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Hitachi Vantara anuncia Claudio Tancredi como country manager para o Brasil

A Hitachi Vantara, subsidiária integral da Hitachi, Ltd. (TSW:6501), anuncia novo country manager para o Brasil, Claudio Tancredi, que assume a função a partir de hoje. Tancredi terá a missão de impulsionar um crescimento significativo, concentrando-se nas necessidades dos clientes e promovendo a colaboração dentro das equipes internas.

Com mais de 20 anos de experiência em vendas e gerenciamento, Tancredi foi líder de operações regionais e globais para as maiores empresas de software e tecnologia do mundo. Ele junta-se à Hitachi Vantara vindo da Oracle, onde gerenciou com sucesso o departamento comercial, primeiro como diretor de vendas para os setores de utilities, bens de consumo e finanças.

Posteriormente, foi vice-presidente regional para o setor de varejo. Enquanto desempenhava essa função, ele desenvolveu e implementou a estratégia de inserção dos produtos da empresa no mercado e foi fundamental para fechar contratos importantes nos últimos cinco anos. Antes da Oracle, o executivo atuou por mais de 5 anos na SAP, liderando equipes de vendas no Brasil e conduzindo as estratégias para as principais contas da empresa.

“Estou feliz em anunciar a chegada do Claudio ao nosso time. Sua reputação no mercado nos dá a confiança de que ele vai desempenhar um papel fundamental para os nossos clientes e para novos negócios na região”, diz Sergio Severo, vice-presidente e gerente geral LATAM da Hitachi Vantara.

Claudio Tancredi é brasileiro e mora com sua família em São Paulo. Possui graduação em engenharia mecânica, um MBA pela FIA-USP e extensões em Vanderbilt e Cambridge. Ele substitui Cristina Brizola.

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O que é e como construir um pipeline de talentos?

Por Mariana Dias

Achar o candidato certo – aquele que mescla competências requeridas pela empresa, para determinada vaga, com as habilidades individuais relevantes do profissional – é um dos maiores obstáculos para os profissionais de RH. Em uma época com tanta competitividade em mercados tão saturados, selecionar o candidato mais adequado é um desafio.

Em muitos casos, contudo, esse processo é feito às pressas, prejudicando a qualidade da contratação e impactando negativamente a retenção de profissionais e os índices de produtividade. Para evitar essa “correria de última hora”, a empresa pode optar pela construção de um pipeline de talentos. Mas o que de fato é isso?

O pipeline é um banco de talentos formado por pessoas realmente aptas a ocupar uma vaga na sua empresa. Para construí-lo, o recrutamento pode ser feito pelas redes sociais, softwares especializados, formulários no site da empresa ou até com a ajuda de headhunters. A dinâmica de seleção depende de cada empresa, mas cada uma possui suas particularidades. Já com a lista de contatos em mãos, a organização prioriza tais candidatos quando há o surgimento de uma nova oportunidade.

Além disso, o pipeline também pode ser formado por profissionais que participaram de processos seletivos anteriores e apresentaram habilidades importantes para a organização, mas que, por algum motivo, não foram contratadas naquele primeiro momento. Seja como for, o pipeline de talentos forma uma rede de contatos de pessoas qualificadas para trabalhar na empresa. Assim, elas podem ser procuradas na abertura de uma nova vaga, resultando em economia de tempo e dinheiro para a corporação, além de facilitar o trabalho do RH.

Para a criação e gestão de um pipeline de talentos é preciso de quatro dicas essenciais. A primeira é a identificação de suas metas, ou seja, entender os índices de turnover da empresa e os treinamentos internos oferecidos. Se possível, use o People Analytics para entender os perfis dos funcionários com melhor desempenho. Depois, monte uma persona do seu funcionário — basicamente, uma representação do profissional ideal para a empresa —, levando em consideração habilidades técnicas e tendências comportamentais.

A segunda dica é simples: preencher o pipeline. Depois de identificar o tipo de profissional procurado, é hora de fazer uma busca ativa dessas pessoas. Esse trabalho pode ser feito por pessoas que já demonstraram interesse em trabalhar na empresa e participaram de seleções anteriores; campanhas de atração de talentos, para chamar a atenção de possíveis candidatos por meio de páginas de “trabalhe conosco” e networking; e busca direta, com a ajuda de softwares, mídias sociais e headhunters. Para essa etapa é importante ter cuidado com a abordagem e a comunicação, que vão impactar diretamente na imagem que o candidato terá da empresa.

A terceira dica é engajar o pipeline. O foco do processo está no engajamento dessas pessoas, que depende da nutrição de um relacionamento entre empresa e profissional. Quanto a isso, o segredo está em construir essa ligação sem desagradar com excesso de mensagens e spam. Esse é um trabalho de longo prazo, que exige paciência e dedicação.

E, por último, mas não menos importante, é fundamental contar com um software para a gestão do pipeline, centralizando, assim, todas as etapas do processo seletivo em uma única ferramenta exclusiva, possibilitando a personalização para atender às demandas da empresa. Com a tecnologia, a funcionalidade define critérios para o cargo e automatiza as próximas pré-seleções.

Enfim, como vimos até aqui, a construção de um pipeline de talentos é um trabalho que traz diversas vantagens, justificando o investimento de dinheiro e tempo aplicados nessa estruturação. Ao contar com uma lista de contatos qualificados e interessados em fazer parte do seu quadro de funcionários, a empresa ganha em qualidade de contratação, fluidez na seleção e maior índice de retenção, diminuindo o turnover e aumentando o engajamento.

Mariana Dias, CEO e cofundadora da Gupy, líder de recrutamento com base em Inteligência Artificial e machine learning no Brasil, que conta com clientes como Ambev, Embraer e Quinto Andar.

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Sebrae firma convênio com Bradesco para melhorar o acesso das MPE ao crédito

O Sebrae e o Bradesco firmaram um convênio de cooperação técnica para promover a melhoria das condições de acesso ao crédito por parte das Micro e Pequenas Empresas. O acordo também prevê que o Sebrae ocupará um espaço no inovaBra habitat, do Bradesco, em São Paulo. Além disso, o convênio inclui ainda suporte e mentoria da instituição às startups instaladas no inovaBra, que reúne mais de 170 startups e outras 60 empresas corporates.

A cerimônia reuniu toda a diretoria do Sebrae, o presidente Guilherme Afif Domingos, os executivos do Banco e Luiz Carlos Trabuco Cappi, presidente do Conselho de Administração. “A presença maciça da diretoria se justifica pela importância desse momento. Em vez de dispersar esforços, estamos unindo”, afirmou Afif. “O Sebrae é uma das instituições mais admiradas do país. Estamos felizes por estar a serviço da comunidade e de uma causa”, discursou Trabuco.

O objetivo do convênio é atender empresas com orientações sobre crédito e microcrédito, inclusive para modalidade com a garantia do Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas (Fampe). Segundo informações da instituição bancária, estima-se que cerca de 1,4 milhão dos 8 milhões de MEIs do país sejam correntistas do Bradesco, mas apenas aproximadamente 200 mil têm conta pessoa jurídica. Trabuco disse que o banco atua na formalização desses empreendedores. “Vislumbramos chegar a 20 milhões de MEIs, a exemplo dos Estados Unidos, que têm cerca de 30 milhões.”

