Page

Author admin

No Brasil 92% dos colaboradores em home office precisam de mais suporte de TI

Quase metade prefere usar o telefone para esclarecer um problema técnico

O papel do departamento de TI está se tornando cada vez mais importante. Pesquisa global do OTRS Group com colaboradores em home office mostrou que 90% precisam de mais suporte do departamento de TI, já que eles estão trabalhando em casa por um longo período de tempo. No Brasil esse número foi de 92%. A razão para isso é que 43% afirmam que não podem simplesmente recorrer a um colega para resolver um problema, mas devem entrar em contato diretamente com a equipe de TI. O segundo motivo mais comum, com 40% das respostas, é que muitos sistemas são difíceis de acessar de casa.

Apenas 10% responderam que não precisam de mais suporte de TI no escritório doméstico do que o normal, a maioria, 36%, citou o motivo de que fazem exatamente o mesmo trabalho em casa, portanto, não há necessidade adicional de suporte de TI.

“Cada vez mais digital e preditiva, a TI passa a ocupar lugar estratégico nas empresas, abandonando o estereótipo do ‘rapaz do suporte’ e assumindo o papel de apoiador direto nas tomadas de decisões da alta gestão”, comenta Luciano Oliveira, Diretor Geral da OTRS Brasil e Portugal. “No Brasil 41% dos entrevistados consideram como uma das principais tarefas da TI, garantir a inovação e a análise dos dados e 46% reconhecem que são fundamentais na defesa cibernética e na manutenção dos computadores e redes seguros. Além disso, plataformas de ITSM também são usadas no RH, por 43% e na gestão das instalações, por 57%.”

Quase metade espera uma resposta da equipe de TI em 30 minutos

Quando questionados sobre a rapidez ideal com que o suporte de TI deve responder, 47% respondem em 30 minutos. Outros 22% ficam satisfeitos quando o help desk responde em 60 minutos. A realidade chega perto das expectativas: 72% afirmam que seu suporte de TI responde a um problema dentro de 30 a 60 minutos.

É surpreendente que a maioria, 43% ainda prefira pegar o telefone para entrar em contato com o departamento de TI. E 25% preferem um e-mail, 19% preferem descrever seu problema em uma conversa pessoal e apenas 12% preferem abrir um tíquete. Já no Brasil 31% dos respondentes preferem enviar e-mail, 29% prefere usar o telefone e apenas 3% abrem um tíquete.

O atraso no suporte de TI torna os funcionários menos produtivos, 54% dos entrevistados disseram que se o suporte de TI atrasar, eles podem ser menos produtivos e, portanto, ficar frustrados. No que diz respeito às reclamações relacionadas com o departamento de TI, os atrasos também são um problema: quando questionados sobre o principal ponto da crítica, 36% afirmaram que a resposta demorou muito, 21% são da opinião de que o problema geralmente não é resolvido na primeira vez. Em resposta a essa pergunta, 20% dizem que nunca sabem realmente qual é o status de sua solicitação de TI.

“A pesquisa mostra a importância do papel do departamento de TI – especialmente quando se trabalha em casa”, disse Christopher Kuhn, COO do OTRS Group. “Embora a necessidade de suporte profissional de TI esteja crescendo, o estudo também prova que ainda há espaço para melhorias no help desk de TI. Para manter o controle de muitas consultas telefônicas, vale a pena documentá-las em um sistema ITSM. Portanto, as empresas devem tomar precauções em tempo hábil para equipar seus departamentos de TI com as melhores ferramentas e mantê-los motivados”.

A pesquisa foi realizada online, pela Pollfish, entre 11 e 26 de fevereiro de 2021, com 500 colaboradores em home office na Alemanha, EUA, Brasil, Malásia e México.

Sky.One anuncia mais de 40 vagas de emprego em diferentes áreas e níveis

A Sky.One, uma das 10 melhores empresas para se trabalhar segundo o ranking Top 25 Startups LinkedIn Brasil e detentora do selo Great Place To Work, anuncia a abertura de mais de 40 vagas de emprego para diversas áreas e níveis. As oportunidades de trabalho, disponíveis para São Paulo, serão no formato híbrido e as posições são abertas semanalmente. Indo na contramão da crise ocasionada pela pandemia da COVID-19, a Sky.One deseja recrutar aproximadamente 150 novos profissionais apenas no primeiro semestre. Ao longo do ano, serão mais de 250 posições. Com novos colaboradores no time, o objetivo da companhia é aprimorar a entrega de serviços para os clientes e parceiros da Sky.One.

