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Estádios do futuro: conectados e inteligentes para atrair mais público

Arenas para o entretenimento, como os complexos esportivos, oferecem grandes oportunidades para os fornecedores de infraestrutura tecnológica

Por Melissa Strait

Os estádios e autódromos são estruturas enormes, criadas com o objetivo de oferecer experiências empolgantes para o público. Seja para uma partida de futebol, um grande
show ou uma corrida de automóveis, todas essas arenas ao redor do mundo têm como objetivo oferecer uma experiência inesquecível aos fãs. Em um mundo digital, sempre
conectado, o segredo para que os usuários tenham uma permanência satisfatória incluiuma boa conexão com a internet, segura, estável e rápida, que permita, por exemplo,
fazer o upload de fotos e vídeos para as redes sociais sem gargalos. Embora os estádios tragam grandes desafios estruturais para atingir conectividade
de primeira linha, por outro lado oferecem oportunidades excepcionais quando a infraestrutura de rede está em ordem.

Afinal, as lojas das arenas, câmeras, luzes eaté a área de fast food, tudo demanda uma largura de banda maior para podersuportar a quantidade de dados transmitidos pela Internet durante um evento, emuma praça de esportes conectada.Por isso, cada vez mais os estádios ao redor do mundo funcionarão como pequenas cidades inteligentes. Da mesma forma que as chamadas smart cities, um estádio deve contar com uma infraestrutura que garanta aos usuários a conectividade e disponibilidade de rede necessária para satisfazer cada uma de suas necessidades, em todos os espaços. Um exemplo disso é o Estádio NRG, em Houston Texas, que conta com 783 antenas estrategicamente espalhadas pela CommScope no local, fornecendo maior largura de banda, não só dentro do estádio, mas também na região em torno dessa arena.A conexão de alta velocidade permite também que os fãs encontrem restaurantes próximos, hospedagem, etc. Desta forma, cria-se um ecossistema de hotéis, meios de transporte, restaurantes e outros estabelecimentos, toda uma experiência envolvente para que as pessoas prefiram ir ao estádio que ficar em casa e ver o jogo pela televisão, por exemplo.

Nos Estados Unidos, empresas como a CommScope disponibilizam soluções de cobre e fibra em estádios e autódromos, como o Daytona International Speedway, para
aumentar a capacidade de Wi-Fi. Na América Latina há estádios de futebol como do Monterrey, no México, com avançado sistema para tornar mais eficiente a rede celular,
ampliar a cobertura das conexões sem fio, garantir o correto funcionamento dos sistemas de vídeo e áudio, etc. Seja em estádios de futebol americano, shows ou
autódromos, os service providers precisam estar preparados para atender às expectativas dos torcedores e suportar as exigências futuras.
*Melissa Strait é jornalista, editora e trabalha como assistente executiva da diretoria de tecnologia da CommScope.

Melissa Strait, jornalista, editora e assistente executiva da diretoria de tecnologia da CommScope.

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brMalls anuncia parceria com Cubo Itaú para fomentar a inovação e o empreendedorismo no varejo nacional

Para Ruy Kameyama, CEO da brMalls, a parceria com o Cubo Itaú acelera o processo de inovação e tecnologia na companhia, e está alinhada com a diretriz estratégica e propósito da empresa. “Fazer parte desse ecossistema de inovação nos permitirá conectar pessoas e ideias, desenvolvendo novas tecnologias e soluções para o varejo que beneficiarão nossos shoppings, lojistas e consumidores. Será também uma plataforma de oportunidades de negócios para fomentar o empreendedorismo no país”, ressalta o executivo.

O projeto contará com uma equipe brMalls alocada no Cubo para mentoria e gestão do relacionamento, compartilhar experiências e conhecimento – e que serão depois multiplicadas dentro da companhia. As empresas interessadas em participar da vertical exclusiva ao varejo, que será liderada pela brMalls, podem fazer a inscrição pelo site cubo.network. “A expansão do Cubo inicia uma nova etapa no fomento ao empreendedorismo tecnológico e contar com a presença de parceiros, como a brMalls, que fortalecem ainda mais nossa geração de valor é um orgulho enorme para a iniciativa e todo o ecossistema”, comenta Lineu Andrade, diretor de tecnologia do Itaú Unibanco, responsável pelo Cubo Itaú.

Inovação e empreendedorismo

Líder no segmento de shopping centers e com capilaridade nacional, a brMalls é protagonista no setor ao lançar projetos que estimulam a inovação do varejo em todo o Brasil. Em 2017, a companhia lançou o brMalls Partners, iniciativa inédita no setor de varejo no Brasil em parceria com a Endeavor. Foram selecionados 15 varejistas com potencial de crescimento para serem acelerados com a metodologia de sucesso da Endeavor e brMalls.

Em maio 2018, a companhia anunciou parceria com a Delivery Center, uma plataforma que usará shoppings de todo o país como centrais de distribuição, trazendo conveniência e agilidade para o consumidor e maior potencial de vendas para lojistas de shoppings. Em período de implementação, a Delivery Center já está atuando em shoppings do Sul e Rio de Janeiro, com previsão de chegada à São Paulo até o fim de 2018.

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A evolução da segurança na nuvem em meio à transformação digital

Por Ghassan Dreibi, Diretor de Cibersegurança da Cisco do Brasil

O processo de transformação digital é um caminho sem volta. Se em nossas vidas privadas já somos pessoas completamente digitais, sempre conectadas por meio de nossos smartphones, tablets e até mesmo TVs, nas empresas este processo demanda mais tempo, investimento e, principalmente, precauções. Conforme a transição da estrutura de uma empresa para um ambiente conectado se acelera, mais necessária se torna a criação de uma arquitetura de segurança capaz de proteger dados próprios e de clientes.

O lado positivo disso é que boa parte da infraestrutura demandada pela maioria das empresas, sejam pequenas, médias ou grandes, já está à disposição em serviços de nuvem para redes corporativas. Nenhum sistema é perfeito e o escopo de brechas se expande cada vez mais, mas a proteção que é fornecida por serviços de nuvem corporativa tem tornado esta transição inevitável para companhias por conta de um fator fundamental: evolução constante, acompanhando transformações cada vez mais rápidas e impactantes em ambientes virtuais, se contrapondo a ameaças que evoluem na mesma velocidade.

Segundo dados do Relatório Anual de Cibersegurança da Cisco, divulgado em fevereiro deste ano, 27% dos profissionais de segurança disseram que estão usando nuvens privadas off-premises, em comparação com 20% em 2016. Dentre eles, 57% disseram que hospedam redes na nuvem pelo motivo de uma segurança de dados melhor; 48%, devido à escalabilidade; e 46%, por causa da facilidade de uso. A razão por conta desta tendência pode ser vista em outro dado. De acordo com os entrevistados no relatório, mais da metade de todos os ataques sofridos resultaram em danos financeiros superiores à U$ 500.000.

Os desafios, contudo, continuam a aumentar. A quantidade de dispositivos acessando redes corporativas cresce a cada dia. Se antes elas estavam restritas ao ambiente físico das empresas e seus desktops, hoje estes cenários parecem uma antiguidade. Smartphones e tablets transformam qualquer ambiente com uma conexão Wi-Fi em um local de trabalho e, muitas vezes, esta conexão não é segura. Lugares como aeroportos, cafés e hotéis trazem comodidade, mas podem comprometer a segurança de uma rede. Isto ocorre, pois é cada vez mais difícil proteger dispositivos individualmente. Quando estes endpoints são contaminadas por meio de uma conexão insegura ou por falha ou brecha em uma senha pessoal, elas podem colocar em risco toda a rede corporativa.

