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IBM oferece educação gratuita no Brasil para democratizar o acesso à tecnologia

IBM Brasil anuncia o lançamento da plataforma DigitalEdu, iniciativa educacional que tem como objetivo ajudar na capacitação do mercado para a era cognitiva, democratizar o aprendizado sobre tecnologias e levar conhecimento a estudantes, professores e profissionais. Este novo canal apresenta séries de vídeos em português que levam ao público informação e conhecimento dos especialistas da IBM sobre novas tecnologias, seu uso na sociedade e tendências.

Com o apoio e engajamento de profissionais, especialistas e mais de 40 voluntários da IBM, o DigitalEdu contará com seis séries de vídeos sobre Inteligência Artificial, Internet das Coisas (IoT), Blockchain, Ciência de Dados, Cloud e Agile em um portal com conceito de fácil navegação. As séries serão lançadas quinzenalmente e a primeira será sobre Inteligência Artificial. A plataforma também terá vídeos especiais com convidados do mercado e da IBM que falarão sobre temas específicos, como educação, profissões e transformação digital.

O conteúdo do DigitalEdu será produzido em temporadas e dividido em níveis de dificuldade, do básico ao avançado. A primeira temporada oferece educação básica e a terceira terá conteúdo técnico avançado. Desta forma, estudantes, professores e profissionais de qualquer área podem determinar o que querem aprender e quando.

“A partir de um trabalho prévio de estudo de mercado e de conversas com lideranças do ecossistema, percebemos que havia uma necessidade de oferecer acesso a um conteúdo sobre as principais tecnologias que impulsionam a transformação digital de uma maneira simples e didática, e em português”, afirma Alcely Barroso, Executiva de Educação e Universidades da IBM Brasil. “O DigitalEdu foi criado para ajudar a desenvolver a próxima geração de profissionais por meio do aprendizado e adoção dessas tecnologias e é mais uma iniciativa da IBM dedicada à democratização da educação”.

A democratização da educação é um assunto de extrema importância para a IBM, por isso a companhia segue investindo em projetos para fomentar o aprendizado no Brasil. No último ano, os projetos de educação da IBM no Brasil impactaram cerca de 23 mil alunos em 50 universidades e 1.000 professores – entre graduação e pós, além de startups de educação.

A plataforma IBM DigitalEdu está disponível por meio do link http://ibm.biz/digitaledu

Pipefy é selecionada para programa da Endeavor

A Pipefy, startup de gerenciamento de processos eficientes, acaba de ser selecionada para participar do 82º International Selection Panel (ISP) da Endeavor. O comunicado oficial aconteceu em Buenos Aires e contou com a presença de 27 empresários, líderes de 18 companhias, de 12 países.

As empresas e seus dirigentes foram escolhidos a partir da extensa rede do conselho da Endeavor, com mentores, apoiadores e experientes empreendedores da organização global sem fins lucrativos. O objetivo principal é oferecer um ambiente especializado para tornar o negócio escalável, de alto impacto e crescimento, com serviços personalizados abrangentes, incluindo apresentações a mentores de negócios locais e internacionais e voluntários de consultorias da Fortune 500.

O ISP desenvolveu um rigoroso processo de seleção em várias etapas para identificar empreendedores inovadores e motivados, comprometidos com o avanço de um ecossistema de empreendedorismo, como o é caso da startup liderada pelo paranaense Alessio Alionço. A empresa global de SaaS (Software as a Service) fornece uma plataforma de excelência operacional capaz de empoderar gestores a ministrar e aplicar de maneira rápida e eficaz novos processos sem depender do setor de TI.

“Nós criamos uma ferramenta com interface intuitiva e fácil de usar, além de modelos específicos para cada departamento da empresa, possibilitando uma implementação ágil, eficiente e econômica”, afirma o fundador e CEO da plataforma. Para Alessio, a parceria com a Endeavor será um diferencial para a Pipefy e possibilitará novas oportunidades de crescimento.

Os empreendedores da Endeavor têm um histórico significativo de criação de centenas de milhares de empregos, gerando bilhões de dólares em receitas e construindo modelos de crescimento sustentável em seus países de origem.

A Endeavor sediará outros ISPs em 2018 em Atenas, entre os dias 22 e 24 de outubro, e na Cidade do Cabo (Stellenbosch), entre 11 e 13 de dezembro.

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12% das fintechs brasileiras faturam mais de R$10 milhões por ano, segundo pesquisa

As fintechs brasileiras, empresas de tecnologia que atuam no segmento financeiro, estão ganhando mercado. A receita bruta de 12% delas ultrapassou R$ 10 milhões em 2017, segundo a recém-lançada pesquisa FinTech Deep Dive 2018, da ABFintechs (Associação Brasileira de Fintechs) em parceria com a PwC Brasil (PricewaterhouseCoopers). A maioria delas, 46%, tem como público-alvo tanto outras empresas quanto pessoas físicas, enquanto 32% atendem apenas outras empresas (no modelo de negócios B2B) e 17% apenas pessoas físicas (B2C).

“As fintechs oferecem segurança e experiências diferenciadas para seus clientes e tecnologia de ponta para instituições financeiras otimizarem sua capacidade operacional. Por atuarem em nichos específicos, de forma segmentada, conseguem oferecer alta performance por custos reduzidos”, ressalta Rodrigo Soeiro, presidente da ABFintechs. A pesquisa constatou que 25% das fintechs brasileiras atuam com meios de pagamento, 21% no segmento de crédito, financiamento e negociação de dívidas e 8% com gestão financeira, entre outras categorias.

“A maioria das fintechs brasileiras, 92%, está nas regiões sul e sudeste do País. São Paulo é o grande celeiro, centralizando 58%. Constatamos que o total acumulado dessas empresas vem crescendo a cada ano desde 2011. Em 2017, haviam 219 fintechs, 24% mais do que as 176 mapeadas em 2016. Para o levantamento, ouvimos 224 fintechs no primeiro semestre de 2018”, ressalta Luís Ruivo, sócio da PwC Brasil. Mais da metade dessas empresas, 51%, estão em fase inicial de operação, 28% em fase de expansão e 13% em fase de consolidação.

