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Epson anuncia novo gerente de Negócios de impressoras corporativas e scanners e nova área focada no usuário final

A Epson do Brasil anuncia a chegada de Marcio Marquese à companhia como novo Gerente de Negócios para as linhas de impressoras corporativas e scanners. O executivo tem sólida experiência em Vendas e Marketing e passará a ser responsável pelas estratégias de vendas de equipamentos de impressão e digitalização voltados ao público corporativo.

Com mais de 20 anos de experiência em empresas do setor de TI, Marquese possui forte atuação em negócios B2B e ao longo de sua trajetória adquiriu amplo conhecimento no relacionamento entre canais e em modelos de outsourcing de impressão, apoiando corporações na geração de Novos Negócios. É graduado em Engenharia Elétrica, com MBA em Administração de Empresas.

Thiago Ribeiro, responsável pelo segmento de impressoras corporativas e scanners na Epson desde 2016, assumirá a liderança de uma nova área para o desenvolvimento de oportunidades focadas no usuário final. O executivo será o Gerente de vendas na área de novos negócios, responsável pela construção de relacionamento direto em quatro principais verticais: Educacional, Finanças, Governo e Saúde. O objetivo é gerar novos negócios, ampliando oportunidades que serão convertidas em vendas por meio de diversos canais, estimulando o cross-selling das linhas e a oferta 360º de produtos Epson.

nuvini adquire empresa de gestão empresarial para e-commerce ONCLICK

A nuvini , grupo de empresas de Software as a Service (SaaS) criado pelo empresário e investidor Pierre Schurmann, anuncia mais uma aquisição: a ONCLICK, empresa que oferece soluções de gestão empresarial (ERP) on e offline. Em ritmo acelerado, essa é a quinta compra anunciada em 3 meses pela nuvini, que tem plano de fechar um total de 15 aquisições até o final de 2021. Somente este ano, o grupo já informou a compra das startups leadlovers , Effecti , Ipê Digital e Dataminer .

O modelo de negócios da ONCLICK é focado em soluções gerenciais para empresas de varejo físicas e online, além de atender distribuidoras e indústrias que desejam ir para o e-commerce.

Criada em 1999, a Onclick foi adquirida em 2014 pelo empreendedor Marcel Farto, fundador da Commit Consulting. “Estamos no mercado há mais de 20 anos e até 2014 nosso foco era somente no mundo físico. Após minha entrada, fizemos uma transformação e criamos uma plataforma que se tornou referência nacional em e-commerce”, afirma Farto, CEO da ONCLICK.

Com clientes como os Jogos Grow, Arezzo, AZ Acessórios, Connect Parts, Giuliana Flores e Carmen Steffens, a ONCLICK oferece o sistema OMS (Order Management System, ou sistema de gerenciamento de pedidos, em português) mais rápido do mercado. A empresa atende atualmente mais de 1,1 mil clientes em todo o Brasil e conta com 130 funcionários.

“Nosso sistema consegue gerenciar de forma integrada todos os pedidos. Hoje temos clientes que recebem mais de 10 mil pedidos por dia, o que demanda um software que consiga fazer a separação, emitir a nota, fazer etiqueta de postagem e gerenciar o estoque com eficiência. A ONCLICK possui um hub próprio que possibilita fazer a integração, de forma fácil e ágil, entre os ERPs e as plataformas de e-commerce e marketplace”, explica o CEO.

A empresa registrou um crescimento de 35% em 2020 e, com a aquisição pela nuvini, Farto informa que deverá dobrar o faturamento em três anos. “Sentimos uma sinergia muito forte com a nuvini por ser uma empresa que possui um time muito competente e preparado para nos dar o suporte que precisamos para escalar nosso negócio. A partir das empresas que farão parte da nuvini, conseguiremos ter mais facilidade para fechar novos negócios e atingir essas metas arrojadas de crescimento que temos para os próximos anos”, ressalta.

“A ONCLICK é uma das referências no Brasil em sistemas de gestão empresarial e certamente ajudará a fortalecer nosso grupo com sua expertise no setor”, assinala Pierre Schurmann.

Mais aquisições

Em 2020 a nuvini registrou faturamento de R$ 20 milhões e, somente no primeiro trimestre deste ano, alcançou R$ 25,4 milhões incluindo as novas aquisições. Segundo Schurmann, neste ano o grupo continuará seu plano de expansão adquirindo empresas de SaaS em 3 verticais – Marketing e Vendas, Produtividade e Finanças e Controle. O foco são negócios com mais de cinco anos de operação com receita entre R﹩ 20 e R﹩ 50 milhões. Até 2025 a meta é realizar 85 aquisições, alcançando R$ 4 bilhões em faturamento e R$ 1 bilhão em Ebitda.

Inédito no Brasil, o modelo adotado pela nuvini permite que os fundadores permaneçam à frente de suas startups, mas contando sempre com o apoio do time da nuvini, que tem executivos com experiências em consultorias a empresas de alto crescimento, gestão de pessoas em companhias de alcance mundial, direito empresarial em multinacionais, IPOs, entre outros, com passagens por empresas de tecnologia, como Google e Loggi, e do mercado tradicional, como Pátria e Multiplus. O modelo é inspirado na Constellation Software, grupo canadense que adquiriu mais de 500 empresas e está listado na Bolsa de Toronto.

“Este modelo incentiva que todos os empreendedores fiquem no negócio e participem do crescimento de suas startups com nosso apoio sem ter que se preocupar com o backoffice, finanças, e outras operações administrativas. De um lado, trazemos liquidez aos investidores-anjo que ajudaram a levantar os negócios em seus primeiros dias e, de outro, continuamos incentivando que os empreendedores fortaleçam suas startups, ganhem maior tração e sigam crescendo”, destaca Schurmann.

Pioneiro da Internet

Pierre Schurmann está entre os empresários que inauguraram o mercado de internet no Brasil. Empreendedor serial, já fundou sete empresas, das quais três são líderes de mercado. Em 1997, foi co-fundador do Zeek!, site de busca adquirido um ano após seu lançamento pela StarMedia, empresa em que assumiu a Diretoria de Novos Negócios. Em seguida, foi co-fundador e vice-presidente da Ideia.com, fundador e CEO da Conectis Experience Marketing, do Experience Club. Foi fundador e ainda é sócio da Bossa Nova Investimentos, empresa líder em investimentos em startups na América Latina.

Concessões de crédito chegam a R$ 4,5 trilhões no primeiro ano da pandemia e saldo cresce 17,8% no período, recorde histórico

Taxas de juros e spread caíram e se mantem nas mínimas históricas, bem como a taxa média de inadimplência, que chegou a 2,2% ao ano em março, bem abaixo do registrado nos meses anteriores à crise

A concessão de crédito pelos bancos no primeiro ano da pandemia da Covid-19 apresentou volumes e índices históricos. Entre março de 2020 e março de 2021, dados do Banco Central revelam que o sistema financeiro concedeu um total de R$ 4,5 trilhões em recursos para a economia, apresentando um volume médio de R$ 347,3 bilhões por mês – 6,3% superior ao volume médio concedido em 2019, ano sem crise.