O inovaBra habitat faz parte do ecossistema de inovação Bradesco e foi criado para promover a inovação na instituição. Segundo Mariana Grapeggia, gerente de empreendedorismo e inovação do Sebrae em Santa Catarina, a sala do Sebrae nesse espaço é composta de quatro posições, que serão ocupadas por dois técnicos do Nacional, um de São Paulo e outro de Santa Catarina. Eles estarão disponíveis para dialogar com as startups instaladas, promover a conexão com empresas atendidas pela entidade em outros estados e inseri-las nos desafios tecnológicos. “O objetivo é entender as necessidades desses empreendedores e procurar formas de supri-las”, explicou Mariana.

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Ranking Connected Smart Cities 2018 aponta Curitiba como a cidade mais inteligente do País

Durante a Cerimônia de Abertura do Connected Smart Cities, que ocorreu hoje (04/09), em São Paulo, foi divulgado o resultado do Ranking Connected Smart Cities 2018, principal estudo sobre cidades inteligentes do Brasil e realizado pela Urban Systems, em parceria com a Sator. O Ranking, que conta com a participação de cerca de 700 cidades, analisadas a partir de 70 indicadores, apontou Curitiba como a cidade mais inteligente e conectada do País, seguida por São Paulo (SP), Vitória (ES), Campinas (SP) e Florianópolis (SC). Na sexta colocação está o Rio de Janeiro (RJ), seguida por Belo Horizonte (MG), Porto Alegre (RS), Santos (SP) e Niterói (RJ) na 10ª colocação. A capital paranaense conquistou, ainda, o 1º lugar nas categorias: por Faixa Populacional com mais de 500 mil habitantes, Região Sul e Governança. Curitiba se classificou em 2° lugar em Empreendedorismo e Urbanismo e em 3º na categoria Tecnologia e Inovação.

Em sua 4ª Edição, o Ranking Connected Smart Cities tem como objetivo definir as cidades com maior potencial de desenvolvimento no Brasil, sendo dividido em quatro resultados: Geral, por Eixo Temático, Região e por Faixa Populacional. O Ranking é composto por indicadores de 11 principais setores: mobilidade, urbanismo, meio ambiente, energia, tecnologia e inovação, economia, educação, saúde, segurança, empreendedorismo e governança, mesmos eixos temáticos do evento Connected Smart Cities.

O Prefeito de Curitiba, Rafael Greca, enfatiza que as ações desenvolvidas pelo Connected Smart Cities têm contribuído para a cidade se tornar uma cidade mais inteligente. “Desde o início da minha gestão, em 2017, a capital paranaense vem recuperando sua capacidade de inovar e ser novamente referência nacional também na gestão pública. O município tem o compromisso de melhorar a qualidade de vida dos curitibanos com uma gestão moderna e inteligente. Dessa forma, a Prefeitura vem incentivando e fomentando esse ambiente de inovação da cidade com o Vale do Pinhão, o movimento de todas as áreas da Prefeitura e do próprio ecossistema da capital para tornar a cidade a mais inteligente do País. O Vale do Pinhão é focado em cinco pilares: educação e empreendedorismo, ações integradas de incentivo à tecnologia, revitalização de regiões com emprego e renda, fomento (incentivos) e integração e articulação”, disse.

Greca cita que a Prefeitura relançou, este ano, o Curitiba Tecnoparque, programa de atração de empresas de base tecnológica para a capital, que oferece desconto de 5% para 2% no Imposto Sobre Serviços (ISS) às empresas que investem em tecnologia e inovação. “O Tecnoparque é um dos pilares do Vale do Pinhão, sendo um programa estratégico para Curitiba. Em 2017, o Engenho da Inovação, sede do Vale do Pinhão, recebeu mais de 50 eventos voltados à inovação. Já o Paiol Digital, evento gratuito, acontece mensalmente. E, como resultado destes esforços, a capital vem subindo ano a ano no Ranking Connected Smart Cities e, em 2018, atingiu o primeiro lugar no Ranking Geral e em todas as categorias. Este reconhecimento mostra que a cidade está no caminho certo”, comenta o Prefeito de Curitiba.

Segundo dia do evento

A 4ª Edição do Connected Smart Cities acontece até amanhã (05/09), no Centro de Convenções Frei Caneca, na capital paulista e, no primeiro dia, reuniu os diversos agentes relacionados aos governos, empresas e entidades nacionais e internacionais. Com uma programação com foco em debater e apresentar soluções para o desenvolvimento de cidades inteligentes no Brasil, o evento deve reunir mais de 2 mil pessoas.

“Essa edição é especial e conta com muitas novidades. São cerca de 300 palestrantes e 90 painéis, com apresentações simultâneas em 9 palcos, além da presença de cerca de 150 prefeituras e 60 entidades nacionais e internacionais. Hoje conhecemos as cidades mais inteligentes, conectadas e humanas do Brasil, por meio da divulgação do mais importante Ranking de cidades inteligentes e que contempla os eixos temáticos: Economia, Educação, Empreendedorismo, Energia, Governança, Meio Ambiente, Mobilidade, Saúde, Segurança, Tecnologia e Inovação e Urbanismo. Já no segundo dia do evento, teremos o anúncio dos vencedores do Prêmio Connected Smart Cities, com foco em reconhecer e premiar negócios inovadores que colaborem para o desenvolvimento de uma cidade inteligente”, comenta Paula Faria, idealizadora do Connected Smart Cities.

Ranking Connected Smart Cities 2018

Após a realização dos Encontros Regionais (2017-2018) em Florianópolis, Belo Horizonte, Salvador e Brasília, foram realizadas adaptações e atualizações nos indicadores do Ranking Connected Smart Cities, resultando em algumas mudanças no resultado do estudo, principalmente nos eixos de Energia, Educação, Mobilidade, Tecnologia e Inovação e Meio Ambiente.

Destaques

Além dos destaques no Ranking, como o 1° lugar na classificação geral, Curitiba se destaca ainda por possuir 4 Parques Tecnológicos (Polos), 7 incubadoras de empresa e apresentou crescimento de 20% das micro empresas individuais. A região Sudeste concentra as cidades mais inteligentes e conectadas, sendo sete municípios entre os 10 mais bem colocados. Três municípios são da região Sul, sendo que as regiões Norte, Nordeste e Região Centro-Oeste não têm representante entre os 10 melhores. Campo Grande (MS) está na 12ª colocação no Ranking Geral Recife (PE) na 13ª e Palmas (TO) em 18ª colocação. Com o 2º lugar no Ranking Geral, São Paulo conquistou o 1º lugar em três categorias: Ranking Região Sudeste, Mobilidade e Urbanismo.

