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Investir no colaborador para diminuir o turnover

Por Alexandre Slivnik

Gerir uma empresa é para cabeças pensantes que estejam disponíveis a criar um ambiente agradável para seus colaboradores. As metas serão alcançadas, os resultados trarão mais impactos e os clientes serão melhor atendidos se os funcionários se sentirem confortáveis ao realizarem seu trabalho.

É importante se atentar ao turnover que resulta em gastos, em equipes não envolvidas e possíveis desequilíbrios no negócio por conta de novas contratações, treinamentos e adaptações. Em contrapartida, se o turnover estiver alto, é momento para repensar e reavaliar o cenário da empresa para identificar o que pode ser feito e transformado. Com isso, é possível diminuir ao máximo a rotatividades dos colaboradores, firmar seus postos e possibilitar o engajamento e comprometimento.

Dentro desse cenário, pode-se tomar a Disney, a empresa mais amada do mundo, como um exemplo em relação ao tratamento que o funcionário recebe e como isso reflete no trabalho que chega aos clientes. É preciso aprender a gostar do que se faz. A Disney trabalha o encantamento do cliente interno, justamente para que ele esteja engajado para produzir cada vez mais e para atuar de forma feliz.

Certa vez, uma família estava no parque da Disney em Orlando (EUA), quando o urso de pelúcia de uma das filhas caiu e foi atropelado por um carro de limpeza. A fim de resolver a situação, foi criado toda uma trama: o brinquedo foi levado à sala de primeiros socorros; enquanto a enfermeira “atendia” o urso numa sala, o colaborador da limpeza correu para a loja e pegou um urso novo, que foi entregue para a criança com o braço enfaixado.

Esse ocorrido mostra não somente como os funcionários estavam preparados para agir, como também estavam em sintonia para trabalhar em equipe. Perceba quantas áreas acabaram se envolvendo para devolver o entusiasmo para a criança. Por isso, é preciso ressignificar o ambiente de trabalho a fim de se criar laços que trabalhem juntos com o objetivo de crescer em coletivo junto com a empresa.

Alexandre Slivnik, autor de diversos livros, entre eles o best-seller O Poder da Atitude.

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Realidades virtual e aumentada são recursos de impacto para o varejo

Na jornada do consumidor moderno, a experiência soma à qualidade e ao preço na decisão de compra. Em tempos de recursos digitais criativos é preciso ser envolvido para ser convencido. Por isso as ações de realidades virtual e aumentada ganham cada vez mais espaço no varejo. Contudo, profissionais indicam que sem estratégia não há impacto, principalmente quando o objetivo é aumentar o volume de vendas.

O especialista em digital experience Marcelo Rodiño, sócio da Flex Interativa, explica que muitas empresas encaram as realidades virtual e aumentada como aplicações de entretenimento e publicidade mercadológica. “É necessário compreender a diferença entre essas tecnologias. A realidade virtual é um ambiente digital em que o usuário é inserido e passa a interagir. A aumentada, ao contrário, o mundo digital é inserido no real com a mesma funcionalidade de interação”, esclarece.

Apesar de a estrutura gráfica dos dois modelos atrair a atenção do público, é preciso trabalhar a mensagem, como orienta Rodino. “Estes recursos podem potencializar consideravelmente os resultados quando o conteúdo é bem elaborado. É preciso organizar as ideias e representá-las de forma objetiva, para que fique clara a finalidade do produto divulgado e o quanto aquilo pode contribuir para o cotidiano. É uma transformação de usuário em cliente”, salienta.

O especialista cita, ainda, um case da Mosaic Fertilizantes como exemplo de realidade virtual aplicado a demonstração de conceito e de produto. A Flex Interativa desenvolveu um projeto em que o agricultor coloca os óculos especiais e é transportado para uma área cultivada com visão 360°, onde pode interagir e conferir como funciona e quais os benefícios de uma nova linha de fertilizantes fosfatados, acompanhando todo o processo, do momento em que o grânulo entra em contato com o solo a irrigação, mistura dos nutrientes nas raízes, absorção e resultados finais. “Contar com um apoio como este em um ponto de venda tem peso na tomada de decisão”, pondera o executivo.

“O recurso permitiu mostrar de modo mais visual e interativo o papel dos nutrientes e a ação do fertilizante no solo. Os clientes gostaram muito da tecnologia, a receptividade nos eventos mostrou que a interação traz de forma lúdica a explicação do produto, o que facilita o entendimento no momento da venda”, avalia Carolina Saito, gerente de Comunicação e Marketing da Mosaic Fertilizantes.

Já em realidade aumentada, a Cervejaria Leuven é um case para os recursos digitais. Com os objetivos de criar uma experiência envolvente e aumentar o volume de vendas foi criado um mundo medieval que salta dos rótulos. Dragões, cavaleiros com armaduras e outros personagens que estampam as garrafas ganham vida quadridimensional quando os degustadores apontam um aplicativo para o rótulo impresso em papel polyester holográfico com brilho e efeito que lembram escamas.

“A Leuven vem dobrando o faturamento a cada ano por uma série de fatores. Entre eles, sem dúvida, a realidade aumentada. Podemos afirmar que um crescimento de 40 a 50% das vendas está relacionado à tecnologia. Uma inovação que chama atenção para a primeira compra e que leva o consumidor a experimentar a qualidade do produto”, explica Gustavo Barreira, sócio da cervejaria.

O projeto rendeu à Flex, ainda, os prêmios HD Inkspiration Awards Americas 2018, que aconteceu em Dallas, nos Estados Unidos; Grandes Cases de Embalagem 2017, como melhor rótulo categoria bebidas; e 5° Prêmio Brasileiro de Excelência em Etiquetas e Rótulos Autodesivos pela da Associação Brasileira das Indústrias de Etiquetas Adesivas (Abiea).

