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10 tendências de analytics para 2019 que devem ser observadas

Por Celso Oliveira, country manager da MicroStrategy

Os líderes da atualidade lidam com diversas questões em paralelo. A tecnologia está evoluindo muito rapidamente. Os clientes esperam mais, a competição está mais acirrada. Como resultado, as organizações estão sendo desafiadas a agregarem ao seu dia a dia capacidades preditivas. E, na medida em que a inteligência artificial, as demandas por crescimento acelerado e as pressões pela tal transformação digital ganham destaque, muitos passam a perceber que a abordagem analítica segmentada utilizada até então não foi construída para durar. Demorar horas para tomar uma decisão não leva a lugar algum. Podemos dizer que, no que diz respeito às tendências de analytics para 2019, esse ano será um ponto de virada para muitas organizações, pois elas já estão percebendo que apenas ser “orientado por dados” não garante sucesso futuro. Não basta priorizar as análises. O foco e os esforços devem ser voltados para resultados de negócios definidos e tangíveis.

Baseado em um compilado de informações provenientes de quem mais sabe de BI, data analytics e transformação digital no mundo, gostaria de compartilhar com vocês 10 tendências de analytics para 2019 e que também devem estar em foco até 2030. Trata-se de questões que os líderes de hoje precisam entender para transformar empresas comuns em empresas inteligentes e, assim, perceber as oportunidades que estão por vir:

#1 Dados orientados a resultado e não somente para visualizações

#2 Revelar as potencialidades da inteligência artificial e da análise aumentada para uma tomada de decisão mais preditiva, ética e transparente

#3 Análise “self-evident” através do HyperIntelligence superará as análises “self-service” em 2019. Chegamos a um ponto em que alguns cliques ainda é muito para quem busca os insights de maneira rápida. A tendência é a do zero clique e do Smart Discovery e das respostas chegando até quem precisa delas

#4 A incorporação de inteligência nas aplicações permitirá aos usuários corporativos concentrar-se em novas ideias e inovar muito mais rapidamente do que antes

#5 Análises avançadas para a produção em escala. Ao usar os dados de forma ampla, os verdadeiros líderes estão trazendo capacidades preditivas e até mesmo ações prescritivas recomendadas para a produção em escala

#6 Aumentar ainda mais a colaboração. O objetivo, quando se trata de descobertas de dados, não deve ser somente analítico ou para apresentar consistentemente um único ponto de vista, mas sim trabalhar de maneira colaborativa para levar a insights e ações que melhorem os resultados finais da organização

#7 Difundir ainda mais mobilidade é um ponto crucial para o sucesso das organizações. Para abraçar a mobilidade empresarial, as corporações devem identificar seus objetivos e necessidades, bem como as ferramentas para apoiá-las nesse sentido

#8 As estratégias de Inteligência Artificial tornam-se uma necessidade, especialmente para os dados e análises mais relevantes aos negócios. Uma solução completa de gerenciamento de dados, que englobe qualidade dos dados, governança, segurança e metadados, é mais do que mandatória nesse momento

#9 Os líderes devem tomar as melhores decisões hoje e traçar os melhores passos para garantir o sucesso no futuro

#10 A evolução do analytics irá acelerar cada vez mais. Até 2025, mais de um quarto de todos os dados criados serão em tempo real, com 95% deles gerados por aplicações de IoT

Em suma, essas tendências de analytics para 2019 mostram que para crescer e prosperar nesta era, na qual a ruptura digital está cada vez mais acelerada, é preciso ter dados acessíveis, insights acionáveis, inovação contínua e novos modelos de negócios. Tudo isso requer gerenciamento e segurança de dados de ponta a ponta e uma plataforma corporativa.

O futuro pertence às empresas que antecipam desafios regulatórios, tecnológicos, de mercado e competitivos em constante evolução e os transformam em oportunidade e lucro. Também pertence às empresas que são capazes de conectar-se a qualquer dado e distribuir relatórios para milhares de pessoas, bem como àquelas que vão além da inteligência de negócios para fornecer insights para todos os departamentos, dispositivos ou pessoa por meio de experiências em tempo real, naturais e de clique zero. Ou seja, o futuro pertence a quem realmente adere ao cenário de empresa inteligente.

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Stefanini desenvolve plataforma cognitiva para a D-Link

A D-Link, líder global na conexão de pessoas, empresas e cidades, conta com um novo canal de atendimento, o chatbot DAVI – nome que significa D-Link Assistente Virtual Inteligente. A versão customizada da Sophie, plataforma e inteligência cognitiva da Stefanini, uma das mais importantes provedoras globais de soluções de negócios baseadas em tecnologia, foi implementada por meio de um processo de Business Process Outsourcing (BPO).

