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ao³/IOB investe R$ 15 milhões em startup portuguesa de benefícios corporativos Swood

A ao³/IOB, uma marca que potencializa negócios de micro, pequenas e médias empresas e escritórios de contabilidade, anuncia o investimento de R$ 15 milhões na startup portuguesa de benefícios corporativos, Swood. A novidade faz parte de um movimento da companhia para simplificar e levar valor, por meio da tecnologia, para a jornada de colaboradores e profissionais de recursos humanos.

Fundada em 2020, em Portugal, pelos brasileiros Julia Cohen, Bruno Lima e Leonel Sanches, a Swood chega ao Brasil impulsionada pelo investimento da ao³/IOB e tem planos de conquistar 1 milhão de usuários até 2025. A solução combina serviços financeiros com funcionalidades de RH para ajudar na gestão de pessoas, enquanto fornece para o colaborador total autonomia e flexibilidade para escolher seu benefício.

Com a plataforma da Swood, o profissional tem a liberdade de escolher como gastar o seu próprio benefício. A ideia é usar um único cartão, de bandeira MasterdCard, para pagar o supermercado, aplicativos de mobilidade, academia, combustível ou até assinaturas de serviços de streaming de música e filmes.

Segundo Jorge Santos Carneiro, presidente da ao³/IOB, o mercado está mudando e as empresas estão buscando novas formas de melhorar a experiência de seus colaboradores. “Nós enxergarmos o potencial da Swood justamente por ela mostrar essa sinergia com os novos modelos de trabalho e as tendências do setor de benefícios. A parceria vai potencializar nosso crescimento e acelerar a inovação do nosso portfólio”, afirma Santos Carneiro.

O investimento é um dos maiores já realizados em movimentos semelhantes no País, na fase de pré-seed, no segmento de software para RH/benefícios. Ele será usado no go to market brasileiro da Swood, com foco em vendas, relacionamento com clientes e desenvolvimento do negócio.

“A Swood tem um sonho grande! Nossa proposta é diferente porque ela não só agrega benefícios como combina diversas funcionalidades de RH e financeiras. Enxergamos um potencial enorme para o mercado brasileiro, assim estamos entusiasmados com a nossa chegada ao Brasil e com tudo o que vamos construir daqui para frente”, celebra Julia Cohen, CEO da Swood.

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Pesquisa da Salesforce revela prioridades e desafios dos profissionais de marketing no Brasil

A Salesforce, líder global em CRM, lançou a sétima edição de seu relatório State of Marketing com base em uma pesquisa com milhares de líderes de marketing em todo o mundo. O relatório conclui que os profissionais de marketing brasileiros permanecem otimistas sobre o futuro de suas organizações, apesar das mudanças e desafios sem precedentes no passado recente. O relatório também revela um investimento significativo em ferramentas, tecnologias e canais que se tornaram indispensáveis ​​em uma era de conectar-se com os clientes de qualquer lugar.

66% dos profissionais de marketing do mundo todo esperam um aumento na receita de suas organizações nos próximos 12 a 18 meses e 77% dizem que seu trabalho oferece mais valor do que há um ano. Novos desafios estão surgindo e 61% dos profissionais de marketing brasileiros concordam que as expectativas do cliente são mais difíceis de atender do que há um ano. Para se adaptarem, os profissionais de marketing estão tendendo para as transformações digitais que iniciaram antes da pandemia. Na verdade, 92% dos profissionais de marketing do Brasil dizem que a pandemia mudou sua estratégia de engajamento digital e 91% dizem que ela mudou seu mix de canais de marketing.

“Ao longo de pouco mais de um ano, os profissionais de marketing do Brasil navegaram por mudanças no comportamento do cliente que normalmente ocorrem ao longo de muitos anos”, disse Daniel Hoe, vice-presidente de marketing da Salesforce na América Latina. “Os insights do relatório State of Marketing deste ano fornecem uma boa referência para o que mudou, o que é consistente, e para onde vão a arte e a ciência do marketing daqui para a frente”.

As tendências reveladas no relatório State of Marketing foram coletadas em uma pesquisa com mais de 8.200 líderes de marketing em 37 países e seis continentes, incluindo 300 do Brasil. Entre os insights estão:

• À medida que os clientes se tornam digitais, o marketing acelera. Os profissionais de marketing estão acelerando suas transformações digitais. Vídeo é o canal de marketing que mais aumentou de valor no Brasil durante a pandemia.

• A colaboração impulsiona a era do mercado em qualquer lugar. Não mais ligada a escritórios, uma força de trabalho distribuída está reavaliando como envolver não apenas os clientes, mas uns aos outros. 79% das organizações de marketing brasileiras estão adotando novas políticas em relação ao trabalho remoto.

• Marketing se escreve assim: D-A-D-O-S. O gerenciamento de dados está se tornando mais complexo à medida que as fontes se multiplicam. Os profissionais de marketing brasileiros esperam um aumento de 30% entre 2021 e 2022 no número de fontes de dados que usam.

• Métricas e KPIs continuam a evoluir. À medida que seu trabalho se torna mais estratégico e valioso para a empresa em geral, os profissionais de marketing estão reavaliando o que é sucesso. 70% dos CMOs ao redor do mundo alinham seus KPIs com os do CEO.

Para acessar o relatório completo, clique aqui.

Digio está com 49 vagas em diversas frentes de atuação

O Digio, bantech de serviços financeiros da Elopar (Bradesco e Banco do Brasil), está recrutando profissionais de diversas frentes, como: segurança da informação, produtos, desenvolvimento, infraestrutura e outras. No total, são 49 vagas em posições de estagiário, analista, especialista, coordenador e gerente. As oportunidades são resultado da evolução do banco digital que teve crescimento sustentável e acelerado nos últimos anos.

“Queremos talentos que nos ajudem com a nossa principal missão: transformar a vida financeira de milhares de brasileiros de um jeito descomplicado por meio de produtos, serviços e experiências. Compartilhamos uma cultura de excelência que une o desempenho do setor de bancário com a inovação, agilidade e o ambiente descontraído de uma fintech”, diz Beatriz Nóbrega, Superintendente de Gente, Gestão e CX.

A bantech foi rankeada como uma das 20 melhores empresas brasileiras para se trabalhar na região de Barueri, na categoria Empresas de Médio Porte, pela consultoria Great Place to Work (GPTW). O resultado é reflexo das boas práticas de gestão de pessoas e de uma cultura de confiança que o banco tem promovido para seus colaboradores.

O Digio oferece benefícios como assistência médica diferenciada e assistência odontológica com ortodontia, seguro de vida, auxílio creche, vale-alimentação, vale-refeição, cesta de Natal, previdência privada, Gympass, Licença Paternidade estendida, auxílio psicológico e nutricional por telemedicina e PPR (Programa de Participação nos Resultados). No momento atual, o trabalho é realizado remotamente e no retorno será híbrido com total flexibilidade.

Na sede, os colaboradores contam com ambulatório, cafeteria com lanchinhos, ambiente descontraído que permite trabalhar de qualquer lugar ou mesa. A empresa também oferece facilidades como reembolso de pedágio, estacionamento, fretado e auxílio combustível (para cargos a partir de especialistas).

