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Eleições 2018: uma questão de Segurança Digital

Por Bruno Prado

Após três anos de crise política e econômica, e uma infinidade de denúncias de corrupção envolvendo diferentes partidos, finalmente chegamos a 2018, ano em que os brasileiros novamente voltam às urnas, no dia 7 de outubro. O objetivo é escolher os novos representantes da população nos poderes Executivo e Legislativo da Federação e seus Estados.

Além da grande importância natural, por se tratar de guiar o futuro do país para o próximo quadriênio, este acontecimento deve chamar ainda mais a atenção neste ano pelo momento de polarização de opiniões políticas entre os cidadãos. O debate ficou ainda mais exacerbado pelo intenso uso das redes sociais, que deram voz a todos os inscritos de forma quase que igualitária.

A conectividade proporcionou uma mudança no comportamento do usuário eleitor, que passou a consumir conteúdo informativo por meio das redes sociais. Diante disso, as mídias tornaram-se meios de comunicação protagonistas, abrindo caminho para colunistas e veículos considerados “independentes” como fontes alternativas aos grandes grupos. Se, por um lado, há hoje mais democracia na informação, esse canal também preocupa os agentes da segurança digital pela facilidade na viralização de notícias falsas.

A propagação das fake news acontece por meio de veículos de notícias alternativos ou “influenciadores”, que se dizem independentes, mas atuam a serviço de algum político ou partido para manipular a opinião pública. Entretanto, o mais preocupante é o uso crescente de bots, os robôs em forma de perfis falsos de usuários para compartilhar conteúdo duvidoso e para participar de fóruns de discussões. A preocupação é latente porque tal atividade pode influenciar os votos nas urnas e adulterar resultados, alterando o verdadeiro rumo de todo um país.

Portanto, além do uso da própria urna eletrônica e a polêmica em torno da possibilidade ou não de sua violação, as redes sociais devem, sim, ser encaradas pelas autoridades como uma questão de Segurança Digital durante o processo eleitoral. As equipes de tecnologia do Governo e das campanhas eleitorais devem ficar atentas a outras modalidades de crimes virtuais, como a simulação de páginas falsas para o roubo de dados pessoais dos usuários e movimentações nas camadas inferiores da Internet – como Deep Web e Dark Web – para a troca de informações ou até mesmo a compra e venda de ataques virtuais. Um deles é o de negação de serviço, mais conhecido pela sigla “DDoS”, para a tirar do ar canais online do Governo, do Tribunal Eleitoral, de partidos ou de candidatos.

Também por este motivo, até mesmo empresas não ligadas à política devem manter a Segurança Digital como prioridade. É comum alguns gestores congelarem os investimentos à espera de um panorama econômico com os novos eleitos. Porém, as organizações continuam vulneráveis a casos de hackativismo, em que hackers invadem sites ou derrubam serviços digitais de forma quase aleatória para defender ou promover uma causa. Desta forma, a implementação de medidas preventivas pode evitar prejuízos nesse período.

Vivemos em uma era de transformação digital, em que os avanços tecnológicos proporcionam benefícios, mas também desafios – e um dos principais, neste ano, é garantir a eleição de candidatos de forma honesta e transparente. Nosso Brasil já tem muitos problemas, não podemos deixar que a tecnologia nos traga mais um.

Bruno Prado é CEO da UPX Technologies, empresa especializada em performance e segurança digital.

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Oiweek: startups podem submeter propostas para o maior evento de inovação aberta

Startups interessadas em participar da Oiweek 2018 – evento líder mundial de inovação aberta – podem apresentar suas soluções para os desafios do mercado e da sociedade conectando seus projetos no site http://www.oiweek.com.br/queroirstartup até o próximo dia 04 de fevereiro.

Os inscritos serão sugeridos pela ferramenta de matchmaking para os mais de 5.000 executivos de grandes companhias que integram a plataforma 100 Open Startups. As avaliações geradas pela rede indicarão as startups mais atraentes para o mercado, as quais serão convidadas para o Speed-Dating do evento, dinâmica de reuniões junto às 100 principais empresas líderes engajadas em cocriar soluções de impacto, discutir parcerias, investimentos e contratos, gerando negócios sustentáveis para todos os envolvidos.

Realizada de 18 a 20 de março, no WTC – Golden Hall, em São Paulo, a Oiweek reunirá empresas líderes de todos os setores da indústria e as startups mais atraentes para o mercado, além de cientistas e investidores. A expectativa é que sejam realizadas mais de 5.000 reuniões.

Os participantes desta fase concorrerão ao Ranking das 100 Open Startups, fase final do ciclo anual do programa 100 Open Startups, principal plataforma de conexão entre grandes empresas e startups, com mais de 4.000 startups ativas, 5.000 executivos avaliadores e 500 grandes companhias conectadas.

A 10ª edição da Oiweek deve reunir 400 startups nacionais e internacionais, 100 grandes empresas, 200 investidores, além de 100 universidades.

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Outsourcing de TI: CorpFlex cresce base de clientes em 98% em 2017

Especializada em Cloud Corporativa e soluções de outsourcing de TI, a CorpFlex encarou os desafios de 2017 com afinco – intensificando a qualidade de atendimento ao cliente, expandindo sua estrutura organizacional e frente de negócios – e um dos bons resultados colhidos a partir dessas iniciativas foi o crescimento da base de clientes em 98%.

Dentre os novos clientes, destacou-se o segmento de Varejo que contribuiu fortemente para o crescimento de sua base. De acordo com Edivaldo Rocha, CEO da CorpFlex, “o setor de Varejo apresentou resultados melhores em relação aos anos anteriores isso devido a uma mudança de Mindset, principalmente dos empresários, pois trazer a tecnologia para melhorar o uptime do negócio e principalmente focar no conhecimento dos clientes é fundamental, uma vez que temos ofertas corporativas aderentes a esse nicho e com preços competitivos”.

Para o CEO, além do bom desempenho do Varejo, outras razões foram favoráveis à companhia, tais como: processos otimizados dando mais agilidade na geração de leads; maior capacitação e o engajamento da equipe comercial – por meio de treinamentos semanais; o suporte consultivo de staff de arquitetos de solução disponível aos executivos da empresa e o trabalho mais próximo entre as áreas de Marketing e Comercial.

Ainda, Diogo Santos, foi nomeado como novo CTO da empresa. Este executivo conta com mais de 20 anos de experiência em TIC – e está há três na CorpFlex.

Outras mudanças organizacionais e estruturais colaboraram com os bons resultados, trazendo mais qualidade para os nossos clientes, automatizando atendimentos e relatórios mais detalhados.