O processo seletivo acontecerá remotamente e contará com seis etapas: contato telefônico para entendimento do momento do candidato, testes, entrevista com RH, entrevista com gestor, apresentação de case e contratação. Segundo a Head de Gestão de Pessoas da Sky.One, Aila Rodrigues, a pandemia trouxe importantes lições e desafios, tanto no âmbito profissional quanto pessoal para as organizações do mercado. “Muitas empresas tiveram que se reinventar e investir em tecnologia para atender às novas demandas. A Sky.One, fornecedora de plataformas tecnológicas que modernizam softwares, teve papel fundamental neste processo, começando por habilitá-las à inovação por meio da tecnologia em nuvem. Por isso, crescemos durante a pandemia e o próximo passo é investir em novas contratações para aprimorar cada vez mais os serviços oferecidos aos nossos clientes e parceiros”, explica.

Em 2020, houve crescimento no número de colaboradores de 28%, totalizando 185 profissionais no time atualmente. “Estamos em um ano crucial, com o negócio crescendo a passos largos e o fator humano é essencial para dar base sólida a este momento”, esclarece Alia.

Vagas abertas na Sky.One

Entre os cargos disponíveis estão: Executivos de contas (todos os níveis), Coordenador Comercial, Analista de Marketing, BDM, DBA, Assistente SAP, Estagiário de Marketing, Desenvolvedor Python, Desenvolvedor Fullstack, Analista de Testes, Líder Técnico, Analista Jurídico, Analista de Sistemas, SDR, Estagiário SAP, Gerente de projetos, Arquiteto SAP, Pré-Vendas, Analista de Suporte e Analista de Implantação.

Para quem for contratado, a Sky.One aposta em treinamentos EAD com uma plataforma contendo mais de 100 conteúdos construídos internamente, que abrangem desde a história, valores e cultura da empresa, até treinamentos técnicos voltados ao dia a dia da função e entendimento dos produtos. Para se candidatar, os interessados devem enviar seus currículos através do site (https://www.skyone.solutions).

BTG Pactual digital lança Carteira Recomendada Automatizada de Ações

Clientes agora podem seguir à risca três tipos de Carteiras Recomendadas, sem se preocupar com as atualizações e execuções de ordens

O BTG Pactual digital acaba de lançar um serviço que permite aos seus clientes investir de maneira automática nas mesmas ações das Carteiras Recomendadas do banco, que são desenvolvidas e atualizadas pela equipe de Equity Research do BTG Pactual. O novo recurso traz mais praticidade para quem deseja incorporar em seus investimentos uma estratégia com o objetivo de capturar as melhores oportunidades e performances do mercado de ações.

O serviço permite aos clientes optar por seguir automaticamente três tipos de Carteira do BTG Pactual: a 10SIM, que sugere cerca de 10 papéis com as melhores oportunidades e performances; Carteira de Small Caps, composta por cinco ativos do mercado de small caps brasileiro; e a Carteira de Dividendos, que reúne a cada trimestre as melhores empresas sob a ótica de distribuição de dividendos. Para que o investidor mantenha sua posição seguindo o que foi sugerido pela equipe de analistas, as atualizações nas carteiras (mudanças de peso ou alterações de papéis) são realizadas de forma automática ao longo do primeiro dia útil do mês (ou do trimestre, no caso da carteira de dividendos). Para uma melhor performance, a execução das ordens conta com o uso de algoritmos.

“Com o lançamento da Carteira Recomendada Automatizada de Ações estamos aliando inovação e tecnologia a uma das melhores e mais premiadas áreas de análise de empresas do Brasil e da América Latina. Além disso, trazemos mais comodidade e praticidade aos clientes, que com uma única solicitação podem passar a seguir as nossas recomendações de maneira constante e automática, com total segurança na execução”, afirma Jerson Zanlorenzi, responsável pela mesa de ações e derivativos do BTG Pactual digital.

O aporte mínimo para a utilização da Carteira Sugerida de Ações Automática é de R$ 100 mil para a carteiras 10SIM e de R$ 50 mil para as carteiras de Dividendos e de Small Caps. Indicado para investidores com interesse em renda variável, o serviço possui o mesmo perfil de risco de investimentos em ações. O prazo para o efetivo pagamento dos resgates é de 3 dias úteis.

Desde outubro de 2009, a rentabilidade acumulada da carteira 10SIM do BTG Pactual é de 285,3%, ante 113,9% do IBX-50. Já a carteira de Small Caps, desde julho de 2010, acumula uma rentabilidade 2.225,4%, contra 134,9% do SMLL. Por fim, a Carteira de Dividendos, desde o dia 8 de novembro de 2019 até o fechamento de janeiro de 2021, acumula rentabilidade de 5,9%, ante 5,2% do IDIV.

Para aderir ao serviço, clientes podem entrar em contato com seu assessor de investimento ou com a equipe de atendimento do BTG Pactual digital, que que está disponível 24 horas, em todos os dias da semana.

O BTG Pactual digital não cobra de seus clientes taxas para abertura e manutenção de conta e nem a chamada taxa de custódia para investir em Renda Fixa, Tesouro Direto, Fundos de Investimento, COE e Renda Variável. Para a Carteira Recomendada Automatizada de Ações, o único custo é o valor da corretagem da transação.

