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Como as empresas podem ajudar na saúde mental de seus funcionários?

Até 2020, a depressão será a enfermidade mais incapacitante em todo mundo. Pelo menos é o que mostram dados divulgados pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que também apontam que os casos da doença estão aumentando 18,4% no mundo todo desde 2005. Além disso, apenas no Brasil, em 2016, cerca de 75,3 mil trabalhadores foram afastados pela Previdência Privada por conta de depressão. Em um cenário alarmante como este, a saúde mental ganha cada vez mais importância e até mesmo as empresas começaram a perceber que podem ajudar nesta causa.

“A preocupação com a saúde mental dos funcionários, inclusive, tornou-se um grande diferencial de algumas organizações”, afirma Thatiane C. Rosa, Analista de Recursos Humanos da ValeCard, empresa especializada em soluções para o segmento de Recursos Humanos. Ainda de acordo com ela, este tipo de iniciativa é benéfico para a própria empresa, pois colabora para a criação de um clima mais ameno no ambiente de trabalho, favorece uma melhor qualidade de vida e satisfaz os funcionários.

A própria ValeCard, inclusive, oferece ações deste tipo para seus colaboradores, além de estarem sempre incentivando que seus clientes façam o mesmo. “Trabalhamos com psicoeducação, por meio de palestras tratando temas de saúde mental e levando, ao colaborador, informações referentes ao assunto. Nosso objetivo é que ele entenda a importância de um cuidado contínuo com a saúde mental”, relata Thatiane.

A inteligência emocional como aliada

Heloísa Capelas, especialista em inteligência emocional e diretora do Centro Hoffman, reforça que o estabelecimento de um ambiente positivo é o primeiro passo para garantir o equilíbrio emocional dos funcionários. “Problemas, coisas ruins, vão acontecer. No entanto, a maneira como você os enxerga e a energia que passa para a sua equipe faz toda a diferença. Ser positivo e encarar os fatos de maneira íntegra é importante para não permitir que o acontecimento ruim atinja a todos e faça parecer com que tudo esteja desabando”, afirma.

Ainda segundo Heloísa, muitas vezes, é apenas uma face do conjunto que está apresentando problemas e, certamente, há uma forma de recuperação. “Isso vale tanto para os relacionamentos internos na sua empresa quanto externos, com os clientes, por exemplo, e até mesmo nos relacionamentos pessoais”, diz.

A especialista também afirma o quanto o sentimento o autoconhecimento pode auxiliar – e muito – na construção de um ambiente profissional favorável a todos. De acordo com ela, “todos nós temos 98% de coisas boas e 2% de coisas ruins. Mas costumamos focar sempre nos 2%, o que faz parecer que, na verdade, somos 98% ruins. A negatividade atrapalha nossa evolução. Portanto, temos que investir nas coisas boas que temos para exercermos a chamada liderança interna”.

Allgoo anuncia Paulo Cacciari como Chief Commercial Officer

A Allgoo, fintech especializada na digitalização de instituições financeiras e do varejo, com soluções de inteligência artificial para bancos, anuncia Paulo Cacciari como responsável pela área comercial e de marketing. O executivo, além de integrar o quadro de sócios investidores, aporta sua experiência em vendas B2B ao mercado financeiro. O objetivo é o fortalecimento de negócios da startup.

A expectativa, de acordo com o CEO da Allgoo, Luiz Claudio Macedo, é que a empresa consolide o processo de profissionalização de suas atividades e tenha uma área comercial, marketing e relacionamento com os clientes de alto nível. “A chegada do Paulo enseja no ponto de virada da empresa para sua expansão e em seu posicionamento de abarcar novos desafios da bancarização do setor de varejo no Brasil,” assinala Macedo.

Paulo Cacciari trabalhou nos últimos sete anos na introdução do conceito de cloud security em grandes empresas e no sistema financeiro nacional. “Hoje em dia é comum ver a solução sendo usada, mas quando começamos este projeto os bancos tinham muitos temores, principalmente quanto à proteção dos dados de seus clientes”, comenta Cacciari. Depois disso, decidiu descansar, estudar novas tecnologias e conhecer melhor outra cultura.

Esse tempo se transformou em um período sabático na Califórnia com visitas regulares ao Vale do Silício, onde acabou tendo contato com o movimento de open banking e o conceito de bancarização da economia real. Cacciari voltou ao Brasil convicto que sua experiência poderia contribuir com startups. “Vi nas startups a paixão em transformar o mundo que sempre me motivou. Fiz uma rápida passagem pelo Cubo e estava analisando algumas propostas quando conheci o projeto da Allgoo. Foi empatia à primeira vista,” comenta e acrescenta:

“Vejo que a Allgoo irá, além de trazer o mundo digital para as empresas do setor financeiro, criar diversas iniciativas no mercado de democratização dos serviços financeiros, mudando todo o panorama deste setor como o conhecemos.”

Ainda segundo Cacciari, a Allgoo é uma empresa que foca na experiência do consumidor, conhece bem as integrações necessárias para colocar um banco digital no ar, e põe todo esse conhecimento à disposição de seus clientes.

“Outro aspecto do modelo comercial da Allgoo que considero relevante, é o fato que suas soluções, embora sejam customizadas para cada cliente, funcionam como licenças de uso, assim o nosso cliente sabe que estamos sempre engajados com a aderência da solução para suas necessidades, sejam elas oriundas de mudanças de legislação pelos órgãos regulatórios, seja pela mudança de perfil dos consumidores de nossos clientes.”

