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Cargill adota seleção às cegas para contratação de líderes

A Cargill, uma das maiores empresas de alimentação no mundo presente no Brasil há 53 anos, passa a contratar profissionais para cargos de liderança por meio do “currículo cego”. O modelo de recrutamento criado na Europa tem como objetivo eliminar o viés inconsciente e impulsionar a contratação de profissionais por suas qualificações e competências. Com isso, a Cargill pretende aumentar a quantidade de mulheres, negros, pessoas com deficiência e LGBTIs comandando equipes, pessoas e negócios.

Na prática, serão omitidos na fase inicial de triagem dos currículos os dados pessoais dos candidatos, como gênero, idade e raça, sendo somente revelados na etapa de entrevistas pessoais. “É um processo que combate a discriminação ou pré-conceitos e possibilita a criação de uma equipe diversificada, deixando de lado possíveis julgamentos sexistas, sociais ou raciais”, afirma Simone Beier, diretora de recursos humanos da Cargill no Brasil.

Para que o modelo seja adotado com sucesso na Companhia, os gestores passam por treinamentos e participam de discussões sobre inclusão e diversidade. “É importante que os responsáveis pelas etapas seguintes estejam sempre abertos e focados em avaliar um candidato por suas qualificações, tentando desconstruir qualquer outro viés inconsciente”, ressalta Simone Beier. “A Cargill tem hoje no Brasil três grupos focados em diversidade: AfroCargill, Mulheres Operando no Brasil (MOB) e o Pride Network. Participando desses grupos, funcionários e gestores são educados para quebrar preconceitos e criar consciência de que para incluir é preciso dar o primeiro passo”, explica.

Programa de estágio foi o primeiro processo a passar por mudanças

No Programa de Estágio 2017, a Cargill empregou diversas mudanças em seu processo seletivo. Com o objetivo de ter uma maior diversidade entre os estagiários, em linha com as diretrizes locais e globais, ficou definido que os candidatos não poderiam apontar onde estudam nos currículos, nem para os recrutadores durante a entrevista final. Isso fez com que houvesse uma independência em relação ao aluno e a reputação das universidades e os recrutadores puderam focar nas habilidades apresentadas pelos estudantes.

O resultado foi a contratação de 40,1% de mulheres e 3 vezes mais estudantes de faculdades com classificação inferior a cinco ou quatro estrelas, segundo avaliação do MEC. “Queremos trazer uma nova personalidade para o corpo de funcionários da Cargill e, por meio dessas mudanças, acreditamos que ficará mais fácil buscarmos profissionais que tenham as habilidades e competências que vão ao encontro da filosofia e da cultura da Cargill”, finaliza Simone.

Mercado Livre é a sétima melhor empresa para se trabalhar no mundo

O Mercado Livre, companhia líder na oferta de tecnologia para o comércio eletrônico na América Latina, foi reconhecido pelo Great Place to Work (GPTW) como uma das melhores empresas para se trabalhar no mundo. A companhia obteve a sétima colocação entre sete mil empresas analisadas, segundo ranking publicado pela Fortune.

O GPTW elaborou o ranking a partir de uma pesquisa realizada com 12 milhões de colaboradores pertencentes a sete mil empresas em todo o mundo, das quais somente as 25 melhores colocadas foram incluídas no ranking final.

“Estar entre as sete melhores empresas para se trabalhar em todo o mundo é motivo de muito orgulho. É resultado do excelente clima organizacional que buscamos manter em nossa companhia em todos os países que atuamos, e também reflexo do espírito empreendedor e da cultura que construímos em conjunto com os mais de sete mil colaboradores de nossa empresa”, afirma Stelleo Tolda, COO – Chief Operating Officer do Mercado Livre.

Atualmente, o Mercado Livre conta com 2.150 mil colaboradores no Brasil, e mais de 7 mil em toda a América Latina. Um dos principais propósitos da companhia é criar valor econômico e social, e gerar empregos para promover o desenvolvimento dos países onde atua. Neste sentido, seu plano de crescimento contempla a criação de mais de 1.700 novos postos de trabalho na região durante 2018.

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Philips discute inovações em saúde na 5º edição do Connect Day

Melhores práticas de gestão, inovações e principais tendências do setor da saúde são os temas principais da 5a edição do Connect Day, evento promovido pela Philips que reúne executivos da empresa, organizações de saúde de todo o país e empresas parceiras que orbitam o universo da TI e de gestão em saúde com o objetivo compartilhar inovações e promover o conhecimento sobre tecnologias no mercado de saúde. O evento acontecerá durante os dias 23 e 24 de outubro, na Fecomercio (SP).

Serão 12 palestras e 5 painéis com temas ligados à inovação na saúde, como desafios da saúde na América Latina, privacidade na era digital – leis e proteção de dados, retorno de Investimento na tecnologia da informação e prontuário eletrônico 100% digital e a otimização dos processos com a certificação digital em nuvem.

Além disso, nesta edição a Soluti, uma das maiores autoridades certificadoras do país e parceira da Philips, irá apresentar Certillion Cloud Saúde, solução de certificação de documentos digitais integrado ao Tasy, software de gestão e automação clínica da Philips. Já estão confirmados para o evento: Renato Garcia Carvalho, CEO da Philips Brasil; Vladimir Pizzo, CMIO do Hospital Sírio-Libanês; John Hosang, CEO do Hospital Santa Luiza; Nivaldo Cunha, CEO do Hospital Marieta Konder Bornhausen e Mark Stoffels, Vice-Presidente e General Manager Latin America da Philips Health Systems.

Além das palestras, os participantes poderão conhecer outras soluções da Philips voltadas à informática clínica, como o MultiMED (software desenvolvido para otimizar a gestão de clínicas e centros de imagem), o Intellispace PACS (solução para gerenciamento de imagens radiológicas multimodalidades), o IntelliSpace Portal (visualização e análise avançada de imagens) e o IntelliSpace Cardiovascular (visualização e análise avançada de imagens cardiovasculares dos pacientes).

A programação completa do Connect Day está disponível no site: http://www.philipsconnectday.com.br/programacao/.

Philips Connect Day 2018

Local: Fecomércio (Rua Doutor Plínio Barreto, 285, Bela Vista, São Paulo)

Data: 23 de outubro, das 09h30 às 18h30, e 24 de outubro, das 9h às 16h

A última tendência nem sempre é a melhor inovação para você

Por Mateus Baumer Azevedo

São Paulo, 16 de outubro de 2018 – Estar à frente em uma onda de inovação que deu certo é o que todos buscam. Quando se chega nessa posição, você acaba sendo reconhecido por ter: visão de futuro, disposição ao risco, capacidade de criar algo que não existe, persistência e, principalmente, receber o retorno financeiro por assumir tal risco.

A pessoa que lá no início de 2013 investiu 10 mil reais em Bitcoin, por exemplo, quando cada unidade custava 40 reais, teria comprado cerca de 250 moedas, que hoje valem aproximadamente 6 milhões de reais. O grande problema é que várias pessoas que perderam esse momento se apegam a “inovações” do mesmo tipo achando que terão o ganho do passado.

No caso das criptos, muita gente perdeu fortunas investindo nas moedas digitais paralelas, as altcoins, por esperarem o mesmo comportamento em um mercado previamente alterado. Esse exemplo ilustra bem o que normalmente ocorre.

Quando se fala em inovação na indústria vemos características bastante similares. Visitando algumas empresas de médio e grande portes, pude perceber que esse mesmo comportamento se repete. Situação similar está acontecendo agora com a recente abertura do WhatsApp, que permite bots plugarem-se à plataforma, por exemplo.

O aplicativo de mensagens parece ser a oportunidade perfeita para que aqueles que não foram pioneiros na implantação de bots consigam recuperar o tempo perdido. Nas conversas com os grupos de transformação digital dessas empresas, normalmente formados por profissionais de diversas áreas, o pedido geralmente é o mesmo: queremos criar um bot no WhatsApp e rápido, você faz? /e para ser rápido, queremos colocar apenas um pedaço do atendimento lá.

O que se precisa entender é que qualquer empresa ou até um programador solo pode fazer um bot integrado com a ferramenta, não é complexo. Você tem várias ferramentas gratuitas para criar bot e a documentação é aberta para a integração, bem simples e rápido. A pergunta que esses grupos deveriam fazer é: Abrir um canal no WhatsApp para atender apenas um pedaço da demanda pode gerar uma experiência ruim? O bot que vamos implementar é realmente capaz de atender essas demandas ou isso só vai gerar um custo extra e frustração para o usuário?

