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Segurança vs. complexidade: o campo de batalha crítico na era da nuvem híbrida

Por Alvaro Santa María, Diretor de IBM Security na América Latina

Depois do ataque massivo ao SolarWinds, que impactou empresas em todo o mundo, surgiu um debate sobre a segurança em nuvem e se a nuvem pública pode ou não ser uma opção mais segura do que uma abordagem de nuvem híbrida.

Ao invés de debater qual abordagem de nuvem é mais segura, a pergunta que devemos fazer é: para qual modelo precisamos desenhar a segurança? Como Diretor de IBM Security na América Latina, acredito que os líderes de tecnologia deveriam estar projetando para a forma como as empresas estão trabalhando hoje, no lugar de restringir os clientes à segurança de um modelo de computação sobre o outro.

O incidente do SolarWinds, por exemplo, aproveitou a ampla cadeia de fornecedores de tecnologia em que as empresas atualmente confiam. O desafio de segurança da cadeia de suprimentos existe há décadas, mas também é apenas um fator que contribui para um problema ainda maior que as equipes de segurança enfrentam hoje: a complexidade.

Em outras palavras, o maior desafio de segurança que enfrentamos hoje não é inerente às próprias tecnologias, mas sim à desconexão entre as estratégias e tecnologias que são usadas para garanti-la.

A complexidade é inimiga da segurança

Os ambientes de nuvem híbrida surgiram como um foco importante para os governos e as empresas, públicas ou privadas, que têm dados críticos e regulados que precisam proteger. De fato, em um estudo recente da Forrester Research, 85% dos responsáveis pelas decisões de tecnologia concordaram que a infraestrutura local on-premises é crítica para suas estratégias de nuvem híbrida.

No entanto, a adoção ad hoc de tecnologias em nuvem criou um cenário complexo para garantir a segurança de recursos de TI dispersos – com lacunas na visibilidade e dados espalhados em diversas ferramentas, na nuvem e infraestrutura on-premises. Esse problema só foi agravado pela implementação apressada de novas ferramentas e recursos na nuvem para a adaptação ao trabalho remoto em meio à pandemia global.

Infelizmente, essa abordagem desconectada é refletida em grande parte das ferramentas de segurança que surgiram para proteger os ambientes de nuvem atuais. Chegamos ao ponto em que as grandes empresas costumam usar entre 50 e 100 ferramentas de segurança distintas de dezenas de fornecedores diferentes.

O problema aqui não são os recursos de nuvem, nem as ferramentas de segurança em si, mas o fato de que as várias peças não estão sendo conectadas com uma abordagem única – criando pontos cegos de segurança e complexidade como resultado.

Um “modelo de nuvem híbrida” bem executado combina parte dos sistemas on-premises existentes de uma empresa com um mix de recursos de nuvem pública e recursos como um serviço e os trata como um. Por sua vez, a segurança também deve ser redesenhada com um único ponto de controle que fornece uma visão holística das ameaças e mitiga a complexidade.

Conectando a segurança através das nuvens

No mundo da nuvem híbrida, tanto a segurança quanto a privacidade de dados tornam-se uma responsabilidade compartilhada entre proprietários de dados, usuários e fornecedores.

Em última instância, muitos dos riscos de segurança que estão sendo apresentados em ambientes de nuvem são resultado do erro humano, combinado com a falta de visibilidade centralizada para encontrar e corrigir essas questões antes que elas sejam prejudiciais. As configurações errôneas de nuvem foram citadas como uma das principais causas de vazamento de dados estudados no relatório Cost of a Data Breach da IBM e do Ponemon Institute, correspondendo a quase 1 em 5 dos vazamentos de dados analisados.

Podem surgir problemas adicionais devido ao mau gerenciamento dos dados. A inovação que mais cresce para tratá-los é chamada de Computação Confidencial. Neste momento, a maioria dos provedores de nuvem promete que eles não acessarão seus dados (eles podem, é claro, ser forçados a quebrar essa promessa por ordem judicial ou outros meios). Isso também significa, por outro lado, que os atores de ameaça poderiam usar esse mesmo acesso para seus próprios fins maliciosos. A Computação Confidencial garante que o provedor de tecnologia em nuvem é tecnicamente incapaz de acessar dados, tornando igualmente difícil para os cibercriminosos acessá-los.

Entender como os atacantes invadem a nuvem também é fundamental para a evolução dos protocolos de segurança. De acordo com uma análise da IBM de incidentes de segurança em nuvem, o caminho mais comum é por meio de aplicativos baseados em nuvem. De fato, a utilização remota de aplicativos em nuvem respondeu por 45% de incidentes de segurança relacionados à nuvem que foram analisados por equipes de resposta de incidentes da IBM X-Force ao longo do ano passado.

Com esses desafios em mente, aqui estão alguns princípios que devem ser considerados para ajudar a projetar a segurança na era da nuvem híbrida:

• Unificar a estratégia. Desenhar uma estratégia integral de segurança na nuvem que abrange toda a organização, desde desenvolvedores de aplicativos, até equipes de TI e de segurança. Também designar políticas claras para recursos em nuvem novos e existentes.

• Escolher a arquitetura adequada. Identificar os dados mais sensíveis e garantir que os controles de privacidade apropriados estão em vigor, até mesmo abaixo do nível de hardware. Considerar recursos técnicos de segurança como a Computação Confidencial e manter uma chave própria, o que faz com que até mesmo o provedor de nuvem não consiga acessar os dados.

• Ter uma abordagem aberta. Garantir que as tecnologias de segurança funcionem de forma eficaz através de ambientes de nuvem híbrida (incluindo on-premises e múltiplas nuvens). Quando possível, alavancar tecnologias e padrões abertos que permitam uma maior interoperabilidade e que possam reduzir a complexidade.

• Automatizar a segurança. Implementar inteligência artificial e automação para maior velocidade e precisão ao responder às ameaças, em vez de depender apenas de reações manuais.

Melhorar a segurança da nuvem para o novo normal é possível, mas é preciso deixar de lado suposições anteriores. Uma visão clara dos desafios de segurança baseados em políticas e os tipos de ameaças direcionados a ambientes em nuvem ajudarão a fazer a mudança para essa nova fronteira. Quando feita corretamente, a nuvem híbrida pode tornar a segurança mais rápida, escalável e mais adaptável.

Startup Liqi levantou mais de R$ 3 milhões em rodada privada, vendendo seus tokens a investidores estratégicos

Presente nas discussões e debates sobre inovação no mercado de capitais, o token de ativos e suas funcionalidades conquistam cada vez mais espaço e tornam-se uma forte alternativa de investimento. Desenvolvidos pela tecnologia do blockchain, os tokens são considerados frações digitais de qualquer ativo, sejam eles tangíveis ou intangíveis, representando a participação de uma empresa. Atuante no mercado de criptoativos, Daniel Coquieri aproveitou o momento de expansão do processo de tokenização, para fundar uma plataforma especializada na tokenização de ativos ao lado de Felippe Percigo (CMO), Persio Flexa (CTO) e Andre Montenegro (BizDev).