Os avanços para solucionar estas brechas têm acontecido na nuvem. Novas soluções estão sendo desenvolvidas, e algumas já estão em prática. Serviços de nuvem já conseguem detectar dispositivos vazados, permitindo ou não seu acesso a redes corporativas e evitando assim uma contaminação geral do ambiente. Há ainda outras que fazem o threat hunting (caça de ameaças) e eliminação do problema de forma autônoma e rápida, o que minimiza os danos da forma mais eficiente possível. A Cisco, por exemplo, registrou um TTD (tempo de detecção) de ameaças de 4,6 horas no período entre novembro de 2016 e outubro de 2017. Em 2015, este tempo era de 39 horas. A evolução só foi possível através do uso de tecnologia de segurança baseada em nuvem.

Mesmo que o investimento para migrar a estrutura de segurança de uma empresa para um serviço de nuvem confiável e eficaz pode parecer custoso em um primeiro momento, o retorno é cada vez mais certo, não só em relação a perdas financeiras, mas também garantindo a privacidade dos dados de funcionários e clientes. Com soluções mais completas e rápidas na detecção e contenção de ameaças, agora cabe às empresas se educarem e buscarem as alternativas que melhor se adaptem aos seus negócios, qualquer que seja sua área de atuação.

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Booking.com revela que café da manhã é mais importante que Wi-Fi para o viajante brasileiro durante as férias

Para se sentirem confortáveis longe de casa, os viajantes do mundo todo, inclusive os brasileiros, curtem pequenos luxos. Mais de um terço dos viajantes mundiais (35%) consideram que as comodidades são uma parte importante das informações necessárias ao fazer uma reserva, de acordo com uma pesquisa recente da Booking.com, líder mundial em conectar viajantes com opções incríveis de lugares para ficar.

As preferências variam de acordo com a nacionalidade, apesar de todas concordarem que um local seguro é o que de melhor uma acomodação pode oferecer. Excluindo “local seguro”, a comodidade preferida dos brasileiros é, quem diria, um café da manhã delicioso (68%). Começar bem o dia com uma bela refeição ficou na frente de outras amenidades muito buscadas, como ar condicionado no quarto (61%), equipe profissional e solícita (57%), Wi-Fi grátis (50%) e equipe que fala meu idioma (48%).

O café da manhã é importante apenas para 2 em cada 10 australianos e, para eles, o primordial é ter ar condicionado dentro do quarto (45%). O ar condicionado é também a preferência número um dos norte-americanos (66%). Já o Wi-Fi gratuito é o item mais desejado pelos viajantes na Nova Zelândia (51%). Os viajantes japoneses (60%) dão muito mais importância ao ar condicionado do que ao Wi-Fi (36%). Por outro lado, apenas 30% dos viajantes dinamarqueses consideram o ar condicionado importante, enquanto quase metade precisa de Wi-Fi (49%).

Outras amenidades bastante consideradas por viajantes brasileiros são estacionamento gratuito (47%) e minibar (46%). Veja abaixo um quadro com as 10 principais comodidades escolhidas pelos viajantes brasileiros e o comparativo com a porcentagem de viajantes globais:

10 principais comodidades

Porcentagem de viajantes brasileiros que consideram importante

Porcentagem de viajantes globais que consideram importante

Café da manhã delicioso

68%

36%

Ar condicionado

61%

45%

Equipe profissional e solícita

56%

42%

Wi-Fi grátis

50%

31%

Equipe que fala meu idioma

48%

35%

Estacionamento grátis

47%

31%

Minibar

46%

13%

Piscina

39%

24%

Informação turística disponível facilmente

39%

26%

Restaurantes

35%

25%


Momento da decisão

Com tantas opções para escolher, muitos viajantes contam com conhecimento especializado para garantir que estão tomando a decisão certa. De longe, a fonte de informação mais procurada pelos viajantes antes de fazer uma reserva é ‘avaliações de outros viajantes’, já que um terço dos viajantes globais (33%) considera uma das três fontes de informação mais importante antes de fazer uma reserva.

Brasileiros, russos e coreanos passam a maior parte do tempo procurando opiniões. Aproximadamente 6 em cada 10 viajantes desses países preferem consultar pelo menos uma fonte de avaliações antes de fazer uma reserva. Do outro lado do espectro, encontramos japoneses, mexicanos e suecos, cerca de 6 em cada 10 viajantes desses países não dão muita importância para qualquer tipo de avaliação, e se baseiam apenas no que sabem sobre as comodidades e outras informações relevantes.

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*Pesquisa realizada pela Booking.com no final do ano de 2017 com 57 mil viajantes de 30 países.

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EADBOX leva tecnologia brasileira para América Latina e outros três continentes

A conquista de mercados internacionais é o principal foco de expansão da EADBOX, startup paranaense que oferece plataformas de e-learning para cursos online ou treinamentos, atendendo pequenos, médios e grandes clientes em todo o Brasil. Com seis anos de atuação, a empresa conta com 180 colaboradores envolvidos no desenvolvimento e crescimento da companhia.

De acordo com Nilson Filatieri, CEO da startup, o investimento no mercado externo foi uma decisão estratégica, visando principalmente à aceleração do processo de crescimento da empresa. “A internacionalização nos permite uma rápida ampliação dos negócios. Devemos fechar 2018 com 30% do faturamento da companhia sendo proveniente dessas operações internacionais”, comemora.

Com um investimento que chega a R$ 4 milhões, a empresa iniciou no ano passado sua expansão para os principais mercados da América Latina, como a Argentina e o México, estando hoje consolidada na região. Recentemente, a EADBOX iniciou projetos no Reino Unido, na Índia e nos Estados Unidos. Para o próximo ano já estão previstos novos investimentos.

Por trabalhar com uma plataforma 100% online, a EADBOX concentra praticamente toda sua equipe na sede em Curitiba, mesmo para o atendimento do mercado internacional. Para isso, a empresa tem buscado parte de sua força de trabalho fora do Brasil. “Atualmente, 10% dos nossos colaboradores são estrangeiros, o que está alinhado com a estratégia de expansão. Embora a maioria venha de países da América Latina, buscamos reforçar o time também em outros mercados. Uma de nossas últimas contratações é uma profissional que veio da Turquia”, explica Filatieri.

Com relação aos produtos, a startup paranaense realizou pequenas adaptações em sua plataforma para o mercado internacional, já que cada país tem suas características próprias. No Brasil, as plataformas da EADBOX são utilizadas por profissionais e empresas de diferentes ramos e atividades. Um exemplo é o Veteduka, que oferece cursos online de aperfeiçoamento e especialização para médicos veterinários e estudantes. O Brasil Postos é um portal de serviços e equipamentos para postos de combustíveis que tem cursos online de Gestão de Loja, Segurança do Trabalho, Análise de Combustíveis, entre outros. Já a Escola Monas é direcionada ao bem-estar e oferece cursos online de terapias complementares como Florais de Bach e Aromaterapia. Análises realizadas revelam que 80% dos alunos que fazem os cursos com a plataforma da EADBOX finalizam, percentual muito acima dos que utilizam a plataforma de concorrentes, que fica entre 3% a 20%.

Segundo um estudo da Fundação Dom Cabral, a “12ª edição do ranking de internacionalização” (2017), a procura de negócios fora do Brasil é uma tendência que ganhou impulso com a atual crise do país. O estudo englobou 65 empresas (que já atuam em 87 países), sendo 54 multinacionais brasileiras e 11 companhias que atuam no exterior por meio de franquias. Para os próximos anos, 42,3% das empresas consultadas esperam entrar em novos países.

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O círculo vicioso da baixa produtividade

Por Rubens F. Passos

Dentre os conhecidos fatores da baixa competitividade de nossa economia, um dos mais graves é a produtividade dos trabalhadores, conforme acaba de ratificar pesquisa da Fundação Getúlio Vargas: num ranking de 68 nações, ficamos na desconfortável 50ª posição, atrás da Argentina e até mesmo da esfacelada Venezuela.