Criar um canal de diálogo com o consumidor sem estar preparado para atender novas demandas que provavelmente surgirão por meio dele tem tudo para ser um verdadeiro tiro no pé. Isso porque dificilmente o cliente elege mais de um canal para se relacionar com a empresa. Se ele se familiariza com um deles, a probabilidade de tentar resolver todas as suas demandas neste mesmo canal é muito grande.

Por isso, muito mais importante do que estar por dentro da nova onda, é contar com uma estrutura pronta para realizar um atendimento que não frustre o cliente e, consequentemente, não coloque em risco o relacionamento com ele. É melhor perder a onda em que todos surfam neste momento para desenvolver um projeto consistente e que de fato funcione.

Para quê investir em um novo canal se aqueles que você oferece ainda podem ser aperfeiçoados? Por que, em vez de dar um tiro no escuro, você não utiliza a experiência de outras empresas? Lembre-se de que muita gente errou e gastou muito nesse processo, aproveite o momento para pegar o que foi feito de bom e replicar de forma rápida, assertiva e com custo bem menor.

Além disso, inovar não é apenas aderir a novas tecnologias ou ser cada vez mais digital. A inovação está além disso, e pode ser até menos onerosa para a empresa. Um parceiro especializado poderá ter uma visão mais apurada para apresentar um diagnóstico preciso para o seu caso específico. Isso porque equipes internas multidisciplinares, muitas vezes, têm divergências e olhares direcionados para as áreas de cada um de seus integrantes, o que pode deixar de lado o foco principal do projeto.

Tendo isso em vista, o primeiro passo deve ser definir um objetivo claro. Geralmente a digitalização é buscada para: melhorar a UX, reduzir custo e tornar o atendimento escalável, para depois criar os KPIs que vão direcionar o projeto. Por fim, deve ser feita a escolha da solução baseada em testes reais e nas metas visadas e os objetivos definidos. Essa escolha é determinante para o sucesso do projeto e dificilmente será feita de forma correta se realizada a partir apenas da junção de desejos dos seus times.

Independentemente de como pretende investir para melhorar o seu atendimento, tenha em mente que é preciso olhar para sua empresa e respeitar suas particularidades e, principalmente, o relacionamento que já construiu com os clientes ao longo de sua trajetória. Somente essa análise permitirá que o próximo passo a ser dado seja certeiro, sem arriscar o que já foi conquistado até aqui.

Mateus Baumer, Sócio da BlueLab e responsável pela Diretoria de MKT e Vendas

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Como profissionais híbridos se destacam no mercado atual

Uma nova categoria de profissional vem chamando a atenção das empresas no Brasil: são os chamados “híbridos”: pessoas que possuem amplo conhecimento em diversas áreas, além da de especialização, a ponto de poder opinar em todas delas. Dessa forma, eles auxiliam no crescimento do negócio. São habilidades não ensinadas nas faculdades tradicionais e que partem da iniciativa de cada um: ele se envolve em outros setores, busca conhecê-los e não tem medo de saber mais. O profissionais híbridos são tendência no mercado de de trabalho e conseguem crescer de forma exponencial dentro da empresa.

No GetNinjas, maior aplicativo para contratação de serviços do Brasil e da América Latina, Bernardo Srulzon, atua em três áreas complementares, porém que demandam conhecimentos distintos. Atualmente, ele é diretor de Produto, Marketing e BI (Business Intelligence) na startup. O profissional usou o know-how e a experiência conquistada ao longos dos anos para lidar com as diferentes questões da área. Ele consegue transitar facilmente entre todas essas três áreas agregando ideias e buscando se envolver em todas as etapas. “Ter passado por diversas empresas e ter atuado em diferentes áreas, me ajudou a ter o conhecimento necessário para lidar com amplas situações”, conta Bernardo.

Paulo Otávio Oliveira, responsável pela formação de lideranças da Brasil Júnior, organização que representa as empresas juniores do Brasil, também é um profissional híbrido e multifuncional. Começou trabalhando no relacionamento com parceiros, mas passou a se aproximar de mais ações em outros setores naturalmente, e hoje atua em várias frentes da instituição. “Por trabalhar em diferentes perspectivas, me tornei muito mais criativo e aprendi a trabalhar em sistemas complexos. Essa multifuncionalidade me ajuda a treinar minha disciplina para entregas”, diz Paulo.

Existem instituições criadas justamente com o objetivo de ensinar essas habilidades não convencionais, a Escola Conquer é uma delas, que usa uma metodologia desenvolvida no Vale do Silício, maior polo de inovação do mundo. “Em trabalhos que demandam uma intervenção criativa ou relacionamento humano, as soft skills algumas como liderança, resiliência, inteligência emocional e colaboração, que são características comportamentais e sociais, fazem total diferença. São elas que ajudam os profissionais a se manterem competitivos e preparados para as constantes mudanças”, explica Hendel Favarin, fundador da Conquer.

Startups destacam o empreendedorismo no Futurecom

Inclusão social, empreendedorismo, inovação, transformação digital, soluções disruptivas, entre outros destaques, darão a tônica da participação efetiva das startups nesta 20ª edição do Futurecom – maior e mais importante evento de tecnologia e telecomunicações da América Latina, que será realizado pela Informa Exhibitions entre 15 e 18 de outubro no São Paulo Expo, em São Paulo.

Entre os grupos de startups presentes neste Futurecom, no Espaço Inovação, vale conferir os seguintes players:

Projeto Almaroma | 18/10 | Anúncio dos vencedores e apresentação de soluções

Com o objetivo de promover ações para inserir pessoas com deficiência (PcD) no mercado de trabalho, essa edição renovada do Futurecom destaca-se pela introdução do tema da inclusão social. Com o suporte da Internet das Coisas (IOT), a sociedade tem a oportunidade de se tornar cada vez mais acessível e garantir a inclusão de PcDs a partir de atividades que permitam um trabalho com autonomia e qualidade de vida. Foi com este propósito que o Futurecom promoveu, no final de setembro, o Challenge PcD Almaroma, juntamente com a Faculdade de Informática e Administração Paulista (FIAP), maratona criativa (Design Jump), projetada com a missão de encontrar soluções para diminuir as barreiras para a participação das pessoas com deficiência na sociedade, facilitando o acesso ao mercado de trabalho, por meio da capacitação e empreendedorismo. A partir do mote “Como podemos aumentar a participação das Pessoas com Deficiência no mercado de trabalho e na sociedade?”, a ideia foi pensar melhores formas de aplicar novas tecnologias às já existentes Bicicletas-Café da Almaroma, criadas para promover a inclusão. O desafio contemplou iniciativas para monitorar as atividades e os processos de venda e estoque, bem como analisar os dados de melhores pontos de venda durante suas jornadas de trabalho.

As três melhores soluções serão premiadas e apresentadas no dia 18 de outubro, durante o Futurecom 2018, sendo contemplados os três primeiros colocados (1º, 2º e 3º lugares). Os critérios de avaliação serão coerência com os desafios propostos, aplicabilidade/ solução factível, grau de inovação, grau de impacto social e replicabilidade. A banca avaliadora será formada por um representante da Informa Exhibitions, por um familiar de PcD, por um profissional de saúde e representantes de algumas entidades.

O projeto de inclusão social da Almaroma foi criado há pouco mais de um ano e atua na contribuição para a formação de jovens, acima de 18 anos, com deficiências. O projeto também está alinhado com a agenda de 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU), para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Instituição, que estabeleceu, em 2015, 17 compromissos e 169 metas, mantendo o equilíbrio para as áreas econômica, social e ambiental. A Almaroma está comprometida com quatro desses objetivos: erradicação da pobreza, educação de qualidade, trabalho e gente e crescimento econômico e redução de desigualdades.

Espaço NEMP | Programas de Empreendedorismo e Inovação do Inatel

O Espaço NEMP é uma iniciativa da Incubadora de Empresas e do Núcleo de Empreendedorismo e Inovação do Instituto Nacional de Telecomunicações (Inatel) com o objetivo de apoiar a participação das startups do programa na Futurecom. Serão nove startups/empresas participantes no total e em três estágios de maturidade empresarial.

