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Agibank chega à marca de 1 milhão de clientes

O Agibank, fintech que oferece produtos e serviços para promover a inclusão financeira dos brasileiros, alcançou nesta semana a marca de 1 milhão de clientes ativos. O número é resultado dos mais de 3 milhões de pedidos de novos clientes recebidos entre janeiro e outubro de 2018.

“Nos últimos meses, chegamos a receber, em média, mais de 220 mil pedidos de abertura de contas”, explica o Founder & CEO do Agibank, Marciano Testa. A expansão da base de clientes também reflete o crescimento na presença física em todo o território nacional. Com 580 pontos de atendimento, o Agibank está presente em todas as cidades do Brasil com mais de 200 mil habitantes.

Outro aspecto que garante sustentabilidade à estratégia do banco é o crescimento exponencial no número de estabelecimentos que passaram a atender os usuários do Agibank após a parceria com a Cielo, a maior adquirente do país, que possui seus terminais em mais de 1,1 milhão de pontos espalhados pelo território nacional. Nas máquinas da Cielo, os clientes que utilizam o Agibank Pay não precisam portar o cartão plástico, e podem realizar compras no crédito e no débito via QR Code com seu smartphone.

Humanizar os processos empresariais diminui a rotatividade dos colaboradores

A alta rotatividade de colaboradores pode se dar por inúmeros fatores, e acaba sendo um dos principais desafios na gestão. Para reverter essa situação e desenvolver equipe sólidas, a estrutura empresarial e o cotidiano corporativo possuem papeis fundamentais neste processo.

Para Alexandre Slivnik, especialista em gestão de pessoas, o profissional que apenas leva em consideração o salário não consegue se manter por muito tempo em uma determina posição. Para reter talento, as empresas precisam ir além e ficar atentas também a questões ligadas a lideranças, projetos, objetivos e propósitos que fazem com que o colaborador queira continuar com aquela equipe. “O clima pode ficar melhor através de uma cultura organizacional de encantamento, que passa por líderes que entendem e transbordam essa ideia para o cliente interno”, explica.

Slivnik aponta que tais iniciativas podem ser introduzidas a partir de objetivos claros e definidos. “Treinamentos sempre incentivam e mostram para as equipes sobre a importância da contribuição de cada um para o desenvolvimento da organização. E os líderes têm um papel fundamental nesse processo. Eles devem sempre reconhecer, recompensar e celebrar cada conquista do seu colaborador”, aponta o especialista em gestão de pessoas.

Alexandre explica que tudo deve passar pelo olhar do líder e se ele não acredita em seus modelos e projetos, nada dará certo. “É preciso que ele esteja, de fato, preocupado com as pessoas, ao invés de ficar apenas atrás de computadores olhando planilhas e esquecer de andar pela empresa e conversar com a sua equipe. É preciso humanizar todo o processo, afinal, são as pessoas que fazem o negócio acontecer”, ressalta.

Para desenvolver uma equipe mais engajada, Slivnik indica a criação de múltiplos pontos de escuta para entender os colaboradores, processos de reconhecimento com metas a serem cumpridas, planos de recompensa a partir de experiência e enriquecimento pessoal e profissional. “Celebre cada conquista e resultado. Isso vai gerar ainda mais engajamento e motivação”, aconselha.

O empresário que não entende de gente, vai falir sua empresa rapidamente. “Tem que sair da sala fechada da diretoria e encarar, como os colaboradores, as diversas tarefas práticas do dia a dia. Quanto maior o exemplo da liderança, maior o encantamento interno e, consequentemente, mais respeito eles conquistarão”, finaliza.

CommScope anuncia parceria com o Google para o desenvolvimento de infraestrutura de redes

A CommScope anunciou uma parceria com o Google para desenvolver, instalar e operar uma rede ESC (Environmental Sensing Capability), impulsionando a adoção da tecnologia de CBRS (Citizens Broaband Radio Service) pelo mercado. A parceria permitirá aprimorar as capacidades técnicas de cada empresa com uma base consolidada, o que resulta em mais pontos capazes de adotar CBRS e maior disponibilidade de espectro para os operadoras que utilizam essa tecnologia.

“Esse acordo é vital para a infraestrutura das redes e representa um grande comprometimento com a tecnologia CBRS por duas grandes empresas provedoras de SAS. E ajudará a demonstrar que as oportunidades criadas pela CBRS em breve se tornarão uma realidade”, destaca Ben Cardwell, vice-presidente sênior da CommScope Mobility Sotutions. “Juntos, ofereceremos uma rede ESC mais veloz e mais eficiente, aproveitando a capacidade conjunta de duas grandes empresas.”

A banda CBRS utiliza 150 MHz do espectro de 3,5 GHz, que será compartilhada pelas incumbentes, incluindo sistemas de radares governamentais e novos usuários comerciais. A CBRS proverá espectros compartilhados alocados dinamicamente para vários tipos de uso, como por exemplo redes privadas, redes wireless fixas, banda larga wireless rural, cobertura sem fio interna, Internet das Coisas e capacidade adicional de celular. A FCC (Federal Communications Commission) autorizou o uso compartilhado da banda, o que possibilita o suporte de serviços comerciais wireless, ao mesmo tempo que protege o uso pela incumbente.

O espectro CBRS é gerenciado pelo SAS (Spectrum Access Systems), que necessita de uma rede ESC para colocar em funcionamento a operação de radar. Assim, os sistemas SAS conectados podem reconfigurar as alocações de espectro para dispositivos CBRS próximos, para funcionar sem a interferência com a atividade naval.

A CommScope e o Google proverão serviços SAS independentes e operarão em conjunto a rede ESC. Essa rede foi desenvolvida para oferecer alta disponibilidade, com redundância integrada e capacidade de detecção de falhas, que são essenciais para o funcionamento adequado. Como parte dessa parceria, as empresas compartilham a responsabilidade pelo design geral da rede.

O Google desenvolveu o sensor ESC e o cloud decision engine computing e operará a nuvem que se comunicará com cada sistema SAS. Já a CommScope irá implantar e gerenciar toda a operação física da rede. Juntas, o Google e a CommScope já estão trabalhando com a FCC e outras agências governamentais para obter todas as certificações.

“A ESC representa bem mais que apenas uma capacidade extra. Para conseguir gerenciar o espectro com eficiência, o sistema SAS conta com notificações precisas vindas do ESC, que elimina falsas leituras positivas com uma alta disponibilidade de monitoramento de rede”, afirma Milo Medin, vice-presidente da área de serviços wireless do Google. “Estamos empolgados em trabalhar em conjunto com a CommScope em busca do sucesso na tecnologia CBRS.”

Marketplace oferece produtos com descontos especiais para clientes MRV

Buscando inovar e melhorar a experiência dos clientes com a marca, a MRV Engenharia desenvolveu um Clube de Vantagens. Lançada em dezembro de 2017, a plataforma pode ser acessada pelo Portal de Relacionamento com o Cliente e reúne diversos parceiros. A ferramenta oferece produtos com descontos para mobiliar e equipar os apartamentos. Atualmente, um em cada cinco clientes da MRV já compra no marketplace da marca, movimentando cerca de 4 milhões de reais por mês.

