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Antes de ser uma competição, o mercado empreendedor pode ser uma corrida de revezamento

Por Marcus Rossi

Hoje, nós vivemos em uma era em que todos os mercados são capazes de dialogar de diversas formas, desenvolvendo e consolidando parcerias. Nesta lógica, é muito comum vermos os grandes empreendedores do mercado tradicional em um mesmo grupo, os de tecnologia em um outro grupo e assim por diante. No entanto, é preciso dar mais força para um movimento que já se vê crescendo aos poucos: as comunidades.

O surgimento dessa iniciativa proporciona o crescimento e o desenvolvimento de toda a economia, além de permitir a troca de experiências entre empresários que vivem diferentes realidades. A formação de comunidades é essencial para favorecer o surgimento de novas ideias e até mesmo parcerias, como tem ocorrido entre grandes empresas e startups, por exemplo.

Em uma comunidade, é essencial que estejam públicos de todas as pontas, que vão desde empreendedores, incubadoras, aceleradoras, acadêmicos, associações e representantes do governo, para que haja realmente uma troca de experiências e atribuições. Tudo em prol de um objetivo em comum, a inovação e o crescimento de todos.

Interagir com fontes de conhecimento é outro fator importante dentro desses grupos. No Brasil ainda é muito forte a ideia de medo da concorrência, afinal, se eu estiver compartilhando um contato que é meu com outro empreendedor, posso perder dinheiro ou oportunidades de negócios, certo? Errado! Quanto mais as pontas das minhas redes de contato estiverem interligadas, maiores são as chances de se obter benefícios.

É claro que temos um potencial imenso e o caminho é um só: confiarmos mais no nosso trabalho e nas empresas que levantam a bandeira do empreendedorismo brasileiro. Unir forças é o que pode fazer as organizações irem longe. Antes de ser uma competição, o mercado empreendedor pode ser uma corrida de revezamento: diversas marcas correm juntas em um mesmo sentido e defendendo um mesmo ideal. Pense nisso!

Marcus Rossi, CEO da Summit Hub, empresa que busca revolucionar e impulsionar o ecossistema de startups no Brasil.

Setor de e-commerce precisa se preparar já para nova Lei Geral de Proteção de dados, alerta ABComm

A partir de agosto de 2020, entra em vigor no Brasil a Lei Geral de Proteção de Dados (LGDP), que dispõe sobre a proteção de dados pessoais na Internet. O e-commerce promete ser um dos mercados mais impactados, já que toda sua atuação se baseia na análise de dados sobre o perfil e a jornada do consumidor.

A Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) avalia positivamente a legislação, que traz mais poder aos consumidores quanto a coleta e uso de seus dados pessoais e penaliza as empresas que descumprirem as regras. A entidade inclusive teve participação ativa nas discussões para elaboração da lei. Seu Diretor Jurídico, Márcio Cots, participou como consultor técnico de discussões sobre o assunto no Senado Federal.

“A lei será benéfica para todos, pois traz mais transparência e inibe o uso abusivo e indiscriminado de dados pessoais, aumentando a segurança das operações”, afirma Cots. No entanto, ele pontua que empresas de comércio eletrônico devem, o mais rapidamente possível, adaptar suas práticas segurança, compliance e TI, e também treinar pessoas, modificar processos e adaptar documentos para se adequar à futura legislação”. Recomendamos que se busque uma assessoria jurídica para analisar o que está em desconformidade e o que precisa ser alterado. A lei será aplicada somente no ano que vem há um bom tempo pela frente”, informa ele.

Para entender melhor, conheça os três impactos profundos que a LGDP terá sobre as empresas de comércio eletrônico e que merecem especial atenção:

Coleta e uso só de dados com autorização

A nova legislação impede que dados pessoais sejam coletados ou utilizados sem consentimento do usuário. Para recolher informações usando cookies e outras ferramentas, os serviços de e-commerce precisarão de uma autorização específica por parte dos consumidores. Isso atinge não apenas as empresas que dialogam diretamente com os clientes, mas todas as que, por algum motivo, tiverem acesso aos seus dados pessoais, o que inclui serviços de logística, atendimento eletrônico e muitos outros.