Todo o processo seletivo é realizado virtualmente. Os interessados devem realizar as inscrições pelo do site https://www.digio.com.br/trabalhe-conosco/ .

Veja as oportunidades:

• Agile Master Pleno
• Analista de Cobrança Sênior
• Analista de CRM Pleno (Ciclo de Vida)
• Analista de Dados Pleno (CRM)
• Analista de Governança de Produtos Sênior
• Analista de Governança Júnior
• Analista de Infraestrutura DBA Sênior
• Analista de Infraestrutura e Cloud Services Sênior
• Analista de Inovação Pleno
• Analista de Operações Júnior
• Analista de Privacidade e Proteção de Dados Pleno
• Analista de Privacidade e Proteção de Dados Sênior
• Analista de Produtos Sênior
• Analista de Projetos Sênior
• Analista de Segurança da Informação Júnior
• Analista de Segurança da Informação Júnior (Governança de SI)
• Analista de Segurança da Informação Pleno (Governança)
• Analista de Segurança da Informação Sênior
• Analista de Sustentação Sênior (Matera)
• Analista de Sustentação Sênior (Matera)
• Analista Pleno de Gestão de Serviço
• Analista Pleno de Gestão de Serviço
• Pessoa Arquiteta de Soluções Digitais
• Pessoa Arquiteta de Soluções Digitais
• Cloud Security Engineer Pleno
• Cloud Security Engineer Sênior
• Pessoa Coordenadora de Data Engineering
• Data Analyst
• Data Science Júnior
• Pessoa Desenvolvedora de Android Sênior
• Pessoa Desenvolvedora de Backend Sênior (Java)
• Pessoa Engenheira de Dados Sênior
• Especialista de Desenvolvimento (Back End)
• Especialista de Desenvolvimento Móvel
• Especialista de Infraestrutura e Cloud Services
• Especialista de Infraestrutura e Cloud Services (SRE)
• Especialista de Produtos (Open Banking)
• Especialista de Sistemas (Open Banking)
• Especialista em Gestão de Serviços – Incident Manager
• Especialista em Sustentação (Matera)
• Especialista em Sustentação (Matera)
• Estagiário(a)
• Estagiário(a) de Produtos (Cartões)
• Estágio(a) em Produtos
• Gerente de Segurança do Produto
• Pessoa Coordenadora de Qualidade de Software – Trabalho Remoto
• Tech Lead – Backend
• UI Designer Sênior
• UX Designer Senior

Pesquisa aponta que Brasil acompanha tendências de transformação digital

A transformação digital e a consequente inovação em modelos de negócios alteraram a expectativa e o comportamento dos consumidores. De acordo com um levantamento feito pelo Fraunhofer IPK, instituto alemão voltado aos estudos de sistemas de produção e inovação, em parceria com a Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras ( ANPEI), frente aos outros países, o Brasil acompanha as tendências de transformação digital, especialmente quando o assunto é “liderança e cultura corporativa”, “tecnologia” e “estratégia corporativa”.

No entanto, o tema torna-se sensível quando falamos da geração de “cadeia de suprimentos e redes”, “produtos e serviços” e, por fim, “competências”, segundo a pesquisa apresentada durante webinar sobre Transformação Digital, promovido pela ANPEI, única entidade brasileira multissetorial e independente do ecossistema de inovação.

Em relação ao futuro, os números da pesquisa mostram que, em outros países, a principal preocupação está direcionada à “tecnologia” (previsão de aumento de 81%) e à “organização e processos” (81%) – a dimensão menos relevante, na perspectiva global, é voltada a “produtos e serviços” (69% de aumento) e “cadeia de suprimentos e redes” (72%). No Brasil, a proporção pode ganhar forte importância para o futuro no quesito “emprego e competências” (82% de aumento), “estratégia corporativa”, “liderança e cultura corporativa” e “supply chain” (76%).

“Com base na pesquisa do Fraunhofer e ANPEI, é possível observar que, quando falamos de transformação digital no Brasil, existe o desafio de aumentar o grau de consciência e inserção do tema ‘digitalização’ dentro dos nossos negócios”, diz Filipe Cassapo, presidente do Enrich in LAC. Ainda de acordo com o executivo, no caso da digitalização, o país tem maior potencial de crescimento em áreas envolvendo estratégias, produtos e desenvolvimento de produtos.

Para Marcela Flores, diretora executiva da ANPEI, em um conceito mais macro, a transformação digital é incentivada, especialmente, pelos novos padrões de comportamento dos consumidores finais. “Há, obviamente, uma aceleração deste processo por causa da pandemia. No entanto, existem alguns fatores principais que levam à necessidade da transformação digital e isso está relacionado às tecnologias digitais, competição digital e, ainda, o comportamento digital deste consumidor”, explica Marcela.

Seções industriais
Em relação às seções industriais, o conjunto de dados apontou que, na comparação entre o Brasil e o cenário global, o País se destaca em “manufatura” e em “atividades profissionais científicas e técnicas”. Por outro lado, o Brasil está distante da transformação digital quando esse processo envolve “educação” e “comunicação e informação”.

Por fim, o instituto alemão e a ANPEI colheram, ainda, dados de pequenas, médias e grandes empresas (PMEs) – com menos de 250 funcionários. No estudo, 62% das companhias globais e 60% das organizações brasileiras são PMEs.

Viveo tem mais de 120 vagas abertas em todo Brasil

A Viveo (VVEO3), ecossistema de produtos e serviços que conecta soluções de saúde, e atua desde a fabricação e distribuição de materiais e medicamentos, até a gestão de clientes, está com mais de 120 vagas de trabalho abertas para atuação em diversos locais do País. As oportunidades estão alinhadas à trajetória de crescimento da Companhia, que possui 11 empresas no portfólio, e recentemente realizou seu IPO na B3, em São Paulo.

As vagas estão abertas em São Paulo, Brasília, Ribeirão Preto, Cajamar, além de cidades de Santa Catarina, como Blumenau, Brusque e Santo Amaro da Imperatriz e de Minas Gerais, como São Sebastião do Paraíso. Elas são para diversos setores, como logística, produção, manutenção, qualidade, marketing, tecnologia da informação, recursos humanos, novos negócios e comercial.

A Viveo surgiu a partir da decisão de expansão do negócio fundamental da Mafra, empresa de distribuição de materiais médico-hospitalares e medicamentos para hospitais, e agora um escopo muito mais amplo capaz de atender ao propósito de “Cuidar de Cada Vida”. Atualmente, a Companhia tem mais de 4.600 colaboradores.

“Somos um ecossistema integrado e completo que oferece serviços, soluções e respostas com agilidade, precisão e visão do todo. Para isso, fortalecemos um ambiente diverso e inclusivo, onde a união de nossos times por meio do nosso propósito de cuidar de cada vida, abre portas para a saúde do futuro. Queremos talentos que procurem contribuir com nossa história de crescimento organizacional”, afirma Cintia Drehmer, Gerente Sênior Recursos Humanos da Viveo.

Para se inscrever nas vagas em aberto, basta acessar o sitewww.viveo.com.br na área trabalhe conosco.

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Carolina Cabral assume o comando da Nimbi e avança com política baseada em diversidade e inclusão

Comandada agora pela CEO Carolina Cabral, que ingressou na empresa em 2006 como estagiária, a companhia tem uma meta agressiva de crescimento de faturamento e também da sua base de clientes, já que atualmente é a única empresa brasileira que consegue atender a cadeia de suprimentos como um todo..

