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Mercado de tecnologia está aquecido para 2019, aponta estudo

Mesmo com as interferências políticas e econômicas do Brasil nos últimos anos, o mercado da tecnologia não sofreu com fortes impactos negativos, já que as empresas perceberam que a área não era custo extra, mas estratégica para os negócios.

Essa é uma das indicações da Hays, líder mundial em recrutamento, em sua Análise de Tendências & Salários do Brasil 2019. Esta é a oitava edição do mais relevante estudo da consultoria sobre o mercado de trabalho no país, que reuniu a opinião de 2.600 profissionais e mais de 400 empresas de todos os portes e dos principais setores produtivos brasileiros.

Entre os cargos mais demandados, estão os ligados à Data Science, Data Analytics, Desenvolvedores e Engenheiros de Dados, sendo que os perfis que trabalham com Dados e Desenvolvimento foram os mais valorizados no último ano, pois são essenciais para a retomada no mercado e são os responsáveis pela administração de sistemas das companhias.

Para conseguir uma oportunidade na área, os profissionais devem dominar a formação técnica, além da capacidade de traduzir demandas específicas de uma área para o setor de tecnologia, responsável pelas solicitações. A busca por esses perfis ultrapassou um nicho de mercado, e levou companhias do mercado financeiro, seguros, indústria e varejo a também desejarem esses especialistas dentro de suas empresas.

Head de Digital Labs e Gerente de Digital Transformation são as carreiras em alta para 2019. Estas posições são importantes para o desenvolvimento das empresas. Por outro lado, o desafio à vista é recrutar os profissionais para ocupar esses lugares, já que o perfil é novo. Apostar em talentos internos e externos que não ocuparam essa função pode ser uma saída.

Em baixa, estão os cargos ligados à Infraestrutura, que perderam espaço com a tecnologia e exigem, cada vez mais, aumento em produtividade com menos recursos.

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Edge Computing para acelerar os negócios das empresas brasileiras

Por Henrique Cecci, chairman da Conferência Gartner Infraestrutura de TI, Operações & Estratégia de Cloud 2019

Em um mundo cada vez mais conectado e inteligente, encontrar maneiras de se obter respostas ágeis e precisas tem se tornado uma das principais demandas para o sucesso das empresas. Por esse motivo, as iniciativas de negócios digitais têm exigido novas soluções “em tempo real”, que permitam facilitar as ações locais de suas operações. Nesse cenário, Edge Computing surge com amplo destaque, atendendo diretamente as necessidades corporativas por alto poder de computação localizado.

Mas o que é, afinal, Edge Computing? Trata-se da aplicação de soluções que facilitam o processamento de dados diretamente na fonte de geração de dados. No contexto da Internet das Coisas (IoT), por exemplo, as fontes de geração de dados geralmente são “coisas” com sensores ou dispositivos incorporados. Edge Computing, nesse caso, serve como extensão descentralizada para a gestão dos dados gerados, possibilitando a análise local das informações coletadas, conferindo mais agilidade e eficiência à avaliação dos insights.

Com essas oportunidades, é esperado que Edge Computing cresça até mais rápido que as soluções em Nuvem, mudando as estratégias e definições da área de TI. A escalada desse tipo de oferta, aliás, deve ser bastante visível em pouco tempo. Segundo estudos do Gartner, a expectativa é que até 2025, 75% do total de dados criados pelas empresas serão gerenciados por sistemas de Edge Computing – atualmente, apenas 10% das informações são processadas ​​em Data Centers ou sistemas descentralizados.

Diante dessa realidade em ampla transformação é fundamental que os líderes de Infraestrutura e Operações de TI (I&O) procurem entender o mais rápido possível qual é o valor e quais são os riscos associados à adoção de soluções de Edge Computing aos seus negócios.

Afinal de contas, as atuais pesquisas de mercado indicam que as companhias que já embarcaram em uma jornada de negócios digital mais complexa estão rapidamente percebendo que, para atender aos requisitos de infraestrutura de negócios digitais, será necessário adotar uma abordagem mais descentralizada de processamento dos dados. À medida que o volume e a velocidade das informações aumentem, as companhias estão vendo que transmitir todas essas informações para um sistema em Nuvem ou Data Center também está se tornando mais difícil.