Ao mesmo tempo, em março passado, o estoque de crédito bancário atingiu seu maior patamar já registrado, alcançado R$ 4,1 trilhões – uma expansão de 17,8% em relação ao estoque registrado em fevereiro de 2020 (R$ 3,5 trilhões), mês que antecedeu a crise sanitária. Com o forte avanço, a relação crédito/PIB passou de 46,7% (em fevereiro de 2020) para 54,4% (em março de 2021), também atingindo volume inédito.

“Mesmo em um período de intensa crise econômica decorrente da pandemia, o crédito mostrou uma expansão robusta e disseminada entre seus diversos segmentos, reforçando o importante papel que desempenhou para evitar uma recessão ainda mais aguda em 2020, além de ajudar atualmente no processo de recuperação”, avalia Isaac Sidney, presidente da Febraban. “O crédito bancário mostrou uma dinâmica muito positiva, não só com crescimento do estoque e elevado volume de concessões, mas também taxas de juros mais baixas e inadimplência saudável.

Esse crescimento do saldo das operações de crédito bancário decorreu do elevado volume de concessões que o sistema financeiro tem aportado na economia e também das medidas emergenciais adotadas pelo Ministério da Economia e Banco Central em 2020, que criaram as condições necessárias para que o canal de crédito continuasse funcionando de maneira eficaz durante a pandemia.

“Ao contrário de outras crises, quando houve um recuo expressivo nas concessões, desta vez, mesmo com o forte aumento do risco nas operações de crédito e o momento extremamente desafiador e adverso, os bancos tiveram uma atuação fortemente proativa”, reforça o presidente da Febraban, para quem “o setor bancário, que nunca faltou ao país, segue desempenhando um papel fundamental, irrigando a economia e mitigando os impactos negativos da crise”.

No período de 16 de março a 31 de dezembro de 2020, o setor bancário renegociou cerca de 17 milhões de contratos com operações em dia, com um saldo devedor total de R$ 1 trilhão, enquanto a soma das parcelas suspensas dessas operações repactuadas totalizou quase R$ 150 bilhões, de acordo com dados do BC. Esses valores trouxeram alívio financeiro imediato para empresas e consumidores, que passaram a ter uma carência entre 60 a 180 dias para pagar suas prestações, sendo que a maioria dos agentes beneficiados com prorrogação de parcelas foi representada por pequenas empresas e pessoas físicas (ao redor de R$ 80 bilhões).

Mais recentemente, em março de 2021, dada a importância e êxito da medida, somada ao agravamento da pandemia, os bancos se juntaram ao governo para ampliar ainda mais o prazo de carência das linhas emergenciais, estendendo-o para até 90 dias.

Para as micro e pequenas empresas, o setor bancário fez concessões de crédito de R$ 325,2 bilhões, incluindo novos contratos e renovações. No período, o setor renegociou 1,75 milhão de contratos de micro e pequenas empresas, no valor total de R$ 105,1 bilhões, com carência entre 60 e 180 dias para o pagamento, com alívio no pagamento de parcelas de R$ 17,4 bilhões.

Esta postergação permitiu que estas empresas mantivessem esses recursos em seu poder para honrar outros compromissos. No âmbito do PRONAMPE, foram realizadas 516,7 mil operações, com desembolsos de R$ 37,5 bilhões, enquanto no PEAC-FGI os números chegam a 85,1 mil operações e R$ 14,8 bilhões em desembolso (apenas para as pequenas empresas).

Além do volume elevado em concessões, as taxas de juros e os spreads seguem em patamares historicamente baixos, consideravelmente inferiores aos níveis anteriores à pandemia. Entre março de 2020 e março de 2021, o custo do crédito mostrou seguidos recuos mensais, com algumas linhas atingindo suas menores taxas históricas, mesmo diante do aumento do risco nas operações de crédito, expectativa de aumento da inadimplência, com consequente e forte elevação das provisões (PDD), e expressivo crescimento no saldo das operações de crédito.

A taxa média de juros do Sistema Financeiro Nacional recuou de 23% ao ano em fevereiro de 2020 para 20% em março. Em setembro de 2020, atingiu sua mínima histórica de 18,1%. O spread bancário caiu de 18,5 pp para os atuais 15,1 pp. O financiamento imobiliário, por exemplo, apresenta taxas de juros na mínima, o que tem estimulado as contratações, levando a linha para seu saldo recorde.

O recente repique das taxas decorre da reincidência do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) nas operações de crédito e do aumento do custo de captação, com o processo de alta da taxa Selic e da elevação do risco fiscal, que resulta em juros futuros mais elevados.

A taxa média de inadimplência (atrasos acima de 90 dias) do sistema convergiu para um patamar historicamente baixo, chegando a 2,1% aa em dezembro de 2020, nível que se encontra praticamente inalterado até março (2,2% aa), e consideravelmente abaixo das taxas registradas nos meses anteriores à crise, quando superavam os 3,0% aa.

Essa queda decorre dos programas de renegociação de dívidas e do elevado prazo de carência de diversas linhas concedidas durante a pandemia, que não devem perdurar, ao menos na mesma intensidade, ao longo de 2021.

“As séries de atraso (entre 15 e 90 dias) já sinalizam uma alta há algum tempo, sugerindo uma possível piora da inadimplência à frente, especialmente nas linhas para pessoas físicas. Assim, a inadimplência segue como ponto de atenção, que, embora tenha sua alta já esperada, possui magnitude ainda incerta”, ressalta Rubens Sardenberg, diretor de Economia, Regulação Prudencial e Riscos da Febraban.

Kearney divulga índice global de melhores países para contratação de serviços; Brasil está entre os cinco primeiros

A Kearney, uma das maiores consultorias globais de gestão de negócios, com mais de 95 anos de trajetória, acaba de divulgar seu Índice Global de Melhores Localidades para Serviços 2021 (Global Services Location Index – GSLI). Realizado a cada dois anos, o estudo avalia fatores como atratividade financeira, capacitação profissional, disponibilidade de mão-de-obra, ambiente de negócios e desenvolvimento digital para elencar as 60 melhores localidades para contratação de serviços.

Índia, China, Malásia e Indonésia, nesta ordem, foram eleitas as melhores localidades para offshoring. O Brasil, que em 2019 ocupava a nona colocação, saltou quatro colocações e entrou para o Top 5 – o País ainda é o único latino-americano entre os 10 primeiros da lista. E Vietnã, Estados Unidos, Reino Unido, Filipinas e Tailândia completaram a lista dos Top 10.

