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Fusões e aquisições em TI tiveram aumento de 17% no 1º semestre, aponta KPMG

O número de fusões e aquisições realizadas por empresas de tecnologia da informação apresentou crescimento no primeiro semestre deste ano, totalizando 55 operações concretizadas. Com um aumento de oito transações em relação ao mesmo período no ano anterior (47), o setor vem mantendo a média dos últimos três anos. Os dados são da pesquisa da KPMG realizada com 43 setores da economia brasileira.

Das 55 fusões e aquisições realizadas no primeiro semestre deste ano, 33 foram domésticas, enquanto 19 foram de categoria CB1, em que empresas estrangeiras adquirem empreendimentos de brasileiros estabelecidos no Brasil, e três CB4.

F&A em TI no 1º semestre

2018

55

2017

47

2016

52

Legendas

Transações Domésticas: entre empresas de capital brasileiro

CB1: Empresa de capital majoritário estrangeiro adquirindo, de brasileiros, capital de empresa estabelecida no Brasil.

CB2: Empresa de capital majoritário brasileiro adquirindo, de estrangeiros, capital de empresa estabelecida no exterior.

CB3: Empresa de capital majoritário brasileiro adquirindo, de estrangeiros, capital de empresa estabelecida no Brasil.

CB4: Empresa de capital majoritário estrangeiro adquirindo, de estrangeiros, capital de empresa estabelecida no Brasil.

CB5: Empresa de capital majoritário estrangeiro adquirindo, de brasileiros, capital de empresa estabelecida no exterior.

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PTC apresenta solução de inovação para a indústria farmacêutica

Atualmente, a indústria farmacêutica e as empresas fabricantes de dispositivos médicos enfrentam oportunidades e desafios transformadores. A cadeia de valor dos serviços de saúde está sendo interrompida e substituída por abordagens mais colaborativas, baseadas em resultados e conduzidas por métricas para a saúde dos pacientes. Com a impressão 3D e aplicativos de assistência médica conectados, a promessa de dispositivos médicos personalizados já é uma realidade.

Segundo Sylvio De Vincenzo, Head de IoT e IIoT da PTC, as ondas de inovação vem chegando e as empresas que não as adotarem, correm o risco de desaparecerem, como são os casos de grandes líderes do passado que não existem mais. Por isso, olhar para estas ondas e saber como adotá-las, pode significar seu sucesso ou não. “O futuro da inovação está aqui – agora”.

Porém, a indústria farmacêutica deve equilibrar a inovação em equipe com os rigores de um ambiente de engenharia de produto regulado e crítico para a segurança. Para alcançar a lucratividade, o objetivo é fornecer produtos médicos inovadores usando processos de engenharia e qualidade, controlados por etapas. Ao mesmo tempo, um foco na qualidade e conformidade é fundamental. O investimento na tecnologia certa torna possível o equilíbrio entre qualidade, conformidade e lucratividade.

Soluções IoT, IIoT e RA para a indústria farmacêutica

A indústria farmacêutica sempre foi um mundo complexo de tomada de decisões em alta velocidade, mudanças constantes e grande quantidade de dados – e não diminuirá a velocidade nem se tornará mais simples tão cedo. Pensando nisso a PTC criou uma plataforma que contempla soluções de IoT, IIoT e realidade aumentada que exploram os desafios enfrentados e a abordagem necessária para aproveitar esse ambiente em evolução e a criar a fábrica conectada inteligente do futuro.

Vincenzo define a indústria 4.0 como um processo que ‘dá inteligência para algo que já existe’, com o objetivo de melhorar resultados. E fornece uma estratégia de implementação: “Pense grande, comece pequeno e cresça rápido”.

A plataforma de soluções de IoT, IIot e RA da PTC foi apresentada em evento realizado pela Sindusfarma, na semana passada, em São Paulo, que contou com a participação de especialistas apresentando soluções e estudos de caso.

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Vantagens de ter uma loja virtual em marketplaces e e-commerces com estoque e vendas integrados

Por Robinson Idalgo

Se dentro de uma loja de shopping os consumidores passam os olhos rapidamente pelas prateleiras e já identificam as peças de sua marca preferida, imagine qual é a velocidade do pensamento daqueles que decidem comprar uma mercadoria pela internet e pesquisam no Google precisamente o nome do produto e o preço que estão dispostos a pagar.

Cada vez mais conectado e confiante no e-commerce, o cliente sabe exatamente o que quer e avalia que tempo, custo e comodidade são os critérios da equação perfeita para encher o carrinho virtual.

De fato, estamos diante de uma realidade em que o número de quem compra pela internet só cresce: segundo relatório Webshoppers, da empresa Ebit, mais de 60 milhões de brasileiros farão compras on-line até o final de 2018. O mercado de e-commerce no País e deve faturar R$ 53,5 bi neste período. O desafio é gerir um negócio nesta seara.

Isso porque do outro lado do balcão, o comerciante (que tem uma vivência semelhante dentro de uma loja física) trabalha sob o questionamento: como oferecer ao cliente exatamente o que ele quer, na hora exata, otimizando as vendas e a experiência do consumidor?

Para pequenos e médios varejistas, penso que o equilíbrio no estoque está entre um dos fatores inerentes a essa resposta. Essa nem sempre é uma tarefa fácil, mas há sistemas de gestão completos que integram e regulam as vendas com o que se tem de itens disponíveis e, ainda, criam uma vitrine de produtos integrada a marketplaces e e-commerces.

Vale lembrar que e-commerces, por sua vez, devem estar de olho na variedade de produtos e na quantidade de itens ofertados de cada um. O cuidado é redobrado se a empresa opera com o mesmo estoque na loja física e na virtual, seja qual forem o setor e o porte da companhia.

Isso se resolve muito bem com um sistema de gerenciamento integrado à vendas e evita uma série de problemas, como frustração do consumidor por não ter a mercadoria no exato momento da compra (o que leva à demora na entrega), publicidade negativa e despesa desnecessária na propaganda de um produto que tem poucas unidades no estoque.

Com essa ferramenta, o dono do negócio tem em mãos o controle de entrega dos fornecedores, da demanda de vendas e opera, com tranquilidade, seu nível de abastecimento (seja apenas em loja virtual ou de forma compartilhada, entre as vendas digitais e físicas).