Outro destaque constatado pela pesquisa é que incubadoras e aceleradoras atraem pouco os empreendedores de fintechs. Tanto que 39% dos que foram consultados nunca recorreram a essas iniciativas de colaboração e 76% não pretendem recorrer no futuro ou ainda não se decidiram sobre isso.

Geração conectada

As ferramentas digitais passam a fazer parte do cotidiano das novas gerações, que cada vez mais utilizam dispositivos móveis para interagir, fazer compras e efetuar pagamentos. Trata-se de um cenário de disrupção acelerada, em que inovações em produtos e serviços criam novos mercados de consumidores. Por seu modelo digital e acesso simplificado, as fintechs se encontram em posição vantajosa para atrair usuários desbancarizados ou mal atendidos por instituições financeiras tradicionais.

“As fintechs estão reformulando a experiência do usuário, mudando as expectativas dos clientes e acelerando o ritmo da inovação no Brasil. Regulamentações específicas para suas operações estão sendo criadas, visando especialmente a competitividade no mercado, o que gera ainda mais confiança na população. Os desafios atuais são justamente expandir a base de clientes e conseguir maior participação de mercado”, conclui o presidente da ABFintechs.

13 primeiros passos de uma startup em Early Stage

Por Diego Daminelli, do time da aceleradora de Negócios Organica

Não existe uma fórmula de sucesso infalível para uma startup decolar, porém podemos dizer que existem fórmulas que certamente levam ao fracasso. É muito comum empreendedores iniciantes, que acabaram de tirar sua ideia do papel, serem colocados diante de algumas armadilhas, dificultando ou mesmo paralisando seu crescimento.

Em primeiro lugar, algumas perguntas e premissas precisam ser validadas antes do negócio sair do primeiro estágio. Eric G. Flamholtz, co-fundador e presidente a Management Systems, e Yvonne Randle, vice-presidente executiva da Management Systems, chamam esse processo de Estágio de New Ventures.

Em seu livro “De Zero a Um”, Peter Thiel nos confronta com quatro condicionantes. Elas avaliam se uma startup é, de fato, promissora e se conseguirá exercer um controle de share de mercado, suficiente para que seus lucros sejam maximizados e as ameaças de concorrente sejam mínimas ou inexistentes.

Segundo Thiel, para se ter sucesso, uma startup precisa, antes de tudo, de Tecnologia proprietária, ou seja, possuir um diferencial tecnológico ou de processo que seja único e exclusivo com grande dificuldade de ser copiado. O negócio também deve garantir efeitos de rede, fator que torna a empresa ou produto mais útil à medida que mais pessoas o utilizam (exemplo do Facebook, que se faz muito relevante já que todos seus amigos estão na rede).

Em terceiro lugar, a empresa deve crescer pela lógica da Economia de Escala, ou seja, os custos fixos para criar um produto se diluem por quantidades crescentes de vendas. Startups como a Netflix, por exemplo, podem desfrutar de economias de escala substanciais porque o custo marginal se aproxima de zero. Por último, o autor destaca a importância da criação da marca e diferenciação de Storytelling, que seria o último estágio, mas não menos importante, que uma empresa precisa chancelar sua originalidade com sua marca.

Antes de avançar em sua ideia, reúno abaixo algumas perguntas que o empreendedor deve ser fazer à respeito do seu negócio:

1-Você criou um produto ou serviço para atender uma necessidade real do mercado?

2-Testou sua solução com alguns potenciais clientes e provou a viabilidade de atender esse mercado?

3- Definiu missão, visão e valores?

4-Definiu claramente seu modelo de negócios? De onde virá suas receitas e despesas?

5-Desenhou o esboço do planejamento estratégico para desdobrar em metas básicas de acompanhamento?

6- Conhece os concorrentes e possíveis substitutos? Não seja egocêntrico nessa resposta.

7-Identificou e definiu o segmento de mercado em que vai buscar seu público-alavanca?

8- Validou a solução com os clientes para entender qual é o seu job to be done?

9- Construiu um funil de vendas e testou canais de maior atração?

10-Definiu a identidade visual e storytelling da marca?

11- Acompanha a taxa de churn dos clientes a cada mês ou já tem os KPIs para isso?

12- Criou a estrutura básica de tecnologia para servidores, sistemas e infraestrutura?

13- Organizou a contabilidade básica: impostos, orçamento, capital de giro e fluxo de caixa?

Tendo validado essas premissas e seu projeto e conseguido sobreviver a esses primeiros questionamentos, o empreendedor começa a pegar tração e com isso possui a base para enfrentar novos desafios com muito mais chances de sucesso.

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Robô colaborativo da ABB sobe ao palco com Gil Giardelli em debate sobre transformação digital

O YuMi, robô de dois braços da ABB, estará no palco do 6º Fórum IEL de Inovação, ao lado do influenciador Gil Giardelli, em palestra sobre a nova era da Inteligência Artificial. Durante a apresentação, o robô fará uma breve demonstração do cenário que já está cada vez mais comum nas empresas e indústrias: homens e robôs trabalhando juntos, de forma colaborativa. O evento é promovido pelo Núcleo Regional do Instituto Euvaldo Lodi (IEL-RS).

As novas tecnologias de automação permitem a integração homem-máquina, de forma que trabalhadores e robôs possam trabalhar lado a lado, com segurança e em um grau de proximidade que não era vislumbrado até pouco tempo atrás. A nova Inteligência Artificial levará essa colaboração ainda mais longe no futuro.

Combinar a capacidade das pessoas de se adaptar às mudanças e resolver problemas com a resistência e a precisão do YuMi oferece flexibilidade para os fabricantes criarem lotes menores de produtos mais personalizados. Essa customização está se tornando rapidamente a nova realidade para as indústrias, desde a automotiva até a de eletroeletrônicos e de alimentos.

O YuMi também é fácil de instalar, programar e operar, o que o torna acessível a muitos usuários de robôs pela primeira vez. O robô pesa apenas 38 quilos, e pode ser ligado em uma simples tomada de 220 volts. Ele pode ser instalado em estações de trabalho sem isolamento de proteção. O robô também pode ser programado por pessoas sem treinamento especializado por meio de sua programação intuitiva, em que os braços são movidos com o intervalo correto de movimentos, que são então gravados e reproduzidos em um tablet.