Para o Presidente da Urban Systems e sócio da Plataforma Connected Smart Cities, Thomaz Assumpção, o Ranking Connected Smart Cities novamente mostra a importância de um planejamento estratégico das cidades considerando a conexão entre os 11 eixos temáticos analisados e a sinergia existente entre o resultado de investimentos. “A educação, por exemplo, que muitas vezes é visto como um eixo básico, tem uma grande importância no desenvolvimento do empreendedorismo e na busca da sustentabilidade econômica das cidades, permitindo que mais atores sejam responsáveis pelo desenvolvimento da cidade.”

E complementa: “Curitiba este ano assume a liderança no Ranking. E esse resultado demonstra a importância das ações de curto e médio prazo realizadas em anos anteriores e dos planos estratégicos das cidades, que devem ser mais do que planos de governo que não necessariamente sigam apenas o ciclo político de 4 anos, mas que prevejam estratégias e ações em diferentes tempos: curto, médio e longo prazo”, finaliza Assumpção.

Vitória (ES) ficou com o 3º lugar no Ranking Geral Connected Smart Cities, 1º lugar em três categorias: Faixa Populacional de 100 mil a 500 mil habitantes, Saúde e Educação. Já Campinas (SP) se destaca com a 4ª posição no Ranking Geral. Na classificação por região, destacam-se, no Centro-Oeste, Campo Grande (MS) com a 1ª colocação no Ranking Connected Smart Cities; no Nordeste, Recife (PE); e, no Norte, Palmas (TO). Viçosa (MG) é a 1ª colocada no Ranking Connected Smart Cities: Cidades de 50 a 100 mil habitantes.

Os vencedores por Eixo Temático

O primeiro lugar para Urbanismo e Mobilidade e Acessibilidade foi para São Paulo; Meio Ambiente: Santos (SP); Energia: Pirassununga (SP); Empreendedorismo e Tecnologia e Inovação: Rio de Janeiro (RJ); Saúde e Educação: Vitória (ES); Segurança para Ipojuca (PE); Governança: Curitiba (PR); e Economia para Barueri.

Histórico

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Affero Lab anuncia novo CEO

Após adquirir o controle Affero Lab, a Bertelsmann, multinacional alemã de mídia, serviços e educação, anuncia Rodrigo Pimentel como novo CEO da companhia. O executivo deixa o cargo de Head do Google for Education na América Latina. Com vasta experiência no setor de educação, Pimentel também trabalhou em empresas como GE Healthcare e Microsoft.

A Affero Lab é líder no setor de educação corporativa no Brasil e oferece soluções digitais para aprendizagem, bem como de treinamento presencial e blended para empresas. Mais de 800 mil pessoas já foram impactadas pelos serviços da Affero Lab apenas este ano. A companhia emprega aproximadamente 450 pessoas, principalmente em São Paulo e no Rio de Janeiro.

Marc PuškariÄ?, Head do Centro Corporativo da Bertelsmann Brasil e presidente do Conselho Administrativo da Affero Lab disse: “Estou contente que, com o Rodrigo, encontramos um grande líder, que combina profunda experiência e paixão pela educação e pela tecnologia digital. Tenho certeza que, juntos, a Affero Lab entrará em uma nova fase de expansão e inovação que beneficiará nossos clientes e todas as pessoas impactadas por nossas soluções”.

Rodrigo Pimentel adicionou que “a educação corporativa eficaz tem o poder de realmente impulsionar a competitividade de um país, melhorando a qualidade de sua força de trabalho e, assim, construindo empresas cada vez mais fortes. Estou realmente muito feliz em me juntar ao time da Affero Lab, que tem uma posição ímpar para liderar este movimento, maximizando a produtividade de nossos clientes por meio de soluções inovadoras de treinamento”.

Além da Affero Lab, a Bertelsmann tem investido em diversas atividades educacionais desde a abertura de seu Centro Corporativo no Brasil em 2012. Junto à empresa Bozano Investimentos, o Grupo está se concentrando no desenvolvimento de uma rede de ensino superior no setor de saúde do Brasil por meio do fundo “Bozano Educacional 2” e nas empresas Ed-Tech através do fundo “BR Education Ventures”. A plataforma de treinamento de Tecnologia, Udacity, na qual a Bertelsmann possui uma participação estratégica, também atua no Brasil.

Diversas outras divisões da Bertelsmann também têm operações no Brasil: a Fremantle Media (RTL Group) tem crescido sua presença local e suas atividades incluem a produção de edições brasileiras de Ídolos” (“Idols”) e “Mega Senha” (“Password”). A editora brasileira Companhia das Letras é parte da Penguin Random House. A empresa de música BMG atua no Brasil desde 2016. A Arvato oferece um amplo portfólio de serviços e possui uma participação majoritária na provedora de serviços financeiros brasileira Intervalor. Além disso, a Bertelsmann atua no Brasil por meio de vários fundos de capital de risco e investimentos diretos.

Fusões e aquisições em TI tiveram aumento de 17% no 1º semestre, aponta KPMG

O número de fusões e aquisições realizadas por empresas de tecnologia da informação apresentou crescimento no primeiro semestre deste ano, totalizando 55 operações concretizadas. Com um aumento de oito transações em relação ao mesmo período no ano anterior (47), o setor vem mantendo a média dos últimos três anos. Os dados são da pesquisa da KPMG realizada com 43 setores da economia brasileira.

Das 55 fusões e aquisições realizadas no primeiro semestre deste ano, 33 foram domésticas, enquanto 19 foram de categoria CB1, em que empresas estrangeiras adquirem empreendimentos de brasileiros estabelecidos no Brasil, e três CB4.

F&A em TI no 1º semestre

2018

55

2017

47

2016

52

Legendas

Transações Domésticas: entre empresas de capital brasileiro

CB1: Empresa de capital majoritário estrangeiro adquirindo, de brasileiros, capital de empresa estabelecida no Brasil.

CB2: Empresa de capital majoritário brasileiro adquirindo, de estrangeiros, capital de empresa estabelecida no exterior.

CB3: Empresa de capital majoritário brasileiro adquirindo, de estrangeiros, capital de empresa estabelecida no Brasil.

CB4: Empresa de capital majoritário estrangeiro adquirindo, de estrangeiros, capital de empresa estabelecida no Brasil.

CB5: Empresa de capital majoritário estrangeiro adquirindo, de brasileiros, capital de empresa estabelecida no exterior.

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PTC apresenta solução de inovação para a indústria farmacêutica

Atualmente, a indústria farmacêutica e as empresas fabricantes de dispositivos médicos enfrentam oportunidades e desafios transformadores. A cadeia de valor dos serviços de saúde está sendo interrompida e substituída por abordagens mais colaborativas, baseadas em resultados e conduzidas por métricas para a saúde dos pacientes. Com a impressão 3D e aplicativos de assistência médica conectados, a promessa de dispositivos médicos personalizados já é uma realidade.

Segundo Sylvio De Vincenzo, Head de IoT e IIoT da PTC, as ondas de inovação vem chegando e as empresas que não as adotarem, correm o risco de desaparecerem, como são os casos de grandes líderes do passado que não existem mais. Por isso, olhar para estas ondas e saber como adotá-las, pode significar seu sucesso ou não. “O futuro da inovação está aqui – agora”.