“E essa autorização não funciona como um ‘cheque em branco’. As informações poderão ser usadas apenas para a finalidade com que foram coletadas, nada além”, pontua o advogado. “Hoje, as empresas utilizam dados de navegação para sugerir produtos conforme o perfil de cada usuário, compartilhando inclusive suas bases de dados com outros parceiros sem informar ao consumidor. Com a LGDP, este tipo de prática será vetado”.

Mais poder ao usuário

Outra novidade introduzida pela LGDP é que o titular do dado tem o direito de questionar qualquer serviço de e-commerce sobre quais informações pessoais ele armazena e exigir que as mesmas sejam editadas ou excluídas. Pode exigir ainda a portabilidade dos dados. “Isso também difere do cenário que temos hoje. Políticas de privacidade e sistemas de busca terão de ser remodelados”, afirma o advogado.

Penalidades financeiras

A LGDP pressupõe um incremento considerável na fiscalização das empresas por parte da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), autarquia ligada ao Ministério da Justiça, a fim de evitar o mau uso ou o vazamento de informações pessoais. As penalidades incluem multas que oscilam de 2% do faturamento da empresa até R$ 50 milhões por infração cometida. E não é tudo. “A companhia que insistir em práticas inadequadas pode ter sérios problemas com o ministério público”, informa Cots.

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Seis dicas para trabalhar com a sua família sem brigar

Quando Rubens Augusto, dono do Grupo Patroni, chega a sua empresa, seus filhos já sabem: lá, ele é o Sr. Rubens, o chefe deles. Nada de chamar de pai! Trabalhar com a família não é uma tarefa fácil: exige muito planejamento, pois os conflitos profissionais podem se tornar pessoais. Portanto, é importante estar atento a algumas atitudes para manter os ambientes familiar e de trabalho saudáveis.

Para saber como trabalhar com os parentes sem conflitos, nada melhor do que seguir os conselhos de quem já teve essa experiência. Por isso, selecionamos algumas dicas de diferentes empreendedores com intuito de ajudar as empresas familiares. Confira abaixo!

Na empresa existem funcionários, não parentes

O empreendedor Edson Ramuth, fundador da Emagrecentro, também gosta de ter os filhos por perto. Pai de quatro meninas, sempre incentivou as herdeiras a trabalharem junto com ele na empresa. “Acredito muito no sucesso dos negócios em família, mas, para isso, é preciso saber separar as relações profissionais e pessoais”, afirma o empresário e fundador da Emagrecentro.

Se precisar demitir, demita

Essa pode parecer uma dica difícil, mas Rubens diz que acompanhar o desempenho dos seus funcionários é essencial e os familiares não estão isentos. “É importante não dar tratamento diferenciado para ninguém. Se houver algum conflito, tudo fica no trabalho e no fim de semana estamos bebendo cerveja de novo”, diz o fundador da Patroni.

Em uma ocasião, o empresário chegou a demitir um familiar. “Mesmo assim, o nosso relacionamento continuou normal, porque deixamos bem claro a nossa relação profissional”, afirma. Durante os 35 anos de existência da rede, o empresário já trabalhou com filhos, cunhados e irmãos.

Estabeleça de quem é decisão final

“Na minha empresa, nós discutimos algumas sugestões e depois eu tomo a minha decisão final”, diz Rubens. Segundo o empreendedor, é importante ter alguém reconhecido para “bater o martelo”. Pode parecer que em uma empresa familiar há muito “donos”, porque os filhos acabam ocupando esse papel pela proximidade familiar, mas não é bem assim. É essencial definir as hierarquias na empresa para que não haja conflitos.

