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Golden Distribuidora e DJI firmam parceria para conquistar mercado de drones no Brasil

A Golden Distribuidora acaba de fechar parceria com a DJI, líder mundial na produção de drones. Já estão disponíveis para revendedores de todo o país, oito versões homologadas das linhas: Spark, Mavic Pro e Phantom 4.

Certificação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), manual em português, plug com selo do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) e assistência técnica autorizada, são os benefícios de comprar as aeronaves não tripuladas com um distribuidor autorizado.

Para oferecer suporte a seus consumidores no que se refere aos produtos da companhia, a Golden Distribuidora investiu numa unidade de negócios exclusiva. “Temos, aqui, uma equipe dedicada; são cinco especialistas focados no portfólio da DJI. Queremos nos certificar de que os clientes terão sempre a melhor experiência de compra conosco, da pesquisa ao pós-venda”, declara Davi Saadia, CEO da Golden Distribuidora.

Além disso, os brasileiros proprietários de drones podem se beneficiar dos diferenciais e serviços da Golden: já está no ar um hotsite (www.goldendji.com.br) com todas as informações dos modelos da DJI comercializados no país. “Atendimento de qualidade é, desde o princípio, nossa prioridade número 1”, completa Saadia.

“Após a aprovação do regulamento especial para utilização de drones no Brasil pela Agência Nacional de Aviação – Anac, em maio deste ano, decidimos entrar com mais força no mercado brasileiro. Procuramos um parceiro de peso, com trajetória de sucesso e alta credibilidade. A Golden Distribuidora logo se mostrou uma escolha acertada”, afirma Manuel Martinez.- Executivo e Representante da DJI no Brasil.

Drones DJI na Golden Distribuidora

Agora, unidades dos modelos Spark, Mavic Pro e Phantom 4 – todos da DJI – podem ser adquiridas no Brasil por meio da Golden Distribuidora.

Spark – primeiro drone do mundo controlado por gestos; segue as mãos do usuário para executar movimentos de voo ou enquadrar melhor uma imagem – de até 12MP. Suas lentes podem capturar vídeos em HD em 1.080p
estabilizados. É possível fazer transmissões ao vivo em 720p. Permite pré-definir uma rota e cumpri-la focando o mesmo objeto. É compacto, pesa só 300g, alcança até 50km/h e tem 16 minutos de autonomia de voo. https://www.youtube.com/watch?v=74Cm1p3fr0g

Preço Sugerido para o consumidor: A partir de *R$ 2.699,10 *(sujeito a descontos especiais nas promoções de Black Fridy e Natal)

Mavic Pro – superportátil – dobrado mede menos de 20cm de comprimento e pesa menos de 800g –, é ideal para esportistas e repórteres. Conta com o modo “Follow me”: através do sinal do controle, ele é capaz de seguir uma pessoa, um animal ou um objeto. O app DJI GO 4 oferece suporte e acesso aos recursos do drone em voo. Há, inclusive, a possibilidade de fazer streaming das imagens ao vivo para as redes sociais. Ao alternar entre a conexão sem fio e a radiofrequência, o Mavic se transforma num router sem fio e passa a ser controlado apenas pelo smartphone. Faz vídeos em até 4k a 30fps no formato RAW. Atinge velocidade máxima de 65km/h e tem 20 minutos de autonomia de voo. https://www.youtube.com/watch?v=p1d_ptE6yrc

Preço Sugerido para o consumidor: A partir de *R$ 5.399,10 *(sujeito a descontos especiais nas promoções de Black Fridy e Natal)

Phantom 4 – é considerado uma “câmera voadora”, agradando principalmente profissionais de vídeo e foto. A câmera principal captura vídeos a uma resolução de até 4k a 60fps. Quanto às fotos, a resolução é de 20MP através de uma câmera CMOS com 1” e obturador mecânico. O controle remoto tem direcionais sensíveis e botões de fácil acesso; porém, com o app DJI GO, é possível acessar o conteúdo em gravação e fazer outros movimentos (para uma experiência completa, o tablet é mais recomendado). Conta com sistema de detecção e desvio de obstáculos. A partir de sensores ultrassônicos e câmeras adicionais, ele para automaticamente e fica flutuando caso se depara com um obstáculo (modo normal) ou o contorna e segue o caminho (modos “ActiveTrack” ou “Smart Return Home”). Atinge a velocidade de 72km/h e sua autonomia é de 28 minutos. https://www.youtube.com/watch?v=JJPSSqMQajA

Preço Sugerido para o consumidor: A partir de *R$ 6.749,10 *(sujeito a descontos especiais nas promoções de Black Friday e Natal)

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Ebit estima vendas de R$8,7 bi no e-commerce para o Natal, alta de 13%

O e-commerce deverá faturar R$8,7 bilhões no Natal de 2017, crescimento nominal de 13% ante ao mesmo período do ano anterior, aponta a Ebit, empresa referência em informações sobre o comércio eletrônico brasileiro. O número de pedidos deve crescer 11%, de 16,6 milhões para 18,4 milhões, enquanto o tíquete médio apresentará uma tímida elevação de 2%, de R$463 para R$471.

Para este levantamento a Ebit considera as vendas estimadas para o e-commerce no período de 15 de novembro a 24 de dezembro, incluindo o período da Black Friday. “O faturamento da Black Friday deverá corresponder a quase 1/4 do total estimado para o Natal neste ano. A Black Friday vem se consolidando no calendário do varejo ano a pós ano e, com isso, ganha cada vez mais relevância dentro da estratégia das empresas para o Natal”, afirma Pedro Guasti, CEO da Ebit.

A tímida expansão do tíquete médio, de acordo com Guasti, é um reflexo dos descontos praticados durante a Black Friday e da queda de preços na cesta de produtos do comércio eletrônico, medida pelo Índice FIPE Buscapé. “Os preços do e-commerce estão registrando deflação há 12 meses consecutivos. Mantida esta tendência em dezembro, o índice deverá fechar 2017 com retração de 2,5%. Para o e-commerce, esse é um dado muito relevante, pois mostra que a alta no faturamento está apoiada no volume de pedidos. O consumidor está vindo cada vez mais para o e-commerce e comprando com mais recorrência”, explica.

O crescimento estimado para o período do Natal está em linha com o previsto pela Ebit para o segundo semestre de 2017. “No Webshoppers 36 apontamos uma alta de 12% a 15% para o segundo semestre, capitaneado pelas três grandes datas do calendário do varejo, Dia das Crianças, Black Friday e Natal. Se o Natal for bom como o mercado está esperando, nosso crescimento deverá voltar a ser de dois dígitos”, disse.

Confira as subcategorias e produtos que devem ser as mais vendidos (em volume de pedidos) neste ano:

1. Bonecas
2. Cafeteira
3. Camisa Esportiva
4. Camiseta Masculina
5. Celular e Smartphone
6. Cobre-Leito
7. Fogão
8. Jogo de Cama
9. Jogo de Panelas
10. Jogos de Vídeo Game
11. Livros
12. Perfume
13. Pneu de Carro
14. Relógio de Pulso
15. Sandálias Femininas

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Digio adquire plataforma Poup e passa a ter cashback

O Digio – plataforma digital de meios de pagamento do Banco CBSS – anuncia a aquisição da plataforma Poup. Com a transação, os clientes do Digio passarão a contar com o benefício do cashback, acesso a cupons de desconto e ofertas online. Grandes nomes do e-commerce como Americanas, Casas Bahia, Dafiti, Extra, Fnac, Livaria Cultura, Magazine Luiza, Netshoes, Ponto Frio, Ricardo Eletro, Saraiva, Shoptime, Submarino e Walmart fazem parte da base do Poup e estarão disponíveis para compras dos clientes Digio com vantagens adicionais.

“A aquisição da plataforma Poup é parte de um plano de ações com foco total em concessão de benefícios para os nossos clientes. Trazer o Poup para perto nos proporciona combinar experiências positivas e convertê-las de forma prática e inovadora ao cliente. A Plataforma Poup é uma startup brasileira acelerada de forma consistente, já integrada com mais de 80% dos e-commerces relevantes, tecnologia segura e uma relação bastante positiva com seus clientes, como por exemplo o aviso do Poup Alerta”, conta Carlos Giovane, CEO do Banco CBSS. O executivo adianta que a ideia, em um segundo momento, é expandir as possibilidades do cashback para as compras no mundo físico também.

A aquisição da plataforma Poup pelo Digio prevê também investimentos em curto prazo para melhorias na experiência do usuário por meio das duas plataformas.

