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Como reduzir a complexidade dos ambientes de TI para obter sucesso na Era Digital

Por Leandro Turbino, Gerente de Contas Estratégicas da ASG Technologies.

A Transformação Digital traz ao mundo corporativo imensas oportunidades de geração de negócios e desenvolvimento de produtos e serviços. Para aproveitar todos os benefícios que esse movimento oferece, os líderes empresariais precisam estar atentos e encontrar formas de gerenciar a complexidade que as novas tecnologias geram para os ambientes de TI.

Além da profusão de sistemas que nem sempre conseguem interagir de forma a integrar informações vitais, a dinâmica do mercado atual, com fusões e aquisições acontecendo a todo momento, também contribui para que os ecossistemas de TI acabem se tomando silos desconexos, dificultando a otimização de valor dentro das organizações. Diante disso, muitas companhias não possuem uma visibilidade adequada de suas plataformas e acabam investindo recursos desnecessariamente altos em tecnologia para solucionar problemas de conformidade. As empresas sabem que precisam de mais controle, mas lutam para equacionar os diversos fluxos espalhados em mainframes, servidores e em Nuvem.

Os silos de TI podem ainda ser criados por processos internos ineficientes ou mudanças súbitas nas políticas de tecnologia, devido às constantes mudanças nos cargos no C-level. A rápida evolução do software como serviço (SaaS), tradicional ou hospedado em nuvem, também agregou desafios para a visibilidade de ponta a ponta. Muitas empresas ainda segregam o gerenciamento de seus serviços de mainframe e perdem uma valiosa oportunidade de melhorar os processos, esquecendo-se de que não atender aos níveis acordados com os clientes pode custar milhões em penalidades.

Com a consolidação de mercados, as grandes corporações passaram a exercer vantagem na negociação com os fornecedores de TI, que ficam sujeitos a prejuízos por não cumprirem requisitos como tempo de resposta ou tempo para conclusão da atualização em lote do dia. Uma visão consistente e única da performance das plataformas, capacidade e possíveis gargalos aumenta as chances de sucesso. No caso de empresas que vendem diretamente aos consumidores, os efeitos de tempos de resposta lentos durante o processo de compra afetam diretamente o volume de vendas e o relacionamento com os clientes.

Atualmente, com as consequências impostas pelas legislações de proteção de dados, as organizações precisam ter foco em processos que garantam uma administração correta de todas as informações pessoais de seus clientes, que circulam em diversos sistemas e plataformas. Além do regulamento europeu, o General Data Protection Regulation (GDPR), as empresas brasileiras também devem estar atentas à Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), sancionada no ano passado e que estabelece prazo até agosto de 2020 para o cumprimento das exigências estabelecidas. Manter um controle efetivo de todos os dados que estão sob sua responsabilidade é uma tarefa ainda mais difícil diante do atual nível de complexidade do ambiente de TI das organizações.

Para obter sucesso nesse cenário, as companhias precisam organizar seus silos de tecnologia e manter um gerenciamento eficaz de informações passadas. Com ferramentas modernas que fornecem análises automatizadas, relatórios, modelagem e planejamento de capacidade, os líderes têm acesso a um monitoramento de alta visibilidade e podem melhorar a confiabilidade e a produtividade em seus ambientes de TI. Com esses dados em mãos, os gerentes serão capazes de tomar decisões mais assertivas sobre como aproveitar os recursos de tecnologia com maior precisão e diminuir a complexidade nativa de suas infraestruturas.

Outro ponto importante é que a adoção de soluções automatizadas para a gestão das informações permite criar uma interface unificada para a análise de diferentes tecnologias e estruturas. Assim, as companhias ganham novas condições para se planejar para os picos de demanda, simplificar o reconhecimento de gastos desnecessários e facilitar a identificação das necessidades de escalabilidade.

É preciso, então, quebrar as barreiras e ampliar as competências para o gerenciamento de dados. Para isso, a orquestração dos silos de TI e o gerenciamento de desempenho, com soluções que centralizem o acesso aos dados, são fundamentais. O objetivo é munir os gerentes de TI com informações relevantes sobre o status das operações, para que tenham uma visão ampla e completa a respeito das necessidades organizacionais.

Com essas informações, as organizações podem manter a produtividade e fornecer visibilidade para a TI em toda a empresa, capacitando suas equipes para prever o crescimento nas plataformas e definir expectativas realistas para os negócios. Saber o real posicionamento da tecnologia é essencial para que os líderes consigam reduzir a complexidade atual da TI, transformando as oportunidades trazidas pela Era Digital em uma vantagem real, integrável e totalmente voltada ao sucesso de suas organizações.