Faça da sua relação familiar um diferencial e não um problema

Aluizio de Freitas, diretor da Sigbol, escola de curso de moda, também já trabalhou com seu pai e sua irmã. Para ele, trabalhar em família nem sempre é fácil, mas tem suas vantagens. “O lado bom de trabalhar com os parentes é que você conhece as pessoas e os princípios delas. Além disso, elas têm mais motivo para estar ao seu lado”, afirma.

Trabalhe com uma equipe diversificada

A Ecoville, rede de produtos de limpeza, foi fundada pelos irmãos Leandro e Leonardo Castelo com o apoio do pai. De acordo com eles, uma empresa familiar também precisa se renovar e trazer um olhar de fora para ajudar em seu crescimento. “Temos orgulho de nascermos como uma empresa familiar, mas buscamos deixar nosso ambiente cada vez mais corporativo”, diz Leonardo.

Por isso, os irmãos estão trazendo nomes de pesos do mercado para ocupar “cadeiras” importantes na empresa, como Humberto De Biase, ex-executivo da Lenovo — que é o novo Diretor de Operações e Lineu Bueno, ex-executivo da Bombril — que é o atual Diretor Industrial da franquia. “Somos uma empresa familiar, mas não hesitamos em chamar pessoas de fora que possam nos ajudar a crescer”, diz Leandro.

Crie regras de governança

Bruno e Beatriz Semenzato trabalham com o pai, José Carlos Semenzato, na SMZTO Holding de Franquias, empresa que ele fundou. Bruno é hoje o Diretor Executivo do Grupo e Beatriz é gerente de marketing. A holding é responsável pela expansão de mais de dez marcas de franquias, entre as quais se encontram redes renomadas, como OdontoCompany, Instituto Embelleze, Espaçolaser, entre outras.

Segundo Bruno, é importante separar o que é família do que é empresa. “Independentemente da relação familiar, entendemos que a posição de executivo precisa sim ser conquistada e mantida. Portanto, é essencial estipular metas claras para todos”, diz. Além disso, ele acredita que um dos caminhos para criar um bom ambiente de trabalho é investir em profissionalização e criar regras de governança, trazendo conselheiros externos para tal.

ClickBus anuncia Anderson Borges como CTO

A ClickBus, líder em vendas de passagens rodoviárias online, acaba de anunciar a chegada do novo CTO, Anderson Borges. O executivo chega na ClickBus com a missão de transformar o mercado rodoviário ao impulsionar a migração do offline para o online. “Atualmente, apenas 8% das passagens de ônibus no Brasil são compradas online e existe uma enorme oportunidade para transformar esse mercado, basta comparar com a realidade do mercado aéreo, onde aproximadamente 70% das compras são feitas pela internet. A ClickBus já está liderando essa transformação e meu principal objetivo é garantir que nossa tecnologia impulsione e apoie essa transformação”, afirma o executivo.

A área de tecnologia é formada por mais de 30 profissionais que garantem a estrutura para que passageiros rodoviários consigam realizar a compra da passagem de ônibus pela ClickBus tendo uma experiência sem falhas. Anderson chega em um momento chave para a empresa e para o setor já que este ano, a passagem eletrônica, o e-ticket, será implementada para viagens rodoviárias no Brasil.

Antes de chegar na ClickBus, Anderson trabalhou por mais de cinco anos como CTO na ContaAzul. Formado em Sistema da Informação pela Universidade de Santa Catarina e com curso de extensão no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), o profissional possui quase 15 anos de carreira na área de tecnologia da informação.

Open banking: bancos terão que abrir dados para concorrência

É prevista no escopo da proposta do Banco Central (BC) para o open banking no Brasil a abertura de dados cadastrais e de produtos e serviços adquiridos pelos clientes. Contudo, é necessária que haja sua prévia autorização. O foco está em gerar melhores condições aos consumidores de produtos e serviços financeiros no Brasil. “Ao autorizar o compartilhamento de seus dados – sejam eles sobre investimentos, crédito e seguros -, outros bancos e fintechs têm liberdade para analisar as informações e oferecer taxas e condições melhores”, analisa José Luiz Rodrigues, sócio da JL Rodrigues, Carlos Átila & Consultores Associados. A consultoria acompanha o desenvolvimento regulatório do open banking no país nos últimos anos.