Pipefy abre vagas nos Estados Unidos e no Brasil

Quem sonha em trabalhar em uma empresa global e, ao mesmo tempo, inovadora tem uma ótima oportunidade: a Pipefy, startup de gerenciamento de processos eficientes, com sedes em São Francisco, no Vale do Silício, e em Curitiba, no sul do Brasil, está contratando. Além de diversas vagas abertas na área comercial, a empresa busca profissionais para as seguintes posições: JR Buyer, Software Architecht, Elixir Dev, Support Analyst N3, Product Manager. Ao todo, são 16 posições abertas.

Cada função requer conhecimentos e habilidades específicas, mas há quatro pré-requisitos indispensáveis para todos os interessados em participar do processo seletivo: inglês avançado ou fluente, sonhar grande, ser muito bom no que faz, querer ir além do suficiente sempre.

“A Pipefy é uma empresa que nasceu e tem atuado com uma filosofia global, sendo referência em sua área de atuação, e queremos que os talentos de Curitiba e do Brasil percebam que não precisam ir para outros estados ou países para trabalhar em uma empresa mundial, com tecnologia reconhecida internacionalmente”, destaca o CEO e fundador da startup, Alessio Alionço.

A plataforma em nuvem da Pipefy está presente em 15.000 empresas, que vão de pequenos negócios como a Dandelion Chocolates, baseada em São Francisco, a grandes empresas como Accenture, IBM Santander e Wipro. A solução foi projetada para facilitar o processo lento, caro e muitas vezes incômodo enfrentado por muitos gestores. Com o Pipefy, novos processos operacionais para departamentos como serviço ao consumidor, RH, financeiro, marketing e vendas podem ser postos em prática dentro de horas ou dias, sem entraves de TI.

“Nós estamos construindo um novo segmento de mercado. Nossa visão é permitir que cada gestor dentro de uma organização crie seus próprios fluxos de trabalho customizados, sem a necessidade de possuir conhecimento técnico em programação. Ao possibilitar o gerenciamento ágil de processos, nossos clientes podem reagir a um ambiente de mudanças constantes e rápidas, garantindo uma execução de alta qualidade”, explica Alionço.

Para saber mais sobre os processos seletivos da Pipefy acesse www.pipefy.com/jobs.

Empresas de TI formam escolas para criar talentos

Segundo pesquisa realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), mais de 13 milhões de pessoas estão desempregadas e a causa não é só a crise econômica, e sim, a falta de preparo dos colaboradores. Possuir um diploma ou formação tecnológica não significa ser especialista em determinada área, quando o que conta para o mercado de trabalho são as habilidades e os conhecimentos do candidato.

No Brasil, muitas empresas de TI têm investido na capacitação de seus colaboradores dentro da empresa, aprimorando assim, os seus talentos. É o caso da FCamara – empresa brasileira que transforma problemas de TI em soluções inovadoras. A empresa acredita que seu maior patrimônio é o capital intelectual e que todos podem se tornar empreendedores de suas carreiras. Por essa razão, desenvolvem durante o ano todo várias ações que incentivam a formação e desenvolvimento de seus colaboradores.

“Queremos ensinar o que os nossos colaboradores não aprenderam na faculdade e mostrar que aqui também pode ser uma escola. Além dos workshops, também temos um código de cultura que mostra diretrizes modernas e liberais, inspiradas nas empresas do Vale do Silício, no qual incentivamos a execução de ideias para o desenvolvimento de inovações. Também temos um importante programa de formação em que preparamos profissionais para se tornarem referência em sua área de trabalho. Todo esse investimento tem o objetivo de manter o funcionário em nossa empresa por no mínimo 2 anos, o tempo ideal para que ele esteja mais capacitado do que quando entrou”, explica Fábio Camara, CEO da empresa.

Colaboradores engajados ajudam a empresa a crescer

A empresa tem 498 funcionários e oferece programas destinados a temas de conhecimentos técnicos da área e aspectos filosóficos aplicados ao mundo dos negócios, eventos que promovem a troca de ideias e experiências entre os colaboradores e fornecem informações que ajudam no dia a dia e colaboram com o repertório criativo dos profissionais. No último programa de formação participaram cerca de 250 pessoas. “Valorizamos pessoas que estejam dispostas a aprender e queiram crescer com a gente. Temos histórias de profissionais que começaram sua carreira conosco e hoje atuam em grandes empresas de tecnologia na Europa ou EUA. Acreditamos que ao formar nossos times de elite isso irá refletir principalmente na entrega do nosso trabalho para os nossos clientes”, finaliza.

Stefanini promove em Porto Alegre o MeetUP Agile Experts

A Stefanini, uma das mais importantes provedoras globais de soluções de negócios baseadas em tecnologia, promoverá no dia 28 de agosto, de 19h às 21h30, o Meetup Agile Experts – Porto Alegre, que tem como tema “Ferramentas ágeis para o dia a dia”, com a participação da Annelise Gripp, especialista em Transformação Ágil em empresas de todos os portes.

Annelise Gripp, que atua há 23 anos como engenheira de desenvolvimento de software, se considera uma entusiasta em tecnologia e uma pessoa engajada na integração das pessoas. Em sua trajetória, ela aprendeu, ensinou e experimentou novas metodologias, tecnologias, ferramentas e dinâmicas em todo o processo de Engenharia de Software. “Hoje, como consultora e especialista em Transformação Ágil, meu trabalho consiste em expandir, compartilhar e aplicar meus conhecimentos, habilidades e experiências, nas companhias”, afirma a palestrante.

Atualmente, a Stefanini oferece o Gerenciamento Ágil de Projetos, utilizando tanto a metodologia Scrum quanto Kanban, de acordo com as necessidades específicas e o perfil de cada cliente. Com a Revolução Ágil Stefanini, o cliente pode definir a ordem de prioridade em cada etapa de trabalho a ser desenvolvida. O modelo se torna ainda mais eficaz quando a equipe, cliente e fornecedor conseguem estabelecer, ao longo do tempo, um processo de colaboração, que gera entregas rápidas e eficientes. Os profissionais que abraçam a metodologia ágil estão comprometidos com o aprendizado contínuo e a melhoria constante de um projeto.