Como funciona o cashback

A ideia, como o próprio nome diz, é ter dinheiro de volta. O consumidor receberá uma porcentagem do valor gasto com uma compra online, de acordo com os percentuais anunciados no portal de cashback. No caso do Poup, por exemplo, o usuário acessa a plataforma e clica na oferta desejada para ser redirecionado para a loja online. Ao concluir a compra no ambiente do e-commerce parceiro, ele é bonificado. Isso acontece porque a loja identifica que esse cliente chegou até lá via Poup e paga uma comissão para a start-up. Essa comissão é compartilhada com o consumidor final.

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Alexandria: Inteligência e Big Data para atender um mundo exclusivo

De olho no crescimento do mercado consumidor e na retomada da economia brasileira, a Arkad Finance adquiriu a plataforma tecnológica Alexandria, ferramenta com mais de 172 milhões de consumidores mapeados e um painel de crowdsourcing com cerca de 600 mil pessoas para em tempo real transformar dados e experiências em informações para a indústria.

Esse exército de pessoas que analisam experiências, produtos e atividades possibilita à Alexandria responder às mais diversas perguntas do segmento, combinando Inteligência Artificial e Big Data. O objetivo é justamente garantir que os consumidores, cada vez mais exigentes e rigorosos, tenham experiências únicas fugindo da padronização diante de um mundo cada vez mais abundante em opções.

“Acreditamos que a Inteligência Artificial e o Big Data combinados serão as bases para entender o comportamento social e de consumo. Neste novo ambiente, passaremos a reduzir a quantidade perguntas feitas hoje em dia por análise comportamental dos dados residuais que deixamos principalmente no ambiente Digital”, afirmou o CEO da Alexandria, Federico Sader, que liderou o investimento da Arkad Finance para comprar a tecnologia, produtos e carteira de clientes do seguimento privado da Ideia e da Pinion.

“Com a tecnologia de ponta, é factível entender melhor o apetite por novidade, eliminan-do o ruído entre o que quer o consumidor e o que a indústria tem a oferecer”, afirmou Sader.

A Alexandria terá foco no seguimento de B2B, ajudando seus clientes do setor privado em melhorar o entendimento sobre seus consumidores e audiência, através de pesquisas em tempo real e ações de marketing direto. A missão da nova plataforma é transformar em tempo real dados e experiências em inteligência, proporcionando intervenções rápidas e seguras.

Sader explica que decidiu investir na plataforma por sua escalabilidade e por estar bem posicionada para capitalizar a retomada do crescimento do mercado consumidor brasileiro, que deve ter neste ano o melhor desempenho em três anos, na projeção de analistas do setor.

“Neste cenário, identificamos que a plataforma Alexandria estava muito bem posicionada para crescer neste ambiente de rápida evolução tecnologia. Além de já ter sido testada fora do Brasil. Uma das prioridades para 2018 será a expansão internacional. O mercado da Índia é nosso próximo objetivo”, afirmou. “Não somos uma empresa de pesquisa que usa tecnologia, mas sim uma empresa de tecnologia que também faz pesquisa”, acrescentou.

O CEO da Alexandria tem no currículo mais de uma década trabalhando na indústria de pesquisa de marketing e media Digital liderando relacionando de companhias de bens de consumo, como Ambev, UL, PepsiCo, J&J, P&G.

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Professor da FGV aponta desequilíbrio sistêmico com o “fim da neutralidade de rede” nos EUA

O professor e coordenador do MBA em Marketing Digital da FGV, André Miceli, definiu a decisão da Comissão Federal das Comunicações dos Estados Unidos (FCC, na sigla em inglês) de deixar de classificar a internet banda larga como serviço de utilidade pública no país como um “desequilíbrio sistêmico”. De acordo com ele, o resultado pode ser péssimo para o ambiente digital porque recentemente, pela primeira vez nos últimos anos, houve um desaquecimento nos investimentos de infraestrutura de acesso à internet.

“Nesse formato, teremos menos concorrência e menos possibilidade de evolução. A tendência é que os serviços piorem para os consumidores, e os distribuidores de conteúdo vão perder em performance”, ressalta André Miceli.

O professor da FGV explica que, com os servidores de internet ainda considerados de utilidade pública, não podia acontecer priorização desses pacotes. “Agora vai poder. Isso significa que, se você enviar dados no mesmo momento ou em uma rede que está lotada e tiver concorrendo com a Netflix, por exemplo, esta terá prioridade sobre o seu pacote porque ela deve ter um acordo diferenciado com esses provedores”, relata o especialista.

André Miceli aponta ainda que nesse novo formato, teremos menos concorrência e menos possibilidade de evolução. “A tendência é que os serviços piorem para os consumidores, e os distribuidores de conteúdo vão perder em performance”, analisa e completa: “Isso pode ser um tiro no pé dos próprios desenvolvedores de conteúdo. É um desequilíbrio sistêmico bastante significativo.”

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BLOCKBIT anuncia novo diretor de P&D

A BLOCKBIT, empresa global de produtos de cibersegurança, anuncia Marcel Mathias como seu novo diretor de Pesquisa & Desenvolvimento. O executivo assume o cargo com a missão de expandir e consolidar o portfólio de produtos da empresa.

Marcel Mathias construiu seus 17 anos de experiência na área de cibersegurança como parte do time de especialistas da BRconnection, empresa que deu origem à BLOCKBIT. Em 2016, assumiu a Gerencia de Desenvolvimento de Sistemas, dedicado a linha de desenvolvimento dos produtos de Network Security (segurança de redes).

O executivo será responsável pela gestão das equipes de Pesquisa & Desenvolvimento – que também desenvolvem produtos de Vulnerability & Threat Analysis (análise de vulnerabilidade e ameaças) e Endpoint Protection (proteção de dispositivos) – além do BLOCKBIT Labs, laboratório de inteligência de cibersegurança.

“Nosso desafio é apresentar produtos e produzir inteligência cada vez mais avançados para ajudar as empresas a se protegerem de diversos tipos de ameaças. Para isso, reunimos um time coeso de especialistas, dedicados ao estudo de técnicas de ponta para uma abordagem completa de cibersegurança. Ou seja, para previsão, prevenção, detecção e resposta a incidentes e falhas, seja no perímetro de rede, sejam nos perímetros expandidos, especialmente com a nuvem e a mobilidade”, comenta o novo diretor de P&D.

Graduado em Ciências da Computação, Mathias possui especialização técnica em Processamento de Dados e MBA em Arquitetura de Soluções pela Faculdade de Informática e Administração Paulista (FIAP).

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Leonardo Palhares é reeleito presidente da camara-e.net

O advogado Leonardo Palhares, do Almeida Advogados, foi reeleito para a presidência da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), em assembleia geral de associados da entidade, nesta quarta-feira (14). Flavio Jansen, da Locaweb, segue como vice-presidente de Estratégia e Paulo Kulikovsky, da Acesso Card, substitui Marcelo Coelho na vice-presidência de Finanças e Controle.

Palhares, que está no cargo desde agosto de 2016, diz que seu primeiro ano de gestão foi de consolidação do papel importante que a entidade exerce na Economia Digital do país e de, ao mesmo tempo, que segue com o papel de reinvenção do setor em que atua. “Para 2018, a Câmara continuará a readequar a entidade e suas ações a um setor que está em constante movimento, procurando solidificar sua atuação dentro das searas regulatórias e assessorar mais os associados e o setor na garantia de que as regulações que existem hoje permitam o desenvolvimento do mercado, a geração de divisas e empregos”, afirma ele.

“Para nós ficou muito claro nesse último ano que, em épocas de retração da economia e altas taxas de desemprego, a Economia Digital mantém o seu crescimento, mais de 10% em um ano em que todos os demais indicadores econômicos ficaram negativos”. O presidente cita ainda o papel importante do comércio eletrônico para pessoas que passaram a contar com ele, dado seu caráter democrático, para o seu sustento, em substituição em emprego formal perdido como complementação da renda familiar.

Segundo Palhares, a camara-e.net vai intensificar seu papel de capacitação dos micro e pequenos empresários, que hoje somam mais de 200 mil operações no país. A entidade também vai intensificar o desenvolvimento do crossborder na América Latina, uma frente que ainda é muito pouco utilizada pelo empresário brasileiro. “É papel da camara-e.net ajudar esses empresários a romper as dificuldades linguísticas, legais e culturais nas transações transfronteiriças com os demais países latino-americanos”.

Fazem parte do novo conselho administrativo da camara-e.net os seguintes associados:

Presidente – Leonardo A. F. Palhares (Almeida Advogados)

Vice-Presidente de Estratégia – Flávio Jansen (Locaweb)

Vice-Presidente de Finanças e Controle – Paulo Kulikovsky (Acesso Card)

Vice-Presidentes: Anahi Llop (OLX), Antônio José Ludovino Lopes (Ludovino Lopes Advogados), François Martins (Mercado Livre), Gastão Cezar de Mattos Jr (Braspag), Gustavo Zobaran (Youse), João Paulo Foini (Imprensa Oficial) e Leonardo Elias Moreno da Silva (Rede ICP Seguros).