Porém, a indústria farmacêutica deve equilibrar a inovação em equipe com os rigores de um ambiente de engenharia de produto regulado e crítico para a segurança. Para alcançar a lucratividade, o objetivo é fornecer produtos médicos inovadores usando processos de engenharia e qualidade, controlados por etapas. Ao mesmo tempo, um foco na qualidade e conformidade é fundamental. O investimento na tecnologia certa torna possível o equilíbrio entre qualidade, conformidade e lucratividade.

Soluções IoT, IIoT e RA para a indústria farmacêutica

A indústria farmacêutica sempre foi um mundo complexo de tomada de decisões em alta velocidade, mudanças constantes e grande quantidade de dados – e não diminuirá a velocidade nem se tornará mais simples tão cedo. Pensando nisso a PTC criou uma plataforma que contempla soluções de IoT, IIoT e realidade aumentada que exploram os desafios enfrentados e a abordagem necessária para aproveitar esse ambiente em evolução e a criar a fábrica conectada inteligente do futuro.

Vincenzo define a indústria 4.0 como um processo que ‘dá inteligência para algo que já existe’, com o objetivo de melhorar resultados. E fornece uma estratégia de implementação: “Pense grande, comece pequeno e cresça rápido”.

A plataforma de soluções de IoT, IIot e RA da PTC foi apresentada em evento realizado pela Sindusfarma, na semana passada, em São Paulo, que contou com a participação de especialistas apresentando soluções e estudos de caso.

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Vantagens de ter uma loja virtual em marketplaces e e-commerces com estoque e vendas integrados

Por Robinson Idalgo

Se dentro de uma loja de shopping os consumidores passam os olhos rapidamente pelas prateleiras e já identificam as peças de sua marca preferida, imagine qual é a velocidade do pensamento daqueles que decidem comprar uma mercadoria pela internet e pesquisam no Google precisamente o nome do produto e o preço que estão dispostos a pagar.

Cada vez mais conectado e confiante no e-commerce, o cliente sabe exatamente o que quer e avalia que tempo, custo e comodidade são os critérios da equação perfeita para encher o carrinho virtual.

De fato, estamos diante de uma realidade em que o número de quem compra pela internet só cresce: segundo relatório Webshoppers, da empresa Ebit, mais de 60 milhões de brasileiros farão compras on-line até o final de 2018. O mercado de e-commerce no País e deve faturar R$ 53,5 bi neste período. O desafio é gerir um negócio nesta seara.

Isso porque do outro lado do balcão, o comerciante (que tem uma vivência semelhante dentro de uma loja física) trabalha sob o questionamento: como oferecer ao cliente exatamente o que ele quer, na hora exata, otimizando as vendas e a experiência do consumidor?

Para pequenos e médios varejistas, penso que o equilíbrio no estoque está entre um dos fatores inerentes a essa resposta. Essa nem sempre é uma tarefa fácil, mas há sistemas de gestão completos que integram e regulam as vendas com o que se tem de itens disponíveis e, ainda, criam uma vitrine de produtos integrada a marketplaces e e-commerces.

Vale lembrar que e-commerces, por sua vez, devem estar de olho na variedade de produtos e na quantidade de itens ofertados de cada um. O cuidado é redobrado se a empresa opera com o mesmo estoque na loja física e na virtual, seja qual forem o setor e o porte da companhia.

Isso se resolve muito bem com um sistema de gerenciamento integrado à vendas e evita uma série de problemas, como frustração do consumidor por não ter a mercadoria no exato momento da compra (o que leva à demora na entrega), publicidade negativa e despesa desnecessária na propaganda de um produto que tem poucas unidades no estoque.

Com essa ferramenta, o dono do negócio tem em mãos o controle de entrega dos fornecedores, da demanda de vendas e opera, com tranquilidade, seu nível de abastecimento (seja apenas em loja virtual ou de forma compartilhada, entre as vendas digitais e físicas).

Só assim é viável manter a eficiência e o lucro do negócio aliados à satisfação do cliente que está, a todo instante, a um clique da concorrência na hora de finalizar sua compra.

Robinson Idalgo, fundador do Sistema Grátis. Mais informações no site: www.sistemagratis.com.br

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Como desenvolver uma cultura organizacional que incentive o digital workspace

Por Rodrigo Coppola

Um estudo da Brookings Institution, aponta que os millenials, geração nascida a partir da década de 1980, serão 75% da força de trabalho até 2025. Estes jovens profissionais tem uma característica que difere bastante das gerações anteriores – além de mais práticos e voltados para resultados eles ainda prezam por um bom ambiente de trabalho mais do que pelo salário e acham importante saber o papel que a empresa da qual fazem parte, representa na sociedade. Além disso, ainda valorizam uma cultura organizacional voltada à transformação digital.

Uma outra pesquisa, a Dell & Intel Future-Ready Workforce Study, esta realizada nos EUA, mostra que 42% dos millennials deixariam a empresa caso a tecnologia oferecida para trabalhar fosse abaixo da média de outras companhias da mesma área. E as lideranças parecem perceber essa tendência. De acordo com a pesquisa PwC CEO Survey, modernizar o ambiente de trabalho é a principal prioridade para 86% dos líderes e, para 77% deles, implementar formas flexíveis para a jornada de trabalho é uma maneira de reconhecer como os melhores talentos do mercado querem trabalhar e tornar-se atraente para eles.

Nesse contexto, vejo que proporcionar uma cultura organizacional integrada, equilibrada e voltada à transformação digital torna-se imprescindível.

Ter um digital workspace, no entanto, é muito mais do que somente inserir novos softwares no dia a dia de uma equipe, é mudar toda a rotina dos times, a forma como se comunicam entre si e como colaboram. Isso pode ser feito pela integração entre as tecnologias já utilizadas como plataformas para conversas corporativas em grupo e telas interativas, que permitem debates sobre projetos, compartilhamento de ideias, sugestões de melhorias e envolvimento do cliente ainda nos estágios iniciais do projeto, além de softwares para medição do desempenho e do progresso de projetos, agendas virtuais colaborativas, entre outras ferramentas.

Porém, apesar de existir uma demanda, e até mesmo uma cobrança do colaborador pela tecnologia integrada ao trabalho, os ambientes digitais só funcionam se as equipes da empresa trabalharem a seu favor. E é isso que ocorre quando os times de TI e Recursos Humanos trabalham juntos.

Os funcionários precisam ser guiados e altamente treinados, para poderem colaborar com seus times e utilizar por completo as ferramentas que lhes são dadas. Esse treinamento deve dar um entendimento de todas as utilidades daquela plataforma, pois somente assim o colaborador irá fazer um uso acertado de todas as funcionalidades propostas, levando a um aproveitamento maior.

Outro ponto fundamental é que o colaborador saiba que será ouvido. As equipes de RH e os gestores precisam ter a consciência de que os feedbacks periódicos são importantes. Só assim será possível entender como as ferramentas estão sendo utilizadas, o que possibilita compreender se os objetivos iniciais estão sendo cumpridos, se são necessárias adaptações ou até se as suas equipes encontraram novas formas de usar as plataformas.

