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Capgemini é reconhecida como líder em CRM e Customer Experience pelo Gartner

A Capgemini está posicionada como líder do Quadrante Mágico do Gartner para Customer Experience (CX) e Customer Relationship Management (CRM), em ambos devido ao seu crescimento acima da média do mercado e ao foco em soluções para projetos complexos ou de grande porte.

O Quadrante Mágico do Gartner avaliou 21 prestadores full-service com oferta de uma ampla gama de serviços, capazes de cobrir diferentes alcances de projetos em CRM e CX. Entre os seus pontos fortes, a Capgemini traz uma grande amplitude de competências integradas: desde o expertise na indústria até a oferta de consultoria em CX e a capacidade de análise na tecnologia de CRM, além da proximidade e parceria com os principais provedores de soluções de CRM. O relatório também destacou que “a Capgemini é a melhor em situações que requerem adaptação específica ao cliente, com soluções que necessitam de uma combinação de competências comerciais e tecnológicas”.

Pierre-Yves Glever, Líder Global em Digital Customer Experience da Capgemini, comemorou: “Estamos orgulhosos por termos sido reconhecidos como líderes em Customer Experience e em CRM pelo Gartner. Acreditamos que é um reconhecimento de nossos esforços contínuos para atender, cada vez melhor, os nossos clientes, ajudando-os a entregar valor e velocidade, tanto para os seus consumidores finais quanto para os negócios. Nesta missão, desenvolvemos globalmente nossas capacidades e aceleradores.

Estamos encantados, novamente, com esse reconhecimento do Gartner”.

Clique aqui para acessar o relatório completo: https://www.capgemini.com/resources/capgemini-named-a-leader-inmagic-quadrant-for-customer-experience-crm-implementation-services/

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Fintech leva modelo eletrônico de gerenciamento do consignado brasileiro para Índia

Liderada por um brasileiro e há dois anos no mercado indiano, a SalaryFits, fintech focada em saúde financeira e sustentabilidade, é uma das empresas convidadas para apresentar ao mercado internacional sua plataforma, durante a MISSÃO StartSe na Índia, que acontece em Nova Déli.

Com um cenário econômico de intensa desigualdade social, elevado índice de “desbancarização”, isto é: um ambiente em que as pessoas não mantêm relações ou mesmo não possuem um histórico de crédito com instituições financeiras, alinhado a um ambiente favorável à inovação e empreendedorismo e avançado crescimento econômico, o país que é o terceiro maior mercado de startups do mundo, atrás apenas do Reino Unido e Estados Unidos, demonstra ser o ambiente ideal para uso e aplicação dos conceitos trazidos pela plataforma SalaryFits.

A SalaryFits é uma spin off que leva o conceito da plataforma eConsig ao mercado internacional. “Iniciamos um estudo avançado do mercado em 2015 e dedicamos esforços para fechar parcerias e executar o nosso projeto durante o biênio 2016 e 2017 e iniciaremos em breve pilotos que já estão em status avançados para execução. Esses dois anos de imersão foram primordiais para conhecermos os pontos não apenas financeiros, mas todo o mindset estrutural do mercado. A oferta de benefícios em prol da saúde financeira do indivíduo por meio de dedução salarial não é um formato comum no país, e é essa a novidade desenhada em uma plataforma digital que estamos levando de forma inédita aos indianos”, comenta Renato Araujo ,fundador da Zetra e chairman da SalaryFits.

A proposta da SalaryFits é ampla, providenciando uma gama de benefícios através de empresas privadas e públicas aos seus colaboradores. Produtos ou serviços oferecidos por provedores, tais como bancos, empresas de seguros, planos de saúde, entre outras mais, desde que estejam vinculados ao desconto no salário do empregado, podem ser contemplados pela plataforma. O produto tem sido bem aceito pelo mercado financeiro indiano, que o enxerga também como um indicador de acompanhamento do aquecimento econômico do país. Uma vez que poderá ser um injetor de crédito ao consumo de forma consciente e sustentável no mercado.

A condição desempenhada pelos canais da plataforma ao indivíduo, que tenha ou não lastro financeiro, para providenciar uma contratação de empréstimos ou qualquer outro produto financeiro são únicas naquele mercado. O empregado de determinada empresa parceira da SalaryFits pode, de forma não burocrática e transparente, ter acesso às melhores e mais justas ofertas de juros e valores, dando como garantia de pagamento uma determinada porcentagem de seu salário mensal. Todo o processo arquitetado pela SalaryFits ocorre de forma fácil e rápida e digital.

“Atualmente, uma oferta de crédito na Índia varia entre 15% a 18% de juros, já com todas as taxas inclusas. Por toda eficiência e segurança já comprovada da plataforma da empresa, a SalaryFits acredita que estes números poderão reduzir consideravelmente”, garante o executivo.

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A Inteligência Artificial é crucial para a transformação da força de trabalho

Por Raj Mukherjee, Vice-Presidente de Produto no Indeed

A força de trabalho atual está passando por um período de mudanças que traz ambientes mais produtivos e eficientes. Mas também está fazendo com que modelos de profissões e carreiras se transformem e as lacunas de talento se ampliem se tornando mais desafiador encontrar e reter os funcionários certos. Assim como os avanços em inteligência artificial (AI), automação e a mobilidade evoluem o local de trabalho, a aquisição e a retenção de talentos – que já representam um dos maiores desafios enfrentados pelas empresas – se tornarão mais importante do que nunca.

A boa notícia é que muitas dessas tecnologias, especialmente a AI, também estão transformando a maneira com a qual identificamos e contratamos talentos, tornando o processo mais produtivo, eficiente e diverso. Ainda que esteja em um de seus estados iniciais, a AI já é capaz de conectar os candidatos aos empregos e, em um futuro próximo, ela será fundamental para ajudar as empresas a reterem funcionários e ajudarem os indivíduos a crescerem e alcançarem suas aspirações de carreira.

O Impacto da AI no processo de contratação

Descrições de emprego

As futuras descrições de emprego serão diferentes. O Processamento de Linguagem Natural (NLP, na sigla e inglês) já está melhorando a categorização da descrição de emprego ao encontrar e extrair critérios cruciais nas postagens e incluí-los nos algoritmos de AI a fim de identificar os empregos mais relevantes para os candidatos. Quando a pontuação do algoritmo demonstra que as qualificações do candidato se enquadram em uma descrição de emprego, ele é encorajado a se candidatar para o cargo.

No futuro, as descrições de emprego e os currículos se tornarão mais personalizados e com recursos que economizam tempo de forma a ajudar a atrair os talentos. Os “agentes” conversacionais – provavelmente robôs ou sistemas automatizados que usam informações humanas ou de máquinas – permitirão que os candidatos e empregadores se engajem uns com os outros e compreendam suas necessidades.

Pense sobre a oportunidade oferecida por um botão de chat em uma descrição de emprego que permita a um candidato fazer perguntas imediatamente sobre um emprego. Ou um que permita que um empregador faça perguntas detalhadas sobre a experiência do candidato. Não só muitas perguntas serão respondidas nesse estágio, mas as que não forem serão encaminhadas para que os gerentes de contratação respondam e, ainda mais importante, serão usadas para treinar o sistema para o futuro.