Ao ingressar na empresa, no escritório localizado na Cidade de Joinville (SC), a CEO tinha apenas 19 anos. Ela passou por grandes projetos nas Cidades de Curitiba (PR), Londrina (PR), Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP) em áreas como BPO, Central de Compras, Leilão, Consultoria de Compras, Logística, Implantação, Relacionamento com o Cliente, Comercial e Marketing. Recentemente, ela assumiu como CEO da companhia repleta de desafios.

“Em seis anos, a Nimbi multiplicou quase 20 vezes seu número de clientes graças às soluções que foram sendo desenvolvidas com foco nas necessidades dos clientes”, afirma Carolina. Entre os produtos que compõem o portfólio da Nimbi e devem maximizar os resultados no segundo semestre estão a solução de E-procurement, o marketplace Nimbi Private, os serviços para as áreas de compras e logística, além do Transporta e Gestão de Fretes + Nimbi Conta,

A empresa conseguiu excelentes resultados no mercado, tanto em número de clientes como em faturamento e aprimoramento de sua tecnologia. Com a entrada de Carolina Cabral no comando da Nimbi, a executiva pretende continuar focando nesses pontos; porém também tem como objetivo implementar uma nova cultura de gestão de pessoas, com foco na diversidade e inclusão.

“Para iniciarmos as políticas, a primeira ação realizada foi o censo interno para saber exatamente como estamos em termos de diversidade racial, de gênero, de orientação sexual, de PCDs, etc. Assim, é possível definir metas e políticas assertivas, de acordo com nossas necessidades. Outro ponto importante é a gestão horizontal, na qual garantimos mais autonomia para os colaboradores na tomada de decisão e também maior responsabilidade “, lembra a CEO.

Ela também diz que a ascensão da Nimbi se explica pelo fato de nossas soluções gerarem mais praticidade, compliance, redução de custos e agilidade nos processos das empresas. “Nós somos provedores de tecnologia e buscamos auxiliar diversos segmentos, dentro da cadeia de supply chain”, conta ela.

Uma das principais soluções da companhia, o eProcurement, segue como uma das ferramentas mais solicitadas do mercado. Outra solução de grande aposta é o Nimbi Private, o marketplace privado de compras. Além delas, há a Nimbi Conta, conta digital criada para os caminhoneiros. E, para finalizar, a Nimbi possui o Gestão de Fretes e o Transporta, ferramentas que realizam a gestão completa dos processos de logística dos embarcadores, transportadoras e caminhoneiros. “Estamos em constante evolução para oferecer produtos que se complementam e auxiliam na gestão”, diz Carolina.

Atualmente, a empresa conta com 230 funcionários e o clima de oportunidade e diversidade será um dos diferenciais e novos pilares da companhia para manter seu crescimento. “Sempre me senti respeitada por quem eu sou. Meu trabalho sempre foi valorizado e tive acesso a mentores excelentes, que me deram oportunidades incríveis”, finaliza a CEO, lembrando que seu objetivo daqui para frente é garantir aos colaboradores as mesmas oportunidades de crescimento dentro da empresa que ela mesma teve.

Algumas ações importantes já foram realizadas, como a estruturação do propósito e elaboração dos valores da Nimbi. “Para que os colaboradores possam sentir orgulho de fazer parte da Nimbi e se sintam representados pela empresa. Assim passamos a ter um time e não pessoas que estejam aqui apenas por causa de salários e cargos e sim que se reconheçam no nosso propósito e valores”.

“Além de manter o ritmo de crescimento da Nimbi acelerado, desejamos seguir quebrando paradigmas na área de Supply Chain”, finaliza a principal executiva da companhia. “Uma empresa só pode oferecer o melhor aos clientes quando os colaboradores se sentem desafiados, amparados e motivados a crescerem juntos”, afirma ela.

Com tecnologia brasileira, corretora americana amplia negócios na América Latina

Daniel Alves (CFO), Ricardo Reis (CLO) e Stephano Maciel (CEO) da Passfolio

Desde 2019, a Passfolio atende mais de 10% dos CPFs da bolsa de valores brasileira (B3) que investem em ativos internacionais. Neste ano, amplia presença na LATAM.

Com sede nos Estado Unidos e atuação no Brasil desde 2019, a corretora de investimentos possui foco em atendimento para novos investidores que buscam ativos do exterior. Em 2021, a Passfolio expandiu sua atuação também para o México. Para atender o público latino-americano, a corretora utiliza um serviço de integração de transações financeiras da FacilitaPay. A fintech mineira atua como método de pagamento local e é responsável por creditar nos EUA, em tempo real, os recursos recebidos pela Passfolio.

De acordo com Stephano Maciel, co-fundador e CEO da FacilitaPay, esse tipo de pagamento realizado melhora a experiência do usuário e reduz o tempo da transação. “Normalmente, um pagamento internacional chega em até 72 horas em seu destino. Usando a FacilitaPay, o investidor tem seus recursos creditados no exterior em questão de alguns minutos”, complementa.

O usuário final não sabe que o processo é mediado por uma empresa brasileira, mas a facilidade do serviço é um diferencial competitivo explorado pela corretora estadunidense. Atualmente, a Passfolio atende mais de 10% do número de brasileiros na B3, bolsa de valores brasileira, que acessam o mercado internacional para investimentos. Contudo, o início da atuação local foi marcado por algumas dificuldades.

Regulações do mercado financeiro brasileiro

Em 2019, quando iniciou os atendimentos no Brasil, a Passfolio teve suas ofertas de ativos suspendidas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Isso aconteceu porque a CVM, autarquia vinculada ao Ministério da Fazenda, é responsável por regular o mercado financeiro brasileiro. Dentre as questões regulatórias, há a exigência de que corretoras estejam certificadas como Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários (DTVM).

Como as corretoras internacionais não têm o certificado nacional de DTVM, a Comissão de Valores Mobiliários exige que, no caso de ofertas de qualquer forma de investimento feitas diretamente para brasileiros, estas contratem um distribuidor local de títulos e valores mobiliários. Para regularizar sua atuação no Brasil, a Passfolio firmou parceria com a RB Investimentos. Todos os avisos legais que certificam a atuação da corretora a investidores residentes, domiciliados ou constituídos na República Federativa do Brasil estão presentes no site da empresa.

Além de certificação para atuar no Brasil, a Passfolio Financial LLC, uma empresa de serviços monetários dos Estados Unidos, está registrada na Rede de Combate a Crimes Financeiros (FinCEN). Ela também é apta para fornecer todos os serviços de câmbio de moedas e criptomoedas que estão disponíveis na Passfolio.

Expectativas para o futuro

Assim como a RB Investimentos, a corretora estadunidense precisa dos serviços da FacilitaPay para atuar no Brasil, mas neste caso, a necessidade vem de questões práticas, como a integração de pagamentos. “Temos uma relação de extrema parceria com a Passfolio. No início, a ajudamos na estruturação de sua operação no Brasil e, ainda auxiliamos informalmente em qualquer necessidade que a empresa tenha localmente”, afirma Maciel.