Nesse contexto, é preciso ficar muito clara a relação de causa-efeito entre o problema e a precariedade da Educação Básica e do acesso ao Ensino Superior de excelência. Por isso, é preocupante o resultado de novo estudo do Banco Mundial (BIRD), o qual mostra que jovens de 15 a 25 anos de lares afetados por quedas nos rendimentos têm 2,3% mais chances de abandonar os estudos. Dentre os de 18 anos, o índice sobe para 4,5%. Segundo o relatório, o número de famílias brasileiras que tiveram cortes no orçamento passou de 20%, em 2013, para 30%, em 2014.

Ou seja, a recessão afetou negativamente o nosso já combalido sistema de ensino, podendo agravar ainda mais a produtividade dos trabalhadores. Afinal, a boa formação escolar, desde a Educação Infantil, é cada vez mais determinante, à medida que a tecnologia avança e os processos produtivos tornam-se paulatinamente mais sofisticados, menos mecânicos e manuais.

A persistente baixa produtividade dos recursos humanos continuará afetando a competitividade e limitando o potencial de crescimento do PIB, o que reduz a capacidade de investimento do Estado na educação. É um círculo vicioso! O País paga um preço alto por ter abdicado de construir um sistema de ensino eficaz, ao contrário de algumas nações que fizeram da sala de aula o grande trampolim de seu desenvolvimento.

O resultado dessa perniciosa equação também torna o Brasil mais suscetível às oscilações da economia internacional e às instabilidades internas. Temos um permanente caldo de cultura propício à proliferação de crises, que, de fato, têm sido intermitentes, inviabilizando um ciclo duradouro de crescimento sustentado. Por mais que seja repetitivo a cada eleição, o ensino precisa ser enfatizado na campanha eleitoral deste ano. Entrarão para a história os políticos que, por meio da redenção da escola, promoverem o grande salto de competitividade de nosso país.

Rubens F. Passos, economista pela FAAP e MBA pela Duke University (EUA), é Senior VP Latam da Acco Brands e diretor do Sindicato das Indústrias Gráficas no Estado de São Paulo (Sindigraf-SP).

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VAGAS.com aplica inteligência artificial em ferramenta inovadora de videoentrevista

A etapa de entrevista com os candidatos é um dos momentos mais importantes em qualquer processo de recrutamento e seleção. Foi pensando nisso que a VAGAS.com, pioneira no desenvolvimento de software de recrutamento e seleção, acaba de desenvolver uma ferramenta inovadora de videoentrevista, dotada de recursos de inteligência artificial e machine learning. A nova solução pretende reduzir o tempo de seleção e recrutar os melhores candidatos durante a fase de entrevistas.

A videoentrevista oferece informações preciosas aos profissionais de RH, apoiando e elevando a tomada de decisão. Quando o candidato grava o seu material, a partir da tecnologia aplicada à ferramenta, o profissional que recebe e analisa o conteúdo tem à disposição informações valiosas como: nuvem de palavras com os termos mais usados durante a gravação do vídeo, roteiro completo de todas as palavras que o candidato usou na gravação, análise de expressões faciais, entre outros recursos. Isso ajuda a entender a afinidade do candidato com a vaga proposta.

“Digamos que a entrevista seja para um cargo da área financeira, na medida em que o candidato usa termos inerentes à área, como “orçamento”, “negociação”, “balanço”, etc. tudo isso fica registrado no roteiro e ajuda o RH a compreender um pouco mais da experiência do candidato nos primeiros contatos. Essas palavras mostram se o candidato tem aderência à vaga proposta. Isso é apenas um exemplo aleatório, mas que faz parte da ferramenta. Existem muitas outras aplicações pensadas especificamente na rotina dos profissionais de Recursos Humanos, como a utilização de um score, que ajuda a pontuar o desempenho do candidato durante essa entrevista por vídeo”, explica Luiz Braz, especialista em Ciência de Dados da VAGAS.com.

Ele conta que a ferramenta é muito prática e de fácil utilização, sem a necessidade de qualquer tipo de treinamento ou parametrização. “Desenvolvemos a partir de três pilares. O primeiro, a diminuição do esforço operacional dos RHs, pois economiza o tempo de entrevistas presenciais, em especial para candidatos que não têm aderência à vaga. Segundo ponto, redução de custos. A nossa tecnologia possibilita avaliação remota, e isso traz grande impacto para uma das etapas mais importantes do processo, a apresentação dos candidatos e a triagem inicial. Terceiro ponto, ranqueamento dos candidatos. Da mesma forma que auxiliamos nos processos de recrutamento e seleção de currículos selecionando aqueles mais aderentes às vagas, a nossa ferramenta de videoentrevista tem propósito semelhante: ranquear os vídeos por meio de notas como forma de critério seletivo para deixar o trabalho do profissional de RH mais fácil e prático. Desta forma, o recrutador pode assistir aos vídeos que forem melhores selecionados por meio de diferentes recursos disponíveis na ferramenta”, sintetiza.

A ferramenta foi totalmente produzida pela equipe de Ciência de Dados da VAGAS.com. Utiliza recursos de inteligência artificial e machine learning baseado nas melhores soluções ofertadas no mercado. “A nossa tecnologia de videoentrevista é pioneira em processos de recrutamento e seleção com aplicação de inteligência artificial, contribuindo com melhores informações para apoiar o processo de escolha entre empresas e candidatos, economizando o tempo dos envolvidos no processo e facilitando o encontro da pessoa ideal”, conta Braz, apontando outras vantagens da ferramenta, como avaliação individual, score de compatibilidade e comentários.

A tecnologia de reconhecimento de expressão facial é baseada em algoritmos avançados de machine learning, que realizam o reconhecimento de padrões na imagem e que permitem, por exemplo, identificar se a imagem é de uma pessoa, e se é uma criança ou um adulto, etc. “Ela foi desenvolvida utilizando técnicas de aprendizado profundo onde a máquina é treinada com milhares de imagens que permitem que ela realize a identificação com um índice de erros geralmente baixíssimo”, detalha Luiz.

O especialista conta que, no caso dessa plataforma, procurou não realizar nenhum juízo de valor com base em expressões demonstradas pelo candidato durante a gravação do vídeo. “Em nenhum momento utilizamos este dado para cálculo de algum score de relevância ou algo do tipo. Como estamos apenas tratando variações faciais, não fazemos uso de questões relacionadas à psicologia, uma vez que apenas cálculos matemáticos são necessários para reconhecimento destas variações”, diz. “Procuramos concentrar apenas no registro do momento em que houve uma variação de expressão, buscando possibilitar ao recrutador uma forma de acesso rápido e fácil a um ponto do vídeo onde alguma informação importante possa ter sido mencionada e que seja necessário uma melhor avaliação por parte dele. Desta forma, procuramos tanto auxiliar o recrutador quanto sermos mais justos em não penalizar os candidatos com questões relacionadas a sentimentos demonstrados durante a videoentrevista”, esclarece.

A etapa de entrevista com os candidatos é um dos momentos mais importantes em qualquer processo de recrutamento e seleção. Foi pensando nisso que a VAGAS.com, pioneira no desenvolvimento de software de recrutamento e seleção, acaba de desenvolver uma ferramenta inovadora de videoentrevista, dotada de recursos de inteligência artificial e machine learning. A nova solução pretende reduzir o tempo de seleção e recrutar os melhores candidatos durante a fase de entrevistas.