Meetup Agile Experts – Porto Alegre

Dia: 28 de agosto
Horário: 19h às 21h30
Local: Tecnopuc, prédio 99, sala 204
Endereço Avenida Ipiranga, Partenon, Porto Alegre, RS

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Onde você está na jornada da modernização?

Por Anderson Müzel

Algumas organizações estão descobrindo o valor da modernização de seus ambientes e, consequentemente, o ritmo da inovação tem aumentando em ritmo exponencial. As empresas de sucesso são aquelas que conseguem transformar a mudança em uma vantagem competitiva. Com isso, companhias de TI entendem que precisam avançar nesta jornada em direção a uma transformação digital.

Para os desafios e exigências atuais, um data center moderno pode superar limitações e atender às mais altas expectativas, pois é definido por software, em ambiente virtualizado de processamento, armazenamento, rede e segurança, automação, gerenciamento baseado em políticas e governança e permissão para conectar aplicativos entre as nuvens e os dispositivos.

De acordo com uma pesquisa da VMware, 45% das empresas declararam que estão buscando implantar um data center definido por software (SDDC, Software-Defined Data Center) para agilizar a capacidade de resposta.

Por outro lado, algumas organizações estão descobrindo o valor da modernização de seus ambientes com uma infraestrutura hiperconvergente (Hyper-Converged Infrastructure), também conhecida como HCI, que integra tecnologias de computação, armazenamento, sistema de rede e virtualização em um sistema X86 (arquitetura de processadores de 64 bits), permitindo que os recursos dos componentes sejam gerenciados como um sistema único. Com uma arquitetura flexível e independente de hardware, o HCI é mais ágil, altamente programável e econômico.

A TI não deveria ser vista como centros de custo, mas como capacitadora de negócios. Por isso, é necessário realizar investimentos em capacitação e tecnologias.

Anderson Müzel, diretor executivo e comercial da CSU.ITS, divisão da CSU voltada à terceirização de data center e serviços gerenciados de tecnologia.

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87% dos internautas gostariam de comprar em supermercado sem caixa

O brasileiro está preparado para comprar em um supermercado sem caixa, com cobrança online? Uma pesquisa do IBOPE Conecta realizada com internautas revela que 87% deles comprariam nessa situação, pois acham que seria mais prático, mais rápido e gostam de novas experiências de compra. Para os 13% que não comprariam, o motivo é o receio de não ter alguém para solucionar um problema e por não parecer tão seguro.

Outra opção de cobrança, o totem, como já existe nos estacionamentos de shoppings, precisa de um pouco mais de incentivo, pois 45% dos entrevistados afirmam nunca ter usado o totem quando disponível em algum ponto de atendimento. Entre os que já usaram, a ferramenta agrada: 61% acham mais prático e 45% dizem que o atendimento é mais rápido, além dos 15% que preferem não falar com um atendente.

A pesquisa também questionou sobre as Guide Shops, estabelecimentos como uma vitrine de produtos, geralmente ligados a um e-commerce. Por enquanto, são desconhecidas no Brasil, já que 80% dos entrevistados nunca ouviram falar nesse tipo de loja, mas gostariam de comprar. Para os 14% que afirmam que não comprariam, os principais motivos são receio do produto vir errado ou com defeito, não levar o produto para a casa na hora e a falta de confiança nesse tipo de serviço. Os poucos (4%) que já compraram nessas lojas, gostaram: 70% ficaram satisfeitos com a experiência.

Outro método que começa a aparecer em maior número no país é o de pagar apenas aproximando o celular da maquininha. Mais da metade dos internautas brasileiros (57%) já ouviram falar desse tipo de pagamento, mas nunca o utilizaram. Outros 31% também não conhecem, mas ficaram interessados em utilizar. Por enquanto, apenas 2% já utilizaram, sobretudo em lojas de roupas e supermercado.

O IBOPE Conecta também perguntou qual o sistema de pagamento inovador preferido do internauta. Pagar com a biometria é o escolhido por metade dos entrevistados (48%), seguido de pagar com o celular (27%) e reconhecimento facial (12%). Apesar do desejo de avanço tecnológico, 42% acreditam que o Brasil não tem capacidade de ter essas tecnologias como lojas sem atendentes, pagamentos via celular e outros. Também há a barreira cultural: 64% preferem pagamento com cheque e 49% preferem o sistema de carnê/boleto bancário (as respostas eram de múltipla escolha).

Sobre a pesquisa

A pesquisa foi realizada de 8 a 13 de março, com 2.000 internautas das classes A, B, C e D, de todas as regiões do Brasil.

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Já passou o tempo das reuniões sem fim

Por Sílvio Celestino, Alliance Coaching

Um dos maiores problemas para manter a agenda em ordem é a quantidade de reuniões que têm horário para começar, mas não acabam nunca. Isso é motivo de muita perda de energia, estresse e sensação de impotência diante do acúmulo de problemas. Principalmente quando o responsável pelo prolongamento da reunião é o chefe.

Eu já participei de reuniões nas quais as pessoas davam voltas para esclarecer o que estava ocorrendo. Não eram claras sobre o que precisavam. Pior, em alguns casos, somente ofendiam os demais participantes. Alguns jogavam a culpa de seus fracassos em todos e nunca assumiam os próprios erros e responsabilidades. Outros se recusavam a oferecer ajuda, só críticas. E, o que é pior, depois de horas de duração era comum ver que a reunião terminava com a marcação de outra para decidir o que deveria ter sido decidido.

Esse tipo de comportamento destrói a agenda e a energia de todos, o que é exasperante.

A causa disso é que os participantes de reuniões, inclusive os gestores, assumem que podem falar qualquer coisa, de qualquer jeito e para qualquer um.

A solução passa necessariamente pela estruturação rigorosa das reuniões. Não me refiro somente à pauta, que deveria ser um item básico, mas ao estabelecimento do que pode ser falado na reunião e de qual estrutura deve ser seguida.

