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Sidia se consolida como principal centro de desenvolvimento de alta tecnologia do País

O Sidia Instituto de Ciência e Tecnologia é um centro de pesquisa, desenvolvimento e inovação, responsável por implementar soluções digitais inovadoras para o mercado local e global. Fundado em 2004 na capital do Amazonas, atua no desenvolvimento de software embarcado para celulares, tablets, novas tecnologias vestíveis (wearables) e smart TVs, plataforma e aplicação para óculos de realidade virtual, realidade aumentada, inteligência artificial e criação de games de classe mundial.

Em 2012, iniciou-se um processo de transferência tecnológica da Samsung na Coréia do Sul para o Sidia. Nesta época, o Sidia começou com o desenvolvimento de camadas de aplicação e requisitos do mercado da América Latina bem como aplicativos embarcados, com cerca de 100 funcionários. Desde então, o Sidia vem aumentando sua competência e atuando nas camadas da plataforma mais profundas do sistema operacional dos celulares e tablets da Samsung.

Da mesma forma, o Sidia adquiriu competência para o desenvolvimento da plataforma do óculos de realidade virtual que hoje está embarcada no produto globalmente. Como resultado do sucesso deste projeto, o Sidia tornou-se também parceiro para desenvolvimento da plataforma do óculos de realidade aumentada, produto ainda em desenvolvimento. Este nível de desenvolvimento e transferência tecnológica é pioneira no Brasil, trazendo para o país um grande diferencial competitivo.

Atualmente, o instituto conta com um time formado por mais de 850 profissionais das mais variadas formações intelectuais, culturais e engajados em inovação, que são treinados e capacitados nas atividades de desenvolvimento de projetos tecnológicos, seguindo padrões internacionais de qualidade. Dessa forma, é possível manter o desenvolvimento tecnológico atual, suportar a evolução do celular e das soluções tecnológicas mais avançadas, como inteligência artificial, internet das coisas, entre outras.

A região do Amazonas possui uma população de 4 milhões de pessoas e conta com quatro universidades principais que, juntas, entregam aproximadamente 309 novos graduados por ano na área de tecnologia. Uma dessas instituições, a UFAM (Universidade Federal do Amazonas) conta com a maior graduação em Informática do Brasil, de acordo com o MEC (Ministério da Cultura e Educação). Esse fator mostra a sinergia do Sidia com a região, que se consolida como um dos polos digitais do país.

Na América Latina, o Sidia é referência no desenvolvimento de software embarcado, em qualidade de software e soluções móveis. Um dos seus principais objetivos é conduzir pesquisa e desenvolvimento tecnológicos com parceiros industriais, governamentais e acadêmicos, fomentando inovações tecnológicas. O Instituto também visa ampliar os conhecimentos e aplicações de avanços tecnológicos, pela efetiva colaboração com entidades de ensino e de pesquisa em projetos.

“Nós produzimos as principais tecnologias presentes em smartphones, Smart TVs, óculos de realidade virtual e games, por exemplo. Boa parte dos produtos que, hoje estão sendo utilizados pelos brasileiros, contam com uma solução desenvolvida pelo Sidia”, afirma Vânia Thaumaturgo, diretora do Sidia.

“Investimos constantemente na capacitação dos profissionais de diferentes áreas, valorizando os estudantes da região, mas também captando talentos de diferentes regiões do Brasil. Dessa forma, a região é beneficiada com a geração de novos empregos diretos e indiretos e com capacitação da mão de obra local”, reforça Vânia.

Inversão de papéis: Agora são as empresas que disputam os melhores profissionais

Por Andrea Tedesco

O crescimento exponencial da tecnologia promove mudanças drásticas em muitas formas de relacionamento, uma delas, na relação empresa x profissional. Em um mundo onde não só consultorias e empresas de software contratam pessoas de tecnologia, agora todos, literalmente, buscam esse perfil para que seus negócios façam parte da chamada transformação digital.

Há muitos anos se fala da carência de profissionais com experiências específicas em TI e, hoje, busca-se aqueles que tenham fit cultural com as corporações em um grande potencial de desenvolvimento. É por isso que empresas como a Digital House, hub de educação para a formação de profissionais de alta performance para o mercado digital, surgem para oferecer oportunidades para quem deseja uma mudança ou uma nova habilidade dentro dessa necessidade do mercado (ser e pensar digital). É preciso se atualizar para um universo que se transforma em alta velocidade e intensidade muitas vezes não percebidas no momento certo.

Quando os impactos dessa transformação passam a ser uma necessidade importante dentro do mercado, quem não está acompanhando a mudança, sai em busca do “tempo perdido”. Os impactos dessas mudanças causadas pela velocidade exponencial são um dos importantes pilares dessa inversão de papéis.

O processo de transformação digital, também composto pela criação de uma cultura corporativa e a habilidade de saber lidar com as diferentes gerações e grupos sociais atuais são passos importantes e necessários para que as empresas recebam profissionais de tecnologia, normalmente mais conectados com essas transformações e, também, mais exigentes.

Em busca de se tornar verdadeiramente atraentes para esses profissionais, as empresas devem iniciar com uma transformação cultural. Trabalhar dentro de casa é a tarefa mais importante e mais desafiadora antes de modernizar processos para atrair candidatos e clientes. Tudo tem que fazer sentido. O ciclo de experiência do colaborador começa na incrível experiência dentro de casa. Assim, todo esforço realizado para atrair excelentes profissionais não se tornam em vão.

Com essas mudanças, novas formas de recrutamento surgem para ajudar, como o exemplo dos hackathons e eventos de recrutamento, como o recruiting day da Digital House, que oferecem grandes possibilidades aos dois lados. Demonstrar abertura para novas formas de utilização de potenciais talentos para as áreas de tecnologia é uma maneira de sobreviver a uma necessidade gritante do mercado por pessoas qualificadas.

Após “arrumar a casa”, formar uma equipe de Employer Branding é um passo fundamental para concorrer por talentos da área digital. As empresas precisam disputar esses talentos e portanto, trabalhar a sua marca empregadora passa ser um diferencial muito importante. Uma equipe composta por diferentes visões também é importante para compor uma forte marca empregadora. Preparar as pessoas para esse mercado é uma jornada cheia de desafios, mas que a Digital House e toda a sua equipe estão empenhados para oferecer esses potenciais talentos para as empresas que querem fazer parte dessa transformação, e pelo lado dos profissionais, que buscam conhecimento e ferramentas que apoiem o seu desenvolvimento nesse mercado, estão engajados também em reformular seu mindset de gerenciamento de carreira, contribuindo para o sucesso sustentável das suas vidas profissionais. No dias de hoje, pensar e ser digital é vital.

Andrea Tedesco, Mentora de Carreiras da Digital House, hub de educação para a formação de profissionais de alta performance para o mercado digital.

MicroStrategy desenvolve metodologia para ajudar as empresas a tornarem-se mais inteligentes

A MicroStrategy® Incorporated (Nasdaq: MSTR), líder mundial no fornecimento de plataformas analíticas e software de mobilidade, dando continuidade à sua missão de levar inteligência para toda a organização, desenvolveu uma nova estratégia. Intitulada Intelligent Enterprise, reúne metodologia e tecnologia visando apoiar as empresas em sua jornada rumo à transformação digital. Agrega ainda as principais inovações digitais, como IA, machine learning, IOT, mobilidade, para antecipar oportunidades de negócios e incrementar o processo de tomada de decisão.

“Atualmente, devemos pensar em alcançar a sabedoria e não nos contentarmos somente com o conhecimento. Ou seja, usar todo o conhecimento obtido com a análise de dados e transformá-lo em ações sábias. A tecnologia é o principal apoio para atingirmos este objetivo, mas, sozinha, ela não faz muita coisa. Daí a importância de agregarmos metodologia e processos. Uma empresa inteligente é aquela que faz uso do big data, é orientada a dados e é capaz de antecipar-se a desafios e oportunidades, transformando-os em lucro e crescimento. E as inovações digitais devem ser aplicadas para fazer essas coisas acontecerem “ ressalta Flavio Bolieiro, VP América Latina da MicroStrategy.