Suplentes: Flávio Franco (Netshoes), Sérgio Herz (Livraria Cultura) e Stephane Engelhard (Carrefour).

Secretário Executivo – ex officio – Fernando Ricci (camara-e.net) .

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Algar Tech apresenta Duda, agente virtual com inteligência cognitiva

A Algar Tech, multinacional brasileira que integra soluções de Gestão de Relacionamento com Clientes, de Ambiente de Tecnologia e de Serviços de Telecom, lançou sua primeira agente digital com inteligência cognitiva. Batizada de Duda, a tecnologia começou a ser utilizada em atendimento via aplicativos de mensageria, no processo de renegociação de dívidas que passou a ser 100% autônomo, sem interferência humana.

A atendente virtual Duda – apelido do nome Maria Eduarda, que significa guardiã da riqueza -, foi desenvolvida a partir da integração de várias soluções de tecnologia, dentre elas o Watson, da IBM. Segundo Marco Aurélio Matos, diretor de Transformação Digital da Algar Tech, além desse ecossistema de parceiros, a Algar Tech utilizou toda a sua base de conhecimento na indústria. “Esse é nosso grande diferencial. Aliamos nossa experiência em atendimento, melhores práticas de cobrança e renegociação no mercado financeiro, e criamos uma solução capaz de trazer mais produtividade e redução de custos para nossos clientes”, enfatiza.

Para viabilizar a automação do processo de renegociação de ponta a ponta, uma equipe de curadores trabalhou para dar mais assertividade à agente virtual, considerando especificidades da linguagem do mercado financeiro e as regionalidades do idioma. A transferência para o atendimento humano só acontece em situações que a Duda não tiver a resposta. “Quando isso ocorre, nós ‘educamos’ a Duda com a resposta correta para que ela possa utilizá-la nos próximos atendimentos”, explicou Matos.

Benefícios

Além de aprender com os próprios erros, a plataforma é multilíngue e a capacidade de atendimento simultâneo é ilimitada. Outra vantagem é o tempo: a Duda consegue elaborar uma proposta à vista em menos de 20 segundos. A modernização também beneficia consumidores, que passam a utilizar aplicativos de mensageria para um autosserviço rápido, simples e eficaz.

Inicialmente, a tecnologia foi implantada na operação de uma empresa do segmento financeiro para renegociar dívidas com consumidores que utilizam cartão de crédito e estão com fatura em atraso. A intenção, porém, é que seu uso seja ampliado para outras operações. “Estamos empenhados em promover a transformação digital dos nossos clientes e promover modelos de negócios cada vez mais voltados para resultados e com foco no relacionamento. A Duda nasceu para fortalecer e acelerar esse movimento”, concluiu Matos.

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Como proteger a rede da empresa sem interferir na mobilidade dos colaboradores?

Por Bill Hogan, vice-presidente da Fortinet

Os profissionais de segurança de TI de grandes empresas em todas as indústrias enfrentam a tarefa diária de ter que proteger uma superfície de ataque em expansão. Os pontos vulneráveis de entrada costumavam estar dentro dos muros da organização, onde firewalls e ferramentas de segurança on-line podiam protegê-los, mas as redes agora se tornaram um ambiente sem fronteiras, em constante evolução, graças ao uso de nuvem, a Internet das coisas (IoT) e uma força de trabalho cada vez mais móvel.

Os avanços tecnológicos, combinados com uma onda de funcionários digitalmente inteligentes inundando o local de trabalho, levaram mais pessoas a trabalhar de suas casas ou outros locais fora do escritório. Além disso, trabalhar em uma variedade cada vez mais diversificada de dispositivos. E, embora possa ser uma surpresa, esse aumento na força de trabalho móvel tornou-se comum mesmo nas indústrias mais altamente regulamentadas.

De acordo com um estudo recente, 65% das organizações permitem a conexão de dispositivos pessoais às redes corporativas. Na América Latina e no Caribe, estima-se que o número de empregos móveis foi de 740.000 em 2016, com outros 980 mil empregos indiretamente suportados por tecnologias móveis.

Em todos os setores, as empresas estão adotando os esquemas de trabalho móvel devido aos seus vários benefícios de redução de custos, aumento da produtividade e eficiência dos funcionários e maior retenção de colaboradores. Mas estes esquemas também envolvem riscos ao permitir que dispositivos e aplicativos não gerenciados pelas organizações, acessem suas redes corporativas e seus recursos digitais.

A segurança da rede continua sendo uma prioridade. 95% dos CIOs relatam sua preocupação com os e-mails armazenados em dispositivos pessoais e 94% deles se preocupam com informações corporativas armazenadas em aplicativos móveis. O objetivo das empresas é encontrar um equilíbrio entre o benefício do BYOD e BYOA e a mitigação dos fatores de risco à cibersegurança.

Problemas de segurança em ambientes móveis

Para se beneficiar das capacidades do trabalho móvel sem comprometer a segurança da rede ou perder a visibilidade do uso de dados classificados, as organizações devem considerar três aspectos principais:

Shadow IT

Políticas rigorosas sobre aplicativos e serviços que os funcionários estão autorizados a usar em seus dispositivos podem fazer com que os funcionários contornem este protocolo de segurança para adquirir soluções que os ajudarão a tornar seu trabalho mais eficiente. Isso pode ser um grande risco à segurança, já que as equipes de TI não conseguem proteger dados em aplicativos que não conhecem, e nem podem garantir que esses aplicativos serão atualizados com as correções mais recentes. E se esses dados forem violados, é improvável que as equipes de TI percebam isso e consigam implementar protocolos adequados de resposta a incidentes.

Vazamento de dados

O vazamento de dados se refere ao fluxo não autorizado de dados corporativos do datacenter seguro para um dispositivo ou local não autorizado. Isso geralmente ocorre quando os funcionários transferem arquivos entre dispositivos corporativos e pessoais ou quando funcionários não relacionados têm acesso a dados privilegiados. Com o uso cada vez mais comum de ambientes na nuvem e de aplicativos SaaS, e o número maior de dispositivos de usuários conectados, as equipes de TI geralmente perdem visibilidade do uso e fluxo dos dados.

Segurança de aplicativos

Com a mobilidade laboral, surge um número cada vez maior de aplicativos, independentemente de estarem sendo usados nos negócios ou não. Em média, as organizações têm 216 aplicativos executados em sua organização, sem falar nos aplicativos pessoais armazenados nos dispositivos dos funcionários. Quando esses dispositivos de usuários e aplicativos se conectam à rede, é necessária uma segurança forte para o aplicativo. Isto é válido principalmente para aplicativos na nuvem, onde pode ser difícil para as equipes de TI aplicar as políticas de segurança padrão de suas organizações.

Em resumo

Para aproveitar ao máximo os benefícios da força de trabalho móvel que faz uso de seus dispositivos pessoais, as organizações precisam implementar controles de segurança adicionais que protejam e monitorem os dados sem serem muito rigorosos, pois isso pode inibir a mobilidade. As equipes de TI devem adotar uma abordagem em camadas para a segurança, fornecendo visibilidade do fluxo dos dados em toda a rede. Especificamente, este protocolo de segurança deve oferecer segurança de aplicativos, segurança de dispositivos de usuários, segmentação de rede e segurança dos ambientes na nuvem, além de defesas no perímetro da rede padrão. Tudo isso em um quadro de segurança integrado e abrangente, poderoso e automatizado para poder responder às ameaças atuais e futuras.

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Hilmar Becker é o novo country manager da F5 Brasil

A F5, líder em soluções que garantem a segurança e a entrega de aplicações corporativas, anuncia que Hilmar Becker é o novo country manager da F5 Brasil. Profissional com mais de 25 anos de experiência no mercado de TIC, Becker passa a liderar a subsidiária da empresa global que faturou, no ano fiscal 2017 (terminado no dia 30 de setembro), US$ 2,1 bilhões. “Hilmar Becker é um executivo muito experiente, que faz a diferença. Seu conhecimento sobre a indústria, seu reconhecimento pelo mercado e seu networking irão levar a F5 Brasil a uma nova era”, afirma Roberto Ricossa, Vice-presidente de vendas da F5 América Latina & Caribe. Antes de atuar na F5 Brasil, Becker foi country manager da HPE Aruba. Becker trabalhou, também, na Cisco Systems, Extreme Networks, Aperto Networks e 3Com.