Por isso, acredito que o digital workspace deve vir atrelado a uma mudança cultural profunda na organização, que precisa, a partir de agora, ouvir mais seu colaborador, fazer um treinamento completo e ainda dar o exemplo. Ou seja, gestores, diretores, CEOs e CIOs precisam mostrar aos seus funcionários que estão comprometidos com a transformação digital de suas empresas. Isso é feito por meio do uso das ferramentas digitais, do incentivo ao melhor aproveitamento, da participação em treinamentos e também da conscientização constante sobre os benefícios que aquelas plataformas já estão trazendo para a empresa.

Com tudo isso, é certo que teremos equipes mais motivadas dentro das empresas, engajadas no estabelecimento bem sucedido de um digital workspace e totalmente adaptadas a essa nova forma de trabalhar.

Rodrigo Coppola, gerente de desenvolvimento de negócios de colaboração para América Latina na Orange Business Services.

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Recrutamento e Seleção: mudanças na era digital

Por Joice Maciel, especialista em Recursos Humanos da Organica

O setor de Recursos Humanos vem sofrendo grandes modificações com as inovações constantes do mercado. Essa revolução vai desde o uso de inteligência artificial na seleção de perfis em bancos de talentos até softwares que realizam a análise de fit cultural entre candidato e empresa. Apesar de serem recursos muito válidos, alguns profissionais apontam que apenas na fase de entrevistas presenciais é realmente possível validar a melhor escolha de um candidato. Será mesmo?

Recentemente, jornais de negócios publicaram uma matéria sobre uma metodologia que combina recursos de vídeo com inteligência artificial para melhorar a assertividade na escolha dos candidatos.

O processo funciona da seguinte forma: a empresa disponibiliza a vaga e aponta suas necessidades, perguntas a serem feitas e destaca algumas palavras-chave importantes que devem ser verificadas. Do outro lado, o candidato se cadastra por meio de um vídeo-currículo e, usando algoritmos específicos para analisar as respostas dadas, a inteligência artificial localiza os perfis que responderam da maneira desejada classificando-os em um ranking para avaliação da empresa.

A prática de entrevistas via vídeo já acontece há algum tempo em recrutamento e seleção, mas esse recurso vai além do virtual, realizando uma pré-seleção mais profunda do que a feita em um banco de talentos, por exemplo. Se por um lado é um recurso valioso em termos de economia de tempo, logística e até dinheiro, por outro, é uma ferramenta que precisa ser usada de forma complementar a um processo seletivo, fato reconhecido pelas próprias empresas que as utilizam.

Nenhum recurso tecnológico pode substituir o contato essencial entre as pessoas. Um bom processo seletivo, apesar de estruturado e com caminhos específicos, sempre precisa ter margem para sair do roteiro e explorar tudo que o candidato pode trazer. A nova geração de profissionais busca no trabalho um propósito – uma forma de realização pessoal – e não apenas um meio para outros projetos. Para conseguir extrair os valores, ambições e objetivos das pessoas, uma conversa honesta, fluida e acolhedora pode ser essencial.

O profissional de Recursos Humanos precisa saber usar todas as ferramentas disponíveis para fazer o melhor recrutamento possível, pois a escolha do colaborador certo é positiva para todos os envolvidos. Por um lado, ganha a empresa que terá um profissional engajado. Por outro, ganha o profissional, que estará em um ambiente que alimenta seus propósitos e onde tem mais chances de atingir ao máximo seu potencial.

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IoT Latin America: participação maciça e otimismo para o cenário brasileiro deram o tom à edição 2018

Um clima de otimismo e participação intensa do público marcou a IoT Latin America 2018, feira internacional da Internet das Coisas, que aconteceu nos dias 29 e 30 de agosto, no Transamérica Expo Center. O evento mostrou como cada vez mais a internet está presente no nosso dia a dia, em praticamente todos os tipos de negócios e empresas e o impacto da IoT (Internet of Things) nos próximos anos no Brasil. A feira é o mais importante evento B2B exclusivamente voltado ao setor e com foco na geração de negócios na América Latina e promove, simultaneamente, o 3° Congresso Brasileiro e Latino- Americano de Internet das Coisas (IoT), organizado pelo Fórum Brasileiro de Internet das Coisas. Além da exposição, a IoT Latin America apresentou em seu Multipalco de Verticais discussões sobre casos abrangendo todo o ecossistema de Internet das Coisas em diversas verticais.

No primeiro dia, o Multipalco de Verticais trouxe 14 palestras e 2 painéis com auditórios completamente lotados e filas de espera para acompanhar grandes especialistas abordando os temas de IoT em diversas áreas: “IoT na Indústria Automotiva: Aplicações práticas da fábrica ao automóvel”, com RenateFuchs, Partner na Porsche Consulting; “Oferta comercial e disponibilidade de cobertura: a rede SIGFOX da WND e os casos reais em larga escala de IoT no Brasil”, com Eduardo Iha, Diretor de Negócios da WND; “O que estamos esquecendo na Casa Inteligente?”, com George Eric Wootton, Diretor Técnico da Auriside; “Soluções Eficazes para pequena e média empresa”, com Maurício Finotti, Sócio-diretor da MOB I+E; “A Transformação Digital no Saneamento” – com Daniel Bocalão Jr, Gerente de Conectividade e Segurança da Informação na Sabesp; “IoT no Varejo – Customer Connect Space”, com Felipe Grando Sória, daBematech, e o painel “Metodologias modernas na abordagem e implementação de projetos de IoT”, com os painelistas Roberto Leandro Aran, Diretor de Operações da SAP, Omar Rodrigues, Diretor de Novos Negócios Healthcare da DXC Technology, Christian K. Rempel, da Logicalis, Gustavo Brito, Diretor da IHM Stefanini, e mediação de André Echeverria, Líder Inovação e Transformação Digital na Brasscom.

E no 2: “Inovações no Setor de Saneamento”, com Cristina KnörichZuffo, Superintendente de P&D Tecnológico da Sabesp”, “Qual o valor que a manufatura digital agrega ao seu negócio?”, com RüdigerLeutz, Diretor Geral da Porsche Consulting Brasil; “Design Thinking e Viabilidade de Moldes plásticos: transformando boas ideias em projetos rentáveis”, com Alexandre Turozi, da CEO da 2pra1; “Plataforma RenesasCortex M: Suporte para o treinamento de desenvolvedores de soluções IoT Edge Computing”, com o Eng. Douglas P.B Renaux; “Como a Internet das Coisas está revolucionando a automação predial”, com Julio Cesar Garcia, Coordenador de Engenharia de Aplicações na Advantech; “Ação de fomento à inovação em Internet das Coisas”, com Maurício França, da FINEP; “Agricultura Digital e seus Benefícios”, com Eduardo Polidoro, Diretor de IoT M2M da Embratel; “Do dispositivo à Inteligência, com todos os tombos e tropeços ao longo do caminho…”, com José Gustavo Z. Rosa, da Going2 Mobile, e o painel “Metodologias modernas na abordagem e implementação de projetos de IoT”, com os painelistas Roberto Leandro Aran, Diretor de Operações da SAP; Omar Rodrigues, Diretor de Negócios para Healthcare, Life Sciences e Seguros da DXC Technology, Christian K. Rempel, da Logicalis, Gustavo Brito, Diretor da IHM Stefanini, e mediação de André Echeverria – Líder de Inovação e Transformação Digital na Brasscom.