Entre as startups graduadas (já posicionadas no mercado e em busca de crescimento e escala) estão Ativa Soluções Tecnológicas, Behive Tecnologia, Fit Networks (Internet Banda Larga) e Fractum Equipamentos Eletrônicos. Fazem parte do grupo de empresas incubadas (em estágio de estruturação empresarial e entrada no mercado) a Dagora Soluções Tecnológicas, a Das Coisas Soluções em Conectividade e a Laarger Inovação. Já a Soil (Agronegócio) e Aut (Educação para a Saúde) estão entre as pré-aceleradas (em estágio de desenvolvimento do protótipo e modelagem do negócio). Haverá ainda uma incubadora institucional que é a Fundação Instituto Nacional de Telelecomunicações.

Startup FARM

A Startup Farm já acelerou mais de 290 startups, desde 2011, que possuem valor de mercado agregado superior a USD1 bilhão. Oferece em seu programa de aceleração, o Ahead, acesso a uma ampla rede de mentores, facilitadores e grandes empresas. Durante a Futurecom, estará presente com as seguintes startups:

Biosoftness – Desenvolveu o produto Visto.bio com base em biotecnologia. Ao ser aplicado em roupas, o produto permite a redução do volume de água gasto na lavagem e reduz o ritmo de deterioração das peças e otimizando a rotina do usuário.

Em Canto Meu –Oferece uma experiência simples em design de interiores. De forma digital, a startup conecta pessoas e arquitetos por afinidade de estilo. Os profissionais selecionados podem fazer o planejamento e execução do projeto de forma acessível e personalizada.

Partyou – Apresenta soluções de pagamento e gestão financeira para que organizações estudantis não precisem mais de banco, diminuindo burocracia e tornando o dinheiro digital mais parte da vida das universidades. Assim, a venda de ingressos, produtos, recebimento de pagamentos e controle de estoque se torna mais fácil e acessível.

Pet Driver – Plataforma web e aplicativo para transporte de animais domésticos nas cidades. A startup oferece soluções para hotéis pet, clínicas veterinárias e para os donos de animais de estimação.

Nagro – Conecta de um lado os produtores rurais, que sofrem com a demora e falta de opção dos meios tradicionais de crédito, e do outro, com aqueles que gostariam de investir no Agronegócio. Provê ao produtor uma forma simples e rápida de pedir crédito, conectando-o aos parceiros de acordo com o perfil e demanda do produtor.

Inovativa Fundação CERTI

O InovAtiva Brasil, programa de aceleração de startups do governo federal, participará da 20ª edição do Futurecom, visando compartilhar ideais inovadoras e orientar empreendedores. No Palco Inovação contará com a presença de 30 startups que já passaram pelo InovAtiva Brasil e sete mentores que compartilharão seus conhecimentos com as startups presentes. As palestras de mentores convidados pelo InovAtiva Brasil serão realizadas das 13h às 19h, com temas como a importância do perfil comportamental na construção de equipes de sucesso; o estabelecimento de parcerias sustentáveis; além de principais dúvidas jurídicas das startups. Também será debatido o programa e como funciona a conexão de startups aceleradas pelo InovAtiva Brasil com o mercado; e sobre startups e a transformação da indústria 4.0.
Também irão participar do evento, para apresentar os seus negócios, as seguintes startups aceleradas InovAtiva: OneRF Networks; Fleeter; Hubot; BirminD; Sunne; STAR Energy Representações Comerciais; SOS Token; Incentive-me; ShelfPix; NetWord Agro; SensaIoTech; Biosolvit; NETYS; CUBi Energia; Tau Flow; Power Flow; GPS – GeoProfit Strategy; MOB Innovation + Engineering; PME Fácil; Everlog; Aya Tech; DocDo; VetPix; SCAElife; Antecipa Fácil; Code Money; Best; Leoa; Boletão e Onsurance.

WOW Aceleradora

Idealizada por empreendedores para empreendedores, a Wow Aceleradora conta com mais de 170 investidores e 60 startups investidas desde o início de suas atividades, em 2013. Foi pioneira em criar um modelo para organizar pessoas físicas em grupos investimento, que fornecem capital financeiro e intelectual para as startups. Hoje é a maior aceleradora do país neste modelo. Para o investidor é uma forma segura e prática de entrar neste ecossistema; para o empreendedor, a garantia de receber, além do investimento, conhecimento e conexões. O objetivo de participar do Futurecom é aproximar o portfólio de statups das corporações em áreas como agro, educação, varejo, saúde, TI, entre outras.

Futurecom 2018 – 20 anos

Quando: 15 a 18 de outubro de 2018
Onde: São Paulo Expo – Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 – Vila Água Funda, São Paulo – SP
Informações: www.futurecom.com.br

Iniciativa da IBM deve preparar mais de 370 mil estudantes para profissões do futuro

A IBM anunciou hoje que está trabalhando com mais de 300 universidades e outras 400 instituições de ensino, por toda a América Latina, para apoiar o desenvolvimento de habilidades consideradas necessárias para a nova era da transformação digital. Uma pesquisa da IBM* aponta que, hoje, 60% dos executivos se esforçam para manter as capacidades da sua força de trabalho atualizadas e relevantes frente ao rápido avanço da tecnologia.

De acordo com o IDC, a América Latina deve lidar com uma carência de mais de 550 mil professionais de TI em 2019, principalmente em vagas relacionadas a novas tecnologias – como cloud, segurança, networking etc. O impacto dessas tecnologias na indústria e na economia faz com que seja preciso acelerar a forma como as pessoas aprendem e desenvolvem as habilidades necessárias para que elas se adaptem ao mercado. Para isso, também deve-se realizar um trabalho junto às instituições de ensino, incorporando o desenvolvimento e o uso dessas novas tecnologias ao currículo acadêmico.

Universidades como Tecnológico de Monterrey e UNAM (México), Universidad de los Andes (Colômbia), FIAP e Saint Paul (Brasil), Universidad Tecnológica Nacional e ITBA (Argentina), Universidad Andrés Bello (Chile) e UTEC (Peru) são algumas das instituições que fazem parte desse programa para democratizar o acesso à tecnologia. Nos últimos dois anos, mais de 370 mil estudantes tiveram acesso a essa iniciativa, com um ensino focado em novas tecnologias e modelos de educação personalizados. Tais programas complementam o aprendizado dos estudantes e os preparam para as demandas de trabalho do futuro.

“Acreditamos firmemente que o sucesso das empresas na transição para a economia digital é absolutamente dependente não só da adoção de novas tecnologias em seus modelos de negócios, mas também da capacidade de desenvolver uma cultura de aprendizado contínuo para gerar uma vantagem competitiva sustentável na região”, diz Ana Paula Assis, Presidente da IBM América Latina. “A adoção da mudança de habilidades é um fato. A questão é o quão rápida e profundamente somos capazes de conduzir essa evolução – trabalhando como um ecossistema estendido, composto por empresas privadas, instituições de ensino e entidades públicas – para evitar a escassez de talentos e um impacto sobre nossos profissionais, sociedades e economias”.

Por meio de diversos programas desenvolvidos em conjunto com algumas das universidades e escolas mais prestigiadas da região, que incorporam tecnologias como Inteligência Artificial, Cloud, Blockchain e cibersegurança – entre outras – no currículo educativo, a IBM busca aumentar as competências de professores e alunos para ajudar a desenvolver a próxima geração de profissionais.

Iniciativas Acadêmicas

Este programa tem o objetivo de colaborar com as instituições de ensino para auxiliar a criação de aulas que potencializem as habilidades dos estudantes, focadas em tecnologia na nuvem e inteligência artificial. Mais de 400 universidades na América Latina já estão inscritas neste programa. Com a Universidad de los Andes, por exemplo, nos unimos ao projeto “Metade de Carreira”, voltado para estudantes de Engenharia de Sistemas e Computação. Nele, os alunos criam soluções tecnológicas para resolver desafios reais, com o apoio de mentores de negócios.

