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EDP tem 45 milhões de euros para investir em startups

A EDP participou pelo terceiro ano consecutivo do Web Summit 2018, um dos maiores eventos de empreendedorismo e inovação do mundo, realizado em Lisboa, Portugal. O intuito foi buscar e apoiar startups que apresentem ideias inovadoras e soluções relevantes para o futuro do setor de energia. A Companhia tem 45 milhões de euros disponíveis para investir nos projetos mais promissores.

Os empreendedores interessados participaram do EDP Elevator Pitch, e, em apenas um minuto, apresentaram o seu projeto a um responsável da Empresa. Foi uma oportunidade única para, numa conversa rápida e convincente, desencadear oportunidades de negócio.

Os autores dos melhores pitches serão convidados para o “EDP Innovation Lounge”, onde as startups poderão expor as suas ideias de forma mais aprofundada. Aquelas que tiverem projetos que se enquadrem nos campos de negócio do grupo EDP podem vir a tornar-se parceiras. As áreas priorizadas pela Companhia são as energias limpas, as soluções focadas nos clientes, o armazenamento de energia, as redes inteligentes e a transformação digital.

Nas duas edições anteriores do Web Summit, a EDP ouviu cerca de 400 pitches, selecionou mais de 100 para reuniões de negócios, lançou 20 projetos-piloto com estas empresas e investiu em três delas.

Por meio da EDP Ventures, o grupo EDP tem três fundos de investimento disponíveis: um para startups portuguesas, outro para projetos do Brasil e um terceiro global. Desde que foi criada, a EDP Ventures já investiu 27 milhões de euros em oito países.

Web Summit – É um dos maiores eventos de empreendedorismo e inovação do mundo, realizado em Portugal. No local, os empreendedores têm acesso a um “alpha stand”, um espaço onde demonstram suas soluções, garantindo assim uma maior visibilidade para suas inciativas e o estímulo a novos negócios. A conferência reúne cerca de 60 mil participantes, mais de 1.200 oradores e mais de 2.600 jornalistas internacionais.

Ascenty é vencedora do prêmio Datacenter Dynamics Awards Latin America 2018

A Ascenty, empresa líder no mercado de data centers com foco na América Latina, foi vencedora da categoria “Provedor de Colocation do Ano na América Latina”, no prêmio Datacenter Dynamics Awards Latin America 2018, que reuniu os principais players do mercado e reconheceu projetos líderes e profissionais de destaque em 10 categorias. A cerimônia aconteceu no último dia 6 de novembro, em São Paulo.

“Essa premiação é um grande reconhecimento do trabalho que temos feito nos últimos anos na Ascenty, em busca de prestar serviços de excelência aos nossos clientes. Já temos data centers em operação nos principais polos de negócios do Brasil, integrados pela nossa rede fibra óptica própria. Ficamos muito felizes de saber que o mercado nos reconhece como empresa de excelência no segmento”, afirma Roberto Rio Branco, diretor de marketing e institucional da Ascenty.

Desde 2012, quando lançou seu primeiro data center no Brasil, a Ascenty tem realizado expressivos investimentos na construção de novos data centers no país. Atualmente, conta com oito data centers em operação e outros oito em construção, além de possuir uma rede de fibra ótica proprietária, com mais de 4.500 km de extensão. Como próximos passos, a empresa planeja a expansão de sua atuação na América Latina.

Melhoria no processo de negócios é prioridade para os CIOS da América Latina, aponta KPMG

Para 71% dos líderes de TI da América Latina, a prioridade de investimento está na melhoria dos processos de negócios; seguido do aprimoramento na experiência do cliente (62%). Por outro lado, o menor investimento, 30%, é direcionado para o desenvolvimento de métodos de entrega e distribuição. Os dados são do recorte latino-americano do CIO Survey 2018, estudo realizado pela KPMG em parceria com a Harvey Nash.

“Devido aos aspectos culturais, as empresas dos países da América Latina esperam ver benefícios comprovados antes de adotar e colocar em prática qualquer medida. Por isso, os gastos com inovação ainda são moderados. No Brasil, a inovação e novas formas de gerar receita estão na agenda dos executivos, que consideram os temas fundamentais para a sobrevivência e para o aumento de competitividade. No entanto, o aumento de produtividade e redução de custos ainda estão no topo da lista de prioridades.”, analisa sócio da KPMG, Claudio Soutto.

Já em relação à próxima geração de tecnologias, 27% das companhias investiram em plataformas de mercado on-demand e 17% em internet das coisas (IoT). Os menores investimentos foram em realidade virtual e blockchain, 7% e 6% respectivamente.

Ainda de acordo com a pesquisa, 29% das empresas latino-americanas implementaram automação digital nas áreas de tecnologia da informação, financeira (22%), supply chain(20%), suporte ao consumidor e vendas (19%), recursos humanos (18%), marketing (14%) e, por último, jurídico (8%).

“Apesar da automatização estar em estágio inicial, as companhias da América Latina estão em busca de avanço e aprimoramento tecnológico. A maioria dos CIOs considera muito importante o investimento em inovação”, conclui.

Sobre a pesquisa
O recorte Latino Americano da pesquisa CIO Survey 2018 conta com respostas e insights de mais de 300 líderes de TI, de 18 países da região. A pesquisa da CIO Survey 2018 foi realizada pela KPMG em parceria com a Harvey Nash. O levantamento global foi realizado em 84 países, com 3.958 CIOs e líderes em tecnologia, por meio de análises de respostas de organizações que apresentam despesas anuais com segurança cibernética de até US$ 46 bilhões.

iFood divulga números inéditos de crescimento

O mercado de delivery de comida online vive uma gigantesca expansão global e o iFood está colocando a América Latina em destaque. A plataforma é líder na região e já alcançou 390 mil pedidos por dia no Brasil nas últimas semanas de outubro, aumento de 109%, em comparação com 183 mil de outubro de 2017. O crescimento ano a ano foi duas vezes mais rápido do que vários líderes globais nos EUA, Europa, Ásia e MENA (Oriente Médio e Norte da África).