Intelligent Enterprise

O conceito de Intelligent Enterprise foi criado pela MicroStrategy para ajudar as empresas a encurtarem os caminhos que devem ser percorridos para que se atinja o status de empresa inteligente. Para apoiar essa iniciativa, foi desenvolvida uma metodologia que ajuda a avaliar, implementar, construir e operacionalizar todo esse processo. Inicialmente, foram identificados 7 estágios que classificam o quão madura a empresa encontra-se no que diz respeito a tornar-se uma empresa inteligente. Eles incluem desde as organizações com implementações fragmentadas de analyitcs, passando pelas empresas com implementações departamentais, até o nível máximo, aquelas corporações que já adquiriram uma visão 360º e ambientes únicos, usando ferramentas como IoT (Internet das Coisas), AI (Inteligência Artificial), Telemetria, Big Data, Voice Bots, Realidade Aumentada e Virtual, etc. O time de consultoria da MicroStrategy realiza esta avaliação, que resulta em um ranking que posiciona como está o projeto do cliente em relação às melhores práticas do mercado. O que traz uma visão clara de como direcionar os investimentos para uma Intelligent Enterprise.

Além disso, foi também criado o mapa da empresa inteligente, que pode ser baixado no site, e que enumera todas as necessidades de tecnologia e estrutura que são demandadas para chegar ao nível máximo de maturidade. “Às vezes o problema é só o dispositivo pelo qual o usuário acessa as informações. Ou então, a empresa está muito preocupada com segurança, que é algo que pode ser resolvido com governança. O importante é começar pequeno e envolver o usuário para que ele saiba o que está acontecendo”, finaliza o executivo.

Associação Brasileira de Bancos abre inscrições para o Prêmio Idei@ABBC

A ABBC – Associação Brasileira dos Bancos abre as inscrições para o Prêmio Idei@ABBC. A iniciativa tem como objetivo aproximar as fintechs e as mais de 80 instituições financeiras associadas à ABBC com soluções dedicados a otimizar modelos de negócios, reduzir custos, ao mesmo tempo que colaboram para o desenvolvimento de tecnologias para o fomento da inclusão financeira e a sustentabilidade econômica do País, uma das missões da instituição.

As fintechs podem submeter seus projetos, gratuitamente, em três categorias:

· User Experience: para projetos que ofereçam melhorias na experiência do cliente.

· Competitividade: destinado aos projetos que contemplem soluções inovadoras em meio digital, para acesso a produtos e serviços financeiros.

· Analytics: projetos que otimizem a extração de valor dos dados e resultem em melhor eficiência de venda ou operacional.

As inscrições estão abertas até 1º de outubro, segunda-feira, exclusivamente pelo site http://www.abbc.org.br/ideiabbc/. Na sequência, os cases inscritos serão analisados pela Comissão Organizadora que, dentre outros critérios, avalia a correspondência do projeto em relação a aplicabilidade, originalidade e adequação às categorias.
Na etapa seguinte acontece a avaliação dos projetos pela Comissão Julgadora composta por representantes do Banco Central, Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES), Insper, FGV e Finep (Financiadora de Estudos e Projetos).

Os três grandes finalistas de cada categoria serão conhecidos no dia 21/11/2018 em um evento no Museu da Casa Brasileira e as nove fintechs finalistas, além da grande visibilidade que a premiação proporcionará, terão a oportunidade de forte aproximação nos pitchs exclusivos para os associados da ABBC, com o objetivo de gerar negócio entre os envolvidos.

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Esqueça os Millenials. A geração Z já está no mercado de trabalho

Por Mônica Hauck

Pare por alguns minutos e me responda: uma pessoa nascida em 1998 já poderia estar no mercado de trabalho? Por mais estranho que isso possa soar aos ouvidos de profissionais mais velhos, a resposta é sim. Essa parcela da população é a representante mais velha da Geração Z, ou também chamada de “pós-millennials”.

O ponto crucial deste artigo é destacar a importância de entender esse público e como extrair o melhor dele dentro das empresas. Em termos de representatividade, a Geração Z já compõe mais de 70 milhões de pessoas apenas nos Estados Unidos, ou seja, 22% da população. Além disso, eles já controlam o equivalente a US$ 44 bilhões em poder de compras, segundo estudo do banco Goldman Sachs, em 2017.

Diante desse potencial de público, em termos de tamanho e poder financeiro, muitas empresas têm se preocupado em como atrair e reter os talentos da Geração Z. Para isso, é preciso levar em consideração que eles já nascem sob a forte influência da internet e não sabem muito bem como viver sem ela. Além disso, por terem sido criados pela geração X, que passou por forte stress econômico, tensões socioeconômicas e guerras internacionais, esses recém-chegados ao mercado de trabalho possuem uma visão menos idealista e mais pragmática de mundo.

Segundo dados levantados pela EN Garde, agência digital, até 2020 essa geração irá compor o maior grupo de consumidores em todo o mundo. Além disso, são pessoas que acreditam muito na diversidade, igualdade e não discriminação em todos os âmbitos sociais. Em relação ao trabalho, eles desejam empresas onde possam alcançar a auto-realização e ter um bom clima organizacional.

Outros pontos que recrutadores devem levar em conta quando abordam a geração Z é que a qualidade de vida é um dos itens que esses jovens não abrem mão ao escolher uma carreira. Segundo o estudo “Carreiras em transformação”, realizado pela Page Talent e Inova Business School, 68% dessas pessoas acreditam que as empresas mais atrativas são as que vão além de um plano de carreira e possuem em sua essência ações que preservem a vida pessoal de seus funcionários. Em seguida, como favoritas, estão as companhias que estão atentas a responsabilidades sociais (48%), cuidados ambientais (29%) e inovação e tecnologia (28%).

Estou citando todos esses dados para mostrar que recrutadores e empresas que desejam atrair, reter e desenvolver talentos que fazem parte da geração Z precisam entender a fundo seus comportamentos e preferências, não só profissionais, mas também em suas vidas pessoais. Afinal, eles estão chegando ao mercado de trabalho e procuram por oportunidades que proporcionem, não só um bom salário, mas também um propósito alinhado com seus valores.

Por isso, tem aumentado a quantidade de ferramentas e soluções disponíveis no mercado que ajudam os recrutadores e gestores de RH no diálogo com esse público. Uma delas é o Mapeamento Comportamental, que possibilita ir além das informações contidas no currículo e analisa tendências de comportamento e competências, permitindo inclusive que gestores investiguem como cada candidato reagiria a determinadas situações.

Portanto, podemos concluir que, com a chegada da geração Z ao mercado, as empresas e departamentos de RH precisam acompanhar a velocidade e demanda dessa parcela da população. Por isso, nada melhor do que ter a tecnologia e a inovação como aliadas no processo de desvendar o comportamento desses jovens trabalhadores.

Mônica Hauck, fundadora da Solides.

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HP anuncia tecnologia de impressão 3D em metal para produção em massa e aceleração da 4ª Revolução Industrial

a HP Inc. anunciou a HP Metal Jet, a tecnologia de impressão 3D mais avançada do mundo de fabricação em massa de peças metálicas de nível industrial. Assegura até 50 vezes mais produtividade1 a um custo significativamente menor2 do que outros métodos de impressão 3D. A HP Metal Jet será implementada pelos líderes de produção GKN Powder Metallurgy e Parmatech para a produção de peças finais. Os clientes que já fizeram encomendas incluem a Volkswagen, a Wilo, a Primo Medical Group e a OKAY Industries.
Como parte da sua missão de transformar a forma como o mundo cria e produz, a HP também lançou o Metal Jet Production Service1, permitindo que os clientes em todo o mundo repliquem rapidamente novos designs de peças 3D, para que produzam grandes volumes de peças finais e integrem a HP Metal Jet nos seus roadmaps de produção a longo prazo.