A proposta da fintech é criar uma experiência digital focada no consumidor possibilitando que empresas tradicionais construam sua presença no mundo digital principalmente quando pretendem distribuir serviços financeiros. Soluções como o robô de investimento baseado em inteligência artificial desenvolvida pela Allgoo chamaram a atenção de Cacciari. “Senti que era o tipo de solução que eu levaria ao mercado com prazer e confiança. Porque esse é uma das minhas crenças mais básicas, só levar aos meus clientes aquilo que tenho convicção que seja realmente um grande benefício para eles” finaliza.

FGV lança estudo pioneiro sobre benefícios do Blockchain na área de financiamento de ações ambientais e climáticas

A FGV, através do Núcleo de Prospecção e Inteligência Internacional (FGV NPII) e em parceria com o think tank alemão Konrad Adenauer Stiftung, lança, no próximo dia 11 de outubro, um estudo pioneiro que identifica as contribuições que a tecnologia de Blockchain – a mesma que está por trás do bitcoin – pode oferecer a operações de financiamento do clima e do meio ambiente.

De autoria de Leonardo Paz (FGV NPII) e Gabriel Aleixo Prata (ITS-Rio), o relatório “Blockchain Contributions for the Climate Finance – Introducing a Debate” busca de maneira sistemática e didática apresentar o tema de Blockchain e Financiamento do Clima para não experts, de forma a facilitar o entendimento dos dois assuntos, descomplicando assim a relação entre ambos.

O relatório divide suas recomendações em grupos temáticos, como: Redução do Gap Institucional entre doadores e receptores de financiamento; Necessidade do fortalecimento do debate político; Estímulo do papel da sociedade civil; e Estímulo à busca de soluções inovadoras.

De acordo com o estudo que será divulgado, o blockchain pode contribuir no financiamento ambiental, quanto à questão da transparência e da eficiência, redução de custos, diminuição de intermediários nas operações, confiança no registro dos dados e facilitação de rastreamento.

Para Leonardo Paz, da FGV NPII, o blockchain pode ser essencial no gerenciamento dos recursos voltados para iniciativas sustentáveis.

“Muitas ONGs e pequenas prefeituras não conseguem acessar os fundos com recursos para o meio ambiente, pois não têm capacidade administrativa de operar os processos de compliance exigidos pelos bancos. Por isso, as soluções baseadas em blockchain podem ajudar a limitar a burocracia, pois, com essa tecnologia, todas as transferências de recursos ficam registradas de forma transparente e imutável, virtualmente impossibilitando desvios de dinheiro”, explicou Leonardo.

O evento de lançamento do estudo será aberto ao público. Para mais informações e inscrição: http://www.prestodesign.com.br/extranet/fgv/convite600.html

Data: 11/10/2018

Local: FGV – Praia de Botafogo, 190 – 12º andar

Horário: 10h às 12h30

Programação

9h30 – Credenciamento

10h – Abertura com Renato Galvão Flôres Jr. (diretor da FGV IIU) e Christian Hübner, head da EKLA-KAS

10h30 – Apresentação dos resultados

11h – Debate

Christian Hübner

Gabriel Aleixo (ITS-Rio)

Leonardo Paz Neves (FGV IIU)

Comentários de Vanessa Almeida, gerente da Iniciativa Blockchain do BNDES

Campanha “Neuro em Ação” faz alerta sobre mau uso do celular e erros posturais

A Sociedade Brasileira de Neurocirugia (SBN) realiza em todo o país, de 08 a 14 de outubro, a segunda edição da campanha “Neuro em Ação”, com o objetivo de alertar a população sobre os riscos relativos ao mau uso do celular e as dores no corpo provocadas por erros posturais, uma das principais causas de absenteísmo. “Em 2017, tivemos uma adesão muito grande de profissionais e estudantes. Nós vamos disponibilizar materiais gráficos e aulas no site da SBN (http://sbn.org.br/publico) para que esta campanha possa ser reverberada por todo o Brasil”, explica Dr. Ronald Farias, neurocirurgião presidente da SBN.

O celular está definitivamente presente na vida das pessoas, porém o mau uso desses dispositivos pode causar muitos problemas aos usuários. Não raro é possível ver pessoas dirigindo usando o telefone, o que pode causar graves acidentes, e também pedestres digitando mensagens enquanto caminham, o que tem ocasionado uma série de atropelamentos, além de outros acidentes provocados pela falta de atenção. A luz das telas de smartphones também é bastante prejudicial, o movimento do pescoço para digitar ou ler prejudica o eixo da coluna.

E mais! O excesso de utilização dos dispositivos prejudica também as relações interpessoais. Segundo um estudo da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), 44% dos jovens enquadrados como dependentes substanciais de tecnologias apresentaram problemas significativos em diversas áreas de sua vida.

O que pouca gente sabe é que durante essas atitudes rotineiras e “inocentes”, concluídas em segundos, o cérebro entra em transe e tira total atenção, visualização e audição do que acontece no entorno, criando a possibilidade para acidentes com sequelas graves, como traumas e morte, de acordo com o neurocirurgião Ronald Farias.

De acordo com o Departamento Estadual de Trânsito do Paraná (Detran), por exemplo, os pedestres que digitam, leem ou falam ao celular enquanto caminham possuem chances de acidentes de até 80% mais altas. Segundo, ainda, um estudo realizado pelo Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi), quando o motorista desvia sua atenção para responder uma mensagem no Whatsapp à velocidade de 80 km/h, por exemplo, é o mesmo que dirigir a extensão de um campo de futebol inteiro com os olhos fechados.