A Liqi, plataforma de tokenização de ativos através do blockchain, inicialmente será responsável por validar 3 tipos de tokens: direitos (mecanismo de solidariedade de clube de futebol), equity de empresas privadas e antecipação de recebíveis/dívidas. Ou seja, direitos autorais, imóveis, participação de empresas, dívidas, recebíveis do futebol e obras de artes, poderão ser tokenizados.

A empresa captou um montante inicial por funding de 7 investidores que compraram os tokens da Liqi, arrecadando o valor de R$ 3 milhões de reais nessa rodada privada vendendo seus tokens a investidores estratégicos. Um deles foi Delano Macedo, sócio da Parallax Ventures, operadora brasileira de fundos de capital de risco dedicada a investimentos em estágio inicial. “Acredito que o processo de tokenização, fracionando e dando oportunidade de acesso a todas as pessoas a determinados tipos de ativos e com registro em blockchain, é uma tendência de investimento em ativos alternativos e digitais e que vem crescendo no mundo inteiro”, explica Delano.

“Na prática, a startup trabalhará com três pilares de atuação: participação de startups, direitos econômicos de clubes de futebol e dívidas/antecipação de recebíveis”, explica Daniel Coquieri, CEO da plataforma. Dentro destas frentes, a startup poderá auxiliar o usuário a se expor a diferentes tipos de investimentos, democratizando o acesso de pequenos investidores com um ticket médio mais baixo e na outra ponta, ajudará empresas que precisam de investimentos e transformarão seus negócios em ativos negociáveis. Para isso, o CEO aposta em educação do setor, conscientizando sobre o valor que a tokenização tem e também com boas ofertas com o uso de uma tecnologia de ponta.

Daniel explica que a operação funcionará da seguinte forma: primeiro acontece o processo da estruturação jurídica e financeira do token, em seguida, sua emissão. O próximo passo é a listagem para venda e distribuição desses tokens de determinado ativo e, por fim, a governança dele, ou seja, a gestão da remuneração. “A ideia da Liqi é conectar empresas (emissor) com o investidor. Mas conectar de ponta a ponta, de certa forma, não é tão sustentável, então o nosso objetivo é reduzir ao máximo esses intermediários, mantendo apenas os necessários. A Liqi conecta essas duas pontas de uma maneira mais eficiente e transparente”, explica o CEO.

“O mercado de tokenização está hoje, no mesmo momento que o mercado de criptomoedas estava em 2017: pouco conhecimento sobre o setor, confiança no mercado sendo construída e regulamentação começando a existir”, reflete Coquieri. A regulamentação para o mercado de transação de tokens, boa parte é baseada nas regras da CVM (Comissão de Valores Monetários) que não permite, por exemplo, alguns tipos de tokens serem vendidos de maneira pública, só ofertas privadas. “Precisamos continuar evoluindo a questão da regulamentação, a exemplo dos security tokens ou então dependendo de qual direito está sendo tokenizado, é preciso que eles estejam alinhados com a regulamentação do mercado de capitais. Além disso, a criação de bons projetos também vai ajudar o mercado de tokenização a crescer e amadurecer, assim como aconteceu com o mercado de criptomoedas”, finaliza o CEO da startup.

Overdrives lança chamada para sua 5ª turma de aceleradas

Aceleradora tem metodologia de acompanhamento 100% remoto com investimento de R$120 mil
O Centro de Inovação da UNINASSAU – Overdrives lança chamada para sua quinta turma de aceleração. As inscrições vão até o dia 30 de maio. Com uma metodologia 100% remoto, startups de todo o país podem se candidatar a receber o investimento de R$120 mil e receber suporte para desenvolvimento do negócio durante seis meses.

O programa de aceleração da Overdrives tem acompanhamento ativo voltado à geração de resultados. O método de trabalho está pautado em promover crescimento acelerado da startup por meio do fortalecimento da base do negócio, aumentando as chances de consolidação dela no mercado.

“Temos uma metodologia forte de conexão com profissionais extremamente experientes e mentorias que ajudam no crescimento e transformação da startup de acordo com o que o público-alvo dela está demandando, além de corrigir possíveis falhas que existam”, afirmou o head da Overdrives, Luiz Gomes.

Confira algumas vantagens da Aceleração:

• Acompanhamento para tomada de decisões estratégicas, identificando os riscos;
• Metodologia 100% remota, podendo ser realizada com empresas e profissionais de todo o Brasil;
• Mentores com conhecimentos técnicos e de mercado disponíveis para apoiar o negócio nas áreas críticas, reduzindo as chances de erros.
• Abertura com grandes empresas por meio de nossos investidores e parceiros estratégicos, as conexões via Overdrives reduzem a complexidade na comunicação;
• Acesso à benefícios técnicos que suportem o desenvolvimento dos negócios, reduzindo os custos com experimentação de ferramentas úteis para o desenvolvimento da solução;
• Possibilidade de expor as soluções em grandes meios de comunicação, ganhando visibilidade ao negócio para o mercado.

Organizações mobilizam doações para ensinar empreendedorismo a jovens da rede pública

A JA Brasil, uma das maiores organizações mundiais focada em impulsionar o futuro dos jovens, une forças com a StartSe, plataforma de conhecimento da nova economia, com o objetivo de mobilizar doações de pessoas físicas para realização do programa JA Startup. O curso, destinado a alunos da rede pública de ensino, é promovido pelas organizações e visa ajudar jovens de todo o país a transformarem ideias em negócios de impacto. A iniciativa tem como meta arrecadar R$100 mil para capacitar, de forma gratuita, mil estudantes. As pessoas que realizarem doações receberão descontos nos cursos da StartSe.

No último ano, por conta da pandemia de covid-19, todas as turmas do curso tiveram aulas de forma 100% online. Com a facilidade do digital, o programa ganhou escala e atingiu 3 mil jovens – número recorde da iniciativa. Tradicionalmente, são utilizados recursos provenientes de empresas parceiras para a promoção do JA Startup. Neste ano, os organizadores decidiram abrir novas turmas a partir das doações de pessoas físicas. O objetivo desta ação é ampliar o programa e alcançar um volume ainda maior de alunos em todo o Brasil, chegando à marca de 10 mil alunos formados ao final do ano.

Os interessados podem doar qualquer valor. Os organizadores ressaltam que, a cada R$100,00, um novo jovem pode participar do programa. Isso representa uma oportunidade para um estudante desenvolver seu potencial e, ainda, a chance de criar uma startup de impacto. Para contribuir, basta acessar o link da plataforma colabora: Doação JA Startup

“As pessoas que doarem vão ter a noção de quantos alunos estão ajudando a formar, a depender do valor contribuído. Estamos criando uma geração de empreendedores que, em um futuro próximo, irão não apenas se desenvolver, mas também contribuir para a economia e para o ecossistema de inovação do país”, diz Renata Tomazeli, head do programa JA Startup.

Empreendedorismo para jovens

Essa nova turma deverá iniciar o curso no segundo semestre deste ano. Poderão participar jovens de todo o Brasil, com idade entre 15 e 29 anos, e que estudam ou tenham se formado na rede pública de ensino de qualquer estado do país.