Para 2018, a meta é ainda mais desafiadora: dobrar o número de clientes conquistados em 2017. A estratégia, de acordo com Rocha, é a expansão no primeiro semestre para regiões pouco exploradas por meio de representantes comerciais.

Em relação ao portfólio, o foco será na oferta de serviços gerenciados (Managed Services), assim como lançamentos visando a oferta de infraestrutura e serviços multicloud e também serviços de gestão da segurança da informação.

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O excesso de confiança dos consumidores contribui para o aumento de crimes virtuais

Os consumidores acreditam estar seguros e protegidos on-line, porém os hackers tem provado o contrário, roubando US$ 172 bilhões de 978 milhões de consumidores em 20 países no último ano, de acordo com o Norton Cyber Security Insights Report 2017, divulgado em 22 de janeiro, pela Norton by Symantec (NASDAQ: SYMC).
Globalmente, as vítimas de crimes virtuais compartilham um perfil muito parecido: geralmente são consumidores que fazem uso diário de múltiplos dispositivos, seja em casa ou em movimento, e têm um ponto cego quando se trata de princípios básicos de segurança cibernética. Este grupo tende a usar a mesma senha em várias contas ou compartilhá-la com outras pessoas. Igualmente preocupante, 39% das vítimas globais de crimes virtuais, apesar da sua experiência, ganharam confiança em sua capacidade de proteger seus dados e informações pessoais de ataques futuros e 33% acreditam que eles correm baixo risco1 de se tornar uma vítima de crimes virtuais.

No Brasil, 62 milhões de consumidores foram vítimas de crimes virtuais- mais da metade da população on-line de adultos do Brasil. As perdas totalizaram R$ 22 bilhõese cada vítima perdeu uma média de (33,9 horas)lidando com as consequências após a descoberta.

“As atitudes dos consumidores revelaram uma desconexão perigosa: apesar de um fluxo constante de falhas cibernéticas relatadas pela mídia, muitas pessoas parecem sentirem-se invencíveis e ignorar o uso de precauções básicas para protegerem-se”, disse Fran Rosch, vice-presidente executivo da unidade de Consumo da Symantec. “Esta discrepância destaca a necessidade de segurança digital do consumidor e a urgência das pessoas estarem atentas aos cuidados básicos quando se trata de fazer sua parte para prevenir de crimes virtuais”, completa o executivo.

Brasileiros adquirem medidas de segurança cibernética, mas deixam suas portas virtuais desbloqueadas
Os consumidores utilizam tecnologias de proteção de dispositivos, como identificação de impressões digitais, correspondência de padrões e reconhecimento facial: 40% usam identificação de impressão digital, 25% usam correspondência de padrões, 18% usam VPN pessoal, 14% utilizam ID de voz, 12% utilizam autenticação de dois fatores e 12% utilizam reconhecimento facial. Ainda assim, consumidores que adotaram essas tecnologias foram descuidados com a senha e foram vítimas de crimes virtuais.

Consumidores que demonstraram confiança, são mais propensos a ataques, já que tem maior número de dispositivos e alguns novos. 44% das vítimas de crimes virtuais no Brasil possuíam um dispositivo inteligente para transmissão de conteúdo, em comparação com 41% das não vítimas. Eles também eram três vezes mais propensos a possuir um dispositivo doméstico conectado.

Apesar de sofrer com crimes virtuais no ano passado, quase 1/4 das vítimas no Brasil usou a mesma senha on-line em todas as contase 65% compartilham a mesma senha para pelo menos um dispositivo ou conta com outros, negando os esforços de segurança. Em comparação, apenas 23% das não vítimas de crimes virtuais reutilizam senhase 42% compartilham suas senhas com outras pessoas.Além disso, 35% escrevem suas senhas em um pedaço de papele são quase duas vezes mais propensos a usar senhas diferentes e salvar sua senha em um arquivo em seu computador/ smartphone do que não-vítimas.

Diminuindo as fronteiras entre oCrimes virtuais e a “Vida Real”

83% dos consumidores do Brasil acreditam que crimes virtuais devem ser tratados como um ato criminoso. No entanto, quando pressionados, houve controvérsias, 32% dos entrevistados creditam que roubar informações on-line não é tão ruim quanto roubar propriedades na “vida real”. Quando apresentados exemplos de crimes virtuais, 44% dos consumidores responderam acreditar que, eventualmente, seja aceitável certos comportamentos moralmente questionáveis on-line, como, leitura de e-mails de outra pessoa (25%), usar um e-mail falso ou o e-mail de outra pessoa para identificar-se on-line (20%) e até mesmo acessar a conta bancária de alguém sem sua permissão (16%).

O estado de confiança dos consumidores

Apesar dos ataques cibernéticos deste ano, os consumidores geralmente continuam confiando nas instituições que gerenciam seus dados e informações pessoais. No entanto, os brasileiros já não estão tão confiantes em algumas instituições e organizações.

· Os consumidores ganharam ou mantiveram confiança em organizações como bancos e instituições financeiras (76%) e provedores de serviços de proteção contra roubo de identidade (70%) apesar dos ataques foram destaques na mídia este ano.

· Alternativamente, mais de metade dos consumidores brasileiros (73%) perderam confiança no governo para gerenciar seus dados e informações pessoais no ano passado. 35% perderam confiança nas plataformas de redes sociais.

· 47 % das vítimas de crimes virtuais no Brasil aumentaram sua confiança em si mesmos para gerenciar seus dados e informações pessoais.

Para saber mais sobre o impacto real dos crimes virtuais e como os consumidores podem proteger sua informação digital, acesse aqui para obter mais informações.

Sobre Norton Cyber Security Insights Report

O Norton Cyber Security Insights Report é uma pesquisa on-line, da qual participaram 21,549 pessoas, a partir de 18 anos, em 20 diferentes mercados, encomendado pela Norton da Symantec e produzido pela empresa de pesquisa Reputation Leaders. A margem de erro para a amostra é de +/-.7%. A amostra do Brasil reflete a contribuição de 1,099 brasileiros. Adultos, +18. A margem de erro é de +/- 3.0% para amostra total do Brasil. Os dados foram coletados entre 5 e 24/outubro de 2017 por Reputation Leaders.