Capgemini conclui a aquisição da Leidos Cyber, divisão de cibersegurança da Leidos

A Capgemini anunciou, após o cumprimento de todos os requisitos regulamentares, a conclusão da aquisição da Leidos Cyber, braço de cibersegurança comercial da empresa FORTUNE 500® – anunciada em junho de 2018. A equipe de aproximadamente 500 profissionais de elite em segurança cibernética, localizados principalmente na América do Norte, se unirão ao Grupo Capgemini no atendimento à crescente demanda dos clientes por serviços e soluções de segurança cibernética.

“Estamos muito satisfeitos em dar as boas-vindas ao Grupo à equipe de cibersegurança da Leidos. Além de reforçar nossa prática de segurança cibernética na América do Norte, sua especialização mundial também beneficiará nossa base de clientes globais em numerosas localidades”, comentou Jean-Philippe Bol, membro do Conselho Executivo do Grupo Capgemini e CEO da divisão Cloud Infrastructure Services, que inclui serviços de segurança cibernética da Capgemini.

A Leidos Cyber ​​é uma empresa líder[1] em segurança corporativa com recursos de infraestrutura crítica comprovados[2], fornecendo aos seus clientes corporativos uma plataforma holística de serviços que atende toda a arquitetura de segurança, incluindo ofertas integradas de proteção combinadas com serviços de segurança gerenciados. A Leidos Cyber ​​é reconhecida ainda como pioneira no campo da segurança cibernética, o que definiu o mercado de proteção dos ecossistemas, evoluindo do controle industrial para as necessidades de infraestrutura de missão crítica das empresas globais. Seus clientes estão principalmente entre as empresas da FORTUNE 500®, e em múltiplos setores.

“Estamos muito satisfeitos por nos juntarmos ao Grupo Capgemini”, afirmou Robert Meindl, presidente da Leidos Cyber. “Nossas equipes estão muito ansiosas para fazer sua parte no apoio às diversas necessidades de segurança cibernética da base de clientes internacionais da Capgemini e auxiliar na construção da prática na América do Norte”.

Esta mais recente adição está alinhada aos planos do Grupo Capgemini de fortalecer ainda mais a experiência e portfólio de serviços de segurança, para ajudar as empresas a integrar a segurança cibernética em suas iniciativas de crescimento e esforços de transformação digital. A equipe global da Capgemini, com algo como 3 mil especialistas em cibersegurança, fornece serviços de ponta a ponta, desde avaliação e consultoria até proteção e monitoramento, com soluções baseadas na próxima geração de suporte ao “Threat Intelligence” e um backbone global de Centros de Operações de Segurança conectados.

Gartner indica cinco prioridades para as empresas escolherem seus fornecedores de Computação em Nuvem

Para muitas empresas, selecionar um fornecedor de Nuvem adequado para a hospedagem de infraestrutura, aplicações e dados pode ser um processo complicado. Afinal de contas, não há dois fornecedores de Nuvem iguais e a falta de uma estrutura para avaliação faz com que definir o fornecedor correto seja um desafio real para executivos e líderes de Infraestrutura e Operações (I&O).

“Escolher e gerenciar ofertas de Nuvem é uma habilidade essencial para os líderes de I&O, dado o papel central da Computação em Nuvem nas iniciativas da próxima geração, como negócios digitais, Internet das Coisas (IoT) e Inteligência Artificial”, diz Elias Khnaser, Diretor de Pesquisa Sênior do Gartner Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento para empresas. “Avaliar esse cenário é uma questão imprescindível. Ainda mais porque, em alguns anos, essas companhias não vão querer olhar para trás com pesar, uma vez que as escolhas definidas agora podem ter um impacto duradouro também no futuro”.

Para que as empresas tenham sucesso na definição de seus futuros fornecedores de serviços em Nuvem, o Gartner indica que os executivos de tecnologia e de I&O sigam cinco prioridades na hora de realizar a seleção, compra e implantação de ofertas de Nuvem:

Prioridade 1: pesquisar os recursos e características das principais ofertas dos fornecedores de Nuvem – Ao selecionar um fornecedor de Cloud, as empresas devem considerar como a arquitetura técnica dos fornecedores se integrarão aos fluxos internos de trabalho, avaliando os efeitos imediatos e no futuro. É preciso que as companhias se lembrem de que as arquiteturas técnicas das principais plataformas de Nuvem são grandes, complexas e geralmente difíceis de entender. Além disso, os detalhes técnicos das ofertas desses fornecedores geralmente são modelos com restrições de uso.