De acordo com dados da SimilarWeb, o iFood, no Brasil, é 16 vezes maior, em comparação com seus principais concorrentes online em relação ao número de usuários ativos diariamente em setembro de 2018.
O sucesso do iFood é alcançado por meio de parcerias com os principais pilares da cadeia de valor da empresa: restaurantes e entregadores. Hoje, a empresa possui mais de 50 mil restaurantes e mais de 120 mil entregadores trabalhando para oferecer a melhor experiência de entrega aos seus clientes no Brasil. Esses números representam um aumento anual de 84% e 88%, respectivamente.

“Nós já estamos alimentando milhões de brasileiros todos os meses, mas nosso objetivo a longo prazo é revolucionar a maneira como consumimos comida no país. Estamos pensando ainda maior e planejando crescer mais rápido do que nunca.”, compartilha Carlos Moyses, CEO do iFood.

* Dados da SimilarWeb sobre usuários ativos diariamente pelo aplicativo Android em setembro de 2018
** Relatórios mais recentes da empresa citando o crescimento do faturamento diário do terceiro trimestre de 2017 para o terceiro trimestre de 2018
*** Relatórios mais recentes da empresa citando o crescimento das encomendas diárias do segundo trimestre de 2017 para o segundo trimestre de 2018

Por que empreendedores devem apostar em Inteligência Artificial?

Por Leonardo Dias

Atualmente, o empreendedorismo é a força motriz que conduz à inovação. No Brasil, vemos isso expandir quase que diariamente. A base tecnológica é o seu principal pilar de sustentação, tanto na otimização, como para escalar e gerar novos negócios. E é por isso que o uso da inteligência artificial tem papel fundamental nesse ecossistema.

Não por acaso, os gastos globais com tecnologia cognitiva e sistemas de inteligência artificial devem somar US$ 77,6 bilhões até 2022, o que representa um montante três vezes superior ao projetado para este ano, de acordo com estimativa da consultoria IDC. Esse mercado avançará em alta velocidade. Por essa razão, os empreendedores devem considerar com bastante atenção o seu uso.

Apesar de já estar presente em diversas áreas do conhecimento, como na medicina, no setor financeiro, na engenharia e na agronomia, a inteligência artificial ainda é uma tecnologia em consolidação. Uma de suas vertentes, o machine learning, possui alto potencial de incorporação em novos negócios, como no reconhecimento de voz e imagem, na identificação de padrões de comportamento e na gestão, resolução e predição de problemas.

Em situações em que as empresas precisam aplicar conhecimento para se aproximar de seus clientes com o uso de estratégias de marketing, a inteligência artificial e o machine learning podem exercer total protagonismo. Com soluções desse tipo, é possível analisar uma grande quantidade de informações de uma base de clientes. Os algoritmos podem determinar padrões de comportamento a partir da análise de dados e assim abrir caminhos para ações de marketing mais específicas e assertivas.

Empreendedores também podem utilizar da inteligência artificial em tarefas administrativas e em situações que a restrição de orçamento não permite altos investimentos em contratação de pessoal ou mão de obra qualificada. O uso de chatbots, por exemplo, também pode ter grande utilidade, sobretudo em negócios que tenham uma demanda relevante de atendimento ao público.

O maior ganho a ser obtido é a otimização das operações diárias do negócio. Para isso, aplicações de machine learning podem conduzir à automação de processos e à redução de custos. O retorno sobre o investimento com o uso de soluções específicas de inteligência artificial pode resultar não apenas em capacidade de reinvestimento, como também novas fontes de receita.

É importante ressaltar que a inteligência artificial não substitui o capital humano – e não estamos próximos dessa realidade. Mas a tecnologia tem um potencial enorme para somar em áreas como criação e execução. O estabelecimento de uma relação entre máquinas e humanos são complementares para o desenvolvimento de um negócio. Enquanto uma parte possui melhor capacidade lógica, a outra conta com a subjetividade e ética, capazes de corrigir as pequenas distorções dos modelos matemáticos da IA. Com isso, ocorre a geração de melhores resultados.

Além disso, apostamos em novos cargos e funções voltadas a melhorar as inteligências artificiais e os dados utilizados por tais aplicações. A qualidade dos dados é essencial em sistemas de inteligência artificial, e, muitas vezes, será necessário a utilização da inteligência humana na geração de novos dados que melhorem o funcionamento das aplicações.

Quanto mais cedo houver o entendimento dos empreendedores de que a inteligência artificial terá papel fundamental na próxima onda da inovação, mais rápido será o uso prático e os resultados para consumidores e empresas. A busca por capacitação para compreender as possibilidades de negócio no uso dessa tecnologia se faz mais do que necessária para entender como isso pode ajudar a impactar o seu mercado.

Leonardo Dias, CDO e co-fundador da Semantix, empresa especializada em Big Data, Inteligência Artificial, Internet das Coisas e Análise de dados.

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Bancos, seguradoras e empresas de bens de consumo utilizam inteligência artificial da Neoway para risk & compliance

O segmento de risk & compliance é uma das principais apostas da Neoway, maior empresa brasileira de Big Data Analytics e tecnologia aplicada a negócios. Após cinco meses do lançamento de seu produto de R&C, a nova solução já conta com a adesão de companhias de diversos setores como, bancos, seguros, telecom e bens de consumo. A meta é que, até o final do ano, o novo produto represente, pelo menos, 25% do faturamento total da companhia. O restante é composto pela plataforma de vendas & marketing.

“O potencial desse mercado é diretamente proporcional à sua complexidade. Um trabalho eficiente de diligência exige uma infinidade de pesquisas, que nem sempre são claras e de fácil acesso. Nosso produto otimiza tempo e reduz custos através da utilização de fontes confiáveis que apresentam informações relevantes e necessárias para colaboração deste processo. O intuito é fornecer os subsídios necessários para auxiliar os gestores em suas tomadas de decisões, tornando-as mais ágeis e eficazes, em uma única plataforma.”, comenta Jaime de Paula, CEO da Neoway.