Este é o primeiro projeto da Stefanini totalmente focado no consumidor final (B2C). A solução foi desenvolvida para oferecer aos clientes da D-Link o suporte necessário em relação às dúvidas na utilização dos principais produtos da marca. Alexandre Winetzki, diretor de P&D da Stefanini, explica que o cliente realiza o suporte por meio de uma equipe de call center, que atua de segunda a sexta, em horário comercial. “A partir de agora, o usuário que tiver alguma dúvida poderá interagir com o DAVI 24 horas, sete dias por semana. A previsão é incluir a abertura de chamados, o que trará um benefício enorme para o cliente. Dessa forma, o atendente se concentrará em questões mais complexas de suporte”, completa o executivo.

De acordo com Ivanildo Miranda, Business Operation Manager da D-Link, a solução tem se mostrado bastante eficaz. “Estamos realizando ajustes finos com a Stefannini para ampliar, ainda mais, o percentual de resolução de problemas via chatbot, aumentando o escopo dos serviços e melhorando a experiência do cliente”, destaca.
Para oferecer uma experiência diferenciada aos seus clientes, a D-Link reuniu informações sobre os produtos mais vendidos e criou, juntamente a Stefanini, um guia de perguntas e respostas que foi inserido no chatbot. Quando o cliente entra no site da D-Link para tirar dúvidas técnicas, como atualização de firmware ou instalação, a plataforma auxilia os usuários, que não precisam mais falar com um atendente.

“Nosso objetivo é aprimorar a interação com o cliente, a partir da oferta de suporte técnico via chatbot. O DAVI pode, por exemplo, indicar para o cliente um vídeo que elucide as dúvidas dele ou até mesmo acionar o manual eletrônico do produto, evitando perda de tempo”, explica Ivanildo Miranda.

A plataforma de inteligência cognitiva da Stefanini, já utilizada com sucesso em vários clientes na América Latina, Estados Unidos e Europa, está disponível na versão 3.2 e responde em 44 idiomas. Implementada em segmentos diversos como indústria, varejo, seguradoras e governo, a plataforma pode ser incorporada a todas as ofertas de atendimento da Stefanini em Information Technology Outsourcing (ITO), Business Process Outsourcing (BPO) e call center, como a maioria dos grandes sistemas de IT Service Management (ITMS) e Customer Relationship Management (CRM) disponíveis no mercado.

“O projeto desenvolvido para a D-Link reforça como os serviços de BPO podem, por meio de nossas soluções digitais, alavancar a transformação de processos transacionais ou padronizados, trazendo uma melhor experência para os clientes de nossos clientes”, complementa Alexandre Vômero, diretor de BPO da Stefanini para a América Latina.

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ABESE abre inscrições para startups com soluções inovadoras em segurança eletrônica

As startups com tecnologias e modelos de negócio emergentes em segurança terão a oportunidade de se apresentarem para mais de 45 mil participantes durante a EXPOSEC 2019 – que acontecerá entre os dias 21 a 23 de maio, em São Paulo. A Ilha de Startups desenvolvida pela ABESE – Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança, receberá as inscrições dos projetos interessados até o dia 19/04. Para se inscrever basta acessar o site: http://startup.abese.org.br/
As startups devem apresentar produtos ou modelos de negócio inovadores e funcionais para o setor de segurança (direta ou indiretamente). Além disso, a solução deve conseguir abarcar o mercado nacional ou global. Ao todo, serão escolhidas 8 empresas que receberão um espaço com toda a infraestrutura necessária durante a Exposec 2019.

A primeira fase do processo de seleção será apresentada no dia 22 de abril – com a divulgação dos finalistas – e no dia 01/05, os selecionados serão apresentados ao público.

“O Comitê de Startups da ABESE foi pensado para aproximar o setor tradicional de segurança aos novos empreendedores, acelerando a validação, desenvolvimento e expansão de novos negócios para todo o setor”, explica Edson Pacheco, coordenador do Comitê de Startups da ABESE.

O setor de segurança eletrônica faturou no ano passado R$ 6,52 bilhões no país, um crescimento de 8% – e para 2019 as oportunidades podem ser ainda maiores. “Cada vez mais a área de segurança eletrônica se torna um mercado atrativo e interessado em soluções inovadoras e tecnológicas. A previsão é que este ano cresça 10%”, completa Selma Migliori, presidente da ABESE.

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Rodolfo Fücher é o novo Presidente da ABES

Rodolfo Fücher é o novo Presidente da ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software). A eleição, que ocorreu no dia 21 de março, elegeu o engenheiro Paulo Milliet Roque, com experiência em negociação internacional, sócio fundador da Brasoft, ex-sócio da Brasoftware, atualmente Diretor da Autoridade Certificadora Digiforte, como o Vice-Presidente da entidade, e também definiu os novos membros da diretoria executiva para os próximos três anos: Vanda Scartezini, sócia-sênior da Polo Consultores Associados, Presidente da DNS Women Institute e Presidente do Conselho da Fundação Sitec; Fábio Rua, diretor de Assuntos Governamentais e Regulatórios da IBM América Latina; e Lauro de Lauro, Cloud Guru Sênior na Sky.One Cloud Solutions.