O robô também é projetado com uma variedade de recursos de segurança, incluindo braços macios emborrachados, juntas sem pontos de aperto, e pode parar de se mover em milissegundos para manter os colegas humanos completamente seguros, mesmo em caso de contato não intencional. Isso permite que o YuMi tenha produtividade e trabalhe de forma segura e sem barreiras lado a lado com as pessoas em tarefas compartilhadas.

O robô é projetado para automação de montagem de peças pequenas para setores como eletrônicos, em que ele pode trabalhar com alta precisão. O YuMi também é usado pelos clientes para adicionar automação colaborativa à fabricação de automóveis, bens de consumo, alimentos, produtos farmacêuticos e laboratórios.

Liderar por meio de programação foi a mesma tecnologia que permitiu o YuMi® executar os movimentos delicados e complexos quando ele assumiu o papel de um maestro em uma orquestra sinfônica, com o tenor italiano Andrea Bocelli em Pisa (Itália); também permitiu que ele comandasse as pick-ups como DJ na conferência anual da companhia para clientes, em Houston (EUA) e criasse uma obra de arte ao lado de um artista plástico brasileiro durante a comemoração dos 105 anos da ABB no Brasil, no Museu do Amanhã.

A interação do robô com Giardelli poderá ser vista no dia 3 de outubro, a partir das 13h30, no Salão de Convenções do Centro de Eventos FIERGS, em Porto Alegre (RS). Esta edição do fórum terá o tema: “AI economy: os caminhos e desafios da nova era” e também contará com palestras de Silvio Meira, um dos fundadores do Porto Digital, e Camila Achutti, co-fundadora da Mastertech (plataforma digital de educação continuada). Clique aqui para mais informações sobre o evento.

T-Systems busca o perfil do profissional ideal

A T-Systems do Brasil, provedora alemã com amplo portfólio digital de soluções e serviços de TI, acaba de realizar a 10ª edição do Guiding Principle Day. O evento, criado pela matriz da companhia, na Alemanha, tem o objetivo de reforçar junto aos colaboradores a vivência dos 5 princípios da T-Systems.

O vice-presidente de RH da T-Systems Brasil, André Vieira, lembra que os princípios não diferem muito do que se vê em outras empresas:

– Encantar nossos clientes;

– Eu sou T, conte comigo;

– Trabalho em time;

– Respeito e integridade guiam nosso comportamento;

– Melhor lugar para realizar e crescer.

“Nosso diferencial está no esforço que fazemos para que nossos colaboradores, jovens em sua grande maioria, absorvam e vivenciem estes princípios”, afirma.

Essa preocupação ficou visível já em 2009, quando os princípios foram lançados em um evento que contou com a participação do filósofo Mario Sergio Cortella e do administrador Max Gehringer. Desde então, todos os anos a área de RH organiza a Guiding Principle Week, que culmina no Guiding Principle Day, em 28 de setembro.

Campanha 2018

Na campanha deste ano, chamada “Nossos princípios – Muitas atitudes”, os colaboradores foram convidados a indicar, cada um, cinco colegas de trabalho que mais se destacam por suas atitudes positivas, indicando que atitudes fazem diferença no dia-a-dia de nossa equipe”, afirma.

Os dez profissionais mais citados serão entrevistados e o resultado das entrevistas será comparado com uma análise já realizada pela área de RH e este estudo vai resultar identificação das três qualidades mais importantes de cada um destes profissionais. “Com essa análise, encontraremos o perfil do profissional ideal, na visão dos próprios funcionários da T-Systems”, ressalta.

Além do perfil, as atitudes identificadas também servirão de base para a elaboração de um material interno que será compartilhado com todos os funcionários. “O foco aqui é mostrar que mudanças de comportamento e pequenas ações resultam em grandes transformações e em um ambiente melhor para se trabalhar”, reforça.

Vieira lembra que o principal objetivo da campanha é fazer com que os colaboradores pratiquem e falem dos princípios da empresa. “A empresa e o funcionário ganham quando todos sabem como se comportar e estas ações os inspiram a pensar e vivenciar estes princípios”, explica.

“A campanha é sempre uma oportunidade de revivermos o que a empresa espera de todos e também de obtermos informações para as iniciativas futuras”, conclui.

BH sedia o III Congresso Brasileiro dos Promotores de Eventos em novembro

O atual momento econômico e político do país está forçando diversos segmentos a repensarem seus modelos e estratégias de negócios. O setor de eventos, que é responsável por grande parte do PIB brasileiro como fonte geradora de empregos e renda não escapa. Para debater assuntos da área e fomentar o intercâmbio e a troca de ideias entre diversos organizadores e produtores de todo o país, a ABRAPE – Associação Brasileira dos Promotores de Eventos, realiza, pela terceira vez consecutiva em Belo Horizonte, o Congresso Brasileiro dos Promotores de Eventos, nos dias 27 e 28 de novembro, terça e quarta-feira, no Expominas (Av. Amazonas, 6200 – Gameleira, Belo Horizonte).

Direcionado a todos os profissionais que atuam na cadeia de eventos, o congresso contará com grandes nomes da cultura e do entretenimento, como Thedy Corrêa, da banda Nenhum de Nós, que falará sobre o impacto da música na vida das pessoas e a trajetória do grupo, no mercado desde 1986 sem interrupções. Paulo Sergio Ferreira (Serginho), atual Presidente da Liga das Escolas de Samba de São Paulo, abordará os desafios na realização de grandes eventos e festivais, assim como Zé Ricardo, músico e curador do palco Sunset do Rock in Rio, que passará um pouco da sua experiência na liderança de equipes.

Importantes discussões serão tratadas durante o congresso, como a polêmica forma de cobrança do ECAD, a tão discutida Meia Entrada, a Lei Rouanet e o Vale Cultura, além de questões técnicas como planejamento tributário, redes sociais, gestão de carreiras, vendas, mídias, arquitetura de eventos e tecnologias no setor.

