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Hilmar Becker é o novo country manager da F5 Brasil

A F5, líder em soluções que garantem a segurança e a entrega de aplicações corporativas, anuncia que Hilmar Becker é o novo country manager da F5 Brasil. Profissional com mais de 25 anos de experiência no mercado de TIC, Becker passa a liderar a subsidiária da empresa global que faturou, no ano fiscal 2017 (terminado no dia 30 de setembro), US$ 2,1 bilhões. “Hilmar Becker é um executivo muito experiente, que faz a diferença. Seu conhecimento sobre a indústria, seu reconhecimento pelo mercado e seu networking irão levar a F5 Brasil a uma nova era”, afirma Roberto Ricossa, Vice-presidente de vendas da F5 América Latina & Caribe. Antes de atuar na F5 Brasil, Becker foi country manager da HPE Aruba. Becker trabalhou, também, na Cisco Systems, Extreme Networks, Aperto Networks e 3Com.

Desafios do mercado em 2018

Sob a liderança de Becker, a F5 Brasil seguirá atendendo as maiores empresas dos principais setores (finanças, Telecom, governo, indústrias, etc.). Becker acredita que, em 2018, os principais desafios vividos pelo mercado estarão ligados à migração para a nuvem híbrida. “A gestão da segurança em ambientes híbridos é complexa, pois o controle de acesso e as proteções oferecidas variam muito de provedor a provedor”, observa. “A falta de uma política de segurança unificada e a presença de usuários com múltiplos logins ameaça a integridade da informação e os processos de negócios das empresas”.

Dentro deste contexto, Becker aponta, ainda, que em 2018 haverá uma incidência de três tipos de ataques cibernéticos: ataques criptografados, ameaças combinadas, com mais de um tipo de vetor e, finalmente, ações criminosas baseadas em Botnets de dispositivos IoT (Internet das Coisas). “A F5 tem a resposta para esses desafios”, afirma Becker. “Para garantir a segurança das aplicações corporativas – o elemento mais crítico da transformação digital –, a F5 oferece soluções on premise, em forma de serviços e na nuvem que atuam desde o controle de acesso até a luta contra massivos ataques DDos”. Isso inclui soluções de WAF (Web Applicaton Firewall), visibilidade SSL e o serviço F5 Silverline de enfrentamento a ataques DDoS e DNS.

Becker ressalta, ainda, que 100% das vendas da F5 Brasil acontece por meio do canal. “Contamos com parceiros plenamente capacitados; são empresas que constroem soluções que extraem o máximo valor da tecnologia F5”. O ecossistema de canais da F5 Brasil contribui para que a empresa ganhe capilaridade no atendimento a seus clientes, contando com profissionais treinados e certificados nas cinco regiões do Brasil.

Hilmar Becker é graduado em Design Automotivo pela Escola Franz Obethuer em Wuesburg, Alemanha. Ele fala fluentemente Português, Inglês e Alemão. Em seu tempo livre, o executivo dedica-se ao mergulho em cavernas e a dirigir veículos 4×4 em trilhas off-road.

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Sua PME teve lucro? Pois invista… na empresa

Por Gabriela Szprinc

Não existe caminho fácil para fazer sua empresa crescer. Aliás, não existe caminho fácil para nada. Assim é na vida e também no mundo das PMEs. Acredite: muitas vezes, o vislumbre do lucro inédito após meses e meses de trabalho duro pode transformar sua aventura como empreendedor no começo do fim.

Sei que isso soa um tanto negativo, mas é a pura verdade. Por mais dor no coração que esse mantra possa lhe provocar, “no começo, todo lucro precisa ser reinvestido na própria empresa”. E por várias razões, que tentarei listar a seguir.

O grande problema enfrentado por todos que têm um negócio próprio é que, no começo de qualquer empreitada, é muito difícil atingir o ponto de equilíbrio. Ou seja, o lucro demora a aparecer. Pois é exatamente durante essa etapa de expectativa (que pode durar até mesmo alguns anos) que o empreendedor precisa se convencer da necessidade de não se deixar levar pelo “direito” de tornar o primeiro e aguardado lucro em objeto de suas despesas pessoais. Você não deve guardar todo esse dinheiro no banco, mas aplicar uma boa porcentagem dele em sua própria empresa.

De acordo com recente pesquisa da MindMiners, feita sob encomenda do PayPal Brasil, a maioria dos entrevistados que pretendem empreender o fará porque quer ter mais liberdade e autonomia. São palavras poderosas, com certeza, mas que embutem algumas armadilhas. Só quem já se aventurou no mercado e abriu negócio próprio sabe que a liberdade, muitas vezes, é um mito. E a tal autonomia também está demorando um pouco para aparecer. Faz parte do processo. Afinal, no pain no gain.

Por isso, listei algumas dicas que podem fazer sua empresa navegar com mais segurança no começo da jornada – e que lhe deixarão mais ciente das reais necessidades de um empreendimento. Anote-as e siga-as para fazer seu lucro render bons frutos.

É lucro de verdade ou só aumento sazonal no fluxo de caixa?
Antes de mais nada, tenha certeza de que o que você tem em mãos é mesmo lucro e não resultado de um bom momento de mercado pelo qual a empresa está passando – cuja natureza é afeita a altos e baixos. Jamais confunda lucro com uma alteração positiva fugaz de seu fluxo de caixa. Uma dica que considero saudável é abrir uma conta no banco apenas para depositar seu lucro. Pode parecer uma burocracia tola, mas, psicologicamente, faz sentido. Isso porque, quando esse dinheiro fica na conta da própria empresa ou vai para sua conta pessoal, a tendência natural é que ele “desapareça” sem que possa ser usado de forma inteligente e eficaz. Um famoso samba de Paulinho da Viola ensina: “Dinheiro na mão é vendaval…”.

Reúna o suficiente para pagar as dívidas de sua PME
Ou, pelo menos, para tirar da frente aquelas cujos juros são mais altos. OK, não era exatamente isso que você imaginava fazer com o lucro tão desejado e que foi se acumulando na conta corrente. É compreensível… Mas pode apostar: não ter dívidas (ou ter apenas débitos saudáveis, que não comprometem o dia a dia de sua empresa) é o primeiro passo para que o reinvestimento do lucro gere mais e melhores resultados. Fica mais fácil navegar pelas águas agitadas do mercado se você não tiver âncoras te prendendo ao fundo.

Lembre-se de seu capital de giro, ele é seu melhor amigo
Como dissemos lá em cima, você não deve guardar todo o dinheiro proveniente do lucro de sua PME, mas uma porcentagem precisa, sim, retornar à conta bancária em que descansa o seu capital de giro – e ela deve contar com um gestor que conheça muito bem o mundo das aplicações financeiras rentáveis e, ao mesmo tempo, com alta liquidez. Para empresas novas, que sofrem mais com a sazonalidade, costuma-se dizer que vale a pena guardar certo capital de giro pelo menos até que seus proprietários compreendam o mercado e conheçam seus altos e baixos.

Que porcentagem do lucro deve ser guardada?
Aí quem manda é o tipo de negócio que você tem em mãos. Se ele depende de maquinário sempre renovado ou com alto grau de manutenção, tente guardar, pelo menos, entre 10% e 15% do lucro mensal. Mas, se sua PME faz revenda pura e simples de produtos via e-commerce, por exemplo, pode pensar em aumentar esse índice para até 50%. Mas, claro, tudo dependerá das necessidades imediatas de sua empresa.

Empresa moderna gera mais lucro e conquista mais clientes
Jamais perca tempo quando o assunto for modernização, principalmente quanto às suas necessidades de logística. No mundo atual, em que multiplicam-se os players de mercado, ter uma logística confiável e rápida pode fazer todo o sentido na hora de conquistar clientela. Assim como é preciso investir, sempre que possível, na melhoria de seu maquinário, para produzir mais e melhor em menos tempo. E também em um SAC que trabalhe de forma pró-ativa, antecipando gargalos de entrega de produtos e as carências dos consumidores. Neste caso específico, vale, sim, a pena investir na terceirização, com um profissional 100% dedicado e dando muita atenção às redes sociais – aliás, as redes sociais são um destino fundamental para reinvestir o lucro da sua empresa. Empresa atenta a Facebook, Instagram, Twitter, Google+ etc. tem mais chances de ampliar o faturamento. Entretanto, se você ainda não tem caixa para investir em funcionários, garanta uma organização no seu dia a dia que lhe permita equilibrar todos os pratos e garantir a satisfação de seus clientes.

Até onde devo investir em marketing?
Até onde for possível! Para um negócio que está em crescimento – ou que chegou a um limite em seu tamanho atual e precisa expandir -, reinvestir na marca é, sem sombra de dúvida, um passo fundamental. Mas esse investimento depende dos outros a que já me referi – é a velha história do “carro na frente dos bois”. Não caia na tentação de investir em MKT antes de ter certeza sobre sua capacidade real de entregar o que vende e de atender à demanda que certamente virá. Se sua base instalada estiver em dia, então direcione parte do lucro para marketing (inclusive marketing digital). Trata-se da maneira mais correta de trabalhar, pois você estará crescendo com investimentos próprios e atingindo novos públicos de forma saudável, sem colocar em risco a reputação de sua PME.

A palavra de ordem para qualquer pessoa que queira, mesmo, empreender – em qualquer setor – é planejamento. Dá trabalho, gera ansiedade e precisa de atenção total em regime 24/7. Mas quem foi que lhe disse que a independência financeira seria um caminho fácil?

