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Microsoft + GitHub = Empoderando os desenvolvedores – Por Satya Nadella

Hoje, anunciamos um acordo para adquirir o GitHub, principal plataforma de desenvolvimento de software do mundo. Quero compartilhar o que essa aquisição significará para o nosso setor e os desenvolvedores.

A era da nuvem inteligente e da fronteira inteligente paira sobre nós. A computação está se incorporando ao mundo, e cada parte de nossa vida e trabalho diários, cada aspecto de nossa sociedade e da economia estão sendo transformados pela tecnologia digital.

Os desenvolvedores são os criadores dessa nova era, escrevendo o código do mundo. E o GitHub é a casa deles.

Como todos os setores – desde a medicina até a agricultura de precisão, da educação ao banco personalizado – estão sendo impactados pela tecnologia, a comunidade de desenvolvedores só crescerá em número e importância. Fluxos de trabalho de desenvolvedores impulsionarão e influenciarão processos e funções de negócios em toda a organização – do marketing, vendas e serviços a TI e RH. E a criação de valor e o crescimento em todos os setores serão cada vez mais determinados pelas escolhas feitas pelos desenvolvedores.

Em suma, os desenvolvedores estarão no centro da solução dos desafios mais urgentes do mundo. No entanto, o poder real surge quando todos os desenvolvedores podem criar juntos, colaborar, compartilhar códigos e aproveitar o trabalho uns dos outros. Em todas as esferas da vida, vemos o poder das comunidades, e isso é verdade para programadores e desenvolvimento de software.

É por isso que estamos tão animados com o anúncio de hoje. Mais de 28 milhões de desenvolvedores já colaboram no GitHub e abrigam mais de 85 milhões de repositórios de código usados por pessoas em quase todos os países. Das maiores corporações às menores startups, o GitHub é o lugar para os desenvolvedores aprenderem, compartilharem e trabalharem juntos para criar software.

É um destino para a Microsoft também. Somos a organização mais ativa do GitHub, com mais de 2 milhões de commits ou atualizações feitas em projetos.

A Microsoft tem sido uma empresa focada no desenvolvedor desde o primeiro produto que criamos até as plataformas e ferramentas que oferecemos hoje. Construir tecnologia para que outros possam construir tecnologia é fundamental para a nossa missão de capacitar cada pessoa e cada organização no planeta a conseguir mais.

A Microsoft também está comprometida com o empoderamento de comunidades, de profissionais do mundo todo, de profissionais de TI e até jogadores. Acreditamos no poder das comunidades para alcançar muito mais do que seus membros podem fazer por conta própria. É nossa capacidade de trabalhar em conjunto que ajuda nossos sonhos a tornarem-se realidade, e nos dedicamos a cultivar e expandir comunidades para fazer exatamente isso.

E a Microsoft entrou com tudo em código aberto. Estamos em uma jornada e, hoje, somos ativos nesse ecossistema, contribuímos em projetos, e algumas de nossas ferramentas e estruturas de desenvolvedor mais vibrantes são de código aberto. Quando se trata de nosso compromisso com o código aberto, julgue-nos pelas ações no passado recente, hoje e no futuro.

Dado tudo isso, junto com o GitHub, vemos três oportunidades claras à frente.

Primeiro, capacitaremos os desenvolvedores em todos os estágios do ciclo de vida de desenvolvimento – desde a composição de ideias até a colaboração e a implantação na nuvem. A partir de agora, o GitHub continuará sendo uma plataforma aberta, à qual qualquer desenvolvedor pode se conectar e ampliar. Os desenvolvedores continuarão a poder usar as linguagens de programação, ferramentas e sistemas operacionais de sua escolha para seus projetos – e ainda poderão implementar seu código em qualquer nuvem e qualquer dispositivo.

Segundo, aceleraremos o uso do GitHub pelos desenvolvedores corporativos, com nossos canais de vendas diretas e parceiros e acesso à infraestrutura e serviços de nuvem globais da Microsoft.

Por fim, levaremos as ferramentas e os serviços de desenvolvedor da Microsoft a novos públicos.

Mais importante ainda, reconhecemos a responsabilidade que assumimos com este acordo. Estamos empenhados em sermos administradores da comunidade GitHub, que manterá seu caráter desenvolvedor, operará de forma independente e continuará sendo uma plataforma aberta. Sempre ouviremos o feedback dos desenvolvedores e investiremos em fundamentos e novos recursos.

Quando a aquisição for concluída ainda neste ano, o GitHub será liderado pelo CEO Nat Friedman, um veterano de software livre e fundador da Xamarin, que continuará a se reportar ao vice-presidente executivo do Grupo de Nuvem e IA da Microsoft, Scott Guthrie; o CEO e cofundador da GitHub, Chris Wanstrath, será um membro técnico da Microsoft, também subordinado a Scott. Você pode ver como Chris, Nat e eu visualizamos a oportunidade à frente nesta apresentação pública.

Juntos, continuaremos a promover o GitHub como uma plataforma amada pelos desenvolvedores e confiável pelas organizações.

Satya Nadella, CEO da Microsoft

Fonte: Microsoft Brasil

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Reflexos da greve dos caminhoneiros no sistema tributário brasileiro

Por Marco Aurélio Pitta

Os últimos dias têm sido um caos. A greve dos caminhoneiros trouxe consequências pouco esperadas pelos nossos governantes. Desabastecimentos que vão desde combustíveis até itens de primeira necessidade. Essas paralisações reduzem o ritmo da economia e já resultam em perdas bilionárias para a própria União em termos de arrecadação de impostos. Vários setores da economia estão parados. R$ 26,3 bilhões deixaram de circular na economia brasileira com negócios que não puderam ser fechados. Já são mais de R$ 3,8 bilhões não arrecadados, de acordo com o Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT).

Justo ou não, o pedido foi feito pelos grevistas e atendido pelo governo: redução de impostos. O presidente Michel Temer prometeu redução de R$ 0,46 no litro do diesel, além de redução à alíquota zero do CIDE, PIS e COFINS para esse combustível. Esses 3 tributos representam cerca de 13% do preço do diesel. Mas as consequências podem ser ainda maiores. Imaginar que várias classes trabalhadoras possam reivindicar benefícios e questionar injustiças podem causar um colapso nunca visto anteriormente. E todos estes temas estão, de forma direta ou indireta, relacionada a questões tributárias.

Quando o ministro da fazenda Eduardo Guardia foi questionado sobre as formas de compensar esses gastos não previstos pelo Governo, a resposta foi imediata: provável aumento de impostos! O fim da desoneração da folha se tornou urgente do dia para a noite. São 28 setores que devem deixar a sistemática da Contribuição Previdenciária sobre a Receita Bruta (CPRB). Isso pode trazer reflexos importantes em alguns setores. Aumento de preços para os cidadãos é líquido e certo. O fato da desoneração atual ter a opção anual e irretratável conforme regras atuais podem gerar questionamentos judiciais por conta de vários contribuintes.

Mas o que mais está por vir? No âmbito tributário, temos diversas questões que precisam ser apreciadas pelo judiciário. Uma das principais é a redução do ICMS na base de cálculo do PIS/COFINS. O STF deve se pronunciar sobre questões da possível modulação e definição do conceito de ICMS nos próximos meses. Mas existem muitos outros casos. O próprio Governo vem prometendo mudanças importantes na sistemática do PIS e COFINS há um bom tempo. São diversas alterações, como a mudança de base de cálculo, mudanças de alíquota, forma de creditamento e a unificação destes 2 tributos.