O gestor mais famoso nesse rigor foi Allan Mulally, que foi CEO da Ford e da Boeing Commercial Airplanes. Toda semana, às terças-feiras, às 7 horas, havia a reunião de revisão do plano de negócios. Os executivos eram obrigados a participar, e a máxima concessão era que entrassem na reunião via conference call. Não podiam enviar representantes. Celulares deveriam permanecer desligados. Na reunião cada um, por sua vez, tinha de começar dizendo qual era seu nome, qual cargo ocupava, em qual ponto do business plan se encontrava. E dizer se a situação estava em código vermelho, amarelo ou verde. Representando problemas, ou se estava tudo bem.

Na eventualidade de precisar de ajuda o executivo tinha de ser específico em seu pedido. Os demais somente poderiam oferecer ajuda. Nada de críticas, ou opiniões.

Não preciso dizer o quanto muitos executivos não se adaptavam a essa estrutura. Ninguém gosta de ver sua fala em uma camisa de força. Mas o fato é que ele foi um dos executivos mais bem-sucedidos de seu tempo. E as empresas que ele administrou deram a volta por cima ante situações muito difíceis, que envolviam desde concorrência acirrada a embates duríssimos com sindicatos.

Portanto, idealmente falando, antes de cada reunião o organizador deveria especificar uma estrutura que todos deveriam seguir ao falar.

Isso exige boa vontade, treino e muitos ajustes ao longo do tempo. Mas os resultados podem ser a diferença entre a ruína e o sucesso da companhia.

É fato que somos frutos de uma cultura, mas também é certo que somos agentes de sua transformação. Como podemos ser precisos no horário de término das reuniões sem rigor nas falas e na exigência para que os envolvidos apresentem informações relevantes para a tomada de decisão? Não podemos!

As pessoas terão maior produtividade, mais energia, menos estresse e mais tempo para focar os resultados se as reuniões forem mais produtivas, relevantes e decisivas.

Vamos em frente!

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Fábio Lia assume diretoria de alianças estratégicas na Memed

A Memed, empresa de tecnologia em saúde, pioneira em plataforma para prescrição digital no país, acaba de nomear Fabio Lia como diretor de alianças estratégicas. Com sua experiência consistente no mercado de saúde em grandes companhias internacionais, Lia chega para impulsionar a estratégias de consolidação da Memed como a referência em tecnologia para prescrição médica, disseminando sua plataforma inteligente entre as lideranças de grandes hospitais, operadoras de saúde e fornecedores de prontuários eletrônicos do paciente (PEP).

“A experiência de Fábio Lia nos apoiará muito nesta nova fase em que queremos mostrar ao mercado que a nossa plataforma digital é a mais completa para prescrição de diversos itens, como medicamentos e exames, que conecta todo o ecossistema de saúde desde o momento da consulta até a adesão ao tratamento,” afirma Ricardo Moraes, CEO da Memed

Lia tem uma carreira sólida, passou por grandes multinacionais da área de saúde, como GE Healthcare, Edwards Lifesciences e Cerner Corporation. Mais recentemente, integrou a equipe da Wolters Kluwer Health, maior empresa de conteúdo médico no mundo, como diretor de alianças estratégicas da companhia na América Latina.

Segundo Lia, sua principal motivação para juntar-se à equipe da Memed foi a visão abrangente que a empresa possui em relação ao cuidado integral. “Aparentemente a solução parece focada apenas na prescrição, porém ela está baseada em um conceito muito mais amplo. A plataforma suporta o médico com informações atualizadas sobre medicamentos, dá segurança e facilita, de verdade, a rotina desse profissional. Além disso, ela é incrivelmente inovadora no pós consulta, trazendo tecnologia acessível e segura para os pacientes, que recebem sua receita médica no celular, pesquisam preços dos itens prescritos, agendam exames, educam-se e aderem mais facilmente ao tratamento. Estou empolgado com esse desafio”, ressalta o novo diretor de alianças estratégicas.

A plataforma Memed

A Memed nasceu totalmente focada na experiência do médico e dos pacientes e conta hoje com mais 50 mil médicos usuários em todos os estados do Brasil, além de 40 prontuários eletrônicos integrados. Somente em 2017, foram realizadas mais de 30 milhões de buscas por informações de medicamentos na plataforma e mais R$ 500 milhões em medicamentos foram prescritos via Memed.

O propósito desta solução é tornar a área da saúde mais eficiente e humana por meio da tecnologia, contribuindo inclusive com a redução dos erros de prescrição médica no país, algo que preocupa a comunidade de saúde em âmbito global. De acordo com dados da Anvisa e da OMS (Organização Mundial da Saúde), 75% das prescrições médicas possuem chances de erro e 30% das internações por intoxicação no Brasil tem como origem o uso incorreto de remédios.

A plataforma inteligente da Memed dispõe de um banco proprietário, com mais de 60 mil itens prescritíveis, incluindo medicamentos e exames, além de suportar o médico na decisão clínica. A solução oferece segurança com diversas inteligências, como alertas de alergias, interações entre medicamentos e mais. Outra inovação é a conexão da prescrição digital com o paciente, facilitando a comparação de preços dos itens prescritos e a compra dos medicamentos para receber em casa. Dessa forma, a Memed contribui para a adesão ao tratamento, melhorando o desfecho clínico e otimizando a saúde no país.

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Pagamento de dívidas é o principal motivo para solicitação de empréstimo pessoal

Uma pesquisa realizada pela Ferratum, empresa especializada em empréstimos online sem burocracia, apontou que 32,79% das pessoas que recorrem à concessão de crédito precisam do dinheiro para liquidar dívidas. Essa realidade faz parte de um comportamento que começa a se consolidar entre as pessoas físicas devido à crise político-econômica que o país vem enfrentando nos últimos anos.

O estudo foi realizado pela fintech com 3181 pessoas de todo Brasil durante o primeiro semestre de 2018 e detectou ainda que a maior parte dos que solicitam empréstimos online vive no estado de São Paulo (37,61%) e pertence ao sexo feminino (51,89%).

