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Vale a pena criar uma startup hoje? – Por Adriano Meirinho

Existe um momento certo para criar uma startup? Quais pontos devem ser analisados antes de colocar sua ideia em prática?

Em um cenário de crise da política e economia brasileira, será que vale a pena criar uma startup? Quais critérios precisam ser analisados antes de colocar a mão na massa? Como saber se sua ideia vale uma empresa e se terá investimentos? Será que você possui as características necessárias para gerir um negócio?

A força do mercado empreendedor faz muitas pessoas caírem de cara na ideia de começar uma startup sem antes responder essas e outras perguntas que fazem toda a diferença lá para a frente. Para diminuir riscos, vamos falar sobre algumas delas.

O mercado

A ABStartups (Associação Brasileira de Startups), que em 2012 reunia pouco mais de 2,5 mil associadas, hoje conta com mais de 4,2 mil empresas do tipo. No total, o Brasil tem mais de 10 mil startups, movimentando bilhões.

Ou seja, mesmo com a crise, o volume de capital disponível para investimentos e de profissionais dispostos a empreender continua crescendo, ainda que os números sejam baixos comparados a outros países como Estados Unidos e Europa.

A maioria das startups hoje estão concentradas no estado de São Paulo, seguidas por Minas Gerais e Rio de Janeiro. Grande parte delas trabalha no setor de tecnologia, área mais aquecida para esse mercado. Os profissionais atuantes em grande parte das startups também vem de áreas ligadas à tecnologia, como programação, biotecnologia, engenharia, física.

Isso não significa que apenas ideias de startups de tecnologia funcionam, nem que você precisa ser do setor para conseguir abrir o seu negócio. Significa que profissionais dessas áreas estão mais habituados à um ambiente de desenvolvimento contínuo, rápido, crescendo exponencialmente com custos baixos, trabalhando em ambientes de incerteza, criando e lançando produtos frequentemente. Em relação a investimentos, há diversas Venture Capital que ainda entendem o Brasil como um bom país para investimento de risco, e de uns 6 anos para cá, o ecossistema realmente cresceu, se profissionalizou e criou oportunidades mais tangíveis para criar uma startup.

Sua ideia

Antes de criar uma startup a partir de sua ideia de negócio, é essencial avaliar se você estará realmente resolvendo um problema que existe no mercado e que interesse o público. Procure saber como está o cenário do setor em que irá trabalhar, como concorrentes estão fazendo esse serviço ou oferecendo o produto.

Outras questões que devem ser respondidas são: quais são os benefícios do meu produto ou serviço acima da concorrência? Qual público se beneficiaria do meu trabalho e por quê? Investidores teriam interesse em qual característica específica do meu serviço ou produto? Qual o tamanho do meu mercado? O que seria preciso para construir um mínimo produto viável como teste? Precisarei de parceiros para começar esse negócio? Como os investidores podem lucrar (ter um exit de sucesso) com a minha ideia? Como posso criar um modelo de negócios em que eu tenha crescimentos exponenciais com custos baixos?

Determinando essas respostas, já será possível fazer um escopo dos próximos passos para desenvolver sua ideia e encontrar um capital de risco que se interesse pelo que você tem à oferecer.

Suas características

Aqui está o principal ponto de criar uma startup: seu potencial como gestor de um negócio. Vale a pena abrir uma empresa desde que você tenha espírito de mão na massa, saiba ouvir, tenha resiliência, esteja aberto para aprender cada vez mais e criar bons relacionamentos.

Se sua postura for de impulsionar seu negócio para a frente, sem estagnar em ideias que não dão certo e buscando investir sempre na melhoria do potencial de sua startup, poucos obstáculos serão grandes demais.

Adriano Meirinho é CMO e co-fundador do Celcoin, aplicativo de serviços financeiros que transforma o celular em maquineta serviços. Executivo de Marketing com MBA em Administração de Negócios do Varejo pela FIA-USP e certificação em Practitioner em Programação Neurolinguística (PNL), Meirinho acumula experiência de mais de 18 anos em marketing e propaganda, com passagens em importantes empresas, como Oppa e Catho On-line, onde recebeu seis prêmios Top Of The Mind de 2006 a 2012 e três prêmios Ibest, nos anos de 2002 e 2004.

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Magazine Luiza entra em lista de empresas mais inovadoras da América Latina da Fast Company

O Magazine Luiza entrou na lista de empresas mais inovadoras da América Latina, elencada pela revista americana Fast Company. A varejista é a única da lista que não é uma empresa nativa digital, comprovando o sucesso da empresa em se digitalizar.

Ao lado do Magazine Luiza na lista estão apenas outras quatro empresas brasileiras. Dentre elas, a 99 e a Nubank. “Ficamos felizes por sermos reconhecidos por uma publicação que é referência no mercado de tecnologia”, afirma Frederico Trajano, CEO do Magazine Luiza. “Mostra que uma empresa brasileira pode ser protagonista no universo digital e que a inovação não é monopólio do Vale do Silício.”

DNA de inovação

O histórico de inovação do Magazine Luiza é grande. Em 1992, ainda sob a tutela de Luiza Helena Trajano, a empresa criou as “lojas eletrônicas”, pontos de venda sem estoque e sem mostruário, nos quais os produtos eram exibidos aos clientes por meios de fitas de vídeo cassete em TVs.

A empresa também foi a primeira a lançar um social commerce, o Magazine Você. A ferramenta começou em redes sociais como o Orkut e hoje é uma plataforma independente que permite que os usuários façam, até, venda porta a porta.

O grande responsável pela virada digital do Magazine Luiza, no entanto, foi o Luizalabs. O laboratório de inovação foi lançado em 2012 e, desde então, é focado em transformar os produtos do Magazine Luiza.

Hoje, o Magazine Luiza oferece uma experiência digital de venda em seus pontos físicos não só nas capitais, mas também nas lojas dos rincões do Norte e Nordeste.

Grande parte da estratégia do Magazine Luiza está na internet. Hoje, um terço do faturamento da companhia vem das vendas online e as operações são completamente integradas.

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O que acontece quando você clica em “comprar”?

Comprar com um simples clique e receber em casa é um hábito cada vez mais comum no Brasil. De acordo com a pesquisa Webshoppers realizada anualmente pela consultoria Ebit, em 2016, quase ¼ dos brasileiros fizeram compras online, um aumento de 22% em relação ao ano anterior. Mas você já parou para pensar em toda a tecnologia que envolve os processos de aquisição de um produto pela internet? A Infracommerce, empresa líder em full service para e-commerce da América Latina, desvenda esse mistério.

Tudo começa antes mesmo de você decidir que procura por um produto. Com base em dados e análises, a equipe de marketing atua para gerar o desejo de compra no cliente. Com ferramentas como cupons, promoções e conteúdo personalizado, as marcas oferecem diversos benefícios para tornar a compra mais atrativa. “São inúmeras as estratégias que levam um cliente até realizar o pedido e, além de descontos, as empresas investem em ferramentas como e-mail marketing e banners em sites, reforçando o desejo e influenciando a aquisição do produto”, Luiz Pavão, diretor geral da Infracommerce.

Uma vez que o cliente acessa a loja, ele deverá encontrar um ambiente de fácil navegação, com boas fotos e o máximo de dados e conteúdos sobre o produto. O Pavão explica que é muito comum acontecer desistências por falta de informações. Todo esse processo é analisado pela equipe de TI responsável pelo site, que conta até mesmo o número de cliques necessários para concluir a transação.