A implementação do open banking é interligada aos projetos já existentes de pagamentos instantâneos, inovações financeiras e a recente edição da lei de proteção de dados. “O posicionamento do BC demonstra preocupação de que a regulação não beneficie apenas os grandes players do mercado e que haja segurança no compartilhamento de dados, que tende a ser mandatório entre as empresas reguladas pelo BC”, esclarece Rodrigues.

Consultas públicas e workshops para debater o tema são previstos para este ano. Já a implantação do open banking, esperada até 2020, deve acontecer em fases distintas. Primeiro haverá a troca de informações de produtos e serviços das instituições e depois de dados cadastrais e serviços de pagamento. Na sequência, se dará o compartilhamento de dados transacionais, como de contas e crédito. Por fim, se dará a troca de outros serviços e dados, como de investimentos. “Ponto importante é como será o ressarcimento entre instituições pelo compartilhamento de dados e pela prestação de serviços”, ressalta o especialista.

Entenda o Open Banking

Conceito que já está em vigor no mercado financeiro europeu, o open banking pressupõe que os dados bancários (cadastrais e transacionais) são dos clientes e não das instituições financeiras, como acontece no Brasil atualmente . Com a autorização do cliente, tais dados poderiam ser acessados por diversas empresas, gerando abertura de mercado e possível redução de taxas, graças ao aumento na concorrência e oferta de produtos e serviços financeiros adequados para os usuários.

A regulação do open banking no Brasil caminha no sentido de padronizar a forma de comunicar tais dados entre empresas via APIs (sigla em inglês para interfaces de programação de aplicativos). “Há instituições financeiras no Brasil que já desenvolveram APIs próprios para atuar no conceito de open banking, amparados pela regulação vigente, para ganhar mercado e oferecer vantagens aos seus usuários, amparados por nossa consultoria”, aponta José Luiz Rodrigues.

iClinic participa da primeira edição do Brazil at Silicon Valley em Stanford

A startup iClinic, líder nacional em soluções em nuvem para clínicas e consultórios médicos, foi convidada para participar da conferência Brazil at Silicon Valley. O evento acontecerá nos dias 8 e 9 de abril, na Universidade de Stanford, é organizado por estudantes brasileiros da instituição e conta com apoio de grandes nomes como o empresário e investidor Jorge Paulo Lemann; Carlos Brito, CEO da Anheuser-Busch InBev; Hugo Barra, VP do Facebook; Eduardo Mufarej, fundador do RenovaBR e sócio da Tarpon Investimentos e Luciano Huck, apresentador de televisão.

A presença da iClinic será comandada pelo fundador e CEO da empresa, Felipe Lourenço, que vai apresentar a empresa na terça-feira (9), das 12h40 até às 13h50 (horário norte-americano). “É uma oportunidade única de apresentar e discutir em altíssimo nível sobre a nossa visão do futuro da saúde e como a tecnologia e a iClinic tem mudado este cenário no Brasil”, explica. “Estar dentre as 10 empresas de tecnologia convidadas a apresentar iniciativas que estão sendo desenvolvidas no Brasil é sem dúvida um grande reconhecimento, fruto de um trabalho sério realizado por um time extremamente talentoso e obcecado pela nossa missão de Descomplicar a Saúde no Brasil com tecnologia”, completa o executivo. A conferência abordará quatro temas: edtech, fintech, govtech e healthtech, este último, onde a iClinic se solidifica como grande expoente.