Gabriela Szprinc é Head de Pequenas e Médias Empresas (SMBs) do PayPal Brasil

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GE Aviação e Teradata formam parceria estratégica

A divisão de aviação da GE e a Teradata (NYSE:TDC), empresa líder na área de análise de dados, anunciaram uma parceria estratégica com o intuito de gerar resultados de negócios com uso de analytics na companhia líder em linhas aéreas.

Com a parceria, a GE e a Teradata desenvolverão produtos e serviços para o mercado de aviação comercial para atender áreas de negócios, como marketing, vendas, serviços e suporte. O objetivo é contar com uma solução completa e pronta para o mercado – que já está disponível para ser implementada.

Ao combinar operações, ativos e redes da GE Aviação com a informação do cliente, vendas, marketing, e suporte de back office, as empresas criaram um ecossistema de fácil desenvolvimento, escala e uso. Com a solução, interrupções de vôo, por exemplo, podem ser administradas pela GE, enquanto a experiência do cliente, pela Teradata. A combinação das soluções permite que a gestão de interrupções se torne um processo completo, por que é capaz de adicionar informaçõs sobre gestão de inventários, logística, agendamento, e mão de obra. Do ponto de vista do negócio, a combinação melhora as operações de vôos, e inclusive, permite a manutenção preditiva, otimizando a eficiência operacional e melhorando a satisfação dos clientes.

“Está claro que a Teradata se destaca na área de dados e análises pelo tamanho e escala exigida por uma companhia de aviação global”, afirmou Andrew Coleman, diretor comercial da GE Aviação Soluções de Negócios Digitais. “Ao unir nossa experiência na gestão de performance de ativos e otimização de operações com a da Teradata, em gerar insigths dos clientes com uma grande quantidade de dados e múltiplas abordagens analíticas, o mercado de aviação ganhará uma solução que entrega conhecimentos compreensivos e aplicáveis”.

“A Teradata e a GE Aviação estão colaborando e ajudando clientes a usar abordagens analíticas para solucionar problemas complexos, de forma rápida, com insights acionáveis que são críticos para decisões de negócios”, afirmou Oliver Ratzesberger, vice-presidente executivo e diretor de produtos da Teradata. “A plataforma GE Predix é bem conhecida e respeitada na indústria de aviação, e estamos felizes em trabalhar em parceria com a GE Aviation Digital Solutions para ampliar esse ecosistema com as tecnologias da Teradata”.

Com a liderança global na indústria de aviação, a expectativa de resultados com a oferta conjunta é de um impacto positivo imediato para os clientes da indústria de aviação global.

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Startup Mecasei.com recebe investimento de R$ 800 mil

O Mecasei.com foi criado em 2014 com o objetivo de facilitar e deixar mais fluído o caminho até o altar. Com mais de 270 mil usuários e movimentação crescente, deve fechar 2017 o valor transacionado na plataforma em R$ 20 milhões, 65% a mais que em 2016, o site acaba de receber o primeiro “round” de investimento com aporte no valor de R$ 800 mil em uma rodada liderada pelos investidores anjo Eduardo Smith e Marco Poli.

O Mecasei.com foi fundado por dois amigos, Márcio Acorci e Daniel Tamiosso, que encontraram dificuldades ao planejarem e organizarem seus próprios casamentos e, por este motivo, decidiram criar um serviço único, onde seria possível centralizar todas as etapas sem dificuldades e stress. “O pensamento era tornar tudo mais simples, social e divertido na jornada de qualquer casal de noivos, possibilitando a descoberta, o planejamento e a organização do casamento através da internet”, revela Acorci.

“Estamos construindo inteligência de mercado baseada em dados para entregar aos noivos sugestões personalizadas para cada casal organizar o seu casamento dos sonhos”, destaca Acorci.

O mercado de casamentos vive um momento de constantes mudanças. A internet torna cada vez mais fácil a descoberta, a escolha e a contratação de qualquer serviço. Toda execução do dia-a-dia (offline) têm o potencial de ser organizado online.

O comportamento da geração “millennials” tem a tendência de valorizar a experiência em detrimento da posse e do luxo específicos é a maior prova das transformações no mercado. “96% dos Millennials nos EUA já confiam na internet como ponto de partida para o processo de preparação de seus casamentos”, comemora Acorci.

Com uma plataforma tecnológica moderna e uma experiência pessoal e humana o site auxilia os noivos a planejar, organizar e compartilhar as emoções do casamento: desde o primeiro encontro até o grande dia. Mecasei.com é um site de casamento contemporâneo, que sintoniza os sentimentos dos noivos com os seus diversos convidados e familiares.

O site é construído não apenas por tecnologias que estão em voga no mercado de inovação, mas também por um time com experiência em startups com o conhecimento do Vale do Silício.

Combinamos expertise técnica com soluções de aprendizado de máquina, análise preditiva, processamento natural de linguagem e um big data com mais de 200 mil casamentos vivenciados.

“Atendemos noivos em todas as regiões do Brasil. Normalmente são pessoas com o dia-a-dia agitado, que necessitam dar os primeiros passos na organização do seu casamento e precisam de muita ajuda para definir cada etapa. Com o Mecasei, eles têm à disposição 970 fornecedores cadastrados e uma equipe altamente especializada para atender todas as suas autênticas demandas”, finaliza Acorci.

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DB1 Global Software fecha 2017 com crescimento de 28% e faturamento de R$ 24 milhões

A DB1 Global Software, multinacional de tecnologia sediada em Maringá – PR, fecha 2017 com motivos para celebrar. Nos resultados parciais do ano, até outubro, a empresa cresceu 28% em relação ao ano anterior, aumentou o quadro de colaboradores em 25% e alavancou o número de projetos em 29%. Esse crescimento faz parte da estratégia 2032, quando a DB1 pretende figurar entre os 10 maiores grupos de TI do país.

De acordo com Ilson Rezende, presidente fundador da DB1, a crise dos últimos anos ainda deve ser sentida em 2018, mas a DB1 está preparada para minimizar o impacto e fortalecer os negócios da empresa. “Com expectativa de faturarmos acima de R$ 30 milhões no próximo ano, estamos focados em nutrir cada vez mais o relacionamento duradouro com nossos clientes, entregando produtos e serviços que de fato geram valor, tornando nossos clientes cada vez mais competitivos e transformando positivamente a vida das pessoas que estão a nossa volta”, comenta.

“Em inovação nosso foco em 2018 será escalar e aumentar a maturidade das soluções já iniciadas como o robô com inteligência artificial Tinbot. Também investiremos na internacionalização da empresa, tanto no marketplace hub ANYMARKET – que atualmente representa 10% da receita da empresa – quanto em desenvolvimento de software sob demanda, realizado pela unidade de IT SERVICES. Também pretendemos expandir a adoção de IoT (Internet das Coisas)”, finaliza Rezende.

Apesar de um ano repleto de desafios, a DB1 manteve seu foco na excelência e em entregas de impacto para que suas clientes se tornem cada vez mais competitivos em suas áreas de atuação. Outro foco da empresa foi a gestão de pessoas, com a visão de oferecer prosperidade para todos. Entre os principais marcos da empresa durante 2017, as mais emblemáticas são:

A DB1 anunciou a parceria com a SAP, líder mundial no mercado de aplicações para gestão empresarial para comercializar a solução e-B1, que integra o ERP SAP Business One a outros componentes da DB1 para gestão a vista como ANYMARKET, Livedash e Speed, consolidando as melhores práticas de gestão com um preço acessível ao mercado brasileiro e como parceiro preferencial SAP para o Norte do Paraná. A empresa também venceu a concorrência aberta pelo Senac Mato Grosso do Sul para desenvolver o Sistema de Educação do Senac, inicialmente atendendo 25 estados em um contrato avaliado em R$ 9,5 milhões.

No campo da Inteligência Artificial, foi lançado o primeiro robô com inteligência e coração brasileiro produzido pela empesa e que será comercializado em 2018 por R$ 10.000 com o objetivo de tornar acessível a tecnologia para que todos possam ter e programar um robô. Ainda este ano, a DB1 anunciou a implementação da metodologia OKR sigla em inglês para Objectives and Key Results. O método direcionou o planejamento estratégico para 2018 e vai balizar o crescimento da empresa.

Em 2017, a DB1 também recebeu as melhores avaliações do Instituto Great Place to Work: ficou entre as 20 melhores médias empresas para se trabalhar no Brasil, foi classificada como a 11ª melhor média empresa de TI para se trabalhar e eleita a 6ª melhor empresa para se trabalhar no Paraná e com a melhor colocação no setor de TI. Já a revista Você S/A classificou a empresa entre as 45 melhores para se começar carreira no país.

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Desemprego 4.0? Não é pessimismo; é choque de realidade

Por Vinicius Maximiliano

É bastante interessante notar, ao longo de tantas notícias que circulam hoje pelas redes sociais, que o foco de “sucesso”, recuperação econômica e estabilidade, misturam-se fortemente com nossa capacidade vergonhosa de imitar o consumismo americano de maneira desenfreada e descontrolada.

Milhões de consumidores gastando suas economias (ou melhor, seus benefícios sociais antecipados pelo governo!) em compra de bens de consumo, pela simples apelação de que “é época de comprar”. Esquecem-se de que, janeiro está chegando e que as economias gastas nas “festas” de consumo do fim do ano, farão falta!