O Confidence é um dos bancos que utiliza a solução de risk & compliance da Neoway. De acordo com Aretuza Sena, responsável pela área de compliance da instituição financeira, a escolha da plataforma se deu pelo fato da viabilidade da ferramenta em disponibilizar todas as informações numa única consulta. Ainda segundo Sena, essa característica trouxe mais agilidade na análise do prospect e a possibilidade de modelar, estatisticamente, os perfis de riscos. Com isso o Banco Confidence reduziu 30% o tempo de pesquisa na avaliação de riscos e diminuiu mais de 20% as solicitações de informações adicionais de prospects, clientes, parceiros e fornecedores.

A Pesquisa Maturidade do Compliance no Brasil, divulgada recentemente pela KPMG, revela que:

1. identificar e monitorar aspectos de compliance e regulatórios;

2. obter uma matriz de riscos e indicadores;

3. a integração dos departamentos

São os principais desafios da área de diligência nas organizações. Além disso, o estudo, realizado com aproximadamente 450 organizações, aponta que 54% das empresas contam com um setor focado em compliance há menos de três anos e 9% afirmam que ele ainda nem existe.

“A Lei Anticorrupção reforçou a importância do compliance para as empresas. Isso porque caso cometa, ou esteja envolvida em práticas ilegais, a organização pode ser multada em até 20% do seu faturamento bruto, o que pode ser o fim para qualquer empresa. Com a nossa plataforma, é possível mitigar grande parte desses riscos”, finaliza De Paula.

Indo ao encontro dessas informações, o levantamento da Thomson Reuters aponta que as corporações têm um prazo de aceitação (onboarding) de 32 dias. O estudo diz ainda que o número de profissionais dedicados a KYC aumentou quatro vezes, entre 2016 e 2018, mas esse crescimento não tem se refletido na qualidade do serviço.

“A preocupação com R&C é recente e, devido à sua importância, tende a crescer exponencialmente. A plataforma de Neoway risk & compliance traz todas as informações necessárias organizadas e de forma rápida, precisa e segura. Aqueles que adotarem nosso produto terão um diferencial estratégico enorme em suas mãos”, finaliza o executivo.

Decolar é eleita a melhor agência de viagens online para os brasileiros

A Decolar, maior agência de viagens online do Brasil e América Latina, foi eleita a melhor agência de viagens online pelos consumidores brasileiros. O reconhecimento veio por meio da 17ª edição do Prêmio O Melhor de Viagem e Turismo 2018/2019.

A premiação contou com 23 categorias, que tiveram seus vencedores escolhidos por meio de voto popular. Os mais de 4mil participantes da votação coroaram a Decolar na categoria online, que é, atualmente, a forma mais inovadora e democrática de comprar itens de turismo.

“Ser reconhecida pelos brasileiros como a melhor entre as diversas agências de viagens online do mercado é um prêmio muito importante para a Decolar. Buscamos sempre utilizar a tecnologia e a inovação para que os nossos clientes tenham uma experiência inesquecível, desde o planejamento, passando pela compra, até os momentos especiais no destino”, afirma Alexandre Moshe, diretor-geral da Decolar.

A Decolar atua no Brasil desde 1999 e desde então já levou milhões de brasileiros a milhares de destinos ao redor do mundo. Oferecendo uma experiência digital completa, seja por meio do site ou do aplicativo, e um catálogo de produtos completo, que inclui desde pacotes a itens como passagens, hospedagens, ingressos, passeios, entre outros, a agência de viagens online tem como um de seus objetivos democratizar o turismo no país por meio de diversidade de opções e acessibilidade.

Linx lança aplicativo de gestão para micro, pequenas e médias empresas

A Linx, líder e especialista em tecnologia para o varejo, acaba de anunciar o Shopbit, um aplicativo que tem como objetivo profissionalizar a gestão de vendas e estoques para microempreendedores, além de pequenas e médias empresas. Disponível no Google Play, pode ser baixado gratuitamente para usuários do sistema operacional Android em smartphones.

Pelo aplicativo, o lojista poderá controlar o caixa, realizar vendas direto do celular, cadastrar produtos por código, cor, tamanho e outras características, além de ser leve e possuir um design moderno e intuitivo. A oferta conta ainda com uma opção de plano que oferecerá serviços exclusivos, como controle de estoque, criação de combos e promoções, assim como o cadastro de clientes.

“O Shopbit é o primeiro passo na oferta de soluções para pequenas e médias empresas. O aplicativo é mais um fruto da Linx Pay Hub, nossa unidade de negócios dedicada ao segmento de meios de pagamento”, explica Denis Piovezan, diretor executivo da Linx Pay Hub. “Nosso objetivo é que o lojista profissionalize e controle ainda mais o seu negócio”, adiciona.

Além de ser compatível com dispositivos móveis com sistema operacional Android, o Shopbit também pode ser usado em desktop e notebooks. Nestes aparelhos, é possível acompanhar gráficos com resultados do negócio, cadastrar produtos do estoque de maneira rápida e fácil, bem como configurar facilmente a gestão dos itens básicos da loja.

O Shopbit faz parte do portfólio da Linx Pay Hub, unidade de negócio especializada em serviços financeiros que foi criada recentemente para simplificar conexões e acelerar negócios, sob a filosofia de uma ‘fintech’. “Com o novo app, pretendemos auxiliar empreendimentos que faturam entre 10 e 20 mil reais por mês”, conclui Piovezan.

Para mais informações, acesse http://www.linx.com.br/payhub/shopbit

CEO da Multilaser deixa cargo executivo para se dedicar à Secretaria da Educação no Paraná

A Multilaser, líder nacional nos setores de telefonia, eletroeletrônicos e informática, anuncia a saída de Renato Feder da copresidência da empresa. O executivo foi convidado pelo governador eleito do Paraná, Ratinho Junior, para assumir o cargo de Secretário Estadual de Educação a partir de janeiro de 2019. Com a saída de Feder, a Multilaser passará a ter Alexandre Ostrowiecki como único CEO.

“Ao aceitar esse convite abdiquei do cargo de executivo de uma empresa já consolidada no mercado, pois sempre acreditei que o futuro do Brasil está na educação. Encaro esse desafio com muita vontade de fazer diferente e contribuir para a valorização dos professores, em prol de cerca de um milhão de crianças e adolescentes da rede estadual do Paraná”, afirma Feder.

