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Atos é apontada como líder mundial em Serviços de IoT pelo Everest Group

A Atos, líder em transformação digital, foi reconhecida como líder mundial em serviços de Internet das Coisas (IoT) pela consultoria americana de gestão para empresas globais Everest Group. Os recursos de Operações e Integração de Sistemas da Atos e as soluções da Worldline, empresa da Atos que é líder europeia do setor de pagamentos e serviços transacionais, são reconhecidos por permitirem que os clientes progridam rapidamente até a produção em projetos de IoT.

Segundo o relatório, empresas líderes são aquelas que estão ‘gerando valor estratégico para seus clientes’, sendo observado um enfoque futurista do roteiro de desenvolvimento de serviços de IoT’, e têm ‘levado seus clientes em jornadas de transformação em larga escala impulsionadas pela IoT’.

“Nós observamos um aumento de 25% de projetos-piloto de IoT que chegam ao estágio de produção, e o modelo de engajamento orientado pela consultoria da Atos tem ajudado ainda mais os clientes a progredirem rapidamente da validação do conceito ao estágio de produção e, por fim, a atingir resultados comerciais concretos”, disse Yugal Joshi, Diretor de Prática do Everest Group.

“Temos orgulho do reconhecimento como Líder global em Serviços de IoT pelo Everest Group. Isso comprova nossa capacidade de alavancar de maneira eficaz processos ágeis, ferramentas inovadoras e automação, ao mesmo tempo que trabalhamos com nosso amplo ecossistema de parceiros de IoT para fornecer, gerenciar e assegurar toda a cadeia de valor de IoT, de aparelhos conectados à computação de ponta e ao datacenter”, afirmou Dominique Grelet, Diretor Global de Serviços de IoT Atos Codex da Atos.

Esses serviços de IoT combinam a conectividade horizontal e os serviços da Atos, como as plataformas oferecidas pela Worldline, além de parceiras como Amazon Web Services e Microsoft Azure.

A profunda integração com processos empresariais – como ERP (Planejamento de Recursos Empresariais) e PLM (Gestão do Ciclo de Vida dos Produtos) – é um importante diferencial, já que dá à Atos a capacidade de assumir responsabilidade de ponta a ponta.

Para baixar o relatório: http://go.atos.net/LP=568

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Grupo Capgemini é Líder Mundial em Serviços de Testes de Aplicações pelo Gartner

A Capgemini anuncia que foi posicionada pelo Grupo Gartner como Líder, pelo quarto ano consecutivo, no “Magic Quadrant for Application Testing Services, Worldwide 2017” – em livre tradução: “Quadrante Mágico para Serviços de Testes de Aplicações Mundiais de 2017”. O Grupo Capgemini, incluindo a Sogeti, sua subsidiária de Serviços de Tecnologia e Engenharia, foi avaliado com base em sua “capacidade de execução” e “visão completa”.

Hans van Waayenburg, membro do Comitê Executivo do Grupo Capgemini e líder da Sogeti, afirmou: “Como líderes na transformação dos serviços de testes para os mundos do Agile e DevOps, a Capgemini está na vanguarda do fornecimento de excepcionais e customizados serviços de testes e de controle de qualidade; e este reconhecimento consecutivo, conferido a nós pelo Gartner, é um testemunho da nossa experiência e do compromisso estabelecido para com nossos clientes em todo o mundo. Na atual onda da disrupção digital, as empresas confiam nas capacidades combinadas da Capgemini e da Sogeti e em nosso histórico comprovado, juntamente com nossa sagacidade empresarial, para atender aos seus complexos desafios organizacionais e necessidades transformacionais”.

Com uma eficiente equipe que reúne mais de 17,2 mil profissionais de testes e mais 14,5 mil especialistas em aplicações instalados em todo o mundo, o Grupo Capgemini dispõe de um framework robusto para o fornecimento de serviços de testes especializados para seus clientes em todo o mundo. O mercado reconheceu o Grupo Capgemini e seus serviços de Controle de Qualidade e Testes, tais como o TMap® e TPI®, que estão munidos para apoiar a transformação de negócios por meio de uma visão profunda das últimas tendências do mercado e adaptadas aos requisitos específicos de cada cliente.

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Varejistas de material de construção desejam acelerar adoção de tecnologias inovadoras

A Riverbed Technology anuncia os resultados da sua pesquisa ‘Riverbed Retail Digital Transformation Survey 2018’, um estudo que aborda o status atual dos varejistas em geral e, mais especificamente, os de material de construção, e o que eles precisam para se manterem competitivos, prosperar e impulsionar as experiências de seus clientes finais.

A pesquisa global englobou 300 tomadores de decisão de TI do setor Varejo nos Estados Unidos, Austrália e Alemanha e revela que quase metade dos participantes diz que sua empresa precisará adotar novas tecnologias nos próximos três anos para evoluir e permanecer competitiva. Desse total, 98% dizem que a tecnologia de nuvem é fundamental para transformar a experiência de Varejo Digital. No entanto, mencionam as aplicações para acompanhar inventários e listas de compras como a tecnologia mais importante para atender a demanda do cliente. Também, 46% observam que sua empresa atualmente não usa tais aplicações – exigindo a adoção imediata de tecnologias baseadas na nuvem para prosperar.

Novas tecnologias precisam preencher o gap entre a realidade e o sucesso

Atualmente, os varejistas têm um gap entre o que eles querem ser e onde estão. Embora, reconheçam que as aplicações de varejo que suportam pessoal da loja são de extrema importância, 46% afirmam que suas empresas atualmente não possuem essas aplicações. Além disso, 58% dos tomadores de decisão do varejo não possuem tecnologias como, exemplo, pontos de venda móvel para que as equipes façam transações em tempo real com os clientes, tornando o processo de compra um ponto crítico.

Para as tecnologias voltadas aos clientes, esta diferença é ainda mais pronunciada, na qual os assistentes virtuais não são adotados pelos varejistas (74%) e 67% não oferecem notificações proativas para informar aos clientes sobre campanhas, promoções, ou recomendações enquanto estão na loja.

As tecnologias que são consideradas de maior prioridade para a evolução da experiência digital por parte dos varejistas em geral e, especificamente, de material de construção, para atender às necessidades e demandas futuras do cliente incluem:

– Aplicações de varejo para rastrear inventário (40%)
– Assistentes virtuais e compradores digitais (37%)
– Tecnologias para pontos de venda móveis (35%)
– Aplicações móveis com Realidade Aumentada (34%)
– Experiências personalizadas na loja com base nos dados de fidelidade do cliente (34%)
– Notificações proativas de campanhas e promoções em tempo real nas lojas (33%)
– Streaming on-demand de vídeo na loja (29%).
– Wi-Fi é chave para agregar valor ao negócio.