A dica do especialista é, em casos de urgência, enviar mensagem de áudio (usando um dos fones de ouvido) ou, o mais indicado, manter a paciência e aguardar até que se esteja parado e em local seguro para as ações no dispositivo. “Ao contrário do que parece, dar uma pausa ou responder mais tarde não é perda de tempo, é ganho de segurança e de vida”, assegura o especialista.

Outra preocupação da SBN, foco igualmente importante da campanha, são os problemas causados pela má postura. Considerada a principal causa de absenteísmo, a lombalgia é causada em diversas situações cotidianas, até mesmo ao sentar no sofá da forma incorreta. Algumas profissões também estão sujeitas a maior incidência dores causadas por erros posturais, como trabalhadores da construção civil, profissionais de saúde que precisam movimentar pacientes, além de pessoas que realizam exercícios físicos da forma incorreta. Além dos prejuízos à saúde das vítimas, isso tem um alto custo para a saúde pública.

Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), a dor nas costas é a doença que mais afasta trabalhadores no Brasil por mais de 15 dias. Mais de 100 mil pessoas se ausentam anualmente devido à lombalgia, o que representa 4,71% de todos os casos. Ainda de acordo com o MTE, não são as atividades a principal causa de, e sim pessoas que desempenham atividades repetitivas e até mesmo coisas cotidianas, como sentar-se de forma incorreta.

“Os riscos decorrentes do mau uso do celular e da má postura, problemas destacados pela campanha ‘Neuro em Ação’ para conscientização, segundo vários trabalhos científicos, são fatores que interferem perigosamente no cotidiano das pessoas”, finaliza Carlos Roberto Sampaio de Assis Drummond, diretor de Responsabilidade Social da SBN.

AMcom abre 50 vagas para profissionais de Tecnologia da Informação

A AMcom, companhia de Tecnologia da Informação especializada em desenvolvimento customizado, sustentação de sistemas, consultoria e alocação de profissionais, está com 50 oportunidades de emprego para profissionais da área de Tecnologia da Informação. Os requisitos e candidatura das vagas podem ser consultados e realizados pelo site da empresa https://amcom.com.br/vagas

A demanda, que foi impulsionada pela chegada de novos clientes requer, principalmente, desenvolvedores Java, Front-end e Python, consultores de pré-vendas e gerente de contas, entre outros cargos. As vagas também estão disponíveis para PcD´s (Pessoa com Deficiência).

A seleção abrange todo o País e as oportunidades disponíveis são para, principalmente, a cidade de Blumenau, além de outras localidades do Estado de Santa Catarina, como Florianópolis, Joinville, Gaspar e Biguaçu, e também São Paulo. Além do salário compatível com o mercado, as oportunidades contam com diversos benefícios, como por exemplo, planos de saúde e odontológico e seguro de vida 100% custeados; subsídios parciais para graduações, pós-graduações e MBA, e integrais para certificações, entre outros.

“Trabalhar na AMcom reflete não só na atuação em grandes clientes e em projetos inovadores que oferecem competitividade às empresas, mas também na qualidade de vida que nossa infraestrutura e a cidade de Blumenau proporcionam”, acrescenta Carmen Ittner, gerente de DHO (Desenvolvimento Humano e Organizacional) da AMcom.

A cidade é destaque em diversos setores da economia. No ranking das 100 maiores cidades brasileiras, elaborado pela Delta Economics & Finance, o município ficou em 4º lugar geral e recebeu a maior pontuação do estudo na dimensão econômica e alta pontuação em bem-estar.

Já a infraestrutura da AMcom é um capítulo à parte. O ambiente de trabalho moderno e dinâmico está refletido em áreas como playground, arquibancada para apresentações, refeitório, cabines para reuniões e até mesmo na sala de descanso em formato de hotel cápsula. Tudo equipado com pufes coloridos, cadeira de massagem, mesa de sinuca, pebolim, videogame e ainda um escorregador que liga os dois pavimentos do escritório.

A sede tem em sua essência a cultura de se relacionar com o colaborador sob as premissas de produtividade, ou seja, sair do cartão de ponto para focar nas entregas, flexibilidade de jornada, o que permite o profissional realizar sua rotina de trabalho e suas folgas de acordo com a sua preferência de horário e, por fim, a confiança.

“Todas as propostas citadas acima são tangibilizadas no comércio da confiança, disponível numa área de refeição da empresa. Há um abastecimento de alimentos e bebidas com seus preços e cada colaborador que consumir deposita a quantia gasta em uma caixinha, que se mantém aberta inclusive para a retirada de seu troco”, finaliza Carmen. A executiva acrescenta que a área Trabalhe Conosco do site está sendo reformulada justamente para apresentar toda a experiência de trabalhar na AMcom.

Embratel e IBM unem forças para levar soluções digitais ao mercado brasileiro

A Embratel e a IBM anunciam uma parceria inédita para ampliar a oferta de soluções digitais ao mercado corporativo brasileiro. Com a disponibilização de novos produtos e serviços digitais aliando inovação tecnológica, conectividade e mobilidade, esta parceria alcançará milhares de empresas em todo o território nacional com modelos flexíveis de consumo por meio da Cloud.

A primeira fase desta parceria fornecerá, de forma integrada, soluções cognitivas com IBM Watson, serviços gerenciados de segurança com solução IBM® QRadar Security Information and Event Management (SIEM), soluções em IBM Cloud e serviços de nuvem híbrida e automação.