Inicialmente utilizado para comercializar kits de acabamento, o Clube de Vantagens MRV conta hoje com grandes nomes do varejo nacional, como a Magazine Luiza, e já negocia a entrada de outras marcas. “Queremos alargar nosso portfólio para que o relacionamento com o cliente não acabe no momento de entrega das chaves”, explica Rafael Menin, copresidente da construtora.

A iniciativa de investir no marketplace se deve, segundo Menin, a fatores como as mudanças nos hábitos de consumo dos clientes MRV. A intenção é propiciar por meio da plataforma, uma experiência completa, prolongando a relação com a marca. Para o diretor de marketing e vendas da MRV, Rodrigo Resende, essa relação pode ser benéfica tanto para a construtora, quanto para as empresas parceiras: “Hoje, a construtora investe em tecnologia, marca e relacionamento com o cliente mais que a média do setor. Acreditamos que o Clube de Vantagens será uma ferramenta eficiente de relacionamento com nosso cliente, possibilitando a criação de ações que agregam valor à experiência desses com a nossa marca e a dos parceiros”, salienta.

Inovação e tecnologia

A praticidade do mundo virtual e o cotidiano vem impulsionado o comércio virtual. Prova disso é que o e-commerce no Brasil cresceu 12,1% no primeiro semestre de 2018 com relação ao mesmo período do ano passado. Nessa onda de expansão, o estudo Panorama dos Marketplaces no Brasil, feito pela Precifica, aponta que o número de lojas em marketplaces cresceu quase 91% de setembro de 2017 a setembro deste ano.

Atenta ao mercado e às mudanças de hábitos dos consumidores, a MRV Engenharia lançou sua loja virtual em 2001 e hoje a internet já é responsável por mais de 50% do total de suas vendas. “Entendemos que nosso principal cliente são os jovens e por isso temos que investir em inovação para atender e acompanhar as necessidades desse público”, finaliza Resende.

O impacto jurídico da Economia Colaborativa é tema de novo curso do FGVLAW

As práticas da economia colaborativa, base para as principais inovações de empresas nos últimos anos como Uber, Yellow, Cabify, Airbnb e outras iniciativas provocam novos rearranjos e desenhos na estrutura jurídica.

Pensando nesse novo mundo, o programa de Pós-Graduação Lato Sensu da FGV Direito SP (FGVLAW) criou um curso de curta duração voltado a capacitar o aluno a compreender os principais aspectos e os desafios do Direito na regulação da economia colaborativa.

As aulas envolvem conceitos que englobam a criação, produção, distribuição e o consumo compartilhado de produtos e serviços por indivíduos e organizações, tendo por base novas formas de trabalho, o uso de bens e não a sua posse, assim como a atuação em redes ou comunidades, com a intermediação de plataformas digitais.

Para mais informações, acesse http://direitosp.fgv.br/cursos/direito-economia-colaborativa

Cielo anuncia Paulo Rogério Caffarelli como novo Presidente

A Cielo – empresa líder em tecnologia, serviços e soluções inovadoras para o varejo – comunica a eleição de Paulo Rogério Caffarelli como novo Presidente da companhia, após um período no qual a posição era ocupada de forma interina por Clovis Poggetti Jr, que continua exercendo os cargos de Vice-Presidente de Finanças e Diretor de Relações com Investidores. Caffarelli, que tem uma longa trajetória em cargos executivos e vasto conhecimento nas áreas bancárias e de pagamento, assume a função em 5 de novembro.
O executivo chega à Cielo para impulsionar as entregas e os resultados da companhia, com foco em inovação e em competitividade para continuar a oferecer o portfólio mais completo para os clientes. Dessa forma, a Cielo reforça seu objetivo de manter a liderança no mercado brasileiro de meios de pagamento.

“O Conselho tem total confiança de que Caffarelli fará um excelente trabalho à frente da Cielo, nesse momento de rápida evolução tecnológica da indústria”, afirma Marcelo Noronha, Presidente do Conselho de Administração da Cielo, que complementa: “O executivo já chega jogando.”

Trajetória

Paulo Caffarelli construiu sólida carreira no Banco do Brasil, onde até então ocupava o cargo de Presidente do banco desde maio de 2016. Ainda na instituição, foi Vice-Presidente de Cartões e Novos Negócios de Varejo, Vice-Presidente de Negócios de Atacado, Negócios Internacionais e Private Banking. Exerceu também as funções de Diretor de Distribuição, Logística, Marketing e Comunicação e de Novos Negócios de Varejo. Considerando as suas duas passagens pelo BB, Caffarelli acumulou mais de 30 anos de experiência em áreas vitais para o desenvolvimento e evolução do setor de serviços financeiros.

Na indústria de meios de pagamentos, destacou-se na Presidência da ABECS (Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito), entre os anos de 2009 a 2012, como um dos interlocutores com o Banco Central para o desenvolvimento da autorregulação do setor.

O executivo ainda presidiu o Conselho de Administração da Cielo e foi membro do Conselho de Administração da Vale S.A. em duas ocasiões, BB Gestão de Recursos (DTVM), Brasilcap Capitalização S.A., Brasilprev Seguros e Previdência S.A., Mapfre Brasil Participações S.A., Banco Votorantim Participações S.A., Banco Votorantim S.A., entre outros.

Pesquisa Gartner com mais de 3.000 CIOs revela que empresas estão entrando na Terceira Era de TI

O negócio digital está amadurecendo, da fase experimental para aplicações em escala massiva. Os CIOs devem evoluir seu pensamento para estarem em sintonia com essa nova era de rápido crescimento na escala dos negócios digitais. O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia, anuncia pesquisa global feita anualmnte com líderes de TI e que mostra que a função de CIO continuará sendo essencial para a transformação dos negócios digitais.

Os analistas do Gartner apresentaram os resultados da pesquisa durante o Gartner Symposium/ITxpo 2018, que acontece esta semana em São Paulo até quinta-feira. O levantamento 2019 Gartner CIO Agenda reúne dados de mais de 3.000 CIOs de 89 países e das principais indústrias, que representam aproximadamente 15 trilhões de dólare em receita/orçamentos do setor público, além de 284 bilhões de dólares em investimentos em TI. Os CIOs brasileiros representam aproximadamente 5% do total de entrevistados, respondendo por mais de 500 bilhões de dólares em receita/orçamentos do setor público e 9 bilhões de dólares em investimentos para a área de TI.

Os resultados da pesquisa mostram que os negócios digitais atingiram um ponto crítico neste ano, com 46% dos CIOs brasileiros reportando que suas empresas já mudaram seus modelos de negócios ou estão em processo de mudança.
“O que vemos aqui é um marco na transição para a terceira Era da TI: a Era Digital”, diz Alvaro Mello, Diretor Vice-Presidente do Gartner. “Inicialmente, os CIOs estavam dando um salto do conceito de ‘TI como uma técnica’ para a ideia ‘TI como uma preocupação industrial’. Hoje, 20 anos depois de lançarmos a primeira pesquisa CIO Agenda, as iniciativas digitais, juntamente com o crescimento, são as principais prioridades para CIOs em 2019. O digital se tornou mainstream”, diz o analista.

Escalando os negócios digitais – A pesquisa descobriu que 30% dos entrevistados no Brasil evoluíram seus esforços digitais, aumentando em 12% os números do ano anterior. O principal impulsionador de escala é a intenção de aumentar o engajamento do consumidor via canais digitais. “A capacidade de apoiar uma escala maior está sendo desenvolvida em três áreas fundamentais: volume, escopo e agilidade. Tudo visa encorajar consumidores para interagirem com a organização”, afirma Mello.