O executivo é formado em Administração pela FGV (Fundação Getúlio Vargas) e tem Mestrado em Economia pela USP (Universidade de São Paulo). Foi professor de Matemática, deu aulas de Economia no Mackenzie e foi diretor da escola filantrópica Alef Peretz durante oito anos, além de ter ocupado o cargo de Assessor Técnico da Secretaria de Educação de São Paulo. Em paralelo às suas atividades como empresário, é responsável pelo projeto Copa Multilaser de Matemática, em parceria com a OBM (Olimpíada Brasileira de Matemática).

“Renato é sem dúvida uma ótima nomeação para o cargo e tenho certeza de que desenvolverá um trabalho excepcional. A educação sempre foi um tema prioritário para ele” declara Alexandre Ostrowiecki.
Feder e Ostrowiecki assumiram a empresa em 2003, ambos com 24 anos, e transformaram a companhia em um dos principais players do setor de eletrônicos no país, com faturamento anual de 2,5 bilhões de reais.

Algar Tech lança programa para capacitar colaboradores em novas competências operacionais

Os profissionais da Algar Tech, multinacional brasileira especializada em gestão do relacionamento com cliente, ambiente de tecnologia e serviços de telecom, têm agora a oportunidade de se capacitar para as chamadas “profissões do futuro”. A empresa lançou um programa de aprendizado e inovação, que prevê a formação dos associados – como são chamados os colaboradores – em novas competências operacionais.

Denominada “Dê asas à sua carreira”, a iniciativa abrange conteúdos para formações diversas. As duas primeiras turmas abertas foram em User Experience (UX) e Customer Experience (CX), com módulos emdesign de experiência e omnichannel, e Assistentes Virtuais, com abordagem em cognição, inteligência artificial, curador e linguagem natural.

Primeiro, os colaboradores de toda a empresa são informados sobre as atribuições de cada uma dessas carreiras, por meio de eventos transmitidos via mídia social interna. Posteriormente, são abertas as inscrições, sem restrições de área. “Em vez de pedir indicações para os líderes, nós abrimos a oportunidade para todos os associados, de modo que a vontade e o talento de cada um fossem os fatores decisivos”, explicou Júlio Emmert, diretor de Talentos Humanos da Algar Tech.

Depois de inscritos, os interessados são submetidos a testes online, além de um vídeo e uma redação para justificar seu interesse naquela função. “Dividimos o processo em várias etapas, avaliando a aptidão para as diferentes competências que serão necessárias para a nova carreira”, complementou o executivo. Para as duas primeiras turmas, 639 profissionais se inscreveram e, ao final da triagem, 30 foram aprovados e iniciam a formação neste mês.

Próximos passos

Com o sucesso obtido nas primeiras turmas, a segunda etapa foi iniciada em agosto com 79 associados aprovados para as áreas de design de serviço (CX/UX) e métodos ágeis. Entre os temas que serão explorados nos próximos meses estão analytics, assistentes virtuais e automação de processos – incluindo automação por robôs (RPA). Cada formação tem duração de seis meses, com módulos online e presenciais. Para isso, a Algar Tech conta com parceiros como UniAlgar, Udacity, Alura e Symnetics.

Os associados que concluírem a capacitação vão compor um banco de talentos interno para preenchimento de vagas nessas funções, que são consideradas prioritárias na empresa para suporte na evolução do portfólio. “De forma bem pragmática, estamos direcionando nossos talentos para as competências que para o mercado estão no futuro, mas que, no dia a dia de inovação e transformação digital que vivemos na Algar Tech, já é nosso presente há algum tempo”, concluiu Emmert.

“Dê asas aos seus projetos”
Paralelamente ao “Dê asas à sua carreira”, a Algar Tech iniciou o movimento “Dê asas aos seus projetos”. A ideia é promover a divulgação, nos canais internos da empresa, das iniciativas que sãodesenvolvidas no Programa Transformação. O Programa Transformação visa estimular a inovação e a eficiência operacional, em duas frentes: digital e convencional.

“Para inovar precisamos ter ideias e oportunidades fervilhando em toda a organização, não podemos ter apenas um núcleo com essa missão. Por isso incentivamos todos a participarem”, afirma Emmert. Ainda segundo o executivo, grandes projetos surgem de quem está no dia a dia vivendo o contato com outras áreas internas, com os clientes e com todo o ecossistema de parceiros.

A dinâmica do Programa Transformação é: o associado tem uma ideia, monta uma equipe de trabalho para desenvolvê-la, submete a um comitê e, se aprovada, monitora a execução. Além disso, o profissional pode receber um plano de incentivos financeiros pelos resultados gerados. Em dois anos, mais de 100 projetos foram implantados na empresa. “Com a divulgação, conseguimos engajar centenasde pessoas para fazer parte dos projetos originais ou mesmo replicar aqueles com maior sucesso em suas próprias áreas”, concluiu o diretor.

Ambas as iniciativas são ilustradas com uma imagem de asas, pois faz parte do símbolo escolhido para o Programa Transformação: a águia, que expressa foco, garra, resiliência e velocidade. As asas estão retratadas na sede da empresa em Uberlândia (MG), por meio da obra de arte de um artista plástico da região, o Dequete.

Três carreiras autônomas para faturar alto durante a Black Friday

A Black Friday, momento muito aguardado para quem está procurando descontos, não se restringe somente aos empresários de lojas físicas e donos de e-commerce que buscam liquidar seus produtos nessa época do ano. O profissional freelancer também pode surfar nessa onda e ganhar dinheiro extra nesse período.

Pensando nisso, o Freelancer.com, maior plataforma para freelancers e crowdsourcing do mundo, listou três profissões que podem faturar alto nesta Black Friday. Confira se você se encaixa no perfil e aproveite que ainda dá tempo de conseguir trabalho até lá.