“Estamos diante de uma revolução industrial digital que irá transformar a indústria de produção que representa US$ 12 trilhões. A HP contribuiu para liderar essa transformação ao ser pioneira na produção em massa de peças plásticas em 3D e agora iremos subir de nível com a HP Metal Jet, uma tecnologia revolucionária de impressão de metais em 3D”, afirma Dion Weisler, CEO e presidente da HP Inc.” As implicações são enormes – os setores automotivo, industrial e da saúde produzem centenas de milhões de peças de metal todos os anos. A nova plataforma de impressão Metal Jet 3D da HP e o Production Service disponibilizam a velocidade, a qualidade e a economia que vão permitir que os nossos clientes repensem completamente a maneira como criam, fabricam e fornecem novas soluções na era digital”, conclui Weisler.

A HP Metal Jet é uma tecnologia inovadora de impressão de jato ao nível do voxel que tira partido de mais de 30 anos de inovação de cabeças de impressão e de químicos avançados da HP. Com uma dimensão de 430 x 320 x 200mm, com 4 vezes a redundância dos bocais, duas vezes das cabeças de impressão, e menos peso, a HP Metal Jet oferece maior produtividade a um custo operacional e de aquisição reduzidos comparado com outras soluções de impressão 3D. A HP Metal Jet irá começar com peças de aço inoxidável, assegurando propriedades mecânicas isotrópicas que excedem os padrões da indústria

Transformar as indústrias com a tecnologia HP Metal Jet

A HP tem uma parceria com a GKN Powder Metallurgy para implementar a solução HP Metal Jet nas suas fábricas e com isso produzir peças de metal funcionais para os líderes do setor automotivo e industrial, como a Volkswagen e a Wilo. A GKN Powder Metallurgy é líder mundial na produção de materiais e produtos utilizando tecnologias de metalurgia e inclui as marcas GKN Sinter Metals, GKN Hoeganaes e GKN Additive Manufacturing. A empresa produz mais de três mil milhões de componentes por ano e espera imprimir milhões de peças com a HP Metal Jet para os seus clientes em vários setores já no próximo ano.

“Estamos numa altura significativa de uma nova e emocionante era da qual não haverá retorno: o futuro da produção em massa com impressão 3D. A nova tecnologia da Metal Jet da HP nos permite expandir os nossos negócios, tirando partido de novas oportunidades até agora proibitivas em termos de custos”, afirma Peter Oberparleiter, CEO da GKN Powder Metallurgy. “O nosso DNA e a nossa experiência em produção e processamento de peças metálicas utilizando sistemas ligados em rede digital vão nos permitir impulsionar a industrialização em toda a cadeia de valor da produção aditiva. Combinando as competências da HP e da GKN Powder Metallurgy, iremos impulsionar a produtividade e a capacidade dos nossos clientes a níveis sem precedentes, com base nas vantagens econômicas e técnicas da tecnologia HP Metal Jet”, conclui Oberparleiter.

A Volkswagen, um dos maiores e mais inovadores fabricantes de automóveis do mundo, já está integrando a HP Metal Jet no seu design e roadmap de produção. A colaboração entre a Volkswagen, a GKN Powder Metallurgy e a HP resultou na capacidade de atuar rapidamente na fabricação de peças personalizáveis em massa, como chaveiros individuais e placas de identificação de exterior. O plano da VW para usar a HP Metal Jet também inclui a produção de peças funcionais de alto desempenho com requisitos estruturais significativos, como botões de mudanças e ajustamento de espelhos. À medida que novas plataformas, como os veículos elétricos, entram em produção em massa, espera-se que a tecnologia HP Metal Jet seja utilizada para aplicações adicionais, como a redução de peso de peças metálicas com certificação de segurança.

“A indústria automotiva está sofrendo uma revolução – os clientes não só esperam personalização, como até 2025 as marcas do Grupo Volkswagen irão lançar 80 novos modelos elétricos”, afirma o Dr. Martin Goede, Chefe de Planeamento e Desenvolvimento Tecnológico da Volkswagen. “Um único modelo tem entre seis mil a oito mil peças diferentes. Uma grande vantagem de uma tecnologia aditiva como a HP Metal Jet é que nos permite produzir muitas dessas peças sem necessitar de construir ferramentas de produção. Ao reduzir o tempo de produção de peças, podemos produzir um volume maior em massa muito rapidamente. É por isso que a nova plataforma Metal Jet da HP é um grande passo para o setor, e esperamos subir de nível e oferecer mais valor e inovação aos nossos clientes”, completa Goede.

A GKN Powder Metallurgy também utiliza a tecnologia HP Metal Jet para produzir peças industriais de custo reduzido e com uma maior eficiência hidráulica para a Wilo, líder global em soluções de bombas e sistemas de bombas hidráulicas. A Wilo está utilizando a tecnologia HP Metal Jet para produzir peças hidráulicas iniciais, como impulsores, difusores e revestimentos de bombas com dimensões variáveis que devem suportar flutuações de sucção, pressão e temperatura intensas.

Reinventar a saúde com a HP Metal Jet

Na indústria dos cuidados de saúde, a HP criou uma parceria com a Parmatech, uma empresa do grupo ATW, para expandir a produção em massa de peças da Metal Jet para clientes, incluindo a OKAY Industries, a Primo Medical Group e outras. A Parmatech é líder mundial em moldagem por injeção em metal e é pioneira na fabricação de metais há mais de 40 anos, especializada na produção de peças metálicas de baixo custo e alto volume para os setores da saúde e industrial.

“A HP Metal Jet representa a primeira tecnologia 3D verdadeiramente viável para a produção industrial e em escala de peças metálicas. Os nossos clientes exigem desempenho, qualidade e fiabilidade extremos, e a tecnologia avançada e a herança de disrupção do mercado da HP nos dão a confiança necessária para superar as expectativas “, afirma Rob Hall, presidente da Parmatech. “Estamos entusiasmados em implementar a HP Metal Jet nas nossas fábricas e começar a produzir peças complexas, como tesouras cirúrgicas, mandíbulas cirúrgicas endoscópicas, novas aplicações e geometrias não possíveis com as tecnologias convencionais de fabricação de metal. A tecnologia HP Metal Jet desempenhará um papel fundamental na nossa missão de desenvolver soluções inovadoras para os desafios únicos de nossos clientes”, completa Hall.

Projetado para produção em massa: Preços e disponibilidades da HP Metal Jet

No primeiro semestre de 2019, os clientes poderão fazer upload de ficheiros de projeto 3D e receber peças de classe industrial em grandes quantidades através do Metal Jet Production Service. As peças são produzidas em colaboração com os parceiros da HP, GKN Powder Metallurgy e Parmatech, para garantir os mais altos padrões de engenharia e qualidade de produção. Para obter mais informações e se inscrever para ter acesso ao HP Metal Jet Production Service, os interessados devem acessar a HP.com/go/3Dmetalparts.

Informações sobre a tecnologia da HP podem ser encontradas em HP.com/go/3Dmetals.

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Laboratória abre inscrições para formação de mulheres programadoras

Presente no Chile, México e Peru, a Laboratória, startup sem fins lucrativos que busca a inclusão de mulheres de baixa renda por meio da formação em programação front-end, abre inscrições para a segunda turma do curso. As interessadas não precisam ter experiência em tecnologia e precisam atender a requisitos básicos como: ser mulher, maior de 18 anos e ter estudado o ensino médio em instituições públicas ou privadas com bolsa por critério de renda.