A conectividade Wi-Fi nas lojas de material de construção é fundamental para a implantação de serviços digitais e para aumentar a receita. Os funcionários, não importando onde eles estejam na loja, dependem do Wi-Fi para acessar os principais arquivos e aplicações para executar suas atividades; os clientes usam Wi-Fi convidado para acessar ofertas de marketing e ferramentas de compras on-line e aplicativos. Enquanto 99% informam que a empresa oferece Wi-Fi na loja, muitas vezes oferece uma experiência muito aquém da ideal aos clientes. Quando foi solicitada a descrição da qualidade e a velocidade do seu Wi-Fi na loja, mais da metade 58% observam que é rápido, mas que efetivamente não é de qualidade atraente ao cliente. Apenas o 19% descrevem o seu Wi-Fi tanto rápido como eficaz para atrair clientes. Para se manterem competitivos em 2018, os varejistas terão que repensar sua implementação de Wi-Fi.

O sucesso depende de uma experiência superior do cliente

Muitos varejistas tradicionais estão assumindo uma abordagem multicanal para melhorar a experiência do cliente – lançando canais de venda online, ampliando as vendas de itens de construção. Suas estratégias para melhorar a experiência do cliente possuem duas frentes: implantação rápida de aplicações inovadoras (53%) e fornecimento de uma ótima experiência de venda nas lojas (50%). Cerca de 49% dizem que o monitoramento e a adaptação em tempo real aos comportamentos de compras serão críticos, e 47% apontam que reunir informações sobre a satisfação dos clientes, como por meio de taxas de adoção ou tempos de resposta na loja, exigirão mais foco.

Tecnologia desempenhará um papel crítico no alcance de metas de 2018

Os resultados do estudo também revelam o impacto que a tecnologia de próxima geração tem no sucesso das iniciativas nas lojas. Da rede ao Wi-Fi ao monitoramento de aplicações, infraestrutura e tecnologias de Gerenciamento de Experiência Digital, os varejistas devem adotar uma abordagem multicanal e digital.

Nos próximos 12 meses, as áreas as quais os varejistas planejam investir para suportar uma transformação digital são:

– Capacidade de expansão das áreas (51%)
– Otimização do Wi-Fi na loja e a experiência do serviço móvel para funcionários e clientes (49%)
– Aquisição de ferramentas para monitorar os aplicativos do cliente, como taxas de uso ou experiência do usuário (48%)
– Garantir a conectividade e continuidade do ponto de venda nas lojas (47%)
– Entrega de novos serviços e aplicativos digitais para funcionários e clientes (47%)
– Aumento da produtividade para aplicações de mobilidade corporativa e em todos os dispositivos (45%)

A tecnologia de próxima geração da Riverbed ajuda aos varejistas a otimizarem seus canais off-line (lojas e pontos de venda) e on-line, o que permite a eles serem mais competitivos e obterem aumento de receita. Com a estratégia de tecnologia certa, os varejistas poderão oferecer uma experiência perfeita aos clientes, ao mesmo tempo em que reduzem os custos operacionais.

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Criptomoeda brasileira, Dynasty atuará com lastro no mercado imobiliário mundial

Um grupo de empreendedores brasileiros centralizados no Crypto Valley, principal área para desenvolvimento de ecossistemas tecnológicos, localizado em Zug, na Suíça, lançará em março a criptomoeda D¥N, com lastro no mercado imobiliário mundial.

A empresa promete revolucionar o segmento das finanças – na vertente digital – ligando suas operações com o mercado de real estate. O portfólio de imovéis da Dynasty contará com mais de US$ 500 milhões em empreendimentos nas principais cidades do mundo. “São propriedades prontas para a aquisição, que garantem o valor da moeda fora do âmbito digital. Ou seja, cada D¥N representará um pedaço de chão no mercado imobiliário mundial”, diz Eduardo Carvalho, global manager da Dynasty.

Para a definição destes imóveis, a Dynasty conta com um time internacional de especialistas imobiliários, localizados nos Estados Unidos, Europa, China, Oriente Médio e América Latina. A gestão da carteira líquida da empresa será realizada pelo Credit Suisse, banco suíço, que acompanhará cada transação comercial.

Pela regra do negócio, os investidores que incluírem o D¥N em suas carteiras terão uma fração do portfólio Dynasty. As operações poderão variar entre aquisição total ou parcial de imóveis, aquisição de títulos de fundos imobiliários e aquisição de participação em construtoras e incorporadoras.

Junto com Carvalho, que vem do mercado de real estate, uma rede mundial foi formada para que o negócio seja consistente e seguro. O projeto vem sido moldado há dois anos e os investimentos já passam de CHF 2 milhões (valor em francos suíços, que representa pouco mais de US$ 2 milhões). Cerca de 40 pessoas espalhadas em Zug (Suíça), Nova Iorque, Barcelona e São Paulotrabalham na iniciativa nas áreas financeira, jurídica e de tecnologia.

Acordos mundiais reforçam segurança

Para não cair nas incertezas das criptomoedas que já existem e trazer segurança para o investidor nesta nova vertente de atuação, o grupo vem trabalhando na regulamentação do setor por meio de acordos mundiais.

A Dynasty utiliza procedimentos já conhecidos pelos bancos internacionais para garantir proteção contra fraudes: o KYC (Know Your Customer), que possibilita a identificação e verificação dos seus clientes, e o AML (Anti-Money Laundering), conjunto de procedimentos para impedir a geração de renda em fundos ilegais e lavagem de dinheiro. “É um caminho sem volta. As aplicações com moedas digitais são temas de debates ao redor do mundo”, analisa Carvalho.

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Exposição de falhas dos gigantes da tecnologia continuará em 2018, avalia especialista

O ano de 2018 já começou a todo o vapor no que tange ao tema segurança cibernética. Vulnerabilidades foram descobertas em todos os processadores utilizados no planeta. Profissionais de segurança revelaram a existência de duas falhas gravíssimas de segurança, que afetam inúmeros processadores fabricados ou que embarcam tecnologias da Intel, AMD e ARM nos últimos 20 anos. As falhas foram identificadas como Meltdown e Spectre

“O ano mudou, mas o panorama continua o mesmo”, avalia Bruno Prado, especialista em segurança digital e CEO da UPX Technologies, empresa especializada no combate e prevenção a ciberataques. “O ano de 2017 foi marcado por grandes ataques em massa que afetaram o mundo inteiro e deixaram as empresas em alerta com ameaças como o WannaCry – ransomware que sequestrou os dados de organizações em todos os continentes”, relembra o executivo.

Em 2018, segundo estimativa da consultoria Gartner, o investimento global na segurança da informação deverá ser de US$ 93 bilhões, o que representa um aumento de 12% em relação ao ano passado. “Mesmo com as altas cifras, o setor se mostra vulnerável e coloca em risco os dados dos usuários, sejam eles empresariais ou não, por meio de falhas como a Meltdown e a Spectre”, relata Prado.

As duas falhas foram capazes de atingir os principais fabricantes de processadores, Intel, AMD e ARM, envolvendo sistemas operacionais da Microsoft, Apple e Google. O primeiro, Meltdown, é uma lacuna de segurança em hardware de chips Intel que explora a comunicação entre os núcleos de processamento para interceptar as informações que ali trafegam. Essa brecha não possibilita que ocorram alterações ou a exclusão dos dados, porém coloca em risco a integridade de itens tais como nomes de usuário, senha e informações bancárias.