Agilizando a avaliação dos candidatos

É difícil avaliar milhares de candidatos de forma justa e eficiente. Atualmente, recrutadores avaliam em um currículo a instituição de ensino e os empregos anteriores e isso certamente faz sentido. Mas a melhor maneira de verificar as competências é a aplicação real para a vaga disputada. Isso permite que empregadores em potencial vejam se um candidato pode realizar as funções inerentes ao cargo em uma avaliação simulada do trabalho. Alguns exemplos:

• Um desenvolvedor de software realiza um exercício de codificação enquanto interage com futuros colegas de trabalho (ou virtuais).

• Um analista financeiro desenvolve um modelo financeiro e é classificado em uma conversa sobre regulações financeiras e de melhores práticas.

• Um analista de suporte técnico bilíngue é avaliado pela fluência oral, por lidar com clientes chateados e pela habilidade de aprender sistemas desconhecidos.

Essas são as situações críticas nos atuais processos de entrevistas, mas elas atualmente usam muitos recursos e dependem da habilidade do entrevistador. A AI pode aumentar currículos ao automatizar esses tipos de avaliações. Nesse sentido ela pode dar aos gerentes de contratações um ranking imparcial das qualificações dos candidatos em potencial. Imagine uma biblioteca com milhares de avaliações onde um gerente de contratação pode escolher um conjunto personalizado de simulações de competências para a posição necessária. Essas avaliações personalizadas podem fornecer a ambas as partes a transparência necessária para encontrar o casamento ideal, ao mesmo tempo em que economizam tempo para um grau mais elevado de conexões humanas que possam criar confiança entre as partes e resultar em uma maior confiança na contratação.

Planejamento para a carreira após a contratação

O papel da AI não termina quando um candidato aceita um emprego. Os trabalhadores de hoje esperam trocar de emprego pelo menos algumas vezes ao longo da carreira. Estudos demonstram que a mais nova geração da força de trabalho, conhecida como Millennials, troca de emprego mais frequentemente do que as gerações anteriores. A AI pode ajudar os empregadores a mapearem o caminho da carreira de um indivíduo para garantir que os funcionários fiquem na empresa. Os algoritmos AI, quando se trata de conjunto de habilidades, desempenho e desejos, podem até ajudar os empregadores a saberem o que fazer para manter os funcionários crescendo dentro das suas organizações.

Da mesma forma, a AI pode ajudar um funcionário a compreender o que fazer agora para garantir o sucesso na futura carreira. Imagine uma AI que notifique você quando chegar a hora de pedir um aumento, fazer um treinamento ou conectar você com a pessoa certa para transformar as suas aspirações de carreira em realidade.

O futuro da tecnologia para encontrar o emprego ideal

A tecnologia para encontrar emprego continua evoluindo – tornando-se mais personalizada, perfeita e automatizada. A previsão é de um mundo onde existam dados suficientes para que as pessoas possam virtualmente só apertar um botão e receber uma oferta de trabalho.

Ao mesmo tempo em que a tecnologia AI pode tornar o processo muito mais eficiente, aceitar um emprego ainda requer a decisão do candidato ao emprego.

Uma decisão que é influenciada por relacionamentos, objetivos e a definição individual de um emprego significativo. A tecnologia AI pode dar aos recrutadores, empresas e candidatos mais tempo para focar nas conexões humanas que criem confiança e inspirem o desenvolvimento na carreira. Dessa forma, a AI está transformando rapidamente a maneira como identificamos e contratamos talentos e está no caminho para se tornar a sua companheira de carreira.

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IBM e Salesforce intensificam parceria estratégica

A IBM e a Salesforce, líder global em CRM, acabam de anunciar a expansão de sua parceria estratégica. Os serviços do IBM Cloud e Watson serão integrados ao Salesforce Quip e Service Cloud Einstein para que as empresas se conectem aos clientes, colaborem mais e obtenham melhores insights.

A expansão abriu caminho para a Salesforce selecionar a IBM como principal provedora de serviços de nuvem, e à IBM, por sua vez, escolher a Salesforce como principal plataforma de engajamento com clientes para vendas e atendimento.

“O sucesso dos nossos clientes é o principal objetivo da Salesforce e estimula medidas como a aliança estratégica com a IBM”, diz Marc Benioff, presidente e CEO da Salesforce. “A combinação do IBM Cloud e do Watson com o Salesforce Einstein e Quip vai entregar ainda mais inovação para conectar empresas a seus clientes de novas maneiras, com suporte das tecnologias de nuvem e de inteligência artificial”.

Como parte da expansão da parceria, a IBM vai desenvolver os novos aplicativos IBM Watson Quip Live para integrar as duas soluções. Os apps serão interativos e personalizados e estarão ligados a todos os documentos do Quip, para aumentar a eficiência das equipes de vendas ao longo de todo o ciclo de oportunidades. Com a plataforma de criação e edição de documentos do Quip, é possível compilar todo o conteúdo relevante de um projeto em um único documento, eliminando a necessidade de trabalhar em várias janelas e aplicativos ao mesmo tempo.

“A escolha da IBM para fornecer serviços de nuvem à Salesforce demonstra a capacidade do IBM Cloud de ajudar as empresas a transformarem seus modelos de negócios”, diz Ginni Rometty, presidente e CEO da IBM. “A expansão da parceria pretende combinar as forças do Watson e do Einstein para ajudar empresas a tomarem decisões mais inteligentes”.

Com a primeira integração entre IBM e Service Cloud, as empresas vão contar com os recursos do IBM Watson e do Service Cloud Einstein, que vão entregar recomendações orientadas por Inteligência Artificial (IA) para determinar as próximas ações. Com a análise preditiva orientada por IA, é possível criar interações personalizadas e acionadas por clientes com base na última ligação ou mensagem, ajudando a construir conexões mais sólidas.

O anúncio fortalece a parceria divulgada anteriormente pela IBM e pela Salesforce, com o objetivo de oferecer soluções integradas e IA para dar suporte a decisões mais rápidas e inteligentes. Com mais de quatro mil clientes em comum, a parceria já ajudou muitas empresas a implementar as novas soluções do Watson para intensificar a conexão com seus clientes. A Autodesk é um exemplo delas.

“A aliança entre a Salesforce e a IBM não podia ser melhor”, diz Rachael Cotton, gerente sênior de engajamento de serviços automatizados da Autodesk. “A Salesforce armazena enormes volumes de dados de clientes de empresas como a Autodesk, e muitos deles não são usados para nada. Ao combinar a IA do IBM Watson e IBM Cloud com os insights da Salesforce, a Autodesk pôde compreender melhor seus clientes e transformar a experiência entregue a eles”

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CargoX é primeira transportadora do Brasil a aceitar pagamento em bitcoins

A CargoX – empresa brasileira que oferece serviços de transporte de carga baseados em tecnologia e big data – anuncia sua nova forma de pagamento. A partir de agora, os clientes que contratarem os serviços da startup poderão fazer o pagamento em bitcoins.

Estas criptomoedas surgiram há nove anos, mas ganharam destaque especial nos últimos meses. Em 2017, a cotação das bitcoins valorizou cerca de 1.400% chamando a atenção da mídia e do grande público e levando mais pessoas a investirem nesse tipo de moeda. Com essa popularização, houve um aumento do número de produtos e serviços que podem ser pagos com a moeda virtual.

De olho nessa tendência, a CargoX está se estruturando para receber o pagamento dos seus serviços de transporte em bitcoins a partir do mês de abril. “Observamos o movimento do mercado em torno das criptomoedas e decidimos nos preparar para aceitar pagamentos nesse tipo de moeda”, conta Federico Vega, CEO da CargoX.