A tributação sobre dividendos é outro tema que sempre surge. Poucos países no mundo ainda não tributam essa destinação aos acionistas de empresas privadas. O Brasil é um deles. Chegando perto da Copa do Mundo, a comparação com outros países – não só no futebol – é inevitável: o Brasil tem uma das cargas tributárias mais altas do mundo. Somos um dos maiores países em tributação sobre o consumo, que atinge todos os cidadãos de maneira igualitária. Uma família que ganha 10 salários mínimos paga o mesmo imposto que uma família que ganha 1 salário mínimo. Parece muito desigual. Já em relação aos tributos sobre a renda, estamos na zona de rebaixamento. Embora todos dizerem que pagam muito imposto de renda, o que acontece é que o Brasil tributa em média 20% somente. EUA e vários países europeus chegam a cobrar mais de 40%.

E não para por aí. Em dezembro de 2017, o Governo Trump fez uma ampla reforma tributária nos EUA, reduzindo o Imposto de Renda para as empresas de 35% para 21%. No Brasil, a tributação média desse imposto é de 34%. Efeitos práticos? Falta de atratividade dos investidores americanos no nosso país. Outras economias do mundo estão se mexendo. Inclusive nossos vizinhos Argentina, Paraguai e Colômbia. Aliás, este último acabou de entrar no seleto grupo de países da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico). Equilibrar a política fiscal e alinhar regras tributárias são lições de casa para o Brasil também fazer parte deste grupo.

Enfim, os desafios tributários no Brasil são imensos. Me parece que o “cobertor é curto” e, sem uma reforma tributária ampla e bem discutida, teremos muitas dificuldades no futuro próximo. Propostas não faltam. O Centro de Cidadania Fiscal e a Reforma Tributária liderada pelo Deputado Federal Luiz Carlos Hauly são caminhos interessantes. Passam por simplificação tributária, redução de tributos sobre o consumo, imposto de renda de forma progressiva, entre outros. Caberá ao novo presidente fazer isso acontecer.

Marco Aurélio Pitta é gerente de contabilidade e tributos do Grupo Positivo, coordenador e professor dos programas de MBA da Universidade Positivo (UP) nas áreas Tributária, Contábil e de Controladoria.

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Com 23%, setor de Cartões apresenta maior índice de conversão na hora da cobrança, aponta pesquisa

O setor de cobrança na área de cartões de crédito por parte dos call centers apresentou a maior taxa de conversão nos quatro primeiros meses do ano. É o que mostrou uma pesquisa realizada pela Deep Center, especializada em Big Data e Business Analytics para Contact Centers. O levantamento levou em considerações oito setores que realizam cobranças com o consumidor, como Crediário, Crédito Pessoal, Serviços Massificados (redes de varejo, companhia elétrica, operadoras de TV por assinatura, entre outras), Telefonia, Veículos, Empresas Educacionais e Bancos.

De acordo com a pesquisa, o setor de cartões apresentou taxa média de conversão de 23%, acima da média geral do mercado, que é de 12%. A conversão é o indicador que mede a taxa de sucesso na cobrança em relação ao número de contatos efetivos pelo call center da instituição financeira. A pesquisa mostrou, ainda, que esse índice é alto em razão da necessidade do consumidor em usar o cartão de crédito.

A cobrança no setor de Veículos apresentou a segunda maior taxa de conversão no período, com média de 16%. Logo em seguida vêm os segmentos de Telefonia, com 14%, Crédito Pessoal, 13%, e Bancos, 9%, respectivamente.

“Os cartões, em sua maioria, são disponibilizados a clientes que, na época de contratação, não tinham restrição ao nome e um bom score. Por esse motivo, as cobranças são iniciadas antes mesmo do bloqueio do cartão e as negociações têm maior sucesso, para que o cliente preze pelo crédito disponível e mantenha seu nome limpo”, explica Gabriel Camargo, CEO da Deep Center.

Localização de devedores e ligações improdutivas

Além da conversão, foram avaliados também outros índices, como o Contato com a Pessoa Certa (CPC), indicador que mede o percentual de sucesso que o call center da cobrança tem ao falar com a pessoa que procurava. Nesse quesito, o setor de Massificados teve a maior média dentre os setores pesquisados, com 36%, acima dos 24% da média geral do mercado. Os setores de Crédito Pessoal e Cartões vêm na sequência, com 29% e 24%, respectivamente.

“Esse índice aponta especificamente que os bancos, supermercados e outros estabelecimentos comerciais que compõem a categoria contam, atualmente, com dados mais atualizados de seus clientes e estão acertando na estratégia de abordagem, como o canal de contato e melhor hora para a ligação”, afirma Camargo.

De acordo com o executivo, essa evolução na conversão das cobranças mostra, além da maturidade dos consumidores em assumir a responsabilidade dos débitos, o investimento das empresas em tecnologias para o estudo do comportamento do consumidor para reduzir a improdutividade das equipes, que está em 14%. “Hoje, não só os contact centers, mas as instituições contratantes estão usando soluções de Big Data para realizar uma análise preditiva, a fim de agir de uma forma mais assertiva e relevante, antecipando situações que costumam acabar em inadimplência ou cancelamento de serviços”, finaliza o CEO.

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Futurologista Ben Pring confirma presença no Ciab FEBRABAN

O futurologista e diretor do Centro para o Futuro do Trabalho da Cognizant, Ben Pring, é um dos mais esperados palestrantes do Ciab FEBRABAN, principal congresso de tecnologia do setor financeiro da América Latina. O executivo, que é coautor dos livros premiados What To Do When Machines do Everything (2017) e How the Digital Lives of People, Things, and Organizations are Changing the Rules of Business (2014), fará a palestra de encerramento, em que discutirá o tema “O futuro do trabalho”, diante de um cenário de transformação digital.

De acordo com Pring, muitos empregos serão extintos, mas outros serão criados. “Com o aumento do uso da tecnologia em todas as áreas, as pessoas estão buscando profissões que envolvam realidade virtual, análise de dados, inteligência artificial e programação”, diz o futurologista. “Acredito que 10% dos empregos que temos hoje serão substituídos por softwares nos próximos dez ou 15 anos, mas, ao mesmo tempo, a tecnologia vai criar muitas carreiras, e as pessoas migrarão para elas”, conclui o executivo.

Formado em Filosofia pela Universidade de Manchester, no Reino Unido, Pring dedica sua carreira a pesquisar e analisar como organizações podem alavancar as novas oportunidades que estão sendo criadas no mercado de trabalho em todos os segmentos da economia.

Palestra de encerramento

Ben Pring, diretor do Centro para o Futuro do Trabalho da Cognizant

Tema: O Futuro do Trabalho

Data: 14 de junho de 2018

Horário: das 17h às 18h.

Local: Auditório FEBRABAN

Ciab FEBRABAN

Data: de 12 a 14 de junho de 2018

Horário: das 10h às 19h

Local: Expo Transamérica

Endereço: Av. Dr. Mário Villas Boas Rodrigues, 387, Santo Amaro – São Paulo Para mais informações, acesse: www.ciab.org.br/.

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FGV EAESP debate os desafios e as perspectivas no Brasil

O curso OneMBA da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV EAESP) promove na quarta-feira (6), às 8h, um debate sobre os principais desafios e perspectivas para o Brasil.