Calculadora de IR Day trade

Outra novidade lançada recentemente pelo BTG Pactual para trazer mais praticidade aos seus clientes é a Calculadora de IR Day Trade, uma ferramenta gratuita que auxilia o investidor no cálculo do imposto sobre as operações day trade para o mercado de ações, futuro e opções. A funcionalidade oferece serviços como o cálculo do ganho de capital nas operações day trade; inclusão do estoque de prejuízo em operações anteriores e de outras corretoras; compensação automática do estoque de prejuízo; relatório mensal para preenchimento da ficha de renda variável da declaração de imposto de renda de pessoa física; e relatório gerencial das operações. Nos próximos meses, a calculadora também estará pronta para as operações de compra e venda normais, além do day trade.

A nova ferramenta facilita o controle e traz mais eficiência aos processos. A calculadora IR – Day Trade foi 100% desenvolvida pela equipe interna do BTG Pactual, e está disponível nas plataformas do BTG Pactual digital e Wealth Management.

CFA Institute lança primeiro certificado global em investimentos em ESG

O CFA Institute, associação global de profissionais de investimento, anuncia hoje que comercializará o Certificado em ESG Investing, criado pela CFA Society do Reino Unido, em centros financeiros de todo o mundo. O programa de educação representa uma nova qualificação global para ESG em gestão de investimentos e tem como objetivo fortalecer a integridade do mercado, ampliando o conhecimento e as habilidades de referência exigidas pelos profissionais do setor para integrar fatores ambientais, sociais e de governança (ESG) ao processo de investimento.

Com 76% dos investidores institucionais e 69% dos investidores de varejo declarando interesse em ESG de acordo com uma pesquisa do CFA Institute realizada em 2020, o certificado permitirá que o setor evolua ao colocar práticas sustentáveis na vanguarda das considerações de investimento, contribuindo para uma análise financeira mais holística.

O Certificado foi projetado para atender às necessidades de profissionais em funções de investimento que desejam aprender como analisar e integrar fatores ESG materiais em sua prática diária de análise de investimento. Ele também é voltado para quem busca melhorar sua compreensão das questões ESG em funções como vendas e distribuição, gestão de patrimônio, desenvolvimento de produtos, consultoria financeira, consultoria e risco. Mais detalhes e informações do registro neste link.

Margaret Franklin, CFA, presidente e CEO do CFA Institute, comentou que “estamos vendo uma real aceleração do interesse em investimentos em ESG – um grande desenvolvimento que moldará o futuro das finanças – enquanto a maior demanda de clientes e empresas de gestão de investimentos alimentou a necessidade de educação. Este certificado é o primeiro de seu tipo a ser disponibilizado globalmente e equiparará os profissionais com conhecimentos e competências fundamentais, permitindo-lhes atender melhor às necessidades de seus clientes e contribuir para a construção de confiança no setor.”

A certificação conta com um curso que requer aproximadamente 130 horas de estudo, culminando em um exame em computador de duas horas e 20 minutos, compreendendo 100 perguntas em um centro de testes supervisionado ou via teste supervisionado online, quando disponível e/ou permitido pela regulamentação local. Os candidatos têm um ano para fazer o exame após a inscrição e não há requisitos formais de entrada. Após a conclusão do exame, os candidatos receberão um certificado. O custo, que cobre o exame e o aprendizado online, é de US﹩665 e os candidatos podem reivindicar 20 créditos CE ao passar no exame.

O Certificado em Investimentos ESG foi desenvolvido pela CFA Society do Reino Unido em consulta com empresas líderes e é reconhecido pelos Princípios das Nações Unidas para o Investimento Responsável (UN PRI). Desde seu lançamento em setembro de 2019, o entusiasmo da indústria pelo Certificado foi confirmado por meio de seu sucesso inicial no Reino Unido e em outros mercados da Europa Ocidental, onde houve um total de 5.000 inscritos.

Startup recebe R$ 700 mil do BID LAB para inteligência artificial que identifica COVID-19

A startup brasileira Laura está entre as vinte selecionadas da América Latina e Caribe para receber um aporte financeiro do BID Lab, o laboratório de inovação do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). A solução tecnológica desenvolvida para auxiliar na identificação e acompanhamento de casos de Covid-19 receberá um investimento de US $128 mil para implementar a inteligência artificial em até cinco municípios brasileiros e 10 unidades de Pronto Atendimento, tanto na rede pública quanto privada.

O Pronto Atendimento Digital (P.A. Digital) foi lançado em abril de 2020 e já funcionou em 25 instituições de saúde, incluindo parcerias com as prefeituras e operadoras de saúde. Graças à inovação, mais de 160 mil pessoas já receberam atendimento de saúde digital. Além do projeto enviado pelo Instituto Laura Fressatto, braço filantrópico da startup, outras vinte propostas de diferentes países latino-americanos foram selecionadas entre 500 inscritas. 