Desafios do mercado em 2018

Sob a liderança de Becker, a F5 Brasil seguirá atendendo as maiores empresas dos principais setores (finanças, Telecom, governo, indústrias, etc.). Becker acredita que, em 2018, os principais desafios vividos pelo mercado estarão ligados à migração para a nuvem híbrida. “A gestão da segurança em ambientes híbridos é complexa, pois o controle de acesso e as proteções oferecidas variam muito de provedor a provedor”, observa. “A falta de uma política de segurança unificada e a presença de usuários com múltiplos logins ameaça a integridade da informação e os processos de negócios das empresas”.

Dentro deste contexto, Becker aponta, ainda, que em 2018 haverá uma incidência de três tipos de ataques cibernéticos: ataques criptografados, ameaças combinadas, com mais de um tipo de vetor e, finalmente, ações criminosas baseadas em Botnets de dispositivos IoT (Internet das Coisas). “A F5 tem a resposta para esses desafios”, afirma Becker. “Para garantir a segurança das aplicações corporativas – o elemento mais crítico da transformação digital –, a F5 oferece soluções on premise, em forma de serviços e na nuvem que atuam desde o controle de acesso até a luta contra massivos ataques DDos”. Isso inclui soluções de WAF (Web Applicaton Firewall), visibilidade SSL e o serviço F5 Silverline de enfrentamento a ataques DDoS e DNS.

Becker ressalta, ainda, que 100% das vendas da F5 Brasil acontece por meio do canal. “Contamos com parceiros plenamente capacitados; são empresas que constroem soluções que extraem o máximo valor da tecnologia F5”. O ecossistema de canais da F5 Brasil contribui para que a empresa ganhe capilaridade no atendimento a seus clientes, contando com profissionais treinados e certificados nas cinco regiões do Brasil.

Hilmar Becker é graduado em Design Automotivo pela Escola Franz Obethuer em Wuesburg, Alemanha. Ele fala fluentemente Português, Inglês e Alemão. Em seu tempo livre, o executivo dedica-se ao mergulho em cavernas e a dirigir veículos 4×4 em trilhas off-road.

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Sua PME teve lucro? Pois invista… na empresa

Por Gabriela Szprinc

Não existe caminho fácil para fazer sua empresa crescer. Aliás, não existe caminho fácil para nada. Assim é na vida e também no mundo das PMEs. Acredite: muitas vezes, o vislumbre do lucro inédito após meses e meses de trabalho duro pode transformar sua aventura como empreendedor no começo do fim.

Sei que isso soa um tanto negativo, mas é a pura verdade. Por mais dor no coração que esse mantra possa lhe provocar, “no começo, todo lucro precisa ser reinvestido na própria empresa”. E por várias razões, que tentarei listar a seguir.

O grande problema enfrentado por todos que têm um negócio próprio é que, no começo de qualquer empreitada, é muito difícil atingir o ponto de equilíbrio. Ou seja, o lucro demora a aparecer. Pois é exatamente durante essa etapa de expectativa (que pode durar até mesmo alguns anos) que o empreendedor precisa se convencer da necessidade de não se deixar levar pelo “direito” de tornar o primeiro e aguardado lucro em objeto de suas despesas pessoais. Você não deve guardar todo esse dinheiro no banco, mas aplicar uma boa porcentagem dele em sua própria empresa.

De acordo com recente pesquisa da MindMiners, feita sob encomenda do PayPal Brasil, a maioria dos entrevistados que pretendem empreender o fará porque quer ter mais liberdade e autonomia. São palavras poderosas, com certeza, mas que embutem algumas armadilhas. Só quem já se aventurou no mercado e abriu negócio próprio sabe que a liberdade, muitas vezes, é um mito. E a tal autonomia também está demorando um pouco para aparecer. Faz parte do processo. Afinal, no pain no gain.

Por isso, listei algumas dicas que podem fazer sua empresa navegar com mais segurança no começo da jornada – e que lhe deixarão mais ciente das reais necessidades de um empreendimento. Anote-as e siga-as para fazer seu lucro render bons frutos.

É lucro de verdade ou só aumento sazonal no fluxo de caixa?
Antes de mais nada, tenha certeza de que o que você tem em mãos é mesmo lucro e não resultado de um bom momento de mercado pelo qual a empresa está passando – cuja natureza é afeita a altos e baixos. Jamais confunda lucro com uma alteração positiva fugaz de seu fluxo de caixa. Uma dica que considero saudável é abrir uma conta no banco apenas para depositar seu lucro. Pode parecer uma burocracia tola, mas, psicologicamente, faz sentido. Isso porque, quando esse dinheiro fica na conta da própria empresa ou vai para sua conta pessoal, a tendência natural é que ele “desapareça” sem que possa ser usado de forma inteligente e eficaz. Um famoso samba de Paulinho da Viola ensina: “Dinheiro na mão é vendaval…”.

Reúna o suficiente para pagar as dívidas de sua PME
Ou, pelo menos, para tirar da frente aquelas cujos juros são mais altos. OK, não era exatamente isso que você imaginava fazer com o lucro tão desejado e que foi se acumulando na conta corrente. É compreensível… Mas pode apostar: não ter dívidas (ou ter apenas débitos saudáveis, que não comprometem o dia a dia de sua empresa) é o primeiro passo para que o reinvestimento do lucro gere mais e melhores resultados. Fica mais fácil navegar pelas águas agitadas do mercado se você não tiver âncoras te prendendo ao fundo.

Lembre-se de seu capital de giro, ele é seu melhor amigo
Como dissemos lá em cima, você não deve guardar todo o dinheiro proveniente do lucro de sua PME, mas uma porcentagem precisa, sim, retornar à conta bancária em que descansa o seu capital de giro – e ela deve contar com um gestor que conheça muito bem o mundo das aplicações financeiras rentáveis e, ao mesmo tempo, com alta liquidez. Para empresas novas, que sofrem mais com a sazonalidade, costuma-se dizer que vale a pena guardar certo capital de giro pelo menos até que seus proprietários compreendam o mercado e conheçam seus altos e baixos.

Que porcentagem do lucro deve ser guardada?
Aí quem manda é o tipo de negócio que você tem em mãos. Se ele depende de maquinário sempre renovado ou com alto grau de manutenção, tente guardar, pelo menos, entre 10% e 15% do lucro mensal. Mas, se sua PME faz revenda pura e simples de produtos via e-commerce, por exemplo, pode pensar em aumentar esse índice para até 50%. Mas, claro, tudo dependerá das necessidades imediatas de sua empresa.

Empresa moderna gera mais lucro e conquista mais clientes
Jamais perca tempo quando o assunto for modernização, principalmente quanto às suas necessidades de logística. No mundo atual, em que multiplicam-se os players de mercado, ter uma logística confiável e rápida pode fazer todo o sentido na hora de conquistar clientela. Assim como é preciso investir, sempre que possível, na melhoria de seu maquinário, para produzir mais e melhor em menos tempo. E também em um SAC que trabalhe de forma pró-ativa, antecipando gargalos de entrega de produtos e as carências dos consumidores. Neste caso específico, vale, sim, a pena investir na terceirização, com um profissional 100% dedicado e dando muita atenção às redes sociais – aliás, as redes sociais são um destino fundamental para reinvestir o lucro da sua empresa. Empresa atenta a Facebook, Instagram, Twitter, Google+ etc. tem mais chances de ampliar o faturamento. Entretanto, se você ainda não tem caixa para investir em funcionários, garanta uma organização no seu dia a dia que lhe permita equilibrar todos os pratos e garantir a satisfação de seus clientes.

Até onde devo investir em marketing?
Até onde for possível! Para um negócio que está em crescimento – ou que chegou a um limite em seu tamanho atual e precisa expandir -, reinvestir na marca é, sem sombra de dúvida, um passo fundamental. Mas esse investimento depende dos outros a que já me referi – é a velha história do “carro na frente dos bois”. Não caia na tentação de investir em MKT antes de ter certeza sobre sua capacidade real de entregar o que vende e de atender à demanda que certamente virá. Se sua base instalada estiver em dia, então direcione parte do lucro para marketing (inclusive marketing digital). Trata-se da maneira mais correta de trabalhar, pois você estará crescendo com investimentos próprios e atingindo novos públicos de forma saudável, sem colocar em risco a reputação de sua PME.

A palavra de ordem para qualquer pessoa que queira, mesmo, empreender – em qualquer setor – é planejamento. Dá trabalho, gera ansiedade e precisa de atenção total em regime 24/7. Mas quem foi que lhe disse que a independência financeira seria um caminho fácil?

Gabriela Szprinc é Head de Pequenas e Médias Empresas (SMBs) do PayPal Brasil

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GE Aviação e Teradata formam parceria estratégica

A divisão de aviação da GE e a Teradata (NYSE:TDC), empresa líder na área de análise de dados, anunciaram uma parceria estratégica com o intuito de gerar resultados de negócios com uso de analytics na companhia líder em linhas aéreas.