Após a escolha do produto, o próximo passo é o pagamento, que deve oferecer um ambiente prático e seguro. “Quando o e-commerce chegou ao Brasil, havia um enorme receio em realizar compras pela internet. Hoje em dia, quase dez anos depois, contamos com tecnologia de ponta para garantir a segurança dos clientes durante todo o processo. O uso do cartão de crédito pode ser feito sem nenhuma preocupação, de maneira rápida e com o pagamento aprovado quase instantaneamente”, aponta Pavão.

Quando o pedido é aprovado, é dado início ao processo de separação dos produtos, armazenados em um galpão. Esse estoque precisa ser controlado, organizado e gerido. Cada item recebido passa por um processo de identificação e inclusão no sistema para posterior armazenamento em seu setor específico. Controlados por códigos de barras, os produtos são localizados com mais facilidade e rapidez.

Depois da separação, é realizada uma segunda conferência, feita também através do código de barras, para checar se aquele é mesmo o produto solicitado pelo cliente. A nota fiscal então é emitida, impressa e incluída na embalagem. Esse passo é muito importante, pois alguns produtos requerem embalagens especiais com proteção contra impacto, por exemplo, ou ainda podem ser personalizadas.

Por fim, a compra é enviada – pode ser pelos Correios ou transportadora. Ao receber o pedido e não havendo solicitação de troca, o processo é finalizado. Caso haja necessidade de troca ou devolução, é feita a logística reversa: o cliente devolve o produto, geralmente pelos correios com um código de postagem emitido pela loja, que, ao receber e conferir a remessa, procede para o envio de um novo produto, devolução do valor ou emissão de um vale-compras.

Por ser uma empresa de full service em e-commerce, a Infracommerce realiza a operação e gestão de todos os processos necessários para o funcionamento de uma loja online. A empresa é responsável pelo e-commerce de mais de 50 marcas como Ambev, Ray Ban, Havaianas, Mont Blanc e Unilever.

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ABES apoia o Smart City Expo Curitiba 2018

A Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES) apoia o Smart City Expo Curitiba 2018, maior evento de cidades inteligentes do mundo, que acontecerá em Curitiba, no Expo Renault Barigüi, nos dias 28 de fevereiro e 1º de março. A entrada para a área de exposição será gratuita, e associados da ABES terão 20% de desconto na inscrição para o congresso.

Realizada em sedes itinerantes ao redor do mundo, a Smart City Expo chega pela primeira vez no Brasil, com a expectativa de receber 5 mil pessoas nos dois dias de agenda. O evento traz especialistas internacionais em urbanismo, arquitetura e agentes públicos que promoveram transformações em cidades pelo mundo. Para o Congresso, serão 18 palestrantes internacionais e 36 brasileiros para debater temas como Tecnologias Disruptivas, Governança, Inovação Digital e Cidades Sustentáveis do Futuro.

Entre os principais palestrantes convidados estão: o arquiteto e engenheiro Carlos Ratti, diretor do Senseable City Lab do MIT, Jorge Perez Jaramillo, ex-planejador-chefe entre 2012 e 2015 da cidade de Medellín, na Colômbia (referência em transformações urbanas), Frans-Antom Vermast, consultor de estratégias de planejamento urbano do Amsterdam Smart City, Tia Kansara, fundadora da Kansara Hackney, consultoria internacional que desenvolve soluções para problemas urbanos, Pedro Vidal, Gerente do Programa Santiago Smart City, Chile, Agustín Suárez, diretor geral de Gestão Digital da cidade de Buenos Aires, Argentina e Carolina Pozo, ex-secretária geral de Planejamento, Inovação e Governo aberto para a cidade de Quito, no Equador.

O evento tem a chancela da FIRA Barcelona Internacional – consórcio público formado pela Prefeitura de Barcelona, Governo da Catalunha e Câmara de Comércio de Barcelona, e conta com organização do iCities, apoio estratégico do World Trade Center Business Club e participação oficial da Prefeitura de Curitiba como anfitriã. O Smart City Expo World Congress já ocorre anualmente em outras cidades ao redor do mundo como Kyoto (Japão), Montreal (Canadá), Puebla (México), Casablanca (Marrocos), Istambul (Turquia), Bogotá (Colômbia) e recentemente em Buenos Aires (Argentina).

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CQ1 Lab: aceleradora busca startups de RH

A CQ1 Lab, aceleradora para HRTechs, com tecnologias para o mercado de Gestão do Capital Humano, está em busca de startups para serem aceleradas. As inscrições podem ser feitas a qualquer momento no portal http://wwww.cq1lab.com.br/ .

As candidatas passarão por uma análise que verificará o nível de maturidade do negócio, o estágio de desenvolvimento do produto/solução, aplicabilidade ao mercado, entre outros. Todas as fases buscam garantir que a ideia da acelerada esteja alinhada aos critérios da CQ1 Lab. Vale lembrar que a aceleradora não descarta a possibilidade de investimentos financeiros diretos nas aceleradas.

A Conquest One, consultoria brasileira especialista em Staffing de TI, anunciou a criação da CQ1 Lab no início de fevereiro, e como time de mentores principal, as startups contarão com a experiência de 21 anos dos empreendedores e cofundadores da Companhia, Antonio Loureiro e Marcelo Vianna, além da expertise em finanças do investidor-anjo Rafael Brunacci, que possui experiência em mentoria, acompanhamento das startups, modelagem financeira, e desenvolvimento dos MVPs (Minimum Viable Product – Produto Mínimo Viável).

A aceleradora está instalada em um ambiente voltado à inovação na sede da própria Conquest One, e do qual todas as startups poderão aproveitar. “Queremos compartilhar da nossa experiência e ajudar empreendedores a transformarem suas startups em negócios de sucesso. Além disso, também temos um DNA de empreendedores e conhecemos profundamente o processo de desenvolvimento de uma ideia de negócio, bem como do seu ciclo evolutivo.” analisa Antonio Loureiro.

Aceleração corporativa

Não serão apenas as startups que se beneficiarão da CQ1 Lab. O time de mentores aproveitará todo o ecossistema criado, para alavancar a inovação em empresas já estruturadas.

O foco desse sistema será o de impulsionar negócios inovadores e diferentes ideias dentro de estruturas convencionais, as quais geralmente sufocam novas possibilidades.

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As empresas estão preparadas para os robôs?

Por Solemar Andrade, VP Executivo da Plusoft

Manter a eficiência dos processos operacionais internos (backoffice) nas empresas é um dos grandes desafios para os gestores. Longe da visão dos clientes, esse setor é muito importante por garantir a operacionalidade dos negócios, cuidando dos detalhes que envolvem, por exemplo, a venda, o acionamento de estoque e a logística para a entrega do produto. Procedimentos mal realizados afetam de maneira significativa os resultados e geram prejuízos financeiros e, principalmente, de imagem.

Diante do recente processo de migração para a Indústria 4.0, a chegada do Robotic Process Automation (RPA) é uma importante ferramenta de apoio às organizações que diariamente devem produzir em grande escala e garantir excelência nos processos internos. Atualmente, estamos vivendo a quarta revolução industrial e os robôs são os novos responsáveis por disponibilizarem, de maneira assertiva, recursos operacionais ágeis e que proporcionam melhorias administrativas, produção e, principalmente, uma redução de até 40% nos custos processuais que ocorriam com retrabalhos ou perda de prazos. Parte da mão de obra, que antes era utilizada para funções repetitivas e chatas, foi redirecionada para tarefas estratégicas, valorizando ainda mais o intelecto profissional.