IT Budgets – A transformação rumo aos negócios digitais é apoiada pelo crescimento contínuo do budget de TI. Globalmente, os CIOs esperam que seus orçamentos cresçam 2,9% em 2019. A média é ligeiramente menor que a registrada em 2018 (3%). Um olhar sobre as diferenças regionais mostra que as regiões estão se movendo juntas: o líder no crescimento de budget é mais uma vez a Ásia/Pacífico, com um incremento estimado em 3,5%. Europa, Oriente Médio e África (EMEA) devem apresentar crescimento de 3,3% em seus orçamentos e a América do Norte, 2,4%. A América Latina projeta um crescimento de 2% em 2019, abaixo dos 2,8% deste ano. As organizações brasileiras esperam ter um aumento de seus budgets de 2,3%, coparado apenas a 1% de aumento projetado no ano passado.

Após alguns anos com orçamentos de TI diminuindo ou aumentando pouco, há uma clara mensagem agora de que as empresas do Brasil precisam se recuperar do subinvestimento dos anos anteriores. “Os CIOs brasileiros deveriam usar seus recursos financeiros com sabedoria para tornar 2019 um ano transformador para os seus negócios. Deveriam se manter ativos nas discussões sobre transformação e investir tempo, dinheiro e recursos humanos para remover qualquer barreira à mudança. A cultura ainda é mencionada como um dos maiores obstáculos no Brasil. Os CIOs deveriam dedicar tanto tempo quanto os Diretores de RH para moldar uma nova cultura necessária para o sucesso nos negócios digitais”, alerta Mello.

Data Analytics e Inteligência Artificial moldam a agenda de tecnologia dos CIOs – Tecnologias emergentes disruptivas desempenharão papel fundamental na reformatação dos modelos de negócios à medida que mudam a economia de todas as organizações. O Gartner perguntou aos CIOs e líderes de TI quais tecnologias eles esperam que sejam as mais disruptivas. No Brasil, Data Analytics e Inteligência Artificial (IA) foram, de longe, as tecnologias mais mencionadas. Com relação à implementação, quando questionados sobre o uso de Inteligência Artificial em suas organizações, 34% dos CIOs brasileiros responderam que já implementaram a tecnologia por meio de chatbots, otimização de processos ou aplicativos de detecção de fraude. “À primeira vista, isso parece revolucionário. No entanto, esse aumento na taxa de adoção de Inteligência Artificial pode indicar exuberância irracional”, afirma o analista. “Embora CIOs não possam se dar ao luxo de ignorar essa classe de tecnologias, eles deveriam exercer um senso de proporção. Esse último lote de ferramentas IA ainda irá passar por sua fase de desencantamento”. O expressivo foco em cibersegurança mostra a necessidade de criar uma base segura para os negócios digitais que proteja as organizações e seus clientes. A pesquisa indica que, na maioria das empresas, os CIOs ainda são responsáveis pela segurança cibernética. No entanto, a organização de TI não pode mais oferecer essa segurança sozinha. O aumento de ataques como phishing requer uma mudança comportamental mais ampla de todos os funcionários. Em 24% das organizações globais com performance digital de ponta, é o Conselho de Administração que é responsável pela cibersegurança, e não apenas o CIO sozinho. O Brasil ainda está engatinhando neste aspecto com apenas 8% dos CIOs indicando que o board acompanha de perto a cibersegurança de suas empresas. Em 59% das organizações brasileiras participantes da pesquisa, o CIO é o principal responsável pela segurança cibernética. No entanto, para melhorar a segurança contra ameaças cibernéticas em todas as organizações, os CIOs estão combinando medidas para fortalecer os ativos de processamento de informações com esforços para influenciar pessoas que usam a tecnologia.

“O sucesso na terceira Era da TI corporativa depende de estratégia sólida, que combine tecnologias novas e disruptivas com um rebalanceamento dos investimentos existentes”, diz Mello.

Saiba como fazer parte do maior festival de inovação do Brasil

Empresas, universidades, ONGs e outras organizações já podem inscrever eventos na 4ª edição da São Paulo Tech Week (SPTW), que acontecerá entre os dias 24 e 30 de novembro. A ideia da São Paulo Negócios, organizadora do maior festival de inovação do Brasil, é fazer da cidade palco para iniciativas dinâmicas, atraindo e conectando milhares de talentos, empreendedores e investidores e posicionando a capital paulista como um hub global de inovação.

“A São Paulo Tech Week vem reforçar o DNA inovador e de empreendedorismo da cidade. Aqui, temos recursos humanos com talento e vocação criativa. Mais de 40% das startups do país estão sediadas no município e temos uma enorme empregabilidade no setor”, destaca o Prefeito Bruno Covas.

Os interessados em promover eventos podem cadastrar qualquer formato de iniciativa, gratuita ou não, desde que aconteça entre os dias 24 a 30 de novembro. As áreas esperadas para as atividades são interatividade, tecnologias como blockchain, startups, carreira e recrutamento, IoT, fintech, negócios, smart city, life science & biotech, impacto social, games, edutech, wearable, investimentos, atividades para crianças, marketing digital, realidade virtual & realidade aumentada, mulheres & tecnologia, construtech e health tech, entre outras.

Durante a SPTW, a expectativa é que sejam promovidas mais de 200 atividades, com temas ligados à tecnologia e inovação, fortalecendo a relação entre a cidade e as grandes companhias com sede no município e capacitando jovens paulistanos no mercado de trabalho

A edição de 2018 conta com patrocínio da Atento, Sympla, Distrito e Estação Hack.

Programa de aceleração gratuito estimula crescimento e internacionalização de startups brasileiras

Para desenvolver um negócio de alto impacto tecnológico e que seja duradouro é importante ter, em primeiro lugar, uma ideia inovadora. Porém, com o crescente número de empreendedores no Brasil, fica cada vez mais difícil se destacar. Segundo a Associação Brasileira de Startups (ABStartups), estima-se que hoje existam entre dez e quinze mil startups no país. Isso significa que é necessário mais do que desenvolver um conceito inédito para que a empresa ganhe notoriedade.

Por este motivo, o melhor caminho para conquistar esse objetivo é participar de um programa de aceleração, como o InovAtiva Brasil, realizado pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) e pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

O programa é gratuito e abrange negócios inovadores de inúmeros setores e regiões do Brasil desde 2013. Ele ajuda a acelerar o processo para que startups ganhem mercado, utilizando mentoria, consultoria, capacitação e vivência experimental, além de proporcionar acesso a investimentos e recursos.

Em 2014, a Solides, HR Tech mineira especializada em gestão comportamental e People Analytics, estava alterando seu modelo comercial, proposta de valor, produto e a estratégia de marketing e participou do programa. “O InovAtiva foi muito útil para testamos e validarmos nossas ideias antes de virar a chave. Ficamos muito impressionados com a qualidade do conteúdo, treinamentos e mentorias”, comenta Alessandro Garcia, Co-fundador da empresa.

Assim como ela, cerca de 740 startups de todas as regiões do Brasil foram aceleradas pelo InovAtiva de 2013 até hoje. De acordo com Billy Nascimento, CEO da Forebrain, uma das primeiras startups aceleradas pelo InovAtiva, esse processo é muito importante para validar e tangibilizar as ideias de quem está começando para fazer com que a empresa decole.