Só assim é viável manter a eficiência e o lucro do negócio aliados à satisfação do cliente que está, a todo instante, a um clique da concorrência na hora de finalizar sua compra.

Robinson Idalgo, fundador do Sistema Grátis. Mais informações no site: www.sistemagratis.com.br

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Como desenvolver uma cultura organizacional que incentive o digital workspace

Por Rodrigo Coppola

Um estudo da Brookings Institution, aponta que os millenials, geração nascida a partir da década de 1980, serão 75% da força de trabalho até 2025. Estes jovens profissionais tem uma característica que difere bastante das gerações anteriores – além de mais práticos e voltados para resultados eles ainda prezam por um bom ambiente de trabalho mais do que pelo salário e acham importante saber o papel que a empresa da qual fazem parte, representa na sociedade. Além disso, ainda valorizam uma cultura organizacional voltada à transformação digital.

Uma outra pesquisa, a Dell & Intel Future-Ready Workforce Study, esta realizada nos EUA, mostra que 42% dos millennials deixariam a empresa caso a tecnologia oferecida para trabalhar fosse abaixo da média de outras companhias da mesma área. E as lideranças parecem perceber essa tendência. De acordo com a pesquisa PwC CEO Survey, modernizar o ambiente de trabalho é a principal prioridade para 86% dos líderes e, para 77% deles, implementar formas flexíveis para a jornada de trabalho é uma maneira de reconhecer como os melhores talentos do mercado querem trabalhar e tornar-se atraente para eles.

Nesse contexto, vejo que proporcionar uma cultura organizacional integrada, equilibrada e voltada à transformação digital torna-se imprescindível.

Ter um digital workspace, no entanto, é muito mais do que somente inserir novos softwares no dia a dia de uma equipe, é mudar toda a rotina dos times, a forma como se comunicam entre si e como colaboram. Isso pode ser feito pela integração entre as tecnologias já utilizadas como plataformas para conversas corporativas em grupo e telas interativas, que permitem debates sobre projetos, compartilhamento de ideias, sugestões de melhorias e envolvimento do cliente ainda nos estágios iniciais do projeto, além de softwares para medição do desempenho e do progresso de projetos, agendas virtuais colaborativas, entre outras ferramentas.

Porém, apesar de existir uma demanda, e até mesmo uma cobrança do colaborador pela tecnologia integrada ao trabalho, os ambientes digitais só funcionam se as equipes da empresa trabalharem a seu favor. E é isso que ocorre quando os times de TI e Recursos Humanos trabalham juntos.

Os funcionários precisam ser guiados e altamente treinados, para poderem colaborar com seus times e utilizar por completo as ferramentas que lhes são dadas. Esse treinamento deve dar um entendimento de todas as utilidades daquela plataforma, pois somente assim o colaborador irá fazer um uso acertado de todas as funcionalidades propostas, levando a um aproveitamento maior.

Outro ponto fundamental é que o colaborador saiba que será ouvido. As equipes de RH e os gestores precisam ter a consciência de que os feedbacks periódicos são importantes. Só assim será possível entender como as ferramentas estão sendo utilizadas, o que possibilita compreender se os objetivos iniciais estão sendo cumpridos, se são necessárias adaptações ou até se as suas equipes encontraram novas formas de usar as plataformas.

Por isso, acredito que o digital workspace deve vir atrelado a uma mudança cultural profunda na organização, que precisa, a partir de agora, ouvir mais seu colaborador, fazer um treinamento completo e ainda dar o exemplo. Ou seja, gestores, diretores, CEOs e CIOs precisam mostrar aos seus funcionários que estão comprometidos com a transformação digital de suas empresas. Isso é feito por meio do uso das ferramentas digitais, do incentivo ao melhor aproveitamento, da participação em treinamentos e também da conscientização constante sobre os benefícios que aquelas plataformas já estão trazendo para a empresa.

Com tudo isso, é certo que teremos equipes mais motivadas dentro das empresas, engajadas no estabelecimento bem sucedido de um digital workspace e totalmente adaptadas a essa nova forma de trabalhar.

Rodrigo Coppola, gerente de desenvolvimento de negócios de colaboração para América Latina na Orange Business Services.

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Recrutamento e Seleção: mudanças na era digital

Por Joice Maciel, especialista em Recursos Humanos da Organica

O setor de Recursos Humanos vem sofrendo grandes modificações com as inovações constantes do mercado. Essa revolução vai desde o uso de inteligência artificial na seleção de perfis em bancos de talentos até softwares que realizam a análise de fit cultural entre candidato e empresa. Apesar de serem recursos muito válidos, alguns profissionais apontam que apenas na fase de entrevistas presenciais é realmente possível validar a melhor escolha de um candidato. Será mesmo?

Recentemente, jornais de negócios publicaram uma matéria sobre uma metodologia que combina recursos de vídeo com inteligência artificial para melhorar a assertividade na escolha dos candidatos.

O processo funciona da seguinte forma: a empresa disponibiliza a vaga e aponta suas necessidades, perguntas a serem feitas e destaca algumas palavras-chave importantes que devem ser verificadas. Do outro lado, o candidato se cadastra por meio de um vídeo-currículo e, usando algoritmos específicos para analisar as respostas dadas, a inteligência artificial localiza os perfis que responderam da maneira desejada classificando-os em um ranking para avaliação da empresa.

A prática de entrevistas via vídeo já acontece há algum tempo em recrutamento e seleção, mas esse recurso vai além do virtual, realizando uma pré-seleção mais profunda do que a feita em um banco de talentos, por exemplo. Se por um lado é um recurso valioso em termos de economia de tempo, logística e até dinheiro, por outro, é uma ferramenta que precisa ser usada de forma complementar a um processo seletivo, fato reconhecido pelas próprias empresas que as utilizam.

Nenhum recurso tecnológico pode substituir o contato essencial entre as pessoas. Um bom processo seletivo, apesar de estruturado e com caminhos específicos, sempre precisa ter margem para sair do roteiro e explorar tudo que o candidato pode trazer. A nova geração de profissionais busca no trabalho um propósito – uma forma de realização pessoal – e não apenas um meio para outros projetos. Para conseguir extrair os valores, ambições e objetivos das pessoas, uma conversa honesta, fluida e acolhedora pode ser essencial.