A pesquisa Projeto Indústria 2027, que avalia os impactos de inovações como Internet das Coisas (IoT) e Inteligência Artificial (IA) na competitividade do produto nacional, revela que 21,8% das indústrias brasileiras projetam ter sua produtividade totalmente digitalizada nos próximos dez anos. O resultado é muito significativo para o Brasil porque, atualmente, apenas 1,6% das empresas avaliadas afirma estar no processo de migração para a Indústria 4.0.

A implementação do RPA é uma estratégia relevante no processo de modernização industrial. Seja no modelo de serviço em Nuvem ou pela gestão na própria infraestrutura das empresas, os robôs oferecem agilidade nas tarefas internas, proporcionado por um modelo de trabalho ininterrupto (24×7) e com interação a diferentes sistemas em uma infraestrutura de TI. A solução traz excelência no cumprimento dos contratos de qualidade que possuem prazo de atendimento preestabelecido (Acordos de SLA – Service Level Agreement), o que significa a transferência de futuros investimentos para ações estratégicas.

Quanto à preocupação dos CIOs em relação aos investimentos para a implementação da plataforma de automação com robôs, o ROI (Retorno sobre Investimento) é uma quebra de paradigma, porque oferece um retorno em curto prazo, de três a sete meses. Antes, quando surgiam novos contratos de clientes e serviços, os gestores de TI sofriam com o aumento de gastos que deveriam realizar para se adaptarem às novas exigências de demandas. Hoje, os robôs têm a capacidade de se adaptarem ao surgimento de novas tarefas, além da possibilidade de se integrarem a novas tecnologias e situações organizacionais diferentes que surgem no ambiente das atividades diárias. Ou seja, a demanda cresce, mas prazos e custos não.

Atualmente, os ambientes de TI organizacionais possuem diversos componentes e sistemas, envolvendo conectividade, virtualização e segurança. Os robôs integram as informações entre as diferentes soluções, tornando o fluxo de comunicação centralizado, dinâmico e sem falhas.

Desde 2016, há um crescimento de aproximadamente dois terços em relação aos anos anteriores na aquisição da tecnologia de robôs no backoffice das corporações brasileiras. A expectativa é que 2018 seja o ano dos robôs. Por isso, é necessário que os gestores de TI não paguem para ver o que acontece e saibam agir com rapidez para se manterem competitivos em um mercado que exige cada vez mais que as empresas sejam organizadas, sem falhas e com excelência.

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Redução de custos: como identificar e avaliar gastos excessivos nas empresas

O conhecimento sobre gestão nem sempre é fácil de ser assimilado e tanto os mais experientes quanto os novatos no empreendedorismo podem cometer deslizes. Os números não deixam mentir que, em partes, os iniciantes estão sim mais suscetíveis a fechar às portas das empresas: um terço deles encerram suas atividades num período de dois anos, segundo o estudo Sobrevivência das Empresas no Brasil, realizado pelo Sebrae em parceria com a Fundação Getúlio Vargas. Mas, exemplos não faltam de que, mesmo aquelas mais sólidas no mercado estão vulneráveis às instabilidades do mau gerenciamento.

As crises econômicas, embora algumas vezes usadas como desculpa para esse processo, podem ser interpretadas, também, como uma oportunidade de se atentar aos erros e procurar soluções criativas para driblar as dificuldades. “Há uma infinidade de itens que podem ser melhorados antes de chegar às pessoas que, uma vez desligadas, podem prejudicar a eficiência, qualidade e, consequentemente, a rentabilidade esperada”, pondera Fernando Macedo, CEO da Expense Reduction Analysts (ERA Brasil). O consultor elencou cinco situações de redução de custos das empresas e uma boa solução para implementar no negócio.

1. Energia elétrica – É um dos gargalos permanentes e, desde que orientado corretamente, pode ser facilmente reduzido. Comece, por exemplo, observando a potência das lâmpadas e troque por modelos mais econômicos, como as de LED. Já as salas com iluminação natural, embora sejam boas para poupar energia, tendem a elevar a temperatura do ambiente devido à incidência dos raios solares, forçando o uso do ar condicionado. “A solução, nesse caso, pode ser a instalação de cortinas blackouts, películas de redução de luz, dentre outros. Já o maquinário antigo também figura na lista dos vilões do custo e podem ser eventualmente substituídos por equipamentos mais evoluídos tecnologicamente”, diz.

2. Hora Extra – A hora extra também é sinônimo de custo elevado para as empresas, então, fique atento se não vale a pena realizar contratações ao invés de desembolsar esse valor, principalmente se o trabalho estiver comprometido com a qualidade final. O segredo é se organizar e checar se a demanda excessiva é apenas uma flutuação de trabalho corriqueiro ou é um alerta da necessidade de um novo colaborador.

3. Frota própria – Analise se é realmente necessário ter uma frota própria, pois os custos que envolvem os transportes são também elevados: motoristas, impostos, seguro e manutenção, por exemplo. “Uma sugestão pode ser o investimento na terceirização desse serviço ou, uma vez não sendo vantajosa tal substituição, é recomendável rever e fiscalizar a forma de uso, evitando, portanto, abusos e uso dos veículos para fins pessoais”, comenta o CEO.

4. Estoque – Sobre esse tópico, é importante destacar, dentre outros, dois pontos: o primeiro é sobre o mix de produtos e, o segundo, sobre o tempo de permanência. Fique de olho nos produtos de maior saída e avalie se vale a pena manter uma grande variedade de opções à disposição ou se é melhor focar em poucos com maior saída, pois isso impacta o capital por não gerar receita ao negócio. Já sobre o aspecto da permanência, vale atentar-se sobre o tempo de rotação do estoque, ou seja, quanto tempo determinado produto está demorando em ser vendido. É preciso ter em mente que estoque é investimento e demanda um custo, seja de conservação, no ou armazenamento. O prazo de saída é responsável direto pelo lucro dessa venda.

5. Redução de perdas – “Esse item é muito mais sensível no varejo e é imprescindível para o negócio, pois é fonte de esgotamento de lucro”, avalia Fernando. É essencial manter o ponto de venda no varejo bem estruturado de forma a prevenir o máximo essas perdas, seja por meio dos equipamentos de conservação e processos de reposição, por exemplo. Embora mais comum nesse segmento, o setor industrial também está suscetível as perdas.

6. Conscientizar colaboradores – É muito importante, por fim, conscientizar a equipe e estimular a redução de custos entre todos. “Já existem empresas que desenvolvem campanhas de incentivo aos colaboradores com boas ideias, pois são eles quem estão inseridos no negócio diuturnamente”, conclui Macedo.

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Oxigênio Aceleradora dá início ao 5º ciclo de aceleração

A Oxigênio Aceleradora deu início ao 5º Ciclo de Aceleração essa semana. Seis startups, entre as mais de mil inscritas, foram selecionadas para participar desse programa.