Com a parceria, a GE e a Teradata desenvolverão produtos e serviços para o mercado de aviação comercial para atender áreas de negócios, como marketing, vendas, serviços e suporte. O objetivo é contar com uma solução completa e pronta para o mercado – que já está disponível para ser implementada.

Ao combinar operações, ativos e redes da GE Aviação com a informação do cliente, vendas, marketing, e suporte de back office, as empresas criaram um ecossistema de fácil desenvolvimento, escala e uso. Com a solução, interrupções de vôo, por exemplo, podem ser administradas pela GE, enquanto a experiência do cliente, pela Teradata. A combinação das soluções permite que a gestão de interrupções se torne um processo completo, por que é capaz de adicionar informaçõs sobre gestão de inventários, logística, agendamento, e mão de obra. Do ponto de vista do negócio, a combinação melhora as operações de vôos, e inclusive, permite a manutenção preditiva, otimizando a eficiência operacional e melhorando a satisfação dos clientes.

“Está claro que a Teradata se destaca na área de dados e análises pelo tamanho e escala exigida por uma companhia de aviação global”, afirmou Andrew Coleman, diretor comercial da GE Aviação Soluções de Negócios Digitais. “Ao unir nossa experiência na gestão de performance de ativos e otimização de operações com a da Teradata, em gerar insigths dos clientes com uma grande quantidade de dados e múltiplas abordagens analíticas, o mercado de aviação ganhará uma solução que entrega conhecimentos compreensivos e aplicáveis”.

“A Teradata e a GE Aviação estão colaborando e ajudando clientes a usar abordagens analíticas para solucionar problemas complexos, de forma rápida, com insights acionáveis que são críticos para decisões de negócios”, afirmou Oliver Ratzesberger, vice-presidente executivo e diretor de produtos da Teradata. “A plataforma GE Predix é bem conhecida e respeitada na indústria de aviação, e estamos felizes em trabalhar em parceria com a GE Aviation Digital Solutions para ampliar esse ecosistema com as tecnologias da Teradata”.

Com a liderança global na indústria de aviação, a expectativa de resultados com a oferta conjunta é de um impacto positivo imediato para os clientes da indústria de aviação global.

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Startup Mecasei.com recebe investimento de R$ 800 mil

O Mecasei.com foi criado em 2014 com o objetivo de facilitar e deixar mais fluído o caminho até o altar. Com mais de 270 mil usuários e movimentação crescente, deve fechar 2017 o valor transacionado na plataforma em R$ 20 milhões, 65% a mais que em 2016, o site acaba de receber o primeiro “round” de investimento com aporte no valor de R$ 800 mil em uma rodada liderada pelos investidores anjo Eduardo Smith e Marco Poli.

O Mecasei.com foi fundado por dois amigos, Márcio Acorci e Daniel Tamiosso, que encontraram dificuldades ao planejarem e organizarem seus próprios casamentos e, por este motivo, decidiram criar um serviço único, onde seria possível centralizar todas as etapas sem dificuldades e stress. “O pensamento era tornar tudo mais simples, social e divertido na jornada de qualquer casal de noivos, possibilitando a descoberta, o planejamento e a organização do casamento através da internet”, revela Acorci.

“Estamos construindo inteligência de mercado baseada em dados para entregar aos noivos sugestões personalizadas para cada casal organizar o seu casamento dos sonhos”, destaca Acorci.

O mercado de casamentos vive um momento de constantes mudanças. A internet torna cada vez mais fácil a descoberta, a escolha e a contratação de qualquer serviço. Toda execução do dia-a-dia (offline) têm o potencial de ser organizado online.

O comportamento da geração “millennials” tem a tendência de valorizar a experiência em detrimento da posse e do luxo específicos é a maior prova das transformações no mercado. “96% dos Millennials nos EUA já confiam na internet como ponto de partida para o processo de preparação de seus casamentos”, comemora Acorci.

Com uma plataforma tecnológica moderna e uma experiência pessoal e humana o site auxilia os noivos a planejar, organizar e compartilhar as emoções do casamento: desde o primeiro encontro até o grande dia. Mecasei.com é um site de casamento contemporâneo, que sintoniza os sentimentos dos noivos com os seus diversos convidados e familiares.

O site é construído não apenas por tecnologias que estão em voga no mercado de inovação, mas também por um time com experiência em startups com o conhecimento do Vale do Silício.

Combinamos expertise técnica com soluções de aprendizado de máquina, análise preditiva, processamento natural de linguagem e um big data com mais de 200 mil casamentos vivenciados.

“Atendemos noivos em todas as regiões do Brasil. Normalmente são pessoas com o dia-a-dia agitado, que necessitam dar os primeiros passos na organização do seu casamento e precisam de muita ajuda para definir cada etapa. Com o Mecasei, eles têm à disposição 970 fornecedores cadastrados e uma equipe altamente especializada para atender todas as suas autênticas demandas”, finaliza Acorci.

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DB1 Global Software fecha 2017 com crescimento de 28% e faturamento de R$ 24 milhões

A DB1 Global Software, multinacional de tecnologia sediada em Maringá – PR, fecha 2017 com motivos para celebrar. Nos resultados parciais do ano, até outubro, a empresa cresceu 28% em relação ao ano anterior, aumentou o quadro de colaboradores em 25% e alavancou o número de projetos em 29%. Esse crescimento faz parte da estratégia 2032, quando a DB1 pretende figurar entre os 10 maiores grupos de TI do país.

De acordo com Ilson Rezende, presidente fundador da DB1, a crise dos últimos anos ainda deve ser sentida em 2018, mas a DB1 está preparada para minimizar o impacto e fortalecer os negócios da empresa. “Com expectativa de faturarmos acima de R$ 30 milhões no próximo ano, estamos focados em nutrir cada vez mais o relacionamento duradouro com nossos clientes, entregando produtos e serviços que de fato geram valor, tornando nossos clientes cada vez mais competitivos e transformando positivamente a vida das pessoas que estão a nossa volta”, comenta.

“Em inovação nosso foco em 2018 será escalar e aumentar a maturidade das soluções já iniciadas como o robô com inteligência artificial Tinbot. Também investiremos na internacionalização da empresa, tanto no marketplace hub ANYMARKET – que atualmente representa 10% da receita da empresa – quanto em desenvolvimento de software sob demanda, realizado pela unidade de IT SERVICES. Também pretendemos expandir a adoção de IoT (Internet das Coisas)”, finaliza Rezende.

Apesar de um ano repleto de desafios, a DB1 manteve seu foco na excelência e em entregas de impacto para que suas clientes se tornem cada vez mais competitivos em suas áreas de atuação. Outro foco da empresa foi a gestão de pessoas, com a visão de oferecer prosperidade para todos. Entre os principais marcos da empresa durante 2017, as mais emblemáticas são:

A DB1 anunciou a parceria com a SAP, líder mundial no mercado de aplicações para gestão empresarial para comercializar a solução e-B1, que integra o ERP SAP Business One a outros componentes da DB1 para gestão a vista como ANYMARKET, Livedash e Speed, consolidando as melhores práticas de gestão com um preço acessível ao mercado brasileiro e como parceiro preferencial SAP para o Norte do Paraná. A empresa também venceu a concorrência aberta pelo Senac Mato Grosso do Sul para desenvolver o Sistema de Educação do Senac, inicialmente atendendo 25 estados em um contrato avaliado em R$ 9,5 milhões.

No campo da Inteligência Artificial, foi lançado o primeiro robô com inteligência e coração brasileiro produzido pela empesa e que será comercializado em 2018 por R$ 10.000 com o objetivo de tornar acessível a tecnologia para que todos possam ter e programar um robô. Ainda este ano, a DB1 anunciou a implementação da metodologia OKR sigla em inglês para Objectives and Key Results. O método direcionou o planejamento estratégico para 2018 e vai balizar o crescimento da empresa.

Em 2017, a DB1 também recebeu as melhores avaliações do Instituto Great Place to Work: ficou entre as 20 melhores médias empresas para se trabalhar no Brasil, foi classificada como a 11ª melhor média empresa de TI para se trabalhar e eleita a 6ª melhor empresa para se trabalhar no Paraná e com a melhor colocação no setor de TI. Já a revista Você S/A classificou a empresa entre as 45 melhores para se começar carreira no país.

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Desemprego 4.0? Não é pessimismo; é choque de realidade

Por Vinicius Maximiliano

É bastante interessante notar, ao longo de tantas notícias que circulam hoje pelas redes sociais, que o foco de “sucesso”, recuperação econômica e estabilidade, misturam-se fortemente com nossa capacidade vergonhosa de imitar o consumismo americano de maneira desenfreada e descontrolada.