O profissional de Recursos Humanos precisa saber usar todas as ferramentas disponíveis para fazer o melhor recrutamento possível, pois a escolha do colaborador certo é positiva para todos os envolvidos. Por um lado, ganha a empresa que terá um profissional engajado. Por outro, ganha o profissional, que estará em um ambiente que alimenta seus propósitos e onde tem mais chances de atingir ao máximo seu potencial.

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IoT Latin America: participação maciça e otimismo para o cenário brasileiro deram o tom à edição 2018

Um clima de otimismo e participação intensa do público marcou a IoT Latin America 2018, feira internacional da Internet das Coisas, que aconteceu nos dias 29 e 30 de agosto, no Transamérica Expo Center. O evento mostrou como cada vez mais a internet está presente no nosso dia a dia, em praticamente todos os tipos de negócios e empresas e o impacto da IoT (Internet of Things) nos próximos anos no Brasil. A feira é o mais importante evento B2B exclusivamente voltado ao setor e com foco na geração de negócios na América Latina e promove, simultaneamente, o 3° Congresso Brasileiro e Latino- Americano de Internet das Coisas (IoT), organizado pelo Fórum Brasileiro de Internet das Coisas. Além da exposição, a IoT Latin America apresentou em seu Multipalco de Verticais discussões sobre casos abrangendo todo o ecossistema de Internet das Coisas em diversas verticais.

No primeiro dia, o Multipalco de Verticais trouxe 14 palestras e 2 painéis com auditórios completamente lotados e filas de espera para acompanhar grandes especialistas abordando os temas de IoT em diversas áreas: “IoT na Indústria Automotiva: Aplicações práticas da fábrica ao automóvel”, com RenateFuchs, Partner na Porsche Consulting; “Oferta comercial e disponibilidade de cobertura: a rede SIGFOX da WND e os casos reais em larga escala de IoT no Brasil”, com Eduardo Iha, Diretor de Negócios da WND; “O que estamos esquecendo na Casa Inteligente?”, com George Eric Wootton, Diretor Técnico da Auriside; “Soluções Eficazes para pequena e média empresa”, com Maurício Finotti, Sócio-diretor da MOB I+E; “A Transformação Digital no Saneamento” – com Daniel Bocalão Jr, Gerente de Conectividade e Segurança da Informação na Sabesp; “IoT no Varejo – Customer Connect Space”, com Felipe Grando Sória, daBematech, e o painel “Metodologias modernas na abordagem e implementação de projetos de IoT”, com os painelistas Roberto Leandro Aran, Diretor de Operações da SAP, Omar Rodrigues, Diretor de Novos Negócios Healthcare da DXC Technology, Christian K. Rempel, da Logicalis, Gustavo Brito, Diretor da IHM Stefanini, e mediação de André Echeverria, Líder Inovação e Transformação Digital na Brasscom.

E no 2: “Inovações no Setor de Saneamento”, com Cristina KnörichZuffo, Superintendente de P&D Tecnológico da Sabesp”, “Qual o valor que a manufatura digital agrega ao seu negócio?”, com RüdigerLeutz, Diretor Geral da Porsche Consulting Brasil; “Design Thinking e Viabilidade de Moldes plásticos: transformando boas ideias em projetos rentáveis”, com Alexandre Turozi, da CEO da 2pra1; “Plataforma RenesasCortex M: Suporte para o treinamento de desenvolvedores de soluções IoT Edge Computing”, com o Eng. Douglas P.B Renaux; “Como a Internet das Coisas está revolucionando a automação predial”, com Julio Cesar Garcia, Coordenador de Engenharia de Aplicações na Advantech; “Ação de fomento à inovação em Internet das Coisas”, com Maurício França, da FINEP; “Agricultura Digital e seus Benefícios”, com Eduardo Polidoro, Diretor de IoT M2M da Embratel; “Do dispositivo à Inteligência, com todos os tombos e tropeços ao longo do caminho…”, com José Gustavo Z. Rosa, da Going2 Mobile, e o painel “Metodologias modernas na abordagem e implementação de projetos de IoT”, com os painelistas Roberto Leandro Aran, Diretor de Operações da SAP; Omar Rodrigues, Diretor de Negócios para Healthcare, Life Sciences e Seguros da DXC Technology, Christian K. Rempel, da Logicalis, Gustavo Brito, Diretor da IHM Stefanini, e mediação de André Echeverria – Líder de Inovação e Transformação Digital na Brasscom.

Conhecimento e negócios

Além de um catalisador e divulgador de excelência em conhecimento, o evento também significou boas oportunidades de negócios.

Para Mauro Salomão, diretor da Mouser, que teve estande na feira, o público foi dinâmico e a indústria tem empurrado o desenvolvimento do Brasil e procurado trazer novas tecnologias, inclusive IoT. “O BNDS lançou um projeto da IoT que vai ter um investimento de 231 bilhões de dólares até 2030. O cenário é otimista e pode levar a grandes realizações, mas vai depender também do resultado das eleições este ano”, ressalta.

Na opinião de Huéliquis Fernandes Sales, da Renesas, que participou pela terceira vez da IoT Latin America, a feira surpreendeu. “Tivemos um fluxo bem grande de pessoas em nosso estande. Foi muito bom, deu a chance de mostrar várias soluções que a Renesas apresenta pra área de IoT.”

Francisco Cavalcanti, CEO da WND, comemora o sucesso da empresa e as perspectivas positivas para o país. “Tivemos um avanço tremendo em um ano, estamos em todas as capitais do Brasil. O ramo de utilities – energia, águia – deu um grande salto. A feira foi muito boa, cresce ano a ano cada vez mais, tem mercado para todo mundo. O Brasil está avançando, com o apoio do Ministério da Ciência e Tecnologia e da Anatel, que têm focado muito em IoT. Tem havido financiamento do BNDES e do Finep para startups nessa área. É impressionante como temos avançado”, comemora o executivo.

Aprovação do público

O último dia de palestras contou com casa cheia e empolgou o público presente na exposição: “A feira foi maravilhosa, assisti à praticamente todas as palestras, que abriram minha mente e serviram como referencial teórico para mim”, elogia o visitante Marcos Ferreira, estudante de Tecnologia da Informação.

Elizabeth Sosa deu atenção especial aos temas da Indústria 4.0. “A palestra com Eduardo Peixoto foi muito rica e instrutiva.”