Para o CEO da FacilitaPay, o mercado financeiro brasileiro ainda está apenas começando a descobrir o setor de investimentos internacionais e a tendência é de um crescimento absurdo. “Investir internacionalmente possibilita a busca por retornos de longo prazo, além do acesso a ativos que têm mais histórico que os disponíveis no Brasil”, complementa.

Brasileira 4Results e americana Planisware anunciam parceria para acelerar transformação digital de empresas com base em gerenciamento de projetos

Em um mundo completamente transformado por uma pandemia, as empresas correm em busca de melhorias e adaptação rápida a novos cenários. A digitalização dos negócios deu um grande salto e a inovação tem sido primordial para a sobrevivência e crescimento das corporações.

Para alcançar sucesso, é necessário contar com ferramentas tecnológicas muito eficientes. Para isso, a empresa de tecnologia brasileira 4Results anuncia parceria com a americana Planisware, um fornecedor global com mais de 25 anos de experiência em desenvolvimento e implantação de soluções de gerenciamento de portfólio de projetos. 

A 4Results é parceira Microsoft Gold com experiência em soluções de negócios e transformação digital e premiada pela Microsoft como “Partner of the Year 2019 para Brasil e América Latina” em Dynamics. Tem grande expertise em serviços e licenciamento de qualquer produto Microsoft (desde Office, Power BI até o Dynamics). Também está alinhada com a chamada “Nova Economia”, possibilitando que seu time apresente soluções inovadoras.

A Planisware é um fornecedor global de software com mais de 25 anos de experiência em desenvolvimento e implantação de soluções de gerenciamento de portfólio de projetos e conta com duas grandes soluções:

  • Planisware Enterprise, que tem apoiado organizações globais para gerenciar pipelines de projetos, reunindo orçamentos, previsões, cronogramas, recursos e horas trabalhadas. 
  • Orchestra Planisware, que foca em empresas de médio porte e conta com rápida implementação e muita facilidade para priorizar, programar e controlar portfólios em tempo real. 

Jeremy J. Scully, head da Planisware para a América Latina, afirma que  “toda organização é baseada em projetos. E que as soluções Enterprise e Orchestra  possibilitam definir um planejamento estratégico, alinhar o portfólio rapidamente a metas definidas e gerenciar pesquisas, produtos, custos, definindo quais projetos priorizar e fazendo a execução da melhor maneira”.

Ele cita exemplos ligados à pandemia de coronavírus para mostrar a eficiência da Planisware em momentos que exigiram mudanças radicais de planos. “Uma grande fabricante de medicamentos usou nossas soluções para acelerar o desenvolvimento e apresentação de uma vacina eficaz. Rapidamente, conseguiu reunir informações que possibilitaram a transferência de recursos financeiros e  esforços em pesquisas para poder ser a primeira no mundo a oferecer vacina para Covid-19″.

“Com restrição de atividades presenciais, muitas empresas precisaram vender online imediatamente. Com nossas soluções, companhias que planejavam aumentar participação em e-commerce em uma década, tinham a possibilidade de acelerar projetos e torná-los viáveis em poucos meses”, completa Jeremy.

A 4Results tem cases de sucesso em empresas médias e grandes do setor de manufatura (motores, veículos, indústria química, nutrição animal e cosméticos) e serviços (federações, locação de veículos, concessionárias e linha branca).

Para a CEO Cristiane Werner, a expertise da 4Results na gestão de grandes projetos de soluções de negócios, como ERP e CRM, permitem que os conhecimentos da equipe sejam um diferencial na implementação das soluções Planisware Enterprise e Planisware Orchestra.

“Atualmente, grandes empresas no Brasil já utilizam estas soluções e agora passam a contar com um time especializado no nosso país. A 4Results e a Planisware possuem propósito e foco em negócios complementares”, explica Cristiane.

A Planisware se destaca pela eficiência desde a fase estratégica até a execução final de projetos e é reconhecida por analistas do Gartner, consultoria internacional de tecnologia, como líder em gerenciamento de portfólio de projetos. Também tem a qualidade apontada por outras companhias renomadas como IDC, Forrester e Info-Tech.

Jeremy Scully aponta o Brasil como principal alvo na expansão da Planisware na América Latina pelo tamanho da economia local e pelo grande número de empresas que podem demandar soluções eficientes para gerenciamento de portfólio de projetos.

Cristiane Werner destaca que a  Planisware tem ajudado mais de 500 clientes de grande porte, a alcançar excelência estratégica, inovação e tomada de decisões comerciais sólidas para aumentar o valor de seu portfólio, em diversos países. Agora, tem um representante no Brasil, que é a 4Results”. 

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Startups brasileiras recebem US﹩ 772 milhões em investimentos em agosto

O ecossistema de inovação brasileiro segue bastante aquecido. Somente em agosto foram investidos US﹩ 772 milhões, distribuídos em 56 rodadas, segundo dados do Inside Venture Capital Report, relatório mensal produzido pela plataforma de inovação aberta Distrito. O montante foi mais de quatro vezes superior ao mesmo mês de 2020, que registrou uma captação de US﹩ 191 milhões, em 45 investimentos.

Entre janeiro e agosto deste ano, as startups brasileiras já receberam cerca de US﹩ 6,6 bilhões em investimentos, em um total de 457 aportes – o volume acumulado já supera em mais de 85% o arrecadado ao longo de todo o ano de 2020.

Entre os principais aportes registrados no mês de agosto estão três rodadas Series C, captadas por Omie, Unico e Petlove. Os aportes foram de US﹩ 110 milhões, US﹩ 120 milhões e US﹩ 145 milhões, respectivamente. Uma extensão no valor de US﹩ 120 milhões da Series E do QuintoAndar também contribuiu para a grande elevação dos números – somada a valores anteriores, a rodada já acumula US﹩ 755 milhões em investimentos.

“O mercado tem atraído cada vez mais investimentos estrangeiros. Softbank, por exemplo, participou de três dessas transações. Sem dúvida alguma, isso fortalece a tese de amadurecimento do nosso ecossistema e, mais do que isso, marca a evolução e a consistência dessas empresas”, reforça Gustavo Gierun, cofundador e COO do Distrito.

No que diz respeito à distribuição de investimentos por setores, as fintechs seguem na liderança: desde janeiro, foram 115 rodadas, que juntas somaram US﹩ 2,6 bilhões. Em seguida, temos as retailtechs, como são chamadas as soluções no varejo. Foram US﹩ 631 milhões captados, distribuídos em 50 aportes. As edtechs, que atuam no setor de educação, figuram em terceiro lugar no ranking, com US﹩ 294 milhões, em um total de 40 aportes.

“Temos um ano extremamente aquecido, com um crescimento contínuo. Se esse ritmo se mantiver, é certo que até o final de 2021 devemos atingir uma marca entre US﹩ 8 e 10 bilhões de investimentos captados por startups nacionais”, afirma Tiago Ávila, líder de Dados do Distrito.

M&As

Com mais 26 fusões ou aquisições de startups realizadas em agosto, o ano já acumula 160 acordos dessa natureza. Como esperado, o setor constituído pelas fintechs é o que mais tem chamado atenção das empresas: foram 22 delas adquiridas até agora. Em seguida, estão as retailtechs (19) e martechs (14).