Projetos Tripla Hélice

Esta iniciativa conta com a colaboração de três instituições: uma universidade, uma empresa privada líder em sua área de atuação e a IBM. Aqui, o objetivo é aproximar os estudantes da aprendizagem de novas tecnologias, assim como das empresas que contam com demanda de trabalho nessas áreas. No México, em conjunto com o Tecnológico de Monterrey e o Banorte, os estudantes de Engenheira de Sistemas Computacionais do TEC desenvolveram um Sistema de Controle de Identidade que utilizou tecnologia Blockchain da IBM Cloud para resolver um desafio lançado pelo banco.

IBM Digital Edu

O objetivo deste programa é entregar educação gratuita em grande escala usando para isso vídeos curtos sobre Inteligência Artificial, Blockchain, Internet das Coisas, Cloud, Data Science e Agile. Com isso, cria-se um canal digital de comunicação entre o ecossistema educacional e a IBM, no qual os visitantes podem conhecer a oferta de educação no idioma local e sem custos. Hoje, este programa já está disponível no Brasil. Acesse neste link.

Cidadania Corporativa

Os diversos programas de Cidadania Corporativa trazem conteúdo da IBM à educação pública, acadêmica e de terceiro grau com a finalidade de capacitar o ecossistema educacional. Funcionários da IBM trabalham de forma voluntária para prestar consultoria e levar seus conhecimentos e habilidades a professores e estudantes com o objetivo de diminuir a distância entre a educação tradicional e as necessidades de aprendizagem do Século 21.

Startup with IBM

O Startup With IBM é um programa que visa apoiar empreendedores e startups através de acesso a infra e serviços na IBM Cloud, que podem chegar até 120 mil dólares por ano. Na Argentina, por exemplo, em parceria com a IAE, a IBM patrocina o programa WISE para mulheres empreendedoras nas em carreiras de STEM. A IBM também está colaborando com o Centro de Entrepreneurship da Universidad de San Andrés, e abrimos abriu um espaço de Inovação no ITBA. Na Universidad de Palermo, também este ano, foi iniciada a quarta edição do Innovation Lab com estudantes de Desenho. Enquanto isso, no Brasil, diversas startups já fazem parte do programa. A Estante Mágica, por exemplo, utiliza intelegência artificial em seu portal de educação que visa estimular a leitura, a escrita e o engajamento de jovens e crianças às atividades pedagógicas.

Hackatruck

Realizado no Brasil desde 2014, o Hackatruck é um projeto de educação da IBM que roda o país para capacitar estudantes de cursos relacionados à tecnologia da informação. O caminhão itinerante já percorreu mais de 48.000 km e permitiu que cerca de quatro mil alunos tivessem acesso às aulas e aos workshops oferecidos pelo programa. Neste ano, a iniciativa deve passar por 11 universidades brasileiras e ajudar os alunos a desenvolverem projetos relacionados a Internet das Coisas (IoT). O curso oferecido pela IBM é gratuito e tem 120 horas de carga horária, distribuídas ao longo de seis semanas.

*IBM Institute for Business Value: “Facing the Storm- Navigating the global skills crisis”

7 ações que distraem gestores na hora de inovar

Por Aureo Villagra, CEO da Goldratt Consulting Brasil

Inovar cada vez mais se torna uma ação necessária. O mundo realmente está mudando e as empresas e gestores não podem ficar para trás. Porém, em meio a tantas iniciativas como Indústria 4.0, Big Data, Inteligência Artificial, startups e novas tecnologias, é muito fácil perder o foco do que realmente importa para o seu negócio.

O trabalho de um bom gestor é descobrir como alinhar a necessidade da empresa com esse novo mundo de constantes mudanças. Com tantas opções e tecnologias, a chance de fazer um investimento alto em algo que não necessariamente precisa ser melhorado pode aumentar consideravelmente.

É neste momento que a Teoria das Restrições (Theory of Constraints – TOC), introduzida pelo Dr. Goldratt, pode auxiliar os gestores a manterem o foco para atingir resultados decisivos. A TOC baseia-se em focar no ponto chave para o negócio, através de uma visão holística. Inovar não apenas porque é necessário para acompanhar as mudanças do mercado, mas sim inovar para realmente agregar valor ao negócio. Trata-se de abraçar iniciativas que geram o maior impacto positivo possível nas metas da empresa, entregando valor real para o mercado.

Tecnologia e inovação são necessárias, mas muitas vezes, não são suficientes para atingir um resultado realmente significativo.

Os gestores devem evitar os chamados “7 Sedutores”, ações que normalmente induzem as empresas a perder o foco na hora de resolver um problema. Representam táticas que rapidamente são utilizadas sem uma visão clara do problema real. Muitas vezes podem até ser necessárias em um certo ponto da inovação, porém possuem resultados limitados e marginais, se aplicados isoladamente. Podem dar a falsa impressão de que o problema foi resolvido a longo prazo.

Os “7 Sedutores” são apresentados no livro recém lançado, chamado “Stop Decorating the Fish”, de autoria de Kristen Cox, Diretora Executiva do Governo de Utah, e Yishai Ashlag, Senior Partner da Goldratt Consulting, eles são definidos por soluções direcionadas exclusivamente por:

1) Mais dinheiro

2) Mais tecnologia

3) Mais reorganização

4) Mais treinamento e comunicação

5) Mais dados

6) Mais responsabilização e atribuição de culpa

7) Mais planejamento estratégico

No varejo, uma situação comum em que pode haver influência de um ou mais dos “7 Sedutores” é o desafio na gestão de estoques, especificamente na definição da quantidade que deve ser comprada e mantida em cada loja para cada produto. Em geral, varejistas têm dificuldade em encontrar um modo que garanta estoque suficiente para satisfazer a demanda por itens que possuem alta venda, porém também que não tenha excesso de produtos que vendem pouco. Na tentativa de solucionar o problema, algumas empresas do setor investem muito dinheiro e atenção gerencial em Inteligência Artificial e Big Data para tentar aumentar a precisão das previsões de vendas, porém, mesmo com grandes investimentos em softwares e coleta de dados em tempo real, tentar otimizar as previsões não resolve – de fato – o problema de ruptura e estoque em excesso.

Nesse caso, não tente colocar certeza na incerteza. O seu best seller do ano passado pode ser o seu slow mover desse ano: não é possível definir com precisão como será a venda de amanhã. Em boa parte dos casos, a predição é um tiro no escuro. Ao invés de gastar tempo e dinheiro tentando otimizar as previsões sem ter sucesso, a melhor solução é estruturar uma operação que responda rapidamente à demanda real em cada ponto de consumo com ressuprimentos frequentes e lead times curtos. Investir em um sistema de execução em tempo real, através da Teoria das Restrições, traz mais resultados do que tentar melhorar o sistema de planejamento.

Os “7 Sedutores” frequentemente parecem prometer uma solução fácil e de imediato resultado, enquanto a causa raiz ainda não foi solucionada. Podem ajudar a possibilitar a solução, porém não são a solução. Insistir nessas ações individuais pode causar custos desnecessários, consumo de tempo e de atenção gerencial. Para garantir um impacto significativo é necessário buscar falhas que refletem no desempenho global do sistema, para não se distrair com melhorias apenas locais e momentâneas.

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SYNERGY 2018 traz tendências e novas tecnologias para gestão empresarial no país

Nesta terça-feira (16) acontece em São Paulo o SYNERGY 2018, evento anual que reúne líderes e especialistas para discutir as principais tendências, desafios e novidades em tecnologia para os segmentos Fiscal, Tributário e de Comércio Exterior, no Brasil e no mundo. O tema ganha maior relevância uma vez que a Receita Federal Brasileira vem ampliando sua arrecadação em impostos (cerca de R$ 1,3 trilhão em 2017, um crescimento real de 5% em relação ao ano anterior), em um ambiente em que ocorrem cerca de 50 modificações tributárias por dia nas esferas federal, estadual e municipal.

A sétima edição do evento, organizado pela multinacional de tecnologia Thomson Reuters, será realizada no hotel Grand Hyatt São Paulo, localizado na zona Sul da capital paulista, com atividades das 9h às 18h. Os principais temas do encontro serão as perspectivas para o cenário tributário em 2019, os desafios e oportunidades da indústria 4.0 para o compliance regulatório, inovação aplicada, inteligência tributária por meio de Inteligência Artificial (IA) e carreiras, por meio de cases, painéis, workshops e apresentações. Além disso, a Thomson Reuters fará o lançamento da nova solução que levará a gestão fiscal e tributária para a nuvem. O público esperado é de 800 pessoas.