“Apesar desses desafios, é importante determinar os principais componentes das arquiteturas disponíveis, avaliando como esses recursos atendem as operações das companhias e de que maneira as características gerais desses fornecedores afetam a performance da solução no geral. Os líderes de I&O devem priorizar as ferramentas que incluem autoatendimento, elasticidade, acesso à rede, segurança, conformidade regulatória e capacidades operacionais”, afirma Khnaser.

Prioridade 2: entender como as ofertas de Nuvem se comparam a seus principais requisitos e critérios – Antes de escolher um fornecedor de Nuvem, as organizações precisam analisar como as ofertas desses fornecedores se alinham com os requisitos e critérios internos de suas operações. Por exemplo, ao escolher um serviço de Nuvem Pública, os requisitos de entrada padrão são geralmente a simplicidade, desempenho, um amplo conjunto de recursos e custo competitivo. No entanto, muitos clientes estão indo além desses requisitos para escolher quais serão seus fornecedores estratégicos de longo prazo.

Entretanto, quando se trata de infraestrutura como serviço (IaaS) e aplicações de plataforma como serviço (aPaaS), as principais áreas a serem avaliadas são um pouco diferentes. O Gartner indica que, nas ofertas de IaaS, as empresas considerem fatores como capacidade de computação, agilidade de rede, opções de armazenamento, segurança e nível de suporte. Para as ofertas aPaaS, as principais considerações incluem a análise dos componentes de arquitetura de aplicativos, ferramentas para desenvolvedores, arquitetura de virtualização e hospedagem, além de implantação de código, gerenciamento de ciclo de vida, escalabilidade e disponibilidade.

Prioridade 3: avaliar as condições para reduzir os riscos de segurança e conformidade – À medida que as organizações aumentam sua adoção de ofertas em Nuvem Pública, a necessidade de obedecer às regras de privacidade de dados e regulamentadoras que regem o processamento de dados aumenta. O Regulamento Geral de Proteção de Dados da União Europeia (GDPR), que entrou em vigor em 2018 vale para todas as organizações que processam e armazenam dados pessoais de qualquer pessoa que resida na União Europeia, independentemente do local. Com isso em mente, os líderes de I&O devem aprender sobre a abordagem dos fornecedores de Nuvem em relação ao GDPR e quais são as ferramentas que eles fornecem para a conformidade dos dados coletados e administrados.

Prioridade 4: encontrar uma estrutura preparada para adquirir ferramentas de plataformas de gerenciamento em Nuvem modernas e atualizadas – Graças à rápida adoção de serviços em Nuvem, as empresas de Cloud Computing estão continuamente lançando novas ferramentas e serviços nativos. Por sua vez, esse movimento de inovação constante está aumentando a importância das plataformas e ferramentas de gerenciamento de Nuvem. Como resultado, as organizações são aconselhadas a criar um conjunto de critérios preparado para avaliar as soluções de Nuvem, bem como uma estratégia capaz de orientar e acompanhar as estratégias de seleção e implementação de recursos de TI.

Prioridade 5: Conhecer as opções de processos e de arquiteturas para implementar a governança dos serviços em Nuvem – As empresas geralmente priorizam as decisões relativas à funcionalidade da infraestrutura, ao invés de avaliar as questões sobre o planejamento de escalabilidade e o suporte técnico de longo prazo. No entanto, é essencial que os líderes de I&O reservem um tempo para se preparar para a governança dos serviços em Nuvem. “Uma estratégia eficaz de governança de TI e design de contas em Nuvem fornece aos líderes de I&O a capacidade de dimensionar as estruturas de maneira correta, além de ajudar a reduzir as complexidades do gerenciamento de rede. Ao propor um planejamento direcionado, é possível que as companhias evitem a necessidade de uma adaptação abrangente e disruptiva da infraestrutura pouco tempo após a transformação do ambiente uma plataforma de produção crítica”, afirma Khnaser.

Pesquisas adicionais sobre o tema serão apresentadas durante a Conferência Gartner Infraestrutura de TI, Operações & Estratégia de Cloud, que acontece nos dias 24 e 25 de abril, em São Paulo. No evento, analistas brasileiros e internacionais vão apresentar conexões vitais entre tecnologias, gestão e cultura com um foco especial na liderança de cada função de Infraestrutura e Operações (I&O).

Interessados em participar da conferência devem contatar o Gartner pelo e-mail brasil.inscricoes@gartner.com, pelos telefones (11) 5632-3109 e 0800 774 1440, ou pelo site https://www.gartner.com/pt-br/conferences/la/infrastructure-operations-cloud-brazil/register.