“Fomos uma das empresas escolhidas para uma vivência dentro do Vale do Silício. Isso foi um divisor de águas para nós. A gente entendeu que a nossa ideia não era uma loucura. Na época, o mercado estava muito imaturo no Brasil e nos questionávamos se valia a pena ou não continuar com o negócio”, conta Nascimento.

A Forebrain também passou por um processo de vivência no Reino Unido, experiência que mostrou para a empresa que há oportunidades globais para startups brasileiras.

A internacionalização de startups brasileiras é um dos principais objetivos do programa. Isso se dá por meio do StartOut Brasil, que seleciona até quinze empresas com potencial para imersão em outro país. O programa é destinado a startups brasileiras já estabelecidas, que estejam faturando, preferencialmente, acima dos R$ 500 mil, ou que tenham recebido algum tipo de investimento.

Hoje, com 8 anos de existência, a Forebrain já está estabelecida no mercado, atuando com um conjunto de métodos e tecnologias para entender o comportamento do consumidor. Como clientes, já atendeu TV Globo, O Boticário, Banco Santander, Porto Seguro, entre outros.

Já a Solides, foi fundada em 2010 e, desde então, traz inovação e tecnologia para o mercado brasileiro, impactando e mudando o cenário de gestão de pessoas, com o objetivo de levar mais resultados estratégicos para o público de RH.

A atual edição do programa se encerra entre os dias 8 e 10 de dezembro com a realização dos eventos Bootcamp Nacional e Demoday InovAtiva, na cidade de São Paulo. A previsão é que as inscrições do InovAtiva Brasil 2019 se iniciem em fevereiro.

São Paulo concentra 62,07% das insurtechs brasileiras, revela pesquisa da camara-e.net

O Brasil tem 79 insurtechs e o Estado de São Paulo concentra 62,7% delas. Paraná, Rio de Janeiro e Minas Gerais ocupam os segundo, terceiro e quarto lugares no ranking nacional, com 10,34%, 8,62% e 6,90%, respectivamente. Os dados são do Programa Nacional de Insurtechs, da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), e foram divulgados nesta quarta-feira (24) em evento organizado pelo Comitê de Insurtechs da entidade.

Distribuição geografica das insurtechs brasileiras

O mapeamento das insurtechs no Brasil pela camara-e.net começou em junho do ano passado. Na primeira prévia do levantamento, divulgada em agosto de 2017, havia 25 insurtechs no país. Em dezembro do mesmo ano, o número subiu para 40. Na última prévia divulgada pelo comitê, em maio deste ano, 78 insurtechs estavam cadastradas no site da camara-e.net, e a entidade tinha apenas dados quantitativos.

O cadastro permite entender melhor como as insurtechs funcionam, que público atendem, que dores se propõe a solucionar, que tecnologias utilizam e em que áreas atuam.

“Mais do que apenas números, nosso objetivo era ter um panorama nacional desse segmento que cresce em todo o mundo”, diz Beatriz da Rocha Pinto, coordenadora do Comitê de Insurtechs. “Ainda temos empresas cadastradas que estão sendo analisadas pela equipe, até porque precisamos ver se elas se enquadram no conceito de insurtech. Esse número, portanto, deve sofrer alterações em breve, já que o cadastro é dinâmico”.

A maioria das insurtechs mapeadas desenvolve aplicações Web (89,66%) e/ou móveis (79,31%), mas 68,79% delas também desenvolvem APIs, tendo como público-alvo B2B (72,41%), B2B2C (65,52%) e B2C (51,72%). A base tecnológica dessas insurtechs está concentrada em Produtos – Soluções para empresas (55,17%), Jornada do usuário – Canais digitais (53,45%), Produtos – Plataforma (51,72%), Produtos – Soluções para pessoas (48,28%) e Data & Analytics – Big data (46,55%). O uso de tecnologias como inteligência artificial e machine learning também tem boa presença entre as insurtechs, sendo usadas por 27,59% delas.

Das insurtechs avaliadas, 62,07% foram criadas para potencializar negócios para as seguradoras, 56,90% para desburocratizar o setor e 56,90% para potencializar negócios para corretores, derrubando a tese de que as insurtechs entraram no mercado para substituir corretor e seguradora.

“O que vemos aqui é que há grandes oportunidades de negócios entre as insurtechs e o mercado tradicional de seguros (seguradoras e corretoras) para a modernização do setor e melhora de experiência do consumidor”, afirma Beatriz.

O levantamento mostra ainda quais são as principais necessidades das insurtechs e por quais desafios passam: 64,15% apontaram dificuldades nas conexões de negócios com seguradoras, 54,72%, nas conexões com corretores e seguradoras, e 52,83% observaram que o acesso a capital financeiro é um dos maiores problemas enfrentados.

Com esse mapeamento, o Comitê de Insurtechs pretende direcionar suas ações futuras e fortalecer sua atuação como hub de referência colaborativo para o segmento. “Queremos direcionar nossos esforços para solucionar as carências do ecossistema de insurtechs, ajudando no amadurecimento do setor”, finaliza Beatriz.

O Comitê de Insurtechs da camara-e.net é uma iniciativa inovadora no Brasil e tem como missão ser o hub de referência colaborativo para impulsionar o desenvolvimento das insurtechs brasileiras. Criado em junho de 2017, ele tem, entre seus associados, várias empresas que compõem o ecossistema do setor, o que dá à equipe um leque maior de conhecimento e de atuação.

Smartphones, eletrodomésticos e TVs serão os itens de maior procura na Black Friday

Os smartphones serão o item mais cobiçado para compra na Black Friday, indica pesquisa do Mercado Livre encomendada ao IBOPE Conecta. O produto foi mencionado por 31% dos participantes. Eletrodomésticos (11%) e TVs (6%) contemplam o ranking dos três mais citados. O levantamento revelou, ainda, que 79% pretendem aproveitar as ofertas da Black Friday em 2018. A internet segue como tendência de canal para compra durante o período: 51% dos participantes aproveitará a data – que neste ano cairá em 23 de novembro – para realizar suas compras online. O resultado oscilou positivamente em relação ao ano passado, em que 48% declararam utilizar o canal digital.

Vantagens do canal online

Além da internet, 13% dos consumidores utilizarão as lojas físicas e 37% farão as compras tanto em canais físicos quanto digitais para aproveitar a data.

Na comparação com lojas físicas, o fator determinante para que as lojas online sejam as eleitas para as compras é um melhor preço ou maior desconto, mencionada por 54% dos entrevistados. Além disso, frete grátis (30%), possibilidade de parcelamento (8%) e variedade de produtos (7%) foram os demais fatores citados.

O levantamento foi feito com mil pessoas entre os dias 19 a 25 de setembro, e ouviu participantes de ambos os sexos, maiores de 16 anos e pertencentes às classes A, B e C, de todas as regiões do país.

Adesão à data

O alto índice de adesão à Black Friday (70%) está relacionado a um histórico favorável na data: 95% dos que compraram na edição passada declararam ter tido uma experiência positiva, ao encontrarem bons descontos. Já em relação às razões para não aderir à campanha, a restrição financeira é a principal. Entre os 21% que não tem intenção de consumir na data, mais da metade (51%) mencionou a falta de dinheiro como motivo. Desinteresse foi mencionado por 42% e 7% declararam que não gostam de comprar na data.