São 60 vagas e as inscrições para o processo seletivo são realizadas online (selecao.laboratoria.la) até 30 de novembro. As fases de entrevistas e pré-admissão acontecerão entre os dias 05/11 e 05/12, e as aulas começarão em janeiro de 2019, em São Paulo. O programa de formação, ou Bootcamp, dura 6 meses, e prepara as 60 alunas para se tornarem programadoras Front-End, com aulas sobre JavaScript, HTML, CSS e UX, entre outras especializações. O programa é encerrado com o evento “Talent Fest”, quando as empresas parceiras dispostas a recrutar talentos propõem desafios reais para que as alunas resolvam.

De acordo com Regina Acher, sócia e diretora responsável pela Laboratória Brasil, o Brasil é um mercado importante para a startup, tanto pela alta demanda por profissionais de tecnologia, quanto pela necessidade de equilíbrio de gêneros. “Estamos muito satisfeitos com o trabalho que estamos realizando com a Laboratória por aqui. O Brasil é o maior mercado de tecnologia da América Latina, pois existe uma grande demanda por mão-de-obra capacitada e, ao mesmo tempo, uma profunda desigualdade de gênero nesse setor. As inscrições para a primeira turma nos mostraram o quanto estamos no caminho certo ao oferecer esse tipo de qualificação às mulheres”, explica Regina.

Fundada no Peru, a organização já formou mais de 850 programadoras, das quais 80% conseguiram trabalho na área de tecnologia, um segmento majoritariamente masculino. As alunas não pagam nada durante o curso e, depois de conseguirem um emprego, elas pagam uma contribuição para que outras mulheres possam ter a mesma oportunidade.

Para saber mais sobre a Laboratória: www.laboratoria.la/br

Inscrições: selecao.laboratoria.la

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Smartphone será meio mais utilizado para compras do fim de ano, aponta pesquisa Salesforce

A Salesforce [NYSE: CRM], líder mundial em plataformas CRM, realizou uma extensa pesquisa para prever como será o comportamento dos consumidores no período entre a Black Friday e o Réveillon. De acordo com o levantamento, os smartphones vão dominar o comércio eletrônico no período, sendo utilizados mais do que qualquer outro dispositivo para realizar pedidos em lojas virtuais. Além disso, a receita proveniente das compras de fim de ano deve crescer 13% em relação a 2017, sendo que 35% desse faturamento deve ser gerado por recomendações via inteligência artificial (IA) – um aumento de 25% em relação à mesma época do ano passado.

Para chegar aos resultados, a Salesforce combinou 6.000 entrevistas em seis países (relatório Shopper-First Retailing) com os insights gerados pelas atividades de 500 milhões de consumidores em 53 países, além de bilhões de transações realizadas via Commerce Cloud.

As principais previsões da Salesforce para o comércio eletrônico no fim de ano:

– Pela primeira vez no período, as compras realizadas por smartphones (46%) devem ultrapassar as feitas por computadores (44%) e tablets (9%).

– As plataformas móveis serão responsáveis pelo número recorde de 68% do tráfego de comércio eletrônico neste período, crescimento de 19% ano a ano.

– O tráfego em plataformas móveis vai atingir seu pico na véspera do Natal, com 72% dos acessos e 54% dos pedidos feitos pelo smartphone.

– A entrega grátis é a grande tendência da temporada: 72% de todos os pedidos vão ser entregues sem custo, número pouco maior do que o observado em 2017.

“As tecnologias móveis são, sem dúvida, a principal força inovadora no varejo desde o surgimento do comércio eletrônico”, diz Rick Kenney, líder de Insights de Consumidores da Salesforce. “Este é o ano do smartphone: a maioria dos pedidos e acessos será feito dessa plataforma. Nesta temporada, o número de acessos via telefone vai ser maior do que o total de acessos a lojas virtuais, de todas as plataformas juntas, ao longo de toda a temporada de festas de fim de ano de 2015. Até mesmo aqueles que preferem as lojas físicas usam tecnologias móveis: 83% dos consumidores entre 18 e 44 anos usam seus telefones enquanto estão nas lojas”, complementa.

– O Instagram vai gerar 51% mais tráfego para sites de comércio do que em 2017, enquanto o Facebook vai observar uma redução de 7%. O tráfego via mídias sociais vai ultrapassar 5% durante as festas de fim de ano, um aumento de 17% em relação aos números do ano passado.

– Sites de saúde e beleza são os principais destinos dos consumidores impulsionados pelo Instagram.

– As recomendações feitas por Inteligência Artificial responderão por 35% de toda a receita do e-commerce no período, um crescimento de 25% em relação à temporada de 2017.

“Quase dois terços dos consumidores acreditam que as lojas não os conhecem de verdade. Incorporando IA às experiências de compra, as lojas conseguem entender melhor o que as pessoas precisam, personalizam as recomendações e aumentam a receita”, diz Kenney.

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Manserv amplia uso de drones nos serviços de facilities

A Manserv, líder em serviços Facilities, Industriais, Logística, expandiu o uso de drones nas operações dos serviços de facilities. A empresa passou também a utilizar drones para inspeção de fachadas, estrutura industrial, áreas verdes e monitoramento de gramados. Com a expansão dos serviços com drones, agora são 8 equipamentos em operação e 20 profissionais capacitados para usar a tecnologia nos serviços de facilities.

Todos colaboradores foram capacitados para deixar de serem inspetores e se tornaram operadores de drones. “Estamos utilizando a tecnologia em inspeção de fachadas de prédios comerciais, inspeção de check-list de demarcações de limites de áreas, inspeção de segurança do trabalho e inspeção de áreas verdes e monitoramento de jardinagens”, afirma Ricardo Moreira Diretor Presidente da Manserv Facilities.

Os drones possuem câmeras de altíssima resolução (4K) que gravam e emitem a análise dos locais de difícil acesso através do zoom. Além disso, com a tecnologia embarcada chamada VANT, em caso de perda de sinal, chuva forte ou tempestade, o equipamento automaticamente volta ao seu ponto inicial de decolagem.

Ele explica que a primeira experiência com drone colocada em prática pela Manserv Facilities foi no ano de 2016 para inspeção de telhados. Antes dos drones, os funcionários percorriam o telhado antes de iniciar os reparos. “Aumentou a eficiência e a segurança durante a inspeção de telhados de instalações fabris e empresariais depois que passamos a usar os equipamentos”, diz.

O executivo acredita que os drones estarão cada vez mais presentes nos serviços das empresas no futuro, por se tratar de uma ferramenta inovadora que promove diversas aplicabilidades de inspeção que direcionam a execução de trabalhos preventivos, seguros e produtivos.

Case de uso de Drone em inspeção de telhados:

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BNZ advogados investe no segmento de startups e implementa sistema de moeda digital para serviços jurídicos

De acordo com um levantamento realizado pela Associação Brasileira de Startups (ABStartups), entidade que representa e mapeia o setor, o Brasil tem entre 10 e 15 mil startups, números que mostram que segmento está em constante crescimento. De olho nesse movimento, o escritório Braga Nascimento e Zilio Advogados Associados criou o BNZ For Startups, unidade responsável por desburocratizar o ecossistema e auxiliar as startups em estágio inicial em relação aos serviços jurídicos.

Em parceria com aceleradoras, incubadoras e comandada por Arthur Braga Nascimento, o BNZ for Startups desenvolveu uma moeda própria por meio de um sistema pré-pago. Assim, os empreendedores investem nos serviços jurídicos que melhor atendem suas necessidades e efetuam o pagamento com as moedas BNZs, podendo parcelar o pacote em até 10 vezes, considerando, ainda, que os valores de serviços chegam a ser de 10 a 12 vezes mais acessível quando comparado com os concorrentes.

Segundo Arthur Braga Nascimento, CEO e fundador do BNZ for Startups, existe uma dificuldade de inovação no mercado de advocacia e por meio desse modelo de negócio, além receber orientação com os trâmites jurídicos, os clientes conseguem saber quanto custa cada serviço adquirido, diferente dos escritórios tradicionais. “Tudo é feito com muita transparência e o empreendedor é notificado sempre sobre cada solicitação de serviço e, se estiver de acordo, pode aprovar a liberação do valor. Nosso time é totalmente dedicado em atender os players do ecossistema e estão cientes sobre quais são as necessidades dos empreendedores e as exigências dos investidores,” explica.