No decorrer do programa, os alunos serão apresentados a modernos conceitos de empreendedorismo, além de ferramentas e habilidades úteis na criação de modelos de negócios disruptivos. Os estudantes terão a oportunidade de tirar uma ideia de negócio do papel, compreendendo qual o seu impacto dentro de suas comunidades.

As aulas do programa serão ministradas ao vivo por profissionais da linha de frente da StartSe. São eles: Junior Borneli, CEO; Pedro Englert, sócio; e Cristiano Kruel, head de inovação. Como em outras edições, o programa deve contar com carga horária total de 5 horas semanais, com duração total de 1 mês.

Estudo da SBVC mostra a radiografia do varejo brasileiro em um ano marcado da pandemia

Em um ano marcado pela pandemia, o varejo brasileiro mais uma vez apresentou um desempenho bem superior ao do PIB, contribuindo para que os efeitos da Covid-19 não fossem ainda mais dramáticos. De acordo com o estudo “O Papel do Varejo na Economia Brasileira”, realizado anualmente pela Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC), o chamado Varejo Restrito (varejo de bens de consumo, exceto automóveis e materiais de construção) fechou 2020 com uma expansão de 1,2%, contra um declínio de 4,1% do PIB. Este foi o quarto ano consecutivo de expansão do varejo, que desde 2016 vem superando o desempenho da economia como um todo.

Em sua edição 2021, o estudo “O Papel do Varejo na Economia Brasileira” faz uma radiografia atual e completa do setor no País, analisa em detalhes sua participação na economia nacional; geração de empregos; traz números por área de atuação, estatísticas e fatores de influência em seu desempenho; e revela os impactos do Covid-19 sobre o setor.

No ano passado, o Varejo Restrito, com expansão de 1,2%, teve um resultado superior ao Varejo Ampliado (que inclui automóveis e materiais de construção), de -1,5%. Movimentando R$ 1,75 trilhão, o Varejo Restrito equivale a 23,6% do PIB brasileiro. O Varejo Ampliado, por sua vez, alcançou R$ 2,04 trilhão em 2020, representando 27,6% do PIB.

Para Eduardo Terra, presidente da SBVC, o varejo vem se mostrando resiliente, eficiente, produtivo e em transformação. “Neste momento, estamos presenciando o nascimento de um novo varejo no Brasil. A transformação digital do setor é acelerada e cria uma série de oportunidades para as empresas que estão preparadas para este movimento”, analisa.

A importância do varejo também se mostra no volume de empregos gerados. Em um ano em que a taxa de desemprego medida pelo IBGE subiu de 11,9% para 13,5% (alcançando 14,2% no quarto trimestre de 2020), o varejo teve um saldo líquido de -33,5 mil vagas. “Considerando o ano que tivemos o resultado é positivo.

Durante todo o segundo semestre, o varejo contratou mais do que demitiu, refletindo um reaquecimento da economia”, afirma Terra. De acordo com o estudo, o varejo emprega cerca de 26% dos trabalhadores com carteira assinada no País, ou mais de 8,5 milhões de pessoas. “Além disso, o varejo é muito flexível e responde rapidamente ao comportamento dos consumidores. Por isso, a saída da crise passa, sem dúvida, pelo desempenho do setor”, comenta.

O estudo “O Papel do Varejo na Economia Brasileira” alinha e estrutura conceitos, definições, classificações, estatísticas e números a respeito do varejo na economia brasileira e mostra em detalhes um retrato do passado recente do setor, com uma análise da situação atual. “É fundamental que um segmento que emprega um em cada quatro trabalhadores brasileiros com carteira assinada e que gera impacto em dois terços do PIB do País seja cada vez mais estudado e analisado, para que toda sua cadeia de valor e os diversos órgãos dos poderes Executivo e Legislativo possam conhecê-lo e compreendê-lo mais profundamente”, afirma Eduardo Terra, Presidente da SBVC.

As principais entidades que representam o varejo nacional contribuíram com a formulação dos conceitos, definições e classificações, trazendo para o estudo seus dados e estatísticas para que, organizados, possam dar um entendimento mais claro e detalhado do papel de cada uma na economia brasileira. Para Eduardo Terra, esse alinhamento de conceitos e definições é fundamental. “Contando com o apoio das principais entidades de classe de âmbito nacional, conseguimos unificar alguns conceitos e estabelecer números mais alinhados e comuns a todo setor”, afirma Eduardo. “Isso traz uma visão mais ampla da força do varejo e de sua importância para a economia brasileira”, acrescenta.

O estudo levou em consideração os números e levantamentos das entidades representativas dos seguintes segmentos: Franchising, Shopping Centers, Hiper e Supermercados, Bares e Restaurantes, E-commerce, Material de Construção, Farmácias e Drogarias, Livrarias, Perfumarias e Pet Shops. O levantamento mostra o cenário atual que caracteriza um novo ciclo para o setor varejista, desafiando empresas a continuar seu processo de expansão, perseguindo simultaneamente mais eficiência e competitividade.

NICE alcança o mais alto nível do Quadrante Mágico do Gartner em 2021 para Workforce Engagement Management

A NICE (Nasdaq: NICE) foi reconhecida como um líder no relatório “Quadrante Mágico do Gartner para Workforce Engagement Management” pelo 13º ano consecutivo. A empresa está posicionada mais alta no eixo ‘Abrangência de Visão’ e mais longe no eixo ‘Capacidade de Executar’, respectivamente.

O pacote unificado com as melhores soluções WEM em nuvem da NICE permite que os agentes, mesmo em atividade remota, atendam aos clientes da melhor maneira. A empresa capacita as equipes para que funcionem de maneira digital e flexível. O uso de análises, Inteligência Artificial e automação incorporadas em todo o pacote permite um melhor gerenciamento do relacionamento entre clientes, funcionários e tecnologias.

“O ano de 2020 redefiniu os fundamentos do atendimento ao cliente e, ao mesmo tempo, as organizações experimentaram um aumento sem precedentes no volume e uma mudança dramática nas interações digitais. Ter sucesso nesta época de transformação, enquanto gerencia uma força de trabalho remota, só pode ser enfrentado com a mais extrema agilidade alimentada por IA inteligente e automação, e com uma infraestrutura que permite inovação rápida”, explica Barry Cooper, presidente do NICE Workforce & Customer Experience Group. “O Agile CXone WEM da NICE permite que empresas de todo o mundo estejam presentes para seus clientes finais e funcionários, conduzindo experiências extraordinárias enquanto se certificam de que estão prontas para o novo normal em 2021”.

BR Angels firma parceria com Projeto Capital Empreendedor do Sebrae para incentivar startups em nova edição do evento

O BR Angels Smart Network, associação de investimento-anjo composta por executivos C-Level de grandes empresas, estabeleceu uma parceria com o Projeto Capital Empreendedor, iniciativa do Sebrae criada em 2018, que capacita startups anualmente para o acesso ao mercado de investimentos. O lançamento da próxima edição será no dia 11 de maio e o objetivo do trabalho conjunto é impulsionar novos negócios e unir forças para fomentar a cultura empreendedora no país. 

Na parceria, o BR Angels disponibilizará mentorias com seus associados para as startups participantes, além de acesso às plenárias do grupo para os novos empreendedores se adaptarem à dinâmica dos investimentos. Os finalistas ainda terão a possibilidade de participar de rodadas de captação de recursos.