Como nos quatro primeiros ciclos, cada startup escolhida receberá um investimento direto de US$50 mil para o desenvolvimento de seu negócio, além de U$100 mil em investimentos indiretos, em forma de benefícios e recursos para os empreendedores. Durante a fase inicial, os empreendedores passam por sessões de mentoria, palestras e workshops com executivos da Porto Seguro, além de outros profissionais renomados do mercado.

A fase seguinte pode levar as startups à sede da Plug and Play Tech Center, aceleradora localizada no Vale do Silício nos Estados Unidos.

Desde o início das operações, em 2015, a Oxigênio já recebeu mais de 5 mil inscrições para seus programas de aceleração. Das 24 aceleradas do 1º ao 4º ciclo, 54 projetos já foram trabalhados entre as empresas e a Porto Seguro.

Conheça abaixo as startups participantes do 5º ciclo de aceleração:

Byke Station (http://www.bykestation.com.br) – Estações 24 horas de auto-serviço para ciclistas, com ferramentas, equipamentos para manutenção e vending machines para compra de suprimentos como câmaras de ar, isotônicos e suplementos.

Cliente Agente (http://www.clienteagente.com.br/) – Plataforma de recomendação de clientes para corretores de seguros, que premia os clientes pelas indicações, gerando receita e aumentando a fidelização para os corretores.

Gamific (http://gamific.com.br/) – Solução de gamificação para gestão e incentivo de equipes comerciais, gerando maior engajamento e maiores resultados em vendas.

Qual Farmácia (www.qualfarmacia.com.br/) – Marketplace que permite às farmácias impulsionarem suas vendas no meio digital e, ao consumidor encontrar e comprar produtos com comodidade e economia.

Retina (retinatec.com.br/) – Sistema inteligente de monitoramento, reconhecimento e recuperação de veículos roubados, mesmo sem rastreador, utilizando visão computacional.

uCondo (http://ucondo.com.br/) – Solução que permite comunicar, gerenciar e organizar as atividades diárias do condomínio com segurança, apoiando moradores, síndicos, porteiros e administradores.

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Livro destaca características de liderança feminina

No próximo dia 08 de março, a Livraria Cultura, em São Paulo, será palco do lançamento do livro “Mulher Alfa”, publicado pela Editora Letramento. Escrito por Cristiana Xavier de Brito, executiva de relações institucionais e sustentabilidade, o livro apresenta, sob a ótica da autora, as experiências de dez mulheres que, ao longo de suas vidas, não se importaram com muitas ideias preconcebidas e se tornaram líderes em suas áreas de atuação.

Com mais de 30 anos de experiência profissional, com passagens por cargos de direção em grandes empresas multinacionais, Cristiana lembra a experiência vivida durante a formação de uma rede de mulheres na empresa em que trabalha despertou nela a necessidade de compartilhá-la com outros públicos. “Com essa iniciativa eu percebi o quanto os exemplos de liderança podem ajudar às outras mulheres, em especial as que estão começando a carreira. Por isso, achei que era o momento de compartilhar o conhecimento que adquiri na minha trajetória como líder e na construção desta rede”, conta.

O livro começa com uma reflexão sobre a evolução do protagonismo feminino, avaliando as conquistas feitas até aqui, e também o quanto ainda falta. “Um estudo feito pelo Instituto Ethos com as 500 maiores empresas brasileiras mostras que a presença feminina no quadro executivo e nos conselhos de administração é de apenas 13,6% e 11% respectivamente”, reforça, lembrando que são as mulheres alfa que estão mudando este quadro.

Para comprovar isso, mais do que sua própria experiência, Cristiana acreditou que era importante apresentar outras trajetórias que levassem ao mesmo destino: mostrar que as mulheres têm características de liderança diferentes dos homens, mas que são complementares e devem ser genuínas. “Estas experiências podem servir de inspiração para a adoção de novos modelos de gestão, que sejam mais holísticos e abrangentes, incluindo características femininas de liderança. É preciso encorajar as mulheres a assumirem posições de liderança e chamar a atenção dos homens para estes novos modelos”, afirma.

Quem é a Mulher Alfa

Cristiana explica que o que as mulheres entrevistadas por ela têm em comum pode se resumir a três palavras: coragem, resiliência e empatia. São mulheres que sonham e realizam seus sonhos, inspirando aos que estão em sua volta com seus propósitos de vida. Mas ela lembra que a Mulher Alfa vai além disso, e pode ser identificada por características como: assertividade, generosidade, dedicação, decisão, sociabilidade, confiança, ambição, coerência, empatia, afeto, vulnerabilidade, flexibilidade, curiosidade, respeito, coragem, confiabilidade, ética e criatividade.

Todas estas características podem ser encontradas, em maior ou menor grau, nas mulheres que Cristiana escolheu para compartilhar suas experiências:

Ana Couto, CEO da Ana Couto Branding;
Ana Fontes, da Rede Mulher Empreendedora;
Ana Michaelis, artista plástica;
Cristina Palmaka, presidente da SAP Brasil;
Gisela Pinheiro, vice-presidente da BASF para a América do Sul;
Mara Gabrilli, deputada federal;
Marcia Rocha, empresária, advogada e fundadora da Transempregos;
Patrícia Santos, fundadora da Empregueafro;
Teka Vendramini, produtora rural;
Valéria Scarance, promotora de Justiça.

“Elas foram escolhidas porque são mulheres comuns, mas com características de liderança muito claras. São pessoas que admiro por sua coragem, autenticidade, força e singularidade”, ressalta Cristiana. Além disso, são mulheres que, com ética e determinação, conquistaram seus espaços e continuam abrindo caminhos para outras pessoas. “São pessoas em que o sucesso vai muito além das suas próprias conquistas. Meu desejo é que estas mulheres sirvam de exemplo para futuras gerações que exigem e precisam de diversidade para transformar o mundo em um lugar melhor para todos”, defende.

Essa inspiração deve vir dos aprendizados trazidos pelo livro para a autora e que, ela espera, sejam absorvidos também pelos leitores. Isso vai desde entender as características comuns destas mulheres até se certificar de que ainda há muito a construir para que se tenha ambientes mais diversos e com oportunidades para todos.

“Ainda existe uma cegueira por parte da maioria das mulheres que não se enxergam como líderes, e também de muitos homens, que não as veem como líderes potenciais. Quero fazer deste livro uma lanterna que ilumine o caminho da coragem e do diálogo para a transformação de uma sociedade mais equilibrada e justa para todos”, defende.

Serviço

O livro “Mulheres Alfa – Liderança que Inspira”, editora Letramento, será lançado no próximo dia 08 de março, na Livraria Cultura, em São Paulo, a partir das 18h.

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Nova ferramenta de atendimento da Ticket Log traz mais agilidade para melhorar a experiência do cliente

A Ticket Log, marca de gestão de frotas e soluções de mobilidade da Edenred Brasil, está lançando, em parceria com a IBM, uma assistente virtual para o atendimento de oficinas e postos de combustíveis credenciados. Com intuito de trazer mais agilidade e aprimorar o atendimento pelo imediatismo e riqueza de detalhes nos contatos, a Edenred Virtual Assistant (EVA) agora é responsável pelas interações com a rede através do Chat Online do Rede Log, sistema dedicado para seus mais de 36 mil estabelecimentos comerciais parceiros em todo o País.

“Essa ferramenta, a EVA, vai expandir a digitalização de nossas interações com todos nossos públicos e melhorar significativamente a experiência do parceiro no relacionamento com a Ticket Log. Estamos investindo em soluções que aproximem e facilitem o acesso às informações”, explica Marcelo Mezzomo, diretor de TI da Ticket Log.