Criado para identificar e acompanhar remotamente casos suspeitos de infecção pelo novo coronavírus, o P.A. Digital é uma inteligência artificial que atende os cidadãos por meio de uma interface de conversa digital. Ao interagir no site das prefeituras, os pacientes tiram dúvidas sobre sintomas e são acompanhados por 15 dias. Os casos mais graves são encaminhados para atendimento presencial. Aqueles que apresentam sintomas mais leves ou que não correspondem a riscos de infecção por Covid-19 são orientados a permanecer em casa, evitando aglomerações desnecessárias nas unidades de saúde. Para os pacientes com risco moderado, há possibilidade de teleorientação pela enfermagem e, se necessário, teleconsulta médica embarcada na solução.

Com o investimento do BID Lab, a tecnologia será ampliada tanto em termos territoriais quanto em aplicações na saúde. Além de dispor do chatbot para acompanhamento da pandemia, as cidades de Curitiba(PR), São Bernardo do Campo (SP) e Catanduva(SP) passam a oferecer aos pacientes o P.A. Generalista, tecnologia capaz de fazer a triagem e acompanhamento de outras doenças. “É uma extensão em outras linhas de cuidado, principalmente pensando em demandas simples do dia a dia e que podem ser atendidas de forma digital, como dor de cabeça e dor de barriga”, explica Dr. Hugo Morales, Diretor Médico da companhia. “É uma digitalização da atenção primária com objetivo de minimizar a sobrecarga dos serviços de saúde”. Até então, a tecnologia funcionava com exclusividade na região de Criciúma e no Litoral de Santa Catarina, por meio de uma parceria com a Unimeds. 

Para o representante do Grupo BID no Brasil, Morgan Doyle, o setor público e o ecossistema de inovação brasileiro têm muito a ganhar ao trabalharem juntos. “O ecossistema brasileiro é o mais robusto da região, com inovações tecnológicas de vanguarda e pode oferecer soluções rápidas e de alto desempenho. Ao trabalhar diretamente com as startups, o setor público está ajudando a fortalecer o ecossistema, ao mesmo tempo em que se moderniza e oferece serviços mais custo-efetivos aos cidadãos”, disse.

O impacto da tecnologia nestes municípios e instituições de saúde será mensurado em uma pesquisa científica conduzida pelo setor de research da startup e coordenada pelo Diretor Médico da Laura, Dr. Hugo Morales em parceria com o Dr. Adriano Massuda, professor da FGV e pesquisador-visitante no Departamento de Saúde Global e Populações da Harvard T.H. Chan School of Public Health. 

Pipefy anuncia dois novos líderes executivos para aumentar alcance global da empresa

O Pipefy, solução para gerenciamento de processos de negócio, anuncia a contratação de dois novos executivos. Rahim Walker, ex-executivo da Planview e SurveyMonkey, ingressa no Pipefy como vice-presidente de vendas para EUA e Kiko Guimarães, ex-Amazon Web Services e Red Hat, é agora vice-presidente de vendas corporativas da América Latina. Como membros executivos da equipe, Walker e Kiko reportarão ao presidente e COO do Pipefy, Ananth Avva .

“Rahim e Kiko são líderes com um ótimo histórico, cujos valores pessoais se alinham perfeitamente ao padrão corporativo do Pipefy”, diz Ananth Avva. “Eles compartilham histórias e abordagem semelhantes, que colocam o cliente em primeiro lugar para estratégias de vendas, crescimento de relacionamentos sólidos com clientes e oportunidades de crescimento acelerado em novos mercados. Ambos são uma ótima opção para o Pipefy e estou feliz por tê-los a bordo”, completa o presidente.

Rahim Walker, vice-presidente de vendas para EUA

Rahim Walker traz para o Pipefy quase 10 anos de experiência em liderança sênior em empresas de software, onde desenvolveu um forte histórico de construção de equipes de vendas de alto desempenho e parcerias colaborativas com clientes, resultando na criação de valor agregado para os acionistas.

“O Pipefy é um fit natural para mim, então estou honrado em liderar o próximo capítulo de nossa jornada em parceria com o Ananth”, diz Rahim. “Temos uma oportunidade fenomenal de apoiar clientes que necessitem de nós, desenvolvedores e proprietários de negócios que foram forçados a juntar fluxos de trabalho manuais em sistemas legados rígidos, inflexíveis e caros. O ritmo de transformação dos negócios e as expectativas dos clientes, tanto internos quanto externos, é tão acelerado que o termo ‘ágil’ quase não faz justiça à vida profissional. O Pipefy está prestes a se tornar a plataforma sobre os quais esses ‘doers’ podem projetar e criar experiências mais ágeis, responsivas e sem atrito para coordenar e envolver sua empresa de ponta a ponta.”

Kiko Guimarães, vice-presidente de vendas corporativas da América Latina

Kiko Guimarães traz mais de 20 anos de experiência em liderança, representando empresas multinacionais no Brasil e na região da América Latina, onde foi responsável pela gestão de vendas diretas e indiretas, receita, qualidade de serviço e satisfação do cliente.