“O Congresso é ótima oportunidade para se atualizar, capacitar, entender um pouco mais a cadeia produtiva do setor de eventos, aumentar o networking, rever amigos, parceiros, fornecedores, contratantes e conhecer outros profissionais de eventos de várias regiões do Brasil. Outro ponto muito positivos é para os fornecedores apresentarem seus produtos/serviços, potencializando a captação de novos clientes.”, garante Carlos Alberto Xaulim, presidente da ABRAPE.

As inscrições para o III Congresso Brasileiro dos Promotores de Eventos podem ser realizadas pelo site da ABRAPE – www.abrape.art.br.

III Congresso Brasileiro dos Promotores de Eventos

Datas: 27 e 28 de novembro (terça e quarta-feira)

Local: Expominas (Av. Amazonas, 6200 – Gameleira, Belo Horizonte)

Valores:

Sócio – Isento -1 inscrição

Colaborador de sócio – R$150,00

Outros – R$300,00

Mais informações, programação completa e inscrições: www.abrape.art.br

Startups são convidadas para resolver desafios de grandes corporações

No dia 3 de outubro, será realizada em Brasília a 10ª edição do Open Innovation Brasil, grupo aberto e colaborativo que reúne executivos e representantes de algumas das maiores empresas do país para discutir inovação aberta, colaboração das grandes corporações com startups e os próximos passos para o desenvolvimento desse ecossistema.

De forma inédita e com apoio Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) e do Sebrae, por meio do programa InovAtiva Brasil, grandes corporações desse grupo como Natura, Bradesco, Votorantim Cimentos, VLI Logística, Thyssenkrupp Elevadores e Braskem lançaram desafios para que startups apresentassem soluções.

O Secretário de Inovação e Novos Negócios do MDIC, Rafael Moreira, destacou a importância dessa conexão direta entre grandes empresas e startups nesse modelo de inovação aberta, pois ela traz ganhos para os dois lados. “Muitas vezes são problemas que as grandes empresas têm dificuldades para resolver internamente e que podem ser solucionados pelas startups, que por seu lado têm grande interesse em abrir uma porta para conseguir negociar vendas e parcerias com essas corporações”, afirmou Moreira, que participará da abertura do evento ao lado da Diretora Técnica do Sebrae Nacional, Heloísa Menezes, e do Head do programa inovaBra Startups, do Bradesco, Francisco Venâncio.

Mais de 10 startups aceleradas pelo InovAtiva Brasil foram selecionadas pelas grandes empresas por terem apresentado soluções promissoras para os seus desafios. Elas participarão, junto com outras startups selecionadas de Brasília e região, de sessões de speed dating, rápidos encontros individuais para discutir possíveis negócios e parcerias, com essas corporações.

“Nosso objetivo é aproximar cada vez as startups aceleradas pelo InovAtiva das grandes empresas, e a iniciativa do grupo Open Innovation Brasil em eventos como esse é a oportunidade perfeita para isso”, afirmou o Secretário do MDIC.

Presencialmente, as startups aceleradas pelo InovAtiva Brasil que vão participar desse evento do Open Innovation Brasil são:

Everlog – plataforma para a gestão de todo o processo de transporte;

Displace – especializada em computação visual e tecnologias emergentes;

Fleeter – plataforma que faz a gestão total do deslocamento de todas as pessoas, bem como a gestão total da frota;

Prodfy Plantas – sistema online para monitoramento ativo da produção;

Reciclapac – empresa de tecnologia de embalagens logísticas, usadas para transportes, focada em reuso;

WhatsShare – plataforma que cria links para o WhatsApp e permite que a empresa rastreie e monitore os resultados deste;

GETMORE – oferece a possibilidade de o usuário poder fazer compras online e receber parte do valor pago de volta, em dinheiro;

Axis Focus – sistema de business automation que automatiza processos operacionais, administrativos, de gestão e marketing;

Hallo! Social – plataforma de relacionamento para gerar engajamento e melhorar a comunicação de entidades com seus usuários/associados;

Botnicks – desenvolve chatbots de atendimento pelo Facebook Messenger para empresas de diferentes setores.

Para o fundador da Everlog, Douglas de Siqueira Silva, startup referência em gestão de frete, o InovAtiva Brasil, além de cooperar com sua proposta de valor, maturidade do negócio e prática em ambientes competitivos, mostrou-se um importante recurso estratégico para conexão e interação junto as oportunidades de negócio. “O programa nos apresentou o Open Innovation Brasil, no qual, muito além do valor comercial existente na atmosfera proposta, destacamos o forte impacto positivo e angular na possibilidade de colhermos um feedback próximo e valioso das empresas de interesse”, complementa.

Além das conversas individuais para geração de negócios e parcerias, o evento terá também um painel sobre as relações entre grandes corporações e startups, no qual participarão empresas com experiência em programas de aceleração e fomento ao ecossistema empreendedor, e um debate com os professores do Babson College Mark Lund e Jay Rao e o head de inovação da Votorantim Cimentos, Alexandre Mosquim, sobre Cultura de inovação nas empresas.

O evento será realizado na sede do Sebrae Nacional e terá também o apoio e participação de outras empresas como Oracle, Shawee, GeoInova, a aceleradora Cotidiano e o site de notícias Startupi.

A gerente de Inovação Digital da Natura e responsável pelo Programa Natura Startups, Marina Almeida, afirma que, nesta edição, o evento está especial. “Desta vez teremos startups do mercado se apresentando para nos ajudar a resolver problemas reais do negócio e, além das startups de Brasília, o InovAtiva Brasil convidou empresas de outras regiões para deixar o ambiente ainda mais rico. Estamos na expectativa de encontrar boas soluções para nossos desafios”.

A abertura e os painéis do evento serão transmitidos ao vivo no canal do Sebrae no YouTube e na página do evento. Os eventos anteriores do Open Innovation Brasil foram realizados no Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul. A próxima edição será ainda em outubro, no Maranhão.