“Hoje, BR Angels possui mais de 150 associados, CEOs, sócios-fundadores ou membros do  conselho de grandes companhias, com experiência nas mais diversas áreas, como planejamento estratégico, governança corporativa, gerenciamento de projetos, tecnologia, atendimento de clientes, marketing, além de muitas outras. Eu gosto de dizer que o BR Angels não oferece apenas capital aos novos empreendedores, mas Smart Capital, que vai muito além do apoio financeiro”, revela o CEO & Founder do BR Angels, Orlando Cintra.

A ideia de apoiar o Projeto Capital Empreendedor surgiu pelo fato do programa não se limitar às maiores capitais do país e atingir novos negócios do Brasil inteiro, o que promove o acesso justo e a integração de empresas inovadoras que não estão próximas dos grandes centros, onde tradicionalmente ocorre um número maior de projetos do tipo. 

Cerca de 500 empresas, de 23 estados, já passaram pelo Projeto Capital Empreendedor em suas três últimas edições. Destas, 71% afirmam que tiveram aumento no faturamento, além de 42% declararem um impacto superior à metade do faturamento total de antes. O BR Angels chega para somar conhecimento às mais de 6 mil horas de capacitação e mentoria oferecidas pelo programa.

Edição 2021

A edição em que o BR Angels se juntou ao programa promete ser a maior de todos os tempos, com a participação de 240 startups de todos os 26 estados brasileiros e do Distrito Federal. A expectativa é que 250 investidores participem do circuito de investimentos para acelerar as startups e mudar a realidade das novas empresas participantes. O CEO & Founder do BR Angels, Orlando Cintra, será um dos Keynote Speakers no congresso de lançamento do Projeto Capital Empreendedor 2021.

Com duração de maio até novembro de 2021, o evento traz novidades, a exemplo da Capacitação de Investidores. Além das mentorias, as startups selecionadas também poderão ter contato com os associados do BR Angels nas bancas dos eventos regionais e do evento final. O projeto conta com o apoio de outras instituições, como a CVM, B3, BNDES, KPTL, Finep, DGF Investimentos, dentre outras, e já beneficiou diretamente 85 negócios com R$ 52,9 milhões em investimentos.

Ingram Micro é a nova distribuidora da ASUS no Brasil

Duas líderes globais acabam de anunciar um acordo que beneficiará todo o mercado consumidor de tecnologia no Brasil. De um lado a ASUS, uma empresa apaixonada por tecnologia e impulsionada pela inovação, que sonha, se atreve e se esforça para criar e oferecer um bom ambiente digital para todos. De outro a Ingram Micro, que há mais de 40 anos suporta as necessidades da cadeia de distribuição de produtos e serviços de TI, assegurando a conquista dos objetivos de negócios de seus parceiros e clientes dentro das melhores práticas de mercado. Agora parceiras, a Ingram Micro distribuirá as linhas de notebooks e smartphones da ASUS, abrindo frentes para a marca no mercado corporativo.

“A Ingram Micro já distribui ASUS nos EUA, Europa, Ásia e outros países da América Latina. Temos total sinergia com essa marca, que é uma das principais empresas de tecnologia do mundo, e acreditamos que esse relacionamento já tão bem sucedido em outros países se consolidará no Brasil com muitos e bons negócios”diz Ricardo Rodrigues, diretor de Commercial, Consumer, Mobility e Serviços da Ingram Micro Brasil.

A expectativa da ASUS com a parceria também é de total otimismo. “Atualmente, a ASUS trabalha sua linha de notebooks somente com o varejo, mas após um período de análise do mercado decidimos entrar também no segmento corporativo e, nesse contexto, a Ingram Micro é referência e essencial para alcançarmos grandes resultados”, afirma Manuel de Castro Junior, diretor comercial da ASUS Brasil. Segundo ele, a Ingram Micro é reconhecida por ser uma empresa com perfil e habilidades complementares ao que a ASUS busca para avançar no mercado corporativo, principalmente para atender os clientes de pequeno e médio porte que neste momento são fundamentais para o crescimento e a futura consolidação da marca nesse segmento.

Em linha com a estratégia da ASUS para o Brasil, o foco inicial da Ingram Micro será em smartphones e notebooks. Porém, lembra Rodrigues, a ASUS tem um portfólio variado, de produtos inovadores e de alta qualidade, que permitirá à distribuidora entregar a melhor solução para cada necessidade, como a linha ROG (Republic of Gamers), por exemplo, com notebooks e celulares para gamers. “A ASUS tem total expertise na fabricação de placas de vídeo e placas mãe, conferindo aos seus produtos as melhores versões. Ao mesmo tempo, temos know-how em múltiplos canais de vendas, o que torna essa parceria única e muita vantajosa para varejistas, integradores e revendedores com foco no mercado corporativo”, diz o diretor da Ingram Micro Brasil.

“Reconhecemos que o segmento corporativo é desafiador, com grandes players no mercado nacional, mas a partir da escolha pela Ingram Micro será possível alcançar grande participação no segmento corporativo para os próximos anos. As capacidades técnicas e comerciais da Ingram Micro aliadas aos produtos inovadores que a ASUS oferece ao mercado brasileiro são requisitos para um grande sucesso”, conclui o diretor comercial da ASUS Brasil.”

Locaweb Digital Conference está com inscrições abertas

O cenário de pandemia do novo coronavírus, a COVID-19, impossibilitou a realização de uma centena de eventos programados ao longo de 2020. Segundo pesquisa do Sebrae , 98% das empresas do segmento foram afetadas, com uma média de cancelamento de 12 eventos por organização.

O mercado precisou se reinventar para uma nova realidade. Pensando nisso, o Grupo Locaweb, pioneiro em soluções Business to Business (B2B) para digitalização dos negócios, está trazendo sua segunda edição totalmente online e gratuita para ajudar o empreendedor de conteúdos sobre empreendedorismo e e-commerce. Além das dicas de especialistas para tirar sua ideia do papel.

O evento acontecerá entre os dias 26 e 27 de maio e contará com palestrantes como Ana Lu McLaren, cofundadora e presidente do conselho da Enjoei; Levi Lopes, consultor de sucesso do cliente do Desk360; Rafael Hasson, CEO e fundador da ConnectPlug; Ricardo Rodrigues, head de produto da All iN / Social Miner; Rodrigo Dantas, CEO e fundador da Vindi; Stela Torres, head de marketing e parcerias do Melhor Envio; Melissa Visgueira, gerente comercial hunter e parcerias da Yapay; e Vanessa Lira, diretora de operações da Si14.

Para Fernando Cirne, CEO da Locaweb, “a transformação digital nunca foi tão discutida como agora. Ela passou de uma possível etapa nos negócios a um imperativo para a sobrevivência. Aqui na Locaweb nós construímos, junto a nossos clientes, a melhor forma de cada empresa fazer essa transformação, sempre pensando na melhor solução para o seu negócio e a melhor experiência para os seus clientes.