Como definimos o crime cibernético

A definição de crimes virtuais continua a evoluir, à medida que abre caminho para que os cybers criminosos visem os consumidores de novas maneiras. A cada ano, avaliaremos as atuais tendências do crimes virtuais e atualizaremos a metodologia do relatório, conforme necessário, para garantir que o relatório Norton Cyber Security Insights forneça uma imagem instantânea precisa sobre o impacto do crimes virtuais nos dias atuais. No relatório 2017 Norton Cyber Security Insights, um crime cibernético é definido como, mas não limitado a uma série de ações específicas, incluindo roubo de identidade, fraude de cartão de crédito ou a senha da sua conta comprometida. Para os propósitos deste relatório, uma vítima de crimes virtuais é um entrevistado que confirmou um ou mais desses incidentes ocorreram. Para mais informações, visite www.symantec.com/content/dam/symantec/docs/about/2017-ncsir-global-results-en.pdf

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Como planejar a migração de data centers de alta velocidade

Por Carlos Morrison Fell

Tendências como Big Data, mobilidade e Internet das Coisas (IoT) estão gerando um enorme volume de dados. E os provedores de serviços de data centers precisam encontrar formas de suportar velocidades cada vez mais altas. Muitos data centers foram projetados para suportar tráfego de 1 GB ou 10 GB entre os servidores, roteadores e switches. Só que o roadmap Ethernet de hoje vai de 25 /40 GB a até de 100/400 GB, e dentro de alguns anos, até 1 TB. Como resultado, os operadores de data centers têm uma necessidade imediata de migrar sua infraestrutura Layer 1 para suportar velocidades mais altas, e essa nova infraestrutura também deve fornecer latência mais baixa e maior agilidade e densidade.

As tendências recentes apontam que os requisitos de banda larga continuarão crescendo de 25% a 35% ao ano, e o ponto fundamental para isso é a mudança para maiores velocidades de comutação. De acordo com um estudo recente realizado pela consultoria Dell’Oro, as receitas de switches Ethernet continuarão em crescimento até o final da década, com maiores vendas previstas para portas 25G e 100G. A mudança para 25G está bem encaminhada, já que os switches de comprimento de onda para adoção dessa tecnologia estão se tornando mais comuns. Espera-se que as capacidades desses switches continuem se duplicando, chegando em 100G até 2020 e proporcionando uma próxima geração de links de alta velocidade para switches. Uma série de fatores está impulsionando o aumento da velocidade de throughput nos data centers:

• A densidade dos servidores tem aumentado aproximadamente 20% ao ano

• As capacidades dos processadores estão crescendo

• Processadores com vários núcleos e unidades de processamento gráfico (GPUs)

• A densidade de virtualização tem crescido em 30%, o que está impulsionando as velocidades de uplink para switches;

• O tráfego leste-oeste nos data centers ultrapassou o volume do tráfego norte-sul.

Desafios da Migração

Há vários aspectos de design e evolução de cabeamento de data centers que apresentam desafios para aqueles que desejam migrar para velocidades mais altas.

Todo data center é diferente: não existe um método padrão de implantação de cabeamento. Embora os padrões sejam continuamente refinados em torno de tecnologia de cabo e conector de fibra óptica, não existe um roadmap para implementação que se adapte a todos ou à maioria dos data centers.

O ritmo das mudanças está acelerado: o movimento de 1G para 10G Ethernet levou quase uma década, mas a migração de 10G para 25G e 100G levará metade do tempo. Muitas redes foram projetadas inicialmente com infraestrutura que não é tão escalável quanto precisa ser; os especialistas poderiam antecipar um eventual movimento de 1G para 10G, por exemplo, mas, na maioria dos casos, o cabeamento que foi instalado há alguns anos está desatualizado. Os gerentes de data centers precisam atualizar a fibra ou adicionar mais fibras, e essas devem suportar avanços rápidos para 100G ou mais.

Os padrões estão evoluindo: muitos data centers usam fibra multimodo para conectar servidores e switches, mas há alguns anos o estado da arte nessa área de fibra era OM3 ou OM4. Em 2016, os órgãos de regulamentação aprovaram o padrão OM5, que tem rendimento quatro vezes maior de throughput que o OM3.

Os data centers estão se densificando: nos data centers multi-tenant, em particular, os clientes estão reduzindo o tamanho de suas implantações, consolidando a estrutura de rede em etapas menores. Como resultado, eles precisam ser capazes de expandir sua capacidade de rede dentro de um ambiente menor. Alguns sistemas de gerenciamento de cabos mais antigos e painéis de patch não suportam densidades mais altas.

A migração é cara e disruptiva: substituir o cabeamento é um grande salto, mas quando o data center também precisa de sistemas de gerenciamento de cabos de alta densidade e painéis de patch, pode ser um verdadeiro pesadelo. Em grandes data centers empresariais, onde muitas vezes há mais espaço, a migração pode ocorrer em seções, o que reduz a quantidade de interrupções provocadas pela mudança, mas essa não é uma opção nos multi-tenants, por exemplo.

Planejamento da Migração

A estratégia mais importante para a migração de alta velocidade é o planejamento em longo prazo. Muitos data centers permanecem com sua principal infraestrutura atualizada para suportar a próxima geração de switches, roteadores e servidores. O ritmo de mudança está acelerado, por isso, o melhor é fazer um planejamento longo. Escolha um ponto (400G, por exemplo), suponha que o data center exigirá mais fios de fibras do que os disponíveis hoje e compre as fibras mais recentes (multimodo ou monomodo) disponíveis, para que possam suportar a migração futura sem perder o que já foi investido.

Além disso, os arquitetos de data centers devem adotar projetos de baixa latência – atualmente importante para as aplicações para mercado financeiro – e que será um requisito cada vez mais exigido para suportar serviços de IoT, como o uso de carros conectados, por exemplo. Os cabos e conectores que utilizam componentes de perda ultrabaixa oferecerão maior flexibilidade para alcançar baixa latência.

Os responsáveis pela migração devem considerar também as fibras monomodo e multimodo. A primeira delas fornece a mais alta taxa de transferência e alcance, importante em data centers maiores, enquanto a fibra multimodo é mais acessível economicamente e mais fácil de implantar.

Finalmente, escolha o provedor Layer 1 de solução de infraestrutura certo. Os maiores provedores têm operações globais, dessa forma, eles podem fornecer soluções efetivas em todo o mundo. Esses provedores também contam com times de engenheiros na área de aplicativos que vão aos data centers e fazem recomendações apropriadas sobre quais produtos devem ser instalados para que atendam por um longo período de tempo, e garantias de que suas soluções de infraestrutura podem suportar qualquer aplicativo.

Construindo para o futuro

Enquanto o roadmap Ethernet estende-se para mais de 1TB e as aplicações de data centers exigem maiores velocidades de transmissão, a arquitetura deve ser planejada para atender ao futuro. Com a infraestrutura de conectividade adequada, é possível fornecer uma base sólida para a migração de alta velocidade.