OPEN INNOVATION BRASIL – BRASÍLIA – 10ª EDIÇÃO

Data: 3 de outubro

Horário: Das 9h às 19h

Local: Sebrae Nacional (SGAS 605, Conjunto A, Asa Sul)

Inscrições gratuitas, vagas limitadas.

iFood está com centenas vagas abertas para Tecnologia

O iFood, maior foodtech da América Latina, segue crescendo em ritmo acelerado. Com mais de 800 profissionais no Brasil, a empresa está com centenas de vagas abertas para o time de Tecnologia. Todas as vagas podem ser encontradas na área de carreiras do site http://www.ifood.delivery/br/carreiras

Com o propósito de revolucionar o universo da alimentação por uma vida mais prática e prazerosa, o iFood busca profissionais das mais diversas posições de Tecnologia como: Big Data Engineer, Coordenador Big Data Analysis, Coordenador/ Especialista Mobile, Data Infrastructure Engineer, Desenvolvedor Android, Desenvolvedor Android Latam, Desenvolvedor Backend Pleno/ Sênior, Desenvolvedor Backend Pleno, Desenvolvedor Backend Pleno/ Sênior (Latam), Desenvolvedor Backend Sênior, Desenvolvedor Frontend Pleno/ Sênior, Desenvolvedor Full Stack Pleno (Latam), Desenvolvedor iOS (Latam), Desenvolvedor iOS, Dev Sec Ops, Especialista Sysadmin, Head de Produto, Product Designer, Product Manager, Sysadmin Pleno, Sysadmin Senior (DevOps).

Quem trabalha no iFood tem a oportunidade de fazer parte de uma das mais inovadoras empresas de tecnolgia da América Latina e desenvolver projetos em uma plataforma estratégica de desenvolvimento de negócios para restaurantes e que ainda é uma ferramenta para facilitara vida do consumidor. Além disso, passa a fazer parte de um dos maiores ecossistemas de empresas de tecnologia do País, que incluem empresas como Sympla, Play Kids, Wavy, Zoop entre outras.

Corporate Venture in Brasil chega à quarta edição apostando em tecnologia

Passaram-se três anos desde que a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) deu seu primeiro passo para aquecer o cenário de investimento corporativo no Brasil. Provocada pelo mercado, a Agência mergulhou no ecossistema empreendedor e estruturou o Corporate Venture in Brasil, cuja primeira edição ocorreu em 2015. O esforço valeu a pena: até hoje, o evento contribuiu para o aporte de mais de US$ 175 milhões em investimentos no país. A quarta edição do Corporate Venture in Brasil acontece nos dias 02 e 03 de outubro no Hotel Intercontinental, em São Paulo, e a expectativa é exibir ao mercado as oportunidades no setor de Energia e em Construtech, Agritech, HealthTech (respectivamente, tecnologias em construção civil, mineração e mercado imobiliário; tecnologias para a agricultura; e tecnologias para saúde).

A quarta edição do Corporate Venture in Brasil já tem mais de 600 inscritos, de diversas nacionalidades, número que supera os 525 inscritos da edição de 2017. Desde sua primeira edição, em 2015, mais de 1000 pessoas participaram do evento, e centenas de reuniões privadas foram facilitadas pela Apex-Brasil e pela ABVCAP (Associação Brasileira de Private Equity & Venture Capital). “Esse crescimento constante do interesse nas oportunidades de investimento, mesmo durante a crise recente no país, demonstra que o ecossistema brasileiro de investimento corporativo inspira confiança nos investidores e grandes empresas internacionais e nacionais”, destaca a diretora da Negócios da Apex-Brasil, Márcia Nejaim.

No campo da construção civil, mercado imobiliário e mineração, englobados pelo termo Construtech, a janela de oportunidade para inovação tecnológica é bastante ampla. O setor representa cerca de 22% do PIB do país e vivenciou o surgimento inicial de startups focadas em processos, como a compra e aquisição de materiais de construção, equipamentos e a necessidade de gerenciamento eficiente de projetos em geral, que anteriormente dependia da tecnologia “papel e caneta”. Atualmente, no entanto, muitas startups estão navegando a onda de modelagem de informação de construção (BIM), a tecnologia que permite o projeto cross-design e uma abordagem holística e digital para projeto e execução, muito superior ao CAD. O campo de Construtech também está aquecido em realidade virtual e aumentada, no qual startups estão trazendo o modelo 3D do edifício para o canteiro de obras.

“Podemos também ver a ascensão em aplicações de Internet de coisas e wearables que podem melhorar consideravelmente a gestão da mão-de-obra e segurança, bem como a produtividade alavancadas pelo uso de analytics de pessoas, grandes dados e algoritmos preditivos”, destaca o Gerente de Investimentos da Apex-Brasil, Ricardo Santana. Já no campo de tecnologia para o Agronegócio, fica evidente uma nova dinâmica. No centro desse cenário estão as startups, com características difíceis de replicar em grandes organizações (velocidade, energia/engajamento do time, propensão ao risco e cultura de inovação) e conectadas com todos os atores do ecossistema de inovação do país: produtores, cooperativas, revendas, investidores, academia, corporações entre outros. O aquecimento deste mercado pode ser ilustrado pela aquisição, em março deste ano, da Strider pela Syngenta, por exemplo, mas também se nota um forte movimento em busca da co-criação de valor em toda a cadeia.

“O cenário de investimentos também está evoluindo no agronegócio. Grandes cooperativas estão atentas às oportunidades. É o caso da Coplacana, que anunciou recentemente investimento em duas startups, e ainda o primeiro equity crowdfunding para uma startup de Agritech”, complementa Santana. Além disso, merece menção o envovimento da Raízen, com o The Pulse, em Piracicaba (SP) e os investimentos da Monsanto Growth Partners, junto com Microsoft e Qualccomm, em empresas de Agtritech.

Outra aposta, para o Corporate Venture deste ano são as tecnologias em saúde, conhecidas como Healtechs. Para compreender a inovação no Brasil e promover a efetividade de parcerias internacionais neste setor, Apex-Brasil, Fundação Biominas e Associação Brasileira da Indústria Farmoquímica e de Insumos Farmacêuticos (Abiquifi) realizaram, no primeiro semestre de 2018, um mapeamento de soluções inovadoras no país. A pesquisa mapeou 1066 organizações (incluindo projetos de pesquisa, startups e empresas) em 20 Estados brasileiros e no Distrito Federal. Destas, as startups eram o tipo de organização mais recorrente (45%), seguida por empresas (30%), e somente então projetos de pesquisa (25%). Em relação à concentração geográfica das organizações, observou-se que a região sudeste brasileira reúne o maior número de iniciativas, em torno de 71%. O resto é distribuído em todo o Sul (16%), Nordeste (8%), Midwest (5%) e norte (1%) regiões.