O Spectre, por sua vez, é uma vulnerabilidade capaz de atacar diversos modelos e marcas de processadores. Pode ser executado por meio dos navegadores web com a execução de um código em Java, o que coloca em risco os usuários de todos os tipos de dispositivos que possuam acesso à rede mundial de computadores.

Além dessa falha identificada nos processadores, Prado faz alerta para outras ameaças. Uma delas, diz o especialista, é um botnet chamado Reaper, que tem se propagado rapidamente e já infecta diversas organizações por meio de dispositivos IoT (Internet das Coisas), computadores e roteadores desprotegidos. “A qualquer momento, poderá haver um ataque de negação de serviço (DDoS) em larga escala, provavelmente o maior já registrado, superando o Mirai, que tirou do ar diversos servidores em 2016”, alerta o especialista.

Assim como na maioria dos ataques, diz Prado os danos são provenientes de atrasos em atualizações. “Ao utilizar softwares desatualizados, os usuários se expõem aos riscos de brechas de segurança, que são aproveitadas pelos cibercriminosos como forma de abrir caminho para o roubo de informações”, alerta ele.

As empresas, por sua vez, são testadas em tempo integral por criminosos virtuais, que buscam por oportunidades de realizar malfeitos. “Para equilibrar a balança, é fundamental atuar em conjunto com um PenTest – método cuja finalidade é avaliar a segurança de um sistema de computador, tanto desktop quanto mobile, seus softwares, redes, sites, servidores, aplicativos e até hardwares, simulando um ataque malicioso para identificar possíveis vulnerabilidades nos sistemas”, afirma o especialista.

Desse modo, afirma Prado, os gestores ficam cientes de quais são os pontos frágeis que podem ser explorados e conseguem realizar um investimento mais preciso e garantir sua proteção contra toda a diversidade de ameaças presentes na rede, mitigando a exposição e, consequentemente, os riscos corporativos.

Mesmo que o tenha ano começado movimentado na segurança digital, o especialista em segurança digital, diz que há pontos positivos nesse cenário. “O início de um novo ciclo é o melhor momento para que haja a conscientização, planejamento e execução de ações em prol da proteção das informações”, diz Prado. “Com os riscos, exposições e recuperações de 2017, é essencial que os gestores aumentem o foco e a importância na defesa de suas instituições, afinal, os criminosos e as ameaças não esperam”, complementa.

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Saiba por que 2018 será o ano da consolidação dos marketplaces

Na América Latina se espera um 2018 em que se verão importantes avanços no mundo do e-commerce, ainda mais no setor de marketplaces. A Amazon já vem trabalhando fortemente no México e há alguns meses começou também no Brasil.

Esta situação vem para romper o relativo status quo em que se encontram os marketplaces. Um dos gigantes e líderes do e-commerce da região, Mercado Livre, já começou a mover suas peças para não perder competitividade e seguir impulsionando o desenvolvimento do setor. Subsídios de envios grátis e melhoras nos catálogos do site para mostrar as características dos produtos de uma maneira mais completa, são algumas de suas ações.

¨Na América Latina as vendas no e-commerce representam apenas 3% do total de vendas, enquanto em países como Estados Unidos já chega a 10% e na China a 25%. O jogo está apenas começando” ressalta Javier Goilenberg, CEO e Co-Fundador da Real Trends uma plataforma de análise e gestão em tempo real para quem trabalha com e-commerce.

O modelo de Fulfillment junto com o uso de tecnologias de Big Data e Machine Learning são algumas das estratégias utilizadas pelos especialistas do comércio eletrônico que decidem tomar a frente em questões de inovação.

Goilenberg analisa a situação para explicar melhor do que se tratam estes instrumentos. “Com o desenvolvimento do modelo de Fulfillment, o vendedor pode enviar seus produtos a um deposito gigante do Mercado Livre ou da Amazon e então, quando uma compra é realizada, eles podem se encarregar do envio, escolhendo o melhor meio de entrega, garantindo os melhores tempos de despacho e assegurando uma excelente experiência aos compradores, assim como a Amazon vem fazendo nos Estados Unidos há vários anos”.

No caso pontual do Mercado Livre, segundo Goilenberg, “graças ao uso do Big Data, um vendedor que utiliza a Real Trends pode analisar todo o mercado, conhecendo a participação de mercado de cada setor, os produtos mais vendidos, rankings de vendedores, distribuições de preços, entre outros. Isto é possível já que se coleta informações de tudo o que é publicado no Mercado Livre todos os dias e se transforma centenas de gigas de dados em informação de valor. Com esta informação, por exemplo, o vendedor pode descobrir que existem certos produtos que vendem bem e saber a que preço teria que vendê-los para ganhar estas vendas. Também pode descobrir oportunidades em certos nichos ou decidir com informação 100% certeira quais de seus produtos devem receber maior atenção”.

Já o Machine Learnig consiste basicamente em que um sistema não se comporte sempre da mesma maneira, mas que aprenda continuamente a partir do comportamento de seus usuários e melhore seu serviço. Segundo o fundador da Real Trends, a partir de sua plataforma “utiliza-se a Machine Learning para sugerir automaticamente ao vendedor uma resposta para uma pergunta de um potencial comprador. A medida que o vendedor vai respondendo mais perguntas com este “sugeridor de respostas” vai se otimizando e lhe oferece maior qualidade de respostas automáticas. Estou seguro de que veremos cada vez mais implementações de Big Data e Machine Learning em plataformas de e-commerce, assim como em qualquer plataforma online”.

Sem aprofundar demais o tema, hoje Big Data e Machine Learning estão presentes no dia a dia de plataformas de entretenimento como Spotify, que recomenda listas e artistas baseado no que o usuário escutou anteriormente e no que escutam seus amigos. Outro caso é o Netflix, que sugere que sugere quais séries e filmes podemos gostar, a partir de uma análise não somente do que foi assistido anteriormente, mas também com base em outros milhões de usuários que assistiram o mesmo que nós. Também em redes sociais como o Facebook e o Instagram que recomendam conteúdo que podemos gostar ou o Linkedin, que sugere pessoas que podem nos ser atrativas para agregar nossa rede de contatos.

Por último, o Publicador Massivo, que é uma ferramenta exclusiva da Real Trends, busca simplificar a vida do vendedor do Mercado Livre. “Aquele vendedor que controla um inventário de menos de cem produtos, pode publicá-los um a um e manter o estoque e os precos atualizados manualmente. No entanto, para os grandes vendedores que têm mais de quinhentos produtos, vendê-los e trabalhá-los um a um ficaria bem mais difícil. O Publicador Massivo permite subir ao Mercado Livre milhares de produtos de forma mais simplificada: com um arquivo de Excel. Por sua vez também serve para o vendedor atualizar qualquer atributo de seus produtos de forma massiva”, comenta Goilenberg.