Milhões de consumidores gastando suas economias (ou melhor, seus benefícios sociais antecipados pelo governo!) em compra de bens de consumo, pela simples apelação de que “é época de comprar”. Esquecem-se de que, janeiro está chegando e que as economias gastas nas “festas” de consumo do fim do ano, farão falta!

Não… não sou um arauto do combate ao capitalismo, tampouco defensor do nivelamento social generalizado, nem que todos somos “iguais” e que é errado ter dinheiro ou fazer uso dele. Longe de mim! Aliás, quem me conhece sabe que sou capitalista ferrenho e entendo que, pelo menos por enquanto, somente com ele temos maior possibilidade de superar nossas diferenças e dificuldades sociais.

A razão pela qual escrevo essa história, está justamente em perceber, ao longo de quase 40 anos de existência, que as pessoas realmente são ou escolhem ser ingênuas, muito ingênuas!

As pessoas estão vivendo como se o país tivesse se recuperado, não bastasse termos hoje um dos maiores índices de desemprego de nossa história, ultrapassando os 13 milhões de desocupados.

Ouvimos em todas as mídias que a crise está passando e a economia se recuperando, nada obstante o aumento da gasolina seja o sétimo em poucos meses, a inflação real (não o índice divulgado pelo governo) esteja na casa dos 10%, e ainda tenhamos os juros mais altos do mundo.

Lemos que o mercado consumidor está aquecido e animado para o final do ano, mesmo vendo milhares de brasileiros terem seu crédito negado pelos bancos, simplesmente em uma espiral de “análise de crédito” ininteligível. Os índices de insolvência e de feirões de renegociação nunca foram tão grandes… e com tão pouco sucesso!

Afinal, sem dinheiro “vivo” no mercado, fazer acordo em dívida é simplesmente prorrogar o problema e retomá-lo ainda maior com os juros sobre juros.

Diversos bancos e empresas públicas estão à beira da falência, escondendo prejuízos e formatando PDVs para tentar sobreviver até o final do atual governo, que só sabe falar na reforma previdenciária, senão para dar uma resposta a investidores internacionais dos compromissos assumidos após o impeachment! (não, também não sou partidário do PT nem da presidente Dilma, que nos deixou uma das heranças mais nefastas da economia dos últimos 30 anos)

Os repasses aos municípios nunca foram tão prejudicados, com a queda a arrecadação real, com governos que beiram o desespero formatando “parcelamentos” criativos, na tentativa de extrair algum fluxo extra! E com tudo isso ainda vemos os “estouros de boiada” das black fridays Brasil afora. E isso é notícia em destaque…

A reforma trabalhista, que anima uns e apavora outros (e não quero aqui entrar nesse mérito!), colocou uma das estruturas mais sólidas do século passado em cheque: sindicatos estão demitindo para se manterem abertos.

Juízes do trabalho se rebelam contra o próprio Estado que os sustenta, em uma busca insana de conter o que o mercado já decidiu: não há mais segurança em nenhuma atividade profissional, senão a adaptação constante e a negociação!

Aliás, nós como brasileiros somos péssimos em negociação! Não gostamos de negociar… gostamos de impor! E nossas imposições geralmente buscam preservar nosso “status quo”, focando na preservação da zona de conforto. O lema é algo como: podemos negociar sim, desde que todos os meus privilégios sejam preservados, eu não perca meu emprego e não precise me readaptar a nada!

Setores da economia que se sentem ameaçados seguem em geral, dois caminhos: o “lobby” legislativo, em todas as esferas para tentar barrar as inovações (vide Uber, cobradores de ônibus no RJ, frentistas de posto de gasolina etc.) lançando leis mais insanas do que a própria inovação que desestrutura o mercado instalado; ou a revolta civil: o setor se reúne com seus caciques, articula uma greve geral, seguida de pancadaria e violência, e depois param a economia local ou criam empecilhos inexplicáveis ao mais cético dos estrangeiros que tende compreender as estruturas brasileiras.

A educação básica no país está abandonada pela transferência quase integral ao setor privado, que por sua vez não se preocupa em seguir as determinações mundiais de capacitação dos alunos e de respeito aos professores como formadores de seres humanos e “futuros trabalhadores”. As universidades públicas, como reduto dos “princípios” socialistas, estão sucateadas, prestes a serem fechadas e sustentam o status de “educação gratuita” para uma horda de vestibulandos, sendo formados para o desemprego!

Já o ensino fundamental foca no vestibular e esquece da vida real! Alunos bitolados, estressados, sobrecarregados com matéria totalmente “inútil” ao mundo profissional moderno em que vivemos, se debatem com outros milhares pela disputa de vagas em faculdades que, quando não estão na classificação das públicas que mencionei acima, drenam das famílias todas as economias para uma formação profissional… para o desemprego!

Raríssimas são as instituições que possuem uma grade realmente diferenciada de formação, desde o ensino fundamental até a graduação.

No Brasil, ainda vivemos o objetivo utópico de que o “estudo” é aquilo que extraímos das faculdades e que nos trará uma profissão segura, estável e para a vida toda. Só que não!

Até agora, não contei nada de novo… senão que a economia que está sobrevivendo a estes solavancos, está se reestruturando com base em tecnologias, robótica e inteligência artificial suficientes para que, ao retomar o verdadeiro crescimento de mercado, não precisem recontratar os atuais desempregados. Diante de toda essa realidade, estamos vivendo a era do Desemprego 4.0, estejamos dispostos a acreditar… ou não!

Em uma definição mais clara, é o desemprego presente, que será acrescido dos desempregados futuros, advindos da retomada da economia, sendo sua maioria profissionalmente qualificados, mas mercadologicamente desnecessários!

Desempregados altamente qualificados (para o passado) e pouco preparados para o futuro do presente. Desemprego 4.0 tem relação direta com as tendências e inovações tecnológicas que estão tomando o espaço, de forma abrupta, efetiva e constante, dos tão conhecidos e sonhados postos de trabalho “tradicionais”.

Existem debates acalorados sobre o desemprego gerado pela tecnologia, seu real impacto e quais os novos empregos que serão gerados com essa modernização. Aqueles que pregam que “não há motivo para pânico” se sustentam no discurso desgastado de que, na revolução industrial do século 19, aconteceram também mudanças estruturantes, e que apesar da resistência dos trabalhadores, mais trabalho foi criado do que extirpado. E isso é verdade… para aquela época!

Porém, uma sutil diferença esta sendo desconsiderada pelos que, romanticamente, acreditam que teremos mais empregos gerados do que eliminados no curto prazo: a velocidade e o nível de automação e informatização atuais, jamais existiram ou foram aplicados ao mercado de trabalho! E isso faz toda a diferença.

A velocidade com que essas mudanças são implementadas, impactam de forma imediata, no “virar da chave” das demissões em ato contínuo à inovação efetiva. Aquilo que chamamos de “disrupção” expõe as fragilidades do nosso atual modelo de mercado, no mundo todo! E essa velocidade está sim sendo subestimada, a meu ver de forma até amadora, pelos estudiosos e governos do país todo.

Como todas as informações que mencionei acima que são divulgadas para “acalmar e conter” os mercados e o povo, nenhum governo virá a público admitir abertamente que a crise do desemprego brasileiro está apenas começando! Nenhum instituto oficial apresentará estudos mostrando que a tendência nos próximos anos é de um aumento crônico do desemprego, onde as políticas sociais atuais serão simplesmente ineficientes diante dessa crise emitente dos empregos.

Um ou outro mais realista começa a propor a Renda Mínima Universal, que teve sua origem no Brasil com Eduardo Suplicy, e que até hoje nunca foi implementada efetivamente no país (menciono aqui o político, sem concordar ou discordar de sua teoria, apenas como referência teórica).

E mais: nenhum político irá admitir, praticamente em ano eleitoral, que efetivamente não há meios de curto prazo para evitar o aumento do desemprego e pior: que o desemprego atual não será reduzido, simplesmente porque não haverá empregos suficientes no mercado que ressurge da crise e que se estrutura, rapidamente, nas novas tecnologia.

Em um outro artigo, falei que a “ingratidão do mercado” é implacável com os causadores das crises! O empresário que sobrevive ao tsunami da crise, estrutura-se para que não sofra mais com aquele impacto. E atualmente, existem alguns aliados que até os anos 90 não existiam: a robótica, a tecnologia e a inteligência artificial.

Esses três ingredientes impactam fortemente no mercado de trabalho, sustentam a produtividade, aumentam a lucratividade e consequente… aumentam o desemprego! Os detentores das inovações tecnológicas serão os novos privilegiados do futuro…. e o Brasil, no quesito “privilégios”, é especialista de longa data!