Segundo a IDC Brasil o mercado de infraestrutura, plataforma e Software como Serviço (SaaS) atingirá US$ 1,7 bilhão em 2018 e praticamente o dobro até 2020.

“As novas parcerias reforçam a atuação da Embratel como integradora e nos torna cada vez mais capazes de atender e antecipar as necessidades dos clientes que desejam promover a transformação digital de seus negócios”, afirma Tomaz Oliveira, Diretor Executivo de Alianças Estratégicas da Embratel. “Estamos unindo nossas especialidades em soluções diferenciadas e inovadoras para o mercado corporativo, complementando o amplo portfólio de Soluções Digitais da Embratel”, diz.

Para Marcela Vairo, Diretora de Canais da IBM Brasil, a parceria expande o alcance da oferta soluções cognitivas e na nuvem para uma importante base de clientes do País. “Unimos a capacidade tecnológica da IBM com o poder da conectividade e mobilidade da Embratel para entregar inovação, velocidade e agilidade para o sucesso de nossos clientes“, comenta a executiva.

Cresce demanda por profissionais especializados em transformação digital

Não é novidade que vivemos em uma era digital. Segundo o IBGE, 116 milhões dos brasileiros estão conectados à internet. Essa realidade provoca a mudança de comportamento dos consumidores e, consequentemente, das empresas. Daí surge necessidade muito latente no mundo corporativo: a transformação digital.

Como reflexo disso, nos últimos três anos cresceu significativamente a demanda por profissionais aptos a participar desta transformação. De acordo com levantamento realizado pela Hays, líder mundial em recrutamento, de 2015 até 2017 (último levantamento), a demanda por esses profissionais aumentou 44%, nas vagas solicitadas pelas empresas nos últimos anos, porém esse número tende a aumentar, pois cada vez mais diferentes mercados começam a buscar pelos mesmos profissionais, responsáveis pela transformação digital.

Para Fulvio Nishiyama, gestor da divisão de TI da Hays, o número de contratações tende a crescer nos próximos anos, isso porque as empresas ainda estão entendendo como devem fazer a transformação digital e qual perfil de profissional deve contratar. “Esse movimento ainda é muito novo. Em um futuro breve veremos uma série de novas funções que ainda não conhecemos sendo demandado pelas empresas”, explica o executivo.

Confira os cargos mais demandados do momento:

Especialista ou Arquiteto Cloud

Digital Labs

Digital Transformation

As empresas começam a transformar sua infraestrutura de TI, deixando de lado o modelo de servidores e partindo para nuvem. O especialista em cloud é o profissional preparado para comandar essa mudança.

Profissionais que criem e desenvolvam um digital labs, que, dentro das empresas, tem a função de testar novas tecnologias e processos, em menor escala, antes de implanta-lo na organização.

Profissionais que são os líderes da transformação digital. Isso porque o processo de digitalização exige isso mudança de metodologia, cultura e tecnologia, sendo esse profissional responsável por isso.

Product Owner e Project Manager

Desenvolvedor

Profissionais que atuam em modelo de SQUADs em empresas que trabalham com metodologia ágil.

Profissionais que programam e criam softwares/plataformas/aplicativos dentro do mundo de tecnologia.

Fomento à Pesquisa & Desenvolvimento: um cenário que desafia o próximo governo

Por Feliciano Aldazabal

Os programas existentes no marco legal brasileiro para fomentar os projetos de Pesquisa & Desenvolvimento (P&D) são variados: desde incentivos fiscais federais no âmbito global e setorial – tais como Lei do Bem, Lei de Informática, Rota 2030, entre outros -, até incentivos municipais ou mecanismos de financiamento público diversos, tanto federais quanto estaduais. Nos últimos dois anos de governo, vários desses mecanismos foram alvo de questionamento, por motivos distintos.

Dentro desta dinâmica, destaca-se a iniciativa do Presidente Michel Temer em março de 2017 relacionada ao incentivo de maior alcance existente: a Lei do Bem. Várias entidades de classe foram desafiadas a analisar o atual marco da Lei do Bem, de modo a apresentar propostas de aprimoramento dessa legislação para amplificar seu impacto na sociedade brasileira. Tal movimento foi recebido com grande entusiasmo por todos os tipos de entidades envolvidas -ministérios, associações, confederações, empresas ou institutos, entre outras -, iniciando intensas tarefas para atender a oportunidade apresentada. Todas chegaram a um consenso dos principais motivos da falta do impacto esperado do incentivo, havendo unanimidade em uma deles: a necessidade de ter um resultado fiscal positivo a cada ano para usufruir do incentivo. Infelizmente, tais iniciativas foram paralisadas na Casa Civil e não houve nenhuma iniciativa política posterior para auxiliar na aceleração deste tema capital.

Ainda durante esse período, e para esse mesmo incentivo, foi organizado em dezembro de 2016 um evento pela CAPES, MCTIC, MDIC e CNI, entre outros, com o intuito de regulamentar em um dos artigos existente na Lei do Bem em que estavam depositadas grandes expectativas para a cooperação público-privada em projetos de P&D: o artigo 19A. O artigo permite que as empresas que tenham gasto em parcerias com ICT (Institutos de Ciência e Tecnologia) tenham direito a um incentivo adicional, que pode chegar a reduzir o valor gasto com a ICT até 85%. Apesar da ótima iniciativa trazida em Lei, a burocracia posterior e a falta de alinhamento na regulamentação fez com que esse incentivo não tenha uma aplicação real. Tal regulamentação adicional ainda não definida é considerada pelas empresas desnecessária, sendo que a própria Lei do Bem já prevê “burocracia” suficiente para o uso do incentivo que, além, atenderia perfeitamente ao escopo alvo deste artigo.