Em relação ao modelo de negócio adotado pelas startups adquiridas, mais da metade (58,5%) são B2B e têm como público-alvo outras empresas. Pouco menos de ¼ (23,1%) são B2C e trazem soluções diretamente para o consumidor.

Nesta edição do relatório, o Distrito traz ainda uma análise acerca do perfil dos compradores dessas startups. Entre 2010 e 2020, as transações dessa natureza eram realizadas, principalmente, por empresas grandes já estabelecidas (60,4%). Apenas 30,2% desses acordos eram realizados entre startups. Os 6,6% restantes dividiam-se entre holdings e investidores institucionais.

No primeiro semestre de 2021 já se nota, entretanto, uma maior concentração de fusões e aquisições realizadas por ou entre startups. O modelo já representa 54,1% das negociações mapeadas pelo Distrito, ante 36,4% das transações realizadas por grandes empresas. A inversão se dá tanto pelo amadurecimento do ecossistema de inovação como um todo, como também pelo acirramento da competição em setores específicos como o de fintechs, no qual se vê com frequência uma startup mais madura comprando outras para ampliar seu portfólio, oferecendo aos consumidores um leque maior de produtos e serviços.

“A aquisição e fusão de startups tem se mostrado uma ferramenta muito importante, tanto para a transformação digital das empresas, quanto para a conquista de uma fatia maior de um mercado hoje super competitivo”, aponta Gierun. “Nesse contexto, vale dizer que vão ficar para trás as companhias que não se atentarem para esse movimento e para as mudanças de comportamento e de consumo de seu público”, completa.

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Eve, da Embraer, e Microflite anunciam parceria para desenvolver serviços de Mobilidade Aérea Urbana na Austrália

EVE Microfligh HIGH RES

A Eve Urban Air Mobility, uma empresa da Embraer, e a Microflite, uma das principais operadoras de helicópteros da Austrália, anunciaram hoje uma parceria que estabelecerá as bases para novas operações de mobilidade aérea urbana na Austrália, com início previsto para 2026. 

A Microflite e a Eve planejam iniciar sua parceria usando helicópteros como uma prova de conceito para validar os parâmetros que serão aplicados a futuras operações de aeronaves elétricas de pouso e decolagem vertical (eVTOL), também conhecidas no mercado como EVA (Electrical Vertical Aircraft ou aeronave vertical elétrica). Essa parceria também visa desenvolver novos serviços e procedimentos que irão criar um ambiente operacional seguro e escalonável para as operações de EVA junto com as comunidades e outras partes interessadas da indústria. 

A Microflite vem trabalhando com a Eve desde 2019, contribuindo para o Conceito de Operações desenvolvido em conjunto pela Eve e a Airservices Austrália. Esse trabalho estabeleceu a base para explorar conceitos novos e práticos para facilitar, de maneira segura, a introdução de táxis aéreos em Melbourne, Austrália. “Esta parceria é um avanço muito relevante para a Microflite. A Austrália precisa de motivação pós-Covid. Dessa forma, não há maneira melhor de fazer isso do que gerando empregos por meio de uma iniciativa de alta tecnologia e baixo carbono. Além disso, essa é uma ação que apoia o transporte, o turismo e a vivacidade deste país maravilhoso.

A Microflite trabalhará em estreita colaboração com a Eve e seus parceiros para avaliar o melhor caminho a fim de levar este serviço inovador aos clientes”, disse Jonathan Booth, CEO da Microflite. “Nossa parceria com a Microflite permite que a Eve injete inovação e novas soluções de mobilidade no mercado australiano. Podemos entregar uma solução abrangente, incluindo serviços de manutenção e gerenciamento de tráfego aéreo. Isso nos prepara para apresentar nossas aeronaves à Austrália, enquanto nos beneficiamos da extensa experiência operacional local da Microflite”, disse Andre Stein, CEO da Eve Urban Air Mobility.

Digitalização do varejo e programas de fidelidade crescem durante a pandemia

Lucas Palombo, CEO da BrandLoyalty no Brasil




A Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC) divulgou recentemente o ranking das 300 maiores empresas varejistas brasileiras em 2020. Os números mostram que a maioria dos varejistas alimentares acelerou ou iniciou a exploração do e-commerce tradicional em conjunto com a sua operação física. Muitos varejistas que não tinham esta modalidade de vendas aos clientes, passaram a adotá-la no ano passado.

Mas o e-commerce não foi a única alternativa digital destes varejistas. A venda a partir de redes sociais (social selling), o uso da plataforma whatsapp atrelado a links de pagamento, parcerias com marketplaces de terceiros e mesmo o recém-implementado PIX como nova forma de recebimento de valores, também foram considerados como alternativas no momento da jornada de consumo dos clientes.

Em outras palavras, a distinção entre o off-line e o on-line não tem feito mais sentido. Para Lucas Palombo, com background no varejo e atual CEO da BrandLoyalty no Brasil, empresa líder mundial de programas de fidelidade, “as jornadas de compra dos clientes estão cada vez mais omnichannel. Combinam o físico e o digital. Essa ‘onmicanalidade’ é sobretudo democrática dado que uma empresa pode atender seus consumidores, levando em consideração seus perfis e maneiras como cada um deseja interagir com a marca”. A mesma pessoa hoje pode decidir ir a uma loja física e comprar os produtos, mas no dia seguinte pode querer a entrega em casa, tendo se relacionado com a marca via plataforma whastapp .

Ainda segundo Palombo, o fenômeno de identificação dos clientes pode ser potencializado com a implementação de ferramentas de loyalty (clube de vantagens, programas de fidelidade, parceria com empresa que aportam moedas ou pontos) uma vez que estas ferramentas servem para obter informações do cliente, seus hábitos de consumo, mas servem também para futuras comunicações, interações e para recompensar o consumidor.

Prova disso pode ser constatada através de estudo da Abemf (Associação Brasileira das Empresas do Mercado Financeiro), em parceria com a Locomotiva, que mostrou que 55% dos consumidores passaram a dar preferência para marcas que oferecem programas de fidelidade.

A pesquisa também demonstrou que, entre as pessoas que ainda não estão cadastradas em programas de fidelidade, os supermercados apareceram como o setor que desperta maior interesse, com 92%, seguido por farmácias, 84%, lojas de eletrônicos e eletrodomésticos, 77%.

Para Lucas Palombo, “as empresas perceberam que respeitar o cliente na forma como quer interagir e recompensá-lo pela sua lealdade é bastante vantajoso”. E completa dizendo que “qualquer varejista alimentar, seja de pequeno, médio ou grande porte pode usufruir das vantagens de recompensar o cliente, seja através de um modelo físico, 100% digital ou híbrido, unificando os dois canais”.

Como forma de corroborar os dizeres, a BrandLoyalty, desde 2019, vem realizando junto a varejistas as famosas campanhas de selinhos de forma híbrida, permitindo a aquisição dos selos de forma física ou digital (cia app) e, mais recentemente, junto ao Carrefour está na sua segunda campanha 100% digital.

Campanha de fidelidade no ar desde agosto junta Carrefour e Tupperware®

A BrandLoyalty anunciou no último dia 2 de agosto mais uma ação de colecionáveis, desta vez em parceria com o Carrefour e a Tupperware®. Todas as compras na rede Carrefour podem se tornar recompensas com a “Campanha de Colecionáveis – Tupperware”, que reúne oito itens indispensáveis para auxiliar nos preparos da cozinha com a qualidade e durabilidade da marca Tupperware®.