Antecipação do Natal, categorias e produtos de desejo

Assim como na edição anterior da pesquisa, metade (50%) dos respondentes usarão a Black Friday para adiantar as compras de Natal. Os demais se dividem entre os que não pensaram a respeito (35%) e os que não pretendem comprar os presentes de Natal nesta data (14%).

As categorias que despertam maior interesse no consumidor são Moda e Acessórios (30%), Celulares (21%), Eletrodomésticos e Linha branca (20%), Saúde e Beleza (19%) e Livros (18%). Em relação à quantidade, 44% pretendem comprar até três produtos na promoção este ano, índice que era de 39% no ano passado; 17% comprarão quatro ou mais produtos e os 39% restantes ainda não se decidiram sobre a quantidade de itens.

Previsão de gastos e formas de pagamento

Em relação à previsão de compras para a Black Friday, 47% pretendem gastar acima de R$ 500. Gastar de R$ 50 a R$100 é a expectativa de 5% e a faixa de preço seguinte, nos valores entre R$ 100 e R$ 250, foi mencionada por 9%. Parcela similar (10%) declarou que seus custos ficarão entre R$ 250 e R$ 350. Os valores de R$350 a R$ 500, foram mencionados por 13%.

Dentre os 42% dos participantes que declararam que vão utilizar o décimo terceiro salário para comprar na Black Friday, 7% utilizarão o valor integral na data, e o restante (35%) informou que utilizará o valor parcial. Enquanto 25% declararam não receber o benefício, os 33% restantes usarão o 13º para outros fins.

Sobre a forma de pagamento, o comportamento do consumidor é praticamente o mesmo que no ano anterior: a opção de pagar alguns itens à vista e outros de forma parcelada no cartão liderou nos dois anos com 35%. Na sequência, 28% declararam nas duas edições da pesquisa que irão parcelar as compras no cartão de crédito. A opção à vista no boleto recuou de 23% para 21% neste ano e o pagamento à vista no cartão de crédito cresceu 14% para 16% na edição de 2018.

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O CEO e os novos tempos para RH e Marketing

Por Daniel Domeneghetti

A constatação da pesquisa “Novo Mundo, Novo RH”, realizada com 592 executivos e líderes da área de Recursos Humanos, de fevereiro a maio deste ano e que foi apresentado durante o HR Hub, evento realizado pela ProPay, aponta que 64% destes executivos, dentre outros desafios, indicam que a companhia precisa decidir claramente qual área é, de fato, a dona do cliente. Este achado traz à realidade o alerta de um antigo ponto mal resolvido estrategicamente nas empresas: a governança do cliente.

Mas porque clientes, como também consumidores e usuários, precisam de dono? Porque como ativos estratégicos de gestão, assim como para a área de talentos (RH), o caixa (Financeiro), os contratos (RH) e o parque tecnológico (TI), por exemplo, só há gerenciabilidade, eficiência e crescimento possíveis se há dono legitimamente responsável.

Imagine, por exemplo, quatro áreas distintas gerindo o caixa da empresa? Caos! É o que ocorre com o cliente, como ativo estratégico: Marketing, Vendas, Comercial, Atendimento ao Cliente, assim como nas rotinas de retenção, pós-venda, suporte e operações, todas são áreas que gerenciam parte da jornada e da vida de interação dos clientes com a empresa.

O problema se potencializa quando se entende que diferentes donos gerenciam necessariamente com diferentes regras, diretrizes, metas e indicadores, seja diferença de visão ou vocação, seja pelo imperativo funcional da área e pelo papel por ela desempenhado na relação com clientes, consumidores e usuários. Simplesmente não funciona, não encaixa. E o cliente, de único, vira múltiplo, resultando em uma experiência sofrível.

Neste artigo, à parte a questão central acima exposta – e que já foi tema de diferentes artigos e análises que fiz, foco, de maneira localizada, no impacto do distanciamento entre as áreas RH e Marketing (e demais áreas ligadas aos clientes, consumidores, usuários da companhia), contribuindo relevantemente para esta problematização.

É consenso que a área de Recursos Humanos deve trabalhar para que os colaboradores consigam performar e entregar a proposta de valor da empresa aos seus clientes, consumidores e usuários em todos os seus pontos de operação e interação, em especial na chamada última milha, onde a experiência de marca se materializa. Porém, não se fala em clientes, consumidores e usuários sem se pensar em áreas como Marketing, Comercial e Atendimento, por exemplo. E não se pode ignorar que os clientes, além de principal stakeholder da empresa, são também sua razão de existir e os financiadores diários de seu caixa e crescimento.

Assim, como cada vez mais o valor da empresa depende do sucesso da jornada de cada cliente, consumidor ou usuário com a empresa, o casamento seria perfeito se, por exemplo, o Marketing e o RH atuassem de maneira integrada em favor destes stakeholders e, por decorrência, de toda a empresa e de seus acionistas/investidores, mas, na prática, a realidade ainda é outra.

O RH e o Marketing precisam ter a ciência de que hoje o novo cliente tem cada vez mais força e está na posição fim do ciclo, enquanto o novo colaborador, que também é um ator de extrema importância na cadeia de valor da empresa, é o meio para o alcance deste cliente. Neste circuito, podemos observar que, em geral, as posições às vezes se misturam e há uma interseção entre cliente e colaborador, trazendo premissas iguais ao vestir múltiplos chapéus, exercendo, ao mesmo tempo, os papéis de consumidor, cidadão, acionista e colaborador.

Por isso, toda e qualquer tática de relacionamento será fluida se o RH e o Marketing desenharem o processo de suporte à jornada do cliente. Um não vive sem o outro, ou seja, se retroalimentam, frente ao novo tempo de empoderamento sócio-corporativo.

Daniel Domeneghetti, especialista em Estratégia Corporativa, Top Management Consulting e Gestão de Ativos Intangíveis e CEO da DOM Strategy Partners, consultoria 100% nacional focada em maximizar geração e proteção de valor real para as empresas.

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Finep aprova investimento de R$ 14,5 milhões em empresas da segunda rodada do programa para startups

A Finep vai investir R$ 14,5 milhões em 15 negócios inovadores (média de R$ 966 mil em cada) aprovadas na segunda rodada do programa Finep Startup. Após visita técnica e due diligence de 25 finalistas, foram selecionadas as empresas Bionexus, DataRisk.io, ePHealth, Everywhere Analytics, Fofuuu, Integra Bioprocessos, Intelivix, NanoScoping, Parcele.me, PickCells, Postmetria, ProtMat Materiais Avançados, Sumá, VirtualCAE e Zaruc.

A operação será concluída depois de análise jurídica e assinatura do contrato de investimento, que será liberado em duas tranches. Caso apresentem resultados promissores nos próximos anos, as propostas selecionadas poderão receber nova injeção de recursos no futuro.

“Trata-se de uma iniciativa inédita no país, em que a Finep compartilha com o empreendedor o risco inerente aos estágios iniciais de desenvolvimento. A inovação é condição necessária para a escolha da empresa, mas não suficiente: as startups precisam atender a uma demanda real de mercado e estar ancoradas em um modelo de negócios viável e escalável”, explica Raphael Braga, gerente do departamento de Empreendedorismo e Investimento em Startups da Finep.