Frente a este panorama de melhora na experiência de compras online, os custos de envios subsidiados e o continuo crescimento da penetração da internet nos diferentes países, será novamente um ano onde o e-commerce seguirá ganhando terreno do mercado tradicional offline.

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São Paulo vai sediar rodadas de negócios com empresas e startups internacionais ligadas às cidades inteligentes

A inovação é um dos principais pilares para o modelo de cidades inteligentes, aquelas que usam a tecnologia para dar eficiência a serviços e à infraestrutura, se tornarem lugares melhores para se viver. Esse cenário abre oportunidades para soluções empreendedoras, que possam melhorar a gestão e o funcionamento das metrópoles.

Com a perspectiva de promover inovações e, ainda a geração de negócios voltados às cidades inteligentes, o Smart City Business America Congress & Expo (SCBAC&E), em parceria com governos (Canadá, França e Reino Unido) e Parceiros Internacionais (China, EUA e Israel), trará startups desses países com possibilidades de atuação no Brasil.

A ideia é reunir essas empresas a potenciais representantes ou consultores brasileiros, que conheçam o mercado nacional e que possam ajudá-las na adequação dos seus produtos/serviços no país. Para tanto, está aberto um processo para selecionar os interessados a participarem de rodadas de negócios para reunir essas duas pontas. Essas reuniões serão realizadas no SCBAC&E, o único evento oficial de cidades inteligentes da América Latina, que será realizado entre os dias 16 e 18 de abril, em São Paulo.

“O objetivo é ampliar o leque de soluções que agreguem valor às cidades nos diversos aspectos de seu funcionamento, tais como mobilidade, segurança, conectividade, sustentabilidade e outros”, afirma Leopoldo Albuquerque, presidente do evento. Está prevista a participação de 30 empresas e startups que já atuam no mercado de cidades inteligentes em seus países e/ou outros mercados, com produtos comerciais. E, segundo o executivo, a perspectiva é de que todas essas empresas passem a atuar no Brasil, sob a liderança de brasileiros experientes, que saberão como conquistar o mercado local.

Os consultores ou representantes que se inscreverem terão direito à credencial para os três dias do evento, participação nas apresentações e acesso aos dados e contatos das companhias internacionais participantes. Quem for selecionado participará de reuniões e rodadas de negócios, além de um almoço com prefeitos presentes.

As propostas serão avaliadas por uma comissão com representantes dos governos e parceiros internacionais. Na avaliação e seleção dos melhores perfis serão considerados a compatibilidade entre o perfil apresentado e o escopo solicitado, a qualidade técnica dos candidatos e a demanda apresentada pelas empresas estrangeiras.

As inscrições estarão abertas de 20 de dezembro de 2017 a 26 de janeiro de 2018. O edital completo e as inscrições podem ser feitas no site http://smartcitybusiness.com.br/2018/chamada-de-parceiros/ A expectativa é a participação de 100 empresas e profissionais do setor.

Sobre o Smart City Business America Congress & Expo (SCBAC&E) – o evento será realizado de 16 a 18 de abril, em São Paulo e reunirá os principais líderes dos setores público e privado, criando um ambiente propositivo de negócios e de diálogo sobre temas de interesse para o desenvolvimento das cidades.

Além do ambiente de exposição e do congresso com mais de 50 painéis, o evento contará com fóruns temáticos e ilhas de reuniões estratégicas. Em paralelo, será realizada a 6ª edição do Prêmio InovaCidade, no qual serão reconhecidos os projetos e iniciativas que tenham causado impactos positivos, mensuráveis e reconhecidos pela sociedade, realizados pela administração pública, iniciativa privada ou pela sociedade.

O Smart City Business America Congress & Expo é um evento do Instituto Smart City Business America (SCBA), entidade sem fins lucrativos que promove o avanço das discussões relacionadas às cidades inteligentes no continente americano. Segundo Leopoldo Albuquerque, presidente do Instituto, o evento é um catalisador de novas tecnologias e discussões sobre os avanços que já são vistos em cases de sucesso de smart cities. “Atuamos para reunir os principais players de gestão de cidades, fornecedores de soluções, pesquisadores e especialistas, no intuito de apontar caminhos para o desenvolvimento integrado das metrópoles”, afirma o executivo.

O evento é realizado pela Informa Group, empresa que há 35 anos atua em 188 países nos cinco continentes, na difusão de informações ao mercado empresarial, disseminadas por meio de publicações especializadas, newsletters, relatórios setoriais, conferências, congressos, seminários e feiras. Em sua última edição, o SCBAC&E reuniu mais de 3 mil visitantes, 250 congressistas e 60 expositores e patrocinadores. “Para a edição de 2018, a expectativa é de ampliar em 50% a visitação qualificada do que nas edições anteriores”, afirma Hermano Júnior, diretor da SCBAC&E na Informa Group.

Smart City Business America Congress & Expo
Data: 16 a 18 de abril de 2018
Local: Expo Center Norte – Pavilhão Amarelo
(Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme – 02055-000 – São Paulo – SP)
Informações e credenciamento pelo site:
www.smartcitybusiness.com.br/2018

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SONDA contrata diretor de novos negócios e transformação de TI

Dino Draghi assume a diretoria da nova área para desenvolver projetos consultivos sob a ótica de transformação de serviços de tecnologia e inovação

Janeiro de 2018 – O tema transformação digital dos negócios se tornou o item número um na agenda dos executivos de TI e, para 2018, muitas empresas estão prevendo boa parte de seus orçamentos para projetos de inovação. Porém, para fazer com que as propostas saiam da teoria e se tornem realidade, os departamentos de TI acabam esbarrando em dilemas como a falta de avaliação sobre a sustentabilidade do plano de inovação e a escassez de condições para focar esforços nessa tarefa, visto que as demandas do dia a dia da área consomem boa parte dos seus recursos.

Para ajudar as empresas nessa etapa de transição, que condicionará a sobrevivência das companhias frente às exigências do mercado no quesito da evolução digital, a SONDA, maior companhia latino-americana de soluções e serviços de tecnologia, estruturou uma área de Serviços de Transformação Tecnológica para apoiar as empresas tanto na adoção dos processos de transformação, como nos recursos para sustentação das rotinas de TI. A nova frente será liderada por Dino Draghi, ex-executivo da IBM, que chega à SONDA com a meta de apoiar a inteligência do negócio do cliente e as demandas operacionais que suportarão as mudanças.

A oferta nasce da carteira de contratos já vigentes de empresas atendidas pela SONDA e que estão no momento da busca de oportunidades de transformação, ou seja, companhias que já têm projetada a ideia da mudança necessária, porém precisam de um parceiro para o apoio consultivo da transição. A ideia é validar o caminho traçado utilizando as melhores práticas da indústria a partir de uma visão agnóstica, além de ser um provedor que suporte as operações de rotina para sustentar a transformação.