“Além da busca ativa por organizações, identificamos um total de 354 soluções para o setor, relacionando o potencial das tecnologias, negócios e para internacionalização. Especificamente, quanto ao estágio de maturidade das organizações, cerca de 59% estão na prototipagem suas ideias e projetos e 43,5% dos entrevistados têm algum tipo de atividade internacional. Há uma possibilidade e uma vontade por essas organizações de explorar as atividades internacionais para garantir a sua presença em novos mercados”, ressalta Santana. Em razão de todas as oportunidades mapeadas, nos diversos setores prioritários, a agenda do Corporate Venture deste ano inclui também espaço para que cerca de 20 startups apresentem suas soluções e oportunidades de investimento, além das dezenas de reuniões entre investidores, empreendedores, aceleradoras e grandes empresas investidoras.

Corporate Venture in Brasil

DATA: 02 e 03 de outubro

HORA: 9h – 18h

LOCAL: Hotel Intercontinental (Alameda Santos, 1123, São Paulo)

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Inscrições do Prêmio Relatório Bancário vão até o dia 12 de outubro

As inscrições da 14ª edição do Prêmio Relatório Bancário, promovido pela Cantarino Brasileiro, empresa especializada em comunicação e marketing de relacionamento para o setor financeiro, vão até o dia 12 de outubro.

Reconhecida como principal premiação da área financeira, o Relatório Bancário destaca a intensa transformação dos bancos para os novos modelos digitais. O objetivo da competição é promover as principais iniciativas e práticas e, desta forma, contribuir para o aprimoramento do setor financeiro. Nesta edição que homenageia bancos, personalidades financeiras, tecnologia e sustentabilidade, as empresas poderão inscrever cases em 21 categorias:

Internet
Meios de Pagamento
Processos
Projeto em Inteligência Artificial
Soluções em IoT
Soluções para Mobile Banking
Solução para Nuvem
Solução para Big Data
User experience
Aplicativos
Autoatendimento
Cartões
CRM
Cyber Security
Disrupção
Eficiência Operacional
Infraestrutura em TI
Iniciativa em BlockChain
Inovação em Agência
Inclusão Financeira
Inovação em Crédito

A avaliação dos cases será realizada por especialistas e formadores de opinião ligados ao mercado financeiro, que irão eleger os vencedores em cada categoria. Também são premiados os principais bancos e personalidades financeiras indicadas pelo mercado. Os vencedores serão comunicados até o dia 6 de novembro para que possam confirmar a presença na solenidade de premiação, que acontecerá no dia 3 de dezembro.

Para concorrer, as empresas deverão inscrever projetos já implementados ou em fase de implantação ao longo de 2018. Serão aceitos projetos para Adquirentes, Bancos, Bandeiras, Bolsas de Valores, Bureaux de Crédito, Caixas Econômicas, Cooperativas de Crédito, Corretoras e Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários,

Emissores de cartões, Financeiras, Fornecedores de Soluções em Meios de Pagamento, Fundos e Bancos de Investimentos e Seguradoras. Os projetos para as Operadoras de CRM/Contact Center serão aceitos desde que o beneficiário final da solução seja uma instituição financeira.

Os cases deverão ser escritos de maneira clara e objetiva, apresentando os principais diferenciais e relatando os resultados com números comparativos, sempre que possível. Não existe limite de inscrições de cases por empresa. O custo para a inscrição de cada case será de R$ 650,00, até o prazo final das inscrições. Este valor pode ser pago via Paypal ou cartão de crédito.

Maior evento nacional de cibersegurança chega a São Paulo

A Fortinet® (NASDAQ: FTNT), líder global em soluções de cibersegurança amplas, integradas e automatizadas, realiza a edição 2018 do Fortinet Cybersecurity Summit (FCS), o maior evento da área de segurança da informação no país, no próximo dia 09, na capital paulista.

O Fortinet Cybersecurity Summit (FCS18) tem o objetivo de orientar executivos ao oferecer a informação necessária para que as companhias enfrentem os desafios atuais da cibersegurança com uma perspectiva integrada e positiva, com informações sobre inteligência de proteção contra ameaças e as previsões do mercado, além oferecer a oportunidade de conhecer cases de grandes empresas do setor.

Para isso, o evento oferece uma agenda completa com a presença de executivos da Fortinet, como Frederico Tostes, Country Manager da Fortinet no Brasil, Martin Pueblas, Diretor de Engenharia de Segurança para América Latina e Caribe e Douglas Santos, brasileiro que trabalha como Estrategista de Segurança no FortiGuard, laboratório de ameaças da Fortinet no Canadá. Além do board da companhia, o FCS18 convoca jornalistas especializados em tecnologia para moderação de painéis e apresenta como convidado especial, o economista e apresentador Ricardo Amorim, considerado uma das 100 pessoas mais influentes do Brasil.

Para Frederico Tostes, o FCS traz importantes discussões para o setor “A cibersegurança é cada vez mais um fator decisivo nos negócios, ainda mais quando levamos em conta as novas leis de dados que afetam as companhias no mundo inteiro. Com a implantação do GDPR (Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados) e da LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados), as empresas precisarão armazenar e assegurar a proteção dos dados coletados de seus clientes. O executivo afirma ainda que se as companhias não buscarem prever a cibersegurança de dados em seus orçamentos de 2019, não estarão prontas quando prazo final acabar, em janeiro de 2020.

Fortinet Cybersecurity Summit 218

Data: 09 de outubro

FCS18 Agenda
Local: Villa Blue Tree

Rua: Castro Verde, 266 Chácara Santo Antônio – São Paulo – SP

Marcos Oliveira assume o comando da Palo Alto Networks no Brasil

Marcos Oliveira foi nomeado como country manager da Palo Alto Networks Brasil. Oliveira substitui Arthur Capella, que comandou as operações desde 2012 quando a empresa iniciou suas operações no Brasil. Ele é o segundo country manager no país e possui mais de 20 anos de experiência em cibersegurança. Antes de assumir o cargo atual, Oliveira atuou como country manager da Symantec. Ele já ocupou cargos na Blue Coat, adquirida pela Symantec em 2016 e na Nortel Networks.