Na ocasião, a entidade deu posse à renovação anual de 1/3 do Conselho Deliberativo. O ex-presidente da ABES, Francisco Camargo, e Jorge Sukarie assumem como Presidente e Vice-presidente do Conselho, respectivamente.

Especialista em políticas públicas, estratégia digital e governança, Rodolfo Fücher tem mais de 35 anos de carreira no mercado de tecnologia, sendo 27 deles dedicados à Microsoft, onde atuava como diretor de Relações Corporativas. Formado em Processamento de Dados pela Universidade Mackenzie, Pós-graduado em Marketing pela ESPM, e com especializações em grandes instituições americanas como Columbia Business School, Massachusetts Institute of Technology, Wharton e University of California, Fücher concentrou sua carreira na construção de políticas públicas por meio de coalizões de associações setoriais, definindo investimentos em responsabilidade social corporativa e filantrópica, desenvolvendo estratégias de marketing corporativo e estruturando áreas de vendas de empresas.

Atualmente, Fücher é sócio fundador da FEMP Administração e Participações, empresa de consultoria em transformação digital, gestão e políticas públicas para empreendedores e organizações filantrópicas.

Por mais de 12 anos, foi membro do conselho de diretores da ABES e assume a presidência da entidade no momento em que o setor tem como principais pautas, temas como a nova lei geral de proteção de dados (LGPD), IoT, Inteligência Artificial e 5G. Segundo Fücher, “As questões regulatórias continuarão a ser prioridade para a entidade, porque definem o nível de competitividade e viabilidade do setor e, consequentemente, o tornam mais ou menos atrativos para investimentos externos, ponto essencial para o crescimento e desenvolvimento do Brasil. Estamos perdendo espaço globalmente. De acordo com o último relatório de competitividade do Fórum Econômico Mundial, o Brasil caiu da 69ª para 72ª entre 140 países analisados. A ABES e seus associados têm o comprometimento de colaborar para reverter este quadro e acreditamos que a tecnologia tem um papel fundamenta l para tornar o Brasil um país menos desigual”, afirma.

O jantar de posse da nova diretoria para os associados está marcado para 1º de abril, em São Paulo, no restaurante Cantaloup.

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StartOut Brasil está com inscrições abertas para ciclo Toronto

O StartOut Brasil, programa de apoio à inserção de startups brasileiras nos mais promissores ecossistemas de inovação do mundo, está com as inscrições abertas para o segundo ciclo de 2019. Os empreendedores interessados em participar da imersão em Toronto (Canadá) terão até o dia 8 de abril para preencher o formulário disponível em http://www.startoutbrasil.com.br/ciclo/toronto/.

De acordo com Igor Nazareth, Subsecretário de Inovação no Ministério da Economia, o Brasil tem muitas startups que desenvolvem soluções incríveis, mas que precisam ganhar competitividade no mercado internacional. “Assim como acontece com os negócios tradicionais, a maior parte das startups brasileiras tem foco no mercado interno, e muitas vezes perdem o timing e oportunidades no exterior. Criamos o StartOut Brasil para ajudar essas empresas a terem um mindset global, a exportarem suas soluções e se estabelecerem em outros países de forma mais segura e assertiva.”, afirma Nazareth.

O programa é destinado a startups brasileiras que já tenham tração no mercado doméstico e condições concretas de se internacionalizar, sem comprometer suas operações no país. Para participar, as empresas precisam ter faturamento (de preferência acima de R$500 mil por ano) ou já ter recebido algum tipo de investimento.

O formulário deve ser preenchido obrigatoriamente em inglês, de forma detalhada e apresentando dados corretos e específicos sobre a empresa e mercado alvo. Cada inscrição será inicialmente analisada por avaliadores das instituições organizadoras e as 40 startups mais bem posicionadas serão avaliadas por especialistas no mercado de destino.

Serão selecionadas 15 startups brasileiras que nunca participaram ou fizeram parte de apenas um ciclo do programa e até cinco startups classificadas como graduadas, ou seja, aquelas que participaram de dois ou mais ciclos do StartOut Brasil. O resultado será anunciado no dia 7 de maio.

Preparação para a missão

As empresas aprovadas passarão por um processo de preparação para a missão, que terá duração de um a dois meses e que incluirá acesso à plataforma “Passaporte para o Mundo” (ambiente virtual com informações sobre as oportunidades de negócios internacionais) e workshop presencial com apresentações sobre o ecossistema de destino, treinamento de pitch presencial e encontro com o matchmaker, que organizará as reuniões de negócio em Toronto.

As startups selecionadas na categoria Ampla Concorrência contarão ainda com sessões de consultoria com especialistas em expansão internacional; interação com mentores com experiência no mercado canadense; sessões de treinamento de pitch online; e sessões de consultoria após o retorno da missão, para suporte e orientação com relação aos próximos passos.

Missão em Toronto

Entre os dias 23 e 28 de junho de 2019, os empreendedores terão uma agenda intensa no Canadá, que contará com treinamento de pitch internacional; conexão com clientes, parceiros e investidores; visitas a ambientes de inovação; acesso a workshops com prestadores de serviços; reuniões com potenciais parceiros de negócios; e imersão no ecossistema de inovação de Toronto.