Não… não sou um arauto do combate ao capitalismo, tampouco defensor do nivelamento social generalizado, nem que todos somos “iguais” e que é errado ter dinheiro ou fazer uso dele. Longe de mim! Aliás, quem me conhece sabe que sou capitalista ferrenho e entendo que, pelo menos por enquanto, somente com ele temos maior possibilidade de superar nossas diferenças e dificuldades sociais.

A razão pela qual escrevo essa história, está justamente em perceber, ao longo de quase 40 anos de existência, que as pessoas realmente são ou escolhem ser ingênuas, muito ingênuas!

As pessoas estão vivendo como se o país tivesse se recuperado, não bastasse termos hoje um dos maiores índices de desemprego de nossa história, ultrapassando os 13 milhões de desocupados.

Ouvimos em todas as mídias que a crise está passando e a economia se recuperando, nada obstante o aumento da gasolina seja o sétimo em poucos meses, a inflação real (não o índice divulgado pelo governo) esteja na casa dos 10%, e ainda tenhamos os juros mais altos do mundo.

Lemos que o mercado consumidor está aquecido e animado para o final do ano, mesmo vendo milhares de brasileiros terem seu crédito negado pelos bancos, simplesmente em uma espiral de “análise de crédito” ininteligível. Os índices de insolvência e de feirões de renegociação nunca foram tão grandes… e com tão pouco sucesso!

Afinal, sem dinheiro “vivo” no mercado, fazer acordo em dívida é simplesmente prorrogar o problema e retomá-lo ainda maior com os juros sobre juros.

Diversos bancos e empresas públicas estão à beira da falência, escondendo prejuízos e formatando PDVs para tentar sobreviver até o final do atual governo, que só sabe falar na reforma previdenciária, senão para dar uma resposta a investidores internacionais dos compromissos assumidos após o impeachment! (não, também não sou partidário do PT nem da presidente Dilma, que nos deixou uma das heranças mais nefastas da economia dos últimos 30 anos)

Os repasses aos municípios nunca foram tão prejudicados, com a queda a arrecadação real, com governos que beiram o desespero formatando “parcelamentos” criativos, na tentativa de extrair algum fluxo extra! E com tudo isso ainda vemos os “estouros de boiada” das black fridays Brasil afora. E isso é notícia em destaque…

A reforma trabalhista, que anima uns e apavora outros (e não quero aqui entrar nesse mérito!), colocou uma das estruturas mais sólidas do século passado em cheque: sindicatos estão demitindo para se manterem abertos.

Juízes do trabalho se rebelam contra o próprio Estado que os sustenta, em uma busca insana de conter o que o mercado já decidiu: não há mais segurança em nenhuma atividade profissional, senão a adaptação constante e a negociação!

Aliás, nós como brasileiros somos péssimos em negociação! Não gostamos de negociar… gostamos de impor! E nossas imposições geralmente buscam preservar nosso “status quo”, focando na preservação da zona de conforto. O lema é algo como: podemos negociar sim, desde que todos os meus privilégios sejam preservados, eu não perca meu emprego e não precise me readaptar a nada!

Setores da economia que se sentem ameaçados seguem em geral, dois caminhos: o “lobby” legislativo, em todas as esferas para tentar barrar as inovações (vide Uber, cobradores de ônibus no RJ, frentistas de posto de gasolina etc.) lançando leis mais insanas do que a própria inovação que desestrutura o mercado instalado; ou a revolta civil: o setor se reúne com seus caciques, articula uma greve geral, seguida de pancadaria e violência, e depois param a economia local ou criam empecilhos inexplicáveis ao mais cético dos estrangeiros que tende compreender as estruturas brasileiras.

A educação básica no país está abandonada pela transferência quase integral ao setor privado, que por sua vez não se preocupa em seguir as determinações mundiais de capacitação dos alunos e de respeito aos professores como formadores de seres humanos e “futuros trabalhadores”. As universidades públicas, como reduto dos “princípios” socialistas, estão sucateadas, prestes a serem fechadas e sustentam o status de “educação gratuita” para uma horda de vestibulandos, sendo formados para o desemprego!

Já o ensino fundamental foca no vestibular e esquece da vida real! Alunos bitolados, estressados, sobrecarregados com matéria totalmente “inútil” ao mundo profissional moderno em que vivemos, se debatem com outros milhares pela disputa de vagas em faculdades que, quando não estão na classificação das públicas que mencionei acima, drenam das famílias todas as economias para uma formação profissional… para o desemprego!

Raríssimas são as instituições que possuem uma grade realmente diferenciada de formação, desde o ensino fundamental até a graduação.

No Brasil, ainda vivemos o objetivo utópico de que o “estudo” é aquilo que extraímos das faculdades e que nos trará uma profissão segura, estável e para a vida toda. Só que não!

Até agora, não contei nada de novo… senão que a economia que está sobrevivendo a estes solavancos, está se reestruturando com base em tecnologias, robótica e inteligência artificial suficientes para que, ao retomar o verdadeiro crescimento de mercado, não precisem recontratar os atuais desempregados. Diante de toda essa realidade, estamos vivendo a era do Desemprego 4.0, estejamos dispostos a acreditar… ou não!

Em uma definição mais clara, é o desemprego presente, que será acrescido dos desempregados futuros, advindos da retomada da economia, sendo sua maioria profissionalmente qualificados, mas mercadologicamente desnecessários!

Desempregados altamente qualificados (para o passado) e pouco preparados para o futuro do presente. Desemprego 4.0 tem relação direta com as tendências e inovações tecnológicas que estão tomando o espaço, de forma abrupta, efetiva e constante, dos tão conhecidos e sonhados postos de trabalho “tradicionais”.

Existem debates acalorados sobre o desemprego gerado pela tecnologia, seu real impacto e quais os novos empregos que serão gerados com essa modernização. Aqueles que pregam que “não há motivo para pânico” se sustentam no discurso desgastado de que, na revolução industrial do século 19, aconteceram também mudanças estruturantes, e que apesar da resistência dos trabalhadores, mais trabalho foi criado do que extirpado. E isso é verdade… para aquela época!

Porém, uma sutil diferença esta sendo desconsiderada pelos que, romanticamente, acreditam que teremos mais empregos gerados do que eliminados no curto prazo: a velocidade e o nível de automação e informatização atuais, jamais existiram ou foram aplicados ao mercado de trabalho! E isso faz toda a diferença.

A velocidade com que essas mudanças são implementadas, impactam de forma imediata, no “virar da chave” das demissões em ato contínuo à inovação efetiva. Aquilo que chamamos de “disrupção” expõe as fragilidades do nosso atual modelo de mercado, no mundo todo! E essa velocidade está sim sendo subestimada, a meu ver de forma até amadora, pelos estudiosos e governos do país todo.

Como todas as informações que mencionei acima que são divulgadas para “acalmar e conter” os mercados e o povo, nenhum governo virá a público admitir abertamente que a crise do desemprego brasileiro está apenas começando! Nenhum instituto oficial apresentará estudos mostrando que a tendência nos próximos anos é de um aumento crônico do desemprego, onde as políticas sociais atuais serão simplesmente ineficientes diante dessa crise emitente dos empregos.

Um ou outro mais realista começa a propor a Renda Mínima Universal, que teve sua origem no Brasil com Eduardo Suplicy, e que até hoje nunca foi implementada efetivamente no país (menciono aqui o político, sem concordar ou discordar de sua teoria, apenas como referência teórica).

E mais: nenhum político irá admitir, praticamente em ano eleitoral, que efetivamente não há meios de curto prazo para evitar o aumento do desemprego e pior: que o desemprego atual não será reduzido, simplesmente porque não haverá empregos suficientes no mercado que ressurge da crise e que se estrutura, rapidamente, nas novas tecnologia.

Em um outro artigo, falei que a “ingratidão do mercado” é implacável com os causadores das crises! O empresário que sobrevive ao tsunami da crise, estrutura-se para que não sofra mais com aquele impacto. E atualmente, existem alguns aliados que até os anos 90 não existiam: a robótica, a tecnologia e a inteligência artificial.

Esses três ingredientes impactam fortemente no mercado de trabalho, sustentam a produtividade, aumentam a lucratividade e consequente… aumentam o desemprego! Os detentores das inovações tecnológicas serão os novos privilegiados do futuro…. e o Brasil, no quesito “privilégios”, é especialista de longa data!

O problema é que aqui, ao invés de estruturarmos os futuros “desempregados pela tecnologia” com recapacitação e nova qualificação profissional, insistimos em dizer que “tudo ficará bem”, que as filas e filas de novos graduados, integrantes do vestibular e técnicos, serão empregados “assim que o mercado se recuperar”, em uma gritante parábola do crente: todos creem, mas ninguém vê nada de efetivo, senão as filas de desempregados.

É bem verdade que algumas profissões terão aumento de demanda, desemprego zero, pleno emprego e salários bem generosos. E isso é fruto da economia de mercado! Porém, o que tratamos aqui é que a grande massa de trabalhadores atuais não se adequará a essa nova demanda, a tempo de não terem que sofrer o fantasma do desemprego.

Enquanto os governos simplesmente não sabem o que fazer, ao mesmo tempo que jamais irão admitir que não possuem um norte para combater esse desastre, as famílias brasileiras estão se endividando, seja para consumir por demanda reprimida de tantos anos, seja para pagar faculdades ou financiamentos estudantis de seus filhos, seja para tentar renegociar dívidas impagáveis em um sistema financeiro nefasto, com controle estatal duvidoso e totalmente responsável pela crise atual em que vivemos (e isso pode ser objeto de um outro artigo!)