Quanto aos incentivos setoriais, alguns como a Lei de Informática ou Inovar Auto sofreram questionamentos por parte da OMC (Organização Mundial do Comércio), demandando uma revisão no formato de aproveitamento e de funcionamento desses. Por exemplo, o Inovar Auto já evoluiu a outra versão denominada Rota 2030, trazendo algumas alterações (com os seus pontos a favor e contra), mas que foi tramitada via Medida Provisória. Assim, fica a dúvida se, com a chegada da nova gestão, tal MP será favorável no novo governo ou até mesmo se será levada para votação.

A exposição de todos esses fatos traz às empresas e outros agentes envolvidos as reflexões a seguir: será que o próximo governo dará continuidade a essas iniciativas? Teremos um governo que entenda a importância das ações de incentivo para melhorar a competitividade das empresas e dará a devida atenção a elas? Ou simplesmente as deixarão “sumir” com o propósito de atender a arrecadação de caixa em curto prazo ao invés de pensar em longo prazo? Em meu ponto de vista, espero que o próximo governante, seja quem for, dê continuidade a tais ações, na ambição de gerar um tecido empresarial no Brasil altamente competitivo em nível mundial, pois é reconhecida a relevância demonstrada em diversos estudos, tanto nacionais como externos, das políticas públicas de fomento à inovação como impulsoras dos investimentos nesse campo que, por sua vez, é o principal motivo de melhoria da competitividade nas empresas.

Feliciano Aldazabal, Gerente de Produtos e Serviços da F. Iniciativas, consultoria especializada na gestão de incentivos fiscais e financiamento à Pesquisa & Desenvolvimento (P&D).

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KPMG ajuda a desenvolver primeiro programa de fidelização baseado na tecnologia de blockchain

A KPMG Singapura, em parceria com Singapore Airlines (SIA) e Microsoft, desenvolveu a primeira carteira digital para um programa de fidelização de companhia aérea baseada na tecnologia de blockchain, a “KrisPay”. A nova ferramenta permite à companhia integrar novos parceiros e conciliar os pagamentos utilizando a tecnologia.

“A tecnologia de blockchain apresenta uma escrituração distribuída que registra cada transação em tempo real. Esse procedimento oferece significativa economia de recursos de custo e de tempo.”, analisa sócio de Serviços Financeiros da KPMG, Oliver Cunningham.

Para os clientes da companhia aérea, a carteira digital possibilita conversão de milhas em pontos, que podem ser utilizados em estabelecimentos participantes. “A efetividade de utilizar o blockchain nos permite expandir a gama de setores contemplados, A ferramenta criada, “KrisPay”, evidencia que a tecnologia utilizada pode criar experiências positivas e semelhantes para clientes e para parceiros”, explica sócio do setor Aeroespacial e Defesa da KPMG, Marcio Peppe.

Profissionais com capacitação em tecnologia blockchain têm garantia no mercado de trabalho futuro

A tecnologia blockchain tem sido adotada amplamente por empresas e indústrias interessadas em descobrir o real potencial desta inovação, além de suas aplicações e formas de atuação nos diferentes tipos de negócios.

Segundo estimativas do International Data Corporation (IDC), os gastos globais para desenvolvimento de produtos e serviços baseados em blockchain chegarão a US$9,2 bilhões até 2021, valor 10 vezes maior em relação aos US$945 milhões registrados em 2017. Para este ano, a projeção é de US$2,1 bilhões.

Ainda não se sabe o quanto a tecnologia do blockchain pode evoluir, por isso, a atuação de profissionais nesse setor é considerada como uma das profissões mais promissoras do futuro. De acordo com uma pesquisa realizada pela consultoria Gartner, em maio deste ano, com 293 CIOs de organizações, para 23% deles o blockchain exige as mais novas habilidades para implementar qualquer área de tecnologia.

Sua qualificação profissional está preparada para essa tecnologia?

Pensando nesse cenário, a Mosaico University e a Blockchain Academy se juntam para lançar o curso Blockchain e DLTs: o seu negócio preparado para o futuro. Oferecido de forma 100% online, o curso abordará o real potencial desta tecnologia, além de suas aplicações e formas de atuação nos diferentes negócios.

Com início agendado para 29 de outubro, por estar em sua primeira edição, os alunos contarão com um valor integral reduzido, com descontos de 25% (de R$1.000 por R$750) até o dia 14 de outubro e de 10% de desconto (de R$1.000 por R$900) entre 15 e 22 de outubro.

Para mais informações, acesse o link.

Compliance ainda é utopia no Brasil, aponta pesquisa da Protiviti

A implantação de um programa efetivo de compliance deixou de ser prática exclusiva das grandes corporações e tem ganhado destaque também entre as companhias de pequeno e médio porte. É o que mostra a Pesquisa Nível de Maturidade em Compliance 2018, organizada pela consultoria global da Protiviti. Em sua quarta edição, o estudo reúne informações coletadas entre abril de 2017 e abril de 2018, por meio do Portal de Compliance da Protiviti (www.portaldecompliance.com.br), e conta com 446 organizações, de diferentes portes, setores e regiões, o que revela o interesse geral de adequação.