Nessas situações, há benefícios em descentralizar o poder de computação, aproximando-o do ponto em que os dados são gerados – em outras palavras, buscando Edge Computing. A implantação rápida de projetos de IoT para os mais diferentes tipos de negócios, consumidores e governo (como cidades inteligentes) está impulsionando o desenvolvimento dessas soluções e acelerando a exigência pelo processamento de ponta, na borda das redes.

Vale salientar que as soluções de Edge Computing podem assumir muitas formas e atender diversas questões. Essas soluções podem ser utilizadas para monitoramento de dispositivos móveis, como um veículo ou smartphone, por exemplo. Ou, ainda, podem ser aplicados em ambientes estáticos – como parte de uma solução de gerenciamento de edifícios, fábricas ou plataformas de petróleo offshore.

Os recursos das soluções de Edge Computing variam de acordo com o tipo de informação a ser gerenciada para a filtragem básica de eventos, indo do processamento de eventos complexos e ao processamento de dados em lote. Um exemplo de sistema de Edge Computing pode ser visto nos dispositivos de vestir (wearables). Esses aparelhos são capazes de analisar localmente informações como frequência cardíaca ou padrões de sono, sem a necessidade frequente de se conectar a um data center ou servidor em Nuvem para emitir suas recomendações. É essa capacidade, de agira rapidamente e com maior precisão, que norteará a adoção de Edge Computing.

Afinal, essas opções podem servir como clusters – ou micro Data Centers – preparados para gerar mais poder de computação local às organizações, acelerando ao processamento e a geração de valor a partir dos dados. Em um veículo, por exemplo, uma solução Edge pode agregar insights locais sobre sinais de trânsito, dispositivos GPS, outros carros, sensores de proximidade e assim por diante, melhorando a experiência dos usuários por processar essas informações localmente para a segurança ou para uma navegação mais ágil.

Mais complexos ainda são os servidores Edge que estão sendo utilizados atualmente nas redes de comunicação móvel de próxima geração (5G). É esperado que os servidores instalados em estações de base de celular 5G consigam hospedar aplicativos e armazenar conteúdo em cache para assinantes locais, sem precisar enviar tráfego por meio de uma rede de backbone congestionada. Em aplicações especialmente complexas, Edge Computing tem o potencial de diminuir o tempo e acelerar a inteligência dos dados.

Por outro lado, tal como acontece com todas as tecnologias em rápida evolução, a avaliação, a implementação e as soluções operacionais de Edge Computing também têm seus riscos – e eles vêm em muitas formas, sobretudo quando o assunto é segurança. Sendo assim, é importante que os líderes de I&O tenham consciência de que a utilização de soluções Edge acaba por aumentar exponencialmente a área de superfície para possíveis ataques.

Outra preocupação é que o custo de implantação e gerenciamento de um ambiente de Edge Computing pode facilmente exceder os benefícios financeiros do projeto. Além disso, os projetos podem se tornar vítimas de seu próprio sucesso – a escalabilidade pode se tornar uma questão séria à medida que novos endpoints de IoT proliferam, tornando a evolução das aplicações de processamento mais caras e complexas.

A computação de ponta tem um enorme potencial para permitir iniciativas digitais apoiadas por IoT, mas os líderes de infraestrutura e operações precisam agir com cuidado. As ofertas devem crescer nos próximos anos, com a expansão da Internet das Coisas e o surgimento de novas ferramentas para análise de dados. O caminho está sendo construído e o que resta para as empresas é entender os limites práticos para avançar ao máximo as suas fronteiras de computação digital.

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Melhortaxa recebe investimento do Goldman Sachs

A Melhortaxa, maior plataforma digital especializada em crédito imobiliário do Brasil, anuncia a aquisição de participação em seu capital pela Holding Finizy, empresa detida pelo Goldman Sachs e controladora da Meilleurtaux.com na Europa – primeira fintech francesa e sócia minoritária da homônima brasileira. Em 2016, o grupo já havia adquirido uma fatia da fintech brasileira, que também tem operação no México, e decidiu aumentar a participação visando expandir sua presença internacional em mercados fora da Europa.