E mais ainda: enquanto acreditarmos politicamente, que medidas de reserva de mercado (como leis que garantam determinadas categorias profissionais) são a forma correta de impedir o desemprego ou de preservar empregos, só estaremos prorrogando o sofrimento e perpetuando a mentira, baseada em um mercado não está disposto a se sujeitar ao passado, mas simplesmente quer liberdade de se adequar ao que o mundo oferece: modernidade, gestão eficiente, otimização e demanda por profissionais muito, mas muito capacitados!

Aceitemos: as novas tecnologias vão sim tomar nossos empregos… resta-nos saber de que forma nos tornaremos úteis para que essas máquinas demandem de nós mesmos, recapacitação, para que não nos tornemos obsoletos imediatamente após nossa tão sonhada formação profissional!

Vinicius Carneiro Maximiliano é Carneiro é advogado corporativo e gestor contábil.

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Tableau lista 10 tendências de Business Intelligence para 2018

Toda empresa – desde startups emergentes até as organizações globais – precisa lidar com um número incalculável de dados, e a necessidade de desenvolver um método eficaz para gerenciar esta demanda tem sido um grande ponto de discussão. Por isso, a maioria das companhias tem implementado soluções de Business Intelligence (BI) com o objetivo de elevar e acelerar decisões direcionadas por dados.

Pensando nisso, Eduardo Schvinger, diretor da Tableau Brasil, empresa de software para análise visual de dados, separou as 10 tendências mais relevantes para ter em mente para o próximo ano.

Não tenha medo da Inteligência Artificial

Automatizar tarefas simples, que dependem de mão de obra intensiva, como matemática básica, garante aos analistas ganho de tempo para pensar estrategicamente sobre implicações comerciais de suas análises e planejar os próximos passos. Além disso, a IA ajuda o analista a permanecer no fluxo de seus dados. Sem precisar parar números decisivos, os analistas podem fazer as próximas perguntas para se aprofundarem na análise. É inegável o potencial da máquina, mas é fundamental reconhecer que ela deve ser adotada quando há resultados claramente definidos. Embora possa haver a preocupação do profissional ser substituído, a automatização pode ser a grande aliada do analista, tornando-o mais preciso e impactante para os negócios.

Aposte no processamento da linguagem natural

O Gartner prevê que até 2020 50% das consultas analíticas serão geradas por meio de pesquisa e processamento de linguagem natural (NLP, sigla em inglês) ou voz. A NLP capacitará pessoas a fazerem perguntas mais detalhadas sobre os dados e receberem respostas relevantes que as levem até as melhores decisões. Simultaneamente, os desenvolvedores e engenheiros darão maiores passos ao explorar como a PNL é utilizada, examinando como as perguntas são feitas. O maior desafio e melhor ganho será o de enfrentar ambiguidades e entender os diversos fluxos de trabalho. A oportunidade surgirá, não da colocação da NLP em todas as situações, mas tornando-a disponível nos fluxos de trabalhos corretos para que se torne uma segunda natureza aos que a utilizam.

O futuro da governança de dados depende de contribuições coletivas

A medida em que a análise de autoatendimento se expande, um funil de perspectivas e informações valiosas inspira formas inovadoras de implementar a governança. Governança é muito mais sobre o uso da sabedoria de um grupo de pessoas para obter os dados certos para as pessoas certas, do que sobre bloquear dados para um grupo de indivíduos. As estratégias de BI e de análise devem abraçar o modelo moderno de governança em 2018: os departamentos de TI e engenheiros de dados farão a curadoria e a preparação das fontes de dados confiáveis e, com o serviço autônomo, os usuários finais serão livres para explorar dados confiáveis e seguros.

O debate sobre múltiplas nuvens continua

Segundo a Gartner, uma estratégia de multi-nuvem se tornará comum para 70% das empresas até 2019. Ao passo que as empresas se preocupam cada vez mais com a vinculação de uma única solução herdada, avaliar e implementar um ambiente multi-nuvem pode determinar quem oferece o melhor desempenho e suporte para cada situação. No entanto, enquanto a flexibilidade pode ser uma vantagem, essa abordagem aumenta o custo indireto ao dividir as cargas de trabalho entre provedores e forçar desenvolvedores internos a aprenderem sobre várias plataformas. Com a adoção multi-nuvem em ascensão, as companhias devem avaliar sua estratégia e medir a adoção, uso interno, demandas de carga de trabalho e custos de implementação para cada plataforma.

A ascenção do Chief Data Officer

Análises de dados estão se tornando cada vez mais relevantes para as organizações, mas em alguns casos, há um atrito entre o CIO e a empresa devido a uma incompatibilidade entre o ritmo em que as informações são criadas e as exigências de segurança e governança dos dados. Com isso, o C-Suite está se tornando responsável pela criação de uma cultura de análise. Para muitos, a nomeação de um Chief Data Officer (CDO) ou Chief Analytics Offices (CAO) para liderar a mudança de processos de negócios, superar barreiras culturais e comunicar o valor da análise em todos os níveis, é a resposta para esta questão. O papel do CDO/CAO é focado em resultados e eles garantem que há conversas proativas de nível C acontecendo sobre como desenvolver uma estratégia de análise desde o início.

A “Localização das Coisas” vai guiar a inovação em IoT

Como uma subcategoria da IoT, a “localização das coisas” abrange os dispositivos que detectam e comunicam posição geográfica. A captura desses dados permite ao usuário considerar o contexto adicional da localização de um dispositivo ao avaliar a atividade e os padrões de uso. Esta tecnologia pode ser usada para rastrear recursos, pessoas e, até mesmo, interagir com dispositivos móveis como smartwatches ou crachás para fornecer experiências personalizadas. Ao que se refere à análise de dados, os números baseados em localização podem ser vistos como uma entrada x saída de resultados. Se os dados estiverem disponíveis, o analista pode incorporar essa informação para entender o que está acontecendo e o que ele deveria esperar acontecer.

Vulnerabilidade leva a um aumento no seguro de dados

Para a maioria das empresas, os dados são um ativo comercial essencial. Como temos acompanhado, por meio de brechas de dados recentes e proeminentes, uma ameaça pode ser devastadora e causar danos irreparáveis à marca. A transformação de dados em commodity significa que o valor da companhia só aumentará e, em última análise, levará novas questões e discussões sobre como essa matéria-prima impulsionará as empresas a maiores vantagens. E como qualquer bem de uma companhia, não é bom que seja roubado. Por isso, procure por empresas que investem com sabedoria em cibersegurança para garantir que este bem esteja protegido.

A função do engenheiro de dados ganhará mais importância

Os engenheiros de dados estarão cada vez mais conectados ao movimento de usar os dados para tomar melhores decisões de negócios. Entre 2013 e 2015, o número de engenheiros de dados mais do que duplicou. Em novembro de 2017, já existiam mais de 3500 posições abertas para “engenheiro de dados” no LinkedIn, indicando a crescente demanda por esta especialidade. Responsáveis por toda a extração de dados fundamentais do negócio, à medida que a taxa de dados e capacidade de armazenamento aumenta, alguém com grande conhecimento técnico dos sistemas torna-se crucial.

O impacto humano das artes liberais no setor da análise de dados

Com as plataformas tecnológicas mais fáceis de serem usadas, o foco em especialidades tecnológicas diminui. Afinal, todos podem usá-las sem precisar de habilidades técnicas profundas, uma vez que se fazem necessárias. Mas é aí que pessoas com conhecimentos mais amplos, incluindo os artistas liberais, entram. Eles podem gerar impacto em indústrias e organizações que sentem falta de profissionais de dados. A priorização da análise de dados colocará esses profissionais em posições de ajuda às companhias que querem ganhar vantagem competitiva. E, à medida que a análise evolui para capturar arte e ciência, o foco passará de, simplesmente entregar dados, para elaborar histórias orientadas por dados que influenciem as decisões.

Programas de ciência e análise de dados em universidades

Em 2017, pelo segundo ano consecutivo, “cientista de dados” ganhou o primeiro lugar no ranking anual da Glassdoor dos melhores empregos na América. E, um relatório recente da PwC e do Business-Higher Education Forum, revelou que até 2021, 69% dos empregadores preferirão candidatos a emprego com ciência de dados e habilidades de análise. Por sua vez, a urgência de preencher um funil de entusiastas de dados altamente qualificados é fundamental. No Brasil, algumas universidades como Fundação Getúlio Vagas (FGV) e Fundação Instituto de Administração (FIA) lançaram cursos para promover habilidades de dados, incluindo MBA, Mestrado e cursos de especialização em Ciência da Informação.

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Lavoura high tech: a importância da tecnologia no Agronegócio

Por Marcos Pazeto, Diretor de Serviços da AdopTI

O uso da tecnologia no mercado de agronegócios já é uma realidade. De acordo com um recente levantamento da Comissão Brasileira de Agricultura de Precisão (CBAP), 67% das propriedades agrícolas no país já adotaram algum tipo de inovação tecnológica, dentro ou fora do campo. Responsável por 23% do PIB brasileiro, o segmento de agronegócios tem impulsionado a economia e, por isso, é imperativo que os players do setor especializem-se e conheçam as novas demandas tecnológicas para destacarem-se nesse mercado cada vez mais competitivo.

O mais recente levantamento do Índice de Confiança do Agronegócio (IC Agro) medido pelo Departamento do Agronegócio da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Deagro/Fiesp) e da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), apontou que a confiança de industriais do agronegócio aumentou no terceiro trimestre de 2017 na comparação com o trimestre anterior.