Eduardo Henrique é o novo CEO da Wavy

O crescimento e sucesso de uma empresa vem das pessoas que integram o dia a dia da companhia e de um time sinérgico. Nesse sentido, a Wavy, empresa do Grupo Movile que reúne mensageria em SMS, Whatsapp, RCS, Bots além do negócio de conteúdos de valor agregado com operadoras de telefonia móvel e TVs, acaba de anunciar seu novo CEO: Eduardo Henrique, que já atuava como Diretor de Novos Negócios anteriormente e, a partir de agora, comandará as operações.

Co-fundador da Movile, Eduardo Henrique possui vasta experiência em plataformas móveis e, após fazer parte de muitas iniciativas de inovação dentro da empresa, mudou-se para o Vale do Silício, em 2012, obtendo um papel fundamental em todas as iniciativas de expansão do Grupo Movile, além de participação ativa na criação de novos produtos e negócios. É também um dos criadores da PlayKids, plataforma de entretenimento educacional para crianças mais importante do mundo. Recentemente, Eduardo concluiu o programa executivo de Stanford e, além disso, é formado pelo programa de Ciência da Computação da Universidade de Campinas (UNICAMP). O executivo ainda tem no currículo os diplomas de Marketing na Escola de Publicidade e Marketing (ESPM-SP) e pós-graduação em Marketing Digital da FECAP-SP.

Seu principal objetivo à frente da Wavy será reinventar a companhia, focando maciçamente em inovação. Entre os desafio estão os projetos que utilizam novas tecnologias de mensageria como o Whatsapp, Facebook Messenger e Google RCS, bem como a utilização de Inteligência Artificial para tornar chatbots muito mais eficientes e construir um novo mundo dentro do segmento de customer experience. Tal inovação não descarta o crescimento no negócio atual de SMS corporativo que consagrou a Wavy como líder na América Latina e um dos grandes players globais..

“Queremos trazer uma solução disruptiva no segmento de customer experience que realmente resolva dores latentes de nossos clientes. Já vemos que o SMS e o WhatsApp são ferramentas de grande valor na digitalização, otimização de custos e na entrega de uma melhor experiência, com cases e dados que comprovam esse valor. Com Ingresso Rápido, por exemplo, um de nossos cases de atendimento com chatbot por WhatsApp que com o uso de processamento de linguagem natural (PLN), mais de 3 mil intenções já foram identificadas. Como resultado, a retenção do bot está acima de 75%. E 50% dos clientes atendidos pelo robô declaram ter ficado extremamente satisfeitos com a experiência. A meta é chegar a 70%. A solução está gerando significativa economia para a Ingresso Rápido. Mas este é só o começo na nossa visão. Gostamos de sonhar grande!”, afirma Eduardo Henrique.

A escolha de Eduardo para CEO pelo board da Movile foi estratégica dado o perfil empreendedor do executivo e o amplo know-how no mercado, uma vez que foi uma dos fundadores do Grupo Movile. Além disso, com toda a estratégia de reinvenção da Wavy, era clara a necessidade de direcionamento dado por um perfil bastante inovador, que gosta de arriscar, e acredita em estruturas verticais e com extrema autonomia no time.

“O propósito da Wavy é empoderar nossas clientes a criarem experiências valiosas para as pessoas através da tecnologia. Estamos em um momento de grande expansão e transformação e é nosso desafio diário fazer com que as empresas entendam o poder e importância da tecnologia e dos novos canais de comunicação e como os consumidores estão cada vez mais exigentes, demandando que as empresas estejam conectadas e disponíveis nos diferentes canais de comunicação existentes. Somos pioneiros no mercado mobile e mensageria e agora estamos ainda mais focados em agregar mais valor aos nossos produtos com ferramentas de inteligência artificial e no universo de customer experience”, afirma o novo CEO.

Inseed Investimento anuncia aporte na VarejOnline

O segmento de varejo vem apostando na digitalização e adoção de soluções mais simples, acessíveis e inteligentes. De olho nesse contexto, a Inseed Investimentos anuncia aporte de R$ 3 milhões na VarejOnline pelo Fundo Criatec 3. Futuramente, o aporte pode chegar a R$ 10 milhões, de acordo com o desempenho da investida.

De Santa Catarina, a VarejOnline desenvolveu uma plataforma ERP (Enterprise Resource Planning) aplicada à gestão do varejo. A proposta de valor é tornar a operação de lojas e franquias mais padronizadas, eficientes e lucrativas. Alguns dos diferenciais oferecidos pela empresa são: a possibilidade de integrar ao sistema qualquer plataforma digital externa, a centralização de informações e o acompanhamento de dados em tempo real.