Lançada em 2014, a Melhortaxa se tornou o maior marketplace especializado em crédito imobiliário do Brasil – sua plataforma online totalmente gratuita permite comparar as ofertas das mais importantes instituições financeiras do país. A previsão da empresa é alcançar, em 2019, a marca de R$ 500 milhões em contratos de crédito efetivados no Brasil e mais de USD 20 milhões no México.

“Em 2018, recebemos mais de 23 mil pedidos online de crédito imobiliário. No último trimestre do ano, tivemos mais de R$ 50 milhões em contratos assinados com os nossos parceiros do setor bancário. A expansão da Melhortaxa no Brasil é acelerada e o nosso objetivo é triplicar a operação em 2019. O início recente da operação no México representa mais um passo na estratégia do grupo de se tornar um player regional na América Latina”, afirma Rafael Sasso, cofundador da Melhortaxa.

Nesse cenário de crescimento, a empresa identificou que um novo sócio poderia agregar muito ao negócio. “O Goldman Sachs detectou um grande potencial de crescimento no nosso modelo de negócios por meio de uma de suas investidas na Europa, a francesa Meilleurtaux.com. Já tivemos uma experiência bem-sucedida e essa parceria vai consolidar ainda mais a nossa atuação”, diz Julien Desvergnes, CEO e cofundador.

O executivo prevê um aumento de 250% na procura diária de clientes por crédito através da plataforma: “A empresa se tornou referência no mercado de crédito imobiliário online e recebemos diariamente mais de 200 solicitações. Graças ao importante aumento das visitas no site, uma grande parte por fluxo orgânico, a previsão é atingir a média de 500 pedidos por dia no primeiro semestre do ano”.

Controlada pelo Goldman Sachs Europa, a Finizy é uma Holding criada em 2013 que concentra diversos players de comparação de produtos do mercado bancário para o consumidor final. Detém empresas como Meilleurtaux.com (referência francesa do crédito e de seguros para o credor), Meilleurbanque.com (comparador de tarifas bancárias), Meilleurassurance.com (comparador de seguros) e Meilleurtauxsolution.com (especialista na recompra de créditos).

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Guilherme Ocanha é o novo Diretor das áreas Comercial e de Redes da Repom

A Repom, marca da Edenred Brasil de soluções de gestão e meio de pagamento de despesas para o transporte rodoviário de carga, apresenta Guilherme Ocanha como seu novo Diretor Comercial e Redes. Com 20 anos de experiência e passagens por multinacionais do setor de combustíveis, o profissional chega para reforçar as operações comerciais e de rede

“A Repom tem uma história de 25 anos de estrada e é pioneira em seu setor por desenvolver soluções completas para o mercado rodoviário. A visão sistêmica do setor que desenvolvi, contribuirá para novas oportunidades de negócio e condução de relacionamentos estratégicos. Estou confiante de que é um mercado com oportunidades de expansão, principalmente, em um momento de otimismo em relação à retomada da economia”, destaca Ocanha.

Formado pela Universidade Paulista em Administração de Empresas e com MBA em Gestão Empresarial pelo Mackenzie, o executivo comandou as áreas comerciais e de gestão de frotas de grandes companhias, como Sascar/Michelin e Raízen. Sua última passagem foi pela Ipiranga, onde atuou como head da unidade de negócios de frotas.

Para o diretor de Mercado Rodoviário no segmento de Frota e Soluções de Mobilidade da Edenred Brasil, Thomas Gautier, Guilherme Ocanha vem para reforçar as ações comerciais no mercado rodoviário. “A chegada de Guilherme reforça o objetivo da Repom de potencializar sua eficiência comercial e é um importante reforço para que nossas soluções estejam ainda mais presentes em todo o País”, ressalta Gautier.

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StartUp Games Brazil 2019 acontece em São Paulo com a promessa de aproximar investidores e empreendedores

Com participação do Ministério do Comércio Internacional do Reino Unido (DIT), o StartUp Games Brazil 2019, acontece na próxima quarta,17/4, e promete aproximar empreendedores e investidores de startups por meio de jogos com cenários virtuais. Por meio de um aplicativo que cria um cenário virtual, as empresas emergentes participantes terão ações que poderão ser vendidas e compradas por investidores. Durante os intervalos do jogo, as empresas receberão feedback e mentoria especializada para que possam se ajustar – se necessário – às mudanças do mercado. Ao final do jogo, a empresa ganhadora será aquela com maior valor acumulado em ações.