“Vamos atuar na consultoria da jornada da inovação por meio de informações aprofundadas do setor, que trazem inteligência ao negócio do cliente, acelerando assim a curva de maturidade tecnológica, além de oferecermos nosso portfólio de soluções, o maior da América Latina e que inclui serviços, aplicativos e plataformas. Tudo de forma integrada para que o legado atue no mesmo ritmo da transformação”, comenta Draghi.

Entre os diferenciais da proposta da SONDA está a condição de promover uma consultoria que inclua as ofertas nas quais se refere o projeto de transformação. Isso significa que, além das tecnologias inovadoras, a integradora também inclui os recursos de TI operacionais, como data center, help desk, aplicações e infraestrutura. “Não adianta promover uma grande transformação no negócio da empresa se a base não sustentar essa mudança. Esse é um dos fatores de projetos naufragados. Mais do que encantar o cliente com a inovação, temos que fazer com que o legado acompanhe o ritmo e a transformação siga um compasso que seja o ideal para tornar-se assertiva”, finaliza o executivo.

Com 25 anos de carreira em TI e passagens pela IBM, Grupo Cardif-BNP Paribas, Mitsui-Sumitomo Seguros e Baker & Mackenzie Advogados, Draghi é formado em Sistemas de Informação pela PUC-Pentágono e pós-graduado em vendas pela Harvard Business School.

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NIC.br disponibiliza mais de 50 domínios de cidades brasileiras

Com o anúncio do DPN do Rio de Janeiro – “rio.br”, o Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), entidade responsável pelo registro de domínios “.br”, encerra a Campanha Cidades.br. Graças a esta iniciativa, usuários de Internet interessados em registrar domínios .br contam agora com mais 56 opções de categorias (DPNs) relacionadas a cidades brasileiras, entre elas “sampa.br”, “curitiba.br”, “poa.br” e “floripa.br”, as mais populares até o momento. A campanha promoveu durante sete meses uma chamada de sugestões, onde recebeu mais de 10.000 contribuições sobre nomes e apelidos que representariam os municípios.

Mais de 40 mil domínios com nomes de cidades já foram registrados, o que representa quase 8% da base de domínios sob o “.br” que não são “.com.br”. “Dezesseis cidades estão entre os 50 maiores Domínios de Primeiro Nível (DPNs/categorias) sob o ‘.br’, superando categorias já tradicionais. Ficamos satisfeitos que os brasileiros tenham recebido a campanha com entusiasmo e que possam associar seus interesses às cidades natais ou adotivas”, afirma Demi Getschko, diretor-presidente do NIC.br.

A iniciativa tem impacto direto para empresários, profissionais liberais, prestadores de serviço e usuários de Internet, que podem registrar domínios como: “meunome.jampa.br”, “minhaempresa.bsb.br”, “minhaideia.campinas.br”, entre outras inúmeras opções para cada uma das 56 localidades.”Mesmo que tenhamos promovido a campanha para cidades, os domínios também podem ser utilizados para atividades sem vínculo geográfico”, complementa Getschko.

Facilidades

Com mais de 3,9 milhões de domínios “.br” registrados, o NIC.br disponibiliza mais de 120 categorias, incluindo os já mencionados domínios de cidades, além dos que são destinados a pessoas físicas (por exemplo, “blog.br”, “wiki.br”), profissionais liberais (“eng.br”, “adv.br”, entre outras), pessoas jurídicas (“tv.br”, “tur.br”, por exemplo) e genéricos, sendo o “com.br” o mais popular, com mais de 90% da base de registros.

Recentemente foi adicionado um recurso no formulário de solicitação de registro de domínios “.br” possibilitando, já no cadastro, o redirecionamento de página. Com isso, os usuários do “.br” podem manter seus conteúdos localizáveis de forma perene na Internet, independentemente da plataforma utilizada. Seu público será levado às páginas de redes sociais ou qualquer outra URL que estiver utilizando naquele momento.

Benefícios do .br

A anuidade de um domínio “.br” custa R$ 40. Além de proporcionar e manter alta qualidade na atividade de registro de domínios, o montante arrecado exclusivamente por essa via permite ao NIC.br investir em uma série de ações e projetos que geram benefícios e a melhoria das atividades relacionadas à infraestrutura da Internet disponíveis no País. Conheça todos os projetos em: http://www.nic.br/atividades/. Assista ao vídeo (youtu.be/gZRYDxWuYpk) e tire suas dúvidas sobre como registrar um domínio “.br”.

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Solução de startup brasileira automatiza mais de 100 integrações entre plataformas

Entre tanta informação sendo gerada no mundo digital há um fato – ninguém sobrevive sozinho. Qualquer “feliz proprietário de um terreno na internet” – seja site, plataforma ou e-commerce – sabe que em algum momento vai precisar integrar uma ferramenta externa. Atualmente, já estão entre nós mais de 16.500 API’s (tipo mais comum de integração), mas há motivos para acreditar que essa seja apenas a ponta do iceberg.

Neste oceano de particularidades tecnológicas, uma startup brasileira tomou para si a tarefa de centralizar em uma única plataforma inúmeras possibilidades de integração. A proposta do LinkApi é simples, funcionar como um hub de conexão às principais ferramentas digitais, mais de 100, além da possibilidade de personalização.

A demanda do mercado para facilitar as integrações é tão relevante que a startup também oferece sua tecnologia em modelo White Label. Empresas usam a tecnologia do LinkApi para fazer integração de suas plataformas com seus parceiros estratégicos, podendo utilizá-la como um serviço próprio, aumentando a oferta de valor para os clientes. Outra vantagem é a redução de custos, pois enquanto o LinkApi resolve as particularidades das integrações, times internos de produto estão focados no core business, otimizando a operação.

A Olist, uma plataforma que integra pequenas lojas virtuais a grandes marketplaces, é um dos players que aderiu a solução do LinkApi e oferece o serviço a seus clientes.

Quem também agrega valor ao negócio “emprestando” a tecnologia do LinkApi é a plataforma de logística Mandaê, cujo core business exige 100% de integração com o ERP de seus clientes, seja qual for.

“Somos especialistas em integrações e temos um time focado em desenvolvimento. Nossos clientes se favorecem dessa expertise, simplificam sua operação e ainda oferecem maior valor agregado a seus clientes”, conclui Thiago Lima, idealizador e CEO do LinkApi.

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Bilheteria Digital fecha parceria com a PayMee Brasil e pode aumentar faturamento em até 25%

Bilheteria Digital, empresa de venda de ingressos online, anuncia a implementação das soluções de pagamentos da PayMee Brasil e passa a aceitar débito bancário ou dinheiro, tanto para vendas pelo site como pelo SAC. A solução também permite resgatar transações negadas por cartões de crédito e recuperação de carrinhos abandonados, oferecendo uma alternativa de pagamento à vista.

A empresa brasiliense espera aumentar ainda mais as vendas investindo em inovação e tecnologia para oferecer mais opções de pagamentos e melhorar a experiência dos consumidores.

Quem escolher a PayMee como forma de pagamento, vai poder contar com ingressos até o último dia antes do show ou espetáculo, já que a opção permite confirmação em tempo real do pagamento à vista, substituindo o prazo de compensação dos boletos.