Oracle renova operação do Sul com mudança para o Tecnopuc

A Oracle do Brasil anuncia que, a partir de 1º de outubro, o escritório local da empresa passa a operar em uma nova estrutura localizada dentro do Parque Científico e Tecnológico da PUCRS (Tecnopuc) no Rio Grande do Sul.

A Oracle estará no segundo andar do Condomínio de Empresas Inovapucrs, espaço sem paredes e próximo a estudantes e pesquisadores ligados à tecnologia e inovação. A intenção é aproximar a Oracle de outras empresas do setor, principalmente startups, estimulando o intercâmbio constante de conhecimento e interação no maior polo de criação tecnológica do Sul do País.

A criação do espaço, além de modernizar o ambiente de trabalho dos colaboradores e aprimorar o atendimento aos clientes da empresa, incentiva a inovação com a aproximação da Oracle com estudantes, pesquisadores e especialistas por meio da troca experiências e conhecimento.

Participaram da inauguração do escritório Rodrigo Galvão, presidente da empresa, o reitor da PUCRS, Ir. Evilázio Teixeira, o Superintendente de Inovação e Desenvolvimento da Universidade, Jorge Audy, o diretor do Tecnopuc, Rafael Prikladnicki, e autoridades locais.

“Temos como missão habilitar a transformação do mundo por meio da nossa tecnologia e dos nossos clientes. Hoje isso é possível com o investimento e a participação ativa da empresa nos ecossistemas de educação, empreendedorismo e inovação. O Tecnopuc representa tudo isso em um só lugar e, por esse motivo, estamos aqui. Essa é a cara da Oracle”, destaca Rodrigo Galvão, presidente da Oracle do Brasil.

Para Jorge Audy, a presença da Oracle no Tecnopuc qualifica ainda mais o ecossistema de inovação do Parque, ampliando as possibilidades de sinergia com os demais parceiros instalados no local e os parceiros no âmbito da Aliança da Inovação de Porto Alegre.

Rafael Prikladnicki acrescenta que a Oracle representa o trabalho contínuo de desenvolvimento do ambiente, com empresas de todos os tamanhos. “É uma multinacional que chega para valorizar ainda mais nossos 15 anos de atuação em prol do empreendedorismo e da inovação, e que vai gerar inúmeras oportunidades para nossos alunos e para todo o nosso ecossistema de forma ampla”, projeta o diretor do Parque.

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Revista Direito GV abre chamada de artigos sobre direito e tecnologia

A Revista Direito GV, publicação acadêmica da FGV Direito SP, terá um dossiê especial em 2019 sobre direito e tecnologia. O objetivo da publicação é reunir artigos com diferentes abordagens multidisciplinares sobre os impactos da tecnologia no mundo jurídico.

Assim como em outros setores da economia, o setor jurídico não se manteve alheio às mudanças na sociedade trazidas pela incorporação gradual de soluções tecnológicas e os impactos no mercado de trabalho podem ser enormes – no limite, podem substituir a própria figura do advogado e da advogada. Neste cenário de incertezas e transformações significativas, há a necessária de realização de estudos aprofundados para mapear os contornos do futuro das profissões jurídicas, com o intuito de investigar estratégias nos setores privado e público para melhor lidar com o potencial disruptivo da utilização das novas tecnologias.

Da mesma forma, a alteração do papel dos profissionais do direito também exige uma reflexão urgente sobre o modo como os estudantes e futuros profissionais da área são preparados para tais desafios. Além disso, a integração entre direito e tecnologia não pode prescindir da perspectiva dos direitos fundamentais dos indivíduos e de questões como garantias processuais, privacidade, segurança e proteção dos direitos de personalidade, para se limitar a algumas.

Diante deste cenário, a Revista Direito GV abriu chamada para artigos sobre os seguintes temas: impacto da tecnologia na prática jurídica; automação nas profissões jurídicas públicas e/ou privadas; uso de ciência de dados e business intelligence nas atividades jurídicas; uso de blockchain na atividade jurídica; plataformas de mediação, conciliação e arbitragem e demais meios de resolução extrajudicial de conflitos; e impactos de novas tecnologias no ensino jurídico.

Serão privilegiados artigos que inovem em relação à literatura já existente nesse campo, que apresentem pesquisas empíricas com dados atuais sobre a inserção de tecnologia no mundo jurídico, que descrevam e analisem casos de soluções tecnológicas que estejam impactando a atuação dos profissionais da área e/ou façam revisões de literatura com método e objetivo de mostrar as obras sobre o tema sob perspectiva inovadora.

Os editores convidados para a edição especial são Alexandre Pacheco da Silva e Marina Feferbaum, professores da FGV Direito SP e coordenadores do Centro de Ensino e Pesquisa em Inovação (CEPI) e Emerson Ribeiro Fabiani, coordenador do Programa de Pós-Graduação Lato Sensu da FGV Direito SP (FGVlaw).

O prazo para a submissão de artigos é 31 de janeiro de 2019.

Acesse o edital nos links abaixo.

EDITAL – Versão Português

http://direitosp.fgv.br/sites/direitosp.fgv.br/files/arquivos/RDGV/chamada-de-artigos_direito-e-tecnologia.pdf
EDITAL – Versão Inglês

http://direitosp.fgv.br/sites/direitosp.fgv.br/files/arquivos/RDGV/call-for-articles_law-and-technology.pdf
EDITAL – Versão Espanhol

http://direitosp.fgv.br/sites/direitosp.fgv.br/files/arquivos/RDGV/convocatoria-de-articulos_derecho-y-tecnologia.pdf

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Atos reúne mais de 300 especialistas e parceiros para discutir computação quântica, segurança cibernética e Blockchain

A Comunidade de Especialistas da Atos se reuniu em Madri para sua Convenção Anual, juntamente com alguns parceiros mundiais, como Google Cloud, Intel, Cisco, Hitachi Vantara, Oracle, DellEMC, VMWare, RedHat e Gigamon. A Atos recebeu três novos parceiros este ano, as startups Blueprism, IDQuantique e RegData. O evento é uma oportunidade para a comunidade mapear o roteiro para futuras atividades, compartilhar progressos e melhores práticas, aumentar o conhecimento sobre tecnologias futuras – como aquelas compartilhadas por parceiros – e refortalecer suas redes.