Conhecimento e negócios

Além de um catalisador e divulgador de excelência em conhecimento, o evento também significou boas oportunidades de negócios.

Para Mauro Salomão, diretor da Mouser, que teve estande na feira, o público foi dinâmico e a indústria tem empurrado o desenvolvimento do Brasil e procurado trazer novas tecnologias, inclusive IoT. “O BNDS lançou um projeto da IoT que vai ter um investimento de 231 bilhões de dólares até 2030. O cenário é otimista e pode levar a grandes realizações, mas vai depender também do resultado das eleições este ano”, ressalta.

Na opinião de Huéliquis Fernandes Sales, da Renesas, que participou pela terceira vez da IoT Latin America, a feira surpreendeu. “Tivemos um fluxo bem grande de pessoas em nosso estande. Foi muito bom, deu a chance de mostrar várias soluções que a Renesas apresenta pra área de IoT.”

Francisco Cavalcanti, CEO da WND, comemora o sucesso da empresa e as perspectivas positivas para o país. “Tivemos um avanço tremendo em um ano, estamos em todas as capitais do Brasil. O ramo de utilities – energia, águia – deu um grande salto. A feira foi muito boa, cresce ano a ano cada vez mais, tem mercado para todo mundo. O Brasil está avançando, com o apoio do Ministério da Ciência e Tecnologia e da Anatel, que têm focado muito em IoT. Tem havido financiamento do BNDES e do Finep para startups nessa área. É impressionante como temos avançado”, comemora o executivo.

Aprovação do público

O último dia de palestras contou com casa cheia e empolgou o público presente na exposição: “A feira foi maravilhosa, assisti à praticamente todas as palestras, que abriram minha mente e serviram como referencial teórico para mim”, elogia o visitante Marcos Ferreira, estudante de Tecnologia da Informação.

Elizabeth Sosa deu atenção especial aos temas da Indústria 4.0. “A palestra com Eduardo Peixoto foi muito rica e instrutiva.”

Para Felipe Alvares, da Desoltec Engenharia, que visitou a feira no último dia, foi um evento que demonstrou o crescimento da IoT no Brasil. “Foi muito interessante, várias startups mostrando projetos e inovações da tecnologia, especialmente IoT. Muitas empresas trazendo soluções novas. O mercado até então estava muito fechado, sem muitas opções de tecnologia. Já podemos ver algumas opções novas pra IoT, podemos ver que o mercado está evoluindo bem rapidamente.”

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7 atitudes do profissional de alta performance

Por Claudia Santos

Diante da era da transformação nas empresas, onde a necessidade de mudanças de cultura comportamental e de estrutura se fazem cada vez mais presentes, é importante que os profissionais estejam atentos às atitudes que garantam excelência no trabalho e que o qualificam de forma positiva. As empresas precisam cada vez mais de profissionais que colaborem com vantagem competitiva diante de um cenário de maior concorrência e crise, onde somente o profissional de alta performance eleva a chances de apresentar este diferencial. Sendo assim, contam com profissionais que:

1) São proativos – Ter iniciativa é um valor importante para o profissional de alta performance. Ao fazer não só aquilo que lhe é pedido, mas sim, tudo o que precisa ser feito, o profissional demonstra que é capaz de analisar o trabalho como um todo e de pensar de forma estratégica, prevendo os próximos passos e diminuindo riscos;

2) Sabem receber feedbacks – É importante saber ouvir o retorno do seu líder sem pré-julgamentos e entender quais aspectos do seu trabalho são positivos e quais podem ser aprimorados. Trabalhando juntos e avaliando onde a mudança será melhor aproveitada, o trabalho com certeza irá render mais;

3) Busquem a excelência – Profissionais que buscam alta performance realizam as tarefas com zelo, dedicação e disciplina. Esses atributos reunidos são de extrema importância para quem busca ser o melhor naquilo que faz;

4) Aceitem bem as mudanças – Num mundo tão veloz quanto o nosso é preciso estar apto às mudanças e aos novos modos de operação. É normal ao ser humano se sentir desconfortável diante de mudanças muito bruscas, mas, ao entender que são melhorias e que os processos são adaptáveis, a alta performance no trabalho irá despontar;

5) Desenvolvam a inteligência emocional – Nem sempre é possível trabalhar apenas ao lado de pessoas que gostamos ou fazer apenas as tarefas que consideramos agradáveis. Assim como na vida social, no ambiente de trabalho também é preciso saber lidar com as situações adversas, não se deixando influenciar pelo pessimismo e outros sentimentos que não o ajudarão a crescer;

6) Trabalhem bem em equipe – Estar preparado para o diálogo, para ouvir novas ideias ou contrariedades é fundamental no ambiente corporativo. Aliado à inteligência emocional, o trabalho em equipe flui e apresenta resultados satisfatórios para o funcionário e para a empresa;

7) Orientam-se por resultados – Ao lembrar que o foco no ambiente de trabalho é cada vez mais os resultados apresentados – e não o bater cartão em horário estipulado – pensar no que se quer atingir com cada ação é outro atributo importante de quem deseja se destacar nas empresas.

Claudia Santos, especialista em gestão estratégica de pessoas, palestrante, coach executiva e diretora da Emovere You.

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Inglês pode elevar salário em até 70%

O que até um tempo atrás era visto como um diferencial no currículo, nos dias atuais, dominar o inglês é praticamente obrigatório. E, além da importância para o desenvolvimento da carreira profissional, o idioma é responsável também por aumentar o salário. É o que aponta a 57ª Pesquisa Salarial da Catho. Segundo o levantamento, a remuneração de um funcionário fluente em inglês, em cargo de gerência, é até 70% maior em relação a um profissional do mesmo nível hierárquico, mas sem a fluência na língua.

Nos outros níveis, as variações são em torno de 53% (supervisores/coordenadores), 33% (especialistas graduados) e 40% (analistas) entre os que dominam o inglês e os que têm apenas conhecimentos básicos do idioma.

Nível Hierárquico

Fluente

Avançado

Intermediário

Básico

Gerente / Diretor / Presidente

R$14.935,29

R$12.671,33

R$10.710,27

R$8.802,92

Supervisor / Coordenador /

Líder / Encarregado

R$7.378,07

R$7.340,71

R$6.678,68

R$4.820,88

Profissional especialista graduado

R$6.833,56

R$6.521,06

R$5.481,60

R$5.156,04

Analista

R$5.210,42

R$4.651,12

R$3.979,80

R$3.724,48

Salário médio por hierarquia, segundo a fluência na língua inglesa.