Locaweb Digital Conference

Data: 26 e 27 de maio

Evento gratuito

Inscrições e mais informações: http://locawebdigitalconference.com.br/

Sinqia anuncia parceria com Microsoft for startups

A Sinqia, principal provedora de tecnologia e inovação para o setor financeiro do Brasil, anuncia parceria com a Microsoft for startups, programa idealizado para desenvolver empresas de tecnologia iniciantes por meio do acesso a ferramentas tecnológicas de ponta, como Azure e GitHub Enterprise. Somente em 2020, as startups do programa garantiram globalmente US$ 1 bilhão em oportunidades de vendas.

Uma das mais importantes parceiras da Microsoft no Brasil, a Sinqia agora poderá indicar startups, que já recebem investimento da companhia, para participar do programa após avaliação da Microsoft. “Estamos felizes em poder contribuir ainda mais com a capacitação e desenvolvimento tecnológico dessas empresas com serviços e produtos com tanto potencial, principalmente as que possuem soluções prioritárias à Sinqia, como BaaS, Plataforma de Open Banking e Hub de pagamentos. A colaboração é mais um importante passo em nossa missão de impulsionar o mercado financeiro por meio da inovação”, destaca Juliana Innecco, Head de Inovação do Torq Labs, laboratório de inovação da Sinqia. 

Em janeiro, a companhia lançou a Torq Ventures, programa da companhia que investirá mais de R$ 50 milhões em inovação e startups por meio de fundos de Corporate Venture Capital (CVC). A empresa também anunciou em março a inauguração da unidade Sinqia Digital, com a aquisição das empresas de tecnologia Simply e FEPWeb e parceria para a produção de conteúdo sobre inovação com o Distrito, plataforma com propósito de ajudar empresas a se transformarem com inovação e tecnologia. 

MCTI prorroga inscrições de empresas âncora para o programa IA²

O Programa IA² MCTI, iniciativa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações com execução da Softex, prorrogou até 2 de maio (domingo) o prazo de inscrição para a chamada que selecionará 15 empresas para adotar tecnologias de IA desenvolvidaspelo projeto.

O edital prevê a participação de companhias com faturamento superior a R$ 4,8 milhões que atuem em pelo menos uma das quatro áreas estratégicas: agronegócio, indústria, saúde ou cidade inteligentes. Também é necessário que ela possua experiência prévia em inovação aberta.

As empresas âncora elegíveis serão conectadas com as startups participantes através de contratações de POCs (Proof of Concept) ou em formato de corporate venture (CVC) por meio de investimento direto. Ambas poderão receber até R$ 150.000,00 em fomento do programa.

Inicialmente, o Programa IA² MCTI selecionou 100 projetos para pré-aceleração que receberam mentoria e suporte técnico das ICCs e das aceleradoras com experiência aplicada em IA já cadastradas. Na sequência, foram escolhidas 31 startups que estão sendo aceleradas e desenvolvendo seus projetos em IA, para que possam se conectar com empresas âncora, através desta chamada. As empresas selecionadas se conectarão com startups em aceleração, que receberão mais de R$ 5 milhões em aplicação e adoção de soluções em IA.

Criado para aumentar o número de startups em Inteligência Artificial no país, o programa tem o objetivo de fomentar o desenvolvimento de projetos inovadores com a adoção de inteligência artificial, apoiar maior interação e conexão entre os atores participantes do ecossistema de inovação, aumentar a competitividade e a internacionalização de tecnologias brasileiras; fomentar a competitividade, a inovação e a eficiência do setor produtivo brasileiro e promover a aceleração tecnológica.

Para acessar o edital acesse: http://softex.br/iamcti/

Em um mundo dinâmico, profissionais com mais de 50 anos encontram oportunidades de requalificação

Por Maria Filomena Brandão, gerente editorial de portfólio e coordenadora da Pearson Clinical

Quase 55 milhões de brasileiros têm mais de 50 anos, número que corresponde a 25% da população atual do Brasil, segundo dados oficiais do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia Estatística). A estimativa, de acordo com o órgão, é de que até 2040, metade da força de trabalho tenha mais de 50 anos e, em 2050, pessoas a partir dos 60 anos passem de 30%. São homens e mulheres cada vez mais ativos, que vêm buscando qualidade de vida e movimentando a economia. Somente no ano passado foram gerados pela Economia Prateada (referência aos cabelos grisalhos) cerca de R﹩ 1,8 trilhão, de acordo com levantamento realizado pelo Instituto Locomotiva, empresa especializada em pesquisas.

Mesmo com esse potencial de girar a economia, um estudo recente da consultoria americana Robert Half, identificou que 69% das empresas não contratam esses profissionais – e um dos aspectos está relacionado à desatualização. Apesar disso, o mesmo levantamento aponta que as organizações que absorvem colaboradores na senioridade levam em consideração a experiência do novo funcionário e também a inteligência emocional desses trabalhadores.

Em um contexto de oportunidades para marcas e profissionais, a atualização constante e a busca por conhecimentos são fundamentais para quem, independente da idade, deseja ascender na carreira ou recolocar-se no mercado de trabalho. Neste cenário, é importante sempre se lembrar do contexto do Século 21, onde as tendências de aprendizagem e busca por qualificação foram aceleradas pela pandemia. Em uma pesquisa realizada pela Pearson em 2020, que colheu as percepções de 7 mil pessoas com idades entre 16 e 70 anos, em sete países incluindo o Brasil, a marca global de educação apresentou dados importantes para o atual contexto.

No mundo inteiro, 83% dos entrevistados acreditam no aprendizado do tipo “faça você mesmo”. Esse resultado mostra que pessoas de todo o mundo estão buscando aprender de forma mais adaptável às suas realidades, o que também acontece com pessoas com idades acima dos 50 anos que buscam fontes de conhecimento para requalificação, por exemplo.

Diante deste cenário, confira cinco dicas importantes que podem ser úteis para equilibrar a saúde emocional e mental desses profissionais. Além disso, também ajudam a prepará-los para oportunidades que possam aparecer no mercado de trabalho.

1. Aprender e compartilhar

Em um mundo em constante transformação e com surpresas todos os dias, aprender é preciso. Uma dica é escutar os mais jovens e aceitar que muitas vezes eles sabem mais e podem ensinar. Além disso, aproveitar e aprender com cursos e palestras disponíveis na internet é uma ótima pedida. Interagir com colegas de trabalho e demais profissionais que possam agregar conhecimento é fundamental. Não se feche no casulo; a interação é a melhor maneira de aprender, ensinar e fazer um bom networking.

Compartilhar o que se sabe com outras pessoas e com as novas gerações é uma maneira de se colocar à disposição do aprendizado. É entender que quanto mais se ensina, mais se aprende. Seja um mentor, oriente e compartilhe conhecimento e experiências, mas também esteja aberto ao novo.

2. Mantenha a mente aberta

Se manter aberto a novos conhecimentos, novas possibilidades e oportunidades, ser flexível, aceitar as mudanças, as transformações e se estruturar para conseguir aprender e acompanhar o que de novo há em sua área é fundamental. Experiência não é fazer sempre o mesmo, mas sim aprender novas maneiras de fazer diferente para ganhar eficiência e qualidade sobre o que já faz e aprimorar suas habilidades.

Seja flexível e disponível para as novas iniciativas, novos projetos, novas estratégias e adapte-se aos novos desafios independentes da idade.