A campanha é 100% digital e tem como objetivo deixar o programa de fidelidade cada vez mais atrativo e fortalecer a relação com os clientes cadastrados no app Meu Carrefour e que participam do Minhas Recompensas.

ESG: como as greentechs brasileiras podem se associar a ecossistemas mais avançados como o canadense

De acordo com o Global Cleantech Innovation Index de 2021, o Canadá é líder global em tecnologias limpas e inovação, o que reafirma a capacidade do ecossistema canadense de aproveitar as tecnologias que beneficiam o meio ambiente e infraestrutura verde para atender à crescente demanda global. Greentechs brasileiras têm a oportunidade de aproveitar esse know-how ao participarem do programa de internacionalização no Canadá, o Dream2B Global Acceleration Program.

Estão sendo selecionadas startups com aplicações de tecnologias em ESG, Clean Energy, Agrotech, Blockchain, Nanotechnology, Industry 4.0, IOT, entre outras; que resolvam algum impacto ambiental. As interessadas têm até o dia 10 de setembro para se inscreverem gratuitamente no link. Em sua 6ª edição, a iniciativa selecionará 10 startups de todo o país.

“Segundo previsão da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), o Canadá é o melhor país do G20 para fazer negócios. Mesmo com a pandemia, se manteve próspero, sendo um lar ideal para startups brasileiras que buscam expandir internacionalmente. Outros atrativos são: incentivo fiscal para as empresas estrangeiras, abertura do novo negócio em apenas dois dias e mão de obra qualificada em tecnologia, acesso aos 51 países que o Canadá tem acordo comercial bilateral e mais de 1,5 bilhão de consumidores. Estou ansiosa para conhecer as greentechs brasileiras que farão parte deste ecossistema na sexta edição do Dream2B Global Acceleration Program, são empresas que estão desenvolvendo tecnologia de suma importância para garantir o bem-estar do planeta e de todos nós.”, explica Regina Noppe, fundadora & CEO da venture builder canadense Dream2B.

Serão 10 startups selecionadas para esta edição, que acontecerá online de 01 a 26 de novembro. O programa incluiu mentoria com experts e empreendedores canadenses e brasileiros, workshops com profissionais para validação do modelo de negócios, reuniões com potenciais parceiros e clientes, e pitches para investidores. 

Startups brasileiras já são destaque

Em suas cinco edições anteriores, o Dream2B Global Acceleration Program ajudou mais de 45 startups. Uma delas a Safetest, startup mineira que desenvolveu teste de Covid-19 de resultado rápido e de baixo custo, obteve reconhecimento mundial após participar do programa de aceleração em 2019. “A Dream2B nos guiou em nossa jornada de internacionalização e, hoje, podemos realizar negócios nos Estados Unidos, Canadá e em vários países na Europa. E continuamos em plena expansão. As oportunidades que surgiram a partir do contato com a Dream2B foram imensas. Bastou que a gente soubesse aproveitá-las da melhor maneira”, explica Felipe Peixoto, CEO da Safetest.

A plataforma multistreaming Ciclano.io também já passou pelo programa. Segundo Maurício Castro, CEO da Ciclano, o processo de aceleração e internacionalização, foi muito importante para a startup em muitos aspectos. “Destaco o relacionamento com players importantes e mentores com foco no mercado Norte Americano. Exigir de nós, startups, o mesmo nível de entrega de grandes players e avaliar a forma de trabalho como um todo me fizeram ver com outros olhos o meu próprio negócio”, conta Castro. “Descobrir o que parece óbvio, mas nunca visto e aplicar as dicas dos mentores durante o processo já para validação fizeram grande diferença no negócio. Conectar-se com um ecossistema canadense também nos proporcionou escalar a nossa plataforma em um cenário global”, finaliza o CEO.

A Wedy foi acelerada em 2016. Era chamada “Me Casei” e vinha num progresso muito forte no mercado brasileiro, crescendo 200% ano a ano no Brasil. “Foi aí que percebemos que era o momento de pensar na internacionalização. Assim surgiu a oportunidade de participar do programa de aceleração da Dream2B. Foi possível conhecer melhor como funcionaria todo o processo de internacionalização e entender o mercado fora do país”, conta Marcio Acorci, CEO e cofundador da Wedy.

O executivo explica que um dos aprendizados que teve foi que a marca não conversava com o público estrangeiro. Me Casei era um nome totalmente português e brasileiro. Ao voltar do programa, trabalharam numa nova marca e em janeiro de 2018 se transformaram em Wedy. Como empreendedor, a experiência de vivenciar o aprendizado fora do Brasil, oportunidades de melhoria e aumentar o nível de conhecimento, foi de extrema importância”, conta o executivo.

A 6ª edição do Dream2B Global Acceleration Program é realizada pela Dream2B em parceria com a incubadora canadense Spark Centre, com apoio da Softex e Câmara do Comércio Brasil-Canadá.

Dream2B Global Acceleration Program

Gratuito

Prazo de inscrição estendido até 10 de setembro

Link para inscrição: https://www.dream2b.com.br/programa/#OVERVIEW

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Pressa por leilão pode prejudicar entrada de provedores regionais no 5G

Empresas provedoras de internet alertam que, da forma como está formulado o edital, o leilão pode atrasar a chegada da rede aos locais fora dos grandes centros

O Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou, no último dia 25 de agosto, o edital para faixas de frequência de quinta geração (5G) e o ministro das Comunicações, Fábio Faria, intensiona abrir o leilão no início de setembro, apesar dos apontamentos de que o edital, da forma como está, inviabiliza a participação das empresas provedoras brasileiras e pode prejudicar a implementação do 5G nos municípios do interior do país.

Apesar do atraso histórico da implementação do 5G no país, o Consórcio 5G Brasil – iniciativa que reúne mais de 400 empresas provedoras de internet nacionais – alerta para a urgência e importância da alteração do edital para a preservação do mercado para atuação de players nacionais. Não se trata somente uma questão de competitividade, mas também uma questão de soberania tecnológica e segurança nacional.

Vale destacar ainda que, devido ao custo benefício, a implementação da internet no interior do país, muitas vezes, não é de interesse das grandes empresas multinacionais. Por isso, o leilão, da forma como está, poderá dificultar a exploração do 5G em milhares de municipios do interior.

O Consórcio 5G Brasil reivindica, principalmente, a mudança na forma em que está disposta a questão das frequências: o leilão inviabiliza novos entrantes – somente grandes empresas multinacionais poderão participar. Dessa forma, o 5G Brasil pleiteia a possibilidade de participação no leilão por meio de uma licença nacional e, alternativa ou concomitantemente, a participação no leilão das bandas de 700MHz.

Não há como negar a importância social e econômica dos provedores de internet nacionais. E ainda há tempo para mudar essa realidade para que não se repitam os erros da implementação do 4G que, por erros na concessão, fez com que a tecnologia demorasse mais de sete anos para chegar ao interior em comparação com as grandes cidades.

São alterações urgentes, mas pontuais, que viabilizarão a participação dos provedores regionais no processo.