Os dados mostraram também que o perfil daqueles que utilizam o serviço de concessão a crédito online é bastante jovem: 30,49% possuem entre 26 e 30 anos e são solteiros (59,84%). A faixa salarial foi outro fator interessante observado na pesquisa da Ferratum: 49,34% ganha entre R$ 1000 e R$2.500.

Segundo o último levantamento realizado pelo Banco Central, em maio, o índice do endividamento das famílias chegou a 23,3% da renda acumulada. Para sanar estes débitos, muitas pessoas optam por opções pouco vantajosas como o uso de cheque especial, uma das modalidades de empréstimos mais caras do mercado que pode resultar em mais descontrole financeiro. No entanto, quando realizado com cautela, um empréstimo convencional para saldar dívidas pode ser a solução ideal. Especialmente quando os juros oferecidos são baixos e o dinheiro será utilizado unicamente para colocar a conta no azul.

‘Passar pela experiência de ter o nome inserido em instituições de proteção ao crédito é algo que tira o sono da maioria das pessoas, portanto para evitar esta situação, o empréstimo sem burocracias e sem tarifas escondidas para pequenas quantias é uma solução viável que pode ajudar muito’, diz Guy Levy, diretor de marketing da Ferratum Brasil.

Apesar disso, Guy ressalta a importância do planejamento e da organização financeira como medidas imprescindíveis para evitar o endividamento.

Controlar gastos, evitar uso de cartão de crédito e adotar atitudes mais responsáveis são pontos fundamentais que devem ser utilizados para lidar com as finanças. É preciso ter em mente que um empréstimo deve ser utilizado exclusivamente como estratégia para ajustar uma situação financeira complicada, pois utilizá-lo sem planejamento pode agravar o endividamento’, explica Guy.

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Como a realidade virtual está impactando o mundo fitness

Por Ricardo Vidal

Dezenas de jogos fitness já estão disponíveis nos marketplaces e lojas de aplicativos online. Cada um se esforçando para tornar o ato de sair do sofá e se exercitar um pouco, algo mais divertido do que uma corrida ou ir a academia. Mais diversão significa mais exercícios, o que significa menos resoluções de Ano Novo descumpridas e menos centímetros na cintura. Tem como não gostar?

Isso pode soar bom demais para ser verdade, mas pesquisas dizem que a Realidade Virtual pode desempenhar esse tipo de truque mental saudável. É por isso que pesquisadores sérios da area médica estão recorrendo à RV para uma série de usos terapêuticos, incluindo o tratamento do estresse pós-traumático, a manutenção da acuidade mental para idosos e o controle da dor das vítimas de queimaduras. Foi exatamente por essas razões que os fundadores da Black Box VR fizeram de tudo para desenvolver o que seria o primeiro jogo de condicionamento físico de realidade virtual, focando mais no treinamento de resistência do que em treinamentos aeróbicos.

Os atletas profissionais estão acostumados a resistir à dor e as adversidades para chegar ao próximo nível. Eles têm a força mental necessária. Quando você trabalha com RV, 80% do seu cérebro é dedicado aos estimulos visuais. Se o estímulo for forte o suficiente, é mais fácil anular essa sensação de dor, que tira o ânimo de muita gente para se exercitar.

A natureza ativa da realidade virtual significa que qualquer jogo de RV – não apenas jogos fitness – oferece algum valor de exercício. O Departamento de Cinesiologia da Universidade Estadual de São Francisco lançou o VR Health Institute, que está desenvolvendo métodos para testar e classificar jogos com base em quantas calorias os jogadores queimam em uma sessão.

Aaron Stanton, um investidor anjo do Vale do Silício e conselheiro de startups com foco em realidade virtual e realidade aumentada, está envolvido com o VR Health Institute. Para ele, os jogadores do setor de fitness vão, em breve, ser o centro de uma corrida entre os desenvolvedores pela participação no mercado de fitness em VR. Stanton defende que, em cinco anos, não haverá uma academia nos EUA que não tenha algum componente de realidade virtual ou aumentada.

Dezenas de jogos de fitness com realidade virtual baseados em aeróbica já estão disponíveis em plataformas de realidade virtual, como HTC Vive e Oculus Rift. Os jogadores usam varinhas ou luvas para executar ações que queimam calorias, como dar socos, balançar espadas ou disparar um arco em uma variedade de jogos. Nenhum jogo no mercado replica um treino de levantamento de peso, mas a Black Box VR espera mudar isso.

A empresa planeja abrir suas próprias academias de boutique, começando esse ano com uma academia piloto em San Francisco. Os usuários entrarão em uma sala pessoal – uma caixa preta – onde vão colocar um fone de ouvido HTC Vive VR e calibrar as várias máquinas para sua altura e força. O sistema terá registros do histórico de exercícios de cada usuário e vai montar jogos específicos para fornecer a resistência adequada, que deve aumentar gradualmente, de acordo com o desempenho do usuário. Se um jogador completar apenas, digamos, seis de 12 repetições, a evolução da sua força de ataque no jogo será mais lenta.

A ideia é que os usuários subam de nível em seus treinos à medida que sobem de nível no jogo, criando um feedback gratificante que recompensa o esforço deles. Se aumentar o nível de ataque, o usuário obtém aquele pico de dopamina que o ajuda a voltar para a academia mais motivado. Da próxima vez que ele voltar para a academia, não estará mais no nível 5. O jogador/atleta estará no nível 6 e com mais poder de ataque no jogo, e assim, gradativamente, estará sempre em busca do próximo desafio.

Ricardo Vidal, Diretor de Vendas LATAM e Caribe da Micron Technologies

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Maior evento de empreendedorismo jovem do Brasil celebra 25 anos

Entre os dias 29 de agosto e 1º de setembro, a cidade de Ouro Preto, em Minas Gerais, será palco do Encontro Nacional de Empresas Juniores (ENEJ), o maior evento voltado para empreendedorismo jovem do Brasil. Organizado pela Brasil Júnior, instância que representa o Movimento Empresa Júnior (MEJ) no Brasil, e pela FEJEMG, Federação das Empresas Juniores do Estado de Minas Gerais, o ENEJ espera receber cerca de 5.000 estudantes universitários de todos os cantos do País.