Designer

Diversas lojas online aproveitam essa época para produzir páginas exclusivas de ofertas, dando destaque aos principais produtos que desejam comercializar. Além disso, a ferramenta de e-mail marketing é muito utilizada para atrair novos consumidores e despertar a atenção daqueles que já são clientes assíduos. Essas ferramentas de comunicação precisam ser construídas com qualidade, tanto para atrair clientes, como para trazer credibilidade à imagem da loja que coloca os seus produtos em promoção. Por isso, a importância de contratar profissionais qualificados que atuam como Designer. Só eles poderão extrapolar a criatividade e criar peças atraentes e únicas. Nessa hora, ter um portfólio organizado ajudará e muito na captação desses trabalhos.

Desenvolvedor Web

Quando se fala de e-commerce logo vem à cabeça a ideia de que a loja virtual tem algum programador/desenvolver web na sua equipe. Afinal, são eles que estruturam e organizam a hospedagem das páginas desse comércio. Mas nem sempre essa ideia é verdadeira, por isso, em ocasiões como a Black Friday muitos empresários precisam investir na contratação desses desenvolvedores freelancers, seja para atualização e reestruturação do próprio site ou para montar um hotsite exclusivo com as ofertas em destaque. Se você for um Desenvolver Web organizado, poderá aproveitar esse período e garantir um ganho extra, basta se programar e entregar tudo dentro do prazo estabelecido, afinal, essas demandas poderão gerar diversos jobs no futuro, não é mesmo.

Contador

E quem disse que só quem trabalha com design e/ou desenvolvimento de sites pode ganhar um extra na Black Friday? Com o aumento de vendas de produtos, automaticamente, surge o crescimento do volume de notas fiscais, com isso o empresário que quiser ganhar com esse período de promoções deve ficar atento para não perder nenhum documento fiscal importante, seja na emissão para o consumidor ou no recebimento de notas de fornecedores. Aqui, surge a oportunidade para o contador freelancer, que é um profissional chave para que todas as notas estejam devidamente organizadas e que não haja nenhum erro.

Custa caro viabilizar um projeto inovador?

Por Paulo Renato de Oliveira, da Action Labs

“Inovar custa caro.” “O retorno é apenas a longo prazo.” “Somente as grandes empresas têm condições financeiras para inovar.” “Não vejo como inovar na minha empresa.” Estas são algumas das queixas mais frequentes de gestores quando o assunto é inovação. O que eles não sabem, entretanto, é que não inovar sai ainda mais caro. A empresa perde em competitividade e fica para trás perante a concorrência. Além disso, há tempos a inovação deixou de ser um diferencial para tornar-se questão de sobrevivência no mercado.

Apesar da necessidade de inovar, um estudo do Massachusetts Institute of Technology (MIT), por encomenda do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), mostra que o setor privado investe pouco em inovação no Brasil. O País investe em torno de 1,2% do Produto Interno Bruto (PIB) em pesquisa e desenvolvimento, enquanto países como a Coreia do Sul e Taiwan destinam 3,9% e 2,9% do PIB para esta finalidade, por exemplo.

As empresas buscam viabilizar a inovação no dia a dia, sem gastar muito e com agilidade. Se o produto obtiver sucesso quando chegar ao mercado, o investimento compensa. Mas existem muitos casos em que ele acaba fracassando depois do lançamento. Neste caso, mesmo que o investimento tenha sido relativamente pequeno, a conta fica cara. Por isso é tão importante aplicar uma prova de conceito, chamada de Proof of Concept Design, ou PoC Design, antes de lançar sua ideia no mercado. Ainda que as provas de conceito já sejam utilizadas há anos no Vale do Silício, a realidade brasileira é outra. Lá, as grandes organizações têm orçamentos e equipes dedicadas à inovação e grandes verbas para pesquisa e desenvolvimento. No Brasil, o cenário é outro, com recursos humanos e financeiros mais escassos.

A Apple, por exemplo, tem uma proporção de 8 produtos lançados para 1 de sucesso. Ela pode fazer isso e continuar com lucro, mas, para a maioria das empresas, as provas de conceito não podem ser caras nem demoradas. Desenvolvemos esta metodologia para testar projetos e avaliar não apenas a viabilidade técnica, mas principalmente se os usuários desejam a solução e se estão dispostos a pagar por ela, antes de colocá-la no mercado. O PoC Design viabiliza a inovação no dia a dia da empresa, com agilidade e aumento das chances de sucesso. O modelo pode ser aplicável a qualquer cenário de negócios e a todos os perfis de empresas.

Quem opta por trabalhar com PoC Design está descobrindo uma nova maneira de inovar para conquistar mais clientes e obter melhores resultados, com custo reduzido. A metodologia permite que o cliente faça um teste no mercado com uma fração do tempo (90 dias) e uma fração do custo (10% a 20%). Isso significa que mesmo empresas menores não diretamente ligadas a mercados de inovação podem se beneficiar, testando dezenas ou centenas de iniciativas em curtos períodos de tempo. Com os dados levantados durante a Prova de Conceito, os gerentes de produto têm a informação necessária para a tomada de decisão, seja no momento de um novo lançamento ou na hora da evolução dos produtos e serviços atuais.

Em dois anos de atuação, a Action Labs já executou mais de 80 projetos e tem mais de 15 produtos lançados – uma média de pouco mais de um produto criado a cada dois meses. A utilização do PoC Design nos permitiu testar a viabilidade técnica de uma série de ideias e verificar como seria sua aceitação no mercado. Utilizando as ferramentas certas, é possível economizar, tornando a inovação mais viável a qualquer porte de empresa.

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Ticket médio do brasileiro será mais de R$ 800 na Black Friday 2018, aponta E-Consulting

Novo marco do varejo brasileiro, a Black Friday, que neste ano acontece no dia 23 de novembro, tem previsão de movimentar R$ 4,11 bilhões no e-commerce, 11% a mais do que o valor arrecado no mesmo período de 2017, segundo estimativa da E-Consulting, consultoria que mede previsões financeiras para o comércio eletrônico há 14 anos.