Os ganhadores terão a oportunidade de participar da London Tech Week 2019, com direito a passagens de ida e volta para Londres, acesso a um pacote de benefícios oferecido pelos parceiros da Brasil Startup, além do apoio do Ministério do Comércio Internancional no processo de internacionalização dos negócios para o Reino Unido.

O StartUp Games é uma plataforma de competição que tem o objetivo de agilizar os negócios das startups, testando e desenvolvendo habilidades de pitching, para as empresas que têm interesse em atuar internacionalmente, mostrando o Reino Unido como um dos ambientes mais inovadores e atrativos da Europa. Já passou pelas cidades de Sydney, Madri, Barcelona, Bogotá, Belo Horizonte, Cidade do México e Rio de Janeiro, tendo sido inaugurado nas Olimpíadas de 2012. O evento é aberto para startups de todos os setores que tenham elementos inovadores e empreendedores e que façam a diferença, não apenas no ambiente de negócios, mas que também levem verdadeiras mudanças ao cotidiano das pessoas.

Cenário das startups no Brasil

O cenário de desenvolvimentos de startups no País é bastante promissor, segundo o Brazil Startup Ecosystem Report, organizado em 2017 pela StartSe. As principais empresas emergentes brasileiras surgiram entre 2016 e 2017 e já passaram do estágio de desenvolvimento inicial.

De acordo com o relatório, 48,5% das startups brasileiras se consideram prontas para atuar no mercado global e já estão propensas a receber investimentos acima de R$ 100 mil. Dentre as diversas áreas em que esses projetos podem atuar, os setores que mais atraem a atenção são o de tecnologia da informação, educação e finanças, que juntos correspondem a 22% dos investimentos.

Pensando nisso, o Ministério do Comércio Internacional do Reino Unido teve a iniciativa de criar um evento imperdível para viabilizar e acelerar o contato de empreendedores com investidores, especialistas de mercado e representantes oficiais do governo britânico.

Evento: StartUp Games 2019 – São Paulo

Data: 17 de abril

Horário: 8h às 20h

Local: Vtex – Av. Brigadeiro Faria Lima, 4440

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Evolução do Cloud, Edge Computing já é uma realidade

Imagine um consumidor que se programa o ano inteiro para comprar uma nova TV durante a Black Friday. Mesmo com uma boa Internet, na hora selecionar o modelo ideal, o sistema fica lento, ele tenta uma, duas vezes e desiste da compra. Já pensou o prejuízo que essa situação pode causar ao e-commerce? Para evitar perdas como essa, garantindo que os acessos de usuários sejam mais rápidos, seguros e confiáveis, a plataforma de Edge Computing da Azion garante que as requisições sejam processadas na ponta, mais próximas ao usuário ou device, com o mínimo de latência.

Num mundo cada vez mais conectado e que vive uma explosão de projetos de Internet das Coisas (IoT), Edge AI, VR/AR e 5G, os devices geram volumes cada vez maiores de dados, que necessitarão do Edge Computing para processá-los em tempo real – de aplicações web, como um e-commerce ou banco on-line, a áudio, vídeo e qualquer outro tipo de dado gerado ou enviado para usuários e equipamentos. O Edge Computing se torna, portanto, a solução ideal para suportar esse grande volume de processamento gerado pelos devices.

Neste cenário, o número de aplicações de borda (ou Edge Applications) deve se expandir exponencialmente para atender as demandas de vários segmentos. Na indústria, os dados podem auxiliar a evitar falhas, atuar preventivamente e reduzir o consumo de energia. No segmento de saúde, os wearables poderão ser adquiridos com maior facilidade e garantir que as informações dos pacientes sejam compartilhadas com os médicos a tempo de evitar incidentes e salvar vidas.

Segundo o Gartner, 50% das aplicações serão em Edge Computing até 2022. “Na prática, significa montar uma infraestrutura distribuída para rodar aplicações mais próximas de seus usuários ou devices, gerando uma série de benefícios, como maior performance, segurança e confiabilidade no acesso, evitando problemas como o vivenciado pelo consumidor que tentou comprar a TV na Black Friday, sem sucesso”, explica Rafael Umann, CEO da Azion Technologies.