Para Felipe Alvares, da Desoltec Engenharia, que visitou a feira no último dia, foi um evento que demonstrou o crescimento da IoT no Brasil. “Foi muito interessante, várias startups mostrando projetos e inovações da tecnologia, especialmente IoT. Muitas empresas trazendo soluções novas. O mercado até então estava muito fechado, sem muitas opções de tecnologia. Já podemos ver algumas opções novas pra IoT, podemos ver que o mercado está evoluindo bem rapidamente.”

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7 atitudes do profissional de alta performance

Por Claudia Santos

Diante da era da transformação nas empresas, onde a necessidade de mudanças de cultura comportamental e de estrutura se fazem cada vez mais presentes, é importante que os profissionais estejam atentos às atitudes que garantam excelência no trabalho e que o qualificam de forma positiva. As empresas precisam cada vez mais de profissionais que colaborem com vantagem competitiva diante de um cenário de maior concorrência e crise, onde somente o profissional de alta performance eleva a chances de apresentar este diferencial. Sendo assim, contam com profissionais que:

1) São proativos – Ter iniciativa é um valor importante para o profissional de alta performance. Ao fazer não só aquilo que lhe é pedido, mas sim, tudo o que precisa ser feito, o profissional demonstra que é capaz de analisar o trabalho como um todo e de pensar de forma estratégica, prevendo os próximos passos e diminuindo riscos;

2) Sabem receber feedbacks – É importante saber ouvir o retorno do seu líder sem pré-julgamentos e entender quais aspectos do seu trabalho são positivos e quais podem ser aprimorados. Trabalhando juntos e avaliando onde a mudança será melhor aproveitada, o trabalho com certeza irá render mais;

3) Busquem a excelência – Profissionais que buscam alta performance realizam as tarefas com zelo, dedicação e disciplina. Esses atributos reunidos são de extrema importância para quem busca ser o melhor naquilo que faz;

4) Aceitem bem as mudanças – Num mundo tão veloz quanto o nosso é preciso estar apto às mudanças e aos novos modos de operação. É normal ao ser humano se sentir desconfortável diante de mudanças muito bruscas, mas, ao entender que são melhorias e que os processos são adaptáveis, a alta performance no trabalho irá despontar;

5) Desenvolvam a inteligência emocional – Nem sempre é possível trabalhar apenas ao lado de pessoas que gostamos ou fazer apenas as tarefas que consideramos agradáveis. Assim como na vida social, no ambiente de trabalho também é preciso saber lidar com as situações adversas, não se deixando influenciar pelo pessimismo e outros sentimentos que não o ajudarão a crescer;

6) Trabalhem bem em equipe – Estar preparado para o diálogo, para ouvir novas ideias ou contrariedades é fundamental no ambiente corporativo. Aliado à inteligência emocional, o trabalho em equipe flui e apresenta resultados satisfatórios para o funcionário e para a empresa;

7) Orientam-se por resultados – Ao lembrar que o foco no ambiente de trabalho é cada vez mais os resultados apresentados – e não o bater cartão em horário estipulado – pensar no que se quer atingir com cada ação é outro atributo importante de quem deseja se destacar nas empresas.

Claudia Santos, especialista em gestão estratégica de pessoas, palestrante, coach executiva e diretora da Emovere You.

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Inglês pode elevar salário em até 70%

O que até um tempo atrás era visto como um diferencial no currículo, nos dias atuais, dominar o inglês é praticamente obrigatório. E, além da importância para o desenvolvimento da carreira profissional, o idioma é responsável também por aumentar o salário. É o que aponta a 57ª Pesquisa Salarial da Catho. Segundo o levantamento, a remuneração de um funcionário fluente em inglês, em cargo de gerência, é até 70% maior em relação a um profissional do mesmo nível hierárquico, mas sem a fluência na língua.

Nos outros níveis, as variações são em torno de 53% (supervisores/coordenadores), 33% (especialistas graduados) e 40% (analistas) entre os que dominam o inglês e os que têm apenas conhecimentos básicos do idioma.

Nível Hierárquico

Fluente

Avançado

Intermediário

Básico

Gerente / Diretor / Presidente

R$14.935,29

R$12.671,33

R$10.710,27

R$8.802,92

Supervisor / Coordenador /

Líder / Encarregado

R$7.378,07

R$7.340,71

R$6.678,68

R$4.820,88

Profissional especialista graduado

R$6.833,56

R$6.521,06

R$5.481,60

R$5.156,04

Analista

R$5.210,42

R$4.651,12

R$3.979,80

R$3.724,48

Salário médio por hierarquia, segundo a fluência na língua inglesa.

Nível Hierárquico

% de Ganho

Gerente /Diretor / Presidente

70%

Supervisor / Coordenador / Líder / Encarregado

53%

Profissional especialista graduado

33%

Analista

40%

Percentual salarial de quanto ganham a mais os profissionais que falam inglês fluentemente versus os que não falam.


Espanhol

Ainda segundo a pesquisa, falar fluentemente o espanhol é um diferencial e pode aumentar em até 40% a remuneração para o cargo de analista, por exemplo. A maior diferença salarial, no entanto, é no cargo de gerência: até R$ 5 mil se comparado os níveis básico e fluente. 

Nos outros níveis hierárquicos, as diferenças não ultrapassam 50%. Para gerente é de 44%, supervisor/coordenador é de 41%, analista chega a 40% e a menor desigualdade é entre os profissionais graduados, apenas 16%.

“Quando nos referimos aos idiomas que são importantes para os profissionais, fica claro que o inglês já é esperado e, portanto, considerado praticamente obrigatório, sobretudo em algumas áreas. Já o segundo idioma, esse sim passou a se tornar o diferencial no mercado de trabalho, tornando-se um dos responsáveis pela valorização salarial e para o atingimento dos objetivos profissionais”, afirma o gerente da Catho Educação, Fernando Gaiofatto.

 

Nível Hierárquico

Fluente

Avançado

Intermediário

Básico

Gerente / Diretor / Presidente

R$15.395,17

R$12.296,25

R$10.811,61

R$10.712,01R$10.712,01

Supervisor / Coordenador / Líder / Encarregado

R$8.052,91

R$7.758,93

R$6.213,07

R$5.725,45

Profissional especialista graduado

R$6.615,45

R$6.044,55

R$5.946,46

R$5.723,13

Analista

R$5.296,35

R$4.779,17

R$3.930,94

R$3.794,79

Salário médio por hierarquia, segundo a fluência na língua espanhola.