“Depois de uma longa trajetória em empresas maiores, é uma honra ingressar no Pipefy, uma empresa que estabeleceu um novo paradigma para ajudar clientes corporativos”, diz Kiko. “Como Executivos de Vendas, somos constantemente obrigados a gerenciar expectativas e realidades com os mais altos padrões. Meu foco no Pipefy será alinhar nossos valores corporativos a uma visão de longo prazo, levando as vendas do Pipefy a um novo nível. Estou entusiasmado em apoiar uma grande organização focada em resolver desafios para os clientes de uma forma extremamente ágil e acessível”, completa.

Ambev premia startup com projeto inovador de ESG com R$100 mil

Em busca de soluções inovadoras para suas práticas ambientais, sociais e de governança – ESG, a Ambev desenvolveu a Aceleradora 100+, com apoio institucional da Rede Brasil do Pacto Global da ONU. Neste ano, a cervejaria conheceu iniciativas de startups que usam tecnologia para aprimorar processos produtivos e reduzir impactos no meio ambiente. As três melhores propostas acabam de ser premiadas no Demo Day, evento de encerramento do programa.

“O fomento à criação de tecnologias disruptivas é uma prática importantíssima para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Acredito que a transformação social e ambiental que precisamos para fazer deste mundo um lugar melhor para todos e todas ocorrerá a partir da combinação de inovação e da conscientização crescente dos mercados consumidor e de capitais e, consequentemente, das empresas”, disse Carlo Pereira, diretor-executivo da Rede Brasil do Pacto Global.

A startup vencedora Zoomagri desenvolveu um software que funciona como uma espécie de scanner, que realiza testes de qualidade em insumos agrícolas. A tecnologia apresentada detecta propriedades de cada matéria-prima, evitando um maior descarte de grãos. Isso possibilita um melhor aproveitamento e, consequentemente, menor uso de recursos naturais para o plantio. Com isso, há menos desgaste da terra e desperdício de água, além de diminuir emissão de gases poluentes.

“O time da Ambev se comprometeu em ajudar startups que sonham em criar empresas inovadoras e sustentáveis do futuro! Desde o início fomos acompanhados por eles, e temos a certeza de que após o programa nosso relacionamento vai crescer, escalar globalmente e durar muitos anos”, comenta Fernando, cofundador e diretor administrativo da startup Zoomagri.

Já a Growpack apresenta tecnologias inovadoras para transformar compostos orgânicos, descartados no plantio, em um biomaterial que pode ser utilizado para a produção de embalagens. A principal matéria-prima usada até o momento pela startup é um dos grandes rejeitos da indústria agrícola: a palha do milho. As primeiras embalagens criadas por ela usando a palha foram caixas de take-away. Tudo isso se traduz em uma economia de 80% de água, 25% no uso de energia para produção de papelão e redução de 50% nas emissões de CO2.

A Boomera, que também ganhou destaque, transforma lixo em uma linha de novos produtos, por meio de tecnologia, design e cooperativas de catadores. Com isso, a startup incentiva a economia circular e retira cerca de 60 mil toneladas de lixo por ano do meio ambiente. Um dos resultados alcançados, no decorrer da Aceleradora 100+, foi o desenvolvimento de “capas” para os pallets utilizados nas fábricas da Ambev, necessárias para o transporte seguro dos produtos.

“Este ano, mais uma vez, selecionamos startups que atuam em diferentes áreas de negócio e com tecnologias variadas. Com essa nova turma de aceleradas, vamos crescer juntos e construir um legado sustentável” comenta Rodrigo Figueiredo, vice-presidente de Sustentabilidade e Suprimentos da Ambev. “Enxergar o ecossistema conectado, poder dividir conhecimento, conhecer novas ferramentas digitais e construir ideias junto a parceiros e novos talentos são movimentos que estão totalmente alinhados à cultura que estamos criando de dentro para fora da Ambev”, completa.

A princípio, apenas a vencedora e a segunda colocada receberiam prêmio, mas o painel deliberou empate para o segundo lugar, e a Ambev optou por dobrar o prêmio do segundo lugar. A Zoomagri, que saiu vencedora, receberá R$100 mil e GrowPack e Boomera receberão R$30 mil, cada uma.

“Foi muito enriquecedor poder conhecer e, especialmente, reconhecer ações de grande impacto sustentável como as que vimos no DemoDay. Incentivar empresas que estão sempre em busca de avanços inovadores, que geram valor para as pessoas e que trazem benefícios para o planeta, assim como a DSM, que represento, que também possui como direcionadores principais a sustentabilidade e inovação embasada na ciência”, ressalta Mauricio Adade, presidente da Royal DSM América Latina, que também foi apoiadora da premiação e contou com a presença de Mauricio na banca julgadora.