Segundo o relatório, a América Latina mantém-se como região importante. Além do Brasil, México, Colômbia e Chile aparecem nas 11ª, 13ª e 24ª posições. São Paulo está rapidamente se tornando um hub digital para a América Latina, atraindo mais investimentos para start-ups de tecnologia do que Chile, Colômbia, Argentina e México juntos.

Transformação Digital


O surgimento de uma “rede mundial de hubs digitais” vem mudando a forma como corporações globais endereçam suas crescentes demandas por serviços digitais.

Esses centros de profissionais altamente qualificados em tecnologias digitais vêm servindo cada vez mais como “locais de parada única” (one-stop-shops) – e a proximidade com eles está se tornando fundamental para as empresas que buscam acompanhar as mudanças cada vez mais aceleradas, indica o relatório divulgado pela consultoria global Kearney.

Os autores do relatório GSLI identificaram três grandes evoluções nos modelos de entrega de serviços ao longo dos últimos 30 anos – offshoring, outsourcing e no-shoring. Agora, eles concluem que uma quarta onda, a da ressonância digital, está no topo das prioridades dos líderes de negócios e tomadores de decisões.

Em linha com essa evolução, o GSLI 2021 inaugura a métrica de ressonância digital, que atribui notas aos países com base nos conhecimentos digitais de suas forças de trabalho, entregas digitais, o volume de atividade corporativa e proteção legal à propriedade intelectual e outros elementos ligados às atividades de negócio.

“Seria um equívoco assumir que o crescimento da demanda por serviços digitais está limitado apenas às indústrias de telecom e tecnologia da informação”, avalia Cláudio Gonçalves, sócio da Kearney Brasil. “Os países que investem e aceleram suas taxas de adoção digital estão estabelecendo as bases para a competitividade em nível global. Com base em tendências atuais e em nossas discussões com líderes de negócios, imaginamos ver as notas de ressonância digital se tornarem cada vez mais relevantes no processo de tomadas de decisões já nos próximos anos.”

Quando o foco fica exclusivamente na questão da competitividade digital, alguns países se destacam como particularmente avançados em seus investimentos e infraestruturas. Os Estados Unidos, por exemplo, surgem em primeiro lugar, seguido por Suécia, Reino Unido, Singapura e Israel.

“O Brasil vem se mostrando uma excelente localidade para o offshoring. Este relatório deve servir de alerta para a reavaliação de estratégias de investimentos em digital”, avalia Gonçalves, destacando que muitos setores já vêm apostando nessa direção.

O GSLI analisou 60 países com base em inputs corporativos, atividades de serviços remotos atuais e iniciativas governamentais para promover o setor para ajudar as empresas a tomarem decisões sobre localidades-chave para suas operações de offshoring. O índice se baseia em 47 métricas em quatro grandes categorias: atratividade financeira, disponibilidade e capacitação de pessoas, ambiente de negócios e ressonância digital.

As métricas utilizadas para avaliar a atratividade das localidades foram determinadas a partir de respostas a pesquisas da própria Kearney, outros questionários do setor e conhecimento obtido em trabalhos realizados com clientes nos últimos cinco anos. O componente de custos de remuneração da categoria de atratividade financeira é baseado nos dados do Mercer Global Pay Summary. Os pesos atribuídos a cada métrica são baseados em sua relevância para a decisão destino para offshoring, novamente derivada da experiência do cliente e pesquisas do setor. Como a vantagem de custo é normalmente o principal motivador por trás das decisões, os fatores financeiros constituem 35% do Índice. Capacitação e disponibilidade de pessoas e o ambiente de negócios constituem, cada um, 25%, e a ressonância digital – a nova categoria do Índice – responde por 15%.

O relatório completo do GSLI 2021 pode ser encontrado aqui.

Techstars realiza segunda edição do Startup Weekend focado em soluções para o COVID-19

Inventores, inovadores, entusiastas e desenvolvedores de todo o país participarão de uma jornada para encontrar soluções contra os impactos da COVID-19

A Techstars, plataforma global de investimento e inovação, realizará o maior startup weekend online e nacional voltado para buscar soluções que minimizem os impactos da pandemia de COVID-19, de 21 a 23 de maio. O objetivo é oferecer a oportunidade de pessoas experimentarem o empreendedorismo na prática e validar uma ideia de negócio durante 54 horas.

Durante o Techstars Global Online Startup Weekend, os participantes trabalham juntos, de forma remota em uma plataforma adequada para o bom andamento das atividades, a fim de encontrar soluções para os desafios da pandemia. Por isso, a comissão organizadora convida a todas as pessoas interessadas em participar do evento a se inscreverem. Elas podem se inscrever para atuar em diversas áreas como Negócios, Design e Desenvolvimento de softwares.

Para participar, não há a necessidade de experiência prévia com startups ou com a metodologia. Basta contar com a própria vivência e a vontade de se conectar com mais pessoas que querem transformar essa realidade tão desafiadora que vivemos no contexto do COVID-19.

Esta é a segunda edição do evento no Brasil. A primeira ocorreu no início da pandemia, em abril de 2020, e teve mais de 2 mil inscritos.

“A edição de 2020 veio em um momento em que não imaginávamos as proporções dessa pandemia. Organizamos um evento em duas semanas, sem saber como poderia impactar a todos nós, era tudo novo e igualmente intenso”, conta Karine Charpinel, organizadora das edições do Techstars Global Online Startup Weekend de 2020 e 2021*.

Sobre a edição deste ano, a expectativa, segundo Karine, é de que se desenvolvam soluções relevantes nos temas considerados de maior impacto na sociedade atualmente, como saúde, trabalho e geração de renda.

MENTORIA

No evento, os participantes vão contar com o apoio de mentores incríveis, especialistas do setor, fundadores e parceiros que estão prontos para ajudar os times a percorrerem toda uma jornada em busca do desenvolvimento de protótipos que podem resolver grandes problemas gerados pela pandemia.

  • Serviço

Para mais informações e inscrições, as pessoas interessadas podem acessar o link http://bit.ly/tgosw-covid19

Crescimento do e-commerce aumenta demanda por automação no processo de embalagem do varejo

Uma das maiores varejistas do país investe em solução de automação de embalagens da Sealed Air. Iniciativa contribuiu com a agilidade conquistada na operação do e-commerce

Com o aumento das vendas online no último ano, varejistas viram suas operações crescerem de maneira acelerada. Com este cenário, nasceu a necessidade de otimizar sistemas de embalagens para garantir produtividade e segurança de seus produtos e suas operações. Um exemplo disso é a Pernambucanas, uma das maiores varejistas do país, atualmente com 413 lojas.