A ideia é debater sobre os grandes gargalos do país: a educação; financiamento, infraestrutura e o papel das empresas e suas visões empreendedoras. Participam do evento: Alexandre Schnelder, Secretário Municipal de Educação de São Paulo; Ana Carla Abrão Costa, partner da Oliver Wyman e presidente do Conselho de Gestão Fiscal do Munícipio de São Paulo; José Ronaldo de Castro Souza Júnior, diretor de Estudos e Políticas Macroeconômicas do IPEA; LI Ylnsheng – CEO, CTG (China Three Gorges); Juliana Rosa, colunista de Economia da Globo News (moderadora); Deborah Vieitas, CEO da Amcham; Fernando Carneiro, membro do Board Internacional da SpencerStuart e líder da Prática de CEOs e Boards da América Latina; Francisco Fortes , vice-presidente de RH, TI e Industrial da Gerdau; Luciano da Silveira Araujo, Head of MIT Bootcamp, BraziI e Cristiano Romero, editor-executivo do Valor Econômico (moderador).

Programação

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T-Systems Brasil tem novo head de vendas

A T-Systems Brasil, provedora alemã com amplo portfólio digital de soluções e serviços de TI, acaba de anunciar uma mudança organizacional em seu time de vendas. Marcio Gropillo acaba de assumir a gestão da área de vendas paras os segmentos não automotivos.

No novo cargo, o executivo será o responsável pelas áreas de Hunting, Farming, Solutions Sales e Business Operations da companhia e pela expansão dos negócios da T-Systems Brasil em contas locais. “O mercado brasileiro vive um momento de retomada de investimentos em soluções inovadoras e a T-Systems está muito bem posicionada para trabalhar como o melhor parceiro de TI das empresas brasileiras e multinacionais. Nossos diferenciais técnicos, reputação e solidez no mercado global serão alicerces importantes para o nosso crescimento nestes segmentos tão importantes”, afirma o executivo.

Gropillo tem mais de 27 anos de experiência no mercado de TI. Neste período, acumulou experiência nas áreas de vendas, delivery, gestão de grandes contas e unidades negócios, em diferentes setores econômicos. Não por acaso, acumulou conhecimento em integração de sistemas, outsourcing e processos de transformação digital, conhecimentos que ajudaram empresas a aprimorar a experiências de usuários, aumentando sua satisfação por meio de soluções multicanais.

“Ao trabalhar em empresas como IBM e Capgemini, nosso mais novo colaborador adquiriu dois fatores indispensáveis para os desafios que vai enfrentar aqui: expertise e senioridade”, afirma o presidente da T-Systems Brasil, Ideval Munhoz.

Formado em Ciências da Computação pela PUC-RJ, Marcio possui MBA em Gestão de Negócios pela mesma universidade e MBA em Gestão de Projetos pela George Washington University (EUA).

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5 dicas para o MEI se adaptar ao mundo digital

De acordo com levantamento do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) divulgado em maio, 50% dos MEIs (microempreendedores individuais) brasileiros preferem registrar os seus gastos com papel e caneta.

O comportamento de metade dos mil empreendedores autônomos ouvidos pela entidade – com faturamento anual de até R$ 81 mil –, contrapõe-se a um mundo cada vez mais tecnológico e conectado.

Daniel Bergman, CEO da iZettle Brasil, empresa que oferece máquinas de cartão e um aplicativo de gestão focados em pequenos negócios, afirma que os avanços tecnológicos dos últimos anos permitem que os microempreendedores profissionalizem e melhorem a sua gestão.

O líder das operações brasileiras da empresa fundada na Suécia dá cinco dicas de como aderir à digitalização.

1) Entre de cabeça no mundo digital

Muitos empreendedores têm receio de usar novas tecnologias por parecerem difíceis ou estarem acostumados a anotar tudo na mão. O estudo do Sebrae aponta que apenas 21% dos MEIs no Brasil tem preferência por fazer a gestão financeira do negócio digitalmente.

“Esse percentual é maior entre os jovens de até 24 anos. Mas nunca é tarde para aprender”, aconselha Bergman. Tecnologias como aplicativos para celulares são cada vez mais intuitivas e é possível dominá-las sozinho ou seguir as instruções. Vale sempre também pedir ajuda para quem as conhece.

2) Corra atrás de cursos gratuitos

Existe também a chance de aprender gratuitamente a usar essas ferramentas. “Há hoje uma infinidade de cursos para empreendedores que ensinam a administrar o negócio e que abordam ferramentas digitais como as planilhas no computador”, afirma.

De acordo com o estudo, 77% dos MEIs brasileiros nunca fizeram um curso ou treinamento em finanças. “O Sebrae, por exemplo, oferece mais de 80 cursos gratuitos a distância. A internet também é amiga do empreendedor ao possibilitar tirar dúvidas sobre as ferramentas”, diz Bergman.

3) Aproveite a popularização dos cartões

Segundo o estudo do Sebrae, 44% dos microempreendedores brasileiros aceitam o pagamento com o cartão de débito e crédito. O especialista afirma que a popularização das máquinas de cartão nos últimos anos tem feito com que as empresas ofereçam tecnologias pensando nesse público.

“Aceitar o pagamento com cartão aumenta o faturamento do negócio e traz ainda diversas outras vantagens como fugir da inadimplência. Para enfrentar o aumento da concorrência, as empresas têm oferecido tecnologias junto às maquinas que permitem controlar o estoque, organizar os produtos e acompanhar as vendas digitalmente, por exemplo”, afirma.

4) A administração do capital de giro é fundamental

O risco de fechamento do negócio, caso não haja atenção com as reservas necessárias para mantê-lo funcionando, é uma preocupação que os empreendedores precisam ter. “O planejamento financeiro fica com mais risco de falhas no papel e caneta. A tecnologia também permite a antecipação do valor das vendas por empresas diretamente em contas virtuais ou na conta bancária”, orienta.

De acordo com o estudo do Sebrae, 48% dos MEIs ouvidos não fazem a previsão dos seus gastos e 60% guardam diariamente os comprovantes físicos do que compram.

5) A tecnologia vai além da gestão financeira

Por último, há hoje diversas tecnologias que auxiliam o negócio para além do planejamento financeiro. “As redes sociais são tecnologias que já fazem parte do nosso dia a dia e que ajudam a alcançar novos clientes”, afirma Bergman.

É fundamental criar hoje uma página no Facebook e um perfil no Instagram para o negócio. Os e-mails ainda são importantes para enviar alertas de promoções, principalmente quando se tem os contatos dos clientes organizados em uma planilha ou aplicativo.

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Evento debate caso Neon e seus impactos no cenário de fintechs no Brasil

A ABFintechs (Associação Brasileira de Fintechs) e o Fintouch 2018 promovem o Fintopics – Case Neon: regulamentação e seus impactos para debater a liquidação extrajudicial em instituições financeiras e seus impactos no cenário de fintechs no Brasil, com abordagem voltada ao mercado financeiro, fintechs, imprensa e público geral. Irão compor o quadro de palestrantes e painelistas representantes do Banco Central do Brasil, fintech Neon Pagamentos, ABFintechs, Insper e JL Rodrigues, Carlos Atila & Consultores Associados. O evento acontecerá no dia 12 de junho, terça-feira, entre 10h e 12h no auditório Steffi e Max Perlman do Insper, em São Paulo.