Nível Hierárquico

% de Ganho

Gerente / Diretor / Presidente

44%

Supervisor / Coordenador / Líder / Encarregado

41%

Profissional especialista graduado

16%

Analista

40%

Percentual salarial de quanto ganham a mais os profissionais que falam espanhol fluentemente versus os que não falam.

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Empresas buscam jovens com mente empreendedora para compor suas equipes

Cerca de 34% dos jovens empregados entre 18 a 34 anos estão dando os primeiros passos no mundo do empreendedorismo, revela uma pesquisa feita pela Fundação Estudar para entender a relação do jovem com o mercado de trabalho. E são exatamente profissionais com este tipo de visão empreendedora que empresas como Itaú, Ambev, Boticário, Stone, Loggi, entre outras, buscam para integrarem suas equipes. “Esse comportamento mais autônomo tem sido encorajado e bem visto porque despertam no profissional uma visão de dono, de que aquela empresa também é dele”, afirma Leonardo Gomes, Gerente de Seleção da Fundação Estudar.

Tanto empresas que estão engatinhando, como as famosas startups que levam em seu DNA inovação e empreendedorismo, como multinacionais consolidadas que nasceram em uma realidade diferente da que vivemos hoje, esperam que os profissionais que estão chegando ao mercado consigam se desenvolver e se realizar na carreira dentro da própria companhia. Por isso, muitas estão se adaptando para criar ambientes de intraempreendedorismo para que os jovens que já estejam no mercado de trabalho tenham a possibilidade de propor e executar projetos e soluções inovadoras dentro das próprias empresas.

A Conferência Na Prática Empreendedorismo e Tecnologia, evento gratuito promovido pela Fundação Estudar que acontece dia 22 de outubro, tem como objetivo conectar jovens com este pensamento e empresas que tenham o empreendedorismo em sua cultura. “Mais importante do que as conquistas presentes no currículo, as organizações têm buscado contratar pessoas que tenham o mesmo mindset que elas. Assim, a chance deste casamento ser duradouro cresce significativamente e os jovens profissionais ganham autonomia para tornaram-se grandes líderes e realmente executarem seus projetos”, explica o Gerente de Seleção.

Para facilitar “match” deste fit cultural entre candidatos e empresas durante o processo seletivo para a Conferência é feita uma análise no perfil dos participantes e seus objetivos de carreira, assim como da cultura organizacional das empresas presentes. Deste modo, cada participante recebe uma lista com um top 5 de organizações que mais se assemelham a seu perfil profissional. As companhias também recebem sugestões de candidatos que tenham mais a ver com seus objetivos.

A Conferência Na Prática Empreendedorismo e Tecnologia acontece em São Paulo. As inscrições são gratuitas e vão até 3 de setembro pelo site https://www.napratica.org.br/edicoes/conferencia

Confira a lista completa de empresas já confirmadas:

Itaú, Raízen, SumUp, Resultados Digitais, Grupo Boticário, Loggi, Quinto Andar, Acesso Digital, Ambev, Stone, Smart Bank, Natural One e Globo.

Conferência Na Prática Empreendedorismo e Tecnologia
Data: 22 de outubro de 2018
Horário: das 8h às 18h
Local: São Paulo

ADIT Brasil e RaiserFunds firmam acordo para estimular startups do setor imobiliário

A ADIT Brasil – Associação para o Desenvolvimento Imobiliário e Turístico do Brasil e a RaiserFunds assinaram acordo para a criação de uma plataforma de crowdfunding que irá fomentar novos negócios no mercado imobiliário por meio de startups e empresas de tecnologia, segmento com muito potencial no mercado brasileiro.

De acordo com Rony Stefano, CEO da RaiserFunds, a plataforma já está em fase de estruturação e aprovações e terá como principal diferencial o fato de que os investidores serão empresários e executivos do próprio setor. “Acreditamos que os melhores investidores para startups imobiliárias são os empresários e investidores que atuam no dia a dia e conhecem com profundidade as necessidades e oportunidades que o setor oferece. Nosso objetivo é criar um ecossistema onde empresas nascentes encontrem empreendedores, clientes e apoiadores na sua área de influência, reduzindo assim o risco para todas as partes”.

Assim, a RaiserFunds receberá oportunidades advindas de seus associados e circulará opções de investimento entre especialistas e players do setor – é possível que startups recebam investimentos de forma estruturada e regulamentada diretamente de seus potenciais clientes experts do setor.

A plataforma tem entre os seus sócios investidores profissionais experientes dos mercados imobiliário e de gestão de recursos. Stefano tem ampla experiência internacional em gestão e execução de investimentos que somam mais de US$ 12 bilhões em transações realizadas, incluindo em startups como Magikey e Vivakey; Eduardo Diniz e Fernando Diniz, que são profissionais com larga experiência no mercado financeiro, gestão e distribuição de fundos; e Paulo Aguiar é executivo de riscos e compliance com experiência em grandes instituições financeiras e fintechs.

O acordo foi bem recebido pelos participantes do ADIT Invest – Seminário de Investimentos Imobiliários e Turísticos do Brasil. O evento reuniu, na sede da Amcham em São Paulo, construtoras, incorporadoras, loteadoras, redes hoteleiras, empresários e investidores que debateram amplamente as várias formas de financiamento que o mercado de capitais disponibiliza para empresas do setor do Real Estate entre os dias 23 e 24 de agosto.

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O pós-consumidor no centro do debate

O pós-consumidor tem uma caractetísitca peculiar: é exigente e não está disposto a desculpar uma empresa em caso de falhas. Se houver algum atrito durante uma interação, seja por telefone, chat ou redes sociais, saiba que a empresa caiu no conceito deste cliente, que provavelmente a trocará por outra marca. Portanto, encantar este pós-consumidor demandará das empresas um trabalho contínuo para identificar suas reais necessidades e atendê-las com agilidade.

De olho nesta mudança de comportamento e com foco no cliente, a Stefanini participará desse debate que será a tônica do CONAREC 2018, maior evento de relacionamento entre clientes e empresas, que será promovido nos dias 4 e 5 de setembro no Hotel Transamérica, em São Paulo.