De acordo com as análises, as organizações, embora conheçam as ferramentas para a implantação de um Programa de Compliance, ainda falham no mapeamento de riscos a que estão expostas. Isso significa que, muitas vezes, os esforços e recursos de alocados não necessariamente mitigam os principais riscos de compliance da empresa. “Ou seja, é como se tivéssemos comprado bons remédios, mas sem saber exatamente qual o problema de saúde. Nota-se que houve uma melhora na visão de compliance, mas a visão de risco ainda é baixa”, explica Heloisa Macari, sócia-diretora da Protiviti.

O estudo mostra que 53% das organizações participantes apresentam nível de compliance médio alto e alto, uma vez que possuem o patrocínio da alta direção da empresa, investindo em elementos fundamentais, como Código de Ética, Canal de Denúncias, Planos de Treinamento e Comunicação, Função Compliance, Auditorias, Monitoramentos e Due Dilligence de Terceiros.

“51% das empresas reconhecem, por exemplo, a necessidade de se fazer a diligência de seus fornecedores e terceiros, pois é possível conhecer o histórico das companhias antes mesmo da negociação. Há a consciência de que se o contratado cometer ilícito, a organização também poderá ser responsabilizada”, ressalta Macari.

Por outro lado, existem elementos que necessitam de mais atenção por parte das empresas e, por falta de conhecimento ou atenção, estão sendo negligenciados ou implantados de maneira equivocada, como a Política Anticorrupção, Indicadores de Gestão, Red Flags para situações não usuais, Assessment de Riscos e desenvolvimento de Planos de Ação para Melhorias. Vale salientar que 46% das empresas nunca realizou o mapeamento dos riscos a que estão expostas, base para a efetividade e eficiência de um Programa de Compliance.

Ainda segundo a pesquisa, as organizações brasileiras têm implementando ferramentas que permitem a criação, a comunicação e o controle de normas e boas práticas em todas as camadas da empresa. Mas ainda há desconhecimento da metodologia, falta de expertise ou limitação orçamentária para o mapeamento dos riscos, vulnerabilidades e consequentes desenvolvimentos de Planos de Ação focados. “Saber onde estão os riscos e fazer a gestão constante deles, por meio de novas medidas, controles e treinamentos, é fator chave para a elevar o Nível de Maturidade em Compliance nas organizações brasileiras”.

Perfil dos pesquisados:

. Região: Os estados mais predominantes na pesquisa foram: São Paulo (27%), Rio de Janeiro (18%), Distrito Federal (18%) e Minas Gerais (7%);

. Faturamento: 30% das empresas participantes são micro, 10% pequena, 13% média, 12% média grande, 26% grande e 9% não informaram os dados;

. Colaboradores: 35% tem até 19 colaboradores, 17% entre 20 e 99, 18% entre 100 e 499, 29% acima de 500 e 1% não informado;

. Setor: 15% holdings, 6% indústrias, 6% Setor de Saúde, 6% Agropecuária, 12% serviços diversos, 55% Outros.

Principais dados:

– 65% das empresas participantes mantém relacionamento com entidades públicas;

– 71% afirmam ter um Código de Ética e Conduta formalizado. O número aumentou 9%, entre 2017 e 2018;

– 58% acreditam que o Código de Ética é divulgado periodicamente aos colaboradores;

– 62% afirmam que a empresa disponibiliza um Canal de Denúncias para o público interno e 56% para fornecedores e terceiros;

– 67% recebem ao menos 1 treinamento da empresa por ano sobre Ética no Ambiente Corporativo, Código de Conduta Ética, Lei e Política Anticorrupção e afins. E apenas 23% recebem 3 ou mais treinamentos por ano;

– 40% das empresas possuem uma área responsável pelo Programa de Compliance.

Portal de Compliance Protiviti (www.portaldecompliance.com.br)

O Portal de Compliance é um canal interativo que esclarece aspectos da Lei 12.846/2013, em vigor desde 29 de janeiro de 2014, também conhecida como Lei Anticorrupção ou Lei da Empresa Limpa. O portal disponibiliza gratuitamente a Avaliação do Nível de Maturidade em Compliance. Qualquer empresa pode acessá-lo e responder ao questionário para receber um relatório com análise dos pontos críticos e dicas para resolvê-los.

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Cognizant abre inscrições para Graduation Program

A Cognizant, uma das empresas líderes mundiais em tecnologia e negócios, está com inscrições abertas até 19 de outubro para o Graduation Program.

O programa tem como objetivo oferecer oportunidade de desenvolvimento para profissionais que desejam iniciar a carreira na área de tecnologia, que estão no último ano de faculdade ou recém-formados.

Os alunos que mais se destacarem terão a oportunidade de serem contratados. Ao todo são 30 vagas disponíveis. “Temos muito orgulho deste programa. Por meio dessa iniciativa conseguimos incluir novos talentos no mercado de tecnologia, além de fomentar a nossa base de colaboradores”, afirma Carla Catelan, diretora da área de Talent Acquision da Cognizant.

Entre os pré-requisitos para se candidatar, destacam-se: inglês avançado, experiência acadêmica ou profissional em programação e desenvolvimento, bem como interesse em construir carreira e crescer junto com a empresa

A Cognizant é uma consultoria de tecnologia global com mais de 20 anos de atuação e faturamento de US$ 14,8 bilhões, que detém grande expertise no mercado de tecnologia da informação e comunicação (TIC). Pelo oitavo ano consecutivo, a Cognizant integrou a lista de companhias mais admiradas do mundo, segundo a Fortune. São mais de 268 mil colaboradores ao redor do mundo, e no Brasil eleita como Great Place to Work.

Para se inscrever, basta acessar www.cognizant.com/careers – vaga 29747, até o próximo dia 19. O treinamento será de 22 a 26 de outubro.