A solução contratada pela Pernambucanas foi a FloWrap Automática para processamento de envelopes de segurança, da líder global em embalagens Sealed Air. A solução tem como principal benefício a entrega de maior capacidade de embalagem no processo operacional, com otimização no uso do filme plástico de segurança, uma vez que o sistema ajusta o tamanho do pacote ao(s) item(s) embalado. 

Com a FloWrap Automática, a Pernambucanas conseguiu aumentar a produção média de produtos embalados por hora, o que contribuiu com o ganho de até 2.500% na produtividade da operação de embalagens de produtos.

A FloWrap Automática atua de forma integrada com outras etapas do processo de embalagem, como, por exemplo, etiquetagem e geração de nota fiscal, permitindo que o produto saia embalado e totalmente pronto para o envio. Flávia Moreira, Gerente de Marketing responsável pelos mercados de fulfillment e indústria da Sealed Air, explica que o projeto da Pernambucanas foi o primeiro neste padrão a ser implementado no Brasil. “Estamos muito felizes em contribuir com a melhoria da produtividade da Pernambucanas, a partir de uma solução totalmente nova para o varejo brasileiro. Por meio de nossa equipe técnica podemos customizar soluções de automação de acordo com as necessidades de cada varejista, potencializando o crescimento de suas operações”.  

Além dos benefícios em produtividade, o sistema FloWrap Automática otimiza o uso de filme, tendo em vista que o sistema atua sob demanda. A solução proporciona que a operação utilize menos material por metro quadrado, se comparado com as embalagens de uso manual de tamanhos pré-definidos. “O filme da tecnologia FloWrap é composto por material de alta resistência à violação e excelente apresentação. Isto garante a integridade do produto em toda a cadeia logística até chegar diretamente às mãos do consumidor”, comenta Flávia.

A executiva afirma que a Sealed Air acompanha de perto o desenvolvimento do varejo no Brasil e está atenta às novas demandas nos sistemas de embalagens diante dos novos hábitos de compra. “Para que qualquer comércio eletrônico se adeque a este novo cenário de maior demanda é preciso buscar alternativas que otimizem a operação com mais segurança, assertividade e, sobretudo, eficiência operacional, fatores encontrados na automação e que, ao mesmo tempo, beneficiam a experiência do cliente e trazem diferenciação para o negócio. Como pioneiros neste segmento, estamos sempre investindo para trazer para o mercado brasileiro soluções inovadoras que apoiem o crescimento do varejo nacional”, finaliza a gerente da Sealed Air.   

Locaweb entra no Ibovespa

A Locaweb (LWSA3), uma das empresas pioneiras em soluções Business to Business (B2B) para transformação digital de negócios no Brasil, terá, a partir de hoje, suas ações na carteira do Índice Bovespa (“Ibovespa”), principal índice na B3, composto pelas ações com o maior volume negociado nos últimos 12 meses.

As ações da Locaweb ingressam na posição 49 dentre 84 listadas e passam a compor o índice com participação de 0,557%. Para Rafael Chamas, CFO da Locaweb, “a presença no Ibovespa aumenta a visibilidade da companhia, possibilitando a procura de um maior número de fundos de investimentos pelos papéis da empresa”

A Locaweb, que já contava com a participação no IBrX-100, SMLL, IGC, IGC-NM e ITAG, passa agora a ser listada em um total de nove índices na Bolsa de Valores de São Paulo. “A entrada em novos índices é resultado do intenso trabalho da Companhia em ampliar sua participação, relevância e exposição no mercado. A Companhia segue focada em sua estratégia de crescimento, buscando, por meio das suas entregas, a geração de valor a seus acionistas”, finaliza Chamas.

80% das empresas acreditam que seus funcionários em home office têm conhecimento para evitar riscos de segurança cibernética

 A ESET, empresa líder em detecção proativa de ameaças, revela que 80% das empresas em todo o mundo confiam que seus funcionários que trabalham em casa, especificamente aqueles que trabalham com softwares financeiros ou participam de transações oficiais da empresa, têm conhecimento e tecnologia para conter os riscos de segurança cibernética. 

No entanto, esse sentimento geral de confiança diminui quando quase três quartos (73%) dessas empresas afirmam que provavelmente serão afetadas por um incidente de segurança cibernética. Além disso, dessas empresas, os setores de pesquisa e análise de informações (93%) e de contabilidade, bancos e finanças (87%) responderam que eram mais propensos a serem afetados por um incidente de segurança cibernética.

A ESET analisou as atitudes dos gerentes em relação à tecnologia financeira (FinTech) e segurança no segmento de negócios em sua pesquisa FinTech Global, entrevistando 1.200 gerentes seniores em uma variedade de indústrias no Reino Unido, Estados Unidos, Japão e México. Uma das principais áreas em que a pesquisa se concentrou foi a confiança empresarial em torno do trabalho remoto e seus efeitos na segurança financeira.

Não é nenhum segredo que, desde o início das paralisações por conta da COVID-19, o crime cibernético aumentou e o trabalho remoto apresentou maiores riscos para as empresas. Ainda assim, é importante destacar que o crime cibernético já estava aumentando antes da pandemia, e a pesquisa da ESET revelou que 45% das empresas disseram que já haviam sofrido algum incidente de cibersegurança no passado.

A pandemia tornou a segurança cibernética uma preocupação fundamental para as empresas, e o Relatório de Riscos Globais 2021 do Fórum Econômico Mundial até mesmo classifica os riscos cibernéticos entre os riscos globais destacados. Da mesma forma, a pesquisa da ESET destacou que 81% dos líderes empresariais adotam uma abordagem de cibersegurança ao investir em novas soluções de tecnologia, e 72% das empresas estão investindo ativamente em novas tecnologias para melhorar a segurança financeira.

Comentando os resultados, Pavol Balaj, diretor de negócios da ESET, disse: “Como o crime cibernético continua a permear o mundo corporativo com graves consequências financeiras e de reputação, é essencial que as empresas diminuam os riscos. O trabalho remoto maciço alterou permanentemente o cenário de ameaças e, com as novas oportunidades que os cibercriminosos podem aproveitar, é essencial que todos os funcionários de qualquer organização estejam equipados com o conhecimento e as ferramentas para detectar e prevenir um ataque cibernético ou violação de dados”.

Programa InovAtiva Brasil divulga as startups selecionadas para o primeiro semestre de 2021

O InovAtiva Brasil anunciou nesta segunda-feira (26) os 386 projetos selecionados para participar do primeiro ciclo de aceleração do programa em 2021. Ao todo, foram escolhidas soluções inovadoras de 25 unidades federativas que participarão de atividades online de capacitação durante os próximos quatro meses.

Neste ano, o programa InovAtiva Brasil aumentou a sua capacidade de atendimento por ciclo de aceleração, que até então selecionava 160 startups por rodada. De acordo com o Secretário Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia (Sepec/ME), Carlos Da Costa, essa mudança tem como objetivo escalar o programa para alcançar mais projetos e fazer a diferença no ecossistema de startups do país.