“A parceria com a PayMee Brasil oferece uma alternativa aos nossos clientes que, além de segura, é fácil de usar. A novidade democratiza o acesso de milhões de clientes ao entretenimento em todo o país”, explica o CEO da Bilheteria Digital, Paulo André.

Com o acordo, a empresa pode aumentar o faturamento em cerca de 25% este ano, apenas adicionando as soluções de pagamento à vista trazidas pela tecnologia da PayMee.

“Na nova economia baseada em serviços, oferecer alternativas de pagamentos com confirmação em tempo real para quem não possui cartão é uma necessidade básica de todos os estabelecimentos comerciais. Este é o próximo passo lógico no desenvolvimento do e-commerce no país.”, comenta o CEO da PayMee Brasil, Bruno Maranhão, que revela os planos da empresa: “Projetamos expansão para outros 2 países nos próximos meses, além de faturamento de quase meio bilhão de reais para 2018”.

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Bradesco lança InovaBra Lab em sua sede em Alphaville

O Bradesco inaugurou esta semana o inovaBra lab, laboratório colaborativo cujo principal objetivo é acelerar o desenvolvimento de inovações do Banco juntamente com parceiros de tecnologia.

Localizado no Núcleo Bradesco em Alphaville, São Paulo, o espaço de 1.700 m² abrange laboratórios de tecnologia, co-working, arena para eventos, laboratório para prototipação e experimentação, espaço para certificação, além de um ambiente destinado exclusivamente a parceiros do Banco no lab: Cisco, Dell EMC, Google, IBM, Intel, Microsoft e Oracle, que poderão trabalhar conjuntamente com as áreas de tecnologia e negócios do Bradesco.

“O lab uma iniciativa única no Brasil. É o primeiro laboratório criado para acelerar o processo de inovação a partir desse modelo colaborativo. Com isso, o cliente terá a seu serviço um banco muito mais inovador, que consegue dar velocidade no lançamento de novos produtos e serviços para melhor atendê-lo”, explica Maurício Minas, vice-presidente do Bradesco.

O inovaBra lab oferece uma infraestrutura completa e preparada para impulsionar soluções inovadoras lado a lado com as empresas parceiras, como realização de certificações de tecnologias e experimentações de novas soluções, prototipagem, eventos, hackathons, entre outros. O espaço será ocupado por diversas áreas de tecnologia do Banco, incluindo os Departamentos de Pesquisa e Inovação (DPI), Arquitetura e Tecnologia da Informação (DATI), Infraestrutura de Tecnologia da Informação (DITI) e Sistemas (DS), que trabalharão em colaboração no processo de experimentação, homologação e certificação.

“Para os parceiros, o lab será como uma grande vitrine, pois poderão mostrar seus produtos e serviços para várias áreas do Banco ao mesmo tempo. E ao trabalharmos juntos, eles entenderão nossas necessidades mais rapidamente, trazendo soluções com agilidade. É uma relação ganha-ganha”, completa Minas.

É o caso da IBM, parceira do Bradesco há mais de 60 anos. “Juntos, tiramos do papel projetos que revolucionaram o sistema bancário do nosso país e impactaram a vida de milhares de brasileiros. O lançamento do inovaBra lab traduz o DNA de inovação do Bradesco e ajuda, na prática, a acelerar projetos que transformarão ainda mais a forma como enxergamos e lidamos com um banco hoje. Estamos felizes por estar nesse projeto com nossa IBM Cloud e sabemos que iniciativas como essa, que constroem um verdadeiro hub de inovação, só reforçam a importância de tecnologias como o Watson, a computação em nuvem e a segurança da informação, que contribuem para o progresso de negócios e tornam a sociedade mais inteligente e conectada”, afirma Tonny Martins, presidente da IBM Brasil.

O espaço também trará outros parceiros do Bradesco, como o Google. Fabio Coelho, presidente da empresa no Brasil, reforça a importância da iniciativa e do trabalho que as empresas vêm desenvolvendo juntas nos últimos anos. “Acreditamos que o inovaBra lab será um dos berços da inovação no mercado financeiro e a participação do Google nesta iniciativa consolida a parceria entre as duas grandes companhias”.

Plataforma de inovação do Bradesco

O lab é mais uma iniciativa da plataforma de inovação do Bradesco, o inovaBra, que conta ainda com o inovaBra startups, inovaBra ventures, inovaBra internacional, inovaBra hub, inovaBra polos e inovaBra inteligência artificial.

O próximo lançamento, previsto para fevereiro, é o inovaBra habitat, espaço de co-inovação dedicado à geração de negócios de alto impacto baseados em tecnologias digitais disruptivas como Blockchain, Big Data e Algoritmos, Internet das Coisas, Inteligência Artificial, Open API e Plataformas Digitais.

Mais informações em www.inovabra.com.br.

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Indústria 4.0: A Revolução Inevitável

Por Augusto Moura

Essencialmente, a transição para a 4ª Revolução Industrial passa pela adoção de um novo modelo de negócio digital. Pela perspectiva estratégica, a implementação das mudanças para este novo modelo deve garantir a integração interna vertical dos processos de produção, bem como a integração horizontal externa na cadeia de valor, com foco sempre implacável no cliente. Como consequência desta integração, o desejo do consumidor deve se materializar, em tempo real, na linha de produção, por meio da customização individual do produto, ou serviço, a ser ofertado.

O processo de transformação é um movimento mundial que surge do posicionamento ativo do novo consumidor, também conhecido como prosumer, ou seja, aquele que, em alguns momentos, vira produtor da transformação do capitalismo pela economia de custo marginal quase zero e da adoção das novas tecnologias disruptivas, as quais geram um salto de eficiência e de integração econômica.

Tudo indica que, em breve, veremos a transformação da forma como energizamos a atividade econômica, com a expansão do uso das fontes de energia renováveis descentralizadas, e a transformação da forma como movemos a atividade econômica, com a adoção de veículos elétricos e driverless (sem motorista). Atualmente, as empresas que buscam ter sucesso neste novo cenário econômico vivenciam esta jornada tanto como provedores de soluções para a transformação de seus clientes como protagonistas da própria transformação interna.

A 4ª Revolução Industrial será tão densa que questionará a própria razão de existir das empresas. Todos os segmentos serão diretamente impactados. É apenas uma questão de quando isto irá acontecer. Por isso, é necessário que as empresas trabalhem a construção de sua estratégia pela perspectiva de reinventar seus processos para obter eficiência e flexibilidade com as novas tecnologias, num momento em que o produto/serviço é praticamente cocriado pela experiência que o usuário deve vivenciar. Como em toda transformação, seu sucesso somente será alcançado com pessoas sendo o epicentro da mudança. É indispensável preparar bem as equipes, identificar o que há de melhor nelas, desenvolver novas habilidades, fomentar a mudança de mindset, de forma q ue se tornem protagonistas da era digital.