3. Aperfeiçoamento constante

Busque todo tipo de aperfeiçoamento. Para além de novos conhecimentos, é preciso se reciclar sempre. Novas ferramentas, novos processos e novos conhecimentos devem ser encarados para que estejam sempre atualizados dentro da área que atua e na função que exerce.

Recicle suas qualificações, amplie habilidades, as plataformas digitais nos ajudam com uma gama imensa de podcast, vídeos, textos, artigos, livros, revistas e outros tipos de conteúdos, além de cursos em universidades, workshops e os programas de treinamento que a maioria das empresas oferecem para seus colaboradores.

4. Aposte em aprender e usar novas tecnologias

Fique atento às novas tecnologias, aos novos recursos, aplicativos e demais programas digitais. O mundo exige que se tenha abertura para aprender a usar todas tecnologias que são oferecidas. É só não ter medo e vontade de aprender. Peça ajuda a quem tem mais conhecimento. Eles se encantam com o aprendizado e interesse de quem tem 50+.

5. Use e abuse das mídias sociais

Atualmente, as empresas estão buscando nas redes sociais bons profissionais. Um exemplo disso é o LinkedIn, principal rede profissional do mundo. Então, é importante ampliar a participação nesse tipo de plataforma. Tome cuidado quando for criar um perfil. Tenha em mente que é comum empregadores conferirem as redes sociais dos candidatos e dos próprios colaboradores na rede. As empresas estão de olho nas postagens, podendo validar um currículo e habilidades ou derrubá-lo por publicações inadequadas.

Acompanhar as redes sociais que focam no perfil profissional é uma maneira das pessoas se atualizarem. Por meio de artigos, por exemplo, é possível mostrar habilidades, conhecimentos, além da oportunidade de compartilhar ideias, experiências e opiniões.

Plugify capta R$ 32,6 milhões em debêntures

A Plugify, startup brasileira de Hardware as a Service – HaaS especializada em aluguel de equipamentos de TI para empresas, entre desktops, notebooks e smartphones, concluiu uma emissão de debêntures no valor de R$ 32,6 milhões. Os recursos levantados com a operação serão utilizados na ampliação dos parques de TI de clientes atuais e novos em atendimento à crescente demanda e permitirão à companhia seguir crescendo mais de 10% ao mês.

A rodada foi oversubscribed em mais de R$ 2,6 milhões, isto é, atraiu mais investimentos do que o prospecto inicial, e contou com a participação dos principais assets e fundos de crédito do Brasil, entre eles a Angá e a Augme. O reinvestimento foi realizado pela Jera Capital. A Plugify tem o objetivo de facilitar o acesso de PMEs e startups a equipamentos de TI de última geração. Hoje o Brasil possui mais de 7,5 milhões de PMEs, segundo o Sebrae, além de 13,7 mil startups, conforme a Abstartups – Associação Brasileira de Startups, o que demonstra o imenso potencial de mercado.

Em 2020, a startup já havia captado R$ 10 milhões por meio da emissão de debêntures em operação coordenada pela Jera Capital. Os papéis haviam sido planejados para utilização por 18 meses, mas se esgotaram em apenas 12 meses devido ao crescimento acima do esperado. Segundo Alexandre Gotthilf, fundador e CEO da Plugify, a alta na demanda é impulsionada “pelo momento de expansão do home office, em que as empresas precisam de parceiros para gerenciar os negócios a distância, inclusive de logística, para que sejam tão produtivos como eram nos escritórios”.

O executivo aponta que a pandemia acentuou a tendência mundial de migração do modelo de negócios asset-heavy, com grande uso de ativos próprios, para o modelo asset-light, em que as empresas têm mais interesse em acessar todos os recursos necessários para a operação do que em, propriamente, serem proprietárias desses bens. “Enquanto o modelo asset-heavy tira dinheiro da operação, o asset-light ajuda a companhia a crescer mais rapidamente e se adaptar de forma ágil às mudanças do mercado ao mesmo tempo em que se torna mais sustentável”, compara.

A expectativa da Plugify é positiva para o pós-pandemia. “Muitas empresas devem permanecer em sistema misto, com home-office sendo opção, mas mesmo as empresas mais tradicionais que voltem totalmente as operações para o físico poderão perceber que alugar é melhor do que comprar”, ressalta Gotthilf. Nos Estados Unidos, 80% das empresas já alugam seus equipamentos de TI, enquanto no Brasil o serviço contempla apenas 10%, segundo a IDC – International Data Corporation.

Atualmente, a startup atende empresas de todos os perfis e tamanhos com milhares de dispositivos alocados buscando auxiliar os clientes na implementação da infraestrutura de TI necessária para garantir a produtividade dos negócios. Por meio de assinaturas, disponibiliza equipamentos com tecnologia de última geração, sempre atualizados, que já incluem os softwares necessários para operação imediata por parte dos colaboradores em home office, além de ferramentas de dashboards, controles e planejamentos, que dão mais suporte para o desenvolvimento dos trabalhos.

Infosys Brasil tem mais de 100 vagas abertas para posições com atuação nacional e internacional

A Infosys (NYSE: INFY), uma das líderes globais em consultoria e serviços digitais de última geração, está com mais de 100 vagas abertas para diferentes posições em todo o Brasil. Entre as oportunidades destinadas a mais de 30 perfis de atuação, a empresa busca por profissionais com conhecimento em dados (engenheiro, cientista, arquiteto) e desenvolvimento full stack. Os postos são para trabalho remoto e estão disponíveis também para pessoas com deficiência (PcD).

Presente no Brasil desde 2009, a Infosys conta com mais de 50 clientes no País em diferentes segmentos. A companhia atua com projetos nacionais e internacionais, assim, os candidatos podem ter chance de atuar em equipes globais sem sair do Brasil. Outro diferencial oferecido aos colaboradores são os treinamentos em diversas áreas por meio da plataforma LeX, Universidade Corporativa baseada em aplicativo, que permite a criação de trilhas de conhecimento com base no perfil do profissional.

A Infosys também conta com parcerias com grandes corporações, como Microsoft, SAP e Google, o que permite que o colaborador se desenvolva com certificações dessas companhias em suas áreas de atuação. Esse modelo de atuação traz mais autonomia ao funcionário para guiar o desenvolvimento de sua carreira, e incentiva o aprendizado em todo o ciclo de trabalho.

Todos os processos seletivos serão conduzidos de maneira remota, assim como a imersão do colaborador. Entre os requerimentos comuns para as posições abertas, está o conhecimento avançado na língua inglesa e nível superior completo de formação. As demais características e detalhes das vagas estão disponíveis no LinkedIn da companhia (http://bit.ly/vagasInfosys). 

TCS anuncia 500 vagas de emprego

A Tata Consultancy Services (TCS), líder global em soluções de negócios, consultoria e serviços de TI, anuncia a abertura de 500 novas oportunidades de emprego para os escritórios em Londrina, no Paraná, Barueri, em São Paulo e nas capitais Rio de Janeiro e Vitória. As posições são para todos os níveis de experiência, desde: atendimento inglês e espanhol, administração, desenvolvimento e programação.