O índice do varejo online (VOL) da E-Consulting é somado a partir das vendas online ocorridas em lojas virtuais de bens de consumo, que inclui eletrodomésticos, eletrônicos, moda e cosméticos; de automóveis e produtos automotivos; e de turismo, que são passagens aéreas, reservas de hotéis, pacotes turísticos. O montante é calculado em transações ocorridas no e-commerce B2C (Business to Consumer) nos formatos tradicional, mobile commerce (vendas via dispositivos móveis), social commerce (via redes sociais) e compras coletivas, bem como o nicho de C2C (Consumer to Consumer).

Segundo o levantamento, o tíquete médio de compras será de R$ 822 na internet, sem contar automóveis, perfazendo uma alta de 6,4% em relação à Black Friday do ano em que o brasileiro gastou R$ 770, em média.

Celulares, televisores, geladeiras e passagens aéreas estarão entre as categorias mais procuradas durante o evento. O número de pedidos nestes mercados poderá registrar uma expansão de 5,3%, indo de R$ 3,76 milhões para R$ 4 milhões.

“As empresas estarão mais agressivas nas vendas deste ano para acompanhar a evolução do consumidor, que está atento e não se apega mais a ações promocionais rasas, do tipo “Leve 3 e pague 2″ com o mesmo preço do ano inteiro. Esta será a Black Friday das comparações”, diz Daniel Domeneghetti, CEO da E-Consulting.

Como você está resolvendo seus problemas do dia a dia? Adote Machine Learning e Inteligência Artificial

Por Ricardo Recchi

Embora o tema Inteligência Artificial não seja novo, houve uma explosão desta frente nos últimos anos. Isso se deve, sobretudo, às melhorias na utilização da rede neural a partir de novas técnicas computacionais adotadas no Machine Learning, como o Deep Learning, que promove o aprendizado estruturado, incluindo fala, identificação de imagem e previsões.

Somado a esse cenário, tivemos o aumento do poder computacional das CPUs (Central Processing Unit) e GPUs (Graphics Processing Unit) e a redução dos custos associados, que ajudam a viabilizar as aplicações de Inteligência Artificial. Como resultado dessa evolução estruturada, surgiram ferramentas que auxiliam no desenvolvimento de aplicativos voltados ao aprendizado de máquinas, assim como surgiram novas frentes de serviços que tornam possível usar essa tecnologia com muita facilidade.

Entre as vantagens que encontramos nesses sistemas, há uma série de problemas que a Inteligência Artificial e o Machine Learning podem resolver juntas. Reunindo uma série de informações, os dados são inseridos nos programas de aprendizagem, ou Machine Learning. Após aprender sobre os dados ou imagens inseridas, o programa entra no modo de operação utilizando a rede neural, ou seja, a Inteligência Artificial treinada anteriormente, que se soma aos dados transacionais e aos algoritmos.

É aí que entram os provedores de tecnologia, que têm soluções como serviço para atender esses processos e trazem a facilidade para resolver problemas do dia a dia. Entenda como a Inteligência Artificial somada ao Machine Learning podem resolver tarefas, como:

– Detecção e tradução de idioma, ou seja, a partir de um texto é possível saber em qual idioma está escrito e obter a tradução para a língua que desejar, assim como analisar o seu sentimento, tais como raiva, alegria etc. Isso permite, por exemplo, analisar a linha do tempo do Twitter em busca de reações a um novo produto;

– Classificar e reconhecer imagens a partir daquilo que é visto nela, reconhecendo pessoas e, ou, objetos, identificando-os em alguns casos;

– Reconhecimento de texto em imagens como, por exemplo, cartazes em uma rota;

– Transcrição de áudio a partir de uma gravação em que uma ou mais pessoas são ouvidas, realizando a conversão da conversa em texto;

– Conversão de texto em voz, produzindo um arquivo de áudio no qual uma voz é ouvida, recitando o texto original.

O número de problemas que podem ser resolvidos usando as duas tecnologias juntas está aumentando, assim como a precisão obtida por essas soluções. Consequentemente, há um aumento no número de serviços que incorporam soluções já empacotadas para os diversos tipos de problemas, tirando das empresas a necessidade de treinar modelos ou de se preocuparem com os algoritmos ou a arquitetura das redes neurais a serem usadas, o que permite sanar facilmente alguns dos seus problemas de negócio. A evolução da Indústria 4.0 está ai. Basta utilizá-la!

Ricardo Recchi, country manager da Genexus no Brasil, desenvolvedora global de produtos para software baseados em Inteligência Artificial.

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Identidade digital pode estar à venda por menos de US$ 50

Muitos de nós já ouviram falar ou até foram vítimas de cibercrimes, como o roubo de dados e de identidade. Mas, aparentemente, poucos sabem quanto valem as informações roubadas. Um novo estudo da Kaspersky Lab mostrou que, mesmo com um valor monetário acessível, as identidades são ativos importantes para os criminosos e que eles focam o roubo de contas de serviços populares, como credenciais de mídias sociais e sites de jogos. O desconhecimento dos usuários com relação ao valor dos seus dados pode resultar na falta de cuidado com a segurança e facilitar o roubo de dado e os cibercrimes.

O valor dos dados roubados não está em seu preço de revenda, que pode ser até baixo, mas está em seus diversos usos. E é nas aplicações que residem os reais problemas para as vítimas, como perda de recursos financeiros, danos à reputação, cobranças desconhecidas ou até acusação de crimes cometidos pelos criminosos utilizando a identidade roubada.

A Kaspersky Lab investigou os mercados da Dark Web para descobrir quanto valem os dados pessoais e como eles são usados pelos criminosos. Os pesquisadores da empresa identificaram que a vida digital completa de uma pessoa custa menos de US$ 50, o que inclui contas de mídias sociais, credenciais bancárias, acesso remoto a servidores ou computadores e até contas de serviços populares, como Uber, Netflix e Spotify – em alguns casos há informações para acesso a sites de jogos, aplicativos de encontros e sites de pornografia, pois eles podem conter informações de cartões de crédito. Ao mesmo tempo, os pesquisadores viram que o preço de uma única conta hackeada é menor: a maioria das ofertas é de aproximadamente US$ 1 por conta e os criminosos dão descontos nas compras em combo.