O problema é que aqui, ao invés de estruturarmos os futuros “desempregados pela tecnologia” com recapacitação e nova qualificação profissional, insistimos em dizer que “tudo ficará bem”, que as filas e filas de novos graduados, integrantes do vestibular e técnicos, serão empregados “assim que o mercado se recuperar”, em uma gritante parábola do crente: todos creem, mas ninguém vê nada de efetivo, senão as filas de desempregados.

É bem verdade que algumas profissões terão aumento de demanda, desemprego zero, pleno emprego e salários bem generosos. E isso é fruto da economia de mercado! Porém, o que tratamos aqui é que a grande massa de trabalhadores atuais não se adequará a essa nova demanda, a tempo de não terem que sofrer o fantasma do desemprego.

Enquanto os governos simplesmente não sabem o que fazer, ao mesmo tempo que jamais irão admitir que não possuem um norte para combater esse desastre, as famílias brasileiras estão se endividando, seja para consumir por demanda reprimida de tantos anos, seja para pagar faculdades ou financiamentos estudantis de seus filhos, seja para tentar renegociar dívidas impagáveis em um sistema financeiro nefasto, com controle estatal duvidoso e totalmente responsável pela crise atual em que vivemos (e isso pode ser objeto de um outro artigo!)

E mais ainda: enquanto acreditarmos politicamente, que medidas de reserva de mercado (como leis que garantam determinadas categorias profissionais) são a forma correta de impedir o desemprego ou de preservar empregos, só estaremos prorrogando o sofrimento e perpetuando a mentira, baseada em um mercado não está disposto a se sujeitar ao passado, mas simplesmente quer liberdade de se adequar ao que o mundo oferece: modernidade, gestão eficiente, otimização e demanda por profissionais muito, mas muito capacitados!

Aceitemos: as novas tecnologias vão sim tomar nossos empregos… resta-nos saber de que forma nos tornaremos úteis para que essas máquinas demandem de nós mesmos, recapacitação, para que não nos tornemos obsoletos imediatamente após nossa tão sonhada formação profissional!

Vinicius Carneiro Maximiliano é Carneiro é advogado corporativo e gestor contábil.

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Tableau lista 10 tendências de Business Intelligence para 2018

Toda empresa – desde startups emergentes até as organizações globais – precisa lidar com um número incalculável de dados, e a necessidade de desenvolver um método eficaz para gerenciar esta demanda tem sido um grande ponto de discussão. Por isso, a maioria das companhias tem implementado soluções de Business Intelligence (BI) com o objetivo de elevar e acelerar decisões direcionadas por dados.

Pensando nisso, Eduardo Schvinger, diretor da Tableau Brasil, empresa de software para análise visual de dados, separou as 10 tendências mais relevantes para ter em mente para o próximo ano.

Não tenha medo da Inteligência Artificial

Automatizar tarefas simples, que dependem de mão de obra intensiva, como matemática básica, garante aos analistas ganho de tempo para pensar estrategicamente sobre implicações comerciais de suas análises e planejar os próximos passos. Além disso, a IA ajuda o analista a permanecer no fluxo de seus dados. Sem precisar parar números decisivos, os analistas podem fazer as próximas perguntas para se aprofundarem na análise. É inegável o potencial da máquina, mas é fundamental reconhecer que ela deve ser adotada quando há resultados claramente definidos. Embora possa haver a preocupação do profissional ser substituído, a automatização pode ser a grande aliada do analista, tornando-o mais preciso e impactante para os negócios.

Aposte no processamento da linguagem natural

O Gartner prevê que até 2020 50% das consultas analíticas serão geradas por meio de pesquisa e processamento de linguagem natural (NLP, sigla em inglês) ou voz. A NLP capacitará pessoas a fazerem perguntas mais detalhadas sobre os dados e receberem respostas relevantes que as levem até as melhores decisões. Simultaneamente, os desenvolvedores e engenheiros darão maiores passos ao explorar como a PNL é utilizada, examinando como as perguntas são feitas. O maior desafio e melhor ganho será o de enfrentar ambiguidades e entender os diversos fluxos de trabalho. A oportunidade surgirá, não da colocação da NLP em todas as situações, mas tornando-a disponível nos fluxos de trabalhos corretos para que se torne uma segunda natureza aos que a utilizam.

O futuro da governança de dados depende de contribuições coletivas

A medida em que a análise de autoatendimento se expande, um funil de perspectivas e informações valiosas inspira formas inovadoras de implementar a governança. Governança é muito mais sobre o uso da sabedoria de um grupo de pessoas para obter os dados certos para as pessoas certas, do que sobre bloquear dados para um grupo de indivíduos. As estratégias de BI e de análise devem abraçar o modelo moderno de governança em 2018: os departamentos de TI e engenheiros de dados farão a curadoria e a preparação das fontes de dados confiáveis e, com o serviço autônomo, os usuários finais serão livres para explorar dados confiáveis e seguros.

O debate sobre múltiplas nuvens continua

Segundo a Gartner, uma estratégia de multi-nuvem se tornará comum para 70% das empresas até 2019. Ao passo que as empresas se preocupam cada vez mais com a vinculação de uma única solução herdada, avaliar e implementar um ambiente multi-nuvem pode determinar quem oferece o melhor desempenho e suporte para cada situação. No entanto, enquanto a flexibilidade pode ser uma vantagem, essa abordagem aumenta o custo indireto ao dividir as cargas de trabalho entre provedores e forçar desenvolvedores internos a aprenderem sobre várias plataformas. Com a adoção multi-nuvem em ascensão, as companhias devem avaliar sua estratégia e medir a adoção, uso interno, demandas de carga de trabalho e custos de implementação para cada plataforma.

A ascenção do Chief Data Officer

Análises de dados estão se tornando cada vez mais relevantes para as organizações, mas em alguns casos, há um atrito entre o CIO e a empresa devido a uma incompatibilidade entre o ritmo em que as informações são criadas e as exigências de segurança e governança dos dados. Com isso, o C-Suite está se tornando responsável pela criação de uma cultura de análise. Para muitos, a nomeação de um Chief Data Officer (CDO) ou Chief Analytics Offices (CAO) para liderar a mudança de processos de negócios, superar barreiras culturais e comunicar o valor da análise em todos os níveis, é a resposta para esta questão. O papel do CDO/CAO é focado em resultados e eles garantem que há conversas proativas de nível C acontecendo sobre como desenvolver uma estratégia de análise desde o início.

A “Localização das Coisas” vai guiar a inovação em IoT

Como uma subcategoria da IoT, a “localização das coisas” abrange os dispositivos que detectam e comunicam posição geográfica. A captura desses dados permite ao usuário considerar o contexto adicional da localização de um dispositivo ao avaliar a atividade e os padrões de uso. Esta tecnologia pode ser usada para rastrear recursos, pessoas e, até mesmo, interagir com dispositivos móveis como smartwatches ou crachás para fornecer experiências personalizadas. Ao que se refere à análise de dados, os números baseados em localização podem ser vistos como uma entrada x saída de resultados. Se os dados estiverem disponíveis, o analista pode incorporar essa informação para entender o que está acontecendo e o que ele deveria esperar acontecer.

Vulnerabilidade leva a um aumento no seguro de dados

Para a maioria das empresas, os dados são um ativo comercial essencial. Como temos acompanhado, por meio de brechas de dados recentes e proeminentes, uma ameaça pode ser devastadora e causar danos irreparáveis à marca. A transformação de dados em commodity significa que o valor da companhia só aumentará e, em última análise, levará novas questões e discussões sobre como essa matéria-prima impulsionará as empresas a maiores vantagens. E como qualquer bem de uma companhia, não é bom que seja roubado. Por isso, procure por empresas que investem com sabedoria em cibersegurança para garantir que este bem esteja protegido.

A função do engenheiro de dados ganhará mais importância

Os engenheiros de dados estarão cada vez mais conectados ao movimento de usar os dados para tomar melhores decisões de negócios. Entre 2013 e 2015, o número de engenheiros de dados mais do que duplicou. Em novembro de 2017, já existiam mais de 3500 posições abertas para “engenheiro de dados” no LinkedIn, indicando a crescente demanda por esta especialidade. Responsáveis por toda a extração de dados fundamentais do negócio, à medida que a taxa de dados e capacidade de armazenamento aumenta, alguém com grande conhecimento técnico dos sistemas torna-se crucial.