Em palestra, o chefe do Departamento de Regimes de Resolução (DERES) do Banco Central do Brasil, Climério Leite Pereira, falará sobre o fluxo do processo de resolução, que inclui a liquidação de instituições financeiras. Pela fintech Neon Pagamentos, o CEO Pedro Conrade falará sobre as tomadas de decisões em decorrência do caso e como a empresa retomou seus serviços de maneira ágil. O consultor José Luiz Rodrigues, especialista em organização e regulação do sistema financeiro e mercado de capitais, trará orientações para as fintechs nacionais.

Na sequência, o Presidente da ABFintechs, Rodrigo Soeiro, mediará painel entre as partes, contando também com a participação de Eduardo Dotta, professor do Insper, que contribuirá com o debate sobre a questão regulatória das fintechs. Na ocasião, será lançado oficialmente o Fintouch 2018, evento que conecta as fintechs aos principais players do mercado financeiro, investidores e clientes, que acontecerá no dia 8 de agosto de 2018, das 8 às 20 horas, no Transamerica Expo Center.

O Fintopics será totalmente aberto para perguntas, com participação gratuita e vagas limitadas. Para participar, é preciso se inscrever no site: http://www.sympla.com.br/fintopics—case-neon__295938. Haverá também transmissão online. O evento é promovido pela ABFintechs e Fintouch e conta com o apoio da fintech Neon Pagamentos, do Insper e da JL Rodrigues, Carlos Atila & Consultores Associados.

Fintopics – Case Neon: regulamentação e seus impactos

Data: 12 de junho de 2018, terça-feira

Horário: Das 10h às 12h

Local: Auditório Steffi e Max Perlman do Insper

Endereço: Rua Quatá, 300 – Vila Olímpia. São Paulo/SP.

Vagas limitadas. Inscrições gratuitas no link: http://www.sympla.com.br/fintopics—case-neon__295938

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Junho Vermelho começa em todo Brasil

o Movimento Eu Dou Sangue inicia as ações de sua campanha Junho Vermelho em todo Brasil, com o objetivo de conscientizar a população sobre a importância da doação sangue. A ação é fundamental para os bancos de sangue, que, além de já enfrentarem a baixa adesão de doadores nesta época do ano, estão com seus estoques comprometidos por conta da greve dos caminhoneiros.

Em São Paulo, por exemplo, segundo informações da Fundação Pró-Sangue, parceira do Movimento Eu Dou Sangue e responsável pelo abastecimento de grande parte dos hospitais públicos da Grande São Paulo, os estoques estão baixos, girando em torno de 30% a 40% do ideal. Ademais, pesquisa realizada no ano passado, encomendada pelo Movimento, em parceria com o Instituto Datafolha, indicou que o brasileiro não costuma doar sangue: cerca de 92% dos entrevistados declararam que não participaram de doações nos últimos 12 meses.

Justamente por conta desses fatores, a causa ganhou força. “O Junho Vermelho surgiu para alertar os brasileiros de que sangue não se compra, não se fabrica e que qualquer pessoa a qualquer momento pode precisar dele”, ressalta Diana Berezin, uma das duas criadoras do Movimento.

O Junho Vermelho é o único mês colorido que traz a mensagem de cuidar do outro. “Quem doa sangue tem o foco na necessidade de outra pessoa e o único benefício é o prazer indiscutível de ajudar e fazer o bem”. explica Debi Aronis, também criadora do Movimento. “Dar sangue é dar de si, é dar do seu tempo, é se importar com mais alguém, é o mínimo para quem dá e é o máximo para quem recebe. É cidadania na veia!”.

Com o propósito de conscientizar a população e estimular a doação de sangue durante o inverno, diversos pontos do Brasil serão iluminados de vermelho. Em São Paulo, por exemplo, diversos locais já aderiram, como a Fonte Elo do Parque do Ibirapuera, a Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, Câmara Municipal de São Paulo e o Banco Daycoval.

Onde doar:

Para saber onde há bancos de sangue, o doador pode acessar o site do Movimento Eu Dou Sangue, na aba de “Onde doar”, pelo http://www.eudousangue.com.br/onde-doar/.

Basta comparecer, participar da entrevista feita no local e contribuir.

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Quando vamos efetivamente aceitar os robôs?

Por Vinicius Maximiliano

Relatório recente do Banco Mundial alerta que, se os trabalhadores do Século 21 pretendem competir com as máquinas, é melhor reduzirem salários, cortar direitos trabalhistas e tornar custos humanos mais “baratos”.

Particularmente, sou um dos que o relatório produzido pelo Banco Mundial no dia 20 de abril de 2018, chama de “criadores de cenários catastróficos”. Esse apartado é importante pois, as opiniões que expressarei aqui levam em consideração essa “pecha” criada pelos estudiosos do Desemprego do Século 21.

Interessantíssimo observar que, gradativamente, órgão oficiais, que até há pouco tempo, sinalizavam que existia um exagero sobre a ascensão da tecnologia sobre o trabalho humano, comecem a divulgar, em doses homeopáticas, novos relatórios com análises “já não tão boas” sobre o futuro do trabalho.

Continuam a insistir que não precisamos nos preocupar com a tecnologia ascendente na substituição dos trabalhadores humanos e baseiam-se nos estudos de grandes e brilhantes escritores e analistas DO PASSADO, para fundamentar que, apesar de todos os alardes, nada foi como previram esses “catastróficos”. Concordo!

Realmente, nos séculos anteriores, as previsões relativas as 3 revoluções industriais pareciam exageradas e traziam consigo muito mais um discurso de resistência socialista, em contraposição a exploração humana pelo capital e o trabalho. Marx, Keynes… todos “supervalorizaram” os danos, para justificar os prejuízos. E naquela altura, o recurso aplicado e a ruptura de mercado causada comportavam tais discussões nesse âmbito. O mundo era menor, a globalização ainda era um conceito e a conectividade humana muitas vezes não ultrapassava as cartas manuscritas entre as pessoas.

Será que algo mudou para o mundo de hoje? Será que o trabalho, como o conhecemos, sofreu mudancas impactantes? Sinceramente, tentaremos explicar um fenômeno nunca antes vivenciado pela humanidade, sob a ótica dos estudiosos que igualmente não vivenciaram nossa atual (e dura!) realidade? Em que medida isso agrega valor, esclarece o cenário e alinha o futuro? Olhar para a frente, pelo retrovisor, não parece uma atitude lógica…

E é isso que tenho visto! Desde que iniciei uma página específica sobre o Desemprego no Seculo 21, tenho dedicado algum tempo a refletir e buscar matérias e estudos que possam ajudar o mercado a explicar e a se preparar para esse impacto social. Afinal, desemprego, seja qual for a maneira como ele foi gerado, é uma questão social! Mas nem sempre compreendem a finalidade.

Em uma outra oportunidade, tive de esclarecer em um dos posts da página, que não sou contra os robôs, tampouco sou socialista ou comunista ou o que quiserem me chamar, que defende que tudo precisa ser proibido para que se preservem os empregos. Que era “hipocrisia minha falar de desempregos causados pela tecnologia postando do meu Iphone”… ledo engano!

Minha posição é justamente trazer reflexões sobre os impactos da tecnologia no mundo do trabalho e que estão acontecendo de forma silenciosa, sem que Governos e Instituições se deêm conta de que, o agora, é bem diferente dos escritores e revolucionários dos séculos passados.

Pensar as consequências e malefícios que a adoção e crescimento desenfreado das tecnologias terá sobre o trabalho assalariado é uma questão de política pública!