A videoentrevista oferece informações preciosas aos profissionais de RH, apoiando e elevando a tomada de decisão. Quando o candidato grava o seu material, a partir da tecnologia aplicada à ferramenta, o profissional que recebe e analisa o conteúdo tem à disposição informações valiosas como: nuvem de palavras com os termos mais usados durante a gravação do vídeo, roteiro completo de todas as palavras que o candidato usou na gravação, análise de expressões faciais, entre outros recursos. Isso ajuda a entender a afinidade do candidato com a vaga proposta.

“Digamos que a entrevista seja para um cargo da área financeira, na medida em que o candidato usa termos inerentes à área, como “orçamento”, “negociação”, “balanço”, etc. tudo isso fica registrado no roteiro e ajuda o RH a compreender um pouco mais da experiência do candidato nos primeiros contatos. Essas palavras mostram se o candidato tem aderência à vaga proposta. Isso é apenas um exemplo aleatório, mas que faz parte da ferramenta. Existem muitas outras aplicações pensadas especificamente na rotina dos profissionais de Recursos Humanos, como a utilização de um score, que ajuda a pontuar o desempenho do candidato durante essa entrevista por vídeo”, explica Luiz Braz, especialista em Ciência de Dados da VAGAS.com.

Ele conta que a ferramenta é muito prática e de fácil utilização, sem a necessidade de qualquer tipo de treinamento ou parametrização. “Desenvolvemos a partir de três pilares. O primeiro, a diminuição do esforço operacional dos RHs, pois economiza o tempo de entrevistas presenciais, em especial para candidatos que não têm aderência à vaga. Segundo ponto, redução de custos. A nossa tecnologia possibilita avaliação remota, e isso traz grande impacto para uma das etapas mais importantes do processo, a apresentação dos candidatos e a triagem inicial. Terceiro ponto, ranqueamento dos candidatos. Da mesma forma que auxiliamos nos processos de recrutamento e seleção de currículos selecionando aqueles mais aderentes às vagas, a nossa ferramenta de videoentrevista tem propósito semelhante: ranquear os vídeos por meio de notas como forma de critério seletivo para deixar o trabalho do profissional de RH mais fácil e prático. Desta forma, o recrutador pode assistir aos vídeos que forem melhores selecionados por meio de diferentes recursos disponíveis na ferramenta”, sintetiza.

A ferramenta foi totalmente produzida pela equipe de Ciência de Dados da VAGAS.com. Utiliza recursos de inteligência artificial e machine learning baseado nas melhores soluções ofertadas no mercado. “A nossa tecnologia de videoentrevista é pioneira em processos de recrutamento e seleção com aplicação de inteligência artificial, contribuindo com melhores informações para apoiar o processo de escolha entre empresas e candidatos, economizando o tempo dos envolvidos no processo e facilitando o encontro da pessoa ideal”, conta Braz, apontando outras vantagens da ferramenta, como avaliação individual, score de compatibilidade e comentários.

A tecnologia de reconhecimento de expressão facial é baseada em algoritmos avançados de machine learning, que realizam o reconhecimento de padrões na imagem e que permitem, por exemplo, identificar se a imagem é de uma pessoa, e se é uma criança ou um adulto, etc. “Ela foi desenvolvida utilizando técnicas de aprendizado profundo onde a máquina é treinada com milhares de imagens que permitem que ela realize a identificação com um índice de erros geralmente baixíssimo”, detalha Luiz.

O especialista conta que, no caso dessa plataforma, procurou não realizar nenhum juízo de valor com base em expressões demonstradas pelo candidato durante a gravação do vídeo. “Em nenhum momento utilizamos este dado para cálculo de algum score de relevância ou algo do tipo. Como estamos apenas tratando variações faciais, não fazemos uso de questões relacionadas à psicologia, uma vez que apenas cálculos matemáticos são necessários para reconhecimento destas variações”, diz. “Procuramos concentrar apenas no registro do momento em que houve uma variação de expressão, buscando possibilitar ao recrutador uma forma de acesso rápido e fácil a um ponto do vídeo onde alguma informação importante possa ter sido mencionada e que seja necessário uma melhor avaliação por parte dele. Desta forma, procuramos tanto auxiliar o recrutador quanto sermos mais justos em não penalizar os candidatos com questões relacionadas a sentimentos demonstrados durante a videoentrevista”, esclarece.

Testes apontam ganhos significativos

A equipe da VAGAS.com procurou durante a fase de desenvolvimento da ferramenta identificar os reais ganhos que essa solução pode trazer às empresas.

“Fizemos um teste-piloto com uma companhia e detectamos os seguintes ganhos: com a solução de videoentrevista, apenas um profissional de RH conseguiu avaliar cerca de 500 vídeos em uma semana. Sem a utilização dessa solução, dois profissionais de RH conseguiram avaliar em torno de 300 vídeos em três semanas, ou seja, foram alocados mais profissionais e tempo utilizados no processo para a avaliação de uma menor quantidade de vídeos”, destaca Braz. “A possibilidade de pré-seleção da videoentrevista, de fazer uma espécie de ranqueamento, agiliza o processo e dá mais oportunidades a quem realmente obteve um melhor desempenho. Sem essa solução, muitos vídeos deixam de ser avaliados, eliminando precocemente possíveis talentos, além de permitir ao RH da empresa-cliente dedicar e focar em temas estratégicos em menor tempo, sem abrir mão da qualidade”, finaliza.

Sobre a VAGAS.com

WAMPS 2018 analisará o impacto das metodologias ágeis e da segurança na qualidade do desenvolvimento de software

Estão abertas as inscrições para a 14ª edição do tradicional Workshop Anual do MPS (WAMPS 2018), que este ano será realizado no dia 24 de agosto em Maringá, no Paraná, como parte da programação do TICNOVA 2018.

O WAMPS 2018 reunirá avaliadores, implementadores e sênior advisors, empreendedores, startups e demais profissionais ligados ao MPS.BR, programa da Softex que conta com o apoio do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). O MPS.BR tem por objetivo melhorar a capacidade de desenvolvimento de software, serviços e as práticas de gestão de RH na indústria de TIC utilizando um modelo adequado à realidade e às necessidades das empresas nacionais.

Com 143 avaliações MPS Software e MPS Serviços realizadas desde 2004, o Paraná é o estado que ocupa a primeira posição no ranking nacional. A liderança paranaense é resultado do trabalho contínuo realizado pelo setor de Tecnologia da Informação no estado e executado pelos agentes regionais da Softex – Cenetic, Software by Maringá e Senai Londrina – com o apoio da Assespro-Paraná e do Sebrae.

Segundo Rafaela Campos, presidente da Software by Maringá, entidade que reúne mais de 100 empresas de TI, startups e profissionais autônomos e que atua como agente Softex, a realização do Workshop Anual do MPS (WAMPS 2018) durante a 6ª edição do TICNOVA, um dos maiores eventos de tecnologia e inovação do sul do país, é de extrema importância para o ecossistema crescente de TI na região.

“Atualmente Maringá é a segunda cidade com o maior número de certificações MPS.BR do Brasil, só perdendo para São Paulo. Queremos que cada vez mais empresas adotem esses processos e se tornem cada vez mais competitivas, ganhando escala global. Mas, além da certificação, as práticas de gestão que são implantadas permitem que a empresa cresça de forma mais estruturada, previsível e segura”, finaliza Rafaela.

Lançado há 14 anos, o MPS.BR é o único programa brasileiro de avaliações de qualidade voltado para setor de TIC. Contempla hoje três modelos de referência – software, serviços e recursos humanos – e conta com 18 instituições implementadoras. Os três modelos do MPS contabilizam um total de 831 avaliações e mais de 6.400 pessoas capacitadas.