Consórcio 5G

O Consórcio é formado por provedores de Internet – empresas de comunicação e de capital nacional – que atende 40% das residências do Brasil levando internet, principalmente ao interior do país. Essas empresas estão presentes em 100% dos municípios do Brasil que possuem instalação de fibra óptica, sendo responsáveis por 60% desse tipo de acesso.

As empresas fazem o caminho inverso das grandes operadoras, atendendo onde elas não possuem interesse comercial, e proporcionamos qualidade e internet para toda a população. Geram renda e emprego local, treinam e formam técnicos e profissionais para o setor de telecomunicações.

Durante a pandemia, assumimos os riscos e a exposição ao covid-19 para garantir a instalação e manutenção das redes nas casas, hospitais, empresas, comércios e toda a cidade.

Números

• 14 mil Provedores Licenciados pela Anatel

• Responsáveis 60% dos acessos de banda larga

• 1 milhão de empregos diretos e indiretos gerados

• 100% presente nos municípios do país

• 6,5 billhões de contribuições em impostos ao ano. (** Média dos participantes do projeto considerando todos os regimes tributários de cada participante e extrapolando para o número de ISP’s nacional)

Duda adquire solução de e-commerce para ampliar recursos de sua plataforma de construção de sites

A Duda, plataforma de criação de sites voltada para agências de marketing digital e empresas de SaaS, acaba de anunciar a aquisição estratégica da Snipcart, uma solução de comércio eletrônico que permite às empresas adicionar um carrinho de compras a qualquer site. A aquisição é a primeira após a rodada de investimentos Série D de US$ 50 milhões (R$ 250 milhões) liderada em julho deste ano pela empresa de investimentos israelense Claridge IL. A integração entre as soluções deverá estar plenamente disponível para clientes de todo o mundo, inclusive no Brasil e América Latina, a partir do início de 2022. A companhia mantém desde 2019 uma unidade em Florianópolis, Santa Catarina, de onde coordena as ações comerciais e de suporte para clientes de toda a região.

A aquisição de uma solução no segmento de e-commerce amplia a atuação da Duda neste mercado em franca expansão. A pandemia global mudou a forma do consumo de bens e serviços, com previsão de crescimento do setor de comércio eletrônico em 50%, alcançando, no mundo, US$ 6,3 trilhões até o ano de 2024. Prova disso foi o aumento de 265% no último ano da atual solução que permite a construção de sites de e-commerce na plataforma da Duda, o que despertou o interesse da companhia em fortalecer esta frente de negócios.

Com a Snipcart, a base de clientes da multinacional se beneficiará de uma solução de e-commerce altamente flexível, que permite transformar qualquer página de um site em uma vitrine para operações de compra ou assinatura online, com recursos como carrinho de compra para produtos físicos ou digitais, integração com meios de pagamento, assinaturas de serviços recorrentes, e diversas outras funcionalidades que aprimoram a experiência de compra. O lançamento da solução integrada entre as empresas está previsto para o primeiro trimestre de 2022.

Características como a flexibilidade, modularidade e design adaptável que a solução da Snipcart oferece aos milhares de clientes da companhia canadense distribuídos pelo mundo chamou a atenção do time de desenvolvedores e gestores da Duda, com grande alinhamento na visão de produto entre as empresas. Todos estes recursos ampliam o potencial da plataforma, que oferece ferramentas para que agências de marketing digital e empresas SaaS possam automatizar a construção de sites, colaborar e atender clientes de forma simples, além de oferecer templates e recursos de design avançado sem a necessidade de codificar, alinhados com os conceitos modernos como low-code e no-code

Outro diferencial que sites e e-commerces criados na Duda possuem está no desempenho e na performance das páginas, por conta da otimização que a plataforma oferece alinhada ao Core Web Vitals, do Google, e de outros fatores importantes de SEO. A Duda reduz o tempo médio de construção de um site em 50% a 75%, permitindo que os profissionais da web escalem seus negócios mais rapidamente.

“Com este passo empolgante, pretendemos fortalecer a presença de Duda no mercado e focar em fornecer uma solução robusta de e-commerce. Acreditamos que no Snipcart encontramos uma plataforma inovadora e flexível e uma equipe super apaixonada que temos o prazer de receber na família Duda”, disse o CEO e cofundador da Duda, Itai Sadan.

“Estamos entusiasmados em nos juntar a Duda. Valorizamos nosso início de bootstrap, mas este mercado em expansão nos deu a sensação de que estávamos apenas arranhando a superfície de quão longe poderíamos ir”, disse o CEO da Snipcart, François Lanthier Nadeau. “Quando a Duda se aproximou de nós, descobrimos fortes sinergias dentro desta parceria. Raramente você encontra uma empresa adquirente que esteja alinhada tecnológica, cultural e financeiramente. Não tenho dúvidas de que, com o foco no crescimento do e-commerce e os recursos combinados de ambas as empresas, não há limite para o que podemos alcançar juntos”, conclui Nadeau.

Expansão na América Latina

Os clientes do Brasil e demais países latinos também se beneficiarão da aquisição estratégica da Snipcart pela Duda. Os planos de expansão na região, que em 2020 respondeu por 12% da receita de novos clientes da companhia, seguem desde o anúncio do último aporte. “Para atender a crescente demanda na América Latina pretendemos dobrar o time que atua na unidade em Florianópolis para mais de 30 colaboradores até 2022”, destaca a vice-presidente Latam da Duda, Alessandra Sadan. Em outubro será inaugurado um novo escritório na capital catarinense para acomodar a expansão do time, num modelo de trabalho híbrido, incentivando práticas de colaboração, criatividade e inovação, além do trabalho em equipe.

Delivery Much abre 20 vagas na área de tecnologia

A Delivery Much, aplicativo de delivery com atuação no interior do Brasil, está expandindo o time de tecnologia e abriu mais 20 vagas para a área. Todas as oportunidades são para trabalho remoto, pois, atualmente, a empresa permanece em home office. Após a pandemia, os colaboradores podem trabalhar presencialmente no escritório em Florianópolis (SC). As vagas são para todos os públicos, incluindo pessoas com deficiências (PcDs), mães solos e pessoas pretas, indígenas e LGBTQIA+.

Entre os benefícios estão plano de saúde e odontológico, seguro de vida, vale-refeição e alimentação, Participação nos Lucros e Resultados (PLR) semestral, horário de trabalho flexível, licença maternidade e paternidade estendida. Além disso, os colaboradores têm folga de aniversário, investimento em capacitação, Gympass, GoGood, parceria com SESC e ACATE, e descontos em diversos estabelecimentos parceiros. 

Desde o início da pandemia, a empresa triplicou o número de colaboradores e investe no desenvolvimento de carreira de toda a equipe, tendo recebido em 2020, por duas vezes, o título como uma das melhores empresas para se trabalhar pelo Instituto Great Place to Work (GPTW), que certifica as organizações com as melhores práticas de gestão de pessoas. A Delivery Much está presente em mais de 300 cidades de 22 estados, sendo mais de 3 milhões de usuários. 