Não é “drama, catástrofe ou exagero”, é vida real, entendem? Afinal, querendo ou não, os robôs estão ai, chegando e tomando espaço: quando iremos aceitar a realidade? Quando iremos aceitá-los?

É muito bonito falar sobre os “pequenos” impactos que a robotização, a I.A. e a automação inteligentes trarão ao mercado, para quem esta EMPREGADO. Porém, tente vender o mesmo discurso para o pai ou mãe de família que acabou de perder seu emprego porque o “robozinho” novo da fábrica trabalha 24h por dia e produz o mesmo que 20 trabalhadores ao mesmo tempo, com erro e desperdicio praticamente zero, sem regras trabalhistas ou exigências burocráticas insustentáveis. Apenas a título de sugestão, assistam um trecho do filme “A fantástica fabrica de chocolate”, quando o pai do protagonista é substituído na colocação de tampas de pasta de dentes…

Na vida real, os robôs já estão tomando conta dos trabalhos.

As evidências estão ai… só não estamos prestando atenção nelas porque o ganho de agilidade, conectividade e conveniência estão enchendo os olhos do mercado, mas basta olhar em volta. Bancos estão se desintegrando fisicamente, demitindo milhares de pessoas. Fábricas automotivas, que já foram a locomotiva de geração de empregos mundo afora, demitem e reduzem a cada ano, enquanto mantêm a produção e a melhoria contínua dos carros. Call centers praticamente se tornaram uma salinha com um super servidor com assistentes virtuais e “bots” que respondem a praticamente tudo!

E isso é só o começo! Eu sou um entusiasta da inteligência artificial e tenho visto projetos que vão do maravilhoso ao estarrecedor! Não sou um pesquisador, sou apenas um curioso! Mas existem estudos para otimizar praticamente TUDO que fazemos em forma de trabalho hoje (pelo menos da forma como o conhecemos). Alguns estudos ainda mais embrionários, mas que na teoria da evolução dos sistemas e algoritmos, serão possíveis em pouquíssimo tempo. A China tem demonstrado que, um bom banco de dados, um governo autoritário e sistemas de inteligência artificial, podem ser utilizados para controlar uma sociedade de maneira muito mais eficaz do que por leis antiquadas.

Algumas coisas me causam tanta preocupação, que sempre compartilho reportagens que mostram setores de mercado que estão desenvolvendo tecnologias para que não dependam de mão-de-obra humana direta. E isso é fato, não é estudo teórico! Não é alarde, é evidência! Porque resistimos tanto em aceitar que a vida real passa pela aceitacão dos nossos novos parceiros de trabalho?

Vejo em vários eventos que participo, dezenas de palestrantes dizendo que o número de empregos que SERÃO (sim, no futuro do presente do indicativo!) gerados pelas tecnologias e robóticas vindouras, serão maiores do que o desemprego causado. Um discurso bastante parecido com esse do Banco Mundial, de que com o tempo, tudo se ajeita! E tenho sempre aproveitado o gancho para questioná-los das evidências, dados e análises que fundamentam isso. Em sua maioria, deixam a pergunta em aberto… ou se remetem, novamente, aos críticos da evolução das maquinas do passado…

Esse último relatório do Banco Mundial é um alerta velado, mas um alerta!

Talvez por politica interna eles não possam ou não devam criar alarde, mas na prática, dizer que “é melhor reduzir salários para que os trabalhadores possam competir com as maquinas”… meu amigo, tem coelho nesse mato! E uma instituição da envergadura do Banco Mundial tem sim o potencial de causar preocupação em governos do mundo todo. Afinal, você, ai na sua vida, no seu dia a dia, tem visto alguma política pública, ou alguém da estrutura estatal, apresentando projetos ou falando como vai lidar com essa questão?

Todos sabemos em sã consciência que não podemos COMPETIR com máquinas. Temos sim de nos UNIR a elas… mas disputar espaço… é entrar em campo já com 7×1 no placar inicial contra! E mais: o desemprego atual já está praticamente impossível de ser revertido, não só no Brasil como no mundo todo. Aqui, o índice entre 12 e 13 milhões praticamente ja integrou as estatísticas… e ninguem sabe como resolver, a verdade é essa! As possíveis soluções são as de sempre: aquecer a economia para gerar empregos… só que ninguém diz COMO.

Políticas educacionais que criem capacitação de curto prazo, em habilidades específicas e de treinamento de máquina (sim, podemos ser bons “treinadores” para robôs!) seriam bem vindas. Mas para isso, os atuais gestores teriam que se preocupar menos em dar benefícios sociais, aceitar o fato de que o desemprego é endêmico e preparar as pessoas para o mundo real que nos aguarda, e que está bem perto.

Querendo ou não, só na educação estruturada poderemos encontrar algum alento a essa dura realidade e tornar, aí sim, seus impactos menores. Fora isso, ao menos diante dos estudos que tenho visto até hoje, continuamos olhando o cenário com “romantismo” exagerado, ancorando nossa segurança nos erros de previsões do passado… e um passado bem diferente da nossa atual realidade.

É mais ou menos assim: eu não acredito em bruxas, mas que elas existem, existem!

Vinicius Carneiro Maximiliano é advogado corporativo e gestor contábil. Com MBA em Direito Empresarial pela FGV e especialista em Direito Eletrônico pela PUC/MG, atuou como advogado de Propriedade Intelectual no Brasil para a Motion Picture Association (MPA), Associação de Defesa da Propriedade Intelectual (ADEPI) e também para a União Brasileira de Video (UBV). Em seguida, foi gestor de projetos especiais na Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES) – e Business Software Alliance (BSA). Nomeado pela OAB/SP para a Comissão de Mercado de Capitais e Governança Corporativa. É diretor executivo da Etecon Contabilidade, escritório especializado em questões fiscais e contábeis para empresas tradicionais e da nova economia digital. Autor do livro “Dinheiro na Multidão” – Oportunidades x Burocracia no Crowdfunding Nacional”, obra em que analisa o mercado de financiamento coletivo no Brasil e as questões fiscais e burocráticas que podem impactar esse segmento de mercado.

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CDL/BH solicita prorrogação do prazo de vencimento de todos os tributos municipais, estaduais e federais

Diante do atual cenário econômico com desabastecimento e queda nas vendas provocado pelos efeitos da paralisação dos caminhoneiros, com consequência imediata na saúde financeira das empresas, a Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH) enviou ofícios ao presidente Michel Temer, ao governador Fernando Pimentel e ao prefeito Alexandre Kalil solicitando a prorrogação do prazo de vencimento de todos os tributos federais, estaduais e municipais. “Os efeitos da paralisação dos caminhoneiros colocaram em situação de grave preocupação toda a atividade econômica. Os setores de comércio e serviços sentiram os efeitos com vendas em brusca queda”, disse o presidente da CDL/BH, Bruno Falci. “E para mantermos os empregos e a saúde financeira das empresas, precisamos de fôlego para colocar os compromissos em dia”, completou.

Nos ofícios, a CDL/BH solicitou:

1) a prorrogação do prazo de vencimento de todos os tributos federais, estaduais e municipais;

2) suspensão pelo prazo mínimo de 60 (sessenta) dias do cadastramento de débitos dos contribuintes na dívida ativa e protesto em cartório.

A CDL/BH entende que as medidas solicitadas são necessárias, pois será preciso criar mecanismos que minimizem os impactos decorrentes da paralisação dos caminhoneiros. A Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) estima que, de 21 a 28 de maio, os setores de comércio e serviços de todo País tiveram perdas de aproximadamente R$ 27 bilhões.