Líder em seu segmento no Brasil, esta não é a primeira vez que a iClinic é destaque internacional. No ano de sua fundação, a empresa recebeu aporte da Rockstart, uma das principais aceleradoras da Europa e passou um ano fora do Brasil, em viagens entre a Europa e o Vale do Silício desenvolvendo e aprimorando seu negócio. “Após ter estado em vários eventos, este sem dúvida tem um sabor especial. Em 2013, estivemos em Stanford como uma jovem e promissora startup de saúde. Seis anos depois, retornamos como uma da principais referências em saúde digital no País, isso é extremamente gratificante”, pontua o CEO.

Esta é a primeira edição do Brazil at Silicon Valley. O evento será aberto para apenas cerca de 550 convidados entre empresários de alto escalão, empreendedores, investidores, agentes públicos e professores de Stanford. “O evento irá mostrar ao mundo o que há de melhor em termos de empreendedorismo e inovação no Brasil e que temos muita gente boa e competente trabalhando duro para o avanço do nosso País. Para a iClinic é um orgulho fazer parte desse movimento”, finaliza Lourenço.

Brazil at Silicon Valley

Quando: 8 e 9 de abril

Onde: Universidade de Stanford – 450 Serra Mall, Califórnia, Estados Unidos

Mais informações: http://www.brazilatsiliconvalley.com/

Benefícios e desafios de usar nuvens multi-cloud e hibrídas

Pesquisas do Gartner, IDG, e Right scale, em 2018, não deixaram dúvidas de que a adoção da nuvem é cada vez mais predominante. A utilização da nuvem pública, por exemplo, aumentou 92%, segundo o Right Scale. O mesmo estudo mostrou que 51% das empresas têm uma estratégia de nuvem híbrida, combinando nuvens públicas e privadas.

O número de entrevistados que adotam a nuvem privada é de 75%. E, embora os entrevistados na pesquisa tenham executado 40% de suas cargas de trabalho na nuvem pública e 39% na nuvem privada, os clientes corporativos executaram menos cargas de trabalho na nuvem pública, 32% e mais em nuvens privadas, 45%, o que reflete sua preocupação com a segurança de trabalhos mais críticos.

A nuvem é muito mais do que apenas usar uma rede de servidores remotos hospedados na Internet para armazenar, gerenciar e processar dados. Cloud é realmente sobre metodologia, automação, modelos financeiros, abordagens de desenvolvimento de software e muito mais.

Benefícios da nuvem hibrida e da multi-cloud

Estratégias híbridas e com várias nuvens oferecem flexibilidade, escalabilidade e agilidade, fornecendo a liberdade de escolher quando e como implantar cargas de trabalho, sem a complexidade e os atrasos de aquisição e implantação de recursos de infraestrutura e operações.

Os aplicativos podem rodar em uma nuvem pública durante horários de pico. Nuvens híbridas ou multi-cloud também permitem um gerenciamento flexível de dados, governança, conformidade, disponibilidade e durabilidade. Elas eliminam os custos iniciais de capital e evitam o risco de ficar restrito ao fornecedor de infraestrutura. Outro aspect que leva à agilidade são os recursos de autosserviço, que permitem que sejam feitos testes de desenvolvimento e cargas de trabalho, baseadas na cultura DevOps, na nuvem. Outro benefício importante das nuvens públicas é distribuir geograficamente aplicativos e serviços, especialmente à medida que mais aplicativos gravitam para a ponta.

Desafios

A nuvem é um modelo de computação com o qual os serviços de TI são provisionados e gerenciados pela internet, no caso de nuvens públicas; ou por uma infraestrutura privada de TI, no caso da nuvem privada.

Os provedores de nuvem pública tipicamente desenvolvem ferramentas especializadas para monitoramento, orquestração, gestão de custos, seguras e muitas outras funcionalidades que já estão prontas para rodarem melhor com seus serviços.

No entanto, essas ferramentas podem não mapear para outras nuvens. No caso da nuvem hibrida e multi-cloud, estamos misturando várias nuvens, o que aumenta ainda mais a complexidade operacional e de gerenciamento de dados. Políticas e métodos operacionais são diferentes e a agregação de dados em diferentes fronteiras de nuvens dificulta a governança, a análise e a inteligência de negócios. Quando você tem petabytes de dados em uma nuvem, quanto tempo levará para mudar para outra nuvem?

