia do que nos modelos já disponíveis no mercado, como marketplaces e lojas virtuais. Isto já é possível graças ao compartilhamento de bagagens, que conecta pessoas que desejam produtos que não encontram no Brasil, a milhares de viajantes ao redor do mundo com espaço disponível na mala.

A ideia foi criada pelo Grabr – (http://grabr.io/pt) app disponível em mais de 120 países que conecta viajantes a compradores e possui mais de 500 mil usuários cadastrados em sua plataforma. “A startup foi criada em 2015 na Califórnia, com a ideia de atingir, principalmente, países com uma economia em desenvolvimento e que cobram muitos impostos para produtos importados. Utilizamos a tecnologia para romper barreiras e para que todos tenham acesso aos seus produtos favoritos em todos os lugares do mundo”, explica Michele Chahin, gerente de marketing da Grabr.

Como funciona para o comprador

Por meio do compartilhamento de bagagens é possível comprar produtos do mundo todo sem sair de casa, de forma rápida e segura. O comprador além de economizar, não precisa pagar altas taxas de frete nem esperar meses para receber o produto. A economia para os brasileiros costuma ser de 30% a 40%, em média, podendo chegar a 70% em épocas de campanhas promocionais, como a black friday. Segundo o Grabr, as mercadorias mais procuradas e que também geram mais economia para os compradores brasileiros são os eletrônicos e os produtos para bebês.

Para gerar um pedido na plataforma é necessário inserir alguns dados do produto como a descrição do item e link de onde ele pode ser comprado no país do exterior. Com isso, viajantes indo ou voltando para estas localidades podem trazer o produto, com uma taxa de recompensa, calculada pelo app, com base no preço do produto. O valor da comissão só é liberado para o viajante após a entrega ser efetuada, garantindo a segurança do acordo. Em caso de problemas com o pedido e entrega da compra, a startup reembolsa os valores pagos, garantindo a segurança das transações.

Como funciona para o viajante

A plataforma permite que viajantes monetizem suas viagens por meio do programa de “recompensas”, ou seja, ao trazer produtos dentro do espaço livre de suas bagagens, o usuário recebe uma bonificação. É uma maneira segura de obter uma renda extra e ainda se conectar com pessoas do local que visitam. É responsabilidade do viajante realizar a compra no exterior – geralmente por meio de cartão de crédito – e depois fazer a entrega do pedido.

“O Brasil é um dos destinos que mais recompensam os viajantes, com uma média de ganhos em torno de US$ 500 por viagem. E, como incentivo, a cada dez itens transportados em uma única viagem, a Grabr ainda oferece um prêmio de US$ 100”, finaliza Michele.

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