Mesmo com a retomada gradual das atividades dos caminhoneiros, os setores de comércio e serviços ainda precisarão de um período para se recuperar das perdas e reorganizar suas finanças. Em especial as pequenas empresas, que são as que mais sentem os reflexos gerados pelo alongamento da paralisação, tendo sua capacidade de pagamento diretamente afetada.

A CDL/BH espera que os nossos governantes considerem os interesses da sociedade e tomem medidas que reduzam tantos transtornos que foram causados, a fim de evitar que os prejuízos sejam ainda maiores. Além disso, esperamos que esse grave momento vívido no País nos últimos dias sirva para alertar da necessidade de uma gestão pública mais eficiente, que desenvolva medidas que atendam as demandas da sociedade e fomentem o desenvolvimento da economia.

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PagSeguro lança a Moderninha Plus

O PagSeguro, empresa do grupo UOL que oferece soluções completas para pagamentos online e presencial para pessoas físicas ou jurídicas, lança a sua nova maquininha, a Moderninha Plus. Com novidades e design ainda mais moderno, ela substituirá a Moderninha Wifi e será comercializada pelo mesmo valor, 12x de R$ 28,90.

A Moderninha Plus tem novo visual e melhorias: bateria que dura até duas vezes mais que a da versão anterior, teclado ainda mais fácil de ser manuseado e processador mais veloz. A Moderninha Plus tem também NFC (“Near Field Communication”), que possibilita pagamentos por aproximação do cartão à máquina, de forma rápida e segura.

A Moderninha Plus do PagSeguro continua com cinco anos de garantia, não tem aluguel e nem taxa de adesão e o vendedor também ganha o Cartão Pré-Pago grátis para receber o dinheiro das suas vendas.

O que você ainda não sabe sobre impressão 3D?

A impressão 3D já é uma realidade, mas como de fato funciona, quase ninguém sabe. Quer tirar algumas dúvidas básicas? O especialista em Performance Materials (Plásticos) da UL, Marcelo Fontoura, explica o que você quer saber:

– Por que o processo se chama impressão 3D? Impressão não tem que ser no papel?

Não! Chama-se de impressão 3D, pois o processo ocorre em três dimensões e o produto possui exatamente as mesmas características de um produto fabricado por métodos tradicionais. Mas, não ocorre como numa impressora comum. Na verdade, envolve adicionar camadas de um produto até chegar ao produto final. Por isso, o nome técnico é manufatura aditiva.

– Para que ela serve? Dá para imprimir qualquer tipo de objeto?

Basicamente tudo pode ser impresso em 3D. Utilizando diferentes tipos de matérias-primas chega-se a uma enorme variedade de produtos. No início, a impressão 3D era uma tecnologia apenas utilizada com o intuito de criar protótipos para testes e homologação, mas hoje já se utiliza a impressão 3D para produção em série de inúmeros produtos.

– Então, se a pessoa quiser imprimir em casa objetos restritos, como armas, ela pode?

É contra a lei, mas se a pessoa possuir a tecnologia ela pode imprimir até uma bazuca, se quiser.

– Para imprimir um carro, por exemplo, a impressora tem que ser do tamanho do veículo?

Não, na verdade funciona mais como na indústria tradicional, em que são produzidas várias peças de tamanhos diferentes e depois é feita a montagem dos produtos maiores.

– Uma impressora 3D é muito cara?

O valor de uma impressora 3D pode variar muito, dependendo do tamanho, velocidade, e da matéria prima a ser utilizada, entretanto os modelos mais básicos, para uso em menor escala, possuem valores extremamente acessíveis, na ordem de USD 3.000,00.

– Só pode usar plástico na impressão 3D?

Não! A impressão 3D pode ser feita com uma gama maior de matérias- primas, como diversos tipos de polímeros e/ou resinas, metais, poliamidas e etc.

– O fato da impressão 3D usar principalmente plásticos não vai aumentar a poluição?

A impressão 3D irá coexistir com os processos tradicionais de produção que também utilizam plásticos como matéria-prima havendo, portanto, uma troca de tecnologias de produção.

– Por que se diz que impressão 3D é o futuro?

Podemos dizer que está afirmação já está desatualizada porque a impressão 3D já é uma realidade. Exemplos que nos fazem acreditar que a impressão 3D já uma tecnologia atual podem ser facilmente encontrados. Você poderia imaginar um prédio de seis andares, totalmente construído com impressão 3D? Uma máquina de vendas de sapato que realiza a leitura do seu pé em três dimensões e após você escolher a cor e modelo, imprime o sapato no mesmo momento? Um pneu de bicicleta que não fura? Todos estes são exemplos reais!

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Sete dicas para comprar com segurança nas lojas virtuais

As compras on-line caíram tanto no gosto do brasileiro que o setor de e-commerce cresce a taxas impressionantes ano após ano. Só em 2017, segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), o setor faturou R$ 59,9 bilhões e teve um crescimento de 12% em comparação a 2016. Para este ano, a expectativa é ainda melhor, com cifras na casa de quase R$ 70 bilhões (15% a mais).

Esta evolução do comércio eletrônico se dá pela praticidade, comodidade e facilidade que uma compra on-line proporciona ao consumidor. Entretanto, há um problema: ao mesmo tempo em que o e-commerce alcança índices significativos de vendas, o número de fraudes cibernéticas contra o cliente final é uma sombra desagradável.

Diversos estudos apontam o Brasil como um dos países líderes em golpes pela internet. Um relatório publicado pela Norton, empresa de cibersegurança, apontou que o nosso País sofreu prejuízos de quase US$ 22 bilhões (mais de R$ 80 bi) por conta de crimes cibernéticos só em 2017 – incluindo fraudes contra clientes, lojas virtuais, instituições financeiras.

No entanto, para que o cliente possa disfrutar ao máximo os muitos benefícios do e-commerce, a Konduto, empresa especialista no combate à fraude on-line, listou sete dicas para ajudar os consumidores a comprarem com segurança e evitar as armadilhas feitas por criminosos digitais:

1. Reputação da loja: Consulte a reputação do e-commerce em sites como o Reclame Aqui e procure comentários sobre ele nas redes sociais. E-commerces que não têm uma boa reputação nessas páginas devem ser evitados;

2. Informações básicas: Verifique se o e-commerce possui razão social, CNPJ e se a empresa informa endereço físico e telefone de contato caso haja algum problema na entrega;

3. Formas de pagamento: Desconfie de lojas que disponibilizam unicamente boleto bancário como forma de pagamento e não permitem pagamentos por cartão de crédito. E-commerces precisam cumprir uma série de exigências legais para poderem receber transações por cartão, um processo que seria extremamente oneroso para um fraudador. Além disso, o cartão de crédito é sempre muito mais seguro e, em caso de fraude, o cliente tem o respaldo legal para pedir o ressarcimento do valor;

4. Medidas de segurança: O consumidor precisa tomar cuidado com e-mails falsos (phishing), manter um antivírus sempre atualizado no computador e no smartphone e nunca deve enviar dados sensíveis de cartão de crédito (número, código CVV e validade) por e-mail, chat ou mensagem de texto;

5. Desconfie de promoções “imperdíveis”: Encontrou algum desconto imperdível, como por exemplo uma passagem aérea para uma data próxima com 80% de desconto, ou então um smartphone recém lançado pela metade do preço? Cuidado! Criminosos utilizam estas “vantagens incríveis” como chamariz para atrair o consumidor desatento;

6. Conexão segura: Um requisito básico para lojas virtuais idôneas é a utilização de um certificado de segurança SSL (Secure Socket Layer, em inglês), que criptografa toda a comunicação entre usuário e site. Mas atenção! Sites falsos também podem ter HTTPS no endereço eletrônico. O fato de o site não ter SSL acende uma luz vermelha, mas o fato de ele ter o HTTPS não significa necessariamente que ele é idôneo;

7. Comentários de clientes: Os chamados reviews, comentários postados sobre um determinado produto ou loja, são muito importantes para garantir que comprar naquele e-commerce é seguro. Verificar se há informações sobre entregas, qualidade do produto e atendimento é essencial para saber se a loja cumpre com aquilo que promete.