A todas as startups são oferecidas ainda possibilidades de apoio para promoção de exportação do produto/serviço, instalação no país visitado, atração de investimentos e diversas possibilidades de conexões a uma rede internacional de parques tecnológicos, incubadoras, aceleradoras e coworkings.

A Cônsul-Geral do Brasil em Toronto, Ana Lélia Beltrame, comemorou a inclusão da cidade no calendário 2019 do programa. “Como o Canadá é um dos destinos mais abertos e receptivos para a internacionalização de empresas e um dos mais dinâmicos ecossistemas de inovação do mundo, as startups participantes serão fortalecidas e ganharão experiência sem precedentes para seu modelo de negócios, fazendo-o mais competitivo internacionalmente”, comenta Ana Lélia.

Reconhecimento e Landing

Ao retornar da missão, as startups continuam recebendo acompanhamento personalizado para aprimorarem sua estratégia de expansão e maximizar as oportunidades identificadas no exterior. “Um diferencial do StartOut é que as startups são acompanhadas por 18 meses, desde a preparação para internacionalização até a geração de negócios no país de destino”, finaliza o gerente de inovação do Sebrae, Célio Cabral.

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Emprestar dinheiro para outras pessoas e lucrar como bancos: isso existe?

Por Leonardo Rebitte

Vista anteriormente com um pouco de desconfiança pelo mercado e, agora, consolidada como uma opção altamente rentável e eficaz na estratégia de diversificação da carteira de investimentos, a modalidade de renda fixa Peer to Peer Lending (P2P) está atraindo cada vez mais investidores que buscam ganhos bem acima da taxa CDI.

As plataformas P2P baratearam os custos dos empréstimos, possibilitando aos investidores uma rentabilidade anual que pode chegar a 23% (ou 400% do CDI), já descontando o risco de inadimplência. Estes são números superiores à média dos ganhos com a renda fixa ao ano, que fica entre 7% a 8%.

O crédito P2P permite que um investidor empreste dinheiro para uma empresa – e até para outras pessoas – em troca da obtenção de ganhos com os juros. Ele se caracteriza pelo oferecimento de crédito a um custo mais baixo ao tomador e pela alta rentabilidade a quem empresta.

Do ponto de vista de retorno, o investidor tem a oportunidade de se transformar em um banco. E adivinha de onde vem grande parte do lucro dos bancos? Do crédito à pessoa física. Só em 2018, as instituições financeiras tiveram um saldo de R$ 1,791 trilhão proveniente de crédito para pessoas físicas, um crescimento de 8,6%.

Hoje, qualquer pessoa pode emprestar dinheiro a outra legalmente e receber juros. Em investimentos P2P, o investidor disponibiliza o seu dinheiro diretamente para quem precisa. Dentre as vantagens desse investimento, além do seu retorno financeiro – já mencionado anteriormente -, está a rapidez do processo, que é todo online.

Nessa modalidade, o investidor está no controle e, ao invés de passar por um processo longo e complexo de análise de crédito, ele conta com a tecnologia para agilizar a aprovação dos empréstimos. E como a operação não fica subordinada ao alto valor do spread brasileiro, o custo de toda a operação se torna bem menor.

Vale ressaltar que no caso de empréstimo entre pessoas, o investidor não está sujeito a nenhuma ilegalidade de agiotagem, pois as transações são feitas através de instrumentos legais, como Cédulas de Crédito Bancário (CCB), que o torna dono do direito de recebimento dos juros do empréstimo.

Ok, mas isso é confiável?

Ao investir em empréstimos P2P, o investidor tem o mesmo risco que um Banco ao oferecer crédito na praça. Para minimizar a taxa de inadimplência, as fintechs contam com a mesmas estratégias e tecnologias das grandes instituições financeiras para análise de crédito.

Assim, as pessoas podem emprestar dinheiro entre si com a mesma segurança, solidez e tecnologia e o mais interessante: pegar uma parte do lucro que ficaria com o banco. Por isso que digo que ao investir em crédito P2P, o investidor se torna um banco.

Hoje, qualquer pessoa pode emprestar dinheiro legalmente e receber juros. O investidor, além de além de auferir retornos maiores do que investimentos mais usuais nos bancos, também ajuda outras pessoas a alcançarem seus objetivos.

Milhares de pessoas estão lucrando e outras milhares foram incluídas de volta ao mercado de crédito ao ter a oportunidade de quitar as suas dívidas com o dinheiro emprestado a juros menores. Outras estão realizando seus sonhos, montando o próprio negócio, reformando a casa e investindo em educação e qualificação profissional.

Claro que aportar dinheiro e ter alta rentabilidade é a meta dos investidores e de pessoas comuns que buscam novas opções de investimentos com alto retorno. Mas, quer saber? Ajudar outras pessoas a alcançarem seus objetivos também é algo prazeroso e o melhor, faz bem para a nossa alma.