Enquanto as principais empresas de nuvem implementam medidas de segurança que, provavelmente, excedem o que a maioria das empresas privadas pode oferecer, elas apresentam um alvo muito visível, e devemos supor que nada é à prova de erros. A segurança ainda é uma preocupação fundamental para aplicativos críticos, especialmente quando se trata de nuvens públicas.

Mudanças na nuvem em 2019

Embora as migrações e mudança de aplicativos para nuvens continuem em 2019, mais aplicativos serão modernizados para aproveitar os novos recursos de contêineres, sem servidor, FPGAs e outras formas de computação. A concorrência entre os principais provedores de nuvem aumentará, resultando em mais serviços disponíveis para infraestrutura como um serviço, integrações e recursos de código aberto e analíticos. Com a Microsoft executando o GitHub, o código aberto está se tornando modelo para o desenvolvimento de novas tecnologias e os fornecedores de nuvem se tornarão mais abertos às comunidades de desenvolvedores. Nuvens híbridas tornam-se um campo de batalha com o Amazon Outpost fornecendo um rack de servidor local para fornecer a nuvem AWS, e a IBM adquirindo Redhat, para aumentar sua relevância no data center.

Todas essas mudanças exigirão novos conjuntos de habilidades na migração, modernização e gerenciamento de novas implantações de nuvem. Os provedores de nuvem percebem que os clientes precisam de ajuda para migrar e implementar soluções de nuvem, para que tenham parceiros de serviços cuidadosamente qualificados nos quais os clientes possam confiar com suporte ou serviços gerenciados.

A Hitachi Vantara fornece suporte para implementações privadas, híbridas, públicas e multi-cloud com 3 áreas de suporte. Um deles é o Modo Cloud Gate para armazenamento de blocos, arquivos e objetos de Storage.

O HCP, Hitachi Content Platform, permite que os usuários movam dados com segurança para, e entre vários serviços de nuvem e gerenciem melhor os casos de uso, incluindo governança de dados, IoT e Big Data. O relatório Marketscape 2018, da IDC, mostra como o HCP trata da segurança, da nuvem múltipla e do desempenho. Uma das empresas que utilizaram esta plataforma é Rabobank, uma multinacional holandesa de serviços bancários e financeiros. O desafio era dar ferramentas para as equipes de compliance, dando suporte às práticas investigativas de regulamentação dentro do ambiente de trabalho. O resultado foi utilizar o HCP para acessar informações da dados estruturados e não estruturados de comunicação.

88i é aprovada no desafio R3 Corda para Insurtechs

A 88i.com.br, plataforma de serviços digitais para distribuição de seguros, que oferece uma nova experiência na contratação de proteção, seguros e assistências, passou para a próxima fase do desafio R3 Corda para Insurtechs, uma rede global de parceiros que visa desenvolver aplicativos inovadores para finanças e comércio.

A R3 é uma empresa de software blockchain com um amplo ecossistema de mais de 300 membros e parceiros em vários setores, tanto públicos como privados, responsável pela Corda, plataforma blockchain de código aberto, e pela Corda Enterprise, uma versão comercial para empresas.

A 88i foi convidada a participar de um webinar com a equipe técnica da R3, que faz a instrução de como trabalhar em seus projetos. “Eles nos colocam em contato com dois mentores para importantes discussões técnicas e trocas de experiências, visando alavancar o poder do blockchain para lidar com os desafios específicos dos negócios”, explica o CEO da 88i, Rodrigo Ventura.

As apresentações da 2ª rodada serão realizadas em agosto de 2019 e envolvem a apresentação da solução utilizando uma rede Corda, que está sendo desenvolvida pela 88 para o mercado de seguros.