Qual é a diferença entre coaching e mentoria?

Na busca pelo aperfeiçoamento profissional, é natural que as pessoas recorram a diversas formas de especialização. Porém, nem sempre cursos e treinamentos são suficientes para atender às necessidades que os fariam se sentirem satisfeitos e capacitados. Neste momento, existem alguns métodos que podem auxiliar quem deseja alcançar objetivos maiores, como o coaching e a mentoria. E qual é a diferença entre eles? Como saber qual se encaixa melhor das suas aspirações?

“O Coaching se trata de um diálogo desenvolvido em várias etapas, em que envolve o coach e o cliente a fim de alcançar um objetivo específico dentro de um prazo determinado”, explica Bruno Negretti, CEO da Knowe, plataforma de mentoria e aconselhamento profissional sob demanda. “Já a mentoria é focada na formação do indivíduo com o objetivo de fazê-lo refletir e ter novos insights sobre sua vida e carreira”, complementa.

Para Bruno, a mentoria prioriza o desenvolvimento e a evolução contínua, além de ser realizada por um profissional com mais experiência na área, que se empenha para passar conhecimentos ao interessado. “Enquanto isso, o coaching segue uma metodologia que pode ser de curto, médio ou longo prazo com o estabelecimento de metas, além do coach não ser necessariamente da mesma área que o cliente”, exemplifica.

“Os dois métodos podem ajudar o profissional a se desenvolver e alcançar importantes resultados para sua carreira. Neste momento, é preciso que a pessoa compreenda em qual momento da trajetória profissional se encontra para saber escolher qual metodologia mais se enquadra nas suas ambições”, recomenda Bruno.

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Algar Ventures divulga empresas selecionadas para seu programa de aceleração

A Algar Ventures, braço de corporate venture capital do grupo Algar, anunciou as 15 scale-ups (empresas de alto crescimento) que participarão de seu programa de inovação aberta, em parceria com a Endeavor, com duração prevista de seis meses.

O objetivo do Algar Ventures Open é de apoiar os empreendedores nos seus desafios e acelerar ainda mais o crescimento das empresas, além de encontrar oportunidades de investimento em novos negócios para complementar o portfólio do Grupo.

As empresas escolhidas foram selecionadas por uma comissão formada por executivos da Algar e da Endeavor com base em vários critérios como oportunidade de mercado, diferencial competitivo, inovação no modelo de negócios, histórico da empresa nos últimos meses, além dos perfis do empreendedor e do time.

A próxima etapa é a fase de diagnóstico das empresas e escolha do mentor-padrinho, da rede da Endeavor. Após isso, será definida a conexão com um executivo c-level da Algar e dos fundos convidados, além da realização de mentorias coletivas em São Paulo.

A conexão com a Algar dará aos participantes acesso às unidades de negócios do Grupo, possibilitando a troca de conhecimento entre as empresas e eventuais investimentos por parte da Algar Ventures no decorrer do programa.

Estas são as empresas selecionadas para o Algar Ventures Open:

mLabs: visa promover a inclusão digital de pequenas empresas nas mídias sociais, por meio de uma plataforma facilitadora da gestão. Por meio de algumas ferramentas como agendamento de posts, acompanhamento de feed, análise de métricas, etc. permite que micro empresários tirem proveito das mídias sociais.

Dom Rock: solução de ambiente unificado de captura, consolidação e análise de dados, para dar suporte às organizações na transformação digital, tendo como pilares de tecnologia Big Data, análise de dados e aprendizado de máquina.

Agendor: CRM no modelo de SaaS focado para o time de vendas com ferramentas complementares que garantem a gestão do funil de vendas. Possui as versões web e mobile, com diversas funcionalidades que facilitam o trabalho das equipes.

Squid: especializada em marketing de influência, a empresa mapeia, recruta e gerencia micro-influenciadores. Sua tecnologia auxilia na gestão de todas as etapas de uma campanha, desde a identificação do micro-influenciador ideal, passando pelo alinhamento de estratégia, curadoria, ativação e monitoramento.

Solubio: tecnologia para produção de defensivos biológicas na fazenda (on farm). A solução é composta de Laboratório e BioFábrica OnFarm®, instalado nas propriedades agrícolas, e através de um sistema de alta qualidade permite redução de grandes custos com defensivos.

Dentro da História: plataforma de histórias personalizadas para crianças. Através da plataforma, crianças podem interagir com avatares próprios e imprimir seus livros personalizados, mesclando uma experiência online e offline.

Scicrop: plataforma integrada de agricultura digital para coleta, análise e visualização de dados de diversas fontes. Através do uso de uma API própria fornece serviços de agricultura de precisão, gestão da fazenda, etc.

Enbox: plataforma de negociação de energia elétrica que conecta consumidores livres, geradores e comercializadores. Funciona como um leilão dinâmico e possibilita que sejam executadas ordens de compra, venda e swap em tempo real.

Nazar: software para monitoramento que identifica a causa de problemas de performance de bancos de dados que afetam sistemas e aplicações. Possui painéis de monitoramento em tempo real e permite identificar a raiz dos problemas, além de otimizar o uso e custos com infraestrutura.

CleanCloud: plataforma de gerenciamento de computação em nuvem que possibilita maior visibilidade da sua arquitetura/gastos e oferece inteligência por meio de recomendações diárias e automáticas, analisando dezenas de variáveis.

Bela: fintech de turismo que possui uma plataforma para pagamento, gestão, venda e operação. A solução completa, plug and play, atende hotéis, agências e atrações turísticas.

Huggy: plataforma para atendimento digital concentrando diversos canais de comunicação e dividindo o atendimento em camadas: atendimento automático, atendimento inteligente (chatbots) e atendimento humano.

Mediação Online: plataforma de mediação online para resolução de conflitos de forma fácil, rápida e com validade jurídica, para promover o diálogo entre as partes e auxiliá-las na criação de alternativas para colocar fim ao litígio.

Grão Direto: aplicativo para facilitar negociações entre compradores e produtores, conectar cooperativas e entregar uma inteligência de mercado mais efetiva.

Zissou: oferece colchões de alta qualidade com conceito ‘bed in box’. O colchão vem em uma caixa compacta retangular que cabe o elevador e no porta-malas, facilitando a instalação, e pode ser testado durante 100 dias.

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Programa de aceleração a empreendedores negros é lançado com apoio do Facebook

Com intuito de fortalecer e estimular o ecossistema de afroempreendedorismo no Brasil, foi lançado, nesta quarta-feira (30) o Afro Hub, programa que nasce com a proposta de fomentar o crescimento de negócios com o uso da tecnologia. Promovida pela Feira Preta, Afro Business e Diaspora.Black, com o apoio do Facebook, a iniciativa surge no ano em que se completa os 130 anos da abolição da escravatura.