“O fortalecimento do programa InovAtiva Brasil tem impacto muito positivo no âmbito nacional e vai garantir que o país siga na direção certa para se tornar uma referência mundial em startups. Nossa meta é atender 15 mil projetos inovadores nos próximos anos. Agora, com essa primeira rodada de aceleração de 2021, damos os primeiros passos para alcançar esse número”, afirma.

Os negócios inovadores inscritos foram analisados em cinco dimensões: grau de maturidade do negócio, grau de inovação, potencial de mercado, composição da equipe e potencial de escala da solução.

Agora, as startups selecionadas participam da primeira etapa do ciclo, chamada Etapa Aceleração. Nessa fase, são realizadas atividades de mentorias de negócios e capacitação empreendedora. Ao final desse período é realizado o evento regional InovAtiva Day, com treinamentos de pitch exclusivos para os participantes do programa de aceleração e conexões com público em geral.

Em julho, 160 startups passarão para a Etapa Conexão, segunda fase do ciclo em que os empreendedores participam de mentorias especializadas para o desenvolvimento de seus negócios. Ao final das atividades, é realizado o evento InovAtiva Experience, que finaliza o ciclo com o Demoday – momento em que as startups apresentam suas soluções para investidores.

Para o presidente do Sebrae, Carlos Melles, o aumento de startups atendidas neste ciclo é o primeiro passo para que alcancemos nossa meta de 15 mil atendimentos. “Esse aumento se reflete em startups de mais qualidade para o mercado, que estarão mais preparadas e poderão conquistar mais investimentos e clientes a partir disso”, afirma.

Sobre as selecionadas

Representando 25 estados brasileiros, a maior parte das 386 startups selecionadas para a primeira fase do ciclo 2021.1 está situada na região Sudeste (168) e funciona no modelo de negócios SaaS (Software as a Service, uma forma de disponibilizar softwares e soluções de tecnologia por meio da internet, como um serviço) (32%) e foram fundadas entre 2019 e 2020 (71%).

A lista com todas as empresas selecionadas está disponível no site do programa: http://www.inovativabrasil.com.br/ciclo20211/

BTG Pactual anuncia aquisição da Fator Corretora

O BTG Pactual (BPAC11), maior banco de investimentos da América Latina, anuncia nesta segunda-feira (03) a aquisição de 100% do capital social da Fator Corretora, umas das mais tradicionais corretoras de valores mobiliários do mercado financeiro Brasileiro. A aquisição faz parte da estratégia de expansão do BTG Pactual no segmento de assessoria de investimentos.

“A aquisição da Fator Corretora nos permite ganhar ainda mais escala, com diluição de custos, ganhos de eficiência, sinergia e produtividade. Trata-se de uma corretora criada e desenvolvida com foco na qualidade de atendimento ao cliente e expertise diferenciada. Agora, toda a estrutura tecnológica do BTG Pactual, na qual já investimos mais de R$ 1 bilhão, estará à disposição dos assessores e clientes da Fator Corretora”, afirma Marcelo Flora, sócio responsável pelo BTG Pactual digital.

Criada em 1967, a Fator Corretora se estabeleceu como uma das corretoras mais tradicionais do mercado brasileiro. A operação é celebrada na certeza de extensão da sua missão, assegurando aos seus clientes acesso ao melhor serviço no mercado, investimentos em tecnologia e integridade na forma de realizar negócios do BTG Pactual. A decisão faz parte da estratégia do Fator em focar e reforçar sua atuação na gestão de recursos, seguros e banco de investimento.

“Os clientes da Fator Corretora continuarão contando com a expertise dos seus assessores, agora combinada com o acesso aos produtos e serviços oferecidos pela moderna plataforma de investimentos do BTG Pactual e a competência de seus colaboradores”, afirma Rodrigo d’Utra Vaz, diretor da Fator Corretora.

O acordo não inclui os negócios do Banco Fator, Fator Seguradora e a Fator Asset Management, que seguirão operando totalmente independentes e utilizando a marca Fator. Já a Fator Corretora, será integralmente absorvida pelo BTG Pactual.

A conclusão e fechamento da operação estão sujeitos à verificação de determinadas condições precedentes, incluindo a obtenção de todas as aprovações regulatórias necessárias, inclusive do Banco Central do Brasil. O valor da aquisição não foi revelado.

Ame Digital adquire fintech Nexoos

A Ame Digital, fintech e plataforma mobile de negócios do Universo Americanas, adquire a Nexoos Holding S.A., fintech de crédito online que conecta investidores institucionais e pessoas físicas a Pequenas e Médias Empresas (PMEs)A transação acelera a evolução da Ame, que passa a operar novas modalidades de crédito, incluindo: empréstimo entre pessoas (Peer-to-Peer ou P2P) e Credit as a Service (CaaS).

A Nexoos Holding detém 100% da Nexoos SEP – Sociedade de Empréstimo entre Pessoas – e da Nexoos Tecnologia. A Nexoos SEP é uma instituição regulamentada pelo Banco Central do Brasil (BACEN) e a primeira a realizar uma operação de empréstimo entre pessoas no modelo SEP. A Nexoos Tecnologia possui plataforma de crédito proprietária, com score baseado em algoritmos sofisticados de inteligência artificial integrado ao modelo de financiamento, garantindo um processo simples, totalmente digital, seguro e com taxas de juros mais competitivas.

Com mais de 60 mil investidores entre pessoas físicas e instituições, a Nexoos democratiza o acesso ao crédito e permite que empreendedores invistam no crescimento de seus negócios.

Em conjunto com a BIT Capital (plataforma Open Banking) e Parati Crédito Financiamento e Investimento (Bank as a Service & RegTech), adquiridas em dezembro de 2020, a aquisição da Nexoos acelera o plano de negócios da Ame, ampliando sua oferta de serviços de banking e fortalecendo a estratégia de negócios do Universo Americanas como plataforma de inovação tecnológica capaz de entregar a melhor experiência de consumo do Brasil.

Além disso, Ame passa a atuar em novas e bem-sucedidas frentes operadas pela Nexoos, como o CaaS (Credit as a Service). Esta modalidade de financiamento para cadeia produtiva possibilita que empresas ofereçam soluções digitais de crédito com juros, prazos e condições de pagamento customizadas para seus clientes, fornecedores e intermediários. A solução é usada em empresas de diferentes segmentos como varejo, indústria, agronegócio, além de instituições como Sebrae-SP.

A aquisição da Nexoos SEP será submetida à aprovação pelo Banco Central do Brasil.

Oi busca profissionais para áreas Digital, Sistemas e Segurança da Informação

A Oi está com oportunidades para diversos cargos, alguns deles podendo ser 100% remoto, de analista a executivo, nas áreas Digital,  Sistemas e de Segurança da Informação. As posições são para desenvolvedor, UX, Agile Master, arquiteto de soluções,  profissional de segurança da informação e cientista de dados.