A Edenred Virtual Assistant é baseada na plataforma Watson, da IBM, que faz uma interpretação qualitativa do contato e uma consulta direta às bases de dados da Ticket Log para gerar as respostas, de forma automática e instantânea, minimizando, de modo significativo, a duração dos atendimentos. Dentro do sistema Rede Log, onde a ferramenta está hospedada, se o parceiro precisar do apoio da EVA com alguma informação consegue acioná-la via Chat Online. O retorno é imediato. Caso não consiga solucionar a questão, o atendimento é encaminhado diretamente para a equipe da Ticket Log.

O desenvolvimento do atendimento digitalizado será realizado em etapas. Inicialmente, a EVA está disponível para interações com a rede credenciada, e, aos poucos, será implantada nos demais sistemas, para atender outros públicos: gestores de frotas, usuários dos cartões Ticket Car, Ticket Fleet, Ticket Cargo e mercado como um todo.

A plataforma faz parte do papel da Ticket Log, de estar sempre à frente e de ser protagonista de iniciativas que visam a transformação inteligente, seja através de soluções em mobilidade, seja por inovações que tragam melhores experiências para seus públicos.

EVA

Há dois anos, a Edenred Virtual Assistant (EVA) foi implantada na Ticket, marca pioneira no setor de benefícios de refeição e alimentação também do grupo Edenred, para melhorar o atendimento e a experiência do usuário. O uso da inteligência artificial nas interações trouxe novas habilidades ao chat on-line e alcançou uma eficiência de 79% nas respostas: 32% das questões foram respondidas diretamente e 47% redirecionadas a páginas específicas. Além disso, a EVA registrou mais de 1,5 milhão de acessos e 1,8 milhão de questões respondidas.

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A prática de DevSecOps é tida como crítica por 89% dos líderes de TI no Brasil, aponta pesquisa

A CA Technologies apresentou os resultados da segunda fase de uma pesquisa global com mais de 1,2 mil líderes de TI sobre desenvolvimento de software seguro. Conduzido pela empresa de análise Freeform Dynamics, o novo relatório destaca a influência da cultura de uma organização em sua capacidade de incorporar práticas de segurança às iniciativas de desenvolvimento de software, uma prática e abordagem mais conhecida como DevSecOps.

Entre os resultados da pesquisa, destaca-que 86% dos gestores brasileiros já entendem a importância de não comprometer a qualidade ou a segurança para que o produto chegue logo ao mercado e afirmam que suas companhias já possuem processos consolidados para testar vulnerabilidades de segurança em seus aplicativos. Ainda assim, é necessário um esforço a respeito das novas metodologias e técnicas de desenvolvimento e gestão para garantir a qualidade do software. “Precisamos focar no desenvolvimento da cultura e políticas de proteção aos dados, porque sempre haverá novas ameaças e formas de ataque”, afirma Denyson Machado, VP de Cibersegurança e Gerenciamento de API na CA Technologies para a América Latina.

A importância de integração de práticas de segurança nos estágios iniciais da produção, DevSecOps, é considerada crítica para 89% dos entrevistados. E ainda que não seja incluída nos no início do desenvolvimento do software, a segurança é considerada essencial (59%) ou importante (34%) para profissionais de TI no Brasil, garantindo que a quase totalidade dos respondentes (97%) afirme que suas companhias são eficazes ou muito eficazes em segurança.

Por outro lado, um alarmante: 21% das companhias ainda trocam qualidade da segurança pelo time-to-market. “A pesquisa nos mostra que as empresas sabem que a segurança é um pilar essencial na construção do software, porém é crucial colocar as convicções em prática para que de fato o consumidor e as operações dessas organizações estejam protegidos. Outro ponto a destacar é o perfil das companhias brasileiras entrevistadas, todas grandes e com um nível de maturidade maior que a média do mercado local “, ressalta Denyson.

A decisão sobre a qualidade e segurança dos aplicativos está nas mãos dos profissionais de tecnologia. De acordo com o resultado da pesquisa, as ações de 68% dos CIOs e CTOs e 94% das equipes operacionais geram enorme impacto para segurança dos dados. Enquanto isso, menos da metade (48%) das atitudes de líderes e equipes de áreas jurídicas e de compliance causam o mesmo impacto.

“Buscar a qualidade da segurança é um desafio de todos os níveis das empresas e deve ser algo implantado na cultura de toda Moderna Fábrica de Software. A equipe de TI tem o conhecimento técnico da produção de um software, mas as áreas jurídica, financeira, marketing e vendas devem entender todo impacto negativo que pode ser causado por um software de qualidade indesejável”, completa Denyson.

No mundo

A maioria dos entrevistados confirmou que o desenvolvimento de software apoia o crescimento e a expansão e ajuda as empresas a competir e promover a transformação digital. Porém, os resultados mostram que, como o software se tornou fundamental para o sucesso da empresa na economia digital, as preocupações globais com a segurança aumentaram muito. Na verdade, 74% dos entrevistados concordaram que ameaças de segurança devido a problemas de software e código são uma preocupação crescente.

A maioria (58%) dos respondentes mencionou que a cultura e a falta de habilidades técnicas como obstáculos para incorporar testes e avaliação de segurança nos processos de desenvolvimento de software. Apenas 24% concordaram que a cultura e as práticas da organização apoiaram a colaboração durante o desenvolvimento, as operações e a segurança. Além das limitações culturais, menos de um quarto dos entrevistados concordou que a alta administração sacrificaria o tempo para chegar ao mercado para avaliar e reparar as vulnerabilidades de segurança do software.

O relatório apresenta as características do “Mestres de Segurança de Software” (34% dos entrevistados), que são as organizações capazes de integrar a segurança em seus ciclos de vida de desenvolvimento de software. Isso inclui a realização de testes iniciais e contínuos nos aplicativos para verificar vulnerabilidades de segurança, além de incluir a prática de DevSecOps.

Quando comparados ao restante, os Mestres de Segurança de Software apresentam as seguintes características:

– Aumento de 50% nos lucros;

– Aumento de 40% na receita;
– Estão 2,6 vezes mais propensos a realizar testes de segurança para acompanhar as frequentes atualizações de aplicativos, e

– Estão 2,5 vezes mais propensos a superar seus concorrentes.

“As organizações chamadas de Mestres da Segurança de Software são a esperança na economia digital atual. Elas não só ilustram e representam a mentalidade cultural necessária para se adaptar e prosperar no mercado dinâmico atual, como também estão influenciando mudanças na indústria ao moldar o local de trabalho do futuro”, conclui Ayman Sayed, presidente e CPO da CA Technologies.

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BCG abre processo para contratação de talentos

Quem deseja uma carreira promissora em uma das mais importantes empresas de consultoria estratégica do mundo tem a oportunidade de participar em março do processo seletivo de recrutamento de novos associates, estagiários e summer interns do The Boston Consulting Group (BCG). Líder mundial em estratégia de negócios e que ocupa o quarto lugar entre as melhores consultorias para trabalhar da revista Fortune, o BCG oferece oportunidades como associates para formandos em 2018 e formados em 2017, 2016, ou anos anteriores. Já as vagas de estágio são destinadas a formandos de 2019 e de summer interns para formandos de 2020. Podem ser inscrever estudantes de qualquer curso ou universidade.