Conhecida pelo seu caráter inovador, a startup foi eleita pela CB Insights, empresa americana de inteligência de dados para investidores, como uma das 30 empresas mais disruptivas do mundo em 2018, sendo a única representante da América Latina. “Estamos em constante movimento de inovação, investindo em big data e no desenvolvimento constante de tecnologia, então faz todo sentido adotarmos também o pagamento em bitcoins”, explica o CEO.

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Digital workspace e colaboração: a evolução do home office

Por Rodrigo Coppola

A forma como nos comunicamos acompanha a transformação tecnológica. O número cada vez maior de dispositivos e ferramentas à disposição contribui para a composição de novas formas de trabalho e comunicação das empresas, que aos poucos aderem a modelos culturais mais colaborativos. Nesse contexto, entram em jogo dois termos que são frequentemente confundidos como sinônimos, mas são conceitualmente diferentes: home office e digital workspace.

Ambos modelos de trabalhos se diferenciam do tradicional, já que não demandam a presença física do colaborador na empresa diariamente. Mas, na prática, enquanto o trabalho remoto é explicado basicamente pela ausência no escritório, a criação de um ambiente digital incita uma mudança mais profunda nas organizações, baseada na quebra de paradigmas e na utilização de ferramentas que promovam a aproximação, não apenas entre colaboradores, mas também com os clientes.

Esse novo modelo mais flexível pode aumentar desde a qualidade de vida, até a produtividade das pessoas, que deixam de gastar horas no trânsito para chegar ao escritório, mas se comunicam com colegas constantemente de onde quer que estejam. Como exemplo, a pesquisa “The digital workplace: Think, share, do: transform your employee experience” (O ambiente de trabalho digital: pense, compartilhe, faça: transforme a experiência do seu colaborador, em tradução livre), da Deloitte, constatou que organizações com redes sociais internas são 7% mais produtivas do que aquelas que não as possuem.

A necessidade de unir pessoas alocadas em regiões diferentes e formar grupos de trabalho compostos por profissionais de diversas áreas impulsionaram o desenvolvimento de ferramentas que possibilitam a colaboração remota. Plataformas para conversas corporativas em grupo e telas interativas, que permitem debates sobre projetos, compartilhamento de ideias, sugestões de melhorias e envolvimento do cliente ainda nos estágios iniciais do desenho, compõem os chamados digital workspaces e criam dinâmicas flexíveis de comunicação unificada – por áudio, vídeo e texto -, de maneira instantânea e à distância.

Para alcançar essa evolução do home office, no entanto, é preciso romper com a visão de liderança matricial, ainda presente nas empresas. Modelos com um único gestor à frente de projetos e áreas de atuação que não conversam entre si podem impedir o desenvolvimento da colaboração horizontal, desvalorizando os benefícios do ambiente de trabalho digital.

O progresso tecnológico permite que pessoas criem e compartilhem experiências enquanto trabalham de casa, de um restaurante, da praia ou de qualquer outro local que estejam. Resta a cada um de nós sermos, efetivamente, colaboradores dessa nova realidade.

Rodrigo Coppola é gerente de desenvolvimento de negócios de colaboração para América Latina na Orange Business Services

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DogHero levanta R$ 8 milhões para impulsionar o crescimento na América Latina

A DogHero, aplicativo que conecta pais de cachorro a anfitriões que hospedam pets em casa, acaba de levantar R$ 8 milhões em investimento. Liderada pelos fundos Global Founders Capital (alemão) e IGNIA Partners (mexicano), a nova rodada teve a participação dos investidores anteriores Monashees e Kaszek Ventures. O investimento vai permitir que a empresa acelere o crescimento e se consolide como um hub de serviços para animais de estimação na América Latina — onde vivem mais de 100 milhões de cães.

Em três anos de história, a brasileira DogHero construiu uma base de 15.000 anfitriões em 650 cidades de todo o Brasil e mais de 1.100 em 20 cidades da Argentina (país em que opera desde junho de 2017). “A receita cresceu três vezes no ano passado, fortalecendo nossa posição como maior player de hospedagem para animais no Brasil e na Argentina”, diz Fernando Gadotti, cofundador da empresa. Em julho de 2016, a startup já havia levantado R$ 8 milhões (liderada por Monashees, com participação da Kaszek Ventures). Até hoje, a empresa recebeu cerca de R$ 18 milhões em investimento.

O serviço de hospedagem traz conforto e segurança aos tutores de cães que precisam viajar. “O que temos no mercado hoje são hotéis que oferecem serviços com preço elevado e impessoais onde, na maioria das vezes, o cãozinho dorme em gaiolas ou canis”, acrescenta Eduardo Baer, cofundador da DogHero. “Nossos anfitriões estão preparados para cuidar dos cachorrinhos com cuidado e carinho — com eles está liberado subir no sofá e na cama, como em casa”. É um negócio que cresceu em boa parte graças ao boca a boca: 98% dos clientes recomendam DogHero para amigos e familiares.

O objetivo da empresa em 2018 é lançar serviços complementares, como dog walking (passeios de cães); duplicar o número de funcionários; e continuar a expansão em toda a América Latina. “Estamos empolgados em ajudar a levar a DogHero ao México e suprir uma enorme necessidade dos 20 milhões de tutores de cães do país”, afirma Alvaro Rodríguez Arregui, cofundador e sócio-gerente da IGNIA. “A DogHero é o nosso primeiro investimento no Brasil e não vejo uma melhor forma de fazê-lo do que em conjunto com o time de alto nível que a empresa tem. Nós também estamos felizes em ter como parceiros Monashees, Kaszek e Global Founders Capital.”

“Estamos muito satisfeitos em apoiar a DogHero, uma das protagonistas da economia de compartilhamento da América Latina com uma equipe excepcional”, diz Fabricio Pettená, diretor da Global Founders Capital na América Latina. “Os países latinos, particularmente o Brasil, são mercados fantásticos para serviços e produtos para pets”.

“Nosso objetivo é fornecer soluções cada vez mais surpreendentes para pais de cachorro. Isso é o que nos motiva”, afirma Gadotti.

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Curitiba tem primeiro marketplace físico com soluções digitais

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A DigitalWeb, startup que desenvolve soluções para descomplicar o atendimento ao cliente, e a Minestore, uma plataforma de e-commerce que já conta com mais de 60 mil lojistas online, se uniram em uma sociedade e criaram o primeiro Marketplace físico do Brasil.

O Mercado Gastronômico no Shopping Pátio Batel, em Curitiba, possui uma solução inédita de tecnologia. Inaugurado em novembro de 2017, o projeto recebeu mais de 10 mil pessoas nos primeiros três dias após inauguração. A ideia é que até março de 2018 seja inaugurada uma loja conceito, seguindo os mesmos padrões, em São Paulo.

Como funciona o Marketplace físico

As compras podem ser feitas em diferentes lojas (com CNPJ´s distintos) e o pagamento feito em um caixa único, possibilitando a divisão de pagamentos e emissão de NFC-e para cada uma das empresas, sem gerar bi-tributação ao processo.

O conceito é muito parecido com um marketplace, só que físico. “O sistema garante aos lojistas participantes uma otimização na operação, uma vez que só farão o atendimento aos clientes, sem se preocuparem com a cobrança”, comenta Leandro Johann CEO do Grupo.

O caixa único facilita as compras de clientes e a rotina dos estabelecimentos. “No momento da venda podemos ficar concentrados em explicar sobre o produto, sem ficar preocupado com a dinâmica do pagamento”, comenta Diogo Dreyer, sócio-fundador da Angus Young, clube de assinatura de carnes,que está no Mercado Gastronômico.