A VarejOnline atende mais de 1.500 lojas em todos os estados do Brasil, tem mais de 16 mil usuários e clientes que faturam até R$ 650 milhões ao ano. “Ao longo da análise da oportunidade de investimento, identificamos que os segmentos de atuação da VarejOnline, como moda, entretenimento e lazer, sofrem com a falta de soluções adequadas às suas necessidades de negócio”, conta Gustavo Junqueira, CEO da Inseed Investimentos.

Junqueira cita ainda um outro ponto positivo: o segmento de franquias cresceu 8% em 2017, na comparação com 2016, segundo levantamento da Associação Brasileira de Franchising (ABF). “As receitas de todo o franchising nacional somaram cerca de R$ 163 bilhões em 2017, frente a R$ 151 bilhões registrados em 2016. Para a entidade, o principal motivo para que o setor avançasse mesmo em um ano economicamente complexo, como foi o ano passado, foi justamente a busca de inovações por parte das franqueadoras”, explica.

Como funciona

A plataforma da VarejOnline permite a visão estratégica do negócio de forma clara e em tempo real por meio de gráficos e monitores de atividades em diversos formatos.

Juliano Mortari, CEO da investida, explica que os diferenciais vão além de características técnicas da solução. Com a plataforma, é possível o acompanhamento de informações em tempo real de lojas e franquias. “Dá para acompanhar faturamento, ticket médio, peças por venda, trocas, descontos, produtos mais vendidos, entre outros”, aponta Mortari.

Segundo o CEO, a plataforma tem funcionalidades como: o controle das contas a pagar e receber e a gestão inteligente de estoques. “No caso dos estoques, a VarejOnline tem o Sugestão de Compra App, que auxilia o lojista ou franqueado a fazer a compra certa por meio de uma análise dos dados de vendas e do acompanhamento dos produtos armazenados. Após a coleta dessas informações é gerado o pedido de compras para o fornecedor. Tudo isso de forma automática e de qualquer lugar a partir de dispositivos móveis”, indica.

A plataforma também permite a criação de relatórios personalizáveis. “Com o App de Relatórios, o cliente cria, filtra, analisa e controla suas informações como quiser”, explica Mortari. Ele esclarece que é possível ainda emitir notas, mesmo em modo off-line, e identificar automaticamente a bandeira do cartão, dando maior segurança às transações de crédito e débito. “Um dos nossos maiores diferenciais é o conciliador automático de cartões, em que todas as transações realizadas são checadas automaticamente junto às operadoras. As divergências e pendências são detectadas e apresentadas de forma detalhada, com fácil gestão de todo o processo, assegurando a otimização de tempo e dinheiro por meio de resultados confiáveis”.

Como melhorar o seu networking na empresa

As novas possibilidades de jornada no trabalho, como home office, short Friday e horários flexíveis, geram novas formas de conexão entre os profissionais dentro das companhias. Conquistar e manter uma boa rede de relacionamento hoje é essencial para qualquer profissional e isso não precisa estar relacionado a momentos ruins e forçados. Existem diversas maneiras de se se aproximar das pessoas certas e criar uma rede estratégica de relacionamento.

Para Aline Félix, consultora Sênior de Talent & Inclusion da Bayer, uma rede só tem sucesso quando ela te conecta com pessoas que ajudam a realizar o seu trabalho, te defendem e te orientam. “É importante aproveitar os almoços informais, happy hours e espaços comuns dentro das empresas para conhecer essas pessoas”, diz.

A executiva também comenta que as festas de confraternização, por exemplo, são sempre um momento para descontrair, servem para tornar o ambiente corporativo mais leve e, geralmente, se aproximar de pessoas chave, tirar realmente proveito para criar valor para o trabalho. “Claro que é o melhor momento para se divertir, mas porque não tirar uma parte do tempo para investir no seu networking?”, pergunta.

Gisele Souza, assistente executiva da Bayer há quatro anos, diz que aceitou esse desafio: “Na última festa de confraternização da Bayer, conheci uma profissional que me ajudou a concluir um projeto que estava trabalhando há alguns meses. O contato pessoal ajudou muito na evolução do processo, passamos a ter confiança e empatia uma pela outra. Antes, eu não utilizava essa oportunidade para conhecer outras pessoas de outros cargos e áreas, acabava ficando sempre com as pessoas da minha equipe. Mas, quando comecei a dedicar um tempinho das festas para desenvolver o meu networking, passei a me aproximar de novas pessoas que hoje em dia fazem a diferença no meu dia a dia e em minha carreira”.

Aline Félix também dá algumas dicas para quem deseja aumentar a sua rede de contatos:

– Aproveite para interagir com pessoas de fora do seu círculo de amizade, afinal, em clima de festa as pessoas estão mais abertas.