Para Diônes Lima, vice-presidente executivo da Softex, “o Programa MPS.BR tem sido importante na melhoria da capacidade de desenvolvimento de software, serviços e gestão de pessoas nas empresas de TI; e também no fomento da competitividade das empresas do setor”.

“Metodologias Ágeis: Desafios e Lições Aprendidas” é um dos temas em debate durante o evento. Trata-se uma alternativa ao modelo tradicional de construção de aplicações tecnológicas usadas para agilizar o trabalho dos desenvolvedores e proporcionar a melhoria contínua dos processos por meio da aproximação e da maior colaboração entre o time de desenvolvimento com os experts de negócios, gerando benefícios como redução de riscos e erros, melhoria da qualidade do produto final, maior produtividade, agilidade na tomada de decisões e no time-to-market.

Destaque também para a palestra “Não há qualidade sem segurança”. Na oportunidade, serão abordados os principais conceitos do desenvolvimento seguro de software e apresentados números comprovando que cuidar da segurança desde início do processo reduz o custo total de desenvolvimento e manutenção de sistemas.

A grade de palestras inclui ainda uma avaliação sobre a integração de processos de melhoria e gestão com MPS Serviços e ISO 20.000 e uma análise sobre a questão da qualidade em gestão de pessoas, software e serviços como fator de excelência e sucesso.

Para informações adicionais, inscrições e acesso à programação completa do WAMPS 2018 visite http://wamps.softex.br/

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AMcom desenvolve projeto de PLM para a Cia. Hering

Até pouco tempo, as empresas iniciavam o controle sistêmico de seus produtos somente quando eles estivessem acabados ou utilizavam controles que nem sempre permitiam medir umas das principais áreas de seu negócio, o ciclo de vida do produto. Neste aspecto, a transformação digital vem revolucionando a forma como o mercado de manufatura gerencia este processo, como é o caso da Cia. Hering.

A gestora das marcas Hering, Hering Kids, PUC e DZARM, precisava de inteligência nas diversas etapas de concepção de suas coleções de roupas e, para isso, contratou a AMcom, empresa especializada em desenvolvimento customizado e sustentação de sistemas, que atuou na automação de seus processos de desenvolvimento de coleções.

A desenvolvedora realizou a digitalização dos processos de desenvolvimento de produtos da Cia. Hering e forneceu soluções eficientes de automação que reduzem o desperdício e o tempo de produção, melhorando a qualidade dos itens fabricados, bem como corroboram para agregar transparência e valor ao negócio.

“A otimização de procedimentos e a redução de custos promovidos com o aumento da automação são iniciativas inevitáveis para redução do Time to Market que, sobretudo, conferem uma programação de produção mais lógica, evitando ter que agir de forma reativa e adotando procedimentos benéficos que favoreçam o alcance dos objetivos e metas da empresa”, explica Rodrigo Strey, diretor de serviços da AMcom.

Com a união de diversos sistemas, como por exemplo, de design e produção, tais como CAD, CAM e CAE, à manufatura digital (DM) e ao gerenciamento colaborativo propostos pelo projeto de PLM, cada etapa de fabricação dos produtos – da sua concepção e produção ao processo produtivo – fica documentada e disponível, no formato e contexto necessários, para os colaboradores responsáveis, que conseguem ter controle de todo o ciclo de vida do produto e do processo.

A ferramenta denominada simulador de custos, por exemplo, otimiza o cálculo de custos estimados para a produção de um produto. Se antes, a simulação era feita de forma manual utilizando dados disponíveis em excel e calculadora, hoje o próprio PLM, com base em bancos de dados, gera automaticamente os custos de confecção dos produtos. Com isso, as coleções podem ser alteradas, adaptadas, avaliadas e, consequentemente, melhoradas nas simulações realizadas.

O projeto de PLM também removeu as barreiras geográficas entre os fornecedores internacionais e a Cia. Hering, além de construir uma rede conectada, integrada e responsiva.

Os parceiros também se beneficiaram com a Ficha de Instrução Operacional. Direcionada para a melhoria do processo de fabricação externo, o formulário on-line traz informações e imagens sobre o padrão de desenvolvimento das peças, como os tipos de aviamento e de tecido, assim como a metragem, entre outros itens que são inseridos pelos profissionais responsáveis.

Para a AMcom, a jornada da transformação digital não é restrita apenas às mudanças internas das empresas, mas engloba uma cadeia de stakeholders, possibilitando integrar parceiros, clientes e fornecedores de forma colaborativa.

“A eficiência das soluções oferecidas pelo conceito de PLM propõe ações como simulações e gerenciamento on-line que permitem tomadas de decisão adequadas para a construção de melhores produtos, além de um ambiente mais produtivo e sustentável sob a ótica da indústria e mais aproximado das necessidades dos consumidores, permitindo interações e redução de retrabalhos”, finaliza Strey, acrescentando que a maturidade da Cia. Hering em aderir à eficiência das soluções oferecidas pelo conceito de PLM é a prova de que a nova economia dá passos rumo à transformação digital.

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Capacitação gratuita do BID prepara pessoas, empresas e instituições para desafios no ambiente digital

O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) lança o curso gratuito “Desafios e oportunidades na economia digital”, para promover e apoiar governos a definir e implementar ações de políticas públicas digitais voltadas para a participação ativa de indivíduos, empresas e instituições no novo ecossistema econômico e social, assim como apoiar empresas e indivíduos a identificar oportunidades no contexto digital. As inscrições estão abertas e as aulas começam em 6 de setembro.

“Estamos vivendo a quarta revolução industrial. Cidadãos, governos e empresas têm de enfrentar essa realidade para aproveitar as novas tecnologias e aprender de fato a gerar valor”, explica o representante do BID no Brasil, Hugo Flórez Timorán. “No curso será possível entender a importância do Big Data e sua utilidade no monitoramento e avaliação de políticas públicas, o impacto da tecnologia em empresas e governos e haverá ainda exemplos práticos de países e empresas do Brasil e da região que conseguiram transformar esse novo contexto tecnológico a seu favor e lições aprendidas a serem levadas em consideração”, complementa.

O curso aberto e massivo (MOOC, na sigla em inglês) é oferecido por meio da plataforma digital edX , uma parceria entre a Universidade de Harvard e o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT).

A capacitação inclui casos práticos, como o projeto Data Rio, que disponibilizou a base de dados gerados pelo município para estudo e projetos, entre eles, o desenvolvimento de aplicativos que ajudam a facilitar a vida do cidadão e do turista. São 15 mil arquivos com 400 terabytes de informações, como a localização dos ônibus por coordenadas GPS, a sincronização de sinais de trânsito e números da Central 1746.

Entre exemplos de vários países, os participantes também entenderão como está composto o ecossistema de inovação no Brasil, a estratégia brasileira de transformação digital, saberão mais sobre a lei de proteção de dados aprovada recentemente, entre outros.

O curso tem duração de sete semanas com uma média de três a quatro horas semanais – o próprio aluno determina o ritmo de aprendizado, podendo estudar mais horas se assim desejar. Também estarão à disposição dos participantes, leituras selecionadas, vídeos, tutoriais de análises e outros recursos de aprendizagem.

Para os participantes que atingirem a nota mínima é possível obter o Certificado de Identidade Verificada, emitido pelo BID pelo site do curso, ao custo de US$25. Contudo, aqueles que não tiverem interesse, podem escolher a opção Auditar Curso para participar de forma gratuita e obter um certificado de código de honra, caso cumpram as expectativas acadêmicas estabelecidas.

Curso: Desafios e Oportunidades na Economia Digital

Investimento: gratuito

Início das aulas: 6 de setembro

Duração do curso: 7 semanas, 3/4 horas semanais

Inscrições: clique aqui.