Caroline Costa, fundadora da O Famoso Brigadeiro, que também participa do projeto, concorda que o caixa único facilita o processo. “Muitas vezes o pagamento no caixa comum pode demorar, o que acaba atrapalhando a performance da equipe”, comenta Caroline.

A ferramenta é comandada por meio de um aplicativo que contempla: terminal de pedidos, controle de estoque, integração de cartão débito e crédito, emissão de nota fiscal, envio automático de informações para a contabilidade e indicadores gerenciais mobile. O aplicativo pode ser acessado mesmo sem internet ou energia. Todas as informações são armazenadas na nuvem e podem ser acessadas a qualquer momento.

Qual a diferença do Marketplace Físico para um shopping center?

No Marketplace físico você compra em vários lojas e paga uma única vez no final da compra. Em um shopping center você paga individualmente em cada loja que compra.

O Marketplace físico permite acesso às informações de faturamento do lojista, e por este motivo, consegue calcular o percentual sobre os resultados das vendas. Além de possibilitar o teste de novas operações em tamanhos menores para validar o mercado.

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2018: é hora de mudar e consumir infraestrutura de TI como serviço – Por Silnei Kravaski

A forma de consumir TI está mudando e isso é fato. Flexibilidade é a palavra da vez e na medida em que as áreas de tecnologia ganham espaço e importância dentro das organizações, surge também uma série de questionamentos a respeito da melhor forma de maximizar os recursos, não só financeiros como também humanos, investidos na gestão da infraestrutura de TI. Com um novo ano começando, talvez seja o momento de refletir se não é a hora também ser disruptivo e mudar a formar como sua empresa tem consumido TI.

Segundo o IDC, 80% do tempo das equipes de TI é despendido erroneamente com atividades operacionais e rotineiras, como, por exemplo, reuniões e na gestão da infraestrutura propriamente dita (provisionamento de armazenamento, servidor e rede, monitoramento e soluções de problemas, entre outros). Por outro lado, apenas 14,5% do tempo disponível relacionam-se à inovação e aos novos projetos. Essa conta é no mínimo contraditória e é nesse sentido que emergem os conceitos de TI Flexível e de utilização de infraestrutura de TI como serviço, que se configuram como protagonistas nessa mudança de como se consome TI. Mas, o que é isso? Quais as vantagens?

Vamos às respostas: TI Flexível é um serviço de infraestrutura escalável no qual o cliente paga apenas pelo o que usar (Opex). O modelo oferece uma plataforma expansível de TI e instalações para dimensionamento eficiente, de forma modular, o que deixa o cliente pronto para crescer conforme as necessidades de seu negócio. O ponto chave é que a empresa já consegue obter um ganho tecnológico e financeiro logo de cara, afinal não é preciso esperar meses para a expansão da infraestrutura de TI, uma vez que, o pagamento baseia-se no consumo e alinha o fluxo de caixa ao uso da capacidade real.

Enquanto a aquisição no modelo tradicional proporciona uma capacidade de provisionamento incerta (muito alta ou muito baixa para as necessidades daquela organização), a TI Flexível atende à demanda real utilizada. Além disso, o tempo de resposta e integridade dos dados são maiores, assim como o controle, uma vez que as informações estão mais próximas e a velocidade de acesso a elas é enorme.

Em suma, essa flexibilidade da infraestrutura de TI como serviço permite manter as operações impecáveis e liberar recursos e tempo para inovações. Isso faz total diferença em um cenário no qual as empresas mais bem sucedidas serão aquelas que aderirem à transformação digital e usarem todo o potencial de TI em conjunto com as inovações organizacionais, já que velocidade tornou-se uma das palavras-chaves nessa economia digital. É preciso agir e inovar com rapidez para manter-se à frente da concorrência e destacar-se em seu mercado.

Silnei Kravaski é Diretor Executivo da Planus Cloud, Networking & Services, a unidade especializada em serviços e soluções da Planus Tecnologia

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Florianópolis lança Programa de Incentivo Fiscal à Inovação

Os empreendedores residentes de Florianópolis já podem inscrever seus projetos no Programa de Incentivo Fiscal à Inovação da Prefeitura de Florianópolis, que é similar à Lei Municipal de Incentivo à Cultura, mas voltado exclusivamente para inovação. São aceitos projetos que proponham empreendimentos inovadores na capital catarinense, vinculados a um Arranjo Promotor de Inovação (API); e também projetos que desenvolvam ou aprimorem um serviço, sistema, ou produto inovador, propostos por MEI ou MPE com sede em Florianópolis, também vinculados a um API.

“Essa é a nossa Rouanet manezinha de inovação. Foi um dos principais pedidos do setor que conseguimos atender e agora aguardamos a participação dos empreendedores. Temos certeza que esses projetos farão a diferença para a nossa cidade”, afirma o prefeito Gean Loureiro.

Os APIs reúnem empresas e instituições com o objetivo de desenvolver os segmentos. São oito APIs em Florianópolis: Turismo, Economia Criativa, Cultura e Entretenimento; Saúde, Equipamentos médicos e Insumos; Educação; Comércio e Serviços; Pesca, Maricultura e Agronegócios; Transportes e Mobilidade; Tecnologias de Informação, Comunicação, Microeletrônica e Nanotecnologia e em Energia.

O valor máximo por projeto é até 50% do limite de faturamento anual de microempresa. O prazo máximo de execução é de dois anos. Os projetos aprovados recebem uma “Carta de Autorização” e assinam contrato com a Prefeitura. Com isso, podem obter até 20% do ISS devido e até 20% do IPTU devido de contribuintes incentivadores estabelecidos no município em uma conta bancária aberta especificamente para receber os recursos do projeto. Os contribuintes incentivadores recebem um ”Certificado de Incentivo Fiscal” para obterem o respectivo desconto do valor junto à Prefeitura quando for pagar o ISS ou o IPTU. Para participar, basta acessar: http://spii.pmf.sc.gov.br/.

Fonte: Prefeitura de Florianópolis

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Física quântica x coaching de vida – Por Marco Tulio da Costa

A física quântica é uma ciência de possibilidades, maior estudiosa das relações entre partículas atômicas, demonstra que cada estado dos corpos se dá de acordo com a velocidade da agitação dessas partes. Entendemos como formas de energia, além dos corpos, o som, a luz, o pensamento e a energia espiritual. Todos esses em uma crescente de velocidade energética, respectivamente. Tudo é energia.

Sabendo que tudo é energia, inclusive nosso corpo, delimitamos então que somos manifestação dela. Nós vibramos em certa velocidade: o corpo em uma, o pensamento em outra… E é nessa vibração do pensamento em alta velocidade que podemos influenciar pessoas e o mundo, atraindo exatamente o que estamos conectados, gerando realizações condizentes com tal emissão.

Essa ciência estuda e comprova fenômenos que oferecem caminhos e soluções para que o indivíduo viva em equilíbrio, com saúde física e mental, em várias dimensões. Ela interage com o mundo e, apesar de pouco compreendida, revoluciona conceitos e traz recursos para que tenhamos mais qualidade de vida.

Com caminhos nada óbvios ou de difícil percepção, a física quântica trata do poder energético que emitimos ao universo e como o universo nos devolve essa comunicação. Para os estudiosos dessa área, nós influenciamos o mundo através do que emitimos, seja através de palavras, atitudes ou até mesmo pensamentos. Eis que as respostas são estimuladas por nós mesmos.