Os temas de maior destaque entre as 15 startups qualificadas foram Healthtech e Inteligência Artificial, com três aprovadas em cada categoria. As demais empresas atuam nas áreas de Internet das Coisas (duas empresas), Agritech (duas), Nanotecnologia (duas), Fintech (uma), Biotecnologia (uma) e Manufatura Avançada (uma). Santa Catarina foi o estado com o maior número de propostas selecionadas: cinco empresas. Na sequência, aparecem São Paulo (três), Pernambuco (duas) e Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Paraná e Distrito Federal, representados com uma startup cada.

A segunda rodada de investimentos do primeiro edital do programa recebeu 366 inscrições. Desse total, 75 startups foram classificadas para a etapa seguinte, uma banca de avaliação presencial realizada entre os dias 17 e 19 de abril, em São Paulo. Cerca de 80 avaliadores – 50 da Finep e 30 externos – selecionaram 25 empresas. Após a etapa final, a Finep aprovou 15 startups para receberem o aporte – oito foram reprovadas e duas desistiram do processo.

Para mais detalhes sobre o Finep Startup, acesse:

Confira abaixo as empresas aprovadas para investimento (em ordem alfabética):

Bionexus – Chapecó (SC) – Agritech

A Bionexus nasceu em 2014 com DNA de inovação. É especializada no desenvolvimento de dispositivos eletrônicos para o segmento agro com foco na bovinocultura de leite. Através do Milkspec, os agentes atuantes na produção leiteira podem monitorar diariamente a qualidade do leite, desde a ordenha até a industrialização. Tudo isso integrado a plataforma Allagro com as informações acessíveis de qualquer lugar, possibilitando uma rápida tomada de decisão para a melhoria da qualidade e produtividade.

DataRisk.io – Florianópolis (SC) – Inteligência Artificial

A DataRisk.io é uma plataforma online de modelagem preditiva, com foco em instituições financeiras, que oferece modelos com alto valor agregado. É a primeira empresa no Brasil a oferecer um serviço do tipo “decision as service”, por meio de tecnologia proprietária, que permite aos clientes gerar modelos utilizando técnicas de machine learning de forma rápida e escalável. Esses modelos, na grande maioria das vezes, são utilizados na tomada de decisão: para prever fraudes, fornecer crédito de uma maneira mais precisa ou ainda fazendo um cobrança da forma mais adequada, por exemplo.

ePHealth – Florianópolis (SC) – Healthtech

O Brasil tem o maior programa de saúde preventiva do mundo no SUS, mas está quase todo baseado em papel e processos manuais. A ePHealth quer automatizar todos os municípios do Brasil, melhorando a eficiência e servindo de modelo para o setor privado e outros países. A empresa criou uma plataforma de saúde preventiva, com foco no cadastramento e monitoramento da população em larga escala, que identifica fatores de risco, vulnerabilidade e grupos prioritários. O aplicativo é voltado para profissionais de saúde em campo e os sistemas de gestão na nuvem são acessados pelos coordenadores de saúde, de forma 100% offline.

Everywhere Analytics – Curitiba (PR) – Internet das Coisas (IoT)

A Everywhere é uma empresa de pesquisa que gera informações para Mídia Exterior, Varejo e Mobilidade Urbana a partir de tageamento de aparelhos celulares. De forma inovadora, automática, sem uso de aplicativos e sem nenhuma ação do portador de smartphones geram métricas que permitem entender a audiência, o comportamento, padrão de deslocamento e mobilidade.

Fofuuu – São Paulo (SP) – Healthtech

A Fofuuu se propõe a reinventar a experiência do tratamento fonoaudiológico por meio de técnicas de games e inteligência artificial. Para isso, uniu as principais práticas e conceitos da Neurociência e da Fonoaudiologia em uma plataforma lúdica com jogos digitais para estimular a fala e o desenvolvimento infantil. Os jogos funcionam tanto como um instrumento terapêutico quanto como de estimulação multissensorial da criança em casa. Com seus dois aplicativos, Fofuuu Pro e Fofuuu Kids, possibilita um aprendizado personalizado para as necessidades terapêuticas de cada criança. Usa reconhecimento de voz para mover os personagens durante os jogos, e com o uso de games, mantém as crianças engajadas fazendo as atividades do tratamento.

Integra Bioprocessos – Brasília (DF) – Biotecnologia

Combinando conhecimento profundo sobre a engenharia do microrganismo, fisiologia de leveduras, bioinformática, processos fermentativos e outros, a Integra oferece soluções biotecnológicas por meio de bioprocessos proprietários ambientalmente recomendáveis, que transformam resíduos agroindustriais em produtos de alto valor agregado para as indústrias alimentícias (cervejeira e outras), de suplementos alimentares e cosméticas.

Intelivix – Recife (PE) – Inteligência Artificial

A Intelivix usa a inteligência artificial para fazer a jurimetria, ou seja, usar dados métodos quantitativos e qualitativos no Direito. Para fazer isso, ela busca na internet processos publicados em portais de tribunais. Como resultado, a gama de possibilidades informativas é grande e uma delas é a de traçar o perfil do juiz que julgará um caso com base em processos anteriores. Além disso, a startup também oferece um auxílio à redação, permitindo que contestações sejam padronizadas de forma a seguir melhores práticas e ter resultados consistentes independente da localização.

NanoScoping – Florianópolis (SC) – Nanotecnologia

A NanoScoping é uma empresa de inovação, com enfoque em nanotecnologia. Atua no desenvolvimento de insumos altamente tecnológicos que permitem melhorar a performance do produto dos clientes. Possui uma linha de nanoinsumos desenvolvida exclusivamente para o setor veterinário, que pode ser adicionada aos produtos de higiene e embelezamento veterinários. Preocupada com o ambiente, os produtos da NanoScoping são desenvolvidos a partir de ingredientes biocompatíveis e biodegradáveis, usando tecnologia verde.

Parcele.me – São Paulo (SP) – Fintech

Pioneira no segmento, a startup é especializada em pagamento parcelados: permite que a empresa receba o valor à vista e o cliente pague a prazo. Desenvolveu uma plataforma tecnológica que permite, sem custos para o cliente, customizar soluções para grandes empresas e conectá-las com instituições financeiras, resolvendo importantes problemas das corporações.

PickCells – Recife (PE) – Healthtech

A PickCells desenvolveu uma plataforma baseada em visão computacional, que permite o diagnóstico automatizado, mais rápido, preciso e eficiente de doenças infecciosas, em tempo real e com baixo custo. Sua solução alia hardware e software para detectar padrões em exames de microscopia realizados pelos laboratórios, sendo o foco atual a automatização de exames parasitológicos, hoje centrada na identificação de ovos do Shistosoma Mansoni, helminto causador da esquistossomose. Fazendo uso de Inteligência Artificial (IA) própria, na forma de um algoritmo de Visão Computacional, a solução permite que os profissionais responsáveis pela análise de amostras recebam diretamente na tela do computador ou no smartphone imagens com a marcação dos padrões desejados, sem que tenham que procurá-los através do microscópio, como tradicionalmente é feito.

Postmetria – Porto Alegre (RS) – Inteligência Artificial

A Postmetria é uma plataforma para monitorar a satisfação dos consumidores, com base em comentários da internet. A inovação está na métrica social NPS, que calcula o grau de recomendação e o nível de fidelidade do cliente. Interpreta textos (posts, avaliações em e-commerce), vídeos, áudios, entre outras informações da expressão espontânea do internauta. Depois disso, sistematiza o contexto estratégico da jornada do cliente e apresenta um dashboard com gráficos de gestão, a partir da métrica social NPS. Indicada a qualquer empresa que deseja aumentar sua inteligência competitiva e ampliar sua compreensão da satisfação de seus clientes. As informações são usadas para melhorar as taxas de retenção de seus consumidores.