Marco Stefanini, CEO global da Stefanini, participará no dia 4, das 11h15 às 12h15, do painel “O pós-consumidor está aqui entre nós. E pode ser você.”, mediado pelo jornalista Caio Blinder. O fundador da Stefanini abordará a mudança de mindset do cliente e quais são as melhores estratégias para lidar com o pós-consumidor. O painel será realizado na sala 1 (Teatro Alfa) e contará também com a presença de CEOs de outras grandes marcas como C&A, Mastercard, Pepsico Brasil, Facebook & Instagram, Banco do Brasil e Mapfre.

O público também poderá saber mais sobre o Grupo Stefanini no estande de nº 15, onde terá acesso a muitas novidades que ilustram o atendimento do futuro, em que o cliente escolhe o canal de sua preferência para realizar a interação com a empresa que, por sua vez, fará todo o acompanhamento da jornada.

Painel sobre pós-consumidor com participação de Marco Stefanini
Dia: 04/09
Local: Teatro Alfa (Sala 1)
Horário: De 11h15 às 12h15

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Startup brasiliense é destaque em evento do InovAtiva, maior programa de incubação de empresas do Brasil

As redes sociais têm participação cada vez mais ativa na vida das pessoas. Você já pode, inclusive, fazer o seguro do seu carro usando o Facebook. Essa é a proposta da Onsurance, startup brasiliense, que ficou entre os 12 destaques do Demo Day, evento da InovAtiva, maior programa de aceleração e incubação de startups do Brasil, promovido pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) e pelo Sebrae. Em Brasília, a startup funciona, desde novembro de 2017, no IESBLab, a incubadora de projetos do Centro Universitário IESB.

O Onsurance nasceu em 2017, da iniciativa de Ricardo Bernardes e Adilair Silva, dois ex-alunos do IESB e é, segundo Bernardes, a evolução do seguro sob demanda. “Nós usamos inteligência artificial para que o cliente possa acionar o seguro pelo Messenger do Facebook só quando ele precisa. Por exemplo, quando sai à rua, pois você não precisa pagar pelo seguro quando o carro está na garagem da sua casa ou do seu prédio”, informa.

O Messenger do Facebook é o principal meio de comunicação com a empresa. É possível contratar o seguro pela mídia social, acionar e interromper o serviço e, também, avisar sobre algum sinistro. “O usuário faz um aporte inicial a partir R$ 999 e cada minuto custa R$ 0,0004 (quatro milésimos de real), que vai sendo debitado à medida do uso”, conta Bernardes. Os créditos não têm prazo para expirar e, quando acabam, a recarrega pode ser feita com valor mínimo de R$ 299. A economia, segundo o empresário, é de 50 a 80% se comparado ao que se paga em seguradoras tradicionais.

A empresa já atendeu mais de 1000 usuários e está expandindo suas áreas de atuação. “Estamos ampliando o Onsurance para produtos de luxo, como bolsas, situações do dia-a-dia como entregas de compras virtuais e até para a sua viagem de carro com aplicativos” conta Bernardes.

Nesta edição do InovAtiva, foram inscritas 1200 startups. Dessas, foram selecionadas 300 para a segunda fase e apenas 100 foram escolhidas para participar do Demo Day. Durante o evento, bancas com investidores, mentores de organizações como Google, Braskem, entre outras, selecionaram 12 projetos destaques. A Onsurance foi destaque no segmento fintech.

Mais informações sobre o Onsurance podem ser conferidas na página da empresa no Facebook e no site da empresa.

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Creative Startups, da Samsung, acelera desenvolvimento de plataforma que ajuda crianças a lidarem com a emoção

O Samsung Creative Startups, programa de aceleração de startups da empresa em parceria com a Anprotec (Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores) e CCEI (Centro Coreano de Economia Criativa e Inovação) entra em sua fase final de inscrições para o Batch 4 e, ao mesmo tempo, começa a apresentar os resultados do Batch 3. Durante sua participação na 3ª Rodada do programa da Samsung, a Dreamkid, startup que nasceu em 2015, dentro do Samsung Ocean, em Manaus, criou uma plataforma de jogos interativos para ajudar as crianças a expressarem e lidarem com os sentimentos.

O projeto da Dreamkid chama-se “Felt” e foi co-criado com psicólogas especializadas em atendimento infantil com a finalidade de contar histórias que facilitam a educação emocional das crianças. Recentemente, também voltado ao público infantil e com o apoio do Samsung Creative Startups, a startup FLIXR trabalhou no desenvolvimento de um aplicativo de realidade aumentada com personagens da Ziraldo Artes Produções.

“A Dreamkid e a FLIXR são exemplos do sucesso da aceleração promovida pelo Creative Startups. Além do aporte financeiro que pode chegar a até R$200 mil reais, as startups selecionadas recebem treinamentos, assessorias, e mentorias técnicas e de mercado para aprimorar os projetos apresentados”, desataca Paulo Quirino, Coordenador Nacional do Programa Creative Startups na área de Pesquisa e Desenvolvimento da Samsung

A plataforma utiliza tecnologia de realidade aumentada para que as crianças viajem pelo mundo 3D na companhia de Tuco, uma tartaruga que ajuda os pequenos jogadores a entenderem melhor os sentimentos.

“O objetivo da plataforma “Felt” é ajudar profissionais da área educacional e de psicologia infantil no esclarecimento de emoções como raiva, tristeza e medo. Participar do Creative Startups foi uma oportunidade de desenvolver nossos produtos de forma profissional e controlada”, explica Barbara Nicolau, fundadora e CEO da Dreamkid Studio.

Última semana para se inscrever na 4º Rodada do Creative Startups

Esta é a última semana para as startups se inscreverem para participar da 4ª Rodada do programa de aceleração da Samsung e da Anprotec: as inscrições terminam no dia 2 de setembro. O Batch 4 do “Samsung Creative Startups” irá selecionar até 20 empreendimentos, sendo 10 especificamente da região Norte do país.

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Evino fecha parceria com Google Pay

A Evino, um dos maiores e-commerces de vinhos do país, acaba de fechar mais um parceiro para ampliar as opções de pagamento digital: o Google Pay, para web e app. A novidade faz parte da estratégia da empresa em aumentar o volume de vendas no aplicativo.

Para celebrar a chegada do Google Pay como forma de pagamento, as duas empresas vão presentear quem comprar com o Google com uma garrafa do vinho Premium Chianti DOCG 2016. Serão 3.000 garrafas, distribuídas entre quem adquirir um valor superior a R$50 e usar o voucher GOOGLEPAY na sua primeira compra com Google Pay na Evino.