Estamos em busca de profissionais interessados em um ambiente dinâmico, colaborativo, diverso e inclusivo com oportunidades de aprendizado e contribuição direta na transformação do nosso negócio. Temos o objetivo de nos tornarmos uma das mais relevantes empresas do país de inovação para a vida digital”, afirma o diretor de Gente e Gestão da Oi, Marcos Mendes.

As inscrições devem ser feitas na página oficial da companhia no LinkedIn (https://www.linkedin.com/company/oioficial/jobs/) ou pelo site https://oi.gupy.io/. O processo seletivo é 100% on-line e inclui análise de perfil, provas on-line, além de entrevistas com profissionais de RH e com gestores da Oi.

Consumo de vinhos no Brasil segue em alta

Importação bateu recorde em 2020 segundo dados da plataforma da LogComex

O segmento de vinhos importados vem passando ileso pelas crises econômicas, especialmente no Brasil. Segundo dados da plataforma Search, da LogComex empresa especializada no desenvolvimento de soluções tecnológicas para a cadeia de comércio exterior,  de 2019 para 2020 houve um aumento de 78% no volume importado do produto pelo país. Além disso, a produção e consumo de vinhos também apresentaram números expressivos em ano de pandemia, para se ter uma ideia, o consumo médio foi de 1,8 litros per capita e em 2020 subiu para 2,37 litros.

No Brasil, a Lei nº 7.678/1988 (alterada pela Lei nº 10.970/2004) proíbe a importação de vinhos e produtos derivados da uva e do vinho em vasilhames de capacidade superior a 5 litros. “Isso deve ser considerado no momento da importação, seja ela formal ou não”, adverte Helmuth Hoffstater, cofundador e CEO da LogComex.

Segundo o executivo, é importante sempre ter a assistência de um profissional adequado e capacitado para realizar a classificação fiscal deste e de qualquer outro produto. “Apesar de parecer intuitivo, para realizar uma classificação de forma correta é necessário conhecer as propriedades e características dos produtos, além de ter um vasto conhecimento das nomenclaturas e suas posições”, pondera Hoffstater.

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) é o órgão público que tem a competência de analisar tudo o que for relacionado a produtos de uso agropecuário, obras de madeira, azeites, plantas vivas, flores, frutas, vinhos e bebidas em geral. Dependendo da complexidade do item, ele pode ser enquadrado em diversos procedimentos que são descritos na Instrução Normativa 51/2011 e pode, inclusive, chegar a necessitar de licença de importação prévia ao embarque. 

No caso do vinho, o enquadramento é feito dentro do Procedimento I para todos os NCMs (Nomenclatura Comum do Mercosul), o que permite que a análise seja feita após o embarque da mercadoria, desde que a relação de documentos seja devidamente apresentada.

Importante destacar que, quando se analisa o NCM mais utilizado atualmente pelos importadores de vinhos (2204.21.00), há uma incidência de 27% de Imposto de Importação (II), 10% de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), 9,65% de Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e 2,1% de Programa de Integração Social (PIS).

Hoffstater explica que essas alíquotas são altas para proteger a indústria nacional, objetivando incentivar a produção e o consumo local.

Popularização dos clubes de assinaturas

Embora os vinhos importados possam ser encontrados com facilidade em supermercados e lojas especializadas, os clubes de assinaturas na internet se popularizaram por oferecer uma ampla variedade de vinhos com entrega em domicílio de uma caixa mensal com itens selecionados e de acordo com a preferência do assinante.

A pandemia, mesmo que de forma indireta, elevou o consumo de vinho no Brasil e isso se reflete nos números de importação, de acordo com os dados da LogComex: foram mais de 153 milhões de quilos importados nos últimos meses.

Déco Rossi, sommelier e sócio da Winet, plataforma de venda de vinhos via internet, informa que de 2019 para 2020, o número de importações de vinho aumentou 15%, e de 2020 para 2021 o aumento foi de 33%. “E esse acréscimo no consumo aconteceu mesmo com o dólar estando 42% mais alto do que no início do ano passado”, pondera.

O valor FOB — free on board ou livre a bordo em tradução livre — chegou a ultrapassar a marca de US$ 427 milhões. Países como Chile, Portugal e Argentina se destacaram como as rotas principais de aquisição de vinho importado.

No Search, plataforma de busca da Logcomex, é possível encontrar essas e outras informações ainda mais específicas sobre vinho e muitos outros produtos, além de ter base de dados para análises mais profundas que permitam realizar projeções de mercado.

Em parceria com Facens e Parque Tecnológico de Sorocaba, MCTI inaugura Centro de Referência em IoT e Tecnologias 4.0

O MCTI – Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações, em parceria com o Centro Universitário Facens , inaugurou nesta sexta-feira (30), o Centro de Referência IoT e Tecnologias 4.0 FACENS-MCTI, em Sorocaba (SP). O objetivo da iniciativa é criar um local para demonstração prática de soluções em IoT (Internet das Coisas, na sigla em inglês) em áreas definidas pelo ministério como prioritárias no Plano Nacional de Internet das Coisas, como Cidades 4.0, Saúde 4.0, Agro 4.0, Indústria 4.0, Turismo 4.0 e Educação 4.0.

O projeto faz parte do Acordo de Cooperação Técnica que será assinado durante a inauguração do Centro entre o Parque Tecnológico de Sorocaba, a Facens e o MCTI. A ideia é que o centro ofereça programas para a promoção do ensino, formação, popularização e divulgação da ciência e tecnologia no país, promovendo o ensino inovador, empreendedorismo e desenvolvimento das demandas locais, com o engajamento da indústria, academia e governo.

Para o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações, astronauta Marcos Pontes, é papel do MCTI direcionar o uso da Internet das Coisas para a qualidade de vida do país e preparar a população a lidar com as tecnologias do futuro.

“Enquanto o avanço das tecnologias vai tornando muitas tarefas mais eficientes e precisas, é preciso lembrar que precisamos criar empregos para as pessoas, alinhados a esse progresso. Nós não podemos parar a tecnologia para manter os postos de trabalho, mas podemos preparar e requalificar os profissionais, assim como formar as novas gerações já adaptadas para esse novo cenário”, afirma.

O Centro de Referência estará integrado ao Smart Campus Facens, que é um laboratório voltado a solucionar problemas reais, conectando a comunidade acadêmica, mercado, empresas e sociedade, por meio de projetos que tornem as cidades mais humanas, inteligentes e sustentáveis.

Para a professora Regiane Relva, coordenadora-geral do Smart Campus Facens, a iniciativa representa uma oportunidade de levar uma nova forma de educação e desenvolver projetos que integrem a sociedade.