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A jornada da Transformação Digital

Por Nilton Cruz, diretor de Transformação Digital da Fujitsu no Brasil

Há tempos apontada como tendência e diferencial competitivo, a Transformação Digital tornou-se uma necessidade vital para as empresas – e elas sabem disso. De acordo com o Gartner, a Inteligência Artificial deve movimentar US $ 1,2 trilhão em 2018 – esse número representa aumento de 70% em relação a 2017.

As empresas também já entendem que investir em tecnologias como IA, por exemplo, já não é mais suficiente para transformar a organização. As tecnologias e os projetos precisam estar integrados para serem capazes de trazer insights relevantes para os negócios.

É possível perceber, ainda, que o investimento em tecnologia deixou de ser uma responsabilidade atribuída apenas para o setor de TI e passou a demandar esforços de outras áreas, como marketing, RH e vendas. Essa mudança de cenário está relacionada, principalmente, com o fato de que esses setores passaram a conversar e interagir muito mais para atender a todas as necessidades do negócio e, principalmente, focar no consumidor final.

A ideia da Transformação Digital não é apenas obter uma tecnologia de ponta para inovar processos, mas encontrar, por meio de soluções completas, maneiras de otimizar operações desde o início do negócio. Só assim é possível atingir o resultado esperado de forma assertiva e com riscos minimizados.

Com os usuários cada vez mais conectados, nos deparamos com uma vasta troca de experiência, opiniões e sentimentos que não devem ser ignorados, mas sim, levados em consideração para cada passo que vamos tomar. Chegou a hora de mudar o mindset, estudar a cultura organizacional da empresa e avaliar pontos que podem ser melhorados e comportamentos que já estão ultrapassados. Listo abaixo algumas dicas para as empresas passarem pela Transformação Digital:

1) Tenha em mente o objetivo – Identifique qual o seu principal objetivo e trace metas alinhadas com a real necessidade do seu cliente. Para o sucesso no atendimento, é preciso entender suas necessidades e “escutá-lo” por meio de todos os canais – como está sua área de marketing? O seu time de vendas está alinhado com as estratégias e se apoia em ferramentas que otimizam o tempo permitindo que se dediquem mais à outras tarefas e não apenas em funções operacionais?

2) Dê voz ao colaborador – Escute mais seus colaboradores. Quando as áreas conversam entre si, outras fontes e insights podem vir dos clientes, pesquisas, prospects, entre outros;

3) Vá além de fornecer – As empresas provedoras de tecnologia não se limitam mais em apenas fornecer a solução. Elas precisam se posicionar como verdadeiras consultoras, capazes de auxiliar na escolha da melhor solução para a necessidade das companhias, antes, durante e depois do ciclo de vendas. Encontre uma empresa fornecedora que entenda onde você quer chegar e te mostre como. Projetos de co-criação podem ser uma solução.

4) Pense em integração – Procure integrar conhecimento dentro da sua empresa. Utilize ferramentas e tecnologias que conectem conhecimento e inovação e funcionem com sinergia. Como por exemplo Inteligência Artificial e outras tecnologias chaves (IoT, nuvem).

5) Invista no conhecimento – Por fim, mas não menos importante, saiba reunir várias perspectivas e conhecimento. Isso permite criar novos insights e provocar mudanças positivas. Como identificar quando algo está errado? Ainda há tempo para mudar? Ainda existem muitas empresas com muito potencial, porém as informações são utilizadas de maneira errada ou ineficaz. Incluir projetos e laboratórios para os novos profissionais é uma aposta na educação dos seus colaboradores e colabora para a evolução da organização como um todo.

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O setor de eventos e a tecnologia para gestão

Em 2014, o Brasil foi apontado pela Associação Internacional de Congressos e Convenções (ICCA, sigla em inglês) como um dos dez países que mais sediaram eventos internacionais.

A corretora Aliança Brokers, gestora da plataforma www.SeguroDeEventos.com estima que, por mês, são realizados entre 35 e 50 mil eventos no país, mas, em média, apenas 20% deles são segurados. Feiras, congressos e seminários têm 20% de suas realizações protegidas – mesmo percentual de contratação de seguro para ações de live marketing. Espetáculos teatrais, circos, palestras e treinamentos contratam seguro em apenas 10% dos casos.

Para reverter o cenário de baixa penetração é necessário tornar obrigatória a contratação do seguro de eventos. A contratação do seguro sendo obrigatória e necessária para a liberação dos alvarás das prefeituras e do Corpo de Bombeiros traz mais fôlego e segurança às operações. Hoje, países como os Estados Unidos, Canadá, Inglaterra, Espanha e Itália já são líderes na disseminação de proteções para eventos.

Um outro ponto importante é a certificação para eventos. Para quem organiza cursos, workshops ou palestras provavelmente deve ter sido questionado pelos participantes do evento em relação a emissão de certificados. Os certificados de participação em eventos servem para comprovar que determinada pessoa realizou ou esteve presente em certa atividade, por isso são tão requisitados no país.

A Eventbrite, maior plataforma de tecnologia para ingressos e eventos do mundo desenvolveu uma ferramenta gratuita simples e intuitiva para a geração de certificados para eventos: o EB Certs. O EB Certs permite que o organizador escolha entre utilizar templates pré-prontos de certificados – e, a partir deles, editar como preferir – ou criar um modelo totalmente personalizado.

É possível inserir imagens, assinatura, editar o texto, fonte e cores como quiser, de forma bastante prática. Assim, o certificado fica com a identidade do evento proposto. Além disso, o EB Certs permite enviar os certificados diretamente para o e-mail dos participantes.

Além disso, é muito importante conhecer assuntos relacionados à gestão e legalização de um negócio, como a emissão de notas fiscais eletrônicas de serviço (NFS-e). A plataforma da Eventbrite facilita a vida do organizador ao automatizar a venda de ingressos, ter eventos de alto nível e disponibilizar centenas de extensões. Diante disto é possível automatizar a emissão das NFS-e de ingressos por meio da parceria realizada com o eNotas, que cuida da emissão de suas notas fiscais enquanto você foca nas partes mais estratégicas do seu negócio.

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Multinacional alemã realiza campeonato de mecatrônica para estudantes de nível superior e técnico

A experiência é um diferencial na carreira de qualquer profissional, especialmente para técnicos, tecnólogos e engenheiros que necessitam aliar conhecimento com aplicação prática em maquinários de alto nível tecnológico na execução de suas tarefas.

Na engenharia mecatrônica, é preciso dominar áreas como mecânica, eletrônica, pneumática, robótica, tecnologia da informação e, baseando-se nesta necessidade de mercado, a Festo, multinacional alemã líder no mercado de automação industrial, organiza anualmente a Competição Festo de Mecatrônica. Neste ano o evento acontece entre os dias 24 e 28 de setembro em São Paulo.

Disputada por equipes compostas de uma dupla de alunos e um professor, a prova é dividida em cinco tarefas que testarão conhecimentos e habilidades em áreas relacionadas à mecatrônica. As duplas devem estar devidamente matriculadas e atuantes em uma instituição de ensino técnico ou de nível superior e o professor contratado pela mesma instituição.

Para participar, as equipes devem preencher a ficha de inscrição no link http://goo.gl/forms/dXUM6w8dDkLMfa352 até o dia 14 de setembro. Para o caso de dúvidas para receber o link da ficha de inscrição, a solicitação pode ser feita através do e-mail treinamento.br@festo.com.

Além de terem suas habilidades técnicas e conhecimentos testados, os estudantes também precisam demonstrar competências valiosas, como planejamento, análise e resolução de problemas e trabalho em equipe. De acordo com Oscar Isayama, coordenador da Festo Didactic, o objetivo da competição é permitir que os estudantes experimentem o ambiente profissional técnico.