Carlos Morrison Fell é diretor de engenharia de aplicações da CommScope para as regiões da América Latina e Caribe

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ReachLocal e Buscapé debatem impacto da evolução digital no mundo empresarial

O evento, que marca o lançamento da lista Melhores Empresas para Trabalhar – Barueri e Região 2018, trará um painel com participação de José Coscelli, CEO da ReachLocal, e Sandoval Martins, presidente da Buscapé Company. Os debatedores irão compartilhar suas experiências e percepções sobre o tema “O papel das empresas na evolução digital”.

A ReachLocal, empresa global com sede em Alphaville conquistou a 2a. posição do Great Place do Work na categoria Agências de Comunicação. A ReachLocal é detentora de uma tecnologia exclusiva de marketing digital que aumenta a performance das campanhas online através da mensuração em tempo real dos mais diversos canais de comunicação, aumentando o resultado das vendas de seus clientes.

O Programa de Certificação GPTW foi criado para reconhecer empresas que valorizam pessoas. A ReachLocal aposta em incentivar sua equipe a participar ativamente da construção da empresa com sugestões de melhorias e mudanças de procedimentos.

O evento acontecerá no dia 31/01/2018 no Blue Tree Premium em Alphaville, Barueri (SP), para diretores de RH, comunicação e marketing de empresas da região.

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Cognizant integra lista de companhias mais admiradas do mundo, segundo a “Fortune”

A Cognizant, uma das empresas líderes mundiais em tecnologia e negócios, integra, pelo oitavo ano consecutivo, o ranking da revista Fortune, que elege as companhias mais admiradas do mundo.

A lista classifica as empresas, com base em sua reputação, entre 3.900 líderes empresariais. As categorias analisadas são: Inovação, Qualidade de Gestão, Responsabilidade Social, Uso de Ativos Corporativos, Solidez Financeira, Qualidade de Produtos e Serviços, Investimentos em Longo Prazo e Competitividade Global.

“Estamos muito honrados em fazer parte de uma classificação tão prestigiada no mundo todo. Dedicamos esse título a todos os nossos colaboradores, clientes e parceiros, que confiam em nosso trabalho e que nos ajudam a desenvolvê-lo com ética e transparência rumo à transformação digital”, afirma João Lúcio de Azevedo Filho, presidente da Cognizant Brasil.

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Empresas criam centro de fomento de negócios para e-commerce

Com o objetivo de reunir em um mesmo espaço empresas que possuem sinergia de negócios, a COPA Network e a VTEX se unem para criar um centro de fomento para o ecossistema de varejo eletrônico, chamado COPA E-COMMERCE by VTEX. O intuito é trazer soluções para empreendedores que trabalham ou querem trabalhar com e-commerce, oferecendo provedores de pagamento, consultoria, logística, performance, precificação e segurança.

“O COPA E-COMMERCE vai conectar o empreendedor ao comércio eletrônico. As pessoas terão acessos ao ecossistema de e-commerce de uma forma geral, explica Alexandre Guerra, responsável pela operação do COPA.

Já para Alessandro Gil, Chief Experience Officer (CXO) da VTEX, o conceito de co-working surgiu há alguns anos com a promessa de integrar empresas diferentes em um mesmo ambiente de negócios. “Na prática, elas só compartilham o espaço físico, mas continuam isoladas. Com esta iniciativa, criamos uma estrutura específica para o ecossistema de e-commerce, com o objetivo de reunir empresas que possuem sinergia, fomentando novos negócios”, conclui.

Localizado na Avenida Faria Lima, um dos principais distritos financeiros da cidade de São Paulo, o centro de referência possui mais de 1.000 m² e iniciará suas atividades em fevereiro de 2018. O local também contará com uma agenda permanente de conteúdo e formação, com diversas atividades de fomento na vertical de e-commerce.

“Para criar um ambiente fértil ao empreendedorismo, o COPA E-COMMERCE terá frequentemente oficinas e workshops sobre os mais diversos temas. Além disso, o local terá um grande espaço de convivência para incentivar o networking”, completa Guerra.

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90% dos brasileiros escolhem a Flórida para empreender

Com a persistência da crise política e econômica, muitos brasileiros continuam buscando oportunidades no exterior. De acordo com dados do Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty), atualmente, mais de 1,3 milhão de brasileiros residem legalmente nos Estados Unidos. Um levantamento da Visa Franchise, consultoria americana especializada na abertura de negócios nos Estados Unidos, mapeou a preferência nacional ao ingressar em terras americanas. Para 90% dos empresários, a Flórida é o principal destino de quem deseja abrir seu próprio negócio. Outros 5% preferem a Califórnia e os demais 5% se espalham por diversas regiões do país.

“São três fatores que influenciam na preferência pela Flórida. O primeiro é que se trata de uma região com voos diretos para algumas cidades brasileiras; o segundo é o clima, similar ao do Brasil; e o terceiro é a presença de brasileiros na região, o que facilita a adaptação na terra estrangeira”, explica Jack Findaro, diretor financeiro da Visa Franchise.

As cidades mais requisitadas pelos empresários são Miami e Orlando, por serem regiões bem conhecidas e turísticas. Porém, também existe procura em demais municípios, como Tampa, Boca Raton e Fort Lauderdale. “O interessante é que esta regra apresenta exceções. Os gaúchos, normalmente, não gostam de Miami ou outras localidades da costa leste dos Estados Unidos. Preferem lugares onde podem vivenciar a cultura local, como Califórnia”, detalha o executivo.

Apesar de não estar entre as localidades preferidas pelos empresários, o Texas vem se mostrando uma tendência para perfis já conhecedores das terras americanas. “Estamos percebendo um movimento de pessoas para o Texas. Geralmente, quem já conhece o estado, sabe de seu potencial econômico e enxerga que há boas oportunidades de investimento. É um foco em retorno econômico, mais do que em qualidade de vida”, diz Findaro.

Investimentos X Retorno

Além da decisão sobre onde atuar, é necessário entender no que investir. Jack Findaro explica que a abertura de franquias está se tornando uma opção recorrente dos empresários brasileiros, por conta do convênio entre estabilidade e lucro.

Até o ano de 2016, o segmento de franquias movimentou, direta ou indiretamente, US$ 2,3 trilhões. “Trata-se de um mercado mais maduro e regulamentado do que o Brasil, porque existe um órgão fiscalizador, que obriga as empresas franqueadoras a divulgarem seus rendimentos, custos, entre outras informações essenciais para quem deseja empreender”, detalha Findaro.

As possibilidades são inúmeras, mas alguns segmentos se destacam nas preferências dos brasileiros: indústrias de beleza, de fitness, mercado de gestão de propriedade, indústria de sobremesas congeladas e indústrias de limpeza. Os investimentos iniciais variam entre US$ 80.000 e US$ 286.000, conforme a área selecionada.