Nível Hierárquico

% de Ganho

Gerente /Diretor / Presidente

70%

Supervisor / Coordenador / Líder / Encarregado

53%

Profissional especialista graduado

33%

Analista

40%

Percentual salarial de quanto ganham a mais os profissionais que falam inglês fluentemente versus os que não falam.


Espanhol

Ainda segundo a pesquisa, falar fluentemente o espanhol é um diferencial e pode aumentar em até 40% a remuneração para o cargo de analista, por exemplo. A maior diferença salarial, no entanto, é no cargo de gerência: até R$ 5 mil se comparado os níveis básico e fluente. 

Nos outros níveis hierárquicos, as diferenças não ultrapassam 50%. Para gerente é de 44%, supervisor/coordenador é de 41%, analista chega a 40% e a menor desigualdade é entre os profissionais graduados, apenas 16%.

“Quando nos referimos aos idiomas que são importantes para os profissionais, fica claro que o inglês já é esperado e, portanto, considerado praticamente obrigatório, sobretudo em algumas áreas. Já o segundo idioma, esse sim passou a se tornar o diferencial no mercado de trabalho, tornando-se um dos responsáveis pela valorização salarial e para o atingimento dos objetivos profissionais”, afirma o gerente da Catho Educação, Fernando Gaiofatto.

 

Nível Hierárquico

Fluente

Avançado

Intermediário

Básico

Gerente / Diretor / Presidente

R$15.395,17

R$12.296,25

R$10.811,61

R$10.712,01R$10.712,01

Supervisor / Coordenador / Líder / Encarregado

R$8.052,91

R$7.758,93

R$6.213,07

R$5.725,45

Profissional especialista graduado

R$6.615,45

R$6.044,55

R$5.946,46

R$5.723,13

Analista

R$5.296,35

R$4.779,17

R$3.930,94

R$3.794,79

Salário médio por hierarquia, segundo a fluência na língua espanhola.

Nível Hierárquico

% de Ganho

Gerente / Diretor / Presidente

44%

Supervisor / Coordenador / Líder / Encarregado

41%

Profissional especialista graduado

16%

Analista

40%

Percentual salarial de quanto ganham a mais os profissionais que falam espanhol fluentemente versus os que não falam.

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Empresas buscam jovens com mente empreendedora para compor suas equipes

Cerca de 34% dos jovens empregados entre 18 a 34 anos estão dando os primeiros passos no mundo do empreendedorismo, revela uma pesquisa feita pela Fundação Estudar para entender a relação do jovem com o mercado de trabalho. E são exatamente profissionais com este tipo de visão empreendedora que empresas como Itaú, Ambev, Boticário, Stone, Loggi, entre outras, buscam para integrarem suas equipes. “Esse comportamento mais autônomo tem sido encorajado e bem visto porque despertam no profissional uma visão de dono, de que aquela empresa também é dele”, afirma Leonardo Gomes, Gerente de Seleção da Fundação Estudar.

Tanto empresas que estão engatinhando, como as famosas startups que levam em seu DNA inovação e empreendedorismo, como multinacionais consolidadas que nasceram em uma realidade diferente da que vivemos hoje, esperam que os profissionais que estão chegando ao mercado consigam se desenvolver e se realizar na carreira dentro da própria companhia. Por isso, muitas estão se adaptando para criar ambientes de intraempreendedorismo para que os jovens que já estejam no mercado de trabalho tenham a possibilidade de propor e executar projetos e soluções inovadoras dentro das próprias empresas.

A Conferência Na Prática Empreendedorismo e Tecnologia, evento gratuito promovido pela Fundação Estudar que acontece dia 22 de outubro, tem como objetivo conectar jovens com este pensamento e empresas que tenham o empreendedorismo em sua cultura. “Mais importante do que as conquistas presentes no currículo, as organizações têm buscado contratar pessoas que tenham o mesmo mindset que elas. Assim, a chance deste casamento ser duradouro cresce significativamente e os jovens profissionais ganham autonomia para tornaram-se grandes líderes e realmente executarem seus projetos”, explica o Gerente de Seleção.

Para facilitar “match” deste fit cultural entre candidatos e empresas durante o processo seletivo para a Conferência é feita uma análise no perfil dos participantes e seus objetivos de carreira, assim como da cultura organizacional das empresas presentes. Deste modo, cada participante recebe uma lista com um top 5 de organizações que mais se assemelham a seu perfil profissional. As companhias também recebem sugestões de candidatos que tenham mais a ver com seus objetivos.

A Conferência Na Prática Empreendedorismo e Tecnologia acontece em São Paulo. As inscrições são gratuitas e vão até 3 de setembro pelo site https://www.napratica.org.br/edicoes/conferencia

Confira a lista completa de empresas já confirmadas:

Itaú, Raízen, SumUp, Resultados Digitais, Grupo Boticário, Loggi, Quinto Andar, Acesso Digital, Ambev, Stone, Smart Bank, Natural One e Globo.

Conferência Na Prática Empreendedorismo e Tecnologia
Data: 22 de outubro de 2018
Horário: das 8h às 18h
Local: São Paulo

ADIT Brasil e RaiserFunds firmam acordo para estimular startups do setor imobiliário

A ADIT Brasil – Associação para o Desenvolvimento Imobiliário e Turístico do Brasil e a RaiserFunds assinaram acordo para a criação de uma plataforma de crowdfunding que irá fomentar novos negócios no mercado imobiliário por meio de startups e empresas de tecnologia, segmento com muito potencial no mercado brasileiro.

De acordo com Rony Stefano, CEO da RaiserFunds, a plataforma já está em fase de estruturação e aprovações e terá como principal diferencial o fato de que os investidores serão empresários e executivos do próprio setor. “Acreditamos que os melhores investidores para startups imobiliárias são os empresários e investidores que atuam no dia a dia e conhecem com profundidade as necessidades e oportunidades que o setor oferece. Nosso objetivo é criar um ecossistema onde empresas nascentes encontrem empreendedores, clientes e apoiadores na sua área de influência, reduzindo assim o risco para todas as partes”.

Assim, a RaiserFunds receberá oportunidades advindas de seus associados e circulará opções de investimento entre especialistas e players do setor – é possível que startups recebam investimentos de forma estruturada e regulamentada diretamente de seus potenciais clientes experts do setor.

A plataforma tem entre os seus sócios investidores profissionais experientes dos mercados imobiliário e de gestão de recursos. Stefano tem ampla experiência internacional em gestão e execução de investimentos que somam mais de US$ 12 bilhões em transações realizadas, incluindo em startups como Magikey e Vivakey; Eduardo Diniz e Fernando Diniz, que são profissionais com larga experiência no mercado financeiro, gestão e distribuição de fundos; e Paulo Aguiar é executivo de riscos e compliance com experiência em grandes instituições financeiras e fintechs.