A plataforma de Edge Computing da Azion se baseia no conceito serverless. Isso significa que suas equipes gastarão menos tempo gerenciando a infraestrutura e mais tempo desenvolvendo e fornecendo aplicações, o que pode reduzir custos em até 90%, dependendo do projeto. Atualmente, os principais players do Brasil em e-commerce já utilizam a plataforma de Edge Computing da Azion. Além deles, grandes bancos, empresas de educação e mídia também aproveitam das vantagens da plataforma. O fato de trazer a informação para a borda contribui para a construção de experiências personalizadas. “A tecnologia, por meio de algoritmos, é capaz de detectar o usuário e direcioná-lo para o Edge ideal naquele momento, proporcionando uma melhor experiência ao cliente, com mais agilidade e eficiência nas operações”, destaca.

Ainda de acordo com o Gartner, metade das grandes empresas deve implementar projetos com Edge Computing até 2020. “Embora algumas companhias pensem nesta tecnologia apenas no futuro, podemos afirmar que há uma série de empresas colhendo, hoje, ótimos resultados. Vários especialistas acreditam que o Edge Computing pavimentará as principais inovações tecnológicas do futuro. Trata-se de uma disrupção em como as aplicações são construídas e escalam para qualquer número de usuários, mas com uma inteligência que permite adaptações suaves para que as empresas se beneficiem desde o primeiro dia de uso. É considerado uma das principais tendências nos próximos anos”, complementa Rafael.

A plataforma Azion soluciona os mais complexos desafios de computação e rede, incluindo escalabilidade, confiabilidade, desempenho e segurança, sendo ideal para arquiteturas web de missão crítica inovadoras para e-commerce, games, finanças, mídia e aplicações como IoT, realidade aumentada (AR) e realidade virtual (VR).

MadeiraMadeira recebe prêmio do Google por pioneirismo e inovação

A MadeiraMadeira, maior plataforma de produtos para casa do país, acaba de receber o Prêmio Smart Bidding do Google por ser pioneira em adotar o Machine Learning em suas campanhas de marketing.

O Google reconheceu a empresa como uma das primeiras a investir em soluções inovadoras que otimizam e automatizam os processos, antes feitos de maneira manual. “A equipe de performance MadeiraMadeira sempre testou e apostou em soluções arrojadas, esse reconhecimento mostra que estamos no caminho certo para otimizar os investimentos e sermos mais precisos nas estratégias de marketing digital.” conta Leonardo Raduy, Gerente de Marketing e Business Intelligence.

O prêmio foi criado em 2018, quando foi lançado o Smart Challenge do Google. Um programa voltado a agências e anunciantes com o objetivo de reconhecer as empresas que aplicam o Machine Learning em Adwords e Double Click. O objetivo do machine learning é automatizar os processos e reduzir a gestão manual de campanhas do Google.

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Como as fintechs podem ajudar no desenvolvimento das PMEs?

Por Dan Cohen

A demanda por crédito das micro, pequenas e médias empresas se mantém aquecida. Dados do Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES) revelam que no ano passado essas organizações receberam R$ 30,1 bilhões, o mesmo que 44,7% do total desembolsado pelo banco, sendo esse o maior percentual já registrado na série histórica e um aumento de 4% na comparação com 2017. O ano de 2018, no entanto, foi o de pior desembolso de recursos do BNDES desde 2009, com R$ 69,3 bilhões liberados, indicando uma forte prevalência da demanda por crédito pelas menores empresas brasileiras.

Uma pesquisa da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp) de julho do ano passado ajuda a entender as principais dificuldades que assolam as PMEs quando o assunto é crédito. Entre 500 empresas paulistas entrevistadas, 44,4% afirmaram ter dificuldades para pagar as parcelas de seus empréstimos, 6,9% tiveram uma redução do limite de crédito após atrasar o financiamento e 70,7% têm alguma dificuldade de relacionamento com o seu banco.

Por outro lado, é importante lembrar que as PMEs são responsáveis por 27% do PIB e pela geração de renda de 70% dos brasileiros no setor privado, de acordo com o Sebrae. Logo, os impactos do endividamento dessa classe de empresas e a falta de crédito para inovação são sentidos pelas indústrias, pelas famílias e no desenvolvimento econômico do País.