Nesse cenário de recuperação econômica, a transformação digital é a resposta aos grandes desafios atuais do agronegócio. A tecnologia promove a praticidade, facilita a execução de tarefas na rotina diária do campo, além de possibilitar aos produtores rurais melhor planejamento, mensuração e utilização correta de uma infinidade de informações e dados, para otimizar a produção. Já existem hoje no mercado soluções avançadas de gestão com algoritmos desenvolvidos especificamente para atender as demandas desse setor. Desta forma, a agroindústria consegue alcançar seus objetivos operacionais, aumentar a produtividade e os ganhos de safra das fazendas, além de diminuir os custos.

Seguindo a mesma linha de inovação, a mobilidade também chega como um fator essencial para a evolução do agrobusiness, já que a utilização de dispositivos móveis integrados a uma plataforma tecnológica promove inteligência ao processo de gerenciamento das fazendas.

A utilização de drones no cultivo é outra ferramenta tecnológica que ganhou espaço na agricultura e na pecuária. Por tratar-se de um equipamento versátil, uma vez que é capaz de desempenhar diferentes funções na fazenda, o valor do investimento é justificável e rapidamente recuperável. Os softwares embarcados nos drones podem captar imagens georeferenciais em tempo real, identificar problemas e fornecer informações precisas de falhas no plantio, trechos com excesso ou falta d’água, pragas, entre outros dados que agilizam e tornam mais inteligente o processo de tomada de decisão.

A agricultura de precisão traz mais eficiência no campo, diminuindo as perdas por meio de um processo de trabalho mais eficiente. Os agricultores contam hoje com soluções avançadas de controle das máquinas com auxílio de GPS, sistemas de mapeamento da colheita, além de softwares de gestão de toda a cadeia produtiva, que oferecem suporte à decisão agronômica.

Abraçar a transformação digital exige não só a adoção das tecnologias disponíveis como manter-se à procura da próxima inovação tecnológica para o setor. Só assim será possível dar continuidade a este processo de evolução produtiva das operações no campo.

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Empresas brasileiras reconhecem que o software é importante para o crescimento econômico

O aprimoramento do desenvolvimento de software por meio da construção de uma Moderna Fábrica de Software é o cerne do sucesso empresarial na economia digital. Esta é a principal conclusão da pesquisa comissionada pela CA Technologies com mais de 1.200 líderes de TI em todo o mundo.

O levantamento inédito aponta que 100% dos gestores brasileiros entrevistados reconhecem que o software é essencial para o crescimento da economia e 99% deles acreditam nessa importância para o crescimento em novos mercados Neste contexto, 95% afirmam que o software permitirá entregar uma melhor experiência para seus clientes nos próximos dois anos.

Se por um lado a pesquisa mostra que as empresas brasileiras estão antenadas com as tendências de transformação digital, ela também revela as dificuldades encontradas para a implementação de novos processos de desenvolvimento de software e mudança de cultura corporativa: 69% dos entrevistados afirmam que suas equipes de software precisam mudar drasticamente para responder aos desafios da economia digital.

Enquanto apenas 36% dos respondentes acreditam que suas equipes estão preparadas para entregar software de forma contínua e com qualidade, 61% das companhias brasileiras têm dificuldades para encontrar profissionais experientes no desenvolvimento de aplicações. “Além da dificuldade de encontrar os talentos certos, o treinamento e as ferramentas não são suficientes. Apenas 36% dos respondentes afirmam que as empresas oferecem os instrumentos certos e 33% oferecem treinamentos para suas equipes”, diz Marcel Bakker, presidente da CA Technologies no Brasil.

Segundo Bakker, a conscientização sobre a importância do software é fundamental e os resultados da pesquisa mostram que a grande maioria dos gestores (91%) também pensa que o software é essencial para a transformação digital. Para tanto, os entrevistados brasileiros acreditam que as empresas devem focar em três pontos principais: entrega contínua de softwares (93%); implementação da segurança em seus processos de desenvolvimento (93%) e insights dos clientes para melhorar seus produtos (98%).

“Ainda temos muita oportunidade de evolução e desenvolvimento, porque uma parte considerável das organizações brasileiras ainda não encontraram seu próprio caminho para ter processos flexíveis, que permitam acompanhar as demandas de seus negócios”, comenta Bakker. Na pesquisa, apenas 26% das companhias afirmam que possuem processos internos para testar a segurança dos seus softwares e 34% acreditam que as culturas e práticas suportam colaboração no desenvolvimento, operações e segurança da TI.

Os dados globais

A pesquisa mostra o quão relevante é a distância entre os “Mestres da Moderna Fábrica de Software” – os 25% que adotam os princípios de agilidade, automação, insights e segurança – e o restante, considerando uma série de fatores como receita, lucro, liderança executiva e adoção de abordagens e ferramentas inovadoras de desenvolvimento.

Os chamados “Mestres” compreendem e exploram o mundo digital em todos os pilares de suas organizações e, portanto, superam os demais em indicadores-chave de negócios. Quando comparados com o restante dos entrevistados, os “Mestres” apresentam um crescimento nos lucros 70% maior e um aumento de renda 50% maior.

“Há uma indicação clara de que as organizações que adotam práticas modernas de desenvolvimento de software, como agile, automação, machine learning e análises para gerar insights, além de integração da segurança no processo de desenvolvimento, estão obtendo melhores taxas de crescimento”, afirma Otto Berkes, vice-presidente executivo e CTO da CA Technologies. “Se você não tem uma abordagem moderna ao software, juntamente com a fábrica necessária para entregar sua visão, você ficará para trás em um mundo onde os ´mestres´ são os vencedores”, acrescenta.

Metade das organizações “mestres” afirmam que seus executivos estão aptos para sobreviver na economia dos aplicativos, enquanto apenas 18% das empresas convencionais estão prontas para este momento. Essa proporção também acontece quando eles exploram novas estratégias baseadas em software: 53% dos “mestres”, e apenas 18% dos convencionais, utilizam essas táticas.

Entender e oferecer o melhor para o cliente é outro ponto de grande diferença. No grupo dos “mestres”, 61% informam que entendem as necessidades dos seus clientes e se esforçam para atendê-las – contra 22% dos demais entrevistados. Ainda assim, os “mestres” entendem que o risco é necessário e mais de 43% da cultura dessas empresas apoia a assunção de riscos, em comparação a 17% das empresas convencionais.

“A realidade é que o futuro dos negócios está nas mãos dos desenvolvedores e depende de quão bem cada empresa se prepara para oferecer aos times de softwares os meios para aproveitar as oportunidades de crescimento “, concluiu Berkes.

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ABES reúne representantes do Mercado de TI e aponta perspectivas para 2018

A ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software) entra na reta final do ano com um balanço das conquistas do setor de TI em 2017 e as perspectivas para o mercado em 2018. Em evento de confraternização com empresários, jornalistas e representantes do governo, realizado na última segunda-feira (11), em São Paulo, a associação, em parceria com o Movimento Brasil País Digital, nomeou Embaixadores Honorários que contribuíram para o desenvolvimento do setor e pela transformação digital do Brasil em 2017.

Segundo Francisco Camargo, presidente da ABES, um dos objetivos permanentes da entidade é conseguir um ambiente de segurança jurídica e tributária no Brasil. “Nesse sentido, avançamos muito em 2017 com a Reforma Trabalhista, com a Lei de Terceirização e a uniformização das alíquotas de ISS para os serviços de TI na cidade de São Paulo”, diz o presidente.

Apesar do avanço jurídico com essas ações, o setor também deu alguns passos para trás com a intenção dos Estados em instituir, sem base Constitucional, a tributação do ICMS sobre a venda de software e com a tentativa de pôr fim a uma Política Pública Estruturante de bastante sucesso, que foi a instituição do INSS Patronal sobre a Receita Bruta.

Dentro do contexto econômico, a ABES enxerga 2017 como um ano positivo e de recuperação. “O Brasil está sinalizando uma retomada econômica consistente e que esperamos que perdure. A expectativa é que o crescimento do setor de TI feche 2017 em 4% e TIC em 2%”, comenta Jorge Sukarie, presidente do conselho da ABES.

Perspectivas 2018

A projeção econômica da ABES para 2018 também é positiva. “A expectativa é que no ano que vem o setor de TI continue em crescimento, chegando à marca de 6% e TIC em 4%”, declara Sukarie.

Entre as prioridades da ABES para 2018 está a implementação de seu programa de compliance, já em andamento, e a criação de um Fundo dos associados para defender o setor contra a intenção dos Estados em tributar com ICMS a venda de software.

Além disso, a entidade ressalta a importância dos canais de diálogo com os diversos setores no Brasil, por meio dos seus diversos Comitês e eventos como a ABES Software Conference.

Para a entidade, o avanço rápido da tecnologia apresenta uma grande oportunidade para o setor em 2018. “A tendência é que as tecnologias disruptivas continuem crescendo exponencialmente e que muitas vertentes da economia dependam cada vez mais de software. Esse movimento traz grandes desafios para o setor, mas muitas oportunidades também”, comenta Jorge Sukarie.

Embaixadores Honorários

Durante o evento, em parceria com o Movimento Brasil País Digital, a ABES nomeou Embaixadores Honorários de 2017, que contribuíram para o desenvolvimento do setor e pela transformação digital do Brasil.