A Sessão Plenária do SYNERGY 2018 se inicia com uma palestra do jornalista Carlos Alberto Sardenberg, que vai explanar sobre as tendências do cenário econômico brasileiro. Na sequência, o painel “Agenda 2019 – Desafios e Oportunidades para o Mercado Corporativo no Brasil” discute o que as organizações esperam para o próximo ano, assim como a adoção de novas tecnologias dentro do ambiente empresarial, com a presença de representantes da Siemens, Bimbo e BMW.

Ainda pela manhã, a palestra Inovação e Transformação Digital apresenta a novidade mais importante da história da Thomson Reuters no Brasil: sua nova solução fiscal, que irá levar para a computação em nuvem, de maneira unificada e aprimorada, todos os produtos oferecidos hoje para gestão fiscal e tributária das empresas. Para encerrar a primeira parte do evento, executivos da SAP, EY, KPMG e PwC participam do Painel Industria 4.0: Tendências, Perspectivas e Impactos para as Empresas.

“O SYNERGY 2018 contempla todas as importantes novidades e tendências em tecnologia e gestão para o mercado Fiscal, Tributário e de Comércio Exterior no Brasil. Estarão presentes representantes e executivos de algumas das principais empresas do Brasil para compartilhar experiências, debater os temas de importância e promover conhecimento, troca de ideias e colaboração”, afirma Santiago Ayerza, Managing Director para o segmento Corporativo da Thomson Reuters América Latina.

Após a sessão plenária, o período da tarde será dedicado às sessões paralelas. Serão sete ao todo, dedicadas a temas específicos, como Comércio Exterior 4.0, Inteligência Tributária, Perfil do Profissional do Futuro, Transformação Digital na Área Tributária, Inovação e Startups para o Segmento, Design Think e Mindset 2.0. Além disso, a EY, PwC e KPMG terão salas especiais para o desenvolvimento de assuntos relacionados.

Alta Tecnologia

O SYNERGY 2018 também terá demonstração ao público presente de alta tecnologia desenvolvidas pelas indústrias Automotiva, de Máquinas, Automação e Eletroeletrônicos. São carros de última geração, TVs que reproduzem as luzes da imagem na parede da sala, robôs que preparam e servem café e uma roçadeira de alta produtividade. “A ideia é mostrar que esses produtos e equipamentos só são possíveis porque há uma inteligência e uso de tecnologia de ponta também nos processos de back office da empresa, como nas áreas Fiscal, Tributária e de Comércio Exterior. Agilidade e bom desempenho nessas áreas permitem às organizações ter mais tempo, recursos e pessoas disponíveis para oferecer os melhores produtos para os consumidores”, explica Ayerza.

As informações completas, com programação, palestrantes confirmados e orientações gerais estão no site oficial do evento: http://www.synergy2018.com.br/.

Programação

07:00 – 09:00 Credenciamento e Welcome Coffee

09:00 – 13:00 Sessão Plenária

13:00 – 14:00 Almoço

14:00 – 18:00 Sessões Paralelas

18:00 – 20:00 Coquetel de Encerramento

Synergy 2018

Data: 16/10, terça-feira, das 09h às 20h

Local: Grand Hyatt São Paulo

Endereço: Av. das Nações Unidas, 13301

Startup Awards prorroga inscrições para indicações até o dia 19 de outubro

Com o objetivo de reconhecer os profissionais e empresas mais influentes do ecossistema brasileiro de startups, a Abstartups, entidade que representa o setor, acaba de abrir às inscrições para as indicações da 5° edição do Startup Awards, o Oscar das startups brasileiras.

As indicações serão realizadas até o dia 19/10, e os interessados podem sugerir os nomes dos candidatos para competir nas seguintes categorias: Investidor Anjo, Profissional de Imprensa, Universidade, Coworking, Aceleradora, Impacto, Mentor, Corporate, Herói/Heroína do Ano, Startup do Ano e Comunidade.

Os três nomes mais votados em cada área irão para júri final da academia, que será composta por todos os vencedores das últimas três edições do Startup Awards. O resultado da premiação será anunciado no dia 30 de novembro durante o CASE, Conferência Anual de Startups e Empreendedorismo no Centro de Eventos PRO MAGNO, em São Paulo.

As indicações podem ser feitas pelo site: http://startupawards.com.br/

Por que apostar em ferramentas tecnológicas para fazer uma boa gestão nos restaurantes?

Por Marcus Varandas Filho

Segundo um levantamento do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), no Brasil são mais de 886 mil negócios de alimentação de pequeno porte. E de acordo com dados da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (ABRASEL), a cada 100 novos empreendimentos de gastronomia no país, apenas três sobrevivem após uma década.

Esses dados mostram que para resistir e crescer em um mercado tão competitivo, o empreendedor precisa entender que é necessário fazer uma boa gestão em seu estabelecimento. E quando eu falo de gestão, isso não quer dizer apenas proporcionar o melhor atendimento e servir as melhores comidas, e sim garantir que tudo funcione bem, desde a cozinha, o salão, o estoque, a contabilidade, a entrega, o atendimento, entre outros pontos que englobe uma operação.

Mas a pergunta que fica é – como fazer tudo isso e garantir que o negócio prospere? Em tempos de instabilidade econômica e incertezas políticas, a tecnologia se tornou uma grande aliada dos empreendedores e, independente do modelo de negócios, a inovação agora é item obrigatório para quem quer ganhar mercado e atrair novos consumidores.

Com a utilização de plataformas tecnológicas, é possível reunir em um só local, por exemplo, todos os processos realizados em cada setor do seu restaurante. Por meio delas, o gestor consegue fazer o gerenciamento à distância, avaliar possíveis falhas de execução das atividades, observar o engajamento dos colaboradores, garantir maior produtividade e até mesmo mudar modelos de atuar, caso haja necessidade.

Se o gestor não tiver controle sobre os números do seu negócio, como estoque, faturamento, perdas e etc., não será possível gerenciar de forma assertiva. Somente dados concretos podem direcionar o empreendedor para uma correta tomada de decisão, pois a tecnologia simplifica e automatiza o processo, evitando o uso de planilhas complexas, que podem ter falhas.

Para muitos, remodelar seu estabelecimento e toda a equipe com a implementação do digital é uma tarefa difícil e causa uma certa insegurança. Totalmente compreensível, mas o que tenho para dizer é que isso é extremante possível e acessível, e os resultados podem ser bem satisfatórios.

Por fim, devemos nos atentar que tudo hoje está ligado à experiência do cliente e quanto mais adepto às novidades do mercado e disposto a inovar, mais atrativo seu negócio será. Afinal, já ficou mais do que comprovado que com a tecnologia é possível romper barreiras e desenvolver uma relação mais próxima com seu público. E se precisar de ajuda, conte conosco!

Marcus Varandas Filho, CEO do MVarandas, startup de inovação e tecnologia com foco em P&D.

Profissionais com deficiência buscam vagas de trabalho mais qualificadas

Os desafios que as pessoas com deficiência enfrentam diariamente são inúmeros. Isso inclui a entrada ou recolocação no mercado de trabalho e a satisfação com a atividade profissional desenvolvida. Com foco no Dia Nacional da Pessoa com Deficiência, comemorado em 11 de outubro, a Catho, por meio de uma pesquisa, buscou ouvir das pessoas com deficiência os gargalos para a satisfação na vida profissional. Segundo dados da pesquisa, 86% das pessoas com deficiência buscam por uma nova oportunidade no mercado de trabalho.

Os motivos estão ligados diretamente ao perfil da vaga, que muitas vezes estão aquém das qualificações do profissional. De acordo com o levantamento, 45% dos profissionais ouvidos reclamam dos salários baixos; 34% de falta de plano de carreira e 32% disseram que as vagas têm perfis operacionais, bem como o despreparo da empresa para receber um profissional com deficiência.

Qual é a principal dificuldade que você sente das empresas hoje?
Salários baixos 45%
Falta de plano de carreira 34%
Foco apenas em cargos operacionais 32%
Despreparo ao receber uma pessoa com deficiência 32%
Outros 21%
Falta de acessibilidade 15%

Com o propósito de incluir pessoas com deficiência no mercado de trabalho de forma mais rápida e justa, desde 2016, a Catho concedegratuidade no acesso a todas as vagas do site para profissionais com deficiência e reabilitados pelo INSS, a partir de laudo devidamente validado. Assim, eles podem se candidatar a todas as vagas que desejarem e não apenas as destinadas para profissionais com deficiência.