Leonardo Rebitte, CEO da Mutual

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FGV promove workshop gratuito sobre Investimentos em startups

Apresentar caminhos para quem deseja conhecer melhor e trabalhar com startups, indústria de private equity e venture capital. Essa é a proposta do workshop de lançamento do MBA em Private Equity, Venture Capital e Investimentos em Startups. O evento acontece na quarta-feira, dia 27, na sede da FGV, em Botafogo.

O encontro terá dois painéis: “Investimentos de Private Equity” e “Venture Capital e Investimentos em Startups”. Dentre os palestrantes estão gestores de empresas desses setores, como Axxon Group, Brookfield, Crescera Investimentos, DXA Investments, e.Bricks Ventures, HIG Capital, Monashees, Vinci Partners, entre outros convidados.

Evento: Workshop de lançamento do MBA em Private Equity, Venture Capital e Investimentos em Startups

Data: 27/03/2019
Local: FGV Botafogo (Praia de Botafogo 190, Auditório 12º andar).
Horário: das 8h30 às 13h30
Inscrições: fgv.br/eventos-nucleo-rio

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Dell Technologies e Intel anunciam 2ª edição do estudo sobre maturidade de TI

A Dell Technologies e a Intel anunciam os resultados da segunda edição do estudo IT² – Benchmark da Maturidade da Infraestrutura de TI no Brasil, encomendado para a IDC Brasil, empresa líder no país em inteligência de mercado e consultoria nas áreas de tecnologia da informação e telecomunicações. O levantamento anual tem como objetivo identificar como a infraestrutura de TI das empresas brasileiras está preparada para suportar a transformação digital dos negócios. A pesquisa deste ano identificou que, em uma escala de 0 a 100, as companhias instaladas no país atingiram uma nota média de 46,4 pontos, contra 43,7 na edição anterior. O que demonstra um avanço das companhias em relação ao tema de Transformação da TI nos últimos 12 meses, mas que ainda há um longo caminho a percorrer para que os ambientes tecnológicos acompanhem o ritmo acelerado de digitalização das corporações.

A segunda edição do estudo conduzido pela IDC Brasil entrevistou 250 profissionais responsáveis pela decisão de compra da infraestrutura de TI de empresas privadas, com mais de 250 funcionários. A análise, realizada no quarto trimestre de 2018, avaliou três grandes indicadores essenciais para a maturidade dos ambientes tecnológicos para suportar a transformação digital dos negócios: Processos Internos e Cultura, Automação de Processos e Modernização da Infraestrutura.

O estudo aponta que, a exemplo do ano anterior, a Automação de Processos foi o tema com os resultados mais baixos (média de 35,7 pontos) entre os indicadores. Em seguida aparece a Modernização da Infraestrutura (com 46,3 pontos) e os Processos Internos e Cultura (com 57,2 pontos).

Fonte: IT² – Benchmark da Maturidade da Infraestrutura de TI no Brasil da IDC, patrocinado por Dell Technologies e Intel (março de 2019)

“Uma das questões que chama a atenção no estudo deste ano é que as empresas brasileiras apresentaram uma melhora importante na questão da Modernização da Infraestrutura, com crescimento de mais de quatro pontos: saltando de uma média de 42, em 2018, para 46,3 neste ano. Porém, a nota geral, mesmo nesse quesito, continua a ser baixa, pois não atinge nem a média, que seria de 50 pontos”, pontua João Bortone, diretor-geral de Vendas de Soluções para Data Center da Dell Technologies no Brasil. “Os números confirmam que começa a existir uma mudança de comportamento, com uma tendência de aumento na modernização proativa da infraestrutura de TI, no entanto cerca de 40% das empresas ainda seguem com um modelo reativo, no qual só realizam investimentos na atualização ao término de garantia ou contrato, em vez de priorizarem a otimização de workloads. Um cenário que pode gerar gargalos para o negócio, na medida em que os ambientes tecnológicos não estejam preparados para suportar o ritmo de digitalização das empresas”, acrescenta.

Modernização da Infraestrutura: hiperconvergência está no radar de 31% dos gestores de TI

O estudo demonstra que, enquanto as organizações exigem respostas cada vez mais ágeis e flexíveis da TI, muitas empresas têm priorizado tecnologias modernas que atendam a esses requisitos. Como reflexo, 16,8% dos líderes consultados afirmam já utilizar soluções hiperconvergentes, consideradas essenciais para garantir mais agilidade no atendimento a novas demandas na camada de infraestrutura, e outros 14,8% planejam implementar nos próximos 12 a 24 meses.

Por outro lado, 30,8% afirmam que não pretendem adotar esse tipo de solução e 21,6% admitem desconhecer o termo hiperconvergência.

COMO SUA EMPRESA AVALIA SOLUÇÕES HIPERCONVERGENTES?

Fonte: IT² – Benchmark da Maturidade da Infraestrutura de TI no Brasil da IDC, patrocinado por Dell Technologies e Intel (março de 2019)

A boa notícia, por outro lado, é que o levantamento deste ano revela que 67% das companhias planejam aumentar os orçamentos dedicados à segurança da informação em 2019, mantendo assim esse tema como a principal prioridade da área de TI, citada por 31% dos entrevistados.