Na lista de agraciados, estão: Júlio Semeghini, Secretário de Governo da Prefeitura de São Paulo; Caio Megale, Secretário de Finanças da Prefeitura de São Paulo; Bruno Ricardo Bioni, advogado e pesquisador do NIC.BR; Maximiliano Martinhão, ex-Secretário da SEPIN e atual Presidente da Telebrás; Fábio Rua, Co-fundador do Movimento Brasil Pais Digital e Conselheiro da ABES; Andriei Guerrero Gutierrez, Co-fundador do Movimento Brasil Pais Digital e Coordenador do Comitê Regulatório da ABES; Luigi Nesse, Presidente de honra da CNS e presidente do SEPROSP; Manoel Antônio dos Santos, Diretor Jurídico da ABES; Anselmo Gentile, Diretor Executivo da ABES; Murillo Laranjeira, gerente de relações governamentais do Facebook; Marcelo Pagotti, Secretário de Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão; Daniel Annenberg, Secretário de Inovação e Tecnologia da cidade de São Paulo; Thiago Sombra, Professor da UnB, advogado e especialista em Transformação Digital e Fluxo de Dados.

Para a ABES, a iniciativa reconhece o trabalho desses profissionais em prol da Segurança Jurídica, da Transformação Digital do Brasil e do desenvolvimento do setor de tecnologia. “Esse foi um ano de muito progresso para o mercado e, por isso, o Movimento Brasil País Digital, com o apoio da ABES, criou a comenda de Embaixadores Honorários. Acreditamos que o prêmio reforça a importância da contribuição de diversos agentes para o desenvolvimento tecnológico do País”, declara o Francisco Camargo, presidente da ABES.

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De cientista de dados a diretor de transformação digital, conheça profissões de Tecnologia que estarão em alta em 2018

O PageGroup, referência mundial em recrutamento especializado de executivos de todos os níveis hierárquicos, traz a lista dos cargos que devem predominar em 2018. O levantamento, realizado pelos consultores da Page Executive, Michael Page e Page Personnel contempla uma relação das profissões que devem “bombar” no ano que vem. As posições deste material refletem as análises, estudos e percepção dos especialistas do PageGroup junto ao mercado de tecnologia.

“Diferentemente do que vinha acontecendo, quando as empresas estavam preocupadas em contratar profissionais que pudessem ajudá-las na busca pela eficiência e redução de custos, agora o que as companhias querem são executivos que possam levá-las a outro patamar. Estão de olho em profissionais que sejam capazes de liderar essa transformação, com foco em aproveitar e maximizar as oportunidades que devem surgir no próximo ano. É um momento crucial para as empresas. Amargaram maus resultados nos três últimos anos e agora precisam de executivos com ambição, visão de inovação e capacidade de execução”, explica Ricardo Basaglia, diretor executivo da Michael Page e Page Personnel.

“É importante destacar que a governança corporativa voltou ao centro dos investimentos e discussões e um bom exemplo é o conceito de compliance, que veio para ficar. Companhias estão em busca de executivos dispostos a preparar o caminho para receber novos investimentos, reorganizar questões tributárias e liderar projetos de transformação digital, mesmo que ainda não seja de forma exclusiva, como já ocorre no exterior. Não apenas a sociedade, mas o mercado em geral terá que pensar criativamente as transformações digitais. Não basta adaptação, é preciso desenvolver times e projetos para encarar a cultura de aceleração tecnológica que está transformando todos os setores, inclusive os mais tradicionais, da economia do Brasil”, conta Fernando Andraus, diretor executivo da Page Executive.

Confira a lista dos cargos mais promissores para o próximo ano:

Page Executive

Diretores de transformação digital (diretor de e-commerce, diretor de marketing ou o diretor de TI/CIO)

O que faz: dificilmente tem responsabilidade exclusiva por transformação digital, mas nesta posição tem papel de liderar todas as iniciativas de transformação digital e inovação das empresas. Os últimos anos foram marcados por forte expansão destes projetos, especialmente em varejistas, bancos e empresas de consumo.

Perfil: profissionais que já tiveram vivência relevante em e-commerce ou empresas “nativas digitais”, com grande capacidade de influência.

Remuneração: R$ 40.000,00 a R$ 65.000,00 mensais, dependendo do porte da empresa.

Motivo para alta em 2018: o mundo está passando pela transformação digital acelerada e é fundamental ter profissionais experientes e dedicados para liderar estes projetos dentro das empresas.

Michael Page

Gerente de Transformação Digital – Marketing

O que faz: implementa processos de mudanças digitais nas empresas, trazendo ferramentas e agregando conhecimento para a modernização do marketing.

Perfil da vaga: conhecimento em ferramentas de digital, além das noções básicas de marketing tradicional, onde a capacidade de mudança será primordial.

Salário: R$18 mil a R$20 mil

Motivo para alta em 2018: digital em grande crescimento com as empresas em constante transformação na área de marketing.

Gerente de Expansão (TI)

O que faz: visualizar o desenvolvimento e comercialização de produtos e negócios como funções integradas, e não silos, direcionando a empresa a repensar a melhor abordagem ao utilizar dados, tecnologia e infraestrutura.

Perfil: de forma cruzada com engenharia, design, análise, gerenciamento de produtos, operações e marketing para projetar e executar iniciativas de crescimento embasadas em tecnologia e desenvolvimento digital.

Salário: R$15 mil a R$ 25 mil

Motivo para alta em 2018: tal como acontece com muitas organizações de inovação, o que começa nas startups migra para organizações maiores que desejam operar de forma empresarial, demandando profissionais com habilidades e certezas de que os dados e infraestrutura estão no lugar certo.

Page Personnel

Engenheiro ou Cientista de Dados

O que faz: o cientista de dados é a combinação entre negócios e percepção estatística. É o profissional responsável por solucionar problemas do negócio com técnicas de orientação a dados, bem como detectar tendências que podem ajudar nos resultados de uma empresa.

Salário: R$ 9 mil a R$ 15 mil

Perfil da vaga: combinação com qualificações estatísticas, matemáticas ou afins com curiosidade para fazer descobertas em big data.

Motivo para alta em 2018: em um cenário onde as empresas precisam processar e analisar um grande volume de informações, o cientista de dados se tornou um profissional com grande busca em grandes empresas que buscam ter mais estratégia no negócio assim como inovações tecnológicas inteligentes.

Analista de Mídias Digitais

O que faz: responsável por conhecer com propriedade as principais redes sociais (Facebook, Twitter, Instagram, entre outras) e tudo o que as envolve como perfil de usuários, performance, forma de conteúdo e metrificação, além de realizar o gerenciamento das mídias sociais. Ajuda, também, na gestão da marca e comunicação da empresa.

Perfil: formação em Marketing, Publicidade e Propaganda, Comunicação Social e afins. As formações especializadas são cada vez mais valorizadas nesse mercado.

Salário: R$ 3 mil a R$ 6 mil

Motivo para alta em 2018: é uma profissão em ascensão pois cada vez mais as pessoas compram e buscam produtos/serviços pelas mídias digitais. As empresas precisam concentrar seus esforços na atração, engajamento e relacionamento com seus clientes nas redes sociais. Isso é importante tanto para posicionamento da marca quanto para se envolver com seu público de modo mais assertivo e atual.

Observação: profissionais de tecnologia também podem desempenhar esta função/ou trabalhar em parceria com a área de Social Media, cada vez mais requisitada por empresas de todos os segmentos.

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Santander, Mastercard e Dafiti testam solução de pagamentos online com reconhecimento facial

O Santander, a Mastercard e a Dafiti iniciam os testes do Identity Check Mobile, solução que autentica pagamentos online com o uso da biometria – seja impressão digital ou reconhecimento facial. O objetivo é verificar, de forma simples e segura, a identidade do portador do cartão, sem a necessidade de digitar a senha. O Banco é o primeiro emissor da América Latina a disponibilizar a solução para correntistas e não correntistas.

Neste primeiro momento, aproximadamente 120 mil clientes serão convidados a testar a tecnologia. Mas a expectativa é que a solução esteja disponível direto no aplicativo Way, do Santander, para todos os consumidores já no primeiro semestre de 2018.

Durante o piloto, os clientes irão baixar um app chamado ID Check para Santander e cadastrar seus dados biométricos – com o scanner de impressão digital ou com uma selfie em seu smartphone. Na sequência, farão suas compras normalmente no site da Dafiti com um cartão de crédito ou débito do Santander. Na etapa final, uma notificação será enviada no celular do consumidor para autenticação do pagamento via biometria.

Em geral, os métodos de verificação de identidade atuais em uso levam os compradores para fora do site, e exigem que os compradores insiram uma senha para concluir a compra. O Identity Check Mobile elimina este processo, o que agiliza a experiência da compra digital e aumenta a segurança.
“A autenticação de transações online com o uso de biometria é um passo que nos mantém à frente no processo de transformação digital no mercado de meios de pagamentos”, afirma Rodrigo Cury, superintende executivo de Cartões do Santander.

A tecnologia Identity Check Mobile, lançada pela Mastercard no Brasil em novembro do ano passado, já havia sido implementada em outros 14 países (Estados Unidos, Canadá, Áustria, Bélgica, República Tcheca, Dinamarca, Finlândia, Alemanha, Hungria, Holanda, Noruega, Espanha, Suécia e Reino Unido).

“A Mastercard trabalha para que a experiência de pagamento das pessoas seja a mais simples, segura e inteligentes em qualquer lugar e ponto de venda. Por meio do Identity Check Mobile, a autenticação das compras online é realizada com base nas características físicas e não com informações que ele pode esquecer ou até mesmo perder como senhas e códigos”, explica João Pedro Paro Neto, presidente da Mastercard Brasil e Cone Sul.