Impulsionar a oferta, facilitar o acesso e desburocratizar o crédito para os pequenos e médios empresários têm sido tarefas que as fintechs abraçaram. Na Finpass, por exemplo, em menos de três anos reformulamos nossa marca e escopo de negócio diante do desejo de apoiar os menores empreendedores brasileiros, eliminando maratonas improdutivas aos bancos e ainda contribuindo para o crescimento do Brasil.

Ao promoverem inclusão financeira, as fintechs entregam diversos benefícios para o mercado, entre eles a redistribuição do poder aquisitivo. Essas startups oferecem serviços mais segmentados, logo, conseguem ter mais foco e direcionar sua expertise para uma determinada solução demandada. Suas estruturas mais enxutas também diminuem a burocracia, facilitando adaptações às necessidades dos clientes, assim como, por serem digitais, têm um custo menor. Esse conjunto de fatores ajudou as fintechs a crescerem e, como consequência, o poder financeiro que antes era restrito a algumas instituições foi distribuído para uma nova cadeia de inovação em finanças, chegando mais fácil a quem precisa desses serviços.

Outra transformação que as fintechs estão proporcionando é a inclusão financeira. O acesso a linhas de crédito oferecidas apenas para clientes com um longo histórico de relacionamento com os bancos é uma das restrições do mercado que essas startups agora buscam solucionar, democratizando as oportunidades e incluindo ao sistema financeiro pequenas empresas desbancarizadas.

Novidade no País até pouco tempo atrás, o empréstimo entre pares, ou peer-to-peer lending (em inglês), é uma modalidade de empréstimo coletivo que também foi introduzido pelas fintechs. Esse serviço conecta empresas em busca de recursos financeiros a investidores pessoas físicas que desejam ter mais rentabilidade. Com uma análise de crédito 100% online, as fintechs conseguem viabilizar recursos financeiros com melhores taxas de juros para os tomadores e retornos maiores para os investidores em processos sem burocracia e mais rápidos.

As oportunidades para as PMEs com as fintechs são inúmeras. Cada vez mais os empreendedores poderão obter recursos para capital de giro e para investimentos em inovação e em infraestrutura sem passar pelos bancos tradicionais, mantendo a capacidade de trabalho de suas organizações, gerando empregos e produzindo um mundo mais inclusivo hoje e para o futuro.

Dan Cohen, fundador e CEO da Finpass, marketplace de crédito para PMEs.

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Matera consolida sua expansão internacional

A Matera, empresa de tecnologia para o mercado financeiro, varejista e de gestão de risco, está consolidando sua expansão internacional e irá inaugurar, em junho, seu primeiro centro de desenvolvimento fora do Brasil. Para isso, a cidade escolhida foi Waterloo, no Canadá.

“A escolha do local se deu pela força de trabalho altamente qualificada e pelo ecossistema de inovação ali presente, que permitirá o nosso desenvolvimento sem grandes barreiras”, conta Alexandre Pinto, diretor de Inovação e Novos Negócios da Matera.

Com a expansão, a empresa espera não se limitar ao território canadense, mas aproveitar todos os diferenciais do país para impulsionar e acelerar a conquista de novos clientes também nos Estados Unidos. Com mais de 30 anos no mercado brasileiro e, desde 2003, exportando para os Estados Unidos, a companhia é referência em inovação em plataformas de open banking, conta digital e pagamentos, combinando a disrupção e rapidez das startups com a experiência de instituições consolidadas.

Com operação sólida, que registrou crescimento de 17% apenas em 2018, a Matera conta com mais de 100 clientes em seu portfólio, entre bancos, varejistas e fintechs, e 500 funcionários distribuídos entre os 4 escritórios – Campinas, São Paulo, Niterói e Maringá. A empresa está se preparando para receber investimentos e, com a expansão, abrirá vagas locais.

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Sistema Tasy, da Philips, ajuda a BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo a conquistar certificado de excelência internacional

A BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo, um dos maiores polos de saúde privados da América Latina, atingiu o nível máximo de maturidade na adoção e utilização do prontuário eletrônico, que faz parte do sistema Tasy, desenvolvido pela Philips.

A conquista do estágio 7 da HIMSS (Healthcare Information and Management Systems Society) é para suas unidades de negócio Hospital BP e BP Mirante, incluindo a BP Medicina Diagnóstica. Após avaliação feita pela HIMSS, as unidades da BP passam a ser a 7ª e 8ª da América Latina a conquistar o título de instituição 100% digital.