“Este é mais um grande passo que a Facens dá em direção à inovação e ao progresso tecnológico e sustentável da nossa sociedade. Nos sentimos muito honrados com esta parceria com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações e sabemos que todas as pesquisas e ideias desenvolvidas neste Centro de Referência nos darão mais oportunidades de trazer a educação hands on e de desenvolvermos projetos que integrem todos os atores de uma Sociedade 5.0”, afirma.

Axis Communications incorpora marca 2N no Brasil

A Axis Communications, líder do mercado de vídeo em rede, integrou a 2N às operações no Brasil a partir de abril de 2021. Líder mundial no mercado de intercomunicadores IP, a 2N foi adquirida pela Axis em 2016, e a recente expansão visa a estruturar a posição de liderança da marca no segmento de intercomunicação nas Américas. Além disso, o alinhamento ajudará a Axis a acelerar o crescimento no mercado de intercomunicação IP.

A operação da Axis na América Latina, incluindo Brasil, México, Caribe, América Central e América do Sul, passou a contar com a expertise da 2N e diversas linhas de produtos da empresa por meio de canais autorizados de distribuição e integração de sistemas da Axis.

O Suporte Técnico da marca 2N no Brasil pode ser feito pelo telefone +55 11 4349-6193, ou através do suporte online no site axis.com e acessando o link www.axis.com/support/helpdesk .

Ao contrário do processo de garantia hoje efetuado pela Axis no Brasil, através dos seus centros de serviços, a garantia para produtos 2N deverá ser efetuada através de rede de distribuição autorizada no País.

“Estamos entusiasmados em alinhar ainda mais as nossas operações nas Américas à medida que expandimos nossa integração com 2N na América Latina, criando a oportunidade de fornecer aos nossos parceiros e clientes finais o melhor intercomunicador IP da classe, bem como uma oferta mais ampla de soluções. A introdução da linha de produtos 2N na região Latam apresenta um grande potencial em um mercado pronto para um crescimento futuro”, disse Fredrik Nilsson, vice-presidente para a América da Axis Communications.

Já Tomáš Klíma, Diretor de Vendas da 2N, comentou que a integração expande ainda mais a posição de liderança da 2N no mercado de intercomunicadores na América. “Atingimos uma integração muito bem-sucedida com a Axis nos Estados Unidos e Canadá anteriormente e esperamos uma transição igualmente tranquila na América Latina. Isso criará mais exposição para os produtos 2N e nossa oferta de soluções completas dentro da base de parceiros existente da Axis em toda a região”.

Com excelente reputação no Brasil, as soluções da 2N são reconhecidas pela alta qualidade e inovação, características que estabeleceram a companhia como líder mundial em intercomunicadores. “As soluções inovadoras da 2N criarão novas oportunidades para nossos parceiros e fornecerão novas soluções para nossos usuários finais”, disse Alessandra Faria, diretora da Axis para o Brasil.

A oferta de soluções 2N já está disponível por meio dos canais autorizados de distribuição e integração da Axis.

Estudo DNA Urbano mapeia mobilidade urbana em cinco capitais do país

Entender a forma como moradores de cinco capitais brasileiras se deslocam para o trabalho e quais os meios de transporte mais utilizados, foram algumas das questões abordadas pelo DNA Urbano, um estudo elaborado pelo DataZAP, braço de inteligência imobiliária do ZAP+, que analisou a mobilidade em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba e Porto Alegre.

“A parcela de participantes da pesquisa que admitiu deslocar-se a pé, caminhando, surpreende e chega à metade dos entrevistados em Curitiba; 49%, em São Paulo; 48%, no Rio de Janeiro; 46%, em Porto Alegre; e 42%, em Belo Horizonte”, explica Danilo Igliori, economista do DataZAP. A proporção de pesquisados que afirmou utilizar carro próprio também é relevante, com destaque para os curitibanos, que detém o maior índice: 75%. Os cariocas, por sua vez, são os que menos utilizam veículo particular, em comparação aos residentes de outras capitais: 53%.

Outro dado importante desta amostragem é a quantidade de usuários de aplicativos de mobilidade. Moradores de Porto Alegre e Belo Horizonte são os que mais utilizam este modal, com 58% do total de entrevistados. Paulistas (55%), cariocas (53%) e curitibanos (44%) vem na sequência.

O estudo constatou ainda que moradores de São Paulo (63%) e Belo Horizonte (62%) são os que mais fazem uso de dois tipos de transporte, individual e coletivo. Já Curitiba detém a maior taxa de usuários de transporte individual (46%) em detrimento ao coletivo (4%). “Essa escolha se reflete no deslocamento para o trabalho, com 73% da população de Curitiba e 70% dos moradores de Belo Horizonte optando pelo meio individual para ir e vir do escritório”, pondera Igliori.

Ainda sob esta amostragem, Curitiba (56%), Porto Alegre (52%) e Belo Horizonte (51%) registraram as maiores taxas de utilização de carro pessoal. O tempo de deslocamento dos moradores também foi analisado pelo estudo e a capital do Paraná revelou disparidades significativas. Enquanto 60% dos entrevistados declararam gastar até 30 minutos para chegar ao trabalho – o maior índice entre as cidades avaliadas – , 22% revelaram que esta jornada pode superar 3 horas.

Curitiba também conquistou as melhores notas de avaliação de mobilidade e fluidez no trânsito, com 47% e 58% dos pesquisados atribuindo notas de 7 a 10, respectivamente. Os residentes do Rio de Janeiro, por sua vez, foram os que mais concederam as piores notas a estes quesitos, com 22% e 30% dos entrevistados conferindo notas de 0 a 3, respectivamente.

Ambas as cidades também se distinguem quando o assunto é a infraestrutura para o pedestre e a presença de equipamentos como piso tátil nas calçadas e corrimão nas escadas. Na capital paranaense, 58% dos entrevistados deram notas de 7 a 10 para a qualidade das calçadas e faixas de pedestre, enquanto 26% dedicaram notas de 0 a 3 para a mesma avaliação.

A qualidade da acessibilidade dos pedestres foi bem avaliada por 48% dos curitibanos, enquanto 45% dos cariocas avaliaram com as notas mais baixas. Segurança no trânsito também é outro ponto de destaque positivo em Curitiba, que atingiu 6,4 de média, contra 5,3, obtido pelo Rio. Já a demanda por ciclovias e ciclofaixas é alta em Belo Horizonte, que é dona da pior média entre as cidades nesta amostragem: 3,2. Curitiba e São Paulo empatam com o melhor índice: 5,1.

São Paulo e Rio alcançaram as melhores avaliações na oferta de transporte nos bairros, com 59% e 57% dos participantes, respectivamente, atribuindo notas de 7 a 10. “Por possuírem a maior malha metroviária do país, ambas as capitais também se destacaram na oferta de linhas de metrô e trem, alcançando as maiores médias neste quesito. Em contrapartida, as cidades do sul, por não contarem com esse modal, registraram os piores índices: 1 e 1,8, respectivamente”, aponta o economista do DataZAP.