O objetivo é impulsionar as vendas no aplicativo da Evino, além de oferecer uma experiência mais simples, ágil e completa ao cliente. “Nossa previsão para 2018 é fazer com que as vendas pelos dispositivos móveis representem mais da metade do nosso volume. A parceria com o Google é uma das estratégias para atingirmos essa meta “, afirma Marcos Leal, co-CEO da Evino.

“A parceria traz uma experiência completa ao usuário Evino e Google Pay, com a solução presente no aplicativo, desktop, mobile e instant app. Com isso, os usuários podem adquirir vinhos de forma mais fácil e rápida pelo canal que preferir”, diz Felipe Cunha, Head de Parcerias do Google Pay para América Latina.

Ao pagar com o Google, o usuário pode usar qualquer um dos cartões de crédito associados à sua conta Google. O Google envia à Evino as informações de pagamento e endereço de entrega – sem a necessidade de digitar algo. Depois disso, é só esperar a sua compra chegar.

A Evino conta com um catálogo rotativo de aproximadamente 200 rótulos, a grande maioria europeus, sempre avaliados criteriosamente pelo time de sommelier da empresa. Os vinhos são adquiridos pela companhia diretamente dos produtores (vinícolas), eliminando intermediários, o que diminui os custos de compras e, consequentemente, o preço do produto final, oferecendo o melhor custo benefício para os clientes.

Com sede em São Paulo, a Evino tem um Centro de Distribuição (CD) de 6 mil m² no município de Serra, no Espírito Santo, com capacidade de armazenar mais de 1 milhão de garrafas.

*Desde o primeiro semestre do ano, a Evino já conta com as plataformas Apple Pay e Samsung Pay para pagamentos

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Crescimento mensal médio do E-Commerce é de 110%

Estar mais perto do seu cliente, melhorar o desempenho e aumentar o seu alcance. Estes são alguns dos objetivos do E-Commerce da Havan. Para estar cada dia mais digital, a rede de lojas de departamentos mais completa do Brasil, que está presente em 15 estados brasileiros, por meio das 112 unidades, alterou a sua logo. A intenção é indicar aos moradores de todo o País que, mesmo sem uma loja física presente no município, o cliente poderá comprar na Havan por meio das redes sociais e da loja virtual. Hoje, cerca de 30% dos usuários realizam pesquisa ou acessam o E-Commerce antes de realizar uma visita ou uma compra na loja física. O dado confirma que a Havan teve crescimento médio mensal de 110% de receita em relação a 2017, podendo ser observado, também, em usuário em relação ao ano passado, com aumento mensal médio de 322% e em sessões, 236%.

“Para melhorar a experiência do usuário, a Havan está desenvolvendo uma nova versão exclusiva mobile para o E-Commerce, que já está em fase de finalização. A alteração possibilitará ganho de performance e velocidade de carregamento, melhor navegação e visualização do catálogo de produtos, como também, mais simplicidade na finalização da compra”, comenta o analista de mídia da Havan, Lucas Duarte.

Outra informação importante da Havan é que a rede foi uma das primeiras empresas do Brasil, em conjunto com o Google, a utilizar o Local Inventory Ads (LIA). A solução possibilita ao consumidor fazer uma pesquisa por um produto na web a partir do Google Shopping, clicar no anúncio que mais lhe interessar e verificar se o item solicitado está disponível em uma loja física.

Além disso, os anúncios LIA realizam uma integração direta com o Google Maps, que mostra o melhor caminho para que o consumidor chegue até o estabelecimento escolhido, caso o cliente opte por uma compra na loja física. “Essas ações do LIA também se complementam com outras estratégias Ominichannel (que é um modelo de negócios e uma estratégia de conteúdo entre canais que as empresas usam para melhorar a experiência do usuário) e que o setor digital da Havan está ativo, como o Store Visits em campanhas do Facebook (que permite saber quais anúncios no digital levam mais clientes aos seus estabelecimentos físicos, integrando pesquisas entre on e off-line) e, também, as ações de direcionamento a usuários que utilizam o app Waze”, finaliza Duarte.

A utilização destas novas ações vem para complementar a estratégia da marca, que é o de aumentar o número de lojas físicas, abrindo novas unidades em todo o Brasil e chegando a marca de 200 lojas até 2022.

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Linx anuncia novo diretor para Meios de Pagamento

A Linx, líder e especialista em tecnologia para o varejo, anuncia Rubens Silva como novo diretor de Meios de Pagamento. O executivo assume a função com a missão de impulsionar a aceitação de soluções eletrônicas de pagamento conectadas à gama de tecnologia para o varejo que a empresa já oferece ao mercado.

Com 18 anos de experiência em meios de pagamento, Silva atuou como CFO na Global Payments e foi um dos executivos responsáveis pelo início da operação no Brasil. O novo diretor participou também do processo de IPO (abertura de capital) da Rede, onde trabalhou por 12 anos, além de ter acompanhado ativamente o processo de regulação do segmento de Meios de Pagamento pelo Banco Central do Brasil desde 2010.

“Meios eletrônicos de pagamento se transformaram em commodities. Há dezenas de empresas oferecendo o mesmo tipo de serviço sem perguntar para o lojista se é disso que ele realmente precisa”, comenta Rubens Silva, que é formado em Ciências Contábeis e possui um MBA em Gestão Financeira pela Fundação Getulio Vargas.

E completa: “Usar a tecnologia para facilitar a vida dos varejistas e consumidores está no DNA da Linx. É isso que vamos fazer por meio de soluções customizadas para cada segmento deste setor, como restaurantes, postos de combustíveis, moda, entre outros”.

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CDL/BH lança 3ª Edição do “Varejo Inteligente” para empresários

Nos dias 3 e 4 de setembro, a Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH), em parceria com o Sebrae, apresenta o novo formato do programa de aceleração de startups “Varejo Inteligente” para os empresários de Belo Horizonte. Uma das novidades desta edição é a maior participação que os empresários terão com uma série de capacitações direcionadas para eles. O evento de lançamento é gratuito e será realizado na Faculdade UNA Aimorés (Rua dos Aimorés, 1451. Lourdes), a partir das 19h. Os interessados em participar devem se inscrever no link http://goo.gl/bLXDFw

Um dos destaques do “Varejo Inteligente” neste ano é que, além da aceleração das 20 startups durante dez semanas, os empresários receberão consultorias, palestras e workshops totalmente voltados para eles e que irão contribuir com o desenvolvimento de seus negócios. Ao todo, serão selecionados 20 empresários de micro e pequenas empresas que representem o varejo de Belo Horizonte.