O estudo mostra também que a maior parte das empresas (45%) tem priorizado investimentos em virtualização como parte do caminho para modernização da infraestrutura de TI. Além disso, o levantamento mostra uma desconfiança dos gestores de TI em relação à migração para cloud pública, com só 6% das empresas (contra 7% em 2018) pretendendo ter 100% das cargas de trabalho nesses ambientes em 24 meses. Enquanto cresce (saltou de 38% para 40%) o número de companhias que pretendem não ter qualquer workload em nuvem pública nos próximos dois anos.

“O estudo traz um indicador excelente de quanto o mercado brasileiro está motivado a investir em inovação e em recursos que promovam a transformação digital, enquanto aumentam a segurança de suas infraestruturas e dados”, afirma André Ribeiro, diretor de Novos Negócios da Intel Brasil. “Isso faz total sentido dentro da nossa estratégia de ampliar os limites da tecnologia para fazer com que o sonhado futuro não só aconteça, como traga as experiências mais incríveis para os consumidores e clientes.”

Automação de Processos ainda é baixa e pode prejudicar a jornada para a transformação digital

Mesmo com um ligeiro avanço em relação ao estudo de 2018, saltando de 33,7 para 35,9 pontos neste ano, a Automação de Processos se mantém como o item pior avaliado entre os requisitos para que as organizações brasileiras tenham infraestrutura de TI preparada para a transformação digital. Poucas empresas disseram apresentar os recursos necessários para tarifar as áreas pelo uso efetivo da tecnologia.

Apesar de 22,4% das companhias citarem que a área de TI já cobra das áreas usuárias pelo efetivo uso dos recursos de tecnologia, só 6,8% afirmam ter menus de autoatendimento completos para que as diversas áreas da empresa provisionem recursos tecnológicos de acordo com a necessidade delas.

O estudo aponta que a virtualização tem sido o principal ponto avaliado pelos gestores da infraestrutura de TI para automatizar a gestão dos ambientes e ter mais flexibilidade para atender novas demandas. Os servidores seguem como os recursos mais virtualizados pelas empresas, com 73,6% dos entrevistados indicando que apresentam de 51% a 100% do processamento em máquinas virtuais.

QUAL O PERCENTUAL DE VIRTUALIZAÇÃO DA INFRAESTRUTURA?

Fonte: IT² – Benchmark da Maturidade da Infraestrutura de TI no Brasil da IDC, patrocinado por Dell Technologies e Intel (março de 2019)

Ainda de acordo com o levantamento, 39% das empresas já adotam multicloud, mas 26,8% trabalham em ambientes isolados, sem ferramentas de orquestração, integração e governança – o que não permite colher todos os benefícios da nuvem híbrida.

Processos Internos e Cultura: uma em cada três empresas enxerga TI como diferencial competitivo

O terceiro pilar analisado pelo estudo da IDC, a questão de Processos Internos e Cultura, foi o item com maior pontuação, 57,2 (contra 55,2 em 2018), na análise da maturidade da infraestrutura de TI das empresas para suportar a digitalização dos negócios. Os dados mostram no entanto, que apenas um em cada três executivos consultados considera que a área de Tecnologia da Informação representa um diferencial competitivo na visão das áreas de negócios. O que deve-se, principalmente, a uma dificuldade do time TI em comprovar o valor para as organizações.

Um dos sinais de que essa realidade começa aos poucos a mudar está no fato de que, quando questionados sobre os critérios para decisão de escolha de soluções tecnológicas, o preço das soluções aparece tecnicamente empatado com a análise de ROI (retorno sobre investimento) e atualização tecnológica.

“Após dois anos de dificuldade econômica, com investimentos restritos, é natural que os orçamentos de TI estejam limitados e precisem ser otimizados, o que justifica o fato de o preço da solução ser um fator fundamental para viabilizar os projetos. No entanto, sem clareza do ROI e do TCO (custo total de propriedade), a possibilidade de otimização do orçamento tende a ficar restrita”, afirma Pietro Delai, gerente de Pesquisa e Consultoria da IDC Brasil. “Novas tecnologias, por exemplo, tendem a ser mais estáveis, performáticas e energeticamente eficientes, possibilitando ganhos futuros com otimização de budget. Sem olhar para esse TCO, o gestor continuará a ter dificuldades para garantir uma sobra de dinheiro para investir em inovação”, complementa.

Vale destacar que, a exemplo do ano anterior, mais de 50% dos dos orçamentos de TI das organizações está dedicado a manter o legado (em 62,4% das empresas consultadas), enquanto outros 42,02% são dedicados à inovação.