Com menos de dois anos de operação e com atuação em São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Goiânia e Campinas, o BNZ for Startups tem em seu portfólio mais de 70 startups de diferentes segmentos e espera fechar o ano com 100. A empresa também tem parcerias com mais de 7 aceleradoras, onde dão mentoria jurídica gratuita esporadicamente para que os empreendedores possam esclarecer dúvidas e, futuramente, eventualmente se tornarem clientes BNZ.

“O maior objetivo é sermos o escritório jurídico referência em startups. Nosso foco são as startups em estágio inicial, pois entendemos que elas têm muitas demandas jurídicas e não têm tantos recursos para pagar escritórios de grande porte. Encontramos uma oportunidade de mercado para proporcionar a esse público, serviços que se enquadram dentro de seus budgets. Além de auxiliá-los com as demandas, com essa unidade será possível trabalharmos com pequenos empreendedores que, muito provavelmente, se tornarão grandes players e poderão virar nossos cases de sucesso”, finaliza Arthur Braga.

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Engineering do Brasil lança robô fiscal Alfredo

Todos conhecem a complexidade do sistema tributário brasileiro, dois números resumem bem o cenário: no Brasil as empresas gastam 2600 horas/ano no atendimento de obrigações fiscais, quase 10 vezes mais que o segundo colocado e no ranking geral de complexidade tributária, o Brasil ocupa a posição número 137 entre 178 países pesquisados.

Ainda assim, os atuais Sistemas Fiscais possuem funcionalidades limitadas e muito trabalho é feito por pessoas, através de planilhas eletrônicas. Existem riscos inerentes em relação a inconsistências, cálculos personalizados, manipulação de dados e controle de versões. O processo também não é claro, existem entradas e saídas indefinidas e funções e responsabilidades pouco claras. Em resumo, muito tempo acaba sendo gasto em atividades de pouco valor agregado.

Pensando nesse cenário, nasceu o Alfredo. O robô é baseado em dois conceitos fundamentais: a automatização dos processos fiscais e a inteligência artificial. Por um lado, a automatização dos processos fiscais visa eliminar todas as passagens repetitivas e sem valor agregado. Todo o processo é gerenciado pelo “Alfredo” e todos as passagens manuais, que não necessitam da inteligência humana, são executadas automaticamente. Quando o processo requer a intervenção humana, o próprio “Alfredo” pode iniciar um processo colaborativo, garantindo o fluxo das informações e permitindo a tomada de decisão eficaz.

Por outro lado, a rede neural artificial do “Alfredo” permite uma série de análises dos dados fiscais. Aliado a isso, o “Alfredo” possui capacidades de aprendizado, interpretando e classificando as interações humanas. As regras fiscais são aprendidas pelo “Alfredo”, permitindo a análise preditiva (o que deve acontecer?), análise descritiva (o que aconteceu?) e análise diagnóstica (porque aconteceu?).

A parceria entre Engineering, SAP e Google Cloud permitiu a concepção e prototipação do “Alfredo”. Essa aliança entre a SAP e a Google Cloud inclui a certificação do banco de dados SAP HANA no Google Cloud Platform (GCP), no SAP Cloud Platform (SCP) e nas novas integrações do GSuite. O objetivo é desenvolver e integrar as melhores soluções de nuvem e o aprendizado com as novas tecnologias Google Cloud aos aplicativos corporativos da SAP. Os recursos do Google Cloud oferecem a escalabilidade e a oportunidade de criar novos produtos. Em particular, a integração em âmbito Machine Learning, do SAP Leonardo ML Foundation com o Google Cloud ML services, comenta o diretor de Engenharia de Ofertas Digitais, Patrick Baudon.

A Engineering é parceira da SAP em soluções fiscais há 9 anos, e desde 2014 possui o DP-FISC ON HANA, a primeira solução fiscal integrada ao SAP TDF a entrar em produção. O know-how fiscal da Engineering, comprovado por mais de 60 cases de sucesso, o framework Fiscal da SAP (SAP TDF) e as tecnologias do Google Cloud permitem que o Alfredo seja um verdadeiro parceiro para a Jornada da Transformação Digital em âmbito Fiscal.

“A expertise fiscal da Engineering aliada às tecnologias SAP e Google Cloud, viabiliza a implementação de uma estratégia de tecnologia tributária, que garante melhorar a qualidade dos dados, diminuir custos e liberar recursos através da automação maximizada, tudo isso dentro de um framework que garante a integridade dos dados e o compliance fiscal. O foco está em fazer com que as funções tributárias operem em um nível estratégico para fornecer insights de negócios, sem um aumento significativo de recursos possibilitando assim uma verdadeira disrupção na Área Fiscal.”, afirma o diretor de TaxSolutions da Engineering do Brasil, César Kazakevicius.

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Mundipagg amplia pacote de soluções digitais para aumentar conversão de vendas recorrentes e em dispositivos móveis

A plataforma de pagamentos Mundipagg está ampliando seu pacote de soluções para ajudar a aumentar o volume de vendas de seus clientes no ambiente online, principalmente por meio de dispositivos móveis. A empresa agora passa a oferecer os seguintes serviços: Apple Pay, Credit Card Updater e Zero Dollar Auth, sendo os dois últimos soluções de renovação automática de cartões e validação de cartões sem efetuar cobranças, respectivamente. Desta forma, o processo de compra fica mais simples, direto e transparente para o consumidor.

O crescimento de vendas por mobile tem sido expressivo e acelerado, considerando que em 2015 a participação dos dispositivos móveis foi de 12% e, em 2016, de 21,5%. De acordo com o mais recente relatório E-Commerce Radar, 31% das compras no ambiente online são feitas por meio de dispositivos móveis. Por outro lado, a taxa de conversão do mobile ainda é muito baixa, deixando clara a necessidade de novas soluções digitais para aumentar as vendas.

“A Mundipagg é uma empresa que tem a tecnologia como principal vetor de mudança da experiência de compra. A ideia é disponibilizarmos soluções digitais completas para que o consumidor possa usar o meio de pagamento que lhe convém e, com isso, gerar mais vendas para os lojistas via mobile”, diz João Barcellos, CEO da Mundipagg.

O Apple Pay permite, por exemplo, que os consumidores possam fazer compras rápidas sem a presença do cartão físico, adicionando previamente os dados do cartão de crédito no Iphone ou qualquer dispositivo Mac. Segundo levantamento recente da Apple, sua carteira digital tem potencial para atingir 1,2 milhão de pessoas no país, a tornando bastante atrativa para impulsionar negócios mobile.

No ambiente online, quando a data de validade de um cartão expira, compras recorrentes atreladas a ele são bloqueadas até o consumidor inserir os dados do novo cartão. Isso é muito comum, por exemplo, em e-commerces e aplicativos de assinaturas ou com sistema de compras com um clique. Com o Credit Card Updater, o cartão vencido será substituído automaticamente pelo cartão novo. Além da praticidade para o consumidor, que não precisará atualizar os dados manualmente, a Mundipagg prevê maior conversão de vendas para seus clientes.

Já com o Zero Dollar Auth, a Mundipagg deixará de efetuar a transação de validação de cartão com cobrança. Na forma antiga – ainda utilizada por boa parte do mercado – o consumidor recebia, durante a validação, uma notificação de cobrança simbólica, posteriormente estornada. Esse fluxo, algumas vezes, gerava confusão e insegurança com a compra. Com a nova funcionalidade, a validação é feita sem a necessidade de transacionar nenhum valor, trazendo mais confiança ao processo.