O diretor financeiro explica que, além de decidir no que investir, é necessário entender que determinados segmentos exigirão conhecimentos específicos. “As franquias baseadas em serviços geralmente funcionam apenas para investidores com inglês avançado. Caso a pessoa não fale o idioma, ela deve ter um parceiro ou gerente que tenha esse conhecimento, e isso pode aumentar o investimento inicial”.

Para Findaro, as diversas segmentações em crescimento mostram que franquias são negócios benéficos a todos os lados envolvidos. “O franqueador encontrará nesta forma de negócio, um meio de crescer mais rápido. Já o franqueado tem a possibilidade de investir em um produto ou serviço em que terá processos definidos, fornecedores selecionados e suporte”

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Ontário, no Canadá, fornece infraestrutura digital para desenvolver novas tecnologias

A província canadense de Ontário está investindo C$ 63 milhões no Next-Generation Network Program (Programa da Rede de Próxima Geração) em parceria com o Centro de Excelência em Redes de Próxima Geração – consórcio de líderes da indústria e universidades, incluindo Cisco, Huawei, Invest Ottawa, Nokia, TELUS e, ainda, os Centros de Excelência de Ontário.

O aporte criará infraestrutura de rede com a largura de banda necessária para apoiar o desenvolvimento de novos produtos em áreas emergentes como inteligência artificial, 5G e veículos autônomos.

“Este investimento apoia a infraestrutura crítica para a economia do futuro. Ele ajudará nossas empresas de tecnologia a desenvolver novos produtos, gerar empregos e competir globalmente, fortalecendo a posição de Ontário como um importante centro de tecnologia”, afirma Steven Del Duca, Ministro de Desenvolvimento Econômico e Crescimento de Ontário, durante o avento de anúncio da parceria ocorrido em Ottawa.

Com este projeto, uma rede de computadores de alta velocidade será construída para conectar dezoito Centros Regionais de Inovação de Ontário com a indústria e as universidades por meio da infraestrutura de nuvem, permitindo que todos compartilhem recursos e serviços de alto nível remotamente. Além disso, a iniciativa permitirá às pequenas e médias empresas, governos e instituições de ensino superior de toda a província desenvolver e testar softwares e serviços para acelerar a comercialização de novas tecnologias.

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Montblanc Augmented Paper: comece no papel, continue em qualquer lugar

Comece no papel. Continue em qualquer lugar. Com o Augmented Paper, Montblanc combina o prazer de uma experiência de escrita em papel real com a eficiência do trabalho digital, que permite a organização e compartilhamento dos dados, de qualquer lugar. Ao integrar a escrita tradicional no fluxo de trabalho digital, as notas escritas e os esboços podem ser transferidos de forma transparente do papel para um dispositivo móvel com o simples apertar de um botão. A partir daí, o conteúdo pode ser editado, compartilhado com outros e traduzido em texto digital. Com o lançamento da Sartorial Core Colection e da Sartorial Capsule Colection, o Augmented Paper ganha novas cores para combinar com o estilo e a personalidade de seu dono.

As novas cores da coleção Sartorial Core trazem um toque de sofisticação e estilo para o local de trabalho. O elegante envelope de couro que contém o bloco de notas do Augmented Paper e o instrumento especial de escrita StarWalker são fabricados a partir do couro Sartorial em preto, índigo ou vermelho. Para os usuários criativos do Augmented Paper que gostam de expressar seu estilo, o “companheiro de escrita tudo-em-um” também está disponível em uma linha de cores novas e brilhantes. A coleção Sardorial Capsule vê a chegada de tons do arco-íris, incluindo Electric Blue, Light Blue, Pink and Lucky Orange. Mais do que uma solução inovadora de escrita e trabalho que reúne o melhor dos mundos analógico e digital, o Augmented Paper torna-se um objeto elegante que exibe o mais alto nível de artesanato nutrido no Montblanc Pelletteria em Florença.

A tecnologia inovadora oferece o melhor reconhecimento de escrita manual em 12 idiomas, incluindo português, inglês, alemão, russo, espanhol, italiano e chinês, de modo que as notas escritas à mão podem ser transferidas para um smartphone ou tablet e transformadas em texto digital para pesquisa, edição e compartilhamento. Além da produtividade melhorada que vem da digitalização de notas manuscritas, o Augmented Paper permite a organização fácil de cada documento. Milhares de notas podem ser marcadas e pesquisadas quando se usa o Hub Montblanc, um aplicativo que também possui uma função de anotações que pode ser usada independentemente do Augmented Paper e integra digitalmente a sensação de escrita de uma caneta Montblanc. Os arquivos podem ser transferidos e as notas editadas quando o Augmented Paper está conectado, e o aplicativo também pode ser usado para criar notas digitais quando ele não está conectado. Com o novo Live Mode, torna-se possível visualizar no aplicativo o que está sendo escrito ou esboçado no Augmented Paper, simultaneamente, ao esboçar ou escrever. Isso pode ser particularmente útil ao conectar o smartphone ou tablet a um beamer e desenhar ao vivo na frente de uma plateia em uma tela grande. Além disso, a função Ink Color oferece a possibilidade de digitalizar texto ou esboços em cores diferentes, independentemente da cor usada no papel.

O Augmented Paper une os mundos on-line e off-line com um produto simples e altamente funcional, que dá aos seus proprietários a liberdade de usar a criatividade com um instrumento de escrita e papel, ao invés de restringir a expressar pensamentos e ideias apenas com mouse e teclado. A independência é um dos principais benefícios do organizador, graças à longa duração da bateria, que permite até 8 horas de uso contínuo e até uma semana de uso regular no trabalho, sendo capaz de armazenar até 100 páginas em seu banco de dados interno. Ao contrário de um tablet ou laptop, que só pode ser acessado quando a bateria é carregada, a nota digital serve como um backup para o papel e vice-versa. Isto o torna um companheiro de viagem ideal, pois facilita o trabalho em espaços mais restritos, seja em um avião ou em um trem, sem os sons e distrações de notificações constantes.

Independência, desempenho e organização: através da adição de tecnologia, este companheiro de trabalho de alto desempenho oferece uma experiência de escrita única, ao mesmo tempo em que dá acesso a todas as suas notas e esboços, facilmente e convenientemente armazenados em um aplicativo móvel. O Montblanc Augmented Paper é composto de um envelope de couro em diferentes cores e texturas que inclui o digitalizador eletrônico, um instrumento de escrita StarWalker, um bloco de notas em papel, um cabo USB para carregar o dispositivo, 3 cargas para a esferográfica e pinças para troca dos refis.

Montblanc Augmented Paper Sartorial Core and Sartorial Capsule Collection estão disponíveis a partir de Janeiro 2018 nas Boutiques Montblanc do Brasil.