Desenvolvido em formato de festival, com stands de conteúdos espalhados pela cidade, o tema será “Entre o Legado e o Sonho”. “Essa edição é a maior da história e se torna ainda mais especial porque marcará o aniversário de 25 anos do evento, 30 anos do MEJ no Brasil e 15 anos da Brasil Júnior”, celebra Iago Maciel, Presidente da instituição. “É uma oportunidade de causar um impacto direto nos principais agentes da inovação nacional”, complementa.

Sem fins lucrativos, toda a renda será aplicada no desenvolvimento de projetos que beneficiam os próprios universitários e a comunidade. “O objetivo destes quatro dias é conectar os estudantes e consolidar o movimento de empreendedorismo jovem no Brasil, impactando positivamente a cidade de Ouro Preto e todo o País”, comenta Iago Maciel. Estima-se que o ENEJ movimentará aproximadamente R$ 3 milhões para a região.

Os participantes do evento terão acesso a palestras, workshops, cases, minicursos e rodas de discussão com grandes nomes do mercado. Entre os confirmados estão Rony Meisler, CEO da Reserva; José Finocchio Jr, CEO do PM Canvas; Alessio Alionco, CEO do Pipefy; Joice Toyota, co-fundadora da Vetor Brasil, e Sandro Magaldi, co-fundador do Meusucesso.com.

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Venda de tickets pela internet cresceu 17,7% no segundo trimestre, diz pesquisa

A venda de tickets pela internet cresceu 17,7% no segundo trimestre deste ano, em relação ao 1o trimestre, de acordo com a pesquisa Netrica, feita pela Netquest em parceria com a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net). A pesquisa aponta ainda, que o setor de Farmácias, obteve crescimento de 12,3% e que Lojas de Departamento e Moda tiveram o maior alcance nos sites de comércio eletrônico, com 71,7% e 29,8%, respectivamente, ou seja, 71,7% dos internautas brasileiros visitaram, no período, alguma loja online de departamento.

“O Netrica traz os principais indicadores de desempenho por segmento de negócio do comércio eletrônico no Brasil, e para nós é importante ter um estudo qualificado como esse, com métricas relevantes e inéditas”, diz Leonardo Palhares, presidente da camara-e.net e sócio do escritório Almeida Advogados.

No segundo trimestre deste ano, a pesquisa também mostra que a conversão de vendas (um dos levantamentos inéditos da pesquisa), medida no acesso via desktop, foi de 15% em Food Delivery, 5,3% em Farmácia e 4,6% em Material de Escritório. No entanto, o total de pedidos finalizados via desktop caiu de 29,4 milhões no primeiro trimestre para 28 milhões no segundo. Essa queda de 6% se deve ao crescimento dos pedidos finalizados via dispositivos móveis.

Outro setor que deu um salto significante no último trimestre foi Beleza & Cosméticos, cujas lojas online registraram 108,4 milhões de visitantes únicos, contra os 86,9 milhões do primeiro trimestre.

A pesquisa Netrica abrange os principais países da América Latina, além de Portugal e Espanha. No Brasil, é feita com uma amostragem de 10 mil consumidores, cujos hábitos de navegação são obtidos pela Netquest dentro de uma base de 270 mil panelistas brasileiros. Cada consumidor online é monitorado 24 horas por dia, 7 dias da semana, por meio de um dispositivo instalado no desktop e em seus dispositivos móveis. Esse monitoramento traz dados como visitantes únicos, conversão de vendas, alcance e pedidos finalizados em categorias como Peças & Acessórios automotivos, Bebês & Crianças, Beleza & Cosméticos, Cultura, Moda, Material de Escritório, Farmácia, Supermercados, Viagem e Serviços.

“A Netrica é uma poderosa ferramenta para o entendimento da evolução dos negócios online, e a parceria com a camara-e.net é muito importante para propagar o estudo no Brasil”, conclui Patrícia Beber, gerente geral da Nequest no Brasil.

78% dos candidatos com deficiência não necessitam de acessibilidade para trabalhar

Quando uma empresa busca um candidato com deficiência, uma de suas preocupações é com a acessibilidade, tanto arquitetônica (rampa de acesso, banheiros acessíveis, vagas reservadas, entre outros), quanto comunicacional (intérprete de libras, recursos que facilitem a comunicação etc) e tecnológica (softwares leitores de tela, lupas de aumento, impressora braile e outros). Porém, segundo pesquisa da Catho, em parceria com i.Social, ABRH-SP e ABRH Brasil, 78% dos entrevistados responderam não necessitar de acessibilidade no ambiente de trabalho, diferente do que pensam os recrutadores, que consideram a falta de acessibilidade o segundo item entre as principais dificuldades no recrutamento de pessoas com deficiência (PCD), com 15%.

Principais dificuldades no recrutamento e seleção de pessoas com deficiência :

Baixa qualificação dos profissionais com deficiência

19%

Falta de acessibilidade na empresa

15%

Resistência dos gestores

14%

Falta de banco de currículos confiáveis

14%

Dificuldade em estabelecer vagas exclusivas para pessoas com deficiência

11%

Baixa atratividade em função da qualidade ruim das vagas destinadas aos PCDs

7%

Dificuldade em lidar com pessoas com deficiência

6%

Os profissionais com deficiência faltam muito nas entrevistas

5%

Pouco apoio da liderança

6%

Falta verba para contratar uma consultoria

3%

Você necessita de acessibilidade no ambiente de trabalho?

Não necessito de acessibilidade

78%

Acessibilidade tecnológica

4%

Acessibilidade comunicacional

6%

Acessibilidade arquitetônica

14%

“Algumas vezes, as empresas podem deixar de contratar pessoas com deficiência apenas por desconhecimento. E pensar que é necessário grandes transformações na acessibilidade é uma delas. Na verdade, existem inúmeras classificações de deficiências e muitas delas não requerem adaptações no ambiente de trabalho para poder exercer sua função”, afirma Fernando Morette, diretor de Operações da Catho.