– Mantenha contato com as novas pessoas que conheceu, isso é o que realmente fará a diferença

– Evite falar sobre assuntos polêmicos da empresa

– Não compartilhe nas mídias sociais situações comprometedoras de seus colegas

Número de martechs cresceu 32% nos últimos anos

De acordo com o mapeamento da Associação Brasileira de Startups, no Brasil, há cerca entre 10 e mil mil startups, sendo 10.228 mapeadas pela associação. Dessas, 589 são martechs, ou seja, empresas cujo mercado de atuação é voltado para advertising, comunicação / mídia e marketing. Ainda segundo a AbStartups:

32%. É o aumento registrado no número de startups voltadas ao segmento mapeadas de 2016 a 2019.

B2B. 46% das martechs mapeadas oferecem serviços e soluções voltadas para o público B2B. Em seguida, foram registradas 16% para B2B2C e 7,1% para B2C.

Os estados que mais concentram martechs são São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.

Beetools expande atuação e abre unidades em São Paulo

A Beetools, edtech brasileira especializada no ensino de idiomas, inicia a expansão de suas unidades pelo país. A startup, que oferece aulas de inglês com uma metodologia diferenciada, inaugura duas unidades na cidade de São Paulo. As escolas já estão em operação e estão localizadas no Brooklyn e na rua Oscar Freire. Até dezembro a rede deverá abrir mais 6 unidades na capital paulista.

Estas são as primeiras unidades da empresa na região Sudeste. No total, já existem 13 escolas da Beetools em funcionamento e a meta é fechar 2019 com 30 estabelecimentos em todo o país e um faturamento de 10 milhões.

Para se matricular, o interessado deve utilizar o aplicativo da escola, disponível gratuitamente para iOS e Android. Nele, é possível efetuar a inscrição em uma unidade, comprar a quantidade de aulas desejadas, agendar o melhor horário e até desmarcar, se for necessário.

A Beetools, sediada em Curitiba, Paraná, está no mercado desde junho de 2018. A startup é um exemplo de Edtech ao apostar em tecnologias que facilitam a rotina de estudo dos alunos ao mesmo tempo em que permite analisar as dificuldades de cada pessoa. Entre os recursos utilizados estão Realidade Aumentada, Gamificação, Inteligência Artificial e material 100% digital.

Processo de admissão: quais documentos são e não são obrigatórios

Com as novas leis trabalhistas e formalidades que já existiam no mundo corporativo, cabe ao RH da empresa estar preparado para receber oficialmente um novo profissional. Após a aprovação no processo seletivo, o candidato deve passar pela parte burocrática de uma contratação no regime CLT: a entrega da documentação. Essa etapa existe para que todos os dados possíveis do novo contratado sejam inseridos no sistema de folha de pagamento, no qual seu contrato de trabalho será impresso e, só a partir desta data, o profissional estará oficialmente contratado.

Compreender que essa é uma fase obrigatória em todas as organizações faz com que a equipe de Recursos Humanos invista em melhores práticas para otimizar um processo tão formal e torná-lo uma etapa mais humanizada. Como cada empresa tem uma forma específica de efetivar esse passo, a Gupy, líder em sistema de recrutamento com base em Inteligência Artificial no Brasil, lista aqui os principais documentos obrigatórios demandados ao novo funcionário e os que não devem ser exigidos de maneira alguma, além de esclarecer questões sobre o tempo que esses documentos devem ficar retidos no RH.

Para começar, é preciso entender qual a finalidade desses documentos para as empresas. Os registros civis servem para que a empresa identifique e conheça melhor o novo colaborador, além de ter acesso às suas informações básicas. Dados sobre dependentes financeiros também são importantes para cálculos de direitos trabalhistas, salário-família, IRRF e pensão alimentícia. Eles também são importantes nos casos de inclusão em benefícios concedidos pela empresa, como convênio médico, odontológico e auxílio creche.

A admissão de uma pessoa só pode ser efetivada a partir da apresentação dos dados contidos nas certidões e a regularidade da organização depende disso, já que a qualquer momento, fiscais do Ministério do Trabalho podem realizar uma auditoria e é fundamental que a empresa cumpra as exigências para se enquadrar na lei.

Fotos 3×4, original e cópia da carteira de trabalho, habilitação, identidade, CPF, comprovante de endereço e título de eleitor são exemplos das principais documentações exigidas durante o processo de admissão. Além delas, algumas empresas também requerem do novo colaborador sua inscrição no PIS, cópia do comprovante de escolaridade, registro profissional emitido pelo órgão da classe, certidão de nascimento (caso solteiro) ou certidão de casamento (caso casado), original do atestado de saúde ocupacional (obtido em uma clínica de exame admissional) e até mesmo certidão de nascimento de filhos de até 21 anos.