Guiada pelo espírito pioneiro desde 1906, Montblanc revolucionou a cultura da escrita com inovações surpreendentes. Hoje, a Maison continua a expandir os limites e evoluir a expressão de um bom artesanato em cada uma das suas categorias de produtos: o auge de instrumentos de escrita de luxo, relógios, artigos de couro, acessórios, perfumes e óculos. Em cada inovação, Montblanc oferece novas funcionalidades e design avançado imbuídos do patrimônio de sofisticação da Maison e criado nos mais altos padrões pelas habilidades de seus artesãos em cada uma das suas manufaturas – seja em Hamburgo, Alemanha, onde são feitos os seus instrumentos de escrita; em Le Locle e Villeret, no Jura Suíço, para os relógios, ou em Florença, Itália, onde são desenvolvidos os artigos de couro. Refletindo a sua missão atual de criar refinados companheiros da vida nascidos a partir de ideias pioneiras, o icônico emblema Montblanc tornou-se o selo final de desempenho, inovação, qualidade e expressão de estilo. Com suas origens profundamente enraizadas na cultura da escrita, Montblanc continua a afirmar o seu compromisso cultural em todo o mundo, com a criação de iniciativas de amplo alcance para promover as artes ea cultura em muitas formas, ao mesmo tempo em que rende tributo aos modernos patronos que apoiam o avanço das artes nos dias atuais.

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IBOPE: Confira as lojas virtuais com maior índice de recomendação do Brasil

Netshoes, KaBuM e Saraiva são os sites mais recomendados pelos próprios clientes, aponta CX Report

A loja virtual de artigos esportivos Netshoes continua como o e-commerce brasileiro mais recomendado pelos próprios consumidores. É o que mostra a nova edição do Customer Experience Report (CX Report), estudo que compara as 35 principais lojas virtuais do Brasil e revela a satisfação e a experiência dos consumidores no ambiente online. Segundo a pesquisa, realizada pelo IBOPE CONECTA, referência no comportamento do consumidor digital, e pelo IBOPE DTM, unidade de marketing de relacionamento e big data do IBOPE Inteligência, a Netshoes, assim como no ano passado, tem o índice mais alto de recomendação na categoria comércio eletrônico: com 76. Esse resultado fica acima do 71 verificado em setembro de 2016. Na sequência estão o KaBuM, com 75 (era 51 em setembro de 2016) e a Saraiva (71 – era 64 em setembro do ano passado).

Para chegar a esses resultados, IBOPE CONECTA e IBOPE DTM calcularam o índice de satisfação e recomendação das marcas por meio de 2 mil entrevistas online realizadas em todo o país, com consumidores a partir dos 16 anos, das classes socioeconômicas A, B e C, entre 21 de setembro e 2 de outubro. Nesta edição, a média de recomendação dos e-commerces pesquisados é de 58.

No compilado anual, que considera as avaliações de setembro e dezembro de 2016, a Netshoes continua como a loja virtual mais recomendada, com 73, seguida da Zattini, também do Grupo Netshoes, com 67 e Saraiva (65).

“Por meio desse estudo, é possível criar parâmetros de mercado para indicadores de satisfação e recomendação, o que permite que as empresas possam se desafiar e estabelecer metas formais de satisfação de seus consumidores”, diz Bernardo Canedo, diretor executivo do IBOPE DTM. De acordo com Bruno Paro, diretor executivo do IBOPE CONECTA, o CX Report é uma ferramenta que possibilita a análise competitiva, pois aponta as marcas que estão acima ou abaixo do índice médio de sua categoria, e pode ser aplicado em outros setores, como automóveis, operadoras de telefonia, artigos esportivos, produtos de beleza, entre outros.

“A liderança da Netshoes e o ótimo posicionamento da Zattini são resultados do nosso trabalho incessante em prover a melhor experiência de compra online ao consumidor sendo referência global. Trabalhamos com foco no cliente e inovamos sempre para a melhor jornada de compra, tendo sempre em mente que a conclusão de um pedido, com uma entrega eficiente, marca o início da próxima compra daquele consumidor”, afirma Graciela Kumruian, COO da Netshoes.

Johnson & Johnson recebe inscrições de startups para Desafio América Latina até 31 de janeiro

Maior e mais diversificada empresa de saúde do mundo, a Johnson & Johnson está com inscrições abertas até o dia 31 de janeiro de 2018 para o Desafio América Latina, que busca startups com ideias inovadoras, tecnologias ou soluções nas áreas específicas de: Dispositivos Pessoais, Diagnósticos ou Terapêutica Digital, Ativos Naturais e Microbioma, Cuidados ao Ar Livre e Oncologia, Neurociências e Doenças Infecciosas.

O programa é realizado em parceria com o movimento 100 Open Startups, principal plataforma internacional de conexão entre grandes empresas e startups, e está aberto a todas as companhias sediadas na América Latina. As inscrições devem ser feitas pelo site www.openstartups.net/events/jnj/#top. Os vencedores serão anunciados em março de 2018, durante a Oiweek, em São Paulo, Brasil.

As startups que apresentarem as melhores ideias, tecnologias ou soluções para avançar nos cuidados com a saúde concorrerão a até US$ 25 mil em subsídios, residência em uma incubadora JLABS, além da oportunidade de trabalhar com especialistas da Johnson & Johnson. “O segundo ano de desafio é reflexo do nosso compromisso com a pesquisa e inovação na América Latina. Estamos entusiasmados em poder dar continuidade ao apoio a empreendedores para desenvolverem soluções inovadoras e importantes para o futuro do cuidado com a saúde de pacientes e consumidores”, comenta Fabiana Gargaro, vice-presidente de Pesquisa e Desenvolvimento da Johnson & Johnson Consumo para a América Latina.

“Estamos bem otimistas com mais este desafio lançado, abrindo novas oportunidades para que startups de toda a América Latina concorram a uma vaga e trabalhem em conjunto com uma das maiores referências na área de saúde”, observa Bruno Rondani, CEO e fundador do movimento 100 Open Startups.

Desafios:

– Dispositivos pessoais, diagnósticos ou terapêutica digital: para o autocuidado e o tratamento diário do consumidor, particularmente nas áreas de sono, cuidados com a pele, dor, cuidados com a mãe e o bebê e saúde bucal.

– Ativos naturais e microbioma: eficácia superior em novos ingredientes para cuidados bucais, cuidados com a pele, saúde digestiva, cuidados femininos, dor ou alergias.

– Cuidados ao ar livre: proteção contra o sol, poluição, desidratação, alérgenos, insetos e germes.