Ou seja, de uma forma mais sucinta e objetiva, somos fruto do que pensamos. Quando temos pensamentos e atitudes negativas, nossa vida será cercada de reflexos desse padrão vital emitido. Em contrapartida, se emanamos positividade, vitalidade, alegria, prazer e bem-estar, grandes realizações serão alcançadas, reflexo da energia que emitimos. É assim com fatos e pessoas: atraímos o que propagamos.

O coaching, conforme seu posicionamento, quer tornar o coachee leve, feliz e realizado. Para isso pode-se utilizar dos conhecimentos da física quântica no intuito de energizar e potencializar as atitudes e pensamentos do cliente, em busca da excelência de seus resultados, conforme a meta estabelecida.

No processo de coaching, sabemos da grande responsabilidade que temos de construir nosso próprio resultado. Temos a consciência de que nossos comportamentos refletem no alcance das metas. A questão do empenho, da disciplina, de querer superar obstáculos, crenças limitantes… aqui não seria diferente. Positividade e boas energias concorrem para o nosso sucesso. E é nesse ponto que a física quântica entra com força total.

Se pensamento se transforma em resultado, se somos ímãs do que emitimos, o coaching vai auxiliar nesse fluxo energético do pensamento. É importante demonstrar ao cliente a importância do seu posicionamento de vida. Dessa vez com o apoio de uma ciência tão minuciosa e respeitada: a física quântica, que trata das frequências constatáveis no encefalograma, a partir de sinais magnéticos.

Pensamento poderoso: Você é o arquiteto da sua vida. Você é seu próprio escultor.

Vale ressaltar que ser omisso, ficar “em cima do muro”, também te trará respostas no automático. Está tudo interligado. Eis a hora de praticá-la! A mente não distingue o que é imaginação ou realidade. Visualizar é um forte caminho para materializar, então pense positivo, pense na abundância.

Além desses argumentos sobre a física quântica, vale trazer exemplos de algumas leis que têm total compatibilidade e usabilidade no coaching:

A lei da causação dependente nos diz que muitas coisas são apenas sintomas, como visto anteriormente. Observar superficialmente não é tratar. Os problemas normalmente não são tratados ou resolvidos nos níveis em que foram criados. Já a lei da descontinuidade trata da movimentação dos elétrons, que nem sempre se dá de forma contínua. Eles podem desaparecer de uma órbita, surgindo em outra diversa. Na rotina prática podemos observar curas que não se dão por tratamentos convencionais, ou mudanças inesperadas de algumas situações de nossas vidas. A lei da não-localidade, introduzida por Einstein, demonstra que podem acontecer coisas entre dois seres, ou duas coisas, em locais diversos. Percebe isso quando pensa em alguém que não vê há tempos e essa pessoa te liga? Ou quando alguém sente uma dor e descobre que um ente querido teve um problema naquela região dolorida?

O que queremos dizer, por fim, é que todos nós devemos considerar a importância do conhecimento dos diferentes níveis da consciência do ser humano, promovendo a compreensão e a aplicação dessas possibilidades tão ricas de pensar e viver a vida de maneira saudável, positiva e realizadora. Vamos utilizar nossos recursos internos em busca do sucesso de nossos objetivos. Somos sim, responsáveis por nossos resultados.

Marco Tulio é professor da Fundação Getúlio Vargas nas áreas de Empreendedorismo, Programação Neurolinguística, Gestão de pessoas, Liderança, Comunicação, Negociação e Estratégia de Empresas. Atualmente, também é coach, professor e palestrante, prestando serviços de consultoria e treinamentos em todo o território nacional nas áreas de liderança, comunicação, negociação, gestão e vendas.

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Resource lança solução de IoT com foco no agronegócio

A Resource, uma das principais e mais bem-sucedidas multinacionais brasileiras de serviços de TI e Integração Digital, lança esta semana a oferta de Internet das Coisas (IoT) para business com foco em agronegócios. Elaborado em parceria com a Tago, empresa provedora de soluções Cloud para o mercado IOT, o objetivo é utilizar a plataforma integrada a sensores e soluções de automação para prevenção de pragas, indicando com antecedência os defensivos necessários para proteção, podendo, inclusive, programar automaticamente até pedidos de novas remessas de mercadorias.

A adoção da nova oferta de IoT deve ser representativa, uma vez que o agronegócio é um dos segmentos mais tecnológicos do Brasil, além de representar 23% do PIB – Produto Interno Bruto – e ser um dos responsáveis pela queda da inflação no País, gerando de janeiro a outubro de 2017 mais de 19 mil postos de trabalho, 84% a mais que o mesmo período de 2016.

“Estamos utilizando tecnologia de ponta para automatizar um dos principais setores da economia brasileira. Controlando a compra de defensivos agrícolas, os dispositivos liberam os produtores para se preocuparem com outros temas mais importantes para suas atividades, uma vez que o sistema pode automatizar o processo de compra do produto correto de forma planejada, sem comprometer a entrega e sem desperdiçar dinheiro”, informa Roberto Aran, Diretor de Digital Solutions da Resource.

“Com a nova oferta de IoT, utilizamos dados de sensores nas propriedades rurais e, por meio deles, identificamos de maneira rápida e proativa as condições ambientais e a possibilidade de possíveis pragas. Com esse monitoramento é possível chegar a um denominador sobre os fungos que podem surgir”, explica Fábio Rosa, CEO e Co-fundador da Tago.

O objetivo da solução é monitorar e alertar sobre as condições para surgimento de pragas na cultura de acordo com um banco de dados alimentado com informações coletadas com especialistas e variáveis climáticas, como períodos de chuva, de seca e incidência de pragas sobre cada lavoura.

A Resource entrega a solução de ponta a ponta, implementando a plataforma e mantendo o sistema funcionando corretamente durante todo o processo, No mercado brasileiro, as soluções de IoT para agronegócios ainda estão em fase embrionária. A Resource está lançando no mercado uma oferta que irá facilitar o dia a dia dos produtores e gerar mais eficiência e produtividade para os negócios. A solução de IoT com foco em agronegócios vai integrar todos os serviços com as necessidades do campo.

“A nossa plataforma tem implementação simplificada e sua utilização pode ir além deste segmento, se aplicando a outros setores como o de seguros”, diz Aran.

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CEOs devem impulsionar suas equipes de trabalho a aproveitar o crescimento baseado em Inteligência Artificial, indica estudo da Accenture

As empresas correm o risco de perder importantes oportunidades de crescimento a não ser que os CEOs tomem medidas imediatas para conduzir suas forças de trabalho e capacitar seus colaboradores a trabalharem com tecnologias inteligentes, mostra novo estudo da Accenture (NYSE: ACN).

O estudo da Accenture Strategy, entitulado Reworking the Revolution: Are you ready to compete as intelligent technology meets human ingenuity to create the future workforce?, prevê que se as empresas investirem em Inteligência Artificial (IA) e na colaboração entre homens e máquinas no mesmo ritmo das empresas de alto desempenho, seus lucros poderão crescer 38% até 2022 e os níveis de emprego, 10%. Coletivamente, isso poderia impulsionar os lucros em US$ 4,8 trilhões globalmente, no mesmo período. Para as empresas médias listadas pelo S&P500, isso seria equivalente a US$ 7,5 bilhões em faturamento e um aumento de US$ 880 milhões em lucratividade.