Ferramenta para análise online

As empresas interessadas em avaliar o grau de maturidade da infraestrutura de TI, podem cadastrar-se gratuitamente na ferramenta IT² – Benchmark da Maturidade da Infraestrutura de TI no Brasil (http://IT2-2019.idclatinsurvey.com), desenvolvida pela IDC e patrocinado pela Dell Technologies e IntelTrata-se de uma análise online, por meio da qual as empresas brasileiras podem avaliar o grau de maturidade da sua infraestrutura de TI para suportar a transformação digital e comparar os resultados com outras organizações instaladas no país.

Sobre a Dell Technologies

Dell Technologies é uma família única de empresas que oferece a infraestrutura essencial para que as organizações construam seu futuro digital, transformem a TI e protejam seu ativo mais importante: a informação. A empresa atende clientes de todos os tamanhos em 180 países, incluindo 99% das empresas da Fortune 500 e clientes individuais, oferecendo o portfólio mais abrangente e inovador do setor, que vai da borda ao núcleo, passando pela nuvem.

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CargoX é posicionada como um dos próximos unicórnios brasileiros de acordo com a KPGM

CargoX, startup brasileira fundada em 2013, com o objetivo de se tornar a maior empresa de tecnologia e revolucionar o setor de transporte e logística do país, foi posicionada em um estudo inédito da Distrito em parceria com a KPMG, como um dos próximos unicórnios brasileiros. Podem ser consideradas unicórnios as startups que alcançam um bilhão de dólares em valuation.

O objetivo da CargoX é conectar empresas que precisam levar seus produtos para diferentes regiões do País a caminhoneiros autônomos e pequenos frotistas, reduzindo neste processo ineficiências de cadeia. Com o uso do aplicativo, o caminhoneiro chega a faturar até 40% na realização de fretes.

“Trabalhamos com afinco para que a tecnologias como machine learning, oferecidas pela CargoX, ofereçam benefícios aos caminhoneiros autônomos do Brasil. Expandir o negócio nos ajuda a fazer cada vez mais por esta parcela da população ainda pouco valorizada”, afirma Federico Vega, CEO e fundador da CargoX.

A CargoX também foi cogitada para se tornar unicórnio em um ranking global, divulgado pela CB Insights, no início de 2019. Na ocasião, foram selecionadas 50 empresas e apenas duas brasileiras estavam na lista.

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93% das empresas consideram as tecnologias inteligentes fundamentais para a Transformação Digital

A SAP SE (NYSE: SAP) divulgou os resultados de um estudo sob encomenda realizado pela Forrester Consulting, que apontou que 93% dos executivos consultados sinalizam que a adoção de tecnologias inteligentes, como aprendizagem de máquina, Internet das Coisas (IoT), inteligência artificial, blockchain e realidade aumentada/virtual, são fundamentais para o sucesso de seus processos de Transformação Digital.

O estudo consultou 740 executivos, tomadores de decisão de TI em empresas de diversos segmentos do mercado. Para participar, as empresas consultadas cumpriram dois critérios importantes: estar passando ativamente pelo processo de transformação digital e ter implementado iniciativas com pelo menos duas tecnologias emergentes.

Os respondentes apontaram a busca por vantagem competitiva como principal fator para adoção das tecnologias inovadoras. As empresas consultadas estão implementando ou já implementaram tecnologias que incluem IoT (92%), Inteligência Artificial (78%), Machine Learning (77%), Realidade Virtual/Aumentada (70%) e Blockchain (68%).

A pesquisa também revelou que, tendo as jornadas de transformação digital como prioridade, as organizações estão otimizando cada vez mais os processos existentes para elevar os níveis de eficiência, ampliando processos para gerar mais valor e transformando os modelos de negócio para abrir novos fluxos de receitas. Além disso, 92% das empresas demonstraram alto interesse por plataformas capazes de unificar os dados coletados/gerados pelas tecnologias inteligentes e os processos de negócios.

Os resultados mostram também que as prioridades são diferentes a depender das indústrias e do grau de maturidade digital e objetivos de negócio. Empresas do setor de manufatura estão priorizando a implementação ou expansão dos esforços em projetos de manutenção preditiva, já empresas varejistas estão concentrando esforços na adoção de Big Data e análise preditiva para tomada de decisões. Já as de serviços públicos (utilities) estão implementando salas de controle digitais que fornecem informações como taxas de capacidade e eficiência para análise em tempo real pelo time executivo.

“O estudo mostra que as empresas estão investindo em diferentes tecnologias inteligentes e que o principal objetivo é obter vantagem competitiva para os negócios. As empresas estão cada vez mais conscientes que a sobrevivência no mundo digital depende da capacidade de inovar. Mais importante do que adotar uma tecnologia ou outra, é entender a capacidade de conectar pessoas, processos, tecnologia e dados como forma de acelerar a transformação digital, fazendo mais com menos, elevando os níveis de engajamento dos clientes”, explica Rui Botelho, Vice-Presidente da área de Digital Core da SAP Brasil

O estudo contou com 740 entrevistados em diversos países, incluindo o Brasil. As entrevistas foram realizadas entre setembro e outubro de 2018 e os resultados consolidados em janeiro de 2019.