Embora problemas de infraestrutura, qualidade da educação e lacunas de legislação sejam obstáculos em diversos projetos de implementação da 4ª Revolução Industrial, deve-se acreditar no potencial econômico do Brasil, no espírito empreendedor do brasileiro e nas novas tecnologias que surgem para transformar o mundo. A revolução é inevitável e prevê uma crescente integração entre diversas áreas de conhecimento para mudar radicalmente – para melhor – a vida das pessoas e o dia a dia das corporações.

Augusto Moura é CEO da IHM Engenharia, empresa do grupo Stefanini, quinta empresa mais internacionalizada, segundo Ranking da Fundação Dom Cabral 2017.

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COUROMODA 2018: fórum destaca inovação e moda na era digital

Neste terceiro dia do Fórum Couromoda/São Paulo Prêt-à-Porter, que acontece junto à COUROMODA 2018, o mais importante evento do setor calçadista brasileiro, especialistas de diversas áreas falaram sobre tecnologia e inovação no mercado de moda na era digital.

A abertura da agenda do dia ficou a cargo de Maurício Di Bonifácio, sócio-diretor da Fast Channel, empresa de tecnologia focada no aumento da vendas digitais, que abordou o tema “E-Commerce B2B: Digitalização e expansão do canal de venda B2B da indústia”. O especialista deu dicas de como a indústria e o varejo do calçado e da moda podem se reinventar, usando o canal digital como ferramenta de venda e de relacionamento comercial. “Comparado ao mercado internacional, o e-commerce B2B no Brasil ainda está engatinhando. Porém, essa é uma solução que ajudará no relacionamento com o cliente, atendendo-o na hora que ele necessita. Além disso, refletirá no desempenho de captação de novos clientes, ampliará a cobertura geográfica de atendimento, aumentará a participação dos produtos com maior margem e vai permitir o atendimento de pequenos pedidos”, comenta Maurício.

Na sequência, Rodrigo Valente, especialista em comunicação, gestão empresarial e consultor da 818 Consultoria, apresentou a palestra “Economia de atenção e gamificação para o setor de calçados”. Valente mostrou que vivemos um período antagônico, com uma abundância exponencial de informações e uma escassez preocupante de atenção. É neste contexto que a gamificação vem ganhando força em segmentos além do entretenimento, como na indústria e varejo. “A partir disso, será possível ver como a gamificação utiliza a mecânica, a estética e o pensamento de jogos para envolver as pessoas. Uma metodologia que se apropria de todo o processo de Game Design para propor um sistema de desenvolvimento humano e profissional que gera feedback instantâneo, propósito e interação social em contextos, como os da indústria e do varejo de calçados”, avalia o especialista.

O tema “O futuro digital”, ministrado pelo publicitário Jacques Meir, explorou cases internacionais já avançados nessa questão e desenhou um futuro 100% digital, o qual as empresas precisam direcionar esforços desde já para não desaparecerem do mundo dos negócios. “O futuro será totalmente direcionado pelo digital. O Brasil, de maneira geral, tem uma cultura muito voltada para o passado. O futuro nos assusta e encará-lo significa sair da zona de conforto para enfrentar processos de mudança. Se as empresas brasileiras não estiverem preparadas pra isso, serão atropeladas por quem estiver mais preparado”, diz Meier.

A estratégia de multicanais foi tema de Ingrid Pergentino, sócia diretora da i9Vendas, em sua palestra “Como aumentar suas vendas”. “O e-commerce é o canal que mais tende a crescer nos próximos anos e em qualquer tipo de negócio. A sua desvantagem é que, no Brasil, a Internet não é de qualidade. Por outro lado, pelo fato do celular estar à mão e, conforme as plataformas ficarem mais amigáveis, as compras e vendas serão por meio desse canal”, avalia.

Christian Tudesco, mestre em Marketing pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) e consultor empresarial nas áreas de marketing, estratégia e vendas, apresentou a palestra “Inovação, tecnologia e empreendedorismo: para onde vamos?”. Ele falou sobre o novo consumidor nessa era de informação e empreendedorismo, e convidou os participantes a realizarem uma reflexão sobre a construção e futuro dos negócios. “No passado, o poder estava nas mãos de quem tinha armamento e máquinário pesado, dinheiro e um grande número de funcionários. Hoje, o poder está nas mãos dos ‘nanos’, passando a ser mais leve, fluído, dinâmico, diminuindo distância”.

Redes Sociais criam proximidade com o consumidor

Fernando Souza, consultor e professor de marketing digital com mais de 15 anos de experiência na área, discutiu o papel das mídias sociais e sua relação com os negócios de moda. Souza explicou como as marcas podem se beneficiar das conexões entre as pessoas por meio das redes digitais para divulgar produtos e serviços, criando conteúdos para atrair a empatia e nutrir a audiência em perfis do Facebook e Instagram. “As redes sociais não podem ser encaradas como canais de vendas mas como um instrumento para aproximar a marca dos consumidores. A era do ‘vender’ dá lugar a era do ‘ajudar a comprar'”, analisa.

Imagem de marca e lifestyle

Encerrando o dia, Juliana Lopes – jornalista, professora, palestrante e consultora de moda, reforçou a importância da imagem de moda para a conectar o cliente ao produto. A especialista deu dicas sobre como fazer essa imagem contextualizada na moda e no corpo para provocar ainda mais desejo no consumidor. “A moda não existe sem imagem. Essa indústria trabalha com sensações. Além do produto, vende um sonho, uma imagem, um lifestyle”, afirma.

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Linx aponta cinco tendências para o varejo em 2018

A Linx, empresa de tecnologia que atende cerca de 40% do varejo nacional, indica quais serão as cinco principais tendências para o setor em 2018. Jean Klaumann, vice-presidente de Operações da companhia, listou o que deve nortear o mercado no próximo ano.

1 – Omnicanalidade ou omnichannel

Hoje em dia, é normal que as pessoas pesquisem pela internet e façam compras no varejo físico. Neste cenário, o conceito consiste na convergência de todos os canais utilizados por uma empresa. As principais vantagens desta integração são redução de custos de frete, tempo de entrega, ganhos fiscais, maior conversão de vendas, geração de fluxo em loja, além de uma gestão de estoque mais inteligente.

2 – Reengajamento no e-commerce

No ambiente virtual, é comum que consumidores busquem produtos, adicionem ao carrinho, mas não finalizem a compra. Empresas como a Linx, que adquiriu a ShopBack em outubro de 2017, oferecem sistemas de retargeting capazes de reverter este abandono, trazer o usuário de volta para o site e recuperar vendas consideradas perdidas.

3 – Migração para a nuvem

O varejo está em uma busca constante de eficiência na gestão de seus processos e atividades. A solução para isso pode estar na nuvem. Atualmente, já existem lojistas apostando neste modelo e a Linx vem suportando os clientes que estão dispostos a migrar seus dados. A previsão da companhia é que 50% da carga de trabalho seja migrada em 2018 e estima que, em três anos, 90% de todo o processamento será em nuvem pública.