Ascenty expande suas operações no Rio de Janeiro

Ascenty, empresa líder no mercado de data center com foco na América Latina, anuncia a expansão de seu data center no Rio de Janeiro, que após sua conclusão, irá operar com 100% de sua capacidade. O projeto de construção desse data center estará concluído no 2º semestre de 2019 e terá investimento de R$ 100 milhões.

O data center do Rio de Janeiro é um carrier neutral, podendo ser abordado por diferentes operadoras para garantir melhor conectividade aos clientes. Recentemente, recebeu a certificação TR3 da TÜV Rheinland, garantindo que o data center apresenta as especificações estabelecidas ainda no projeto.

“Como parte dos nossos planos de expansão, o mercado do Rio de Janeiro é extremamente estratégico, pois grandes companhias atuam na região e algumas já são nossas parceiras em outros data centers da empresa. Assim que concluirmos a expansão dessa unidade, iremos operar com a capacidade total”, afirma Roberto Rio Branco, diretor de marketing e institucional da Ascenty.

O data center do Rio de Janeiro possui potência total de energia de 15 MVA. A Ascenty também conta com uma rede de fibra óptica própria de aproximadamente 150 km no Rio de Janeiro, para atender as principais demandas por conectividade dos clientes hospedados na infraestrutura carioca.

Imersão em startup no exterior: como funciona e porque viver a experiência

A vivência internacional se tornou comum para jovens que buscam experiência e desenvolvimento pessoal e profissional. Um modelo que pode aperfeiçoar ainda mais o currículo têm atraído os intercambistas: a vivência de imersão em alguma startup fora do Brasil. Desde 2016, a AIESEC, maior ONG de liderança jovem do mundo, já registrou mais de 6 mil viagens como essas, sempre com o objetivo de agregar valor ao ínicio da carreira.

Em 2017 foram realizados 457 viagens e neste ano, o registro é de 413 jovens, entre aqueles que vieram para o Brasil e os que foram para o exterior. A previsão é que mais 900 jovens façam o intercâmbio empreendedor até o fim de 2018. “Acreditamos que o jovem que busca esse tipo de experiência, quer abrir seu negócio, trabalhar em seu ramo de atuação no Brasil, além de aplicar os conhecimentos adquiridos na faculdade, durante as férias. A experiência é enriquecedora e o objetivo é desenvolver um líder empreendedor”, destaca Gabriela Toso, Diretora de Relações Públicas da AIESEC.

O trabalho junto de startups pode ser realizado em diversas áreas como Tecnologia, Marketing, Business e Design, pelo período de 6 semanas até 3 meses e é importante estar cursando ensino superior ou já ter formação completa. O jovem precisa ter no mínimo, conhecimento acadêmico ou profissional na área de escolha dele e aptidão intermediária em inglês . O custo varia em torno de R$ 6 mil reais, e tudo depende do destino e para qual projeto ele será encaminhado, pois alguns oferecem auxílio moradia, alimentação e transporte. E apesar de não ser remunerado, a bagagem que irá trazer para o Brasil, vale muito.

“É uma oportunidade de explorar a criatividade, viver a diversidade, encarar desafios de maneira positiva, ganhar conhecimento com profissionais internacionais e ampliar seu network”, afirma Toso.

A intercambista Juliane Biazon, de 21 anos, foi para a Grécia participar do projeto empreendedor. Para ela, a experiência ajudou a se destacar no mercado de trabalho. “Atuei em uma startup de finanças, na área de marketing – o curso que me graduei. O projeto imersão me ajudou a abrir a cabeça para novos pensamentos do mundo profissional e a desenvolver minhas habilidades no setor”, explica.

Para participar, os interessados devem fazer suas inscrições no portal da AIESEC:http://bazicon.aiesec.org.br/expa/sign_up?programa=GE&campanha=prmedia. Após isso, o jovem passa por uma entrevista do comitê para onde deseja ir e quando aprovado, recebe todo o suporte da ONG para a realização do intercâmbio.

Sorria, você está sendo reconhecido!

Por Felipe Santos

As conhecidas senhas alfanuméricas estão perdendo cada vez mais espaço. Hoje, as empresas estão investindo em outras formas de segurança, como ferramentas biométricas, leitura da íris e reconhecimento facial… Esta última, forma de autenticação digital baseada nos traços dos rostos, vem sendo amplamente pesquisada e desenvolvida para os mais diversos propósitos. É certo que a tecnologia ficará cada vez mais acessível e fará parte do cotidiano das pessoas. Tanto que alguns smartphones já são capazes de reconhecer os rostos de seus usuários para que sejam desbloqueados.

A difusão da tecnologia se intensificou depois que as gigantes Amazon e Google começaram a implementar algoritmos de deep learning (aprendizagem profunda), que hoje chegam a 80% de assertividade e, quando calibrados corretamente, podem chegar a 97%, com o aprendizado contínuo. E o mercado está de olho nesse movimento tecnológico. O reconhecimento biométrico deverá alcançar US$ 30 bilhões em 2021, segundo estimativas da ABI Research. Dados da consultoria de tecnologia Tractica apontam que só com reconhecimento facial as empresas esperam faturar US$ 882 milhões até 2024.

No Brasil, alguns setores estão em estágio avançado quanto ao uso do reconhecimento facial. O setor financeiro é um dos que mais investem. Alguns dos grandes bancos do país – Original, Itaú e Bradesco – já estão em teste para esse formato de autenticação de clientes, que é hoje um dos mais seguros para realizar qualquer tipo de transação. Mas outros segmentos, como bens de consumos, segurança e saúde, também irão aderir à tecnologia.