ProtMat Materiais Avançados – Juiz de Fora (MG) – Nanotecnologia

A ProtMat utiliza matéria prima importada da mais alta pureza em sua linha de produção, assegurando que as próteses e infraestruturas fabricadas com nossos blocos de zircônia apresentem alta qualidade, reprodutibilidade e perfeita adaptação. Produzimos cerâmicas para uso em sistemas CAD/CAM e MAD/MAM, visando a confecção de componentes de sistemas de próteses.

Sumá – Pelotas (RS) – Agritech

A Sumá (nome da deusa tupi-guarani da agricultura) desenvolveu uma plataforma digital que liga cooperativas, associações de agricultores e grandes empresas (como hotéis, restaurantes, cozinhas industriais) que buscam comprar alimentos frescos em um sistema de comércio mais justo. Na plataforma, são ainda oferecidos cursos de formação para pequenos e médios produtores. Ou seja, além do papel desempenhado para unir produtores e potenciais compradores, a ideia é ainda fomentar a formação de quem, literalmente, alimenta o país.

VirtualCAE – São Caetano do Sul (SP) – Manufatura Avançada

A VirtualCAE desenvolveu um software nacional de otimização topológica, validado pelo MIT (Massachusetts Institute of Technology), utilizado para a redução massa de componentes – o software esculpe o design ideal do produto a ser otimizado. Pode ser utilizado em diferentes setores da indústria nacional: automotivo, aeroespacial, ferroviário, energia, bens de consumo, indústria extrativa, máquinas e equipamentos.

Fonte: Finep

GFT promove evento sobre tecnologias exponenciais e lean-agile

A GFT, empresa referência em tecnologias exponenciais para transformação digital e projetos ágeis, reúne CIO’s e executivos de TI e negócios da área financeira para a troca de experiências e reflexão sobre os caminhos da transformação digital, a partir das tecnologias exponenciais, das práticas lean-agile e soluções IBM, no GFT User Group Digital Transformation. A 10ª edição acontece no dia 6 de novembro, a partir das 8h30, em São Paulo.

A programação conta com os principais players do mercado, inspirando a adoção de soluções exponenciais e fomentando o conhecimento e aprendizado mútuo. “Temos uma programação muito rica, com profissionais altamente qualificados falando sobre as suas práticas e estratégias. Esse profícuo capital intelectual ajuda a criar valiosos insights e a tomar decisões mais assertivas, exponenciando os resultados dos nossos negócios”, afirma Marco Santos, managing director Latam da GFT.

A agenda da GFT User Group apresenta painéis sobre tecnologias exponenciais, com participação da B3, Serasa Experian, Edenred e SulAmérica Seguros; e Lean-Agile, reunindo executivos do Bradesco, Itaú, Banco Votorantim, Tokio Marine Seguradora e Livelo. A programação conta ainda com uma série de cases, a ser apresentada por executivos do Banco Votorantim, Itaú, Edenred e SerasaConsumidor.

Para mais informações e a programação completa do evento, acesse aqui.

Como escalar a experiência do cliente digital no varejo 4.0

Por Eduardo Frade, Diretor de Vendas Multisector da Cisco do Brasil

A transformação digital pela qual pessoas e empresas vêm passando tem impactado diversos aspectos da relação entre ambas: a forma como trabalhamos, interagimos e, não menos importante, a forma como compramos. Se a década passada viu o surgimento e ascensão do modelo de compras online e entregas por delivery, os últimos anos e os que temos à frente apontam para outra tendência ainda mais revolucionária: o varejo 4.0.

A integração entre espaços de compras físicos e ambientes online vem ganhando cada vez mais força no varejo mundial, e o Brasil não é exceção. Um dos países que abraçou mais rapidamente o varejo online, é também um dos que caminha a passos largos para trazer soluções 4.0 para seus consumidores. O consumidor não busca mais apenas um local para comprar seus produtos preferidos, mas sim uma experiência que se adeque às suas necessidades, tornando-a mais personalizada, conectada e eficiente.

Alguns setores vêm se destacando nesse processo de integração entre o físico e o digital, criando modelos de sucesso. Os setores de moda e cosméticos são exemplos desse processo. Impulsionadas e inspirados pela forma que os consumidores usam as redes sociais para pesquisar por produtos e tendências, grandes redes têm utilizado soluções tecnológicas que levam para a loja uma experiência semelhante a que o consumidor tem em seu smartphone. Espelhos que usam realidade aumentada para projetar opções de roupas no corpo do cliente, integração constante via equipamentos mobile, serviços que notificam quando um produto favorito está em promoção ou foi reabastecido no estoque e até mesmo soluções mais simples como cupons virtuais estão ganhando popularidade.

Para que tudo isto funcione, contudo, o investimento em tecnologia não pode ser subestimado. É necessária uma infraestrutura que possa suportar e padronizar a experiência do consumidor em qualquer ponto de venda. Também é necessário aumentar o grau de automatização dos processos na jornada de investimento na modernização do varejo. O espaço do lojista é um ambiente que se torna a cada dia mais complexo e ainda é tratado com grande interação manual, ficando assim muito vulnerável a ataques e erros. Hoje, por exemplo, 95% das operações de tecnologia no espaço de uma loja são manuais, sendo elas responsáveis por 75% dos problemas relacionados à segurança de dados. Por fim, tudo isto demanda também uma maior qualificação e mudança do perfil dos profissionais de TI.

É necessário buscar soluções que integrem de forma eficiente a estabilidade e rapidez da conexão, a conversão de dados captados em soluções em prol dos clientes e por fim, a segurança destes próprios dados, a fim de proporcionar a mesma experiência de compra, como menor atrito, em qualquer ambiente. A busca por estas soluções pode sim demandar um maior investimento inicial, mas sem o qual ficaria muito difícil suportar a escalabilidade, velocidade e novos recursos no ponto de venda no longo prazo, tão importantes em um segmento tão dinâmico como o varejo. O Varejo 4.0 precisa ser conectado, personalizado e, acima de tudo, seguro.

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Mercado demandará inovação radical dos serviços financeiros, diz KPMG

A indústria de serviços financeiros precisa enfrentar os efeitos da atual era de transformação digital. A operação das atuais empresas entregando produtos e serviços tradicionais por meio modelos previsíveis não deve prosperar. As expectativas de clientes, impulsionadas pela inovação tecnológica, produzirá uma transformação muito mais radical. Essa é uma das conclusões da pesquisa “30 vozes em 2030 – o futuro dos serviços financeiros” (30 voices on 2030 – the future of financial services, em inglês), conduzida pela KPMG com 30 líderes globais do setor, entre CEOs, reguladores, empresários e associações setoriais, para revelar como os serviços financeiros serão oferecidos em 2030.

“Nesta nova era de serviços financeiros abertos, as fronteiras da indústria desaparecerão, promovendo a efetiva democratização de acesso e a personalização do atendimento. As novas oportunidades estarão em parcerias colaborativas com tecnologias que operem em um ecossistema interconectado, sustentado por um fluxo de dados ágil e sem atritos”, afirma o sócio-líder de Serviços Financeiros da KPMG no Brasil, Ricardo Anhesini.