O quadro muda com relação à oferta de ônibus ou lotação. Curitiba obteve a maior média (7,8), seguido por São Paulo (7,4), Belo Horizonte (7), Rio e Porto Alegre (6,8). A Cidade Maravilhosa, por sua vez, alcançou a maior média na avaliação da disponibilidade de táxis e meios de transporte individuais, como bicicletas e patinetes: 7,9 e 5,1, respectivamente. Quase uma unanimidade, os serviços de motorista de aplicativo receberam avaliações bastante favoráveis dos participantes da pesquisa em todas as capitais, com médias elevadas variando entre 8,6, caso de Porto Alegre e 8,2, referente a São Paulo e Rio.

O estudo DNA Urbano foi realizado por meio de pesquisa online feita com usuários dos portais ZAP Imóveis e Viva Real ou impactados pela comunicação do ZAP+. Ao todo foram realizadas 1.425 entrevistas, entre os dias 7 de outubro e 3 de novembro de 2020.

Digital Turbine anuncia três aquisições somando mais de 1 bilhão de dólares e passa a oferecer o ciclo completo de mobile advertising

Já presente no Brasil, adtech focada em descoberta de aplicativos, por meio de inédita tecnologia on-device – ou seja, presente nos smartphones direto da fábrica – a Digital Turbine anunciou globalmente a aquisição de três outras empresas da indústria de mobile marketing. Primeiro, a Digital Turbine adquiriu a norueguesa AdColony, num valor estimado em US﹩400 milhões. Na sequência, a empresa englobou a alemã Fyber, por cerca de 600 milhões e, por fim, por cerca de US﹩22 milhões, a israelense Appreciate.

O arrojado crescimento transforma a Digital Turbine em uma completa solução para todas as etapas do ciclo de aquisição de usuários e monetização de aplicativos, à disposição de desenvolvedores de aplicativos e anunciantes. Ainda assim, mantém-se um ciclo imparcial e independente, ao mesmo tempo em que oferece escala. “Em cada etapa da busca por usuários e monetização dos apps, uma série de taxas e comissões vão sendo cobradas do anunciante, isso significa que seremos altamente competitivos obtendo todas essas soluções em um mesmo lugar”, avalia Greg Stuart, CMO da Digital Turbine.

A Digital Turbine, presente em mais 600 milhões de dispositivos até agora, oferece uma tecnologia que leva o app para dentro do dispositivo em um novo formato de descoberta de apps, em que o usuário não precisa nem ir até à loja de apps, nem responder a um anúncio. Com as novas empresas que fazem parte da família, a Digital Turbine oferecerá diferentes experiências de anúncios para os apps que continuarem investindo na monetização por meio de publicidade, mas com menor fricção e qualidade de vídeo diferenciadas, perfeitas para a nova realidade 5G. Completando o ecossistema, a Digital Turbine terá plataforma de monetização e uma DSP de dados combinados, dentro da regulação de privacidade, para turbinar – literalmente – qualquer etapa da performance de um app.

O impacto desse anúncio para o Brasil é essencialmente O impacto desse anúncio para o Brasil é essencialmente o equivalente a anunciantes de apps locais terem disponíveis 60 bilhões de bids (leilões) diários para maior conversão mobile com a Appreciate; estarem em meio aos 650 milhões de usuários ativos atingidos por mês com a ferramenta de monetização da Fyber; e por fim, aproveitarem o acesso a 1,5 bilhão de usuários ao redor do mundo mensalmente. Desde a chegada da Digital Turbine ao Brasil, a indústria de publicidade e descoberta de aplicativos só tem a ganhar.

AliExpress estreia social commerce no Brasil

Novo modelo de negócios que adiciona características sociais a compras online, canal Pechincha já está disponível para brasileiros e permite reduzir o preço de itens para até R﹩ 1

O AliExpress, maior site de compras internacionais do mundo, estreia este mês, no Brasil, sua ferramenta de social commerce. Chamado de “Pechincha” o canal de social shopping oferece para os consumidores do Brasil o inovador modelo de negócios que incentiva usuários a compartilhar ofertas com seus contatos digitais e obter descontos progressivos em itens em oferta.

Para se beneficiar do novo modelo, basta o consumidor escolher um produto que deseja comprar no canal Pechincha, disponível exclusivamente no app do AliExpress, e compartilhar o link com seus amigos, familiares e conhecidos. A cada nova pessoa que clicar no link compartilhado, o usuário que o dividiu nas redes sociais ou programas de mensagem obtém uma redução no preço final do item enviado a seus contatos. Um smartphone que custe R$1000, por exemplo, pode ter seu preço reduzido em 20%, rebaixado à metade ou até mesmo sofrer um desconto de 99% e acabar vendido pelo preço simbólico de R$1.

O percentual de desconto pode ser acompanhado em tempo real pelo usuário que criou o link de compartilhamento no canal Pechincha e é proporcional ao engajamento gerado em torno da oferta escolhida. Ou seja: quanto mais pessoas clicando, mais descontos. Para que descontos sejam concedidos, não é necessário que os amigos e contatos do usuário do Pechincha façam nenhuma compra ou ação no AliExpress, a não ser clicar no link que receberam.

O recurso, que tem características de social game, já que os usuários são estimulados a somar cliques em suas ofertas, é válido por 24 horas após um novo link ser criado. Assim, o usuário interessado em descontos tem apenas um dia para mobilizar seus amigos e reduzir, ao máximo, o valor do item que deseja comprar. Após 24 horas, uma nova lista de produtos é gerada automaticamente para cada usuário e cliques sobre ofertas antigas do Pechincha deixam de valer descontos.

O modelo de social commerce tornou-se um fenômeno de vendas nos mercados em que o grupo Alibaba, controlador do AliExpress, o estreou, como na China, local de origem do grupo. No país, o social commerce é um dos pilares que sustentam o crescimento das vendas digitais. “A estreia do Pechincha, no Brasil, está alinhada com nossa estratégia de trazer para o país modelos de negócios e soluções inovadoras já testadas em outros mercados, contribuindo para acelerar a expansão do e-commerce brasileiro”, afirma Yan Di, country-manager do AliExpress no Brasil.

Para promover o canal Pechincha, o AliExpress promoverá, até 11 de maio, uma competição entre dois ex-participantes do reality Big Brother, a vencedora da edição 2020, Thelminha, e o influenciador Pyong Lee. Os ex-brothers deverão mobilizar seus fãs nas redes digitais para obter descontos em ofertas do Pechincha. Quem obtiver mais engajamento, ganhará o título de “Milionário de Pecincha” e um carro de luxo.