Dados analisados pelo Instituto Locomotiva, a partir de informações do PNAD, apontam que, no Brasil, são mais de 5,8 milhões de empreendedores negros com acesso à internet, que movimentam aproximadamente R$ 219,3 bilhões. De acordo com o Sebrae, os afroempreendedores estão à frente de 51% das empresas brasileiras.

Entre junho e novembro, o Afro Hub terá atividades divididas em três frentes. Na primeira fase, serão selecionados 10 empreendedores que passarão por uma pré-aceleração e treinamentos em tecnologias e ferramentas avançadas do Facebook e Instagram, além de mentorias com profissionais especializados, no período de junho a setembro.

Paralelamente, de junho a novembro, o Afro Hub receberá, na Estação Hack, em São Paulo, centenas de empreendedores que poderão, gratuitamente, participar de eventos organizados pela Feira Preta, Afro Business e Diaspora.Black, com o intuito de fomentar o networking em seus negócios.

Já no mês de novembro, serão realizados workshops gratuitos em diversas capitais, entre elas Salvador (BA), Rio de Janeiro (RJ) e São Luís (MA), com a finalidade de atualizar os empreendedores negros quanto ao uso das redes sociais como estratégia para alavancar os negócios. Além disso, especialistas em gestão e negócios disruptivos farão palestras a convite dos organizadores.

“Entendemos esta iniciativa como uma parceria conjunta para a constituição de um hub de afro-empreendedorismo no país. Além disso, os cases de sucesso, ao término do programa, servirão como referência para outros empreendedores, ressaltando o que as ferramentas do Facebook e Instagram podem fazer para alavancar os negócios em tecnologia e comunicação”, comenta Fernanda Ribeiro, co-fundadora e presidente da Afro Business.

Para a fundadora da Feira Preta, Adriana Barbosa, “o Afro Hub é um projeto de construção de uma nova narrativa pautada na transcendência do empreendedorismo de necessidade por oportunidade. O projeto se propõe a potencializar cases de empreendedores que representam mais de 50% dos microempresários no Brasil com o suporte da comunicação e da tecnologia”.

“Vamos promover acesso a conteúdos e ferramentas digitais de alta performance para os negócios. É uma iniciativa de grande impacto para fomentar a circulação econômica entre a população negra”, resume Antonio Pita, co-fundador da Diaspora.Black.

Pesquisa inédita

Como parte do projeto, também foi lançado o chamamento para uma pesquisa nacional inédita sobre o perfil do afroempreendedor, que será conduzida pelo Instituto Locomotiva. O objetivo é entender o perfil socioeconômico do afro-empreendedor, como acesso ao crédito, áreas de atuação e participação da mulher negra no ecossistema de empreendedorismo. O resultado será divulgado em 20 novembro, Dia da Consciência Negra.

Sobre os organizadores:

Feira Preta

Criada pela empreendedora Adriana Barbosa, a Feira Preta é o maior espelho vivo das tendências afro-contemporâneas do mercado e das artes da América Latina, além de ser o espaço ideal para valorizar iniciativas afro-empreendedoras de diversos segmentos.

Afro Business

Com o objetivo de criar mecanismos que promovam a integração entre empreendedores, intraempreendedores e profissionais liberais, fortalecendo o processo de inclusão social e econômica da população negra, a Afro Business é instituição sem fins econômicos.

Diaspora.Black

Startup de valorização da cultura negra pelo turismo, a Diaspora.Black articula em rede anfitriões e viajantes em mais de 70 cidades e 15 países. A plataforma peer-to-peer oferece serviços, experiências turísticas e hospedagens certificadas para promoção da igualdade.

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Fintech de gestão de boletos bancários é a nova aposta da SuperJobs Ventures

A ReCB, fintech de gestão de gestão de cobrança e pagamentos via boletos bancários, recebeu um investimento da venture builder Superjobs, equivalente a uma participação de 11,11%. “Esse é o nosso número da sorte”, diz o CEO Marcos Botelho. A Superjobs tem investimentos em 23 startups, sendo 17 delas brasileiras e 7 estrangeiras, mas é a primeira vez que uma empresa do Nordeste faz parte do portfólio.

Sediada em Teresina, no Piauí, a fintech ReCB tem apenas 18 meses de vida, e está presente em 10 estados mais Distrito Federal e apresenta um valor transacionado de R$ 41,2 milhões. O valor representa uma parcela ínfima do gigantesco mercado brasileiro de boletos bancários, que movimenta por ano R$ 2,9 trilhões, segundo dados da Federação Brasileira de Bancos (Febraban). Desde 2006, o volume de boletos pagos cresce a uma taxa média de 11% ao ano. Em 2017, por exemplo, foram 2,5 bilhões de boletos pagos.

A maior parte dos 20 mil pagamentos processados durante o mês são de clientes com negócios na região Nordeste. Agora, com a injeção de recursos da Superjobs, a fintech vai expandir as atividades para outros estados e ampliar o quadro de funcionários. “Esperamos crescer mais e entrar em outras praças, especialmente São Paulo, onde é importante ter uma presença forte, aumentando a nossa participação de mercado”, afirma Rodrigo Lima, 36 anos, que gerencia o negócio ao lado dos sócios, Lucas Veras e Delphino Luciani, e mais dois funcionários.

“Trazer a ReCB para São Paulo, capital do mercado financeiro no País, é o caminho natural para uma empresa que tem grande potencial de crescimento. Vamos abrir inúmeras portas e oportunidades que permitirão à empresa mudar de tamanho e patamar”, afirma o CEO da Superjobs, Marcos Botelhp. Ele conta ter se surpreendido com a praticidade e simplicidade do sistema online de gestão de cobrança e pagamentos desenvolvido pela ReCB. “Fiquei impressionado com a facilidade com que a fintech resolveu uma lacuna do mercado financeiro, que é gestão de recebimentos via boletos, e a capacidade de execução e desenvolvimento do gestor e do time”, explica Marcos Botelho. De 2016 para até o mês de março, o número de clientes da ReCB cresceu 50%, passando de 245, para 375.

O foco da ReCB são micro, pequenas e médias empresas, empreendedores informais e a área de educação (mensalidades de faculdades e comissões de formatura) que por gerarem um volume pequeno boletos costumam ter um custo bancário mais elevado. Além disso, também oferece ferramentas de gestão de recebimentos de boletos para pessoa física, como vendedores de produtos de beleza, contadores, advogados, profissionais liberais, entre outros.

O cliente da ReCB tem opção de fazer a cobrança por meio de uma plataforma inteligente, com envio de boletos por e-mail, SMS ou carta (boleto impresso) e um módulo de cobrança automatizada. A plataforma permite configurar critérios de cobrança e disparar avisos por e-mail e SMS dias antes ou depois do vencimento, para que o cliente esteja ciente dos boletos a pagar, aumentando assim a adimplência da empresa.

A experiência positiva com a ReCB despertou o interesse da venture capital em conhecer outras empresas digitais de alto impacto sediadas no Nordeste. A Superjobs ajuda startups inovadoras, injetando não apenas recursos financeiros, mas contribuindo também com uma área de pesquisa para os CEOs, networking, estratégia de crescimento, ajudando a liderar as próximas rodadas de investimento das startups do portfólio, de modo a deixar os executivos focados na operação do negócio.

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