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Diebold Nixdorf anuncia parceria com Mastercard e disponibiliza novas transações digitais no canal de caixas eletrônicos

A Diebold Nixdorf, líder mundial que impulsiona o comércio conectado por meio de soluções de automação financeira e de varejo, anuncia sua parceria com a Mastercard para testar dois serviços que fornecem dinheiro a quem precisa. Chamados de Mastercard Cash Pick-UpTM e Cardless ATM, distribuído por Mastercard; as soluções se alinham diretamente com os objetivos da DN de melhorar a experiência do consumidor com caixas eletrônicos, independentemente de terem uma conta bancária; conectando os mundos físico e digital das transações em dinheiro por meio da integração móvel. Ambas soluções são globais e chegarão em breve ao Brasil.

Com o Mastercard Cash Pick-UpTM os bancos terão a possibilidade de disponibilizar dinheiro de forma rápida, segura e fácil para qualquer consumidor autenticado – correntista ou não – por meio de caixas eletrônicos habilitados, sem uso de cartão.

De acordo com Elias Rogério da Silva, presidente da DN Brasil, essa é a oportunidade que traz grandes benefícios para o usuário. “Essa tecnologia permite o acesso da população não bancarizada a serviços de transações financeiras, aumentando a conveniência para usuários de diferentes perfis. Além disso, a parceria permite que instituições financeiras aumentem suas receitas, por meio de novos volumes de transações”, explica.

Já a solução Cardless ATM permite que correntistas saquem dinheiro do caixa eletrônico mais próximo usando a conveniência do aplicativo bancário. Uma vez que os consumidores estão no caixa eletrônico, eles podem passar rapidamente pelo processo de autenticação para receber seu dinheiro. Como grande parte da transação é realizada no app e na nuvem, as informações sensíveis nunca são expostas. Por isso, a solução torna as transações seguras, convenientes e transparentes para os consumidores.

“Como uma empresa de tecnologia, estamos sempre considerando o que o futuro pode trazer e hoje temos uma grande oportunidade com a Diebold Nixdorf para definir a próxima onda de produtos digitais para o canal ATM”, disse Daniel Goodman, vice-presidente sênior e gestão de Produto ATM na Mastercard. “Ao reunir a rede Mastercard e a grande escala global da Diebold Nixdorf, podemos ajudar a levar a indústria de ATMs adiante na direção de um padrão globalmente escalonável para impulsionar a inovação digital no canal ATM”.

A tecnologia móvel continua tendo um impacto significativo na indústria global de ATMs. Ao usar a conveniência das transações digitais para acessar e depositar dinheiro, os consumidores podem facilmente sacar ou enviar dinheiro para outras pessoas quando eles mais precisam e os bancos podem solidificar suas relações com o consumidor.

“Esta parceria com a Mastercard é outra maneira de continuarmos unindo, com segurança, os mundos físico e digital do dinheiro, inovando a experiência de caixa eletrônico para os consumidores por meio do nosso pacote Vynamic™ de soluções de software”, disse Alan Kerr, vice-presidente sênior de Software da DN. “Muitos de nossos clientes estão buscando reter consumidores e impulsionar transações flexíveis para seus canais de autoatendimento. Essa parceria com a MasterCard beneficia essas duas áreas”.

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Agibank PayCar transforma a placa do carro em uma conta bancária e revoluciona a forma de pagar por serviços

O Agibank, banco 100% digital, está lançando o Agibank PayCar – funcionalidade que oferece uma nova experiência em transações financeiras para seus clientes. A solução de pagamento para postos de gasolina, pedágios e estacionamentos conveniados ao Agibank utiliza a leitura da placa do automóvel antes da confirmação da operação – que pode ser realizada tanto por uma notificação de push no celular do cliente, quanto pelo reconhecimento facial, sem necessidade de sair do carro. A tecnologia já foi validada em testes piloto pelos laboratórios do Agibank, e está pronta para ir às ruas.

“Por meio de uma solução de IoT (Internet of Things) conectamos a placa do carro dos nossos usuários às suas contas digitais, utilizando a tecnologia de OCR (Optical Character Recognition). O cadastro da conta digital combinado ao segundo fator de autenticação – pelo app ou pelo reconhecimento facial – garante total segurança aos nossos clientes”, explica Marciano Testa, Fundador e CEO do Agibank.

O Agibank PayCar está integrado ao aplicativo do banco, o que permite o débito em conta do cliente e crédito na conta do posto parceiro de forma rápida e transparente. “A solução utiliza IoT nos estabelecimentos auditados por geolocalização e demais camadas de controles de segurança.As tecnologias de reconhecimento de imagens através de OCR operam em conjunto com Machine Learning, sendo ambos os serviços em nuvem”, detalha o CIO do Agibank, Fernando Castro. “No futuro, qualquer eletrodoméstico poderá ter sua conta própria no Agibank, enquanto o cliente apenas aprova as transações de maneira rápida e simples”, projeta Castro.

100% Digital e crédito imediato

O Agibank é um banco 100% digital fundado e liderado por Marciano Testa. Seu propósito é fazer o dia a dia das pessoas melhor, proporcionando a inclusão financeira para milhões de pessoas que não se sentem representadas pelo modelo bancário atual. Primeira e única instituição financeira do mundo a transformar o número do celular no número da conta corrente do cliente, permite que qualquer pessoa com um smartphone se torne correntista Agibank – uma inovação que facilita a usabilidade e conectividade com milhões de pessoas para pagamentos P2P. A possibilidade de enviar dinheiro com a facilidade de se enviar uma mensagem fez com que fosse considerado o “WhatsApp dos bancos”.

Único banco em que o cliente recebe uma oferta de crédito online já na abertura da conta, o Agibank mostra sede por desafiar o estabelecido e construir o que é visto como impossível. Com seu mindset jovem e cultura de startup, desenvolveu o próprio método de transformação digital, o ASA – Agile Scale Agibank – e utiliza o mais moderno conceito de arquitetura de tecnologia omnichannel and open API, que possibilita escalabilidade com baixos custos de infraestrutura. Além disso, a plataforma permite que o cliente acesse os serviços de maneira completa por diversos pontos de contato – aplicativo, terminais de autoatendimento, internet banking e pontos de experiência.

O aplicativo de conta corrente está disponível gratuitamente no sistema Google Android e Apple iOS. Não há a cobrança da taxa de manutenção de conta, tão comum nos bancos tradicionais. Além da sua plataforma digital, o Agibank tem presença em todo o país. Sua estratégia de atuação é omnichannel, com 575 pontos físicos de atendimento em mais de 440 municípios, em todos estados da Federação. Reportando um lucro líquido de R$ 110 milhões no primeiro semestre de 2018, o banco oferece operações de crédito, serviços de conta corrente, cartões, investimentos, consórcios, seguros e meios de pagamento para mais de 1 milhão de clientes.

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Real Trends renova imagem e tem forte crescimento

A Real Trends, plataforma líder em ferramentas de análise e gestão para vendedores do Mercado Livre, se renova melhorando sua imagem e plataforma. A companhia anunciou que, nesta data, conta com mais de 8000 clientes e que no decorrer de 2018 obteve um crescimento de 200%.

A premissa que a startup apoia é “facilitar a vida dos vendedores” por meio de uma solução all-in-one que oferece todas as ferramentas necessárias para vender profissionalmente e diferenciar-se da concorrência.

“Um dos principais objetivos da Real Trends implica em melhorar a experiência de nossos usuários e oferecer todas as ferramentas e funcionalidade para que possam vender mais e melhor; e neste sentido, trabalhamos na melhora de nossa plataforma e do nosso site”, destacou Javier Goilenberg – CEO e Cofundador da Real Trends.

Por sua vez, Patrício Molina, CTO e co-fundador da empresa acrescentou: “As tecnologias e formas de navegação evoluíram muito desde que lançamos a primeira versão da Real Trends, há mais de quatro anos, então também precisávamos atualizar e melhorar”.

Desta forma, a Real Trends continua a evoluir para que seus clientes possam vender mais oferecendo excelentes serviços, otimizando sua gestão diária e aproveitando as oportunidades de mercado em tempo real.