“A gratuidade do site da Catho é uma forma de mostrar que essas pessoas, acima de tudo, são profissionais com as mesmas qualidades ou carências de quaisquer outros e, portanto, do ponto de vista técnico, em condições de igualdade para disputar uma vaga de trabalho”, afirma o diretor de operações da Catho, Fernando Morette.

A pesquisa da Catho também foi ouvir dos profissionais com deficiência como eles procuram se qualificar. O resultado apontou que a qualificação profissional é buscada por 66% dos profissionais. Sendo que 56% procuram cursos rápidos, 41% uma graduação e 24% um curso técnico.

Quais cursos extras você realiza?
Cursos rápidos 56%
Graduação 41%
Técnico 24%
Especialização 23%
Idiomas 20%
Pós-graduação 18%

“Ou seja, as alegrias e dores de cada pessoa em relação à evolução da carreira são as mesmas. Com ou sem deficiência, os profissionais buscam vagas adequadas aos seus perfis e, para isso, se dedicam à sua formação por meio do estudo. E é nisso que a Catho investe e acredita”, finaliza Morette.

Atualmente, a plataforma gratuita da Catho possui mais de 17 mil currículos de profissionais com deficiência cadastrados.

Leandro Baghdadi assume Marketing e Gestão de Alianças da SONDA

A SONDA, maior empresa latino-americana de soluções e serviços de TI, anuncia Leandro Baghdadi como diretor de Marketing e Gestão de Alianças da companhia no Brasil. O objetivo é fortalecer o posicionamento da marca e transformar a estratégia de marketing das diferentes empresas que compõe o grupo em uma frente única. Hoje, o Grupo SONDA responde pelas operações da SONDA IT, CTIS, SONDA Ativas e PARS e emprega mais de oito mil colaboradores diretos.

A contratação de Baghdadi faz parte de uma nova fase da SONDA, iniciada com a chegada de Affonso Nina como CEO no Brasil, que elevou a área de marketing para uma diretoria. O novo diretor também estará à frente das áreas de comunicação, inteligência de mercado e eventos. “Vamos alinhar as iniciativas para ganhar em eficiência e, consequentemente, impactar o mercado de maneira mais forte e aumentar a percepção de valor que representa todas as empresas juntas”, comenta o executivo.

Antes de chegar na SONDA, Baghdadi passou os últimos 15 anos na Ericsson, atuando em diferentes segmentos da indústria de tecnologia, como hardware, software e bens de consumo, com atuação na América Latina. Ele é formado em Comunicação Social e possui MBA em marketing pela Fundação Getúlio Vargas, além de especializações em liderança pela Universidade de Duke, nos EUA.

A Fábrica do Futuro

Por Luciano Lorenzo, consultor estratégico da Dassault Systèmes

Tem crescido o interesse dos executivos com poder de decisão sobre o tema Transformação Digital. A busca pela fábrica do futuro depende do uso de tecnologias avançadas para superar os desafios das operações industriais para esse novo cenário.

Nos dias atuais, somos confrontados com a necessidade de mudar drasticamente nossas práticas industriais. Como resultado da globalização, os mercados estão sempre crescendo, mas os investimentos continuam limitados. Isso significa um aumento de produção utilizando nossos ativos existentes. Os fabricantes necessitam encontrar drivers de produtividade.

Inversamente, os produtos fabricados estão se tornando cada vez mais complexos devido à maior riqueza e diversidade. Os fabricantes, portanto, ficam presos em um vício entre produtividade e complexidade e, se nada for feito, essa pressão dupla se transformará em problemas de qualidade, manutenção do produto e resultará em falhas de logística.

Precisamos redesenhar o modelo para estarmos melhor preparados para a produção e para sermos o mais eficiente possível ao executar essa produção.

O mundo virtual da fábrica do futuro deve nos permitir sair dessa estrutura restritiva e alcançar um nível mais alto de produtividade e antecipação. Somente a criação de modelos para nossas operações industriais não é o que nos permitirá antecipar problemas, iremos conseguir isso por meio do confronto entre modelo virtual e a realidade da execução, utilizando dados do campo em tempo real.

O que isso significa para os fabricantes e para todos os seus funcionários?

A Transformação Digital do mundo industrial não é simplesmente digitalizar as práticas que utilizamos anteriormente, mas é muito mais profundo do que isso. Significa mudar nossas práticas para maximizar suas eficiências utilizando o poder do mundo virtual.

Muito mais do que um projeto tecnológico, a Transformação Digital é um plano para modificar uma empresa que mergulha nas profundezas de seus processos.

É uma verdadeira revolução da empresa, centrada mais na prática e na forma como as pessoas serão integradas em todos esses processos do que simplesmente incluir os computadores nessa equação. É uma grande reformulação do nosso modelo. Essa é a verdadeira revolução digital.

A Transformação Digital não ocorre em detrimento dos operadores, pelo contrário, está lá para ajudá-los a trabalhar de maneira mais confortável e com a maior eficiência possível. As pessoas estão no centro desta transformação. Precisamos fazer com que cada operador compreenda seu papel na cadeia de valor da empresa, além de disponibilizar todas as informações necessárias para que ele tome as decisões certas.
Em seguida, automatizaremos as tarefas repetitivas sem nenhum valor agregado. Não estamos apenas falando da robotização física, mas também da automação de processos para permitir uma melhor tomada de decisões e ter a agilidade necessária para resolver problemas de forma eficaz.

O mesmo vale para os gerentes: eles já não são mais os únicos com informações e capacidade para tomar decisões. Se tornam os facilitadores para o desempenho de seu grupo. Há uma verdadeira mudança no papel desses líderes, mas não é por isso que são desvalorizados. A partir de agora, eles são responsáveis por ativar as alavancas que permitirão que suas equipes realizem suas operações corretamente, com base nas informações que irão receber diretamente.

Os fabricantes que não digitalizarem suas operações industriais nos próximos cinco anos sofrerão uma situação peculiar, podendo perder para seus concorrentes negócios e também agilidade e tempo de resposta. Essas abordagens modernas são muito mais eficientes, e é isso que as torna tão valiosas. Aqueles que não mergulharem e começarem essa transformação nos próximos anos perderão completamente seu lugar.

Já estamos observando indústrias que poderiam ser consideradas artesanais, como as de luxo, mas até mesmo esse segmento está investindo pesado porque também enfrenta o mesmo problema de personalização, expectativas de perfeição e demandas adicionais dos consumidores finais.

Os métodos clássicos artesanais já não proporcionam as economias de escala desejadas, de forma que quem não mergulhar nesse processo irá ter, no mínimo, um crescimento limitado, podendo até encontrar-se em grande perigo devido à falta de agilidade em relação à concorrência.

Adotar a Transformação Digital é a maneira de estar no caminho certo para lidar com a concorrência vinda de outros mercados internacionais, como a Ásia, por exemplo. As empresas precisam adotar tecnologias capazes de integrar a engenharia e a execução dos produtos. É importante saber criar uma conexão próxima entre a linha de produção e o estúdio de design, mas, acima de tudo, ter uma integração total de processos em uma única plataforma que estimule positivamente a experiência dos clientes.

A Transformação Digital das operações de fabricação pode ser comparada a um renascimento impulsionado pela indústria porque coloca essas mesmas operações no centro dos negócios, dando aos atores do sistema um papel com maior valor agregado. Os clientes finais poderão definir os produtos que desejam, disponibilizados em tempo recorde para uso em um ambiente que eles próprios definiram. A satisfação, de maneira geral, deve crescer e as importantes experiências serão aprimoradas a cada interação.

As organizações que atenderem bem os clientes serão capazes de manter uma posição competitiva no mercado utilizando um modelo com padrões extremamente altos. Elas poderão avançar ainda mais –e com maior rapidez–, oferecendo maior qualidade a preços competitivos. Serão capazes, ainda, de preservar sua margem e lucratividade, mantendo a capacidade de atender imediatamente o mercado em constante evolução.

A Transformação Digital é um renascimento industrial intenso. Não fique de fora dessa onda, mas obtenha uma compreensão de como o mundo digital permitirá a modernização de sua empresa para obter maior eficiência em todos os níveis, inclusive nas operações industriais.