Tipos de deficiência

Física

61%

Auditiva

19%

Visual

15%

Intelectual

3%

Múltipla

2%

O levantamento também apontou que 92% dos entrevistados não precisam de nenhuma ajuda técnica para sua deficiência, chamado de “Tecnologia Assistiva” ou “Tecnologia de Apoio”. O termo é utilizado para identificar os recursos e serviços que contribuem para proporcionar ou ampliar habilidades funcionais de pessoas com algum tipo de deficiência.

Você precisa de ajudas técnicas para trabalhar?

Sim

8%

Não

92%

Sobre a Pesquisa:

Foram entrevistadas 1.091, entre pessoas que possuem algum tipo de deficiência ou mobilidade reduzida, 117 executivos e 1.240 recrutadores. O levantamento foi realizado entre julho e setembro de 2017.

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Equinix anuncia serviço Google Cloud Interconnect no Brasil

Eduardo Carvalho, da Equinix no Brasil

A Equinix, empresa global de interconexão e data center, anuncia a expansão da sua parceria com o Google Cloud no Brasil, fornecendo acesso direto e privado ao Google Cloud Platform (GCP) por meio do Equinix Cloud Exchange™ Fabric (ECX Fabric). Com o auxílio do ECX Fabric, os clientes podem usar o Google Cloud Interconnection para conectar sua rede local, de forma segura e dinâmica, à nuvem do GCP.

A interconexão privada do Google, chamada Google Cloud Interconnect, permite transferir grandes quantidades de dados entre as redes, o que pode ser mais econômico, seguro e escalável do que o acesso pela Internet pública. O portfólio completo das opções de interconexão do Google Cloud evidencia a relevância do ECX Fabric para os clientes Equinix que estão construindo ambientes híbridos e multicloud, cujas aplicações e cargas de trabalho variadas exigem soluções de conectividade de alta performance entre redes e provedores diferentes.

“Ao fornecer acesso aos serviços de interconexão privada, estamos expandindo as ofertas e ajudando as empresas a aproveitarem melhor os serviços de cloud do Google, acelerando suas estratégias de nuvem híbrida”, afirma Eduardo Carvalho, presidente da Equinix no Brasil. “Com mais opções de conectividade e maior acessibilidade ao Google Cloud, a Equinix está atendendo as necessidades de interconexão dos clientes e permitindo que eles gerenciem facilmente a nuvem de sua escolha”, complementa Eduardo.

“O Partner Interconnect oferece aos clientes do Google Cloud ainda mais opções de conectividade para ambientes híbridos”, disse John Veizades, gerente de produtos do Google Cloud. “Juntamente com a Equinix, estamos tornando mais fácil para os clientes estenderem sua infraestrutura local para o Google Cloud Platform”.

Expertise local em ambientes híbridos

A demanda das empresas por conexões de nível empresarial com o Google Cloud Platform também passa pela necessidade de parceiros com conhecimento de causa em migração e suporte a aplicações e infraestrutura. A Claranet, companhia global com mais de 20 anos de atuação, é um dos parceiros do ecossistema Equinix preparado para atender demandas de implementação e gerenciamento de ambientes híbridos, trabalhando como uma extensão do cliente à fim de otimizar continuamente seu desempenho e garantir vantagem competitiva.

“Sendo um parceiro Premier Google Cloud, estamos bem posicionados para projetar, construir e gerenciar o ambiente, fornecendo a confiabilidade e o desempenho que o cliente necessita”, afirma Daniel Galante, Managing Director da Claranet no Brasil. A empresa é parceira Equinix há 16 anos e atende a mais de 100 clientes em todo Brasil. “Se o cliente já está usando o Google Cloud Platform, está buscando migrar ou ainda, está construindo um ambiente totalmente novo, podemos ajudá-lo a se mover rapidamente de forma automatizada e segura”, completa Fábio Beato, Head de Operações.

Com a disponibilidade do Google Cloud Interconnect no Brasil, agora são 20 as localidades do mundo onde os clientes do Equinix Cloud Exchange™ Fabric contam com interconexão dedicada ao Google Cloud Platform, tornando mais fácil para as companhias consumirem os serviços do Google Cloud em qualquer lugar.

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Gartner mostra como executivos conseguem manter seus empregos após ciberataques

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento imparcial em tecnologia, divulga os motivos porque muitos CEOs serão demitidos por causa de ciberataques e como eles podem se manter em seus cargos.

“Tendências no âmbito regulatório indicam um aumento da responsabilidade para conselhos de administração e executivos na comunicação e prevenção de ciberataques”, diz Tom Scholtz, Vice-Presidente de Pesquisa do Gartner. “Embora você não possa controlar a ocorrência de ataques, é possível supervisionar o nível de preparo das organizações para responder e enfrentar a tempestade”, afirma o analista. “Fomente o engajamento de seus executivos – o risco é deles.”

Segundo o Gartner, o roubo de dados privados de 143 de milhões de norte-americanos fez do caso envolvendo o ciberataque da Equifax um dos maiores da história. A maneira como a companhia lidou com a situação foi acompanhada de diversas análises, resultando na saída do CEO Richard Smith em meio à crise, em 2017. Trata-se de um sério lembrete para qualquer CEO dos perigos envolvidos na violação de dados, diz o especialista.

Para o Gartner, muitos CEOs serão demitidos por causa de ciberataques. Vejas sete razões das demissões de altos executivos por erros de segurança, e como eles devem fazer para manter seus cargos:

1. Responsabilidade fragmentada – Mais CEOs serão tidos como os “responsáveis”. Sem um bom esforço de engajamento contra os risco não há como responsabilizar – “Eu apenas fiz o que o pessoal da segurança me mandou fazer”. Ofereça aos seus executivos condições para decisões adequadas, não proteção. Modelos fortemente baseados em responsabilidade, nos quais os riscos estão a cargo de quem tem autoridade para cuidar deles, garantem que problemas de segurança não se agravem.