Entretanto, a solução ainda deve demorar para chegar ao dia a dia das pessoas. Para a implementação em larga escala, é necessário uma infraestrutura completa, que envolve um ambiente muito bem estruturado, com internet realmente rápida e equipamentos de alta qualidade.

Já a adaptação dos usuários ao novo, com o tempo e com a evolução da tecnologia, certamente será algo natural. Ainda nos parece estranho pegar o smartphone e focar no rosto para realizar uma verificação de transação. No entanto, é só parar e pensar que há 10 anos ninguém tirava selfies.

Além das companhias privadas, governos também estão adotando o reconhecimento facial em áreas estratégicas, como segurança. Um exemplo é a China, que está usando a tecnologia para identificação de suspeitos, mas ainda precisa de ajustes para evitar erros.

Mesmo com tantas dúvidas e incertezas sobre a eficiência do reconhecimento facial, a tecnologia deve evoluir rapidamente, tornando-se um importante recurso de segurança e usabilidade, trazendo praticidade para as atividades rotineiras.

Felipe Amaral dos Santos, Head Of Products na ilegra, empresa global de negócios e tecnologia

Conversas sobre as #Eleições2018 geraram 49 milhões de Tweets globalmente entre agosto e outubro

s conversas sobre o primeiro turno das #Eleições2018 no Twitter alcançaram a marca de 49 milhões de Tweets globalmente entre 16 de agosto e 5 de outubro. O resultado desse período representa aumento de 23% em comparação ao volume total de Tweets sobre as Eleições 2014, incluindo as conversas sobre o segundo turno daquele ano.

Durante o período, Jair Bolsonaro (@jairbolsonaro) foi o candidato mais mencionado na plataforma, seguido por Ciro Gomes (@cirogomes), Fernando Haddad (@Haddad_Fernando), Geraldo Alckmin (@geraldoalckmin) e João Amoêdo (@joaoamoedonovo).

O tema mais comentado em Tweets sobre as #Eleições2018 foi Corrupção, seguido por Segurança, Educação, Saúde, Economia e Direitos Civis.

Para mais detalhes de como foi a conversa sobre eleições no Twitter nesses últimos meses, confira no Blog do Twitter Brasil.

TMF Group anuncia Rodrigo Zambon como Diretor Regional para o Brasil

A TMF Group, provedora líder global em serviços de compliance e administrativos, acaba de anunciar Rodrigo Zambon como Diretor Regional para o Brasil. Zambon é um executivo com experiência internacional com mais de 25 anos de experiência em companhias globais de muitl-serviços e de tecnologia.

Zambon entrou para a TMF Group no dia 1 de outubro e terá também assento no Comitê Executivo para as Américas da organização, reportando diretamente ao Head da companhia para as Américas, Raimundo Diaz.

Anteriormente ele foi sócio e Líder de Business Process Outsourcing (BPO) da Everis América Latina, uma empresa da NTT Data. Sua carreira acumula passagens por empresas globais como Shell, Convergys, Teleperfornace e Everis, onde ocupou posições liderança em operaçoes e negócios .

Sobre o novo desafio, Zambon diz que “A TMF é reconhecida por sua expertise e ofertas distintas no mercado. Nossa oportunidade está em ampliar negócios com nossos atuais clientes e em fortalecer a proposta de valor das nossas ofertas no mercado onte atuamos. Seguiremos concentrando foco na automação e no aprimoramento da qualidade dos serviços para assegurar uma posição competitiva e materializar todo o nosso potencial”.

Raimundo Diaz, Head da TMF Group para as Américas, diz que “está confiante que a experiência de Rodrigo no mercado brasileiro, um mercado-chave para a TMF Group, vai ajudar a organização a concentrar seu foco nos clientes e no mercado, localmente e regionalmente”.

Brasil recebe primeiro hackathon internacional de hashgraph

O Luizalabs, laboratório de tecnologia do Magazine Luiza, receberá, em 15 de outubro, o primeiro hackathon internacional para aplicações que usam a tecnologia Hashgraph. O evento ocorre simultaneamente em São Paulo, Dallas, San Francisco, Londres, Singapura, Tel Aviv, Paris, Bangalore e Moscou. O hackathon é organizado pela americana Hedera, empresa criadora de uma criptomoeda baseada na plataforma hashgraph.

O hashgraph é um novo algoritmo de consenso e registro distribuído, uma maneira de fazer com que pessoas que não se conhecem possam transacionar online sem a necessidade de um intermediário. A plataforma é rápida, segura, justa, e, ao contrário de algumas plataformas baseadas em blockchain, não necessita de algoritmos custosos de prova-de-trabalho. “O hashgraph é bem mais rápido e barato em seu processo de chegar a um consenso. Consegue superar as deficiências do blockchain”, afirma Simon Olson, diretor de novos negócios e RI do Magazine Luiza. “O blockchain foi uma criação revolucionária, mas não é prática em larga escala.”

O Magazine Luiza é a primeira empresa brasileira a acompanhar a evolução do hashgraph. Um time de desenvolvedores do Luizalabs participará da hackathon e o laboratório de inovação do Magalu já está experimentando a tecnologia.

A inscrição de desenvolvedores interessados em participar do hackathon é gratuita e pode ser feita no site http://www.eventbrite.com/e/hashgraph-hedera18-hackathon-sao-paulo-tickets-50551881037.

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