A TCS, após 18 anos no Brasil, ultrapassou a marca de 3 mil associados no país e continua ampliando a equipe. Um dos fatores para essa alta demanda por profissionais se dá porque em 2018 a empresa inaugurou o maior Delivery Center de língua portuguesa da empresa em Londrina, e desde então a companhia investe fortemente na formação e capacitação de talentos locais em tecnologia, por meio de parcerias com universidades e instituições de ensino estaduais e federais, e na criação de oportunidades de emprego.

“A TCS está focada em oferecer oportunidade de carreira e desenvolvimento de pessoas, apostando no crescimento acelerado da operação do Brasil. Porém, há também oportunidades para interessados em candidatura visando posições internacionais caso o candidato seja compatível com os requisitos dessas vagas”, explica Maggie Singh, head de RH da TCS.

As vagas para o Brasil são todas em regime CLT, com benefícios como plano de saúde e vale alimentação. Os novos profissionais trabalharão no modelo de trabalho remoto até que seja contida a pandemia de Covid-19 no país.

“Estamos em busca de talentos interessados em se desenvolverem profissionalmente em novas tecnologias e construir carreira em uma empresa global. O Brasil é um país estratégico na América Latina e estamos investindo em novos talentos para manter nosso crescimento acelerado no país, além de garantirmos o sucesso da jornada de transformação digital de nossos clientes”, enfatiza Tushar Parikh, Country Head para o Brasil e BFSI Head para Latam na Tata Consultancy Services (TCS)

As vagas abertas são para diversos cargos, em sua maioria relacionados a programação e TI, como desenvolvedores especializados em Java, Dotnet, Cobol, Python, Hadoop, RPA, Android, PHP, Angular e mais. Os candidatos podem encontrar mais informações sobre as vagas e se inscrever para o processo seletivo 100% virtual em https://ibegin.tcs.com/iBegin/jobs/search  

“Sabemos que no cenário de incertezas da pandemia, o setor de tecnologia continua em alta e em evidência, além das vagas, a TCS oferece uma adaptação aos processos da empresa de forma disruptiva e acolhedora”, finaliza Parameswaran Ramani, Head do Delivery Center de Londrina na Tata Consultancy Services (TCS). 

QlikWorld Online 2021 reúne a comunidade Qlik para apresentar e discutir impacto dos dados

A Qlik anuncia agenda para o QlikWorld 2021 Online, seu evento anual para clientes, parceiros, influenciadores e entusiastas de dados, que acontece pela segunda vez de modo virtual e gratuito, entre 10 e 12 de maio. Esta conferência mundial on-line incluirá uma extensa programação com palestras e mais de 100 sessões abertas, com destaque para apresentação do convidado especial autor de cinco best-sellers do New York Times, Malcolm Gladwell, além de demonstrações de produtos e tendências para obter uma melhor compreensão de como ativar dados e análises para inovar e transformar suas organizações.

O QlikWorld Online 2021 fornecerá aos clientes e parceiros o conhecimento e as melhores práticas para liderar com a plataforma ponta a ponta da Qlik, que aproveita a integração de dados e soluções analíticas para ajudar as empresas em sua jornada para a inteligência ativa, onde a tomada de decisão é transformada por meio de insights atualizados, em tempo real, que desencadeiam uma ação imediata. O CEO Mike Capone dará início ao evento às 13h do dia 10, compartilhando a visão estratégica e o roadmap da Qlik, e demonstrando como a Qlik está ajudando os clientes a ativar seus dados para gerar melhores resultados.

O evento deste ano também apresenta vários painéis e palestras de líderes do setor, incluindo Malcolm Gladwell, que irá revisar como fazemos suposições, os caminhos que a análise errada pode tomar e como pensar de forma diferente em seu discurso principal, em sua apresentação: “Mas estamos fazendo as perguntas certas?”. Yassmin Abdel-Magied, renomada engenheira e escritora, e a Dra. Hannah Fry, Professora Associada em Matemática das Cidades no Centro de Análise Espacial Avançada da University College London (UCL), se juntarão ao Head Global de Alfabetização de Dados da Qlik, Dr. Paul Barth, no painel “Usando dados para combater vieses ”

Este ano também contará com os vencedores do Global Transformation Award da Qlik – clientes reconhecidos por seu trabalho pioneiro com as tecnologias Qlik, apresentando, por meio de entrevistas com executivos e vídeos, como essas empresas estão acelerando o valor dos negócios com a Qlik no centro de suas transformações orientadas a dados, destacando a integração de dados, alfabetização em dados (Data Literacy), análise de SaaS e recursos analíticos aumentados. Treinamentos de produtos Qlik e exames de certificação também serão oferecidos durante o evento.

Apresentadores de clientes e parceiros de empresas como PayPal, Novartis, Raymond James e Conde Nast participarão de mais de 100 sessões abertas. A lista completa de sessões pode ser visualizada neste link. Os patrocinadores diamantes da conferência incluem Accenture, Cognizant, Microsoft, Snowflake e Vizlib.

QlikWorld Datathons

Em parceria com as Nações Unidas, Qlik e Qlik.org realizam dois datathons neste ano, ambos com o desafio de desenvolver dados e soluções analíticas para promover soluções para atingir as 17 metas de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas. Os participantes do Datathon do Programa Acadêmico começaram seus esforços em fevereiro, com as três melhores soluções selecionadas para visualização e votação pelos participantes do QlikWorld durante o evento. 

Os clientes e parceiros poderão acessar um segundo desafio quando o QlikWorld começar, com três dias para concluir suas soluções e submeter para o julgamento final e premiação. Todas as submissões aproveitarão um conjunto de dados existente em um aplicativo Qlik, e os participantes combinarão dados socioeconômicos e demográficos adicionais para apresentar soluções vinculadas a esses objetivos internacionais urgentes. Os vencedores serão amplamente comemorados e terão a chance de apresentar sua solução aos nossos parceiros nas Nações Unidas em junho de 2021.

Inscrições gratuitas e mais informações sobre o Qlik World Online 2021 na página em português do evento.

Atos e SENAI CIMATEC criam centro de excelência em computação quântica no Brasil

Empresas esperam fomentar a tecnologia, pesquisas e mão de obra capacitada no país. Além disso, durante o evento de inauguração, as companhias apresentarão o mais potente simulador quântico do Brasil

A Atos, líder global em transformação digital, em parceria com o SENAI CIMATEC, instituição referência em educação, pesquisa e inovação, lança o primeiro centro de excelência em computação quântica dedicado ao setor empresarial do Brasil. 

Localizado em Salvador, na Bahia, o Latin America Quantum Computer Center (LAQCC) fomenta a divulgação desse tipo de tecnologia no país, impulsiona a capacitação de mão de obra e incentiva pesquisas científicas nas mais diversas áreas, como química e biologia. O LAQCC será capaz de realizar estudos de impacto, roadmaps tecnológicos, investigações de algoritmos e projetos de pesquisa aplicada.

“O lançamento do Latin America Quantum Computer Center é resultado de uma sólida relação de confiança entre a Atos e o SENAI CIMATEC, e o compromisso com o avanço científico do país. Juntos, ajudamos a posicionar o Brasil como uma das nações com poder em supercomputação. Agora, demos um passo importante para impulsionar a computação quântica no mercado brasileiro”, comenta Nelson Campelo, CEO da Atos na América do Sul.