O Demo Day, evento de premiação que foi aberto ao público, pode ser assistido no canal da Ambev, pelo Yotube: https://bit.ly/AmbevLive

EBANX inicia operações na América Central, começando por Costa Rica, El Salvador, Panamá, Guatemala e República Dominicana


Alphonse Voigt – CEO, Wagner Ruiz -CFO, Joao Del-Valle -COO do EBANX

EBANX, fintech unicórnio especializada em pagamentos para a América Latina, deu início à sua expansão pela América Central, inaugurando operações na Costa Rica e, até o final do primeiro semestre de 2021, em El Salvador, Panamá, Guatemala e República Dominicana. A empresa também está expandindo seu alcance na América do Sul, com operações recém-iniciadas no Paraguai.

Com o movimento, o EBANX chega a 15 países da América Latina, expandindo seus negócios a toda a região, um dos mercados de e-commerce que mais cresce no mundo.

“Estamos muito felizes em iniciar nossa expansão pela América Central, uma região que cresce rapidamente em termos de e-commerce e digitalização, e que tem um grande potencial ainda desconhecido das empresas globais”, afirma André Boaventura, sócio e CMO do EBANX. “A chegada do EBANX à região vai permitir não apenas que estas empresas expandam sua atuação, como também causará um impacto positivo ao ampliar o acesso desta população a produtos e serviços digitais.”

Em paralelo, o lançamento das operações do EBANX no Paraguai fortalece a presença da empresa na América do Sul, onde a fintech já alcança um mercado de mais de 500 milhões de pessoas. “Cada vez mais, o EBANX está ajudando empresas globais a aproveitar todo o potencial da América Latina”, acrescenta Boaventura.

América Central em destaque

O EBANX começou a oferecer suas soluções de pagamentos fora do Brasil, seu país de origem, ainda em 2015, com o início das operações no México e no Peru. Colômbia, Chile, Argentina, Equador, Bolívia e Uruguai vieram nos anos seguintes. Agora, com a expansão pela América Central, a fintech agrega às suas operações um mercado de e-commerce de aproximadamente USD 12 bilhões.

A Costa Rica, por onde o EBANX inicia sua trajetória na América Central, é líder em e-commerce na região. Mais de 80% da população tem acesso à internet, além de um alto nível de educação formal e inclusão financeira. 70% dos adultos são bancarizados, de acordo com o Banco Mundial, e 27% já fizeram compras pela internet, o que torna o país um mercado de referência.

O Panamá é outro destaque regional: tem o maior PIB per capita da América Central e um dos maiores mercados de e-commerce, com volume aproximado de USD 700 milhões ( segundo a Visa). No entanto, apenas 10% da população já fez uma compra online, de acordo com um relatório do Banco Mundial.

El Salvador também tem muito espaço para crescer no que diz respeito ao e-commerce: 72% da população tem acesso à internet por smartphones ( dados da GSMA Intelligence), mas apenas 6% dos adultos fazem compras online, segundo o Banco Mundial. Os salvadorenhos são muito receptivos a marcas internacionais, devido à economia dolarizada e à proximidade com os Estados Unidos – o que representa uma grande oportunidade para empresas globais que querem ser pioneiras neste mercado.

A República Dominicana é outro país bastante próximo dos Estados Unidos: cerca de 70% de seus bens de consumo vêm do país norte-americano, segundo relatório do Departamento de Comércio dos Estados Unidos. É a maior economia da região do Caribe, com um mercado de e-commerce em crescimento: aproximadamente 75% da população usa a internet, mas apenas 12% faz compras online ( dados do Banco Mundial).

Por fim, a Guatemala, país mais populoso da América Central, vem experimentando um rápido crescimento do comércio eletrônico, apesar do mercado ainda em estágios iniciais: apenas 7,6% de sua população faz compras online, segundo afirma o Banco Mundial. As novas gerações (que representam a maioria da população, cuja média de idade é 19 anos, segundo a ONU) ampliam o acesso à tecnologia e se aproximam do varejo online, ao mesmo tempo em que o acesso a serviços financeiros ganha força.

Paraguai, um novo mercado para empresas globais

Em paralelo, o início das operações do EBANX no Paraguai é igualmente significativo. Neste país sul-americano, 93% dos consumidores online começaram a fazer compras pela internet nos últimos quatro anos, conforme informa a Câmara Paraguaia de Comércio Eletrônico – o que torna o Paraguai um novo mercado para empresas globais. Mais de 90% das transações online são internacionais, e a maioria é feita por meio de smartphones, acessados por quase 97% da população, de acordo com dados do Statista.

A entrada do EBANX no Paraguai aumenta a presença da fintech na América do Sul e consolida a empresa como líder em soluções de pagamento na região.

Indústrias estão mais confiantes para retomar investimentos em automação

Por Hélio Sugimura, Gerente de Marketing da Mitsubishi Electric

O conceito de Indústria 4.0 já está consolidado entre os maiores especialistas da indústria. No entanto, ao contrário de países como China, Japão, EUA e Alemanha, que estão entre as maiores forças industriais do mundo, apenas recentemente é que países em desenvolvimento, como o Brasil, vêm tentando impulsionar essa jornada rumo à automação plena dos processos industriais.