Os métodos mais usados pelos criminosos para o roubo de dados são as campanhas de spear phishing e a exploração de vulnerabilidades web em software. Após um ataque bem-sucedido, o criminoso obtém um estoque de senhas, que contêm a combinação de e-mails e palavras-chave dos serviços invadidos. E, como muitas pessoas usam a mesma senha em vários serviços, os invasores tentarão utilizar a credencial para acessar outras plataformas.

Curiosamente, alguns criminosos que vendem dados pessoais oferecem uma garantia vitalícia aos compradores. Ou seja, se eles deixarem de ter acesso a uma conta, receberão uma nova gratuitamente.

“Fica claro que o roubo de informações por hackers é uma ameaça para todos nós, indivíduo e como sociedade, pois os dados roubados financiam diversas injustiças sociais. Felizmente, podemos evitar isso aumentando a consciência sobre os riscos que corremos ao fornecer nossas informações de graça para alguma empresa, em especial os dados que publicamos abertamente em nossos perfis nas redes sociais”, explica David Jacoby, pesquisador sênior em segurança da Kaspersky Lab.

Além de conhecimento, os riscos podem ser evitados tomando várias medidas de segurança simples, que devem fazer parte da vida digital dos usuários:

• Para ficar a salvo de mensagens de phishing, antes de clicar em qualquer link, sempre verifique a veracidade do endereço de destino e e-mail do remetente. Uma solução de segurança como o Kaspersky Security Cloud simplifica a vida ao usuário ao alertar caso ele tente acessar uma página maliciosa.

• Para evitar que um vazamento de dados comprometa todos seus serviços online, nunca repita a mesma senha. Para facilitar a criação de senhas fortes e, principalmente, para lembrar delas, use um aplicativo de gerenciamento de senhas, como o Kaspersky Password Manager.

• O uso da tecnologia patenteada de segurança adaptativa, que se ajusta ao estilo de vida do usuário, também oferece uma proteção extra ao verificar e alertar sobre vazamentos de dados em serviços online que podem afetar o usuário.

• E para descobrir quem tem seus dados pessoais, utilize serviços como o PrivacyAudit.me, que pesquisa automaticamente os dados do usuário em várias fontes (a versão beta está disponível no Reino Unido e sua distribuição mais ampla acontecerá em 2019).

Para saber mais sobre o estudo sobre o valor dos dados no mercado negro, acesse o relatório completo em Securelist.com.

Os quatro passos para fazer o seu e-commerce mais seguro na Black Friday

As vendas virtuais devem gerar um faturamento de R$ 69 bilhões em 2018, segundo previsão da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm). A Black Friday é um dos eventos mais importantes para esse mercado, já que 82% dos brasileiros fazem compras online nessa data, de acordo com uma pesquisa realizada pelo Google em parceria com a empresa de consultoria Provokers.

Além de ser uma oportunidade para o aumento do faturamento, a Black Friday se tornou um fator de fidelização de clientes. Segundo o estudo do Google, 78% dos consumidores voltaram a comprar em uma loja após realizarem a primeira compra durante a Black Friday.

“Atualmente, tem-se verificado um crescimento nos investimentos em infraestrutura para e-commerces para garantir uma experiência segura para empresas e consumidores. Pesquisas recentes indicam que mais de 95% das lojas virtuais brasileiras apresentam alguma falha de configuração, o que pode gerar instabilidades e causar um desgaste irreversível na relação com os clientes”, afirma o CEO e Presidente da UPX Technologies, Bruno Prado.

Quatro dicas da UPX Technologies para que os lojistas evitem prejuízos durante a Black Friday:

1. Melhorar a performance

A implementação de uma rede de distribuição de conteúdo (CDN – Content Distribution Network, em inglês) melhora a performance diante do aumento no número de acesso de consumidores. A CDN registra os conteúdos da loja virtual e replica de acordo com a demanda para evitar que o servidor seja sobrecarregado, além de diminuir o tempo de carregamento por meio da distribuição do conteúdo de servidores mais próximos à solicitação.

2. Investir em segurança

Em datas como a Black Friday, o grande volume de dados bancários chama a atenção de criminosos, que atacam os e-commerces para sequestrar essas informações. Os ataques de negação de serviço (DDoS – Distributed Denial of Service, em inglês) também são frequentes nessa data, pois visam tirar a loja do ar e causar prejuízos financeiros. Por isso, é fundamental que as empresas contratem soluções de segurança para proteger suas redes.

3. Contratar um link dedicado ou Trânsito IP

A popular conexão “banda larga” oferece apenas um endereço IP e limita o desempenho da internet. Para empresas e lojas virtuais que dependem de estabilidade de conexão, o recomendado é contratar um link dedicado, que garante 100% da velocidade e disponibiliza de 2 a 8 endereços IPs. Outra opção mais avançada é o Trânsito IP, que conta com múltiplos fornecedores para evitar queda na operação e suporte para alto tráfego de dados.

4. Planejar é essencial

As lojas virtuais devem investir em segurança e performance durante o ano todo, o que evita gastos inesperados em datas específicas, como a Black Friday. Esse planejamento envolve a contratação de soluções preventivas, de suporte caso ocorra algum imprevisto e de atendimento ao cliente.

Inovação no setor público: como as novas tecnologias chegam para fechar uma lacuna

Por Jaison Niehues

Discussões sobre transformação digital e o uso da tecnologia com foco central no usuário já são temas amplamente discutidos no setor privado. No setor público, por outro lado, o mesmo debate acontece de forma muito mais tímida. Muito embora iniciativas nesse sentido aconteçam, é necessário que haja uma intensificação para trazer à luz o cerne dessa questão: a necessidade de o poder público rever todos os seus processos, muitas vezes antiquados, a partir da adoção à inovação.

Se por um lado temos à disposição uma série de ferramentas que contribuem para acelerar esse processo inovador na gestão pública, por outro, ainda encontramos resistência na mentalidade do próprio setor. Isso nos remete à necessidade em avançar na integração nos diversos departamentos internos que compõem a estrutura do poder público com a própria população, que anseia por agilidade.