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1º Parking Lab Expo acontece durante a Exposec 2019

Os profissionais da área de estacionamento do país se encontrarão entre os dias 21 e 23 de maio de 2019 no São Paulo Expo, durante o 1º Parking Lab Expo. Realizado juntamente com a Exposec – Feira Internacional de Segurança, o evento apresentará as novas tecnologias e as tendências para o setor que somente na capital paulista possui mais de 500 mil vagas, distribuídas em 5,4 mil estacionamentos que geram cerca de 18.000 vagas de emprego e atendem 60 milhões de veículos por mês, de acordo com Wellington Martins, especialista em Gestão Parking.

Destinado a condomínios, hospitais e mercado varejista em geral, o Parking Lab Expo também terá um fórum de inovação e formação profissional, com debates sobre soluções para o segmento, apresentação de modelos de gestão, tendências e novidades que devem chegar em breve ao mercado, contando com gestores, operadores e especialistas com reconhecimento internacional.

Martins lembra que o Congresso Parking Lab existe desde 2017 e já teve cinco edições em São Paulo (2), Rio de Janeiro, Goiânia e Fortaleza. “Identificamos uma carência de eventos que debatessem o setor de estacionamentos e pudesse buscar soluções para problemas comuns no setor”, diz o especialista.

Com a realização do Parking Lab Expo, juntamente com a Exposec 2019, Martins entende que “o setor sobe de patamar”. “Temos dois focos que é a busca por soluções para mobilidade e a mudança de modal de transporte; e também a mudança de perfil do profissional de gestão dos estacionamentos que deixam de ser apenas um operacional para ser mais estratégico”.

O Congresso acontecerá das 14h às 18h nos três dias da feira. No 1º dia, com o tema “Mobilidade Urbana em Destaque”, serão realizadas cinco palestras. A primeira, com o tema “Mobilidade Urbana e os Estacionamentos”, será apresentada por Marcos Rigol, do Grupo Verzani & Sandrini; em seguida será a vez de Daniel Kohntopp, da Bike and Park, que falará sobre “Adaptando espaços compartilhados para a nova mobilidade urbana”; já “O Estacionamento na era da conectividade” será abordado por Carolina Edelstein, da Coopark; Kiko Macedo da Mobike irá apresentar a palestra “Bike Friendly, ser Humano em 2 rodas”; e Bruno Busquete, da Conectcar finalizará falando sobre “Carros conectados, a mobilidade e a conectividade se entrelaçam”.

No segundo dia do Congresso, serão debatidos os seguintes temas: “Formação Profissional”, com Aureliano Campos, diretor da Estacionamentoria, que falará sobre “Você precisa desenvolver a sua Liderança”; seguido por Fernando Battestin, gerente de RH / DHO do grupo Verzani & Sandrini, apresentando “A importância da Formação Profissional para Prestadores de Serviço”. Em seguida acontece a Mesa Redonda – O Novo Perfil do Gestor Parking, com Campos e Battestin.

“Destinamos o 3º dia do Congresso para ampliarmos as discussões para o mercado”, explica Martins. Com o tema o “Olhar Atento ao Negócio”, serão debatidas “Inovações para o mercado de parking”, com Aurélio Campos (Estacionamentoria) e Fernando Braz (Portal Parking); “Shopping Experience”, com Eric Nice (Adlib Digital); “A importância do Gerenciamento de Crises nas Empresas”, com Cristiano Castro (Colégio Porto Seguro); e “Alvará de funcionamento para estacionamentos. Uma realidade?”, com Sanrlei Polini (Sanrlei Polini Soluções).

Exposec – 22ª Feira Internacional de Segurança

Data: 21 a 23 de maio de 2019

Horário: 13h às 20h

Local: São Paulo Expo Exhibition & Convention Center

Rodovia dos Imigrantes, Km 1,5 – São Paulo/SP

www.exposec.com.br

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TSF faz ‘delivery’ de camisetas em parceria com a Rappi

Inovadora desde a produção de seus produtos até o relacionamento com seu cliente, a T-SHIRT FACTORY trabalha agora com uma grande novidade em seu e-commerce, um dos que mais crescem no Brasil. A marca do empreendedor Eduardo Derrico firmou parceria com a Rappi, que entregará de forma rápida e prática a camiseta comprada pelo consumidor paulistano.

É um novo método que facilita as entregas dos produtos comprados online, perfeito para quem escolhe um look de última hora para sair. Para ter acesso a esse serviço, basta o consumidor entrar no app da Rappi e procurar a TSF, onde poderá encontrar os produtos e escolher o que quer adquirir. As entregas são feitas para pedidos com até dez quilômetros de distância da loja da TSF, na Vila Mariana.

“Buscamos constantemente novas formas de nos aproximarmos do nosso público e sermos eficientes em todos os processos. Temos encontrado na tecnologia uma ótima forma de divulgarmos nossos produtos e, agora, de entregá-lo o mais rápido possível. Sem dúvida conseguiremos disseminar ainda mais o propósito da TSF”, avalia Eduardo Derrico, fundador da marca.