Mais informações e inscrições pelo link https://carreiras.deliverymuch.com.br/. Confira as vagas abertas:

Associate Product Manager (APM)

Arquiteto de Segurança

Pessoa Desenvolvedora Back-end 

Pessoa Desenvolvedora Front-end

DX 

Head of UX

QA Analyst 

QA Engineer

SRE (Site Reliability Engineer)/DevOps 

Team Tech Leader

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Malu Nachreiner assume em novembro a presidência do Grupo Bayer no Brasil

Pela primeira vez, uma mulher irá comandar o Grupo Bayer no Brasil. A multinacional alemã de saúde e nutrição anuncia Malu Nachreiner como nova presidente da companhia no país, a partir do dia 1º de novembro. A executiva terá a missão de consolidar as transformações que a Bayer tem passado nos últimos anos, tendo como foco a colaboração, a inovação e a sustentabilidade, além de ampliar as sinergias entre as três divisões de negócio da empresa (Crop Science, Consumer Health e Pharmaceuticals). Malu irá manter sua posição como líder da divisão agrícola da companhia, assumindo agora dupla responsabilidade com a presidência do grupo.

“É uma honra e um ótimo desafio receber a missão de estar à frente da Bayer no Brasil, um dos maiores mercados no mundo em termos de relevância para a Bayer. Ao completar 125 anos no País, a empresa vive um momento muito especial de transformação cultural”, ressalta Malu Nachreiner. “Estamos cada vez mais conectados à sociedade e queremos ser parceiros relevantes na resolução dos grandes desafios do nosso tempo, conectados à nossa visão Saúde para Todos e Fome para Ninguém. Eu me sinto lisonjeada de liderar, a partir de novembro, uma Bayer cada vez mais inovadora e colaborativa”.

Depois de iniciar a carreira na empresa há 18 anos como estagiária, a executiva já ocupou posições de liderança nas áreas de Vendas, Marketing e Gerenciamento de Produto, sendo, até agosto de 2020, a responsável pela área de Marketing da divisão agrícola para a América Latina. No ano passado, assumiu a posição de líder da divisão Crop Science da Bayer no Brasil. Malu é agrônoma formada pela Esalq/USP (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz), com MBA Executivo pela Universidade de Pittsburgh.

O atual presidente da Bayer no Brasil, o espanhol Marc Reichardt, irá se aposentar, após 36 anos de dedicação à Bayer, nos três últimos como líder do Grupo no Brasil.

“Cheguei à liderança com o objetivo de preparar a companhia para uma transformação no modelo de negócios, na construção de um quadro de colaboradores mais amplo e diverso e na lapidação da visão de futuro da empresa. Malu Nachreiner sempre foi uma grande parceira desse trabalho e estou certo de que fará um excelente trabalho na consolidação de todas as mudanças que estamos vivendo”, afirma Reichardt.

Riachuelo abre vagas para a segunda edição do Up!Tech

pós grande adesão da primeira edição do programa de aceleração de carreira, a Riachuelo lança segunda edição do UP!Tech. Focada no objetivo de identificar, formar e reter talentos para atuar na área de tecnologia da marca, a Riachuelo, de maneira inédita, firma parceria com a feira estudantil da UNIFEI JR – empresa júnior da Universidade Federal de Itajubá (MG) – e, desta vez, promove 10 novas vagas do UP!Tech para jovens talentos de tecnologia da instituição. “Retemos todos os talentos da primeira edição do programa, seguimos em evolução na área de tecnologia do nosso negócio, o que gera maior demanda por profissionais cada vez mais qualificados. A parceria com a UNIFEI JR é mais um passo para expandirmos o UP!Tech e desenvolvermos esses jovens dentro de casa”conta Juliana Carneiro da Silva Paes, Gerente de Desenvolvimento Organizacional da Riachuelo.

Realizado desde 2006 pela UNIFEI JR, é a primeira vez que uma empresa leva oportunidades aos alunos. Neste ano, o Job Shop acontece entre os dias 8 e 9 de setembro e contará ainda com a participação dos ex-alunos: Carlos Alves, Diretor-executivo de Tecnologia e Inovação da Riachuelo e Rodrigo Carvalho, Head de Sistemas da Riachuelo, que serão palestrantes no evento.

“Somos a maior feira do Sul de Minas. O evento tem por objetivo aproximar pessoas do mercado de trabalho por meio de palestras institucionais, rodas de conversa, estandes, processos seletivos, entrevistas, testes de mapeamento de perfil, pitches, e o nosso diferencial: dentro de uma plataforma totalmente idealizada pela equipe do Job Shop, e este ano, de uma forma inédita, trazendo conteúdos de capacitação, resoluções de cases e desafios para os alunos”, diz Humberto Vinicius Trindade, diretor-presidente da UNIFEI JR.

A capacitação, voltada para as áreas de desenvolvedores de software (Devs): Front-End, Back-End e FullStack, começará em 2021. Após a feira, a Riachuelo também abrirá vagas para talentos internos e profissionais do mercado. Com duração de aproximadamente três ou quatro meses, os participantes terão acesso a diversos conteúdos online, alguns que fazem parte do portfólio da Universidade Riachuelo e outros que estarão na plataforma da Alura, consultoria de aprendizagem parceira no projeto, referência no mercado quando o assunto é capacitação em TI.

O programa também vai contar com aulas ao vivo para trazer interação e aprendizado em tempo real. Os sponsors são profissionais de tecnologia e inovação do próprio grupo, como o diretor executivo de tecnologia e inovação, Carlos Alves, e os participantes serão avaliados e desenvolvidos nas competências técnicas, comportamentais e de negócio. Além disso, há etapas hands on e on the job, na qual o tech lead acompanhará o participante muito de perto. Ao final da formação, o participante se tornará team member da Riachuelo em um squad da área de Tecnologia e Inovação.

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Clara anuncia Andreas Waldmann como seu novo Chief Marketing Officer

Clara , plataforma de gestão de despesas empresariais, anunciou a incorporação de Andreas Waldmann como seu novo CMO (Chief Marketing Officer), cuja principal missão será promover e desenvolver estratégias que permitam fortalecer a presença da empresa na América Latina e em especial no Brasil.

O Diretor tem mais de 15 anos de experiência em estratégia de negócios, e-commerce e marketing digital, colaborando com grandes empresas, incluindo Lufthansa, Citi e Volaris. Waldmann liderou equipes focadas em produto, tecnologia, dados, design de marca, bem como estratégias de marketing abrangentes. Além disso, possui MBA pelo INSEAD e diploma da Universidade de Münster, na Alemanha.

“A chegada de Andreas ao time será fundamental para continuar fortalecendo nossa presença no México quanto ao trabalho no posicionamento e expansão da marca na América Latina. Estamos convencidos de que sua visão e ampla experiência serão uma contribuição inestimável para que a companhia continue criando e agregando valor às milhares de empresas com as quais trabalhamos atualmente”, disse Gerry Giacomán Colyer, CEO e cofundador da Clara.

“Startups não só no México, mas na América Latina e no mundo estão transformando negócios, portanto, aceitar esse desafio profissional dentro de uma empresa que se caracteriza por seu dinamismo, inovação e rápido crescimento me deixa muito entusiasmado. Tenho certeza que continuaremos a desenvolver produtos cada vez mais inovadores, o que não só nos permitirá reafirmar nossa posição como a melhor solução financeira para as empresas da região, mas também lhes daremos a possibilidade de manter o controle de suas finanças, capacitar suas equipes e enfrentar o crescimento que experimentam constantemente.” contou Andreas Waldmann.