Em março, profissionais do BCG estarão em nove cidades, incluindo São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Curitiba, para realizar a primeira etapa do processo seletivo. Nas cidades com dinâmica presencial, os participantes terão a oportunidade de assistir a palestra de líderes do BCG e, na sequência, realizarão um teste de resolução de problema e um estudo de caso. Com dez questões em inglês, o teste de resolução de problemas deve ser respondido em até 20 minutos e o estudo de caso (dez questões em inglês), em até 25 minutos. Para as cidades do Norte e Nordeste, o processo seletivo será virtual.

Ingressar no BCG é uma ótima oportunidade de carreira para jovens que desejam atuar em uma das quatro melhores consultorias para trabalhar no mundo, segundo a revista Fortune. “No BCG, o estagiário ou o associate serão desafiados diariamente a confrontar problemas reais da agenda do CEO, e pensar na transformação de negócios para algumas das maiores empresas brasileiras. É uma experiência fantástica!”, afirma Dan Reicher, diretor do BCG responsável pelo recrutamento de estagiários e recém-formados.

Presente no Brasil há 20 anos, o BCG promove carreira acelerada e flexível, permite mobilidade internacional e patrocínio de MBA nas melhores escolas do mundo (Harvard, Stanford, Wharton, Chicago Booth, Kellogg, Michigan Ross, London Business School, Insead, entre outras). Para participar, o candidato deve se cadastrar pelo site: https://www.bcg.com/pt-br/careers/events/default.aspx. As inscrições podem ser feitas até a data do evento.

Horário e Local dos Eventos:

– 09/03/2017, às 17h30 · UFMG, Belo Horizonte, Auditório Principal da Escola de Engenharia
– 12/03/2017, às 19h · ITA, São José dos Campos, Auditório B – Sala de Mecânica
– 19/03/2017, às 19h · UFSCAR, São Carlos – Auditório Fernão S. Rodrigues Germano no ICMC
– 20/03/2017, às 11h30 · POLI, São Paulo, Auditório Central
– 20/03/2017, às 17h30 · FEA-USP, São Paulo, Auditório Safra
– 21/03/2017, às 18h · Unicamp, Campinas, Auditório BBCL
– 21/03/2017, às 18h · Norte e Nordeste – Evento Virtual
– 22/03/2017, às 19h · FGV-SP, São Paulo – FGV Sala 804 (somente alunos ou ex-alunos)
– 22/03/2017, às 18h · UFSC, Florianópolis – Auditório da Engenharia da Produção
– 22/03/2017, às 19h30 · UFRGS, Porto Alegre – Auditório Nascente do Prédio Centenário da Escola de Engenharia
– 22/03/2017, às 11h30 · UFRJ, Rio de Janeiro – Auditório G-122
– 22/03/2017, às 19h · IME, Rio de Janeiro – Sala 3001
– 23/03/2017, às 19h30 · UFPR, Curitiba – Auditório de ADM da UFPR
– 23/03/2017, às 16h · PUC-Rio, Rio de Janeiro
– 23/03/2017, às 10h · COPPEAD, Rio de Janeiro – Sala 214 – 2º andar
– 27/03/2017, às 19h · Rio de Janeiro – Auditório – Edifício Argentina
– 28/03/2017, às 18h30 · INSPER, São Paulo – BCG – São Paulo Office

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Flex adquire startup especializada em Bots Cognitivos

Buscando ganhar ainda mais expertise em seus serviços, com foco nas novas demandas dos consumidores por diversos canais digitais de comunicação, a Flex Relacionamentos Inteligentes, uma das maiores empresas de gestão de relacionamento do país, que oferece soluções completas para atender as necessidades de interação empresa–cliente, com plataformas multicanais e alta tecnologia, adquiriu a iopeople, startup paulistana especializada em Bots Cognitivos.

“Tão dificil quanto empreender, foi buscar parceiros que estivessem alinhados aos nossos objetivos de negócio. Encontramos na Flex um ambiente ideal, com uma equipe motivada, focada na experiência dos clientes e alinhada a uma estratégia agressiva de aplicar inovações nas operações da empresa”, afirma o empreendedor Ricardo Mimura, fundador da iopeople.

Utilizando as mais avançadas tecnologias de inteligência artificial e sistemas cognitivos, a iopeople trabalha no desenvolvimento dos peoplebots, assistentes virtuais que ajudam a resolver tarefas repetitivas do dia a dia. No relacionamento entre empresas e consumidores, os bots agilizam o processo, realizando tarefas e solucionando problemas de forma prática, simples e efetiva, 24 horas por dia. Com isso, as marcas aumentam sua capacidade de entrega e ainda reduzem custos.

“A Flex já oferece o serviço de ChatBots, mas com essa aquisição, além de acelerarmos a startup, também ganhamos conhecimento. Ou seja, agora teremos ainda mais expertise para aprimorar a integração e usabilidade da tecnologia”, comenta Kleber Bonadia, diretor de Tecnologia e Inovação da Flex Relacionamentos Inteligentes.

Os peoplebots realizam atendimento de forma automática tanto por texto, quanto por voz, e também podem ser customizados de acordo com a necessidade de cada cliente. A tecnologia de inteligência artificial ainda disponibiliza integração omnichannel, reconhecimento facial, análise de sentimentos e aprendizado automático. “Outro benefício é que não requer instalação, já que a tecnologia utiliza ferramentas de comunicação que já estão presentes na rotina das pessoas, como Facebook, Messenger, Telegram e Whatsapp”, explica Mimura.

“Já temos clientes utilizando os ChatBots e tendo um retorno positivo. Agora, estamos em fase de expansão da tecnologia, escalando os algoritmos para outras verticais e ampliando a gama de clientes atendidos”, finaliza Bonadia.

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Gartner e T-Systems divulgam estudo sobre plataformas IoT

O Gartner e a T-Systems, provedora alemã com amplo portfólio de soluções digitais e serviços de TI, acabam de divulgar um estudo chamado “Key Considerations for Your IoT Ecosystem”. De acordo com a análise feita pelas duas companhias, o segmento de IoT deve continuar em franco crescimento, tornando crucial para as empresas a escolha da plataforma a ser utilizada para suportar novas aplicações.

Consideradas “o backbone” da internet das coisas, as plataformas representam um novo segmento de mercado, ainda em surgimento. O estudo define as plataformas IoT como soluções de software capazes de gerenciar tecnicamente dados IoT. “Este mercado deve crescer consideravelmente nos próximos anos, por conta das funcionalidades e destas plataformas trazerem ainda mais valor para vários processos de negócios”, diz a análise.

Diante deste contexto, um questionamento que deve ganhar força junto com o crescimento deste mercado é: como uma empresa deve definir que uma determinada plataforma é a ideal para seu negócio? De acordo com o estudo, a escolha da plataforma deve star alinhada à estratégia de IoT da empresa e seu modelo de negócios. Esta definição pode vir de um estudo sobre os problemas que a empresa quer resolver e uma priorização dos serviços a serem implementados.

De todo modo, e independentemente de suas demandas, o estudo aponta que todas as empresas vão precisar de plataformas que garantam flexibilidade e a expansão de seus desenvolvimentos. Neste cenário, a melhor escolha seria uma plataforma baseada em um ecossistema de múltiplos provedores e soluções combinados em um espaço simples de usar.