“O SENAI CIMATEC será a primeira instituição voltada para Quantum Computing Technology (QCT) na Bahia e uma das poucas em âmbito nacional. Com a parceria da Atos, estamos nos lançando como um novo player no desenvolvimento científico e tecnológico do disruptivo ramo da Computação Quântica”, afirma o diretor de Tecnologia e Inovação do SENAI CIMATEC, Leone Peter Andrade.

De acordo com o diretor de Big Data e Security da Atos, Luis Casuscelli, a aplicação da computação quântica está sendo cada vez mais requisitada e com soluções nesse sentido, pesquisas dos mais diversos segmentos serão aceleradas e se tornarão mais assertivas. Segundo o executivo, esse avanço é possível por conta da integração entre tecnologia quântica e os supercomputadores, máquinas de alto desempenho (High Performance Computing, HPC, em inglês).  

Com velocidade de processamento e capacidade de memória milhares de vezes superiores aos computadores comerciais, os supercomputadores são capazes de efetuar cálculos complexos e tarefas extensas e intensivas. Nesse sentido, o avanço dessa tecnologia, juntamente com a computação quântica, beneficiará áreas que lidam com grande volume de dados, como medicina, meteorologia, geologia, física e óleo e gás.

De acordo com Casuscelli, no cenário atual, a demanda por maior desempenho tem atingido os limites da TI convencional. Por isso, as leis da mecânica quântica estão abrindo novos horizontes na computação clássica. A computação quântica processa informações em bits quânticos. Ou seja, os qubits não têm superposição de valores, podem ter dois valores ao mesmo tempo. Esse mecanismo, aliado à possibilidade de fisicamente relacionar os qubits, permite processar dados de forma paralela muito mais rápido do que a computação disponível na TI convencional.

“Por isso, nossa expectativa é que, em um período de até cinco anos, essas soluções se tornem mais acessíveis e, com isso, desempenhem um papel maior nas indústrias. É fundamental já estarmos preparados para essa disrupção”, afirma Casuscelli. 

O simulador quântico mais potente do Brasil

Para complementar a inauguração do centro, a Atos e o SENAI CIMATEC anunciam o lançamento do Quantum Learning Machine (QLM), o simulador mais potente do Brasil que permite a criação de algoritmos quânticos de grande capacidade, agnóstico às implementações reais, que será utilizado pelo CIMATEC no desenvolvimento de pesquisas. O simulador foi batizado de CIMATEC KUATOMU e, com ele, pesquisadores e cientistas terão acesso à tecnologia que, assim como o centro, ficará alocada em Salvador.

Sobre o evento de inauguração

Com a participação de autoridades e especialistas na área, o evento de lançamento do Centro de Computação Quântica será realizado no dia 05 de maio, às 9h, pelo link  https://youtu.be/I2Bg9wwJHCM

Confira a programação: 

9h às 9h30: Mesa de Abertura 

9h30 às 9h35: Vídeo de Abertura

9h35 às 9h45: Apresentação Técnica do Centro de Computação Quântica

Leone Andrade – Diretor de Tecnologia e Inovação do SENAI CIMATEC 

09h45 às 9h55: Apresentação do Quantum Learning Machine 

Damien Declat – Group VP, Head of HPC, AI & Quantum Business Operations at Atos Mundial

9h55 às 10h: Inauguração do Simulador Quântico CIMATEC KUATOMU

10h às 10h10: Quantum Computing for The Defense Sector

Dr. Patrick J. Baker – Head of Quantum at U.S. Army Combat Capabilities Development Command

10h10 às 10h20: Computação Quântica na Indústria

Miguel Setas – Presidente do Conselho da EDP Brasil    

10h20 às 10h50: Painel Computação Quântica: Desafios e Oportunidades 

10h50 às 11h: Abertura de microfones para perguntas e respostas

Lojas Americanas e B2W anunciam acordo para combinação das operações e criação da nova companhia americanas s.a.

Lojas Americanas S.A. e B2W – Companhia Digital anunciaram hoje (28/04) que firmaram acordo para combinação das operações, dando origem à nova empresa americanas s.a.. A proposta encaminhada pelos Conselhos de Administração da Lojas Americanas e da B2W, será votada nas Assembleias Gerais Extraordinárias no dia 10/06.

A operação se dará em duas etapas:

• Na primeira etapa ocorre a combinação e integração dos negócios, com os ativos operacionais de Lojas Americanas sendo incorporados pela B2W (BTOW3), criando a americanas s.a., nova Companhia 100% integrada (Físico, Digital, Logística e Fintech) em uma única plataforma. A americanas s.a. será listada no Novo Mercado da B3, o mais alto nível de governança corporativa. A Lojas Americanas (LAME3 e LAME4) seguirá listada no Nível 1, de forma transitória, como um “veículo de investimento” com participação na americanas s.a.. Essa etapa tem o objetivo de maximizar a experiência do cliente, continuar a missão de criação de valor no longo prazo e criação de um motor de M&A ainda mais poderoso. Esta fase acontece em aproximadamente 40 dias.

• Na segunda etapa, a Lojas Americanas S.A. pretende criar um veículo no exterior para listagem nos Estados Unidos que se chamará americanas inc. Essa fase tem como objetivo elevar a história de investimento da Companhia para um patamar global e promover o alinhamento estratégico de longo prazo com os acionistas. A estimativa é que esta fase seja concluída em menos de 1 ano.

Com a integração de 100% das operações, serão somados esforços e diferentes expertises para oferecer tudo o que os clientes esperam, com mais agilidade, redução dos pontos de fricção e melhoria da capacidade de engajamento, oferecendo uma experiência cada vez melhor.

A combinação das operações é uma oportunidade única de acelerar a evolução dos negócios. A nova companhia será mais poderosa e mais valiosa do que a combinação das partes, pois representará o resultado de uma soma contínua, um novo ecossistema totalmente integrado para gerar valor, com base em cinco pilares: efeito de rede, tecnologia proprietária, economia de escala, marca reconhecida, e uma plataforma de M&A ainda mais forte.

A americanas s.a. iniciará uma nova jornada de criação de valor, com o cliente no centro da estratégia e alinhada a uma forte agenda de ESG. Será a soma das conquistas do passado com a visão de futuro, e seu propósito também será composto, pela soma do objetivo inicial da Lojas Americanas ao inaugurar sua primeira unidade – melhorar a vida das pessoas -, com o compromisso atual – superar as expectativas e oferecer tudo o que o mundo tem de bom. Tudo isso será apresentado no propósito: “Somar o que o mundo tem de bom para melhorar a vida das pessoas”.

Com um time de 34 mil associados com cultura de dono, a americanas s.a. já nascerá gigante, com mais de 90 milhões de clientes cadastrados sendo 46 milhões de clientes ativos, 1.707 lojas de 5 diferentes formatos presentes em 765 cidades, uma plataforma digital completa que conecta compradores e vendedores, uma fintech com mais de 19 milhões de downloads e aceitação em 3 milhões de estabelecimentos, uma plataforma de logística e fulfillment com capilaridade nacional.