Durante o lançamento do Programa, também serão apresentadas algumas das principais mudanças do setor do varejo para as quais os empresários devem se preparar, com debate sobre a inovação dentro do setor por meio da apresentação de casos de sucesso.

Varejo Inteligente – O Programa, criado em 2016 em parceria com o Sebrae, busca soluções para os principais desafios das empresas varejistas, por meio do desenvolvimento de startups e pela articulação com o ecossistema de empreendedorismo e inovação.

Data: 3 e 4 de setembro

Horário: 19h

Local: Faculdade UNA Aimorés

Endereço: Rua dos Aimorés, 1.451, Lourdes, Belo Horizonte

Inscrições: http://goo.gl/bLXDFw

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Brasileiros querem pagar com WhatsApp, aponta pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box

Acaba de sair a nova pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box sobre Mensageria Móvel, onde pouco mais da metade dos usuários brasileiros de WhatsApp (53%) manifestaram que gostariam de usar o aplicativo de mensagens para realizar pagamentos e transferências bancárias. O número representa aproximadamente 50 milhões de pessoas, cruzando com dados do IBGE e da pesquisa TIC Domicílios e considerando apenas aqueles com 16 anos ou mais de idade.

Foram entrevistados em julho 1.984 brasileiros que acessam a Internet e possuem telefone celular, sendo que a pesquisa tem validade estatística, com grau de confiança de 95% e margem de erro de 2,2 pontos percentuais. A pesquisa contou com o patrocínio da Infobip.

Dentro do grupo que deseja a nova funcionalidade, 44% gostariam que o serviço de pagamento via WhatsApp fosse feito a partir de uma conta bancária virtual criada dentro do próprio app de mensageria. 37% optariam por associar ao WhatsApp sua conta bancária atual. E 19% achariam melhor associar seu cartão de crédito ao aplicativo.

“Embora a pesquisa não tenha apurado quanto os brasileiros estariam dispostos a pagar por esse serviço, nem qual seria o modelo de negócios mais aderente, os resultados indicam um interesse bastante grande e uma oportunidade para o WhatsApp de não apenas se conectar aos bancos, mas de oferecer um serviço próprio de conta virtual. O potencial é enorme”, comenta Fernando Paiva, editor do Mobile Time e coordenador da pesquisa.

Paiva cita modelos usados nos países do Oriente para justificar sua avaliação: “naquela região, os aplicativos de mensageria viraram “super-apps”, dentro dos quais se consegue fazer quase tudo, desde pedir um táxi até encomendar uma pizza, assim como realizar pagamentos e transferências de valores. O exemplo mais notório é do chinês WeChat, que utiliza um sistema de QR codes para a identificação dos usuários e através do qual são feitos os pagamentos”.

A pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box sobre Mensageria Móvel reafirma a liderança do WhatsApp como o aplicativo de mensagens preferido. Quase a totalidade dos usuários (97%) dos internautas brasileiros com smartphone possuem o WhatsApp instalado e 98% deles abrem o app todo dia ou quase todo dia. “Há alguns meses, o WhatsApp começou a testar uma solução própria de pagamentos na Índia, seu maior mercado no mundo. O Brasil é o seu segundo maior mercado, mas ainda não há previsão de quando o serviço será testado por aqui”, afirma Fernando Paiva.

Outras descobertas do Panorama Mobile Time/Opinion Box sobre Mensageria Móvel

SMS registra aumento no A2P

O SMS mantém forte utilização entre muitos serviços, desde alertas sobre transações realizadas com cartões até , cobrança. Esta nova edição do Panorama Mobile Time/Opinion Box sobre Mensageria Móvel apurou que o uso do SMS no Brasil registrou pequeno aumento na sua utilização para a comunicação entre marcas e consumidores, o chamado A2P (Application to Peer).

Ele se reflete em um aumento na proporção de internautas brasileiros que declaram receber SMS todo dia ou quase todo dia, que subiu de 51% para 54% em seis meses, enquanto a proporção que envia SMS todo dia ou quase todo dia permaneceu estável em 25%.

O SMS continua tendo como vantagem sobre o WhatsApp ou qualquer outro app de mensageria o fato de ser universal, ou seja, de funcionar em qualquer celular, mesmo aqueles mais básicos. Além disso, não precisa de conexão com a Internet. Sua universalidade e disponibilidade fazem dele uma opção segura para a entrega de mensagens emergenciais.

Contato mais próximo com as marcas e promoções

A pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box sobre Mensageria Móvel também apurou que a utilidade mais comum em todos os mensageiros é conversar com as marcas para tirar dúvidas ou pedir informações. Por esta razão, os apps de mensageria tendem a receber parte do tráfego destinado aos tradicionais SACs das companhias.

Entre janeiro e julho deste ano, ou seja, na comparação com a edição anterior desta pesquisa, houve um aumento significativo do uso de apps de mensagens como canais de relacionamento entre marcas e consumidores no Brasil. No WhatsApp, a proporção de usuários ativos mensais (MAUs) que conversam com marcas dentro do app passou de 55% para 63% em seis meses. No Facebook Messenger, de 51% para 57%. E no Telegram, de 48% para 55%. A explicação pode estar na gradual popularização dos chatbots (robôs de conversação) nessas três plataformas, assim como no desbravamento desse mercado por grandes marcas do varejo e de serviços como telecomunicações e TV por assinatura.

Nesta edição da pesquisa houve um aumento de utilização dos três mensageiros monitorados para o recebimento de promoções. No WhatsApp, subiu de 53% para 60% os usuários que recebem mensagens promocionais pelo app. No Facebook Messenger o aumento também foi de sete pontos percentuais, passando de 46% para 53%. E no Telegram, subiu de 48% para 54%. Ao mesmo tempo, a resistência do consumidor brasileiro em se comunicar com marcas através de apps de mensagens diminuiu nos três mensageiros em seis meses.

Para baixar a pesquisa: http://panoramamobiletime.com.br/

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