– Oncologia, neurociências e doenças infecciosas: prevenção, diagnóstico e novas soluções terapêuticas.

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Os desafios da transformação digital no setor financeiro

Por Gabriel Lobitsky, Diretor de Vendas da Infor para Sul da América Latina

Computação em nuvem, automação de processos robotizados, inteligência artificial e aprendizagem de máquina. Uma nova classe de disruptores digitais está transformando a área de finanças e deixando os CFOs mais conectados do que nunca. Com isso, aumenta a quantidade de desafios, pois é preciso encontrar novas formas de participar, se conectar a líderes empresariais, gerar resultados de receita e gerenciar riscos. No entanto, mesmo com tantas tecnologias disponíveis, estamos bem longe de ver os robôs governando Wall Street e CFOs tradicionais serem substituídos pela máquina.

Mas o que boa parte dos analistas concorda é que a tecnologia desempenhará um papel fundamental no aumento da velocidade e na eficiência das tarefas relacionadas às finanças, facilitando o acesso a informações para tomada de decisão. E, embora estejam em alerta, reimaginando seus papeis frente às disrupções digitais, os CFOs começam a enxergar a tecnologia como uma aliada, principalmente nesse período de aumento do volume de dados.

Mudança fundamental

De fato, as disrupções digitais têm dado às finanças uma oportunidade única para melhorar a produtividade e a qualidade em todo o negócio. Uma pesquisa da consultoria EY com 769 CFOs e líderes de finanças de 32 países mostrou que 69% dos entrevistados acreditam que o papel do líder de finanças está passando por uma mudança, e as tarefas tradicionais são automatizadas ou gerenciados em centros de serviços compartilhados.

No entanto, para usufruir de todo o potencial da transformação digital, as organizações financeiras devem seguir o caminho da crescente demanda por locais de trabalho digitais, implantações flexíveis em nuvem e colaboração entre áreas e departamentos. Uma estratégia digital em negrito deve permitir que os profissionais de finanças compartilhem informações, tomem decisões conectadas e baseadas em dados.

Os CFOs, hoje, já reconhecem a urgência e a importância de aceitar a transformação digital. A maioria dos profissionais sabe que, a menos que a adoção da tecnologia esteja aliada à estratégia dos negócios, as equipes tradicionais ainda têm dificuldades de enxergar o real valor das mudanças. Mas, não há segredo: a tecnologia ajudará os profissionais de finanças a se aprofundar em uma quantidade, cada vez maior, de dados criados para encontrar tendências latentes, fornecendo aos CFOs e seus parceiros de negócios insights acionáveis ligados às informações e riscos críticos.

A conexão é a chave. As equipes de finanças podem trabalhar em parceria com a de vendas e definir modelos que funcionem. Assim, é possível oferecer ao cliente final uma experiência real. Eles também devem aproveitar a colaboração e ferramentas de integração de sistemas para tornar o processo em tempo real mais preditivo.

Plano para uma organização financeira mais inteligente

O avanço da tecnologia disruptiva acontece quando as empresas estão voltadas para o futuro, com o objetivo de projetar um modelo operacional que equipe pessoas para a nova economia digital. E os analistas concordam: será necessário melhorar parceria e habilidades para alinhar os esforços financeiros com o negócio, já que o objetivo de uma organização é tornar mais ágil e inovadora, para se adaptar ao aumento das demandas dos clientes da era digital. É fundamental, portanto, que as finanças e a área de negócios se comuniquem para otimizar processos e desenvolver estratégias que criem valor para toda a cadeia – o negócio, os clientes e os clientes dos clientes.

A curiosidade intelectual e a capacidade de fazer perguntas comerciais e operacionais adequadas serão os atributos fundamentais de um grande parceiro comercial de finanças. O resultado dessa mudança de paradigma nas operações financeiras é que o investimento digital impulsionará aumentos significativos na satisfação do cliente.

A mudança da transformação digital é tão rápida, que enfrentar a volatilidade e a incerteza será o novo ‘normal’ para os CFOs, e não há dúvida de que a tecnologia – envolvendo as pessoas adequadas para aproveitar seus benefícios – desempenhará um papel fundamental na transformação da função de gestor de finanças nos próximos anos.

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A importância da gestão financeira para a sustentabilidade dos negócios

Por Dennis Herszkowicz

Em tempos de retração econômica, a máxima de que empresas de todos os tamanhos devem olhar para suas finanças com toda atenção soa mais verdadeira do que nunca. A organização das finanças empresariais, incluindo gestão financeira, o planejamento tributário e o controle de fluxo de caixa, são processos que devem ser encarados não apenas como essenciais para que o negócio traga rentabilidade, mas fundamentais para que o empreendimento seja sustentável. E a diferença entre trazer lucro e ser sustentável é abissal: um negócio pode ser rentável no curto prazo, mas, sem reinvestimentos e uma boa estratégia de crescimento, sua existência no futuro pode estar comprometida.

De maneira geral, uma boa gestão financeira deve garantir os três pontos de sustentação de qualquer empresa: rentabilidade, geração de caixa e sustentabilidade. Garantindo rentabilidade, o que é definido pela obtenção de lucro maior que o investimento, o negócio vai gerar caixa e a possibilidade da distribuição desse lucro além do empreendedor, também para os investidores do negócio. Esses dois primeiros pontos, somados a uma profissionalização da gestão, levam à sustentabilidade do negócio, ou, em outras palavras, a garantia de que a empresa irá prosperar. Quem decide onde a empresa vai alocar seus recursos é um profissional que tem muita responsabilidade sobre o sucesso de empreendimentos de todos os tamanhos: o gestor. É por meio de suas análises e, principalmente, da sua estratégia, que ele garante a sobrevivência do negócio e, mais que isso, propicia que o negócio seja reconhecido como sustentável e ainda mais valorizado.

Acredito que, cada vez mais, a sobrevivência de negócios de todos os setores só será possível pelo caminho da formalização. Uma gestão financeira cuidadosa e uma governança do negócio geram, sim, um valor. Não no curto prazo, visto apenas nas tabelas de controles orçamentários, mas sim um valor traduzido pela perenidade da companhia, reconhecido por investidores e que tem o poder de colocar o negócio à frente da concorrência.

Dennis Herszkowicz é vice-presidente da Linx

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Resource abre 250 vagas de TI em São Paulo

A Resource, uma das principais e mais bem-sucedidas multinacionais brasileiras de serviços de TI e Integração Digital, está com 250 vagas abertas para profissionais de Tecnologia da Informação (TI) em sua sede no CENESP (Centro Empresarial de São Paulo) e nos escritórios de Alphaville, em Barueri. As oportunidades são para os cargos de Analista Programador Back-End, Analista Programador Java, Analista Programador Front-End e Agile Couch Sênior.