TIM anuncia novo Chairman e CEO

O Conselho de Administração da TIM Brasil, em reunião hoje (3/4), deliberou a nomeação de Nicandro Durante como seu novo presidente e de Pietro Labriola como CEO da companhia. Ambos assumem os cargos a partir desta data, sucedendo, respectivamente, João Cox e Sami Foguel.

Nicandro Durante tem 40 anos de experiência na indústria do tabaco, tendo ocupado diversas funções na British American Tobacco, controladora da empresa brasileira Souza Cruz, até chegar ao cargo de CEO em 2011. Também é conselheiro independente da Reckitt Benckiser, maior produtor mundial de produtos de limpeza, saúde e cuidados pessoais. Nascido em Goiás, o executivo tem cidadania italiana e é graduado em Administração pela PUC-SP.

No Grupo Telecom Italia há 17 anos, Pietro Labriola foi Chief Operating Officer da TIM Brasil entre 2015 e 2018, liderando as áreas de Marketing, Comercial, Customer Relations e Tecnologia da Informação. Desde fevereiro, integra o Conselho de Administração da empresa, cargo que ocupará em conjunto com a posição de CEO, para seguir com a execução do plano estratégico da TIM Brasil. O executivo é italiano, graduado em Administração pela Università degli Studi di Bari e com especialização em Inovação e Tecnologia.

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43% dos recrutadores entrevistam até 10 candidatos para fechar uma vaga

Diante de um cenário competitivo em busca de oportunidades de emprego, fica cada vez mais difícil se destacar. Dados levantados pela Catho com mais de 400 recrutadores reforçam os desafios da área de recrutamento ao fazerem uma seleção. Segundo a pesquisa, 43% dos pesquisados entrevistam entre 6 a 10 candidatos para fechar uma vaga.

Esse número fica mais expressivo ao se observar quantos profissionais se candidatam por vaga e, consequentemente, quantos currículos os recrutadores recebem. Ainda segundo o levantamento, 44% dos entrevistados recebem até 30 currículos, 30% mais de 50 e 16% mais de 100.

Com o objetivo de ajudar recrutadores a encontrarem o “candidato perfeito” de forma mais rápida e assertiva, a Catho traz para o mercado o Busca Certa, disponibilizado inicialmente para candidatos e empresas da Grande São Paulo. O produto tem como diferencial apresentar profissionais testados e pré-avaliados de acordo com seu nível de conhecimento (básico, intermediário e avançado), além de verificar aptidões em excel, inglês, interpretação de texto e raciocínio lógico.

“Diante da tamanha oferta de profissionais no mercado de trabalho e o curto tempo para realizar a seleção, recrutadores possuem uma grande missão a ser cumprida na hora da filtragem pelo candidato ideal. Sendo assim, olham de cara as informações mais nobres do currículo em até 10 segundos para depois realizarem uma análise mais criteriosa dos documentos”, afirma Bianca Machado, gerente da Catho.

De acordo com a pesquisa, os entrevistados apontaram em média quantos currículos analisam antes de escolherem quais candidatos serão entrevistados, reforçando mais uma vez a importância de ferramentas que agilizem o processo seletivo. Segundos os dados: 31% afirmam que checam de 16 a 30 currículos, enquanto 30% de 6 a 15.

Após a análise mais aprofundada é dado o momento de abordar os candidatos e fazer o convite formal para o momento da entrevista. A pesquisa apresenta que nesse momento, 44% convocam de 6 a 10 candidatos, 39% de 11 a 20, enquanto 13% de 11 a 20.

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HubSpot e AWS se unem para oferecer serviços focados em startups

A HubSpot, plataforma líder de CRM, marketing, vendas e atendimento ao cliente, e a Amazon Web Services (AWS) anunciam parceria para ajudar startups em todo o mundo a crescerem melhor. Juntas, as organizações passam a oferecer serviços e benefícios adicionais para os participantes dos programas das empresas voltados para startups: AWS Activate, HubSpot for Startups e Connect. Os programas têm como objetivo a oferta de recursos, treinamento e suporte para as empresas que estão iniciando no mercado e buscam ferramentas de qualidade e melhor custo-benefício.