Atualmente, falamos sobre a força de trabalho do futuro quando nos referimos a todas as equipes que poderão tomar decisões e agir rapidamente, graças aos novos sistemas disponíveis para serem implementados na fábrica do futuro. O papel dos executivos de sucesso no renascimento industrial é o de prestar assistência, educar e melhorar o conhecimento da equipe. A quarta revolução industrial já chegou e o Brasil não pode perder novas oportunidades.

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Gartner anuncia Hype Cycle para ambiente digital e identifica tecnologias que serão destaque nos próximos 2 a 5 anos

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento imparcial em tecnologia, afirma que o reconhecimento de discurso vai atingir a fase ‘Platô da Produtividade’ nos próximos dois anos e seis outras tecnologias irão alcançar a adoção ‘Mainstream’ nos próximos dois a cinco anos, de acordo com o Gartner Hype Cycle 2018 para ambientes digitais de trabalho.

“Os efeitos do reconhecimento de discurso podem ser vistos diariamente. Consumidores e trabalhadores têm interagido cada vez mais com aplicações sem ao menos tocar no teclado”, diz Matthew Cain, Vice-Presidente e Analista Destacado do Gartner. “Aplicações speech-to-text se proliferaram devido à adoção de chatbots e de Assistentes Pessoais Virtuais (VPAs) por empresas, e a utilização, por consumidores, de dispositivos com interações envolvendo discursos, incluindo smartphones, consoles de jogos e, especificamente, VPA speakers.”

O Hype Cycle identifica 40 principais tecnologias e descreve como elas irão impactar o desempenho dos negócios no ambiente digital durante os próximos dez anos. “O Hype Cycle classifica as tecnologias emergentes que descrevem como iremos trabalhar, as ferramentas a serem utilizadas, as habilidades a serem desenvolvidas, os lugares onde vamos trabalhar e a cultura que iremos criar”, afirma Cain.

Gartner Hype Cycle para o Ambiente Digital de Trabalho, 2018

Dois a cinco anos para adoção ‘Mainstream’

Chatbots e Assistentes Virtuais (VAs) representam a implementação de valor agregado ao reconhecimento do discurso. VAs utilizam Inteligência Artificial (IA) e Aprendizado de Máquina (ML) para auxiliar pessoas ou automatizar tarefas. Escutam e observam comportamentos, constroem e mantêm modelos de dados, preveem e recomendam ações.

“Cada vez mais, estímulos de comportamento e eventos irão aprimorar os assistentes virtuais”, afirma Van Baker, Vice-Presidente de Pesquisa do Gartner. “Líderes de desenvolvimento de aplicativos precisam antecipar que há uma proliferação uma vez que mais e mais pessoas e negócios estão mudando para interfaces conversacionais de usuários. Modelos que ainda não iniciaram a implementação de IA para interagir com clientes e colaboradores deveriam começar agora, já que consumidores e funcionários esperam por interfaces conversacionais disponíveis para lidar com questões referentes a help desk e serviços ao consumidor.”

Chatbots devem exibir grande crescimento nos próximos anos. Embora menos de 4% das organizações já tenham implementado interfaces conversacionais (incluindo chatbots), 38% das empresas consultadas planejam implementar ou experimentar ativamente tecnologias, de acordo com Pesquisa Gartner CIO 2018.
Apesar de os serviços aos consumidores serem os que mais utilizam chatbots, essas tecnologias provavelmente serão implementadas em outras áreas da organização. Quando chatbots forem usados como aplicações de interfaces, os modelos de trabalho vão mudar de “o usuário tendo que aprender a interface” para “o chatbot aprendendo o que o usuário deseja”. Isso irá estimular grandemente a integração, treinamento, produtividade e eficiência dentro do ambiente de trabalho.

No mesmo cenário de tempo, Analytics em Realidade Aumentada e Personal Analytics deixam as análises disponíveis para mais colaboradores, permitindo a todos a oportunidade de se tornar um profissional citizen data scientist.

Analytics em Realidade Aumentada utiliza Aprendizado de Máquina (ML) para transformar como os dados são desenvolvidos, consumidos e compartilhados. Líderes de dados e Analytics deveriam abraçar a realidade aumentada como parte de suas estratégias de Transformação Digital para entregar insights mais avançados para uma faixa maior de usuários – incluindo os chamados citizen data scientists e trabalhadores operacionais.

O Gartner prevê que, devido, em grande parte, à automação de tarefas relacionadas à ciência de dados, os profissionais chamados citizen data scientists vão superar os cientistas de dados em termos de volume e produção e análises avançadas. Já o Personal Analytics é a análise de dados relevantes contextualmente para fornecer insights personalizados, predições e/ou recomendações para o benefícios de usuários individuais.

“Personal Analytics é a camada de análises de VPAs que vai atingir a adoção mainstream até 2020”, diz Nick Ingelbrecht, Diretor de Pesquisa do Gartner. “Eles estão enraizados no engajamento de indivíduos com tecnologia e a maneira que geram insights a partir de uma variedade de dados não estruturados, como fotos, interações sociais, aquisições, preferências e indicadores de saúde. Eles podem assumir formas de assistentes pessoais de saúde virtuais, assistentes de consultoria financeira e de compras.”

Este ano, a chamada Citizen Data Science entrou no Hype Cycle. Isso forma a fundação para a próxima geração de Analytics. “Isso irá tornar insights a partir da ciência de dados e Aprendizado de Máquina (ML) mais acessíveis e difundidos na organização”, afirma Carlie Idoine, Diretora de Pesquisa do Gartner. “Centrais que viabilizam a citizen data science são as capacidades de Analytics em realidade aumentada mencionadas”.

O Gartner antecipa que métodos como o Citizen Data Science vão rapidamente se tornar uma parte importante da forma como viabilizamos e escalamos as competências de ciência de dados por toda a organização. O Gartner também estima que mais de 40% das tarefas de ciência de dados serão automatizadas até 2020, resultando em aumento da produtividade e maior uso pelos profissionais chamados citizen data scientists.

A Aprendizagem Adaptativa Baseada em Plataformas ajusta a maneira instrucional como o conteúdo é apresentado para usuários com base em suas repostas ou preferências e são usadas para otimizar a capacidade digital da força de trabalho. A tecnologia passa pela Fase de Desencantamento do Hype Cycle e está a caminho de alcançar o Platô da Produtividade nos próximos dois a cinco anos.

“Aprendizagem adaptativa baseada em plataformas oferece uma importante maneira de suportar e complementar o ambiente de aprendizado no trabalho, mas é difícil para implementar”, destaca Glenda Morgan, Diretora de Pesquisa do Gartner. “CIOs deveriam aproximar projetos de aprendizagem adaptativa à medida que o redesenho em larga escala curricular vai sendo realizado. Para esse fim, eles deveriam buscar identificar talentos, encontrar maneiras para incentivar métodos de capacitação e se certificar de que profissionais estão amplamente dentro desses projetos.”

Mais detalhes e análises estão disponíveis para clientes Gartner no relatório Hype Cycle for the Digital Workplace, 2018. O Gartner também apresentará mais pesquisas sobre o ambiente digital durante o Gartner Symposium/ITxpo 2018, em São Paulo. Interessados podem entrar em contato com o Gartner pelos telefones (11) 5632-3109, 0800 774 1440, pelo e-mail: brasil.inscricoes@gartner.com ou via site: www.gartner.com/br/symposium.

Bcredi faz parceria com Conta Azul para oferta de crédito com condição especial

A Bcredi, que oferece crédito com garantia de imóvel de forma rápida e descomplicada em um processo 100% online, fechou uma parceria com a Conta Azul, empresa de tecnologia que oferece uma plataforma na nuvem para gestão de negócios de PMEs. A fintech estará presente na conferência Conta Azul [CON], que ocorre em outubro, em São Paulo, para apresentar aos contadores uma opção mais saudável de crédito, com prazos mais longos e taxas mais vantajosas. Os clientes que fizerem simulação de empréstimo por indicação de um contador terão isenção na cobrança da taxa de avaliação do imóvel.