Real Trends na Mercado Livre Experience

A Real Trends participou da Mercado Livre Experience 2018 em São Paulo. Nesta terceira edição, o evento reforçou o seu compromisso com o mercado de tecnologia e e-commerce, contribuindo para que desenvolvedores e vendedores se conheçam e gerem oportunidades. Com esse intuito, milhares de pessoas passaram pelo estande da empresa.
¨É muito importante pra gente conhecer os rostos, tirar as dúvidas e interagir ao vivo com nossos clientes, parceiros e o público em geral. Eventos como esses são muito importantes para confraternizar e profissionalizar o trabalho por meio das palestras e workshops que acontecem no evento¨, salientou Goilenberg na hora de analisar o acontecido em São Paulo no primeiro fim de semana de setembro.

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CEO da Stefanini destaca a importância da diversidade para transformar ambientes corporativos

A Diversidade é um tema que tem sido debatido com frequência em várias frentes, no entanto, está longe de ter sua amplitude inserida devidamente no meio corporativo. Para ampliar esse debate, a CEO da Stefanini, uma das mais importantes provedoras globais de soluções de negócios baseadas em tecnologia, estará presente no Programa Estratégico da Amcham Porto Alegre (RS), que acontece dia 17 de setembro. Na ocasião, Monica Herrero, CEO da companhia, debaterá sobre o tema Cultura e Diversidade no universo corporativo. Entre os tópicos a serem debatidos, estão ‘Diversidade como estratégia organizacional’, ‘Ambientes diversos e inovação’ e ‘Cultura voltada ao fomento da diversidade’.

O Programa voltado para as lideranças femininas consiste em cinco módulos de aprendizagem direcionados para médias e altas gerências. Cada módulo terá 4 horas e abordará um aspecto essencial na formação de lideranças.

O cenário atual está direcionado para o alcance da equidade de gênero em todas as esferas e torna-se fundamental trabalhar questões de fomento e desenvolvimento de mulheres executivas, pensando em um ambiente organizacional mais diverso e atuando com o objetivo de propiciar um espaço de troca e inspiração para as executivas gaúchas.

Com o intuito de multiplicar conhecimentos e auxiliar na missão de transformar o ambiente de negócios, Monica Herrero levará para o evento a experiência da Stefanini, que apoia a diversidade como um todo. “Sabemos que este desafio é grande, mas temos que abrir a discussão e criar mecanismos reais com processos efetivos para que a diversidade permeie as corporações, por meio de um movimento natural e contínuo, seja para mais espaços para a mulher no mercado de trabalho e de pessoas de todos os gêneros”, enfatiza Monica Herrero.

Programação completa:

Módulo 1 | Cenário Global
Panorama atual do mercado de trabalho | Transformação organizacional | Diversidade e performance financeira

Módulo 2 | Liderança Contemporânea
Autoconhecimento | Protagonizando a transformação | Gestão de equipes de alto desempenho
Novas práticas de gestão

Módulo 3 | Cultura e Diversidade
Estratégia organizacional | Ambientes diversos e inovação | Cultura voltada ao fomento
da diversidade

Módulo 4 | Negociação e Networking
Executivas e negociação – como incentivar | Atitude e postura para negociar
A importância do networking para crescimento profissional

Módulo 5 | Carreira
Como equilibrar vida pessoal com a profissional | Destacando-se em um ambiente
masculino | A importância de estabelecer metas profissionais

ANOTE EM SUA AGENDA:
Módulo 3: Cultura e Diversidade
Dia: 17 de setembro, segunda-feira
Horário: 14h às 18h
Local: Amcham Business Center
Endereço: Rua Dom Pedro II, 861, 8º andar – Porto Alegre, RS

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Cyberstalking: da curiosidade ao crime

Por Gustavo Alves Parente Barbosa

No último dia 4 de setembro, foi divulgada a notícia de que a atriz Thaís Melchior desativou seus perfis nas redes sociais após receber ameaças e xingamentos de fãs da novela que participará. Thaís não foi a primeira celebridade a se assustar com o assédio vindo da internet. Em caso muito mais emblemático, um fã da apresentadora Ana Hickmann, não satisfeito em monitorar e perseguir sua vida nas redes sociais, invadiu seu quarto de hotel e atirou contra ela, acertando sua assessora. O desfecho da tragédia se deu com a morte do fã obsessivo pelo cunhado da apresentadora.

Embora pessoas públicas sejam alvos mais frequentes de mensagens de ódio e assédios pela internet, podendo chegar a situações extremas como a de Ana, infelizmente, casos como esses não são exclusividade dos famosos.

A evolução da tecnologia e o acesso à internet disseminado e na palma de nossas mãos são fatores preponderantes para o crescimento exponencial do número de usuários das redes sociais. Embora elas tenham surgido, com representatividade global, no início dos anos 2000 com o Orkut, Myspace e Fotolog, seu alcance ainda era incipiente. O Orkut, por exemplo, chegou a ter “apenas” 66 milhões de usuários, nada comparado à rede social de Mark Zuckenberg. De acordo com o site statista.com, o Facebook supera tranquilamente a casa dos dois bilhões de membros, enquanto que o Whatsapp e o Instagram já bateram a marca de um bilhão.

Mas junto com a popularidade das redes vieram também alguns problemas. É crescente, por exemplo, a prática de ilícitos de diversas naturezas cometidos por meio delas e dos aplicativos digitais. É, também, cada vez maior o número de pessoas que sofrem com o chamado cyberstalking, termo em inglês utilizado para descrever conduta de quem ilegalmente persegue ou assedia virtualmente alguém.

O comportamento perseguidor, de acordo com o Centro Nacional de Vítimas de Crime dos Estados Unidos, é caracterizado por “uma linha de conduta dirigida a alguém específico que leva pessoas razoáveis a sentir medo”. Os números dessa prática, seja virtual ou real, chamam a atenção: são 7.5 milhões de pessoas que sofrem algum tipo de perseguição persistente nos Estados Unidos; 11% são perseguidas por 5 anos ou mais; e 1 em cada 5 vítimas são perseguidas por um estranho.

Esses dados, aliados ao aumento de usuários de redes sociais, só tendem a crescer. Cada vez mais a população mundial expõe suas vidas na internet, permitindo que algumas pessoas se sintam “parte dela” e obtenham informações de diversas naturezas, tais como os locais que frequenta, com quem se relaciona, seus hábitos etc.

Essas informações são importantes para nutrir o assédio persistente do stalker, que pode ocorrer com o envio constante de mensagens, especialmente de ódio, por monitoramento incessante das redes sociais, propagação de notícias difamatórias, tentativa de contato com parentes, amigos ou pessoas do convívio do perseguido, podendo, inclusive, extrapolar o ambiente virtual, se desenvolvendo para perseguições nos locais em que sabidamente a vítima frequenta.

O cyberstalking é definido como crime pelo ordenamento jurídico de diversos países. Na Alemanha, país referência em matéria penal, comete o delito quem “perseguir ilegalmente uma pessoa buscando sua proximidade” ou “tentando estabelecer contato” “por meio de telecomunicação ou outros meios de comunicação ou através de terceiros” (seção 238 do código penal alemão).

No Brasil, porém, ainda não há a figura deste crime específico. Tramita no Senado Federal o Projeto de Lei nº 236/2012 para reforma do Código Penal, em que a “perseguição obsessiva ou insidiosa”, realizada por quem, “de forma reiterada ou continuada, ameaça à integridade física ou psicológica” da vítima, “restringindo-lhe a capacidade de locomoção ou, de qualquer outra forma, invadindo ou perturbando sua esfera de liberdade ou privacidade”, é punida com prisão de dois a seis anos. No entanto, o projeto em questão ainda se encontra em fase de discussão.