Atualmente, a HubSpot já fornece aos membros do AWS Activate acesso ao software HubSpot for Startups, que inclui valores especiais no HubSpot Growth Suite, orientação executiva, conteúdo educacional adaptado para esse modelo de negócio e outras vantagens. Com a parceria, a AWS, focada em infraestrutura de serviços de computação em nuvem, passa a fornecer assinaturas e créditos para o programa AWS Activate para as startups participantes do programa Connect e HubSpot for Startups.

No programa Connect, a AWS passa a apoiar a iniciativa co-investindo para criar um ecossistema para os parceiros da HubSpot, com conteúdo adaptado aos desenvolvedores. Os integrantes do Connect também podem aproveitar os serviços da AWS e receber créditos que podem ser aplicados à sua conta.

Segundo Dharmesh Shah, CTO e co-fundador da HubSpot, a missão da empresa é ajudar milhões de organizações a crescerem e a parceria com a AWS ajuda a atender melhor à comunidade de startups nesse sentido. “Sou um defensor de startups desde que a HubSpot foi uma. Estamos orgulhosos de selecionar a AWS como nosso provedor de nuvem para executar nossas áreas de marketing, vendas e Service Hubs e esperamos expandir o uso de seus serviços para beneficiar empresas em crescimento”, explica.

Os interessados em participar do programa das empresas podem se inscrever diretamente no site da empresa:

https://www.hubspot.com/startups/partners/aws?_ga=2.180695655.1996923504.1545229320-926150863.1535028861

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Red Bull Basement Residency abre inscrições para a 5ª edição

Começam nesta quarta-feira (03/04) as inscrições para a residência hacker do Red Bull Basement, que vão até 19 de maio. O programa busca desenvolver projetos que façam uso da tecnologia para a solução de problemas sociais e busca por cinco protótipos que olhem para necessidades como: saneamento, segurança pública, inclusão social, mudanças climáticas, recursos hídricos, educação inclusiva, entre outros temas. O objetivo é incentivar a inovação cidadã, com projetos que tenham consistência, viabilidade e potencial de gerar impacto para a sociedade e seus cidadãos.

Já passaram pela residência projetos como o Pluvi On, um hardware 100% nacional que oferece previsões do tempo acuradas, localizadas e a baixo custo para ajudar a alertar a população em caso de enchentes e deslizamentos, o Le Braile, um equipamento também de custo acessível que realiza a conversão de textos em formatos digitais para braile e o Micro Aerogerador, um sistema capaz de gerar energia elétrica por meio do vento.

Os residentes terão à disposição um makerspace com equipamentos para prototipagem dos projetos, que deverão ser apresentados ao final da residência, além de uma agenda paralela com palestras e workshops sobre diversos temas e um Festival de Tecnologia. A residência será realizada de julho a setembro no Red Bull Station, centro de São Paulo/SP.

Para acompanhar e ajudar no desenvolvimento dos projetos, dando suporte e direcionamento, os residentes contarão com a experiência de cinco mentores de diferentes áreas e com ampla experiência em inovação. São eles: Andrei Speridião – design e tecnologia; Wesley Lee – design e hardware; Pedro Godoy – quick and dirty; Denise Alves Rodrigues – mentoria de bancada; Julio Freitas – design estratégico e Mari Marcilio – comunicação e branding.

Também participarão do processo mentores convidados e um monitor em residência, que auxiliará em questões práticas cotidianas no laboratório maker. Conheça aqui os selecionados do ano passado.

Colaboradores

Pelo segundo ano, a residência contará com um chamado aberto: após a seleção dos projetos, será aberto um chamamento para que outros colaboradores se inscrevam e cooperem para o desenvolvimento dos protótipos escolhidos.

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