A isenção valerá para todos os clientes indicados pelos contadores que participarem da conferência. O controle será feito por vouchers que serão disponibilizados pela Bcredi aos profissionais. A avaliação do imóvel é a única taxa cobrada no processo de contratação do crédito com garantia e varia de R$ 570,00 a R$ 750,00, dependendo da localização e do tipo do imóvel, além do valor do crédito solicitado.

“A conferência da Conta Azul é uma excelente oportunidade de apresentarmos nossa solução aos contadores e explicar os diferenciais que fazem do crédito com garantia de imóvel a melhor opção para saúde financeira dos clientes, sejam eles pessoa física ou jurídica”, afirma Ana Victória Guarinello, gerente de marketing da Bcredi. Os pequenos e médios empresários representam 70% da carteira da fintech.

A modalidade de crédito oferecida pela empresa possibilita ao cliente contratar até 50% do valor do seu imóvel em crédito para utilizar como quiser com prazo de até 15 anos. Tendo o imóvel como garantia de pagamento, as taxas deste crédito são mais baixas e vantajosas se comparadas a outras alternativas (variam de 1,14% a 1,80% ao mês). A Bcredi ainda descomplica o processo e emite o contrato em até dez dias úteis, prazo bem abaixo da média de dois a três meses praticada pelo mercado para essa modalidade de crédito.

A Conta Azul [CON] discutirá tendências de tecnologia, inovação, serviços financeiros e o futuro da contabilidade. A conferência ocorre nos dias 16 e 17 de outubro no WTC Golden Hall (Av. das Nações Unidas, 12551 – Brooklin Novo – São Paulo – SP).

GFT contrata Fernanda Rodrigues como nova diretora de RH

A GFT, empresa referência em tecnologias exponenciais para transformação digital e projetos ágeis, fortalece o seu time de RH com a nova diretora Fernanda Rodrigues. A profissional, com mais de dez anos de experiência consolidada no mercado de TI e mais de 20 anos na área de RH, será responsável pelos segmentos de Talent Aquisition, Talent Management e HR Operations tanto para Brasil quanto Costa Rica.

Para Marco Santos, managing director da GFT Latam, a contratação de Fernanda Rodrigues, fará com que as áreas de negócio e RH ampliem os seus canais de diálogo, criando entregas estratégicas e eficientes em todas áreas de atuação. “A Fernanda conta com uma sólida experiência na área de RH e no mercado de TI. Estamos muito felizes em contar com a expertise da profissional para trazer novos talentos com experiência em tecnologias exponenciais e manter a nossa equipe motivada”, analisa o executivo.

A nova diretora conta com passagem pelas empresas Stefanini, Cognizant, DTS e Ecolab, onde foi responsável pela área de RH para toda a América Latina. “Chego com o desafio de atuar em um mercado dinâmico, com um público que busca e vibra por novidades. Em um ambiente competitivo como é o mercado de TI, precisamos fazer com que a GFT seja uma empresa cada vez mais desejada pelas pessoas que trabalham na área”, afirma Fernanda.

A profissional também ajudará no desenvolvimento de novos projetos e na estruturação dos que já estão em andamento. Também terá um diálogo constante com a Comunicação e integração para alinhamento com o RH Global da empresa alemã, pensando em novas iniciativas e soluções sob a perspectiva de scale learning e do futuro do trabalho.

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Cada vez mais, o exemplo vem de cima

Por Santiago Ayerza, Presidente da Thomson Reuters Brasil

“Empresa X é denunciada por atividade ilegal deflagrada pela Operação YZ, da Polícia Federal”. Esta é uma manchete que provavelmente você leu algumas vezes nos últimos anos. Investigações sobre roubo, corrupção, lavagem de dinheiro, financiamento de terrorismo e equivalentes ganham força no Brasil e no mundo. Por aqui, ação mais conhecida é a Operação Lava Jato, mas é importante observar que apenas em 2018 já foram realizadas quase 30 operações da Polícia Federal com foco no combate a estes crimes, praticados por empresas ou governos.

Um dos efeitos mais visíveis deste cenário na iniciativa privada é a atenção dada ao compliance, quase uma palavra da moda entre as grandes corporações. Uma irregularidade digna de investigação pode ser originada desde coisas grandes, como o movimento suspeito de grandes quantias, até coisas pequenas, como um e-mail com informações internas enviado por um funcionário para um endereço externo. O compliance atua para evitar isso e promover uma política de boas práticas que garanta a conformidade das atividades de uma empresa.

É um tema sensível, complexo e que ainda não tem sua devida importância reconhecida por toda a comunidade empresarial, apesar do crescimento de sua exposição. Em muitos casos, fica relegado a um profissional do RH, do Financeiro ou do Jurídico de uma empresa, que acumula essa função e a exerce de maneira secundária. Não é o cenário ideal. Mas por onde começar?

O mais importante, em um primeiro momento, é a transmissão da mensagem. As pessoas que compõem uma empresa precisam ter claro o quão importante é que cada um tome cuidados e medidas para tornar o seu trabalho mais seguro. Tudo isso, obviamente, regrado por um Código de Conduta claro e objetivo, que permita a todos os colaboradores, de todos os níveis, entenderem quais são as regras, por que elas existem e que tipo de problema pode ser causado pelo não cumprimento das mesmas, tanto para a companhia quanto para o profissional em questão.

Enquanto maior interessada em um ambiente de conformidade, é responsabilidade da empresa promover ações e iniciativas de propagação das mensagens do compliance. Na Thomson Reuters, para além dos tradicionais conteúdos impressos, trabalhamos também com opções criativas como a gamificação, por onde buscamos alcançar públicos de faixas etárias diferentes e garantir a entrega da mensagem proposta ao público final. Dentro da realidade de cada companhia, diversos outros caminhos podem ser explorados, desde a Inteligência Artificial até dinâmicas de grupos.

Voltando ao papel das lideranças, não terá sucesso uma política de compliance na qual os colaboradores não observam na direção o comportamento pedido por eles. É o conceito famoso em compliance o “Tone at The top”, ou o exemplo vem de cima, em tradução livre. A liderança ocupa clara posição de destaque na política de compliance. Portanto, deve promover comportamentos a serem “imitados” pelos seus subordinados.

O compliance é um trabalho de todos, todos os dias, e isso implica que um gerente que cobra de seu funcionário cuidado com os e-mails que envia, não comente dados confidenciais da empresa com estranhos. Toda regra determinada pela política de compliance de uma empresa cabe também a você, não importando a função que exerce ou a posição que ocupa. Isto é algo que precisa estar sempre muito claro.

Sabemos que são muitos os detalhes a serem observados e, por isso, o uso da tecnologia deve ser sempre considerado. Pensando na realidade de cada empresa, companhias como a Thomson Reuters desenvolvem soluções que combinam tecnologia, conteúdo e expertise humana, que resultam em ferramentas adequadas para demandas dos diferentes setores de atividade e tamanhos de companhia. São softwares intuitivos e extensos bancos de dados trabalhando dia e noite para que nenhuma informação importante fuja do controle daqueles que precisam tomar as decisões.

Uma vez o conceito do compliance estabelecido, a palavra-chave é a coerência. O que você faz deve ter um sentido claro e apresentável. Como em um bom conselho de mãe, se estiver pensando em fazer algo que terá dificuldade em explicar depois, não faça. Os profissionais que atuam provendo o compliance da empresa precisam ainda contar com apoio das lideranças, independência e autonomia para observar processos, apontar desvios e indicar caminhos.

A busca é sempre pelo 100%, ainda que inalcançável. Os meios de se cometer irregularidades vão se refinando e evoluindo com o tempo. Conforme os meios de comunicação se modernizam, fica cada vez mais difícil identificar potenciais relacionamentos perigosos entre elementos de dentro e fora de uma empresa. O que exige do compliance o constante trabalho de estudo e análise das situações. Contudo, estudos comprovam que o grau de satisfação das pessoas e rendimento do trabalho é maior dentro de organizações com forte cultura ética. A difusão de boas práticas de governança corporativa amplia a coesão do público interno, gerando uma melhoria de produtividade contínua.

O esforço voltado ao compliance compensa. Reforça-se a marca perante ao mercado, previne-se problemas e arranhões à marca e ainda se promove um ambiente de confiança entre líderes e funcionários, que por sua vez impacta em resultados e metas alcançadas. Quando se fala em gestão de risco, estabelecer um padrão é o que irá diferenciar uma marca perante às que não se atentam ao tema ainda.