Nesse sentido, o estudo aponta três funcionalidades essenciais a uma boa plataforma IoT:

– Suporte a aplicações – para a customização de soluções IoT;

– Consolidação de dados e armazenamento – para capturar e armazenar dados e gerar insights;

– Gerenciamento de conectividade – para conectar automaticamente sistemas, redes e equipamentos.

Por conta disso, o estudo aponta como prioritário desenvolvimento de novos serviços IoT para plataformas IoT. Para atender a estas demandas, os líderes de TI corporativos devem:

– Desenhar e desenvolver plataformas IoT que sejam extensíveis e abertas para uso de serviços IoT externos;

– Implementar modelos de precificação que garantam rápido retorno a partir de uma plataforma IoT padronizada;

– Buscar o desenvolvimento de novos serviços IoT como bibliotecas analíticas, monetização de dados, ferramentas de governança e segurança avançada, que fortaleçam sua plataforma.

“A T-Systems acredita em ecossistemas abertos para acelerar todo o mercado de IoT. Ao mesmo tempo, queremos atuar como enablers, para que nossos clientes construam suas soluções baseadas em produtos IoT fornecidos com a maior conveniência possível”, afirma Ideval Munhoz, presidente da T-Systems Brasil.

Veja a íntegra do estudo.

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Buscando dinheiro para sua startup? Dicas para negociar um bom investimento

O Brasil conta com mais de 4.200 startups afiliadas à Associação Brasileira de Startups (ABStartups) e esse número cresce todo dia. As startups se tornaram cada vez mais atrativas principalmente para jovens criativos que possuem o sonho de empreender ou criar um novo negócio. Gerenciá-las pode ser um desafio, mas quando o negócio começa a dar certo, é comum que grandes empresas demonstrem interesse de investimento ou compra total da startup.

Somente entre julho de 2016 a julho de 2017 o número de contratos entre grandes empresas e startups aumentou 194% no Brasil, segundo dados do 100 Open Startups – se comparado com o mesmo período do ano anterior – mostrando o potencial deste mercado.

De acordo com Pedro Schaffa, advogado especialista em startups e PMEs e sócio fundador da SBAC, receber a oferta de um grande player pode ser o sonho de muitos empreendedores, porém, é preciso ficar de olho em diversos pequenos fatores para evitar que o valor da sua empresa seja reduzido numa negociação de compra ou investimento e que o investimento afunde seu negócio.

“A falta de conhecimento do dia a dia de uma empresa é um dos principais problemas que as startups enfrentam tanto no início da operação como no decorrer do seu funcionamento. Muitas vezes os empreendedores sabem muito do lado comercial e técnico, mas pouco do lado administrativo e burocrático de uma empresa”, explica, “isso pode fazer com que boas ideias sejam prejudicadas por má administração e o valor do negócio seja diminuído consideravelmente no momento de uma avaliação da empresa”.

O especialista dá dicas essenciais para startups que pretendem começar a negociar investimentos:

1. Recebi uma oferta e agora?

A proposta de receber um investimento pode ser irresistível para os empreendedores, mas é preciso analisar todas as possibilidades antes de fechar o negócio para que o sonho não acabe virando pesadelo. “Ao receber uma oferta, o empreendedor iniciante muitas vezes não imagina todos os aspectos jurídicos e burocráticos que precisa analisar. Ter uma consultoria jurídica especializada pode ajudar a evitar erros de principiante. Investimentos em startups são muito diferentes de investimentos em empresas normais, pois muitas vezes o objetivo final de uma startup é usar o dinheiro para aumentar o próprio valor de mercado, visando uma venda futura, e não gerar capital para ser distribuído futuramente o lucro para os sócios. Nesta hora, contar com especialistas é essencial para entender a proposta que está na mesa, chegar em um preço que favoreça ambas as partes, e, até mesmo, rebater possíveis pontos que não atendam às necessidades do empreendedor e, principalmente, da startup”, explica Schaffa.

2. E o que pode diminuir o valor da venda?

O famoso valuation, ou valor de mercado da empresa, pode ser calculado de diversas maneiras diferentes, principalmente para empresas em estágio inicial, quando o que se está comprando é muito mais o potencial da startup do que seu momento atual. No entanto, há alguns pontos que sempre serão levados em conta no momento da avaliação.

“Quando trabalhamos pelo investidor ou comprador, há cinco coisas que sempre olhamos: o passivo trabalhista, o passivo tributário, os contratos com os clientes, as questões relacionadas à propriedade intelectual e a organização societária”, afirma. Às vezes, para ser rápido e economizar no momento inicial da empresa, os empreendedores contratam seus funcionários de maneira errada, pagam seus impostos a menor ou esquecem de firmar contratos com os seus clientes. Tudo isso terá reflexos no valuation da startup e, com certeza, diminuirá seu valor no momento do investimento, às vezes, essa diminuição é maior do que a economia que o empreendedor achou que estava tendo.

3. E Quais são minhas obrigações?

Os empreendedores precisam ficar atentos às novas obrigações que terão na empresa após o investimento. É comum, por exemplo, o investidor exigir cláusulas que impedirão o empreendedor de sair da empresa por um certo tempo, de aumentar o próprio salário ou de abrir qualquer outro negócio que concorra com a startup. Além disso, é certeza que os investidores terão poderes de veto em algumas decisões da sociedade como tomada de empréstimo, aumento de gastos ou mudanças de sócios e funcionários chave.

De acordo com Schaffa, “muitas vezes, após receber um investimento, o empreendedor acaba se sentindo funcionário da própria empresa e fica frustrado ao perceber que o investimento custou sua liberdade”.

4. E o que eu nunca devo fazer numa negociação?

É muito comum que os empreendedores façam loucura no momento de receber o investimento. No entanto, é importante que a pessoa tenha uma visão global do investimento e consiga projetar no futuro quais os impactos da entrada de capital.

Contratos de investimento que contenham a não-diluição do investidor em rodadas futuras de investimento, que supervalorizam o valor atual da empresa ou que prevejam direitos exagerados para o investidor farão com que sua empresa tenha dificuldade em arrumar outros investimentos no futuro. Além disso, o empreendedor nunca deve garantir o investimento com os seus bens pessoais.

A função de um especialista neste momento, é verificar quais as cláusulas do contrato de investimento dificultarão a vida da startup e do empreendedor nos meses seguintes. “Muitas vezes, é melhor ficar sem o dinheiro do que vender a própria alma”, conclui Schaffa.

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Renata Ambrosini chega ao iFood como coordenadora de recrutamento para Tecnologia

Formada em Psicologia, Renata Ambrosini chega ao iFood, maior foodtech da América Latina, para assumir o desafio de atrair os melhores talentos para Tecnologia. A área deve dobrar de tamanho neste ano. Com experiência de 10 anos no setor, ela teve passagem por consultorias especializadas como Hays, Talenses e foi sócia da Yoctoo por mais de dois anos.

“É muito interessante e motivador fazer parte deste momento do iFood. A missão é de transformar a área de Tecnologia, contratando os melhores profissionais de tecnologia de todo o Brasil. Temos desafios incríveis de uma empresa que inova todos os dias e a real oportunidade de impactar diretamente a vida de mais de cinco milhões de pessoas que usam o aplicativo”, explica Renata.