O acordo foi bem recebido pelos participantes do ADIT Invest – Seminário de Investimentos Imobiliários e Turísticos do Brasil. O evento reuniu, na sede da Amcham em São Paulo, construtoras, incorporadoras, loteadoras, redes hoteleiras, empresários e investidores que debateram amplamente as várias formas de financiamento que o mercado de capitais disponibiliza para empresas do setor do Real Estate entre os dias 23 e 24 de agosto.

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O pós-consumidor no centro do debate

O pós-consumidor tem uma caractetísitca peculiar: é exigente e não está disposto a desculpar uma empresa em caso de falhas. Se houver algum atrito durante uma interação, seja por telefone, chat ou redes sociais, saiba que a empresa caiu no conceito deste cliente, que provavelmente a trocará por outra marca. Portanto, encantar este pós-consumidor demandará das empresas um trabalho contínuo para identificar suas reais necessidades e atendê-las com agilidade.

De olho nesta mudança de comportamento e com foco no cliente, a Stefanini participará desse debate que será a tônica do CONAREC 2018, maior evento de relacionamento entre clientes e empresas, que será promovido nos dias 4 e 5 de setembro no Hotel Transamérica, em São Paulo.

Marco Stefanini, CEO global da Stefanini, participará no dia 4, das 11h15 às 12h15, do painel “O pós-consumidor está aqui entre nós. E pode ser você.”, mediado pelo jornalista Caio Blinder. O fundador da Stefanini abordará a mudança de mindset do cliente e quais são as melhores estratégias para lidar com o pós-consumidor. O painel será realizado na sala 1 (Teatro Alfa) e contará também com a presença de CEOs de outras grandes marcas como C&A, Mastercard, Pepsico Brasil, Facebook & Instagram, Banco do Brasil e Mapfre.

O público também poderá saber mais sobre o Grupo Stefanini no estande de nº 15, onde terá acesso a muitas novidades que ilustram o atendimento do futuro, em que o cliente escolhe o canal de sua preferência para realizar a interação com a empresa que, por sua vez, fará todo o acompanhamento da jornada.

Painel sobre pós-consumidor com participação de Marco Stefanini
Dia: 04/09
Local: Teatro Alfa (Sala 1)
Horário: De 11h15 às 12h15

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Startup brasiliense é destaque em evento do InovAtiva, maior programa de incubação de empresas do Brasil

As redes sociais têm participação cada vez mais ativa na vida das pessoas. Você já pode, inclusive, fazer o seguro do seu carro usando o Facebook. Essa é a proposta da Onsurance, startup brasiliense, que ficou entre os 12 destaques do Demo Day, evento da InovAtiva, maior programa de aceleração e incubação de startups do Brasil, promovido pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) e pelo Sebrae. Em Brasília, a startup funciona, desde novembro de 2017, no IESBLab, a incubadora de projetos do Centro Universitário IESB.

O Onsurance nasceu em 2017, da iniciativa de Ricardo Bernardes e Adilair Silva, dois ex-alunos do IESB e é, segundo Bernardes, a evolução do seguro sob demanda. “Nós usamos inteligência artificial para que o cliente possa acionar o seguro pelo Messenger do Facebook só quando ele precisa. Por exemplo, quando sai à rua, pois você não precisa pagar pelo seguro quando o carro está na garagem da sua casa ou do seu prédio”, informa.

O Messenger do Facebook é o principal meio de comunicação com a empresa. É possível contratar o seguro pela mídia social, acionar e interromper o serviço e, também, avisar sobre algum sinistro. “O usuário faz um aporte inicial a partir R$ 999 e cada minuto custa R$ 0,0004 (quatro milésimos de real), que vai sendo debitado à medida do uso”, conta Bernardes. Os créditos não têm prazo para expirar e, quando acabam, a recarrega pode ser feita com valor mínimo de R$ 299. A economia, segundo o empresário, é de 50 a 80% se comparado ao que se paga em seguradoras tradicionais.

A empresa já atendeu mais de 1000 usuários e está expandindo suas áreas de atuação. “Estamos ampliando o Onsurance para produtos de luxo, como bolsas, situações do dia-a-dia como entregas de compras virtuais e até para a sua viagem de carro com aplicativos” conta Bernardes.

Nesta edição do InovAtiva, foram inscritas 1200 startups. Dessas, foram selecionadas 300 para a segunda fase e apenas 100 foram escolhidas para participar do Demo Day. Durante o evento, bancas com investidores, mentores de organizações como Google, Braskem, entre outras, selecionaram 12 projetos destaques. A Onsurance foi destaque no segmento fintech.

Mais informações sobre o Onsurance podem ser conferidas na página da empresa no Facebook e no site da empresa.

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Creative Startups, da Samsung, acelera desenvolvimento de plataforma que ajuda crianças a lidarem com a emoção

O Samsung Creative Startups, programa de aceleração de startups da empresa em parceria com a Anprotec (Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores) e CCEI (Centro Coreano de Economia Criativa e Inovação) entra em sua fase final de inscrições para o Batch 4 e, ao mesmo tempo, começa a apresentar os resultados do Batch 3. Durante sua participação na 3ª Rodada do programa da Samsung, a Dreamkid, startup que nasceu em 2015, dentro do Samsung Ocean, em Manaus, criou uma plataforma de jogos interativos para ajudar as crianças a expressarem e lidarem com os sentimentos.

O projeto da Dreamkid chama-se “Felt” e foi co-criado com psicólogas especializadas em atendimento infantil com a finalidade de contar histórias que facilitam a educação emocional das crianças. Recentemente, também voltado ao público infantil e com o apoio do Samsung Creative Startups, a startup FLIXR trabalhou no desenvolvimento de um aplicativo de realidade aumentada com personagens da Ziraldo Artes Produções.

“A Dreamkid e a FLIXR são exemplos do sucesso da aceleração promovida pelo Creative Startups. Além do aporte financeiro que pode chegar a até R$200 mil reais, as startups selecionadas recebem treinamentos, assessorias, e mentorias técnicas e de mercado para aprimorar os projetos apresentados”, desataca Paulo Quirino, Coordenador Nacional do Programa Creative Startups na área de Pesquisa e Desenvolvimento da Samsung

A plataforma utiliza tecnologia de realidade aumentada para que as crianças viajem pelo mundo 3D na companhia de Tuco, uma tartaruga que ajuda os pequenos jogadores a entenderem melhor os sentimentos.

“O objetivo da plataforma “Felt” é ajudar profissionais da área educacional e de psicologia infantil no esclarecimento de emoções como raiva, tristeza e medo. Participar do Creative Startups foi uma oportunidade de desenvolver nossos produtos de forma profissional e controlada”, explica Barbara Nicolau, fundadora e CEO da Dreamkid Studio.

Última semana para se inscrever na 4º Rodada do Creative Startups

Esta é a última semana para as startups se inscreverem para participar da 4ª Rodada do programa de aceleração da Samsung e da Anprotec: as inscrições terminam no dia 2 de setembro. O Batch 4 do “Samsung Creative Startups” irá selecionar até 20 empreendimentos, sendo 10 especificamente da região Norte do país.

Clique aqui e confira o regulamento completo da Chamada nacional
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Confira o regulamento para a região Norte
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