As previsões globais apontam para uma aceleração da automação, motivada em parte pela crise gerada pela pandemia. Um estudo da consultoria Ernst & Young revelou que 36% das empresas passaram a acelerar os planos desde 2020.

Trazendo esses dados para o mercado nacional, especialistas enxergam um cenário mais propício a investimentos do setor a partir de 2021. Enquanto muitos países sofreram gravemente com o desabastecimento de diversos insumos, inclusive alimentos, como aconteceu nos EUA, até mesmo a falta de materiais hospitalares, relatado na Itália, o Brasil, apesar de algumas dificuldades, não apresentou grandes problemas de abastecimento.

Tal experiência mostrou que as máquinas foram capazes de manter a produtividade e a cadeia de suprimentos girando, quase sem interrupções, mesmo que em um ritmo mais lento. A quarta e mais recente edição do Índice de Automação do Mercado Brasileiro, realizado pela Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil com o apoio da empresa de pesquisas GfK, indicou que, em 2020, as indústrias estavam 2% mais automatizadas que no ano anterior. Mas, desde que o índice começou a ser mensurado, em 2016, essa evolução foi de 7%.

Outro relatório, da Bain & Company, chamado Technology Report, que avalia as oportunidades e vantagens operacionais do setor industrial, aponta que mais de um terço dos executivos planeja ampliar os investimentos em automação em 2021. A partir desse balanço não é difícil concluir que as empresas que investiram em automação, ainda antes da pandemia, foram as que melhor conseguiram enfrentar a crise ocasionada pela COVID e agora se sentem mais preparadas e confortáveis em realizar essa transição.

Além da robotização industrial ser uma das maiores tendências quando se fala em automação, outros conceitos conquistaram notoriedade e aceitação no chão de fábrica. A comunicação Machine to Machine, por exemplo, ganhou ainda mais força ao permitir que dados, antes coletados por operadores, pudessem ser coletados de forma automatizada. Assim, controladores lógicos programáveis, os CLPs, passaram a ser integrados a plataformas locais ou em nuvem, permitindo a consulta de seus registros e dados até mesmo de forma remota, para tomadas de decisão importantes.

Em outra ponta, dispositivos para medição de consumo de energia, em conjunto com o monitoramento de produção da fábrica, possibilitaram a criação de índices de consumo específico, medindo, assim, a eficiência energética de máquinas e equipamentos.

Se fosse possível fazer uma previsão, não seria mais tão ousado apostar que, com as reformas econômicas já previstas e o grande passo que o País já deu na capacidade de se reinventar e digitalizar seus processos e fluxos de produção, logo estaremos nos aproximando de uma quinta revolução industrial.

Big data no setor de construção civil

Por Eduardo Tardelli, CEO da upLexis

Diversos são os setores que entendem o quanto o big data analytics pode permitir um entendimento mais profundo acerca de produtos, prazos, variarias ambientais e outras informações relevantes. Por meio da análise de dados, as construtoras e incorporadoras podem desenvolver modelos de negócios mais econômicos, eficientes e assertivos, integrando o trabalho de equipes de tecnologia da informação (TI) e engenheiros em busca de soluções mais vantajosas no que tange cronograma, compra e uso de materiais, definição de tipos de obra e planejamento em geral.

Na área da construção civil, seja residencial, empresarial ou pública (de vias e acessos) essa ferramenta ajuda a prever e simular o resultado de determinadas escolhas que podem fazer a diferença na tomada de decisões. É possível, por exemplo, estipular o impacto no orçamento e o tempo de conclusão da obra ao substituir determinado material ou procedimento, ou calcular cenários adversos e o período que impactaria na execução do trabalho para considerar compras de instrumentos e utensílios e determinar contratos com prestadores de serviço.

Em paralelo, informações sobre finanças, prazos e documentos técnicos, entre outros dados relevantes, também podem ser adicionados aos sistemas a fim de auxiliar nas escolhas. Outro exemplo prático é analisar o tipo de perfil de cliente de uma região, os projetos já existentes para atender uma determinada área e pareceres de vendas para definir quais tipos de finalizações e funcionalidades serão necessárias em cada obra.

Em substituição ou complementação ao trabalho analógico e aos montes de papéis relacionados a cada projeto, os softwares alimentados com as informações corretas minimizam ruídos na comunicação, erros de orçamento e acompanhamento, falhas na análise de dados e dificuldades com registros passados que, desde que atualizados em tempo real, geram informações facilitadas e mais ágeis, incluindo fatores climáticos, geográficos, consumo de recursos e controle de impactos ambientais, que tanto interferem no andamento da obra. Afinal, como em qualquer outro setor, a inovação é sempre o objetivo para quem deseja melhora da qualidade de materiais de construção, equipamentos mais precisos e a otimização de tempo e recursos que resultam na redução do custo das obras.