Todas as vagas do iFood podem ser acessadas pelo site institucional ou pela página da empresa no LinkedIn. Confira algumas das cerca de 50 vagas abertas para o time de Tecnologia:

Analista de Salesforce Junior e Pleno
Desenvolvedor Android Sênior
Desenvolvedor iOS Sênior
Desenvolvedor Backend Pleno
Desenvolvedor Backend Sênior
Desenvolvedor Fullstack Sênior
Data Scientist
Data Infrastructure Engineer
Security Specialist
Senior Big Data Analyst
Big Data Engineer
Especialista Sysadmin
Product Manager
Product Designer
Visual Designer Sênior
Na empresa, o profissional tem a liberdade de criar e ter ideias que podem ter grande impacto no negócio, por isso, é sempre estimulado a empreender, trabalhar com transparência, além de ser colaborativo. O iFood valoriza a diversidade e está em busca de todos os ingredientes que se complementam e fortalecem a cultura e os valores.

A empresa brasileira, com seis anos de mercado, acaba de ganhar dois prêmios Great Place To Work e é uma das mais bem avaliadas na plataforma Love Mondays. Com mais de 650 colaboradores no Brasil e cerca de 200 entre México, Colômbia e Argentina. A empresa vem registrando um crescimento médio de 120% ao ano, mantém essa cultura de startup e não para de contratar.

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Linx encerra o ano com crescimento de dois dígitos em um ambiente de negócios mais positivo

A Linx, empresa líder em software de gestão para o varejo fechou o quarto trimestre de 2017 com receita operacional bruta de R$ 182,1 milhões. Apesar do IGPM acumulado negativo ao longo do período, a receita operacional líquida da companhia foi de R$ 157,4 milhões, atingindo um crescimento de 19,3% comparado ao quarto trimestre do ano passado.

A receita operacional bruta é fruto da combinação da receita recorrente e de serviços. No 4T17, a receita recorrente atingiu R$ 147,6 milhões, com crescimento de 16,8% sobre o 4T16, e equivalente a 81% da receita bruta. O EBITDA ajustado atingiu R$ 39,3 milhões no 4T17, um aumento de 16,9% em comparação aos R$ 33,6 milhões do 4T16. Em comparação ao 3T17, o EBITDA ajustado foi 7,6% maior. A margem EBITDA ajustada do 4T17 foi de 25,0%. O lucro líquido ajustado no trimestre foi de R$ 158,95 milhões no 4T17.

“Neste trimestre percebemos um ambiente de negócios mais positivo nas diferentes verticais do varejo que atuamos, contribuindo para manter o crescimento da Companhia, apesar do IGPM acumulado negativo ao longo do período. O cross-sell ainda segue como principal driver de crescimento orgânico, com destaque para as ofertas de meios de pagamento e NFC-e que aumentaram sua penetração na base de clientes”, destaca Pedro Moreira, CFO e Diretor de Relações com Investidores da Linx.

Resultados 2017

A receita operacional bruta da Linx chegou a R$ 656,1 milhões no ano passado, o que correspondeu a um aumento de 15,5% em relação a 2016. A receita operacional líquida do período foi de R$ 571,6 milhões, um aumento de 15,6% na comparação com 2016.

Já o EBITDA ajustado no ano foi de R$ 143,5 milhões, o que correspondeu a uma alta de 13,4% sobre 2016.

Entre os segmentos do varejo que continuam apresentando oportunidades crescentes de expansão do negócio, estão os de Food Service, Farmácias e Postos de Combustíveis. Já o tradicional segmento de Moda e o de Concessionárias vêm apresentando um crescimento mais conservador.

Adicionalmente, contribuíram para esse crescimento, as diversas novas iniciativas que a Linx tem desenvolvido relacionadas à recém-criada área de Novos Mercados e ao Omnichannel. São exemplos disso a operação de Inteligência do Varejo, que está em fase piloto em duas relevantes indústrias multinacionais de bens de consumo e a solução de OMS (Order Management System), que já está em operação em dois importantes varejistas nacionais.

Aquisição da Percycle

No último dia 21 de dezembro, a Linx anunciou a aquisição da Percycle, que opera a plataforma líder em mídia online nativa, unindo lojistas, marcas e consumidores. Ela permite que a indústria anuncie dentro dos principais sites de e-commerce, em diferentes formatos e segmentações, além de possibilitar a maximização do ROI (retorno sobre o investimento) gerado em campanha.

O faturamento bruto da Percycle nos últimos 12 meses foi de R$ 8,0 milhões. Pela Percycle a Linx pagará R$ 13,0 milhões à vista e, adicionalmente, sujeito ao atingimento de metas financeiras e operacionais para os anos de 2018 a 2020, poderá pagar o valor de até R$ 9,7 milhões.

Esta aquisição está alinhada com os objetivos estratégicos da Companhia, expandindo nosso portfólio de soluções que aumentem a rentabilidade dos clientes e melhorem a experiência de compra dos consumidores, além de abrir o mercado de publicidade e reforçar nossa oferta para o e-commerce e a indústria.

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Neoway promove 2ª edição do maior evento de Big Data do Brasil

A Neoway – maior empresa de Inteligência de Mercado e Big Data da América Latina –, vai promover a 2ª edição do Data Driven Business, no Costão do Santinho, Florianópolis, nos dias 8, 9 e 10 de março para mais de 500 dirigentes das maiores empresas do Brasil. Na região, conhecida como o Vale do Silício brasileiro, são esperados 20 palestrantes, entre eles Paula Bellizia, Microsoft; Milton Beck, Linkedin; Aaron Ross, Predictable University; Walter Longo, Unimark; e Gustavo Kuerten, Grupo Gustavo Kuerten.

No DDB18, os participantes vão entender como a análise inteligente de dados se tornou parte viva da estratégia de negócios de qualquer empresa e como é possível simplificar e extrair o melhor das informações, alcançando previsibilidade em ações e resultados.

No primeiro dia do DDB18, haverá uma palestra do Marcel Arins, Head Of Corporate Development, da Neoway, sobre Internacionalização, tendo em vista que a companhia catarinense chegou em 2016 a Nova York, em 2017 em Portugal e tem planos de desembarcar em breve em outros países. Além do Neoway Market Talks, que promoverá conversas com grandes nomes de empresas e grupos líderes em seus segmentos, insights, boas práticas e caminhos para o sucesso.

Também serão apresentados os vencedores da 2ª edição do Neoway Advisor, que acontecerá dia 20 de fevereiro, em São Paulo. O que antes se resumia a um campeonato de cases, agora é uma nova forma de relacionamento entre a Neoway e seus clientes. O Advisor coloca o profissional que atua no dia a dia com as soluções da Neoway, em evidência, premiando os resultados mais incríveis. Os cases serão avaliados e os finalistas selecionados apresentarão o case para uma banca composta por um representante Neoway, jornalista e investidor. Alguns dos clientes Neoway inscritos: Promob, Goedert, Tigre, Solaris, Recovery, Ticket Log, Procuradoria Geral do Estado de SP, BRF, entre outros.

“Ano passado, esperávamos 300 participantes no DDB17 e tivemos a presença de 444. Um enorme sucesso. Ficamos muito contentes com o evento e com o nível dos palestrantes, com informação muito qualificada e nossos clientes e parceiros apresentaram os cases interessantíssimos com o uso do Big Data”, comenta Jaime de Paula, fundador e CEO da Neoway.

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