De acordo com o estudo, tanto líderes quanto funcionários estão otimistas em relação ao potencial da inteligência artificial nos resultados de negócios e experiências de trabalho. Dos 1.200 executivos entrevistados, 72% afirmam que tecnologias inteligentes serão um ponto crítico para a diferenciação de suas empresas no mercado e 61% acredita que o número de cargos exigindo colaboração com IA irá aumentar significativamente ao longo dos próximos três anos. Mais de dois terços (69%) dos 14 mil trabalhadores entrevistados afirmam que é importante desenvolver habilidades para trabalhar com máquinas inteligentes.

Ainda assim, a lacuna entre a adesão dos trabalhadores à IA e os esforços de seus empregadores para prepará-los coloca o crescimento potencial em risco. Enquanto a maioria (54%) dos líderes de negócios acredita que a colaboração entre humanos e máquinas é importante para suas prioridades estratégicas, apenas 3% afirmam que suas empresas planejam aumentar significativamente os investimentos na recapacitação de seus funcionários ao longo dos próximos três anos.

“Para atingir altas taxas de crescimento na era da IA, as empresas precisam investir mais na capacitação de pessoas para que possam trabalhar com máquinas de novas maneiras”, afirma Mark Knickrehm, Group Chief Executive da Accenture Strategy. “Cada vez mais as empresas serão julgadas por seu comprometimento com o que chamamos de Inteligência Aplicada – a habilidade de implantar rapidamente a tecnologia inteligente e a ingenuidade humana em todas as frentes de seu negócio principal e assegurar esse crescimento”.

A pesquisa sugere ainda que existe uma forte base para suportar o aumento dos investimentos em habilidades de IA. Entre os executivos de alto escalão, 63% acreditam que suas empresas irão criar mais empregos ao longo dos próximos três anos por meio de IA. Enquanto isso, a maioria dos trabalhadores (62%) acredita que a IA terá um impacto positivo sobre seus trabalhos.

O relatório mostra como os pioneiros no uso da colaboração entre humanos e máquinas não só aumentaram sua eficiência, como impulsionaram o crescimento por meio de novas experiências de clientes. O uso de inteligência artificial em um varejista de vestuário online ajuda seus estilistas a conhecer melhor as preferências de seus clientes para que possam oferecer um serviço único e altamente personalizado. E uma marca de calçados esportivos estabeleceu um novo padrão de customização e lançamentos depois de alinhar seus designers de calçados e engenheiros de processos altamente capacitados com robôs inteligentes, capazes de desenhar e produzir esses calçados nos mercados locais.

“Os líderes de negócios precisam tomar medidas imediatas para conduzirem suas forças de trabalho em direção a um mundo totalmente novo, onde a ingenuidade humana se une à tecnologia inteligente para revelar novas formas de crescimento”, acredita Ellyn Shook, Diretora Global para Liderança e Recursos Humanos da Accenture. “Os trabalhadores não veem a hora de colaborar com inteligência artificial, dando aos líderes a oportunidade de apresentar Inteligência Aplicada de verdade dentro de suas organizações.”

Para ajudar líderes a capacitarem a futura força de trabalho para a era da IA, a Accenture faz as seguintes recomendações:

1. Repense o Trabalho por meio da reconfiguração do trabalho, a partir da base. Avalie tarefas, não empregos; em seguida, distribua tarefas para máquinas e pessoas, equilibrando a necessidade de automação e aumentando as capacidades das pessoas. Quase metade (46%) dos líderes de negócios concorda que as descrições de cargos já são obsoletas, enquanto 29% afirmam que já fizeram um trabalho intensivo de reformulação de cargos.

2. Conduza a força de trabalho para áreas que possam revelar novas formas de valor. Vá além das eficiências de processos e prepare a força de trabalho para criar novas experiências de clientes. Alimente novos modelos de crescimento por meio do investimento das economias derivadas da automação na força de trabalho futura. Fomente um novo DNA de liderança que valorize a mentalidade, perspicácia e agilidade necessárias para tirar proveito de oportunidades transformacionais de longo prazo.

3. Melhore a “Nova Qualificação” Avalie o nível de qualificação da força de trabalho e sua disponibilidade em aprender a colaborar com a IA. Por meio de plataformas digitais, foque os programas nesses segmentos da força de trabalho e personalize-os a fim de aumentar a adoção de novas habilidades. A Accenture desenvolveu um modelo de trabalho de “nova qualificação” com base na progressão do nível de habilidades e usando um conjunto de métodos inovadores de aprendizado digital que maximizam a velocidade e escala dos investimentos em treinamento.

Metodologia

A Accenture combinou técnicas de pesquisa quantitativa e qualitativa a fim de analisar os comportamentos e prontidão de funcionários e líderes de negócios em relação à colaboração com tecnologias inteligentes. O processo de pesquisa incluiu entrevistas com 14.078 trabalhadores de diversos níveis de capacitação e gerações e 1.201 executivos do alto escalão. As entrevistas ocorreram entre setembro e novembro de 2017 em 11 países (Alemanha, Austrália, Brasil, China, EUA, Espanha, França, Índia, Itália, Japão e Reino Unido) dos seguintes setores: Automotivo, Bens de Consumo & Serviços; Saúde & Ciências da Vida; Infraestrutura & Transporte; Energia; Mídia & Entretenimento; Software & Plataformas; Bancário (Varejo & Investimentos); Seguros; Varejo; Telecomunicações e Serviços Públicos.

O estudo também incluiu modelagem econômica para determinar a correlação entre investimentos em IA e desempenho financeiro, entrevistas aprofundadas com 30 executivos C-suite e entrevistas etnográficas com 30 pessoas que já trabalharam com IA.

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Empresas que traçam planos de crescimento devem se preparar para gerenciar riscos


Uma pesquisa realizada pela Câmara Americana de Comércio (Amcham-Curitiba) com 114 executivos do Paraná revela que 62% das empresas deve aumentar o nível de investimento em 2018. Num momento em que uma organização pretende crescer, calcular as implicações de novas medidas (novas áreas de atuação, outros ambientes regulatórios e outras) é importante para o sucesso.

Para isso existem ferramentas específicas, como o COSO ERM, um dos sistemas de gerenciamento de riscos mais aplicados no mundo, e que será o tema na palestra promovida pela Amcham – Curitiba, no dia 30 de janeiro. A metodologia permite que as empresas de todos os portes percebam riscos e tomem atitudes antecipadas para se preparar para o que possa acontecer.

“As atualizações implementadas no COSO ERM deste ano avançam em relação à versão de 2004 e tornam o Gerenciamento de Riscos Corporativos (ERM) mais efetivo ao integrá-lo com estratégia e performance das organizações”, comenta Jerri Ribeiro, sócio da PwC Brasil e líder e especialista em riscos, que dará a palestra.

Avanços

Entre as mudanças do COSO ERM em 2017 estão nova estrutura de conteúdo, se dividindo em cinco componentes e vinte princípios alinhados ao ciclo de vida dos negócios; alinhamento com a definição estratégica e as atividades do dia a dia nas empresas; exploração do gerenciamento de riscos em todos os níveis da organização; maior ênfase na cultura; introdução do novo conceito de “curvas de risco”; discussões sobre temas como apetite a riscos e portfólio, além de uma reflexão do papel evolutivo da tecnologia.

“Práticas do compliance asseguram a conformidade dos negócios, seguindo uma série de regras que comprovadamente ajudam na solidez e no desenvolvimento de um negócio de sucesso”, finaliza Ribeiro.