“A Dafiti ter sido escolhida para integrar este projeto reforça seu caráter smartfashion, que une moda, tecnologia e inovação, pelo qual prezamos desde o início de sua história. Cada vez mais queremos que nossos clientes tenham acesso à recursos que facilitem sua experiência de compra no e-commerce, trazendo ainda mais comodidade e primando sempre pela segurança do processo”, destaca Phillipp Povel, CEO Dafiti Group e Co-Fundador Dafiti.

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IPC adota soluções de Conectividade, Mobilidade e Cloud Computing da Embratel

A Embratel anuncia o fornecimento de soluções de Conectividade, Mobilidade e Cloud Computing para a IPC, fintech brasileira responsável pelo Sistema e-FRETE, uma plataforma de meios de pagamento eletrônicos e gestão de documentos para o setor de transportes. Com a migração de toda a sua infraestrutura de TI para o Data Center Virtual da Embratel, a IPC poderá expandir a capacidade de todas as soluções, em tempo real, para atender uma média de 5 mil transações financeiras eletrônicas realizadas diariamente. O Data Center Virtual da Embratel fornece toda a infraestrutura para o IPC, incluindo servidores virtuais interconectados, isolamento de rede e conexão, firewall e múltiplas vLANs.

“O Data Center Virtual da Embratel garante à IPC a disponibilidade, flexibilidade e agilidade necessárias para a realização de suas operações, facilitando a tomada de decisões. O gerenciamento da solução é realizado pelo cliente que, por meio de portal web, pode expandir ou reduzir seu pacote de serviços com facilidade e de acordo com suas necessidades”, diz Mário Rachid, Diretor Executivo de Soluções Digitais da Embratel.

Para suportar as atividades realizadas na sede da empresa, em Florianópolis e no escritório de Itajaí (SC), a IPC utiliza suporte técnico da Embratel, com atendimento ininterrupto, 24 horas por dia, sete dias por semana. A empresa contrata a solução de Internet Dedicada da Embratel para garantir velocidade de download igual à de upload, IPs com 100% de garantia de banda na Internet e gerência e supervisão de rede com equipe técnica especializada disponível de forma ininterrupta. Os colaboradores das duas unidades também têm à disposição a solução VIP Único, com conexão 100% digital e tarifas diferenciadas para as chamadas fixas realizadas entre os escritórios, permitindo o maior controle dos gastos. A IPC recebe uma fatura única, que também pode ser acessada via portal web.

“Estamos muito satisfeitos com a escolha da Embratel para fornecer soluções de TI e Telecomunicação para a IPC. Todo o gerenciamento das transações eletrônicas da nossa empresa, realizadas por cerca de 210 mil transportadores autônomos no Brasil contratados por mais de 1.200 empresas, é realizado por meio de tecnologias da Embratel”, afirma Ivan Gilberto Ponciano, CEO da IPC.

A IPC também utiliza solução de Mobilidade Corporativa da Embratel em toda a sua área comercial. O Plano Sob Medida inclui ligações móveis locais, a cobrar e de longa distância nacional efetuadas com o DDD 21, SMS e tráfego de dados. Com a oferta, a franquia mensal contratada é compartilhada entre todas as linhas móveis da empresa. Os valores que não são consumidos no mês são transferidos para utilização nos próximos 60 dias, protegendo os investimentos da empresa. Já com a oferta de 0800 da Embratel, a IPC garante o melhor atendimento dos clientes, que podem efetuar chamadas para a empresa, de qualquer lugar do Brasil, sem custos.

“A Embratel fornece soluções completas e integradas de Telecomunicações, TI e Mobilidade Corporativa e tem uma infraestrutura preparada para suportar o crescimento das empresas que cada vez mais investem na digitalização de seus processos”, diz Gustavo Silbert, Diretor Executivo da Embratel.

A IPC é a provedora do Sistema e-FRETE, plataforma para gestão de documentos e para meios de pagamentos eletrônicos, que está integrada a sistemas de gestão de empresas de transporte, de logística e embarcadores. A plataforma permite que os contratantes e os contratados operem com ou sem cartões plásticos e sem conta bancária. O motorista pode, por exemplo, utilizar o valor cobrado pelo frete, que fica creditado no sistema da IPC, para pagar despesas na rede credenciada da empresa, que hoje conta com mais de 2 mil pontos, sendo a maioria postos de combustíveis em rodovias, fazer saques, transferências, recargas de celular e pagamento de contas diversas. Para quem possui conta bancária, é possível realizar saques ou transferências. Todo o controle das transações é feito remotamente, via Internet.

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Ascenty inicia a operação de seu oitavo data center no Brasil e o primeiro no Rio de Janeiro

A Ascenty, líder no mercado de Data Center com foco na América Latina, iniciou a operação de sua primeira unidade no Rio de Janeiro, com capacidade de 15 MVA de energia. Este é o oitavo data center da companhia em operação no Brasil. Os outros sete estão localizados em Campinas, Jundiaí, Hortolândia, Sumaré, região metropolitana de Fortaleza e dois em São Paulo.

“O início das operações na unidade do Rio de Janeiro é mais um passo importante na disponibilização de serviços de alto desempenho de data center e telecomunicação. Além disso, faz parte do planejamento da empresa de expandir sua atuação no Brasil e América Latina nos próximos anos, por conta da crescente demanda do mercado por infraestrutura e conectividade”, afirma Chris Torto, CEO da Ascenty.

Recentemente, a empresa anunciou a chegada de sua rede de telecomunicações no Rio de Janeiro, que deve apresentar 150 km de extensão na primeira fase do projeto. A Ascenty oferece serviços personalizados de infraestrutura de TI e atingiu a marca de 4.000 km de extensão de sua rede própria de fibra óptica, presente nas regiões metropolitanas de São Paulo, Jundiaí, Campinas e Fortaleza. Atualmente, já são mais de 20 mil estabelecimentos comerciais abordados pela rede de telecomunicações da companhia.

Presente no mercado há sete anos, os grandes diferenciais da Ascenty são agilidade, flexibilidade e foco na prestação de serviços, associados à uma infraestrutura de classe mundial. Todos os data centers da empresa são certificados Tier III, além de importantes certificações como ISO 27001, ISAE 3402, SSAE 16, dentre outras.

Ficha Técnica

O data center foi planejado para uma potência total de energia de 15 MVA, com redundância Tri-bus. Possui sistema de geração a diesel, que permite uma autonomia de 48 horas sem reabastecimento.

Para garantir a refrigeração, opera com sistema de água gelada, com chillers a ar de alto desempenho, sempre com redundância N+2.

O data center é monitorado por câmeras CFTV 24×7, que detectam movimento em alta definição e armazenam as imagens por mais de 90 dias. Possui controle de acesso por dupla autenticação, sendo biometria e cartão magnético, além de contar com o profissionalismo de uma equipe própria de segurança 24×7.

No quesito conectividade, o data center possui duas salas de telecom, com entrada redundante subterrânea de fibra ótica, que possuem conectividade com as principais operadoras de telecom.

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Gauge se une à Stefanini para ampliar atuação em outros mercados no Brasil e no exterior

A Gauge, uma das maiores consultorias de performance e experiência do usuário no Brasil, dos sócios Dante Calligaris e Thiago Paes, acaba de ser adquirida pela Stefanini, uma das mais importantes provedoras globais de soluções de negócios baseadas em tecnologia. Com este anúncio, a multinacional brasileira amplia sua atuação nas áreas de performance, mídia digital, experiência do usuário e dados.

O objetivo da Stefanini, que vem investindo de maneira significativa na transformação digital, é apostar cada vez mais em inovação para conectar toda a experiência do usuário, ao disponibilizar ferramentas digitais que ampliem a geração de resultados e a melhoria da experiência com produtos e processos.

A Gauge, que atende clientes como Vivo, Itaú, Nike, Embraer, Ambev e Abbott, atuará de maneira independente, porém com a capacidade de integrar todo seu portfólio de serviços à Stefanini e suas coligadas, para que possam, conjuntamente, oferecer soluções focadas em resultados para seus clientes.

“Com a sinergia que existe entre a Gauge e a Stefanini, queremos alcançar resultados acima do esperado e superar metas, a partir da geração de insights, definição da estratégia de negócios, criação da experiência do usuário, implementação da tecnologia que, consequentemente, permitirão a evolução do projeto em todas as áreas. Se o cliente precisar de mídia, por exemplo, poderemos oferecer por aqui. Nosso principal objetivo é disponibilizar todas as ferramentas para que nossos clientes tomem decisões rápidas e precisas, a partir do mapeamento de informações sobre a jornada de seu público-alvo, para alcançar os resultados desejados”, afirma Marco Stefanini, fundador e CEO global da Stefanini.

A aquisição ampliará a oferta de serviços de experiência do usuário, mídia e performance, gestão e implementação de ferramentas de Analytics, como Google e Adobe. “Estamos confiantes no sucesso desta parceria, especialmente porque acreditamos na robustez da Stefanini para ampliar nossa atuação no Brasil e em outros países. A Stefanini tem se consolidado como uma liderança global no desenvolvimento de estratégias digitais, que permitam aos seus clientes promoverem as transformações necessárias na busca de uma melhor experiência do usuário, que também é um dos diferenciais da Gauge. Foi uma decisão mútua significativa para as duas partes: a escolha da Gauge pela Stefanini entre os diversos players do segmento, bem como a opção da Gauge pela multinacional, que &ea cute; referência no mercado mundial”, destaca Dante Calligaris, diretor executivo da Gauge.