É importante salientar também, tanto para o novo funcionário quanto para a equipe de RH, que existem documentos que não podem ser, de maneira alguma, exigidos pelo empregador — e que, se feito, acarretam multas e penalidades. São eles: exame de HIV, exames que comprovem gravidez, registros de dívidas ou não do candidato, como certidão negativa no SPC e Serasa, dados de antecedente criminal ou documento comprovando ausência de ações trabalhistas, ou seja, comprovando que ele nunca entrou em uma ação contra uma empresa.

Esses itens são considerados de caráter discriminatório quando solicitados ao empregado e, caso uma empresa os solicite, causando constrangimento e preconceito no ambiente de trabalho, ela pode sofrer uma ação trabalhista e ser gravemente multada.

A empresa também precisa estar atenta a prazos. A partir do momento em que o candidato entrega a documentação solicitada, de acordo com a Lei nº 5.553, a empresa tem até o máximo de cinco dias para devolver todos os documentos originais, mesmo se forem cópias autenticadas. Além disso, segundo o artigo 29 da CLT, o prazo é reduzido a 48 horas para a entrega da carteira de trabalho devidamente assinada pelo contratante.

Para êxito de todo o processo admissional, a comunicação clara e objetiva deve estar presente em todas as fases, tanto para a equipe de Recursos Humanos quanto para os novos funcionários, pois qualquer falha pode custar um novo recrutamento, podendo prejudicar a credibilidade e a motivação de toda a equipe.

40% dos internautas brasileiros tem conta digital

Você possui uma conta digital? 40% dos internautas brasileiros dizem que sim em uma pesquisa do IBOPE Conecta. Apesar desse valor ser representativo, ainda há espaço para crescimento, tendo em vista que 46% não possuem e 14% nunca ouviram falar nisso.

Os que mais possuem essas contas são os jovens de 25 a 34 anos. Já os que não possuem são principalmente os internautas com 55 anos ou mais e os da classe B.

Sobre a pesquisa

A pesquisa foi realizada de 10 a 14 de dezembro de 2018, com 2.000 internautas das classes A, B e C, de todas as regiões do Brasil.

Pelo segundo ano seguido, segmento de internet é líder em fusões e aquisições, aponta KPMG

O número de fusões e aquisições de empresas de internet cresceu 62,5%, passando de 104 em 2017 para 168 operações em 2018, sendo pelo segundo ano consecutivo o segmento com mais operações concretizadas. O destaque ficou para o número de transações de estrangeiros investindo recursos em empresas brasileiras (CB1) que aumentou 31,9% com 62 operações. Os dados constam numa pesquisa divulgada trimestralmente pela KPMG.

Já o setor de Tecnologia da informação, diferente de 2017 quando houve queda, cresceu 32,9% em 2018 registrando, 117 operações e novamente ficou em segundo lugar na lista de fusões e aquisições.

“Da mesma forma que, vimos em 2017, as empresas que atuam no ramo de digital continuam em franca ascensão, principalmente, impulsionadas dos fundos de venture capital”, comenta o sócio da KPMG no Brasil, Luis Motta.

Oiweek SciBiz promove experiência pioneira de inovação aberta em evento em São Paulo

A partir desta segunda-feira (25), a USP Campus Cidade Universitária, em São Paulo, sedia a primeira edição da Oiweek SciBiz, evento que reúne startups, pesquisadores, investidores, estudantes universitários, governos e grandes empresas, em uma experiência pioneira de open innovation. A iniciativa, que estende-se até o dia 28, é resultado da união da 11ª Open Innovation Week, maior evento de inovação aberta do Brasil, com a II Science Meets Business, conferência promovida pela Universidade de São Paulo (USP), em uma parceria inédita com a instituição liderada pela FEA-USP e Agência USP.