4 – Big data, data lake e inteligência artificial

O principal benefício de trabalhar com informações em nuvem é a criação de um grande banco de dados alimentado em tempo real. Com isso, varejistas podem conhecer melhor seus consumidores, entender o perfil e comportamento de cada um e oferecer produtos e serviços personalizados por meio de ferramentas de inteligência artificial.

5 – Chatbots

Com toda essa evolução nos processos internos e de vendas ao consumidor final, é natural que a gestão do relacionamento com o cliente também se torne mais inteligente. Provedores de tecnologia para o varejo já permitem que lojistas prestem assistência por meio de ferramentas online, com destaque para as redes sociais. Desta forma, a tendência é que a automatização do atendimento siga crescendo e mais problemas sejam solucionados em tempo real.

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Cloud Corporativa: Winov oferece solução inovadora para competir com gigantes do mercado

A empresa curitibana Winov oferece uma solução inovadora de Cloud Corporativa para competir com os grandes players do mercado mundial.

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Hitachi Vantara recebe o prêmio IoT Breakthrough

A Hitachi Vantara, subsidiária integral da Hitachi, Ltd. (TSW:6501), anunciou que a plataforma Lumada, de IoT, foi contemplada com o Prêmio de Inovação em IoT 2018 como a Solução Empresarial do ano pela IoT Breakthrough.

O programa IoT Breakthrough Awards reconhece tecnologias inovadoras e empresas exemplares que estão conduzindo a inovação no mercado de internet das coisas (IoT). O programa deste ano atraiu mais de 3.000 nomeações globalmente em uma ampla gama de categorias, incluindo IoT industrial e empresarial, cidade inteligente, casas conectadas e automação residencial, carro conectado, entre outras. Todas as indicações do prêmio foram revisadas e avaliadas por um painel de especialistas na indústria de IoT, sendo o candidato mais marcado eleito o vencedor em cada categoria.

Atualmente os dados são gerados mais rápido do que nunca, já que um número cada vez maior de dispositivos, negócios criados com propósitos específicos e máquinas industriais estão conectados à internet. Muitas empresas enfrentam um formidável desafio de três frentes: elas devem gerenciar e analisar o volume, a variedade e complexibilidade de dados gerados de fontes diferentes, tanto na borda quanto no núcleo, e então extrair insights para gerar valor comercial. Foi com esses desafios em mente que a Hitachi desenvolveu a Lumada.

“No centro do crescimento explosivo da tecnologia IoT, em todo o mundo há uma montanha de dados que manifesta a principal oportunidade para as empresas acessarem informações críticas para melhorar seus serviços e produtos”, diz James Johnson, diretor geral do IoT Breakthrough. “A plataforma Lumada da Hitachi fornece uma solução abrangente que ajuda as empresas a enfrentarem o desafio de gerenciar e analisar dados de IoT e seus recursos conectados. Nós estamos entusiasmados por reconhecer o sucesso dos esforços da Hitachi com o IoT Breakthrough Award como a Solução Empresarial em IoT do ano”.

A Lumada ajuda os clientes empresariais e industriais a misturararem dados humanos, de máquinas e de TI para obter uma visão de 360 graus de suas operações e ativos conectados, além de apoiar uma tomada de decisão mais inteligente e melhores resultados comerciais. Ela pode ser implantada no local, na nuvem ou em ambientes híbridos. Sua arquitetura modular e altamente adaptável permite complementar facilmente os investimentos existentes em infraestrutura de dados e ambientes de TI dos clientes. Ela ainda fornece um modo simples de ajudar clientes empresariais e industriais a colocarem mais rapidamente seus negócios e operações de dados para trabalhar, alcançar insights mais aprofundados e perceber todo o potencial das soluções de IoT.

“A Hitachi se sente honrada em ser reconhecida pelo IoT Breakthrough e parabenizamos nossos companheiros”, diz Brad Surak, CP e SO da Hitachi Vantara. “As muitas capacidades inovadoras da plataforma Lumada não seria possível sem as aprendizagens e conhecimentos adquiridos na co-criação de soluções IoT com nossos clientes. Eles são os verdadeiros pioneiros da era IoT e nós somos privilegiados pela parceria para desenvolver soluções orientadas por dados que estão mudando o jeito com que seus negócios – e o mundo – trabalham”.

Os vencedores do IoT Breakthrough Award foram anunciados em 4 de janeiro de 2018. Para ver a lista completa de homenageados, visite http://www.prweb.com/releases/2018/01/prweb15055010.htm.

Para conhecer mais sobre a plataforma de IoT Lumada da Hitachi, visite https://www.hitachivantara.com/en-us/products/internet-of-things/lumada-ecosystem/iot-platform.html.

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OLX passa a operar 100% na nuvem

Empresa suporta 1,5 bilhão de pageviews por mês e 5TB de dados coletados todos os dias

A OLX, maior plataforma de compra e venda online do Brasil, converteu toda a sua operação para cloud computing. Agora, 100% da demanda está hospedada na Amazon Web Services.

Os números de tráfego da companhia são altíssimos: 50 milhões de usuários únicos; 1,5 bilhão de pageviews (desktop e mobile); 500 mil novos anúncios por dia e 2 milhões de vendas por mês. Por isso, o nível de exigência para performance e segurança são altos.

A escolha pela nuvem da Amazon foi estratégica. “Grande parte da equipe já tinha experiência com a Nuvem da Amazon, o que facilitou a migração. Além disso, a nuvem da Amazon hoje é a mais madura do mercado e essa foi uma referência importante para a escolha do provedor. Ela já é arquitetada com foco em continuidade e contingência e, considerando nossos números altíssimos de demanda, a segurança geral da operação foi outro fator que pesou na escolha”, destaca Bernardo Carneiro, CTO da OLX. O processo de migração durou seis meses, sem impacto significativo na operação.

Carneiro explica que, apesar de a tecnologia principal escolhida pela OLX seja a AWS, a empresa está investindo em testes multicloud. O software de gerenciamento permite que a organização mantenha parte da busca na Amazon e parte no Google. “Assim, conseguimos tirar o melhor de cada tecnologia para entregar o máximo possível de agilidade e performance ao nosso usuário”, destaca o executivo. “Hoje, usamos balanceamento elástico e expansão de disco sem limitações. Até então, a tecnologia que usávamos tornava a operação cada vez mais cara em virtude do alto volume de tráfego na plataforma”, afirma.

A tecnologia em nuvem permite que a empresa foque no desenvolvimento de ferramentas que melhorem a experiência do cliente. “A adoção por cloud é uma tendência global e que só tende a evoluir. Nos próximos anos, nossa intenção é desenvolver a plataforma com foco em machine learning. Até 2020 pretendemos ter – ao menos – 80% dos times utilizando desta plataforma”, conclui o executivo.

Com a operação 100% na nuvem, a empresa atende à demanda de maneira mais suave. O CTO da OLX explica que com a nova estrutura de nuvem será possível atender uma demanda maior de usuários sem alteração no nível do serviço, mesmo em tempos de maior exigência operacional, como, por exemplo, após uma campanha de marketing.

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