2. Desconexão cultural – Muitos Conselhos de Administração acreditam que cibersegurança é um problema técnico resolvido por pessoas técnicas, escondidas em TI. Ao contratar as pessoas certas com conhecimento técnico, é possível diminuir as chances de ser atacado e manter distância das manchetes.

3. Servidor que nunca sofre correções – Embora haja uma legítima razão corporativa, muitas organizações possuem servidores completos sem nunca terem sido atualizados ou corrigidos. Decisões de negócios conscientes precisam ser tomadas levando em consideração o que será feito, mas, mais importante, o que não será feito para se proteger.

4. Seu executivo de segurança é o defensor da sua organização – Equipes de segurança são contratadas por serem especialistas e seu trabalho é proteger a organização. Esses silos são a questão, colocar pessoas na função de proteger os resultados de negócios que não entendem. Fomente o engajamento de seus executivos – esse é o risco deles.

5. Jogar dinheiro no problema – Você não pode comprar sua saída – você ainda não estará perfeitamente protegido. Evite resultados negativamente impactantes devido a elevação de custos operacionais existentes prejudicar potencialmente a habilidade de a organização funcionar.

6. Tolerância ao risco e apetite brando – Organizações criam declarações genéricas de alto nível sobre seu apetite por risco que não suportam a tomada de boas decisões. Evite prometer para apenas engajar em atividades de baixo risco. Essa prática é contrária aos bons negócios e cria outras boas razões para demissão se você está envolvido em atividades de risco.

7. Pressão social – Culpar uma organização por sofrer um ataque de hacker é como culpar um banco por ser roubado. A diferença é que bancos são defensáveis – a maior parte das organizações não é. O primeiro passo para se recuperar é admitir que você tem um problema. Suas ações reforçam como as pessoas percebem a dificuldade. “CEOs precisam redefinir a maneira como lidam com risco e segurança para evitar serem demitidos”, acrescenta Scholtz. “O propósito do programa de segurança é criar um equilíbrio entre a necessidade de proteger e a exigência de conduzir os negócios”, diz o especialista do Gartner.

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Pesquisa Fiesp aponta que 54,8% dos empreendedores desconhecem as Fintechs

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Fintechs, empresas que empregam intensamente a tecnologia para oferecer serviços financeiros alternativos aos bancos convencionais, ainda são pouco conhecidas no Brasil, mas não param de crescer no país. Segundo pesquisa “Fintechs: alternativas aos bancos tradicionais – Pesquisa Rumos da Indústria”, elaborada pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), com a participação de 400 indústrias no estado, 54,8% das empresas nunca tinham ouvido falar do assunto.

“Mas há espaço para crescimento, já que a principal motivação das empresas que nunca buscaram crédito ou utilizaram outros serviços financeiros fora do sistema bancário tradicional é a falta de conhecimento, caso de 42,4% dos entrevistados”, explicou Sylvio Gomide, diretor titular do Departamento da Micro, Pequena e Média Indústria e do Acelera Fiesp, durante “Seminário Fintechs – Novas soluções financeiras para seu negócio” e uma rodada de atendimento aos empreendedores, nesta terça-feira (21/08), na sede da entidade.

Segundo ele, operando com custos menores, essas instituições conseguem reduzir as taxas cobradas aos empresários. “O índice de satisfação é alto, precisamos apresentar essas possibilidades ao mercado”, explicou. “Acreditamos no empreendedorismo, a Fiesp tem esse DNA, essa é uma casa de negócios”.

Entre os motivos para acreditar na expansão dessas instituições no Brasil está o fato de que 78% das fintechs nacionais têm serviços financeiros para oferecer às empresas. Já a principal área apontada pelas empresas da pesquisa da Fiesp como atendimento deficiente pelos bancos tradicionais é a de crédito para capital de giro (56,1%). Cerca de 28,5% das empresas já buscaram crédito em instituições financeiras outras que não os bancos tradicionais.

A motivação para fugir dos gigantes do mercado financeiro é a facilidade na contratação para 53% dos empreendedores, seguida pela agilidade no retorno da operação (50,4%) e pelas melhores taxas/tarifas (48,7%).

O estudo mostra que 20,5% das empresas já usaram serviços financeiros fora do sistema tradicional. Dessas, 61,1% avaliam a experiência como boa ou excelente. Nessa linha, as melhores tarifas (51,5%) e a facilidade na contratação (41,7%) também motivariam quem nunca procurou uma fintech a dar uma chance a essas instituições.

“É preciso manter o espírito de startup. O crescimento da procura pelas fintechs é exponencial”, finaliza.

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GFT reforça time de negócios com nova diretora

A GFT, referência em tecnologias exponenciais para transformação digital e projetos ágeis, ganha mais um reforço na área de negócios. Com mais de 20 anos no mercado, Ana Rosa Madeira é a mais nova diretora da área na GFT, sendo a responsável pelo desenvolvimento de novos negócios e entrega de soluções com foco em inovação, transformação digital e modernização de core banking.

Para Marco Santos, managing director da GFT Latam, a contratação de Ana Rosa fortalece o time de executivos de Financial Services da companhia. “A Ana conta com umasólida experiência em vendas e entregas consultivas, implementações de soluções e programas de modernização de plataformas de negócio e ambiente analítico. Todo esse back-ground e conhecimento em processos do negócio irão agregar experiência e reforçar a nossa atuação estratégica”, analisa o executivo.

A profissional tem uma carreira construída em organizações de tecnologia e serviços nacionais e multinacionais, como Oracle, Capgemini, CTIS e BDO Binder. Nessas companhias, acumulou mais de 20 anos de experiência no atendimento a clientes de grande porte do segmento financeiro tanto nas áreas de TI quanto de negócios.

A diretora é a segunda contratação anunciada para a área de negócios da GFT nos últimos dois meses. Recentemente, chegou ao time Fabricio Vaz, diretor que tem como missão reforçar a atuação da companhia em Financial Services e Retail. “A GFT continua o seu processo de crescimento no país, oferecendo soluções inovadoras e exponenciais para as instituições financeiras. Por isso, reforçamos o nosso time, procurando contar sempre com os melhores profissionais”, complementa Santos.

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