Um dos destaques desta edição será a utilização do Inova.USP, infraestrutura laboratorial da instituição, dedicada à pesquisa e inovação colaborativa, para que grandes empresas, startups e pesquisadores cocriem projetos de inovação entre si. A estrutura de 17.000 m² se junta às EMBRAPIIs, CEPIDs, INCTs e tantos outros locais importantes onde se avança em inovação dentro da USP. Os participantes deverão utilizar a plataforma de matchmaking da 100 Open Startups e 100 Open Techs para pré-agendar reuniões e identificar potenciais parceiros

Com o objetivo de discutir os rumos do setor e estimular as conexões e negócios dentro desse ecossistema, a expectativa é que mais de 5.000 reuniões de negócios sejam realizadas por meio da tecnologia 100 Open Startups. A expectativa é receber mais de 2.000 executivos de empresas líderes, 300 startups, 50 painelistas, 15 palestrantes internacionais, 300 investidores e apresentar 200 tecnologias. Além disso, a Oiweek SciBiz conta com uma extensa programação, que inclui palestras e workshops com executivos de grandes empresas, como Yellow, Nubank, TruckPad, Natura, Braskem, iFood, Cemig e Matera.

“Em colaboração com a USP, ampliamos o formato da 11ª Oiweek, utilizando os métodos mais avançados de open innovation e uma verdadeira transformação digital no formato do evento. Vamos promover uma experiência pioneira dentro do Campus, aliada à tecnologia do 100 Open Startups, buscando potencializar a colaboração entre os atores do ecossistema e resultados mais efetivos. Ter uma das instituições de ensino superior mais importantes do Brasil aberta e participando ativamente de um evento deste porte é um marco para o ecossistema”, explica Bruno Rondani, organizador da Oiweek.

O evento se propõe a aproximar profissionais de diferentes áreas de novas tecnologias, como digitalização, robotização, inteligência artificial, manufatura avançada, big data, IoT, drones, biotecnologia e outras tendências que estão mudando radicalmente a estrutura do mercado e da sociedade. “Cocriar soluções a partir de redes de inovação, open innovation e empreendedorismo de alto impacto torna-se crucial como uma oportunidade de expansão”, acrescenta Rondani.

Com coordenação geral do Prof. Dr. Moacir de Miranda Oliveira Junior, professor-titular e chefe do Departamento de Administração da FEA-USP, o evento é realizado em conjunto pela Agência USP de Inovação – AUSPIN, 100 Open Startups e centenas de parceiros do ecossistema em um modelo aberto.

Programação

Nos dias 25 e 26 de fevereiro, serão realizadas reuniões em formato speed-dating, conectando as 300 startups mais atraentes de acordo com o mercado com mais de 100 empresas líderes. Universidades e Institutos Tecnológicos globais também participarão do encontro, apresentando tecnologias disruptivas, bem como trocar experiências entre cientistas, executivos e investidores. Nesses dias, estudantes universitários poderão se conectar com 100 startups e 20 empresas líderes para conhecer seus processos de recrutamento e seleção que somam 200 vagas abertas para trabalhar com inovação.

Os dias 27 e 28 de fevereiro serão dedicados aos painéis e mesas redondas com especialistas internacionais da II Science Meets Business Conference, para discutir os benefícios da ciência encontrando negócios. Os painéis compreenderão as diferentes visões dos principais interessados em inovação sendo compostos por representantes de startups, corporações líderes, investidores, acadêmicos e formuladores de políticas públicas. Especificamente no dia 27 acontece o Open Campus, uma imersão no ambiente acadêmico e científico da USP, com aulas abertas ministradas por docentes e visitas aos laboratórios da Universidade.

“A SciBiz permitirá aos profissionais da inovação navegar por tópicos complexos de gestão da inovação, redes de inovação e inovação aberta. A grande variabilidade de padrões de inovação que difere de setor para setor, o uso de tecnologia, comportamento do consumidor, e assim por diante, serão abordados de forma estruturada” comenta Moacir Miranda, chairman da SciBiz Conference e líder da iniciativa.

Entre as empresas líderes que já confirmaram presença na Oiweek SciBiz estão: Johnson&Johnson, Cemig, Enel, Atlas-Schindler, Grow, Dow, Bosch, BRF, Votorantim, Air Liquide, Accenture, Whirlpool, Mercado Livre, Givaudan, Edenred, CSU, Solvay, Ministérios de Minas e Energia, Suzano, Grupo Pardini,OLX Brasil, Furukawa, Novozymes, Grupo Oncoclínicas, Matera, Nestlé, Tok&Stok, TIM e Pieracciani e Bradesco. Muitas delas participarão dos Open Talks, workshops, painéis e palestras, abordando os desafios do mercado e apontando para as startups e comunidade científica onde estão as melhores oportunidades de negócio.

Para acessar a programação completa, acesse o link: http://www.oiweek.com/pt/agenda.html

Oiweek SciBiz

Data: Dias 25/09 das 9h às 17h, 26 a 28/02 das 10h às 17h
Local: USP Campus Cidade Universitária – Av Prof. Luciano Gualberto, 908
São Paulo – SP
Ingressos: pelo site http://www.oiweekscibiz.com/#tickets