‘As provas são baseadas em algumas tarefas comuns no ambiente industrial como realizar a instalação de um equipamento, a documentação técnica de uma inspeção, a montagem de um novo dispositivo dentro de uma máquina, avaliar um equipamento com defeito, fazer um relatório e a correção da falha, entre outras coisas. São provas baseadas na aplicação do conhecimento desses estudantes. A sala de aula é muito teórica e como a indústria é o objetivo da maioria, é preciso mostrar que eles possuem conhecimento prático’, explicou.

A equipe vencedora receberá uma viagem com todas as despesas pagas para a cidade de Stuttgart, na Alemanha, para conhecer a sede da Festo.

‘A competição é um grande investimento para o desenvolvimento da educação técnica. É uma excelente oportunidade de incentivar estudantes a se desenvolverem para o ambiente de trabalho, ganharem experiência e ainda terem a chance de uma experiência internacional’, concluiu Oscar.

O evento funciona também como um processo seletivo para a empresa, já que grandes talentos são descobertos durante a competição. Portanto, os alunos participantes têm chances de sair da competição diretamente para o mercado de trabalho, pois profissionais experientes responsáveis por avaliar a prova observam de perto as habilidades individuais de cada um dos inscritos.

Paralela à competição ainda haverá um ciclo de palestras de profissionais da área preparado para os alunos que forem ao evento torcer pelas equipes de suas respectivas instituições.

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E-commerce fatura R$2,1 bilhões no período de compras para o Dia dos Pais, aponta Ebit|Nielsen

O comércio eletrônico faturou R$2,1 bilhões no período de compras para o Dia dos Pais, celebrado neste domingo (12). O resultado aponta uma expansão de 8% com relação ao mesmo período do ano passado. O número de pedidos cresceu 22% para 5,11 milhões, enquanto o tíquete médio foi de R$409, queda de 11,5%. As informações são da Ebit|Nielsen, considerando a expectativa de compra dos consumidores no e-commerce de 28 de julho a 11 de agosto.

De acordo com Pedro Guasti, consultor de Negócios Ebit|Nielsen, houve uma mudança no comportamento do consumidor neste ano. “A queda no tíquete médio foi impactada diretamente pela venda de produtos com menor valor agregado como livros, tênis, suplementos, perfume, camisetas e vinho. Isso mostra que os consumidores virtuais ainda estão bastante receosos em comprar produtos caros e contrair dívidas.”, disse.

Qual o movimento do mercado de Bebidas Alcoólicas?

Por conta das comemorações de Dia dos Pais, o mercado online de Bebidas Alcoólicas também vem registrando aquecimento. Além do vinho, que consta na lista do top 10 como opção para presentear, bebidas como vodka (96%)*, uísque (20%)* e cerveja (11%)* apresentaram crescimento entre os dias 01 e 07 de agosto, na comparação com o mesmo período do ano passado.

*percentual de aumento em comparação ao mesmo período de 2017

De acordo com dados da Nielsen, no mercado off-line- considerando o grande varejo, os feriados como o Final do Ano, Carnaval e Black Friday são highlights de vendas para Bebidas. Contudo, para o Dia dos Pais, Destilados são destaque como ocasião de gift. Em 2017, apenas a semana de comemoração representou para o segmento uma média de vendas em valor 70% acima das demais, com foco principalmente em uísque e gin premium.

Para uísque, houve um incremento de vendas em valor de 20%, em comparação com 2016, enquanto gin cresceu +400% dentro do período. “A ocasião acaba sendo um momento importante para fabricantes de destilados que apostam principalmente em packs com brindes e embalagens diferenciadas”, pontua Thiago Torelli, líder da indústria de Bebidas da Nielsen Brasil.

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Realidade Virtual leva consumidores ao Shopping do Futuro

Prever o futuro não é uma tarefa fácil, mas com uma boa visão estratégica e o uso de algumas ferramentas já é possível embarcar em uma viagem ao futuro. As transformações digitais e o uso de tecnologia já chegaram também ao setor do varejo, em especial de shopping centers, que passa a usar diversas ferramentas para conhecer e se adaptar ao novo consumidor. O desafio hoje é manter os centros de compras atrativos, em um mundo com tantas possibilidades digitais.

O desafio de viajar ao futuro foi encarado pela Sonae Sierra Brasil, uma empresa de shopping centers, que criou uma experiência em Realidade Virtual pelo Shopping do Futuro, em 2033. O passeio mistura realidade virtual e aumentada e será apresentado na Exposhopping 2018, principal feira de shopping centers da América Latina, que ocorre em São Paulo, de 14 a 16 de agosto. Depois disso, a experiência será apresentada gratuitamente aos visitantes dos 10 centros de compras administrados pela Companhia em todo o Brasil.

Desenvolvida em parceria com a YDreams Global – empresa que une tecnologia sensorial, narrativas integradas e design transformador –, a experiência tem o objetivo de mostrar a evolução dos centros de compras nos próximos 15 anos. Em 2033, esses espaços oferecerão ainda mais experiências e opções de lazer e convivência, em ambientes que utilizam a tecnologia para tornar a jornada do consumidor mais prazerosa e completa. São ferramentas como o uso das experiências sensoriais e o oferecimento de vantagens e descontos na utilização de serviços, além da otimização do tempo que garantirão o sucesso do Shopping do Futuro.

A experiência em Realidade Virtual atinge um patamar de excelência inédito no Brasil para um projeto desenvolvido por uma empresa não especialista em games. Para a criação do conceito de Shopping do Futuro, a Sonae Sierra Brasil reuniu um time multidisciplinar de colaboradores e consultores, para que cada um pudesse acrescentar conteúdo, tendências e mudanças que já estão sendo previstas e implementadas nos empreendimentos da Companhia. “Vamos mostrar um espaço mais atrativo e completo, moderno, dinâmico e que seja muito mais que um lugar apenas para consumir. Proporcionaremos uma jornada completa para que o cliente use o espaço com criatividade, passando mais tempo dentro do shopping para usar serviços, trabalhar, cuidar da saúde e vivenciar experiências memoráveis com amigos e familiares”, detalha Laureane Cavalcanti, Diretora de Marketing e Comunicação da Sonae Sierra Brasil.

Na viagem para 2033, o consumidor é o protagonista de todo o processo. Ele pode escolher diferentes jornadas no Shopping do Futuro, como fazer um check-up completo ou comprar um produto que esteja precisando. O pagamento pelo serviço ou pelas compras pode ser feito com pontos do Programa de Fidelidade do shopping. Tudo muito dinâmico e totalmente real. A jornada é comandada pela inseparável assistente virtual, Lia, que além de acompanha-lo dando dicas, responde dúvidas específicas e informa as atividades previstas para o dia, entre outras ações.

A Sonae Sierra Brasil investe em inovação por meio do Digital Experience, programa que tem por objetivo conectar os consumidores com os centros de compras por meio de inovação tecnológica contínua, como serviços digitais e sociais, interatividade e experiências digitais indoor. Entre outras iniciativas da empresa estão o serviço dos Helpers, uma ferramenta para que os clientes realizem consultas, tirem dúvidas, façam reserva de produtos e recebam informações sobre os centros de compras e suas lojas, além de recomendações sobre serviços e compra de produtos, via WhatsApp. Além disso, existem outras ações, como a plataforma Gerador de Presentes, um sistema que escolhe e personaliza uma lista de presentes de acordo com o perfil definido pelo usuário, nas campanhas sazonais.
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Experiência do Shopping do Futuro

Local: Exposhopping 2018 – estande Sonae Sierra Brasil #62
Data: de 14 a 16 de agosto
Horário: das 12h às 21h
Endereço: Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 – Vila Água Funda, São Paulo – SP

Estudo da E-Consulting revela o nível da Transformação Digital dos bancos

A consultoria nacional E-Consulting Corp. analisou minuciosamente as cem maiores instituições financeiras registradas no Banco Central para saber quais estão mais avançadas e consolidadas em trazerem conceitos e práticas de Transformação Digital em seus modelos de negócio. O Bradesco foi considerado a organização que mais tem implementado evidências e elementos ligados à Transformação Digital por conta de suas relevantes incursões no mundo virtual, em especial, com o banco digital Next e com o projeto Habitat, espaço de coinovação criado para apoiar projetos de inovação bancária com todo seu Ecossistema de Negócios e mais de 100 startups.