Do ponto de vista da população, esta entende que a sociedade está cada vez mais conectada, e não compreende que setores – como o público – ainda podem estar atrasados em questões básicas. Não falamos apenas em redução da burocracia na condução de processos e nas limitações no acesso à serviços e informações. O cidadão se faz mais consciente na economia de insumos, recursos e, sobretudo, tempo. A mitigação só é possível com implantação de meios digitais de comunicação.

Em um cenário em que cada vez mais a população brasileira está conectada – segundo o IBGE, o Brasil fechou 2016 com 116 milhões de pessoas com acesso à internet -, as gestões públicas precisam criar novas formas de estreitar os canais de comunicação. Ou seja, não basta prover o contato por telefone ou por e-mail. É preciso ir além. Os chamados multicanais digitais são uma forma simples e eficientes de se fazer. As redes sociais e os comunicadores instantâneos, como Facebook e WhatsApp, podem ser facilmente integrados às repartições.

A partir do momento que os governos criam mecanismos de atendimento à população por meio de implementações tecnológicas, a capacidade de atingir todos os cidadãos ocorre de forma quase que imediata. E a partir disso, estreita-se não só o relacionamento, mas o próprio entendimento do que o cidadão espera do poder público. Compreender as necessidades da sociedade por parte da esfera governamental também é resultado da inovação.

Recursos de computação na nuvem, análise de big data, economia colaborativa e inteligência artificial – que se fazem cada vez mais presentes e acessíveis – podem ser utilizados para fomentar esse processo de inovação pelo setor público. O engajamento social e as ferramentas de colaboração permitem que as novas tecnologias promovam essas mudanças. A análise de informações com o uso de big data possibilita a criação de soluções inovadoras, além de antecipar riscos.

Soma-se a isso, a informatização e digitalização de processos que auxiliam no monitoramento das demandas da população, e a sua consequente rastreabilidade. A centralização da administração pública em uma plataforma tecnológica consegue envolver as duas pontas necessárias que caracterizam as melhores ações governamentais: o aumento na qualidade do serviço prestado pelos servidores e a rapidez no atendimento envolvendo não só os cidadãos, mas também as empresas.

Apesar de estarmos engatinhando nas inovações tecnológicas, em especial nas mudanças estruturais do poder público nas suas diferentes esferas, os avanços estão ocorrendo. Temos uma janela de oportunidade importante para acelerar esse processo. Para isso, uma integração por parte do poder público, do setor privado e da própria demanda da população se faz primordial. Competência e tecnologia estão à disposição. Basta um maior entendimento da urgência em avançar nesse processo.

Jaison Niehues, cofundador da 1Doc, plataforma web de comunicação, atendimento e gestão documental para órgãos públicos.

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ABB investe no futuro da mobilidade elétrica com novo centro de pesquisa

Companhia está construindo uma nova sede global totalmente sustentável e um centro de P&D para promover sua posição de líder de mercado em infraestrutura de recarga de veículos elétricos

A instalação de US$ 10 milhões e 3.600 m², com conclusão prevista para junho de 2019, reforça o compromisso da ABB com o avanço do desenvolvimento no campo da mobilidade sustentável. Recentemente, a multinacional conquistou o reconhecimento global da revista Fortune, que classificou a companhia na 8ª posição em seu ranking de empresas que estão “mudando o mundo”, por seus avanços em mobilidade elétrica e recarga de veículos elétricos.

Frank Muehlon, diretor geral de negócios de recarga elétrica da ABB comenta: “O investimento nesta nova sede e centro de P&D demonstra o compromisso da companhia com a liderança tecnológica e a definição do padrão quando se trata de mobilidade sustentável. A instalação nos permitirá aumentar o ritmo de testes e desenvolvimento de produtos, garantindo a entrega de produtos inovadores ao mercado mais rápido do que nunca”.

Localizado na parte sul do campus da Universidade de Tecnologia de Delft, o complexo, que poderá abrigar até 120 pessoas, marcará o retorno do negócio de recarga de veículos elétricos da ABB para o local de sua concepção. De fato, os estudantes que fundaram a Epyon (start-up de recarga de veículos elétricos adquirida pela ABB em 2011) são ex-alunos da Universidade de Tecnologia de Delft.

Com a interoperabilidade, foco principal para os carregadores da ABB, o edifício será equipado com a mais recente tecnologia para garantir que os equipamentos sejam compatíveis com todos os tipos de veículos. Simuladores foram criados exatamente para essa finalidade, de modo que 95% dos testes sejam realizados com um modelo digital de veículos no simulador.

Como o comportamento do carro e do carregador em climas quentes ou frios não pode ser testado no simulador, a ABB está desenvolvendo salas climatizadas para esse fim, nas quais os sistemas estarão sujeitos a condições extremas, incluindo uma faixa de temperatura de -40 a +40ºC e umidade elevada.

A instalação também está sendo projetada para o rápido crescimento de recarga para o segmento de ônibus elétricos, com áreas de teste grandes o suficiente para que um ônibus de transporte público possa entrar.

Como parte do comprometimento da ABB em colaborar com o desenvolvimento do mundo sem consumir a terra, era vital não apenas criar um edifício que pudesse promover o progresso na mobilidade sustentável, mas também criar uma instalação 100% sustentável.

Para aquecimento e resfriamento, o complexo será conectado à usina geotérmica da Universidade de Tecnologia de Delft. Enquanto isso, o teto terá painéis solares, com os inversores solares da companhia para converter a energia gerada a partir do sol, que será utilizada para alimentar o complexo.

A ABB também integrará suas soluções elétricas em todo o edifício, incluindo transformadores, painéis, produtos de construção inteligentes e componentes de proteção, disjuntores, dispositivos de corrente residual, controle, sinalização, medição e acessórios inteligentes.

Frank conclui: “Este edifício marca um passo significativo no crescimento contínuo do nosso negócio de recarga de veículos elétricos. O fator mais importante para impulsionar os avanços tecnológicos é o talento, e não poderíamos pedir um local mais inspirador do que o campus da Universidade de Delft, onde estaremos cercados da próxima geração de engenheiros elétricos e industriais”.

A nova instalação da ABB poderá acomodar estudantes de mestrado e doutorado da Universidade de Tecnologia de Delft.