Palestra “Novo COSO ERM Framework: Integrado com Estratégia e Performance”

Data: 30 de janeiro de 2018

Horário: 8h30 às 10h30

Local: Amcham Curitiba – Rua João Marchesini, 139 – Prado Velho – Curitiba PR

Informações: eventos.curitiba@amchambrasil.com.br ou (41) 2104-9350

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Siemens PLM anuncia novo diretor para América do Sul

A Siemens PLM, fornecedora de serviços de gerenciamento do ciclo de vida do produto e de software de gerenciamento de operações de manufatura, anuncia a nomeação de Daniel Scuzzarello como novo diretor de Portfólio para a América do Sul. O executivo será responsável pela liderança de toda a carteira de soluções Siemens na região e terá como principais desafios desenvolver o mercado sul-americano e potencializar a presença das soluções CAD, CAE e CAM da Siemens, que suportam todo o gerenciamento do ciclo de vida do produto (PLM), onde ainda há muito espaço para ampliação de mercado.

“O que fazemos na engenharia e na digitalização é o verdadeiro negócio da Siemens: desencadear o progresso, romper barreiras e desafios. Guiamos nossos clientes para um patamar da indústria em que somos os pioneiros de mercado. Em relação ao cenário brasileiro, percebo que está cada vez mais ágil e buscando novas tecnologias que possam levar à Indústria 4.0”, aponta Scuzzarello.Segundo o porta-voz, este ano, com a retomada de crescimento, há uma grande oportunidade para o desenvolvimento de novos negócios. “Indústrias como a automobilística, aeroespacial, de consumo e do setor agrícola, buscarão cada vez mais propostas na área da IoT industrial”, aponta.

Anteriormente, trabalhou como diretor regional de vendas na CD-Adapco, empresa adquirida pela Siemens em 2016, sendo responsável pela prospecção e pelo desenvolvimento de novas relações com clientes em território brasileiro. Desde a aquisição, Scuzzarello desempenhava o cargo de diretor de vendas para soluções de simulação e testes na Siemens.

Formado em Ciências da Computação e com Mestrado em Engenharia Mecânica pela Lund University, na Suécia, Scuzzarello se mudou para o Brasil há cerca de sete anos. “Trabalhar na Siemens nos permite ajudar clientes e empresas a realizarem seus sonhos, desenvolver e estimular o progresso para que possam ter mais sucesso em um cenário cada vez mais competitivo e cheio de desafios”, ressalta.

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Atos lança novos serviços para aprimorar seu Programa de Parcerias com Fintechs

A Atos, líder mundial em transformação digital, anunciou três novas iniciativas para fortalecer seu programa global de Parcerias com Fintechs. O objetivo é aproximar Fintechs, InsurTechs e RegTechs consolidadas e confiáveis a importantes empresas de Serviços Financeiros para co-criarem e levarem ao mercado novos serviços. As três novas iniciativas da Atos são: FinLab, plataforma baseada na nuvem para facilitar a criação de novos serviços conjuntos; o FinHub, um programa de integração de Fintechs; e o FinNet, um portal de conhecimento com tendências e insights.

FinLab: Um Motor de Crescimento para a Criação Conjunta de Valor para bancos e seguradoras

O FinLab da Atos é uma plataforma híbrida baseada na nuvem, combinada com a expertise comercial, técnica e de integração de APIs da Atos, que permite que bancos, seguradoras e suas parceiras de Fintech selecionadas desenvolvam novos serviços. Um recurso que diferencia o FinLab da Atos é a capacidade de criar jornadas de fim-a-fim específicas do cliente, as quais reúnem serviços combinados e APIs de diversas soluções de Fintech, para demonstrar funcionalidade e benefícios a possíveis clientes.

FinHub: Integração Rápida em apenas 2 a 4 semanas para FinTechs

Com o FinHub, as Fintechs têm acesso a uma ampla rede de importantes empresas de Serviços Financeiros com total apoio jurídico e mercadológico da Atos para desenvolverem uma oferta colaborativa que impulsionará o crescimento conjunto dos negócios num programa de integração de 2 a 4 semanas. As empresas de Serviços Financeiros se beneficiam do acesso rápido a uma grande comunidade de Fintechs preparadas, pré-avaliadas e com qualidade garantida, combinadas aos ativos da Worldline e apoiadas pela gestão completa de integração da Atos com proteção de riscos.

FinNet: portal sobre o cenário global das FinTechs

Este portal de conhecimento oferece uma visão das constantes mudanças do cenário de Fintech no mundo todo, visão esta que é alimentada por pesquisas de equipes especializadas em inteligência do cliente e de mercado, bem como pela expertise dos 135 especialistas globais da Comunidade Científica da Atos. Ela é reforçada, ainda, pelo envolvimento de uma rede internacional de Comunidades de Fintech para oferecer uma perspectiva pan-europeia.

Dan Cohen, Vice-Presidente Sênior de Grupo da Atos para Serviços Financeiros Globais, afirma: “No atual cenário concorrencial, as Instituições Financeiras precisam oferecer novas maneiras de criar valor para sobreviverem e prosperarem. As Fintechs também enfrentam desafios em conformidade, crédito e distribuição. Nosso investimento em Serviços de Fintech mostra nosso compromisso de apoiar as Instituições Financeiras ao facilitar essas parcerias, promovendo a inovação conjunta e levando ao mercado novos serviços que diferenciam os negócios delas e permitem o crescimento”.

Através de sua subsidiária Worldline, líder europeia do setor de serviços transacionais e de pagamentos, a Atos leva expertise em pagamentos eletrônicos, serviços transacionais e serviços bancários digitais a empresas de Serviços Financeiros. Atualmente, a Atos e a Worldline estão trabalhando em estreita colaboração com cerca de 20 parceiras de Fintech pré-avaliadas para desenvolver uma série de propostas de valor para alguns dos maiores bancos e seguradoras do mundo. Essas propostas incluem:

– Experiência do Cliente aprimorada e ininterrupta, assegurando conformidade com PSD2 – Diretiva de Serviços de Pagamento em vigor na Europa desde 2016 -, ao mesmo tempo em que as soluções das Fintechs são conectadas à plataforma (API) aberta de serviços bancários digitais da Worldline e ao FinLab da Atos;

– Modelos de negócios de empréstimos de varejo ágeis e eficientes;

– Soluções para desenvolver o DNA individual dos clientes (envolvendo processamento analítico, Big Data, Internet das Coisas, Computação Cognitiva e Processamento de Linguagem Natural), de modo a permitir que bancos e seguradoras criem experiências de cliente personalizadas e gerem novos fluxos de receitas;

– Soluções de pagamento eletrônico (com foco em carteiras e pagamentos móveis, Blockchain, pagamentos instantâneos e fraudes em pagamentos).

As parceiras de Fintech da Atos incluem, entre outras, a Backbase, Moven, NGdata, Customer Matrix, Friss, e-BankIT e AcceptEasy, as quais levam, à comunidade de Fintech da Atos, expertise em experiência do cliente, análises e DNA do cliente, gestão de sinistros e fraudes em seguros, verificação da identidade de clientes e faturamento eletrônico.

Reforçando sua posição de líder do segmento, a Atos foi incluída na lista IDC Financial Insights FinTech Rankings Top 25 Enterprise[i], como Líder na lista NelsonHall 2017 FinTech Services in Banking e nos relatórios Next-generation Mortgage & Loan BPS da NelsonHall, e como Competidora Importante em Serviços Digitais para Serviços Bancários ao Consumidor pelo Everest Group. A Worldline, subsidiária do Atos Group e líder europeia do setor de serviços transacionais e de pagamentos, foi incluída na lista IDC Financial Insights FinTech Rankings Top 100.