O estudo concluiu também que o atributo digital ainda é mais associado à marca Itaú, enquanto o Santander é a organização que tem evoluído mais rapidamente na implantação de serviços e diferenciais digitais a seus clientes.

Para chegar neste resultado, a consultoria se debruçou em instrumentos como cliente oculto, enquetes on-line, inteligência competitiva, análise de mídias sociais, premiações, posições em rankings do setor, além de entrevistas com executivos dos bancos e com clientes, além de parceiros tecnológicos. As notas foram construídas com base em diversos critérios que materializam o processo de competitividade a partir da transformação digital.

Numa escala de 0 a 5, o Bradesco conquistou nota 4,5 por fortalecer aspectos de sua atuação como plataforma digital, o que inclui o desenho de ofertas e serviços nativos digitais, aplicativos integrados, visão única do cliente e inovação colaborativa. Constam da lista das cinco mais digitais a Caixa + Youse (4,2); o Itaú-Unibanco + Cubo (4,1); o Banco do Brasil (4,0) e o Santander (3,9).

“A análise foi tanto internamente, avaliando como são usados os sistemas de gestão, como são destinados os investimentos em TI, metodologias avançadas, organização produtiva e plataformas, bem como externamente, ou seja, a partir da avaliação de seus diferentes stakeholders, como clientes e consumidores”, explica Segundo Daniel Domeneghetti, CEO da E-Consulting e responsável pelo estudo “Régua da Transformação Digital no Setor Financeiro”.

O executivo também conta que o estudo confirma o vanguardismo das cinco maiores operações bancárias do Brasil quando o assunto é propagar cultura digital em seus processos mesmo diante de um cenário de forte avanço das fintechs. Domenghetti acredita que os bancos sobrevivem a todas as transformações devido ao tamanho de suas operações e por conta da agressividade em antecipar movimentos. “Principalmente agora com a corrida para atender os novos consumidores e à digitalização interna necessária para manter a curva ascendente da nova economia, que envolve tendências como Open Banking, IOT, Blockchain, CX, Big Data/Analytics e novos canais digitais, incluindo o varejo e as agências”, finaliza.

Confira a tabela abaixo.

Os cinco bancos mais digitais Nota
Bradesco+Next + InovaBra 4,5
Caixa +Youse 4,2
Itaú-Unibanco + Cubo 4,1
Banco do Brasil 4,0
Santander 3,9

Curso incentiva mulheres a se tornarem programadoras

Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio, apenas 20% dos profissionais no mercado de TI são mulheres, enquanto dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep/MEC) indicam que somente 15% dos ingressantes nos cursos da área pertencem ao gênero feminino. Para diminuir essa disparidade, a Ironhack, global tech school que acaba de abrir o seu primeiro programa no Brasil, oferece bolsas de 10% para as mulheres que se matricularem nos seus cursos.

“Queremos incentivar uma maior participação feminina nesse mercado que, por razões socioculturais, ainda carrega o estigma de ser um setor masculino”, explica Mario Posadas, Gerente de Expansão da Ironhack no Brasil. A empresa têm um modelo de ensino conhecido como bootcamp, metodologia de aprendizagem imersiva baseada na ideia de “aprender fazendo”, por meio de cursos intensivos de treinamento para programadores e web designers.

O programa é voltado tanto para o profissional que quer mudar de carreira, quanto os que procuram se qualificar no setor da tecnologia da informação, formato que tem garantido também a rápida inserção feminina no setor de tecnologia. “Cerca de 85% dos que concluem o programa conseguem um novo emprego em até três meses. Isso torna a opção atraente para as profissionais que sempre quiseram trabalhar na área, mas não tinham coragem de dar este tipo de guinada ou se deixavam influenciar pelo estereótipo de ser um segmento de maioria masculina”, analisa Posadas.

Outro diferencial da escola de programação é o suporte dado à recolocação profissional. Além da preparação para entrevistas e elaboração do currículo, após a conclusão do curso, a escola promove uma Feira de Contratação ao longo de quatro dias, momento em que as próprias empresas vão até o Campus para conhecer e entrevistar os alunos. Entre as companhias, destaca-se a parceria global com Google, Rocket Internet, Boston Consulting Group, Twitter, VISA, entre outras.

A Ironhack inicia seu primeiro programa no país em 15 de outubro, com duração prevista de nove semanas. As inscrições já estão abertas no site oficial da escola: www.ironhack.com. O programa, full time, com aulas em português, tem carga de 40 horas semanais e todos os conhecimentos técnicos ensinados por professores experientes são testados em projetos.

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Fórum LIDE: insegurança jurídica é barreira para competitividade do Brasil, para empresários

novação, fomento para atração de investimentos e fontes de financiamento que ajudem a melhorar a competitividade do Brasil foram alguns temas debatidos durante o 6º FÓRUM DE INFRAESTRUTURA, LOGÍSTICA E MOBILIDADE, promovido pelo LIDE – Grupo de Líderes Empresariais. O evento, realizado na manhã de hoje, no Hotel Hilton Morumbi, em São Paulo, reuniu autoridades públicas como Clodoaldo Pelissioni, secretário de Transportes Metropolitanos do Estado de São Paulo, João Octaviano Machado Neto, secretário municipal de Mobilidade e Transportes e Dyolo Oliveira, presidente do BNDES.

Durante o painel de abertura sobre “As consequências do frete tabelado”, Sergio Leite de Andrade, presidente-executivo da Usiminas, apresentou os impactos negativos da nova regulamentação para o país e ao setor do aço. “Tivemos impacto em diversos segmentos da economia, com queda de faturamento, de produção e na confiança dos empresários”, disse. O executivo apresentou também proposições para que a situação seja revertida: “temos de pensar em alternativas de longo prazo, visando à retomada da economia”.

No painel seguinte, sobre “Como fomentar um ambiente favorável para atração de investimentos”, que reuniu Antônio Claret de Oliveira (presidente da INFRAERO), Júlio Fontana Neto (presidente da RUMO) e Mário Povia (diretor-geral da ANTAQ – Agência Nacional de Transportes Aquaviários), a instabilidade regulatória e a insegurança jurídica também deram o tom do debate, tendo sido apontadas como dois dos principais fatores que tiram a atratividade de negócios.

“Inovações em logística e mobilidade” foi o tema debatido por Leonardo Vianna (presidente da CCR), Paul Malicki (CEO da Flapper) e Paulo Resende (professor da Fundação Dom Cabral), para quem o desafio do país é desenvolver soluções inovadoras para a redução de custos operacionais.

No último painel, dedicado às “fontes de financiamento e seguro de risco cambial” para o setor, Antonio Silveira (vice-presidente de Infraestrutura do CAF – Banco de Desenvolvimento da América Latina) enfatizou as questões dos recursos privados e trouxe exemplos internacionais, citando o Chile. Dyogo Oliveira (presidente do BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) apresentou a perspectiva de aumento de 13,3% ao ano, em média, nos investimentos em logística entre 2018 e 2021 e finalizou o painel afirmando acreditar que, até 2025, “nós teremos condições de gerar recursos, capacidade e competência para o desenvolvimento da nossa infraestrutura”.

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