O uso pleno do Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP) por todos os setores dos hospitais possibilita integração e compartilhamento de informações clínicas e gestão de relatórios e indicadores clínico-assistenciais, mas quem realmente ganha com este processo é o paciente, com mais segurança e uma experiência diferenciada no atendimento.

De acordo com Lilian Quintal Hoffmann, diretora-executiva de Tecnologia e Operações da BP, à medida que se institui um processo de implementação de um sistema, a instituição revisa e adota práticas melhores para os processos, pois o próprio sistema induz a isso. “Ou você tira etapas porque foram automatizadas ou revisa etapas. Aqui na BP utilizamos o Tasy em toda sua potencialidade: para processos administrativos, para controle de projetos de investimento, para os processos de integração com parceiros, para a realização de exames, parceiros de plataformas de comercialização de OPME e também para todas as finalidades do ponto de vista assistencial”, comenta Lilian.

“Ser um hospital digital e receber o certificado nível 7 de adoção do protocolo EMRAM da HIMSS é ter a missão de colocar o paciente e a sua saúde em primeiro lugar. Ao utilizar barreiras, como por exemplo o circuito fechado de medicamentos e ferramentas de suporte à decisão clínica, a BP se concentra em evitar erros, ajudando o seu time na tomada de decisão”, destaca Letícia Baltazar, Diretora Comercial do Tasy no Brasil. “A BP colhe frutos de muito trabalho, comprometimento e dedicação de toda a equipe, nos orgulhamos desta parceria”, conclui Letícia.

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Chega ao Brasil o maior evento de SaaS da Europa

A SaaStock, principal conferência da América Latina para fundadores, executivos e investidores de SaaS, acontece pela primeira vez no Brasil de 23 a 25 de abril, no Maksoud Plaza em São Paulo. O evento que visa aumentar o conhecimento da área e o networking, trará workshops e painéis interativos com grandes empresas como Paypal, Totvs, LinkedIn, Zendesk, Pipefy e outros.

O evento com mais de 12 horas de conteúdo, contará com de mais de 80 empresas de SaaS, oriundas de 10 países, e uma exposição de 10 empresas e 20 startups que mostrarão seus produtos e serviços focados no mercado. A SaaStock espera receber 300 visitantes por dia entre profissionais de SaaS, CEOs e VCs. Confira a agenda completa https://events.saastock.com/latam19/agenda

Durante o evento acontecerá o Startup Program, que busca as melhores startups da América Latina para fazerem parte do seleto grupo que receberá benefícios, além de workshops práticos e encontro com investidores.

SaaStock

Data: 23 a 25 de abril de 2019
Local: R. São Carlos do Pinhal, 424 – Bela Vista, São Paulo – SP, 01333-000
Preço: de US$ 300 a US$ 375 https://events.saastock.com/latam19/page/1380572/get-tickets
Horário: das 9:00 as 17:30

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Prorrogadas inscrições para StartOut Toronto

O StartOut Brasil, programa de apoio à inserção de startups brasileiras nos mais promissores ecossistemas de inovação do mundo, prorrogou as inscrições até hoje, 9 de abril. Os empreendedores interessados em participar da imersão em Toronto (Canadá) devem preencher o formulário no site do programa.

O StartOut Brasil é destinado a startups brasileiras que já tenham tração no mercado doméstico e condições concretas de se internacionalizar, sem comprometer suas operações no país. Para participar, as empresas precisam ter faturamento (de preferência acima de R$500 mil por ano) ou já ter recebido algum tipo de investimento.

O formulário deve ser preenchido obrigatoriamente em inglês, de forma detalhada e apresentando dados corretos e específicos sobre a empresa e mercado alvo. Cada inscrição será inicialmente analisada por avaliadores das instituições organizadoras e as 40 startups mais bem posicionadas serão avaliadas por especialistas no mercado de destino.

Serão selecionadas 15 startups brasileiras que nunca participaram ou fizeram parte de apenas um ciclo do programa e até cinco startups classificadas como graduadas, ou seja, aquelas que participaram de dois ou mais ciclos do StartOut Brasil. O resultado será anunciado no dia 7 de maio.

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