“Com a análise de dados e compreensão dos desejos e necessidades das pessoas, inclusive com entrevistas presenciais, é possível influenciar diretamente nos resultados de nossos clientes. Utilizamos dashboards personalizados e interativos para a apresentação de dados em tempo real, o que permite a tomada de decisões de forma mais rápida e objetiva. Com isso, conseguimos garantir maior eficiência em cada área de negócios, com menor esforço operacional e maior disponibilidade de dados de forma ágil”, garante o diretor executivo da Gauge.

“As competências da Gauge complementam o nosso portfólio e se integram à nossa filosofia de priorizar os objetivos de negócios de nossos clientes com foco no mundo digital”, complementa Marco Stefanini.

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Capgemini anuncia novo diretor de soluções de infraestrutura no Brasil

A Capgemini anuncia o reforço de sua equipe no Brasil com a contratação de Marcelo Pedro, novo diretor de soluções de infraestrutura de alto valor agregado. O executivo, que anteriormente trabalhou no Grupo Capgemini de 1994 a 1998, retorna com mais de duas décadas de ampla experiência no mercado de TI.

A nomeação de Pedro para essa posição-chave faz parte de uma estratégia mais abrangente de fortalecimento da unidade de negócios de soluções de infraestrutura da Capgemini no Brasil, que se concentra em fornecer soluções de hardware, software e infraestrutura para telecomunicações, bancos, seguradoras, bens de consumo e varejo. A principal missão de Pedro neste papel é liderar o go to market do setor em produtos de infraestrutura e serviços voltados para os negócios, bem como expandir seu portfólio – especialmente em soluções resultantes das parcerias de longo prazo da Capgemini, além de ser responsáveis ​​pela P&L da unidade.

“Marcelo Pedro é uma importante aquisição para nossa equipe com sua extensa experiência de mercado e capacidade de liderança. Estou confiante de que ele trará grande valor para a nossa unidade de negócios”, disse André França, líder da unidade de negócios de serviços de infraestrutura da Capgemini Brasil.

O executivo é formado em Administração de Empresas e possui MBA em Gestão do Conhecimento, Tecnologia e Inovação pela FIA-FEA-USP (SP), e traz não apenas sua vasta experiência em vendas de serviços e soluções de TI, depois de trabalhar para empresas como Xerox, Sonda, Gartner e Cimcorp. Pedro também criou um sólido histórico de gerenciamento – ao trabalhar por mais de 3 anos como CEO da Vita IT.

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Big data: o principal agente na era das cidades inteligentes

Sérgio Rosa, Gerente de Inteligência Geográfica da Oi

Não é mania de perseguição. Receber um cupom de desconto de uma determinada marca ao interagir com o smartphone próximo de uma loja dessa mesma marca é parte de uma estratégia de marketing traçada com base na análise de dados. Consiste na união de hábitos de consumo, relacionamento (CRM) e localização geográfica. Ao utilizar uma rede de dados móveis ou aplicativos com autorização para a captura de informações do GPS, o cliente concede a posição e permite monitorar o seu deslocamento em troca de soluções personalizadas, gerando benefícios individuais e coletivos. Para as empresas, informações como essas possibilitam aumento na taxa de retorno para cada real investido em marketing.

Com a ampliação de pessoas conectadas e o avanço das possibilidades de análise de dados, surgem metodologias e maneiras de usar o big data em pesquisas de campo sobre o comportamento dos cidadãos em uma determinada cidade. No que tange locomoção, por exemplo, esse sensoriamento permite gerar uma matriz de origem e destino para entender os problemas de congestionamento e lotação do serviço de transporte público. Informações preciosas para os setores públicos. Quanto aos hábitos de consumo, permite o envio de mensagens personalizadas que vão ao encontro do interesse de dada pessoa, ao invés do temido spam que assombra diariamente.

Se o tema mobilidade urbana é lugar comum quando se trata de geolocalização, vale avaliar como o uso do big data pode impactar no planejamento dos grandes centros. Plataformas disponíveis no mercado possibilitam, atualmente, que secretarias de desenvolvimento urbano estabeleçam prioridades. Seguindo as premissas do big data – velocidade, volume, variedade, veracidade e valor –, soluções que melhoram o dia a dia dos cidadãos podem ser entregues a partir de perguntas simples: ondes os grupos moram? Onde trabalham? Como eles se locomovem? Qual o hospital mais próximo? Insights como a definição da construção de uma nova escola surgem de questões que (in)conscientemente todos ajudam a responder com um celular em mãos, trabalhando os dados de forma agrupada e respeitando a privacidade de cada indivíduo.

São diversas as frentes de atuação no conceito de cidades inteligentes. É possível instalar sensores em postes de luz das cidades, em vagas de estacionamento, câmeras de vídeo monitoramento. Com informações precisas de cada localidade geradas por esses dispositivos e o cruzamento dos dados oriundos dos smartphones, é viável propor soluções que ajudam o dia a dia do cidadão. Com sensores pluviométricos, por exemplo, se desenvolve plano de evacuação completo e confiável para a Defesa Civil e outros órgãos competentes trabalhar preventivamente em situações de sinistro causadas por temporais. Ou seja, salvam-se vidas.

O big data também permite que secretarias de turismo consigam estimar com mais precisão a quantidade e a origem de visitantes da cidade em uma determinada época do ano. Ao considerar grandes eventos, como carnaval, réveillon, feiras e shows, informações armazenadas sobre hábitos coletivos são ativos na construção de estratégias de logística e segurança, além de otimizar recursos e auxiliar na priorização de ações de mídia para obter novos turistas. Reforçando, os dados são tratados de forma agrupada e anônima, nunca sendo individualizados. Longe de uma hipotética teoria da conspiração, como se pode ver, o big data é uma ferramenta de transformação – o principal agente na era das cidades inteligentes, sendo um forte aliado para tomada de decisões.

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Projeto para compra secundária de participação de Investidor Anjo em Startup é lançado no Brasil

Bossa Nova Investimentos, Micro Venture Capital sediada no Brasil, cria projeto original em parceria com a Anjos do Brasil, a maior rede de investidores anjo do país, que possibilita ao investidor anjo saídas de seus investimentos e ao mesmo tempo impulsiona o ecossistema de investidores em inovação no país

Em uma ação inédita na América Latina e principalmente no Brasil, o projeto irá alimentar e incentivar ainda mais o investimento anjo no país. Segundo Cassio Spina, presidente da Anjos do Brasil, “as poucas opções de saída disponíveis para os investidores anjo brasileiros limitam sua capacidade de reinvestirem em novas startups, uma vez que utilizam apenas recursos próprios, assim, esta parceria irá contribuir muito para o crescimento do ecossistema como um todo”.

A partir de agora, os investidores anjo que tenham investimentos em startups em seu portfólio poderão ter um caminho mais claro para realizar saída delas. Para isso, é necessário que apresentem à BNI sua startup investida ou o seu portfólio de startups contendo as seguintes informações: nome e site da empresa; valor investido e data do investimento; valuation na entrada; valuation hoje; cap table na startup e qual o percentual que deseja vender.

Com as informações fornecidas, a BNI, que tem interesse em aumentar seu portfólio de investimentos em startups, fará as analises necessárias para a escolha e decisão de aquisição. É preciso que a startup esteja de acordo com a tese de investimento da Bossa Nova, ou seja, startups com modelos de negócios B2B ou B2B2C, que sejam negócios inovadores, digitais e escaláveis, com mais de 1 ano de vida, que já estejam validados, operando, faturando (mesmo que pouco) e rumo direcionado ao break-even. Além disso, que tenha anuência dos fundadores e demais investidores.

Outro ponto importante é que a startup deve manter um ou mais investidor Anjo no cap table, que pode ser o mesmo, fazendo uma saída parcial ou outro que fique no negócio. Isso significa dizer que para a Bossa Nova, o smart Money do Anjo é muito importante para a continuidade da Startup. “Ter opções claras de saídas, tanto em possibilidades, quanto de tempo, é um dos maiores gargalos hoje no mercado para a entrada de novos investidores e também para que os mais antigos possam continuar investindo”, comenta João Kepler, partner da Bossa Nova, que esse ano foi eleito novamente o melhor Investidor Anjo do Brasil pelo prêmio Startup Awards.

Os segmentos alvo da Bossa Nova são de educação, saúde, fintech, agro, lawtech, soluções para PME, softwares para varejo (mas não venda de produtos no varejo). A Bossa Nova, não investe em negócios de mídia (adtech), governo, e-commerce (que vendam produtos), games ou hardware. Além disso, avalia outros pontos como: modelo de negócios, tração, time e tam (Total Adressable Market).

A única contrapartida exigida pelo projeto é que o investidor anjo que pretender efetuar a venda de sua participação deverá reinvestir 50% do valor recebido a título de cash out em uma nova startup a ser escolhida por ele mesmo dentro da plataforma da Anjos do Brasil. “Acreditamos que, com esta iniciativa, ajudaremos o ecossistema brasileiro a crescer e se profissionalizar ainda mais”, declara Pierre Schurmann, Managing Partner da Bossa Nova.

A Bossa Nova reservou o valor de R$ 5 milhões para a operação. Maior investidora em número de startups da América Latina, a BNI já investiu nos últimos 12 meses R$ 19,5 milhões em 110 startups.

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