O impacto humano das artes liberais no setor da análise de dados

Com as plataformas tecnológicas mais fáceis de serem usadas, o foco em especialidades tecnológicas diminui. Afinal, todos podem usá-las sem precisar de habilidades técnicas profundas, uma vez que se fazem necessárias. Mas é aí que pessoas com conhecimentos mais amplos, incluindo os artistas liberais, entram. Eles podem gerar impacto em indústrias e organizações que sentem falta de profissionais de dados. A priorização da análise de dados colocará esses profissionais em posições de ajuda às companhias que querem ganhar vantagem competitiva. E, à medida que a análise evolui para capturar arte e ciência, o foco passará de, simplesmente entregar dados, para elaborar histórias orientadas por dados que influenciem as decisões.

Programas de ciência e análise de dados em universidades

Em 2017, pelo segundo ano consecutivo, “cientista de dados” ganhou o primeiro lugar no ranking anual da Glassdoor dos melhores empregos na América. E, um relatório recente da PwC e do Business-Higher Education Forum, revelou que até 2021, 69% dos empregadores preferirão candidatos a emprego com ciência de dados e habilidades de análise. Por sua vez, a urgência de preencher um funil de entusiastas de dados altamente qualificados é fundamental. No Brasil, algumas universidades como Fundação Getúlio Vagas (FGV) e Fundação Instituto de Administração (FIA) lançaram cursos para promover habilidades de dados, incluindo MBA, Mestrado e cursos de especialização em Ciência da Informação.

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Lavoura high tech: a importância da tecnologia no Agronegócio

Por Marcos Pazeto, Diretor de Serviços da AdopTI

O uso da tecnologia no mercado de agronegócios já é uma realidade. De acordo com um recente levantamento da Comissão Brasileira de Agricultura de Precisão (CBAP), 67% das propriedades agrícolas no país já adotaram algum tipo de inovação tecnológica, dentro ou fora do campo. Responsável por 23% do PIB brasileiro, o segmento de agronegócios tem impulsionado a economia e, por isso, é imperativo que os players do setor especializem-se e conheçam as novas demandas tecnológicas para destacarem-se nesse mercado cada vez mais competitivo.

O mais recente levantamento do Índice de Confiança do Agronegócio (IC Agro) medido pelo Departamento do Agronegócio da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Deagro/Fiesp) e da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), apontou que a confiança de industriais do agronegócio aumentou no terceiro trimestre de 2017 na comparação com o trimestre anterior.

Nesse cenário de recuperação econômica, a transformação digital é a resposta aos grandes desafios atuais do agronegócio. A tecnologia promove a praticidade, facilita a execução de tarefas na rotina diária do campo, além de possibilitar aos produtores rurais melhor planejamento, mensuração e utilização correta de uma infinidade de informações e dados, para otimizar a produção. Já existem hoje no mercado soluções avançadas de gestão com algoritmos desenvolvidos especificamente para atender as demandas desse setor. Desta forma, a agroindústria consegue alcançar seus objetivos operacionais, aumentar a produtividade e os ganhos de safra das fazendas, além de diminuir os custos.

Seguindo a mesma linha de inovação, a mobilidade também chega como um fator essencial para a evolução do agrobusiness, já que a utilização de dispositivos móveis integrados a uma plataforma tecnológica promove inteligência ao processo de gerenciamento das fazendas.

A utilização de drones no cultivo é outra ferramenta tecnológica que ganhou espaço na agricultura e na pecuária. Por tratar-se de um equipamento versátil, uma vez que é capaz de desempenhar diferentes funções na fazenda, o valor do investimento é justificável e rapidamente recuperável. Os softwares embarcados nos drones podem captar imagens georeferenciais em tempo real, identificar problemas e fornecer informações precisas de falhas no plantio, trechos com excesso ou falta d’água, pragas, entre outros dados que agilizam e tornam mais inteligente o processo de tomada de decisão.

A agricultura de precisão traz mais eficiência no campo, diminuindo as perdas por meio de um processo de trabalho mais eficiente. Os agricultores contam hoje com soluções avançadas de controle das máquinas com auxílio de GPS, sistemas de mapeamento da colheita, além de softwares de gestão de toda a cadeia produtiva, que oferecem suporte à decisão agronômica.

Abraçar a transformação digital exige não só a adoção das tecnologias disponíveis como manter-se à procura da próxima inovação tecnológica para o setor. Só assim será possível dar continuidade a este processo de evolução produtiva das operações no campo.

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Empresas brasileiras reconhecem que o software é importante para o crescimento econômico

O aprimoramento do desenvolvimento de software por meio da construção de uma Moderna Fábrica de Software é o cerne do sucesso empresarial na economia digital. Esta é a principal conclusão da pesquisa comissionada pela CA Technologies com mais de 1.200 líderes de TI em todo o mundo.

O levantamento inédito aponta que 100% dos gestores brasileiros entrevistados reconhecem que o software é essencial para o crescimento da economia e 99% deles acreditam nessa importância para o crescimento em novos mercados Neste contexto, 95% afirmam que o software permitirá entregar uma melhor experiência para seus clientes nos próximos dois anos.

Se por um lado a pesquisa mostra que as empresas brasileiras estão antenadas com as tendências de transformação digital, ela também revela as dificuldades encontradas para a implementação de novos processos de desenvolvimento de software e mudança de cultura corporativa: 69% dos entrevistados afirmam que suas equipes de software precisam mudar drasticamente para responder aos desafios da economia digital.

Enquanto apenas 36% dos respondentes acreditam que suas equipes estão preparadas para entregar software de forma contínua e com qualidade, 61% das companhias brasileiras têm dificuldades para encontrar profissionais experientes no desenvolvimento de aplicações. “Além da dificuldade de encontrar os talentos certos, o treinamento e as ferramentas não são suficientes. Apenas 36% dos respondentes afirmam que as empresas oferecem os instrumentos certos e 33% oferecem treinamentos para suas equipes”, diz Marcel Bakker, presidente da CA Technologies no Brasil.

Segundo Bakker, a conscientização sobre a importância do software é fundamental e os resultados da pesquisa mostram que a grande maioria dos gestores (91%) também pensa que o software é essencial para a transformação digital. Para tanto, os entrevistados brasileiros acreditam que as empresas devem focar em três pontos principais: entrega contínua de softwares (93%); implementação da segurança em seus processos de desenvolvimento (93%) e insights dos clientes para melhorar seus produtos (98%).

“Ainda temos muita oportunidade de evolução e desenvolvimento, porque uma parte considerável das organizações brasileiras ainda não encontraram seu próprio caminho para ter processos flexíveis, que permitam acompanhar as demandas de seus negócios”, comenta Bakker. Na pesquisa, apenas 26% das companhias afirmam que possuem processos internos para testar a segurança dos seus softwares e 34% acreditam que as culturas e práticas suportam colaboração no desenvolvimento, operações e segurança da TI.

Os dados globais

A pesquisa mostra o quão relevante é a distância entre os “Mestres da Moderna Fábrica de Software” – os 25% que adotam os princípios de agilidade, automação, insights e segurança – e o restante, considerando uma série de fatores como receita, lucro, liderança executiva e adoção de abordagens e ferramentas inovadoras de desenvolvimento.

Os chamados “Mestres” compreendem e exploram o mundo digital em todos os pilares de suas organizações e, portanto, superam os demais em indicadores-chave de negócios. Quando comparados com o restante dos entrevistados, os “Mestres” apresentam um crescimento nos lucros 70% maior e um aumento de renda 50% maior.

“Há uma indicação clara de que as organizações que adotam práticas modernas de desenvolvimento de software, como agile, automação, machine learning e análises para gerar insights, além de integração da segurança no processo de desenvolvimento, estão obtendo melhores taxas de crescimento”, afirma Otto Berkes, vice-presidente executivo e CTO da CA Technologies. “Se você não tem uma abordagem moderna ao software, juntamente com a fábrica necessária para entregar sua visão, você ficará para trás em um mundo onde os ´mestres´ são os vencedores”, acrescenta.

Metade das organizações “mestres” afirmam que seus executivos estão aptos para sobreviver na economia dos aplicativos, enquanto apenas 18% das empresas convencionais estão prontas para este momento. Essa proporção também acontece quando eles exploram novas estratégias baseadas em software: 53% dos “mestres”, e apenas 18% dos convencionais, utilizam essas táticas.

Entender e oferecer o melhor para o cliente é outro ponto de grande diferença. No grupo dos “mestres”, 61% informam que entendem as necessidades dos seus clientes e se esforçam para atendê-las – contra 22% dos demais entrevistados. Ainda assim, os “mestres” entendem que o risco é necessário e mais de 43% da cultura dessas empresas apoia a assunção de riscos, em comparação a 17% das empresas convencionais.

“A realidade é que o futuro dos negócios está nas mãos dos desenvolvedores e depende de quão bem cada empresa se prepara para oferecer aos times de softwares os meios para aproveitar as oportunidades de crescimento “, concluiu Berkes.

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