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Fintechs podem gerar mais de US$ 24 bi em negócios nos próximos anos

No Brasil, existem atualmente 193 startups com soluções tecnológicas emergentes – capazes de desenvolver tecnologias que irão impactar e revolucionar os modelos de negócios e sociedade no prazo de 5 a 10 anos. Desse total, 6% investem em Inteligência Artificial, tecnologia muito usada em startups que oferecem inovações para o segmento de Finanças e Seguros, como as insurtechs e fintechs – que segundo o estudo, devem gerar US$ 24 bilhões em negócios nos próximos anos.

O Liga Insights Emerging Technologies – estudo desenvolvido pela Liga Ventures, aceleradora especializada em gerar negócios entre startups e grandes empresas – mostra ainda que o Brasil foi o 8º país com o maior volume de investimentos em fintechs no ano passado (foram mais de 160 milhões de dólares movimentados).

Uma startup que está inovando no setor é a Nexoos www.nexoos.com.br) – fintech que conecta pequenas e médias empresas que necessitam de empréstimos a potenciais investidores – que consegue oferecer financiamentos a uma taxa de juros mais baixa, com muito menos burocracia que os bancos tradicionais. A análise de crédito é digital e 90% automática, com o uso de inteligência artificial – a startup desenvolveu um algoritmo exclusivo para precificar as empresas. As métricas para aprovação se baseiam em dados que apontam o potencial do negócio, como consultas automatizadas aos bureaus de crédito, pré-análise automática e até avaliações de redes sociais das empresas requerentes.

Tecnologias emergentes para o setor de Finanças e Seguros

No segmento de Finanças e Seguros as inovações que mais surgem estão ligadas a Big Data, Analytics, Inteligência Artificial, Blockchain e Criptomoedas – categoria que se destacou em 2017 com o maior número de startups criadas.

Blockchain é fator de revolução para transações financeiras e certificação de informações

Inovações como blockchain vão revolucionar todos os processos que envolvem trânsito de informações e certificações de dados. “O blockchain poderá ser usado para tornar os processos transacionais ainda mais seguros, tendo sua aplicação indo além do mercado financeiro, atuando também nas áreas de supply-chain, documentos, seguros e até em processos eleitorais com votos”, analisa Rogério Tamassia, co-fouder da Liga Ventures.

Liga Insights Emerging Technologies

Confira o levantamento completo aqui: liga.ventures/insights-etx

O Liga Insights Emerging Technologies é o primeiro estudo já realizado no Brasil sobre startups desta natureza (tecnologias emergentes), desenvolvido pela Liga Ventures – aceleradora especializada em gerar negócios entre startups e grandes empresas. A pesquisa foi feita em parceria com a TIVIT – líder em serviços de tecnologias integradas na América Latina – e a Intel. A pesquisa analisou um banco de dados com mais de 8 mil startups no país e separou as que se enquadram nessa segmentação.

Fonte:

Banco de dados com mais de 8 mil startups brasileiras, que incluem inscrições para os programas de aceleração e eventos da Liga Ventures, recomendações, notícias em portais de negócios e busca ativa de startups.

Número de startups no segmento:193

Principais áreas de aplicações das startups aprofundadas no estudo

Indústria 4.0

Construção e Arquitetura

Finanças e Seguros

Agricultura e Pecuária

Saúde e Bem-estar

Liga Emerging Tech

Complementar ao relatório, a Liga Ventures lançou o programa Liga Emerging Technologies (liga.ventures/emerging-tech/), programa que prospecta, seleciona e acelera startups dos setores de tecnologias emergentes como, â?¯Internet das Coisas, Big Data, Analytics, Realidade Aumentada, Blockchain, Robótica Avançada, Energia e Inteligência Artificial aplicados a diversos mercados.

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Banco Agiplan agora é Agibank 100% digital

Em um mundo em constante evolução, o Banco Agiplan também se renova. O Banco anuncia o reposicionamento da marca no intuito de tornar-se uma instituição 100% digital e, a partir de segunda quinzena de janeiro, o Banco Agiplan adota o nome Agibank, definição mais aderente à sua proposta atual de inovação, agilidade e tecnologia. O posicionamento e todo trabalho de comunicação darão suporte para a estratégia da instituição no sentido de tornar a marca uma referência de banco digital completo.

“O rebranding foi um processo natural, uma vez que buscamos uma marca forte e atual, que reforce aos clientes e ao mercado a proposta de valor que estamos oferecendo. Estamos construindo um banco do futuro com um grande propósito: fazer o dia a dia das pessoas melhor. Essa mudança está sendo feita de dentro para fora, com o envolvimento de todos os colaboradores,” afirma Marciano Testa, CEO e fundador do Agibank.

O plano de investimentos da empresa que, anunciado no final do ano passado, previa investimentos de R$ 750 milhões em tecnologia até 2022 faz parte deste novo posicionamento. Testa explica que o aporte tem foco em inovação, prototipação, design e no desenvolvimento de novas tecnologias. “Fomos a primeira instituição bancária do mundo a usar o número de celular como conta corrente, criando um ambiente no qual, de forma disruptiva, transacionamos dinheiro da mesma forma que trocamos mensagens no dia a dia. Já desenvolvemos nossa plataforma de maneira a estabelecer uma interconexão P2P com todos smartphones em âmbito global. Além disso, daremos início ao processo de internacionalização pelos EUA, em São Francisco, Califórnia, ainda no primeiro trimestre deste ano. Crescer para fora do país é uma aspiração do Banco”, afirma o CEO.

“O objetivo é transformar o Agibank em uma fintech global. Estar presente no Vale do Silício reforça a criatividade, inovação, o desenvolvimento de tecnologia de ponta e estimula espírito de startup presente no Agibank”, reforça Testa. A abertura de novos mercados faz parte da estratégia de expansão da instituição, que já desenvolveu sua plataforma visando uma operacionalização em âmbito global. Após se estabelecer nos Estados Unidos, o Agibank planeja alçar voos ainda maiores com foco em outros continentes.

“A tecnologia está no DNA da instituição, que investe obsessiva e continuamente na excelência operacional e tecnológica. Neste novo momento, a área de Tecnologia da Informação tem papel fundamental, uma vez que está criando novos canais digitais de relacionamento a partir de uma nova arquitetura corporativa, com base em conceitos modernos de bank as platform, cloud computing e open API. A ideia é garantir escalabilidade, time to market, segurança e experiência única ao usuário”, ressalta Marciano Testa, ressaltando ainda que a estrutura de desenvolvimento de soluções do Agibank está organizada em tribos e esquadras, nos quais times de técnicos e de negócio têm autonomia para propor novas experiências aos clientes. O Agibank quer tornar o correntista protagonista de seus processos financeiros”, conclui o CEO.

O Agibank irá atuar com base em dois pilares: tornar-se referência de banco 100% digital, nacional e internacional, e com foco na contínua expansão da sua rede física para facilitar a inclusão financeira a mais de 100 milhões de brasileiros que, atualmente à margem do modelo bancário tradicional, compõem o atual mercado potencial da rede bancária no País. A instituição irá oferecer novas funcionalidades para os clientes pessoa física e jurídica, como a possibilidade de abrir uma conta bancária diretamente pelo smartphone, com direito a um cartão múltiplo e internacional da bandeira Mastercard, linhas de crédito com condições especiais, pagamento em estabelecimentos comerciais pelo próprio app, entre outros benefícios. O aplicativo do Agibank pode ser baixado gratuitamente nas principais lojas de aplicativos para iOS e Android.

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