No pré-projeto, as negociações com empresas e fornecedores podem ser mais facilmente estudadas, trazendo análises mais precisas dos riscos de cada um desses contatos e garantir maior assertividade nas simulações de condições geográficas, financeiras e estruturais, disponibilizando valores finais mais fiéis. Nesse caso, a gestão de indicadores também demonstra os acertos e as possíveis falhas de cada projeto e orçamento, identificando pontos que precisam ser revistos.

Naturalmente, como toda e qualquer tecnologia, a implementação do big data no dia a dia exige treinamento e alinhamento com a equipe, para que façam uso em todo o seu potencial. Para isso, além de buscar e investir em plataformas especializadas, indicamos instruir os personagens que as utilizarão e pesquisar constantemente o que está em alta na transformação digital.

Por mais que ainda haja resistência, o conhecimento sobre a ferramenta e o investimento necessário para sua implementação serão compensados rapidamente em tempo, precisão e assertividade. A tendência, de modo geral, é que com essas soluções tecnológicas o setor se torne mais democrático para lojistas, construtores e empreendedores de todos os portes, acelerando os negócios e a economia em um momento delicado para o País.

TIVIT anuncia a contratação de André Correia para liderar área de digital payments

A TIVIT, multinacional brasileira e one-stop-shop de tecnologia, anuncia a contratação de André Correia para liderar a sua área de digital payments. Com 20 anos de experiência na área, o executivo tem expertise na gestão de projetos e produtos, com MBA pela Fundação Getúlio Vargas e em Administração pela Irvene Valley College, na California. Em sua carreira, Correia passou por empresas como Banco Original, onde colaborou com a construção do projeto de banco digital, o aplicativo PicPay e o Banco Itaú, onde permaneceu por catorze anos na área de planejamento de projetos.

“A chegada do André Correia é um grande marco para a TIVIT. Com a sua experiência, vamos reforçar o desenvolvimento de projetos voltados para a renovação do sistema financeiro brasileiro, com foco nas áreas de Open Finance Banking as a Service”, afirma Luiz Mattar, cofundador e CEO da TIVIT. “Sem dúvida, posso afirmar que existem poucos profissionais no mercado com uma visão tão inovadora da área financeira quanto o André”, continua Mattar.

“Estou muito feliz em anunciar a minha chegada à TIVIT, que tem investido cada vez mais em alta tecnologia para levar a inovação a diferentes setores”, explica André Correia. “Desde as minhas primeiras conversas com a TIVIT, me identifiquei com a forma de pensar os negócios da empresa e acredito que alcançaremos grandes resultados na área de finanças por meio da tecnologia”, conclui o executivo.

Em seu portfólio, a TIVIT já apresenta soluções destinadas ao mercado financeiro e correlatos, com sistemas relacionados à integração de pagamentos por meio do PIX, Banking as a ServiceOpen Finance, Gateway de APIs, entre outros.

Fintech tem 100 vagas abertas para diversas áreas

Lançado em outubro de 2020, o banco digital will bank está recrutando cem profissionais para diversas áreas, como TI, RH, Desenvolvimento de produtos, Design, CRM, Marketing, Análise de Dados, Controladoria, Experiência do Consumidor, entre outras.

A maior parte das vagas é para home office, mas há oportunidades para trabalho presencial nos escritórios de São Paulo capital e Vitória. Os interessados podem se inscrever pelo link https://vemserwill.gupy.io/. O processo seletivo é totalmente digital.

Um dos diferenciais do will bank em relação aos concorrentes é o fato de alguns cargos não exigirem formação superior, como os de agilista, agente de Consumer Experience e desenvolvedor, entre outras.

Estão abertas também cinco vagas de estágio na área de Risco de Crédito. Os interessados devem ter disponibilidade para estagiar 20 ou 30 horas semanais (4 ou 6 horas diárias), estar cursando a partir do 5° semestre (em 2021) da graduação em cursos relacionados à área, como Administração, Análise de Sistemas, Ciências Atuariais, Ciências Contábeis, Ciência da Computação, Economia, Engenharia, Estatística, Física, Matemática e residir na cidade de São Paulo após pandemia.

“Para algumas vagas, as soft skills, experiências pessoais e até o autodidatismo têm mais peso do que o diploma. Nesses casos, o perfil que buscamos é o de alguém que se expresse bem, tenha capacidade de mediar conflitos e saiba propor melhorias para os produtos e serviços que usa”, explica a diretora de pessoas e cultura do will bank, Marília Amêndola.

Investimento em pessoas

A meta do will bank é crescer mais que o dobro de 2020, ano em que o will fechou com 518 colaboradores. Para isso, serão investidos R﹩60 milhões em pessoas e tecnologia.

Desde o começo da pandemia, o will bank admitiu mais de 400 profissionais de diversas regiões do Brasil.