A atual ausência de tipificação da perseguição virtual e do assédio persistente não significa, contudo, que tais condutas possam ficar impunes. Nos casos menos graves, por exemplo, elas podem ser caracterizadas como perturbação à tranquilidade, prevista no art. 65 da lei de contravenções penais, cuja competência para julgamento é do Juizado Especial Criminal.

Já nos mais graves, em que constatada efetivamente uma ameaça “por palavra, escrito ou gesto, ou qualquer outro meio simbólico, de causar” à vítima “mal injusto e grave”, o autor poderá responder ao delito previsto pelo artigo 147 do Código Penal.

Em situações ainda mais complexas, esse comportamento pode resultar na prática de lesão corporal, prevista no art. 129 do Código Penal, pois comete este delito não só aquele que atinge a vítima com um soco, por exemplo, mas também quem, de qualquer forma, atente contra a sua integridade física, aí incluída a saúde mental.

Por fim, a lei Maria da Penha (11.340/06) estabelece que a violência doméstica e familiar contra a mulher consiste em qualquer ação fundada no gênero que cause lesão psicológica. Como não há dúvidas de que o stalking pode ser uma forma de violência psíquica contra a mulher, ao agressor é também passível a aplicação das medidas protetivas de urgência previstas nessa lei.

Como se nota, o tema é bastante delicado, mas é importante que quem sofra uma situação de perseguição não permaneça em silêncio e busque informações sobre como evitar que a conduta de seu agressor se perpetue e quais os mecanismos legais para enfrentar o problema. Por outro lado, é preciso distinguir a perseguição obsessiva virtual do acompanhamento, ainda que contundente, nas redes sociais.

Vale lembrar que as mídias sociais possuem ferramentas para que o usuário limite a sua exposição, com avançadas definições de privacidade, o que pode evitar situações indesejadas e comportamentos obsessivos de potenciais cyberstalkers.

Gustavo Alves Parente Barbosa, sócio do escritório Malheiros Filho, Meggiolaro e Prado Advogados, referência em Direito Penal.

Estudo global da Deloitte mostra aumento da preocupação das empresas em relação ao bem-estar dos funcionários no ambiente de trabalho

Em meio a questões como automação, busca por novas habilidades e força de trabalho com dificuldades de adaptação a um mercado cada vez mais exigente, as empresas também enfrentam atualmente a necessidade de reposicionamento, no sentido de compreender seu papel nas sociedades em que estão inseridas. Em seu relatório “Tendências Globais de Capital Humano de 2018 – A ascensão da empresa social”, a Deloitte examina as crescentes expectativas que este cenário traz e o ritmo acelerado com que a tecnologia está moldando as prioridades de capital humano das organizações.

Ao ouvir mais de 11 mil líderes de RH e de negócios, o relatório Global Human Capital Trends deste ano consolida-se como a maior pesquisa do gênero. Nela, os entrevistados apontam para a necessidade de um C-suite (altos executivos) capaz de desenvolver uma abordagem multidisciplinar para lidar com questões complexas – 85% consideram esse fator importante ou muito importante. Porém, apesar do resultado, 73% dizem que seus executivos ainda precisam aprimorar esta colaboração e sinergia entre eles.

Na amostra nacional da pesquisa, com 337 participantes, o levantamento demonstra que 92% dos executivos apontam a atenção com o bem-estar como uma questão importante para suas atividades profissionais no futuro; 57% dos respondentes também acreditam que seu negócio pode gerar um impacto positivo a coletividade.

“Uma empresa social tem a missão de combinar crescimento de receita com o respeito e apoio a todos os seus públicos de interesse. Trata-se de uma organização que tem a responsabilidade de ser exemplar, tanto dentro quanto fora de seu ambiente, servindo como modelo e promovendo um alto grau de colaboração em todos os níveis da organização. O resultado aferido no Brasil, que destaca a preocupação com o bem-estar como principal ponto ressaltado pelos executivos, indica que estamos nos preparando bem para o futuro”, aponta Roberta Yoshida, sócia-líder da Consultoria em Gestão de Capital Humano da Deloitte Brasil.

Ao mesmo tempo em que impulsionam grandes oportunidades, as mudanças tecnológicas também trazem impactos surpreendentes na sociedade. No Brasil, 87% dos executivos do C-Level dizem que a revolução tecnológica trará mais igualdade, estabilidade e a possibilidade de influenciar o futuro – mais até do que o governo.

“As pessoas esperam que os líderes preencham a lacuna existente entre a expectativa gerada por estas transformações e a realidade em que de fato se encontram as empresas. Contudo, nossa pesquisa mostra que estas lideranças ainda têm um longo caminho a percorrer”, acrescenta Yoshida. “Um alto comando dedicado a construir uma empresa mais social será um diferencial para as companhias atraírem talentos certos, impulsionar a fidelidade do cliente e sustentar o crescimento a longo prazo.”

Ainda nos resultados da amostra do Brasil, 40% dos respondentes classificaram a remuneração como um tema muito importante para suas empresas. Contudo, apenas 6% apontaram estar adequadamente prontos para aplicar mudanças em seus programas de recompensas.

“No Brasil, vimos que 72% dos executivos consideram que os planos de carreira em suas empresas não são pautados pela hierarquia organizacional, enquanto apenas 20% afirmam que suas empresas desenvolvem pessoas por meio de experiências de aprendizado e 18% dizem oferecer aos seus empregados a possibilidade de se desenvolverem e traçarem novos caminhos para suas carreiras”, afirma Roberta Yoshida.

Na amostra global, a pesquisa revela que o aumento da transparência e da conscientização política são vetores importantes no papel das empresas como um fator de mudança. As organizações acreditam que cada vez mais devam desenvolver o bem social, tanto para clientes, comunidades e sociedade, quanto para seus profissionais.

Longevidade e automação da força de trabalho

A maior expectativa de vida do trabalhador também levanta questões como a duração da carreira e impactos econômicos advindos de remuneração e seguridade. Mesmo diante das vantagens competitivas que os talentos mais experientes oferecem, 49% dos respondentes de todo o mundo indicam que suas empresas não fizeram nada para ajudar este público a encontrar novas carreiras. Outros 15% dizem que os trabalhadores mais maduros são vistos como um impedimento ao desenvolvimento de talentos, indicando que o amadurecimento da força de trabalho continua a ser um recurso inexplorado de experiência e conhecimento para o benefício corporativo.

Este cenário faz com que a força de trabalho autônoma ganhe relevância dentro das organizações socialmente conscientes. No ano passado, as empresas atentaram-se para como as mudanças induzidas pela automação afetariam os indivíduos. A pesquisa da Deloitte mostra que 4 entre 10 empresas acreditam que a automação terá um grande impacto nos empregos – 61% estão agora redesenhando os trabalhos em torno da Inteligência Artificial (IA) e da robótica. Além disso, 72% dos líderes de RH e de negócios classificaram o tópico IA como importante ou muito importante.

“Hoje, no mercado brasileiro, 48% dos executivos acreditam que a Inteligência Artificial será amplamente utilizada em suas empresas nos próximos 3 a 5 anos, porém ainda é necessário que estes líderes comecem a se preparar para lidar com esta tendência para poderem continuar competitivos no mercado – apenas 33% dos executivos que conversamos sentem-se preparados para lidar com a Inteligência Artificial”, complementa Roberta Yoshida.

Metodologia e amostra

Para a realização da pesquisa, foram ouvidos mais de 11 mil profissionais de diferentes níveis hierárquicos, (337 no Brasil), contemplando organizações de pequeno, médio e grande portes, em 30 países, distribuídos por Oceania, Oriente Médio, África Central, Europa, Américas e Ásia. No Brasil, a pesquisa ouviu representantes de diferentes setores da indústria, entre eles, os de manufatura (18%), bens de consumo (14%), serviços (13%), energia e recursos naturais (11%) e tecnologia (11%). O levantamento de 2018 obteve um número recorde de respostas, confirmando-se como a mais abrangente pesquisa sobre Capital Humano do Brasil com esse perfil.

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