As previsões de futuro dos executivos consultados pela KPMG abrangem mudanças drásticas em seis pilares: o papel do CEO de serviços financeiros; os modelos de negócios; a experiência dos clientes; o uso crescente de dados e análises; a regulação; e o formato operacional das organizações do setor. Todos os entrevistados destacaram que o mundo será radicalmente diferente em 2030 e que negócios sem agilidade e capacidade de adaptação perderão espaço.

A pesquisa da KPMG também revela que as organizações terão que rever seus negócios, impondo mais foco em resultados, e destaca que algumas das mudanças apresentadas pelos entrevistados são evolucionárias, mas outras são radicalmente diferentes do que há no mercado atualmente. Os serviços financeiros serão cada vez mais interconectados e colaborativos, com destaque para quatro temas emergentes.

O primeiro é que os dados mudarão fundamentalmente os negócios. Ele estará no centro de como esses líderes farão dinheiro em 2030, embora muitos CEOs dos serviços financeiros não estejam percebendo que o atual modelo de negócios precisa mudar rápido.

Em segundo lugar, o relacionamento com os clientes precisa melhorar, sendo fundamental a incorporação dos serviços aos estilos de vida e às fases da vida empresarial para a satisfação imediata dos consumidores. Em 2030, um bom serviço significará transações sem atrito, seguras, rápidas e automatizadas, sendo consideradas mais valorizadas as organizações que saibam satisfazer seus clientes.

O terceiro tema está relacionado com a questão da regulamentação, que se concentrará muito mais em atividades do que na empresa ou pessoa, envolvendo cada vez mais a automação no futuro.

Finalmente, em termos de modelos de negócios, grandes empresas que operam economias de escala conviverão com fornecedores mais ágeis e de nicho, escolhendo atividades individuais dentro de um ecossistema mais amplo.

A pesquisa da KPMG também destacou outros assuntos relevantes que devem estar mais presentes na agenda dos líderes dessas organizações, como inteligência artificial, blockchain, fintechs, insurtechs e regtech.

O estudo completo está disponível no link – http://home.kpmg.com/uk/en/home/insights/2018/06/30-voices.html.

TOTVS lança a Maquininha Inteligente do Bemacash – 1º ponto de venda do mercado com software, equipamento e meio de pagamento integrados

Fazer a gestão do negócio precisa ser uma tarefa simples para o microempresário. Pensando nisso, a TOTVS acaba de lançar uma solução completa para o ponto de venda, a Maquininha Inteligente do Bemacash, um dispositivo inovador, que soma meio de pagamento, software, solução de inteligência artificial (Carol), impressão de recibos, além de uma área de gestão completa e disponível em nuvem.

A solução é a primeira do mercado brasileiro a ser vendida com todas essas funcionalidades. É inteligente, porque já vem com um sistema de gestão embarcado, diferente das outras disponíveis, que apenas recebem pagamentos. Com ela, o varejista não se preocupa mais com os inúmeros comprovantes em papel que precisa guardar, controla todas as vendas em um único sistema, acompanha a quantidade de produtos que tem disponível para atender a demanda de venda, vê todo o fluxo de caixa, além de otimizar espaço no balcão, por ser portátil.

“Esse lançamento é tão simples de usar como um celular e os varejistas conseguem ter, na palma da mão, todas as informações, em tempo real, de quando e quanto vão receber, controlar vendas, cuidar do estoque e ainda ter insights de vendas, por meio da Carol”, explica Eros Jantsch, vice-presidente de Micro e Pequenos Negócios da TOTVS.

Com uma área de gestão totalmente na nuvem, a Maquininha Inteligente do Bemacash permite gerenciar o negócio e acompanhar relatórios de faturamento e produtos disponíveis de qualquer lugar, inclusive do celular, basta apenas estar conectado à internet. A solução já está integrada com a Stone, e outras adquirentes do mercado já estão avaliando a integração.

Além de levar facilidade para o comerciante, a Maquininha Inteligente do Bemacash também vem para trazer uma boa experiência ao consumidor, que consegue ter um atendimento mais rápido e sem filas, já que o vendedor tem a mobilidade para fazer toda a venda em segundos, de qualquer lugar. “Essa é uma eficiente solução Tudo em Um, com as melhores tecnologias emergentes, como a inteligência artificial, a um preço bem acessível a todos os micro e pequenos negócios”, destaca Juliano Tubino, vice-presidente de Marketing, Novos Negócios e Digital da TOTVS.

A inovação está presente também no modelo de comercialização da Maquininha Inteligente. Pelo canal digital da companhia,https://www.totvs.com/bemacash/maquininha-inteligente/ o empresário consegue obter o equipamento, a partir de 10 x de R$ 139,90, e assinar o software de ponto de venda e gestão integrado com inteligência artificial, a partir de R$ 59 mensais. Tudo isso reforça a estratégia da TOTVS em disponibilizar soluções cada vez mais digitais de forma prática e democrática. “Nossa maior preocupação é viver uma jornada digital de dentro pra fora, o portfólio de produto se adapta, a forma de comercializar cada um desses produtos também. Tudo isso para estar em sintonia com o novo comportamento e necessidades dos nossos clientes”, completa Tubino.

Google Cloud destaca o uso de tecnologias voltadas para proteger os dados das empresas

Ataques online, como ransomware (um tipo de software nocivo que restringe o acesso ao sistema infectado) e phishing (e-mails ou websites falsos que levam o usuário a revelar informações pessoais, como senhas ou cartão de crédito), têm se tornado cada vez mais comuns no mundo corporativo, trazendo risco às empresas e às suas informações estratégicas. Pensando na proteção contra esses ataques maliciosos, o Diretor de Tecnologia e Engenharia de Google Cloud para América Latina, Fernando Teixeira, destaca a importância do uso de três tecnologias que estão em alta quando o assunto é segurança da informação. A seguir estão os detalhes:

Machine Learning para detectar e-mails suspeitos

Aprendizado de máquina, ou seja, sistemas que aprendem e melhoram cada vez mais com a experiência, podem ajudar as empresas a evitarem ataques cibernéticos. Os modelos recebem um exemplo de e-mail legítimo e outro de phishing, o que permite acelerar o processo de aprendizagem, tornando-o mais eficiente. “Neste processo, quanto mais ele vê e aprende, mais protege”, explica Bolonha.

Alertas para proteger antes do clique do usuário

Tecnologias capazes de analisar bilhões de URLs por dia, em busca de sites não seguros, já é uma realidade nos navegadores. Um alerta avisa o usuário quando este acessa uma página capaz de roubar informações pessoais ou mesmo quando houver a instalação de softwares desenvolvidos para sequestrar o computador. “Todos os dias, com a ajuda da análise inteligente, descobrimos milhares de novos sites com problemas de segurança. Muitos deles são websites legítimos que foram comprometidos”, afirma Bolonha.

Chaves de segurança para aumentar a proteção

O reforço da verificação em duas etapas, por meio de chave de segurança física, permite que a identidade do usuário seja confirmada com mais precisão, evitando que invasores usem senhas roubadas. “Sem a chave é impossível entrar. Um método simples para os usuários e administradores, mas que dificulta muito a vida dos cibercriminosos”, finaliza o executivo.