Os interessados devem ter formação em Ciências ou Engenharia da Computação e indicar suas experiências profissionais na área de TI. Também há ofertas de cargos para pessoas com deficiência (PCD).

Para as vagas de Analista Programador Back-End é preciso ter conhecimentos das linguagens Angular, Java, J2EE e Struts. Para o cargo de Analista Programador Java é necessário ter atuado com J2EE e Angular 4. Candidatos a Analista Programador Front-End devem ter conhecimento em Google Analytics.

A Resource oferece aos profissionais diversos benefícios e plano de carreira. Os candidatos interessados devem cadastrar seus currículos no site: http://www.resourceit.com/pt/vagas-ti/ ou enviar seus dados para o e-mail recrutamentoeselecao@resource.com.br. As inscrições estão abertas a partir dessa semana e as contratações serão feitas conforme os novos projetos que estão em andamento na empresa.

A Resource é uma das principais e mais bem-sucedidas multinacionais brasileiras de serviços de TI e integração digital. Com 25 anos de atuação no mercado, possui uma equipe de 2.500 profissionais altamente capacitados e aptos para atuar em projetos no Brasil e em cinco países no exterior, em especial na América Latina e Estados Unidos, por meio de uma moderna estrutura com 21 Unidades e Centro de Inovação no Vale do Silício (EUA).

A excelência de seus serviços faz com que a Resource seja amplamente reconhecida pelo mercado e por mais de 300 clientes ativos de diversos segmentos da indústria, com ofertas completas de Digital, Serviços Gerenciados, Consultoria de TI e Soluções Empresariais. A Resource utiliza as mais modernas tecnologias globais e possui dezenas de certificações técnicas, que comprovam seu diferencial competitivo e a qualidade de seu trabalho junto a clientes que desejam obter ganhos de produtividade e maior desempenho em suas operações. Para mais informações, visite nosso site www.resourceit.com.

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Contact Centers devem crescer 7,5% em 2018, prevê E-Consulting

O mercado de contact center, considerando operações terceirizadas e internalizadas, deverá crescer 7,5% no País em 2018, faturando R$ 51,26 bilhões no ano frente aos R$ 47,69 bilhões arrecadados no ano passado, de acordo com levantamento da consultoria especializada E-Consulting.

Assim como em 2017, a atividade de Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) sofrerá uma retração de 3,4%, com expectativa de gerar R$ 6,21 bilhões em 2018 ante aos R$ 6,43 de 2017. Além do SAC, a área de televendas, outro pilar do segmento de contact center, também terá queda prevista de 5,5% neste ano, movimentando R$ 2,72 bilhões contra R$ 2,87 bilhões do ano anterior. Já os serviços de recuperação de crédito e cobrança vão faturar R$ 4,29 bilhões frente aos R$ 3,96 bilhões conquistados em 2017, uma variação positiva de 8,33%.

Já as linhas de autoatendimento e autosserviço, que usam plataformas digitais para falar com o cliente, tais como mobile, mídias sociais, apps, bots, unidades de resposta audível (URAs) inteligentes, e, também tecnologias analíticas, deverão gerar 2,42 bilhões no mercado de contact center em 2018, contra 1,92 em 2017, perfazendo um crescimento de 26,04%, um claro movimento de substituição de modelo relacional para questões cotidianas, de voz e presença, para relacionamento digital remote.

Para Daniel Domeneghetti, CEO da E-Consulting, o amadurecimento pelo uso de canais digitais por partes das operações, como assistentes virtuais e outras plataformas automatizadas de atendimento, criam um movimento de disrupção sem volta, principalmente nos SACs.

“A tendência crescente é que as operações fiquem cada vez menos dependentes da interação humana. O maior impulsionador de crescimento da atividade de relacionamento passa a ser o digital. O nome do jogo é substituição de canais e não agregação de canais. Sai o analógico, entra o digital, inteligente e orientado ao autosserviço e autoatendimento”, explica Domeneghetti.

Realizada em parceria com o Sindicado Paulista das Empresas de Telemarketing, Marketing Direto e Conexos (Sintelmark), a pesquisa da E-Consulting ouviu 613 das 1.000 maiores empresas brasileiras de diversos segmentos e com os 50 maiores operadores de contact center do Brasil.

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Movile e 99 se unem em parceria de serviços de táxi

O Rapiddo, primeiro marketplace de aplicativos da América Latina, acaba de anunciar parceria com a 99, uma das empresas especializadas em transporte particulares mais famosas do Brasil, e passa a integrar serviço de táxi e carros particulares no aplicativo. Além de ampliar o acesso ao consumo mobile, a novidade permite que o consumidor pague suas corridas com cashback recebido de algum outro serviço anteriormente utilizado no app.

A ideia de reunir, em um único aplicativo, vários tipos de serviços já é amplamente conhecida em países como a China (com o WeChat) e Índia (com a PayTM). E no Brasil, que ainda dá seus primeiros passos na nova tendência, o Rapiddo se tornou a primeira empresa a implementar o conceito. Conhecido como um “superaplicativo”, a plataforma integra em um só lugar diversos serviços muito utilizados em smartphones, porém com a vantagem de ocupar o espaço de apenas um aplicativo. Entre os serviços estão: recarga de celular, cupons de descontos, notícias, pedido de comida e, agora, táxi e carros particulares.

De acordo com Mauro Piazza, CEO do Rapiddo, as duas empresas, grandes potências tecnológicas no Brasil, uniram forças com o objetivo de ampliar o acesso ao consumo mobile no país. “Ainda há muito para conquistar quando se fala em consumo mobile por aqui. Para isso, estamos reunindo os melhores players de cada segmento para oferecer a praticidade de ter diversos serviços em um único app, oferecendo diversas vantagens como cashback e outros benefícios que ajudam o usuário a economizar todos os dias, sem ocupar espaço e com consumo muito baixo do pacote de dados”, explica o CEO.

Para a 99, a parceria é mais uma oportunidade de dar mais facilidade para que as pessoas possam pedir um carro pelo celular de forma fácil, rápida e eficiente. “Estamos sempre pensando em como melhorar o dia a dia dos usuários, por isso estamos muito felizes de participar desta ferramenta. Esse tipo de aplicativo é uma tendência mundial e para nós faz todo sentido participar desse movimento”, finaliza Cauê Albuquerque, gerente de Novos Negócios B2B da 99.

A funcionalidade de pedir táxi ou carros particulares já está disponível e os usuários podem fazer seus pedidos clicando no ícone da 99 dentro do Rapiddo. Para outras informações sobre o Rapiddo, acesse: www.rapiddo.com

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