A Comunidade de Especialistas da Atos, lançada em 2017, é uma rede de mais de 2.100 líderes de opinião que atuam em todos os setores do grupo, desde infraestrutura e quântica até ambientes de trabalho digital. Os especialistas ajudam a orientar a estratégia de negócios da Atos e a construir seu roteiro tecnológico, além de contribuir para o desenvolvimento de tecnologias inovadoras, como computação quântica, segurança cibernética e Blockchain.

Em apenas dois anos, a Comunidade de Especialistas expandiu-se consideravelmente. “A especialização é um fator chave para o sucesso, desempenho e diferenciação em nosso mercado. Ao fornecer aos nossos especialistas um ambiente favorável e estimulante, incentivamos a inovação, aprimoramos a capacidade de P&D e disseminamos o conhecimento especializado”, explica Philippe Vannier, Consultor de Tecnologia do Grupo Atos.

Com a ajuda de um investimento de mais de 250 milhões de euros em Pesquisa & Desenvolvimento no ano passado, a Atos planeja desenvolver ainda mais sua experiência científica e técnica, além de enriquecer sua cultura técnica por meio do compartilhamento e disseminação de conhecimentos em toda a organização

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Inteligência artificial impulsionará carreira dos estudantes de negócios, aponta KPMG

A inteligência artificial aumentará as oportunidades de trabalho de universitários e recém-formados em cursos de negócios nos próximos anos. Esta é uma das principais conclusões da edição mais recente da Pesquisa Estudantes 2018 (do original, em inglês, Student Survey 2018), produzida pela KPMG.

Os resultados foram consolidados após entrevistas realizadas com 88 estudantes das principais universidades de 22 países, finalistas da competição KICC (KPMG International Case Competition), realizada em Kuala Lumpur, na Malásia.

Quando questionados sobre quais são as três tecnologias que terão maior influência sobre as carreiras nos próximos dez anos, a grande maioria dos estudantes, 81%, identificou inteligência artificial, seguida por blockchain e robótica, cada uma apontada por 59% dos entrevistados. Mais da metade disse que a inteligência artificial aumentará o nível de responsabilidade para os recém-formados e quase 25% acreditam que ela aumentará o número de oportunidades de trabalho.

Todos os estudantes consultados no levantamento preveem que a tecnologia terá impacto significativo e positivo ao longo da carreira e mais da metade afirmou que ela mudará radicalmente o trabalho que eles executam. Nenhum deles apontou impactos negativos.

“No caso do Brasil, o mercado tem demonstrado que jovens conectados têm mais oportunidades para desenvolverem a carreira, contribuindo para o reconhecimento daqueles que apresentam alta performance e evolução do aprendizado. Esse perfil, de profissionais atentos às tendências e com vontade de fazer a diferença, está alinhado com as empresas do futuro”, afirma o sócio de Gestão de Pessoas, Performance e Cultura da KPMG no Brasil, Marcelo de Lucca.

Quando questionados sobre qual é o maior impacto que as novas tecnologias terão sobre a experiência profissional, mais de 35% dos entrevistados disseram esperar que a tecnologia permita que eles façam um trabalho que agregue valor. Além disso, 21% preveem que ela proporcionará oportunidades de priorizar trabalhos mais interessantes e quase 20% disseram que ela permitirá que desenvolvam habilidades e competências de forma contínua.

“Diante do receio de que a tecnologia possa reduzir ou eliminar oportunidades de trabalho, os estudantes estão altamente confiantes de que ela, na verdade, trará novas possibilidades para a carreira”, completa Marcelo de Lucca.

Os estudantes e recém-formados também reconheceram que existem habilidades e valores não técnicos de grande importância que serão fundamentais no local de trabalho do futuro. Entre os entrevistados, 61% indicaram a resolução de problemas como a habilidade mais importante, seguida de capacidade de aprender (49%) e criatividade (39%). Os valores que eles classificam como mais importantes são ética (58%), responsabilidade (52%) e integridade (41%).

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Fhinck é uma das startups selecionadas para o programa de aceleração do Google no Brasil

O Google deu início a segunda turma do seu programa de aceleração Launchpad Accelerator São Paulo, focado em ajudar startups brasileiras a desenvolver seus produtos e superar desafios tecnológicos, principalmente, em Inteligência Artificial, Machine Learning, Cloud Platform e soluções web, a fim de torná-los atraentes, escaláveis e impactantes. A Fhinck – startup de tecnologia focada em aumentar a produtividade e eficiência dos processos de negócios -, foi uma das oito selecionadas para o programa que terá duração de três meses.

O Launchpad Accelerator São Paulo oferece suporte técnico contínuo para ajudar no desenvolvimento de projetos, mentoria com especialistas do Google e do mercado, além de acesso antecipado a novas tecnologias da empresa. As startups também receberão créditos para produtos Google e suporte dedicado.

Fhinck – o software para aumentar produtividade operacional

Sem concorrentes diretos, Fhinck é um software baseado em Inteligência Artificial, de fácil e rápida implementação (plug and play) e comercializado como SaaS (Software as a Service), com licença mensal por computador. Uma vez o software instalado nos computadores, Fhinck se transforma num exército de BOTs (robôs) que ficam traduzindo os tempos e movimentos de toda a navegação em sistemas, arquivos e internet em Big Data. Com esses dados, os algoritmos analisam automaticamente e sem intervenção dos usuários as oportunidades para aumentar a eficiência operacional a partir de análises de:

Nível de foco e concentração das equipes nas atividades produtivas (ex.: análise do tempo no computador e de atividades fora do computador);

Relatórios manuais que possuem potencial para serem eliminados, substituídos por relatórios sistêmicos ou automatizados (ex.: análise do gasto de tempo de planilhas em toda a empresa);

Atividades manuais repetitivas devem ser priorizadas para robotização ou integração sistêmica (ex.: análise de copiar e colar entre telas de sistemas).

O Launchpad Accelerator São Paulo é um desdobramento do Launchpad Accelerator, o programa global do Google que já acelerou mais de 27 startups brasileiras.

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